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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ACTUALIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA</b></p> <br/>       <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>Teaching geography 11&#8209;18: a conceptual approach </b></p>        <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>Elis Dener Lima Alves<sup>1 </sup></b></p>       <p><sup>1</sup> Mestre em f&iacute;sica ambiental da Universidade Federal de Mato Grosso-Brasil.  E-mail: <a href="mailto:elisdener@hotmail.com">elisdener@hotmail.com</a> </p>        <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>&nbsp;</b></p>      <p>O livro <i>Teaching</i><i> Geography</i>, de David Lambert e John Morgan<a name="top2"></a><a href="#2"><sup>2</sup></a>, que uma vez mais publicam em parceria, mostra como a geografia contribui para o entendimento do  mundo (ou partes dele). este livro oferece uma nova abordagem para a compreens&atilde;o do lugar da geografia na educa&ccedil;&atilde;o, mostrando o papel fundamental que os professores desempenham junto dos jovens. </p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para os autores, os professores de geografia devem usar a sua disciplina para ajudar a envolver e estimular o interesse dos jovens para compreender o mundo e projetar e planejar o seu ensino. </p>       <p>Fazer isso &eacute; muito  desafiador. Exige mais do que transmitir conhecimento, pois requer um engajamento intelectual com a disciplina, de modo que as suas perspectivas e &#8220;insights&#8221; possam ser aplicados em um contexto educacional.  N&atilde;o &eacute; sugerido que a escola e os professores devam ser obrigados a seguir cegamente os caprichos da disciplina acad&ecirc;mica, mas que a geografia da escola esteja ciente do pensamento contempor&acirc;neo na  disciplina. </p>       <p>Lambert e Morgan procuram enfatizar que esta &eacute; a fonte de excita&ccedil;&atilde;o intelectual que nutre o relacionamento dos professores com os jovens. Os jovens s&atilde;o agentes de sua  pr&oacute;pria aprendizagem, e a expectativa da geografia na educa&ccedil;&atilde;o &eacute; que ela incentive a descoberta. </p>       <p>Este livro pode ser dividido em tr&ecirc;s partes. Na primeira parte, <i>Conceitos, contextos e  hist&oacute;rias</i>, oferece ao leitor: </p>       <p>a) Uma vis&atilde;o geral da geografia nas escolas. O que &eacute; realmente a geografia nas escolas? Qual &eacute; a sua narrativa global? </p>      <p>b) Um argumento para a  continuidade de uma fun&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica nas escolas com base numa an&aacute;lise do mundo contempor&acirc;neo, explicando o papel crucial da educa&ccedil;&atilde;o de preparar os jovens para sociedade do  conhecimento. </p>      <p>c) A necessidade de se refazer a rela&ccedil;&atilde;o dos professores com o ensino, interagindo a pr&aacute;tica com a teoria, sem perca de efic&aacute;cia. </p>       <p>Na segunda parte, <i>Reconstruindo  conceitos</i>, oferece uma s&eacute;rie de ensaios sobre uma sele&ccedil;&atilde;o de grandes id&eacute;ias na geografia. Os autores, cientes que essa abordagem de conceitos &eacute; bastante diferente daquela tomada por  professores de geografia no passado, onde havia uma depend&ecirc;ncia da psicologia da aprendizagem, exacerbam que os conceitos servem antes de mais nada para contesta&ccedil;&atilde;o, e por isso s&atilde;o suscept&iacute;veis  de possuir m&uacute;ltiplos significados que n&atilde;o podem ser reduzidos a uma &uacute;nica defini&ccedil;&atilde;o simples. Isto significa que as discuss&otilde;es dos conceitos apresentados nos cap&iacute;tulos n&atilde;o  representam a &#8220;palavra final&#8221;. Eles se destinam a provocar reflex&atilde;o e alerta nos leitores de modo a desenvolverem suas pr&oacute;prias id&eacute;ias. Essa &eacute; uma manobra deliberada de Lambert e Morgan,  afim de contribuirem para uma leitura excitante. </p>       <p>Nos cap&iacute;tulos desta segunda parte, s&atilde;o retratadas uma sele&ccedil;&atilde;o de id&eacute;ias influentes pensadas e desenvolvidas em geografia, e suas  implica&ccedil;&otilde;es em seu ensino. </p>       <p>A escolha dos conceitos para serem discutidos n&atilde;o se pautaram nos sete conceitos-chave da <i>National</i><i> Curriculum</i> que os autores acharam restritivos. E  tamb&eacute;m queriam deliberadamente enfocar que estes sete conceitos n&atilde;o definem a geografia escolar. inicialmente parecem ter ignorado certas id&eacute;ias, como a &#8220;intera&ccedil;&atilde;o&#8221;,  &#8220;local&#8221; ou &#8220;mudan&ccedil;a&#8221;. No entanto, uma leitura atenta dos cap&iacute;tulos desta parte vai mostrar que estas id&eacute;ias foram abordadas, tal como muitas outras. </p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na terceira parte,  <i>desafios no Curriculum</i>, apresenta um cap&iacute;tulo importante (cap&iacute;tulo 11), que explora os meios de cultura em que os jovens s&atilde;o muitas vezes imersos. Os conceitos discutidos s&atilde;o rotineiramente  acessados atrav&eacute;s das m&iacute;dias. Muitos dos lugares, espa&ccedil;os, temas e quest&otilde;es sobre a geografia s&atilde;o conhecidos atrav&eacute;s de filmes, not&iacute;cias de televis&atilde;o, document&aacute;rios,  jornais e, mais recentemente, <i>sites</i> e <i>blogs</i>. embora seja &oacute;bvia a influ&ecirc;ncia que os meios de comunica&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m sobre a geografia, h&aacute; pouca discuss&atilde;o sobre a  media&ccedil;&atilde;o do conhecimento geogr&aacute;fico. </p>       <p>O cap&iacute;tulo 12 &eacute;, essencialmente, uma reflex&atilde;o sobre o livro como um todo, levando-nos de volta para a presente discuss&atilde;o sobre as  expectativas da geografia na educa&ccedil;&atilde;o. O cap&iacute;tulo final sugere que as caracter&iacute;sticas de um ensino de geografia devem ter, antes de tudo, preocupa&ccedil;&otilde;es de natureza &eacute;tica. </p>       <p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>&nbsp;</b></p>       <p><b>NOTAS</b></p>       <p><a name="2"></a><a href="#top2"><sup>2</sup></a>Lambert D, Morgan J (2010) <i>Teaching Geography 11-18</i>: <i>a conceptual approach</i>. Open University Press, Berkshire. </p>        ]]></body>
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