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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The porpose of this investigation is to study the adolescent's social representations about aids, and how the adolescent's social identification can influence them. About social representations we study sociological ancorage (variable sex), following the ideas of Doise (1992), who says that the positions that subjects have in social relations influence the formation of representations. We also study the psychological ancorage (representation of intergroup relations) by activating the categories of: heterosexuals, homosexuals and drugs addicted, in appropriate sentences; bringing to mind the relations with a non risky group (heterosexuals) and with groups thought as risky (homosexuals and drug addicted). The goal of this investigation is to study the influence of identities in social representations, according to Vala (1990) social identities influence and explain the subject's social representation of some object; we study which variables (sex, distances to groups - ingroup (friends) and outgroups (homosexuals and drug addicted)) predict adolescent's representations about aids, studying adolescents with high identification and adolescents with low identification to their friends. The subjects of this study are 300 adolescents with ages between 14 and 17 years old; 150 of adolescents are girls and 150 are boys. The questionnaire is divided in two parts, one about social identification (studying Euclidean distances between self - ingroup and self - outgroup) and a second part about aids representations. This second part of the questionnaire begins with a little story about a subject infected with aids, the subject is homosexual, heterosexual or drug addicted in each story. Each story was given to read to 100 adolescents, 50 girls and 50 boys. The adolescent's representations of this study link to dimensions as: infection by social contact, risky groups, infection by sexual relations, discrimination and intergroup relations and border groups. This dimensions link with a model of aids representations organisation according to Deschamps and others (1992). In this model and in our adolescents representations about aids, the infection by social contact, body fluids and the link with risky groups are increased. When we articulate adolescents identity with aids representation, we verify that adolescents with high identification to their friends don't think them as having risky conducts or being infected. For the adolescents that identify less with their friends, the homosexual group is the one that explains the dimensions about infection by social contact, intergroup relations, risky groups and discrimination. The results reveal differences between girls and boys and also between adolescents with high and low identification to their friend, regarding the organisation of aids representations. This results should be considered in aids prevention.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Adolescência]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Identidades sociais e representa&ccedil;&otilde;es sociais dos adolescentes acerca da SIDA </b></p>     <P>&nbsp;</P>     <P align="right">Maria Gouveia Pereira (<a name="top1"></a><a href="#1">*</a>)</P>     <P align="right"> Virg&iacute;lio Amaral (<a name="top1"></a><a href="#1">*</a>)  </P>     <P align="right">Susana Soares (<a name="top2"></a><a href="#2">**</a>) </P>     <P>&nbsp;</P>     <P>&nbsp;</P>     <P align="center">RESUMO </P>     <P>O objectivo desta investiga&ccedil;&atilde;o &eacute; estudar  as representa&ccedil;&otilde;es sociais dos adolescentes acerca da sida  e a maneira como as referidas representa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o  influenciadas pela identifica&ccedil;&atilde;o social dos adolescentes.  Relativamente &agrave;s representa&ccedil;&otilde;es sociais estuda-se a  ancoragem sociol&oacute;gica (na vari&aacute;vel sexo), seguindo  as ideias de Doise (1992), segundo o qual as posi&ccedil;&otilde;es  que os sujeitos ocupam nas rela&ccedil;&otilde;es sociais que partilham  influenciam a forma&ccedil;&atilde;o de representa&ccedil;&otilde;es. Estuda-se  tamb&eacute;m a ancoragem psicossociol&oacute;gica: nas representa&ccedil;&otilde;es  das rela&ccedil;&otilde;es intergrupais pela activa&ccedil;&atilde;o das  categorias: heterossexuais, homossexuais e toxicodependentes, em consignes  apropriadas. Induzindo-se assim, &agrave; evoca&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o  seja com um grupo n&atilde;o considerado de risco &ndash; heterossexuais,  seja com grupos considerados de risco &ndash; homossexuais e toxicodependentes. </P>     <P>&Eacute; objectivo deste trabalho estudar a influ&ecirc;ncia  das identidades nas representa&ccedil;&otilde;es sociais, de acordo com  Vala (1990) as identidades sociais condicionam e explicam as representa&ccedil;&otilde;es  sociais que os indiv&iacute;duos formam sobre determinado objecto, investiga-se  que vari&aacute;veis (sexo, dist&acirc;ncias aos grupos &ndash; ingroup  (amigos) e outgroups (homossexuais e toxicodependentes)) s&atilde;o preditoras  das representa&ccedil;&otilde;es dos adolescentes acerca da sida, em adolescentes  com alta identifica&ccedil;&atilde;o ao grupo dos amigos e em adolescentes  com baixa identifica&ccedil;&atilde;o ao mesmo grupo.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>A amostra do estudo &eacute; constitu&iacute;da por 300 adolescentes  entre os 14 e os 17 anos; 150 adolescentes do sexo feminino e 150 adolescentes  do sexo masculino. </P>     <P>Foi aplicado um question&aacute;rio constitu&iacute;do por uma  parte de identifica&ccedil;&atilde;o social (operacionalizada atrav&eacute;s  das dist&acirc;ncias euclidianas: self-ingroup; self-outgroup) e uma segunda  de representa&ccedil;&otilde;es acerca da sida. Esta segunda parte do question&aacute;rio  inicia-se com uma pequena hist&oacute;ria sobre um sujeito infectado com  o v&iacute;rus da sida, o sujeito &eacute; em cada hist&oacute;ria homossexual,  heterossexual ou toxicodependente. Cada uma das hist&oacute;rias foi apresentada  a 100 adolescentes (50 adolescentes do sexo feminino e 50 do sexo masculino). </P>     <P>As representa&ccedil;&otilde;es que os adolescentes deste estudo  t&ecirc;m acerca da sida reenviam para dimens&otilde;es como: cont&aacute;gio  por contacto social, grupos de risco, cont&aacute;gio por via sexual, discrimina&ccedil;&atilde;o  e rela&ccedil;&otilde;es intergrupais e grupos marginais.</P>     <P>De certo modo, estas dimens&otilde;es reenviam para uma organiza&ccedil;&atilde;o  das representa&ccedil;&otilde;es da sida segundo o modelo corporalista (Deschamps  e outros, 1992). Quer no modelo, quer nas representa&ccedil;&otilde;es dos  nossos adolescentes, &eacute; sobrevalorizado o cont&aacute;gio da doen&ccedil;a  atrav&eacute;s do contacto social, de fluidos corporais e ainda a associa&ccedil;&atilde;o  a grupos ditos de risco.</P>     <P>Quando se articula as identidades dos adolescentes com as representa&ccedil;&otilde;es  acerca da sida, verificou-se que, os adolescentes com alta identifica&ccedil;&atilde;o  ao grupo dos amigos, n&atilde;o os consideram um grupo com comportamentos  de risco e com possibilidade de cont&aacute;gio. Para os adolescentes que  se identificam menos com o grupo dos amigos, o grupo dos homossexuais &eacute;  aquele que explica, quer as dimens&otilde;es cont&aacute;gio por contacto  social e rela&ccedil;&otilde;es intergrupais, quer as dimens&otilde;es grupos  de risco e discrimina&ccedil;&atilde;o. </P>     <P>Os resultados revelam indicadores diferenciadores na organiza&ccedil;&atilde;o  da representa&ccedil;&atilde;o sobre a sida entre adolescentes do sexo masculino  e feminino e com alta e baixa identifica&ccedil;&atilde;o ao grupo de amigos.  Estes resultados dever&atilde;o ser tidos em considera&ccedil;&atilde;o  na preven&ccedil;&atilde;o da sida. </P>     <P>&nbsp;</P>     <P><I>Palavras-chave</I>: Adolesc&ecirc;ncia, representa&ccedil;&otilde;es sociais,    identidades sociais, Sida.</P>     <P>&nbsp;</P>     <P>&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P align="center">ABSTRACT </P>     <P>The porpose of this investigation is to study the adolescent's social representations    about aids, and how the adolescent's social identification can influence them.</P>     <P>About social representations we study sociological ancorage (variable  sex), following the ideas of Doise (1992), who says that the positions that  subjects have in social relations influence the formation of representations.  We also study the psychological ancorage (representation of intergroup relations)  by activating the categories of: heterosexuals, homosexuals and drugs addicted,  in appropriate sentences; bringing to mind the relations with a non risky  group (heterosexuals) and with groups thought as risky (homosexuals and  drug addicted).</P>     <P>The goal of this investigation is to study the influence of identities in social    representations, according to Vala (1990) social identities influence and explain    the subject's social representation of some object; we study which variables    (sex, distances to groups - ingroup (friends) and outgroups (homosexuals and    drug addicted)) predict adolescent's representations about aids, studying adolescents    with high identification and adolescents with low identification to their friends.  </P>     <P>The subjects of this study are 300 adolescents with ages between  14 and 17 years old; 150 of adolescents are girls and 150 are boys.</P>     <P>The questionnaire is divided in two parts, one about social identification    (studying Euclidean distances between self - ingroup and self - outgroup) and    a second part about aids representations. This second part of the questionnaire    begins with a little story about a subject infected with aids, the subject is    homosexual, heterosexual or drug addicted in each story. Each story was given    to read to 100 adolescents, 50 girls and 50 boys.</P>     <P>The adolescent's representations of this study link to dimensions as: infection    by social contact, risky groups, infection by sexual relations, discrimination    and intergroup relations and border groups.</P>     <P>This dimensions link with a model of aids representations organisation  according to Deschamps and others (1992). In this model and in our adolescents  representations about aids, the infection by social contact, body fluids  and the link with risky groups are increased.</P>     <P>When we articulate adolescents identity with aids representation, we verify    that adolescents with high identification to their friends don't think them    as having risky conducts or being infected. For the adolescents that identify    less with their friends, the homosexual group is the one that explains the dimensions    about infection by social contact, intergroup relations, risky groups and discrimination.    The results reveal differences between girls and boys and also between adolescents    with high and low identification to their friend, regarding the organisation    of aids representations. This results should be considered in aids prevention.  </P>     <P>&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><I>Key words</I>: Adolescence, social representations, social identities, AIDS.  </P>     <P>&nbsp;</P>     <P>&nbsp;</P>     <P>Texto completo dispon&iacute;vel apenas em PDF.</P>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <P>&nbsp; </P>     <P>&nbsp;</P>     <P>&nbsp;</P>     <P align="center">REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</P>     <!-- ref --><P>Bosma, H., & Jackson, S. (1990). <I>Coping and self-con-cept in adolescence</I>. New York: Springer-Verlag. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000042&pid=S0870-8231199700040000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P>Breakwell, G. (1993). Integrating paradigms, methodological implications. In G. Breakwell, & D. Canter (Eds.), <I>Empirical approaches to social representations </I>(pp. 181-201). Oxford: Claredon Press. </P>     <P>Caetano, M. (1993). <I>SIDA actual e perspectivas futuras. </I>Confer&ecirc;ncia apresentada na sess&atilde;o de apresenta&ccedil;&atilde;o da Funda&ccedil;&atilde;o Portuguesa &laquo;A Comunidade Contra a Sida&raquo;, Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Portuguesa da Luta Contra a Sida. </P>     <P>Coleman, J. C. (1980). <I>Friendship and peer group in adolescence</I>. In J. Adelson (Ed.), Handbook of adolescent psychology. New York: Wiley. </P>     <P>Coleman, J. C. (1992). <I>The school years. Current issues in the socialization of young people </I>(2.&ordf; ed.). London e New York: Routledge. </P>     <P>Deschamps, J.-Cl. (1982). Differentiation entre soi et autri et entre groupes. In J. P. Codol, & J. P. Leyens (Eds.), <I>Cognitive analysis of social behavior</I>. The Hague: Martinus Nijhoff Publishers. </P>     <P>Deschamps, J.-Cl., Comby, L., & Devos, T. (1992). <I>Explication quotidienne et SIDA</I>. Lausanne: Universit&eacute; de Lausanne. </P>     <P>Doise, W. (1992). L' ancrage dans les &eacute;tudes su les repr&eacute;sentations    sociales. <I>Bulletin de Psychologie, 45</I>, 189-195. </P>     <P>Gouveia Pereira, M. (1995). <I>A percep&ccedil;&atilde;o do papel do grupo de pares nas tarefas de desenvolvimento em adolescentes e pais</I>. Tese de Mestrado em Psicologia Educacional, Lisboa, Instituto Superior de Psicologia Aplicada. </P>     <P>Gouveia Pereira, M., & Amaral, V. (1995). <I>Question&aacute;rio sobre as representa&ccedil;&otilde;es sociais da sida e identidades adolescentes</I>. Lisboa: ISPA. </P>     <P>Kirchler, E., Palmonari, A., & Pombeni, L. (1991). Sweet sixteen. Adolescent's    problems and the peer group as source of support. <I>European Journal of Psychology    of Education, 6 </I>(4), 382-409. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Moscovici S. (1984). The phenomenon of social representations. In R. Farr, & S. Moscovici (Eds.), <I>Social representations</I>. Cambridge: Cambridge University Press. </P>     <P>Olbrich, E. (1984). Adolescence. A period of crisis or coping?. In E. Olbrich, & E. Todt (Eds.), <I>Problems of adolescence</I>. Berlin: Springer. </P>     <P>Olbrich, E. (1990). Coping and development. In H. Bosma, & S. Jackson (Eds.), <I>Coping and self-concept in adolescence</I>. Springer: New York. </P>     <P>Palmonari, A. (1990). L' adolescenza: Identit&agrave; e sviluppo. In P. Amerio,    P. Boggi Cavallo, A. Palmonari, & M. L. Pombeni (Eds.), <I>Gruppi di adolescenti    e processi di socializzazione</I>. Bologna: Il Mulino. </P>     <P>Palmonari, A., Pombeni, L., & Kirchler, E. (1989). Peergroups and evolution of the self-system in adolescence. <I>European Journal of Psychology of Education, 4 </I>(1), 3-15. </P>     <P>Palmonari, A., Pombeni, L., & Kirchler, E. (1990). Adolescents and their peer groups: a study on the significance of peers, social categorization processes and coping with development tasks. <I>Social Behaviour, 5</I>, 33-48. </P>     <P>Palmonari, P., Pombeni, L., & Kirchler, E. (1991). Differential effects of identification family and peers on coping with developmental tasks in adolescence. <I>European Journal of Social Psychology, 21</I>, 381-402. </P>     <P>Poeschl, G. (1995). <I>Processus d' ancrage et repr&egrave;sentations sociales    de l' intelligence</I>. Texto n&atilde;o publica-do, Porto: Universidade do    Porto. </P>     <P>Pombeni, L., & Palmonari, A. (1990). Identification with peers as a strategy to muddle trough the troubles of adolescence years. <I>Journal of Adolescence, 13</I>, 3511-369. </P>     <P>Tajfel, H. (1972). La cat&eacute;gorisation sociale. In S. Moscovici (Ed.), <I>Introduction &agrave; la psychologie sociale </I>(Vol. I: 272-302). Paris: Librairie Larousse. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Turner J. (1987). A self-categorization theory. In J. Turner (Ed.), <I>Rediscovering the social group. A self-categorization theory</I>. Oxford: Basil Blackwell. </P>     <P>Vala J. (1990). Identit&eacute;s sociales e repr&eacute;sentations du pouvoir. <I>Revue Internationale de Psychologie Sociale, 3</I>, 452-471. </P>     <P>Vala J. (1993). As representa&ccedil;&otilde;es sociais no quadro dos paradigmas    e met&aacute;foras da Psicologia Social. <I>An&aacute;lise Social, 28</I>, 123-124.  </P>     <P>&nbsp;</P>     <P>(<a name="1"></a><a href="#top1">*</a>) Instituto Superior de Psicologia Aplicada,    Lisboa. Unidade de Investiga&ccedil;&atilde;o de Psicologia Cognitiva de Desenvolvimento    e da Educa&ccedil;&atilde;o. </P>     <P>(<a name="2"></a><a href="#top2">**</a>) Psic&oacute;loga Social e das Organiza&ccedil;&otilde;es.  </P>      ]]></body><back>
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