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<journal-title><![CDATA[Análise Psicológica]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Papel do auto-conceito de competência cognitiva e da auto-aprendizagem no contexto sócio-laboral]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This work aims to study the self-learning competence in socio-labour context, and to discuss its relation with Adult Education and Training, as well as with related variables, namely with intellectual self-concept as a support for the development of autonomy and responsibility towards learning. In order to pursue such aims, we developed an empirical study in the context of a Company from Northern Portugal, with a sample of 503 workers, with different characteristics. The results of correlational studies show that a better self-learning competence is related to a more positive intellectual self-concept as a promoter of active learning. The results of the differential studies confirmed two of our hypotheses, that anticipated different manifestations of intellectual self-concept and of self-learning, as a function of individual, organisational and socio-organisational variables, that are discussed considering a new conception of training focus on learning and on the development of workers-learners autonomy, responsibility and efficiency.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <HTML> <HEAD> </HEAD> <B>      <P align="center">Papel do auto-conceito de compet&ecirc;ncia cognitiva e da auto-aprendizagem    no contexto s&oacute;cio-laboral </P>     <P>&nbsp;</P> </B>      <P align="right">Lu&iacute;sa Faria (<a name="top1"></a><a href="#1">*</a>) </P>     <P align="right">Paulo Rurato (<a name="top2"></a><a href="#2">**</a>) </P>     <P align="right">Nelson Lima Santos (<a name="top3"></a><a href="#3">***</a>)</P>       <P>&nbsp;</P>       <P align="center">RESUMO </P>     <P>Este trabalho tem como objectivos investigar a compet&ecirc;ncia de auto-aprendizagem    no contexto s&oacute;cio-laboral, questionando a sua rela&ccedil;&atilde;o com    a Educa&ccedil;&atilde;o e Forma&ccedil;&atilde;o Profissional de Adultos e    relacionando-a com vari&aacute;veis afins, nomeadamente com o auto-conceito    de compet&ecirc;ncia cognitiva, enquanto suporte do desenvolvimento da autonomia    e da responsabilidade de cada um face &agrave; aprendizagem. </P>       <P>Para cumprir tais objectivos, desenvolveu-se      um estudo emp&iacute;rico no contexto de uma Empresa do Norte de Portugal,      com uma amostra de 503 trabalhadores, com caracter&iacute;sticas diversificadas.      </P>       ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Os resultados de estudos correlacionais permitem      afirmar que subjacente a uma melhor compet&ecirc;ncia de auto-aprendizagem,      est&aacute; um auto-conceito de compet&ecirc;ncia cognitiva mais positivo,      facilitador da aprendizagem activa. Os resultados dos estudos diferenciais      confirmam duas das hip&oacute;teses de trabalho, que previam manifesta&ccedil;&otilde;es      diferenciadas no auto-conceito de compet&ecirc;ncia cognitiva e na auto-aprendizagem,      em fun&ccedil;&atilde;o de vari&aacute;veis individuais, organizacionais e      s&oacute;cio-organizacionais, sendo discutidas &agrave; luz de uma nova concep&ccedil;&atilde;o      da forma&ccedil;&atilde;o mais orientada para a aprendizagem e mais centrada      na promo&ccedil;&atilde;o da autonomia, responsabilidade e efic&aacute;cia      do adulto-aprendiz. </P>       <P><I>Palavras-chave</I>: Auto-aprendizagem, auto-conceito de compet&ecirc;ncia, educa&ccedil;&atilde;o de adultos, forma&ccedil;&atilde;o.    </P>       <P>&nbsp;</P>       <P align="center">ABSTRACT </P>       <P>This work aims to study the self-learning competence      in socio-labour context, and to discuss its relation with Adult Education      and Training, as well as with related variables, namely with intellectual      self-concept as a support for the development of autonomy and responsibility      towards learning. </P>       <P>In order to pursue such aims, we developed an      empirical study in the context of a Company from Northern Portugal, with a      sample of 503 workers, with different characteristics. </P>       <P>The results of correlational studies show that      a better self-learning competence is related to a more positive intellectual      self-concept as a promoter of active learning. The results of the differential      studies confirmed two of our hypotheses, that anticipated different manifestations      of intellectual self-concept and of self-learning, as a function of individual,      organisational and socio-organisational variables, that are discussed considering      a new conception of training focus on learning and on the development of workers-learners      autonomy, responsibility and efficiency. </P>       <P><I>Key words</I>: Self-learning, competence self-concept,      adult education, training. </P>      <P>&nbsp;</P>     <P>Texto completo dispon&iacute;vel apenas em PDF.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Full text only available in PDF format. </p>     <p>&nbsp;</p>         <P align="center">REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS </P>          <!-- ref --><P>Brockett, R. G., & Hiemstra, R. (1993). <I>El aprendizaje autodirigido        en la educaci&oacute;n de adultos: Perspectivas te&oacute;ricas, pr&aacute;cticas        y de investigaci&oacute;n</I>. Barcelona: Ediciones Paidos. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000026&pid=S0870-8231200000020000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P>Caffarella, R. S. (1993). Self-directed learning. In Sharan B. Merriam (Ed.),        <I>New directions for adult and continuing education n.&ordm; 57 - An update        on adult learning theory </I>(pp. 25-35). San Francisco: Jossey-Bass Publishers.      </P>         <P>Clark, M. C. (1993). Transformational learning. In Sharan B. Merriam (Ed.), <I>New        directions for adult and continuing education n.&ordm; 57 - An update on        adult learning theory </I>(pp. 47-56). San Francisco: Jossey-Bass Publishers.      </P>         <P>Comiss&atilde;o Europeia (1994). <I>Livro Branco - Crescimento, competitividade,        emprego: Os desafios e as pistas para entrar no s&eacute;c. XXI</I>. Luxemburgo:        SPOCE. </P>         <P>Comiss&atilde;o Europeia (1996). <I>Rapport de la commission - L'emploi en Europe</I>.        Luxemburgo: SPOCE. </P>         <P>Faria, L., & Lima Santos, N. (1998). Escala de avalia&ccedil;&atilde;o do auto-conceito        de compet&ecirc;ncia: Estudos de valida&ccedil;&atilde;o no contexto universit&aacute;rio.        <I>Revista Galego-Portuguesa de Psicolox&iacute;a e Educaci&oacute;n, 3        </I>(2), 175-184. </P>         <P>Ferreira, J. A., Medeiros, M. T., & Pinheiro, M. R. (1997). A teoria de Chickering        e o estudante do Ensino Superior. <I>Revista Portuguesa de Pedagogia, 31        </I>(1/2/3), 139-164. </P>         ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Knowles, M. S. (1980). T<I>he modern practice of adult education: From pedagogy        to andragogy</I>. Cambridge: Englewood Cliffs. </P>         <P>Knowles, M. S., Holton III, E. F., & Swanson, R. A. (1998). <I>The adult learner:        The definitive classic in adult education and resource development </I>(5th        Edition). Houston, Texas: Gulf Publishing Co. </P>         <P>Lima, M. M., Sim&otilde;es, A., & Tavares, J. (1997). Percep&ccedil;&atilde;o        de capacidade para aprender ao longo do ciclo de vida - O caso dos adultos        e idosos. <I>Revista Portuguesa de Pedagogia, 31 </I>(1/2/3), 19-34. </P>         <P>Lima Santos, N. (1995). Gest&atilde;o de recursos humanos: novas tecnologias        e competitividade. <I>Revista Fundi&ccedil;&atilde;o, 200</I>, 23-26. </P>         <P>Lima Santos, N. (1998). <I>Escala de avalia&ccedil;&atilde;o da compet&ecirc;ncia        de auto-aprendizagem</I>. Porto: Edi&ccedil;&atilde;o do autor. </P>         <P>Lima Santos, N., & Faria, L. (1999). O contexto universit&aacute;rio e a promo&ccedil;&atilde;o        do auto-conceito de compet&ecirc;ncia. <I>Revista da Universidade Fernando        Pessoa, 4</I>, 175-188. </P>         <P>Merriam, S. (1993). Adult learning: Where have we come from? Where are we headed?.        In Sharan B. Merriam (Ed.), <I>New directions for adult and continuing education        n.&ordm; 57 - An update on adult learning theory </I>(pp. 5-14). San Francisco:        Jossey-Bass Publishers. </P>         <P>Nyhan, B. (1996). <I>Desenvolver a capacidade de aprendizagem das pessoas: Perspectivas        europeias sobre a compet&ecirc;ncia de auto-aprendizagem e mudan&ccedil;a        tecnol&oacute;gica</I>. Caldas da Rainha: Eurotecnet. </P>         <P>OCDE (1996a). <I>Making lifelong learning a reality for all</I>. Edi&ccedil;&atilde;o        Electr&oacute;nica dispon&iacute;vel em: www.oecd.org. </P>     <P>OCDE (1996b). <I>Prepared for life? Pr&ecirc;ts pour l'avenir. </I>Centre pour    la Recherche et Innovation dans L'Enseignement. </P>         ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Oliveira, A. L. (1997). Autodirec&ccedil;&atilde;o na aprendizagem: A actualidade        de um constructo. <I>Revista Portuguesa de Pedagogia, 31 </I>(1/2/3), 35-57.      </P>         <P>Pratt, D. D. (1993). Andragogy after twenty-five years. In Sharan B. Merriam        (Ed.), <I>New directions for adult and continuing education n.&ordm; 57        - An update on adult learning theory </I>(pp. 15-23). San Francisco: Jossey-Bass        Publishers. </P>         <P>Rodrigues, M. J. (1991). <I>Competitividade e recursos humanos: Dilemas de Portugal        na constru&ccedil;&atilde;o europeia</I>. Lisboa: Publica&ccedil;&otilde;es        Dom Quixote, Lda.. </P>         <P>Rurato, P. (1999). <I>Auto-aprendizagem, auto-conceito de compet&ecirc;ncia cognitiva        e educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de adultos: Estudo numa        empresa do Norte de Portugal</I>. Tese de Mestrado em Pol&iacute;ticas de        Desenvolvimento de Recursos Humanos no ISCTE. Lisboa: Edi&ccedil;&atilde;o        do Autor. </P>         <P>Rurato, P., & Lima Santos, N. (1999). Tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o:        Novas formas de trabalho, novas compet&ecirc;ncias e inser&ccedil;&atilde;o        social. <I>Revista da Universidade Fernando Pessoa, 3</I>, 121-138. </P>         <P>Teixeira, C. (1996). <I>Organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho e factor humano        - De instrumento a actor</I>. Lisboa: IEFP. </P>         <P>&nbsp;</P>     <P>(<a name="1"></a><a href="#top1">*</a>) Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias    da Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade do Porto, Rua do Campo Alegre, 1055,    4169-004 Porto, E-mail: <a href="mailto:lfaria@psi.up.pt">lfaria@psi.up.pt</a>  </P>     <P>(<a name="2"></a><a href="#top2">**</a>) Universidade Fernando Pessoa - Porto,    Pra&ccedil;a 9 de Abril, 349, 4249-004 Porto, E-mail: <a href="mailto:prurato@ufp.pt">prurato@ufp.pt</a>  </P>     <P>(<a name="3"></a><a href="#top3">***</a>) Universidade Fernando Pessoa - Porto,    Pra&ccedil;a 9 de Abril, 349, 4249-004 Porto, E-mail: <a href="mailto:limasantos@ufp.pt">limasantos@ufp.pt</a></P>     ]]></body>
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