<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0870-6352</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Silva Lusitana]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Silva Lus.]]></abbrev-journal-title>
<issn>0870-6352</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Unidade de Silvicultura e Produtos Florestais]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0870-63522011000300007</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Propriedades Mecânicas e Densidade Aparente da Madeira de Tectona grandis Linn. F. (Teca) em Função do Espaçamento e da Posição Radial na Tora]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Mechanical Properties and Specific Gravity of the Wood of Tectona grandis Linn. F. (teack) According to the Spacing and the Radial Position in the Log]]></article-title>
<article-title xml:lang="fr"><![CDATA[Propriétés Mécaniques et Densité Apparente du Bois de Tectona grandis Linn. F. (teack) en Raison de l'Espacement et de la Position Radiale dans le Grume]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lima]]></surname>
<given-names><![CDATA[Israel Luiz de]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pimentel]]></surname>
<given-names><![CDATA[Marcos Manzano]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Garcia]]></surname>
<given-names><![CDATA[José Nivaldo]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Instituto Florestal do Estado de São Paulo Divisão de Dasonomia ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[São Paulo SP]]></addr-line>
<country>BRASIL</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz Departamento de Ciências Florestais]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Piracicaba SP]]></addr-line>
<country>BRASIL</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>00</month>
<year>2011</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>00</month>
<year>2011</year>
</pub-date>
<volume>19</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>221</fpage>
<lpage>232</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0870-63522011000300007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0870-63522011000300007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0870-63522011000300007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O espaçamento ideal entre árvores onde se obtém uma maior proporção de madeira e melhor qualidade é uma das questões a serem consideradas nas pesquisas de manejo florestal de Tectona grandis (teca) que se vem destacando pela produtividade e qualidade de sua madeira. Este trabalho teve como objetivo verificar a influência do espaçamento em algumas propriedades mecânicas e densidade aparente da madeira de Tectona grandis, aos 32 anos de idade, e a variabilidade radial dessas propriedades. O delineamento experimental utilizado foi de blocos casualizados com cinco repetições em esquema fatorial 3 x 3 (espaçamento x posição radial na tora da árvore) sendo três espaçamentos (3 x 1,5; 3 x 2,0 e 3 x 2,5m) e três posições radiais (medula; intermediária e casca). A amostragem foi composta por 15 árvores de diâmetro superior em populações na região de "Pederneiras, SP, Brasil". De acordo com os resultados obtidos, pode-se concluir que o espaçamento das árvores não influenciou significativamente nas propriedades mecânicas e densidade aparente. Pode-se, então, inferir que espaçamentos maiores podem produzir um maior volume de madeira por unidade de área, sem prejuízo para as propriedades mecânicas e densidade aparente. Ocorreu também um aumento no sentido da medula à casca para todas as propriedades estudadas.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The ideal spacing between trees in order to obtain higher proportion and better quality of wood is one of the issues to be considered in research on forest management of Tectona grandis (teak), which is characterized by the productivity and quality of its wood. This study aimed to investigate the influence of spacing on some mechanical properties and wood density of Tectona grandis, with 32 years old, and the radial variability of these properties. The experimental design used was randomized blocks with five replications in factorial scheme 3x3 (spacing x the radial position in the log) being three spacings (3 x 1.5; 3 x 2.0 and 3 x 2.5m) and three radial positions (pith, intermediate and bark). The sample was composed of 15 trees with the greater diameter in populations in the region of Pederneiras, SP, Brazil. According to the results, it could be concluded that the spacing of the trees did not significantly influence the mechanical properties and density. Larger spacing can produce a greater volume of wood per unit area, without affecting the mechanical properties and specific gravity. An increase towards the pith-bark direction also occurred in all the studied properties.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="fr"><p><![CDATA[L'espacement idéal pour obtenir le bois de meilleure qualité et plus haut rendement est l'une des questions à considérer dans les recherches sur l'aménagement forestier de Tectona grandis (teck). Cela a été mis en évidence dû à la productivité et la qualité de son bois. Le bût de cet étude a été de vérifier l'influence de l'espacement sur certaines propriétés mécaniques et sur la densité apparente du bois de Tectona grandis à l'âge de 32 ans, et la variabilité radiale de ces propriétés. Le dispositif expérimental utilisé a été celui de blocs aléatoires avec cinq répétitions, schéma factorielle de 3 x 3 (espacement x position radiale dans le grume de l'arbre) dont trois espacements (3 x 1,5; 3 x 2 et 3 x 2,5m) et trois positions radiales (moelle, intermédiaire et écorce). L'échantillonnage a été composé par 15 arbres de diamètres supérieurs, choisis dans les peuplements de la région de Pederneiras, SP, Brasil. Selon les résultats obtenus on peut conclure que l'espacement des arbres n'a pas significativement influencé les propriétés mécaniques et la densité apparente. L'élargissement de l'espacement peut produire un plus grand volume de bois par unité de surface, sans affecter les propriétés mécaniques et la densité apparente. On a également remarqué une augmentation de toutes les propriétés étudiées, dans le sens de la moelle vers l'écorce.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Manejo florestal]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[propriedades da madeira]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[resistência]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Forest management]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[wood properties]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[strength]]></kwd>
<kwd lng="fr"><![CDATA[Aménagement des forêts]]></kwd>
<kwd lng="fr"><![CDATA[propriétés du bois]]></kwd>
<kwd lng="fr"><![CDATA[résistance mécanique]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ 
	    <p><b>Propriedades Mec&acirc;nicas e Densidade Aparente da Madeira de <i>Tectona grandis</i> Linn. F. (Teca) em Fun&ccedil;&atilde;o do Espa&ccedil;amento e da Posi&ccedil;&atilde;o Radial na Tora</b></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Israel Luiz de Lima*, Marcos Manzano Pimentel** e Jos&eacute; Nivaldo</b> <b>Garcia***</b></p>

	    <p>*Pesquisador Cient&iacute;fico</p>

	    <p>Instituto Florestal do Estado de S&atilde;o Paulo. Divis&atilde;o de Dasonomia. Rua do Horto, 931, S&atilde;o Paulo, SP, CEP&#45;023777&#45;000, BRASIL</p>

	    <p>**Engenheiro Agr&oacute;nomo</p>

	    <p>***Professor Livre&#45;Docente</p>

	    <p>Universidade de S&atilde;o Paulo. Departamento de Ci&ecirc;ncias Florestais da ESALQ. Caixa Postal 9, Piracicaba, SP, 124000&#45;970, BRASIL</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Sum&aacute;rio</b></p>

	    <p>O espa&ccedil;amento ideal entre &aacute;rvores onde se obt&eacute;m uma maior propor&ccedil;&atilde;o de madeira e melhor qualidade &eacute; uma das quest&otilde;es a serem consideradas nas pesquisas de manejo florestal de <i>Tectona grandis</i> (teca) que se vem destacando pela produtividade e qualidade de sua madeira. Este trabalho teve como objetivo verificar a influ&ecirc;ncia do espa&ccedil;amento em algumas propriedades mec&acirc;nicas e densidade aparente da madeira de <i>Tectona grandis,</i> aos 32 anos de idade, e a variabilidade radial dessas propriedades<i>.</i> O delineamento experimental utilizado foi de blocos casualizados com cinco repeti&ccedil;&otilde;es em esquema fatorial 3 x 3 (espa&ccedil;amento x posi&ccedil;&atilde;o radial na tora da &aacute;rvore) sendo tr&ecirc;s espa&ccedil;amentos (3 x 1,5; 3 x 2,0 e 3 x 2,5m) e tr&ecirc;s posi&ccedil;&otilde;es radiais (medula; intermedi&aacute;ria e casca). A amostragem foi composta por 15 &aacute;rvores de di&acirc;metro superior em popula&ccedil;&otilde;es na regi&atilde;o de "Pederneiras, SP, Brasil". De acordo com os resultados obtidos, pode&#45;se concluir que o espa&ccedil;amento das &aacute;rvores n&atilde;o influenciou significativamente nas propriedades mec&acirc;nicas e densidade aparente. Pode&#45;se, ent&atilde;o, inferir que espa&ccedil;amentos maiores podem produzir um maior volume de madeira por unidade de &aacute;rea, sem preju&iacute;zo para as propriedades mec&acirc;nicas e densidade aparente. Ocorreu tamb&eacute;m um aumento no sentido da medula &agrave; casca para todas as propriedades estudadas.</p>

	    <p><b>Palavras&#45;chave:</b> Manejo florestal; propriedades da madeira; resist&ecirc;ncia</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Mechanical Properties and Specific Gravity of the Wood of <i>Tectona grandis</i> Linn. F. (teack) According to the Spacing and the Radial Position in the Log</b></p>

	    <p><b>Abstract</b></p>

	    <p>The ideal spacing between trees in order to obtain higher proportion and better quality of wood is one of the issues to be considered in research on forest management of <i>Tectona grandis</i> (teak), which is characterized by the productivity and quality of its wood. This study aimed to investigate the influence of spacing on some mechanical properties and wood density of <i>Tectona grandis</i>, with 32 years old, and the radial variability of these properties. The experimental design used was randomized blocks with five replications in factorial scheme 3x3 (spacing x the radial position in the log) being three spacings (3 x 1.5; 3 x 2.0 and 3 x 2.5m) and three radial positions (pith, intermediate and bark). The sample was composed of 15 trees with the greater diameter in populations in the region of Pederneiras, SP, Brazil. According to the results, it could be concluded that the spacing of the trees did not significantly influence the mechanical properties and density. Larger spacing can produce a greater volume of wood per unit area, without affecting the mechanical properties and specific gravity. An increase towards the pith&#45;bark direction also occurred in all the studied properties.</p>

	    <p><b>Key words</b>: Forest management; wood properties; strength</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Propri&eacute;t&eacute;s M&eacute;caniques et Densit&eacute; Apparente du Bois de <i>Tectona grandis</i> Linn. F. (teack) en Raison de l'Espacement et de la Position Radiale dans le Grume</b></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>R&eacute;sum&eacute;</b></p>

	    <p>L'espacement id&eacute;al pour obtenir le bois de meilleure qualit&eacute; et plus haut rendement est l'une des questions &agrave; consid&eacute;rer dans les recherches sur l'am&eacute;nagement forestier de <i>Tectona grandis</i> (teck). Cela a &eacute;t&eacute; mis en &eacute;vidence&nbsp; d&ucirc; &agrave; la productivit&eacute; et la qualit&eacute; de son bois. Le b&ucirc;t de cet &eacute;tude a &eacute;t&eacute; de v&eacute;rifier l'influence de l'espacement sur certaines propri&eacute;t&eacute;s m&eacute;caniques et sur la densit&eacute; apparente du bois de <i>Tectona grandis</i> &agrave; l'&acirc;ge de 32 ans, et la variabilit&eacute; radiale de ces propri&eacute;t&eacute;s. Le dispositif exp&eacute;rimental utilis&eacute; a &eacute;t&eacute; celui de blocs al&eacute;atoires avec cinq r&eacute;p&eacute;titions, sch&eacute;ma factorielle de 3 x 3 (espacement x position radiale dans le grume de l'arbre) dont trois espacements (3 x 1,5; 3 x 2 et 3 x 2,5m) et trois positions radiales (moelle, interm&eacute;diaire et &eacute;corce). L'&eacute;chantillonnage a &eacute;t&eacute; compos&eacute; par 15 arbres de diam&egrave;tres sup&eacute;rieurs, choisis dans les peuplements de la r&eacute;gion de Pederneiras, SP, Brasil. Selon les r&eacute;sultats obtenus on peut conclure que l'espacement des arbres n'a pas significativement influenc&eacute; les propri&eacute;t&eacute;s m&eacute;caniques et la densit&eacute; apparente. L'&eacute;largissement de l'espacement peut produire un plus grand volume de bois par unit&eacute; de surface, sans affecter les propri&eacute;t&eacute;s m&eacute;caniques et la densit&eacute; apparente. On a &eacute;galement remarqu&eacute; une augmentation de toutes les propri&eacute;t&eacute;s &eacute;tudi&eacute;es, dans le sens de la moelle vers l'&eacute;corce.</p>

	    <p><b>Mots cl&eacute;s</b>: Am&eacute;nagement des for&ecirc;ts; propri&eacute;t&eacute;s du bois; r&eacute;sistance m&eacute;canique</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>

	    <p>Atualmente as ind&uacute;strias madeireiras, no Brasil, utilizam em grande escala toras de &aacute;rvores do g&eacute;nero <i>Pinus</i> e <i>Eucalyptus</i>, para processamento mec&acirc;nico. Entretanto, o reflorestamento com <i>Tectona grandis,</i> (teca) surge como uma boa alternativa de investimento, visto que esta esp&eacute;cie vem se destacando pela produtividade e qualidade de sua madeira. O Brasil &eacute; considerado um grande potencial de consumo e de produ&ccedil;&atilde;o desta madeira.</p>

	    <p>De acordo com RAMOS <i>et al.</i> (2008), a madeira de teca &eacute; utilizada para as mais diversas finalidades: m&oacute;veis finos, esquadrias de alto padr&atilde;o, pisos, embarca&ccedil;&otilde;es, decora&ccedil;&atilde;o, constru&ccedil;&atilde;o naval, lamina&ccedil;&atilde;o e compensados. A teca tamb&eacute;m pode ser utilizada como lenha e carv&atilde;o vegetal, por&eacute;m somente para as &aacute;reas de ocorr&ecirc;ncia natural. A madeira &eacute; considerada nobre, de excelente qualidade, &eacute; valorizada pela beleza, resist&ecirc;ncia e durabilidade e tem grande procura no mercado mundial, podendo alcan&ccedil;ar pre&ccedil;os at&eacute; tr&ecirc;s vezes superiores aos do <i>Swietenia macrophylla</i> (mogno). A madeira de teca possui um alburno estreito e claro, bem distinto do cerne, cuja cor &eacute; castanha viva e brilhante.</p>

	    <p>A m&eacute;dia da densidade aparente da teca &eacute; 650 kg.m<sup>&#45;3</sup> e, apesar de ser leve, apresenta resist&ecirc;ncia que &eacute; considerada boa, semelhante ao mogno brasileiro (<i>S. macrophylla</i>), sua madeira &eacute; est&aacute;vel e sob mudan&ccedil;a de umidade praticamente n&atilde;o empena durante a secagem. A durabilidade do cerne deve&#45;se a tectoquinona, um extrativo contido nas c&eacute;lulas da madeira (LAMPRECHT, 1990 e LORENZI <i>et al</i>., 2003).</p>

	    <p>Em floresta de teca em Mato Grosso, na regi&atilde;o de C&aacute;ceres, as &aacute;rvores alcan&ccedil;am grandes dimens&otilde;es num ciclo de 25 a 30 anos, e s&atilde;o aptas a produzirem madeira para serraria de &oacute;tima qualidade (MACEDO <i>et al</i>., 1999).</p>

	    <p>Uma caracter&iacute;stica importante na utiliza&ccedil;&atilde;o da madeira de teca &eacute; a propor&ccedil;&atilde;o de cerne que &eacute; altamente correlacionada com o crescimento da &aacute;rvore, podendo, ent&atilde;o ser obtido um alto rendimento do cerne por meio deaduba&ccedil;&atilde;o intensiva ou controle do espa&ccedil;amento de plantio (MOYA e PEREZ, 2008).</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os espa&ccedil;amentos mais utilizados no plantio da teca, especialmente no estado do Mato Grosso, s&atilde;o os de 3,0 x 3,0m ou 3,0 x 2,0m (RONDON NETO <i>et al</i>., 1998). O espa&ccedil;amento para a teca &eacute; dependente, principalmente, do tipo de produto que se espera obter (madeira serrada, lenha, carv&atilde;o vegetal ou pain&eacute;is &agrave; base de madeira) e tamb&eacute;m da declividade do terreno. Nesse sentido, os espa&ccedil;amentos variam de 1,5 x 1,5m at&eacute; 3,0 x 6,0m (CHAVES e FONSECA, 1991).</p>

	    <p>Segundo MALAN e HOON (1992), o controle da densidade de plantio, atrav&eacute;s do espa&ccedil;amento inicial ou desbaste ou a combina&ccedil;&atilde;o de ambos, s&atilde;o pr&aacute;ticas silviculturais que podem influenciar fortemente o crescimento e a forma&ccedil;&atilde;o da madeira. Os espa&ccedil;amentos iniciais mais utilizados operacionalmente t&ecirc;m pouca influ&ecirc;ncia nas propriedades das madeiras de folhosas (ZOBEL e BUIJTENEN, 1989). Isto foi comprovado no trabalho de BRASIL e FERREIRA (1971) em um estudo de densidade da madeira de <i>Eucalyptus alba</i>, <i>Eucalyptus saligna</i> e <i>Eucalyptus grandis</i>. Resultados semelhantes foram obtidos por GOULART <i>et al</i>. (2003) para <i>E. grandis</i> e CARVALHO e CARVALHO (2002) para <i>Bagassa guianensis</i> (tatajuba). Por&eacute;m, GARCIA <i>et al.</i> (1991) observam uma tend&ecirc;ncia de diminui&ccedil;&atilde;o da densidade b&aacute;sica da madeira de <i>E. grandis e E. saligna</i> com o aumento do espa&ccedil;amento. P&Eacute;REZ e KANNINEN (2005) verificaram para <i>T. grandis,</i> que varia&ccedil;&otilde;es na combina&ccedil;&atilde;o entre intensidade e &eacute;poca de aplica&ccedil;&atilde;o de desbaste afetaram negativamente o relacionamento entre a densidade b&aacute;sica da madeira e a densidade populacional. ROQUE e LEDEZMA (2003), em um estudo com popula&ccedil;&otilde;es de <i>T. grandis</i>, de 10 anos de idade verificaram que o espa&ccedil;amento (6 x 2m) influenciou de forma significativamente diferente do espa&ccedil;amento (3 x 3m) a densidade b&aacute;sica da madeira. HASELEIN <i>et al</i>. (2002) verificaram aumento na densidade aparente, no m&oacute;dulo de resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o est&aacute;tica e no m&oacute;dulo de elasticidade na flex&atilde;o est&aacute;tica em fun&ccedil;&atilde;o do aumento do espa&ccedil;amento em uma popula&ccedil;&atilde;o clonal de <i>E. saligna,</i> de 10 anos de idade.</p>

	    <p>De acordo com HARRIS (1981), o crescimento mais r&aacute;pido da popula&ccedil;&atilde;o decorrente de espa&ccedil;amentos mais amplos, tanto em con&iacute;feras quanto em folhosas pode ocasionar diminui&ccedil;&atilde;o da densidade e da resist&ecirc;ncia da madeira, al&eacute;m de aumentar o gradiente na dire&ccedil;&atilde;o medula&#45;casca. Isso foi verificado por MALAN e HOON (1992), que estudaram o efeito do desbaste em uma popula&ccedil;&atilde;o de <i>E. grandis</i> de 34 anos, testando diferentes s&eacute;ries de intensidade de desbastes. Conclu&iacute;ram que os desbastes gradativos reduziram o gradiente de varia&ccedil;&atilde;o medula&#45;casca da densidade b&aacute;sica, demonstrando que &eacute; poss&iacute;vel conseguir uma madeira mais homog&eacute;nea por meio da pr&aacute;tica de desbastes, ou seja, alterando o espa&ccedil;amento inicial da popula&ccedil;&atilde;o de maneira gradativa.&nbsp;</p>

	    <p>As propriedades f&iacute;sicas e mec&acirc;nicas variam mais acentuadamente no sentido medula&#45;casca, do que no sentido da base para o topo das &aacute;rvores, mostrando que &eacute; importante o conhecimento das varia&ccedil;&otilde;es radiais da qualidade de madeira (CRUZ <i>et al.,</i> 2003). De acordo com MALAN (1995), ocorre uma grande varia&ccedil;&atilde;o das propriedades das madeiras no sentido medula&#45;casca, cuja extens&atilde;o &eacute; determinada, principalmente, pela presen&ccedil;a de madeira juvenil e a sua propor&ccedil;&atilde;o no tronco das &aacute;rvores.</p>

	    <p>O objetivo deste estudo foi verificar a influ&ecirc;ncia do espa&ccedil;amento na variabilidade radial de algumas propriedades mec&acirc;nica e da densidade aparente da madeira de <i>Tectona grandis</i><i>.</i></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Material e m&eacute;todos</b></p>

	    <p>O experimento de silvicultura de onde foram extra&iacute;das as &aacute;rvores de <i>Tectona grandis</i> para o presente estudo foi instalado na Floresta Estadual Pederneiras, do Instituto Florestal em 1975, SP, Brasil. Esta localidade apresenta latitude de 22&deg;22'S e longitude de 40&deg;44'W, altitude de 500m e precipita&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia anual de 1.112mm. O solo &eacute; do tipo Latossolo Vermelho Escuro, e o clima do tipo Cwa de inverno seco, conforme classifica&ccedil;&atilde;o de K&ouml;ppen (VENTURA <i>et al.,</i> 1965/66). O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados com cinco repeti&ccedil;&otilde;es, sendo constitu&iacute;dos por tr&ecirc;s tratamentos de espa&ccedil;amento de plantio (3 x 1,5; 3 x 2 e 3 x 2,5m). As parcelas experimentais apresentam tamanho vari&aacute;vel de 112,5m&sup2;, 168m&sup2; e 202,5m&sup2;, compostas por 25, 28 e 27 plantas &uacute;teis/repeti&ccedil;&atilde;o, correspondentes aos respectivos tratamentos citados.</p>

	    <p>As amostras de madeira foram coletadas de cinco &aacute;rvores de cada espa&ccedil;amento, sendo apenas uma de cada bloco, pertencentes &agrave; classe de DAP superior do experimento que foi definida por um invent&aacute;rio florestal explorat&oacute;rio. De cada &aacute;rvore selecionada, foi utilizada apenas a primeira tora de 3m de comprimento. As toras retiradas foram transportadas para a serraria e de cada tora foi retirada uma prancha central com espessura de 4 cm. Ap&oacute;s secagem ao ar foram retiradas de um dos lados aleatoriamente escolhido de cada prancha, tr&ecirc;s sarrafos de 2 x 2 x 50cm, de forma representar as posi&ccedil;&otilde;es (medula, intermedi&aacute;ria e casca) do raio da prancha (Figura 1). De cada sarrafo foram retirados corpos de prova para os ensaios de resist&ecirc;ncia &agrave; compress&atilde;o paralela &agrave;s fibras (f<sub>c0</sub>), resist&ecirc;ncia ao cisalhamento paralelo as fibras (f<sub>v0</sub>), m&oacute;dulo de resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o est&aacute;tica (f<sub>M</sub>), m&oacute;dulo de elasticidade na flex&atilde;o est&aacute;tica (E<sub>M0</sub>) e densidade aparente (&#961;<sub>ap</sub>).</p>

	    <p>&nbsp;</p>
	
	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img width="579" height="432" src="/img/revistas/slu/v19n2/19n2a07f1.gif"></p>

	    
<p><b>Figura 1</b> &#45; Prancha central representando as posi&ccedil;&otilde;es radiais de retirada dos corpos de prova para estudo da variabilidade radial onde a dist&acirc;ncia "d" variou de 5,25 a 6,25 cm em fun&ccedil;&atilde;o do di&acirc;metro da tora</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>Devido &agrave;s limita&ccedil;&otilde;es impostas pelo di&acirc;metro das toras e de defeitos vis&iacute;veis nas pranchas de madeira, os corpos de prova foram confeccionados com dimens&otilde;es menores do que as especificadas na norma NBR 7190/1997, que foi adotada como diretriz para determina&ccedil;&otilde;es das propriedades mec&acirc;nicas e densidade aparente. Todos os 45 corpos de prova utilizados na obten&ccedil;&atilde;o de cada vari&aacute;vel tiveram uma dimens&atilde;o fixa de 2cm limitada pela dimens&atilde;o de um dos lados da se&ccedil;&atilde;o transversal dos sarrafos, de onde foram retirados. Para as demais dimens&otilde;es foram tomados os valores mais tradicionais poss&iacute;veis. As propriedades mec&acirc;nicas foram determinadas em Laborat&oacute;rio de Ensaios Mec&acirc;nicos de Madeira, as amostras utilizadas estavam com teor de umidade de 15%.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><i>Densidade aparente (&#961;<sub>ap</sub>)</i></p>

	    <p>Foram obtidos corpos de prova de 2 x 2 x 3cm, obtidos dos sarrafos de cada repeti&ccedil;&atilde;o de diferentes posi&ccedil;&otilde;es do tronco. Essas amostras foram secas em ambiente com temperatura normalizada, at&eacute; atingirem aproximadamente 15% de umidade. Nas amostras foram medidas suas dimens&otilde;es com paqu&iacute;metro digital com sensibilidade de 0,01 cm e a massa do corpo de prova foi obtida em balan&ccedil;a semi&#45;anal&iacute;tica com sensibilidade de 0,01g (ABNT, 1940).</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><i>Resist&ecirc;ncia &agrave; compress&atilde;o paralela &agrave;s fibras (f<sub>c0</sub>)</i></p>

	    <p>Foram utilizados corpos de prova de 2 x 2 x 3cm, obtidos de cada sarrafo. Os ensaios foram realizados em uma m&aacute;quina universal de ensaio (ABNT, 1940). Foi utilizada a mesma taxa de aplica&ccedil;&atilde;o de tens&atilde;o (taxa de carregamento da norma NBR 7190) que &eacute; de 10 MPa/min e, portanto, j&aacute; considerada a &aacute;rea de carregamento.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

	    <p><i>Resist&ecirc;ncia ao cisalhamento tangencial aos an&eacute;is de crescimento (f<sub>v0</sub>)</i></p>

	    <p>Para este ensaio foram utilizados corpos de prova com dimens&otilde;es nominais de 2 x 2 x 3cm, com 5cm<sup>2</sup> de &aacute;rea de cisalhamento. Um lado da &aacute;rea cisalhada foi de 2cm, imposta pela dimens&atilde;o da se&ccedil;&atilde;o do sarrafo. O lado 2 foi o maior poss&iacute;vel entre o valor do lado 1 e o valor cr&iacute;tico a partir do qual ocorre compress&atilde;o na &aacute;rea da placa cisalhante, ao inv&eacute;s do cisalhamento da amostra, o valor adotado foi de 2,5cm. A velocidade de aplica&ccedil;&atilde;o de carga foi de 2,5 MPa/min (N/mm<sup>2</sup>/min), portanto o que variou em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; norma foi a taxa de aplica&ccedil;&atilde;o da carga, mas a taxa de aplica&ccedil;&atilde;o da tens&atilde;o foi a especificada na norma.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><i>M&oacute;dulo de resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o est&aacute;tica (f<sub>M</sub>) e M&oacute;dulo de elasticidade &agrave; flex&atilde;o est&aacute;tica (E<sub>M0</sub></i>)</p>

	    <p>Nestes testes foram utilizados corpos de prova de 2 x 2 x 35cm, retirados de cada sarrafo. Os corpos de prova foram secos &agrave; temperatura ambiente at&eacute; atingirem a umidade de 15%. Os ensaios foram conduzidos em uma m&aacute;quina universal de ensaio com velocidade de aplica&ccedil;&atilde;o de carga de 10 MPa/min. Foi utilizada uma combina&ccedil;&atilde;o da norma MB 26 e a ASTM D143 &#150; 94, ou seja, com dimens&otilde;es (b x h) de 2 x 2cm para se&ccedil;&atilde;o transversal e 30cm de v&atilde;o livre (L) redundando na rela&ccedil;&atilde;o L/h igual a 15. Essa rela&ccedil;&atilde;o est&aacute; acima da atualmente recomendada pela ASTM 143&#45;09 para a determina&ccedil;&atilde;o do m&oacute;dulo de elasticidade na flex&atilde;o est&aacute;tica que &eacute; de 14.</p>

	    <p>As hip&oacute;teses testadas foram: a) O espa&ccedil;amento das &aacute;rvores n&atilde;o influencia nas propriedades mec&acirc;nicas e densidade aparente da madeira de <i>T. grandis</i>; b) N&atilde;o existem varia&ccedil;&otilde;es nas propriedades mec&acirc;nicas e na densidade aparente ao longo do raio das toras de <i>T. grandis.</i></p>

	    <p>O modelo matem&aacute;tico adotado para avalia&ccedil;&atilde;o das propriedades obtidas foi:</p>

	    <p><img width="281" height="31" src="/img/revistas/slu/v19n2/19n2a07e1.gif"></p>

	    
<p>com i = 1,2,3; j=1,2,3; l= 1,...5, em que:</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img width="25" height="22" src="/img/revistas/slu/v19n2/19n2a07e2.gif">&nbsp;= &eacute; o valor observado para o i&#45;&eacute;simo espa&ccedil;amento, na j&#45;&eacute;sima posi&ccedil;&atilde;o radial, no bloco l;</p>

	    
<p><img width="19" height="18" src="/img/revistas/slu/v19n2/19n2a07e3.gif">= constante inerente a todas as observa&ccedil;&otilde;es;</p>

	    
<p><img width="19" height="18" src="/img/revistas/slu/v19n2/19n2a07e4.gif">= &eacute; o efeito do i&#45;&eacute;simo espa&ccedil;amento;</p>

	    
<p><img width="22" height="23" src="/img/revistas/slu/v19n2/19n2a07e5.gif">&nbsp;= &eacute; o efeito da j&#45;&eacute;sima posi&ccedil;&atilde;o radial;</p>

	    
<p><img width="32" height="21" src="/img/revistas/slu/v19n2/19n2a07e6.gif">&nbsp;= &eacute; o efeito da intera&ccedil;&atilde;o entre espa&ccedil;amento e posi&ccedil;&atilde;o radial;</p>

	    
<p><img width="19" height="18" src="/img/revistas/slu/v19n2/19n2a07e7.gif">&nbsp;= &eacute; o efeito do l&#45;&eacute;simo bloco;</p>

	    
<p><img width="26" height="23" src="/img/revistas/slu/v19n2/19n2a07e8.gif">&nbsp;= &eacute; o erro experimental, tal que <sub><img width="123" height="29" src="/img/revistas/slu/v19n2/19n2a07e9.gif"></sub>.</p>

	    
<p>Os dados obtidos das vari&aacute;veis foram analisados estatisticamente com o aux&iacute;lio do procedimento estat&iacute;stico PROC GLM do programa estat&iacute;stico SAS (SAS, 1999).</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Resultados e discuss&atilde;o</b></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No Quadro 1 est&atilde;o representados os resultados do invent&aacute;rio das popula&ccedil;&otilde;es em estudo.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Quadro 1</b> &#45; Valores m&eacute;dios dos DAPs, alturas totais e desvio padr&atilde;o das &aacute;rvores amostradas nas popula&ccedil;&otilde;es de <i>Tectona grandis</i> de 32 anos de idade</p>

	    <p><img width="493" height="120" src="/img/revistas/slu/v19n2/19n2a07q1.gif"></p>

	    
<p>&nbsp;</p>

	    <p>O Quadro 2 apresenta um resumo da an&aacute;lise de vari&acirc;ncia das propriedades: densidade aparente (&#961;<sub>ap</sub>), resist&ecirc;ncia &agrave; compress&atilde;o paralela &agrave;s fibras <b>(</b>f<sub>c0</sub>), resist&ecirc;ncia ao cisalhamento paralela &agrave;s fibras (f<sub>v0</sub>), m&oacute;dulo de resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o est&aacute;tica (f<sub>M</sub>) e m&oacute;dulo de elasticidade na flex&atilde;o est&aacute;tica (E<sub>M0</sub>).</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b><a href="#t1">Quadro 2</a><a name="topt1"></a></b> &#45; Resumo da an&aacute;lise de vari&acirc;ncia para densidade aparente (&#961;<sub>ap</sub>), resist&ecirc;ncia &agrave; compress&atilde;o paralela &agrave;s fibras <b>(</b>f<sub>c0</sub>), resist&ecirc;ncia ao cisalhamento paralela &agrave;s fibras (f<sub>v0</sub>), m&oacute;dulo de resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o est&aacute;tica (f<sub>M</sub>) e m&oacute;dulo de elasticidade na flex&atilde;o est&aacute;tica (E<sub>M0</sub>) da madeira de <i>Tectona grandis</i> de 32 anos de idade</p>

	    <p><img width="617" height="236" src="/img/revistas/slu/v19n2/19n2a07q2.gif"></p>

	    
<p>&nbsp;</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>De acordo com o Quadro 2 a densidade aparente m&eacute;dia observada (0,64 g.cm<sup>&#45;3</sup>) foi menor do que a verificada por MOYA <i>et al</i>. (2009) em uma popula&ccedil;&atilde;o de <i>T. grandis</i> de 13 anos na Costa Rica que obteve valor m&eacute;dio de 0,71 g.cm<sup>&#45;3</sup>. Os valores m&eacute;dios obtidos para resist&ecirc;ncia &agrave; compress&atilde;o paralela &agrave;s fibras (46 MPa), m&oacute;dulo de resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o est&aacute;tica (102 MPa) e m&oacute;dulo de elasticidade na flex&atilde;o est&aacute;tica (11774 MPa) foram maiores do que o observado por GUTI&Eacute;RREZ <i>et al.</i> (2008) que obtiveram (42 MPa; 83 MPa e 10655 MPa) respectivamente, para <i>T. grandis</i> de 22 anos de idade e (38 MPa; 75 MPa e 9344 MPa) para <i>T. grandis</i> de 18 anos.</p>

	    <p>P&ocirc;de&#45;se verificar que tanto para as propriedades mec&acirc;nicas quanto para a densidade aparente n&atilde;o ocorreram diferen&ccedil;as significativas entre os espa&ccedil;amentos utilizados (<a href="#topt1">Quadro 2</a><a name="#t1"></a>). A densidade aparente e as propriedades mec&acirc;nicas apresentaram diferen&ccedil;as significativas, na varia&ccedil;&atilde;o radial na tora (<a href="#topt1">Quadro 2</a>).</p>

	    <p>Foi verificado que n&atilde;o ocorreu nenhuma tend&ecirc;ncia de aumento ou diminui&ccedil;&atilde;o significativa das propriedades mec&acirc;nicas e densidade aparente em fun&ccedil;&atilde;o do aumento do espa&ccedil;amento de <i>T. grandis</i> de 32 anos de idade (Figura 2). Uma das poss&iacute;veis raz&otilde;es, da n&atilde;o influ&ecirc;ncia dos espa&ccedil;amentos utilizados, seria o fato dos mesmos implicarem em densidades populacionais muito pr&oacute;ximas entre si (2222; 1666 e 1333 arv/ha), que n&atilde;o foram suficientes para influenciar significativamente nas propriedades estudadas.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><img width="677" height="656" src="/img/revistas/slu/v19n2/19n2a07f2.gif"></p>

	    
<p><b>Figura 2</b> &#45; Densidade aparente (&#961;<sub>ap</sub>), resist&ecirc;ncia &agrave; compress&atilde;o paralela &agrave;s fibras <b>(</b>f<sub>c0</sub>), resist&ecirc;ncia ao cisalhamento paralela &agrave;s fibras (f<sub>v0</sub>), m&oacute;dulo de resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o est&aacute;tica (f<sub>M</sub>) e m&oacute;dulo de elasticidade na flex&atilde;o est&aacute;tica (E<sub>M0</sub>) em fun&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;amento de <i>Tectona grandis</i> de 32 anos de idade</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>Considerando&#45;se que espa&ccedil;amentos maiores podem produzir um maior volume de madeira por unidade de &aacute;rea, pode&#45;se, ent&atilde;o, utilizar os espa&ccedil;amentos maiores sem preju&iacute;zo para essas propriedades. Resultado semelhante foi verificado por BRASIL e FERREIRA (1971), em um estudo de densidade da madeira de <i>E. alba</i>, <i>E. saligna</i> e <i>E. grandis</i>, em fun&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;amentos (3 x 1,5 e 3 x 2m). GOULART <i>et al</i>. (2003) verificaram para <i>E. grandis</i> que a densidade b&aacute;sica n&atilde;o foi influenciada pelos espa&ccedil;amentos (1 x 1; 1 x 1,5; 2 x 1; 2 x 1,5; 2 x 2; 2 x 2,5; 2,5 x 1,5; 2,5 x 2,5; 3 x 2; 3 x 2,5; 3 x 3 e 3 x 4m). CARVALHO e CARVALHO (2002), utilizando os espa&ccedil;amentos (3 x 2; 3 x 3; 3 x 4 e 4 x 4m) para <i>Bagassa guianensis</i> (tatajuba), tamb&eacute;m observaram que a densidade b&aacute;sica n&atilde;o foi influenciada pelo espa&ccedil;amento. P&Eacute;REZ e KANNIEN (2005), comparando v&aacute;rias intensidades e &eacute;pocas de realiza&ccedil;&atilde;o de desbastes em popula&ccedil;&otilde;es de <i>T. grandis,</i> na Costa Rica verificaram maiores valores de densidade b&aacute;sica em popula&ccedil;&otilde;es que sofreram intensidades de desbastes menores. Por&eacute;m, GARCIA <i>et al.</i> (1981) observam uma tend&ecirc;ncia de diminui&ccedil;&atilde;o da densidade b&aacute;sica da madeira de <i>E. grandis e E. saligna</i> com o aumento do espa&ccedil;amento (3 x 1; 3 x 1,5; 3 x 2 e 3 x 2,5m). Entretanto, HASELEIN <i>et al</i>. (2002), em um estudo de uma popula&ccedil;&atilde;o clonal de <i>E. saligna,</i> de 10 anos de idade verificaram um aumento na densidade aparente, m&oacute;dulo de resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o est&aacute;tica e m&oacute;dulo de elasticidade na flex&atilde;o est&aacute;tica em fun&ccedil;&atilde;o do aumento do espa&ccedil;amento. ROQUE e LEDEZMA (2003) verificaram que o espa&ccedil;amento (6 x 2m) diferiu significativamente do espa&ccedil;amento (3 x 3m) na densidade b&aacute;sica da madeira, em popula&ccedil;&otilde;es de <i>T. grandis</i>, de 10 anos de idade.</p>

	    <p>Pode&#45;se observar que para a densidade aparente e as propriedades mec&acirc;nicas ocorreu uma tend&ecirc;ncia de aumento no sentido medula&#45;casca (Figura 3). MOYA <i>et al.</i> (2009) tamb&eacute;m observaram a mesma tend&ecirc;ncia para densidade aparente <i>de T. grandis</i> de 13 anos de idade.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img width="629" height="627" src="/img/revistas/slu/v19n2/19n2a07f3.gif"></p>

	    
<p><b>Figura 3</b> &#45; Densidade aparente (&#961;<sub>ap</sub>), resist&ecirc;ncia &agrave; compress&atilde;o paralela &agrave;s fibras (f<sub>c0</sub>), resist&ecirc;ncia ao cisalhamento paralela &agrave;s fibras (f<sub>v0</sub>), m&oacute;dulo de resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o est&aacute;tica (f<sub>M</sub>) e m&oacute;dulo de elasticidade na flex&atilde;o est&aacute;tica (E<sub>M0</sub>) em fun&ccedil;&atilde;o da posi&ccedil;&atilde;o radial de <i>Tectona grandis</i> de 32 anos</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>&Eacute; importante atentar ao fato de que todas as propriedades da madeira em estudo, tendem a se estabilizar a partir da posi&ccedil;&atilde;o intermediaria, sendo interessante o estudo de posi&ccedil;&otilde;es entre medula e a posi&ccedil;&atilde;o intermedi&aacute;ria para observar a partir de qual ponto inicia&#45;se a estabiliza&ccedil;&atilde;o da qualidade da madeira. Esse aumento dos valores, nas propriedades mec&acirc;nicas e densidade aparente ocorreram provavelmente pelo aumento da propor&ccedil;&atilde;o da madeira adulta em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; madeira juvenil, no sentido medula&#45;casca. Foram testados v&aacute;rios modelos de regress&otilde;es (linear, logaritmo e parab&oacute;lica) para relacionar as propriedades com a posi&ccedil;&atilde;o relativa do corpo de prova no raio da tora, mas n&atilde;o foi poss&iacute;vel encontrar nenhuma signific&acirc;ncia a uma tend&ecirc;ncia de estabiliza&ccedil;&atilde;o a um aumento do valor da propriedade da medula para a posi&ccedil;&atilde;o intermedi&aacute;ria e de pequena ou nula da intermedi&aacute;ria para casca. Isto ocorreu devido &agrave; variabilidade dentro de cada posi&ccedil;&atilde;o relativa ter sido muito elevada.</p>

	    <p>De acordo com SERPA <i>et al.</i> (2003) e BALLARIN e PALMA (2003), o aumento da densidade da madeira no sentido medula&#45;casca &eacute; devido &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de madeira juvenil nos primeiros anos e &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de madeira adulta a partir de certa idade da &aacute;rvore. Com o passar do tempo h&aacute; uma tend&ecirc;ncia de homogeneiza&ccedil;&atilde;o da madeira, na medida em que a &aacute;rvore vai atingindo a maturidade. Provavelmente ocorreu maior propor&ccedil;&atilde;o de madeira adulta em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; madeira juvenil, nas proximidades da regi&atilde;o da casca. KOKUTSE <i>et al</i>. (2004) verificaram um aumento proporcional com a idade e uma tend&ecirc;ncia de estabiliza&ccedil;&atilde;o, na varia&ccedil;&atilde;o medula&#45;casca, na densidade da madeira de <i>T. grandis</i> com idade acima de 23 anos. Os trabalhos de WILKES (1984), WILKINS (1990), MALAN (1991), MALAN e HOON (1992), LIMA e GARCIA (2005), POLLI <i>et al.</i> (2006) e MOYA e TOMAZELO FILHO (2009) entre outros trabalhos, tamb&eacute;m verificaram essa mesma tend&ecirc;ncia.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Conclus&otilde;es</b></p>

	    <p>De acordo com os resultados obtidos conclui&#45;se que:</p>

	    <p>O espa&ccedil;amento entre as &aacute;rvores de <i>Tectona grandis</i> de 32 anos n&atilde;o influencia a resist&ecirc;ncia &agrave; compress&atilde;o paralela &agrave;s fibras, resist&ecirc;ncia ao cisalhamento, m&oacute;dulo de resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o est&aacute;tica, m&oacute;dulo de elasticidade na flex&atilde;o est&aacute;tica e densidade aparente, de madeira isenta de defeito;</p>

	    <p>Espa&ccedil;amentos maiores podem produzir um maior volume de madeira por unidade de &aacute;rea, sem preju&iacute;zo para as propriedades mec&acirc;nicas e densidade aparente.&nbsp;</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ocorre uma tend&ecirc;ncia de aumento no sentido medula&#45;casca para resist&ecirc;ncia &agrave; compress&atilde;o paralela &agrave;s fibras, resist&ecirc;ncia ao cisalhamento, m&oacute;dulo de resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o est&aacute;tica, m&oacute;dulo de elasticidade na flex&atilde;o est&aacute;tica e densidade aparente;</p>

	    <p>As propriedades mec&acirc;nicas e a densidade aparente estudadas apresentam uma tend&ecirc;ncia de estabiliza&ccedil;&atilde;o a partir da posi&ccedil;&atilde;o intermedi&aacute;ria do raio da tora.&nbsp;</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></p>

	    <!-- ref --><p>ASTM &#45; AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS, 1994. <i>ASTM D</i> <i>143&#45;94: standard methods of testing small clear specimens timber</i><i>.</i> Philadelphia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0870-6352201100030000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>ASSOCIA&Ccedil;&Atilde;O BRASILEIRA DE NORMAS T&Eacute;CNICAS, 1940. Ensaios F&iacute;sicos e Mec&acirc;nicos de madeira. MB 26/40. Rio de Janeiro, 16pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0870-6352201100030000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>ASSOCIA&Ccedil;&Atilde;O BRASILEIRA DE NORMAS T&Eacute;CNICAS, 1997. <i>Projeto de estruturas de madeira: projeto NBR 7190/1997</i>. Rio de Janeiro, 107 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0870-6352201100030000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>BALLARIN, A.W., PALMA, H.A. L., 2003. Propriedades de resist&ecirc;ncia de madeira juvenil e adulta de <i>Pinus taeda</i> L.. <i>Revista &Aacute;rvore</i> <b>27</b>(3): 13&#45;22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0870-6352201100030000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>BRASIL, M.A.M. FERREIRA, M. 1971. Varia&ccedil;&atilde;o da densidade b&aacute;sica da madeira de <i>Eucalyptus alba, E. saligna</i> e<i>E. grandis</i> aos 5 anos de idade, em fun&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;amento. <i>IPEF</i> <b>2/3:</b> 129&#45;149.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0870-6352201100030000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>CARVALHO, M.S.P, CARVALHO, J.O.P., 2002. Influ&ecirc;ncia do espa&ccedil;amento nas caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas da madeira de <i>Bagassa guianensis</i> Aubl. (tatajuba) no planalto de Belterra, Par&aacute;. <i>Revista &Aacute;rvore</i> <b>26</b>(2)<b>:</b> 253&#45;259.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0870-6352201100030000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>CHAVES, E., FONSECA, W., 1991. <i>Teca &#150; Tectona grandis L.f. esp&eacute;cie de arbol de uso multiple en Am&eacute;rica Central</i>. Turrialba: CATIE 179: 47 pp. (S&eacute;rie t&eacute;cnica &#150; informe T&eacute;cnico n&ordm; 179).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0870-6352201100030000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>CRUZ, C.R., LIMA, J.T., MUNIZ, G.I.B., 2003. Varia&ccedil;&otilde;es dentro das &aacute;rvores e entre clones das propriedades f&iacute;sicas e mec&acirc;nicas de h&iacute;bridos de <i>Eucalyptus</i>. <i>Scientia Forestalis</i> <b>64:</b> 33&#45;47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0870-6352201100030000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>GARCIA, C.H., CORRADINE, L., ALVARENGA, S.F., 1991. Comportamento florestal do <i>Eucalyptus grandis</i> e <i>Eucalyptus saligna</i> em diferentes espa&ccedil;amentos. <i>CIRCULAR T&Eacute;CNICA IPEF</i><b>179</b>: 10 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0870-6352201100030000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</p>

	    <!-- ref --><p>GOULART, M., HASELEIN,C.R., HOPPE, J.M., FARIAS, J.A., PAULESKI, D.T., 2003. Massa espec&iacute;fica e massa seca de madeira de <i>Eucalyptus grandis</i> sob o efeito do espa&ccedil;amento de plantio e da posi&ccedil;&atilde;o axial no tronco. <i>Ci&ecirc;ncia Florestal</i> <b>13</b>(2): 167&#45;175.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0870-6352201100030000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>GUTI&Eacute;RREZ, R.C., ROMERO, E.J., CUNUHAY, P.S., BLANCO, G.L., FONSECA, C.S.S., 2008. An&aacute;lisis comparativo de las propiedades f&iacute;sico&#45;mec&aacute;nicas de la madera de teca (<i>Tectona grandis L.F.</i>) de Quevedo y Balzar. <i>Ciencia y Tecnolog&iacute;a</i> <b>1</b>(2)<b>:</b> 55&#45;63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0870-6352201100030000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>HARRIS, J.M., 1981. Effect of rapid growth on wood processing. In: WORD CONGRESS, 17., Japan, 1981. Proceedings., Japan: IUFRO 117&#45;125 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0870-6352201100030000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.&nbsp;</p>

	    <!-- ref --><p>HASELEIN, C.R., BERGER, R., GOULART, M., STHAL, J., TREVISAN, R., SANTINI, E.J., LOPES, M.C., 2002. Propriedades de flex&atilde;o est&aacute;tica da madeira &uacute;mida e a 12% de umidade de um clone de <i>Eucalyptus saligna</i> Smith sob efeito do espa&ccedil;amento e da aduba&ccedil;&atilde;o. <i>Ci&ecirc;ncia Florestal</i> <b>12</b>(2): 147&#45;152.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0870-6352201100030000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>KOKUTSE, A.D., BAILL&Eacute;RES, H., STOKES, A., KOKOU, K., 2004. Proportion and quality of heartwood in Togolese teak ( <i>Tectona grandis</i> L.f.). <i>Forest Ecology and Management</i><b>189</b>: 37&#45;48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0870-6352201100030000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>LAMPRECHT, H., 1990. <i>Silvicultura nos tr&oacute;picos</i>, Berlim: GTZ, 343 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0870-6352201100030000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</p>

	    <!-- ref --><p>LIMA, I.L., GARCIA, J.N., 2005. Influ&ecirc;ncia do desbaste em propriedades f&iacute;sicas e mec&acirc;nicas da madeira de <i>Eucalyptus grandis</i> Hill ex&#45;Maiden. <i>Revista do Instituto Florestal</i> <b>17</b>(2): 151&#45;160.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0870-6352201100030000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>LORENZI, H., DE SOUZA, H.M., TORRES, M.A.V., BACHER, L.B., 2003. <i>&Aacute;rvores Ex&oacute;ticas no Brasil: madeireiras, ornamentais e arom&aacute;ticas.</i> Instituto Plantarum, Nova Odessa, SP, 368 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0870-6352201100030000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>MACEDO, R.L.G., BOTELHO, S.A., SCOLFORO, J.R., 1999. Considera&ccedil;&otilde;es preliminares sobre o estabelecimento da <i>Tectona Grandis</i> L. f. (TECA), introduzida na regi&atilde;o noroeste do Estado de Minas Gerais. In: <i>Simp&oacute;sio Internacional sobre Ecossitemas Florestais</i>, 5., 1999, Curitiba. <i>Anais</i>. Rio de Janeiro: Biosfera 4 pp. (CD ROM&#45;BIO 1999).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0870-6352201100030000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>MALAN, F.S., 1995. Eucalypts improvement for lumber production. In: <i>semin&aacute;rio Internacional e Utiliza&ccedil;&atilde;o da Madeira de Eucalipto para Serraria, S&atilde;o Paulo, 1995</i>. Anais. Piracicaba: IPEF; IPT; IUFRO; ESALQ, 1&#45;19 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0870-6352201100030000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</p>

	    <!-- ref --><p>MALAN, F.S., 1991.Variation, association and inheritance of juvenile wood properties of <i>Eucalyptus grandis</i> Hill ex Maiden with special reference to the effect of rate of growth. <i>South African Forestry Journal</i> <b>157</b>: 16&#45;23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0870-6352201100030000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>MALAN, F.S., HOON, M., 1992. Effect of initial spacing and thinning on some wood properties of <i>Eucalyptus grandis</i>. <i>South African Forestry Journal</i> <b>163</b>: 13&#45;20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0870-6352201100030000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>MOYA, R., BERROCAL, A., SERRANO, J.R., TOMAZELLO FILHO, M., 2009. Radial variation of anatomical features, wood density and decay resistance in teak (<i>Tectona grandis</i>) from two qualities of growing sites and two climatic regions of Costa Rica. <i>Invest Agrar: Sist Recur For</i>. <b>18</b>(2): 119&#45;131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0870-6352201100030000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>MOYA, R., PEREZ, D., 2008. Effect of physical and chemical soil properties on physical wood characteristics of <i>Tectona grandis</i> plantations in Costa Rica. <i>Journal of Tropical Forest Science</i> <b>20</b>(4): 147&#150;155.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0870-6352201100030000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>MOYA, R., TOMAZELLO FILHO, M., 2009. Wood density variation and tree ring demarcation in <i>Gmelina arb&oacute;rea</i> trees using x&#45;ray densitometry. <i>Cerne</i> <b>15</b>(1)<b>:</b> 92&#45;100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0870-6352201100030000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>P&Eacute;REZ, D., KANNINEN, M., 2005.Effect of thinning on stem form and wood characteristics of teak (<i>Tectona grandis</i>) in a humid tropical site in Costa Rica. <i>Silva Fennica</i> <b>39</b>(2): 217&#45;225.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0870-6352201100030000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>POLLI, H.Q., REIS, G.G., REIS, M.G.F., VITAL, B.R., PEZZOPANE, J.E.M., FONTAN, I.C.I., 2006. Qualidade da madeira em clone de <i>Eucalyptus grandis</i> W. Hill ex Maiden submetido a desrama artificial. <i>Revista &Aacute;rvore</i> <b>30</b>(4): 557&#45;566.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0870-6352201100030000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->&nbsp;&nbsp;</p>

	    <!-- ref --><p>RAMOS, A.A., GNOATTO, F., SAMONEK, E., 2008. Investimento em tecnologia garante crescimento. <i>Revista da Madeira</i> <b>118:</b> 64&#45;67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S0870-6352201100030000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>RONDON NETO, R.M., MACEDO, R.L.G., TSUKAMOTO FILHO, A.A., 1998. <i>Forma&ccedil;&atilde;o de povoamentos florestais com Tectona grandis L.f. (Teca).</i> Lavras: Universidade Federal de Lavras, 29 pp. (Boletim T&eacute;cnico. S&eacute;rie Extens&atilde;o, 33).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0870-6352201100030000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>ROQUE, R.M., LEDEZMA, R.M., 2003. Efecto del espaciamiento en plantaci&oacute;n sobre dos propiedades f&iacute;sicas de madera de teca a lo largo del fuste. <i>Madera y Bosques</i> <b>9</b>(2): 15&#45;27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0870-6352201100030000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>S.A.S. INSTITUTE INC., 1999. <i>SAS Procedures Guide. Version 8 (TSMO).</i> SAS Institute Inc. Cary, N.C., 27513, USA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0870-6352201100030000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>SERPA, P.N., VITAL, B.R., DELLA LUCIA, R.M., PIMENTA, A.S., 2003. Avalia&ccedil;&atilde;o de algumas propriedades da madeira de <i>Eucalyptus grandis</i>, <i>Eucalyptus saligna</i> e <i>Pinus elliottii</i>. <i>Revista &Aacute;rvore</i> <b>27</b>(5): 723&#45;33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0870-6352201100030000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>VENTURA, A. BERENGUT, G., VICTOR, M.A.M., 1965/66. Caracter&iacute;sticas edafo&#45;clim&aacute;ticas das depend&ecirc;ncias do Servi&ccedil;o Florestal do Estado de S&atilde;o Paulo. <i>Silvicultura em S&atilde;o Paulo</i> <b>4:</b> 57&#45;139.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0870-6352201100030000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>WILKES, J., 1984. The influence of rate of growth on the density and heartwood extractives content in eucalypt species. <i>Wood Science and Technology</i> <b>18</b>(2): 113&#45;20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0870-6352201100030000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>WILKINS, A.P., 1990. Influence of Silvicultural treatments on growth and wood density of <i>Eucalyptus grandis</i> grown on a previous pasture site. <i>Australian Forestry,</i> <b>53</b>(3): 168&#45;172.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0870-6352201100030000700034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>ZOBEL, B.J., BUIJTENEN, J.P., 1989.Wood variation: its causes and control. Berlin: Springer&#45;Verlag, 361 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S0870-6352201100030000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><i>Entregue para publica&ccedil;&atilde;o em Maio de 2011</i></p>

	    <p><i>Aceite para publica&ccedil;&atilde;o em Novembro de 2011</i></p>
     ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS</collab>
<source><![CDATA[ASTM D 143-94: standard methods of testing small clear specimens timber]]></source>
<year>1994</year>
<publisher-loc><![CDATA[Philadelphia ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS</collab>
<source><![CDATA[Ensaios Físicos e Mecânicos de madeira: MB 26/40]]></source>
<year>1940</year>
<page-range>16</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS</collab>
<source><![CDATA[Projeto de estruturas de madeira: projeto NBR 7190/1997]]></source>
<year>1997</year>
<page-range>107</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[BALLARIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PALMA]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.A. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Propriedades de resistência de madeira juvenil e adulta de Pinus taeda L.]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Árvore]]></source>
<year>2003</year>
<volume>27</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>13-22</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[BRASIL]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.A.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FERREIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Variação da densidade básica da madeira de Eucalyptus alba, E. saligna eE. grandis aos 5 anos de idade, em função do espaçamento]]></article-title>
<source><![CDATA[IPEF]]></source>
<year>1971</year>
<volume>2/3</volume>
<page-range>129-149</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CARVALHO]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.S.P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[CARVALHO]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.O.P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influência do espaçamento nas características físicas da madeira de Bagassa guianensis Aubl. (tatajuba) no planalto de Belterra, Pará]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Árvore]]></source>
<year>2002</year>
<volume>26</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>253-259</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CHAVES]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FONSECA]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Teca - Tectona grandis L.f. espécie de arbol de uso multiple en América Central]]></source>
<year>1991</year>
<page-range>47</page-range><publisher-loc><![CDATA[Turrialba ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[CATIE 179]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CRUZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LIMA]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MUNIZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.I.B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Variações dentro das árvores e entre clones das propriedades físicas e mecânicas de híbridos de Eucalyptus]]></article-title>
<source><![CDATA[Scientia Forestalis]]></source>
<year>2003</year>
<volume>64</volume>
<page-range>33-47</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GARCIA]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[CORRADINE]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ALVARENGA]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Comportamento florestal do Eucalyptus grandis e Eucalyptus saligna em diferentes espaçamentos]]></source>
<year>1991</year>
<volume>179</volume>
<page-range>10</page-range><publisher-name><![CDATA[IPEF]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GOULART]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[HASELEIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[HOPPE]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FARIAS]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PAULESKI]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Massa específica e massa seca de madeira de Eucalyptus grandis sob o efeito do espaçamento de plantio e da posição axial no tronco]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência Florestal]]></source>
<year>2003</year>
<volume>13</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>167-175</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GUTIÉRREZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ROMERO]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[CUNUHAY]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BLANCO]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FONSECA]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.S.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Análisis comparativo de las propiedades físico-mecánicas de la madera de teca (Tectona grandis L.F.) de Quevedo y Balzar]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciencia y Tecnología]]></source>
<year>2008</year>
<volume>1</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>55-63</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[HARRIS]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effect of rapid growth on wood processing]]></article-title>
<source><![CDATA[WORD CONGRESS]]></source>
<year>1981</year>
<month>19</month>
<day>81</day>
<edition>17</edition>
<page-range>117-125</page-range><publisher-name><![CDATA[IUFRO]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[HASELEIN]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BERGER]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[GOULART]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[STHAL]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[TREVISAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SANTINI]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LOPES]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Propriedades de flexão estática da madeira úmida e a 12% de umidade de um clone de Eucalyptus saligna Smith sob efeito do espaçamento e da adubação]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência Florestal]]></source>
<year>2002</year>
<volume>12</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>147-152</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[KOKUTSE]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BAILLÉRES]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[STOKES]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[KOKOU]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Proportion and quality of heartwood in Togolese teak ( Tectona grandis L.f.)]]></article-title>
<source><![CDATA[Forest Ecology and Management]]></source>
<year>2004</year>
<volume>189</volume>
<page-range>37-48</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LAMPRECHT]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Silvicultura nos trópicos]]></source>
<year>1990</year>
<page-range>343</page-range><publisher-loc><![CDATA[Berlim ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[GTZ]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LIMA]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[GARCIA]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influência do desbaste em propriedades físicas e mecânicas da madeira de Eucalyptus grandis Hill ex-Maiden]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista do Instituto Florestal]]></source>
<year>2005</year>
<volume>17</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>151-160</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LORENZI]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DE SOUZA]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[TORRES]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.A.V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BACHER]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Árvores Exóticas no Brasil: madeireiras, ornamentais e aromáticas]]></source>
<year>2003</year>
<page-range>368</page-range><publisher-loc><![CDATA[Nova Odessa^eSP SP]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Instituto Plantarum]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MACEDO]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.L.G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BOTELHO]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SCOLFORO]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Considerações preliminares sobre o estabelecimento da Tectona Grandis L. f. (TECA), introduzida na região noroeste do Estado de Minas Gerais]]></article-title>
<source><![CDATA[Anais]]></source>
<year>1999</year>
<conf-name><![CDATA[5 Simpósio Internacional sobre Ecossitemas Florestais]]></conf-name>
<conf-date>1999</conf-date>
<conf-loc>Curitiba </conf-loc>
<page-range>4</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Biosfera]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MALAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Eucalypts improvement for lumber production]]></article-title>
<source><![CDATA[Anais]]></source>
<year>1995</year>
<conf-name><![CDATA[ seminário Internacional e Utilização da Madeira de Eucalipto para Serraria]]></conf-name>
<conf-date>1995</conf-date>
<conf-loc>São Paulo </conf-loc>
<page-range>1-19</page-range><publisher-loc><![CDATA[Piracicaba ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[IPEF; IPT; IUFRO; ESALQ]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MALAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Variation, association and inheritance of juvenile wood properties of Eucalyptus grandis Hill ex Maiden with special reference to the effect of rate of growth]]></article-title>
<source><![CDATA[South African Forestry Journal]]></source>
<year>1991</year>
<volume>157</volume>
<numero>16-23</numero>
<issue>16-23</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MALAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[HOON]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effect of initial spacing and thinning on some wood properties of Eucalyptus grandis]]></article-title>
<source><![CDATA[South African Forestry Journal]]></source>
<year>1992</year>
<volume>163</volume>
<page-range>13-20</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MOYA]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BERROCAL]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SERRANO]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[TOMAZELLO FILHO]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Radial variation of anatomical features, wood density and decay resistance in teak (Tectona grandis) from two qualities of growing sites and two climatic regions of Costa Rica]]></article-title>
<source><![CDATA[Invest Agrar: Sist Recur For.]]></source>
<year>2009</year>
<volume>18</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>119-131</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MOYA]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PEREZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effect of physical and chemical soil properties on physical wood characteristics of Tectona grandis plantations in Costa Rica]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Tropical Forest Science]]></source>
<year>2008</year>
<volume>20</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>147-155</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MOYA]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[TOMAZELLO FILHO]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Wood density variation and tree ring demarcation in Gmelina arbórea trees using x-ray densitometry]]></article-title>
<source><![CDATA[Cerne]]></source>
<year>2009</year>
<volume>15</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>92-100</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[PÉREZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[KANNINEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effect of thinning on stem form and wood characteristics of teak (Tectona grandis) in a humid tropical site in Costa Rica]]></article-title>
<source><![CDATA[Silva Fennica]]></source>
<year>2005</year>
<volume>39</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>217-225</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[POLLI]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.Q.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[REIS]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[REIS]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.G.F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[VITAL]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PEZZOPANE]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.E.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FONTAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.C.I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Qualidade da madeira em clone de Eucalyptus grandis W. Hill ex Maiden submetido a desrama artificial]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Árvore]]></source>
<year>2006</year>
<volume>30</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>557-566</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[RAMOS]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[GNOATTO]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SAMONEK]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Investimento em tecnologia garante crescimento]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista da Madeira]]></source>
<year>2008</year>
<volume>118</volume>
<page-range>64-67</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[RONDON NETO]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MACEDO]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.L.G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[TSUKAMOTO FILHO]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Formação de povoamentos florestais com Tectona grandis L.f. (Teca)]]></source>
<year>1998</year>
<page-range>29</page-range><publisher-loc><![CDATA[Lavras ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidade Federal de Lavras]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[ROQUE]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LEDEZMA]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Efecto del espaciamiento en plantación sobre dos propiedades físicas de madera de teca a lo largo del fuste]]></article-title>
<source><![CDATA[Madera y Bosques]]></source>
<year>2003</year>
<volume>9</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>15-27</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>S.A.S. INSTITUTE INC.</collab>
<source><![CDATA[SAS Procedures Guide: Version 8 (TSMO)]]></source>
<year>1999</year>
<publisher-loc><![CDATA[Cary^eN.C. N.C.]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[SAS Institute Inc.]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SERPA]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[VITAL]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DELLA LUCIA]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PIMENTA]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação de algumas propriedades da madeira de Eucalyptus grandis, Eucalyptus saligna e Pinus elliottii]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Árvore]]></source>
<year>2003</year>
<volume>27</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>723-33</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[VENTURA]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BERENGUT]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[VICTOR]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.A.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Características edafo-climáticas das dependências do Serviço Florestal do Estado de São Paulo]]></article-title>
<source><![CDATA[Silvicultura em São Paulo]]></source>
<year>1965</year>
<month>/6</month>
<day>6</day>
<volume>4</volume>
<page-range>57-139</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[WILKES]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The influence of rate of growth on the density and heartwood extractives content in eucalypt species]]></article-title>
<source><![CDATA[Wood Science and Technology]]></source>
<year>1984</year>
<volume>18</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>113-20</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[WILKINS]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Influence of Silvicultural treatments on growth and wood density of Eucalyptus grandis grown on a previous pasture site]]></article-title>
<source><![CDATA[Australian Forestry]]></source>
<year>1990</year>
<volume>53</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>168-172</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[B.J.]]></surname>
<given-names><![CDATA[ZOBEL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BUIJTENEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Wood variation: its causes and control]]></source>
<year>1989</year>
<page-range>361</page-range><publisher-loc><![CDATA[Berlin ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Springer-Verlag]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
