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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>FILOSOFIA CONTINENTAL CONTEMPORÂNEA: PENSAMENTO FRANCÊS</b></p>     <p><b>Nota Introdutória</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>João Ribeiro Mendes*</b></p>     <p>*Universidade do Minho, CEHUM.</p>     <p><a href="mailto:jcrmendes@ilch.uminho.pt">jcrmendes@ilch.uminho.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>No início de 2014, o Departamento de Filosofia da Universidade do Minho, decidiu criar um evento denominado &#8220;Conferências sobre Filosofia Continental Contemporânea&#8221;, com o intuito de redespertar o interesse do público universitário, mas não só, por contributos notáveis, produzidos no último século, provindos de tradições de pensamento externas ao <i>main stream</i> do movimento analítico, originadas e desenvolvidas na parte continental da Europa desde o século XVIII, que continuam a evidenciar indeclinável vitalidade e encerram um potencial para a orientação da reflexão atenta aos tempos que correm e àqueles que se avizinham.</p>     <p>Depressa se consensualizou que a sua primeira edição fosse dedicada ao pensamento francês atual, filosofante e filosófico, que prolonga uma das mais ricas dessas tradições reflexivas e que constitui também uma das que mais influência sempre exerceu no nosso país, em particular no universo académico.</p>     <p>Na sequência de um convite dirigido por uma colega do Departamento de Estudos Românicos da Universidade do Minho para que as Conferências integrassem o &#8220;Juillet Français&#8221;, um evento celebrativo da cultura francófona, a sua realização esteve inicialmente agendada para a última semana desse mesmo ano. A pouquíssimos dias da sua ocorrência, todavia, esse evento foi inexplicavelmente cancelado e, em consequência, as conferências tiveram que ser reagendadas para o dia 9 de outubro.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Este apartado recolhe dois contributos dados a essas inaugurais &#8220;Conferências sobre Filosofia Continental Contemporânea&#8221;, um apresentando uma leitura à la Barthes da relação quiasmática entre a linguagem <i>qua</i> política e a política <i>qua</i> linguagem, da autoria de Bernhard Sylla, e outro um estudo exploratório do conceito de &#8220;violência&#8221;, através das perspetivas cruzadas de Ricoeur e Girard, como tecível nos termos de uma dialética entre pulsão individual e expiação social, lavrado por Luís Pereira.</p>      ]]></body>
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