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<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Saúde Pública]]></journal-title>
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<publisher-name><![CDATA[Escola Nacional de Saúde Pública]]></publisher-name>
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<article-id>S0870-90252013000200007</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.1016/j.rpsp.2013.05.003</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Práticas de marketing interno nas organizações de saúde e a sua influência na motivação dos colaboradores]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Hospital da Universidade de Coimbra Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra Serviço de Pneumologia A]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Universidade da Beira Interior Departamento de Gestão e Economia ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Internal Marketing (IM) was introduced as a management tool with the purpose of developing organizations focused on their costumers and on enabling their employees to achieve the organizational goals. The primary objective of this research was to verify if the existing methodologies of IM, influence employees' motivation and if these practices, as well as the motivation factors, differ if and when the organization applies either a model of Public Management or an Innovative one. To this end, we performed a descriptive study, which included 234 nurses working in hospitals EPE (Public management model) and UCC (Innovative management model), aged between 23 and 58 years old. The results showed that the healthcare organizations studied use internal marketing strategies, despite the fact that they perceived it to be low, and that these influence the motivation of employees. It was also verified that there are significant differences in the IM procedures and motivation of the employees between EPE hospitals and UCC although only in some dimensions.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Marketing interno]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Organizações de saúde]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <P align="right"><b>ARTIGOS DE REVIS&Atilde;O</b></P>      <p>&nbsp;</p>     <p><b>Pr&aacute;ticas de marketing interno nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de e a sua influ&ecirc;ncia na motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores</b></p>     <p><b>Internal marketing practices in organizations health and its influence on employee motivation</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Daniela Filipa Az&ecirc;do<sup>a</sup><a href="#c0">*</a><a name="topc0"></a>, Maria Helena Alves<sup>b</sup> </b></p>     <p><sup>a</sup>Servi&ccedil;o de Pneumologia A, Centro Hospitalar e Universit&aacute;rio de Coimbra, Hospital da Universidade de Coimbra, EPE, Coimbra, Portugal</p>    <p><sup>b</sup>Departamento de Gest&atilde;o e Economia, Universidade da Beira Interior, Covilh&atilde;, Portugal</p>		     <p>&nbsp;</p>	     <p><b>RESUMO</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O marketing interno (MI) surge como uma ferramenta de gest&atilde;o que tem como principal objetivo desenvolver uma organiza&ccedil;&atilde;o centrada no cliente, motivando e capacitando os seus colaboradores para alcan&ccedil;ar os objetivos organizacionais.</p>    <p>Esta investiga&ccedil;&atilde;o tem como principal objetivo verificar se a exist&ecirc;ncia de pr&aacute;ticas de MI influenciam a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores e ainda se estas pr&aacute;ticas, bem como a motiva&ccedil;&atilde;o, divergem consoante a organiza&ccedil;&atilde;o tenha um modelo de gest&atilde;o p&uacute;blica ou um modelo inovador. Para tal, realizou-se um estudo descritivo onde participaram 234 enfermeiros que trabalham em hospitais EPE (modelo de gest&atilde;o p&uacute;blica) e UCC (modelo de gest&atilde;o inovador), com idades compreendidas entre os 23-58 anos de idade.</p>    <p>Os resultados indicaram que as organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de estudadas recorrem a estrat&eacute;gias de MI, apesar de a sua perce&ccedil;&atilde;o ser baixa, e que estas influenciam a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores. Verificou-se ainda que existem diferen&ccedil;as significativas nos procedimentos de MI e na motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores entre hospitais EPE e UCC embora apenas em algumas dimens&otilde;es.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Marketing interno, Motiva&ccedil;&atilde;o, Organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de, Modelos de gest&atilde;o</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Internal Marketing (IM) was introduced as a management tool with the purpose of developing organizations focused on their costumers and on enabling their employees to achieve the organizational goals.</p>    <p>The primary objective of this research was to verify if the existing methodologies of IM, influence employees' motivation and if these practices, as well as the motivation factors, differ if and when the organization applies either a model of Public Management or an Innovative one. To this end, we performed a descriptive study, which included 234 nurses working in hospitals EPE (Public management model) and UCC (Innovative management model), aged between 23 and 58 years old.</p>    <p>The results showed that the healthcare organizations studied use internal marketing strategies, despite the fact that they perceived it to be low, and that these influence the motivation of employees. It was also verified that there are significant differences in the IM procedures and motivation of the employees between EPE hospitals and UCC although only in some dimensions.</p>     <p><b>Keywords: </b>Internal marketing. Motivation. Health organizations. Management models. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>    <p>Face &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o e &agrave;s transforma&ccedil;&otilde;es sociodemogr&aacute;ficas e pol&iacute;ticas dos &uacute;ltimos anos, as organiza&ccedil;&otilde;es sentiram necessidade de transformar os seus modelos de gest&atilde;o em modelos mais eficientes e adequados &agrave;s reais necessidades dos mercados<sup>1</sup>. O potencial humano passa a ser considerado um dos principais recursos da organiza&ccedil;&atilde;o<sup>2</sup><sup>, </sup><sup>3</sup>, sendo os colaboradores considerados fundamentais para que a organiza&ccedil;&atilde;o atinja o sucesso<sup>3</sup>. Assim, &eacute; necess&aacute;rio atender e satisfazer as suas necessidades, afigurando-se necess&aacute;ria a sua motiva&ccedil;&atilde;o<sup>4</sup> atrav&eacute;s do marketing direcionado para o seio da empresa, o marketing interno (MI), devendo este preceder a qualquer processo de marketing externo<sup>5</sup><sup>, </sup><sup>6</sup><sup>, </sup><sup>7</sup>. O MI surge como um meio para alcan&ccedil;ar os objetivos das organiza&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s da motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores<sup>1</sup><sup>, </sup><sup>8</sup>, pois este ajuda na conquista e manuten&ccedil;&atilde;o do cliente interno<sup>9</sup>.</p>    <p>Apesar de ainda nem todas as empresas adotarem este conceito, diversos estudos demonstraram a rela&ccedil;&atilde;o do MI com a satisfa&ccedil;&atilde;o dos colaboradores<sup>10</sup> e com a sua motiva&ccedil;&atilde;o e reten&ccedil;&atilde;o<sup>11</sup>. Contudo, trabalhos que tenham estudado o MI no &acirc;mbito das organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de s&atilde;o ainda escassos.</p>    <p>Por sua vez, a influ&ecirc;ncia do MI na &aacute;rea da motiva&ccedil;&atilde;o do trabalho, tamb&eacute;m no caso portugu&ecirc;s, tem sido pouco estudada, sobretudo no contexto das organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de. Neste sentido, a presente investiga&ccedil;&atilde;o tem como objetivo geral verificar se a exist&ecirc;ncia de pr&aacute;ticas de MI influencia a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores e ainda se estas pr&aacute;ticas bem como a motiva&ccedil;&atilde;o divergem consoante a organiza&ccedil;&atilde;o tenha um modelo de gest&atilde;o p&uacute;blica ou inovador.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Marketing interno</b></p>    <p>O conceito de MI associado &agrave;s organiza&ccedil;&otilde;es surgiu na literatura de marketing e gest&atilde;o de servi&ccedil;os, no final da d&eacute;cada de 70<sup>12</sup>. Foi mais tarde referido por George<sup>13</sup>, Thomphson et al.<sup>14</sup> e Murray<sup>15</sup>, mas s&oacute; entrou no discurso de gest&atilde;o quando este definiu o MI como a considera&ccedil;&atilde;o dos colaboradores como clientes internos<sup>1</sup><sup>, </sup><sup>16</sup>.</p>    <p>Segundo Ahmed e Rafiq<sup>1</sup> e Schuttz<sup>17</sup>, este termo foi proposto por Berry et al.<sup>2</sup> para solucionar o problema da presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de qualidade. No entanto, apesar da crescente literatura existente sobre MI, poucas s&atilde;o as organiza&ccedil;&otilde;es que colocam este conceito em pr&aacute;tica, sobretudo devido ao facto de existir uma grande variedade de defini&ccedil;&otilde;es<sup>18</sup>.</p>    <p>Assim, Ahmed e Rafiq<sup>1</sup><sup>, </sup><sup>19</sup> referem que &eacute; necess&aacute;rio clarificar as defini&ccedil;&otilde;es de MI para que este possa ser operacionalizado como um paradigma de mudan&ccedil;a organizacional. Segundo estes investigadores, o conceito de MI ter&aacute; come&ccedil;ado por uma focaliza&ccedil;&atilde;o na motiva&ccedil;&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o dos colaboradores. A principal raz&atilde;o residiu no facto das ra&iacute;zes do MI se centrarem no esfor&ccedil;o para melhorar o servi&ccedil;o de qualidade<sup>1</sup><sup>, </sup><sup>19</sup><sup>, </sup><sup>20</sup><sup>, </sup><sup>21</sup>.</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Posteriormente, o conceito de MI foi desenvolvido al&eacute;m dos n&iacute;veis de motiva&ccedil;&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o dos colaboradores, englobando a perspetiva de se ter profissionais motivados, centrados no cliente e focalizados para vendas<sup>19</sup><sup>, </sup><sup>22</sup>. Assim, o objetivo do MI passou a ser motivar e ter colaboradores conscientes relativamente &agrave;s necessidades do cliente<sup>23</sup><sup>, </sup><sup>24</sup>.</p>    <p>Mais tarde, o MI come&ccedil;ou a ser visto como uma ferramenta de gest&atilde;o dos colaboradores para concretizar os objetivos organizacionais<sup>1</sup>, englobando a motiva&ccedil;&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o dos profissionais, a orienta&ccedil;&atilde;o para o cliente e a sua satisfa&ccedil;&atilde;o, a coordena&ccedil;&atilde;o interfuncional e a integra&ccedil;&atilde;o, bem como a implementa&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias funcionais e empresariais.</p>    <p>Em suma, o MI &eacute; &laquo;um conceito vasto, definindo uma estrat&eacute;gia de gest&atilde;o que tem por objetivo essencial desenvolver uma organiza&ccedil;&atilde;o virada para o cliente, capaz de compreender o seu pr&oacute;prio neg&oacute;cio e produtos e de se relacionar com os clientes servindo-os com qualidade&raquo;<sup>25</sup>.</p>    <p><i>Pr&aacute;ticas de marketing interno</i></p>    <p>A aplica&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas de marketing nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de &eacute; um fen&oacute;meno relativamente recente<sup>26</sup> e para que estas pr&aacute;ticas de MI funcionem convenientemente este deve estar integrado na filosofia da gest&atilde;o das empresas, mas deve tamb&eacute;m oferecer aos seus clientes internos algo pelo qual eles se interessem e acreditem e que fa&ccedil;a com que estes &laquo;comprem o produto&raquo;<sup>25</sup>.</p>    <p>No sentido de alcan&ccedil;ar este objetivo deve recorrer-se a um conjunto de pr&aacute;ticas de forma continuada, coerente e integrada<sup>25</sup>. Assim, Jou, Chou e Lu<sup>27</sup>, partindo das 4 pr&aacute;ticas de MI enunciadas por Collins e Payne<sup>28</sup>, chegaram &agrave; conclus&atilde;o que o mesmo &eacute; determinado por 6 tipos de fatores, nomeadamente: (i) a empatia e considera&ccedil;&atilde;o (dizem respeito &agrave;s necessidades pessoais dos profissionais); (ii) o <i>benchmarking</i> (determina o que os concorrentes oferecem aos seus empregados e &eacute; uma forma de compreender as expetativas dos clientes internos/profissionais); (iii) a qualidade do trabalho (este aspeto envolve o valor financeiro e emocional associado ao trabalho dos clientes internos); (iv) a comunica&ccedil;&atilde;o ascendente (considera a oportunidade dos colaboradores no sentido de comunicarem as suas insatisfa&ccedil;&otilde;es e sugest&otilde;es); (v) a rela&ccedil;&atilde;o e partilha de informa&ccedil;&otilde;es (s&atilde;o os programas internos utilizados pelos gestores para transmitirem mensagens, miss&otilde;es e valores aos seus colaboradores); e (vi) atividade promocional (visam promover atividades que envolvam os colaboradores e que os levem a alcan&ccedil;ar os objetivos organizacionais). Estes 6 fatores, posteriormente medidos por diversas vari&aacute;veis, constituem o instrumento desenvolvido por Jou, Chou e Lu<sup>27</sup>.</p>    <p>Jou, Chou e Lu<sup>27</sup> afirmam que o MI influencia a satisfa&ccedil;&atilde;o profissional, o comportamento orientado para o cliente, o suporte organizacional, o comprometimento organizacional e a socializa&ccedil;&atilde;o dos grupos de trabalho, o que por sua vez ir&aacute; influenciar a satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente. Estas vari&aacute;veis ser&atilde;o potenciadas pela estrat&eacute;gia da organiza&ccedil;&atilde;o orientada para o cliente, a delega&ccedil;&atilde;o e a avalia&ccedil;&atilde;o do comportamento<sup>29</sup><sup>, </sup><sup>30</sup>.</p>    <p>Deste modo, a motiva&ccedil;&atilde;o devido &agrave; sua estreita rela&ccedil;&atilde;o com a satisfa&ccedil;&atilde;o dos colaboradores<sup>1</sup><sup>, </sup><sup>31</sup> aparece como uma grande preocupa&ccedil;&atilde;o das organiza&ccedil;&otilde;es e deve ser trabalhada e mantida atrav&eacute;s da implementa&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas de MI.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Motiva&ccedil;&atilde;o</b></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As organiza&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m como desafio a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores, ou seja, fazer com que os seus colaboradores se tornem decididos, confiantes, comprometidos, estimulados e, fundamentalmente, que consigam atingir os objetivos da organiza&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do trabalho desenvolvido<sup>32</sup>. Fazendo uma breve revis&atilde;o da literatura verifica-se que a motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos fatores que mais afetam a produtividade nas organiza&ccedil;&otilde;es<sup>4</sup> e, por outro lado, &eacute; um dos mais importantes meios para que os colaboradores atinjam os objetivos organizacionais atrav&eacute;s do bom desempenho das suas fun&ccedil;&otilde;es<sup>33</sup>. No sector da sa&uacute;de, equipas de enfermagem motivadas e comprometidas com a organiza&ccedil;&atilde;o criam estabilidade que, por sua vez, constr&oacute;i uma base s&oacute;lida para o desenvolvimento estrat&eacute;gico, sobretudo nas &aacute;reas de melhoria da qualidade e mudan&ccedil;a organizacional<sup>34</sup><sup>, </sup><sup>35</sup>.</p>    <p>Segundo diversos autores<sup>36</sup><sup>, </sup><sup>37</sup><sup>, </sup><sup>38</sup>, motiva&ccedil;&atilde;o s&atilde;o for&ccedil;as internas ao indiv&iacute;duo que iniciam, conduzem e direcionam o comportamento de um indiv&iacute;duo, bem como o seu n&iacute;vel de intensidade face a determinados objetivos.</p>    <p>Os colaboradores motivados atingem a autorrealiza&ccedil;&atilde;o laboral, sendo para isso necess&aacute;rio que a organiza&ccedil;&atilde;o demonstre respeito pelo seu trabalho, crie incentivos para que desenvolvam novas ideias e aumentem o seu empenho e qualidade no trabalho realizado. Estudos sobre a motiva&ccedil;&atilde;o no trabalho consideram as condi&ccedil;&otilde;es no trabalho o elemento chave respons&aacute;vel pelo alcance de objetivos, qualidade e intensidade do comportamento no trabalho<sup>39</sup>.</p>    <p>A motiva&ccedil;&atilde;o encontra-se associada a necessidades, expetativas, incentivos e objetivos individuais, refor&ccedil;os positivos, reconhecimento, tomada de decis&atilde;o no seu grupo de trabalho. Neste sentido, cada vez mais estas medidas s&atilde;o adotadas pelos gestores das organiza&ccedil;&otilde;es de forma a motivar os seus colaboradores e diminuir a dist&acirc;ncia entre o n&iacute;vel hier&aacute;rquico<sup>40</sup>.</p>    <p><i>Teorias da motiva&ccedil;&atilde;o</i></p>    <p>Nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, as teorias que surgiram baseiam-se fundamentalmente na identifica&ccedil;&atilde;o dos fatores pessoais desencadeadores da motiva&ccedil;&atilde;o das pessoas<sup>41</sup> e a investiga&ccedil;&atilde;o realizada tem tido como principal objetivo perceber a origem da motiva&ccedil;&atilde;o, os contextos dos quais a mesma resulta<sup>42</sup><sup>, </sup><sup>43</sup> e os contributos no contexto das organiza&ccedil;&otilde;es.</p>    <p>Segundo Rego<sup>40</sup><sup>, </sup><sup>44</sup>, as v&aacute;rias teorias que procuram estudar e compreender a motiva&ccedil;&atilde;o podem ser classificadas em 2 tipos: teorias do conte&uacute;do e teorias de processo.</p>    <p>As teorias do conte&uacute;do procuram perceber o que motiva as pessoas no trabalho, ou seja, os seus autores procuram a &laquo;identifica&ccedil;&atilde;o das necessidades versus impulso que as pessoas t&ecirc;m e como nesse processo necessidades/impulsos s&atilde;o estabelecidas as prioridades, de forma a identificar na pr&aacute;tica com que tipo de incentivos ou objetivos as pessoas se esfor&ccedil;am por alcan&ccedil;ar e obter satisfa&ccedil;&atilde;o e bom desempenho&raquo;<sup>39</sup>. Por sua vez, as teorias do processo descrevem e analisam o processo pelo qual o comportamento &eacute; ativado, dirigido, mantido ou paralisado<sup>32</sup><sup>, </sup><sup>40</sup>. Estas procuram explicar a din&acirc;mica de desenvolvimento da motiva&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s da an&aacute;lise intr&iacute;nseca das atitudes humanas. Desta forma, as principais teorias do conte&uacute;do s&atilde;o: a Teoria da Hierarquia das Necessidades, a Teoria ERG <i>(Existence Relatedness and Growth)</i>, Teoria das Necessidades, Teoria dos 2 Fatores, Teoria do Work Design, enquanto dentro das teorias do processo se distinguem a Teoria das Expetativas, a Teoria da Motiva&ccedil;&atilde;o Intr&iacute;nseca e do Envolvimento e a Teoria dos Objetivos (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t1"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Segundo Steers, Mowday e Shapiro<sup>40</sup>, as teorias mais marcantes na &aacute;rea da motiva&ccedil;&atilde;o organizacional s&atilde;o as descritas na <a href="#t1">Tabela 1</a>, pois os trabalhos mais recentes t&ecirc;m sido apenas desenvolvimentos destas teorias ou baseados nestas teorias e representam a investiga&ccedil;&atilde;o neste campo relativa &agrave;s &uacute;ltimas d&eacute;cadas. As teorias do conte&uacute;do representam uma vis&atilde;o da motiva&ccedil;&atilde;o no trabalho de uma forma est&aacute;tica e apenas preocupada com a identifica&ccedil;&atilde;o dos fatores associados &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o, enquanto as teorias do processo representam uma an&aacute;lise mais din&acirc;mica da motiva&ccedil;&atilde;o no trabalho, levando em considera&ccedil;&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es causais atrav&eacute;s do tempo e de determinados eventos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Desenho da investiga&ccedil;&atilde;o</b></p>    <p><i>Hip&oacute;teses</i></p>    <p>Segundo Steers, Mowday e Shapiro<sup>40</sup> s&atilde;o diversas as teorias que pretendem explicar a motiva&ccedil;&atilde;o, sendo que algumas se centram no conte&uacute;do da fun&ccedil;&atilde;o e outras no processo inerente &agrave; fun&ccedil;&atilde;o. Contudo, pode observar-se na <a href="#t1">Tabela 1</a> que praticamente todas elas envolvem dimens&otilde;es ou vari&aacute;veis que s&atilde;o consideradas por Jou, Chou e Lu<sup>27</sup> como fazendo parte das pr&aacute;ticas de MI. Neste sentido, parece plaus&iacute;vel estabelecer a seguinte hip&oacute;tese:    <p><b>Hip&oacute;tese 1</b></p>    <p>A exist&ecirc;ncia de pr&aacute;ticas de MI nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de aumenta a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores.</p></p>    <p>Por outro lado, dado que diferentes organiza&ccedil;&otilde;es possuem diferentes modelos de gest&atilde;o, parece tamb&eacute;m plaus&iacute;vel que as pr&aacute;ticas de MI existentes nessas organiza&ccedil;&otilde;es possam ser diferentes e que, desta forma, a influ&ecirc;ncia das pr&aacute;ticas de MI sobre a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores tamb&eacute;m seja diferente.</p>    <p>Segundo os Decretos-Lei n.&deg; 233/2005 e 101/2006<sup>45</sup><sup>, </sup><sup>46</sup>, as principais diferen&ccedil;as entre os modelos de gest&atilde;o p&uacute;blica e gest&atilde;o inovadora, podem ser sintetizadas nos seguintes aspetos: capital estatut&aacute;rio, modelos de gest&atilde;o, regime de contrata&ccedil;&atilde;o, financiamento e popula&ccedil;&atilde;o-alvo.</p>    <p>Por forma a compreender a ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas de MI &eacute; necess&aacute;rio fazer uma clarifica&ccedil;&atilde;o da defini&ccedil;&atilde;o do modelo dos cuidados continuados e dos hospitais EPE, respetivamente. Com base nos Decretos-Lei n.&deg; 233/2005 e 101/2006<sup>46</sup><sup>, </sup><sup>47</sup>, as principais diferen&ccedil;as entre os 2 modelos de gest&atilde;o podem ser sintetizadas nos seguintes aspetos:     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&#8226; Capital estatu&aacute;rio, ou seja, os hospitais EPE s&atilde;o um bem p&uacute;blico e os CCI s&atilde;o um bem privado;</p>    <p>&#8226; Modelo de gest&atilde;o centralizado nos hospitais EPE, verificando-se que o Ministro das Finan&ccedil;as e da Sa&uacute;de tem superintend&ecirc;ncia e tutela, pelo contr&aacute;rio nos CCI existe descentraliza&ccedil;&atilde;o do modelo de gest&atilde;o o n&atilde;o se verifica qualquer regime de tutela. Consoante o modelo de gest&atilde;o adotado poder&atilde;o surgir implica&ccedil;&otilde;es em termos de autonomia nas decis&otilde;es e ado&ccedil;&atilde;o nas pr&aacute;ticas de MI;</p>    <p>&#8226; O regime de contrata&ccedil;&atilde;o de recursos humanos nos hospitais EPE &eacute; realizado segundo o C&oacute;digo de Trabalho e legisla&ccedil;&atilde;o em vigor, enquanto nos CCI, relativamente a esta mat&eacute;ria, se refere apenas que a pol&iacute;tica de recursos humanos tem em conta profissionais devidamente qualificados e prev&ecirc; a forma&ccedil;&atilde;o inicial e cont&iacute;nua, n&atilde;o fazendo qualquer refer&ecirc;ncia ao regime de contrata&ccedil;&atilde;o. Assim, de um modo geral, observa-se que nas UCC o v&iacute;nculo profissional &eacute; de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os, enquanto nos hospitais EPE predominam o regime de contrato;</p>    <p>&#8226; O financiamento nos hospitais EPE &eacute; realizado mediante a Lei de Bases, enquanto nos CCI o financiamento &eacute; da responsabilidade do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, comparticipado pela Seguran&ccedil;a Social e em alguns casos suportado pela pessoa com depend&ecirc;ncia, segundo a tipologia da rede;</p>    <p>&#8226; Apesar do objetivo base ser o mesmo, na presta&ccedil;&atilde;o de cuidados de sa&uacute;de existem algumas diferen&ccedil;as em termos de popula&ccedil;&atilde;o-alvo e de tipologia de cuidados de sa&uacute;de. A principal popula&ccedil;&atilde;o das CCI s&atilde;o pessoas idosas com depend&ecirc;ncia funcional, enquanto nos hospitais EPE s&atilde;o pessoas de todas as faixas et&aacute;rias que se encontrem em situa&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;a aguda.</p> </p>    <p>Considera-se assim, que nos hospitais de modelo de gest&atilde;o p&uacute;blica est&atilde;o previstas estrat&eacute;gias e pol&iacute;ticas de recursos humanos por decreto-lei, contrariamente ao verificado nos modelos de gest&atilde;o inovadora, em que n&atilde;o est&atilde;o previstas ou definidas quaisquer estrat&eacute;gias de recursos humanos. Dentro das estrat&eacute;gias de recursos humanos, poderemos identificar as relacionadas com as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, com a avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho, com perspetivas de carreira e com a realiza&ccedil;&atilde;o pessoal e profissional. Logo, especula-se que os colaboradores estejam mais motivados numa organiza&ccedil;&atilde;o que lhe ofere&ccedil;a melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, em que haja perspetivas de carreira e valoriza&ccedil;&atilde;o pessoal e profissional. Neste sentido prop&otilde;e-se a seguinte hip&oacute;tese:    <p><b>Hip&oacute;tese 2</b></p>    <p>Nos hospitais de modelo de gest&atilde;o p&uacute;blica os colaboradores sentem-se mais motivados do que nos modelos de gest&atilde;o inovadora.</p></p>    <p>Por outro lado, o Sistema Nacional de Sa&uacute;de, ao qual pertencem os hospitais de gest&atilde;o p&uacute;blica, organizou-se de forma a garantir a otimiza&ccedil;&atilde;o e efici&ecirc;ncia. Como tal, as suas grandes preocupa&ccedil;&otilde;es foram em termos de gest&atilde;o eficiente quer a n&iacute;vel econ&oacute;mico quer a n&iacute;vel de recursos humanos. No entanto, nos sistemas de gest&atilde;o inovadora n&atilde;o est&atilde;o previstas estas necessidades de organiza&ccedil;&atilde;o.</p>    <p>Desta forma, sendo o MI uma estrat&eacute;gia de gest&atilde;o de recursos humanos<sup>47</sup>(George, 1990) e havendo uma maior preocupa&ccedil;&atilde;o e rentabiliza&ccedil;&atilde;o dos mesmos recursos, especula-se que nos hospitais de gest&atilde;o p&uacute;blica adotem pr&aacute;ticas de MI mais desenvolvidas dos que nos modelos de gest&atilde;o inovadora. Pelo que se pode estabelecer a seguinte hip&oacute;tese:    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Hip&oacute;tese 3</b></p>    <p>Os hospitais de modelo de gest&atilde;o p&uacute;blica t&ecirc;m pr&aacute;ticas de MI mais desenvolvidas do que nos modelos de gest&atilde;o inovadora.</p></p>    <p><i>Defini&ccedil;&atilde;o da amostra</i></p>    <p>De entre as v&aacute;rias tipologias de modelos de gest&atilde;o p&uacute;blica escolheram-se os hospitais EPE por serem os que representam o maior n&uacute;mero de hospitais em Portugal e, dentro do inovador, optou-se pela tipologia dos cuidados continuados integrados (CCI), uma vez que s&atilde;o um modelo em expans&atilde;o e com representatividade, atualmente existem 5.000 camas em Portugal<sup>48</sup>.</p>    <p>Assim, no sentido de alcan&ccedil;ar o objetivo proposto, optou-se por uma amostra n&atilde;o probabil&iacute;stica por conveni&ecirc;ncia e por redes ou tamb&eacute;m conhecida como bola de neve. A amostra &eacute; constitu&iacute;da por 234 enfermeiros, dos quais 135 trabalhavam em hospitais EPE e 99 em UCC, sendo maioritariamente (68) indiv&iacute;duos do sexo feminino, tanto nos hospitais EPE como nas UCC. Em termos de idade, a amostra estudada &eacute; constitu&iacute;da por enfermeiros com idades compreendidas entre os 22-58 anos. Em ambas as organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de a amostra &eacute; considerada jovem, embora nos hospitais EPE existam elementos em praticamente todas as faixas et&aacute;rias, contrariamente &agrave;s UCC.</p>    <p><i>M&eacute;todo de recolha de dados</i></p>    <p>Sendo esta uma pesquisa descritiva, optou-se por recorrer a um inqu&eacute;rito por question&aacute;rio, visto que se pretendia recolher grande n&uacute;mero de informa&ccedil;&atilde;o de car&aacute;cter particular<sup>49</sup>.</p>    <p>O question&aacute;rio aplicado neste estudo era constitu&iacute;do por 3 partes. Na primeira parte do question&aacute;rio pretendia-se recolher informa&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ricas, de car&aacute;cter sociodemogr&aacute;fico. Na segunda parte pretendia-se recolher informa&ccedil;&otilde;es sobre as pr&aacute;ticas de MI, como tal recorreu-se ao question&aacute;rio de MI &- adaptado do instrumento desenvolvido por Jou, Chou e Lu<sup>27</sup>. Aos inquiridos foi-lhes apresentado um conjunto de 26 proposi&ccedil;&otilde;es, sob a forma de escala tipo Likert com 7 pontos, cujos extremos variavam entre 1 (&laquo;Discordo Completamente&raquo;) e 7 (&laquo;Concordo Completamente&raquo;). Na terceira parte pretendia-se recolher informa&ccedil;&otilde;es sobre a motiva&ccedil;&atilde;o e para isso recorreu-se &agrave; escala Multi-Moti &- Escala Multi-fatorial de motiva&ccedil;&atilde;o no trabalho de Ferreira, Diogo, Ferreira e Valente<sup>50</sup>. Esta escala &eacute; constitu&iacute;da por um conjunto de 28 afirma&ccedil;&otilde;es sob a forma de escala tipo Likert com 5 graus, indo de: 1 (&laquo;Discordo Totalmente&raquo;) a 5 (&laquo;Concordo Totalmente&raquo;).</p>    <p>Ap&oacute;s definido o instrumento de recolha de dados foi realizado um pr&eacute;-teste a 20 enfermeiros com o objetivo de assegurar que as expetativas da investiga&ccedil;&atilde;o fossem alcan&ccedil;adas e diminuir poss&iacute;veis erros existentes<sup>51</sup>.</p>    <p>No presente estudo optou-se inicialmente por selecionar 2 organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de (hospital EPE e UCC), &agrave;s quais depois de pedida a devida autoriza&ccedil;&atilde;o se aplicaram os question&aacute;rios. Contudo, devido ao n&uacute;mero reduzido de respostas nestas 2 institui&ccedil;&otilde;es, optou-se por recorrer a outra t&eacute;cnica de amostragem &- a t&eacute;cnica bola de neve &- aplicada de acordo com o seguinte crit&eacute;rio: enfermeiros que trabalhassem h&aacute; pelo menos ano e cuja antiguidade na institui&ccedil;&atilde;o fosse superior a um ano, uma vez que se entendeu que s&oacute; a partir de um ano o colaborador poderia ter um entendimento da sua institui&ccedil;&atilde;o. O question&aacute;rio foi aplicado entre dezembro de 2009 e fevereiro de 2010.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Apresenta&ccedil;&atilde;o e discuss&atilde;o dos resultados</b></p>    <p><i>Caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra</i></p>    <p>A amostra &eacute; constitu&iacute;da por enfermeiros que trabalhavam em 7 unidades de cuidados continuados (nas regi&otilde;es de Braga, Aveiro, Coimbra, Guarda e Set&uacute;bal) e 11 hospitais EPE (nas regi&otilde;es de Coimbra, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Lisboa e Faro). Na amostra em estudo predomina a categoria profissional de enfermeiro com 33,3 nos hospitais EPE e 41 nas UCC, seguida das categorias dos enfermeiros graduados e especialistas, com 15,4 e 6,8 (da amostra total nos hospitais EPE, respetivamente). Nas UCC praticamente s&oacute; existe a categoria de enfermeiro.</p>    <p>Em termos de v&iacute;nculo, a categoria mais representada &eacute; a exist&ecirc;ncia de contrato com a institui&ccedil;&atilde;o (29,1 nos hospitais EPE e 15 nas UCC). Nos hospitais EPE cerca de 27,8 da amostra pertence ao quadro da institui&ccedil;&atilde;o (contra apenas 3,4 nas UCC). Verifica-se ainda que nas UCC cerca de 12,8 da amostra s&atilde;o prestadores de servi&ccedil;os e 11,1 s&atilde;o estagi&aacute;rios, sendo estas categorias residuais para os inquiridos que trabalham nos hospitais EPE.</p>    <p>No que diz respeito &agrave; antiguidade profissional verifica-se que os inquiridos que trabalham nos hospitais EPE t&ecirc;m mais variabilidade em termos de antiguidade: (i) 14,1 trabalha no servi&ccedil;o entre 1-3 anos; (ii) mas h&aacute; tamb&eacute;m quem trabalhe no servi&ccedil;o h&aacute; mais de 30 anos. Por sua vez, os inquiridos que trabalham nas UCC t&ecirc;m pouca antiguidade profissional: (i) 38 da amostra est&aacute; no servi&ccedil;o entre 1-3 anos; (ii) dos restantes 2,6 est&aacute; no servi&ccedil;o entre 4-6; e (iii) s&oacute; 1,8 est&aacute; no servi&ccedil;o entre 10-12 anos.</p>    <p><i>N&iacute;veis de perce&ccedil;&atilde;o de marketing interno e motiva&ccedil;&atilde;o</i></p>    <p>Como se pode observar na <a href="#t2">Tabela 2</a> as vari&aacute;veis do MI em ambas as organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de s&atilde;o semelhantes, havendo um ligeiro aumento das mesmas nas UCC.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t2"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A m&eacute;dia de respostas &eacute; aproximadamente 3. Deste modo, constata-se que a perce&ccedil;&atilde;o que os colaboradores t&ecirc;m, em m&eacute;dia, das pr&aacute;ticas MI &eacute; baixa nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de estudadas, pois o seu valor est&aacute; abaixo do valor m&eacute;dio considerado. Como pode ser comprovado pelo valor da m&eacute;dia global de MI que &eacute; de aproximadamente 3,1.</p>    <p>Relativamente &agrave;s vari&aacute;veis que caracterizam a motiva&ccedil;&atilde;o, observa-se (<a href="#t3">Tabela 3</a>) que a m&eacute;dia de motiva&ccedil;&atilde;o nos hospitais EPE foi ligeiramente inferior com 3,4, sendo a m&eacute;dia de motiva&ccedil;&atilde;o nas UCC 3,5.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t3"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t3.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Por &uacute;ltimo, analisando o n&iacute;vel de motiva&ccedil;&atilde;o em geral nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de estudadas, verifica-se que existe um bom n&iacute;vel de motiva&ccedil;&atilde;o, uma vez que a m&eacute;dia para a vari&aacute;vel motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; de 3,55.</p>    <p><i>An&aacute;lise das dimens&otilde;es relacionadas com o marketing interno</i></p>    <p>Para analisar as dimens&otilde;es subjacentes &agrave;s atividades de MI procedeu-se a uma an&aacute;lise fatorial. A <a href="#t4">Tabela 4</a> mostra os indicadores de validade da an&aacute;lise fatorial, relacionado com as dimens&otilde;es de MI. Segundo, o valor encontrado no &iacute;ndice Kaiser-Meyer-Olkin (KMO) conclui-se que os resultados da an&aacute;lise fatorial s&atilde;o excelentes <sup>50</sup><sup>, </sup><sup>52</sup>. Quanto ao Teste de Esferecidade de <i>Bartlett</i>, este &eacute; significativo ao n&iacute;vel de 0,000, demonstrando que existe um grau elevado de correla&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis, pelo que a aplica&ccedil;&atilde;o da an&aacute;lise fatorial &eacute; adequada<sup>53</sup>.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t4"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t4.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Atrav&eacute;s dos resultados da an&aacute;lise fatorial recorrendo ao m&eacute;todo dos componentes principais para extrair os fatores, conclui-se que as vari&aacute;veis de MI se agrupam em 4 fatores, todos com valor pr&oacute;prio superior &agrave; unidade e que explicam no conjunto 68,58 de vari&acirc;ncia total. A fim de facilitar a interpreta&ccedil;&atilde;o dos dados, procedeu-se &agrave; rota&ccedil;&atilde;o dos fatores segundo o m&eacute;todo Varimax, resultando em 4 fatores.</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os valores de Alpha de Cronbach obtidos (<a href="#t5">Tabela 5</a>) demonstram que para as vari&aacute;veis relacionadas com o MI, os fatores apresentam bons n&iacute;veis de consist&ecirc;ncia interna <sup>54</sup>.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t5"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t5.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Analisando as vari&aacute;veis mais correlacionadas com cada um dos fatores, pode concluir-se que: o primeiro fator ir&aacute; relacionar-se com a &laquo;Comunica&ccedil;&atilde;o entre empresa e colaborador&raquo;; o segundo fator tomou a designa&ccedil;&atilde;o de &laquo;Empatia e considera&ccedil;&atilde;o&raquo;, o terceiro relaciona-se com o &laquo;Benchmarking e recompensas&raquo; e o quarto fator relaciona-se com &laquo;Atividades promocionais&raquo;.</p>    <p><i>An&aacute;lise das dimens&otilde;es relacionadas com a motiva&ccedil;&atilde;o</i></p>    <p>Da mesma forma, procedeu-se a uma an&aacute;lise fatorial para encontrar as dimens&otilde;es subjacentes &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o. A <a href="#t6">Tabela 6</a> mostra os indicadores de validade da an&aacute;lise fatorial, relacionado com as dimens&otilde;es de motiva&ccedil;&atilde;o. Segundo, do valor encontrado no &iacute;ndice KMO conclui-se que os resultados da an&aacute;lise fatorial s&atilde;o m&eacute;dios<sup>53</sup>. Quanto ao Teste de Esferecidade de <i>Bartlett</i>, este &eacute; significativo ao n&iacute;vel de 0,000, demonstrando que existe um grau elevado de correla&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis, pelo que a aplica&ccedil;&atilde;o da an&aacute;lise fatorial &eacute; adequada<sup>54</sup>.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t6"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t6.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Atrav&eacute;s da an&aacute;lise fatorial recorrendo ao m&eacute;todo dos componentes principais para extrair os fatores, conclui-se que as vari&aacute;veis de motiva&ccedil;&atilde;o se agrupam em 4 fatores, tendo sido eliminados outros 4 fatores por apresentarem &iacute;ndices de fiabilidade fraca. Os fatores finais explicam no conjunto 65,121 de vari&acirc;ncia total.</p>    <p>Relativamente &agrave; fiabilidade dos fatores, esta foi medida atrav&eacute;s do Alpha de Cronbach. Os valores obtidos demonstram que para as vari&aacute;veis relacionadas com a motiva&ccedil;&atilde;o, o primeiro fator apresenta bons n&iacute;veis de consist&ecirc;ncia interna e os restantes fatores apresentam n&iacute;veis de consist&ecirc;ncia interna satisfat&oacute;ria<sup>54</sup>, como se pode verificar na <a href="#t7">Tabela 7</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="t7"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t7.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Analisando as vari&aacute;veis mais correlacionadas com cada um dos fatores, pode concluir-se que o primeiro fator se relaciona com &laquo;Motiva&ccedil;&atilde;o com as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho&raquo;; o segundo fator com &laquo;Motiva&ccedil;&atilde;o de desempenho&raquo;, o terceiro fator com a &laquo;Motiva&ccedil;&atilde;o para a progress&atilde;o&raquo; e o quinto fator tomou a designa&ccedil;&atilde;o de &laquo;Motiva&ccedil;&atilde;o de realiza&ccedil;&atilde;o&raquo;.</p>    <p>Assim sendo, os fatores encontrados v&atilde;o de encontro ao defendido pelos autores Ferreira et al.<sup>51</sup>, nomeadamente motiva&ccedil;&atilde;o com a realiza&ccedil;&atilde;o e poder, motiva&ccedil;&atilde;o com a organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho e motiva&ccedil;&atilde;o com o desempenho, havendo somente diferen&ccedil;as no fator motiva&ccedil;&atilde;o associada ao envolvimento.</p>    <p><i>Teste &agrave;s hip&oacute;teses</i></p>    <p>    <p><b>Teste da hip&oacute;tese 1</b></p>    <p>A exist&ecirc;ncia de pr&aacute;ticas de MI nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de aumenta a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores.</p></p>    <p>Para testar esta hip&oacute;tese optou-se por realizar uma regress&atilde;o linear m&uacute;ltipla, no sentido de verificar a rela&ccedil;&atilde;o funcional entre a vari&aacute;vel dependente (motiva&ccedil;&atilde;o global) e as vari&aacute;veis independentes (neste caso, as dimens&otilde;es do MI resultantes dos fatores obtidos na an&aacute;lise fatorial). Assim, assumiu-se o pressuposto da independ&ecirc;ncia tendo em conta que n&atilde;o estamos perante uma s&eacute;rie temporal e a sele&ccedil;&atilde;o das observa&ccedil;&otilde;es foram aleat&oacute;rias.</p>    <p>Por sua vez, a normalidade dos res&iacute;duos foi testada de acordo com o preconizado por Maroco<sup>54</sup>, tendo-se verificado a linearidade entre as 2 vari&aacute;veis. J&aacute; o pressuposto da homogeneidade da vari&acirc;ncia (homocedasticidade) foi testado graficamente, recorrendo aos res&iacute;duos estudantizados. Rejeitou-se a hip&oacute;tese de heterocedasticidade e aceitou-se o pressuposto da homocedasticidade. Relativamente ao pressuposto da distribui&ccedil;&atilde;o normal dos erros, tamb&eacute;m foi averiguado atrav&eacute;s de um gr&aacute;fico de probabilidade normal, como recomenda Maroco<sup>55</sup>, verificando-se que os erros possu&iacute;am uma distribui&ccedil;&atilde;o normal.</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Recorreu-se, ainda, a testes de infer&ecirc;ncia estat&iacute;stica para identificar se a rela&ccedil;&atilde;o estimada &eacute; significativa, bem como para determinar a qualidade das predi&ccedil;&otilde;es feitas<sup>55</sup>.</p>    <p>Na <a href="#t8">Tabela 8</a> apresentam-se os dados relacionados com o modelo de regress&atilde;o linear m&uacute;ltipla proposto a fim de determinar se o MI aumenta a motiva&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t8"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t8.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Assim, como se pode observar na <a href="#t8">Tabela 8</a>, o valor de R mostra que o coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o entre a motiva&ccedil;&atilde;o geral e as pr&aacute;ticas de MI &eacute; de 0,374. Deste modo, a percentagem de varia&ccedil;&atilde;o total na motiva&ccedil;&atilde;o explicada pelas pr&aacute;ticas de MI (R<sup>2</sup>) &eacute; de 14. Apesar de um valor reduzido este &eacute; significativo, pois como se pode observar na tabela da ANOVA (<a href="#t9">Tabela 9</a>) o valor de F &eacute; significativo para um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 0,000, o que significa que as pr&aacute;ticas de MI ajudam a reduzir o erro na estima&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel motiva&ccedil;&atilde;o global em 14.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t9"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t9.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Seguidamente, determinou-se se todos os fatores pertencentes &agrave; vari&aacute;vel de MI contribuem de igual forma para o modelo. Os resultados podem ser  observados na <a href="#t10">Tabela 10</a>.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t10"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t10.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Deste modo, analisaram-se os coeficientes de regress&atilde;o estandardizados ou &laquo;coeficientes beta&raquo;, verificando-se que s&atilde;o os fatores 1 - Comunica&ccedil;&atilde;o  entre empresa e colaborador e fator 2 - Empatia e considera&ccedil;&atilde;o do MI, os que apresentam as maiores contribui&ccedil;&otilde;es relativas para explicar a  motiva&ccedil;&atilde;o. Observa-se ainda que apenas o fator 4 - Atividades promocionais n&atilde;o afeta significativamente a motiva&ccedil;&atilde;o <sup>55</sup>. Deste modo, a  Comunica&ccedil;&atilde;o entre a Empresa e os colaboradores, a Empatia e considera&ccedil;&atilde;o e o Benchmarking e recompensas aumenta a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores nas  organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de estudadas. Dado o facto da multicolinearidade entre os fatores de MI poder ser um problema, testou-se a multicolinearidade  atrav&eacute;s do Variance Inflaction Factor (VIF), concluindo-se que os valores encontrados estavam dentro dos valores considerados  normais<sup>56</sup>, mostrando n&atilde;o existir multicolinearidade entre os diversos fatores da regress&atilde;o. Confirmando-se parcialmente a hip&oacute;tese 1  inicialmente formulada, ou seja, &laquo;O MI nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de aumenta a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores&raquo;, tal como afirmam Gr&ouml;nroos<sup>23</sup>,  Helman e Payne<sup>11</sup>, Lindon et al.<sup>57</sup> e Schwepker e Good<sup>24</sup>.    <p><b>Teste da hip&oacute;tese 2</b></p>    <p>Nos hospitais de modelo  de gest&atilde;o p&uacute;blica os colaboradores sentem-se mais motivados do que nos modelos de gest&atilde;o inovadora.</p></p>    <p>A fim de testar a hip&oacute;tese 2  recorreu-se ao teste da ANOVA para verificar se existem diferen&ccedil;as nas m&eacute;dias dos 2 grupos (hospitais EPE e UCC). Assim, e dado que a amostra  estudada apresenta uma dimens&atilde;o razo&aacute;vel para evitar preocupa&ccedil;&otilde;es com a normalidade das vari&aacute;veis, de acordo com o recomendado por Hair et al. <sup>57</sup>, testou-se o pressuposto da homogeneidade da vari&acirc;ncia para as m&eacute;dias dos fatores de motiva&ccedil;&atilde;o nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de estudadas,  antes de proceder &agrave; an&aacute;lise de vari&acirc;ncia. Na <a href="#t11">Tabela 11</a> podem observar-se os resultados do teste de Homogeneidade de Levene para  as vari&aacute;veis em estudo.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t11"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t11.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Como se pode observar pelos resultados da <a href="#t11">Tabela 11</a>, o teste de homogeneidade de Levene mostrou que a vari&acirc;ncia &eacute; homog&eacute;nea  para as vari&aacute;veis dos fatores relacionados com a motiva&ccedil;&atilde;o. Visto que o pressuposto da homogeneidade foi cumprido para as m&eacute;dias de todos os  fatores de motiva&ccedil;&atilde;o estudados, seguidamente apresenta-se o teste da an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA) (<a href="#t12">Tabela 12</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t12"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t12.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Atrav&eacute;s da an&aacute;lise da ANOVA (<a href="#t12">Tabela 12</a>), verifica-se que existem apenas diferen&ccedil;as significativas na m&eacute;dia do fator 1, para  um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 0,1, n&atilde;o se verificando nas restantes m&eacute;dias. Pode assim concluir-se que apenas existem diferen&ccedil;as relativamente &agrave;  motiva&ccedil;&atilde;o com as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho entre os colaboradores que trabalham nos hospitais EPE e nas UCC, sendo que a m&eacute;dia deste fator nas UCC &eacute;  de aproximadamente 3,05 e nos hospitais EPE &eacute; de aproximadamente 2,90, pelo que se rejeita a hip&oacute;tese 2, que pressupunha que nos hospitais EPE os  colaboradores se sentem mais motivados do que nas UCC. Contrariamente ao esperado pela revis&atilde;o da literatura, a hip&oacute;tese 2 inicialmente formulada  n&atilde;o se confirmou.</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Estes resultados poder&atilde;o ser vistos &agrave; luz da amostra estudada, uma vez que os colaboradores das UCC s&atilde;o profissionais no  in&iacute;cio de carreira, com pouca experi&ecirc;ncia profissional e como tal valorizam as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho oferecidas, n&atilde;o conhecendo ou ambicionando  sen&atilde;o um trabalho. No entanto, no que diz respeito aos hospitais EPE, os profissionais na sua maioria j&aacute; t&ecirc;m alguma experi&ecirc;ncia profissional e j&aacute;  trabalham h&aacute; alguns anos, como tal o sentido de valoriza&ccedil;&atilde;o mudou e existe a necessidade de quererem mais e melhor. Por outro lado, apesar da  aparente estabilidade dos hospitais EPE, estes t&ecirc;m sofrido grandes altera&ccedil;&otilde;es estruturais com o fim de mostrar efici&ecirc;ncia, efic&aacute;cia, ap&oacute;s a sua  transi&ccedil;&atilde;o para este modelo de gest&atilde;o e por isso os colaboradores podem sentir-se mais pressionados, menos seguros e consequentemente menos  motivados. Como tal, este tipo de altera&ccedil;&otilde;es sofridas poder&aacute; afetar diretamente as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho dos profissionais de sa&uacute;de que poder&atilde;o  apresentar n&iacute;veis de motiva&ccedil;&atilde;o inferiores aos esperados.    <p><b>Teste da hip&oacute;tese 3</b></p>    <p>Os hospitais de modelo de gest&atilde;o p&uacute;blica t&ecirc;m pr&aacute;ticas  de MI mais desenvolvidas do que nos modelos de gest&atilde;o inovadora.</p></p>    <p>Com o intuito de verificar se existem pr&aacute;ticas de MI distintas entre os  hospitais EPE e as UCC recorreu-se &agrave; an&aacute;lise da vari&acirc;ncia (ANOVA) e aos testes de robustez de Welch e Brown-Forsyth em casos de aus&ecirc;ncia de  homogeneidade da vari&acirc;ncia das m&eacute;dias dos fatores de MI como seguidamente se explica.</p>    <p>Para Hair et al.<sup>54</sup>, a homogeneidade da  vari&acirc;ncia &eacute; um dos pressupostos mais importantes na an&aacute;lise de vari&acirc;ncia. Ao analisarmos a homogeneidade da vari&acirc;ncia entre os colaboradores que  trabalham nos hospitais EPE e nas UCC, no que respeita &agrave;s m&eacute;dias dos fatores de MI, verificamos que a vari&acirc;ncia &eacute; homog&eacute;nea para as m&eacute;dias dos  fatores 2 e 3 (<a href="#t13">Tabela 13</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t13"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t13.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Como tal, foi cumprido o principal pressuposto necess&aacute;rio para a realiza&ccedil;&atilde;o da an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA). Da an&aacute;lise da ANOVA  (<a href="#t14">Tabela 14</a>) verifica-se que n&atilde;o existem diferen&ccedil;as significativas na m&eacute;dia do fator 2 e 3.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t14"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t14.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Como os fatores 1 (Comunica&ccedil;&atilde;o entre empresa e colaborador) e 4 (Atividades promocionais) n&atilde;o cumpriam o pressuposto da homogeneidade da  vari&acirc;ncia, procedeu-se &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o dos testes de robustez de Welch e Brown-Forsythe a fim de verificar se as m&eacute;dias da vari&aacute;vel MI diferem  significativamente entre os colaboradores dos hospitais EPE e UCC, de acordo com o recomendado por Pestana e Gageiro<sup>56</sup>.</p>    <p>Atrav&eacute;s da  interpreta&ccedil;&atilde;o do teste de robustez de Welch e Brown-Foryth (<a href="#t15">Tabela 15</a>), conclui-se que n&atilde;o existem diferen&ccedil;as significativas  entre as m&eacute;dias do fator 4 (Atividades promocionais) do MI entre os hospitais EPE e as UCC em estudo.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t15"> <img src="/img/revistas/rpsp/v31n2/31n2a07t15.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Assim, observa-se que apenas a m&eacute;dia do fator 1 das vari&aacute;veis do MI &eacute; significativamente diferente, sendo de aproximadamente de 3,3 nos hospitais EPE e de aproximadamente 3,7 nas UCC. Como tal, conclui-se que apenas existem diferen&ccedil;as significativas entre os hospitais EPE e as UCC no que diz respeito &agrave;s pr&aacute;ticas de MI referentes ao primeiro fator que diz respeito &agrave; &laquo;Comunica&ccedil;&atilde;o entre empresa e colaborador&raquo;, pelo que se rejeita a hip&oacute;tese 3 que pressupunha que os hospitais EPE t&ecirc;m pr&aacute;ticas de MI mais desenvolvidas do que as UCC, contrariando o esperado.</p>    <p>Estes resultados poder&atilde;o ser apoiados atendendo a que as UCC s&atilde;o consideradas modelos inovadores cuja semivida &eacute; muito recente, assentam na competitividade e qualidade<sup>58</sup> e, como tal, este tipo de organiza&ccedil;&otilde;es poder&atilde;o apostar numa pol&iacute;tica de recursos humanos mais virada para pr&aacute;ticas de MI direcionadas para a comunica&ccedil;&atilde;o. Por outro lado, s&atilde;o consideradas na sua maioria organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de de menores dimens&otilde;es e com menor n&uacute;mero de n&iacute;veis hier&aacute;rquicos e, como tal, a comunica&ccedil;&atilde;o poder&aacute; realizar-se atrav&eacute;s de melhores canais de comunica&ccedil;&atilde;o e sem barreiras.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Conclus&otilde;es, limita&ccedil;&otilde;es e sugest&otilde;es</b></p>    <p>Pela an&aacute;lise descritiva das vari&aacute;veis de MI e motiva&ccedil;&atilde;o conclui-se que a perce&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas de MI &eacute; baixa. Contrariamente, verificou-se um bom n&iacute;vel de motiva&ccedil;&atilde;o percecionada por parte dos colaboradores nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de estudadas.</p>    <p>No sentido de determinar as dimens&otilde;es do MI procedeu-se &agrave; an&aacute;lise fatorial, tendo sido obtidas 4 dimens&otilde;es com bons n&iacute;veis de consist&ecirc;ncia interna, nomeadamente &laquo;Comunica&ccedil;&atilde;o entre empresa e colaborador&raquo;, &laquo;Empatia e considera&ccedil;&atilde;o&raquo;, &laquo;Benchmarketing e recompensas&raquo; e &laquo;Atividades promocionais&raquo;, com um valor de vari&acirc;ncia total explicada de 68,58 sendo que as 2 primeiras dimens&otilde;es explicam 21,690 e 18,446 da vari&acirc;ncia explicada, respetivamente. Pelo que se conclui que o instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o utilizado &eacute; um bom instrumento para avaliar a perce&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas de MI.</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Procedeu-se tamb&eacute;m &agrave; an&aacute;lise fatorial para determinar as dimens&otilde;es de motiva&ccedil;&atilde;o, tendo sido obtidas inicialmente 8 dimens&otilde;es que depois de exclu&iacute;das as vari&aacute;veis n&atilde;o significantes deram origem a 4 dimens&otilde;es (sendo a primeira com bom n&iacute;vel e as restantes com n&iacute;vel satisfat&oacute;rio de consist&ecirc;ncia interna) e que explicam no seu conjunto 65,121 da vari&acirc;ncia total. As 4 dimens&otilde;es/fatores que caracterizam a vari&aacute;vel de motiva&ccedil;&atilde;o est&atilde;o associadas &agrave; &laquo;Motiva&ccedil;&atilde;o com as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho&raquo;, &laquo;Motiva&ccedil;&atilde;o com o desempenho&raquo;, &laquo;Motiva&ccedil;&atilde;o com a progress&atilde;o&raquo; e &laquo;Motiva&ccedil;&atilde;o com a realiza&ccedil;&atilde;o&raquo;, sendo o primeiro fator &laquo;Motiva&ccedil;&atilde;o com as condi&ccedil;&otilde;es de rabalho&raquo; o mais representativo com 13,7 da vari&acirc;ncia explicada. Conclui-se assim que, apesar da escala Multi-Moti ser uma escala de motiva&ccedil;&atilde;o no trabalho devidamente testada e validada para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa, esta escala n&atilde;o &eacute; indicada para avaliar a motiva&ccedil;&atilde;o no trabalho neste contexto de cuidados de sa&uacute;de, devido ao fraco n&iacute;vel de fiabilidade interna dos fatores, explicando apenas 65,121 de vari&acirc;ncia.</p>    <p>No que diz respeito ao MI, identificou-se a exist&ecirc;ncia de procedimentos de MI nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de estudadas (hospitais EPE e UCC) atrav&eacute;s da aplica&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio de MI adaptado do instrumento desenvolvido por Jou, Chou e Lu<sup>27</sup>. Esta escala apresentou bons n&iacute;veis de fiabilidade, com n&iacute;veis de consist&ecirc;ncia interna (Alpha de Cronbach) dos fatores entre os 0,875-0,924. Verificou-se tamb&eacute;m que existem diferen&ccedil;as significativas nos procedimentos de MI no que respeita &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o entre a empresa e o colaborador nos hospitais EPE e nas UCC, nomeadamente que nas UCC esses procedimentos de MI s&atilde;o mais desenvolvidos.</p>    <p>Conclui-se ainda que existem diferen&ccedil;as significativas em rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel de motiva&ccedil;&atilde;o no que respeita &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o com as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho entre os colaboradores dos hospitais EPE e nas UCC, verificando-se que nesta dimens&atilde;o os colaboradores das UCC est&atilde;o mais motivados do que nos hospitais EPE. Sendo que nas restantes dimens&otilde;es n&atilde;o se verificaram diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre os hospitais EPE e as UCC.</p>    <p>No que respeita &agrave;s hip&oacute;teses formuladas, confirmou-se parcialmente a hip&oacute;tese 1 &- a exist&ecirc;ncia de pr&aacute;ticas de MI nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de aumenta a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores. Atrav&eacute;s do teste de regress&atilde;o linear verificou-se ainda que os 3 primeiros fatores de MI, &laquo;Comunica&ccedil;&atilde;o entre empresa e colaboradores&raquo;, &laquo;Empatia e considera&ccedil;&atilde;o&raquo;, &laquo;Benchmarking e recompensas&raquo;, respetivamente, influenciam a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores das organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de estudadas. Por sua vez, a ado&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas de MI relacionadas com &laquo;Atividades promocionais&raquo; n&atilde;o influenciam a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores das organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de estudadas.</p>    <p>No entanto, a &laquo;Comunica&ccedil;&atilde;o entre empresa e colaboradores&raquo; &eacute; a vari&aacute;vel de MI que mais aumenta a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores das organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de estudadas.</p>    <p>Relativamente &agrave; hip&oacute;tese 2 &- que sugeria que nos hospitais de modelo de gest&atilde;o p&uacute;blica os colaboradores se sentem mais motivados do que nos modelos de gest&atilde;o inovadora &- esta foi rejeitada. Concluindo-se que nas UCC estudadas os colaboradores se sentem mais motivados no que diz respeito &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o com as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho do que os colaboradores dos hospitais EPE.</p>    <p>Por &uacute;ltimo, n&atilde;o se confirmou a Hip&oacute;tese 3 &- os hospitais de modelo de gest&atilde;o p&uacute;blica t&ecirc;m pr&aacute;ticas de MI mais desenvolvidas do que nos modelos de gest&atilde;o inovadora. Como tal, verificou-se que existem pr&aacute;ticas de MI mais desenvolvidas no que respeita &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o entre empresa e colaborador nas UCC do que nos hospitais EPE.</p>    <p>Perante os resultados e as conclus&otilde;es obtidas parece existir influ&ecirc;ncia do MI na motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de estudadas, havendo, no entanto, pr&aacute;ticas de MI que depois de melhor exploradas e aplicadas poder&atilde;o ser uma ferramenta importante na estrat&eacute;gia de recursos humanos nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de estudadas e que, por sua vez, poder&atilde;o ir ao encontro dos objetivos organizacionais estabelecidos, nomeadamente aumento de efic&aacute;cia, efici&ecirc;ncia, sustentabilidade e presta&ccedil;&atilde;o de cuidados de sa&uacute;de de qualidade.</p>    <p>Os resultados parecem tamb&eacute;m contrariar aquilo que &agrave; partida se pressupunha no que respeita &agrave;s diferen&ccedil;as entre os modelos de gest&atilde;o p&uacute;blica e modelo de gest&atilde;o inovadora. De facto, esperava-se inicialmente que o modelo de gest&atilde;o p&uacute;blica, que por lei assegura condi&ccedil;&otilde;es de trabalho que oferecem maiores n&iacute;veis de seguran&ccedil;a, estivesse associado a maiores n&iacute;veis de motiva&ccedil;&atilde;o e de pr&aacute;ticas de MI. Contudo, tal n&atilde;o se verificou, indiciando que talvez as restrutura&ccedil;&otilde;es que este modelo tem sofrido nos &uacute;ltimos anos tenha conduzido a estes resultados e, consequentemente, a menores n&iacute;veis de motiva&ccedil;&atilde;o e menor perce&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas de MI por parte dos enfermeiros que trabalham nestas organiza&ccedil;&otilde;es. Por outro lado, como j&aacute; anteriormente referido, a menor dimens&atilde;o e flexibilidade das unidades de cuidados continuados pode tamb&eacute;m conduzir a estes resultados, bem como os menores n&iacute;veis et&aacute;rios dos profissionais que a&iacute; trabalham possam criar menores expetativas e, como tal, uma perce&ccedil;&atilde;o mais realista das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>    <p><i>Limita&ccedil;&otilde;es e futuras linhas de investiga&ccedil;&atilde;o</i></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ap&oacute;s a realiza&ccedil;&atilde;o da investiga&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise dos resultados, que se espera serem mais um contributo para o aprofundamento da tem&aacute;tica de MI no contexto de cuidados de sa&uacute;de, deve dizer-se que foi um dos poucos estudos realizados neste contexto em Portugal, pelo que seria importante a realiza&ccedil;&atilde;o de outras investiga&ccedil;&otilde;es a fim de confirmar as hip&oacute;teses rejeitadas, bem como apoiar as conclus&otilde;es retiradas.</p>    <p>Uma das limita&ccedil;&otilde;es do presente estudo prendeu-se com a escolha das organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de, uma vez que poderiam ter-se selecionado as organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de mediante alguns crit&eacute;rios, nomeadamente localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica, antiguidade profissional/servi&ccedil;o ou categoria profissional.</p>    <p>O horizonte temporal foi visto como uma limita&ccedil;&atilde;o e, como tal, n&atilde;o foi poss&iacute;vel aceder a todas os hospitais EPE e todas as UCC do pa&iacute;s a fim de se poder caracterizar e generalizar os resultados. Assim, como uma eventual linha futura aponta-se a replica&ccedil;&atilde;o do estudo a todas as organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de do pa&iacute;s, mantendo-se o crit&eacute;rio diferenciador entre os 2 modelos de gest&atilde;o.</p>    <p>Por outro lado, a escala Multi-Moti &- escala Multi-fatorial de motiva&ccedil;&atilde;o no trabalho &- acabou por se revelar uma limita&ccedil;&atilde;o, pois, embora seja uma escala validada para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa, verificou-se n&atilde;o ser adequada para este contexto de cuidados de sa&uacute;de, pelo que nos pr&oacute;ximos estudos se dever&aacute; optar por outra escala mais adequada para avaliar a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores em organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de.</p>    <p>Outra limita&ccedil;&atilde;o prendeu-se com o facto de a motiva&ccedil;&atilde;o ser explicada ou determinada por v&aacute;rios fatores e neste estudo ter sido condicionada apenas ao MI, pelo que em futuros estudos poder-se-ia verificar quais s&atilde;o as outras determinantes ou vari&aacute;veis para al&eacute;m do MI que influenciam a motiva&ccedil;&atilde;o dos colaboradores nas organiza&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de estudadas.</p>    <p>Verificou-se ainda outra limita&ccedil;&atilde;o relacionada com o tipo de abordagem realizada. Eventualmente poder-se-ia ter realizado tamb&eacute;m uma abordagem qualitativa para perceber melhor o que os colaboradores sabem e esperam das organiza&ccedil;&otilde;es em termos de pr&aacute;ticas de MI, as mudan&ccedil;as que ocorreram com a transi&ccedil;&atilde;o para os hospitais EPE e de que forma essas transforma&ccedil;&otilde;es contribu&iacute;ram ou n&atilde;o para a sua motiva&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Bibliograf&iacute;a</b></p>     <!-- ref --><p>1. Ahmed PK, Rafiq M. International marketing: tools and concepts for customer: focused management. Oxford: Butterworth- Heinenmann; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S0870-9025201300020000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>2. Berry LL, Parasuraman A. Marketing services: competing through quality. Oxford: The Free Press; 1991.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S0870-9025201300020000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>3. Pletcher G. The employee-patient-profit chain in a traditional for-profit hospital: a longitudinal case study. Minneapolis: Capella University; 2000. A dissertation presented in partial fulfillment of the requirements for the degree of Doctor of Philosophy.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S0870-9025201300020000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <p>4. En: Ferreira J.M.C., Neves J., Caetano A., editors. Manual de psicossociologia das organiza&ccedil;&otilde;es. Lisboa: McGrawHill; 2002. </p>    <!-- ref --><p>5. Gummesson E. Using internal marketing to develop a new culture: the case of Ericsson quality. J Business Indust Mark. 1987; 2:23-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S0870-9025201300020000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>6. Kotler P. Marketing para o s&eacute;culo XXI. 3&ordf; ed. Lisboa: Editorial Presen&ccedil;a; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S0870-9025201300020000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>7. Flipo JP. Service firms: interdependence of external and internal marketing strategies. Eur J Market. 2007; 20:5-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S0870-9025201300020000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>8. Peltier J, Nill A, Schibrowsky JA. Internal marketing, nurse loyalty and relationship marketing: an exploratory study of German nurses. Health Mark Quart. 2003; 20:63-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S0870-9025201300020000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>9. Susin LJ. Endomarketing: um estudo de caso na ger&ecirc;ncia de an&aacute;lise de cr&eacute;dito do Banco do Brasil. Florian&oacute;polis: UFSC; 2003. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Engenharia de Produ&ccedil;&atilde;o do Programa de P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o em Engenharia de Produ&ccedil;&atilde;o.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S0870-9025201300020000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>10. Gounaris S. Antecedents of internal marketing practices: some preliminary empirical evidence. Int J Serv Ind Man. 2008; 19:400-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000198&pid=S0870-9025201300020000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>11. Helman D, Payne A. Internal marketing: myth versus reality. Cranfield, UK: Cranfield School of Management, Cranfield Institute of Technology; 1992. (Working Paper; 5/92).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000200&pid=S0870-9025201300020000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>12. Varey RJ, Lewis BR. A broadened conception of internal marketing. Eur J Marketing. 1999; 33:926-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000202&pid=S0870-9025201300020000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>13. George WR. The retailing of services a challenging future. J Retailing. 1977; 85-98. Fall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000204&pid=S0870-9025201300020000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>14. Thompson TW, Berry LL, Davidson PH. Banking tomorrow: managing markets through planning. New York, NY: Van Nostrand Reinhold; 1978.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000206&pid=S0870-9025201300020000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>15. Murray JG. The importance of internal marketing. Bankers Magazine. 1979; 46:38-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000208&pid=S0870-9025201300020000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>16. Papasolomou J. Can internal marketing be implemented within bureaucratic organizations?. Intern J Bank Market. 2006; 24:194-212.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000210&pid=S0870-9025201300020000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>17. Schultz DE. Building an internal marketing management calculus. Interactive Market. 2004; 6:111-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000212&pid=S0870-9025201300020000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>18. Ahmed PK, Rafiq M, Saad NM. Internal marketing and the mediating role of organisational competencies. Eur J Market. 2003; 37:1221-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000214&pid=S0870-9025201300020000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>19. Ahmed PK, Raquif M. Advances in the internal marketing concept: definitions, synthesis and extension. J Serv Market. 2000; 14:449-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000216&pid=S0870-9025201300020000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>20. Bansal HS, Mendelson MB, Sharma B. The impact of internal marketing activities and external marketing output. J Qual Managem. 2001; 6:61-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000218&pid=S0870-9025201300020000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>21. Gounaris S. Measuring internal market orientation in services: Some empirical evidence. J Business Research. 2006; 5:432-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000220&pid=S0870-9025201300020000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>22. Burnthorne T, Carr J, Gregory B, Dwyer S. Influence of psychological climate on the salesperson customer orientation: salesperson performance relationship. J Market Theory & Practice. 2005; 13:59-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000222&pid=S0870-9025201300020000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <p>23. Gr&ouml;nroos C. Internal marketing an integral part of marketing theory. En: Donnelly J.H., George W.E., editors. Marketing of services. Chicago, ILL: American Marketing Association; 1981. 236-8. </p>    <!-- ref --><p>24. Schwepker CJ, Good DJ. Marketing control and sales force customer orientation. J Personal Selling Sales Manag. 2004; 24:167-79.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000225&pid=S0870-9025201300020000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>25. Saias L. Marketing de servi&ccedil;os: qualidade e fideliza&ccedil;&atilde;o de clientes. Lisboa: Universidade Cat&oacute;lica Editora; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000227&pid=S0870-9025201300020000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>26. Liberman A, Rotarius TM. Marketing in today's health care environment. Health Care Manager J. 2001; 19:23-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000229&pid=S0870-9025201300020000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>27. Jou JYH, Chou CK, Lu FL. Development of an instrument to measure internal marketing concept. J Applied Manag Entrepreneur. 2008; 13:66-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000231&pid=S0870-9025201300020000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>28. Collins B, Payne A. Internal marketing: a new perspective for HRM. Eur Manag J. 1991; 9:261-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000233&pid=S0870-9025201300020000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>29. Kang YC. Internal marketing behavior, performance evaluation, job satisfaction and customer-orientation: a case of the financial banking industry. Taiwan: National Sun Yat-sen University; Unpublished Master''s thesis. 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000235&pid=S0870-9025201300020000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>30. Hsiao YF. Internal marketing behavior, performance evaluation, authorizing, firm-initiated customer-orientation strategy and employee' customer orientation: a case of real estate companies. Taiwan: National Sun Yat-sen University; 2002. Master''s thesis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000237&pid=S0870-9025201300020000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>31. Frost FA, Kumar M. INTERSVQUAL: an internal adoption of the GAP model in a large service organization. J Serv Market. 2000; 14:358-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000239&pid=S0870-9025201300020000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>32. Chiavenato I. Comportamento organizacional: a din&acirc;mica do sucesso das organiza&ccedil;&otilde;es. S&atilde;o Paulo: Pioneira Thomson Learning; 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000241&pid=S0870-9025201300020000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>33. Knippenberg DV. Work motivation and performan a social identity perspective. Applied Phychol: Internat Review. 2000; 49:357-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000243&pid=S0870-9025201300020000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>34. Peltier JW, Boyt T, Schibrowsky A. Obstetrical care and patient loyalty: Part 2. Market Health Serv. 1999; 19:12-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000245&pid=S0870-9025201300020000700034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>35. Weiss MD, Pettengill MM, Savil K, Kjervik DK. The exposition as a marketing strategy. Nurs Manag. 1990; 21:54-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000247&pid=S0870-9025201300020000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>36. Sims D, Fineman S, Gabriel Y. Organizing and organizations: an introduction. London: Sage; 1993.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000249&pid=S0870-9025201300020000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>37. George JM, Jones GR. Understading and managing organizational behaviour. 2<sup>nd</sup> ed. Reading, MA: Addison-Wesley; 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000251&pid=S0870-9025201300020000700037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>38. Luthans F. Organisational behaviour. 8<sup>th</sup> ed. Boston: Irwin McGraw-Hill; 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000253&pid=S0870-9025201300020000700038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>39. Steers RM, Mowday RT, Shapiro DL. Introduction to special topic forum: the future of work motivation theory. Acad Manag Rev. 2004; 3:379-87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000255&pid=S0870-9025201300020000700039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>40. Nelson B, Economy P. B&iacute;blia da gest&atilde;o: os melhores e mais actuais recursos de gest&atilde;o. Lisboa: Gest&atilde;o Plus Edi&ccedil;&otilde;es; 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000257&pid=S0870-9025201300020000700040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>41. Austin JT, Klein HJ. Work motivation and goal striving. En: Murphy K.R., editors. Individual differences and behaviour in organizations. San Francisco, CA: Jossey-Bass; 1996.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000259&pid=S0870-9025201300020000700041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>42. Research in personnel and human resources management. 9. London: London Editor; 1991. 213-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000261&pid=S0870-9025201300020000700042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>43. Weiner B. Human motivation. Hillsdale, NJ: Erlbaum; 1989.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000263&pid=S0870-9025201300020000700043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>44. Rego A. Os motivos de sucesso, afilia&ccedil;&atilde;o e poder: desenvolvimento e valida&ccedil;&atilde;o de um instrumento de medida. An&aacute;lise Psicol&oacute;gica. 2000; 3(Serie VIII):335-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000265&pid=S0870-9025201300020000700044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <p>45. Decreto-Lei n.&deg; 233/2005. D.R. n.&deg; 249. S&eacute;rie I-A (2005-12-29)7323-7333. </p>    <p>46. Decreto-Lei n.&deg; 101/2006. D.R. n.&deg; 109. S&eacute;rie I-A (2006-06-06)3856-3865. </p>    <!-- ref --><p>47. George WS. Internal marketing and organizational behavior: a partnership in employees at every level. J Business Res. 1990; 20:63-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000269&pid=S0870-9025201300020000700045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>48. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Unidade Miss&atilde;o Cuidados Continuados Integrados. Relat&oacute;rio intercalar de monotoriza&ccedil;&atilde;o da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI). (Online).Lisboa: Unidade Miss&atilde;o Cuidados Continuados Integrados; 2011 (consultado 12 Set 2012). Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.rncci.min-saude.pt/SiteCollectionDocuments/relatorio_monitorizacao_1sem_2011.pdf" target="_blank">http://www.rncci.min-saude.pt/SiteCollectionDocuments/relatorio_monitorizacao_1sem_2011.pdf </a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000271&pid=S0870-9025201300020000700046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>49. Malhotra NK. Basic marketing research: applications to contemporary issues. Upper Saddle River, NJ: Prentice-Hall International; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000273&pid=S0870-9025201300020000700047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>50. Ferreira A, Diogo C, Ferreira M, Valente AC. Constru&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o de uma escala multi-factorial de motiva&ccedil;&atilde;o no trabalho (Multi-Moti). Comport Organiz Gest&atilde;o. 2006; 12:187-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000275&pid=S0870-9025201300020000700048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>51. Lakatos E, Marconi M. Fundamentos de metodologia cient&iacute;fica. 3&ordf; ed. S&atilde;o Paulo: Editora Atlas; 1996.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000277&pid=S0870-9025201300020000700049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>52. Pestana M, Gageiro J. An&aacute;lise de dados para ci&ecirc;ncias sociais: a complementaridade do SPSS. 2&ordf; ed. Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es S&iacute;labo; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000279&pid=S0870-9025201300020000700050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>53. Hair J, Anderson R, Tatham R, Black W. Multivariate data analysis. 5&#160;<sup>th</sup> ed. Prentice-Hall: Englewood Cliffs, NJ; 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000281&pid=S0870-9025201300020000700051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>54. Maroco J. An&aacute;lise estat&iacute;stica com utiliza&ccedil;&atilde;o do SPSS. 3&ordf; ed. Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es S&iacute;labo; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000283&pid=S0870-9025201300020000700052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>55. Pestana M, Gageiro J. An&aacute;lise de dados para ci&ecirc;ncias sociais: a complementaridade do SPSS. 4&ordf; ed. Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es S&iacute;labo; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000285&pid=S0870-9025201300020000700053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>56. Hair JF, Anderson RE, Tatham RL, Black W. Multivariate data analysis. 6&#160;<sup>th</sup> ed. New York, NY: MacMillan; 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000287&pid=S0870-9025201300020000700054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>57. Lindon D, Lendrevie J, Dionisio P, Rodrigues J. Mercator XXI: teoria e pr&aacute;tica do marketing. 10&ordf; ed. Lisboa: Publica&ccedil;&otilde;es Dom Quixote; 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000289&pid=S0870-9025201300020000700055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>    <!-- ref --><p>58. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI). Pol&iacute;tica e estrat&eacute;gia da qualidade: cuidados continuados: sa&uacute;de e apoio social. Lisboa: Unidade de Miss&atilde;o para os Cuidados Continuados Integrados; 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000291&pid=S0870-9025201300020000700056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Conflito de interesses</b></p>    <p>Os autores declaram n&atilde;o haver conflito de interesses.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido 21 Julho 2011. Aceito 8 Maio 2013 </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i><a href="#topc0">*</a><a name="c0"></a>Autor para correspond&ecirc;ncia</i>. <a href="mailto:d.daniazedo@gmail.com">d.daniazedo@gmail.com</a></p>      ]]></body><back>
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