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</front><body><![CDATA[  <B>Nota de Abertura</b >      <P   align="justify" >Desde 1994 que n&atilde;o public&aacute;vamos nenhum n&uacute;mero tem&aacute;tico sobre <I>metodologia projectiva</I>, &aacute;rea que ocupa, no ISPA, um campo bastante vasto, quer no plano curricular, quer no dom&iacute;nio da investiga&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica. </P >    <P   align="justify" >O que trazemos hoje como proposta, apenas cobre e exemplifica aquilo que de mais significativo se tem produzido, e se continua a produzir, no ISPA em mat&eacute;ria de investiga&ccedil;&atilde;o, que, em termos gen&eacute;ricos, se pode agrupar a dois n&iacute;veis: um que se refere &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o sobre as t&eacute;cnicas projectivas, com um claro predom&iacute;nio do Rorschach; um outro que se refere &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o sobre grandes e complexas &aacute;reas tem&aacute;ticas de interesse para a cl&iacute;nica &ndash; adolesc&ecirc;ncia, patologia limite... </P >    <P   align="justify" >Se nos detivermos um pouco mais sobre estes dois dom&iacute;nios da investiga&ccedil;&atilde;o e da cl&iacute;nica projectiva, podemos encontrar, nas dezenas largas de teses produzidas at&eacute; agora, uma marca que se foi criando e construindo laboriosamente e que encontra o seu car&aacute;cter inovador e original no facto de se terem constitu&iacute;do como contributos valiosos nos dom&iacute;nios da teoria e do m&eacute;todo Rorschach, essencialmente, mas tamb&eacute;m da teoria e do m&eacute;todo das provas tem&aacute;ticas e do jogo. No mais substantivo dos trabalhos produzidos, dos quais aqui trazemos uma pequena mostra, foram sendo criados <I>novos procedimentos de an&aacute;lise</I>, que tornam estas provas sens&iacute;veis a novos modelos te&oacute;ricos e a novos conceitos que existem bem para al&eacute;m da habitual inscri&ccedil;&atilde;o destas provas nas l&oacute;gicas do diagn&oacute;stico diferencial. </P >    <P   align="justify" >Estes trabalhos v&ecirc;m mostrar como &eacute; que se podem constituir novas a alargadas concep&ccedil;&otilde;es e usos sobre uma mat&eacute;ria tantas vezes vista como imut&aacute;vel: os m&eacute;todos de observa&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gicos. Mais do que produzir dados emp&iacute;ricos, a preocupa&ccedil;&atilde;o centra-se no revisitar e renovar os m&eacute;todos de forma a aproximar as <I>concep&ccedil;&otilde;es de sujeito psicol&oacute;gico </I>e de <I>processos ps&iacute;quicos </I>dos m&eacute;todos usados para os captar, sendo fundamental constituir entre uns e outros uma l&oacute;gica de coer&ecirc;ncia e converg&ecirc;ncia. </P >     <P   align="right" >Maria Em&iacute;lia Marques</P >      ]]></body>
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