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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This paper presents an ethnographic study that took place at a high level training gym of Men´s Artistic Gymnastics, at the Olympic Training Center of Sant Cugat del Vallés (Barcelona - Spain). The main goal of this study was to reveal the training culture characteristics of a high level training gym through a field observation (lasting one and a half year) by using the theoretical fundaments of the symbolic anthropology and the ethnographic methodology. We also highlight in this paper the institution context, some of the timing conditioning preparation of the gymnastics, some aspects of the social structure of the group and the universe symbolic indicators that characterize the activities inside the gym. Among the most relevant observation we detach the gym as a micro culture characterized by many ritual ceremonies, where the coaches have the power of the speech and the gymnasts are limited only to hear and execute whenever necessary. In this way the functioning of the gym follows a hierarchal respect of the orders and the responses of the activities and rules.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p ><strong>A gin&aacute;stica art&iacute;stica masculina (GAM) de alto rendimiento:    observando a cultura de treinamento desde dentro.</strong></p>     <p ><strong>Etnografia de um gin&aacute;sio de gin&aacute;stica art&iacute;stica    masculina</strong></p>     <p >&nbsp;</p>     <p ><b >Marco Antonio Coelho Bortoleto</b></p>     <p >&nbsp;</p>      <p >Faculdade de Educação Física (Universidade Estadual de Campinas – Brasil)</p>      <p >Grupo de Pesquisa em Ginástica Geral (FEF – UNICAMP, CNPQ)</p>      <p >Grupo de Estudos Praxiológicos – GEP (Instituto Nacional de Educação Física da Catalunha – INEFC - Universidade de Lleida - Espanha)</p>      <p >&nbsp;</p>      <p ><b>RESUMO</b></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" >Este artigo apresenta um estudo etnográfico realizado no Ginásio    de treinamento de Ginástica Artística Masculina do Centro de Alto Rendimento    de Sant Cugat del Vallès (Barcelona - Espanha). O objetivo principal desta pesquisa    consistiu em desvelar as características principais da cultura de treinamento    de uma sala de alto rendimento a partir de uma incursão de campo (de um ano    e meio de duração) orientada pelos fundamentos teóricos da antropologia simbólica    e dentro do marco metodológico da etnografia. Neste artigo destacamos o contexto    institucional, alguns condicionantes temporais da preparação dos ginastas, aspectos    da estrutura social do grupo, além de indicadores do universo simbólico que    caracteriza a atividade no interior da sala. Entre as observações mais relevantes    podemos destacar o Ginásio como uma <i>microcultura</i> caracterizada por várias    cerimônias rituais, onde os técnicos tem o poder da palavra e os ginastas se    limitam a escutar e intervir quando são solicitados (obedecer). Desta forma    o funcionamento da sala se fundamenta no respeito à hierarquia de mandos e no    cumprimento da programação das atividades e das regras.</p>      <p ><b>Palavras-chave</b>: Ginástica Artística Masculina (GAM), alto rendimento,    cultura de treinamento, etnografia</p>      <p >&nbsp;</p>      <p ><b>Top level men artistic gymnastics (MAG): an observation of the training    culture from the inside perspective.</b></p>      <p ><b>ABSTRACT</b></p>      <p align="justify" >This paper presents an ethnographic study that took place    at a high level training gym of Men´s Artistic Gymnastics, at the Olympic Training    Center of Sant Cugat del Vallés (Barcelona – Spain). The main goal of this study    was to reveal the training culture characteristics of a high level training    gym through a field observation (lasting one and a half year) by using the theoretical    fundaments of the symbolic anthropology and the ethnographic methodology. We    also highlight in this paper the institution context, some of the timing conditioning    preparation of the gymnastics, some aspects of the social structure of the group    and the universe symbolic indicators that characterize the activities inside    the gym. Among the most relevant observation we detach the gym as a micro culture    characterized by many ritual ceremonies, where the coaches have the power of    the speech and the gymnasts are limited only to hear and execute whenever necessary.    In this way the functioning of the gym follows a hierarchal respect of the orders    and the responses of the activities and rules.</p>      <p ><b>Keywords</b>: Men’s Artistic Gymnastics (MAG), high level, training culture,    ethnography</p>     <p >&nbsp;</p>     <p >&nbsp;</p>         <p >Texto Completo disponível apenas em PDF </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Full text only available in PDF</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p ><b>REFERÊNCIAS</b></p>      <!-- ref --><p align="justify" >1. Geertz, C. (1989b). <i>La interpretación de las culturas.</i>    Editora Gedisa, Barcelona.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000027&pid=S1646-107X200700010000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p align="justify" >2. Smoleuskiy, V. e Gaverdouskiy, I. (1991). <i>Tratado General    de Gimnasia Artística Deportiva.</i> Editora Paidotribo, Barcelona: 22.</p>     <p align="justify" >3. Medina, F. X. e Sánchez, R. (eds.) (2003). <i>Culturas    en juego: ensayos de antropología del deporte en España.</i> Instituto Catalão    de Antropologia (ICARIA), Barcelona: 31.</p>     <p align="justify" >4. García Ferrando, M., Puig, N. e Lagardera, F. (org.) (2002).    <i>Sociología del deporte.</i> 2º edição actualizada, Editora Alianza, Madrid.</p>     <p align="justify" >5. Acuña, A. D. (1994): <i>Fundamentos socioculturales de    la motricidad humana y el deporte.</i> Universidad de Granada, Granada.</p>     <p align="justify" >6. Rodríguez, G. G. et. al. (1996): <i>Metodología de la Investigación    Cualitativa.</i> 2º ed., Editora Aljibe, Archidona (Málaga): 23.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">7. Blanchard, K., e Taylor, A. C. (1986): <i>Antropología del    deporte</i>. Editora Bellaterra, Barcelona.</pre>      <p align="justify" >8. Ogbu, John U. (1981). Etnografía escolar: una aproximación    a nivel múltiple. <i>Anthropology and Education Quarterly</i>, Vol. XII, nº    1: 3-29.</p>     <p align="justify" >9. Wolcott, H. F. (1985): Sobre la intención Etnográfica.    <i>Revista Educational Administration Quarterly</i>, Vol. XXI, nº 3: 187-203.</p>     <p align="justify" >10. Wilcox, K. (1982). La etnografía como una metodología    y su aplicación al estudio de la escuela: una revisión. In Spindler, G. (1982<i>):    Doing the Ethnography of Schooling. Educational Anthropology in Action</i>,    Holt, Rinehart and Winston, NY: 465-488.</p>     <p align="justify" >11. Woods, P. (1986). <i>La escuela por dentro: La etnografía    en la investigación educativa.</i> Editora Paidós, Barcelona.</p>     <p align="justify" >12. Woods, T. S. (1998). <i>Investigación Etnográfica en la    escuela.</i><b> </b>Editora Paidos, Madrid.</p>     <p align="justify" >13. Elias, N. (1987): <i>El proceso de la civilización.</i>    Investigaciones sociogenéticas y psicogenéticas, México, DF.</p>     <p align="justify" >14. André, M. D. A. (1995): <i>Etnografia da Prática Escolar.</i>    Editora Papirus, Campinas.</p>     <p align="justify" >15. Mata, D. (2001): Hacia una especialización en antropología    de campo: la etnografía del deporte. <i>Revista Apunts</i>, INEFC Barcelona,    n. 63, p.6-14.</p>     <p align="justify" >16. Triviños, A. S. (1992): <i>Introdução à Investigación    em Ciências Sociais: A Investigación Cualitativa em Educação; O Positivismo,    A Fenomenologia e o Marxismo. </i>Editora Atlas, São Paulo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" >17. Geertz, C. (1989a). <i>El antropólogo como autor. </i>Editora    Paidós Ibéria, Barcelona.</p>     <p align="justify" >18. Lüschen, G. e Weis, K. (1976). <i>Sociología del deporte.</i>    Editora Miñon, Valladolid.</p>     <p align="justify" >19. Anzieu, D. e Martin, J. (1971). <i>La dinámica de los    grupos pequeños. </i>Editora Kapelusz, Buenos Aires. </p>     <p align="justify" >20. Féderation International de Gymnastique (FIG) (1985).    <i>Symposium International Sur Le Jury.</i> FIG, Roma, junho: 24-26.</p>     <p align="justify" >21. Leglise, M. (1985). Some medical observations on the development    of high level gymnastics. <i>Revista World Gymnastics</i>, FIG and AIPS Press,    Budapest, n. 23: 27.</p>     <p align="justify" >22. Wacquant, L. J. (1995). <i>Protección, disciplina y honor.    Una sal</i><i>a de boxeo en el ghetto americano.</i> Tese de doutorado, University    of Berkeley: 9.</p>     <p align="justify" >23. Morris, D. (1982): <i>El deporte rey.</i> Editora Argos    Vergara, Barcelona: 19, 31.</p>     <p align="justify" >24. Padiglione, V. Antropología del deporte y del ocio. In:    Prat, J. e Martínez, A. (1996). <i>Ensayos de antropología Cultural.</i> Editora    Ariel, Barcelona: 395-405.</p>     <p align="justify" >25. Bortoleto, M. A. C. (2004). <i>La lógica interna de la    Gimnasia Artística Masculina (GAM) y estudio etnográfico de un Gimnasio de alto    rendimiento.</i> Tese de doutorado. INEFC, Universitat de Lleida.</p>     <p align="justify" >26. Soares, C. L. (1994). <i>Educação Física – Raízes Européias    e Brasil.</i> Editora Autores Associados, Campinas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" >27. Anta, J. F. (1990). <i>Cantina, garita y cocina: Estudio    antropológico de soldados y cuarteles. </i>Editora Siglo XXI, Madrid.</p>     <p align="justify" >28. Zulaika, J. (1989). <i>Chivos y soldados: la mili como    ritual de iniciación.</i> La primitiva Casa Baroja, Madrid.</p>     <p align="justify" >29. Soares, C. L. (1998). <i>Imagens da Educação no Corpo.</i>    Autores Associados, Campinas.</p>     <p align="justify" >30. Bailleau, L. (2004). <i>La construction de l´Ensemble    France, approche ethnographique en gymnastique rythmique.</i> Anais do 4. Colloque    International de l´Afraga. Universidad de Picardie, Amiens: 26.</p>     <p align="justify" >31. Simonet, P. et. al (2003). <i>L´empreinte de Joinville:    150 ans de sport 1852-2002. </i>INSEP, Paris.</p>     <p align="justify" >32. Bailleau, L. (2001). <i>La culture gimnique: une ethnographie    d´un groupe de haut niveau.</i> Dissertação de mestrado. Universidade de Orleans.</p>     <p align="justify" >33. Mata, D. (2004). Un estudio etnográfico sobre el voley    playa<i>. Revista Apunts Educación Física</i>, INEFC Barcelona, nº. 75, Barcelona,    p. 5-19.</p>     <p align="justify" >34. Rubio, K. (2001). <i>O atleta e o mito do herói: o imaginário    esportivo contemporáneo.</i><b> </b>São Paulo<b>, </b>Editora Casa do Psicólogo.</p>     <p align="justify" >35. Generalitat de Catalunya (2003). <i>Catalunya, un país    esportiu.</i> Generalidad de Cataluña, Departamento de Cultura, Barcelona.</p>     <p align="justify" >&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p >Data de submissão: Janeiro 2006</p>     <p >Data de Aceite: Dezembro 2006</p>     <p >&nbsp;</p>     <p ><strong>Correspondência:</strong></p>     <p >Marco Antonio Coelho Bortoleto</p>     <p >Rua Domingos Bonato, 57b</p>     <p >Jardim Santa Genebra II</p>     <p >Campinas – SP - CEP: 13084-785 - Brasil</p>     <p >&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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