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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Performance indicators have been in use in Portugal for some time now for performance assessment and contractualisation in Family Health Units (USFs). It is important to consider both the quality of the performance indicator and its impact on the delivery of health care in general practice in order to improve performance assessment. When performance indicators assess only a limited area of clinical practice or set very high targets, they may limit the focus of clinical activities with possible negative consequences for patients. One of these consequences may be the replacement of Patient-Centred Medicine with Indicator-Based Medicine. In addition, there is poor scientific evidence for the use of some of the indicators and controversial usefulness of others. The difficulty of measuring some health outcomes can produce medicalisation, consumerism, and iatrogenic disease. In this paper, the authors present some suggestions for improving existing performance indicators. Further developments of related matters, such as the medical information system and contract schemes, are also proposed. Payment for performance should be based on indicators that produce better health outcomes for patients while respecting the principles of family medicine.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Os Indicadores de Desempenho Contratualizados com as USF: Um ponto da situação no actual momento da Reforma</b></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Miguel Melo,* Jaime Correia de Sousa**</b></p>      <p>*Médico de Família na USF de Fânzeres, ARS Norte </p>      <p>**Médico de Família na USF Horizonte, ULS Matosinhos, Professor Auxiliar Convidado da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho.</p>      <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top0"></a><a href="#0">Correspond&ecirc;ncia</a></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><b>Resumo</b></p>      <p>Algum tempo passado sobre a introdução dos Indicadores de Desempenho no processo de contratualização e avaliação de desempenho das USF, importa reflectir sobre a qualidade e seu o impacto na prestação de cuidados na Medicina Geral e Familiar (MGF), com a finalidade de contribuir para a melhoria da qualidade da avaliação de desempenho.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ao restringir a actividade avaliada pelos Indicadores a uma pequena área da prática clínica e ao contratualizar metas com valores muito elevados, pode conduzir ao afunilamento e à focalização da actividade clínica, com eventuais consequências negativas para os utentes. Uma das consequências possíveis é a prática de uma Medicina Baseada em Indicadores em vez de uma Medicina Centrada no Doente.</p>      <p>Por outro lado, a fraca evidência científica de alguns Indicadores, a utilidade muito discutível de outros, bem como a dificuldade em medir ganhos em saúde podem originar excessos da Medicina, nomeadamente medicalização, consumismo e iatrogenia.</p>      <p>São feitas, neste artigo, algumas sugestões sobre alguns aspectos a melhorar nos Indicadores. Outros aspectos relacionados, tal como o Sistema de Informação e a Contratualização terão de evoluir paralelamente.</p>      <p>O Ideal seria que o pagamento por desempenho fosse baseado na medição de Indicadores que representem ganhos em Saúde para as pessoas, respeitando igualmente os princípios e a prática da Medicina Geral e Familiar.</p>      <p><b>Palavras-chave:</b> Reembolso de Incentivo; Indicadores de Qualidade em Assistência à Saúde; Garantia da Qualidade dos Cuidados de Saúde.</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Abstract</b></p>      <p><b>Performance Indicators contracted&nbsp; with Family Health Units: A progress report on the current moment of&nbsp; Primary Health Care Reform in Portugal</b></p>      <p>Performance indicators have been in use in Portugal for some time now for performance assessment and contractualisation in Family Health Units (USFs). It is important to consider both the quality of the performance indicator and its impact on the delivery of health care in general practice in order to improve performance assessment. When performance indicators assess only a limited area of clinical practice or set very high targets, they may limit the focus of clinical activities with possible negative consequences for patients. One of these consequences may be the replacement of Patient-Centred Medicine with Indicator-Based Medicine. In addition, there is poor scientific evidence for the use of some of the indicators and controversial usefulness of others. The difficulty of measuring some health outcomes can produce medicalisation, consumerism, and iatrogenic disease. </p>      <p>In this paper, the authors present some suggestions for improving existing performance indicators. Further developments of related matters, such as the medical information system and contract schemes, are also proposed.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Payment for performance should be based on indicators that produce better health outcomes for patients while respecting the principles of family medicine.</p>      <p><b>Keywords:</b> Reimbursement; Incentive; Quality Indicators; Health Care; Quality Assurance; Health Care.</p>      <p>&nbsp;</p>     <p>Texto completo disponível apenas em PDF.</p>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <p>&nbsp;</p>       <p><b>Referências bibliográficas</b></p>      <p>1. Tavares J F. Os primeiros dez anos da    Associação Portuguesa dos Médicos de clínica geral. Lisboa : Departamento Editorial    da APMCG, 1997.</p>      <!-- ref --><p>2. Sousa JC, Campos L, Miranda M, Lima    MAR, Costa MG, Ornelas MM, Galaghar M. Evolução do conceito de centro de saúde    no âmbito do novo estatuto do S.N.S. e a criação do nível local de administração    de saúde. Acta Med Port&nbsp;1994; 7(6):385-390.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000031&pid=S0870-7103201100010000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>3. Sakellarides C. De Alma-Ata a Harry    Potter: um testemunho pessoal. Rev Port S Pública 2001; Volume Temático 2:101-8.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000032&pid=S0870-7103201100010000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>4. Sousa JC, Melo M, Sardinha AM, Perez    y Sanchez J, Ribas MJ. Os cuidados de saúde primários e a medicina geral e familiar    em Portugal. Rev Port S Pública 2001; Volume Temático 2: 63-74.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000033&pid=S0870-7103201100010000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>5. Branco AG, Ramos V. Cuidados de Saúde    Primários em Portugal. Rev Port S Pública 2001; Volume Temático 2: 5-12.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000034&pid=S0870-7103201100010000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>6. Pisco L. Êxitos e Insucessos da Medicina    Geral e Familiar Portuguesa ou o que conseguimos em 20 anos e o que falta conseguir.    In: Alves MV, Ramos V, editores. Da Memória. Lisboa: MVA Invent / Pfizer/ APMCG,    2003. p. 15-23.</p>      <!-- ref --><p>7. Biscaia AR. A reforma dos cuidados de    saúde primários e a reforma do pensamento. Rev Port Clin Geral 2006;22:67-79  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000036&pid=S0870-7103201100010000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>8. Associação Portuguesa dos Médicos De    Clínica Geral, direcção Nacional. Um futuro para a Medicina de Família em Portugal.    Cadernos Especiais. Lisboa: APMCG; 1990.</p>      <p>9. Associação Portuguesa dos Médicos de    Clínica Geral, Direcção Nacional. Declaração da Madeira. Lisboa: APMCG; 1998.    Disponível em: URL [<a href="http://www.apmcg.pt/files/54/documentos/2007060115532317-1060.pdf" target="_blank">http://www.apmcg.pt/files/54/documentos/2007060115532317-1060.pdf</a>    ] Acedido em 8/12/2010</p>      <p>10. Associação Portuguesa dos Médicos de    Clínica Geral, Direcção Nacional. Medicina Geral e Familiar. Colapso ou ressurgimento.    Lisboa: APMCG; 2003.</p>      <p>11. Ministério da Saúde. Decreto-Lei    n.º 117/98 de 5 de Maio de 1998.</p>      <p>12. Ministério da Saúde. Decreto-Lei    n.º 157/99 de 10 de Maio de 1999</p>      <p>13. Ministério da Saúde. Despacho Normativo    n.º 9/2006</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>14. Missão para os Cuidados de Saúde    Primários. Indicadores de Desempenho para as Unidades de Saúde Familiar. Lisboa    2006.</p>      <p>15. Rosenthal MB, Fernandopulle R, Song    HSR, Landon B. Paying For Quality: Providers’ Incentives For Quality Improvement.    Health Affairs, 23, no.2 (2004):127-141.</p>      <p>16. Glass KP, Pieper LE, Berlin MF. Incentive-Based    Physician Compensation Models.&nbsp; J Ambulatory Care Manage, 1999, 22(3),    36&#8211;46</p>      <p>17. Ministério da Saúde. Portaria n.º    301/2008_de 18 de Abril</p>      <p>18. National Health Service. Quality    and Outcomes Framework for General Practice. Disponível em: URL: <a href="http://www.qof.ic.nhs.uk/" target="_blank">http://www.qof.ic.nhs.uk/</a>    Acedido em 30 Dezembro 2010.</p>      <p>19. American Academy of Family Physicians    (AAFP). Pay-For-Performance. Disponível em: URL:<a href="http://www.aafp.org/online/en/home/policy/policies/p/payforperformance.printerview.html" target="_blank">http://www.aafp.org/online/en/home/policy/policies/p/payforperformance.printerview.html</a>    Acedido em 30 Dezembro 2010.</p>      <p>20. Eldridge C, Palmer N. Performance-based    payment: some reflections on the discourse, evidence and unanswered questions.    Health Policy and Planning 2009;24:160&#8211;166</p>      <p>21. Campbell S, Reeves D, Kontopantelis    E, Sibbald B, Roland M, D.M. Effects of Pay for Performance on the Quality of    Primary Care in England. N Engl J Med 2009;361:368-78</p>      <p>22. Nelson AR. Pay-for-performance programs:    Ethical questions and unintended consequences. Current Clinical Practice 2007;    1:16-8</p>      <p>23. Snyder L, Neubauer RL; American College    of Physicians Ethics, Professionalism and Human Rights Committee. Pay-for-performance    principles that promote patient-centered care: an ethics manifesto. Ann Intern    Med. 2007 Dec 4;147(11):792-4.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>24. Gérvas, J., Pérez Fernández, M. Pago    por desempeño («pay for performance» [P4P]). AMF 2008; 4(6): 344-352.</p>      <p>25. Rosenthal MB, Frank RG, Li Z, Epstein    AM. Early experience with pay-for-performance: from concept to practice. JAMA.    2005 Oct 12;294(14):1788-93.</p>      <p>26. Petersen LA, Woodard LD, Urech T,    Daw C, Sookanan S. Does Pay-for-Performance Improve the Quality of Health Care?    Ann Intern Med. 2006;145:265-272.</p>      <p>27. Portaria n.º 301/2008 de 18 de Abril.    Diário da República, 1.ª série &#8212; N.º 77 &#8212; 18 de Abril de 2008</p>      <p>28. British Medical Association. Quality    and Outcomes Framework guidance. 2009.&nbsp; Disponível em: URL (documento disponivel    em [<a href="http://www.nhsemployers.org" target="_blank">http://www.nhsemployers.org</a>]    Acedido em 8/10/2010</p>      <!-- ref --><p>29. Santos I, Ribeiro I. Indicadores    de desempenho na consulta. Rev Port Clin Geral 2009;25:228-36&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000058&pid=S0870-7103201100010000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>30. Fleetcroft R, Cookson R. Do the incentive    payments in the new NHS contract for primary care reflect likely population    health gains? J Health Serv Res Policy. 2006;11:27-31.</p>      <p>31. Administração Central do Sistema    de Saúde e Missão para os Cuidados de Saúde Primários. Cálculo de Indicadores    de desempenho. Critérios a observar na sua implementação. 2009. Disponível em:    URL [<a href="http://www.mcsp.min-saude.pt/engine.php?id=3176" target="_blank">http://www.mcsp.min-saude.pt/engine.php?id=3176</a>]&nbsp;    Acedido em 6/2/2010</p>      <p>32. Direção Geral de Saúde. Diagnóstico    Tratamento e Controle da Hipertensão Arterial. Circular Normativa. Ministério    da Saúde 2004</p>      <!-- ref --><p>33. Melo M. A Prevenção Quaternária contra    os excessos da Medicina.&nbsp; Rev Port Clin Geral 2007;23:289-93&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S0870-7103201100010000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>34. Werner RM, Asch DA. Clinical concerns    about clinical performance measurements. Ann Fam Med. 2007;5:159-63. </p>      <p>35. Snyder L, Neubauer RL for the American    College of Physicians Ethics, Professionalism and Human Rights Committee. Pay-for-performance    principles that promote patient-centered care:&nbsp; an ethics manifesto. Ann    Intern Med. 2007;147:792-4 </p>      <p>36. McDonald R, Roland M. Pay for Performance    in Primary Care in England and California: Comparison of Unintended Consequences.    Ann Fam Med 2009;7:121-127</p>      <p>37. Administração Central do Sistema    de Saúde Departamentos de Contratualização dasAdministrações Regionais de Saúde    e Missão para os Cuidados de Saúde Primários. Metodologia de Contratualização    para 2010. 2010. Disponível em: URL [<a href="http://www.mcsp.min-saude.pt/Imgs/content/page_46/metodologiacontratualizacousf_2010_publicada.pdf" target="_blank">http://www.mcsp.min-saude.pt/Imgs/content/page_46/metodologiacontratualizacousf_2010_publicada.pdf</a>]&nbsp;    Acedido em 6/4/2010</p>      <!-- ref --><p>38. Pinto, D, Corte-Real S, Nunes JM..    Actividades preventivas e Indicadores: quanto tempo sobra? Rev Port Clin Geral    2010;26:455-64&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S0870-7103201100010000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>39. Starfield B. Family medicine should    shape reform, not vice versa. Fam Pract Manag 2009; 16: 6-7.</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>CONFLITOS DE INTERESSE</b></p>      <p>O autor declara não exisitir conflitos de interesse na elaboração deste artigo</p>      <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><a href="#top0">ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA</a><a name="0"></a></b></p>      <p>Jaime Correia de Sousa</p>      <p>Rua Pedro Hispano, 148-6º Cntr</p>      <p>4100-393 Porto</p>      <p>E-mail: <a href="mailto:jaimecsousa@gmail.com">jaimecsousa@gmail.com</a></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Recebido em 29/12/2010</b></p>      <p><b>Aceite para publicação em 12/01/2011</b></p>       ]]></body><back>
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