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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Simulação do Carbono Retido no Pinhal Bravo e da sua Acreção]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Simulation of the Carbon Retained in Pinus pinaster Stands, and of its Accumulation Process]]></article-title>
<article-title xml:lang="fr"><![CDATA[La Simulation du Carbone Retenue dans les Peuplements de Pinus pinaster, et de son processus d'accumulation]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The author proposes two listings, written in Scilab language, to simulate the growth of total biomass, its increment, and the carbon retained in both, in Maritime pine.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="fr"><p><![CDATA[L'auteur propose deux logiciels en langage Scilab pour simuler le carbone retenu dans la biomasse des peuplements de Pinus pinaster, et le processus de son accumulation.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Simulação do Carbono Retido no Pinhal Bravo e da sua Acreção</b></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Luís Soares Barreto</b></a></p>      <p>Professor Catedrático Jubilado, Av. do M.F.A., 41-3D, 2825-371 COSTA DA CAPARICA.    E-mail: <a href="mailto:rrmelo2@yahoo.com.br">rrmelo2@yahoo.com.br</a> </p>      <p>&nbsp;</p>        <p><b>Sumário</b></p>     <p>O autor recorre a anteriores trabalhos seus e a informação recentemente disponibilizada,    para simular a biomassa total do arvoredo em pé (Mg de matéria seca ha<sup>-1</sup>)    - parte aérea e raízes - e da associada produtividade primária liquida (Mg de    matéria seca ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup>) e respectivos conteúdos em carbono.    Propõe dois simuladores para este efeito, apresentando as suas listagens em    linguagem Scilab. Apresenta uma estimativa do ciclo intra-sistema do carbono    num pinhal bravo.</p>      <p><b>Palavras-chave: </b>Biomassa;<i> Pinus pinaster; </i>produtividade primária líquida<b>; </b>sequestro de carbono; simulação</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Simulation of the Carbon Retained in <i>Pinus pinaster</i> Stands, and of its Accumulation Process</b></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Abstract</b></p>     <p>The author proposes two listings, written in Scilab language, to simulate the    growth of total biomass, its increment, and the carbon retained in both, in    Maritime pine.</p>      <p><b>Key words:</b> Biomass carbon; net primary production; <i>Pinus pinaster</i>; simulator</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>La Simulation du Carbone Retenue dans les Peuplements de <i>Pinus pinaster</i>, et de son processus d'accumulation</b></p>      <p><b>Résumé</b></p>     <p>L'auteur propose deux logiciels en langage Scilab pour simuler le carbone retenu    dans la biomasse des peuplements de <i>Pinus pinaster</i>, et le processus de    son accumulation.</p>      <p><b>Mots clés: </b>Biomasse; carbone; productivité primaire liquide; <i>Pinus pinaster</i>; simulateur</p>       <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdução</b></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Com o assumido aquecimento do planeta, causado pelo aumento de gases com efeito    de estufa, a estimativa da remoção de carbono da atmosfera pela vegetação, nomeadamente    pelas florestas, ganhou uma relevância antes insuspeita.</p>      <p>O meu propósito é fornecer estimativas, e instrumentos para as obter, do C retido no pinhal bravo (PBr), e sua acreção, agora que se passou a dispor de aferições mais precisas do teor em C, da biomassa do pinheiro bravo (Lopes e Aranha, 2006).</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b> Método</b></p>      <p>Para estimar o teor de C no PBr, e a sua acreção, preciso de estimar a biomassa    total do arvoredo em pé (BT; Mg ha<sup>-1</sup>) – parte aérea e raízes – e    da associada produtividade primária líquida (PPL; Mg ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup>).    Estes valores são obtidos por simulação, recorrendo para este efeito a contribuições    minhas ao estudo dos PBr, constantes de Barreto (2000, 2002a, 2002b, 2005).    Estabeleci assim um simulador em linguagem Scilab, que me proporcionou os resultados    exibidos na secção seguinte.</p>      <p>Assumi como teor médio percentual de C, na biomassa do pinheiro bravo 45,7%, de acordo com os dois autores acima citados (Lopes e Aranha, 2006:154). Este relativamente baixo teor não surpreende num estratega r, particularmente no pinheiro bravo, e corrobora o que verifiquei em Barreto (2005). A frugalidade do pinheiro bravo tem implícita uma elevada eficiência no uso dos nutrientes (Barreto, 2005:121, 123).</p>      <p>A simbologia utilizada é a seguinte: t expressa a idade em anos; f representa o factor de Wilson; h corresponde à altura dominante, em metros, aos 40 anos, assumida como índice da classe de qualidade. Os valores de C presentes na biomassa são expressos nas mesmas unidades que a BT e a PPL. Assumo três classes de qualidade: pobre (h=16), média (h=20) e boa (h=24).</p>      <p>Todos os valores de PPL e BT, aqui apresentados, referem-se a matéria seca.</p>      <p>Em Apêndice final, explano os conceitos de altura dominante e factor de Wilson, para o leitor a quem sejam estranhos. </p>      <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Resultados</b></p>       <p>O meu simulador proporcionou as estimativas de BT, e PPL, e os seus teores    de C, para as três classes de qualidade, e idades dos 10 aos 60 anos (a partir    desta idade a variação passa a ser residual), assumindo f=0,14; 0,16;...;0,34,    que se exibem nas matrizes de gráficos copiadas da saída do Scilab, para as    figuras 1 a 3.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p><b><a href="/img/revistas/slu/v18n1/18n1a03f1.jpg" target="_blank">Figura    1</a></b> - Simulação da BT, PPL, e seus conteúdos de C, no PBr crescendo numa    estação de qualidade pobre, para valores de f=0,14; 0,16;…; 0,34</p>      
<p>&nbsp;</p>      <p><b><a href="/img/revistas/slu/v18n1/18n1a03f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a></b> -    Simulação da BT, PPL, e seus conteúdos de C, no PBr crescendo numa estação de    qualidade média, para valores de f=0,14; 0,16;…; 0,34</p>      
<p>&nbsp;</p>      <p><b><a href="/img/revistas/slu/v18n1/18n1a03f3.jpg" target="_blank">Figura 3</a></b> -    Simulação da BT, PPL, e seus conteúdos de C, no PBr crescendo numa estação de    qualidade boa, para valores de f=0,14; 0,16;…; 0,34</p>      
<p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Como seria de esperar: a) a BT aumenta com a idade e o inverso acontece com a PPL; b) para uma dada idade, estes valores são tanto mais elevados quanto forem os de h e tanto mais baixos os de f.</p>      <p>Recorrendo ao procedimento &quot;stepwise&quot; do S-Plus, tanto para os teores de C na BT como na PPL, os valores grafados nas figuras atrás mencionadas permitiram ajustar as duas equações seguintes:</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><i>C= </i><i>&#946;</i><i><sub><0 </sub></i><i>+ </i><i>&#946;</i><i><sub>1</sub></i><i>< t + </i><i>&#946;</i><i><sub>2</sub></i><i>< f + </i><i>&#946;</i><i><sub>3</sub></i><i>< t<sup>2</sup> + </i><i>&#946;</i><i><sub><4 </sub></i><i>f<sup>2</sup> + </i><i>&#946;</i><i><sub>5</sub></i><i>< ft</i>                                               (1)<i></i></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><i>C= </i><i>&#946;</i><i><sub><0 </sub></i><i>+ </i><i>&#946;</i><i><sub>1</sub></i><i>< t + </i><i>&#946;</i><i><sub>2</sub></i><i>< f + </i><i>&#946;</i><i><sub>3</sub></i><i>< t<sup>2</sup> + </i><i>&#946;</i><i><sub><4</sub></i><i><sup> </sup></i><i>f<sup>2</sup> + </i><i>&#946;</i><i><sub>5</sub></i><i>< ft + </i><i>&#946;</i><i><sub>6</sub></i><i>< h + </i><i>&#946;</i><i><sub>7</sub></i><i>< th + </i><i>&#946;</i><i><sub>8</sub></i><i>< fh + </i><i>&#946;</i><i><sub>9</sub></i><i>< tfh</i>           &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  (2)</p>      <p>&nbsp;</p>      <p>Os ajustamentos efectuados exibem-se nos quadros 1 e 2.</p>     <p>&nbsp;</p>       <p><b>Quadro 1</b> - Ajustamentos das eqs. (1) e (2) para a PPL. Epr=erro padrão    residual</p>  <img src="/img/revistas/slu/v18n1/18n1a03q1.jpg">       
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Quadro 2</b> -Ajustamentos das eqs. (1) e (2) para a BT. Epr=erro padrão residual</p> <img src="/img/revistas/slu/v18n1/18n1a03q2.jpg">      
<p>&nbsp;</p>     <p>Com propósitos ilustrativos, para a classe de qualidade pobre, grafei as eqs.    (3) e (7), nas figuras 4 e 5, utilizando o Scilab.</p>     <p>&nbsp;</p>  <img src="/img/revistas/slu/v18n1/18n1a03f4.jpg">     
<p><b>Figura 4 </b>- Simulação do conteúdo de C na PPL, proporcionado pela eq. (3), na classe de qualidade pobre</p>      <p>&nbsp;</p>  <img src="/img/revistas/slu/v18n1/18n1a03f5.jpg">     
<p><b>Figura 5</b> - Simulação do conteúdo de C na BT, proporcionado pela eq.    (7), na classe de qualidade pobre</p>     <p>&nbsp;</p>      <p>Obviamente, os valores obtidos com a aplicação das eqs. (1) e (2), divididos por 0,457, permitem obter estimativas da BT e da PPL. </p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>&nbsp;</b></p>      <p><b>Simulador sbCnoPb </b></p>      <p>Recorrendo às eqs. (6) e (10), proponho o simulador sbCnoPb para obter expeditamente,    no Scilab, estimativas de BT, PPL, e respectivos conteúdos em C. A listagem    do simulador insere-se na Caixa 1. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Caixa 1 - </b>Listagem em linguagem Scilab do simulador sbCnoPb</p> <img src="/img/revistas/slu/v18n1/18n1a03c1.jpg">      
<p>&nbsp;</p>      <p>Depois de dar a ordem para a execução do programa, deve-se entrar com os seus valores de h e f, teclando, por exemplo, g(20,0.21). </p>      <p>Na figura 6, exibo um exemplo da saída do simulador sbCnoPb.</p>     <p>&nbsp;</p>      <p><b><a href="/img/revistas/slu/v18n1/18n1a03f6.jpg" target="_blank">Figura 6</a></b> -    Saída do simulador sbCnoPb, com a entrada g(20,0.21)</p>      
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><b>Simulador sbCnoPbT</b></p>      <p>Se o leitor prefere números a gráficos, tem ao dispor a versão do simulador    anterior que fornece os resultados tabelados, em vez de grafados: o sbCnoPbT.</p>      <p>A listagem do simulador insere-se na Caixa 2, e um exemplo da sua saída na    Caixa 3.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Caixa 2 - </b>Listagem em linguagem Scilab do simulador sbCnoPbT</p>     <p><img src="/img/revistas/slu/v18n1/18n1a03c2.jpg"> </p>      
<p>&nbsp;</p>     <p><a name="c3"></a> <b><a href="#topc3">Caixa 3</a> - </b>Sa&iacute;da do simulador    sbCnoPbT. g(24,0.19)</p>     <p><img src="/img/revistas/slu/v18n1/18n1a03c3.jpg"> </p>      
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Um Ensaio mais Abrangente</b></p>      <p>Recorrendo a Barreto (2005:110-115), apresento uma estimativa do C retido nas    biomassas do arvoredo em pé, folhada+detritos radiculares e total, no PBr analisado    na Caixa 3, nos termos da figura 7.</p>      <p>&nbsp;</p>  <img src="/img/revistas/slu/v18n1/18n1a03f7.jpg">      
<p><b><a name="f7"></a><a href="#topf7">Figura 7</a></b> - Variação do C retido    na BT (curva do meio), na folhada+detritos radiculares e total, no PBr caracterizado    na Caixa 3 (h=24; f=0,19)</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>O Ciclo de C num PBr</b></p>      <p>O PBr caracterizado por h=24 e f=0.19 é abordado sob várias perspectivas em    Barreto (2005). </p>      <p>Recorrendo à informação do quadro 1 de Lopes e Aranha (2006) e à dos quadros    7.1 e 7.2 de Barreto (2005), proponho uma estimativa do ciclo intra-sistema    do C no PBr descrito por h=24 e f=0.19 nos termos do quadro 3. Estimei o teor    de C nas raízes em 49,0%.</p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Quadro 3</b> - Ciclo intra-sistema do C no PBr exibindo h=24 e f=0.19. U=absorção de C; A=acreção de C; R=restituição de C; E= eficiência do uso do C expresso em PPL U<sup>-1</sup>. Todos os valores expressos em Mg ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup></p>  <img src="/img/revistas/slu/v18n1/18n1a03q3.jpg">       
<p>&nbsp;</p>     <p>Os balanços anuais de C insertos no quadro 3 estão ligados à PPL e à dinâmica    da biomassa</p>      <p>Na realidade os valores do C sequestrado (U) são maiores tendo em consideração a fotossíntese bruta e a respiração.</p>      <p> Em benefício da completude da informação relativa ao PBr abordado na <a name="topc3"></a><a href="#c3">Caixa    3</a> e na <a name="topf7"></a><a href="#f7">figura 7</a>, na figura 8, exibo    os seus ciclos de N, P e K, utilizando um simulador que usa o mesmo algoritmo    para calcular a BT, que o que gerou a das <a name="topf1"></a><a href="#f1">figuras    1 a 3</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>      <p><b><a href="/img/revistas/slu/v18n1/18n1a03f8.jpg" target="_blank">Figura    8</a></b> </b>- Simulação dos ciclos de N (linha preta), K (linha vermelha)    e P (linha azul), no PBr abordado na <a href="#c3">Caixa 3</a> e <a href="#f7">figura    7</a>. Informação sobre os nutrientes em Kg ha<sup>-1</sup> e Kg ha<sup>-1</sup>    ano<sup>-1</sup> </p>       
<p>&nbsp;</p>      <p><b>O Comportamento dos PBr Jardinados</b></p>      <p>Preocupações ambientais, nomeadamente de protecção do solo, têm vindo a valorizar    a silvicultura jardinada, pelo que interessa deixar informação sobre os PBr    irregulares. </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Um PBr auto-desbastado irregular, com árvores de todas as idades, estrutura etária estável, em equilíbrio dinâmico, tem um comportamento próximo de um PBr auto-desbastado regular simétrico (Barreto, 1995, 2004) com 40 anos de idade (Barreto, 2005:123).</p>      <p>Assim, o comportamento do PBr jardinado simétrico do PBr regular com h=24 e f=0,19, pode ser lido na Caixa 3, estimando-se em valores de cerca de: </p>      <p>PPL: 21.235146 Mg ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup>; C na PPL: 9.7044615 Mg ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup>; BT: 239.19156 Mg ha<sup>-1</sup>; C na BT: 109.31055 Mg ha<sup>-1</sup>.</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Comentários conclusivos</b></p>      <p>Na perspectiva do efeito de estufa, o que interessa estimar é a denominada    produção líquida do ecossistema, que mede o ganho ou perda de C que nele se    verificou num dado intervalo de tempo, geralmente um ano. </p>      <p>Neste balanço de uma floresta, onde entram outras componentes (e.g., Chapin III, Matson, Mooney, 2002:142-144), o C da BT e PPL do arvoredo é um termo de proeminente importância e de cálculo indispensável, pelo que contribuições para o avaliar são sempre de interesse.</p>      <p>Dada a variabilidade das condições em que os PBr crescem, mesmo em cada classe de qualidade, só podemos almejar obter valores que se possam admitir como &quot;médios&quot;, pelo menos não infirmados pelas tabelas de produção e outra informação atinente, disponíveis. Foi o que tentei alcançar.</p>      <p>É meu entendimento que o presente texto reforça o interesse e valia do estudo de Lopes e Aranha (2006).</p>      <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Bibliografia</b></p>      <p>Barreto, L.S., 1995. <i>Povoamentos Jardinados. Instrumentos para a sua Gestão.</i>    Publicações Ciência e Vida, Lda., Lisboa. </p>      <!-- ref --><p>Barreto, L.S., 2000. SB-SOBA.MP. A Program to Apply Method SOBA to Maritime Pine Stands. <i>Silva Lusitana </i><b>8</b>(1):91-97.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0870-6352201000010000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Barreto, L.S., 2002a. <i>Software </i><i>BRAVO1</i><i> e </i><i>BRAVO2</i><i>. </i>Departamento de Engenharia Florestal, Instituto Superior de Agronomia, Lisboa. Divulgado em disquete.</p>      <p>Barreto, L.S., 2002b. <i>Software BRAVO3. </i>Departamento de Engenharia Florestal, Instituto Superior de Agronomia, Lisboa. Divulgado em disquete.</p>      <p>Barreto, L.S., 2004. <i>A Unified Theory for Self-Thinned Pure Stands. </i><i>A Synoptic Presentation.</i> Research Paper SB-02/04, Departamento de Engenharia Florestal, Instituto Superior de Agronomia, Lisboa.</p>      <p>Barreto, L.S., 2005. <i>Pinhais Bravos. Ecologia e Gestão. </i>Departamento de Engenharia Florestal, Instituto Superior de Agronomia, Lisboa. Divulgado em CD.</p>      <p>Barreto, L.S., 2007. <i>Simulação do Carbono Retido no Pinhal Bravo e da sua Acreção.</i> Preprint de divulgação restrita.</p>      <p>Chapin III, F.S, Matson. P.A., Mooney, H.A., 2002. <i>Principles of Terrestrial Ecosystem Ecology</i>. Springer, New York. </p>      <!-- ref --><p>Lopes, D. Aranha, J., 2006. Avaliação do Conteúdo de Carbono na Matéria Seca de Diferentes Componentes de Árvores de <i>Eucalyptus globulus</i> e de <i>Pinus pinaster. Silva Lusitana</i> <b>14</b>(2): 149-154.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0870-6352201000010000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><i>&nbsp;</i></p>      <p><i>Entregue para publicação em  Setembro de 2007</i></p>      <p><i>Aceite para publicação em Setembro de 2008</i></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Apêndice</b></p>       <p>A altura dominante é usada como indicador da bondade (genericamente, fertilidade) do local onde a floresta existe, para o seu crescimento. Uma forma de a medir é achando a média da altura das cem árvores de maior diâmetro à altura do peito, num hectare.</p>      <p>O factor de Wilson é uma medida de espaçamento relativo das árvores e é um indicador da ocupação do espaço pelas árvores. </p>      <p>Na idade t, este factor é dado pela relação seguinte:</p>      <p>f<sub>t</sub>= 100/(h<sub>t</sub> N<sub>t</sub><sup>1/2</sup>)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;(A1)</p>      <p>N<sub>t</sub> representa o número de árvores num hectare, isto é, a densidade    do povoamento. Manifestamente, quanto maior for a densidade menor é f.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O factor de Wilson é constante, num povoamento florestal auto-desbastado, em    que as árvores são todas da mesma espécie e praticamente da mesma idade. É este    o tipo de povoamento simulado no texto principal.</p>      ]]></body><back>
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