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<institution><![CDATA[,Unidade Local de Saúde do Alto Minho EPE Internato Ricardo Jorge de Medicina Geral e Familiar ]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>19 anos Depois o Mesmo Cenário na Gestão da Consulta?</b></p>      <p>&nbsp;</p>      <p>«História, a grande mestra do futuro» &#8211; Alexandre Herculano</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Nelson Rodrigues*</b></p>      <p>*Assistente/Consultor de Medicina Geral e Familiar &#8211; UCSP de Darque </p>      <p>Director de Internato &#8211; Direcção de Internato Ricardo Jorge de Medicina Geral e Familiar para a Unidade Local de Saúde do Alto Minho EPE</p>      <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top0"></a><a href="#0">Correspond&ecirc;ncia</a></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Exmo. Senhor Director da Revista Portuguesa de Clínica Geral,</i></p>      <p><i>Na publicação de Setembro/Outubro de 2010 da RPCG, volume 26, n.<sup>o</sup>    5 foi publicado um artigo intitulado «Actividade Preventivas e Indicadores &#8211;    Quanto Tempo Sobra?»<sup><a href="#1">1</a><a name="top1"></a></sup> no qual    existe uma afirmação que não corresponde à verdade.</i></p>      <p><i>Na discussão do trabalho, página 461, afirmam que «Não conheciam nenhum    trabalho feito em Portugal com metodologia idêntica à que utilizamos. O único    com algumas semelhanças, realizado por Fernandes e colaboradores em 1994, debruça-se    sobretudo sobre a organização do horário do médico de família.» No entanto,    no meu entender existe. Em 1991 a RPCG publicou na rubrica «Opinião e Debate»    o artigo: «Não Há Dias no Ano para Cumprir as Normas da DGCSP» da autoria de    Maria da Conceição Fraga da Costa, Assistente de Clínica Geral do Centro de    Saúde da Régua.<a href="#2"><sup>2</sup></a><a name="top2"></a> A qual «Com    base no ficheiro pessoal da autora, e nas normas da DGCSP, fez-se um cálculo    do número de consultas por ano necessárias para vigilância dos grupos de risco    e grupos vulneráveis». A autora realizou um trabalho parecido com o dos autores    da publicação de Setembro/Outubro 2010, menos extenso tendo como base as normas    da DGCSP da altura. Termina com o seguinte comentário: «Face aos números encontrados    no quadro anterior, com um ficheiro de 1500 utentes, para poder cumprir o calendário    estabelecido como o mais correcto, para promoção de saúde e prevenção da doença    é muito difícil exercer Medicina de Qualidade como Médicos de Família». O título    do seu artigo é ele próprio a conclusão do seu trabalho: «Não Há Dias no Ano    para Cumprir as Normas da DGCSP». Parece-me que o actual trabalho vai ao encontro    do realizado em 1991.</i></p>      <p><i>Aproveito a oportunidade para endereçar os parabéns aos autores pelo trabalho realizado e à RPCG por tê-lo publicado. Um trabalho muito pertinente e útil para a gestão da prática clínica do Médico de Família.</i></p>      <p><i>&nbsp;</i></p>      <p><i>Os melhores cumprimentos</i></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></p>      <p><a href="#top1">1</a><a name="1"></a>. Pinto D, Corte-Real S, Nunes JM. Actividades    preventivas e indicadores - Quanto tempo sobra? Rev Port Clin Geral 2010;26:455-64</p>      <p><a href="#top2">2</a><a name="2"></a>. Costa MCF. Não há dias no ano para cumprir    as normas da DGCSP. Rev Port Clin Geral 1991;8:278-80.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><b>CONFLITOS DE INTERESSE</b></p>      <p>O autor declara não possuir conflitos de interesses.</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b><a href="#top0">ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA</a><a name="0"></a></b></p>      <p><a href="mailto:anelsonrodrigues@gmail.com">anelsonrodrigues@gmail.com</a></p>       ]]></body>
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