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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Concepções de enfermagem e desenvolvimento sócio-moral: Alguns dados e implicações]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article is based (a) on Newman´s (1992) characterization of nursing conceptions in terms of categorization, integration and transformation; (b) on the resemblance between these conceptions and Condon´s (1986) caring levels; and on the parallelism between these caring levels and Kohlberg´s (1984) levels of moral reasoning. The main goals of this paper are (a) to analyze nurses´ orientations (i.e., categorization, integration, and transformation) concerning their ideas about «nursing» and «a good nurse»; (b) to examine such orientations as a function of certain demographic variables, such as age, years of professional practice, and academic background; (c) to relate such orientations to Kohlberg´s level of moral reasoning; and (d) to grasp the conception of «nursing» and «a good nurse» of those identified by their peers as good nurses or professionals. The sample consisted of several nurses with at least five years of professional practice, andworking at the hospitals of Beja, Évora and Portalegre (Alentejo). To collect data, we used a questionnaire developed for this study (i.e., Questionnaire on Nurses´ Ideas about the Concepts of «Nursing» and a «Good Nurse»), Rest´s (1986a) Defining Issues Test, and semi-structured interviews. The results show that (a) nurses tend to endorse the statements included inthe integration paradigm; (b) the option for the categorization paradigm tends to increase with age and decrease with academic background; (c) the use of both a concrete and an idealized language; and (d) a positive correlation between moral development and the option for the transformation paradigm, but a negative correlation between the option for the categorization paradigm and level of moral reasoning. The paper ends by suggesting some modifications in the academic training of nurses.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p   >        <P   > <b>Concep&ccedil;&otilde;es de enfermagem e desenvolvimento s&oacute;cio-moral:    Alguns dados e implica&ccedil;&otilde;es (<a name="top1" id="top1"></a><a href="#1">*</a>)</b>  </P >       <P   ></P >       <P    ></P >     <P    >&nbsp;</P >       <P   align="right" >Manuel Jos&eacute; Lopes (<a name="top2"></a><a href="#2">**</a>)</P >     <P   align="right" > Orlando Louren&ccedil;o (<a name="top3"></a><a href="#3">***</a>) </P >       <P   ></P >           <P   align="center" >&nbsp;</P >     <P   align="center" >RESUMO </P >       ]]></body>
<body><![CDATA[<P    >Este artigo baseia-se: (a) na caracteriza&ccedil;&atilde;o das concep&ccedil;&otilde;es      de enfermagem proposta por Newman (1992), entre outros; (b) na similitude      entre esta caracteriza&ccedil;&atilde;o e os n&iacute;veis de desenvolvimento      para o cuidar propostos por Condon (1986); e (c) no paralelismo entre estes      n&iacute;veis de cuidar e o desenvolvimento do pensamento moral segundo Kohlberg      (1984). Os seus principais objectivos foram os seguintes: (1) Analisar as      orienta&ccedil;&otilde;es das enfermeiras sobre os conceitos de &laquo;enfermagem&raquo;      e de &laquo;bom enfermeiro&raquo; vistos &agrave; luz dos paradigmas da categoriza&ccedil;&atilde;o,      integra&ccedil;&atilde;o e transforma&ccedil;&atilde;o; (2) saber se tais      orienta&ccedil;&otilde;es diferem ou n&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o de      certas vari&aacute;veis demogr&aacute;ficas, tais como idade, anos de servi&ccedil;o      e habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias e profissionais; (3) relacionar      tais orienta&ccedil;&otilde;es com o n&iacute;vel de desenvolvimento s&oacute;cio-moral,      posicionamento na carreira e local de trabalho; (3) relacionar as referidas      orienta&ccedil;&otilde;es com o n&iacute;vel de desenvolvimento s&oacute;cio-moral;      e (4) compreender as concep&ccedil;&otilde;es de enfermagem e de bom enfermeiro      dos identificados pelos seus pares como bons enfermeiros. O estudo foi realizado      com enfermeiras tendo pelo menos cinco anos de exerc&iacute;cioprofissional      e trabalhando nos hospitais de Beja, &Eacute;vora e Portalegre. Foram utilizados      os seguintes instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o: Teste de Definir Valores      Morais de James Rest (1986), entrevistas semi-directivas e um question&aacute;rio      sobre as orienta&ccedil;&otilde;es (e.g., categoriza&ccedil;&atilde;o, integra&ccedil;&atilde;o      e transforma&ccedil;&atilde;o) relativas aos conceitos de &laquo;enfermagem&raquo;      e de &laquo;bom enfermeiro&raquo; constru&iacute;do para o efeito. Os principais      resultados foram os seguin-tes: (1) as orienta&ccedil;&otilde;es das enfermeiras      enquadram-se predominantemente no paradigma da integra&ccedil;&atilde;o; (2)      a orienta&ccedil;&atilde;o para o paradigma da categoriza&ccedil;&atilde;o      tende a aumentar com a idade e a diminuir com as habilita&ccedil;&otilde;es      liter&aacute;rias; (3) em termos de linguagem utilizada nas entrevistas, nota-se      o uso de uma linguagem concreta (i.e., a linguagem utilizada na descri&ccedil;&atilde;o      de situa&ccedil;&otilde;es da vida profissional) e de uma outra idealizada      (i.e., a linguagem utilizada para a descri&ccedil;&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es      idealizadas para a vida profissional); e (4) verificou-se uma rela&ccedil;&atilde;o      inversa entre o n&iacute;vel de desenvolvimento moral e a orienta&ccedil;&atilde;o      para o paradigma da categoriza&ccedil;&atilde;o e uma rela&ccedil;&atilde;o      directa entre a orienta&ccedil;&atilde;o para o paradigma da transforma&ccedil;&atilde;o      e tal n&iacute;vel de desenvolvimento. </P >       <P   ><I>Palavras-chave</I>: Enfermagem, cuidar, desenvolvimento moral. </P >     <P    >&nbsp;</P >       <P   align="center" >ABSTRACT </P >       <P   >This article is based (a) on Newman&acute;s (1992) characterization of nursing      conceptions in terms of categorization, integration and transformation; (b)      on the resemblance between these conceptions and Condon&acute;s (1986) caring      levels; and on the parallelism between these caring levels and Kohlberg&acute;s      (1984) levels of moral reasoning. The main goals of this paper are (a) to      analyze nurses&acute; orientations (i.e., categorization, integration, and      transformation) concerning their ideas about &laquo;nursing&raquo; and &laquo;a      good nurse&raquo;; (b) to examine such orientations as a function of certain      demographic variables, such as age, years of professional practice, and academic      background; (c) to relate such orientations to Kohlberg&acute;s level of moral      reasoning; and (d) to grasp the conception of &laquo;nursing&raquo; and &laquo;a      good nurse&raquo; of those identified by their peers as good nurses or professionals.      The sample consisted of several nurses with at least five years of professional      practice, andworking at the hospitals of Beja, &Eacute;vora and Portalegre      (Alentejo). To collect data, we used a questionnaire developed for this study      (i.e., Questionnaire on Nurses&acute; Ideas about the Concepts of &laquo;Nursing&raquo;      and a &laquo;Good Nurse&raquo;), Rest&acute;s (1986a) Defining Issues Test,      and semi-structured interviews. The results show that (a) nurses tend to endorse      the statements included inthe integration paradigm; (b) the option for the      categorization paradigm tends to increase with age and decrease with academic      background; (c) the use of both a concrete and an idealized language; and      (d) a positive correlation between moral development and the option for the      transformation paradigm, but a negative correlation between the option for      the categorization paradigm and level of moral reasoning. The paper ends by      suggesting some modifications in the academic training of nurses. </P >       <P   ><I>Key words</I>: Nursing, caring, moral development. </P >        <P   ></P >     <P    >&nbsp;</P >     <P   >Texto completo dispon&iacute;vel apenas em PDF.</P >     <p >Full text only available in PDF format.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P    >        <P   >&nbsp;</P >     <P   align="center" >REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS </P >       <P   >Abranches, M. M. T. (1995). <I>Concep&ccedil;&otilde;es de enfermagem. Um contributo      para o estudo desta problem&aacute;tica</I>. Disserta&ccedil;&atilde;o de      Mestrado n&atilde;o publicada, Escola Superior de Enfermagem Maria Fernanda      Resende, Lisboa. </P >       <!-- ref --><P   >Benner, P. (1984). <I>From novice to expert: Excellence and power in clinical nursing pratice</I>. Menlo Park: California, Addison-Wesley. </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000027&pid=S0870-8231199800040001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P   >Benner, P., & Wrubel, J. (1989). <I>The primacy of caring: Stress and coping in health and ilness</I>. Don Mills, Ont.: Addison-Wesley. </P >    <P    >Bishop, A. H., & Scudder, J. R. (1991). <I>Nursing the pratice of caring</I>. New York: National League for Nursing. </P >    <P   >Burns, N., & Grove, S. K. (1993). <I>The pratice of nursing research</I>. 2nd ed. Philadelphia: W.B. Saunders Company. </P >    <P   >Butterworth, T., & Bishop, V. (1995). Identifying the characteristics of optimum pratice: findings from a survey of pratice experts in nursing, midwifery and health visiting. <I>Journal of Advanced Nursing, 22</I>, 24-32. </P >    <P   >Colli&egrave;re, M. F. (1989). <I>Promover a vida. Da pr&aacute;tica das mulheres de virtude aos cuidados de enfermagem</I>. Lisboa: Sindicato dos Enfermeiros Portugueses. </P >       ]]></body>
<body><![CDATA[<P   >Condon, E. (1986). Theory derivation: Aplication to nursing. <I>Journal of Nursing      Education, 25</I>, 156-159. </P >       <P   >Crisham, P. (1981). Measuring moral judgment in nursing dilemas. <I>Nursing Research, 30</I>, 104-110. </P >    <P    >Fawcett, J. (1984). The metaparadigm of nursing: present status and future refinements. <I>Image Journal of Nursing Scolarship, 16</I>, 84-89. </P >    <P   >Flaskerud, J. H., & Halloran, E. J. (1980). Areas of agreement in nursing theory development. <I>Advances in Nursing Science, 3</I>, 1-7 </P >    <P    >K&eacute;rouac, S., Pepin, J., Ducharme, F., Duquette, A., & Major, F. (1994). <I>La pens&eacute;e infirmi&egrave;re. Conceptions e strat&eacute;gies</I>. Qu&eacute;bec: &Eacute;ditions &Eacute;tudes Vivantes. </P >    <P    >Ketefian, S. (1981). Critical thinking, educational preparation, and development of moral judgment among selected groups of practicing nurses. <I>Nursing Research, 30</I>, 98-103. </P >    <P    >Kohlberg, L. (1981). <I>Essays on moral development. Vol. 1: The philosophy of moral development</I>. New York: Harper & Row. </P >    <P    >Kohlberg, L. (1984). <I>Essays on moral development. Vol. 1: The philosophy of moral development: The nature and validity of moral stages</I>. San Francisco: Harper & Row. </P >    <P   >Lopes, M. (1998). Concep&ccedil;&otilde;es de enfermagem e desenvolvimento s&oacute;cio-moral. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado n&atilde;o publicada, Universidade Cat&oacute;lica de Lisboa. </P >    <P   >Louren&ccedil;o, O. M. (1996). Reflections on narrative approaches to moral development. <I>Human Development, 39</I>, 83-99. </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<P    >Louren&ccedil;o, O. M. (1998). <I>Psicologia do desenvolvimento moral. Teoria, dados e implica&ccedil;&otilde;es</I>. Coimbra: Livraria Almedina. </P >    <P   >Louren&ccedil;o, O., & C&eacute;sar, M. (1991). Teste de Definir Valores Morais de James Rest: Pode ser usado na investiga&ccedil;&atilde;o moral portuguesa? <I>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica, 9 </I>(2), 185-192. </P >    <P    >MacIntyre, A. (1990). <I>After virtue </I>(2nd ed.). Notre Dame, IN: University of Notre Dame Press. </P >    <P   >Meleis, A. I. (1991). <I>Theoretical nursing: Development and progress</I>. 2nd Edition. Philadelphia: J. B. Lippincott Company. </P >    <P   >Mendes, J. M.G. (1995). <I>Ser Enfermeira: Contributos para o estudo da representa&ccedil;&atilde;o social dos estudantes da Escola Superior de Enfermagem de S. Jo&atilde;o de Deus. </I>Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado n&atilde;o publicada, Escola Superior de Enfermagem S. Jo&atilde;o de Deus, Lisboa. </P >    <P    >Munhall, P. (1982). Moral development: a prerequesite. <I>Journal of Nursing Education, 21</I>, 11-15. </P >    <P   >Newman, M. A. (1992). Prevailing paradigms in nursing. <I>Nursing Outlook, 40</I>, 10-13, 32. </P >    <P    >Newman, M. A., Sime, A. M., & Corcoran-Perry, S. A. (1991). The focus of the discipline of nursing. <I>Advances in Nursing Science, 14</I>, 1-6. </P >    <P   >Paz, A. M. V. (1995). <I>O Enfermeiro competente. Contributos para o estudo desta problem&aacute;tica</I>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado n&atilde;o publicada, Escola Superior de Enfermagem Maria Fernanda Resende, Lisboa </P >    <P   >Pearson, A., & Vaughan, B. (1992). <I>Modelos para o exerc&iacute;cio de Enfermagem</I>. Lisboa: Associa&ccedil;&atilde;o Cat&oacute;lica de Enfermeiros e Profissionais de Sa&uacute;de. </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<P    >Pinch, W. J. (1985). Ethical dilemas in nursing: The role of the nurse an perceptions of autonomy. <I>Journal of Nursing Education, 24</I>, 372-376. </P >    <P   >Ribeiro, L. F. (1995). <I>Cuidar e tratar. Forma&ccedil;&atilde;o em enfermagem e desenvolvimento socio-moral</I>. Lisboa: Educa-Forma&ccedil;&atilde;o, Sindicato dos Enfermeiros Portugueses. </P >    <P   >Rebelo, M. T. S. (1996). Os discursos nas pr&aacute;ticas de cuidados de enfermagem. contributo para a an&aacute;lise das representa&ccedil;&otilde;es sociais. <I>Sinais Vitais, 9</I>, 15-33. </P >    <P    >Rest, J. (1986a). <I>DIT manual: manual for Defining Issues Test</I>. Minneapolis: University of Minnesota. </P >    <P   >Rest, J. (1986b). <I>Moral development. Advances in research and theory</I>. New York: Praeger. </P >    <P   >Schasttschneider, H. (1992). Ethics for de nineties. <I>The Canadian Nurse</I>, Nov. 16-18 </P >    <P   >Swanson, K. M. (1991). Empirical development of a middle range theory of caring. <I>Nursing Research, 40</I>, 161-166. </P >       <P   >Wateraorth, S. (1995). Exploring the value of clinical nursing pratice: the practitioner's      persepctive. <I>Journal of Advanced Nursing, 22</I>, 13-17. </P >       <P   >Watson, J. (1985). <I>Nursing: the philosophy and science of caring</I>. Buolder: Colorado Associated University Press. </P >       <P    ></P >      ]]></body>
<body><![CDATA[<P    >&nbsp;</P >      <P   >(<a name="1"></a><a href="#top1">*</a>) Este artigo &eacute; uma s&iacute;ntese    da tese de mestrado em Ci&ecirc;ncias de Enfermagem (Universidade Cat&oacute;lica    de Lisboa) realizada pelo primeiro autor sob a orienta&ccedil;&atilde;o do segundo    autor. </P >       <P   >Correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para Manuel      Jos&eacute; Lopes, Escola Superior de Enfermagem S. Jo&atilde;o de Deus, 7034      &Eacute;vora Codex. </P >        <P   >(<a name="2"></a><a href="#top2">**</a>) Escola Superior de Enfermagem S. Jo&atilde;o    de Deus, &Eacute;vora. </P >        <P    >(<a name="3" id="3"></a><a href="#top3">***</a>) Faculdade de Psicologia e Ci&ecirc;ncias    da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade de Lisboa. </P >       <P   >&nbsp;</P >       ]]></body><back>
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