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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Seleção fenotípica de porta-enxertos de videira para tolerância ao alumínio, cultivados em solução nutritiva]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fenotipical selection of grapevine rootstock grapevine for aluminum tolerance cultivated in nutrition solution]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Brazil presents 20% of this territory occupied with savannah soil, that due to your high acidity and toxicicity for the aluminum hinder your use for cultivation. It was aimed at with this work to evaluate eight grapevine rootstock when submitted at different levels of aluminum in nutrition solution, with the purpose of selecting the most tolerant genotype to the aluminum. The grapevine rootstock with 30cm length were maintained by 30 days in cold camera. After this period they were moisturized with water + AIB for 24 hours in the concentration of 2000 mg L-1, being placed later to take root in vermiculite + sands (1:1) for 60 days and to proceed transferred for the vases with 3.5L of volume where the nutrition solution was contained. The genotype ‘Gravesac’, ‘IAC766’, ‘420A’, ‘IAC572’, ‘RR101-14’, ‘Kobber 5BB’, ‘1045 P’ and ‘1103P’ were submitted to the following treatments of aluminum (0, 10, 20 and 40 mg LA-1). After 40 days of cultivation were appraised the lengths of the aerial part, dry weight of the aerial part, length of the radicular system, dry weight of the radicular system and dry weight of the rootstock. The experimental designed was DIC in factorial 8x4 with 5 repetitions with 160 experimental portions. The largest length of the aerial part is obtained by the genotype ‘IAC766’ in the absence of aluminum, and for the genotype ‘420A’ with the 40 mg L-1. Larger dry weight of the aerial part and weigh dry of the rootstock ‘IAC572’ is obtained with 40 mg L-1. The largest length of the radicular system was obtained by the ‘Gravesac’ with 10 mg L-1. With relationship to the dry weight of the radicular system of the ‘1045 P’ shown a little sensitive in the concentration of 10 mg L-1. The cvs. ‘IAC572’’, ‘IAC766’ and ‘1103P’ presente a similar growth of the radicular system in the absence or presence of aluminum, the one that does suppose a good resistance to the toxicicity of this element.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><b>Sele&ccedil;&atilde;o fenot&iacute;pica de porta-enxertos    de videira para toler&acirc;ncia ao alum&iacute;nio, cultivados em solu&ccedil;&atilde;o    nutritiva</b></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center">Fabíola Villa <sup>1</sup>; Ângelo Albérico Alvarenga <sup>2</sup>;    Moacir Pasqual<sup> 1</sup>; Geraldo Magela de Almeida Cançado<sup> 4</sup>;    Franscinely Aparecida de Assis <sup>3</sup>; Gleice Aparecida de Assis <sup>1</sup></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><sup>1</sup>Departamento de Agricultura (DAG), Universidade    Federal de Lavras (UFLA), Lavras, MG, Brasil. Caixa Postal: 3037, CEP: 37200-000.    E-mail: <a href="mailto:fvilla2003@libero.it" target="_blank">fvilla2003@libero.it</a></p>     <p align="center"><sup>2</sup> Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais    (Epamig), Lavras, MG, Brasil. Caixa Postal 3037, CEP: 37200-000. </p>     <p align="center"><sup>3</sup> Departamento de Entomologia (DEN), Universidade    Federal de Lavras (UFLA), Lavras, MG, Brasil. Caixa Postal 3037, CEP: 37200-000.  </p>     <p align="center"><sup>4</sup> Laboratório de Biotecnologia Vegetal, Empresa de    Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), Caldas, MG, Brasil. Caixa Postal    33, CEP: 37800-000. </p>     <p align="center"><i>(Manuscrito recebido em 15.05.08 . Aceite para publica&ccedil;&atilde;o    em 20.01.09)</i></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><b>RESUMO</b> </p>     <p>O Brasil tem 20% do seu território ocupado com solo de cerrado no quaL a elevada    acidez e a toxicidade pelo alumínio dificultam a sua utilização para cultivo.    Objetivou-se, com a realização deste trabalho, avaliar oito porta-enxertos de    videira quando submetidos a diferentes níveis de alumínio em solução nutritiva,    com a finalidade de selecionar os genótipos mais tolerantes ao alumínio. As    estacas dos porta-enxertos de videira, com comprimento de 30cm, foram mantidas    por 30 dias em câmara fria. Após esse período, foram hidratadas com água + AIB,    por 24 horas na concentração de 2000 mg L<sup>-1</sup>, sendo colocadas posteriormente    para enraizar em vermiculita + areia (1:1), durante 60 dias e, a seguir, transferidas    para os vasos com volume de 3,5 L, nos quais estava a solução nutritiva. As    estacas dos genótipos: ‘Gravesac’, ‘IAC766’, ‘420A’, ‘IAC572’, ‘RR101-14’, ‘Kobber    5BB’, ‘1045P’ e ‘1103P’ foram submetidas aos seguintes tratamentos de alumínio    (0, 10, 20 e 40 mg L<sup>-1</sup> de Al). Após 40 dias de cultivo, foram avaliados    comprimento da parte aérea, peso seco da parte aérea, comprimento do sistema    radicular, peso seco do sistema radicular e peso seco da estaca. O delineamento    experimental utilizado foi o DIC, em esquema fatorial 8x4 com 5 repetições,    perfazendo um total de 160 parcelas experimentais. Maior comprimento da parte    aérea é obtido pelo genótipo ‘IAC766’, na ausência de alumínio e pelo genótipo    ‘420A’, com a dosagem de 40 mg L<sup>-1</sup>. Maior comprimento do sistema    radicular é obtido pelo genótipo Gravesac, na dosagem de 10 mg L<sup>-1</sup>;.    Quanto ao peso da matéria seca do sistema radicular, o ‘1045P’ mostra-se pouco    sensível na dosagem de 10 mg L<sup>-1</sup> . As cultivares IAC572, IAC766 e    1103P apresentam crescimento do sistema radicular semelhante na ausência ou    na presença do alumínio, o que faz supor uma boa resistência à toxicidade deste    elemento. </p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Vitis spp., toxicidade, sistema radicular. </p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><b>ABSTRACT </b></p>     <p align="center"><b>Fenotipical selection of grapevine rootstock grapevine for    aluminum tolerance cultivated in nutrition solution</b></p>     <p>Brazil presents 20% of this territory occupied with savannah soil, that due    to your high acidity and toxicicity for the aluminum hinder your use for cultivation.    It was aimed at with this work to evaluate eight grapevine rootstock when submitted    at different levels of aluminum in nutrition solution, with the purpose of selecting    the most tolerant genotype to the aluminum. The grapevine rootstock with 30cm    length were maintained by 30 days in cold camera. After this period they were    moisturized with water + AIB for 24 hours in the concentration of 2000 mg L<sup>-1</sup>,    being placed later to take root in vermiculite + sands (1:1) for 60 days and    to proceed transferred for the vases with 3.5L of volume where the nutrition    solution was contained. The genotype ‘Gravesac’, ‘IAC766’, ‘420A’, ‘IAC572’,    ‘RR101-14’, ‘Kobber 5BB’, ‘1045 P’ and ‘1103P’ were submitted to the following    treatments of aluminum (0, 10, 20 and 40 mg LA<sup>-1</sup>). After 40 days    of cultivation were appraised the lengths of the aerial part, dry weight of    the aerial part, length of the radicular system, dry weight of the radicular    system and dry weight of the rootstock. The experimental designed was DIC in    factorial 8x4 with 5 repetitions with 160 experimental portions. The largest    length of the aerial part is obtained by the genotype ‘IAC766’ in the absence    of aluminum, and for the genotype ‘420A’ with the 40 mg L<sup>-1</sup>. Larger    dry weight of the aerial part and weigh dry of the rootstock ‘IAC572’ is obtained    with 40 mg L<sup>-1</sup>. The largest length of the radicular system was obtained    by the ‘Gravesac’ with 10 mg L<sup>-1</sup>. With relationship to the dry weight    of the radicular system of the ‘1045 P’ shown a little sensitive in the concentration    of 10 mg L<sup>-1</sup>. The cvs. ‘IAC572’’, ‘IAC766’ and ‘1103P’ presente a    similar growth of the radicular system in the absence or presence of aluminum,    the one that does suppose a good resistance to the toxicicity of this element.</p>     <p><b>Key-words</b>: Vitis spp., toxicicity, radicular system. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Texto completo dispon&iacute;vel apenas em PDF.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Full text only available in PDF format.</p>     <p>&nbsp;</p>    <p><b>Referências Bibliográficas</b> </p>     <p><b>Alvarenga A. A.</b>, 2001. Avaliação de cultivares porta-enxertos e produtoras    de videira (Vitis spp.) em condições de solos ácidos e alumínio.. 153p. Tese    (Doutorado em Agronomia. Fitotecnia) -Universidade Federal de Lavras, Lavras,    MG. </p>     <p><b>Adams F., Pearson R. W.</b>, 1967. Crop response to line in the Southern    United States and Puerto Rico. In: PEARSON, R. W.; ADAMS, F. Soil acidity and    liming. Madison: American Society of Agronomy,. p. 161-206. </p>     <!-- ref --><p><b>Camargo U. A</b>., 1998. Cultivares para a viticultura tropical no Brasil.    Informe Agropecuário, 19 (194): 15-19. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000028&pid=S0254-0223200900010000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><b>Cambraia J., Silva M. A., Cano M. A. O., SANTANA R</b>., 1991. Método simples    para avaliação de cultivares de sorgo quanto à tolerância ao alumínio. Revista    Brasileira de Fisiologia Vegetal, 3, (2): 87-96. </p>     <p><b>Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Minas Gerais.</b> , 1999. Recomendações    para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais: 5ª aproximação. MG:.    359p. </p>     <p><b>Costa M. C. R.</b>, 1995. Comparação de seis cultivares de milho submetidos    a níveis de alumínio em solução nutritiva.. 165 p. </p>     <p>Dissertação (Mestrado em Agronomia, Solos e Nutrição de Plantas) - Escola Superior    de Agricultura “Luiz de Queiroz, Piracicaba, SP. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Dantas A. C. M., Fortes G. L. R., Silva J. B., Nezi A. N., Rodrigues A.    C.</b>, 2001. Tolerância ao alumínio em porta-enxertos somaclonais de macieira    cultivados em solução nutritiva. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília,    36 (4): 615-623. </p>     <p><b>Fageria N. K.</b>, 1999. Adubação e calagem. In: Vieria N. R. A., Santos    A. B., Sant’ana, E. P. (Ed.). A cultura do arroz no Brasil, EMBRAPA-CNPAF: 329-353.  </p>     <p><b>Ferreira D. F.</b>, 2000. Análises estatísticas por meio do Sisvar para    Windows versão 4.0. In: Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional    de Biometria, 45. Anais: 255-258. </p>     <p><b>Finatto T., Silva J. A. G., Carvalho F. I. F., Oliveira A. C., Valério I.    P., Reis C. E. S., Ribeiro G., Silveira G., Fonseca D. A. R.</b>, 2007. Reação    da tolerância de genótipos de aveia branca a concentração de alumínio em solução    nutritiva. Magistra, 19 (1) :7-15. </p>     <p><b>Foy C. D</b>., 1974. Effects of aluminum on plant growth. In: CARSON, E.    W. (Ed.). The plant roof and its environment. Charlottesville: University of    Virginia, p. 601-642. </p>     <p><b>Fráguas J. C.</b>, 1999. Tolerância de porta-enxerto de videira ao alumínio    do solo. Pesquisa Agropecuária Brasileira, 34, (7): 1193-1200. </p>     <p><b>Fráguas J. C., Amaral F. A. L., Braga J. M., Cardoso A. A.</b>, 1989. Tolerância    de porta-enxertos de videira (Vitis spp.) à saturação de alumínio. Revista Ceres,    36 (203): 13-26. </p>     <p><b>Furlani A. M. C., Furlani P. R.</b>, 1998. Composição e pH de soluções nutritivas    para estudos fisiológicos e seleção de plantas em condições adversas. Boletim    Técnico do Instituto Agronômico, 121: 21-26. </p>     <p><b>Hamel F., Breton C., Houde M.</b>, 1998. Isolation and characterization    of wheat aluminum-regulated genes: possible involvement of aluminum as a pathogenesis    response elicitor. Planta, 205: 531-38. </p>     <p><b>Helyar K. R.</b>, 1978. Effects of aluminum and manganese toxicity on legume    growth. In: Andrew C. S., Kamprath E. J. (Ed.) Mineral nutrition of legumes    in tropical and subtropical soils. CSIRO: 207-231. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Malavolta E</b>., 2006. Manual de nutrição mineral de plantas. São Paulo.    Ceres. 638 p. </p>     <p><b>Marschner H.</b>, 1986. Mineral nutrition of higher plants. London: Academic,.    674p. </p>     <p><b>Massot N., Poschenrieder C., Barcelò J.</b>, 1992. Differential response    of three bean (Phaseolus vulgaris L.) cultivars to aluminum. Acta Botanica Neerlandica,    Stuttgart, 41: 293-298.</p>     <p>N<b>ascimento C. W. A., Souza JR. J. O.</b>, 1997. Martinez H. E. P., Teixeira    P. R. G., Fontes P. C. R., Absorção de P e Al em cafeeiro (Coffea arabica) cultivado    em solução nutritiva com sistema radicular parcialmente submetido à doses de    alumínio. Revista Ceres, 44 (253):. 331-338. </p>     <p><b>Pegtel D. M</b>. 1986. Responses of plants to Al, Mn and Fe, with particular    reference to Succisa pratenses Moench. Plant and Soil, 43: 43-55. </p>     <p><b>Rengel Z.</b>, 1992. Role of calcium in aluminiumtoxicity. New Phytologist,    121:.499-513.</p>     <p> <b>Sánchez-Chacón C. D., Federizzi L. C.; Milach S. C. K., Pacheco M. T.</b>,    2000. Variabilidade genética e herança da tolerância à toxicidade do alumínio    em aveia. Pesquisa Agropecuária Brasileira, 35: 1797-1808. </p>     <p><b>Santos C. H.</b>, 1998. Influência de diferentes níveis de alumínio no desenvolvimento    de dois porta-enxertos cítricos em cultivo hidropônico.. 134p. Dissertação (Mestrado    em Horticultura) -Universidade Estadual Paulista, Unesp, Botucatu, SP. </p>     <p><b>Silva J. A. G., Carvalho F. I. F., Oliveira A. C., Silva S. A., Marchioro    V. S., Lorencetti C., Benin G., Schimdt D. A. M., Hartwig I.</b>, 2004. Trigos    dihaplóides com potencial para tolerância a toxicidade ao alumínio e a sensibilidade    ao ácido giberélico em cultivo hidropônico. Revista Brasileira de Agrociência,    10 (1): 37-41. </p>     <p><b>Sousa J. S. I.</b>, 1996. Uvas para o Brasil. Piracicaba: FEALQ. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Tecchio M. A., Pires E. J. P., Filho H. G., Brizola R. M. O., Vieira C.    R. Y., Terra M. M.</b>, 2005. Avaliação de variáveis fisiológicas em porta-enxertos    de videira cultivados em solução nutritiva com a adição de alumínio. Ciência    e Agrotecnologia, 29 (2): 274 283. </p>     <p><b>Tennant D. 1975</b>. A teste of modified line intersect method of estimating    root lenght. Journal of Ecology, 63 (3): 995-1001. </p>     <p><b>Veloso C. A. C., Muraoka T., Malavolta E., Carvalho J. G</b>., 1995. Efeitos    do alumínio em pimenteiras do reino (Piper nigrum L.) cultivadas em solução    nutritiva. Scientia Agricola, 52 (2): 368 375. </p>      ]]></body><back>
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