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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Papel e Importância da Pessoa do Psicoterapeuta à Luz da História da Psicoterapia]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Lisboa Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[After sketching a brief history of psychotherapy and analysing the role played by the psychotherapist in different models of psychotherapy, the author tries to uggest reasons to account for research results showing that therapists' variables explain eight times more of the therapeutic variance than theoretical orientation and/or techniques do.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="4"><b>Papel e Import&#226;ncia da Pessoa do Psicoterapeuta &#224; Luz da Hist&#243;ria da Psicoterapia</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Ant&#243;nio Branco Vasco<sup>*</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>*</sup>Faculdade de Psicologia e de Ci&#234;ncias da Educa&#231;&#227;o da Universidade de Lisboa</font></p>      <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No presente artigo procede-se a uma breve resenha hist&#243;rica da psicoterapia e do papel atribu&#237;do ao psicoterapeuta em diferentes modelos. Com base nesta an&#225;lise, o autor tenta contribuir para a compreens&#227;o de resultados actuais da investiga&#231;&#227;o que apontam para o facto de as vari&#225;veis do psicoterapeuta explicarem cerca de oito vezes mais da vari&#226;ncia dos resultados terap&#234;uticos do que a respectiva orienta&#231;&#227;o te&#243;rica e/ou t&#233;cnicas que utiliza.</font></p>  <hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">After sketching a brief history of psychotherapy and analysing the role played by the psychotherapist in different models of psychotherapy, the author tries to uggest reasons to account for research results showing that therapists&rsquo; variables explain eight times more of the therapeutic variance than theoretical orientation and/or techniques do.</font></p>  <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">1. <i>Introdu&#231;&#227;o.</i></font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">Em 1977, Allen Bergin afirmava, na Introdu&#231;&#227;o de <i>Effective Psychotherapy</i> (Gurman &amp; Razin, 1977), que a publica&#231;&#227;o do livro significava, finalmente, o reconhecimento do papel central desempenhado pelas caracter&#237;sticas do psicoterapeuta em todas as formas de psicoterapia. Um ano depois, este mesmo autor, juntamente com Michael Lambert (1978), ap&#243;s exaustiva revis&#227;o de literatura, conclu&#237;am que os &#171;factores pessoais do terapeuta&#187; eram os factores que surgiam em segundo lugar enquanto respons&#225;veis pela vari&#226;ncia dos resultados terap&#234;uticos (para melhor ou para pior), logo ap&#243;s os &#171;factores inerentes ao paciente&#187; (e.g., motiva&#231;&#227;o, grau de integridade do ego, etc.) e muito antes das vari&#225;veis de &#171;orienta&#231;&#227;o te&#243;rica&#187; ou &#171;t&#233;cnicas terap&#234;uticas&#187;. Finalmente, doze anos mais tarde, Michael Lambert (1989) conclu&#237;a que existia suficiente evid&#234;ncia emp&#237;rica para considerar que as caracter&#237;sticas individuais do psicoterapeuta tinham uma influ&#234;ncia substancial no processo e resultados terap&#234;uticos. Al&#233;m disso, sublinhava que era poss&#237;vel constatar diferen&#231;as dram&#225;ticas nos resultados terap&#234;uticos atribu&#237;veis &#224; pessoa do terapeuta, mesmo quando estes eram cuidadosamente seleccionados, treinados e baseavam as suas interven&#231;&#245;es em manuais e supervis&#245;es (tendentes &#224; homogeniza&#231;&#227;o dos procedimentos), durante todo o processo. As raz&#245;es subjacentes a estes resultados tornar-se-&#227;o mais claras ao tomarmos em considera&#231;&#227;o as caracter&#237;sticas que a psicoterapia foi assumindo ao longo do seu desenvolvimento hist&#243;rico, bem como os diferentes pap&#233;is igualmente assumidos pelos psicoterapeutas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">2. <i>Breve Hist&#243;ria da Psicoterapia.</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A psicoterapia tem as suas origens remotas na magia, na religi&#227;o, na medicina antiga e no hipnotismo. Estes diferentes tipos de influ&#234;ncias conjugaram-se em duas linhas de for&#231;a distintas, mas parcialmente sobrepon&#237;veis, que est&#227;o na base de toda a psicoterapia moderna: a tradi&#231;&#227;o m&#225;gico-religiosa e a tradi&#231;&#227;o natural&#237;stico-cient&#237;fica (Frank, 1973; Frank &amp; Frank, 1991).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A tradi&#231;&#227;o m&#225;gico-religiosa originou-se na Pr&#233;-Hist&#243;ria, entende o sofrimento como sendo causado por interven&#231;&#245;es sobrenaturais ou m&#225;gicas, consistindo o tratamento em rituais v&#225;rios e pr&#225;ticas tais como a trepana&#231;&#227;o, onde a pessoa do &#171;curandeiro&#187; que os ministra &#233; essencial ao integrar os pap&#233;is de sacerdote e m&#233;dico (Alexander &amp; Selesnick, 1966; Frank, 1973; Frank &amp; Frank, 1991; Mahoney, 1980).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por sua vez, a tradi&#231;&#227;o natural&#237;stico-cient&#237;fica teve origem, ali&#225;s como toda a ci&#234;ncia moderna, na Gr&#233;cia Antiga, sendo prolongada e desenvolvida em Roma. Contudo, as perspectivas dos fil&#243;sofos gregos divergiam. Perspectivas biom&#233;dicas eram defendidas por Pit&#225;goras (o comportamento perturbado devia-se a les&#245;es cerebrais) e parcialmente por Hip&#243;crates (um dos primeiros a tentar uma classifica&#231;&#227;o das perturba&#231;&#245;es mentais), que entendia que as &#171;doen&#231;as&#187; mentais, tais como as f&#237;sicas, podiam ser estudadas e tratadas cientificamente. Hip&#243;crates acentuava a import&#226;ncia da hereditariedade e recomendava formas f&#237;sicas de tratamento (dietas, banhos, exerc&#237;cio f&#237;sico, etc.), apesar de reconhecer que as palavras tinham poder para provocar descargas emocionais com eventuais benef&#237;cios terap&#234;uticos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">E atribu&#237;da a Hip&#243;crates, ap&#243;s o fracasso de todos os m&#233;dicos da corte, a cura do rei Perdicas II, avassalado de sofrimento por estar secretamente apaixonado por uma concubina que tinha pertencido ao seu rec&#233;m-falecido pai. Hip&#243;crates diagnosticou-lhe uma &#171;melancolia reactiva&#187; resultante de t&#227;o intenso desejo. Depois de conseguir a confian&#231;a do rei, implementou uma interven&#231;&#227;o baseada na interpreta&#231;&#227;o de sonhos, no reconhecimento e aceita&#231;&#227;o das causas do seu mal-estar e no agir em concord&#226;ncia com os seus sentimentos (Kottler, 1991).</font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">Por sua vez, Arist&#243;teles prolongou as perspectivas biom&#233;dicas, tendo sido tutor de Alexandre o Grande, e fundador das primeiras institui&#231;&#245;es para doentes mentais. Como veremos posteriormente, lan&#231;ou as bases da ret&#243;rica, na qual atribu&#237;a &#224; pessoa do orador um papel essencial como instrumento de persuas&#227;o, mas ainda sem preocupa&#231;&#245;es de ordem terap&#234;utica. Defensores das perspectivas psicossociais foram Antiphon de Atenas e Plat&#227;o. Antiphon &#233; considerado o criador de uma &#171;arte de apaziguamento&#187;, que curava os doentes por meio das palavras. Depois de ouvir as queixas dos pacientes, auxiliava-os a &#171;reenquadrar&#187; as imagens patog&#233;nicas do mundo, recorrendo a uma ret&#243;rica que fazia uso do estilo e queixas dos pacientes, pelo que Watzlawick (1978) o considera como o precursor da &#171;pragm&#225;tica da comunica&#231;&#227;o&#187; moderna. Por sua vez, Plat&#227;o defendeu a ideia de que as palavras podiam desencadear descargas emocionais com efeito curativo (catarses), acentuando que a cultura e a sociedade influenciavam os pensamentos e cogni&#231;&#245;es das pessoas. Antecipou Freud ao afirmar que os sonhos e as fantasias serviam o prop&#243;sito da satisfa&#231;&#227;o dos desejos (Mahoney, 1980). Na Idade M&#233;dia, assistiu-se a um ressurgimento m&#225;gico-religioso sob a forma de demonologia, sendo as perturba&#231;&#245;es vistas como associadas ao pecado e &#224; posse demon&#237;aca. O Renascimento marca um per&#237;odo de transi&#231;&#227;o no qual &#233; poss&#237;vel constatar, paralelamente &#224; perspectiva demonol&#243;gica da Idade M&#233;dia, o ressurgimento das ideias Gregas e Romanas. Entre outros autores, o su&#237;&#231;o Paracelso defendeu a necessidade de rejeitar a demonologia, acentuando que os factores psicol&#243;gicos contribu&#237;am para as perturba&#231;&#245;es (Mahoney, 1980) e deviam ser utilizados na sua cura (recorrendo a imagens, alegorias, figuras de estilo, etc.) (Kopp, 1972).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A perspectiva natural&#237;stico-cient&#237;fica ganha novo f&#244;lego durante os s&#233;culos XVII e XVIII, sob o predom&#237;nio da perspectiva biom&#233;dica que, tal como na Gr&#233;cia Antiga, n&#227;o diferenciava claramente doen&#231;a mental e f&#237;sica. Segundo Michel Foucault (1961), &#233; na Idade Cl&#225;ssica que se modifica radicalmente a rela&#231;&#227;o entre loucura e raz&#227;o, devido a dois acontecimentos not&#225;veis: em 1657, a cria&#231;&#227;o do &#171;Hospital Geral&#187; e, em 1794, o retirar as correntes aos &#171;loucos&#187;, por Pinei no Hospital de La Bic&#234;tre. Ainda segundo Foucault, &#233; nos finais do s&#233;culo XVIII que a loucura se institui como doen&#231;a mental. Estes acontecimentos marcam, finalmente, a atribui&#231;&#227;o de direitos humanos m&#237;nimos aos &#171;doentes mentais&#187;, ainda que dentro de um regime de isolamento institucional. Apesar de ser poss&#237;vel encontrar lugar para o elemento psicol&#243;gico nas t&#233;cnicas cl&#225;ssicas, atrav&#233;s da import&#226;ncia atribu&#237;da pelos m&#233;dicos da Idade Cl&#225;ssica &#224; exorta&#231;&#227;o, &#224; persuas&#227;o, &#224; argumenta&#231;&#227;o e a todo o di&#225;logo que se estabelecesse com o doente mental, bem como pelo recurso &#224; &#171;interrup&#231;&#227;o do del&#237;rio atrav&#233;s da raz&#227;o&#187;, &#224; &#171;representa&#231;&#227;o teatral&#187; e ao &#171;retorno ao imediato&#187;, &#233; in&#250;til tentar distinguir as terap&#234;uticas biom&#233;dicas das psicol&#243;gicas, pela simples raz&#227;o de que a Psicologia n&#227;o existia. Aquilo que se nos apresenta como um esbo&#231;o de cura psicol&#243;gica n&#227;o o era para os m&#233;dicos cl&#225;ssicos que a ministravam (Foucault, 1961). Paralelamente aos desenvolvimentos biom&#233;dicos do s&#233;culo xvm, &#233; ao austr&#237;aco Anton Mesmer, criador da hipnose, nos finais deste s&#233;culo, que se deve a origem da psicoterapia moderna como forma distinta de terapia. Mesmer mostrou que era poss&#237;vel fazer desaparecer os sintomas dos pacientes, mediante a indu&#231;&#227;o de um estado de transe hipn&#243;tica. Apesar de o &#171;magnetismo animal&#187; de Mesmer ter sido rapidamente desacreditado, nomeadamente por Pinei, que o p&#244;s a rid&#237;culo (Pichot, 1984), Ellenberger (1970) v&#234; nele uma primeira formula&#231;&#227;o sistematizada da &#171;psicologia do inconsciente&#187;.</font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">Por volta de 1813, surge em Paris um magnetizador que prop&#245;e uma nova interpreta&#231;&#227;o do &#171;magnetismo animal&#187; de Mesmer.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Tratava-se do go&#234;s Jos&#233; Cust&#243;dio de Faria, o Abade de Faria. Ter&#225; sido o primeiro a propor, ao contr&#225;rio de Mesmer, que o sono hipn&#243;tico e as pr&#225;ticas sonamb&#250;licas n&#227;o advinham de quaisquer fluidos ou for&#231;as magn&#233;ticas misteriosas, mas sim de causas naturais cientificamente investig&#225;veis, como a sugestionabilidade (Egas Moniz, 1977). Assim, Faria opera uma transi&#231;&#227;o essencial, mas frequentemente ignorada, na hist&#243;ria da psicoterapia: a da perspectiva m&#225;gica de Mesmer para a vertente psicossocial da perspectiva natural&#237;stico-cient&#237;fica. Contudo, s&#243; mais tarde, quando em finais do s&#233;culo XIX Charcot reabilita o hipnotismo associando-o &#224; &#171;neurose hist&#233;rica&#187;, &#233; que se torna respeit&#225;vel o ensino e pr&#225;tica da hipnose (Pichot, 1984) na perspectiva natural e cient&#237;fica, pioneiramente defendida pelo Abade de Faria (Egas Moniz, 1977).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Tendo por base as implica&#231;&#245;es terap&#234;uticas do hipnotismo, derivadas por Charcot e Breuer, Freud, no final do s&#233;culo XIX in&#237;cios do s&#233;culo XX, desenvolve o primeiro sistema organizado de psicoterapia: a psican&#225;lise, que viria a dominar o campo praticamente indisputada at&#233; aos anos sessenta. Paralelamente &#224; psican&#225;lise, as bases para dois outros grandes sistemas de psicoterapia come&#231;aram a ser lan&#231;adas no s&#233;culo XIX e in&#237;cios do XX.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por um lado, as do comportamentalismo, resultante de investiga&#231;&#245;es com animais em laborat&#243;rio, primeiro na Uni&#227;o Sovi&#233;tica por interm&#233;dio de Pavlov e posteriormente nos Estados Unidos por interm&#233;dio de Watson, Thorndike e Skinner. Este sistema terap&#234;utico foi desenvolvido em termos cl&#237;nicos por Wolpe Lazarus na &#193;frica do Sul, por Eysenck em Inglaterra e por diversos terapeutas nos Estados Unidos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por outro, as das perspectivas fenomenol&#243;gico-existendais, principalmente baseadas nas doutrinas de fil&#243;sofos como Kierkegaard, Husserl e Heidegger. Estas doutrinas questionavam a validade dos conceitos e m&#233;todos cient&#237;ficos principalmente quando aplicados ao homem e acentuavam a import&#226;ncia da dimens&#227;o espiritual, recorrendo &#224; experi&#234;ncia directa como m&#233;todo privilegiado de conhecimento.</font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">Estes princ&#237;pios seriam inicialmente aplicados &#224; psicoterapia por Binswanger e Boss. A &#234;nfase numa filosofia da exist&#234;ncia inerente &#224;s terapias fenomenol&#243;gico-existenciais, volta a aproxim&#225;-las das formas tradicionais de cura m&#225;gico-religiosa (Frank, 1973; Frank &amp; Frank, 1991).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Durante todo o s&#233;culo XX, os sistemas de psicoterapia proliferam. Em 1959 era j&#225; poss&#237;vel identificar trinta e seis sistemas distintos (Harper, 1959), em 1976 este n&#250;mero subia para cento e trinta (Parloff, 1976), em 1980 para duzentos e cinquenta (Herink, 1980) e em 1986 atingia a impressionante quantia de quatrocentos e sessenta (Goleman, 1986). Finalmente, em 1989, era poss&#237;vel identificar em It&#225;lia cerca de quinhentas sociedades distintas de psicoterapia (Filippeschi &amp; Celano, 1988; Freni, Basile, Fava, &amp; Galati, 1989). Contudo, como David Orlinsky (1989) acentuou, as diferentes &#171;escolas&#187; terap&#234;uticas podem ser vistas como varia&#231;&#245;es fenot&#237;picas que reflectem combina&#231;&#245;es particulares de um n&#250;mero limitado de concep&#231;&#245;es genot&#237;picas mais b&#225;sicas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Dada esta mir&#237;ade de sistemas psicoterap&#234;uticos, agravada pelo facto de n&#227;o existir uma profiss&#227;o-base &#250;nica para o psicoterapeuta, n&#227;o &#233; f&#225;cil, a n&#237;vel conceptual, apresentar uma defini&#231;&#227;o de psicoterapia suscept&#237;vel de acordo un&#226;nime. Possivelmente, em nenhuma outra &#225;rea da psicologia o desacordo &#233; t&#227;o grande relativamente &#224; defini&#231;&#227;o de um conceito.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Se atendermos &#224; etimologia da palavra, esta resulta da conjuga&#231;&#227;o das duas palavras gregas, <i>psych&#233;</i> (alma; esp&#237;rito; vida) e <i>therape&#237;a</i> (cuidado; cuidado religioso; cuidado m&#233;dico; tratamento), donde a ideia de &#171;cura pela mente&#187;. Convir&#225;, contudo, assinalar a poss&#237;vel ambiguidade inerente ao facto de <i>therape&#237;a</i> poder simultaneamente significar &#171;cuidado religioso ou m&#233;dico&#187; e de &#171;m&#233;dico&#187; (etimologicamente do latim, <i>medicii)</i> poder significar, para al&#233;m de &#171;pr&#243;prio para curar&#187;, &#171;m&#225;gico&#187;. Esta &#233;, possivelmente, a ambiguidade que se reflecte na dicotomia existente entre as tradi&#231;&#245;es m&#225;gico-religiosa e natural&#237;stico-cient&#237;fica. Proponho uma defini&#231;&#227;o baseada em Frank (1973; Frank &amp; Frank, 1991) e Strupp (1978), que pretende ser suficientemente geral para abarcar todas as formas de psicoterapia, bem como todos os m&#233;todos de cura m&#225;gico-religiosa, visto estas pr&#225;ticas desempenharem fun&#231;&#245;es semelhantes nas respectivas sociedades, revertendo-se assim de um car&#225;cter &#171;transtemporal&#187; e &#171;transespacial&#187;: &#171;a psicoterapia consiste num processo relacional, interpessoal e sistem&#225;tico que implica uma s&#233;rie de contactos mais ou menos estruturados, destinados a proporcionar aos sofredores, al&#237;vio, crescimento e modifica&#231;&#227;o de sentimentos, cogni&#231;&#245;es e comportamentos, mediante o recurso a um racional de compreens&#227;o e explica&#231;&#227;o da queixa/problema, que se materializa em t&#233;cnicas terap&#234;uticas, principalmente palavras, actos e rituais, veiculados por terapeutas/curandeiros treinados, cujas capacidades s&#227;o reconhecidas e aceites pelo paciente e respectivo grupo social de perten&#231;a&#187;.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ap&#243;s esta breve resenha hist&#243;rica, passemos a considerar o &#250;ltimo componente da defini&#231;&#227;o anterior, aquele que ministra os cuidados especializados da psicoterapia, o Psicoterapeuta.</font></p>       <p><font face="Verdana" size="2"><i>3. Psicoterapia e Psicoterapeutas.</i></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>3.1. Modelos de Terapia e Papel do Terapeuta.</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A import&#226;ncia da pessoa e as diferen&#231;as de papel que o psicoterapeuta foi desempenhando ao longo dos tempos, no balancear entre a perspectiva m&#225;gico-religiosa e as vertentes psicossocial e biom&#233;dica da perspectiva natural&#237;stico-cient&#237;fica, tornam-se mais claras recorrendo &#224;s quatro &#171;imagens genot&#237;picas&#187; que Orlinsky (1989) considera estarem na base das diferentes &#171;escolas&#187; de psicoterapia e que ter&#227;o guiado os esfor&#231;os dos investigadores nos &#250;ltimos cinquenta anos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A primeira, que &#233; a dominante, entende a psicoterapia como uma forma de tratamento para as perturba&#231;&#245;es psiqui&#225;tricas. Nesta representa&#231;&#227;o, o papel do psicoterapeuta &#233; o de t&#233;cnico especializado, veiculador de metodologias terap&#234;uticas activas a pacientes que &#171;incorporam&#187; perturba&#231;&#245;es psicopatol&#243;gicas, com o objectivo de conseguir a remiss&#227;o da psicopatologia. Segundo Mahoney (1991), neste tipo de representa&#231;&#227;o, os motivos para ser terapeuta s&#227;o os comuns &#224; profiss&#227;o m&#233;dica: &#171;identifica&#231;&#227;o e redu&#231;&#227;o das patologias&#187; e a &#171;restaura&#231;&#227;o da sa&#250;de&#187;. Na segunda representa&#231;&#227;o, onde a psicoterapia &#233; entendida como um processo educacional ou de aprendizagem, o terapeuta &#233; visto como um t&#233;cnico, educador/tutor a quem cabe implicar e motivar o paciente/aluno para um processo de aprendizagem (porque a personalidade &#233; um conjunto de respostas aprendidas) que facilite a aquisi&#231;&#227;o de novas formas de compreens&#227;o e novas aptid&#245;es. Os motivos do terapeuta s&#227;o, aqui, mais os de um professor do que os de um m&#233;dico (Mahoney, 1991).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A psicoterapia como processo correctivo ou de reforma, caracteriza a terceira representa&#231;&#227;o, sendo normalmente apresentada por cr&#237;ticos do sistema de sa&#250;de mental &#91;de forma particularmente veemente por Jeffrey Masson (1988, 1991, 1992)&#93;. A terapia &#233; caracterizada como uma forma de repress&#227;o pol&#237;tica, destinada a controlar ou &#171;recuperar&#187; aqueles cuja conduta se afasta das normas sociais. As motiva&#231;&#245;es do psicoterapeuta s&#227;o pouco lisonjeiras: poder, autoridade e possibilidade de controlar a liberdade dos pacientes (Mahoney, 1991). Finalmente, como quarta representa&#231;&#227;o, surge a reden&#231;&#227;o. Esta imagem faz apelo aos paralelos da psicoterapia com a religi&#227;o e com a busca da transcend&#234;ncia espiritual na procura dos &#171;significados &#250;ltimos&#187;. A psicoterapia substitui-se &#224;s religi&#245;es numa sociedade eminentemente laica. O papel do psicoterapeuta &#233; o de &#171;padre laico&#187;, que oferece possibilidades de desenvolvimento espiritual, encorajando a &#171;esperan&#231;a&#187; nos m&#233;todos e nos resultados do processo (Mahoney, 1991). Acentuam-se as qualidades pessoais e &#171;existenciais&#187; de terapeuta e paciente, num processo em que a intensidade emocional da experi&#234;ncia &#233; essencial, em detrimento dos aspectos t&#233;cnicoinstrumentais. O desempenho do terapeuta &#233; o de um catalisador &#91;&#171;ainda que o paciente aprenda, eu n&#227;o ensino&#187; (Kopp, p. 7, 1972)&#93;, n&#227;o se afastando muito do papel de xam&#227;, mestre zen, director espiritual, curandeiro religioso ou profeta messi&#226;nico, como Jesus Cristo (Frank, 1973; Frank &amp; Frank, 1991; Fromm &amp; Suzuki, 1960; Haley, 1986; Kopp, 1972; Orlinsky, 1989; Watts, 1961). As motiva&#231;&#245;es do terapeuta s&#227;o, portanto, de ordem filos&#243;fica, espiritual, religiosa e human&#237;stica (Mahoney, 1991).</font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">Ainda segundo Orlinsky (1989), todas as escolas de psicoterapia resultam de uma combina&#231;&#227;o de tratamento, educa&#231;&#227;o, reforma e reden&#231;&#227;o, diferindo, a este respeito, exclusivamente no grau de explicita&#231;&#227;o e &#234;nfase que atribuem a cada uma delas. Assim, &#233; poss&#237;vel constatar elementos predominantemente de &#171;tratamento&#187; na psican&#225;lise, de &#171;educa&#231;&#227;o&#187; na terapia cognitiva, de &#171;reforma&#187; nas terapias comportamentais de &#171;economia de fichas&#187; e de &#171;reden&#231;&#227;o&#187; nas terapias existenciais e experienciais.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>3.2. Resultados da Investiga&#231;&#227;o e Interpreta&#231;&#245;es Alternativas.</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Hoje em dia &#233; indisput&#225;vel que, de uma forma geral, a psicoterapia tem efeitos ben&#233;ficos (Andrews &amp; Harvey, 1981; Bergin, 1971; Bergin &amp; Lambert, 1978; Lambert &amp; Bergin, 1994; Lambert, Shapiro &amp; Bergin, 1986; Meltzoff &amp; Kornreich, 1970; Shapiro &amp; Shapiro, 1982; Smith, Glass &amp; Miller, 1980). Contudo, contrariamente &#224;s expectativas de grande n&#250;mero de investigadores principalmente das representa&#231;&#245;es da psicoterapia como tratamento (a predominante) e educa&#231;&#227;o, os resultados globais da investiga&#231;&#227;o (recorrendo a diversos tipos de metodologia) n&#227;o mostram efic&#225;cias diferenciais convincentes dos diferentes tipos de interven&#231;&#245;es baseados em diferentes orienta&#231;&#245;es te&#243;ricas. Isto, apesar de aparentarem ser muito diversas as formas e t&#233;cnicas como essa efic&#225;cia &#233; alcan&#231;ada (Elkin, Parloff, Hadley, &amp; Autry, 1985; Elkin <i>et al</i>., 1989; Frank, 1979 Lambert, 1986; Luborsky, Singer, &amp; Luborsky 1975; Shapiro &amp; Shapiro, 1982; Sloane, Staples, Cristol, Yorkston, &amp; Whipple, 1975; Smith, Glass, &amp; Miller, 1980; Stiles, Shapiro &amp; Elliot, 1986). As principais raz&#245;es que podem ser avan&#231;adas para explicar esta situa&#231;&#227;o de equival&#234;ncia s&#227;o: (a) a globalidade do diagn&#243;stico psiqui&#225;trico com base no qual se estabelecem os grupos de pacientes que integram as investiga&#231;&#245;es comparativas, negligenciando caracter&#237;sticas psicol&#243;gicas mais subtis que poderiam proporcionar resultados diferenciais (e.g., <i>lo cus</i> de controlo externo <i>ver sus</i> interno) (Beutler, 1991; Beutler &amp; Clarkin, 1990); e (b) os factores comuns a todas as formas de interven&#231;&#227;o psicoterap&#234;utica (e.g., Bergin, 1980; Cornsweet, 1983; Cross, Sheehan, &amp; Khan, 1982; Frank, 1973; Frank &amp; Frank, 1991; Goldfried, 1982; Grencavage &amp; Norcross, 1990; Stiles <i>et al.</i>, 1986).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No que concerne aos &#171;factores comuns a todas as formas de terapia&#187;, podem incluir-se as vari&#225;veis do psicoterapeuta, pass&#237;veis de mediar a efic&#225;cia das interven&#231;&#245;es, contribuindo de forma significativa para que as diferen&#231;as de efic&#225;cia intragrupo (orienta&#231;&#227;o te&#243;rica) sejam maiores do que as diferen&#231;as intergrupos (orienta&#231;&#245;es te&#243;ricas) (Lambert, 1989; Luborsky, CritsChristoph, McLellan, Woody, Piper, Liberman, &amp; Pilkonis, 1986; Luborsky, McLellan, Woddy, (LBrien, &amp; Auerbach, 1985; Orlinsky &amp; Howard, 1980). J&#225; nos anos 70, v&#225;rios autores defendiam que a exclus&#227;o das caracter&#237;sticas dos psicoterapeutas dos relatos relativos &#224; investiga&#231;&#227;o, amea&#231;avam seriamente a interpreta&#231;&#227;o e generaliza&#231;&#227;o dos resultados (e.g., Martindale, 1978; Parloff, Waskow, &amp; Wolfe, 1978; Sundland, 1977).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A rela&#231;&#227;o entre paciente e terapeuta &#233; apontada em muitos estudos como a vari&#225;vel do processo terap&#234;utico mais consistentemente relacionada com os resultados, a rela&#231;&#227;o entre paciente e terapeuta, particularmente a qualidade da respectiva &#171;alian&#231;a terap&#234;utica&#187; (Greenberg &amp; Pinsof, 1986; Orlinsky &amp; Howard, 1986). Este resultado reafirma a ideia de que as &#171;qualidades humanas&#187; do terapeuta t&#234;m um impacte mais significativo no processo terap&#234;utico do que os componentes t&#233;cnicos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para al&#233;m dos dados relativos &#224; import&#226;ncia das vari&#225;veis do terapeuta apresentados no in&#237;cio da Introdu&#231;&#227;o, pode-se afirmar, em jeito de s&#237;ntese, que a &#171;pessoa&#187; do terapeuta se encontra mais directamente relacionada com os benef&#237;cios terap&#234;uticos do que o tipo de terapia que pratica (Crits-Christoph &amp; Mintz, 1991; Luborsky <i>et al,</i> 1986), explicando, em m&#233;dia, cerca de oito vezes mais da vari&#226;ncia dos resultados terap&#234;uticos, do que a sua orienta&#231;&#227;o te&#243;rica e/ou t&#233;cnicas que utiliza (resultados baseados na an&#225;lise de quatro importantes estudos de psicoterapia) (Lambert, 1989; Luborsky <i>et al.,</i> 1986).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">De igual modo, as causas mais frequentemente citadas como respons&#225;veis pelos &#171;efeitos de deteriora&#231;&#227;o&#187; em psicoterapia (e.g., o agravamento de sintomas ou o surgimento de novos sintomas) s&#227;o as vari&#225;veis do terapeuta (Lafferty, Beutler, &amp; Crago, 1989; Lambert, Bergin, &amp; Collins, 1977; Orlinsky &amp; Howard, 1980; Strupp, 1977; Strupp &amp; Hadley, 1985). Luborsky e colegas (1985) conclu&#237;ram, num estudo destinado a avaliar os determinantes do sucesso de terapeutas individuais, que o principal ve&#237;culo de mudan&#231;a terap&#234;utica era a personalidade do psicoterapeuta, em especial, a sua capacidade para estabelecer alian&#231;as terap&#234;uticas positivas: &#171;o terapeuta &#233; um agente importante e independente de mudan&#231;a, com capacidade para amplificar ou reduzir os efeitos da terapia&#187; (p. 609). Contudo, n&#227;o s&#243; os efeitos atribu&#237;veis aos terapeutas tendem a atenuar-se quando se utilizam manuais de interven&#231;&#227;o (Crits-Christoph <i>et al.,</i> 1991) e quando os terapeutas s&#227;o muito experientes (Crits-Christoph &amp; Mintz, 1991; Crits-Christoph <i>et al</i>., 1991), como tamb&#233;m as vari&#225;veis que s&#227;o espec&#237;ficas ou que se desenvolvem adentro da rela&#231;&#227;o terap&#234;utica, particularmente as interac&#231;&#245;es de algumas delas (e.g., caracter&#237;sticas do terapeuta, do paciente, contexto e tipo de terapia), parecem ser mais importantes para os resultados do processo do que as vari&#225;veis do terapeuta de car&#225;cter mais geral (Beutler, Crago, &amp; Arizmendi, 1986; Beutler, Machado, &amp; Neufeld, 1994; Lafferty, Beutler, &amp; Crago, 1989; Lyons &amp; Howard, 1991).</font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">A import&#226;ncia das vari&#225;veis do terapeuta n&#227;o significa que os efeitos das t&#233;cnicas terap&#234;uticas sejam totalmente negligenci&#225;veis. Lambert (1986), ap&#243;s uma revis&#227;o de literatura, atribui-lhes 15 % de peso na vari&#226;ncia dos resultados terap&#234;uticos. A conclus&#227;o geral que se pode retirar relativamente ao papel das t&#233;cnicas no processo e resultados terap&#234;uticos &#233; a de que, apesar de nenhuma t&#233;cnica ser efectiva de per se e em todas as condi&#231;&#245;es, algumas s&#227;o eficazes nalgumas condi&#231;&#245;es (Goldffied, 1991; Greenberg, 1991; Orlinsky, 1989). O estudo de Luborsky e colegas (1985), anteriormente referido, permite concluir pela inseparabilidade da import&#226;ncia das t&#233;cnicas terap&#234;uticas, das caracter&#237;sticas pessoais do terapeuta (nomeadamente, o seu grau de ajustamento pessoal e o seu &#171;interesse em auxiliar&#187;) e da qualidade da rela&#231;&#227;o terap&#234;utica.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">4. <i>Conclus&#227;o.</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Como Mahoney (1991) acentuou, ainda que os resultados anteriormente referidos sejam contr&#225;rios &#224;s expectativas de grande n&#250;mero de investigadores contempor&#226;neos, eles s&#227;o perfeitamente consistentes com as an&#225;lises cl&#225;ssicas e modernas da &#171;persuas&#227;o e cura&#187;<a href="#1"><sup>1</sup></a><a name="top1"></a> (Beutler, 1979; Beutler et al., 1986; Brehm, 1976; Frank, 1973, 1982, 1987; Frank &amp; Frank, 1991; Hepner &amp; Claiborn, 1989; Strong, 1978), e com o peso atribu&#237;do tradicionalmente &#224; personalidade dos curandeiros ao longo da hist&#243;ria e nas sociedades n&#227;o-ocidentais (Ellenberger, 1970; Guy, 1987; Henry, 1966).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Exemplos cl&#225;ssicos s&#227;o os de Arist&#243;teles e Quintiliano. Como Glaser (1980) refere, de entre os quatro &#171;instrumentos ret&#243;ricos&#187; essenciais a uma persuas&#227;o eficaz, mencionados por Arist&#243;teles: ethos (car&#225;cter); <i>logos</i> (l&#243;gica); <i>pathos</i> (emo&#231;&#227;o); e <i>stylos</i> (estilo), o mais potente &#233; o <i>ethos.</i> No <i>ethos</i> englobam-se caracter&#237;sticas eminentemente pessoais como o &#171;grau de perito&#187; (o emissor como fonte de afirma&#231;&#245;es v&#225;lidas), o &#171;grau de confian&#231;a&#187; (o optimismo, interesse e dedica&#231;&#227;o que o emissor transmite ao receptor) e a &#171;atrac&#231;&#227;o&#187; (semelhan&#231;a, compatibilidade e estima entre emissor e receptor). De notar a semelhan&#231;a com as qualidades b&#225;sicas da rela&#231;&#227;o terap&#234;utica salientadas por Cari Rogers (1957): empatia, autenticidade e estima positiva, ou ainda com an&#225;lises recentes da comunica&#231;&#227;o, que concluem que &#171;o meio &#233; a mensagem&#187; (McLuhan, 1962).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por sua vez, Quintiliano introduziu o conceito de ret&#243;rica som&#225;tica. Neste conceito englobavam-se os diversos estilos orais e visuais a que o emissor devia recorrer para aumentar o seu poder de persuas&#227;o, sendo considerado como particularmente importante o pronuntiatio, a eloqu&#234;ncia (i. e., adequabilidade na escolha das palavras) (Watzlawick, 1978).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ellenberger (1970) considera tamb&#233;m que as capacidades terap&#234;uticas de Mesmer se deviam n&#227;o a qualquer for&#231;a misteriosa, mas sim a uma personalidade extraordinariamente forte. An&#225;lise esta bem mais consonante com a leitura do Abade de Faria, da hipnose como forma de sugest&#227;o.</font></p>       <p><font face="Verdana" size="2">Por &#250;ltimo, lembremos que Freud escrevia em 1905, recuperando um dito antigo, que o que curava as &#171;psiconeuroses&#187; n&#227;o era a medicina, mas sim a personalidade do m&#233;dico (1905/ 1973<i>a</i>)) acrescentando posteriormente que esta constitu&#237;a um dos factores essenciais para criar no doente um estado an&#237;mico favor&#225;vel &#224; cura (1905/ 1973<i>b</i>). Mais tarde, em 1937, escreveu ainda que entre os factores que poderiam dificultar os progressos da psican&#225;lise se encontrava, para al&#233;m da natureza do eu do paciente, a individualidade do psicanalista (1937/1973<i>c</i>). Parecem emergir duas conclus&#245;es centrais do material exposto: (1) o facto de parecer imposs&#237;vel, ou mesmo indesej&#225;vel, perpetuar a dicotomia entre a perspectiva m&#225;gico-religiosa e natural&#237;stico-cient&#237;fica, na medida em que a os componentes da primeira podem ser estudados &#224; luz da segunda (particularmente na sua vertente psicossocial), contribuindo para optimizar a efic&#225;cia dos resultados terap&#234;uticos; (2) a import&#226;ncia de aprofundar as investiga&#231;&#245;es sobre as vari&#225;veis do psicoterapeuta, no sentido de aumentar a compreens&#227;o que temos do papel destas no processo e resultados terap&#234;uticos.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&#234;ncias</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Alexander, E G., &amp; Selesnick, S. T. (1966). <i>The history of psychiatry.</i> Northvale, N. J.: Jason Aronson.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Andrews, G., &amp; Harvey, R. (1981). Does psychotherapy benefit neurotic patients? A re-analysis of the Smith, Glass, &amp; Miller data. <i>Archives of General Psychiatry</i>, 38, 1203-08.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518414&pid=S0874-2049199600010001500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bergin, A. E. (1971). Further comments on psychotherapy research and therapeutic practice. <i>Interpersonal Journal of Psychiatry,</i> 3, 317-323.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518416&pid=S0874-2049199600010001500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bergin, A. E. (1977). Introduction. In A. S. Gurman &amp; A. M. Razin (Eds.), <i>Effective psychotherapy: A handbook of research</i> (pp. XV-XVI). New York: Pergamon Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518418&pid=S0874-2049199600010001500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bergin, A. E. (1980). <i>Psychotherapy: An eclectic approach.</i> New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518420&pid=S0874-2049199600010001500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bergin, A. E., &amp; Lambert, M. J. (1978). The evaluation of therapeutic outcomes. In S. L. Garfield &amp; A. E. Bergin (Eds.), <i>Handbook of psychotherapy and behavior change</i> (2<sup>a</sup> ed., pp. 139-89). New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518422&pid=S0874-2049199600010001500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Beuder, L. E. (1979). Values, beliefs, religion and the persuasive influence of psychotherapy. <i>Psychotherapy, Theoty, Research, and Practice,</i> 16, 432-440.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518424&pid=S0874-2049199600010001500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Beuder, L. E. (1991). Have all won and must all have Prizes? Revisiting Luborsky et al.&rsquo;s verdict. <i>Journal of Consulting and Clinical Psychology,</i> 59, 226-232.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Beuder, L. E., &amp; Clarkin, J. (1990). <i>Systematic treatment\selection: Toward targeted therapeutic interventions</i>. New York: Brunner/Mazel.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518427&pid=S0874-2049199600010001500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Beuder, L. E., Crago, M., &amp; Arizmendi, T. G. (1986). Therapist variables in psychotherapy process and outcome. In S. L. Garfield &amp; A. E. Bergin (Eds.), <i>Handbook of psychotherapy and behavior change</i> (2<sup>a</sup> ed., pp. 257-310). New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518429&pid=S0874-2049199600010001500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Beuder, L. E., Machado, P. P. P, &amp; Neufeld, S. (1994). Therapist variables. In A.E. Bergin &amp; S. L. Garfield (Eds.), <i>Handbook of psychotherapy and behavior change</i> (4<sup>a</sup> ed., pp. 229-69). New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518431&pid=S0874-2049199600010001500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Brehm, S. S. (1976). <i>The application of social psychology to clinical practice</i>. New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518433&pid=S0874-2049199600010001500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Buder, S. F., &amp; Strupp, H. H. (1986). Specific and nonspecific factors in psychotherapy: A problematic paradigm for psychotherapy research. <i>Psychotherapy,</i> 23, 30-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518435&pid=S0874-2049199600010001500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cornsweet, C. (1983). Nonspecific factors and theoretical choice. <i>Psychotherapy: Theory, research, and practice,</i> 20, 307-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518437&pid=S0874-2049199600010001500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Crits-Christoph, P, &amp; Mintz, J. (1991). Implications of therapist effects for the design and analysis of comparative studies of psychotherapies. <i>Journal of Consulting and Clinical Psychology, 39,</i> 20-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518439&pid=S0874-2049199600010001500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Crits-Christoph, P, Baranackie, K., Kurcias, J. S., Beck, A. T., Carroll, K., Perry, K., Luborsky, L., McLellan, A. T., Woody, G.E., Thompson, L., Gallagher, D., &amp; Zitrin, C. (1991). Meta-analysis of therapist effects in psychotherapy outcome studies. <i>Psychotherapy Research, 1,</i> 81-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518441&pid=S0874-2049199600010001500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cross, D. G., Sheehan, P. W., &amp; Khan, J. A. (1982). Short- and long-term followup of clients receiving insight-oriented therapy and behavior therapy. <i>Journal of Consulting and Clinical Psychology,</i> 50, 103-112.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518443&pid=S0874-2049199600010001500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Egas Moniz (1977). O <i>Abade Faria.</i> Lisboa: Editorial Vega.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518445&pid=S0874-2049199600010001500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Elkin, I. E, Parloff, M. B., Hadley, S. W, &amp; Autry, J. H. (1985). NIMH treatment of depression collaborative research program: Background and research plan. <i>Archives of GmeralPsychiatiy, 42,</i> 305-316.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518447&pid=S0874-2049199600010001500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Elkin, I. E, Shea, M. T, Watkins, J. T, Imber, S. D., Sotsky, S. M., Collins, J. F., Glass, D. R., Pilkonis, P. A., Leber, W. R:, Docherty, J. P, Fiester, S. J., &amp; Parloff, M. B. (1989). NIMH treatment of depression collaborative research program: General effectiveness of treatment. <i>Archives of General Psychiatry,</i> 46, 971-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518449&pid=S0874-2049199600010001500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ellenberger, H. (1970). <i>The discoveiy of the unconscious.</i> NewYork: Basic Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518451&pid=S0874-2049199600010001500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Filippeschi, M., Celano, G. (1988). <i>Scuole di psicoterapia in Italia.</i> G&#233;nova: Centro Diffnsione Psicologia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518453&pid=S0874-2049199600010001500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Foucault, M. (1961). <i>Histoire de la folie a VAge Classique.</i> Paris: Plon.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518455&pid=S0874-2049199600010001500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Frank, J. D. (1973). <i>Persuasion and healing,</i> (2.<sup>a</sup> ed. revista). Baltimore: Johns Hopkins University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518457&pid=S0874-2049199600010001500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Frank, J. D. (1979). The present status of outcome research <i>.Journal of Consulting and Clinical Psychology, 89,</i> 310-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518459&pid=S0874-2049199600010001500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Frank, J. D. (1982). Therapeutic components shared by all psychotherapies. In J. H. Harvey &amp; M. M. Parks (Eds.), <i>The master lecture series, Vol. 1, Psychotherapy andbehavior change</i> (pp. 7-37). Washington, DC: American Psychological Association.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Frank, J. D. (1987). Psychotherapy, rethoric, and hermeneutics: Implications for practice and research. <i>Psychotherapy</i>, 24, 293-302</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518462&pid=S0874-2049199600010001500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Frank, J. D., &amp; Frank, J. B. (1991). <i>Persuasion and healing</i> (3 <sup>a</sup> ed.). Baltimore: Jonhs Hopkins University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518463&pid=S0874-2049199600010001500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Freni, S., Basile, R., Fava, E., &amp; Gala ti, S. (1989, Setembro). Some observations on the situation of psychotherapy in Italy. In D. E. Orlinsky (organizador), <i>The social context of psychotherapy research: A comparative discussion of the organization and impact ofservive deliveiy Systems.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518465&pid=S0874-2049199600010001500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i> Workshop integrado na Third European Conference on Psychotherapy Research, Berna.</font></p>       <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Freud, S. (1973<i>a</i>). Sobre psicoterapia (tradu&#231;&#227;o espanhola de L. Lopes-Ballesteros y de Torres). In <i>Obras completas de Sigmund Freud,</i> Vol. 1 (3<sup>a</sup> ed., pp. 1008-13). Madrid: Biblioteca Nueva. (Originalmente publicado em 1905.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518467&pid=S0874-2049199600010001500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->)</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Freud, S. (1973<i>b</i>). Psicoterapia: Tratamento por el espiritu (tradu&#231;&#227;o espanhola de L. Lopes-Ballesteros y de Torres). In <i>Obras completas de Sigmund Treud,</i> Vol. 1 (3.<sup>a</sup> ed., pp. 1014-27). Madrid: Biblioteca Nueva. (Originalmente publicado em 1905).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518469&pid=S0874-2049199600010001500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Freud, S. (1973<i>c</i>). Analisis terminable e interminable (tradu&#231;&#227;o espanhola de L. LopesBallesteros y de Torres). In <i>Obras completas de Sigmund Freud</i>, Vol. 3 (3.<sup>a</sup> ed., pp. 3339-64). Madrid: Biblioteca Nueva. (Originalmente publicado em 1905).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518471&pid=S0874-2049199600010001500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fromm, E., &amp; Suzuki, D. T. (1960). <i>Zen Buddhism and psychoanalysis.</i> New York: Harper.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518473&pid=S0874-2049199600010001500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Glaser, S. R. (1980). Rhetoric and psychotherapy. In M. J. Mahoney (Ed.), <i>Psychotherapy process: Current issues and future directions</i> (pp. 313-33). New York: Plenum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518475&pid=S0874-2049199600010001500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Goldfried, M. R. (Ed.) (1982). <i>Converging themes in psychotherapy.</i> New York: Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518477&pid=S0874-2049199600010001500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Goldfried, M. R. (Ed.) (1991). Research issues in psychotherapy integration. <i>Journal of Psychotherapy Integration,</i> 1, 5-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518479&pid=S0874-2049199600010001500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Goleman, D. (1986). Psychiatry: First guide to therapy is fiercely opposed. <i>The New York Times,</i> 23 de Setembro, Cl.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518481&pid=S0874-2049199600010001500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Greenberg, L. S. (1991). Research on the process of change. <i>Pyschotherapy Reseaixh,</i> 1, 3-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518483&pid=S0874-2049199600010001500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Greenberg, L. S., &amp; Pinsof, W. (Eds.) (1986). <i>The psychotherapeutic process: A research handbook.</i> New York: Guilford.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518485&pid=S0874-2049199600010001500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Grencavage, L. M., &amp; Norcross J. C. (1990). Where are the commonalities among the therapeutic common factors. <i>Professional Psychology: Research and Practice,</i> 21, 372-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518487&pid=S0874-2049199600010001500040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gurman, A. S., &amp; Razin, M. S. (Eds.) (1977a). <i>Effective psychotherapy: A handbook of research</i> (pp. 222-51). New York: Pergamon Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518489&pid=S0874-2049199600010001500041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Guy, J. D. (1987). <i>The personal life of the psychotherapist.</i> New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518491&pid=S0874-2049199600010001500042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Haley, J. (1986). <i>The power tactics of Jesus Christ and other essays</i> (2.<sup>a</sup> ed.). Rockville, Md.: The Triangle Press.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Harper, R. A. (1959). <i>Psychoanalysis and psychotherapy: 36 systems.</i> Englewood Cliffs, NJ: Prentice-Hall.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Henry, W.E. (1966). Some observations on the lives of healers. <i>Human Development,</i> 9, 47-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518495&pid=S0874-2049199600010001500045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hepner, P.P., &amp; Claiborn, C.D. (1989). Social influence researching counselling: A review and critique. <i>Journal of Counseling Psychology,</i> 36, 365-87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518497&pid=S0874-2049199600010001500046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Herink, R. (1980). <i>The psychotherapy handbook.</i> New York: Meridian.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518499&pid=S0874-2049199600010001500047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kopp, S. B. (1972). <i>Ifyou meet the Buddha on the road, kill him!</i> New York: Bantam.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518501&pid=S0874-2049199600010001500048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kotder,J. A. (1991). <i>The compleat therapist.</i> San Francisco: Jossey-Bass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518503&pid=S0874-2049199600010001500049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">LaCrosse, M.B. (1980). Perceived counselor social influence and counseling outcomes. <i>Journal of Counseling Psychology,</i> 27, 320-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518505&pid=S0874-2049199600010001500050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lafferty, P, Beutler, L.E., &amp; Crago, M. (1989). Differences between more and less effective psychotherapists: A study of selected therapist variables. <i>Journal of Consulting and Clinical Psychology, 57,</i> 76-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518507&pid=S0874-2049199600010001500051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lambert, M. J. (1986). Implications of psychotherapy outcome research for eclectic psychotherapy. In J. C. Norcross (Ed.), <i>Handbook of eclectic psychotherapy.</i> New York: Brunner/Mazel.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518509&pid=S0874-2049199600010001500052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>       <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lambert, M. J. (1989). The individual therapisfls contribution to psychotherapy process and outcome. <i>Clinical Psychology Review, 9,</i> 469-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518511&pid=S0874-2049199600010001500053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lambert, M. J., &amp; Bergin, A. E. (1994). The effectivness of psychotherapy. In A. E. Bergin &amp; S. L. Garfield (Eds.), <i>Handbook of psychotherapy and hehavior change</i> (4.<sup>a</sup> ed., pp. 143-189). New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518513&pid=S0874-2049199600010001500054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lambert, M. J., Bergin, A. E., &amp; Collins, J. L. (1977). Therapist- induced deterioration in psychotherapy. In A. S. Gurman &amp; A. M. Razin, (Eds.), <i>Effective psychotherapy: A handbook of research</i> (pp. 452-81). New York: Pergamon Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518515&pid=S0874-2049199600010001500055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lambert, M. <i>J.,</i> Shapiro, D. A., &amp; Bergin, A. E., (1986). The effectiveness of psychotherapy. In S. L. Garfield &amp; A. E. Bergin (Eds.), <i>Handbook of psychotherapy and hehavior change</i> (3<sup>a</sup> ed., pp. 157212). New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518517&pid=S0874-2049199600010001500056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Luborsky, L., Singer, B., &amp; Luborsky, L. (1975). Comparative studies of psychotherapy. <i>Archives of General Psychiatry, 32,</i> 995-1008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518519&pid=S0874-2049199600010001500057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Luborsky, L., Crits-Christoph, P, McLelland, A. T., Woody, G., Piper, W., Liberman, B., Imber, S., &amp; Pilkonis, P. (1986). Do therapists vary much on their success? <i>American Journal of Onhopsychiatry, 56,</i> 501-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518521&pid=S0874-2049199600010001500058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Luborsky, L., McLellan, A. T, Woody, G.E., 0&rsquo;Brien, C. P, &amp; Auerbach, A. (1985). Therapist success and its determinants. <i>Archives of General Psychiatry,</i> 42, 602-611.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lyons, L. C., &amp; Howard, K. I. (1991). Main effects analysis in clinical research: Statistical guidelines for desaggregating treatment groups. <i>Journal of Consulting and Clmical Psychology,</i> 59, 745-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518524&pid=S0874-2049199600010001500060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>       <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mahoney, MJ. (1980). <i>Abnormal psychology: Perspectives on human variance.</i> San Francisco: Harper and Row.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518526&pid=S0874-2049199600010001500061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mahoney, MJ. (1991). <i>Human change processes.</i> New York: Basic Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518528&pid=S0874-2049199600010001500062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Masson, J. (1988). <i>Against therapy: Fmmotional tyranny and the myth of psychological healing.</i> New York: Atheneum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518530&pid=S0874-2049199600010001500063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Masson, J. (1991). <i>Final analysis: The making and unma king of a psychoanalyst.</i> London: Harper Collins.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518532&pid=S0874-2049199600010001500064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Masson, J. (1992). The tyranny of psychotherapy. In W. Dryden &amp; C. Feltham (Eds.), <i>Psychotherapy and its discontents</i> (pp. 7-29). Buckingham, Philadelphia: Open University Press.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Martindale, C. (1978). The therapist-asfixed-effect fallacy in psychotherapy research. <i>Journal of Consulting and Clinical Psycholog)/,</i> 46, 1526-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518535&pid=S0874-2049199600010001500066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">McLuhan, M. (1962). <i>The Gutenberg Galaocy.</i> Toronto: University of Toronto Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518537&pid=S0874-2049199600010001500067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Meltzoff, J., &amp; Kornreich, M. (1970). <i>Research in psychotherapy.</i> New York: Atherton.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518539&pid=S0874-2049199600010001500068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Orlinsky, D. E. (1989). Researchers&rsquo; images of psychotherapy. Their origins and influence on research. <i>Clinical Psychology Review,</i> 9, 413-41.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Orlinsky, D. E. &amp; Howard, K. I. (1980). Gender and psychotherapeutic outcome. In A. M. Brodsky &amp; R. T. Haremustin (Eds.), <i>Women and psychotherapy</i> (pp. 3-34). New York: Guildford.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518542&pid=S0874-2049199600010001500070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Parloff, M. B. (1976). Shopping for the right therapy. <i>Saturday Review</i>, 21 de Fevereiro, 135-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518544&pid=S0874-2049199600010001500071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Parloff, M. B., Waskow, I. E., &amp; Wolfe, B. E. (1978). Research on therapist variables in relation to process and ontcome. In S. L. Garfield &amp; A. E. Bergin (Eds.), <i>Handbook of psychotherapy and behavior change. An empirical analysis</i> (2.<sup>a</sup> ed., pp. 233-82). New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518546&pid=S0874-2049199600010001500072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pichot, P. (1984). <i>Um s&#233;culo de psiquiatria.</i> Lisboa: Roche Farmac&#234;utica Qu&#237;mica, Lda.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518548&pid=S0874-2049199600010001500073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rogers, C.R. (1957). The necessary and sufficient conditions of therapeutic personality change. <i>Journal of Consulting Psychology</i>, 21, 95-103.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518550&pid=S0874-2049199600010001500074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Shapiro, D. A., &amp; Shapiro, D. (1982). Metaanalysis of comparative therapy outcome studies: A replication and refinement. <i>Psychological Bulletin,</i> 92, 581-604.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518552&pid=S0874-2049199600010001500075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Sloane, R. B., Staples, F. R., Cristol, A. H., Yorkston, N. J., &amp; Whipple, K. (1975). <i>Psychotherapy versus behavior therapy.</i> Cambridge, MA: Harvard University Press.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Smith, M. L., Glass, G. V, &amp; Miller, T. I. (1980). <i>The benefits of psychotherapy.</i> Baltimore: Johns Hopkins University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518555&pid=S0874-2049199600010001500077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Stiles, W. B., Shapiro, D. A., &amp; Elliot R. (1986). Are all psychotherapies equivalent <i>1. American Psychologist, 41,</i> 165-180.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518557&pid=S0874-2049199600010001500078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Strong, S. R. (1978). Social psychological approach to psychotherapy research. In S. L. Garfield &amp; A. E. Bergin (Eds.), <i>Handbook of psychotherapy and behavior change</i> (2.<sup>a</sup> ed., pp. 101-35). New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518559&pid=S0874-2049199600010001500079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Strupp, H. H. (1977). A reformulation of the dynamics of the therapist&rsquo;s contribution. In A. S. Gurman &amp; A. M. Razin, (Eds.), <i>Ejfective psychotherapy. A handbook of research</i> (pp. 4-22). New York: Pergamon Press.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Strupp, H. H. (1978). Psychotherapy research &amp; practice: An overview. In S. L. Garfield &amp; A. E. Bergin (Eds.), <i>Handbook of psychotherapy and behavior change</i> (2.<sup>a</sup> ed., pp. 3-22). New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518562&pid=S0874-2049199600010001500081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Strupp, H. H., &amp; Hadley, S. W. (1985). Negative effects and their determinants. In D. T. Mays &amp; C. M. Franks (Eds.), <i>Negative outcome in psychotherapy and what to do about it.</i> New York: Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518564&pid=S0874-2049199600010001500082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sundland, D. M. (1977). Theoretical orientations of psychotherapists. In A. S. Gurman &amp; A. M. Razin, (Eds.), <i>Effective psychotherapy. A handbook of research</i> (pp. 189-219). New York: Pergamon Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518566&pid=S0874-2049199600010001500083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Watts, A. (1961). <i>Psychotherapy East and West.</i> New York: RandomHouse.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518568&pid=S0874-2049199600010001500084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Watzlawick, P. (1978). <i>The language of change: Elements of therapeutic communication.</i> New York: Basic Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=518570&pid=S0874-2049199600010001500085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Notas</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top1"><sup>1</sup></a><a name="1"></a>Por exemplo, um estudo de LaCrosse (1980) mostrou que os atributos de influ&#234;ncia social do terapeuta (i.e., &#171;grau de perito percebido&#187;, &#171;atrac&#231;&#227;o&#187; e &#171;grau de confian&#231;a&#187;) explicavam cerca de 30% da vari&#226;ncia dos resultados da interven&#231;&#227;o.</font></p>      ]]></body><back>
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