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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Uma reflexão transnacional sobre a historiografia das nações e dos nacionalismos na Europa (séculos XIX-XX)]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A transnational reflection on the historiography of nations and nationalism in 19th and 20th-century Europe]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Ludwig-Maximilians-Universität Historisches Seminar Lehrstuhl für die Europäische Geschichte des 19. und 20]]></institution>
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<country>Deutschland</country>
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<year>2016</year>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This essay aims to explore the purported difference between “Eastern” and “Western” European nationalism in historical terms, and to inquire whether it makes sense to refer to a dichotomy between ethnic and civic nationalism intrinsically related to the historians’ own ‘mental maps’. Taking into account the existing links between nationalism, national history and the emergence of history as an academic discipline, an exploration of the ‘territorial entanglements’ still evident in a large part of the scholarly literature will attempt to highlight whether it is possible to identify a ‘European way’ of studying nationalism and territorial identities, or whether it is more convenient to proceed to a ‘reprovincialization’ of European nationalism(s).]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Europa]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[história nacional]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[identidades territoriais]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[territorial identities]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align="right"><b>ARTIGO</b></p>

    <p><b>Uma
reflexão transnacional sobre a historiografia das nações e dos nacionalismos na
Europa (séculos XIX-XX)</p>

    <p>A transnational reflection on the
historiography of nations and nationalism in 19th and 20th-century Europe</b></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><b>Xosé M. Núñez Seixas</b>*</p>

    <p>*Ludwig-Maximilians-Universität, Historisches Seminar, Lehrstuhl für die Europäische
Geschichte des 19. und 20. Jahrhunderts, Geschwister-Scholl-Platz — 1D-80539 München, 
Deutschland. E-mail: <a href="mailto:x.nunez@lmu.de">x.nunez@lmu.de</a></p>

    <p>&nbsp;</p>


    <p><b>RESUMO</b></p>

    <p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Este artigo pretende
explorar a dimensão histórica da suposta diferença entre o nacionalismo europeu
de “Leste” e “Ocidental”, e questionar se fará sentido considerar uma dicotomia
entre o nacionalismo étnico e cívico, intrinsecamente relacionado com os mapas
mentais dos próprios historiadores. Tendo em conta as relações entre
nacionalismo, história nacional e a emergência da história enquanto disciplina
académica, a exploração dos “entrecruzamentos territoriais”, que ainda
transparecem em boa parte da literatura académica, tem como propósito perceber
se é possível identificar um “modo europeu” de estudar as identidades
nacionais, ou se, pelo contrário, é mais conveniente proceder a uma
“reprovincialização” dos nacionalismos europeus.</p>

    <p><b>PALAVRAS-CHAVE</b>: Europa; história nacional;
nacionalismo; identidades territoriais.</p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><b>ABSTRACT</b></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p>This essay aims to explore
the purported difference between “Eastern” and “Western” European nationalism
in historical terms, and to inquire whether it makes sense to refer to a
dichotomy between ethnic and civic nationalism intrinsically related to the
historians’ own ‘mental maps’. Taking into account the existing links between
nationalism, national history and the emergence of history as an academic
discipline, an exploration of the ‘territorial entanglements’ still evident in
a large part of the scholarly literature will attempt to highlight whether it
is possible to identify a ‘European way’ of studying nationalism and territorial
identities, or whether it is more convenient to proceed to a ‘reprovincialization’ of European nationalism(s).</p>

    <p><b>KEYWORDS</b>:
Europe; national history; nationalism; territorial identities.</p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p>Existiu (e existe)
realmente uma diferença substancial em termos históricos entre o nacionalismo
europeu “oriental” e o “ocidental”? E tem sentido a referência a uma dicotomia
entre o nacionalismo étnico e o cívico, intrinsecamente relacionada com essa
diferença, atribuindo-os a certas zonas da Europa de acordo com os nossos
próprios “mapas mentais”, como historiadores? Este artigo tem como objetivo
explorar as implicações destas questões decorrentes do duradouro fenómeno da
identidade nacional e do nacionalismo na história da Europa contemporânea.
Devido às relações intrínsecas entre o nacionalismo e a história nacional, e à
emergência da história como disciplina académica, uma exploração dos
“entrecruzamentos [<i>entanglements</i>] territoriais” ainda evidentes numa
grande parte da literatura académica, realça a questão fundamental de saber se
– à luz da crítica transnacional, entre outras – é possível identificar uma
verdadeira “via europeia” de estudo do nacionalismo e das identidades
territoriais.<sup><a href="#1">1</a></sup><a name="top1"></a></p>

    <p><sup>&nbsp;</sup></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>CONCEITOS DE
NACIONALISMO ENTRE “OESTE” E “LESTE”</b></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p>Como os estudiosos do
nacionalismo bem sabem, o conceito do que é uma nação
e as definições de nacionalismo não têm sido entendidas da mesma maneira pelos cientistas
sociais e, particularmente, pelos historiadores da Europa Oriental e Ocidental.
Foram atribuídos significados diferentes às próprias expressões e, portanto, à
realidade – ou aos fenómenos reificados – que elas deveriam definir. Escusado
será dizer que as distinções arquetípicas não só variaram de leste a oeste, mas
foram também objeto de interpretações divergentes
entre os diferentes domínios historiográficos e linguísticos da Europa
Ocidental e da Oriental. Para alguns historiadores e sociólogos, o
“nacionalismo” é um conceito normativo ligado à exclusão étnica e uma ideologia
reacionária cujo principal objetivo é homogeneizar, cultural e etnicamente,
comunidades políticas, enquanto a “nação” é um termo mais neutro ligado à
pátria, à definição da comunidade de cidadãos e ao apego emocional a essa
comunidade (patriotismo). Para outros, o nacionalismo é a afirmação política e
cultural pura da existência de uma nação e é, portanto, livre de significados
normativos como tal. Diferentes conceções de nacionalismo e nação não podem ser
localizadas espacialmente como categorias reificadas que correspondem a
circunstâncias empíricas. Pelo contrário, estas conceções são etiquetas que
refletem o facto de o nacionalismo – como a nação – serem
termos ambíguos.</p>

    <p>Hoje, os estudos do nacionalismo tendem a
questionar abertamente o acentuado contraste delineado por pesquisas anteriores
entre conceitos de nação “étnicos” e “cívicos”, ou entre conceitos “subjetivos”
e “objetivos”. Pelo contrário, existe um consenso crescente de que, desde os
seus inícios, as duas versões da nação estiveram profundamente interligadas.<sup><a href="#2">2</a></sup><a name="top2"></a>
As nações “cívicas” e as nações “étnicas” podem ter existido como
conceitos ideais, mas não como realidades operacionais que influenciaram a
política e a agência individual, bem como o Estado e a agência social. Por
outras palavras, os conceitos de nacionalismo alegadamente “orientais-étnicos”
e “ocidentais-cívicos” sobrepuseram-se frequentemente dentro da matriz
ideológica e cultural de um determinado movimento nacionalista e de uma
determinada política de construção da nação (<i>nation-building</i>) promovida
pelo Estado. Onde os mapas mentais de contemporâneos no passado, bem como os
dos historiadores no presente, tendem a atribuir categorias em consonância com
os eixos geográficos (Norte-Sul, Leste-Oeste), na prática é difícil colocar
exemplos clássicos de nacionalismo ao longo destas linhas imaginárias. Por
exemplo, onde é que o nacionalismo alemão, talvez o modelo mais influente de
nacionalismo europeu, se encontra em termos de divisão entre Este e Oeste, e,
portanto, em termos de ideias e usos “civilizados”?<sup><a href="#3">3</a></sup><a name="top3"></a></p>

    <p>Seguindo Maria Todorova e Larry Wolff nos seus
trabalhos sobre <i>Inventar a Europa Oriental </i>e<i> Imaginando os Balcãs</i>,
podemos considerar que as fronteiras imaginárias da “Europa” delineadas pelo
Iluminismo no século XVIII não eram claras, mas a sua localização era
dependente da definição do conceito de “civilização”.<sup><a href="#4">4</a></sup><a name="top4"></a> 
Por sua vez, este aspeto também condicionou a reinvenção constante da
fronteira geográfica entre o nacionalismo cívico, ocidental e “civilizado” e o
étnico, oriental e “incivilizado”. Tipologias clássicas do nacionalismo
(começando com Hans Kohn no período de entre-as-duas guerras) insistiram também
num conceito de nação ocidental (cívico) e oriental (étnico).<sup><a href="#5">5</a></sup><a name="top5"></a> 
Essas perceções perduraram ao longo das décadas de 1920 e 1930 – como ficou expresso, por exemplo, nas desiguais políticas do
sistema de proteção de minorias étnicas promovida pela Liga das Nações – e da
era da Guerra Fria que se seguiu.<sup><a href="#6">6</a></sup><a name="top6"></a> 
Especialmente durante as guerras de secessão jugoslavas da década de
1990, e apesar de vários historiadores e politólogos questionarem a noção de
que esses conflitos etno-nacionais surgiram de “ódios étnicos tradicionais”, a
opinião pública europeia traçou uma fronteira imaginária entre nacionalismos
mais e menos aceitáveis, quase paralela ao que havia sido a fronteira
tradicional da monarquia de Habsburgo, e com ela à antiga linha de defesa
erguida pela Europa cristã contra a expansão do Império Otomano no início do
período contemporâneo.<sup><a href="#7">7</a></sup><a name="top7"></a></p>

    <p>Tais perceções
seguiram um dos principais temas das historiografias convencionais de
nacionalismos europeus orientais e ocidentais, relativo aos diferentes ritmos
de evolução do Estado-nação. Quando a parte ocidental da Europa foi vista como
sendo dominada pelo chamado modelo “francês”, a ênfase
foi colocada também no facto de o leste do continente ter sido na sua maior
parte sujeito ao domínio de impérios multiculturais e multiétnicos até
1914-1918, em que os fundamentos básicos da legitimidade política eram
supostamente a lealdade dinástica e a crença religiosa. Após a queda destes
impérios considerados relativamente tolerantes, o ódio étnico e o nacionalismo
intolerante deram origem às sementes do segundo conflito armado de 1939-1945,
entre outros males. Na prática, porém, a história desses impérios anterior a
1914 esteve longe de ser idílica. Basta pensar na política de “russificação” do
império czarista (aplicada pela primeira vez no Cáucaso desde meados do século
XIX, e mais tarde estendida a outras partes do seu território), nas tentativas
falhadas de “germanização” da parte cisleitana (austríaca) do Império dos
Habsburgos desde o Compromisso (<i>Ausgleich</i>) de 1867, ou nas políticas
forçadas de ­magiarização aplicadas na metade húngara.<sup><a href="#8">8</a></sup><a name="top8"></a> Todas estas políticas de homogeneização
imposta eram consideradas pelos governantes imperiais como congruentes com a
modernização económica e política: imitavam o modelo supostamente “ocidental”
francês, em que o <i>demos</i> político que dá forma à nação já estava presente
desde (e herdado do) Antigo Regime, e a homogeneidade cultural da nação foi
construída por decisão estatal, através de um processo sistemático de
nacionalização apoiado por uma legitimidade republicana.</p>

    <p>E, no entanto, não era a história de sucesso do
modelo francês de construção da nação em grande medida uma miragem transmitida
pela historiografia francesa e até mesmo não-francesa?
O conflito étnico interno também acompanhou a evolução dos processos de
construção de Estados e nações na Europa Ocidental, com exceção de Portugal
continental. Que dizer, por exemplo, da Irlanda? E do caminho incerto da
nacionalização na França, que os historiadores têm cada vez mais apresentado
como mais problemático do que tradicionalmente parecia à historiografia?<sup><a href="#9">9</a></sup><a name="top9"></a> 
Não fosse a guerra e a violência, mesmo que não seja sempre
acompanhada pela limpeza étnica e a migração forçada, quase tão importante que
(ou até mais importante do que) a violência e a limpeza étnica na Europa de
Leste para a consolidação de Estados-nação liberais
(especialmente no que diz respeito à violência exercida fora da Europa)?<sup><a href="#10">10</a></sup><a name="top10"></a> 
Não menos importante, a este respeito, as perspetivas pós-coloniais
sobre o nacionalismo europeu e as abordagens transnacionais e globais oferecem
uma compreensão diferente da história dos Estados-nação
europeus e das alegadas diferenças entre os modelos da Europa Ocidental
e Oriental. Há outras semelhanças também. Embora tenha sido afirmado que o
modelo “oriental” de construção regional tinha mais a ver com o <i>Landespatriotismus</i>,
o pensamento corporativo e a lealdade supraétnica, a historiografia recente
tende a enfatizar as semelhanças entre os processos “oriental” e “ocidental” de
territorialização das identidades sociais e políticas. A região,<i> </i>a<i>
petite patrie</i>, a <i>Heimat</i> e a <i>rodina </i>podem ter tido mais
elementos em comum do que se supunha anteriormente – não obstante a elaboração
de um “paradigma comum” para os regionalismos na Europa Oriental e Ocidental, e
até mesmo dentro dos limites de uma área geográfica mais ou menos compacta,
ainda continue a ser um desafio.<sup><a href="#11">11</a></sup><a name="top11"></a></p>

    <p>Em resumo, qualquer
comparação intercultural de grande alcance da dinâmica histórica dos processos
de construção da nação e de desenvolvimento do nacionalismo na Europa não pode
escapar a uma conclusão preliminar: não faz muito sentido a referência à
existência de áreas geográficas nítidas, onde podem ser encontradas vias
prototípicas e características de construção da nação e do nacionalismo. Os
nacionalismos étnico-cívicos podem ser encontrados em toda a Europa. O que os
torna diferentes são as condições em que o nacionalismo e as identidades
territoriais surgiram e se desenvolveram.</p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><b>NACIONALISMOS EUROPEUS
“ORIENTAIS” E “OCIDENTAIS”</b></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p>No entanto, a maioria das
visões gerais da história do nacionalismo na Europa, assim como a maioria das
comparações históricas entre Europa Ocidental e Oriental, apontam
para uma série de diferenças gerais. O foco no desenvolvimento desigual dos
nacionalismos e nações sugere que estas diferenças realmente têm menos a ver
com a suposta especificidade estrutural “étnica” da Europa Oriental do que com
peculiaridades cronológicas. Elas têm ainda menos que ver com a “complexidade
étnica” da parte oriental do continente – embora alguns aspetos específicos dos
padrões de assentamento étnico das populações da Europa Oriental não possam ser
totalmente ignorados – do que com as vantagens comparativas de que alguns Estados-nação da Europa Ocidental gozam, incluindo a
constituição (certamente acompanhada de coerção também) do Estado-nação como um
elemento simplificador da paisagem etnopolítica, assim como o papel de impérios
transcontinentais e/ou marítimos como construtores de nações. Por outras
palavras, o império era um poderoso meio de construção da nação metropolitana,<sup><a href="#12">12</a></sup><a name="top12"></a> mesmo que pudesse também funcionar em sentido oposto, desgastando a
coesão da identidade nacional do território metropolitano, como na experiência
espanhola de 1898-1936, e, posteriormente, nos casos britânicos e franceses,
após a descolonização do pós-guerra. Da mesma forma, as políticas seguidas em
impérios dos países europeus ocidentais desde o final do século XIX, indicavam
como os marcadores étnicos de identidade se tornaram importantes para
categorizar a cidadania e as práticas administrativas do dia-a-dia. Neste
sentido, os nacionalismos da Europa Ocidental poderiam ser muito mais
exclusivistas e primordialistas do que os da sua congénere oriental.<sup><a href="#13">13</a></sup><a name="top13"></a></p>

    <p>Um fator de diferenciação ainda maior entre Este
e Oeste, falando em termos gerais, era suposto ser a propagação,
comparativamente mais ampla e mais rápida, de algumas características da
modernização da economia nas sociedades ocidentais. Isto afetou as condições em
que os projetos nacionalistas se desenvolveram, tanto os dos Estados
“nacionalizadores” (para usarmos a definição de Rogers Brubaker) como os dos
nacionalismos subestatais.<sup><a href="#14">14</a></sup><a name="top14"></a> Mas um papel crucial foi reservado para o Estado nacionalizador. Mais
uma vez, o modelo francês da construção da nação com o objetivo de difundir uma
identidade nacional homogénea através da escolaridade, o serviço militar
obrigatório, a difusão de uma interpretação fixa ou canónica de símbolos,
história e marcadores culturais, também exerceu uma influência notável sobre os
novos “Estados em vias de nacionalização” que surgiram depois de 1918.</p>

    <p>A partir da década de 1960, a historiografia da
Europa Central tendeu a argumentar que os problemas dessa região durante e
depois do período entre as duas guerras teve a sua origem na adoção de um
modelo exótico e “inadequado” de construção da nação, o
Estado-nação importado da Europa Ocidental, que não oferecia soluções
práticas para o acolhimento de um extraordinário grau de diversidade étnica.
Dito de outra maneira: algumas das supostas características de intolerância étnica
na Europa Oriental estavam relacionadas com a sua imitação mimética de
políticas de nacionalização inspiradas no modelo “civilizado” de construção de
nações no Ocidente. Algo relativamente semelhante, mas um pouco para além do
âmbito deste artigo, pode afirmar-se no que diz respeito à imitação direta do
modelo francês de construção da nação de finais do século XIX pelas elites
latino-americanas com o fim de construir os seus Estados-nação em formação
antes de 1910, ou à inspiração das elites nacionalistas africanas, tomada dos
modelos europeus de Estado-nação, para construir os seus novos Estados
independentes depois de 1960.<sup><a href="#15">15</a></sup><a name="top15"></a></p>

    <p>Para dar um exemplo final, é comum afirmar que
antes e depois de 1939 a questão das minorias foi vivida de maneira diferente
na Europa Oriental e na Europa Ocidental, não tendo esta última nada que se
assemelhe, digamos, à questão dos alemães sudetas na Checoslováquia.
Certamente, a questão das nacionalidades não desempenhou o mesmo papel
desestabilizador na política internacional como aconteceu na Europa Oriental,
mas isto ficou a dever-se em parte ao facto de os Tratados de Minorias
estabelecidos pela Liga das Nações entre 1919 e 1924 não se terem estendido à
Europa Ocidental (incluindo a Alemanha ou Itália), por causa da convicção entre
os pacificadores de que uma tradição de “governo civilizado” já existia nesta
área. No entanto, a dura política de assimilação aplicada pela Itália fascista
no Tirol do Sul e nas áreas de língua eslovena da região de Friuli deveria ter
sido punida pela Liga das Nações, aplicando os mesmos princípios que na Polónia
ou Lituania.<sup><a href="#16">16</a></sup><a name="top16"></a> O mesmo poderia ser dito sobre certos aspetos da política
assimilacionista francesa na Alsácia-Lorena, e mais ainda da repressão
cultural lançada pela ditadura de Primo de Rivera na Espanha face às
reivindicações catalãs, bascas e galegas de autogoverno no final dos anos 1920.<sup><a href="#17">17</a></sup><a name="top17"></a> Provavelmente, o facto de as limpezas étnicas e dos movimentos
populacionais em massa terem tido lugar na Europa Oriental desde 1944-1945 numa
escala que não foi imaginada na Europa Ocidental teve mais a ver com a
geopolítica continental e as contingências da guerra do que com o determinismo
estrutural ou a paisagem étnica das zonas atingidas.<sup><a href="#18">18</a></sup><a name="top18"></a></p>

    <p>Em última análise, portanto, são as diferenças na
cronologia e contingência que importam mais quando se trata de compreender os
caminhos divergentes da construção da nação na Europa
Oriental e Ocidental. Podemos destacar a este respeito certas diferenças
fundamentais. Em primeiro lugar, o surgimento e consolidação relativamente
precoce da cidadania como critério de legitimidade social e participação
política no núcleo da Europa Ocidental (embora não se deva esquecer que,
durante o período entre guerras, apenas escassas democracias sobreviveram em
todo o continente, as principais delas na França e na Checoslováquia). Em
segundo lugar, a “paisagem etnográfica” foi gradualmente simplificada num
período anterior na maioria dos Estados-nação da Europa Ocidental, embora isto
não tenha significado a homogeneização absoluta. Talvez a diferença mais
marcante tenha sido que a diversidade étnica na Europa Ocidental não esteve
sempre ligada a sobreposições territoriais entre grupos étnicos ou à dispersão
de identidades territoriais através das (extremamente variáveis) fronteiras
estatais. Assim, numa série de países da Europa Ocidental, ao contrário do que
acontecia na Europa do Leste, a perceção da diversidade nacional interna nem
sempre foi associada a uma ameaça externa à segurança do Estado.<sup><a href="#19">19</a></sup><a name="top19"></a></p>

    <p>Em terceiro lugar, devido a uma poderosa tradição
de centralização governamental e às continuidades entre identidades nacionais
pré-modernas e Estados-nação recém-formados, a assimilação cultural (seja
forçada ou não) foi mais bem sucedida em algumas áreas da Europa Ocidental do que
em outras partes do continente. Mais uma vez, no entanto, é preciso não
sobrevalorizar a extensão dessas diferenças. Se em muitas regiões da Europa
Oriental os agrupamentos étnicos replicavam as hierarquias sociais, o que
poderia então refletir-se em termos de distribuição de poder no interior do
Estado, a extensão da assimilação cultural variou também em Estados-nação da
Europa Ocidental. Deixando mesmo de lado o caso da Irlanda, na prática uma
situação quase-colonial, é possível encontrar tipos de
situação relativamente semelhantes na Europa Ocidental, onde os camponeses que
falavam linguas não oficiais ou dialectos <i>patois</i> “não assimilados”
diferiam dos “modernos” funcionários públicos, professores, proprietários e
advogados que falavam a língua do Estado na França, Itália, Espanha ou Bélgica.<sup><a href="#20">20</a></sup><a name="top20"></a></p>

    <p>As influências e transferências intelectuais
ocorreram em ambas as direções do continente europeu.
Também houve influências mútuas entre nacionalismos europeus “ocidentais” e
“orientais”, começando com a adoção de símbolos e um vocabulário relativamente
comum (a reificação da nação, a ideia de soberania, conceitos como “espírito
nacional” e “povo”, quer na sua versão germánica de <i>Volk</i>, quer no seu
significado francês de <i>peuple</i>). Uma história transnacional dos processos
de emergência de novas reivindicações de etnicidades esquecidas nas diversas
nacionalidades europeias sem Estado, e da circulação de imagens e contributos
entre diferentes nacionalismos minoritários subestatais desde o século XIX,
ainda está por escrever, embora ideias recentes tenham sugerido que o fenómeno
era mais “europeu” — no sentido da partilha de muitas características — do que
se pensava anteriormente.<sup><a href="#21">21</a></sup><a name="top21"></a> A partir do final do século XIX, os movimentos nacionalistas
subestatais da Europa Ocidental também procuraram modelos de organização e
estratégia, bem como de inspiração ideológica, na Europa Oriental e Central.
Por exemplo, o intelectual nacionalista irlandês e fundador do Sinn Féin Arthur
­Griffith inspirou-se no nacionalismo húngaro, como reflectiu bem no seu ensaio
<i>The Ressurection of Hungary </i>(1904), enquanto os nacionalistas catalães
da passagem do século XIX para o XX ficaram fascinados com o modelo dualista
constituído pelo Império Austro-Húngaro, que desejavam transplantar para a
monarquia espanhola, transformando-a num estado binacional (catalão-castelhano)
onde os catalães deveriam desempenhar o papel dos magiares.<sup><a href="#22">22</a></sup><a name="top22"></a> Da mesma forma, os nacionalismos subestatais bem-sucedidos do Leste
europeu exerceram influência em determinados momentos (como 1918-1920, ou a
partir de 1989) nas elites nacionalistas subestatais equivalentes na Grã­Bretanha, Espanha, França, Bélgica e Itália no que diz
respeito aos conceitos ideológicos e modelos de organização.<sup><a href="#23">23</a></sup><a name="top23"></a> Além disso, este intercâmbio de modelos ocorreu em várias direções,
especialmente a partir da periferia não-europeia dos impérios para o “núcleo
nacional” desses impérios. Assim, desde a década de 1880, os movimentos catalão
e basco inspiraram-se no nacionalismo anticolonial de Cuba e Porto Rico, da
mesma maneira que o movimento nacionalista irlandês tirou conclusões
importantes do sucesso da agitação nacionalista indiana depois de 1919.<sup><a href="#24">24</a></sup><a name="top24"></a></p>

    <p><sup>&nbsp;</sup></p>

    <p><b>ALGUNS PROBLEMAS DE
COMPARAÇÃO</b></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p>Uma característica
persistente dos estudos sobre nacionalismo tem vindo a ser repetidamente
identificada como um problema das sínteses da história dos nacionalismos na
Europa: a falta de comparações com uma base empírica. Para além da tenacidade e
persistência das historiografias nacionais, os estudos comparativos sobre os
nacionalismos utilizam exemplos das mesmas áreas geográficas, por exemplo Alemanha e França, ou Alemanha e Itália. A
similitude dos estudos de caso relativos às “pequenas nações” também se
fundamenta em razões intrinsecamente culturais, tais como a afinidade
linguística, como aconteceu com alguns estudos comparativos entre os
nacionalismos e identidades nacionais balcânicos, bálticos e ibéricos ou com os
chamados nacionalismos “célticos” da periferia ocidental europeia.<sup><a href="#25">25</a></sup><a name="top25"></a></p>

    <p>Porém, as genuínas comparações transnacionais e
transcontinentais dos nacionalismos continuam a ser a exceção à regra.<sup><a href="#26">26</a></sup><a name="top26"></a> Embora mantendo a noção de que esses esforços deveriam incluir uma
teoria generalizante do nacionalismo, uma comparação mais abrangente deveria
ter igualmente em conta matizes e diferenças, e questionar até que ponto se podem transpor para outras áreas alguns dos
conceitos básicos utilizados na conceptualização da “invenção” da nação na
Europa.<sup><a href="#27">27</a></sup><a name="top27"></a> Existem, sobretudo, alguns problemas práticos que não podem ser
ignorados. Não é fácil encontrar um historiador que possa ler estónio e sardo,
ou eslovaco e holandês, ainda que existam alguns bons ­exemplos de
extraordinárias abordagens multilingues do nacionalismo, tais como as
tentativas iniciais de Konstantin Symmons-Symonolewicz para escrever um estudo
comparativo sobre os movimentos nacionalistas na Europa e no mundo, ou os
clássicos ensaios interpretativos de Miroslav Hroch sobre as “pequenas nações”
europeias (principalmente do centro-leste da Europa) e as consequentes
tentativas de alargamento das suas perspetivas, integrando os nacionalismos de
Estado e exemplos da Europa Ocidental.<sup><a href="#28">28</a></sup><a name="top28"></a> Porém, e mesmo nestes casos, é impossível evitar que o quadro teórico
dos autores esteja condicionado pelo respetivo ponto de partida empírico, por
um determinado estudo de caso, e/ou pela sua própria vivência ou experiência
“nacional”. Não se pode deixar de pensar nas reflexões de Richard Evans a
propósito dos historiadores britânicos escrevendo sobre outros países e nas
comparações com historiadores nacionais europeus estudando os seus próprios
nacionalismos, ou os de outros povos.<sup><a href="#29">29</a></sup><a name="top29"></a> 
Não estariam todos, no fundo, a projetar sobre outros territórios as
suas próprias convicções sobre as nações a que pertenciam?<sup><a href="#30">30</a></sup><a name="top30"></a> 
A vivência própria pode referir-se a um processo de construção de uma
nação particularmente bem-sucedido, a um “ambiente multicultural”, ou ao legado
de impérios multinacionais. Assim, o fascinante relato de Keith Robbins sobre a
construção da comunidade britânica de nações (a Inglaterra, a Escócia, o país
de Gales, a Irlanda do Norte), unidas pela exploração de um império e pela
lealdade comum à monarquia, constitui um bom exemplo das dificuldades na
aplicação desse modelo analítico a outras partes da Europa, como o Império
Austro-Húngaro, a Bélgica ou a Espanha, onde coexistiam diversos grupos étnicos
ou nacionalidades no seio de comunidades políticas multinacionais.<sup><a href="#31">31</a></sup><a name="top31"></a></p>

    <p>Em resumo, e a modo de generalização, a
historiografia do nacionalismo está ainda maioritariamente condicionada pela
esmagadora predominância dos estudos de caso nacionais (ou regionais), ainda
que cada vez mais ancorada a uma focagem teórica e muitas vezes inspirada
(implícita ou explicitamente) por uma perspetiva comparativa. O problema não
reside só no facto de o (Estado-)nação continuar a
encapsular a maioria das pesquisas sobre o nacionalismo e a nação.<sup><a href="#32">32</a></sup><a name="top32"></a> 
As inferências nacionais tendem também a impregnar as monografias de
investigação com perspetivas comparativas, ao tomar certas trajetórias de
grupos étnicos e movimentos nacionalistas até à conquista de um Estado próprio,
ou até ao sucesso de um modelo de Estado-nação homogéneo, como um padrão que
define a normalidade, e vendo portanto as peculiaridades dos casos estudados
como desvios em relação a esse padrão. Assim aconteceu na historiografia da
Europa Ocidental a propósito dos nacionalismos de Estado na Alemanha, Itália e
Espanha, por exemplo. Todos estes países comparam implicitamente as suas formas
de alcançar o estatuto de Estados-nação homogéneos e bem-sucedidos, à luz da
experiência francesa. De modo semelhante à emergência do paradigma do <i>Sonderweg</i>
ou via especial cara à modernidade na historiografia alemã dos anos 1970, durante
os anos 1980 e 1990 desenvolveu-se na historiografia espanhola um modelo
explicativo para o triplo “fracasso” da Espanha enquanto economia industrial,
como Estado-nação e em relação à revolução liberal. Os principais pontos de
referência para considerar o Estado-nação espanhol (e subsequentemente o
nacionalismo espanhol) como um fracasso são, por um
lado, a obra de Eugen Weber (1976) <i>Peasants into Frenchmen</i> e, por outro,
os ecos tardios da teoria da modernização e a interpretação marxista da
história espanhola, implicitamente comparada com a francesa, elaborada pelo
historiador francês Pierre Vilar.<sup><a href="#33">33</a></sup><a name="top33"></a></p>

    <p>Um último obstáculo para uma comparação mais
efetiva é o facto de o Estado-nação ter atuado como
unidade de estudo, mesmo nos casos em que o objeto de estudo teria podido
oferecer uma boa base para uma abordagem transnacional. É o caso do estudo dos
nacionalismos em nações “divididas”, ou em territórios que reclamam o estatuto
de nação mas pertencem a vários Estados. Assim, os
estudos sobre o nacionalismo ucraniano tendem a focalizar-se na Ucrânia Central
e Oriental (que foram parte do Império russo) ou na Galícia Oriental (parte do
Império dos Habsburgos); os estudos sobre o nacionalismo basco focam
normalmente quer o País Basco francês, quer o espanhol mas,
apesar da retórica da irmandade inter-regional sem fronteiras estatais, em
geral ambas as regiões ignoram-se mutuamente.<sup><a href="#34">34</a></sup><a name="top34"></a></p>

    <p><sup>&nbsp;</sup></p>

    <p><b>POR UMA ANÁLISE
TRANSNACIONAL DO NACIONALISMO</b></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p>Quais são as perspetivas
para uma verdadeira história, a nível europeu e transnacional, do nacionalismo
e das identidades territoriais? Tenho sugerido que, em primeiro lugar, os
historiadores europeus precisam de uma abordagem teórica que tente ultrapassar
os preconceitos historiográficos acerca do que é a Europa e de onde começam e
acabam a Europa Ocidental e a Oriental. Deveríamos ver as dinâmicas sociais e
políticas a distintos níveis, o que nos permitiria pensar em termos
genuinamente transnacionais. E talvez possa também abrir a porta a comparações
mais sistemáticas entre estudos de caso europeus e não europeus, que até agora
se têm limitado à análise dos nacionalismos desenvolvidos da América do Norte
(e às vezes do Médio Oriente) e da Europa mas que têm
geralmente ignorado zonas como a América Latina, a África e o Sudeste Asiático.<sup><a href="#35">35</a></sup><a name="top35"></a> Portanto, levanta-se uma questão relativa às diferentes escalas de
comparação possíveis, particularmente se tivermos em conta a crescente
popularidade da investigação empírica dos distintos níveis de identidades
locais – subnacional, regional, municipal e urbano – entre os historiadores nos
últimos 15 anos. Alon Confino argumentava convincentemente a favor de um <i>local
turn</i> (uma enfâse nos aspetos locais), orientado para a comparação, como um
meio para analisar a partir de um ponto de vista transnacional, como se
constroem as identidades ao níveis micro. Faltaria,
porém, definir a forma de ampliar esse <i>local turn</i> para que possa
constituir um tipo de abordagem “glocalista” à escala europeia.<sup><a href="#36">36</a></sup><a name="top36"></a></p>

    <p>No entanto, não se trata apenas de uma questão de
escalas de comparação. Trata-se, realmente, do tipo de comparação: deveríamos
comparar o que é aparentemente diferente, ou o que é supostamente semelhante?
Ou deveríamos comparar problemas genericamente semelhantes em contextos
territoriais diferentes? A este respeito, os cientistas políticos têm vindo a
indicar-nos um caminho possível para futuros avanços. Para citar apenas alguns
exemplos, as minorias de língua russa nas atuais Estónia e Letónia têm sido
comparadas com êxito com a situação dos imigrantes de língua castelhana na
Catalunha, enquanto as relações entre a resolução de conflitos étnicos em
sociedades complexas e os processos de transição para a democracia no
seguimento de ditaduras autoritárias, têm igualmente sido positivamente
explorados, utilizando exemplos da Europa Ocidental e Oriental.<sup><a href="#37">37</a></sup><a name="top37"></a> 
Estas abordagem orientadas para os <i>problemas</i>
e não para os territórios, que são atualmente comuns na produção das ciências
sociais sobre o nacionalismo, estão em grande medida ainda ausentes da
historiografia europeia sobre os nacionalismos. Obviamente, há um número
crescente de exceções à regra, que se concentram principalmente no âmbito da
história cultural, em que os académicos têm vindo a examinar temas como os
monumentos nacionais, o culto dos heróis nacionais, o conceito de cidadania e a
escrita da história nacional.<sup><a href="#38">38</a></sup><a name="top38"></a> Tudo isto implica que necessitamos de ampliar as abordagens culturais
até agora predominantes no estudo do nacionalismo e das identidades territoriais.
Concretamente, os historiadores têm ainda muito que fazer em relação ao modo
como as pessoas têm vivido as identidades coletivas de base territorial, como
estas têm sido reproduzidas a partir de baixo e como interagem com outras
formas de identidade coletiva que não têm necessariamente um vínculo
territorial.<sup><a href="#39">39</a></sup><a name="top39"></a> Evidentemente, 
este tipo de abordagem levanta o problema de que a
identificação e a desconstrução da “mensagem” dos construtores de nações são
mais facilmente acessíveis através das fontes oficiais do que a “resposta” das
populações destinatárias dessa mensagem.<sup><a href="#40">40</a></sup><a name="top40"></a> Algumas destas dificuldades podem ser
ultrapassadas, com recurso às perceções de sociólogos e historiadores que têm
trabalhado com o conceito de nacionalismo banal e com o estudo do <i>habitus</i>
como uma forma de compreender como as identidades nacionais são reproduzidas.
Ainda que o conceito de “nacionalismo banal” tenha sido criticado por se
concentrar numa abordagem a partir de acima (<i>top-down</i>), não deixa de
manter uma considerável margem de aplicação ao domínio da vivência quotidiana.<sup><a href="#41">41</a></sup><a name="top41"></a></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Até hoje, a imensa maioria dos estudos dedicados
ao <i>transnacionalismo</i> tem focado duas questões relacionadas entre si. Por
um lado, têm examinado o papel das diásporas de migrantes no desenvolvimento do
nacionalismo e de projetos nacionalistas, tanto nos países de origem como nas
sociedades de acolhimento. Estes estudos concentram-se
sobretudo nos vínculos interligados – políticos, sociais e culturais –
que se estabelecem entre os migrantes e os seus conterrâneos, no país de origem
e noutros lugares, enfatizando o modo como o nacionalismo moderno, da Irlanda à
Polónia, e especialmente as “identidades diaspóricas” como a dos judeus, têm
dependido do papel desempenhado pelos agentes transnacionais que se localizam
fora do território representado como “o seu”.<sup><a href="#42">42</a></sup><a name="top42"></a> 
Por outro lado, desde finais dos anos 1990 tem vindo a surgir um novo
interesse pelas relações estabelecidas entre distintos “nacionalistas
transnacionais”,<sup><a href="#43">43</a></sup><a name="top43"></a> que tem sido combinado com a análise de momentos históricos concretos,
tais como 1918-1919, quando uma vaga de ativismo transnacional, fomentada pelo
desmembramento dos impérios multinacionais e pela difusão de novos princípios,
como a autodeterminação nacional (combinação do princípio das nacionalidades
como o dirieito de autodeterminação), parecia preparar o caminho para a
emergência de novos Estados-nação.<sup><a href="#44">44</a></sup><a name="top44"></a> No entanto, justifica-se um certo ceticismo em relação à questão de
saber até que ponto esta “mobilização global” pode explicar as dinâmicas
sociais e políticas que caracterizam o desenvolvimento do nacionalismo na terra
natal.<sup><a href="#45">45</a></sup><a name="top45"></a> A agitação nacionalista irlandesa fora da Irlanda pode ter sido muito
relevante em certos momentos, e ter influenciado as atitudes britânicas, mas o
desenvolvimento do nacionalismo dentro da Irlanda obedeceu principalmente a
fatores endógenos, ainda que influenciado, em maior ou menor medida, pelas
ligações “globais”. O mesmo argumento pode ser aplicado a outros territórios.</p>

    <p>Portanto, é obrigatório ultrapassar a concepção
do transnacionalismo enquanto extensão das dimensões espaciais do nacionalismo
e da identidade nacional. Uma via possível a explorar é a escolha de casos de
identidades territoriais limítrofes e/ou competidoras como laboratórios de <i>histórias
entrelaçadas</i>.<sup><a href="#46">46</a></sup><a name="top46"></a> Esta abordagem, combinada com a história social e cultural, tem
produzido resultados positivos em relação à forma como os nacionalismos
estatais e subestatais têm competido dentro dos limites de um dado território,
região histórica ou Estado-nação.<sup><a href="#47">47</a></sup><a name="top47"></a> Bem assim, 
tem sido particularmente frutífera ao observar como
momentos de conflito especialmente intensos (por exemplo, as guerras civis)
produzem discursos e praticas nacionalistas que se opõem mutuamente, tanto ao
nível territorial (centro/periferia) como no âmbito de uma identidade nacional
partilhada (nacionalismo de esquerda vs. nacionalismo de direita), e cujos
atributos culturais e simbólicos são aliás
marcadamente semelhantes.<sup><a href="#48">48</a></sup><a name="top48"></a></p>

    <p>Ao mesmo tempo, é necessária mais reflexão
teórica para (re)definir os conceitos de identidade
comummente utilizados pelos historiadores. De que identidades — ou processos de
identificação individual e coletiva — estamos a falar? De diversas camadas de
identidade intermutáveis, como se fossem trajes diferentes que podemos usar, ou
deveríamos antes falar de identidades “híbridas”, nas quais se podem combinar
roupas diversas, de diferentes cores e origens, como por exemplo
um <i>kilt</i> e um chapéu de coco? E quais seriam os limites da lealdade à
comunidade política?<sup><a href="#49">49</a></sup><a name="top49"></a> Sendo certo que se tem atribuído grande valor ao significado das
identidades partilhadas/múltiplas/híbridas, não é
menos certo que os historiadores contemporâneos do nacionalismo nem sempre têm
conseguido compreender por que preferem ainda assim as pessoas aderir a
identidades singulares que podem, como afirma Amin ­Maalouf, tornar-se também
“identidades assassinas”.<sup><a href="#50">50</a></sup><a name="top50"></a> Os estudiosos dos “conflitos étnicos” têm procurado compreender
comparativamente as circunstâncias em que as identidades étnicas têm mais
probabilidades de coexistir, mas dizem bem pouco sobre o modo como as pessoas
interiorizam as atribuições étnicas e as imagens da alteridade. Uma forma
possível de expandir o conceito de identidade coletiva (vinculada
territorialmente), seguindo uma sugestão do historiador austríaco Peter
Haslinger entre outros, é começar a formar uma noção de que cada território é imaginado
e de que as formas de “identidade” vinculadas territorialmente são extremamente
variadas dentro de uma dada comunidade política, tornando-se camadas de esferas
concêntricas sujeitas a uma geometria múltipla de identificações.<sup><a href="#51">51</a></sup><a name="top51"></a> 
As comparações ao nível europeu podem expandir esta abordagem através
da identificação das dinâmicas de construção da identidade que permitem
explicar a emergência de espaços de vivência individuais e coletivos como uma
pré-condição para os processos de construção regional e nacional.</p>

    <p>Muitos estudos históricos da identidade coletiva,
e particularmente da identidade étnica e territorial, conduziram no passado a
uma espécie de beco sem saída teórico e empírico. Definitivamente, a nossa
conclusão enquanto historiadores – hoje em dia indivíduos cada vez mais
multiculturais e cosmopolitas, condicionados por antecedentes e vivências
pessoais – confirma que a maioria das pessoas está desejosa de partilhar
identidades e que detém uma vivência de múltiplas identidades. Não surpreende
que as biografias individuais dos investigadores do nacionalismo ajudem a
explicar a adoção desta perspetiva normativa. Tendo em conta as histórias de
vida dos académicos que foram pioneiros dos estudos do nacionalismo moderno, é
particularmente digno de nota o facto de terem frequentemente abraçado algum
tipo de causa nacionalista na sua juventude, o que apenas conduziu a uma maior
ou menor desilusão: é o caso de Robert Seton-Watson, Carlton H. Hayes, Konstantin
Symmons-Symonolewicz e Hans Kohn.<sup><a href="#52">52</a></sup><a name="top52"></a> Porém, 
existe um claro perigo de “estigmatização”, pelos
historiadores, dos seus objetos de estudo: os nacionalistas e os construtores
de nações – e por vezes até localistas e regionalistas – como pessoas que
queriam erodir a complexidade multicultural e simplificá-la pela imposição de
hierarquias fixas de lealdades e identidades. Numa época em que muitos
historiadores do nacionalismo estão a tornar-se cada vez mais
“pós-nacionalistas”, é pois tempo de redefinir o seu
papel na compreensão das identidades nacionais, vinculadas territorialmente, e
subnacionais, agora que a sua antiga função social de “construtores de nações”
parece, na maior parte da Europa – mas não toda –, pertencer definitivamente ao
passado recente.<sup><a href="#53">53</a></sup><a name="top53"></a></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><b>REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS</b></p>

    <p>&nbsp;</p>

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    <!-- ref --><p>SKEY, M. (2009),“The national
in everyday life: a critical engagement with Michael Billig’s
thesis of Banal Nationalism”. <i>The Sociological Review</i>, 57 (2), pp.
331-346.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084816&pid=S0003-2573201600040000700095&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>SMITH, A. (ed.) (1976), <i>Nationalist Movements</i>, Londres, Macmillan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084822&pid=S0003-2573201600040000700098&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>SMITH A. (1991), <i>National
Identity</i>, Londres, Penguin.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084824&pid=S0003-2573201600040000700099&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>SMITH, A. (1992), “Nationalism and the historians”. <i>International
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    <!-- ref --><p>SMITH, A. (1993), “A Europe of nations – or the nation
of Europe?”. <i>Journal of Peace Research</i>, 30 (2),
pp. 129-135.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084828&pid=S0003-2573201600040000700101&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>STORM, E. (2003), “Regionalism in history, 1890-1945:
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>STRUVE, K. (2005), <i>Bauern</i><i>
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    <!-- ref --><p>SUÁREZ
CORTINA, M., PÉREZ VEJO, T. (eds.) (2010), <i>Los caminos de la ciudadanía.
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    <!-- ref --><p>SYMMONS-SYMONOLEWICZ, K. (1970), <i>Nationalist
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    <!-- ref --><p>TACKE, C. (1995), <i>Denkmal</i><i>
im sozialen Raum. Nationale Symbole in Deutschland und Frankreich im 19, Jahrhundert, Göttingen, Vandenhoeck & Ruprecht.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084838&pid=S0003-2573201600040000700106&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></p>

    <!-- ref --><p>THER, P., SILJAK, A. (eds.) (2001), <i>Redrawing
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>THER, P.
(2011), <i>Die dunkle Seite des
Nationalstaates. “Ethnische
Säuberungen” im modernen Europa</i>, Göttingen, Vandenhoeck & Ruprecht.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084842&pid=S0003-2573201600040000700108&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>THIESSE, A.-M.
(1997), <i>Ils</i><i> apprennaient la France. L’exaltation des régions dans le discours patriotique, Paris, Ed. de la Maison
des Sciences de l’Homme.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084844&pid=S0003-2573201600040000700109&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></p>

    <!-- ref --><p>TODOROVA, M. (1997), <i>Imagining the Balkans</i>,
Nova Iorque, Oxford UP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084846&pid=S0003-2573201600040000700110&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>UCELAY-DA
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Contemporánea</i>, 15, pp. 151-192.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084848&pid=S0003-2573201600040000700111&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>VEIGA,
F. (2011), <i>La fábrica de las fronteras.
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>VILAR,
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en España y en Francia, 1870-1914”. <i>Estudios</i><i>
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    <!-- ref --><p>VON
HIRSCHHAUSEN, U. (2006), <i>Die Grenzen der Gemeinsamkeit. </i><i>Deutsche, Letten, Russen und Juden in Riga 1860–1914</i>, Göttingen, Vandenhoeck &amp; Ruprecht.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084854&pid=S0003-2573201600040000700114&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>WEBER, E. (1976), <i>Peasants into Frenchmen. The
Modernization of Rural France 1870-1914</i>, ­Stanford,
Stanford UP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084856&pid=S0003-2573201600040000700115&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>WEICHLEIN, S. (2006), “Nationalismus und Nationalstaat
in Deutschland und in Europa. Ein Forschungsüberblick”. <i>Neue</i><i>
Politische Literatur</i>, 2
(3), pp. 265-351.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084858&pid=S0003-2573201600040000700116&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>WEITZ, E. D. (2008), “From the Vienna to the Paris
system: international politics and the entangled histories of human rights, and
forced deportations”. <i>American Historical Review</i>, 113 (4), pp.
1313-1143.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084860&pid=S0003-2573201600040000700117&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>WERNER, M., ZIMMERMANN, J. (2006), “Beyond comparison:
histoire croisée and the challenge of refexivity”. <i>History and Theory</i>, 45, pp. 30-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084862&pid=S0003-2573201600040000700118&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>WOLFF, L. (1994), <i>Inventing Eastern Europe: The Map
of Civilization on the Mind of the Enlightenment</i>, Stanford, Stanford UP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084864&pid=S0003-2573201600040000700119&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>WOOLF, S.J.
(1991), <i>Europe and the Nation-State</i>, Florença,
IUE, Working Paper 91/11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084866&pid=S0003-2573201600040000700120&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p>Recebido a 30-01-2016. Aceite para publicação a
08-04-2016.</p>

    <p>&nbsp;</p>


    <p><b>NOTAS</b></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></sup> Chakrabarty
(2000); Woolf (1991); Smith (1993, pp. 129-135); Baycroft
(2014); Berger (2015).</p>

    <p><sup><a name="2"></a><a href="#top2">2</a></sup> V. Brown (2000), ou
Özkirimli (2005). Já na primeira metade dos anos 1990 autores como Anthony
Smith tinham salientado que “todos os nacionalismos contêm elementos civis e
étnicos em graus variados e em diferentes formas”: Smith (1991, p. 13).</p>

    <p><sup><a name="3"></a><a href="#top3">3</a></sup> V.
Dann (1993); Langewiesche (2000); Bergem
(2005).</p>

    <p><sup><a name="4"></a><a href="#top4">4</a></sup> V.
Wolff (1994); Todorova (1997); Schenk (2002, pp. 493-514).</p>

    <p><sup><a name="5"></a><a href="#top5">5</a></sup> V. Kohn (1944); assim como
Plamenatz (1973, pp. 22-37). Um exemplo da
persistência duradoura dessa tipologia na década de 1990, promovido pelo
ressurgimento do conflito étnico na Europa Oriental após 1990, em Schöpflin (1993, pp. 37-65). Alguns exemplos mais recentes podem ser
encontrados no exaustivo artigo de revisão de Weichlein (2006, pp. 265-351).</p>

    <p><sup><a name="6"></a><a href="#top6">6</a></sup> Núñez Seixas (2001); Fink
(2004); Weitz (2008, pp. 1313-1343); Beer e Dyroff (2014).</p>

    <p><sup><a name="7"></a><a href="#top7">7</a></sup> Para este ponto de vista v.
Gagnon (2004); Veiga (2011); Calic (1995).</p>

    <p><sup><a name="8"></a><a href="#top8">8</a></sup> V. Miller (2003).</p>

    <p><sup><a name="9"></a><a href="#top9">9</a></sup> V. Weber (1976). Um ponto
de vista alternativo em Thiesse (1997). V. também a revisão exaustiva da receção
e reinterpretação da influência de Weber em toda a historiografia europeia em
cabo e Molina (2009, pp. 264-286).</p>

    <p><sup><a name="10"></a><a href="#top10">10</a></sup> V. Laitin (2007); Ther
(2011).</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><sup><a name="11"></a><a href="#top11">11</a></sup> V. algumas visões recentes e
bibliograficamente exaustivas em Applegate (1999, pp. 1157-1182); Storm (2003,
pp. 251-265); Weichlein (2006, pp. 324-337); Fahrmeir e Jones (2008, pp.
243-253), e Petri (2007, pp. 365-388); Núñez Seixas (2012,
pp. 13-35).</p>

    <p><sup><a name="12"></a><a href="#top12">12</a></sup> Para uma visão geral v.
Berger e Miller (2008, pp. 317-330), assim como Miller e Berger (2015).</p>

    <p><sup><a name="13"></a><a href="#top13">13</a></sup> V. Gammerl (2010).</p>

    <p><sup><a name="14"></a><a href="#top14">14</a></sup> Brubaker (1996).</p>

    <p><sup><a name="15"></a><a href="#top15">15</a></sup> Os mesmos problemas
tornaram-se evidentes quando o “modelo francês” foi transposto para sociedades
africanas multiétnicas, antes e depois da descolonização: v. Johnson (2004, pp.
135-158).</p>

    <p><sup><a name="16"></a><a href="#top16">16</a></sup> Sobre a Itália, ver alguns
pontos de vista sobre o período entre-as-duas-guerras em Gatterer (1968), assim
como em Pirjevec (1997, pp. 167-174).</p>

    <p><sup><a name="17"></a><a href="#top17">17</a></sup> Sobre a Espanha ver Quiroga
(2007).</p>

    <p><sup><a name="18"></a><a href="#top18">18</a></sup> Para uma visão geral v.
Naimark (2001); Ther e Siljak (2001).</p>

    <p><sup><a name="19"></a><a href="#top19">19</a></sup> V. Kymlicka (2005, pp.
108-126). V. também Obradovic (1997, pp. 63-73).</p>

    <p><sup><a name="20"></a><a href="#top20">20</a></sup> V. Gordon (1978).</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><sup><a name="21"></a><a href="#top21">21</a></sup> V. especialmente Leersen
(2006a, pp. 559-578; 2006b).</p>

    <p><sup><a name="22"></a><a href="#top22">22</a></sup> Para um ponto de vista
contrastado, v. Maume (1995, pp. 125-137); Laffan (2000); ­McDonogh (1987, pp.
297-316).</p>

    <p><sup><a name="23"></a><a href="#top23">23</a></sup> V. Conversi (1993, pp.
245-270). Sobre o modelo irlandês de agitação nacionalista bem sucedida e o seu
impacto nos nacionalismos minoritarios na Europa Ocindental v. Leach (2009).</p>

    <p><sup><a name="24"></a><a href="#top24">24</a></sup> V. por
exemplo O’Malley (2008) ou Ucelay-Da Cal (1997, pp. 151-192).</p>

    <p><sup><a name="25"></a><a href="#top25">25</a></sup> V. o clássico de Hechter
(1975), e também Hechter e Levi (1979, pp. 260-274). </p>

    <p><sup><a name="26"></a><a href="#top26">26</a></sup> V. uma primeira abordagem
por Langewiesche (2006, pp. 175-189).</p>

    <p><sup><a name="27"></a><a href="#top27">27</a></sup> V. a crítica do conceito de
“comunidade imaginada”, considerado eurocêntrico, por ­Chatterjee (2008, pp.
89-105 e 1993).</p>

    <p><sup><a name="28"></a><a href="#top28">28</a></sup> Symmons-Symonolewicz (1970);
Smith (1976); Hroch (1985, 2000; 2005). V. também
(ainda que mais centrados numa área específica do continente) Puhle (1995), bem
como os ensaios comparativos iniciais de Coakley (1980, pp. 215-247) e Allardt
(1979, pp. 323-348).</p>

    <p><sup><a name="29"></a><a href="#top29">29</a></sup> Evans (2009).</p>

    <p><sup><a name="30"></a><a href="#top30">30</a></sup> V.
Berger e Lorenz (2008); Berger (2015).</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><sup><a name="31"></a><a href="#top31">31</a></sup> Robbins (1991).</p>

    <p><sup><a name="32"></a><a href="#top32">32</a></sup> Sluga (2004, pp. 103-114).</p>

    <p><sup><a name="33"></a><a href="#top33">33</a></sup> Vilar (1984,
pp. 7-41); v. também Molina e Cabo (2009).</p>

    <p><sup><a name="34"></a><a href="#top34">34</a></sup> Ver a extensa revisão da
pesquisa histórica sobre o nacionalismo ucraniano de Kuzio (2000, pp. 106-109),
bem como a síntese de Kappeler (2009) e Magocsi (1996). Sobre o contraste entre
as perspetivas bascas (espanhola e francesa) comparar Jacob (1994) e
Mansvelt-Beck (2005).</p>

    <p><sup><a name="35"></a><a href="#top35">35</a></sup> Evidentemente,
o desenvolvimento do nacionalismo norte-americano foi objeto de comparações
profícuas com casos europeus modernos de nacionalismo de Estado: Greenfield
(1993). Em relação aos nacionalismos subestatais, o Québec tem vindo a ser um
caso privilegiado para comparação, particularmente com a Escócia, o País Basco,
a Catalunha e a Flandres: v. Keating (2001). No entanto, os exemplos
latino-americanos de construção de nações raramente têm sido objeto de
comparações sistemáticas com os casos da Europa meridional: v., como exceção,
Puhle (1985, pp. 265-285), assim como Suárez Cortina e Pérez Vejo (2010). Uma
resenha relativamente recente da literatura sobre os nacionalismos
latino-americanos, que também inclui algumas referências comparativas, pode
encontrar-se em Miller (2006, pp. 201-221).</p>

    <p><sup><a name="36"></a><a href="#top36">36</a></sup> Confino (2006).</p>

    <p><sup><a name="37"></a><a href="#top37">37</a></sup> Laitin (1992, pp.
149-166); Shafir (1995); Kymlicka e Opalski (2002).</p>

    <p><sup><a name="38"></a><a href="#top38">38</a></sup> Para citar apenas dois dos
exemplos possíveis, v. Tacke (1995) ou Eriksonas (2004).</p>

    <p><sup><a name="39"></a><a href="#top39">39</a></sup> V. as sugestões iniciais de
Sluga (1997, pp. 87-111).</p>

    <p><sup><a name="40"></a><a href="#top40">40</a></sup> Sobre este assunto, ver as
reflexões iniciais de Haupt e Tacke (1996, pp. 255-283).</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><sup><a name="41"></a><a href="#top41">41</a></sup> V.
Skey (2009, pp. 331-346).</p>

    <p><sup><a name="42"></a><a href="#top42">42</a></sup> V.
Jacobson (1995); Glick-Schiller e Fouron (2001);
Isabella (2009).</p>

    <p><sup><a name="43"></a><a href="#top43">43</a></sup> De facto, os estudos sobre
este tipo de nacionalismos diaspóricos têm a sua origem nos anos 1960, visto
que se desenvolveram como um tema específico dos estudos sobre migrações: v.
Brown (1966) e Kenny (2003, pp. 134-162). Os estudos recentes têm abordado sobretudo o emaranhado de agitação internacional e estratégias
domésticas: v. Danforth (1995), tal como nos casos não europeus: v.
Fischer-Tiné (2007, pp. 325-344).</p>

    <p><sup><a name="44"></a><a href="#top44">44</a></sup> V. Manela (2007).</p>

    <p><sup><a name="45"></a><a href="#top45">45</a></sup> A este respeito, é talvez
significativo que não exista nenhuma entrada específica sobre o conceito de
nacionalismo em Iriye e Saunier (2009).</p>

    <p><sup><a name="46"></a><a href="#top46">46</a></sup> Werner
e Zimmermann (2006, pp. 30-50).</p>

    <p><sup><a name="47"></a><a href="#top47">47</a></sup> V.
Struve (2005), e von Hirschhausen (2006).</p>

    <p><sup><a name="48"></a><a href="#top48">48</a></sup>  Uma tentativa de análise de
um momento de interação de diferentes discursos nacionalistas, tal como a
Guerra Civil Espanhola, em Núñez Seixas (2006).</p>

    <p><sup><a name="49"></a><a href="#top49">49</a></sup> V. Cole e Unowsky (2009).</p>

    <p><sup><a name="50"></a><a href="#top50">50</a></sup> Maalouf (1998).</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><sup><a name="51"></a><a href="#top51">51</a></sup> Haslinger (2009); Haslinger e Holz (2000, pp. 15-38).</p>

    <p><sup><a name="52"></a><a href="#top52">52</a></sup> V. Kohn (2006, pp. 579-596).
Sobre o envolvimento pessoal de Robert W. Seton-Watson na questão das
nacionalidades, v. Seton-Watson e Seton-Watson (1981), e também R. W.
Seton-Watson (1922).</p>

    <p><sup><a name="53"></a><a href="#top53">53</a></sup> V.
Smith (1992, pp. 58-80); Berger (1995, pp. 187-222); Berger e Lorenz (2010).</p>


     ]]></body><back>
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