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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Alterações do estado de humor em praticantes de ecofitness]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The practice of physical activity is a recommendation of the World Health Organization because of its benefits to health and quality of life. Among the activities planned in the literature, physical adventure activities in nature sounds be more effective. The objective of this work is to verify the answers of mood state before and after a practice of Ecofitness by adult tourists. This is a field study with a sample of 41 individuals of both genders, Ecofitness practitioners. For the analysis of mood state we used the POMS Profile of McNair, Lorr, e Droppleman (1971), Portuguese version by Viana, Almeida, e Santos (2001) proposal. The questionnaire consists of six variables divided into 42 words that describe daily feelings. The Ecofitness activity consisted in a walk of six (6) Km per six(6) hours in a uphill and downhill land. The questionnaire was administered before and after the walk. The study use the Student's t-test and the results were grouped individually among the six variables measured. The four variables that showed significant differences between pre and post-test values decreased. The vigor variable did not show a significant difference in pre and post-test, however showed higher values. The female sample showed the same results as the group as a whole. The male sample showed highly significant differences (p <0.01), for Tension/ Anxiety and significant differences (p <0.05) in Hostility / Anger and Confusion.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Meio ambiente]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Altera&ccedil;&otilde;es do estado de humor em praticantes de ecofitness</b></p>     <p><b>Changes in the state of humor for practitioners ecofitness</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Rob&eacute;lius De Bortoli, Suyllan Brunno Soares Nogueira Freire , Ricardo Fontes Macedo , Gessica Francyelle Dos Santos Lima , Hanilton Amorim Santos Sobrinho, &amp; S&eacute;rgio Murilo Carvalho Messias</b></p>     <p>Universidade Federal de Sergipe, Brasil</p>     <p>&nbsp;</p> <a href="#c0">Endereço para Correspondência</a><a name="topc0"></a>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica &eacute; uma recomenda&ccedil;&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o mundial da sa&uacute;de devido aos seus benef&iacute;cios para a sa&uacute;de e qualidade de vida das pessoas. Entre as atividades previstas na literatura,as atividades f&iacute;sicas de aventura na natureza parecem ser mais efetivas. O objetivo deste trabalho &eacute; verificar as respostas do estado de humor antes e ap&oacute;s uma pr&aacute;tica de Ecofitness em turistas adultos.Este &eacute; um estudo de campo com amostra composta por 41 sujeitos de ambos os g&ecirc;neros, praticantes eventuais de Ecofitness. Para a an&aacute;lise do estado de humor foi utilizado o Perfil PoMS de McNair, Lorr, e Droppleman (1971), vers&atilde;o portuguesa proposta por Viana, Almeida, e Santos (2001). O question&aacute;rio &eacute; composto de seis vari&aacute;veis divididas em 42 palavras que descrevem sensa&ccedil;&otilde;es cotidianas. A atividade de Ecofitness consistiu em uma caminhada de seis (6) horas com aproximadamente seis (6) Km por terrenos com aclives e declives. O question&aacute;rio foi aplicado antes de iniciar o percurso e ao final da &uacute;ltima atividade. Foi realizado o teste <i>t-</i>Student para testar Hip&oacute;teses, e os resultados foram agrupados individualmente entre as seis vari&aacute;veis medidas pelo instrumento. As quatro vari&aacute;veis que apresentaram diferen&ccedil;as significativas entre pr&eacute; e p&oacute;s-teste diminuiram seus valores. A vari&aacute;vel Vigor, embora n&atilde;o tenha apresentado diferen&ccedil;a significativa no pr&eacute; e p&oacute;s-teste apresentou valores mais elevados. A amostra feminina apresentou os mesmos resultados que o grupo como um todo. A amostra masculina apresentou diferen&ccedil;as altamente significativas (<i>p</i>&lt;0,01) para Tens&atilde;o/Ansiedade e diferen&ccedil;as significativas (<i>p</i>&lt;0,05) para Hostilidade/Raiva e Confus&atilde;o.</p>     <p><b>Palavras-chave</b><i>: </i>Meio ambiente; estado an&iacute;mico; atividade f&iacute;sica.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The practice of physical activity is a recommendation of the World Health Organization because of its benefits to health and quality of life. Among the activities planned in the literature, physical adventure activities in nature sounds be more effective. The objective of this work is to verify the answers of mood state before and after a practice of Ecofitness by adult tourists. This is a field study with a sample of 41 individuals of both genders, Ecofitness practitioners. For the analysis of mood state we used the POMS Profile of McNair, Lorr, e Droppleman (1971), Portuguese version by Viana, Almeida, e Santos (2001) proposal. The questionnaire consists of six variables divided into 42 words that describe daily feelings. The Ecofitness activity consisted in a walk of six (6) Km per six(6) hours in a uphill and downhill land. The questionnaire was administered before and after the walk. The study use the Student&#39;s t-test and the results were grouped individually among the six variables measured. The four variables that showed significant differences between pre and post-test values decreased. The vigor variable did not show a significant difference in pre and post-test, however showed higher values. The female sample showed the same results as the group as a whole. The male sample showed highly significant differences (<i>p</i> &lt;0.01), for Tension/ Anxiety and significant differences (<i>p</i> &lt;0.05) in Hostility / Anger and Confusion.</p>     <p><b>Key-words</b>: Environment; state of mind; physical activity.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica &eacute; uma recomenda&ccedil;&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o mundial da sa&uacute;de (ACSM, 2011) devido aos seus benef&iacute;cios para a sa&uacute;de e qualidade de vida das pessoas. Na literatura existe uma variedade de modalidades que podem proporcionar estes benef&iacute;cios, mas existe um problema em engajar as pessoas a praticarem regularmente atividade f&iacute;sica. As pessoas buscam uma atividade que proporcione os benef&iacute;cios citados acima, aliados a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal e de prazer, e uma modalidade que demonstra possuir esses elementos s&atilde;o as atividades f&iacute;sicas de aventura na natureza.</p>     <p>A atividade f&iacute;sica realizada em meio natural &eacute; uma pr&aacute;tica de intera&ccedil;&atilde;o homem-natureza e alguns exemplos s&atilde;o o <i>trekking, </i>o <i>rafting, </i>o rapel, a corrida de aventura, a corrida de orienta&ccedil;&atilde;o, a escalada e o arvorismo. A rela&ccedil;&atilde;o com a natureza exigida por essas modalidades proporcionam aos praticantes uma reflex&atilde;o de valores e atitudes para com eles e os outros (Tahara, Carnicelli Filho, &amp; Schwartz, 2006),al&eacute;m disso o homem moderno sente falta de atividades ligadas as suas origens, como as atividades ao ar livre e em contato com a natureza (Burlamaqui, 2007).</p>     <p>Por outro lado, no mundo atual as pessoas n&atilde;o t&ecirc;m tempo e oportunidades para a pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica na natureza. A concentra&ccedil;&atilde;o populacional nos centros urbanos, a viol&ecirc;ncia e a sensa&ccedil;&atilde;o de inseguran&ccedil;a geram ansiedade e depress&atilde;o das pessoas nas grandes cidades. Assim, o turismo de aventura tem sido a maneira para realizar esta conex&atilde;o com a natureza e praticar atividade f&iacute;sica. Segundo Tahara et al (2006), os praticantes dessas modalidades sentem uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal e refletem os seus valores quando as realizam.</p>     <p>Talvez o contato com a natureza seja o objetivo inicial no turismo de aventura. Esse fator &eacute; observado no desenvolvimento das atividades tur&iacute;sticas e de aventura efetivadas em espa&ccedil;os rurais e naturais (Hanai &amp; Netto, 2006). Quando essa tem objetivo de atividade f&iacute;sica seja por par&acirc;metros fisiol&oacute;gicos (for&ccedil;a ou resist&ecirc;ncia) ou benef&iacute;cios psicol&oacute;gicos (estado de humor: ansiedade, depress&atilde;o). Seria poss&iacute;vel atribuir a essa pr&aacute;tica de atividades f&iacute;sicas em meio a natureza a nomenclatura de <i>EcoFitness</i>, que seria uma denomina&ccedil;&atilde;o que relaciona a promo&ccedil;&atilde;o de atividades f&iacute;sicas a valores ecol&oacute;gicos e de respeito ao meio ambiente.</p>     <p>Segundo Hintze (2010), o prefixo <i>eco</i> est&aacute; relacionado com a experi&ecirc;ncia na natureza associada a outros valores ecol&oacute;gicos, como exemplo a educa&ccedil;&atilde;o, o respeito ao meio ambiente e a conserva&ccedil;&atilde;o do local, o que poderia ser tratado como educa&ccedil;&atilde;o ambiental n&atilde;o formal que &eacute; definida na Lei 9795/9 como &ldquo;as a&ccedil;&otilde;es e pr&aacute;ticas educativas voltadas &agrave; sensibiliza&ccedil;&atilde;o da coletividade sobre as quest&otilde;es ambientais&rdquo; (Brasil, 1999, art. 13).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>OEcofitness traz importantes elementos que atraem o interesse popular e acad&ecirc;mico. Eles s&atilde;o capazes de instigar novas sensa&ccedil;&otilde;es e percep&ccedil;&otilde;es, diferentes das atividades do cotidiano, poisas viv&ecirc;ncias junto &agrave; natureza t&ecirc;m caracter&iacute;sticas l&uacute;dicas, associadas aos sentimentos de aventura e novidade proporcionando experi&ecirc;ncias e desafios para os praticantes (Lavoura, Schwartz, &amp; Machado, 2008). Por outro lado, a atividade f&iacute;sica realizada em gin&aacute;sios, academias e clubes s&atilde;o tediosas e feitas por obriga&ccedil;&atilde;o em busca de benef&iacute;cios fisiol&oacute;gicos e est&eacute;ticos, determinados por outros ao inv&eacute;s do pr&oacute;prio praticante.</p>     <p>Segundo Lavoura et al (2008), o est&iacute;mulo da pr&aacute;tica do Ecofitness proporciona um resgate da sensibilidade e das emo&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s da intera&ccedil;&atilde;o do sujeito com o meio natural. Sendo assim, diferentes varia&ccedil;&otilde;es no estado de humor podem ser percebidas nessa modalidade. O estado de humor pode ser definido como um conjunto de sentimentos espec&iacute;ficos, constitu&iacute;do por aspectos positivos e negativos, sendo de caracter&iacute;stica provis&oacute;ria, sens&iacute;vel a experi&ecirc;ncia do sujeito, podendo ser mensurada atrav&eacute;s do Perfil dos Estados de Humor.</p>     <p>Diante do exposto, o objetivo deste trabalho &eacute; verificar as respostas do estado de humor antes e ap&oacute;s uma pr&aacute;tica de Ecofitness&nbsp; em turistas adultos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>M&Eacute;TODO</b></p>     <p><i>Participantes</i></p>     <p>A amostra foi composta de 41 sujeitos de ambos os g&ecirc;neros com idade m&eacute;dia de 29,41 anos (m&iacute;nimo 16,67 e m&aacute;ximo 49,25 anos), praticantes eventuais de Ecofitness. Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o foram: participaram da coleta aqueles que preencheram o question&aacute;rio aplicado antes e depois da atividade de Ecofitness. Realizaram a atividade aqueles que n&atilde;o apresentaram nenhuma limita&ccedil;&atilde;o motora para realiza&ccedil;&atilde;o da trilha, de ambos os g&ecirc;neros e idades.</p>     <p>Os crit&eacute;rios de exclus&atilde;of oram: todo sujeito que n&atilde;o preenchesse algumas das informa&ccedil;&otilde;es dos question&aacute;rios aplicados antes ou depois da atividade seria desconsiderado da amostra; n&atilde;o tenha manifestado seu aceite mediante assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Todo estudo seguiu as orienta&ccedil;&otilde;es para pesquisas em humanos previstas pelo Conselho Nacional de Pesquisa.</p>     <p><i>Material</i></p>     <p>Em um primeiro momento e para uma an&aacute;lise hist&oacute;rica foi realizada uma busca de publica&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do estudo ao longo dos anos. O resultado desse tipo de busca demonstra a pertin&ecirc;ncia do tema de estudo, indicando tend&ecirc;ncia e atualidade do tema. A busca deu-se com as palavras chave Perfil PoMS.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para a an&aacute;lise do estado de humor foi utilizado o Perfil PoMS de McNair, Lorr, e Droppleman (1971), vers&atilde;o portuguesa proposta por Viana, Almeida, e Santos (2001), com identifica&ccedil;&atilde;o da data de nascimento e g&ecirc;nero dos sujeitos. O question&aacute;rio &eacute; composto de seis vari&aacute;veis divididas em 42 palavras que descrevem sensa&ccedil;&otilde;es cotidianas compondo o Perfil PoMS. Elas est&atilde;o divididas em grupos que se relacionam com tens&atilde;o/ansiedade, depress&atilde;o, raiva/hostilidade, vigor, fadiga e confus&atilde;o mental. Vigor &eacute; a vari&aacute;vel positiva do humor, tendo as demais vari&aacute;veis consideradas negativas. Valores elevados de vigor e reduzidos de tens&atilde;o, depress&atilde;o, raiva, fadiga e confus&atilde;o mental caracterizam o Perfil Iceberg ou perfil de Sa&uacute;de Mental positiva (Werneck, Bara Filho, &amp; Ribeiro, 2006).</p>     <p><i>Procedimentos</i></p>     <p>A atividade de Ecofitness foi realizada em uma sess&atilde;o no Parque Nacional Serra de Itabaiana, Sergipe, tendo seu in&iacute;cio &agrave;s 8h 10 min. O percurso realizado consistiu em uma caminhada de seis (6) horas com aproximadamente seis (6)Km por terrenos com aclives e declives. A altitude do percurso variou de 170m a 640m e a umidade relativa m&eacute;dia mensal no Parque &eacute; de 84,6%. A seguir, o trajeto foi finalizado com a fase de contempla&ccedil;&atilde;o de aves de rapina em um Parque destinado a preserva&ccedil;&atilde;o e estudo de animais localizado dentro do Parque, com tempo estimado de 60min. O question&aacute;rio foi aplicado em dois momentos: antes de iniciar o percurso e ao final da &uacute;ltima atividade.</p>     <p><i>An&aacute;lise estat&iacute;stica</i></p>     <p>Para testar as hip&oacute;teses formuladas foi realizado o teste <i>t-</i>Student para medidas repetidas. Uma vez coletados os dados e realizada o teste <i>t-</i>Student para testar Hip&oacute;teses, os resultados foram agrupados individualmente entre as seis vari&aacute;veis medidas pelo instrumento.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESULTADOS</b></p>     <p>Na <a href ="/img/revistas/psd/v16n2/16n2a03f1.jpg">figura 1</a> est&atilde;o representados os totais de publica&ccedil;&otilde;es encontradas em pesquisa na base de dados disponibilizada pela Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior [Capes] em seu Portal de Pesquisas chamado Peri&oacute;dicos e de acesso p&uacute;blico. Observa-se que as publica&ccedil;&otilde;es iniciam no ano de 2007 ainda de forma t&iacute;mida mas efetivamente se encontram valores elevados de publica&ccedil;&otilde;es a partir do ano de 2009.</p>     
<p>A amostra feminina, quando analisada individualmente, apresentou os mesmos resultados que o grupo como um todo. Entretanto, a amostra masculina apresentou diferen&ccedil;as altamente significativas (<i>p</i> &lt; 0,01) somente para Tens&atilde;o/Ansiedade e diferen&ccedil;as significativas (<i>p</i> &lt; 0,05) para Hostilidade/Raiva e Confus&atilde;o.</p>     <p>No <a href="#q1">quadro 1</a> est&atilde;o descritos os valores do pr&eacute; e p&oacute;s-teste, os valores de <i>t</i> encontrados e os valores cr&iacute;ticos de <i>t</i> para, assim como a signific&acirc;ncia. Por meio do teste <i>t</i>-Student para observa&ccedil;&otilde;es pareadas, se encontraram diferen&ccedil;as altamente significativas (<i>p</i> &lt; 0,01) quando analisados todos os sujeitos para Tens&atilde;o/Ansiedade, Depress&atilde;o, Hostilidade/Raiva e Confus&atilde;o.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="q1"></a> <img src="/img/revistas/psd/v16n2/16n2a03q1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Uma vez apresentados os valores e percebido diferen&ccedil;as significativas de algumas vari&aacute;veis, na <a href="#f2">figura 2</a> &eacute; apresentado o quadro comparativo dos resultados pr&eacute; e p&oacute;s-teste da amostra, considerando as seis vari&aacute;veis de estudo para a amostra total.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2"></a> <img src="/img/revistas/psd/v16n2/16n2a03f2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>&Eacute; poss&iacute;vel perceber que as quatro vari&aacute;veis que apresentaram diferen&ccedil;as significativas diminuiram seus valores. A vari&aacute;vel Vigor, embora n&atilde;o tenha apresentado diferen&ccedil;a significativa no pr&eacute; e p&oacute;s-teste, apresentou valores mais elevados.</p>     <p>Quando os dados s&atilde;o analisados por g&ecirc;nero, observa-se que o g&ecirc;nero feminino apresentou os mesmos resultados que a amostra de em sua totalidade. Na <a href ="/img/revistas/psd/v16n2/16n2a03f3.jpg">figura 3</a> est&atilde;o apresentados os valores por vari&aacute;vel com diminui&ccedil;&atilde;o das pontua&ccedil;&otilde;es para as vari&aacute;veis negativas e, embora n&atilde;o haja diferen&ccedil;a significativa, a vari&aacute;vel Vigor apresentou valores mais elevados no p&oacute;s-teste.</p>     
<p>Na <a href ="/img/revistas/psd/v16n2/16n2a03f4.jpg">figura 4</a> est&atilde;o apresentados os valores pr&eacute; e p&oacute;s-teste para o g&ecirc;nero masculino. Observa-se que as vari&aacute;veis que apresentaram diferen&ccedil;as significativas s&atilde;o negativas e no p&oacute;s-teste os valores foram inferiores ao pr&eacute;-teste.</p>     
<p>A vari&aacute;vel Depress&atilde;o n&atilde;o apresentou diferen&ccedil;a significativa, mas os valores foram inferiores no p&oacute;s-teste, assim como a vari&aacute;vel Vigor que no p&oacute;s-teste apresentou valores mais elevados.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p>     <p>O Perfil PoMS tem sido um instrumento largamente utilizado na literatura, principalmente nos &uacute;ltimos seis anos. Ele tem sido um instrumento valioso para medir estados psicol&oacute;gicos, principalmente associados ao exerc&iacute;cio f&iacute;sico, de acordo com a busca bibliogr&aacute;fica inicial.</p>     <p>Estudo de Werneck et al (2006) utilizou como instrumento de medida o PoMS, e os resultados relacionam o exerc&iacute;cio f&iacute;sico a melhoria do estado de humor. Essa melhora &eacute; potencializada de acordo com diferentes tipos de intensidade e adequa&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas do sujeito para torna-la prazerosa, sempre relacionando com um ambiente agrad&aacute;vel.</p>     <p>Dentre as vari&aacute;veis medidas no PoMS, o primeiro valor &eacute; a Tens&atilde;o ou Ansiedade. O cuidado que se deve ter &eacute; que a ansiedade em algumas situa&ccedil;&otilde;es pode ser confundida, quanto ao seu termo, na caracter&iacute;stica geral do indiv&iacute;duo em reagir a situa&ccedil;&otilde;es com sentimentos de estresse e nervosismo relacionando assim ao seu perfil de ansiedade (Balaguer, 1994), o que &eacute; diferente de referir-se &agrave; pr&oacute;pria rea&ccedil;&atilde;o emocional, o que est&aacute; associado ao estado de ansiedade.</p>     <p>Embora na amostra estudada n&atilde;o tenha sido considerada a faixa et&aacute;ria, em um estudo sobre efeitos da atividade e exerc&iacute;cio f&iacute;sico em mulheres no per&iacute;odo na menopausa (Neves &amp; Neves, 2013), verificou que a atividade f&iacute;sica pode promover uma diminui&ccedil;&atilde;o na ansiedade e dos sintomas depressivos, promovendo assim benef&iacute;cios &agrave; sa&uacute;de e do bem estar psicol&oacute;gico, o que poderia explicar os resultados obtidos.</p>     <p>Tamb&eacute;m &eacute; importante considerar o ambiente onde foi realizado o estudo que pareceu estimulante assim como a associa&ccedil;&atilde;o de resultados em vari&aacute;veis distintas. Estudo de Nunes, Rios, Magalh&atilde;es, e Costa (2013) indicam que sintomas de ansiedade e de depress&atilde;o obtiveram uma associa&ccedil;&atilde;o significativa, demonstrando a import&acirc;ncia em avaliar a presen&ccedil;a e interfer&ecirc;ncia de fatores emocionais para obten&ccedil;&atilde;o dos resultados no presente estudo.</p>     <p>Outras explica&ccedil;&otilde;es poderiam ser a varia&ccedil;&atilde;o t&eacute;rmica dos sujeitos e o car&aacute;ter cont&iacute;nuo do exerc&iacute;cio realizado. Muller et al. (2011) relacionam em estudo que tanto o humor quanto a fun&ccedil;&atilde;o cognitiva s&atilde;o alteradas de acordo com a exposi&ccedil;&atilde;o do frio agudo, tendo uma diminui&ccedil;&atilde;o significativa ap&oacute;s o exerc&iacute;cio, que tem melhor efic&aacute;cia de forma continua comparada ao exerc&iacute;cio intervalado.</p>     <p>O suporte social presente no estudo, configurado no ambiente acolhedor gerado pela tarefa se assemelha ao que Airosa e Silva (2013) consideram a vincula&ccedil;&atilde;o entre a m&atilde;e e o beb&ecirc;. Seu estudo analisou rela&ccedil;&otilde;es entre suporte social, sintomatologia depressiva, ansiedade e estresse e observaram que h&aacute; maior vincula&ccedil;&atilde;o materna na gesta&ccedil;&atilde;o do que na fase do p&oacute;s-parto.</p>     <p>A diminui&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o nos sujeitos oferece interpreta&ccedil;&otilde;es distintas, mas importantes. Por exemplo, o maior n&iacute;vel de depress&atilde;o em idosos institucionalizados ocorre em idosos que n&atilde;o ingressam por legitima vontade e nos idosos que t&ecirc;m mais de 75 anos, tendo a sua maior satisfa&ccedil;&atilde;o com o suporte social, podendo atenuar a depress&atilde;o em idosos (Pimentel, Afonso, &amp; Pereira, 2012). Se uma &uacute;nica experi&ecirc;ncia pode reduzir n&iacute;veis de depress&atilde;o, ent&atilde;o seria poss&iacute;vel otimizar o apoio a idosos institucionalizados, reduzindo, assim, a necessidade de medica&ccedil;&atilde;o e apoio pessoal.</p>     <p>Essa posi&ccedil;&atilde;o &eacute; corroborada por Laureano, Martins, Sousa, Machado-Rodrigues, e Valente-Santos (2014) que verificaram em seus estudos que idosos com melhor capacidade f&iacute;sica funcional e uma melhor aptid&atilde;o cardiorrespirat&oacute;ria apresentam menores custos com consumo de medicamentos e estados de humor mais positivos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Resultados semelhantes foram obtidos em estudo relacionando o estresse e o humor de volunt&aacute;rios de um desastre. Os resultados mostraram que no decorrer do trabalho assistencial, houve uma diminui&ccedil;&atilde;o no estresse percebido, angustia geral e raiva, bem como um aumento de emo&ccedil;&otilde;es positivas (Cristea et al, 2014), o que traria uma explica&ccedil;&atilde;o social mais que f&iacute;sica para os resultados.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; vari&aacute;vel Hostilidade ou Raiva, definida por Samulski (1992) como algo que surge quando uma meta que se acredita atingir n&atilde;o &eacute; obtida. Esse parece ter sido um fator de valores invertidos, pois as tarefas realizadas foram de alcance a todos, contribuindo para sensa&ccedil;&atilde;o de efici&ecirc;ncia e confirmando Laneiro et al (2011) que encontraram rela&ccedil;&atilde;o negativa da tens&atilde;o e fadiga est&atilde;o associadas com a satisfa&ccedil;&atilde;o da tarefa.</p>     <p>Parece que a literatura est&aacute; farta de explica&ccedil;&otilde;es psicossociais para explicar altera&ccedil;&otilde;es de estado de humor. De acordo com Fisher, Machado, Silveira, e Verzani (2009),as rela&ccedil;&otilde;es dos indiv&iacute;duos com o mundo e sua qualidade de vida est&atilde;o associadas a diferentes aspectos, dentre eles aspectos psicossociais e emocionais. As emo&ccedil;&otilde;es e sentimentos, quando controlados e estimulados devidamente, contribuem muito para o bem estar do ser humano.</p>     <p>Os mesmos resultados foram encontrados em pesquisa com objetivo de relacionar a influ&ecirc;ncia das rela&ccedil;&otilde;es das din&acirc;micas sociais (fam&iacute;lia, amigos e escola) sobre o estado de humor, realizada com um time de voleibol feminino. Os resultados indicam uma clara interfer&ecirc;ncia entre os dois aspectos (Rebustine &amp; Machado, 2012).</p>     <p>Um terceiro aspecto presente nesse estudo deve ser levado em considera&ccedil;&atilde;o. Quando se trata de atividade em meio natural, as emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o um dos elementos mais recorrentes nos praticantes, relacionando diretamente as rea&ccedil;&otilde;es do indiv&iacute;duo. &Eacute; atrav&eacute;s das emo&ccedil;&otilde;es que o indiv&iacute;duo entra em contato com o mundo e consigo mesmo, contribuindo assim a busca pela interioridade e para fugir da rotina (Carnicelli Filho, 2007).</p>     <p>Um fator interessante que ficou evidente &eacute; que a literatura cita outros estudos que buscam alterar as vari&aacute;veis do estado de humor medidas pelo PoMS e a extens&atilde;o temporal dos mesmos. Yoshihara, Hiramoto, Oka, Kobu, e Sudo (2014) verificaram que em 12 semanas de pr&aacute;tica de yoga, com mulheres, houve a melhora significativa no estado de humor, tais como, ansiedade, depress&atilde;o, raiva, confus&atilde;o, fadiga, mantendo o vigor.</p>     <p>Tamb&eacute;m pesquisou altera&ccedil;&otilde;es nos marcadores fisiol&oacute;gicos; cortisol, bilirrubina, 8-hidroxideoxiguanosina,havendo apenas diferen&ccedil;as significativas no aumento das concentra&ccedil;&otilde;es de 8 hidroxideoxiguanosina no final das 12 semanas de pr&aacute;tica, o que significa um aumento no processo de les&atilde;o no DNA, contrariando a hip&oacute;tese dos investigadores. Zheng <i>et al</i> (2014) assumem posi&ccedil;&atilde;o semelhante quando acreditam que s&atilde;o necess&aacute;rias 12 semanas praticando <i>Tai Chi Chuan</i>, 5 vezes por semana, 60 minutos por se&ccedil;&atilde;o, para obter benef&iacute;cios na melhora do humor de jovens universit&aacute;rios de 18 a 25 anos.</p>     <p>Parece evidente que o perfil desportivo dos praticantes inclu&iacute;dos em um programa de sa&uacute;de que buscam na atividade f&iacute;sica um objetivo de se manter saud&aacute;vel, se altera significativamente nos valores positivos de humor, bem como nos baixos valores do estado de depress&atilde;o, ansiedade e stress (Cid &amp; Alves, 2007).</p>     <p>Da mesma forma, Strickland e Smith (2014) identificaram na literatura os efeitos ben&eacute;ficos da atividade f&iacute;sica resistida sobre a ansiedade. No entanto, citaram a necessidade de estudos que relacionem a atividade f&iacute;sica, ansiedade, eixo hipot&aacute;lamo-hip&oacute;fise-adrenal e os efeitos do horm&ocirc;nio cortisol, oferecendo uma quarta linha de investiga&ccedil;&atilde;o para compreens&atilde;o desse estudo.</p>     <p>Ficou evidente que os resultados obtidos s&atilde;o significativos. Entre as explica&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis est&aacute; o fato de os sujeitos terem realizado atividade f&iacute;sica. Tamb&eacute;m &eacute; considerada a hip&oacute;tese dos benef&iacute;cios psicossociais da atividade e de ter sido realizada em meio &agrave; natureza, fora do ambiente cotidiano dos sujeitos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Outra explica&ccedil;&atilde;o seria os efeitos bioqu&iacute;micos e as altera&ccedil;&otilde;es hormonais, mas de qualquer forma, com qualquer explica&ccedil;&atilde;o, ficou claro que em uma sess&atilde;o de atividade se conseguiu resultados expressivos de altera&ccedil;&atilde;o de estado de humor em vari&aacute;veis importantes como ansiedade, depress&atilde;o, hostilidade e confus&atilde;o. As altera&ccedil;&otilde;es no vigor, embora n&atilde;o tenham sido significativas, foram positivas, que somadas &agrave;s anteriores, produzem bons indicativos para futuros estudos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>American College of Sports Medicine [ACSM] (2011). Quantity and Quality of Exercise for Developing and Maintaining Cardiorespiratory, Musculoskeletal, &nbsp;and Neuromotor Fitness in Apparently HealthyAdults: Guidance for Prescribing Exercise. <i>Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise</i>, <i>43</i>, 1334-1359. doi: 10.1249/MSS.0b013e318213fefb&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1645-0086201500020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Airosa, S., &amp; Silva, I. (2013). Associa&ccedil;&atilde;o entre vincula&ccedil;&atilde;o, ansiedade, depress&atilde;o, estresse e suporte social na maternidade. <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as</i>, <i>14</i>, 64-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1645-0086201500020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Balaguer, I<b>. </b>(1994). <i>Entrenamiento psicol&oacute;gico en el deporte</i><b>. </b>Valen&ccedil;a: Albatr&oacute;is Educaci&oacute;n.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1645-0086201500020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Brasil. (1999). <i>Lei n&deg; 9.795 de 27 de abril de 1999</i>. Disp&otilde;e sobre a educa&ccedil;&atilde;o ambiental, institui a Pol&iacute;tica Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o Ambiental e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. Bras&iacute;lia.</p>     <!-- ref --><p>Burlamarqui, P. F. (2007). Destinos de ecoturismos no Rio Grande do Sul: atributos e motiva&ccedil;&otilde;es de escolha. <i>Turismo-Vis&atilde;o e A&ccedil;&atilde;o</i>, <i>9</i>(1), 55-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1645-0086201500020000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Carnicelli Filho, S. (2007). <i>O prazer e o medo nas atividades f&iacute;sicas de aventura na natureza</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado: Unesp, Rio Claro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1645-0086201500020000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cid, L., Silva, C., &amp; Alves, J. (2007). Actividade f&iacute;sica e bem-estar psicol&oacute;gico: Perfil dos participantes no programa de exerc&iacute;cio e sa&uacute;de de Rio Maior. <i>Motricidade</i>, <i>3</i>(2), 47-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1645-0086201500020000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cristea, I. A., Legge, E., Prosperi, M., Guazzelli, M., David, D., &amp; Gentili, C. (2014). Moderating effects of empathic concern and personal distress on the emotional reactions of disaster volunteers. <i>Disasters</i>, <i>38</i>, 740-752. doi: 10.1111/disa.12075.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1645-0086201500020000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fisher, F., Machado, A.A., Silveira, M.A.C., &amp; Verzani, R. H. (2009). Estados emocionais e educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica escolar: considera&ccedil;&otilde;es iniciais &agrave; luz de uma psicologia bioecol&oacute;gica. <i>Cole&ccedil;&atilde;o Pesquisa em Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica</i>, <i>Jundia&iacute;</i>, <i>8</i>(2), 89-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1645-0086201500020000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hanai, F. Y., &amp; Netto, J. P. S. (2006). Instala&ccedil;&otilde;es ecotur&iacute;sticas em espa&ccedil;os naturais de visita&ccedil;&atilde;o: meios para propiciar a percep&ccedil;&atilde;o e a interpreta&ccedil;&atilde;o ambientais. <i>OLAM Ci&ecirc;ncia &amp; Tecnologia,</i> <i>6</i>, 200-223.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1645-0086201500020000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hintze, H. (2010). Cultura de consumo e ecoturismo: a apropria&ccedil;&atilde;o do prefixo eco- como forma espetacular de pintar de verde o turismo. <i>Revista Nordestina de Ecoturismo.</i> <i>3</i>(1), 63-71. doi 10.6008/ESS1983-8344.2010.001.0004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1645-0086201500020000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Laneiro, T., Brites, R., Tap, P., Silva, A., Reguinga, O., &amp; Guerra, S. (2011). A Influ&ecirc;ncia da Altera&ccedil;&atilde;o dos Ciclos Circadianos na Auto-Percep&ccedil;&atilde;o Individual: a Experi&ecirc;ncia Subjectiva de Fadiga, Aten&ccedil;&atilde;o, Tens&atilde;o e Satisfa&ccedil;&atilde;o na Tarefa. <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as,12</i>, 3-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1645-0086201500020000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Laureano, M. L. M., Martins, R. A., Sousa, N. M., Machado-Rodrigues, A. M., &amp; Valente-Santos, J. (2014). Relationship between functional fitness, medication costs and mood in elderly people. <i>Revista da Associa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica Brasileira,</i> <i>60</i>, 200-207. doi: 10.1590/1806-9282.60.03.007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1645-0086201500020000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lavoura, T. N., Schwartz, G. M., &amp; Machado, A. A.(2008). Aspectos emocionais da pr&aacute;tica de atividades de aventura na natureza: a (re) educa&ccedil;&atilde;o dos sentidos. <i>Revista Brasileira de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte,</i> <i>22</i>(2), 119-127.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1645-0086201500020000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>McNair, D. M., Lorr, M., &amp; Droppleman, L. F. (1971). <i>Profile of mood states manual (Manual)</i>. San Diego.: Educational and Industrial Testing Service.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1645-0086201500020000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Muller, M. D., Muller, S. M., Kim, C. H., Ryan, E. J., Gunstad, J., &amp; Glickman, E. L. (2011). Mood and selective attention in the cold: the effect of interval versus continuous exercise. <i>European Journal of Applied Physiology</i>, <i>111</i>(7), 1321-1328. doi: 10.1007/s00421-010-1759-1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1645-0086201500020000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Neves, T. B., &amp; Neves, F. B. (2013). Atividade F&iacute;sica e Sintomas Psicol&oacute;gicos da Menopausa. <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as,14</i>, 205-214.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1645-0086201500020000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nunes, S., Rios, M., Magalh&atilde;es, A. &amp; Costa, S. (2013). Ansiedade, depress&atilde;o e enfrentamento em pacientes internados em um hospital geral. <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as,14</i>, 382-388.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1645-0086201500020000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pimentel, A. F., Afonso, R. M., &amp; Pereira, H. (2012). Depression and social support in old age. <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as,13</i>, 311-327.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1645-0086201500020000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rebustine, F., &amp; Machado, A. A. (2012). Din&acirc;micas Sociais e Estado de Humor. <i>Motriz,</i> <i>18</i> (2), 233-244.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1645-0086201500020000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Samulski, D. M. (1992). <i>Psicologia do esporte: teoria e aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica</i>. Belo Horizonte: Editora UFMG.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1645-0086201500020000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Stricklan, J. C., &amp; Smith, M. A. (2014). 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