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<institution><![CDATA[,Universidade de Coimbra Faculdade de Letras Departamento de Geografia e Turismo]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>EDITORIAL</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Editorial</b></p>     <p><b>Editorial</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Santana, Paula</b><sup>1</sup></p>     <p><sup>1</sup> CEGOT | Departamento de Geografia e Turismo da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Col&eacute;gio de S&atilde;o Jer&oacute;nimo, 3004-530 Coimbra, Portugal. <a href="mailto:paulasantana.cegot@gmail.com">paulasantana.cegot@gmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>O primeiro n&uacute;mero de 2019 n&atilde;o tem&aacute;tico da revista GOT re&uacute;ne 10 artigos, selecionados entre os 44 recebidos, que tratam temas no &acirc;mbito da geogr&aacute;fica e do ordenamento do territ&oacute;rio. A revis&atilde;o destes textos foi efetuada por 50 avaliadores, alguns dos quais tiveram a seu cargo mais do que um texto. Quero agradecer aos membros da comiss&atilde;o editorial, aos autores e aos avaliadores o cuidado e o empenho nas sucessivas revis&otilde;es dos textos, trabalho essencial para garantir a qualidade desta edi&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Dos dez textos, sete s&atilde;o relativos ao Brasil (desde S&atilde;o Paulo, &agrave;s cidades e &aacute;reas rurais da Amaz&oacute;nia), dois apresentam como &aacute;rea de estudo munic&iacute;pios ou partes de munic&iacute;pios da &Aacute;rea Metropolitana de Lisboa e o ultimo leva-nos at&eacute; Marrocos.</p>     <p>Este n&uacute;mero da GOT revela n&atilde;o s&oacute; diversidade geogr&aacute;fica como tamb&eacute;m diversidade tem&aacute;tica. No s&eacute;timo artigo os autores analisam a intensidade e a evolu&ccedil;&atilde;o hor&aacute;ria da ilha de calor e seca em Pen&aacute;polis, uma cidade pequena do noroeste do estado de S&atilde;o Paulo, de acordo com os diferentes tipos de tempo. Conclu&iacute;ram qua a ilha de calor e seca atuaram concomitantemente na &aacute;rea urbana, principalmente em dias de estabilidade atmosf&eacute;rica (ventos fracos e sem precipita&ccedil;&atilde;o). Al&eacute;m disso, destaca-se que ambas tamb&eacute;m tiveram suas intensidades m&aacute;ximas nos meses de var&atilde;o, aumentando os desconfortos t&eacute;rmicos.</p>     <p>No primeiro, sexto e nono artigos a Amaz&oacute;nia Brasileira est&aacute; em foco. No sexto, apresenta os aspetos sociais e demogr&aacute;ficos do territ&oacute;rio rural da Amaz&ocirc;nia brasileira, utilizando abordagem qualitativa. Revela a fuga dos jovens adultos para centros urbanos, principalmente as mulheres, as condi&ccedil;&otilde;es sociais de moradia e de saneamento bastante prec&aacute;rias, principalmente com o abastecimento e acesso a &aacute;gua encanada. O nono texto apresenta a evolu&ccedil;&atilde;o morfol&oacute;gica dos padr&otilde;es de assentamentos de reforma agr&aacute;ria na Amaz&ocirc;nia Oriental em quatro per&iacute;odos: Pombalino, Borracha, Militar e Contempor&acirc;neo. Os resultados t&ecirc;m por base a correla&ccedil;&atilde;o entre as fun&ccedil;&otilde;es dos cursos d'&aacute;gua e sua relev&acirc;ncia para os planos de coloniza&ccedil;&atilde;o/assentamento.</p>     <p>Ainda referindo o Norte da Amaz&ocirc;nia brasileira, o primeiro artigo &eacute; relativo ao licenciamento ambiental no estado de Amap&aacute;, procurando afirmar a complexidade e a complementaridade desses instrumentos e sua aplica&ccedil;&atilde;o em territ&oacute;rios singulares, que apresentam &aacute;reas protegidas e incipientes atividades econ&oacute;micas pass&iacute;veis de gerarem significativos impactos.</p>     <p>O terceito texto apresenta o percurso hist&oacute;rico e a evolu&ccedil;&atilde;o da implementa&ccedil;&atilde;o do cadastro territorial urbano no Brasil. Parte-se do pressuposto de que a sua evolu&ccedil;&atilde;o est&aacute; diretamente ligada &agrave; din&acirc;mica do processo de municipaliza&ccedil;&atilde;o e de ocupa&ccedil;&atilde;o territorial do pa&iacute;s, ampliada a partir da Constitui&ccedil;&atilde;o de 1946. Termina em 2009, apresentando as diretrizes para a elabora&ccedil;&atilde;o do cadastro territorial urbano, sob a perspetiva multifinalit&aacute;ria.</p>     <p>No segundo e d&eacute;cimo textos continuamos no Brasil. No segundo, os autores identificam os indicadores de sustentabilidade socioambientais na Comunidade de Rolim de Moura do Guapor&eacute;, utilizando m&eacute;todos qualitativos, apresentam uma matriz (PEIR) e sugerem mudan&ccedil;as nas atuais pol&iacute;ticas p&uacute;blicas aplicadas em comunidades tradicionais, visando minimizar as problem&aacute;ticas ambientais. O d&eacute;cimo texto &eacute; relativo ao &iacute;ndice de Cobertura Vegetal e &Iacute;ndice Visual de Verde (indicadores de qualidade ambiental urbana). Neste artigo conclui-se que h&aacute; necessidade de incluir a an&aacute;lise da vegeta&ccedil;&atilde;o vertical nos estudos de qualidade ambiental urbana.</p>     <p>Os textos quinto e oitavo ilustram casos de estudo em Portugal: o quinto relativo a uma proposta de afeta&ccedil;&atilde;o social das mais-valias urban&iacute;sticas; partindo do que estabelece a Lei n&ordm;31/2014 &ndash; LBGPPSOTU, clarifica o que deve ser entendido como afeta&ccedil;&atilde;o social das mais-valias. A pesquisa baseia-se numa investiga&ccedil;&atilde;o conduzida no concelho de Alcochete. O oitavo texto est&aacute; orientado para as quest&otilde;es da sustentabilidade Sociocultural na paisagem urbana hist&oacute;rica e multicultural no Bairro da Mouraria (Lisboa).</p>     <p>Por fim o quarto texto, relativo &agrave; &aacute;rea de montanha do Rif Central de Marrocos, apresenta como grande desvantagem para o desenvolvimento sustent&aacute;vel desta &aacute;rea as mudan&ccedil;as globais, incluindo transforma&ccedil;&otilde;es sociais, ambientais e econ&oacute;micas.</p>      ]]></body>
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