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<journal-title><![CDATA[Corrosão e Protecção de Materiais]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação da resistência à corrosão da liga de alumínio 6101 após diferentes tratamentos térmicos de precipitação]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de São João Del Rei Departamento de Engenharia mecânica ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Currently, 6xxx series aluminum alloys have been occupying an important place in the global production of aluminum alloy. The wide use of this class of alloys is a result of improvement on mechanical properties when subjected to heat treatments. However, the thermal treatments of solubilization and precipitation of metastable phases during aging may impair the corrosion resistance of this class of alloys. The present study aims to evaluate the corrosion behavior of aluminum alloy 6101 after heat treatment of solubilization by testing over time and anodic polarization curves. The formation of pits was evaluated by scanning electron microscopy (SEM). Solutions of 3.5 % NaCl and 0,1 M Na2SO4 were used in order to simulate conditions of high aggressiveness.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Ligas de Alumínio]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Tratamento Térmico de Solubilização]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Avalia&ccedil;&atilde;o da resist&ecirc;ncia &agrave; corros&atilde;o da liga de alum&iacute;nio 6101 ap&oacute;s diferentes tratamentos t&eacute;rmicos de precipita&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p><b>Evaluation of corrosion resistance of 6101 aluminum alloy after differents precipitation heat treatment</b></p>     <p><b>F. Abreu<sup>1</sup>, A. Sabariz<sup>1</sup>, A. Quadro<sup>1</sup> e A. Bueno<sup>1</sup></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>1</sup> Universidade Federal de S&atilde;o Jo&atilde;o Del Rei. Departamento de Engenharia mec&acirc;nica, Pra&ccedil;a Frei Orlando, 170, centro, S&atilde;o Jo&atilde;o Del Rei - MG, Brasil</p>     <p>A quem a correspond&ecirc;ncia deve ser dirigida, e-mail: <a href="mailto:fernandobh@msn.com">fernandobh@msn.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Atualmente, as ligas de alum&iacute;nio da s&eacute;rie 6xxx v&ecirc;m ocupando um espa&ccedil;o importante na produ&ccedil;&atilde;o global das ligas de alum&iacute;nio. A utiliza&ccedil;&atilde;o em larga escala dessa classe de ligas &eacute; consequ&ecirc;ncia da melhoria de suas propriedades mec&acirc;nicas quando submetidas a tratamentos t&eacute;rmicos. No entanto, a realiza&ccedil;&atilde;o de tratamentos t&eacute;rmicos de solubiliza&ccedil;&atilde;o e a precipita&ccedil;&atilde;o de fases metaest&aacute;veis durante o envelhecimento podem prejudicar consideravelmente a resist&ecirc;ncia &agrave; corros&atilde;o dessa classe de ligas. O presente trabalho, objetiva avaliar a suscetibilidade &agrave; corros&atilde;o da liga de alum&iacute;nio 6101 submetida a tratamentos t&eacute;rmicos de solubiliza&ccedil;&atilde;o. Investigou-se a corros&atilde;o atrav&eacute;s da realiza&ccedil;&atilde;o de ensaios de potencial ao longo do tempo e curvas an&oacute;dicas de polariza&ccedil;&atilde;o. Avaliou-se qualitativamente a forma&ccedil;&atilde;o de pites atrav&eacute;s de microscopia eletr&ocirc;nica de varredura (MEV). As solu&ccedil;&otilde;es de 3,5 % de NaCl e 0,1 M de Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> foram utilizadas nos ensaios para simular condi&ccedil;&otilde;es de alta agressividade.</p>     <p><b>Palavras Chave</b>: Ligas de Alum&iacute;nio, Corros&atilde;o por Pite, Tratamento T&eacute;rmico de Solubiliza&ccedil;&atilde;o</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Currently, 6xxx series aluminum alloys have been occupying an important place in the global production of aluminum alloy. The wide use of this class of alloys is a result of improvement on mechanical properties when subjected to heat treatments. However, the thermal treatments of solubilization and precipitation of metastable phases during aging may impair the corrosion resistance of this class of alloys. The present study aims to evaluate the corrosion behavior of aluminum alloy 6101 after heat treatment of solubilization by testing over time and anodic polarization curves. The formation of pits was evaluated by scanning electron microscopy (SEM). Solutions of 3.5 % NaCl and 0,1 M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> were used in order to simulate conditions of high aggressiveness.</p>     <p><b>Keywords</b>: Aluminum Alloys, Pitting Corrosion, Heat Treatment of Solubilization</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. INTRODU&Ccedil;&Atilde;O </b></p>     <p>A utiliza&ccedil;&atilde;o em larga escala das ligas de alum&iacute;nio est&aacute; associada, entre outros fatores, &agrave; excelente combina&ccedil;&atilde;o entre o baixo peso espec&iacute;fico e a boa resist&ecirc;ncia mec&acirc;nica, que em alguns casos se iguala ao a&ccedil;o estrutural. Essa caracter&iacute;stica &eacute; fundamental em aplica&ccedil;&otilde;es industriais, tais como, navios, avi&otilde;es, autom&oacute;veis, etc [1]. </p>     <p>Dentre as ligas de alum&iacute;nio mais utilizadas, as ligas da s&eacute;rie 6xxx se destacam, pois apresentam grande aumento de resist&ecirc;ncia mec&acirc;nica e dureza quando submetidas a tratamentos t&eacute;rmicos de solubiliza&ccedil;&atilde;o. Uma das caracter&iacute;sticas importantes desse grupo de ligas &eacute; a resist&ecirc;ncia &agrave; corros&atilde;o, que est&aacute; associada &agrave; presen&ccedil;a de um filme aderente de alumina (Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub>), que se desenvolve naturalmente na superf&iacute;cie das ligas sob condi&ccedil;&otilde;es atmosf&eacute;ricas normais [2].</p>     <p>No entanto, a presen&ccedil;a de poluentes espec&iacute;ficos, em especial o SOl<sub>2</sub> e o Cl, podem afetar a cin&eacute;tica de corros&atilde;o por meio da dissolu&ccedil;&atilde;o do filme passivo. Consequentemente, ataques corrosivos localizados podem provocar &agrave; perda de resist&ecirc;ncia mec&acirc;nica e levar o material a falha, mesmo que este tenha boas propriedades como &eacute; o caso da liga de alum&iacute;nio 6101 [3, 4].</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>2. REVIS&Atilde;O BIBLIOGR&Aacute;FICA </b></p>     <p>As ligas de alum&iacute;nio representam um importante grupo de materiais, em consequ&ecirc;ncia do seu elevado valor tecnol&oacute;gico e da extensa gama de aplica&ccedil;&otilde;es industriais, principalmente nas ind&uacute;strias naval, aeroespacial, automotiva e dom&eacute;stica [5]. As baixas densidades combinadas com caracter&iacute;sticas como: boa condutibilidade el&eacute;trica e t&eacute;rmica, elevada refletividade &agrave; luz e ao calor e excelente resist&ecirc;ncia &agrave; corros&atilde;o s&atilde;o fatores que contribuem para o uso e produ&ccedil;&atilde;o em larga escala dessas ligas.</p>     <p>Atualmente, as ligas de alum&iacute;nio da s&eacute;rie 6xxx v&ecirc;m ocupando um espa&ccedil;o importante na produ&ccedil;&atilde;o global das ligas de alum&iacute;nio. Recentemente mais de 80% das ligas empregadas na produ&ccedil;&atilde;o mundial de perfis extrudados fazem parte do sistema Al-Mg-Si [6]. A utiliza&ccedil;&atilde;o em larga escala dessas ligas ocorre devido a melhoria de suas propriedades mec&acirc;nicas quando submetidas a tratamentos t&eacute;rmicos [7]. Outra caracter&iacute;stica importante das ligas de alum&iacute;nio da s&eacute;rie 6xxx &eacute; a sua boa resist&ecirc;ncia &agrave; corros&atilde;o, que ocorre devido ao fen&ocirc;meno da passiva&ccedil;&atilde;o, mas pode ser prejudicada pela realiza&ccedil;&atilde;o de tratamentos t&eacute;rmicos e pela presen&ccedil;a de determinados agentes corrosivos que influenciam a cin&eacute;tica de corros&atilde;o [4].</p>     <p>Do ponto de vista termodin&acirc;mico, o metal alum&iacute;nio &eacute; um material inst&aacute;vel, n&atilde;o existe na natureza sob a forma elementar, e a sua tend&ecirc;ncia natural &eacute; voltar &agrave; condi&ccedil;&atilde;o inicial de min&eacute;rio. Assim, ele seria um metal suscept&iacute;vel a corros&atilde;o em ambientes naturais. Contudo, o referido fen&oacute;meno de passiva&ccedil;&atilde;o, forma&ccedil;&atilde;o de uma camada de &oacute;xido ou hidr&oacute;xido em sua superf&iacute;cie, torna o alum&iacute;nio bastante resistente &agrave; corros&atilde;o na maior parte dos ambientes naturais [8].</p>     <p>A passiva&ccedil;&atilde;o em ligas de alum&iacute;nio &eacute; um tema complexo e controverso. Alguns autores consideram que a passiva&ccedil;&atilde;o seja causada por um filme de &oacute;xido formado na superf&iacute;cie met&aacute;lica, ou a um estado “oxidado” que impede o contato direto entre metal e meio corrosivo [8 -10]. Estudos recentes, consideram que a resist&ecirc;ncia a corros&atilde;o das ligas de alum&iacute;nio esta associada &agrave; presen&ccedil;a de um filme fino e compacto de &oacute;xido de alumina (Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub>), que se desenvolve naturalmente na superf&iacute;cie das ligas sob condi&ccedil;&otilde;es atmosf&eacute;ricas normais [2,3,11]. A espessura desse filme protetor cresce muito mais rapidamente na &aacute;gua do que no ar, formando-se filmes mais espessos na aus&ecirc;ncia de oxig&ecirc;nio. A espessura normal desse tipo de filme &eacute; da ordem de 5 nan&ocirc;metros [11].</p>     <p>A prote&ccedil;&atilde;o contra corros&atilde;o fornecida por essa pel&iacute;cula varia, entre outros, de acordo com a composi&ccedil;&atilde;o de liga, microestrutura e meio corrosivo. A altera&ccedil;&atilde;o de algum desses fatores influencia diretamente a velocidade e morfologia da corros&atilde;o. </p>     <p>Nas ligas de alum&iacute;nio, a forma&ccedil;&atilde;o de pite est&aacute; associada a uma divis&atilde;o em pontos espec&iacute;ficos da pel&iacute;cula de &oacute;xido, quando a liga est&aacute; exposta em ambientes contendo &iacute;ons haleto, dos quais o cloreto &eacute; o mais comum. A intensidade do ataque corrosivo por pite &eacute; influenciada pela concentra&ccedil;&atilde;o do haleto, temperatura, velocidade de fluido e pH. Geralmente, a forma&ccedil;&atilde;o do pite nas ligas de alum&iacute;nio ocorre na presen&ccedil;a de um eletr&oacute;lito em uma faixa de pH entre 4,5 e 8,5 e tende a aumentar com o aumento da temperatura e concentra&ccedil;&atilde;o de &iacute;ons agressivos [10]. </p>     <p>Diferentemente da corros&atilde;o por pite, a corros&atilde;o intergranular se caracteriza por ocorrer em torno de contornos de gr&atilde;os, vis&iacute;veis somente em an&aacute;lises metalogr&aacute;ficas [11]. Alguns autores consideram que a corros&atilde;o intergranular ocorre como sendo o resultado da c&eacute;lula galv&acirc;nica criada entre o contorno an&oacute;dico e o interior do gr&atilde;o cat&oacute;dico. A regi&atilde;o do contorno de gr&atilde;o torna-se an&oacute;dica devido a presen&ccedil;a de uma fase ou mais fases precipitadas com potencial diferente da matriz [4, 11].</p>     <p>A ocorr&ecirc;ncia da corros&atilde;o intergranular est&aacute; associada a mecanismos que aumentam a probabilidade de precipita&ccedil;&atilde;o de fases nos contornos de gr&atilde;os. O resfriamento r&aacute;pido ap&oacute;s o tratamento t&eacute;rmico de solubiliza&ccedil;&atilde;o reduz a precipita&ccedil;&atilde;o nos contornos de gr&atilde;os, no entanto, maiores taxas de resfriamento n&atilde;o s&atilde;o desej&aacute;veis, pois podem introduzir tens&otilde;es residuais no material. O superenvelhecimento diminui a sensibilidade da liga a corros&atilde;o intergranular, devido ao engrossamento das part&iacute;culas nos contornos de gr&atilde;os e na matriz proporcionando a redu&ccedil;&atilde;o nas diferen&ccedil;as do potencial entre a fronteira e o interior do gr&atilde;o [4].</p>     <p>Outro fator que contribui para uma mudan&ccedil;a nas condi&ccedil;&otilde;es de corros&atilde;o em uma fenda &eacute; uma diminui&ccedil;&atilde;o no potencial do interior para a superf&iacute;cie livre do metal. Para as ligas de alum&iacute;nio em solu&ccedil;&otilde;es de 0,5 M de NaCl as diferen&ccedil;as de potencial entre a fresta e a superf&iacute;cie pode alcan&ccedil;ar 270 mV. Nesse caso o agravamento da corros&atilde;o na fenda &eacute; causado predominantemente por um contato com a superf&iacute;cie livre [12]. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O meio corrosivo no qual o metal se encontra &eacute; determinante nas condi&ccedil;&otilde;es de corros&atilde;o. Entre os meios naturais, onde as ligas de alum&iacute;nio podem ser amplamente utilizadas, a &aacute;gua do mar &eacute; o eletr&oacute;lito mais corrosivo. Em sua composi&ccedil;&atilde;o mineral, est&atilde;o presentes uma complexa composi&ccedil;&atilde;o de sais marinhos, entre eles se destacam o NaCl e o MgCl<sub>2</sub> por sua import&acirc;ncia no processo corrosivo [12].</p>     <p>O efeito do cloreto de s&oacute;dio, na corros&atilde;o, deve-se ao fato de este sal ser um eletr&oacute;lito forte, ocasionando, portanto, aumento de condutividade, que &eacute; fundamental no mecanismo eletroqu&iacute;mico de corros&atilde;o [8]. Quando exposto em meios contendo &iacute;ons haletos, o filme de &oacute;xido quebra em pontos espec&iacute;ficos, levando a forma&ccedil;&atilde;o de pequenas cavidades (pites) na superf&iacute;cie do alum&iacute;nio [2].</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>3. MATERIAIS E M&Eacute;TODOS </b></p>     <p>Foi utilizada a liga 6101 fornecida pela LSM Brasil, cuja composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica &eacute; apresentada na Tabela 1. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Tabela 1</b></p>     <p><b>Composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica da liga de alum&iacute;nio 6101.</b></p>     <p><img src="/img/revistas/cpm/v31n3-4/31n3-4a02t1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Com o intuito de avaliar o comportamento &agrave; corros&atilde;o da liga 6101 tratada termicamente em diferentes temperaturas, foram realizados os procedimentos experimentais a seguir descritos.</p>     <p><b>3.1 Tratamentos de solubiliza&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Os corpos de provas foram retirados de um vergalh&atilde;o de 9,5 mm de di&acirc;metro da liga 6101, e submetidas ao tratamento t&eacute;rmico de solubiliza&ccedil;&atilde;o, que foi realizado nas temperaturas de 450 &deg;C, 480 &deg;C, 520 &deg;C, 550 &deg;C e 580 &deg;C durante 30 minutos no forno mufla e em seguida foram resfriados em &aacute;gua na temperatura ambiente. A varia&ccedil;&atilde;o da temperatura obtida foi de aproximadamente 10 &deg;C. Esse procedimento repetiu-se a cada 10 dias, por um per&iacute;odo de 5 meses, para a obten&ccedil;&atilde;o das amostras solubilizadas em todas as temperaturas especificadas, com tempos que variam de 0 dias at&eacute; 5 meses de envelhecimento natural. </p>     <p>Algumas amostras foram tratadas termicamente a 520 &deg;C e de seguida envelhecidas durante 5 minutos &agrave; temperatura de 170 &ordm;C, conforme apresentado na Tabela 2.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a href="#t2">Tabela 2</a><a name="topt2"></a></b></p>     <p><b>Temperaturas de solubiliza&ccedil;&atilde;o das amostras.</b></p>     <p><img src="/img/revistas/cpm/v31n3-4/31n3-4a02t2.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>3.2 Ensaios de corros&atilde;o</b> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As solu&ccedil;&otilde;es utilizadas nos ensaios de corros&atilde;o foram as seguintes:</p>     <p>- 3,5 % de NaCl, pH=6,81</p>     <p>- 0,1 M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>, pH=6,99</p>     <p>3.2.1 Curvas de polariza&ccedil;&atilde;o </p>     <p>Para a determina&ccedil;&atilde;o das curvas de polariza&ccedil;&atilde;o, fabricaram-se seis corpos de prova, um para cada temperatura de solubiliza&ccedil;&atilde;o, ambos com &aacute;rea exposta de 70,88 mm&sup2;. Eles foram soldados a um fio e no local da solda, foram isolados com resina e esmalte, para garantir que n&atilde;o ocorresse contato do fio com a solu&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>As curvas de polariza&ccedil;&atilde;o foram realizadas no equipamento AUTOLAB PGSTAT101, utilizando o m&eacute;todo da voltametria linear em uma c&eacute;lula eletroqu&iacute;mica convencional de tr&ecirc;s eletrodos, sendo eles: eletrodo de trabalho(CP) , eletrodo de refer&ecirc;ncia (calomelano saturado) e contra-eletrodo (platina) . Utilizou-se uma velocidade de varredura de 100 mV/min. </p>     <p>3.2.2 Potencial ao longo do tempo</p>     <p>Para a realiza&ccedil;&atilde;o do ensaio de potencial ao longo do tempo, confeccionou-se 6 eletrodos da liga de alum&iacute;nio 6101, para cada temperatura conforme &eacute; mostrado na <a href="#topt2">Tabela 2</a><a name="t2"></a>, e para ambas solu&ccedil;&otilde;es utilizadas, totalizando consequentemente 12 corpos de provas distintos. Os eletrodos foram imersos nas solu&ccedil;&otilde;es de ensaio e o potencial monitorizado tr&ecirc;s vezes ao dia, durante 30 dias, com um mult&iacute;metro digital, utilizando um eletrodo de calomelanos saturado como refer&ecirc;ncia.</p>     <p>3.2.3 An&aacute;lise microsc&oacute;pica da forma&ccedil;&atilde;o de pites </p>     <p>A visualiza&ccedil;&atilde;o da forma&ccedil;&atilde;o de pites foi feita utilizando a microscopia eletr&ocirc;nica. Os corpos de provas foram lixados e polidos de forma a se obter melhores imagens da superf&iacute;cie da liga de alum&iacute;nio 6101. Foram obtidas e comparadas as imagens da microscopia eletr&ocirc;nica antes e depois da realiza&ccedil;&atilde;o das curvas de polariza&ccedil;&atilde;o.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>4. RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></p>     <p><b>4.1. Medidas de potencial a circuito aberto (E<sub>ocp</sub>) ao longo do tempo</b></p>     <p>As figuras 1 e 2 mostram o potencial de circuito aberto ao longo do tempo, para as diferentes amostras da liga 6101 com diferentes temperaturas de tratamento t&eacute;rmico (<a href="#topt2">Tabela 2</a><a name="t2"></a>) nas solu&ccedil;&otilde;es de 0,1 M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> e 3,5% NaCl, respectivamente. A tabela 3 apresenta os valores dos potenciais em circuito aberto ap&oacute;s 800 horas de imers&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Figura 1</b></p>     <p><b>Curvas de potencial ao longo do tempo em solu&ccedil;&atilde;o de 0,1M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>.</b></p>     <p><img src="/img/revistas/cpm/v31n3-4/31n3-4a02f1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>Figura 2</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Curvas de potencial ao longo do tempo em solu&ccedil;&atilde;o de 3,5% NaCl.</b></p>     <p><img src="/img/revistas/cpm/v31n3-4/31n3-4a02f2.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>Tabela 3</b></p>     <p><b>Potencial em circuito aberto ao fim de 800 h.</b></p>     <p><img src="/img/revistas/cpm/v31n3-4/31n3-4a02t3.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Os valores de E<sub>ocp</sub> de todas as ligas em ambas as solu&ccedil;&otilde;es iniciaram em valores que variaram de -100 mV a - 600 mV (ECS), que estabilizaram de acordo com os potenciais apresentados na Tabela 3. O processo de estabiliza&ccedil;&atilde;o do potencial ocorreu somente ap&oacute;s uma m&eacute;dia de 800 horas de imers&atilde;o. O potencial em circuito aberto teve uma tend&ecirc;ncia cat&oacute;dica, ou seja, ocorreu uma queda no potencial, provavelmente devido a forma&ccedil;&atilde;o do filme passivo na superf&iacute;cie do corpo-de-prova.</p>     <p>O potencial em circuito aberto das ligas imersas em 3,5% NaCl ficaram mais negativos que na solu&ccedil;&atilde;o de 0,1M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>, o que se atribui &agrave; a&ccedil;&atilde;o negativa dos &iacute;ons cloretos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; estabilidade do filme passivo. </p>     <p>De acordo com o diagrama de equil&iacute;brio eletroqu&iacute;mico para o sistema Al/H<sub>2</sub>O a 25&deg;C (Pourbaix, 1976), os potenciais em circuito aberto de todas as ligas em ambas as solu&ccedil;&otilde;es se estabilizaram dentro do dom&iacute;nio de passiva&ccedil;&atilde;o com estabilidade do &oacute;xido Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub>.H2O e abaixo da linha de equil&iacute;brio H<sub>2</sub>/H<sup>+</sup>. Neste caso, a rea&ccedil;&atilde;o de passiva&ccedil;&atilde;o do alum&iacute;nio para o &oacute;xido ocorreu de forma termodinamicamente espont&acirc;nea.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A seguir s&atilde;o apresentadas as curvas de polariza&ccedil;&atilde;o das ligas de Al em ambos os meios, onde &eacute; comprovado o processo de passiva&ccedil;&atilde;o na superf&iacute;cie do metal.</p>     <p><b>4.2. Curvas de polariza&ccedil;&atilde;o potenciost&aacute;ticas</b></p>     <p>As figuras 3 a 5 apresentam as curvas de polariza&ccedil;&atilde;o an&oacute;dica das ligas de Al com diferentes tratamentos t&eacute;rmicos, respectivamente obtidas em solu&ccedil;&otilde;es de 0,1 M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> e de NaCl 3,5%. Os ensaios foram realizados em condi&ccedil;&atilde;o naturalmente aerada. As tabelas 4 e 5 apresentam os potenciais de pite de cada liga respectivamente obtidas nas solu&ccedil;&otilde;es de 0,1 M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> e de NaCl 3,5 %. O potencial de pite foi determinado quando houve incremento significativo na densidade de corrente.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Figura 3</b></p>     <p><b>Curvas de polariza&ccedil;&atilde;o an&oacute;dicas das amostras da liga de Al com diferentes tratamentos t&eacute;rmicos em solu&ccedil;&atilde;o de 0,1 M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> naturalmente aerada.</b></p>     <p><img src="/img/revistas/cpm/v31n3-4/31n3-4a02f3.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>Figura 4</b></p>     <p><b>Curvas de polariza&ccedil;&atilde;o an&oacute;dicas das amostras da liga de Al com diferentes tratamentos t&eacute;rmicos em solu&ccedil;&atilde;o de NaCl 3,5% naturalmente aerada.</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/cpm/v31n3-4/31n3-4a02f4.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>Figura 5</b></p>     <p><b>Curvas de polariza&ccedil;&atilde;o das amostras S20 e S23 da liga de alum&iacute;nio 6101 em solu&ccedil;&atilde;o de 3,5% NaCl naturalmente aerada.</b></p>     <p><img src="/img/revistas/cpm/v31n3-4/31n3-4a02f5.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b><a href="#t4">Tabela 4</a><a name="topt4"></a></b></p>     <p><b>Valores do potencial e corrente de pite para as diferentes amostras da liga de alum&iacute;nio 6101 em solu&ccedil;&atilde;o de Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> 0,1 M, a pH 6,99.</b></p>     <p><img src="/img/revistas/cpm/v31n3-4/31n3-4a02t4.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><a href="#t5">Tabela 5</a><a name="topt5"></a></b></p>     <p><b>Valores do potencial e corrente de pite para as diferentes amostras da liga em solu&ccedil;&atilde;o de NaCl 3,5%, a pH 6,81.</b></p>     <p><img src="/img/revistas/cpm/v31n3-4/31n3-4a02t5.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Todas as amostras apresentaram processo de passiva&ccedil;&atilde;o em ambas as solu&ccedil;&otilde;es testadas, ou seja, foram observados dom&iacute;nios de passiva&ccedil;&atilde;o numa faixa de -1150 a -1350 mV de polariza&ccedil;&atilde;o para a solu&ccedil;&atilde;o de 0,1 M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>, e de -800 a -1470 mV para a solu&ccedil;&atilde;o de 3,5 % NaCl.</p>     <p>Observa-se que o potencial a circuito aberto n&atilde;o variou de uma liga para a outra nas duas solu&ccedil;&otilde;es testadas.</p>     <p>Com base no diagrama de equil&iacute;brio eletroqu&iacute;mico para o sistema Al/H<sub>2</sub>O a 25 &deg;C, todas as amostras nas duas solu&ccedil;&otilde;es apresentaram potenciais em circuito aberto em condi&ccedil;&otilde;es naturalmente aeradas, que se situaram dentro do dom&iacute;nio de passiva&ccedil;&atilde;o e abaixo da linha de equil&iacute;brio H<sub>2</sub>/H<sup>+</sup>. Neste caso, a rea&ccedil;&atilde;o de passiva&ccedil;&atilde;o an&oacute;dica Al/Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub>.H2O foi termodinamicamente espont&acirc;nea.</p>     <p>Nas tabelas <a href="#topt4">4</a><a name="t4"></a> e <a href="#topt5">5</a><a name="t5"></a> s&atilde;o apresentados os potenciais de pite (E<sub>pite</sub>). Neste caso, nota-se que a solu&ccedil;&atilde;o NaCl foi mais agressiva que a solu&ccedil;&atilde;o de 0,1 M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>,o que era de esperar devido &agrave; presen&ccedil;a do i&atilde;o cloreto. </p>     <p>Ezuber et al. [2], relatam que o filme de &oacute;xido formado na superf&iacute;cie do alum&iacute;nio &eacute; n&atilde;o uniforme e fino, quando exposto a ambiente agressivos, como os &iacute;ons Cl-, este quebra o filme em pontos espec&iacute;ficos gerando a corros&atilde;o por pite. Referem tamb&eacute;m que a corros&atilde;o por pite &eacute; influenciada por v&aacute;rios fatores, dentre eles a forma&ccedil;&atilde;o de macro defeitos como part&iacute;culas de segunda fase e precipitados micro e macrosc&oacute;pios. </p>     <p> Na solu&ccedil;&atilde;o de 3,5 % de NaCl foi observado que as amostras S20 e S23 apresentaram a melhor resist&ecirc;ncia &agrave; corros&atilde;o por pite que as outras amostras. Neste caso, apresentaram maior potencial de pite e menor densidade de corrente no potencial de pite. Na solu&ccedil;&atilde;o de 0,1 M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>, as ligas S20 e S23 n&atilde;o se diferenciaram das outras. As outras ligas, quando testadas em NaCl, apresentaram potencial de pite que variou de -578 mV a -612 mV, sendo que a liga S24 apresentou maior densidade de corrente, podendo se considerada a mais suscet&iacute;vel a corros&atilde;o por pite.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As amostras apresentaram maior resist&ecirc;ncia &agrave; corros&atilde;o por pite na solu&ccedil;&atilde;o de 0,1 M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>. Isto provavelmente ocorreu porque nesta solu&ccedil;&atilde;o n&atilde;o ocorreu a a&ccedil;&atilde;o dos &iacute;ons Cl- que favorece a condutividade e quebra do filme passivo. O potencial de pite variou de -143 mV a -355 mV, sendo maior para a amostra S23 e menor para a amostra S21. </p>     <p>A amostra S23 apresentou a maior resist&ecirc;ncia &agrave; corros&atilde;o por pite entre todas as amostras em ambas as solu&ccedil;&otilde;es. Isto provavelmente ocorreu devido esta amostra ter sido totalmente solubilizada n&atilde;o favorecendo a forma&ccedil;&atilde;o de pares micro-galv&acirc;nicos entre o Al e os precipitados coerentes e semi-coerentes formados. .</p>     <p>Marioara et al. [7]., afirmam que o aumento da dureza e da resist&ecirc;ncia mec&acirc;nica em consequ&ecirc;ncia do tratamento t&eacute;rmico &eacute; resultado da nuclea&ccedil;&atilde;o e crescimento de diferentes tipos de fases metaest&aacute;veis na matriz de alum&iacute;nio. Dessa forma, para que se alcance o desempenho ideal &eacute; fundamental que se investigue os par&acirc;metros que controlam a precipita&ccedil;&atilde;o nessa s&eacute;rie de ligas, como: temperatura de solubiliza&ccedil;&atilde;o, tempo de envelhecimento natural, temperatura e tempo de envelhecimento artificial, entre outros. </p>     <p>Contudo, Sinyavskii e Kalinim [12] relatam que o processo de tratamento t&eacute;rmico tem um complexo efeito na resist&ecirc;ncia &agrave; corros&atilde;o por esfolia&ccedil;&atilde;o, corros&atilde;o sob tens&atilde;o e corros&atilde;o intergranular. Neste caso, a corros&atilde;o intergranular &eacute; causada pelos precipitados nos contornos de gr&atilde;o formados durante o processo de TT. Se o potencial de corros&atilde;o destes precipitados forem diferentes da matriz poder&aacute; ocorrer a forma&ccedil;&atilde;o de micro pares galv&acirc;nicos e suscetibilidade &agrave; corros&atilde;o intergranular. De acordo com Svenningsen et al. [4] os precipitados nos contornos de gr&atilde;o podem ser mais ou menos nobres que as zonas adjacentes, dependendo do tipo de fase precipitada. O autor ainda ressalta que a susceptibilidade ao pite pode ser associada com o engrossamento dos precipitados. </p>     <p>Assim sendo, a varia&ccedil;&atilde;o no potencial de pite (tabelas <a href="#topt4">4</a> e <a href="#topt5">5</a>), ou seja, da resist&ecirc;ncia &agrave; corros&atilde;o de cada liga na mesma solu&ccedil;&atilde;o decorre provavelmente devido ao tipo de tratamento t&eacute;rmico que cada amostra foi submetida. Neste caso, no processo de TT ocorre a forma&ccedil;&atilde;o de precipitados coerentes e semi-corentes com a matriz de alum&iacute;nio que apresentam diferentes tamanhos que afetam a resist&ecirc;ncia &agrave; corros&atilde;o das ligas s&eacute;rie 6000.</p>     <p>Ap&oacute;s os ensaios de polariza&ccedil;&atilde;o os corpos de prova, ensaiados em solu&ccedil;&atilde;o de NaCl 3,5 %, foram avaliados no microsc&oacute;pio eletr&ocirc;nico para visualizar os pites (Figura 6). Nota-se que o maior pite ocorreu na amostra S24 que tamb&eacute;m apresentou maior densidade de corrente no potencial de pite (<a href="#topt5">Tabela 5</a>). A amostra S23 apresentou apenas pequenos pites confirmando a maior resist&ecirc;ncia &agrave; corros&atilde;o verificada nos ensaios de polariza&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Figura 6</b></p>     <p><b>Imagens obtidas por microscopia eletr&ocirc;nica antes e depois dos ensaios de polariza&ccedil;&atilde;o em solu&ccedil;&atilde;o de 3,5 % de NaCl, das amostras : A) S19, B) S20, C) S21, D) S22, E) S23 e F) S24 (200x).</b></p>     <p><img src="/img/revistas/cpm/v31n3-4/31n3-4a02f6.jpg"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>5. CONCLUS&Otilde;ES</b></p>     <p>• O potencial em circuito aberto teve uma tend&ecirc;ncia de varia&ccedil;&atilde;o cat&oacute;dica, ou seja, ocorreu uma queda no potencial devido &agrave; forma&ccedil;&atilde;o do filme passivo na superf&iacute;cie do corpo-de-prova. </p>     <p>• Os potenciais em circuito aberto de todas as amostras em ambas as solu&ccedil;&otilde;es se estabilizaram dentro do dom&iacute;nio de passiva&ccedil;&atilde;o com estabilidade do &oacute;xido Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub>.H2O e abaixo da linha de equil&iacute;brio H2/H+. Neste caso, a rea&ccedil;&atilde;o de passiva&ccedil;&atilde;o do alum&iacute;nio &agrave; forma de &oacute;xido ocorreu de forma termodinamicamente espont&acirc;nea na superf&iacute;cie do metal.</p>     <p>• Todas as amostras apresentaram processo de passiva&ccedil;&atilde;o em ambas as solu&ccedil;&otilde;es testadas, ou seja, foram observados dom&iacute;nios de passiva&ccedil;&atilde;o numa faixa de 1150 a 1350 mV de polariza&ccedil;&atilde;o para a solu&ccedil;&atilde;o de 0,1 M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>, e de 800 a 1470 mV para a solu&ccedil;&atilde;o de 3,5 % NaCl.</p>     <p>• A solu&ccedil;&atilde;o NaCl 3,5 % foi mais agressiva que a solu&ccedil;&atilde;o de 0,1 M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>, uma vez que os potenciais de pite foram menores para a solu&ccedil;&atilde;o de 3,5 % de NaCl que para a solu&ccedil;&atilde;o de 0,1 M Na<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>, o que se deve &agrave; maior facilidade de quebra do filme passivo por a&ccedil;&atilde;o do Cl-. </p>     <p>• A amostra S23 apresentou a maior resist&ecirc;ncia &agrave; corros&atilde;o por pite entre todas as amostras em ambas as solu&ccedil;&otilde;es. Isto provavelmente ocorreu devido esta amostra ter sido totalmente solubilizada n&atilde;o favorecendo a forma&ccedil;&atilde;o de micro-par galv&acirc;nico entre o Al e o precipitado de Mg2Si. Contudo, para confirmar esta hip&oacute;tese est&atilde;o sendo realizadas as an&aacute;lises de Microscopia &oacute;tica, Microscopia eletr&ocirc;nica de varredura e Difra&ccedil;&atilde;o de raio-X para detectar estas fases e precipitados.</p>     <p>• A varia&ccedil;&atilde;o no potencial de pite de cada amostra na mesma solu&ccedil;&atilde;o decorre provavelmente devido ao tipo de tratamento t&eacute;rmico que cada amostra foi submetida. Neste caso, no processo de TT ocorre a forma&ccedil;&atilde;o de precipitados coerentes e semi-coerentes com a matriz de alum&iacute;nio que apresentam diferentes tamanhos que influenciam de modo diferente a resist&ecirc;ncia &agrave; corros&atilde;o das ligas s&eacute;rie 6000.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>[1] W. F. Smith (Structure and Properties of Engineering Alloy), 2&ordf; Edition, McGraw-Hill Education, New York (1992).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0870-1164201200030000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>[2] H. Ezuber, A. El-Houd and F. El-Shawesh, Mater. Design, 29, 801 (2007).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0870-1164201200030000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>[3] R. Vera, D. Delgado and B. M. Rosales, Corros. Sci., 48, 2882 (2006).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0870-1164201200030000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>[4] G. Svenningsen, M. H. Larsen and K. N. Nordlien, Corros. Sci., 48, 258 (2005).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0870-1164201200030000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>[5] W. A. Badawy, F. M. Al-Kharafi and A. S. El-Azab, Corros. Sci., 41, 709 (1998).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0870-1164201200030000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>[6] M. Usta, M. E. Glicksman and R. N. Wright, Metall. Mater. Trans. A., 35, 435 (2004).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0870-1164201200030000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>[7] C. D. Marioara, H. Nordmark, S. J. Andersen and R. Holmestad, J. Mater. Sci., 41, 471 (2006).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0870-1164201200030000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>[8] V. Gentil, (Corros&atilde;o), 5&ordf; Edi&ccedil;&atilde;o, Ed. Livros T&eacute;cnicos e Cient&iacute;ficos, Rio de Janeiro, Brasil (2007).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0870-1164201200030000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>[9] C. B. Coutinho (Materiais Met&aacute;licos para a Engenharia), Ed. Funda&ccedil;&atilde;o Cristiano Ottoni, Belo Horizonte, Brasil (1992).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0870-1164201200030000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>[10] S. Z. Szklarska, Corros. Sci., 41,1743 (1998).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0870-1164201200030000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>[11] Alum&iacute;nio. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.infomet.com.br/metais-e-ligas-conteudos.php?cod_tema=10&cod_secao=11&cod_assunto=59"  target="_blank">http://www.infomet.com.br/metais-e-ligas-conteudos.php?cod_tema=10&amp;cod_secao=11&amp;cod_assunto=59</a>, acesso em 13 Novembro 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0870-1164201200030000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>[12] V. S. Sinyavskii and V. D. KALININ, Prot. of Met+., 41, 317 (2004).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0870-1164201200030000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>[13] The Aluminum Association, International Alloy Designations and Chemical Composition Limits for Wrought Aluminium and Wrought Aluminum Alloys (2007).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0870-1164201200030000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Artigo recebido em Maio de 2011 e aceite em Outubro de 2012</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>AGRADECIMENTOS</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Agradecimentos &agrave; Fapemig pelo suporte financeiro para desenvolvimento deste trabalho e a LSM Brasil por disponibilizar o material de pesquisa.</p>      ]]></body><back>
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