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<journal-title><![CDATA[Análise Psicológica]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Adaptação parental ao nascimento de um filho: comparação da reactividade emocional e psicossintomatologia entre pais e mães nos primeiros dias após o parto e oito meses após o parto]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Hospitais da Universidade de Coimbra Maternidade Doutor Daniel de Matos Departamento de Medicina Materno-Fetal, Genética e Reprodução Humana]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Coimbra Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Adjustment to parenthood has been described as an important moment in a family life, characterized by the presence of new and demanding tasks to both mothers and fathers. Although the birth of a child is usually an important and gratifying event, some couples lives are disrupted by this moment causing difficulties in adjustment to the new demands of parenthood. Because man and women generally adjust differently to the new demands of parenthood, the purpose of this study is to describe the differences of mothers and fathers adjustment to parenthood in two different moments: two to five days and eight months postpartum. The sample of the study was collected in Maternidade Dr. Daniel de Matos dos Hospitais da Universidade de Coimbra and consisted of 214 mothers and 193 fathers. Data was obtained using sociodemographic questionnaires and self report assessment scales. Our results suggest that that the birth of a child can be a stressful but positively manageable event. Nevertheless, mothers seem to present a more intense emotional reaction, mainly in the first moment of assessment. The birth of a child appears to be an important moment in a family life, promoting great happiness in mothers and fathers. However, the present study suggests that mothers present more difficulties in adjustment to parenthood, probably due to the presence of more changes and need of reorganization in their lives.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <HTML> <HEAD>  </HEAD>         <p></B></p >       <P   align="justify" >          <P   align="left" ><b>Adapta&ccedil;&atilde;o parental ao nascimento de um filho: compara&ccedil;&atilde;o    da reactividade emocional e psicossintomatologia entre pais e m&atilde;es nos    primeiros dias ap&oacute;s o parto e oito meses ap&oacute;s o parto (<a href="#1">*</a>)<a name="top1"></a></b></P >     <P   align="justify" >&nbsp;</P >     <P   align="right" >Mariana Moura-Ramos (<a href="#2">**</a>)<a name="top2"></a> </P >     <P   align="right" >Maria Cristina Canavarro (<a href="#3">***</a>)<a name="top3"></a> </P >     <P   align="right" >&nbsp;</P >                <P   align="center" >RESUMO </P >           <P   align="justify" >A adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; parentalidade tem sido descrita como um importante          momento de desenvolvimento da vida das fam&iacute;lias, exigindo esfor&ccedil;os          de adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s novas tarefas com que pais e m&atilde;es          se deparam. Assim, apesar da Felicidade que est&aacute; frequentemente          associada a este acontecimento, a necessidade de reorganiza&ccedil;&atilde;o          da vida dos indiv&iacute;duos &eacute; geralmente elevada, podendo conduzir,          nas m&atilde;es e nos pais, a elevados n&iacute;veis de perturba&ccedil;&atilde;o          emocional. </P >            ]]></body>
<body><![CDATA[<P   align="justify" >Dado que esta reorganiza&ccedil;&atilde;o pode ser distinta ao longo do tempo    que se segue ao parto e em fun&ccedil;&atilde;o do g&eacute;nero do progenitor,    pretende-se com este estudo conhecer as diferen&ccedil;as na adapta&ccedil;&atilde;o    materna e paterna ao nascimento de um filho, nomeadamente em dois momentos distintos:    dois a cinco dias ap&oacute;s o parto e oito meses ap&oacute;s o parto. </P >           <P   align="justify" >A amostra, constitu&iacute;da por 214 m&atilde;es e 193 pais, foi recolhida na          Maternidade Dr. Daniel de Matos dos Hospitais da Universidade de Coimbra.          Para a recolha de dados foram utilizados question&aacute;rios sociodemogr&aacute;ficos          e question&aacute;rios de auto-resposta. </P >           <P   align="justify" >De forma geral, os resultados s&atilde;o indicadores da exist&ecirc;ncia de uma          boa adapta&ccedil;&atilde;o em m&atilde;es e pais, apesar de revelarem          que, principalmente no primeiro momento de avalia&ccedil;&atilde;o, as          m&atilde;es, quando comparadas com os pais, apresentam uma reac&ccedil;&atilde;o          emocional mais intensa. </P >            <P   align="justify" >Os resultados sugerem que o nascimento de um filho &eacute; um importante momento    da vida das fam&iacute;lias, tanto para as m&atilde;es como para os pais, significando    geralmente um momento de grande felicidade para ambos. Por&eacute;m, o presente    estudo sugere uma adapta&ccedil;&atilde;o mais exigente para a m&atilde;e, provavelmente    devido &agrave; maior necessidade de reorganiza&ccedil;&atilde;o implicada.  </P >            <P   align="justify" ><I>Palavras-chave</I>: P&oacute;s-parto, parentalidade, adapta&ccedil;&atilde;o,    g&eacute;nero</P >     <P   align="justify" >&nbsp;</P >     <P   align="justify" >&nbsp;</P >           <P   align="center" >ABSTRACT </P >           <P   align="justify" >Adjustment to parenthood has been described as an important moment in a family          life, characterized by the presence of new and demanding tasks to both          mothers and fathers. </P >           <P   align="justify" >Although the birth of a child is usually an important and gratifying event, some          couples lives are disrupted by this moment causing difficulties in adjustment          to the new demands of parenthood. </P >           ]]></body>
<body><![CDATA[<P   align="justify" >Because man and women generally adjust differently to the new demands of parenthood,          the purpose of this study is to describe the differences of mothers and          fathers adjustment to parenthood in two different moments: two to five          days and eight months postpartum. </P >              <P   align="justify" >The sample of the study was collected in Maternidade Dr. Daniel de Matos dos        Hospitais da Universidade de Coimbra and consisted of 214 mothers and 193        fathers. Data was obtained using sociodemographic questionnaires and self        report assessment scales. </P >         <P   align="justify" >Our results suggest that that the birth of a child can be a stressful but positively        manageable event. Nevertheless, mothers seem to present a more intense emotional        reaction, mainly in the first moment of assessment. </P >          <P   align="justify" >The birth of a child appears to be an important moment in a family life, promoting    great happiness in mothers and fathers. However, the present study suggests    that mothers present more difficulties in adjustment to parenthood, probably    due to the presence of more changes and need of reorganization in their lives.  </P >                 <P   align="justify" ><I>Key words</I>: Pospartum, parenthood, adjustment, gender</P >     <P   align="justify" >&nbsp;</P >     <P   align="justify" >Texto completo dispon&iacute;vel apenas em PDF.</P >     <p>Full text only available in PDF format. </p>     <P   align="justify" >&nbsp;</P >     <P   align="justify" ></P >        ]]></body>
<body><![CDATA[<P   align="center" >REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS </P >     <!-- ref --><P   align="justify" >Belsky, J. (1984). The determinants of parenting: A process model. <I>Child Development,    55 </I>(1), 83-96. </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000034&pid=S0870-8231200700030000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P   align="justify" >Boss, P. (2002). <I>Family stress management: A contextual </I><I>approach</I>.    Thousand Oaks: SAGE. </P >     <P   align="justify" >Canavarro, M. C. (1999). Invent&aacute;rio de sintomas psico-patol&oacute;gicos: BSI. In M. R. Sim&otilde;es, M. M. Gon&ccedil;alves, &amp; L. S. Almeida (Eds.), <I>Testes e provas psicol&oacute;gicas em Portugal </I>(Vol. 2, pp. 95-109). Braga: APPORT. </P >    <P   align="justify" >Canavarro, M. C. (2001) (Ed.). <I>Psicologia da Gravidez e da Maternidade</I>. Coimbra: Quarteto Editora. </P >     <P   align="justify" >Canavarro, M. C. (2001). Gravidez e Maternidade &ndash; Representa&ccedil;&otilde;es    e Tarefas de Desenvolvimento. In M. C. Canavarro (Ed.), <I>Psicologia da Gravidez    e da Mater</I><I>nidade </I>(pp. 17-49). Coimbra: Quarteto Editora. </P >     <P   align="justify" >Canavarro, M. C. (no prelo). Invent&aacute;rio de Sintomas Psicopatol&oacute;gicos:    Uma revis&atilde;o cr&iacute;tica dos estudos realizados em Portugal. In L.    Almeida, M. Sim&otilde;es, C. Machado, &amp; M. Gon&ccedil;alves (Eds.), <I>Avalia&ccedil;&atilde;o    psicol&oacute;gica. Instrumentos validados para a popu</I><I>la&ccedil;&atilde;o    Portuguesa </I>(Vol. 3). Coimbra: Quarteto Editora. </P >     <P   align="justify" >Canavarro, M. C., &amp; Pedrosa, A. (2005). Transi&ccedil;&atilde;o para a Parentalidade &ndash; Compreens&atilde;o segundo diferentes perspectivas te&oacute;ricas. In I. Leal (Ed.), <I>Psicologia da Gravidez e da Parentalidade</I>. Lisboa: Fim de S&eacute;culo Edi&ccedil;&otilde;es. </P >    <P   align="justify" >Carlson, C. R., Collins, F. L., Stewart, J. F., Porzellius, J., Nitz, J. A., &amp; Lind, C. O. (1989). The assessment of emotional reactivity: A scale development and validation study. <I>Journal of Psychopathology and Behavioural Assessment, 11</I>, 313-325. </P >    <P   align="justify" >Cohen, S., Kamarck, T., &amp; Mermelstein, R. (1983). A global measure of perceived stress. <I>Journal of Health and Social Behavior, 24</I>, 385-396. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<P   align="justify" >Cowan, C. P., &amp; Cowan, P. A. (1995). Interventions to ease the transition    to parenthood: Why they are needed and they can do. <I>Family Relations, 44</I>,    412-423. </P >     <P   align="justify" >Cowan, C. P., &amp; Cowan, P. A. (2000). <I>When partners become parents: The big life change for couples</I>. Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates. </P >     <P   align="justify" >Cowan, C. P., Cowan, P. A., Heming, G., Garett, E., Coysh, W. S., Curtis-Boyles,    H., et al. (1985). Transitions to parenthood: His, hers and theirs. <I>Journal    of Family Issues, 6</I>, 451-481. </P >     <P   align="justify" >Dickie, J. R. (1987). Interrelationships within the mother-father-infant triad. In P. W. Berman, &amp; F. A. Pedersen (Eds.), <I>Men&rsquo;s transition to parenthood: Longitudinal studies of early family experience </I>(pp. 113-143). Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum Associates. </P >     <P   align="justify" >Feldman, S. S. (1987). Predicting strain in mothers and fathers of 6-month-old    infants: A short-term longitudinal study. In P. W. Berman, &amp; F. A. Pedersen    (Eds.), <I>Men&rsquo;s transition to parenthood: Longitudinal studies of early    family experience </I>(pp. 13-35). Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.  </P >     <P   align="justify" >Figueiredo, B. (2001). Perturba&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas do puerp&eacute;rio. In M. C. Canavarro (Ed.), <I>Psicologia da gravidez e da maternidade </I>(pp. 161-188). Coimbra: Quarteto Editora. </P >     <P   align="justify" >Goldberg, W. A., &amp; Michaels, G. Y. (1988). The transition to parenthood:    Synthesis and future directions. In G. Y. Michaels, &amp; W. A. Goldberg (Eds.),    <I>The tran</I><I>sition to parenthood: Current theory and research </I>(pp.    343-360). Cambridge: Cambridge University Press. </P >     <P   align="justify" >Goldberg, W. A., Michaels, G. Y., &amp; Lamb, M. E. (1985). Husbands&rsquo; and wives&rsquo; adjustment to pregnancy and first parenthood. <I>Journal of Family Issues, 6</I>, 483-503. </P >    <P   align="justify" >Grossman, F. K. (1988). Strain in the transition to paren-thood. In R. P. M. B. Sussman (Ed.), <I>Transitions to parenthood </I>(pp. 85-104). New York: The Haworth Press. </P >     <P   align="justify" >Jordan, W. J. (1997). <I>Role transitions: A review of the literature</I>. Retrieved    7 de Maio de 2003. from <a href="http://fatherfamilylink.gse.upenn.edu/org/ncoff/litrev/rtlr.htm" target="_blank">http://fatherfamilylink.gse.upenn.edu/org/ncoff/litrev/rtlr.htm</a>  </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<P   align="justify" >LeMasters, E. E. (1957). Parenthood as crisis <I>Marriage and Family Living, 19</I>, 352-355. </P >    <P   align="justify" >Levy-Shiff, R. (1999). Fathers&rsquo; cognitive appraisals, coping strategies, and support resources as correlates of adjustment to parenthood. <I>Journal of Family Psy</I><I>-</I><I>chology, 13</I>, 554-567. </P >    <P   align="justify" >Miller, B. C., &amp; Myers-Walls, J. A. (1983). Parenthood: Stresses and coping strategies. In H. I. McCubbin, &amp; C. R. Fingley (Eds.), <I>Stress and the family. Coping with normative transitions </I>(Vol. 1, pp. 54-73). New York: Brunnel/Mazel. </P >     <P   align="justify" >Miller, B. C., &amp; Sollie, D. L. (1980). Normal stresses during the transition    to parenthood. <I>Family Rela</I><I>tions, 29</I>, 459-465. </P >     <P   align="justify" >Mota-Cardoso, R., Ara&uacute;jo, A., Ramos, R. C., Gon&ccedil;alves, G., &amp; Ramos, M. (2002). <I>O stress nos professores portugueses: Estudo IPSSO 2000</I>. Porto: Porto Editora. </P >     <P   align="justify" >Moura-Ramos, M., Canavarro, M. C., &amp; Pedrosa, A. A. (2004). <I>O impacto    emocional do nascimento de uma crian&ccedil;a: Contributo para o estudo de algumas    caracte</I><I>r&iacute;sticas psicom&eacute;tricas da Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o    de Emo&ccedil;&otilde;es</I>. Comunica&ccedil;&atilde;o apresentada no 5.&ordm;    Congresso Nacional de Psicologia da Sa&uacute;de. </P >     <P   align="justify" >Moura Ramos, M. (2006). <I>Adapta&ccedil;&atilde;o materna e paterna ao nascimento de um filho: Percursos e contextos de influ&ecirc;ncia</I>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado apresentada &agrave; Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade de Coimbra. </P >    <P   align="justify" >Oliveira, C. M., Pedrosa, A. P., &amp; Canavarro, M. C. (2005). Stress e adapta&ccedil;&atilde;o nos processos de transi&ccedil;&atilde;o para a parentalidade. In A. Marques Pinto et al. (Coords), <I>Stress e bem-estar </I>(pp. 59-83). Lisboa: Climepsi. </P >     <P   align="justify" >Salmela-Aro, K., Nurmi, J. E., Saisto, T., &amp; Halmesmaki, E. (2000). Women&rsquo;s    and men&rsquo;s personal goals during the transition to parenthood. <I>Journal    of Family Psy</I><I>chololy, 14 </I>(2), 171-186. </P >           <P   align="justify" >Sim&otilde;es, M. (1994). <I>Investiga&ccedil;&otilde;es no &acirc;mbito da aferi&ccedil;&atilde;o nacional do teste das Matrizes Progressivas de Raven</I>. Coimbra: Universidade de Coimbra. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<P   align="justify" >Streiner, D. L., &amp; Norman, G. (1995). <I>Health measu</I><I>rement scales:    A practical guide to their development and use</I>. Oxford: Oxford University    Press (2nd ed.). </P >            <P   align="justify" >White, M. A., Wilson, M. E., Elander, G., &amp; Persson, B. (1999). The Swedish    family: transition to parenthood. <I>Scandinavian Journal of Caring Science,    13 </I>(3), 171-176. </P >     <P   align="justify" >&nbsp;</P >     <P   align="justify" >(<a href="#top1">*</a>)<a name="1"></a> Projecto integrado na linha de investiga&ccedil;&atilde;o    2 (MEDVOC) do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desen-volvimento Vocacional    e Social, Unidade I&amp;D (FEDER/ POCTI-SFA -160-192). </P >     <P   align="justify" >(<a href="#top2">**</a>)<a name="2"></a> Bolseira da Funda&ccedil;&atilde;o para    a Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (SFRH/BD/23152/2005). Unidade de Interven&ccedil;&atilde;o    Psicol&oacute;gica (UnIP) da Maternidade Doutor Daniel de Matos &ndash; Departamento    de Medicina Materno-Fetal, Gen&eacute;tica e Reprodu&ccedil;&atilde;o Humana    dos Hospitais da Universidade de Coimbra. Universidade Lus&iacute;ada do Porto.  </P >     <P   align="justify" >(<a href="#top3">***</a>)<a name="3"></a> Unidade de Interven&ccedil;&atilde;o    Psicol&oacute;gica (UnIP) da Maternidade Doutor Daniel de Matos &ndash; Departamento    de Medicina Materno-Fetal, Gen&eacute;tica e Reprodu&ccedil;&atilde;o Humana    dos Hospitais da Universidade de Coimbra. Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias    da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade de Coimbra. </P >         <P   align="center" ></P >                 </body> </HTML>      ]]></body><back>
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