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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Revestimento acrílico monocomponente de base aquosa para protecção de betão por pintura]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Reinforced concrete is protected against corrosion due to the high alkalinity of the concrete, which promotes a passive layer on the reinforcing structures surface. However, the penetration of corrosive agents, such as chloride ions or carbon dioxide, destroys this iron oxide passive layer, originating a decrease in pH and exposing the metal structure to corrosion. The quality of concrete, in particular its porosity, exacerbates this phenomenon, however if the concrete is protected by a coating layer, this dependence decreases. Solvent-based paints for concrete protection have great barrier properties against these corrosive agents and are easily compliant with the standard EN 1504-2 (Products and systems for the protection and repair of concrete structures). However, they show environmental impact and soon will be discontinued. This paper describes a water-borne paint which accomplishes all the requirements for reinforced concrete protection. As the standard EN 1504-2 does not provide any value for the chloride ion permeability, leaving it to the discretion of each country, LNEC (National Laboratory of Civil Engineering) defined that in Portugal this permeability should be less than 10-14 m²·s-1. During this study, one has verified that the parameters that most influence paint performance are the chemical nature of the binder and paint PVC (Pigment Volume Concentration). The developed product is protected by the Portuguese Patent, PT 103 563.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="center" ><B>Revestimento acr&iacute;lico monocomponente de base    aquosa para protec&ccedil;&atilde;o de bet&atilde;o por pintura</B></p>     <p align="center">C. Carneiro<sup>(<a href="#1">1</a><a name="TOP1"></a>)(<a href="#3">*</a><a name="top3"></a>)</sup>,    V. Lopes<sup>(<a href="#1">1</a><a name="top1"></a>)</sup>, J. Nogueira<sup>(<a href="#1">1</a><a name="top1"></a>)</sup>    e A. Mendes<sup>(<a href="#2">2</a><a name="top2"></a>)</sup></p>      <p  >&nbsp;</p>      <p  >&nbsp;</p>      <p align="center" ><b>RESUMO</b></p>      <p >A elevada alcalinidade do betão (pH &#8776; 12,5) permite que as armaduras    no seu interior estejam protegidas por passivação. No entanto, a penetração    de agentes corrosivos como o ião cloreto que destrói a camada passivante de    óxidos de ferro que se forma em ambientes altamente alcalinos ou o dióxido de    carbono que provoca um decréscimo no pH, expõem as armaduras à corrosão. A qualidade    do betão, em particular a sua porosidade, agravam bastante este fenómeno, no    entanto se o betão for protegido com um revestimento por pintura, essa dependência    diminui.</p>      <p  >As tintas de base solvente para protecção de betão têm um excelente efeito barreira contra estes agentes corrosivos e com relativa facilidade cumprem a norma EN 1504-2 (<i >Produtos e sistemas para a protecção e reparação de estruturas de betão</i>). No entanto, são ambientalmente agressivas e em breve serão descontinuadas. </p>      <p  >O presente trabalho descreve uma tinta de base aquosa que cumpre todos os    requisitos estipulados para um revestimento para protecção de betão armado.    Como a Norma EN 1504-2 não estabelece nenhum valor para a permeabilidade ao    ião cloreto, deixando-o ao critério de cada país, o <i>LNEC</i> (Laboratório    Nacional de Engenharia Civil) definiu que, em Portugal, esta permeabilidade    deverá ser inferior a 10<sup>-14</sup>·m<sup>2</sup>·</a>s<sup>-1</sup>.</p>      <p  >No decorrer deste estudo verificou-se que os parâmetros que mais influenciam o comportamento da tinta são a natureza química do ligante e o seu CVP (Concentração Volumétrica de Pigmento). O produto desenvolvido encontra-se patenteado (PT 103 563).</p>      <p  ><b><i>Palavras-chave: </i></b>Protecção de Betão Armado, Tinta Aquosa, EN    1504-2</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p >&nbsp;</p>      <p align="center" ><B>Monocomponent water-borne acrilic coating for reinforced    concrete protection</B></p>      <p align="center"  ><b>ABSTRACT</b></p>     <p >Reinforced concrete is protected against corrosion due to the high alkalinity    of the concrete, which promotes a passive layer on the reinforcing structures    surface. However, the penetration of corrosive agents, such as chloride ions    or carbon dioxide, destroys this iron oxide passive layer, originating a decrease    in pH and exposing the metal structure to corrosion.</p>      <p  >The quality of concrete, in particular its porosity, exacerbates this phenomenon, however if the concrete is protected by a coating layer, this dependence decreases.</p>      <p  >Solvent-based paints for concrete protection have great barrier properties against these corrosive agents and are easily compliant with the standard EN 1504-2 (Products and systems for the protection and repair of concrete structures). However, they show environmental impact and soon will be discontinued. </p>      <p  >This paper describes a water-borne paint which accomplishes all the requirements for reinforced concrete protection. As the standard EN 1504-2 does not provide any value for the chloride ion permeability, leaving it to the discretion of each country, LNEC (National Laboratory of Civil Engineering) defined that in Portugal this permeability should be less than 10<sup>-14</sup> m<sup>2</sup>·s<sup>-1</sup>. </p>      <p  >During this study, one has verified that the parameters that most influence paint performance are the chemical nature of the binder and paint PVC (Pigment Volume Concentration). The developed product is protected by the Portuguese Patent, PT 103 563.</p>      <p  ><b><i>Keywords: </i></b>Reinforced Concrete Protection, Water-borne Paint,    EN 1504-2</p>     <p  >&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p  >Texto completo disponível apenas em PDF.</p>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <p  >&nbsp;</p>     <p  >&nbsp;</p>     <p  ><b>REFERÊNCIAS</b></p>      <p  >[1] P. Moreira (Contribuição dos revestimentos poliméricos para a durabilidade    de betões em ambientes agressivos), Dissertação de Mestrado em Engenharia Civil    (Área de Materiais e Reabilitação da Construção), Universidade do Minho, Braga,    Portugal, p. 37 (2006).</p>      <p  >[2] B. Bavarian and L. Reiner (<i>Corrosion Protection of Steel Rebar in Concrete using Migrating Corrosion Inhibitors, MCI 2021 &amp; 2022</i>), <i>The Cortec Corporation</i>, March, USA (2002).</p>      <p  >[3] <a href="http://pwp.net.ipl.pt/dem.isel/smanutencao/Disciplinas/Quimica/elementos_q_files/Pourbaix.pdf" target="_blank">http://pwp.net.ipl.pt/dem.isel/smanutencao/Disciplinas/Quimica/elementos_q_files/Pourbaix.pdf</a></a>,    Julho (2008).</p>      <p  >[4] D. Talbot (Corrosion and Science and Technology), 1<sup>st</sup> Ed., CRC Press, Boca Raton, USA, p. 82 (1998).</p>      <p  >[5] K. Freire (Avaliação do Desempenho de Inibidores de Corrosão em Armaduras de Concreto), Tese de Mestrado, Universidade do Paraná, Brasil, p. 21 (2005).</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p  >[6] M. P. Rodrigues (Durabilidade de revestimentos por pintura para protecção do betão armado), Tese de doutoramento, FEUP, Porto, Portugal (1998).</p>      <p  >[7] International Report (Design Manual for Roads and Bridges), Volume 2, Section 4, Part 3, A/6, May (2004).</p>      <p  >[8] T. L. Viness and P. E. Manager (Architectural Coatings for Repair and Protection of Concrete Facades,&quot; Materials and Construction: Exploring the Connection) <i >in Proceedings of the 5<sup>th</sup> ASCE Materials Engineering Congress</i>, Cincinnati, OH, USA (1999).</p>      <p  >[9] <a href="http://qedchemicals.co.uk/ccorrosion.aspx" target="_blank">http://qedchemicals.co.uk/ccorrosion.aspx</a>,    Julho (2008).</p>      <p >[10] EN 1504-2 (Products and systems for the protection and repair of concrete structures &#8211; Definitions, requirements, quality control and evaluation of conformity &#8211; Part 2: Surface protection systems for concrete), CEN, Brussels, Belgium (2004).</p>      <p >[11] EN 1062-3 (Paints and varnishes &#8211; Coating materials and coating systems for exterior masonry and concrete &#8211; Part 3: Determination and classification of liquid water transmission rate (permeability), CEN, Brussels, Belgium (2001).</p>      <p  >[12] C. Carneiro F. Oliveira, J. Nogueira and A. Mendes, <i >JCT Research</i>, 3, 2 (2006).</p>      <p >[13] EN 1062-6 (Paints and varnishes &#8211; Coating materials and coating systems for exterior masonry and concrete &#8211; Part 6: Determination of carbon dioxide permeability), CEN, Brussels, Belgium (2004).</p>      <p >[14] C. Carneiro F. Oliveira, J. Nogueira and A. Mendes, <i >JCT Research</i>, 3, 4 (2006).</p>      <p >[15] EN ISO 7783-2 (Paints and varnishes &#8211; Coating materials and coating systems for exterior masonry and concrete &#8211; Part 2: Determination and classification of water-vapour transmission rate (permeability), CEN, Brussels, Belgium (2001).</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p >[16] C. Carneiro, V. Lopes, J. Nogueira e A. Mendes (Revestimento Acrílico Monocomponente de Base Aquosa para Protecção de Betão por Pintura), PT 103 563, INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) e publicada no &#8220;Boletim da Propriedade Industrial&#8221; número 03/2008 (2008).&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000043&pid=S0870-1164200900030000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p >&nbsp;</p>     <p ><sup>(<a href="#top1">1</a><a name="1"></a>) </sup>CIN, Corpora&ccedil;&atilde;o    Industrial do Norte, S. A. &#8211; Estrada Nacional 13 (km 6), Apartado 1008,    4471-909 Maia, Portugal </p>     <p ><sup>(<a href="#top2">2</a><a name="2"></a>) </sup>LEPAE &#8211; Departamento    de Eng&ordf; Qu&iacute;mica, Faculdade de Engenharia, Universidade do Porto    &#8211; Rua Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto, Portugal </p>     <p ><sup><a href="#top3">*</a><a name="3"></a> </sup>A quem a correspond&ecirc;ncia    deve ser dirigida, e-mail: <a href="mailto:catarina.carneiro@cin.pt">catarina.carneiro@cin.pt</a></p>     <p >&nbsp;</p>      <p align="right" >Artigo submetido em Julho de 2008 e aceite Março de 2009</p>     <p align="right" >&nbsp;</p>         ]]></body><back>
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