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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O efeito da interferência contextual na aquisição de habilidades motoras e as dificuldades funcional e nominal da tarefa]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to investigate the effect of contextual interference on the motor skill acquisition in function of the functional and nominal difficulties of the task. The study included 160 adults of both genders with average age of 21.3 (± 3.3) years. The design involved 8 groups of experienced and inexperienced individuals (functional difficulty) who practiced a simple or complex (nominal difficulty) coincident timing task, in a random or blocked condition. Performance was measure by the absolute, variable, and constant errors. Results did not show differences between random and blocked groups in all conditions of difficulty. Therefore, it was concluded that the effect of contextual interference is not dependent of the nominal and functional difficulties of the task.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  		    <p> 			<b>O efeito da interfer&ecirc;ncia contextual na aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades motoras e as dificuldades funcional e nominal da tarefa</b> 		</p> 		    <p> 			<b>The contextual interference effect on the motor skill acquisition and the functional and nominal difficulties of the task</b> 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			<b> 				T.O. Souza<sup>I</sup>,  				J.J. Santos<sup>I</sup>,  				C. Torriani-Pasin<sup>I</sup>,  				U.C. Corr&ecirc;a<sup>I</sup> 			</b> 		</p> 		 		    <p> 			<sup>I</sup>Escola de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte - Universidade de S&atilde;o Paulo, Brasil. 		</p> 		 		    <p><i><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></i></p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		 		    <p> 			O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos da interfer&ecirc;ncia contextual na aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades motoras em fun&ccedil;&atilde;o das dificuldades funcional e  			nominal da tarefa. Participaram do estudo indiv&iacute;duos adultos de ambos os sexos (N = 160) com m&eacute;dia de idade de 21.3 (&plusmn; 3.3) anos. O delineamento  			contou com 8 grupos envolvendo indiv&iacute;duos experientes e inexperientes (dificuldade funcional) que praticaram uma tarefa simples ou complexa (dificuldade  			nominal) de timing coincidente, em regime aleat&oacute;rio ou por blocos. As medidas de desempenho foram os erros absoluto, vari&aacute;vel e constante. Os resultados  			n&atilde;o mostraram diferen&ccedil;as entre os grupos de pr&aacute;tica aleat&oacute;ria e por blocos em nenhuma das condi&ccedil;&otilde;es de dificuldade. Sendo assim, concluiu-se que o efeito  			da interfer&ecirc;ncia contextual n&atilde;o foi dependente das dificuldades funcional e nominal da tarefa. 		</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Palavras-chave</i>: efeito da interfer&ecirc;ncia contextual, dificuldade funcional, dificuldade nominal</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		 		    <p> 			The aim of this study was to investigate the effect of contextual interference on the motor skill acquisition in function  of the functional and nominal  			difficulties of the task. The study included 160 adults of both genders with average age of 21.3 (&plusmn; 3.3) years.  The design involved 8 groups of  			experienced and inexperienced individuals (functional difficulty) who practiced a simple or complex (nominal difficulty) coincident timing task, in a  			random or blocked condition. Performance was measure by the absolute, variable, and constant errors. Results did not show differences between random and  			blocked groups in all conditions of difficulty. Therefore, it was concluded that the effect of contextual interference is not dependent of the nominal and  			functional difficulties of the task. 		</p> 		    <p><i>Keywords</i>: contextual interference, functional difficulty, nominal difficulty</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			A compreens&atilde;o sobre os efeitos de interfer&ecirc;ncia contextual na aprendizagem de habilidades motoras est&aacute; dentre as principais preocupa&ccedil;&otilde;es de pesquisadores  			da &aacute;rea de Aprendizagem Motora nas &uacute;ltimas tr&ecirc;s d&eacute;cadas (Barreiros, Figueiredo, &amp; Godinho, 2011). Os estudos sobre os efeitos da interfer&ecirc;ncia  			contextual na aprendizagem de habilidades motoras foram influenciados por estudos desenvolvidos no campo da Aprendizagem Verbal por Battig (1966, 1972,  			1979), sendo que o conhecimento das ideias de Battig ganhou maior notoriedade quando Shea e Morgan (1979) investigaram os efeitos da interfer&ecirc;ncia  			contextual no campo de Aprendizagem Motora. 		</p> 		 		    <p> 			A interfer&ecirc;ncia contextual refere-se &agrave; interfer&ecirc;ncia na mem&oacute;ria de uma habilidade sobre a outra, quando elas s&atilde;o praticadas em conjunto (Battig, 1979). Em  			raz&atilde;o dessa defini&ccedil;&atilde;o, as investiga&ccedil;&otilde;es sobre os citados efeitos t&ecirc;m sido desenvolvidas principalmente por meio da manipula&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas variadas  			aleat&oacute;ria e por blocos como vari&aacute;vel independente. Na pr&aacute;tica variada aleat&oacute;ria, as execu&ccedil;&otilde;es das habilidades ou vers&otilde;es da habilidade ocorrem de forma  			aleat&oacute;ria, ou seja, o aprendiz n&atilde;o executa as tentativas repetidamente e sequencialmente. Por outro lado, a pr&aacute;tica variada por blocos tem como  			caracter&iacute;stica a execu&ccedil;&atilde;o de um conjunto de tentativas de uma mesma habilidade para depois executar uma outra habilidade (Corr&ecirc;a, Benda, &amp; Ugrinowitch,  			2006; Corr&ecirc;a &amp; Pellegrini, 1996).  		</p> 		 		    <p> 			Os pressupostos b&aacute;sicos relacionados aos efeitos da interfer&ecirc;ncia contextual na aprendizagem de habilidades motoras remetem-se &agrave;: (i) pr&aacute;tica variada  			aleat&oacute;ria promover mais alto n&iacute;vel de interfer&ecirc;ncia contextual em compara&ccedil;&atilde;o com a pr&aacute;tica variada por blocos; (ii) pr&aacute;tica com alto n&iacute;vel de interfer&ecirc;ncia  			contextual implicar em pior desempenho na fase de aquisi&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m, inversamente, melhor desempenho nos testes de reten&ccedil;&atilde;o e transfer&ecirc;ncia, quando  			comparada &agrave; pr&aacute;tica variada por blocos (Magill &amp; Hall, 1990).  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Ambos os pressupostos t&ecirc;m sido fundamentados em duas principais hip&oacute;teses explicativas: (i) processamento distinto e elaborado (Battig, 1979; Shea &amp;  			Zimny, 1983) e (ii) esquecimento e reconstru&ccedil;&atilde;o do plano de a&ccedil;&atilde;o (Lee &amp; Magill, 1985). De acordo com a primeira, segundo Shea e Zimny (1983), a pr&aacute;tica  			variada aleat&oacute;ria promove aumento dos processos de codifica&ccedil;&atilde;o m&uacute;ltipla e variada e, consequentemente, maior distin&ccedil;&atilde;o e elabora&ccedil;&atilde;o na mem&oacute;ria das  			habilidades aprendidas. Para Battig (1979), esses fatores fazem com que haja menor depend&ecirc;ncia da mem&oacute;ria em rela&ccedil;&atilde;o ao contexto da tarefa aprendida. Sendo  			assim, o processamento m&uacute;ltiplo promove uma representa&ccedil;&atilde;o mais distinta na mem&oacute;ria quando a habilidade &eacute; praticada sob alta interfer&ecirc;ncia contextual. J&aacute; a  			hip&oacute;tese apresentada por Lee e Magill (1985) sugere que a alta interfer&ecirc;ncia contextual leva a um efeito de espa&ccedil;amento e posterior esquecimento de parte  			ou todo plano de a&ccedil;&atilde;o da habilidade executada. Consequentemente, o plano de a&ccedil;&atilde;o teria que ser reconstru&iacute;do a cada nova tentativa, o que o deixaria mais  			forte e resistente. 		</p> 		 		    <p> 			Conforme citado anteriormente, os efeitos da interfer&ecirc;ncia contextual na aprendizagem de habilidades motoras faz parte dos assuntos mais investigados na  			&aacute;rea nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas. Entretanto, uma an&aacute;lise detalhada da literatura permite sugerir que os resultados das pesquisas apenas parcialmente d&atilde;o suporte  			para as hip&oacute;teses supracitadas. Um dos maiores questionamentos relativos &agrave;s pesquisas sobre os efeitos da interfer&ecirc;ncia contextual na aprendizagem motora  			diz respeito &agrave; generaliza&ccedil;&atilde;o dos resultados de pesquisas realizadas em laborat&oacute;rio para a aprendizagem de habilidades do &ldquo;mundo real&rdquo;, consideradas com  			maior validade ecol&oacute;gica. Entretanto, pode-se dizer que os resultados das pesquisas mostram-se inconclusivos, visto que se verificam estudos cujos  			resultados mostraram superior aprendizagem de habilidades &ldquo;do mundo real&rdquo; realizada com a pr&aacute;tica aleat&oacute;ria em compara&ccedil;&atilde;o com a pr&aacute;tica por blocos (Boutin  			&amp; Blandin, 2009; Fairbrother, Barros, &amp; Post, 2009; Goode &amp; Magill, 1986; Memmert, Hageman, Althoetmar, Geppert, &amp; Seiler, 2009; Simon,  			2007; Travlos, 2010), e estudos em que a aprendizagem foi similar em rela&ccedil;&atilde;o a ambas as estruturas de pr&aacute;tica (Jones &amp; French, 2007; Poter &amp;  			Magill, 2010; Vera, Alvarez, &amp; Medina, 2008; Zetou, Michalopoulou, Giazitzi, &amp; Kioumourtzoglou, 2007). 		</p> 		 		    <p> 			Outra linha de investiga&ccedil;&otilde;es envolveu questionamentos sobre o que variar na pr&aacute;tica, ou seja, &agrave; manipula&ccedil;&atilde;o de diferentes programas motores generalizados e  			par&acirc;metros (Magill &amp; Hall, 1990). Entretanto, similarmente ao questionamento anterior, os resultados das pesquisas mostraram-se inconclusivos (Lai &amp; 			 Shea, 1998; Lai, Shea, Wulf, &amp; Wright, 2000; Sekiya, Magill, &amp; Anderson, 1996; Wulf, 1992; Wulf &amp; Lee, 1993; Wulf &amp; Schmidt, 1994). 		</p> 		 		    <p> 			Recentemente, Guadagnoli e Lee (2004) apresentaram o <i>challenge point framework </i>como uma alternativa para investiga&ccedil;&otilde;es sobre os efeitos da  			interfer&ecirc;ncia contextual na aprendizagem de habilidades motoras. Eles propuseram as dificuldades nominal e funcional da tarefa. A dificuldade nominal diz  			respeito exclusivamente &agrave; dificuldade da tarefa, desconsiderando o indiv&iacute;duo que pratica ou a condi&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;tica. A dificuldade funcional refere-se ao  			grau de desafio da tarefa considerando o n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia do indiv&iacute;duo. Diante dessa defini&ccedil;&atilde;o, uma condi&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;tica para iniciantes teria n&iacute;vel de  			desafio diferente quando comparada aos indiv&iacute;duos mais experientes. Sendo assim, seria esperado melhor desempenho em tarefas sob baixa dificuldade nominal,  			isto &eacute;, em tarefas extremamente f&aacute;ceis que qualquer indiv&iacute;duo seja capaz de realizar. Assim, conforme a dificuldade da tarefa aumenta, menor seria a  			predi&ccedil;&atilde;o de sucesso para a mesma, sendo que apenas indiv&iacute;duos com experi&ecirc;ncia na habilidade seriam capazes de realizar com sucesso tarefas com dificuldade  			nominal elevada.  		</p> 		 		    <p> 			Guadagnoli e Lee (2004) sugeriram a manipula&ccedil;&atilde;o de diferentes n&iacute;veis de dificuldade nominal de acordo com o n&iacute;vel de interfer&ecirc;ncia contextual. A alta  			interfer&ecirc;ncia contextual seria aconselhada para tarefas com baixa dificuldade nominal e a baixa interfer&ecirc;ncia contextual seria apropriada para tarefas com  			maior dificuldade nominal. Os autores sugeriram que indiv&iacute;duos iniciantes teriam melhor aprendizado por meio da pr&aacute;tica por blocos e que os mais  			habilidosos teriam melhor resposta sob a pr&aacute;tica aleat&oacute;ria.  		</p> 		 		    <p> 			Essas proposi&ccedil;&otilde;es foram focalizadas no presente estudo. Diferentemente de estudos anteriores (Barros, 2009; Choi, Qi, Gordon, &amp; Schweighofer, 2008),  			procurou-se abordar todas as vari&aacute;veis necess&aacute;rias para sua testagem, quais sejam: n&iacute;veis de dificuldade nominal (tarefas simples e complexa), n&iacute;veis de  			dificuldade funcional (aprendizes experientes e novatos) e n&iacute;veis de interfer&ecirc;ncia contextual (pr&aacute;ticas variadas por blocos e aleat&oacute;ria). Especificamente,  			o objetivo foi investigar o efeito da interfer&ecirc;ncia contextual na aprendizagem de habilidades motoras em fun&ccedil;&atilde;o das dificuldades nominal e funcional da  			tarefa.  		</p> 		 		    <p> 			Com base nas proposi&ccedil;&otilde;es sobre o <i>challenge point framework </i>anteriormente apresentadas, as hip&oacute;teses foram: (i) que para a tarefa simples (baixa  			dificuldade nominal), os grupos de pr&aacute;tica aleat&oacute;ria apresentariam melhor desempenho no teste de transfer&ecirc;ncia, independente do n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia,  			observando assim, o efeito da interfer&ecirc;ncia contextual em uma habilidade com menor dificuldade nominal, e; (ii) para a tarefa complexa (alta dificuldade  			nominal), desempenho melhor para a pr&aacute;tica aleat&oacute;ria apenas entre os experientes, observando assim, o efeito da interfer&ecirc;ncia contextual em uma habilidade  			com maior dificuldade nominal apenas quando o praticante possui algum n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia. Pensou-se que a vari&aacute;vel &ldquo;n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia&rdquo; n&atilde;o  			influenciaria nos resultados, pois a dificuldade da tarefa n&atilde;o excederia a capacidade de processamento de informa&ccedil;&otilde;es durante a pr&aacute;tica em uma condi&ccedil;&atilde;o de  			pr&aacute;tica desafiadora e, que a pr&aacute;tica por blocos n&atilde;o seria desafiadora, tanto para os indiv&iacute;duos experientes, quanto para os inexperientes. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>M&Eacute;TODO</b></p> 		 		    <p><b>Amostra</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Participaram do estudo 160 adultos volunt&aacute;rios de ambos os sexos, sendo 47 mulheres e 113 homens, com m&eacute;dia de idade de 21.3 (&plusmn; 3.3) anos, sem  			experi&ecirc;ncia pr&eacute;via na tarefa de aprendizagem. A participa&ccedil;&atilde;o no experimento foi condicionada ao termo de consentimento livre e esclarecido, assinado pelo  			volunt&aacute;rio. O presente estudo foi submetido e aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Escola de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte da Universidade de S&atilde;o Paulo. 		</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Instrumentos</b></p> 		 		    <p> 			Foi utilizado o aparelho de timing coincidente em tarefas complexas (Corr&ecirc;a, Ugrinowitsch, Benda, &amp; Tani, 2010). Conforme <a href="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a08f1.jpg">FIGURA 1</a>, o aparelho &eacute;  			composto por uma canaleta (item &ldquo;A&rdquo;) de 200 cent&iacute;metros de comprimento, 10 cent&iacute;metros de largura e 10 cent&iacute;metros de altura. Sobre a canaleta  			est&atilde;o dispostos, em linha reta, 96 diodos – &ldquo;leds&rdquo; - (item &ldquo;B&rdquo;) distantes 1 cent&iacute;metro uns dos outros. O equipamento &eacute; composto,  			tamb&eacute;m, de uma mesa de madeira (item &ldquo;E&rdquo;) de 70 cent&iacute;metros de comprimento, 90 cent&iacute;metros de largura e seis cent&iacute;metros de altura. Sobre a  			qual estavam dispostos seis sensores met&aacute;licos (itens &ldquo;F&rdquo; e &ldquo;H&rdquo;) medindo cinco cent&iacute;metros de comprimento, 20 cent&iacute;metros de  			largura e dois cent&iacute;metros de altura. O equipamento tamb&eacute;m possui um aparato que fornecia feedback em rela&ccedil;&atilde;o ao erro de timing coincidente (item &ldquo;I 			&rdquo;). O aparelho &eacute; conectado a um computador (item &ldquo;G&rdquo;) com <i>software</i> que possibilita que os diodos ascendam e apaguem em sequ&ecirc;ncia  			na velocidade programada. 		</p> 		 		 		 		    
<p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Tarefa</i></p> 		 		    <p> 			A tarefa de aprendizagem foi de &ldquo;timing&rdquo; coincidente: tocar um conjunto de alvos em uma sequ&ecirc;ncia determinada, fazendo com que o &uacute;ltimo toque  			coincidisse com a chegada do sinal luminoso, caracterizada pelo acendimento do diodo alvo. A tarefa classificada como &ldquo;simples&rdquo; consistiu em  			tocar sequencialmente apenas quatro sensores, conforme ilustra a <a href="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a08f1.jpg">FIGURA 1</a>, enquanto que a tarefa &ldquo;complexa&rdquo; consistiu em tocar sequencialmente  			seis sensores, ambas coincidindo &uacute;ltimo toque com o sinal luminoso (&uacute;ltimo diodo). A velocidade do sinal luminoso foi de 144.3 cm/s, totalizando 1344  			milissegundos entre o disparo a partir do diodo de alerta at&eacute; a chegada ao diodo alvo. 		</p> 		 		    
<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Procedimentos</b></p> 		 		    <p> 			Como houve uma quantidade de volunt&aacute;rios do sexo masculino maior que a do feminino, a propor&ccedil;&atilde;o foi de aproximadamente tr&ecirc;s homens para cada mulher para  			distribui&ccedil;&atilde;o entre os oito grupos. Considerando-se duas estruturas de pr&aacute;tica variada (aleat&oacute;ria x blocos), dois n&iacute;veis de dificuldade nominal (tarefa  			simples x tarefa complexa) e dois n&iacute;veis de dificuldade funcional (inexperientes x experientes), os oito grupos foram: grupo de pr&aacute;tica por blocos de  			inexperientes com tarefa simples (GBIS; <i>n</i> = 20), grupo de pr&aacute;tica por blocos de experientes com tarefa simples (GBES; <i>n</i> = 20), grupo de  			pr&aacute;tica aleat&oacute;ria de inexperientes com tarefa simples (GAIS; <i>n</i> = 21), grupo de pr&aacute;tica aleat&oacute;ria de experientes com tarefa simples (GAES; <i>n</i> =  			22), grupo de pr&aacute;tica por blocos de inexperientes com tarefa complexa (GBIC; <i>n</i> = 19), grupo de pr&aacute;tica por blocos de experientes com tarefa complexa  			(GBEC; <i>n</i> = 19), grupo de pr&aacute;tica aleat&oacute;ria de inexperientes com tarefa complexa (GAIC; <i>n</i> = 20), grupo de pr&aacute;tica aleat&oacute;ria de experientes com  			tarefa complexa (GAEC; <i>n</i> = 19). 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Cada participante era posicionado de frente para o aparelho, em p&eacute;, de forma que pudesse tocar todos os sensores sem dificuldade, sem que fosse necess&aacute;rio  			apoiar-se sobre a mesa. Foram fornecidas explica&ccedil;&otilde;es sobre o aparelho e a tarefa. Primeiro, foram dadas explica&ccedil;&otilde;es sobre os sensores, o computador e a  			canaleta (posicionada &agrave; frente do aprendiz, num &acirc;ngulo de 30&deg;) e foi mostrado o seu funcionamento (diodo de alerta, diodo alvo, etc.). Sobre a tarefa, foi  			explicado que a m&atilde;o dominante deveria ficar sobre a mesa, em uma marca determinada; o olhar deveria estar voltado para o diodo de alerta, os sensores  			deveriam ser tocados com a ponta dos dedos, a partir do momento que o est&iacute;mulo luminoso come&ccedil;asse a correr pela canaleta, fazendo com que o &uacute;ltimo toque  			coincidisse com o acendimento do diodo alvo. 		</p> 		 		    <p> 			O experimentador apresentou a sequ&ecirc;ncia a ser tocada, a qual foi descrita em bom tamanho ao lado da mesa. No in&iacute;cio do experimento foi dada ao aprendiz a  			oportunidade de experimentar at&eacute; tr&ecirc;s vezes cada sequ&ecirc;ncia a ser tocada sem o est&iacute;mulo visual. Ao final dessas informa&ccedil;&otilde;es, o volunt&aacute;rio foi questionado  			sobre seu interesse em participar do estudo. 		</p> 		 		    <p> 			A cada tentativa da fase de aquisi&ccedil;&atilde;o foi fornecida informa&ccedil;&atilde;o sobre o desempenho do sujeito (conhecimento de resultados) mediante aparato com legenda que  			indicava: luz verde como &ldquo;certo&rdquo;, quando o erro foi de at&eacute; 50 milissegundos; luz amarela como &ldquo;um pouco antes&rdquo; ou &ldquo;um pouco  			depois&rdquo;, quando o erro ficou entre 51 e 100 milissegundos, localizadas respectivamente &agrave; esquerda e &agrave; direita da luz verde; e luz vermelha como  			&ldquo;muito antes&rdquo; ou &ldquo;muito depois&rdquo;, quando o erro foi a partir de 101 milissegundos, localizadas respectivamente &agrave; esquerda e &agrave;  			direita da amarela. 		</p> 		 		    <p> 			Os participantes foram submetidos &agrave; pr&aacute;tica da tarefa de acordo com o delineamento, sendo que os participantes alocados nos grupos &ldquo;experientes&rdquo; 			 realizaram uma quantidade pr&eacute;via de tentativas suficiente para que a tarefa fosse aprendida. O crit&eacute;rio utilizado foi a execu&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s tentativas  			consecutivas em um patamar de 50 milissegundos de erro (Corr&ecirc;a, Barros, Massigli, Gon&ccedil;alves, &amp; Tani, 2007; Corr&ecirc;a, Gon&ccedil;alves, Barros, &amp; Massigli,  			2006; Corr&ecirc;a et al., 2010). Nesse caso, a pr&aacute;tica foi constante e foi utilizada uma sequ&ecirc;ncia de toques (1-2-3-4-5) e a mesma velocidade de est&iacute;mulo visual  			das demais fases do experimento (144.3 milissegundos). 		</p> 		 		    <p> 			Na fase de aquisi&ccedil;&atilde;o, os participantes dos grupos de pr&aacute;tica por blocos executaram seis blocos de 12 tentativas, sendo dois blocos com cada sequ&ecirc;ncia de  			toques, totalizando 72 (setenta e duas) tentativas em tr&ecirc;s sequ&ecirc;ncias diferentes, tanto para a tarefa simples (1-4-3-5; 1-3-2-5 e; 1-4-1-5), quanto para a  			tarefa complexa (1-3-2-3-4-5; 1-4-3-2-3-5 e; 1-2-4-3-2-5). Os grupos de pr&aacute;tica aleat&oacute;ria realizaram seis blocos de 12 tentativas envolvendo as tr&ecirc;s  			sequ&ecirc;ncias em cada um dos blocos. 		</p> 		 		    <p> 			O teste de transfer&ecirc;ncia consistiu em 12 tentativas sob pr&aacute;tica constante em uma nova sequ&ecirc;ncia, tanto para a tarefa simples (1-4-2-5), quanto para a  			tarefa complexa (1-2-4-3-4-5), sem fornecimento de feedback. O intervalo entre o final da aquisi&ccedil;&atilde;o e o in&iacute;cio do teste de transfer&ecirc;ncia foi de 5 minutos  			de descanso. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>An&aacute;lise Estat&iacute;stica</b></p> 		 		    <p> 			Os resultados foram analisados em blocos de 6 tentativas, sendo 12 blocos relativos &agrave; fase de aquisi&ccedil;&atilde;o (A1 a A12) e dois blocos da fase de transfer&ecirc;ncia  			(T1 e T2), considerando-se aos erros absoluto, vari&aacute;vel e constante.  		</p> 		 		    <p> 			O erro absoluto expressa a precis&atilde;o com que a meta da tarefa foi alcan&ccedil;ada, sendo calculado por meio da m&eacute;dia das diferen&ccedil;as absolutas entre o desempenho  			real e a meta em cada tentativa; o erro vari&aacute;vel refere-se &agrave; consist&ecirc;ncia do desempenho em um conjunto de tentativas, sendo calculado por meio do desvio  			padr&atilde;o do erro em um determinado conjunto de tentativas e o erro constante aponta a dire&ccedil;&atilde;o em que a tarefa foi alcan&ccedil;ada, indicando se houve antecipa&ccedil;&atilde;o  			ou atraso em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; meta, sendo calculado por meio da m&eacute;dia do erro em um conjunto de tentativas.  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Concernente aos erros absoluto, vari&aacute;vel e constante, foi aplicada uma an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA <i>one-way</i>) com medidas repetidas para verificar o  			desempenho de cada grupo na fase de aquisi&ccedil;&atilde;o. Posteriormente, foi conduzida uma an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA <i>three-way</i>) considerando 2 estruturas de  			pr&aacute;tica (blocos e aleat&oacute;ria) x 2 n&iacute;veis de dificuldade funcional (inexperientes e experientes) x 4 blocos de tentativas (o primeiro e o &uacute;ltimo da fase de  			aquisi&ccedil;&atilde;o e dois blocos da transfer&ecirc;ncia), com medidas repetidas no fator blocos de tentativas. Para localizar as diferen&ccedil;as encontradas foi conduzido o  			teste de Tukey<sub>HSD</sub>. As decis&otilde;es relativas a essas an&aacute;lises foram baseadas nos testes de Shapiro-Wilk e de Bartlett, respectivamente de  			normalidade e homogeneidade de vari&acirc;ncia. Para todas as an&aacute;lises o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia foi de <i>p</i> &lt; .05. Elas foram feitas pelo software  			STATISTICA<sup>&reg;</sup> 10.0 (Stat Soft Inc., Tulsa, USA). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESULTADOS</b></p> 		 		    <p><b>Tarefa simples</b></p> 		 		    <p><i>Erro absoluto</i></p> 		 		    <p> 			Os desempenhos dos grupos relativos aos erros absoluto, vari&aacute;vel e constante nas fases de aquisi&ccedil;&atilde;o e transfer&ecirc;ncia s&atilde;o apresentados na <a href= 			"/img/revistas/mot/v9n3/9n3a08f2.jpg">FIGURA 2</a>. 		</p> 		 		    
<p> 			As ANOVAs <i>one-way</i> encontraram diferen&ccedil;as entre blocos de tentativas em todos os grupos: GBIS &#91;F<sub>(11; 209)</sub> = 6.34, <i>p</i> = .000, <i>np 			</i><sup>2</sup> = .25&#93;, GBES &#91;F<sub>(11; 209)</sub> = 4.32, <i>p</i> = .000, <i>np</i><sup>2</sup> = .18&#93;, GAIS &#91;F<sub>(11; 220)</sub> = 2.84, <i>p</i> =  			.001, <i>np</i><sup>2</sup> = .12&#93;, GAES &#91;F<sub>(11; 231)</sub> = 2.51, <i>p</i> = .005, <i>np</i><sup>2</sup> = .10&#93;. Para o GBIS o teste de Tukey<sub>HSD 			</sub> identificou diferen&ccedil;as do terceiro at&eacute; o &uacute;ltimo bloco de aquisi&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro (<i>p</i> &lt; .01). Para o GBES foram identificadas  			diferen&ccedil;as entre o primeiro bloco para os demais blocos de aquisi&ccedil;&atilde;o (<i>p</i> &lt; .01). O teste de Tukey<sub>HSD</sub> encontrou para o GAES, diferen&ccedil;as  			apenas entre o primeiro e o oitavo, pen&uacute;ltimo e &uacute;ltimo blocos de aquisi&ccedil;&atilde;o (<i>p</i> &lt; .05). E, para o GAES, o teste de Tukey<sub>HSD</sub> encontrou  			diferen&ccedil;as entre A1 e A4, A9, A10 e A12 (<i>p</i> &lt; .05).  		</p> 		 		    <p> 			Na an&aacute;lise da aquisi&ccedil;&atilde;o com o teste de transfer&ecirc;ncia a ANOVA three-way encontrou diferen&ccedil;as no fator blocos de tentativas &#91;F<sub>(3; 237)</sub> = 36.91, <i> 			p</i> = .000, <i>np</i><sup>2</sup> = .31&#93; e na intera&ccedil;&atilde;o entre blocos de tentativas e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(3; 237)</sub> = 2.88, <i>p</i> = .036,  			<i>np</i><sup>2</sup> = .34&#93;. No primeiro caso, o teste de Tukey<sub>HSD</sub> identificou diferen&ccedil;as entre o primeiro (A1) e os demais blocos de  			tentativas analisados (A12, T1 e T2) (<i>p</i> &lt; .01). No segundo caso, o teste Tukey<sub>HSD</sub> indicou diferen&ccedil;as (<i>p</i> &lt; .05) entre o  			primeiro bloco de aquisi&ccedil;&atilde;o (A1) e os demais analisados (A12, T1 e T2). Para os demais aspectos os resultados encontrados foram: tipo de pr&aacute;tica &#91;F<sub>(1;  			237)</sub> = .36, <i>p</i> = .545, <i>np</i><sup>2</sup> = .02&#93;, n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(1; 237)</sub> = 1.76, <i>p</i> = .188, <i>np</i><sup>2</sup>  			= .00&#93;, intera&ccedil;&atilde;o entre os tipo de pr&aacute;tica e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(1; 237)</sub> = .06, <i>p</i> = .804, <i>np</i><sup>2</sup> = .08&#93;, e intera&ccedil;&atilde;o  			entre blocos de tentativas, tipo de pr&aacute;tica e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(3; 237)</sub> = .28, <i>p</i> = .836, <i>np</i><sup>2</sup> = .00&#93;.  		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Erro vari&aacute;vel</i></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			As ANOVAs one-way apenas n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;as entre blocos de tentativas no grupo que realizou sob pr&aacute;tica aleat&oacute;ria com experi&ecirc;ncia pr&eacute;via: GBIS &#91;F 			<sub>(11; 198)</sub> = 3.63, <i>p</i> = .000, <i>np</i><sup>2</sup> = .16&#93;, GBES &#91;F<sub>(11; 198)</sub> = 2.30, <i>p</i> = .011, <i>np</i><sup>2</sup> =  			.11&#93;, GAIS &#91;F<sub>(11; 220)</sub> = 1.55, <i>p</i> = .014, <i>np</i><sup>2</sup> = .09&#93;, GAES &#91;F<sub>(11; 220)</sub> = 1.25, <i>p</i> = .255, <i>np</i><sup> 			2</sup> = .05&#93;. Para o GBIS o teste de Tukey<sub>HSD</sub> identificou diferen&ccedil;as do primeiro para os demais blocos (<i>p</i> &lt; .05). Para o GBES ele  			identificou diferen&ccedil;as entre o primeiro bloco para os demais blocos de aquisi&ccedil;&atilde;o com exce&ccedil;&atilde;o do s&eacute;timo bloco (<i>p</i> &lt; .05).  		</p> 		 		    <p> 			Na an&aacute;lise da aquisi&ccedil;&atilde;o com o teste de transfer&ecirc;ncia a ANOVA three-way encontrou diferen&ccedil;as apenas no fator blocos de tentativas &#91;F<sub>(3; 237)</sub> =  			21.17, <i>p</i> = .000, <i>np</i><sup>2</sup> = .21&#93;. O teste de Tukey<sub>HSD</sub> identificou diferen&ccedil;as (<i>p</i> &lt; .01) entre o primeiro bloco (A1)  			e os demais analisados (A12, T1 e T2). Para os demais aspectos os resultados encontrados foram: tipo de pr&aacute;tica &#91;F<sub>(1; 237)</sub> = .20, <i>p</i> =  			.648, <i>np</i><sup>2</sup> = .00&#93;, n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(1;237</sub>) = .20, <i>p</i> = .654, <i>np</i><sup>2</sup> = .00&#93;, intera&ccedil;&atilde;o entre os tipo  			de pr&aacute;tica e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(1; 237)</sub> = .51, <i>p</i> = .821, <i>np</i><sup>2</sup> = .00&#93;, blocos de tentativas e tipo de pr&aacute;tica &#91;F<sub> 			(3; 237)</sub> = 2.24, <i>p</i> = .083, <i>np</i><sup>2</sup> = .00&#93;, intera&ccedil;&atilde;o  entre blocos de tentativas, tipo de pr&aacute;tica e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub> 			(3; 237)</sub> = .07, <i>p</i> = .971, <i>np</i><sup>2</sup> = .00&#93;. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Erro constante</i></p> 		 		    <p> 			As ANOVAs one-way encontraram diferen&ccedil;as entre blocos de tentativas apenas nos grupos que n&atilde;o receberam experi&ecirc;ncia pr&eacute;via: GBIS &#91;F<sub>(11; 209)</sub> =  			3.48, <i>p</i> = .000, <i>np</i><sup>2</sup> = .16&#93;, GBES &#91;F<sub>(11; 209)</sub> = 1.02, <i>p</i> = .425, <i>np</i><sup>2</sup> = .05&#93;, GAIS &#91;F<sub>(11;  			220)</sub> = 1.85, <i>p</i> = .045, <i>np</i><sup>2</sup> = .08&#93;, GAES &#91;F<sub>(11; 231)</sub> = .78, <i>p</i> = .652, <i>np</i><sup>2</sup> = .02&#93;. Para o  			GBIS o teste de Tukey<sub>HSD</sub> identificou diferen&ccedil;as  do primeiro para os demais blocos (<i>p</i> = .001). Para o GAIS, o teste de Tukey<sub>HSD</sub> 			 n&atilde;o identificou as diferen&ccedil;as.  		</p> 		 		    <p> 			Na an&aacute;lise da aquisi&ccedil;&atilde;o com o teste de transfer&ecirc;ncia a ANOVA three-way encontrou diferen&ccedil;as nos fatores blocos de tentativas &#91;F<sub>(3; 237)</sub> = 9.98,  			<i>p</i> = .000, <i>np</i><sup>2</sup> = .08&#93; e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(1; 237)</sub> = 7.24, <i>p</i> = .008, <i>np</i><sup>2</sup> = .11&#93;, e  			intera&ccedil;&atilde;o entre blocos de tentativas e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(3; 237)</sub> = 4.52, <i>p</i> = .004, <i>np</i><sup>2</sup> = .05&#93;. No primeiro caso,  			o teste de Tukey<sub>HSD</sub> identificou diferen&ccedil;as (<i>p</i> &lt; .01) entre o primeiro bloco (A1) e os demais analisados (A12, T1 e T2). No segundo  			caso, o teste de Tukey<sub>HSD</sub> encontrou diferen&ccedil;a entre os dois n&iacute;veis de experi&ecirc;ncia (inexperientes e experientes) (<i>p</i> = .008). Na intera&ccedil;&atilde;o  			entre blocos de tentativas e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia, o teste de Tukey<sub>HSD</sub> encontrou intera&ccedil;&atilde;o entre o primeiro (A1) e os demais  analisados (A12,  			T1 e T2). Para os demais aspectos os resultados encontrados foram: tipo de pr&aacute;tica &#91;F<sub>(1; 237)</sub> = .02, <i>p</i> = .876, <i>np</i><sup>2</sup> =  			.00&#93;, intera&ccedil;&atilde;o entre os tipo de pr&aacute;tica e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(1; 237)</sub> = .07, <i>p</i> = .786, <i>np</i><sup>2</sup> = .00&#93;, blocos de  			tentativas e tipo de pr&aacute;tica &#91;F<sub>(3; 237)</sub> = .58, <i>p</i> = .624, <i>np</i><sup>2</sup> = .02&#93;, intera&ccedil;&atilde;o  entre blocos de tentativas, tipo de  			pr&aacute;tica e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(3; 237)</sub> = .20, <i>p</i> = .891, <i>np</i><sup>2</sup> = .00&#93;.  		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Tarefa complexa</b></p> 		 		    <p><i>Erro absoluto</i></p> 		 		    <p> 			As ANOVAs <i>one-way</i> encontraram diferen&ccedil;as entre blocos de tentativas em todos os grupos, exceto GAEC, sendo: GBIC &#91;F<sub>(11; 143)</sub> = 6.60, <i>p 			</i> = .000, <i>np</i><sup>2</sup> = 033&#93;, GBEC &#91;F<sub>(11; 132)</sub> = 5.29, <i>p</i> = .000, <i>np</i><sup>2</sup> = .30&#93;, GAIC &#91;F<sub>(11; 110)</sub> =  			2.53, <i>p</i> = .006, <i>np</i><sup>2</sup> = .24&#93;, GAEC &#91;F<sub>(11; 44)</sub> = 1.26, <i>p</i> = .273, <i>np</i><sup>2</sup> = .16&#93;. Para o GBIC o teste  			de Tukey<sub>HSD</sub> identificou diferen&ccedil;as  do primeiro para o terceiro bloco em diante (<i>p</i> &lt; .01). Para o GBEC, o teste de Tukey<sub>HSD</sub>  			identificou diferen&ccedil;as entre o primeiro bloco (A1) e os demais blocos, com exce&ccedil;&atilde;o de A2, A5 e A7, e entre A2 e A12. Para GAIC, o teste de Tukey<sub>HSD 			</sub> apenas identificou diferen&ccedil;as entre o terceiro bloco (A3) e o pen&uacute;ltimo bloco (A11) da fase de aquisi&ccedil;&atilde;o.  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		<a href="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a08f3.jpg">FIGURA 3</a> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			Na an&aacute;lise da aquisi&ccedil;&atilde;o com o teste de transfer&ecirc;ncia a ANOVA <i>three-way</i> encontrou diferen&ccedil;as nos fatores blocos de tentativas &#91;F<sub>(3; 138)</sub> =  			17.18, <i>p</i> = .000, <i>np</i><sup>2</sup> = .26&#93; e intera&ccedil;&atilde;o entre blocos de tentativas e tipo de pr&aacute;tica &#91;F<sub>(3; 138)</sub> = 2.90, <i>p</i> =  			.037, <i>np</i><sup>2</sup> = .07&#93;. No primeiro caso, o teste de Tukey<sub>HSD</sub> identificou diferen&ccedil;as (<i>p</i> &lt; .01) entre o primeiro bloco (A1)  			e os demais analisados (A12, T1 e T2). No segundo caso, o teste de Tukey<sub>HSD</sub> identificou intera&ccedil;&atilde;o (<i>p</i> &lt; .05) entre o primeiro bloco  			(A1) e os demais analisados (A12, T1 e T2). Para os demais aspectos, os resultados encontrados foram: tipo de pr&aacute;tica &#91;F<sub>(1; 138)</sub> = 2.29, <i>p</i> 			 = .136&#93;, n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(1; 138)</sub> = .98, <i>p</i> = .326, <i>np</i><sup>2</sup> = .03), intera&ccedil;&atilde;o entre tipo de pr&aacute;tica e n&iacute;vel de  			experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(1; 138)</sub> = .77, <i>p</i> = .383, <i>np</i><sup>2</sup> = .06&#93;, blocos de tentativas e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(3; 138)</sub> =  			1.66, <i>p</i> = .177, <i>np</i><sup>2</sup> = .07&#93;, intera&ccedil;&atilde;o entre blocos de tentativas, tipo de pr&aacute;tica e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(3; 138)</sub> =  			.56, <i>p</i> = .636, <i>np</i><sup>2</sup> = .03&#93;.  		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Erro vari&aacute;vel</i></p> 		 		    <p> 			As ANOVAs one-way encontraram diferen&ccedil;as entre blocos de tentativas apenas nos grupos que realizaram sob pr&aacute;tica por blocos, sendo: GBIC &#91;F<sub>(11; 88) 			</sub> = 2.31, <i>p</i> = .014, <i>np</i><sup>2</sup> = .22&#93;, GBEC &#91;F<sub>(11; 99)</sub> = 2.50, <i>p</i> = .008, <i>np</i><sup>2</sup> = .21&#93;, GAIC &#91;F<sub> 			(11; 44)</sub> = 1.26, <i>p</i> = .006, <i>np</i><sup>2</sup> = .20&#93;, GAEC &#91;F<sub>(11; 44)</sub> = 1.26, <i>p</i> = .273, <i>np</i><sup>2</sup> = .24&#93;.  			Para o GBIC o teste de Tukey<sub>HSD</sub> identificou diferen&ccedil;as  entre o primeiro e o &uacute;ltimo bloco para da fase de aquisi&ccedil;&atilde;o (A1 e A12). Para o GBEC, o  			teste de Tukey<sub>HSD </sub>apenas identificou diferen&ccedil;as do segundo bloco (A2) para o quarto e sexto (A4 e A6).  		</p> 		 		    <p> 			Na an&aacute;lise da aquisi&ccedil;&atilde;o com o teste de transfer&ecirc;ncia a ANOVA <i>three-way</i> apenas encontrou diferen&ccedil;as no fator blocos de tentativas &#91;F<sub>(3; 117) 			</sub> = 6.87, <i>p</i> = .000, <i>np</i><sup>2</sup> = .15&#93;. O teste de Tukey<sub>HSD</sub> identificou diferen&ccedil;as (<i>p</i> &lt; .01) do primeiro bloco  			(A1) para o &uacute;ltimo da fase aquisi&ccedil;&atilde;o (A12) e o &uacute;ltimo de transfer&ecirc;ncia (T2). Para os demais aspectos os resultados encontrados foram: tipo de pr&aacute;tica &#91;F 			<sub>(1; 117)</sub> = .37, <i>p</i> = .541, <i>np</i><sup>2</sup> = .00&#93;, n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(1; 117)</sub> = .08, <i>p</i> = .774, <i>np</i><sup>2 			</sup> = .00). intera&ccedil;&atilde;o entre os tipo de pr&aacute;tica e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(1; 117)</sub> = .02, <i>p</i> = .876, <i>np</i><sup>2</sup> = .03&#93;, blocos  			de tentativas e tipo de pr&aacute;tica &#91;F<sub>(3; 117)</sub> = 1.06, <i>p</i> = .367, <i>np</i><sup>2</sup> = .00&#93;, blocos de tentativas e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F 			<sub>(3; 117)</sub> = .35, <i>p</i> = .783, <i>np</i><sup>2</sup> = .00&#93; intera&ccedil;&atilde;o entre blocos de tentativas, tipo de pr&aacute;tica e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F 			<sub>(3; 138)</sub> = .13, <i>p</i> = .941, <i>np</i><sup>2</sup> = .00&#93;.  		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Erro Constante</i></p> 		 		    <p> 			As ANOVAs <i>one-way</i> encontraram diferen&ccedil;as entre blocos de tentativas para todos os grupos: GBIC &#91;F<sub>(11; 143)</sub> = 7.34, <i>p</i> = .000, <i>np 			</i><sup>2</sup> = .36&#93;, &#91;F<sub>(11; 132)</sub> = 4.91, <i>p</i> = .000, <i>np</i><sup>2</sup> = .29&#93;, GAIC &#91;F<sub>(11; 165)</sub> = 3.67, <i>p</i> = .000,  			<i>np</i><sup>2</sup> = .17&#93;, GAEC &#91;F<sub>(11; 121)</sub> = 4.01, <i>p</i> = .000, <i>np</i><sup>2</sup> = .26&#93;. Para o GBIC o teste de Tukey<sub>HSD</sub>  			identificou diferen&ccedil;as  do primeiro (A1) para os demais a partir do terceiro (A3)(<i>p</i> &lt; .01). Para o GBEC, o teste de Tukey<sub>HSD</sub>  			identificou entre o primeiro (A1) e os demais blocos com exce&ccedil;&atilde;o do segundo, quinto e s&eacute;timo (A2, A5 e A7) (<i>p</i> &lt; .05). Para GAIC, o teste de Tukey 			<sub>HSD</sub> identificou entre o primeiro (A1) os blocos a partir do quarto (A4) (<i>p</i> &lt; .05). Para o GAEC, o teste de Tukey<sub>HSD</sub>  			identificou entre o primeiro (A1) e os demais blocos, com exce&ccedil;&atilde;o de A2, A3 e A5 (<i>p</i> &lt; .05).  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Em rela&ccedil;&atilde;o ao teste de transfer&ecirc;ncia, os quatro grupos tiveram desempenho similar. A an&aacute;lise de vari&acirc;ncia a tr&ecirc;s fatores (ANOVA three-way) apenas encontrou  			diferen&ccedil;as no fator blocos de tentativas &#91;F<sub>(3; 171)</sub> = 28.92, <i>p</i> = .000, <i>np</i><sup>2</sup> = .33&#93;. O teste de Tukey<sub>HSD</sub>  			identificou diferen&ccedil;as (<i>p</i> &lt; .01) entre o primeiro bloco (A1) e o &uacute;ltimo da fase aquisi&ccedil;&atilde;o (A12) e o &uacute;ltimo de transfer&ecirc;ncia (T2). Para os demais  			aspectos, os resultados foram: tipo de pr&aacute;tica &#91;F<sub>(1; 171)</sub> = .72, <i>p</i> = .398, <i>np</i><sup>2</sup> = .00&#93;, n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(1;  			171)</sub> = .02, <i>p</i> = .873, <i>np</i><sup>2</sup> = .00&#93;, intera&ccedil;&atilde;o entre tipo de pr&aacute;tica e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(1; 171)</sub> = 2.35, <i>p 			</i> = .130, <i>np</i><sup>2</sup> = .01&#93;, intera&ccedil;&atilde;o blocos de tentativas e tipo de pr&aacute;tica &#91;F<sub>(3; 171)</sub> = .79, <i>p</i> = .497, <i>np</i><sup>2 			</sup> = .03&#93;, blocos de tentativas e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(3; 171)</sub> = 2.35, <i>p</i> = .073, <i>np</i><sup>2</sup> = .04&#93;, intera&ccedil;&atilde;o entre  			blocos de tentativas, tipo de pr&aacute;tica e n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia &#91;F<sub>(3; 171)</sub> = .62, <i>p</i> = .601, <i>np</i><sup>2</sup> = .08&#93;. 		</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>DISCUSS&Atilde;O e CONCLUS&Otilde;ES</b></p> 		 		    <p> 			O presente estudo teve como objetivo investigar o efeito da interfer&ecirc;ncia contextual em fun&ccedil;&atilde;o das dificuldades nominal e funcional da tarefa. Os  			resultados mostraram que a primeira hip&oacute;tese, de que para a tarefa simples os grupos de pr&aacute;tica aleat&oacute;ria, independentemente do n&iacute;vel de dificuldade  			funcional (inexperientes ou experientes), obteriam melhor aprendizagem do que os grupos de pr&aacute;tica por blocos, n&atilde;o foi confirmada. Isso porque foram  			encontrados desempenhos similares para todos os grupos na fase de teste. Com base na l&oacute;gica de racioc&iacute;nio para essa hip&oacute;tese, uma poss&iacute;vel explica&ccedil;&atilde;o  			remete-se &agrave; tarefa n&atilde;o ter extrapolado a capacidade de processamento de informa&ccedil;&otilde;es dos indiv&iacute;duos, e aos grupos de pr&aacute;tica por blocos n&atilde;o terem tido n&iacute;vel  			de desafio inferior aos grupos de pr&aacute;tica aleat&oacute;ria. Tal observa&ccedil;&atilde;o baseia-se na igualdade de desempenho no teste de transfer&ecirc;ncia dos grupos de pr&aacute;tica  			aleat&oacute;ria e de pr&aacute;tica por blocos, n&atilde;o havendo o efeito da interfer&ecirc;ncia contextual. 		</p> 		 		    <p> 			Similarmente, os resultados relativos &agrave; tarefa complexa tamb&eacute;m n&atilde;o confirmaram as hip&oacute;teses levantadas. Os resultados permitem sugerir que a tarefa  			complexa n&atilde;o extrapolou a capacidade do indiv&iacute;duo, inclusive quando inexperiente, de lidar com as informa&ccedil;&otilde;es, mesmo sob a pr&aacute;tica aleat&oacute;ria. A pr&aacute;tica por  			blocos n&atilde;o apresentou n&iacute;vel de desafio inferior &agrave; pr&aacute;tica aleat&oacute;ria, tendo em vista que n&atilde;o houve condi&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;tica que apresentou melhor aprendizagem  			que a outra.  		</p> 		 		    <p> 			Na mesma linha, a sugest&atilde;o de Silva (2009) de que tarefas simples promoveriam menor exig&ecirc;ncia cognitiva n&atilde;o pode ser generaliz&aacute;vel para os estudos sobre o  			efeito da interfer&ecirc;ncia contextual, pois foi manipulada a mesma tarefa (quatro e seis toques), investigando diferentes estruturas de pr&aacute;tica no processo  			adaptativo. Parece que a tarefa simples por si s&oacute; forneceu um n&iacute;vel de exig&ecirc;ncia cognitiva desafiadora, havendo compreens&atilde;o e elabora&ccedil;&atilde;o da tarefa  			suficiente para o aprendizado e que as diferentes manipula&ccedil;&otilde;es da condi&ccedil;&atilde;o de aprendizagem (n&iacute;vel de experi&ecirc;ncia e n&iacute;vel de interfer&ecirc;ncia contextual)  			apenas forneceram uma situa&ccedil;&atilde;o intermedi&aacute;ria de processamento de informa&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o promovendo diferen&ccedil;as entre elas. Em contrapartida, a tarefa complexa n&atilde;o  			excedeu a capacidade de processamento, sendo que as situa&ccedil;&otilde;es consideradas mais desafiadoras, representadas pela inexperi&ecirc;ncia na tarefa e pela pr&aacute;tica  			aleat&oacute;ria (alta dificuldade funcional e alta interfer&ecirc;ncia contextual respectivamente), de inexperi&ecirc;ncia (alta dificuldade funcional) n&atilde;o configuraram uma  			situa&ccedil;&atilde;o de aprendizado diferente, tampouco mais interessante que a pr&aacute;tica por blocos.  		</p> 		 		    <p> 			Em suma, os resultados do presente estudo n&atilde;o fornecem suporte para o referencial te&oacute;rico de que indiv&iacute;duos mais experientes (menor dificuldade funcional)  			e que tarefas simples (menor dificuldade nominal) seriam dois fatores que isoladamente promoveriam uma situa&ccedil;&atilde;o pouco desafiadora para o aprendizado  			(Guadagnoli &amp; Lee, 2004; Landin &amp; Herbert, 1997; Wulf &amp; Shea, 2002). Em outras palavras, nossos resultados s&atilde;o contradit&oacute;rios ao <i>challenge  			point framework </i>como uma alternativa para investiga&ccedil;&otilde;es sobre os efeitos da interfer&ecirc;ncia contextual na aprendizagem de habilidades motoras.  		</p> 		 		    <p> 			Adicionalmente, este estudo passa a fazer parte do consider&aacute;vel conjunto de estudos (Corr&ecirc;a &amp; Tani, 2005, por uma revis&atilde;o) cujos resultados refutam as  			hip&oacute;teses de elabora&ccedil;&atilde;o e distin&ccedil;&atilde;o (Shea &amp; Morgan, 1979; Shea &amp; Zimny, 1983) e de esquecimento e reconstru&ccedil;&atilde;o do plano de a&ccedil;&atilde;o (Lee &amp; Magill,  			1985), uma vez que n&atilde;o houve o efeito de interfer&ecirc;ncia contextual. 		</p> 		 		    <p> 			Em conclus&atilde;o, consideradas as limita&ccedil;&otilde;es do presente estudo pode-se sugerir que o efeito de interfer&ecirc;ncia contextual n&atilde;o ocorreu em raz&atilde;o dos n&iacute;veis de  			dificuldade nominal e funcional da tarefa. Sendo assim, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel generalizar os achados anteriores sobre o efeito, tampouco considerar a proposta de  			Guadagnoli e Lee (2004) como uma resolu&ccedil;&atilde;o para as limita&ccedil;&otilde;es de investiga&ccedil;&atilde;o (Brady, 1998, 2004, 2008; Magill &amp; Hall, 1990) sobre o efeito da  			interfer&ecirc;ncia contextual na aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades motoras. Obviamente, a falta de estudos com delineamento experimental similar &agrave;quele utilizado aqui,  			com resultados que apontem na dire&ccedil;&atilde;o de nossas interpreta&ccedil;&otilde;es, sugerem cautela em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s mesmas e, por conseguinte, a necessidade de mais  			investiga&ccedil;&otilde;es.  		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Barreiros, J., Figueiredo, T., &amp; Godinho, M. (2011). The contextual interference effect in applied settings. <i>European Physical Education Review, 13 			</i>(2), 195–208. doi: 10.1177/1356336X07076876 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201300030000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Barros, J. A. C. (2009). <i>The effects of practice schedule and self-controlled feedback manipulations on the acquisition and retention of motor skills</i> 			. (Disserta&ccedil;&atilde;o de doutorado n&atilde;o-publicada). University of Tennessee, Knoxville, TN, EUA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201300030000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Battig, W. F. Facilitation and interference. (1966). In C. A. Bilodeau (Ed.), <i>Acquisition of skill</i> (pp. 215-244). New York, NY: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201300030000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Battig, W. F. (1972). Intratask interference as a source of facilitation in transfer and retention. In: R. F. Thompson, &amp; J. F. Voss (Eds.), <i>Topics  			in learning and performance</i> (pp. 131-159). New York, NY: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201300030000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Battig, W. F. (1979). The flexibility of human memory. In: L. S. Cermak, &amp; F. I. M. Craik (Eds.), <i>Levels of processing in human memory </i>(pp.  			23-45). Hillsdale, NJ: Lawrence Erbaum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201300030000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Boutin, A., &amp; Blandin, Y. (2009). Contextual interference effect and motor learning: contributions of practice schedule, task similarity, and amount of  			practice. <i>Journal of Sport &amp; Exercise Psychology, 31</i>(suppl.), S49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201300030000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Brady, F. (1998). A theoretical and empirical review of the contextual interference effect and learning of motor skills. <i>Quest, 50</i>(3), 266-293.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201300030000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Brady, F. (2004). Contextual interference: a meta-analytic study. <i>Perceptual and Motor Skills, 99</i>(1), 116-126. doi: 10.2466/pms.99.1.116-126 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201300030000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Brady, F. (2008). The contextual interference effect and sport skills. <i>Perceptual and Motor Skills, 106</i>(2), 461-472. doi:102466/pms.106.2.461-472  		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201300030000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Choi, Y., Qi, F., Gordon, J., &amp; Schweighofer, N. (2008). Performance-based adaptative schedules enhance motor learning. <i>Journal of Motor Behavior, 40 			</i>(4), 273-280. doi: 10.3200/jmbr.40.4.273-280.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201300030000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Corr&ecirc;a, U. C., Barros, J. A. C., Massigli, M., Gon&ccedil;alves, L. A., &amp; Tani, G. (2007). A pr&aacute;tica constante-aleat&oacute;ria e o processo adaptativo de  			aprendizagem motora: efeitos da quantidade de pr&aacute;tica constante. <i>Revista Brasileira de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte, 21</i>(4), 301-314.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201300030000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Corr&ecirc;a, U. C., Benda, R. N., &amp; Ugrinowitsch, H. (2006). Processo ensino-aprendizagem no ensino do desporto. In G. Tani, J. O. Bento, &amp; R. D.  			Petersen (Eds.), <i>Pedagogia do desporto </i>(pp. 241-250). Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201300030000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Corr&ecirc;a, U. C., Gon&ccedil;alves, L. A., Barros, J. A. C., &amp; Massigli, M. (2006). Pr&aacute;tica constante-aleat&oacute;ria e aprendizagem motora: efeitos da quantidade de  			pr&aacute;tica constante e da manipula&ccedil;&atilde;o de exig&ecirc;ncias motoras da tarefa. <i>Brazilian Journal of Motor Behavior, 1</i>(1), 41-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201300030000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Corr&ecirc;a, U. C., Massigli, M., Barros, J. A. C., Gon&ccedil;alves, L. A., Tani, G., &amp; Oliveira, J. A. (2010). Constant-random practice and the adaptive process  			in motor learning with varying amounts of constant practice. <i>Perceptual and Motor Skills, 110</i>(2), 442-452. doi: 10.2466/pms.110.2.442-452 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201300030000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Corr&ecirc;a, U. C., &amp; Pellegrini, A. M. (1996). A interfer&ecirc;ncia contextual em fun&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de vari&aacute;veis. <i>Revista Paulista de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, 10</i> 			(1), 21-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201300030000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Corr&ecirc;a, U.C. &amp; Tani, G. (2005). Estrutura de pr&aacute;tica e processo adaptativo em aprendizagem motora: por uma nova abordagem da pr&aacute;tica. In G. Tani (Ed.)  			<i>Comportamento Motor: Desenvolvimento e Aprendizagem</i>. (p.141-161). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201300030000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Corr&ecirc;a, U. C., Ugrinowitsch, H., Benda, R. N., &amp; Tani, G. (2010). Effects of practice schedule on the adaptive process of motor learning. <i>Revista  			Portuguesa de Ci&ecirc;ncias do Desporto, 10</i>(1), 158-171.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201300030000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fairbrother, J. T., Barros, J. A. C., &amp; Post, P. G. (2009). The effects of blocked, random, and self-controlled practice schedules on motor learning.  			<i>Journal of Sport &amp; Exercise Psychology, 31</i>(suppl.), S63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-107X201300030000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Goode, S., &amp; Magill, R. A. (1986). Contextual interference effects in learning three badminton serves. <i>Research Quarterly for Exercise and Sport, 57 			</i>(4), 398-314.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-107X201300030000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Guadagnoli, M. A., &amp; Lee, T. D. (2004). Challenge point: a framework for conceptualizing the effects of various practice conditions in motor learning.  			<i>Journal of Motor Behavior, 36</i>(2), 212-224. doi: 10.3200/jmbr.36.2.212-224 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-107X201300030000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Jones, L. L., &amp; French, K. E. (2007). Effects of contextual interference on acquisition and transfer of three volleyball skills. <i>Perceptual and  			Motor Skills, 105</i>(3), 883-890. doi: 10.2466/pms.105.3.883-890 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201300030000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Lai, Q., &amp; Shea, C. H. (1998). Generalized motor program (GMP) learning: effects of reduced frequency of knowledge of results and practice variability.  			<i>Journal of Motor Behavior, 30</i>(1), 51-59. doi: 10.1080/00222899809601322 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-107X201300030000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Lai, Q., Shea C. H., Wulf, G., &amp; Wright, D. L . (2000). Optimizing generalized motor program and parameter learning.<i> Research Quarterly for Exercise  			and Sport, 71</i>(1), 10-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-107X201300030000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Landin, D., &amp; Herbert, E. P. (1997). A comparison of three practice schedules along the contextual interference continuum. <i>Research Quarterly for  			Exercise and Sport, 68</i>(4), 357-361.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201300030000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Lee, T. D., &amp; Magill, R. A. (1985). Can forgetting facilitate skill acquisition? In D. Goodman, R. B. Wrisberg, &amp; I. M. Franks (Eds.), <i>Differing  			perspectives in motor learning, memory, and control</i> (pp. 3-22). Amsterdam: North Holland.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201300030000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Magill, R. A., &amp; Hall, K. G. (1990). A review of the contextual interference effect in motor skill acquisition. <i>Human Movement Science, 9</i>(3-5),  			241-289. doi: 10.1016/0167-9457(90)90005-X 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-107X201300030000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Memmert, D., Hagemann, N., Althoetmar, R., Geppert, S., &amp; Seiler,D. (2009). Conditions of practice in perceptual skill learning. <i>Research Quarterly  			for Exercise and Sport, 80</i>(1), 32-43. doi: 10.5641/027013609X13087704027517 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-107X201300030000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Porter, J., &amp; Magill, R. A. (2010). Systematically increasing contextual interference is beneficial for learning sport skills. <i>Journal of Sports  			Sciences, 28</i>(12), 1277–1285. doi: 10.1080/02640414.2010.502946 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-107X201300030000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Sekiya, H., Magill, R. A., &amp; Anderson, D. I. (1996). The contextual interference effect in parameter modifications of the same generalized motor  			programs. <i>Research Quarterly for Exercise and Sport, 67</i>(1), 59-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-107X201300030000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Shea, J. B, &amp; Morgan, R. L. (1979). Contextual interference effects on the acquisition, retention of the motor skill. <i>Journal of Experimental  			Psychology: Human Learning &amp; Memory, 5</i>(2), 179-187.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1646-107X201300030000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Shea, J. B., &amp; Zimny, S.T. (1983). Context effects in memory and learning movement information. In R. A. Magill (Ed.), <i>Memory and control of action 			</i> (pp. 345-366). Amsterdam: North Holland.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S1646-107X201300030000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Silva, J. A. O. (2009). <i>Estrutura de pr&aacute;tica e processo adaptativo de aprendizagem motora</i>. (Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado n&atilde;o-publicada). Escola de  			Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte da Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-107X201300030000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Simon, D. A. (2007). Contextual interference effects with two tasks. <i>Perceptual and Motor Skills, 105</i>(1), 177-183. doi: 10.2466/pms.105.1.177-183 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-107X201300030000800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Travlos, A. K. (2010). Specificity and variability of practice, and contextual interference in acquisition and transfer of an underhand volleyball serve.  			<i>Perceptual and Motor Skills, 110</i>(1), 298-312. doi: 10.2466/pms.110.1.298-312 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1646-107X201300030000800034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Vera, J. G., Alvarez, J. C. B., &amp; Medina, M. M. (2008). Effects of different practice condition on acquisition, retention, and transfer of soccer  			skills by 9-year-old schoolchildren. <i>Perceptual and Motor Skills, 106</i>(2), 447-460. doi: 10.2466/pms.106.2.447-460 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-107X201300030000800035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Wulf, G. (1992). Reducing knowledge of results can produce context effects in movements of the same class. <i>Journal of Human Movement Studies, 22</i>,  			71-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1646-107X201300030000800036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Wulf, G., &amp; Lee, T. D. (1993). Contextual interference in movements in the same class: differential effects on program and parameter learning. <i> 			Journal of Motor Behavior, 25</i>(4), 254-263. doi: 10.1080/00222895.1993.9941646 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1646-107X201300030000800037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Wulf, G., &amp; Schmidt, R. A. (1994). Feedback-induced variability and the learning of generalized motor programs. <i>Journal of Motor Behavior, 26</i> 			(4), 348-361. doi: 10.1080/00222895.1994.9941691 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1646-107X201300030000800038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Wulf, G., &amp; Shea, C. H. (2002). Principles derived from the study of simple skills do not generalize to complex skill learning. <i>Psychonomic Bulletin  			Review, 9</i>(2), 185-211. doi: 10.3758/BF03196276 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1646-107X201300030000800039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Zetou, E.; Michalopoulou, M., Giazitzi, K., &amp; Kioumourtzoglou, E. (2007). Contextual interference effects in learning volleyball skills. <i>Perceptual  			and Motor Skills, 104</i>(3), 995-1004. doi: 10.2466/pms.104.3.995-1004 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-107X201300030000800040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p> 		    <p> 			<i><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia:</a><a name="c0"></a></i> 			Thiago de Oliveira Souza, Laborat&oacute;rio de Comportamento Motor, Escola de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte, Universidade de S&atilde;o Paulo, Avenida Professor Mello  			Moraes, 65, Cidade Universit&aacute;ria, S&atilde;o Paulo, SP, CEP: 05508030, Brasil. 			<i>	E-mail:</i> <a href="mailto:thiagosouza@usp.br">thiagosouza@usp.br</a> 		</p> 				 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Submetido: 26.06.2012   &brvbar;   Aceite: 15.05.2013</p> 	     ]]></body><back>
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