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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[With a quantitative and experimental nature, single-subject research designs are a group of rigorous scientific methods, internationally recognized as sources of data that can be used to establish evidence-based practices in special education. This study aimed to describe the main characteristics of and quality criteria for this type of research designs, to discuss their usefulness in special education and early childhood intervention, and to investigate their incidence in the research conducted in Portugal in these fields. Based on a systematic search in national publications in the fields of special education, education, and psychology, and in scientific and general online search engines, only five master thesis that used single-subject designs were identified, suggesting that, despite their potential, these research designs are still virtually inexistent in the research conducted, in Portugal, in the fields of special education and early childhood intervention.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Desenhos de investigação de sujeito único]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o de sujeito &uacute;nico em educa&ccedil;&atilde;o especial </B></P >     <p><b>Cec&iacute;lia Aguiar; Ana Rita Moiteiro*; Nadine Correia; J&uacute;lia Serpa Pimentel </b></P >     <p>*UIPCDE, ISPA &ndash; Instituto Universit&aacute;rio </P >     <p><a name="top0"></a><a href="#0">Correspond&ecirc;ncia</a></P >     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>De car&aacute;cter quantitativo e experimental, os desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o de sujeito &uacute;nico constituem um conjunto de m&eacute;todos cient&iacute;ficos rigorosos, reconhecidos internacionalmente como fonte de evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas que permitem estabelecer a efic&aacute;cia de pr&aacute;ticas em educa&ccedil;&atilde;o especial. Este trabalho tem como objectivos descrever as principais caracter&iacute;sticas e crit&eacute;rios de qualidade deste tipo de desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o, discutir a sua utilidade em educa&ccedil;&atilde;o especial e em interven&ccedil;&atilde;o precoce na inf&acirc;ncia e determinar a sua incid&ecirc;ncia no contexto da investiga&ccedil;&atilde;o nacional nestes dom&iacute;nios. Com base numa pesquisa bibliogr&aacute;fica sistem&aacute;tica nas publica&ccedil;&otilde;es nacionais nos dom&iacute;nios da educa&ccedil;&atilde;o especial, educa&ccedil;&atilde;o e psicologia e em motores de busca online de car&aacute;cter cient&iacute;fico e generalista, foram identificadas apenas cinco teses de mestrado que recorreram a este tipo de m&eacute;todos, sugerindo que, apesar do seu potencial, os desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o de sujeito &uacute;nico n&atilde;o t&ecirc;m ainda express&atilde;o na investiga&ccedil;&atilde;o realizada em Portugal nos dom&iacute;nios da educa&ccedil;&atilde;o especial e da interven&ccedil;&atilde;o precoce na inf&acirc;ncia. </P >    <p><B>Palavras-chave: </B>Desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o de sujeito &uacute;nico, Educa&ccedil;&atilde;o especial, Interven&ccedil;&atilde;o precoce na inf&acirc;ncia, Portugal. </P >     <p>&nbsp;</P >     <p><b>ABSTRACT</b></P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>With a quantitative and experimental nature, single-subject research designs are a group of rigorous scientific methods, internationally recognized as sources of data that can be used to establish evidence-based practices in special education. This study aimed to describe the main characteristics of and quality criteria for this type of research designs, to discuss their usefulness in special education and early childhood intervention, and to investigate their incidence in the research conducted in Portugal in these fields. Based on a systematic search in national publications in the fields of special education, education, and psychology, and in scientific and general online search engines, only five master thesis that used single-subject designs were identified, suggesting that, despite their potential, these research designs are still virtually inexistent in the research conducted, in Portugal, in the fields of special education and early childhood intervention. </P >     <p><B>Key-words: </B>Early childhood intervention, Portugal, Single-subject research designs, Special education. </P >     <p>&nbsp;</P >     <p>&nbsp;</P >     <p>Nos &uacute;ltimos anos, o termo &ldquo;pr&aacute;tica(s) baseada(s) em evid&ecirc;ncias&rdquo; tornou-se prevalente na literatura internacional nos dom&iacute;nios da educa&ccedil;&atilde;o especial e da interven&ccedil;&atilde;o precoce. O princ&iacute;pio que lhe est&aacute; subjacente postula que a investiga&ccedil;&atilde;o deve guiar a pr&aacute;tica profissional, ou seja, que a implementa&ccedil;&atilde;o de uma determinada interven&ccedil;&atilde;o deve ser fundamentada em evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas consistentes. Por outras palavras ainda, os profissionais de educa&ccedil;&atilde;o especial ou interven&ccedil;&atilde;o precoce devem implementar interven&ccedil;&otilde;es cuja efic&aacute;cia tenha sido estabelecida por um n&uacute;mero determinado de estudos de elevado rigor e qualidade cient&iacute;fica. </P >    <p>O rigor dos m&eacute;todos de investiga&ccedil;&atilde;o utilizados e o n&uacute;mero de replica&ccedil;&otilde;es est&atilde;o necessaria </B>mente associados ao grau com que uma determinada pr&aacute;tica tem uma base cient&iacute;fica (Odom &amp; Strain, 2002). Segundo Cook, Tankersley e Landrum (2009), no dom&iacute;nio da educa&ccedil;&atilde;o especial apenas tr&ecirc;s desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o devem ser considerados para determinar se uma pr&aacute;tica &eacute; baseada em evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas: desenhos experimentais, desenhos quase-experimentais e desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o de sujeito &uacute;nico<sup><a href="#1">1</a></sup><a name="top1"></a> (cf. Dunst &amp; Trivette, 2009; Thompson, Diamond, McWilliam, Snyder, &amp; Snyder, 2005). De acordo com Cook et al. (2009), estes desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os &uacute;nicos para os quais foram definidos padr&otilde;es neste sentido (ver Gersten et al., 2005; Horner et al., 2005; Kratochwill et al., 2010). </P >    <p>Este artigo debru&ccedil;a-se exclusivamente sobre os desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o de sujeito &uacute;nico e tem como objectivos (a) descrever as suas principais caracter&iacute;sticas, (b) enumerar crit&eacute;rios de qualidade a considerar na condu&ccedil;&atilde;o destes estudos e na redac&ccedil;&atilde;o dos respectivos relat&oacute;rios cient&iacute;ficos, (c) discutir a sua utilidade nos dom&iacute;nios da educa&ccedil;&atilde;o especial e da interven&ccedil;&atilde;o precoce e (d) determinar a sua incid&ecirc;ncia no contexto da investiga&ccedil;&atilde;o nacional nestes dom&iacute;nios. </P >     <p>PRINCIPAIS CARACTER&Iacute;STICAS  DOS DESENHOS DE INVESTIGA&Ccedil;&Atilde;O  DE SUJEITO &Uacute;NICO  </P >    <p>Com origem no dom&iacute;nio da an&aacute;lise comportamental aplicada (ver Kennedy, 2005), os desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o de sujeito &uacute;nico (tamb&eacute;m designados, em portugu&ecirc;s, como delineamentos intrassujeitos) t&ecirc;m sido identificados como um conjunto de m&eacute;todos cient&iacute;ficos rigorosos pass&iacute;veis de contribuir para a identifica&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas baseadas em evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas em educa&ccedil;&atilde;o e em educa&ccedil;&atilde;o especial (Gast, 2010; Horner et al., 2005; Kratochwill et al., 2010; Tankersley, Cook, &amp; Cook, 2008). </P >    <p>Horner et al. (2005) bem como Kratochwill et al. (2010) definem estes m&eacute;todos como experimentais, na medida em que o seu objectivo &eacute; documentar rela&ccedil;&otilde;es causais ou funcionais entre as vari&aacute;veis dependentes e as vari&aacute;veis independentes, controlando as principais amea&ccedil;as &agrave; validade interna (e.g., passagem do tempo, mudan&ccedil;as nos crit&eacute;rios dos observadores ao longo do estudo) (ver Kennedy, 2005). Do mesmo modo, Gast (2010) descreve os desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o de sujeito &uacute;nico como uma &ldquo;abordagem quantitativa experimental em que os participantes funcionam como o seu pr&oacute;prio controlo&rdquo; (pp. 13-14). </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Efectivamente, cada participante &eacute; exposto a (pelo menos) uma condi&ccedil;&atilde;o de controlo ou linha de base (A) e a (pelo menos) uma condi&ccedil;&atilde;o de interven&ccedil;&atilde;o (B), durante as quais os comportamentos s&atilde;o medidos repetidamente, de uma forma quantitativa, atrav&eacute;s de procedimentos de observa&ccedil;&atilde;o directa. Dependendo do desenho de investiga&ccedil;&atilde;o utilizado, o controlo dos efeitos de explica&ccedil;&otilde;es alternativas (controlo experimental) &eacute; assegurado atrav&eacute;s da altern&acirc;ncia das condi&ccedil;&otilde;es A e B ao longo do tempo (e.g., desenho A-B-A-B) ou da introdu&ccedil;&atilde;o faseada da interven&ccedil;&atilde;o em diferentes participantes, comportamentos ou condi&ccedil;&otilde;es (e.g., desenho de m&uacute;ltiplas linhas de base), sendo necess&aacute;rio assegurar a estabilidade dos dados antes da introdu&ccedil;&atilde;o de uma nova condi&ccedil;&atilde;o ou retorno a uma condi&ccedil;&atilde;o anterior (Gast, 2010). Tipicamente, os estudos de sujeito &uacute;nico envolvem m&uacute;ltiplos participantes (e.g., tr&ecirc;s a oito), mas podem envolver apenas um (Horner et al., 2005). Os dados (brutos) individuais de cada participante s&atilde;o apresentados num gr&aacute;fico e quer as decis&otilde;es para manter ou modificar a actual condi&ccedil;&atilde;o, quer a an&aacute;lise global dos resultados (i.e., a compara&ccedil;&atilde;o entre o desempenho dos participantes antes, durante e ap&oacute;s a interven&ccedil;&atilde;o) s&atilde;o efectuadas com base em procedimentos sistem&aacute;ticos de an&aacute;lise visual (Gast, 2010; Horner et al., 2005). Habitualmente, a durabilidade, continuidade e transfer&ecirc;ncia dos efeitos da interven&ccedil;&atilde;o s&atilde;o avaliadas atrav&eacute;s da manuten&ccedil;&atilde;o (i.e., continua&ccedil;&atilde;o das mudan&ccedil;as no comportamento ap&oacute;s o fim da interven&ccedil;&atilde;o) e generaliza&ccedil;&atilde;o (i.e., grau com que as mudan&ccedil;as no comportamento ocorrem noutros cen&aacute;rios ou com outras pessoas ou se reflectem em mudan&ccedil;as noutros tipos de comportamento) (Odom &amp; Strain, 2002). </P >    <p>Com o objectivo de ilustrar as caracter&iacute;sticas deste tipo de delineamentos, seguem-se representa&ccedil;&otilde;es gr&aacute;ficas de dois tipos de desenhos experimentais de sujeito &uacute;nico, seleccionados com base na sua elevada frequ&ecirc;ncia e nas suas diferen&ccedil;as estruturais (ver Gast &amp; Hammond, 2010; Gast &amp; Ledford, 2010; Kennedy, 2005). A <a href="#f1">Figura 1</a> apresenta dados hipot&eacute;ticos de um desenho de investiga&ccedil;&atilde;o de revers&atilde;o, do tipo A-B-A-B, que assegura controlo experimental atrav&eacute;s de tr&ecirc;s demonstra&ccedil;&otilde;es intrassujeito do efeito da vari&aacute;vel independente (neste caso, a diminui&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de comportamentos disruptivos). A primeira demonstra&ccedil;&atilde;o desse efeito verifica-se em B<Sub>1</Sub>, com a diminui&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de comportamentos disruptivos ap&oacute;s a introdu&ccedil;&atilde;o da interven&ccedil;&atilde;o; a segunda demonstra&ccedil;&atilde;o do efeito verifica-se em A<Sub>2</Sub>, com o aumento da frequ&ecirc;ncia dos comportamentos-alvo ap&oacute;s o regresso &agrave; linha de base (i.e., aus&ecirc;ncia de interven&ccedil;&atilde;o); e, finalmente, a terceira demonstra&ccedil;&atilde;o do efeito da vari&aacute;vel independente sobre a vari&aacute;vel dependente verifica-se em B<Sub>2</Sub>, com a diminui&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia dos comportamentos disruptivos ap&oacute;s a reintrodu&ccedil;&atilde;o da interven&ccedil;&atilde;o. Este tipo de delineamento constitui o m&eacute;todo de elei&ccedil;&atilde;o para avaliar efeitos de causalidade quando os comportamentos s&atilde;o revers&iacute;veis. Segundo Gast e Hammond (2010), os desenhos A-B-A-B demonstram controlo experimental quando o n&iacute;vel (i.e., magnitude) e tend&ecirc;ncia (i.e., inclina&ccedil;&atilde;o dos dados) do comportamento-alvo melhoram no decurso da condi&ccedil;&atilde;o de interven&ccedil;&atilde;o (B<Sub>1 </Sub>e B<Sub>2</Sub>) e pioram no decurso da condi&ccedil;&atilde;o de linha de base (A<Sub>1 </Sub>e A<Sub>2</Sub>). Apenas nestes casos se pode estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o funcional ou causal entre a interven&ccedil;&atilde;o e as mudan&ccedil;as observadas no comportamento-alvo. </P >     <p>&nbsp;</P ><a name="f1">     <p><img src="/img/revistas/aps/v29n1/29n1a11f1.jpg" width="518" height="332"></P >     
<p>&nbsp;</P >     <p>Por seu turno, a <a href="#f2">Figura 2</a> apresenta dados hipot&eacute;ticos de um desenho de investiga&ccedil;&atilde;o de m&uacute;ltiplas linhas de base, com diferentes participantes, que assegura controlo experimental atrav&eacute;s de tr&ecirc;s demonstra&ccedil;&otilde;es intersujeitos do efeito da vari&aacute;vel independente. Note-se que, apesar de a ideia central dos desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o de sujeito &uacute;nico se basear na obten&ccedil;&atilde;o de controlo experimental com um <I>N</I>=1 (patente na pr&oacute;pria designa&ccedil;&atilde;o deste tipo de delineamentos experimentais) (Kennedy, 2005) e os desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o com m&uacute;ltiplas linhas de base, com diferentes participantes, exigirem um m&iacute;nimo de tr&ecirc;s participantes para assegurarem controlo experimental (n&atilde;o correspondendo tecnicamente a um desenho com <I>N</I>=1), este tipo de delineamentos obedece &agrave; l&oacute;gica da linha de base (i.e., a medi&ccedil;&atilde;o repetida do comportamento em, pelo menos, duas condi&ccedil;&otilde;es adjacentes &ndash; a linha de base e a interven&ccedil;&atilde;o), o alicerce primordial dos m&eacute;todos de investiga&ccedil;&atilde;o de sujeito &uacute;nico (Gast &amp; Hammond, 2010). Os desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o de m&uacute;ltiplas linhas de base s&atilde;o particularmente adequados quando o regresso &agrave; linha de base n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel devido &agrave; irreversibilidade da vari&aacute;vel dependente (por exemplo, quando esta implica aquisi&ccedil;&atilde;o de novos conhecimentos ou compet&ecirc;ncias) ou quando esse regresso n&atilde;o &eacute; desej&aacute;vel por motivos de car&aacute;cter pr&aacute;tico ou &eacute;tico (Gast &amp; Ledford, 2010). </P >     <p>&nbsp;</P ><a name="f2">     <p><img src="/img/revistas/aps/v29n1/29n1a11f2.jpg" width="517" height="912"></P >     
<p>&nbsp;</P >     <p>Estas figuras espelham a representa&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica mais simples e mais comum nos estudos publicados em revistas internacionais, o gr&aacute;fico de linhas. Os seus componentes essenciais incluem a abcissa ou eixo <I>x </I>(que tipicamente identifica a vari&aacute;vel tempo e que pode corresponder a dias, semanas, sess&otilde;es, etc.), a ordenada ou eixo <I>y </I>(que habitualmente identifica a vari&aacute;vel dependente), marcas de escala para os valores dos eixos <I>x </I>e <I>y</I>, r&oacute;tulos que descrevem cada condi&ccedil;&atilde;o experimental, pontos de dados que indicam os valores da vari&aacute;vel dependente em cada momento de recolha de dados (unidos entre si por uma linha s&oacute;lida dentro de cada condi&ccedil;&atilde;o), linhas verticais que assinalam os momentos de mudan&ccedil;a nas condi&ccedil;&otilde;es experimentais e o n&uacute;mero da figura e respectiva legenda. Como &eacute; poss&iacute;vel verificar, este tipo de representa&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica permite apresentar, de uma forma detalhada e eficiente, uma quantidade consider&aacute;vel de informa&ccedil;&atilde;o, nomeadamente no que diz respeito ao desenho experimental, &agrave; sequ&ecirc;ncia de condi&ccedil;&otilde;es experimentais, ao tempo despendido em cada condi&ccedil;&atilde;o e &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es entre vari&aacute;veis (Spriggs &amp; Gast, 2010). Note-se que &eacute; poss&iacute;vel construir estes gr&aacute;ficos, respeitando todas as recomenda&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas para este tipo de dados (ver Spriggs &amp; Gast, 2010), recorrendo a programas inform&aacute;ticos amplamente difundidos e de f&aacute;cil acesso (ver Barton, Reichow, &amp; Wolery, 2007; Carr &amp; Burkholder, 1998; Dixon et al., 2009; Grehan &amp; Moran, 2005). </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>CRIT&Eacute;RIOS DE QUALIDADE DOS DESENHOS DE INVESTIGA&Ccedil;&Atilde;O  DE SUJEITO &Uacute;NICO  </P >    <p>Horner e colaboradores (2005) prop&otilde;em sete indicadores que permitem avaliar se um determinado estudo de sujeito &uacute;nico &eacute; de elevada qualidade. Segundo os autores, um estudo de sujeito &uacute;nico pode ser considerado cred&iacute;vel se: </P >     <blockquote>       <p align="justify">1) 	Descrever detalhadamente os participantes e o seu processo de selec&ccedil;&atilde;o bem como as caracter&iacute;sticas essenciais do ambiente f&iacute;sico (no sentido de permitir a selec&ccedil;&atilde;o de participantes com caracter&iacute;sticas semelhantes em replica&ccedil;&otilde;es subsequentes). </p>       <p align="justify">2) 	Descrever de uma forma precisa e objectiva e medir repetidamente (em todas as condi&ccedil;&otilde;es) cada vari&aacute;vel dependente, obtendo e relatando elevadas percentagens de acordo interobser vadores (para cada vari&aacute;vel e para cada participante, em todas as condi&ccedil;&otilde;es do estudo). </p>       <p align="justify">3) 	Descrever com precis&atilde;o e manipular de uma forma activa e sistem&aacute;tica a vari&aacute;vel independente (i.e., a interven&ccedil;&atilde;o ou pr&aacute;tica), medindo e relatando a fidelidade de implementa&ccedil;&atilde;o (nomeadamente atrav&eacute;s da sua medi&ccedil;&atilde;o directa cont&iacute;nua). Todos os materiais e procedimentos envolvidos na interven&ccedil;&atilde;o devem ser descritos de forma precisa no sentido de permitir a replica&ccedil;&atilde;o e permitir uma interpreta&ccedil;&atilde;o v&aacute;lida dos resultados. </p>       <p align="justify">4) 	Descrever a condi&ccedil;&atilde;o de linha de base com uma precis&atilde;o que permita a replica&ccedil;&atilde;o. A medi&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel dependente durante a condi&ccedil;&atilde;o de linha de base deve ser prolongada at&eacute; se observar um padr&atilde;o de resposta consistente e est&aacute;vel (i.e., previs&iacute;vel), o que implica obter m&uacute;ltiplos pontos de dados (normalmente cinco ou mais) sem direc&ccedil;&atilde;o &oacute;bvia ou com uma direc&ccedil;&atilde;o oposta &agrave; que se pretende obter com a interven&ccedil;&atilde;o. </p>       <p align="justify">5) 	Demonstrar controlo experimental ou validade interna, atrav&eacute;s de (pelo menos) &ldquo;tr&ecirc;s demons tra&ccedil;&otilde;es do efeito experimental, em tr&ecirc;s momentos no tempo, quando se trata de um s&oacute; participante (replica&ccedil;&atilde;o intrassujeito), ou em diferentes participantes (replica&ccedil;&atilde;o intersujeitos). Um efeito experimental &eacute; demonstrado quando a mudan&ccedil;a prevista na vari&aacute;vel dependente &eacute; concomitante com a manipula&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel independente&rdquo; (p. 168). </p>       <p align="justify">6) 	Fornecer evid&ecirc;ncias acerca da validade externa dos resultados, atrav&eacute;s da sua replica&ccedil;&atilde;o em diferentes participantes, cen&aacute;rios, materiais, condi&ccedil;&otilde;es e/ou com diferentes medidas da vari&aacute;vel dependente. </p>       <p align="justify">7) 	Fornecer evid&ecirc;ncias relativamente (a) &agrave; validade social da interven&ccedil;&atilde;o, incluindo dados acerca da sua efici&ecirc;ncia (rela&ccedil;&atilde;o custo-benef&iacute;cio) e da sua utiliza&ccedil;&atilde;o fidedigna por profissionais de educa&ccedil;&atilde;o, em contextos naturais e por per&iacute;odos alargados de tempo, e (b) &agrave; validade social dos resultados obtidos, incluindo dados acerca da relev&acirc;ncia social da magnitude da mudan&ccedil;a resultante da interven&ccedil;&atilde;o. </p> </blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Estes indicadores de qualidade come&ccedil;aram j&aacute; a ser alvo de pilotagem e desenvolvimento. Por exemplo, Tankersley et al. (2008) aplicaram estes indicadores a dois artigos baseados em experi&ecirc;ncias de sujeito &uacute;nico, discutindo a necessidade de maior especifica&ccedil;&atilde;o e objectividade (no sentido de permitir uma avalia&ccedil;&atilde;o fidedigna da qualidade ou credibilidade de cada estudo por avaliadores independentes). Por seu turno, Lane, Wolery, Reichow e Rogers (2007) debru&ccedil;aram-se especificamente sobre o indicador n&uacute;mero 4, efectuando um conjunto de sugest&otilde;es sobre a informa&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria para descrever de forma replic&aacute;vel a condi&ccedil;&atilde;o de controlo. </P >    <p>Muito recentemente, tamb&eacute;m a <I>What Works Clearinghouse</I><sup><a href="#2">2</a></sup><a name="top2"></a> estabeleceu um conjunto de padr&otilde;es que permitem avaliar a validade interna dos desenhos de sujeito &uacute;nico (Kratochwill et al., 2010). Com base nestes padr&otilde;es, cada estudo &eacute; classificado como &ldquo;Cumpre os padr&otilde;es&rdquo; (com ou sem reservas) ou &ldquo;N&atilde;o cumpre os padr&otilde;es&rdquo; e apenas os estudos que cumprem os padr&otilde;es de qualidade s&atilde;o inclu&iacute;dos em revis&otilde;es destinadas a avaliar a efic&aacute;cia de uma determinada interven&ccedil;&atilde;o. Assim, adoptando algumas conven&ccedil;&otilde;es propostas por Horner et al. (2005), Kratochwill e colaboradores (2010) consideram que um estudo de sujeito &uacute;nico dever&aacute; exibir as seguintes caracter&iacute;sticas: </P >     <blockquote>       <p align="justify">1) 	Manipula&ccedil;&atilde;o activa e sistem&aacute;tica da vari&aacute;vel independente por parte do investigador (i.e., deve ser o investigador a decidir quando e como implementar a interven&ccedil;&atilde;o para que seja poss&iacute;vel estabelecer rela&ccedil;&otilde;es inequ&iacute;vocas entre a manipula&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel independente e a mudan&ccedil;a na vari&aacute;vel dependente). </p>       <p align="justify">2) 	Medi&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica de cada vari&aacute;vel dependente ao longo do tempo, por mais de um observador, com verifica&ccedil;&otilde;es do acordo interobservadores em, pelo menos, 20% dos dados de cada condi&ccedil;&atilde;o, e bons n&iacute;veis de acordo interobservadores (i.e., percentagens de acordo interobservadores acima de 80% e coeficientes kappa acima de .60). </p>       <p align="justify">3) 	Pelo menos, tr&ecirc;s tentativas para demonstrar um efeito experimental (em tr&ecirc;s momentos do tempo diferentes, no caso de replica&ccedil;&otilde;es intersujeitos, ou com tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es de condi&ccedil;&otilde;es ou fases, no caso de replica&ccedil;&otilde;es intrassujeitos). </p>       <p align="justify">4) 	Pelo menos, tr&ecirc;s pontos de dados em cada condi&ccedil;&atilde;o ou fase, considerando que quaisquer fases com menos de tr&ecirc;s pontos de dados n&atilde;o podem ser usadas para demonstrar a exist&ecirc;ncia ou aus&ecirc;ncia de um efeito. Por exemplo, para cumprir os padr&otilde;es sem reservas, cada estudo A-B-A-B deve incluir, pelo menos, quatro condi&ccedil;&otilde;es por caso/sujeito, com pelo menos cinco pontos de dados por condi&ccedil;&atilde;o; para cumprir os padr&otilde;es com reservas, um estudo A-B-A-B deve incluir um m&iacute;nimo de quatro condi&ccedil;&otilde;es por caso, com, pelo menos, tr&ecirc;s pontos de dados em cada condi&ccedil;&atilde;o. Paralelamente, para cumprir os padr&otilde;es sem reservas, um estudo de m&uacute;ltiplas linhas de base deve incluir pelo menos seis condi&ccedil;&otilde;es, com pelo menos cinco pontos de dados por condi&ccedil;&atilde;o; para cumprir os padr&otilde;es com reservas, um estudo de m&uacute;ltiplas linhas de base deve incluir pelo menos seis condi&ccedil;&otilde;es, com pelo menos tr&ecirc;s pontos de dados por condi&ccedil;&atilde;o. </p> </blockquote>     <p>Assegurada a qualidade do desenho de investiga&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s do cumprimento destes padr&otilde;es, &eacute; poss&iacute;vel documentar em que medida cada estudo de sujeito &uacute;nico fornece evid&ecirc;ncias fortes ou moderadas ou n&atilde;o fornece qualquer evid&ecirc;ncia de uma rela&ccedil;&atilde;o causal entre uma vari&aacute;vel independente e uma vari&aacute;vel dependente. Segundo Kratochwill et al. (2010), um estudo fornece evid&ecirc;ncias fortes de uma rela&ccedil;&atilde;o causal quando relata tr&ecirc;s demonstra&ccedil;&otilde;es de um efeito da interven&ccedil;&atilde;o, sem nenhuma demonstra&ccedil;&atilde;o de aus&ecirc;ncia de efeitos, e fornece evid&ecirc;ncias moderadas quando documenta tr&ecirc;s demonstra&ccedil;&otilde;es de um efeito e uma demonstra&ccedil;&atilde;o de aus&ecirc;ncia de efeito. </P >    <p>Actualmente, tais demonstra&ccedil;&otilde;es s&atilde;o estabelecidas essencialmente atrav&eacute;s de procedimentos sistem&aacute;ticos de an&aacute;lise visual (Gast &amp; Spriggs, 2010), que permitem obter interpreta&ccedil;&otilde;es consistentes dos dados por parte de diferentes observadores (Kahng et al., 2010). Assim, no decorrer da an&aacute;lise visual, &eacute; necess&aacute;rio considerar (a) os padr&otilde;es obtidos em cada condi&ccedil;&atilde;o, nomeadamente no que diz respeito ao n&iacute;vel, tend&ecirc;ncia e variabilidade dos dados e (b) os padr&otilde;es de dados obtidos em diferentes condi&ccedil;&otilde;es ou fases, nomeadamente a imedia&ccedil;&atilde;o do efeito, a propor&ccedil;&atilde;o de dados sobrepostos (i.e., propor&ccedil;&atilde;o de dados de uma condi&ccedil;&atilde;o que coincidem com dados da condi&ccedil;&atilde;o anterior) e a consist&ecirc;ncia dos dados em condi&ccedil;&otilde;es similares (Kennedy, 2005; Kratochwill et al., 2010). A inexist&ecirc;ncia de um padr&atilde;o de resposta na condi&ccedil;&atilde;o de linha de base (que permita fazer previs&otilde;es relativamente ao comportamento do sujeito), elevada variabilidade dentro de uma determinada condi&ccedil;&atilde;o, lat&ecirc;ncia prolongada entre a introdu&ccedil;&atilde;o da interven&ccedil;&atilde;o e a mudan&ccedil;a na vari&aacute;vel dependente, sobreposi&ccedil;&atilde;o entre padr&otilde;es observados e esperados da vari&aacute;vel dependente nas condi&ccedil;&otilde;es de linha de base e de interven&ccedil;&atilde;o, e padr&otilde;es inconsistentes em condi&ccedil;&otilde;es similares s&atilde;o alguns indicadores que sugerem a inexist&ecirc;ncia de um efeito (Kratochwill et al., 2010). </P >    <p>Note-se que n&atilde;o existe ainda consenso alargado acerca das an&aacute;lises estat&iacute;sticas e estimativas quantitativas da magnitude dos efeitos adequadas a este tipo de dados (Kratochwill et al., 2010; Wolery, Busick, Reichow, &amp; Barton, 2010). No entanto, estamos perante um campo claramente em expans&atilde;o, com novas propostas de estimativas a emergir frequentemente (e.g., Parker &amp; Vannest, 2009; Parker, Hagan-Burke, &amp; Vannest, 2007; Parker, Vannest, &amp; Brown, 2009). </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><I>Valida&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas com base em estudos de sujeito &uacute;nico </I></P >    <p>Ap&oacute;s determinar o rigor metodol&oacute;gico de um dado estudo e documentar o tipo de evid&ecirc;ncias por ele fornecidas, &eacute; ainda poss&iacute;vel avaliar se uma determinada pr&aacute;tica est&aacute; suficientemente fundamentada em estudos de sujeito &uacute;nico, isto &eacute;, se pode ser considerada baseada em evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas, com base em resultados de um conjunto de estudos de sujeito &uacute;nico. Para tal, Horner et al. (2005) sugerem os seguintes padr&otilde;es: </P >     <blockquote>       <p>1) 	A pr&aacute;tica (i.e., a interven&ccedil;&atilde;o) est&aacute; definida de uma forma precisa e objectiva, permitindo a sua replica&ccedil;&atilde;o fiel por outros investigadores. </p>       <p>2) 	O contexto e efeitos est&atilde;o definidos de uma forma clara, detalhando (a) as condi&ccedil;&otilde;es em que a pr&aacute;tica deve ser utilizada, (b) quem pode/deve implementar a pr&aacute;tica, (c) a popula&ccedil;&atilde;o a que a pr&aacute;tica se destina e em que parece ser eficaz, e (d) os comportamentos afectados pela pr&aacute;tica. </p>       <p>3) 	A pr&aacute;tica &eacute; implementada com fidelidade. </p>       <p>4) 	Os resultados dos estudos de sujeito &uacute;nico dispon&iacute;veis estabelecem uma rela&ccedil;&atilde;o causal ou funcional entre o uso da pr&aacute;tica e a mudan&ccedil;a em comportamentos-alvo socialmente relevantes. </p>       <p>5) 	Os efeitos experimentais s&atilde;o replicados por um n&uacute;mero suficiente de estudos, investigadores e participantes. Mais especificamente, s&atilde;o necess&aacute;rios, pelo menos, cinco estudos de sujeito &uacute;nico (de uma qualidade metodol&oacute;gica aceit&aacute;vel e que tenham sido publicados em revistas com procedimentos de revis&atilde;o por pares), conduzidos por, pelo menos, tr&ecirc;s investigadores diferentes, em tr&ecirc;s localiza&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas distintas, e que, cumulativamente, incluam um total de, pelo menos, 20 participantes. </p> </blockquote>     <p>Estes padr&otilde;es, em articula&ccedil;&atilde;o com os indicadores de qualidade, est&atilde;o j&aacute; a ser utilizados para avaliar a qualidade das evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas que sustentam as interven&ccedil;&otilde;es propostas em educa&ccedil;&atilde;o especial (e.g., Baker, Chard, Ketterlin-Geller, Apichatabutra, &amp; Doabler, 2009; Chard, Ketterlin-Geller, Baker, Doabler, &amp; Apichatabutra, 2009; Montagne &amp; Dietz, 2009). </P >    <p>UTILIDADE DOS DESENHOS DE INVESTIGA&Ccedil;&Atilde;O DE SUJEITO &Uacute;NICO </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A adequa&ccedil;&atilde;o e utilidade dos estudos ou experi&ecirc;ncias de sujeito &uacute;nico para o campo da educa&ccedil;&atilde;o especial decorrem das seguintes caracter&iacute;sticas: (a) a unidade de an&aacute;lise &eacute; o indiv&iacute;duo; (b) permitem descrever detalhadamente as caracter&iacute;sticas dos indiv&iacute;duos que beneficiam da interven&ccedil;&atilde;o e dos indiv&iacute;duos cujo comportamento permanece inalterado ou evolui negativamente; (c) permitem testar, de uma forma pr&aacute;tica, e em condi&ccedil;&otilde;es e contextos educativos t&iacute;picos, a efic&aacute;cia de interven&ccedil;&otilde;es educativas e comportamentais; (d) permitem testar uma teoria; e (e) constituem uma abordagem eficiente (i.e., com uma rela&ccedil;&atilde;o custo-benef&iacute;cio adequada) para identificar pr&aacute;ticas com potencial suficiente para justificar o investimento em estudos experimentais ou quase-experimentais (Horner et al., 2005). </P >     <p>Efectivamente, existe uma boa correspond&ecirc;ncia entre as possibilidades oferecidas por este tipo de m&eacute;todos e as necessidades de investiga&ccedil;&atilde;o em educa&ccedil;&atilde;o especial e em interven&ccedil;&atilde;o precoce. A baixa incid&ecirc;ncia de muitas incapacidades, a heterogeneidade da popula&ccedil;&atilde;o servida (Horner et al., 2005) e a natureza aplicada e individualizada da educa&ccedil;&atilde;o especial proporcionam frequentemente a emerg&ecirc;ncia de quest&otilde;es centradas (a) nos efeitos de interven&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas em crian&ccedil;as com perfis de desenvolvimento, comportamento e/ou desempenho escolar particulares e (b) na efic&aacute;cia de estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&atilde;o destinadas a produzir mudan&ccedil;as nos comportamentos dos diferentes profissionais que lidam com as crian&ccedil;as nos contextos de educa&ccedil;&atilde;o naturais (educadores, professores, terapeutas, etc.). A t&iacute;tulo de exemplo, vejamos algumas quest&otilde;es que t&ecirc;m sido alvo de investiga&ccedil;&atilde;o emp&iacute;rica no contexto de estudos de sujeito &uacute;nico, publicados em revistas internacionais: </P >     <blockquote>       <p>1) 	A utiliza&ccedil;&atilde;o de ensino incidental (i.e., interac&ccedil;&atilde;o que ocorre naturalmente no decurso de uma situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o estruturada e que &eacute; utilizada pelo adulto para transmitir informa&ccedil;&atilde;o ou proporcionar oportunidades para desenvolver uma compet&ecirc;ncia) por parte de educadores inseridos em programas de educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar destinados a crian&ccedil;as em situa&ccedil;&atilde;o de pobreza, poder&aacute; ser potenciada pela sua participa&ccedil;&atilde;o numa sess&atilde;o de treino, acompanhada por <I>feedback </I>escrito (di&aacute;rio) e verbal (intermitente)? (Mudd &amp; Wolery, 1987). </p>       <p>2) 	A implementa&ccedil;&atilde;o de uma interven&ccedil;&atilde;o baseada no ensino de estrat&eacute;gias de interac&ccedil;&atilde;o responsivas poder&aacute; facilitar as interac&ccedil;&otilde;es entre as crian&ccedil;as com desenvolvimento t&iacute;pico e os seus irm&atilde;os mais novos com S&iacute;ndrome de Down? (Trent, Kaiser, &amp; Wolery, 2005). </p>       <p>3) 	A modifica&ccedil;&atilde;o do ambiente de jogo, tornando-o mais restrito em termos de materiais, espa&ccedil;o e n&uacute;mero de pares dispon&iacute;veis, poder&aacute; aumentar a frequ&ecirc;ncia e dura&ccedil;&atilde;o das conversas (interac&ccedil;&otilde;es verbais) entre crian&ccedil;as com e sem incapacidades? A modifica&ccedil;&atilde;o do ambiente de jogo, aliada a estrat&eacute;gias adoptadas pelos educadores com o objectivo de sugerir e direccionar o comportamento das crian&ccedil;as de forma progressivamente mais intensiva, poder&aacute; aumentar a frequ&ecirc;ncia e dura&ccedil;&atilde;o das conversas entre crian&ccedil;as com e sem incapacidades? (Filla, Wolery, &amp; Anthony, 1999). </p>       <p>4) 	O fornecimento de <I>feedback </I>quantitativo a educadores respons&aacute;veis por salas de ensino pr&eacute;-escolar, sob a forma de gr&aacute;fico e tendo por base o comportamento previamente adoptado pelos mesmos, poder&aacute; aumentar a sua utiliza&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de ensino incidental)? (Casey &amp; McWilliam, 2008). </p> </blockquote>     <p>Trata-se de quest&otilde;es de investiga&ccedil;&atilde;o claramente orientadas para a resolu&ccedil;&atilde;o de problemas em contextos naturais, cujo estudo atrav&eacute;s de desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o tradicionais (i.e., de grupo) exigiria um grande n&uacute;mero de participantes e de recursos. </P >     <p>INCID&Ecirc;NCIA DOS DESENHOS DE INVESTIGA&Ccedil;&Atilde;O DE SUJEITO &Uacute;NICO  NA INVESTIGA&Ccedil;&Atilde;O NACIONAL  </P >    <p>Com o objectivo de determinar a incid&ecirc;ncia dos desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o de sujeito &uacute;nico, no contexto da investiga&ccedil;&atilde;o nacional, nos dom&iacute;nios da educa&ccedil;&atilde;o especial e da interven&ccedil;&atilde;o precoce, procurou-se consultar todas as publica&ccedil;&otilde;es efectuadas por investigadores nacionais nestes dom&iacute;nios, nos &uacute;ltimos 10 anos (incluindo artigos em revistas nacionais e internacionais, teses de mestrado e de doutoramento, publica&ccedil;&otilde;es em actas de encontros cient&iacute;ficos, etc.). Este processo foi conduzido de forma a permitir uma pesquisa t&atilde;o exaustiva quanto poss&iacute;vel das publica&ccedil;&otilde;es nacionais. Foram assim consultadas e analisadas: </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote>       <p>1) 	Todas as publica&ccedil;&otilde;es apresentadas por motores de busca <I>online </I>de car&aacute;cter cient&iacute;fico, em resposta a um conjunto de palavras-chave seleccionadas pela sua relev&acirc;ncia, considerando o objectivo da pesquisa (i.e., caso, delineamento, estudo, intrassujeitos, investiga&ccedil;&atilde;o, pesquisa, Portugal, sujeito, &uacute;nico), bem como a diferentes combina&ccedil;&otilde;es entre as mesmas, na l&iacute;ngua portuguesa e na l&iacute;ngua inglesa. Os motores de busca seleccionados encontravam-se dispon&iacute;veis em espa&ccedil;os <I>Web </I>nacionais, designadamente (a) dos reposit&oacute;rios de institui&ccedil;&otilde;es nacionais de ensino universit&aacute;rio do pa&iacute;s (Universidade do Porto, Universidade do Minho, Universidade de Lisboa, Universidade T&eacute;cnica de Lisboa, Universidade de Coimbra e ISPA &ndash; Instituto Universit&aacute;rio), (b) do Reposit&oacute;rio Cient&iacute;fico de Acesso Aberto de Portugal e (c) da Biblioteca Nacional de Portugal, bem como em espa&ccedil;os <I>Web </I>internacionais, designadamente da EBSCO e da SciELO. </p>       <p>2) 	Todas as publica&ccedil;&otilde;es apresentadas pelo motor de busca <I>online </I>de car&aacute;cter generalista da Google, em resposta &agrave;s palavras-chave previamente referidas e respectivas combina&ccedil;&otilde;es. </p>       <p>3) 	Todos os n&uacute;meros das principais revistas cient&iacute;ficas nacionais nos dom&iacute;nios da educa&ccedil;&atilde;o especial, educa&ccedil;&atilde;o e psicologia (<I>A Psicomotricidade, An&aacute;lise Psicol&oacute;gica</I>, <I>Cadernos de Educa&ccedil;&atilde;o de Inf&acirc;ncia</I>, <I>Educa&ccedil;&atilde;o Especial e Reabilita&ccedil;&atilde;o</I>, <I>Inclus&atilde;o, Inf&acirc;ncia e Educa&ccedil;&atilde;o: Investiga&ccedil;&atilde;o e Pr&aacute;ticas</I>, <I>Inova&ccedil;&atilde;o</I>, <I>Psicologia</I>, <I>Psicologia: Teoria, Investiga&ccedil;&atilde;o e Pr&aacute;tica</I>, <I>Psychologica</I>, <I>Revista de Educa&ccedil;&atilde;o </I>e <I>Revista Portuguesa de Educa&ccedil;&atilde;o</I>) dispon&iacute;veis nos respectivos espa&ccedil;os <I>Web </I>e/ou nas bibliotecas do ISPA &ndash; Instituto Universit&aacute;rio e da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade T&eacute;cnica de Lisboa. </p>       <p>4) Todas as publica&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis em espa&ccedil;os <I>Web </I>de organismos centrais seleccionados pela sua relev&acirc;ncia nos dom&iacute;nios em quest&atilde;o (e.g., Instituto Nacional de Reabilita&ccedil;&atilde;o). </p>       <p>5) 	Todas as publica&ccedil;&otilde;es enviadas por investigadores nacionais no dom&iacute;nio da educa&ccedil;&atilde;o especial e da interven&ccedil;&atilde;o precoce em resposta a um pedido de informa&ccedil;&atilde;o submetido atrav&eacute;s de correio electr&oacute;nico. </p> </blockquote>     <p>Utilizando como crit&eacute;rios de elegibilidade o recurso a participantes com incapacidades ou dificuldades de aprendizagem e a utiliza&ccedil;&atilde;o de desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o de sujeito &uacute;nico, a pesquisa efectuada permitiu identificar apenas cinco estudos. O <a href="#q1">Quadro 1</a> sistematiza a informa&ccedil;&atilde;o relativa &agrave;s principais caracter&iacute;sticas destes trabalhos de investiga&ccedil;&atilde;o, correspondentes a cinco teses de mestrado defendidas na Universidade do Minho e na Universidade do Porto. </P >     <p>&nbsp;</P ><a name="q1">     <p><img src="/img/revistas/aps/v29n1/29n1a11q1.jpg" width="555" height="257"></P >     
<p>&nbsp;</P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O reduzido n&uacute;mero de estudos que recorrem a este tipo de m&eacute;todos bem como o tipo de trabalhos identificados (i.e., trabalhos de car&aacute;cter acad&eacute;mico) sugerem um aparente desinteresse e, eventualmente, algum desconhecimento por parte dos investigadores nacionais em educa&ccedil;&atilde;o especial e em interven&ccedil;&atilde;o precoce em rela&ccedil;&atilde;o aos m&eacute;todos de sujeito &uacute;nico. A baixa incid&ecirc;ncia destes m&eacute;todos experimentais em educa&ccedil;&atilde;o especial n&atilde;o &eacute; surpreendente, tendo em conta outros relatos das orienta&ccedil;&otilde;es metodol&oacute;gicas em ci&ecirc;ncias sociais. A t&iacute;tulo informativo e no sentido de contextualizar estes dados, salienta-se os resultados relatados por Alferes, Bidarra, Lopes e M&oacute;nico (2009), de acordo com os quais as investiga&ccedil;&otilde;es experimentais e quase-experimentais publicadas em oito revistas nacionais na &aacute;rea da psicologia, entre 1967 e 2000, correspondem apenas a 5,9 % do material publicado, apesar da elevada propor&ccedil;&atilde;o de estudos subordinados a problem&aacute;ticas de aplica&ccedil;&atilde;o (45,6%). </P >     <p>O presente trabalho identifica uma abordagem metodol&oacute;gica, amplamente reconhecida por especialistas internacionais, que n&atilde;o tem ainda express&atilde;o no contexto nacional e que pode constituir uma mais-valia para a investiga&ccedil;&atilde;o e para os investigadores nacionais. Efectivamente, o seu potencial para a documenta&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica e eficiente dos efeitos de interven&ccedil;&otilde;es educativas bem como o seu potencial de aceita&ccedil;&atilde;o junto das principais revistas internacionais configuram os desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o de sujeito &uacute;nico como m&eacute;todos de elei&ccedil;&atilde;o em educa&ccedil;&atilde;o especial e em interven&ccedil;&atilde;o precoce. </P >     <p>&nbsp;</P >     <p>REFER&Ecirc;NCIAS </P >    <!-- ref --><p>Alferes, V. R., Bidarra, M. G., Lopes, C. A., &amp; M&oacute;nico, L. S. (2009). Dom&iacute;nios de investiga&ccedil;&atilde;o, orienta&ccedil;&otilde;es metodol&oacute;gicas e autores nas revistas portuguesas de psicologia. <I>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica</I>, 27, 3-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0870-8231201100010001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Baker, S., Chard, D., Ketterlin-Geller, L., Apichatabutra, C., &amp; Doabler, C. (2009). Teaching writing to at-risk students: The quality of evidence for self-regulated strategy development. <I>Exceptional Children, 75</I>, 303-318.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0870-8231201100010001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Barton, E. E., Reichow, B., &amp; Wolery, M. (2007). Guidelines for graphing data with Microsoft&reg; PowerPoint&trade;. <I>Journal of Early Intervention</I>, <I>29</I>, 320-336.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0870-8231201100010001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Carr, J. E., &amp; Burkholder, E. O. (1998). Creating single-subject design graphs with Microsoft Excel&trade;. <I>Journal of Applied Behavior Analysis</I>, <I>31</I>, 245-251.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0870-8231201100010001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <p>Casey, A. M., &amp; McWilliam, R. A. (2008). Graphical feedback to increase teachers&rsquo; use of incidental teaching. <I>Journal of Early Intervention, 30</I>, 251-268. </P >     <!-- ref --><p>Chard, D., Ketterlin-Geller, L., Baker, S., Doabler, C., &amp; Apichatabutra, C. (2009). Repeated reading interventions for students with learning disabilities: Status of the evidence. <I>Exceptional Children, 75</I>, 263-281.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0870-8231201100010001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Cook, B. G., Tankersley, M., &amp; Landrum, T. J. (2009). Determining evidence-based practices in special education. <I>Exceptional Children</I>, <I>75, </I>365-383<I>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0870-8231201100010001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </I></P >     <!-- ref --><p>Dixon, M. R., Jackson, J. W., Small, S. L., Horner-King, M. J., Ker Lik, N. M., Garcia, Y., &amp; Rosales, R. (2009). Creating single-subject design graphs in Microsoft Excel&trade; 2007. <I>Journal of Applied Behavior Analysis</I>, <I>42</I>, 277-293.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0870-8231201100010001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Dunst, C. J., &amp; Trivette, C. M. (2009). Using research evidence to inform and evaluate early childhood intervention practices<B>. </B><I>Topics in Early Childhood Special Education, 29</I>, 40-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S0870-8231201100010001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <p>Filla, A., Wolery, M., &amp; Anthony, L. (1999). Promoting children&rsquo;s conversations during play with adult prompts. <I>Journal of Early Intervention, 22, </I>93-108. </P >    <!-- ref --><p>Gast, D. L. (2010). Applied research in education and behavioral sciences. In D. L. Gast (Ed.), <I>Single subject research methodology in behavioral sciences </I>(pp. 2-19)<I>. </I>New York: Routlegde.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0870-8231201100010001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Gast, D. L., &amp; Hammond, D. (2010). Withdrawal and reversal designs. In D. L. Gast (Ed.), <I>Single subject research methodology in behavioral sciences </I>(pp. 234-275)<I>. </I>New York: Routlegde.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0870-8231201100010001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Gast, D. L., &amp; Ledford, J. (2010). Multiple baseline and multiple probe designs. In D. L. Gast (Ed.), <I>Single subject research methodology in behavioral sciences </I>(pp. 276-328)<I>. </I>New York: Routlegde.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0870-8231201100010001100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Gast, D. L., &amp; Spriggs, A. D. (2010). Visual analysis of graphic data. In D. L. Gast (Ed.), <I>Single subject research methodology in behavioral sciences </I>(pp. 199-233)<I>. </I>New York: Routlegde.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0870-8231201100010001100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Gersten, R., Fuchs, L. S., Compton, D., Coyne, M., Greenwood, C., &amp; Innocenti, M. S. (2005). Quality indicators for group experimental and quasi-experimental research in special education. <I>Exceptional </I><I>Children</I>, <I>71, </I>149-164.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0870-8231201100010001100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Grehan, P., &amp; Moran, D. J. (2005). Constructing single-subject reversal design graphs using Microsoft Word&trade;: A comprehensive tutorial. <I>Behavior Analyst Today</I>, <I>6</I>, 235-242.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0870-8231201100010001100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Horner, R., Carr, E., Halle, J., McGee, G., Odom, S., &amp; Wolery, M. (2005). The use of single-subject research to identify evidence-based practice in special education. <I>Exceptional Children</I>, <I>71</I>, 165-179.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0870-8231201100010001100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Kahng, S., Chung, K., Gutshall, K., Pitts, S. C., Kao, J., &amp; Girolami, K. (2010). Consistent visual analyses of intrasubject data. <I>Journal of Applied Behavior Analysis</I>, <I>43</I>, 35-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0870-8231201100010001100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Kennedy, C. H. (2005). <I>Single-case designs for educational research</I>. Boston, MA: Pearson/Allyn &amp; Bacon.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0870-8231201100010001100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Kratochwill, T. R., Hitchcock, J., Horner, R. H., Levin, J.R., Odom, S. L., Rindskopf, D. M., &amp; Shadish, W. R. (2010). <I>Single-case designs technical documentation</I>. Retirado da p&aacute;gina electr&oacute;nica da What Works Clearinghouse: <a href="http://ies.ed.gov/ncee/wwc/pdf/wwc_scd.pdf" target="_blank">http://ies.ed.gov/ncee/wwc/pdf/wwc_scd.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0870-8231201100010001100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Lane, K., Wolery, M., Reichow, B., &amp; Rogers, L. (2007). Describing baseline conditions: Suggestions for study reports. <I>Journal of Behavioral Education</I>, <I>16</I>, 224-234.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0870-8231201100010001100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Montague, M., &amp; Dietz, S. (2009). Evaluating the evidence base for cognitive strategy instruction and mathematical problem solving. <I>Exceptional Children, 75</I>, 285-302.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0870-8231201100010001100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Mudd, J. M., &amp; Wolery, M. (1987). Training head start teachers to use incidental teaching. <I>Journal of Early Intervention, 11</I>, 124-134.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0870-8231201100010001100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Odom, S. L., &amp; Strain, P. (2002). Evidence-based practice in early intervention/early childhood special education: Single-subject design research. <I>Journal of Early Intervention</I>, <I>25</I>, 151-160.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0870-8231201100010001100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Parker, R. I., &amp; Vannest, K. (2009). An improved effect size for single-case research: Nonoverlap of all pairs. <I>Behavior Therapy</I>, <I>40</I>, 357-367.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0870-8231201100010001100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Parker, R. I., Hagan-Burke, S., &amp; Vannest, K. (2007). Percentage of all non-overlapping data (PAND): An alternative to PND. <I>Journal of Special Education</I>, <I>40</I>, 194-204.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0870-8231201100010001100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Parker, R. I., Vannest, K., &amp; Brown, L. (2009). The improvement rate difference for single-case research. <I>Exceptional Children</I>, <I>75</I>, 135-150.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0870-8231201100010001100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Spriggs, A. D., &amp; Gast, D. L. (2010). Visual representation of data. In D. L. Gast (Ed.), <I>Single subject research methodology in behavioral sciences </I>(pp. 166-198)<I>. </I>New York: Routlegde.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0870-8231201100010001100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Tankersley, M., Cook, B. G., &amp; Cook, L. (2008). A preliminary examination to identify the presence of quality indicators in single-subject research<I>. Education and Treatment of Children</I>, <I>31</I>, 523-548.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0870-8231201100010001100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Thompson, B., Diamond, K., McWilliam, R., Snyder, P., &amp; Snyder, S. (2005). Evaluating the quality of evidence from correlational research for evidence-based practice. <I>Exceptional Children</I>, <I>71</I>, 181-194.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0870-8231201100010001100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Trent, J. A., Kaiser, A. P., &amp; Wolery, M. (2005). The use of responsive interaction strategies by siblings. <I>Topics in Early Childhood Special Education, 25</I>, 107-118.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0870-8231201100010001100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Wolery, M., Busick, M., Reichow, B., &amp; Barton, E. E. (2010). Comparison of overlap methods for quantitatively synthesizing single-subject data. <I>Journal of Special Education, 44</I>, 18-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0870-8231201100010001100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <p>&nbsp;</P >     <p><a name="0"></a><a href="#top0">Correspond&ecirc;ncia</a></P >     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Cec&iacute;lia Aguiar, ISPA &ndash; Instituto Universit&aacute;rio,    Rua do Jardim do Tabaco, 34, 1149-041, Lisboa. E-mail: <a href="mailto:caguiar@ispa.pt">caguiar@ispa.pt</a> </P >     <p>Este trabalho foi financiado pela Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e a Tecnologia (RIPD/QRD/109571/2009; *SFRH/BD/65146/2009) </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P >     <p>NOTAS</P >     <p><Sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></Sup>Single-subject research. </P >     <p><sup><a name="2"></a><a href="#top2">2</a></sup>Organiza&ccedil;&atilde;o criada pelo Institute of Education Sciences do Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o dos Estados Unidos da Am&eacute;rica com o objectivo de divulgar relat&oacute;rios sobre a qualidade das evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas dispon&iacute;veis na literatura, no sentido de permitir que profissionais de educa&ccedil;&atilde;o, decisores pol&iacute;ticos, investigadores e comunidade em geral sejam consumidores informados de investiga&ccedil;&atilde;o e possam tomar decis&otilde;es fundamentadas sobre &ldquo;o que funciona&rdquo; em educa&ccedil;&atilde;o.</P >      ]]></body><back>
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