<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1646-107X</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Motricidade]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Motri.]]></abbrev-journal-title>
<issn>1646-107X</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Edições Desafio Singular]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1646-107X2011000300001</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Novos objectivos e desafios para o futuro da Revista Motricidade]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vasconcelos-Raposo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fernandes]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.M.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>07</month>
<year>2011</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>07</month>
<year>2011</year>
</pub-date>
<volume>7</volume>
<numero>3</numero>
<fpage>1</fpage>
<lpage>2</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-107X2011000300001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-107X2011000300001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-107X2011000300001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><b>Novos objectivos e desafios para o futuro da Revista Motricidade</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>J. Vasconcelos-Raposo <sup>1</sup>, H.M. Fernandes <sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup> Direcção da Revista Motricidade – Universidade de Trás-os-Montes    e Alto Douro</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A Revista Motricidade, de 2009 até hoje, cresceu a um ritmo acelerado. No momento    em que escrevemos este editorial a Revista Motricidade ultrapassou as 100.500    entradas só no seu site e que resultaram de uma busca específica com a palavra    <i>motricidade</i>. Este é um facto, talvez de menor importância para os nossos    leitores, mas particularmente gratificante para quem dedica uma boa parte da    sua vida ao projecto de reabilitar e redimensionar esta revista científica.    A nossa satisfação advém, também do facto de ter aumentado expressivamente o    número de submissões à nossa revista, sendo de destacar o nível dos pesquisadores    que nos honram, seleccionando-nos como meio privilegiado para divulgar os seus    trabalhos. Por último, importa realçar o reconhecimento que temos tido através    da aceitação por algumas das mais prestigiadas bases internacionais de indexação    e resumos.</p>     <p>Temos, ao longo da nossa gestão, procurado por novos desafios e expormo-nos    a patamares de exigência cada vez maiores. Neste percurso, beneficiámos do apoio    de todos aqueles que constam do nosso corpo editorial e por tal facto estamos    gratos. A Motricidade manteve-se fiel ao seu princípio de procurar ser um veículo    para o encorajamento e divulgação dos trabalhos dos novos pesquisadores talentosos    que emergem na comunidade científica da Lusofonia.</p>     <p>A Revista e o seu reconhecimento pelos pares, neste curto período, fez com    que tivéssemos sido mais que transmissores de saber na forma de publicação;    fomos, também, a plataforma que alguns encontraram na nossa revista, através    da publicação dos seus trabalhos, para promoverem as revistas de que eram dirigentes    e assim, graças ao prestígio da Motricidade puderam ver os seus periódicos avaliados    de forma mais positiva. Nada disto aconteceu de forma propositada ou planeada    da nossa parte, mas ao analisarmos os detalhes da vida da revista relativamente    a tudo o que lhe diz respeito, esta prática utilitária tornou-se evidente.</p>     <p>Ainda só decorreram dois anos, e já chegou mais um momento de nos renovarmos    e, assim, no ano de 2012, o nosso corpo editorial terá uma nova composição e    a nossa estrutura de gestão será renovada e apresentará uma nova estrutura funcional.    A todos os que optaram por não nos acompanhar nesta etapa renovada, claramente    mais exigente para todos, desde já fica o nosso reconhecimento e apreço pelo    inestimável contributo que nos deram, sem o qual não poderíamos ter crescido    ao ritmo que o fizemos. Uns, mais do que outros, voluntariamente prejudicaram    a sua carreira académica ao aceitarem ser revisores e membros do corpo editorial    sem que para tal tenham recebido qualquer forma de agraciamento que não fosse    o nosso sincero OBRIGADO.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Até este momento, todos os dirigentes da Motricidade aceitaram participar nela    assumindo que tal facto os impede de a terem como revista de escolha para divulgar    os seus trabalhos. Agora, para aqueles que nos deixarão poderão ter-nos como    mais uma das revistas onde podem divulgar os conhecimentos por si gerados. Assim    esperamos.</p>     <p>Num século onde cada vez mais a via electrónica surge como a privilegiada para    ter acesso a todo o tipo de informação, incluindo o especializado, como é o    caso do conhecimento científico, o formato de papel vem a consolidar-se como    um meio complementar dos formatos digitais/on-line. Face a esta constatação,    em 2012 daremos início a um processo experimental de gestão e edição electrónica    e, com essa alteração, procuraremos melhorar a relação entre editores e autores,    bem como, aumentar o número de artigos por número.</p>     <p>Como áreas de intervenção a Motricidade definiu as da Saúde, Desporto, Desenvol-vimento    Humano e Psicologia. No entanto, a actual estrutura funcional não se tem apresentado    como a mais eficaz para implementar esta política, daí a necessidade de nos    adequarmos e renovarmos para dar uma resposta mais eficaz.</p>     <p>Com estas alterações procuraremos melhor servir aqueles que nos procuram.</p>      ]]></body>
</article>
