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<journal-title><![CDATA[Análise Psicológica]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A análise factorial de correspondências na investigação em psicologia: Uma aplicação ao estudo das representações sociais do suicídio adolescente]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,ISCTE - Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa  ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Escola Superior de Enfermagem de Lisboa Unidade de Investigação e Desenvolvimento em Enfermagem ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,ISPA - Instituto Superior de Psicologia Aplicada Unidade de Investigação em Psicologia Cognitiva, do Desenvolvimento e da Educação ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In this article, the authors present a model for qualitative data analysis, the Correspondence Factorial Analysis (CFA), which can be used in researches of different phenomena in the area of psychology. Correspondent factorial analysis is a multivariate descriptive statistic methodology that shows similarity between rows and columns of a data matrix, and is based in the hypothesis on the independence between rows and columns of such matrix (eg. Doise, Clémence & Lorenzi-Cioldi, 1992; Lorenzi-Cioldi, 1983). The authors conceptualise the correspondence factor analysis in the ambit of general factor analysis, and characterise it in terms of the main aspects, uses and interpretation, and compare it with other qualitative data analysis methodology. The authors exemplify the application of correspondence factorial analysis with the treatment of qualitative data of a research on social representations, which is part of a broader empirical study on social representations of death, suicide and music in adolescence developed in the ambit of a doctoral dissertation in social psychology (cf. Oliveira, 2004, 2007).]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Análise factorial de correspondências]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>A an&aacute;lise factorial de correspond&ecirc;ncias na investiga&ccedil;&atilde;o em psicologia: Uma aplica&ccedil;&atilde;o ao estudo das representa&ccedil;&otilde;es sociais do suic&iacute;dio adolescente </b></P >     <P   align="center" >&nbsp;</P >     <P   align="center" >&nbsp;</P >         <P   align="right" >Ab&iacute;lio Oliveira (<a href="#1">*</a>)<a name="top1"></a></P >     <P   align="right" >Virg&iacute;lio Amaral (<a href="#2">**</a>)<a name="top2"></a></P >      <p>&nbsp;</P >     <P   align="center" >&nbsp;</P >     <P   align="center" >RESUMO </P >     <p>Apresentamos a An&aacute;lise Factorial de Correspond&ecirc;ncias (AFC), uma    t&eacute;cnica de an&aacute;lise de dados qualitativos com grande adequabilidade    e aplica&ccedil;&atilde;o no estudo de diferentes objectos, situa&ccedil;&otilde;es    e fen&oacute;menos, nos mais diversos dom&iacute;nios da psicologia, em particular,    no vasto campo das representa&ccedil;&otilde;es sociais. </P >     <p>A AFC &eacute; um m&eacute;todo de estat&iacute;stica descritiva multivariada    que evidencia as afinidades entre as linhas e colunas de uma matriz de dados,    e baseia-se na hip&oacute;tese da independ&ecirc;ncia entre as linhas e as colunas    dessa mesma tabela (e.g. Doise, Cl&eacute;mence &amp; Lorenzi-Cioldi, 1992;    Lorenzi-Cioldi, 1983). </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Definimos a AFC no &acirc;mbito das an&aacute;lises factoriais, em geral, caracterizamo-la    nos seus aspectos essenciais, de utiliza&ccedil;&atilde;o e interpreta&ccedil;&atilde;o,    e comparamo-la com outros m&eacute;todos de an&aacute;lise de dados qualitativos.  </P >     <p>Exemplificamos a aplicabilidade deste t&eacute;cnica de an&aacute;lise de dados    recorrendo a alguns resultados parciais de um estudo, em que os dados foram    tratados e interpretados a partir de AFCs, &agrave; luz da teoria das representa&ccedil;&otilde;es    sociais. Este estudo integra uma vasta investiga&ccedil;&atilde;o emp&iacute;rica,    desenvolvida no &acirc;mbito de um trabalho de doutoramento em psicologia social,    centrado nas representa&ccedil;&otilde;es sociais da morte, do suic&iacute;dio    e da m&uacute;sica na adolesc&ecirc;ncia (cf. Oliveira, 2004, 2007). </P >     <p><I>Palavras-chave</I>: An&aacute;lise factorial de correspond&ecirc;ncias, adolesc&ecirc;ncia,    suic&iacute;dio, psicologia, representa&ccedil;&otilde;es sociais. </P >     <p>&nbsp;</P >     <P   align="center" >ABSTRACT </P >     <p>In this article, the authors present a model for qualitative data analysis, the    Correspondence Factorial Analysis (CFA), which can be used in researches of    different phenomena in the area of psychology. </P >     <p>Correspondent factorial analysis is a multivariate descriptive statistic methodology    that shows similarity between rows and columns of a data matrix, and is based    in the hypothesis on the independence between rows and columns of such matrix    (eg. Doise, Cl&eacute;mence &amp; Lorenzi-Cioldi, 1992; Lorenzi-Cioldi, 1983).  </P >     <p>The authors conceptualise the correspondence factor analysis in the ambit of    general factor analysis, and characterise it in terms of the main aspects,    uses and interpretation, and compare it with other qualitative data analysis    methodology. </P >     <p>The authors exemplify the application of correspondence factorial analysis with    the treatment of qualitative data of a research on social representations, which    is part of a broader empirical study on social representations of death, suicide    and music in adolescence developed in the ambit of a doctoral dissertation    in social psychology (cf. Oliveira, 2004, 2007). </P >     <p><I>Key words</I>: Correspondence factor analysis, adolescence, suicide, psychology,    social representations. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P >     <p>&nbsp;</P >     <p>Texto completo disponível apenas em PDF.</p>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <P   align="center" >&nbsp;</P >     <p>&nbsp;</P >     <P   align="center" >REFER&Ecirc;NCIAS </P >     <!-- ref --><p>Am&acirc;ncio, L. (1999). Apresenta&ccedil;&atilde;o. In A. Oliveira (Ed.),    <I>O Desafio da Morte</I>. Lisboa: Editorial Not&iacute;cias. </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000030&pid=S0870-8231200700020000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Am&acirc;ncio, L., &amp; Carapinheiro, G. (1993). Dimens&otilde;es do poder    e do saber, uma abordagem explorat&oacute;ria. In M. Gon&ccedil;alves (Ed.),    <I>Comunidade Cient&iacute;fica e Poder</I>. Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es 70.  </P >     <p>Ari&egrave;s, P. (1989). <I>Hist&oacute;ria da Morte no Ocidente</I>. Lisboa:    Teorema. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ari&egrave;s, P. (1992). <I>O Homem perante a morte </I>(vols. I e II). Lisboa:    Publica&ccedil;&otilde;es Europa-Am&eacute;rica. </P >     <p>Batista, J., &amp; Sureda J. (1987). An&aacute;lisis de correspondencias y t&eacute;cnicas de classificaci&oacute;n. <I>Infancia y Apren</I><I></I><I>dizaje, 39-40</I>, 171-186. </P >    <p>Benz&eacute;cri, J. (1976). <I>L&rsquo;Analyse des correspondences</I>. Paris: Dunod. </P >     <p>Bossa, N. (2000). O normal e o patol&oacute;gico na adolesc&ecirc;ncia. In V.    Oliveira, &amp; N. Bossa (Eds.), <I>Avalia&ccedil;&atilde;o psicopedag&oacute;gica    do adolescente</I>. Petr&oacute;polis: Vozes (4.&ordf; ed.). </P >     <p>Bou&ccedil;a, D. (1997). <I>Madrugada de l&aacute;grimas &ndash; Depress&atilde;o    na adolesc&ecirc;ncia</I>. Porto: Edinter. </P >     <p>Bradbury, M. (1999). <I>Representations of Death</I>. London and New York:    Routledge. </P >     <p>Campos, D. (2000). <I>Psicologia da Adolesc&ecirc;ncia</I>. Petr&oacute;polis:    Vozes (17.&ordf; ed.). </P >     <p>Chaplin, J. (1981). <I>Dicion&aacute;rio de Psicologia</I>. Lisboa: Publica&ccedil;&otilde;es    Dom Quixote. </P >     <p>CISIA (1989). <I>Systeme portable pour l&rsquo;analyse de donn&eacute;s textuelles    </I>SPAD.T. S&egrave;vres: </P >     <p>CISIA. Clerget, S. (2001). <I>N&atilde;o estejas triste meu filho</I>. Porto:    Ambar. </P >     ]]></body>
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<body><![CDATA[<p>Ferreira, A. (1990). <I>A AFC como m&eacute;todo de tratamento de informa&ccedil;&atilde;o    qualitativa: Usos e apropria&ccedil;&atilde;o do alojamento em Telheiras</I>.    Provas de Aptid&atilde;o Pedag&oacute;gica e Capacidade Cient&iacute;fica. Lisboa:    ISCTE. </P >     <p>Fleming, M. (1993). <I>Adolesc&ecirc;ncia e autonomia &ndash; O desen</I><I>volvimento    psicol&oacute;gico e a rela&ccedil;&atilde;o com os pais</I>. Porto: Afrontamento.  </P >     <p>Frankel, R. (1999). The adolescent psyche. New York: Routledge. </P >     <p>Geldard, K., &amp; Geldard, D. (2000). <I>Counselling Ado</I><I>lescents</I>.    London: SAGE. </P >     <p>Hair Jr., J. (Ed.) (1992). <I>Multivariate data analysis</I>. New York: Maxwell Macmillan. </P >    <p>Jesu&iacute;no, J. (1993). A psicologia social europeia. In J. Vala, &amp; M. Monteiro (Eds.), <I>Psicologia Social</I>. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian. </P >    <p>Jodelet, D. (1976). <I>La Repr&eacute;sentation Sociale du Corps</I>. Paris: &Eacute;coles des Hautes &Eacute;tudes en Sciences Sociales. </P >     <p>Jodelet, D. (1984). <I>Les repr&eacute;sentation sociales: ph&eacute;no</I><I>m&egrave;nes,    concept et th&eacute;orie</I>. In S. Moscovici (Ed.), Psychologie Sociale. Paris:    PUF. </P >     <p>Jodelet, D. (1989). Les repr&eacute;sentations sociales: un domaine en expansion.    In D. Jodelet (Ed.), <I>Les Repr&eacute;senta</I><I>tions Sociales</I>. Paris:    PUF. </P >     <p>Jodelet, D. (1991). Madness and social representations. London: Harvester Wheatsheaf. </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Jovchelovitch, S. (1996). In Defence of Representations. <I>Journal for the Theory of Social Behaviour, 26 </I>(2), 121-135. </P >    <p>Laufer, M. (2000). <I>O adolescente suicida</I>. Lisboa: Climepsi. </P >    <p>Lebart, J. et al. (1977). <I>Techniques de la description sta</I><I></I><I>tistique</I>. Paris: Dunod. </P >    <p>Lorenzi-Cioldi, F. (1983). L&rsquo;analyse factorielle des correspondances dans les sciences sociales. <I>Revue Suisse de Sociologie, 2</I>, 565-390. </P >    <p>Lorenzi-Cioldi, F. (1997). <I>Questions de m&eacute;thodologie en sciences sociales</I>. Lausanne: Delachaux &amp; Niestl&eacute;. </P >     <p>Marcelli, D. (2002). <I>Os estados depressivos na adoles</I><I>c&ecirc;ncia</I>.    Lisboa: Climepsi. </P >     <p>Morin, E. (1988). <I>O homem e a morte</I>. Lisboa: Publica&ccedil;&otilde;es Europa-Am&eacute;rica. </P >    <p>Moscovici, S. (1961). <I>La Psychanalyse, son image et son public</I>. Paris: PUF. </P >    <p>Moscovici, S. (1976). <I>La Psychanalyse, son image et son public</I>. Paris: PUF (2.&ordf; ed.). </P >    <p>Moscovici, S. (1977). <I>A sociedade contranatura</I>. Amadora: Bertrand. </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Moscovici, S. (1981). On social representations. In J. P. Forgas (Ed.), <I>Social Cognition-Perspectives on everyday understanding</I>. London: Academic Press. </P >    <p>Moscovici, S. (1984). The Phenomenon of Social Representations. In R. Farr, &amp; S. Moscovici (Eds.), <I>Social Representations. </I>Cambridge: Cambridge University Press. </P >    <p>Moscovici, S. (1988). Notes towards a description of social representations. <I>European Journal of Social Psychology, 18</I>, 211-250. </P >    <p>Moscovici, S. (1998a). Pref&aacute;cio. In P. Guareschi, &amp; S. Jovchelovitch (Eds.), <I>Textos em Representa&ccedil;&otilde;es Sociais</I>. Petr&oacute;polis: Vozes (4.&ordf; ed.). </P >    <p>Moscovici, S. (1998b). The history and actuality of social representations. In U. Flick (Ed.), <I>The Psychology of the Social</I>. Cambridge: Cambridge University Press. </P >     <p>Moscovici, S. (2001). Why a theory of social representations? In K. Deaux, &amp;    G. Philog&egrave;ne (Eds.), <I>Repre</I><I>sentations of the Social</I>. Oxford:    Blackwell. </P >     <p>Moscovici, S., &amp; Markov&aacute;, I. (2000). Ideas and their Development:    A dialogue between Serge Moscovici and Ivana Markov&aacute;. In In G. Duveen    (Ed. and Introd.), <I>S.</I><I> Moscovici. Social Representations: Explorations    in Social Psychology</I>. Cambridge: Polity Press. </P >     <p>Oliveira, A. (1995). <I>Percep&ccedil;&atilde;o da Morte: a realidade interdita</I>.    Tese de Mestrado. Lisboa: ISCTE.</P >     <p> Oliveira, A. (1999). <I>O Desafio da Morte &ndash; convite a </I><I>uma viagem    interior</I>. Lisboa: Editorial Not&iacute;cias. </P >     <p>Oliveira, A. (2001). <I>SobreViver</I>. Lisboa: &Acirc;ncora Editora. </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Oliveira, A. (2004). <I>Ilus&otilde;es: A Melodia e o Sentido da Vida na Idade das Emo&ccedil;&otilde;es &ndash; Representa&ccedil;&otilde;es sociais da morte, do suic&iacute;dio e da m&uacute;sica na adolesc&ecirc;ncia</I>. Tese de Doutoramento. Lisboa: Instituto Superior de Ci&ecirc;ncias do Trabalho e da Empresa. </P >    <p>Oliveira, A. (2007). <I>Ilus&otilde;es na Idade das Emo&ccedil;&otilde;es</I>. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian / Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e Tecnologia. </P >    <p>Oliveira, A. (2008). <I>O Desafio da Morte</I>. Lisboa: &Acirc;ncora Editora (2.&ordf; ed., revista e ampliada, no prelo) </P >    <p>Oliveira, A., &amp; Am&acirc;ncio L. (1998). Perten&ccedil;as sociais e formas de percep&ccedil;&atilde;o e representa&ccedil;&atilde;o da morte. <I>Psicologia, 12 </I>(1), 115-137. </P >    <p>Oliveira, A., &amp; Am&acirc;ncio L. (1999). A influ&ecirc;ncia do contexto na percep&ccedil;&atilde;o e nas representa&ccedil;&otilde;es sociais da morte. <I>Psicologia, 12 </I>(2), 213-235. </P >    <p>Oliveira, A., Am&acirc;ncio L., &amp; Sampaio, D. (2001). Arriscar Morrer para Sobreviver. <I>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica, 19 </I>(4), 509-521. </P >    <p>Oliveira, A., Sampaio, D., &amp; Am&acirc;ncio, L. (2004). Perscrutando o fim... &ndash; Representa&ccedil;&otilde;es sociais da morte e do suic&iacute;dio na adolesc&ecirc;ncia. In J. Vala, M. Garrido, &amp; P. Alcobia (Eds.), <I>Percursos da investiga&ccedil;&atilde;o em Psicologia Social e Organizacional</I>. Lisboa: Colibri. </P >     <p>OMS (2002). <I>La pr&eacute;vention du suicide. Gen&egrave;ve: D&eacute;parte</I><I>ment    de Sant&eacute; Mental et Toxicomanies</I>. (dispon&iacute;vel em <a href="http://www.who.int/mental_health/media/en/679.pdf" target="_blank">www.who.int/mental_health/media/en/679.pdf</a>).  </P >     <p>Pereira, H. (1987). Tratamento de question&aacute;rios: o ponto de vista da    AFC. <I>An&aacute;lise Social, 23 </I>(4), 733-745. </P >     <p>Pommereau, X. (2001). <I>L&rsquo;adolescent suicidaire</I>. Paris: Dunod. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Reis, E. (1990). <I>An&aacute;lise factorial das componentes prin</I><I></I><I>cipais: um m&eacute;todo de reduzir sem perder informa&ccedil;&atilde;o</I>. Lisboa: Giesta, ISCTE. </P >     <p>Sampaio, D. (1991). <I>Ningu&eacute;m morre sozinho</I>. Lisboa: Caminho.</P >     <p>Sampaio, D. (1999). Pref&aacute;cio. In A. Oliveira (Ed.), <I>O</I><I>Desafio    da Morte</I>. Lisboa: Editorial Not&iacute;cias.</P >     <p>Sampaio, D. (2002). <I>Ningu&eacute;m morre sozinho</I>. Lisboa:Caminho (12.&ordf;    ed., revista e actualizada).</P >     <p>Shneidman, E. (1981). <I>Suicide Thoughts and Reflections, 1960-1980</I>. London:    Human Sciences Press. </P >     <p>Shneidman, E. (1996). <I>The suicidal mind</I>. Oxford: Oxford University Press.  </P >     <p>Sprinthall, N., &amp; Collins, W. (1999). <I>Psicologia do Adoles</I><I></I><I>cente &ndash; Uma abordagem desenvolvimentista</I>. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian. </P >     <p>Stengel, E. (1980). <I>Suic&iacute;dio e tentativa de suic&iacute;dio</I>. Lisboa:    Publica&ccedil;&otilde;es Dom Quixote (orig. 1964). </P >     <p>Thomas, L.-V. (1978). <I>Mort et pouvoir</I>. Paris: PBP. </P >     <p>Vala, J. (1981). Grupos sociais e representa&ccedil;&atilde;o social da viol&ecirc;ncia.    <I>Psicologia, 2 </I>(4), 329-342. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P >     <P   align="center" >&nbsp;</P >     <p><a name="1"></a>(<a href="#top1">*</a>) Instituto Superior de Ci&ecirc;ncias    do Trabalho e da Empresa, Lisboa. Investigador na Unidade de Investiga&ccedil;&atilde;o    e Desenvolvimento em Enfermagem. E-mail: <a href="mailto:abilio.oliveira@iscte.pt">abilio.oliveira@iscte.pt</a>  </P >     <p><a name="2"></a>(<a href="#top2">**</a>) Instituto Superior de Psicologia Aplicada,    Lisboa. Unidade de Investiga&ccedil;&atilde;o em Psicologia Cognitiva, do Desenvolvimento    e da Educa&ccedil;&atilde;o. E-mail: <a href="mailto:vamaral@ispa.pt">vamaral@ispa.pt</a>  </P >     <p>&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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<surname><![CDATA[Amâncio]]></surname>
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<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
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<year>1999</year>
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<publisher-name><![CDATA[Editorial Notícias]]></publisher-name>
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