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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Vinculação à mãe e ligação aos pares na adolescência: O papel mediador da auto-estima]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[According to attachment theory, the quality of relationships with parental figures play a key role in the way young people perceive themselves and others, contributing also to self-esteem development of to the relational ties built with peers. The main purpose of this study is to evaluate the contribution of the quality of attachment to mother in the prediction of the construction of peers bonds, taking into account the hypothesis of the mediating role of self-esteem, in a sample of 742 adolescents from both sexes, between 13 and 23 years (M=17.09, SD=1.84), from intact and divorced families. The study used the Attachment Questionnaire to the Father and Mother (Matos & Costa, 2004), the Inventory of Parental and Peer Attachment (Armsden & Greenberg, 1987) and also the Rosenberg&#8217;s Self-Esteem Scale (Rosenberg, 1965). All questionnaires presented appropriate psychometric qualities, with good internal consistency and adequate fit indexes (1st order confirmatory factor analysis). Results were obtained through structural equations methodology, and are indicative of quality of attachment to the mother as direct and indirect predictor of the quality of peers&#8217; relationships. In the model tested, self-esteem is positively predicted by the mother&#8217;s quality of emotional bond, and negatively by inhibition of exploration and individuality and separation anxiety. The results are also consistent with the mediating role of self-esteem on the association between quality of attachment to mother and attachment to peers.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Adolescência]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><B>Vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e e liga&ccedil;&atilde;o aos pares na adolesc&ecirc;ncia: O papel mediador da auto-estima </B></P >     <p><b>M. Rocha<Sup>*</Sup>; C. P. Mota**; P. M. Matos<Sup>*** </Sup></b></P >     <p><Sup>** </Sup>Bolseira de p&oacute;s-doutoramento da Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (SFRH/BPD/47876/2008), Investigadora do Centro de Estudos em Gest&atilde;o e Economia, Faculdade de Economia e Gest&atilde;o da Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa, Centro Regional do Porto; </P >     <p><Sup>** </Sup>Investigadora do Centro de Psicologia da Universidade do Porto / Professora Auxiliar na Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro; </P >     <p><Sup>*** </Sup>Investigadora do Centro de Psicologia da Universidade do Porto / Professora Auxiliar na Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto </P >     <p><a name="top0"></a><a href="#0">Correspond&ecirc;ncia</a></P >     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>De acordo com a teoria da vincula&ccedil;&atilde;o, a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o com as figuras parentais desempenha um papel fundamental na forma como os jovens se percebem a si e aos outros, contribuindo a qualidade destes la&ccedil;os para o desenvolvimento da auto-estima e dos la&ccedil;os que se constroem posteriormente com os pares. O objectivo deste estudo &eacute; observar a contribui&ccedil;&atilde;o da qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e na predi&ccedil;&atilde;o da liga&ccedil;&atilde;o aos pares, tendo em conta a hip&oacute;tese do papel mediador da auto-estima, numa amostra de 742 adolescentes de ambos os g&eacute;neros, entre os 13 e os 23 anos (<I>M</I>=17,09; <I>DP</I>=1,84), provenientes de fam&iacute;lias intactas e fam&iacute;lias com pais divorciados. O estudo recorreu ao Question&aacute;rio de Vincula&ccedil;&atilde;o ao Pai e &agrave; M&atilde;e (Matos &amp; Costa, 2004), ao Inventory of Parental and Peer Attachment (Armsden &amp; Greenberg, 1987), e ainda &agrave; Rosenberg&rsquo;s Self-Esteem Scale (Rosenberg, 1965). Todos os question&aacute;rios apresentam valores adequados, quer de consist&ecirc;ncia interna, quer de ajustamento &agrave;s an&aacute;lises factoriais confirmat&oacute;rias de 1&ordf; ordem. Os resultados, obtidos atrav&eacute;s da metodologia das equa&ccedil;&otilde;es estruturais, s&atilde;o indiciadores da qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e enquanto preditora, directa e indirecta, da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pares. No modelo testado, a auto-estima &eacute; predita positivamente pela qualidade do la&ccedil;o emocional e negativamente pela inibi&ccedil;&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o e individualidade e ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o na vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e. Os resultados s&atilde;o ainda concordantes com o papel mediador da auto-estima na associa&ccedil;&atilde;o entre qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e e liga&ccedil;&atilde;o aos pares. </P >    <p><B>Palavras-chave: </B>Adolesc&ecirc;ncia, Auto-estima, Media&ccedil;&atilde;o, Pares, Vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P >     <p><b>ABSTRACT</b></P >     <p>According to attachment theory, the quality of relationships with parental figures play a key role in the way young people perceive themselves and others, contributing also to self-esteem development of to the relational ties built with peers. The main purpose of this study is to evaluate the contribution of the quality of attachment to mother in the prediction of the construction of peers bonds, taking into account the hypothesis of the mediating role of self-esteem, in a sample of 742 adolescents from both sexes, between 13 and 23 years (<I>M</I>=17.09, <I>SD</I>=1.84), from intact and divorced families. The study used the Attachment Questionnaire to the Father and Mother (Matos &amp; Costa, 2004), the Inventory of Parental and Peer Attachment (Armsden &amp; Greenberg, 1987) and also the Rosenberg&rsquo;s Self-Esteem Scale (Rosenberg, 1965). All questionnaires presented appropriate psychometric qualities, with good internal consistency and adequate fit indexes (1st order confirmatory factor analysis). Results were obtained through structural equations methodology, and are indicative of quality of attachment to the mother as direct and indirect predictor of the quality of peers&rsquo; relationships. In the model tested, self-esteem is positively predicted by the mother&rsquo;s quality of emotional bond, and negatively by inhibition of exploration and individuality and separation anxiety. The results are also consistent with the mediating role of self-esteem on the association between quality of attachment to mother and attachment to peers. </P >     <p><B>Key-words: </B>Adolescence, Attachment to mother, Mediation, Peers. </P >     <p>&nbsp;</P >     <p>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O </P >     <p>Embora a literatura tenha vindo a assumir a import&acirc;ncia de outras figuras significativas para al&eacute;m da m&atilde;e, nomeadamente o pai e elementos da fam&iacute;lia alargada, no desenvolvimento emocional das crian&ccedil;as, os dados da qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e t&ecirc;m sido a fonte maior na formula&ccedil;&atilde;o dos princ&iacute;pios b&aacute;sicos da teoria da vincula&ccedil;&atilde;o (<I>vide</I>, Ainsworth, 1969, 1989a,b; Bowlby, 1988, 1990, 1998). Hoje em dia continuam a ser realizados estudos no intuito de compreender os efeitos do papel da m&atilde;e ao longo do desenvolvimento do sujeito enquanto crian&ccedil;a, adolescente e adulto. O presente estudo foca-se na adolesc&ecirc;ncia, onde se sucedem os est&aacute;dios desenvolvimentais a partir dos quais &eacute; poss&iacute;vel integrar novos elementos significativos na vincula&ccedil;&atilde;o. A imagem que os adolescentes criam de si e dos outros, prende-se com a qualidade da viv&ecirc;ncia das rela&ccedil;&otilde;es que estabelecem com as figuras significativas e em particular com a figura cuidadora (normalmente a m&atilde;e), pelo que uma abordagem te&oacute;rica centrada na aquisi&ccedil;&atilde;o de um sentido de estima pessoal torna-se pertinente. A auto-estima surge como uma vari&aacute;vel associada ao desenvolvimento psicossocial dos jovens, tornando-se particularmente relevante na adolesc&ecirc;ncia, implicando, de acordo com uma perspectiva ecol&oacute;gica, fortes associa&ccedil;&otilde;es no estabelecimento das rela&ccedil;&otilde;es fora do &acirc;mbito parental, nomeadamente na rela&ccedil;&atilde;o com os pares. </P >     <p><I>A participa&ccedil;&atilde;o da qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e na constru&ccedil;&atilde;o da auto-estima </I></P >    <p>A abordagem da constru&ccedil;&atilde;o da auto-estima enquanto resultado (tamb&eacute;m) do estabelecimento de rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o significativas, posteriormente constitu&iacute;das em modelos internos din&acirc;micos, n&atilde;o &eacute; nova (Bowlby, 1988). Deste modo, a percep&ccedil;&atilde;o pessoal do sujeito de si enquanto merecedor de cuidados e amor e a forma como compreende a imagem dos outros (enquanto consistentes e dispon&iacute;veis na presta&ccedil;&atilde;o de cuidados que prestam), tem mantido aberta uma linha de investiga&ccedil;&atilde;o, aparentemente inesgot&aacute;vel (Griffin &amp; Bartholomew, 1994a,b; Mota, 2008; Peixoto, 2004; Rocha, 2008; Trzesniewski, Robins, Roberts, &amp; Caspi, 2004, entre outros). </P >    <p>Com Ainsworth (1969) enfatizou-se a import&acirc;ncia da qualidade da rela&ccedil;&atilde;o criada entre a figura materna e filhos, quer ao n&iacute;vel do desenvolvimento presente, quer no futuro relacional dos sujeitos. Foi ainda com Mary Ainsworth que se introduz o conceito de sensibilidade materna face aos sinais da crian&ccedil;a de procura de proximidade. A sensibilidade materna &eacute; descrita como complementar ao comportamento de vincula&ccedil;&atilde;o, nomeadamente a procura de apoio ou <I>careseeking</I>. Esta sensibilidade por parte da figura de vincula&ccedil;&atilde;o prende-se com a capacidade de interpretar os sinais da crian&ccedil;a, nem sempre claros, e com a consequente resposta satisfat&oacute;ria &agrave;s necessidades transmitidas (Claussen &amp; Crittenden, 2000). Assim a sensibilidade materna surge como conceito chave da teoria da vincula&ccedil;&atilde;o na compreens&atilde;o das diferen&ccedil;as ao n&iacute;vel da seguran&ccedil;a durante o primeiro ano de vida (Bakermans-Kranenburg, van IJzendoorn, &amp; Juffer, 2003; de Wolff &amp; van IJzendoorn, 1997). &Eacute; a partir desta associa&ccedil;&atilde;o entre necessidades exibidas e provimento das mesmas, que o sujeito psicol&oacute;gico desenvolve em cada rela&ccedil;&atilde;o significativa a certeza (ou n&atilde;o) de que aquela figura estar&aacute; dispon&iacute;vel para o incentivar a fazer coisas diferentes ou novas ajudando-o a conhecer-se melhor a si pr&oacute;prio. De outro modo, funcionar&aacute; para o sujeito enquanto base segura (Ainsworth, 1967; Trinke &amp; Bartholomew, 1997). </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ao longo do ciclo de vida, os modelos internos din&acirc;micos v&atilde;o sendo constru&iacute;dos, reconstru&iacute;dos e activados, apresentando-se como uma influ&ecirc;ncia decisiva nas escolhas pessoais realizadas. Na adolesc&ecirc;ncia, a escolha dos pares ou do par amoroso pode representar um reflexo disto mesmo, na medida em que parece existir uma procura de elementos significativos de si nos outros significativos, confirmando deste modo o modelo de seguran&ccedil;a nas rela&ccedil;&otilde;es pessoais (Holmes, 2001), e a constru&ccedil;&atilde;o de bases seguras noutros dom&iacute;nios relacionais diversos dos dos pais. </P >    <p>Assim, &eacute; de todo pertinente abordar a adolesc&ecirc;ncia sob o ponto de vista da qualidade da rela&ccedil;&atilde;o &ldquo;m&atilde;e-adolescente&rdquo; e da base segura, tentando compreender o modo como o pr&oacute;prio sistema de vincula&ccedil;&atilde;o se vai desenvolvendo ele tamb&eacute;m. Neste contexto, adolescentes seguros s&atilde;o caracterizados pela possibilidade de se autonomizarem e avaliarem as suas rela&ccedil;&otilde;es com as figuras parentais de forma afectuosa, discutindo eventuais desacordos num contexto relacional caracterizado pela harmonia e pelo apoio. O adolescente seguro &eacute; livre para explorar a sua autonomia no desacordo, sabendo que que os pais manter&atilde;o a rela&ccedil;&atilde;o, o que por seu turno se torna preditivo dos n&iacute;veis de auto-estima e de auto-efic&aacute;cia percebidas (Allen, MacElhaney, Land, Kupermic, Moore, O&rsquo;Beeirne, &amp; Kilmer, 2003). Esta perspectiva retrata uma vis&atilde;o desenvolvi </B>mental, capaz de diferenciar dois p&oacute;los complementares: por um lado, a necessidade de seguran&ccedil;a emocional da crian&ccedil;a e mais tarde do adolescente e, por outro lado, a capacidade dos pais ou figuras prestadoras de cuidados para estarem dispon&iacute;veis e assegurarem o bem-estar dos seus filhos. </P >    <p>As associa&ccedil;&otilde;es positivas entre os dom&iacute;nios relacionais da vincula&ccedil;&atilde;o aos pais e aos pares, e destes com a auto-estima t&ecirc;m vindo a ser testados empiricamente de forma robusta (Diener &amp; Diener, 1995; Laible, Carlo, &amp; Roesch, 2004; Way &amp; Robinson, 2003; Wilkinson, 2006; Wilkinson &amp; Parry, 2004). A internaliza&ccedil;&atilde;o de modelos positivos dos prestadores de cuidados e a utiliza&ccedil;&atilde;o destes como base segura a partir da qual &eacute; poss&iacute;vel explorar-se a si e ao mundo parecem ser factores protectores da auto-estima pessoal, em espec&iacute;fico na adolesc&ecirc;ncia. Os pressupostos te&oacute;ricos em torno do desenvolvimento apoiam justamente esta ideia, na medida em que a auto-estima tendencialmente decresce durante a transi&ccedil;&atilde;o da inf&acirc;ncia para o in&iacute;cio da adolesc&ecirc;ncia; neste per&iacute;odo, os jovens est&atilde;o expostos a um turbilh&atilde;o de mudan&ccedil;as f&iacute;sicas, cognitivas e sociais que contribuem decisivamente para o processo de forma&ccedil;&atilde;o da identidade e do auto conceito (Fedman &amp; Elliot, 1990). </P >    <p>De acordo com Pinheiro e Ferreira (2001), a percep&ccedil;&atilde;o de aceita&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia (particularmente dos pais) e dos amigos apresenta fortes associa&ccedil;&otilde;es com a auto-estima. Por seu turno, uma percep&ccedil;&atilde;o elevada quer de aceita&ccedil;&atilde;o quer de auto-estima parecem associar-se a uma vincula&ccedil;&atilde;o segura, confirmando a hip&oacute;tese de que os modelos de vincula&ccedil;&atilde;o podem ser significativos para a avalia&ccedil;&atilde;o global do <I>self</I>. Assim, verifica-se que um contexto relacional de seguran&ccedil;a est&aacute;vel constitui um recurso de aprendizagem, dando lugar posterior &agrave; possibilidade da explora&ccedil;&atilde;o do mundo exterior. Uma explora&ccedil;&atilde;o em contexto seguro auxilia o relacionamento com os &ldquo;outros&rdquo;, fornecendo um importante indicador de maturidade emocional (Dubois, Felner, Brand, Adan, &amp; Evans, 1992). </P >    <p><I>Contributo da vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e para a constru&ccedil;&atilde;o dos contextos relacionais com os pares </I></P >    <p>A investiga&ccedil;&atilde;o emp&iacute;rica tem vindo consistentemente a observar a qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o aos pais enquanto um dos preditores da qualidade relacional com os pares (Bartholomew &amp; Horowitz, 1991; Benson, McWey, &amp; Ross, 2006; Hazan &amp; Zeifman, 1994, 1999; Klohnen, Weller, Luo, &amp; Choe, 2005; Mota, 2008; Ryan, La Guardia, Solky-Butzel, Chirkov, &amp; Kim, 2005). Em Portugal, estudos recentes (e.g., Mota &amp; Matos, 2009; Rocha, 2008) sublinham a import&acirc;ncia da qualidade dos la&ccedil;os emocionais constru&iacute;dos com os pais, em particular com a m&atilde;e, no desenvolvimento da auto-estima. Uma percep&ccedil;&atilde;o positiva de si parece repercutir-se no bem-estar dos adolescentes, demonstrando maior disponibilidade pessoal no estabelecimento de contactos com o contextos relacionais diversos dos parental, nomeadamente com os pares (<I>vide </I>tamb&eacute;m Booth &amp; Amato, 2001). Estudos longitudinais revelam ainda que os adolescentes que funcionam com modelos internos din&acirc;micos seguros s&atilde;o mais populares no grupo de pares, t&ecirc;m um maior n&uacute;mero de amigos que os adolescentes inseguros, demonstrando ainda maior disponibilidade para novos relacionamentos (Lieberman, Doyle, &amp; Markiewicz, 1999). A rela&ccedil;&atilde;o com os pais e a forma como os adolescentes integram esta rela&ccedil;&atilde;o no seu <I>hardware </I>relacional, cria modelos internos capazes de favorecer uma procura do adolescente em direc&ccedil;&atilde;o aos pares, apoiando a ideia da transfer&ecirc;ncia da vincula&ccedil;&atilde;o dos pais para os pares (e.g., Hazan &amp; Shaver, 1994; Hazan &amp; Zeifman, 1994; Trinke &amp; Bartholomew, 1997; Weiss, 1991) ou de alargamento da rede de vincula&ccedil;&atilde;o para cumprimento de fun&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o (Friedlmeier &amp; Granqvist, 2006; Rocha, 2008). Ao longo da adolesc&ecirc;ncia v&atilde;o surgindo novas figuras na rede relacional, estas, potencialmente significativas no preenchimento de necessidades afectivas. Fal&aacute;mos essencialmente dos pares amigos e do par amoroso. As rela&ccedil;&otilde;es de qualidade com os pares criam nos adolescentes sentimentos de procura de proximidade, rela&ccedil;&otilde;es essas que desempenham um papel importante no desenvolvimento pessoal e social do adolescente. Em alguns casos esta proximidade traduz-se em procura de apoio, conforto e partilha &iacute;ntima que se caracteriza pela reciprocidade, podendo estas rela&ccedil;&otilde;es vir a ser percebidas como rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o (Meeus, Osterwegel, &amp; Vollebergh, 2002; Nickerson &amp; Nagle, 2005). N&atilde;o se percepciona quer te&oacute;rica, quer empiricamente um car&aacute;cter de concorr&ecirc;ncia da qualidade das figuras parentais com a dos pares significativos, pelo contr&aacute;rio advoga-se que ambos os tipos de figuras t&ecirc;m pap&eacute;is espec&iacute;ficos que sugerem complementaridade no preenchimento das necessidades dos sujeitos. &Eacute; claramente um pressuposto da teoria de vincula&ccedil;&atilde;o que os modelos iniciais v&atilde;o suportando a constru&ccedil;&atilde;o das lentes emocionais e cognitivas com as quais &eacute; poss&iacute;vel percepcionar o <I>self </I>e os outros; que neste percurso desenvolvimental existem processos de rigidifica&ccedil;&atilde;o, quer pela repeti&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es da seguran&ccedil;a da pr&oacute;pria rela&ccedil;&atilde;o, quer pela aten&ccedil;&atilde;o dirigida, que influenciam a experi&ecirc;ncia emocional dos contextos relacionais al&eacute;m dos parentais. Mas &eacute; tamb&eacute;m claro que a introdu&ccedil;&atilde;o de contextos alternativos de seguran&ccedil;a pode providenciar as condi&ccedil;&otilde;es para a revis&atilde;o dos modelos internos din&acirc;micos, potenciando a plasticidade necess&aacute;ria &agrave; adaptabilidade pessoal (para revis&atilde;o consulte-se Rocha, 2008). </P >    <p>Assim, partindo da concep&ccedil;&atilde;o que o desenvolvimento dos jovens &eacute; pautado pela qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pares, e atendendo a que qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o parental parece ser essencial para o desenvolvimento psicossocial dos adolescentes (Mota, 2008), assume-se a relev&acirc;ncia de testar a exist&ecirc;ncia de vari&aacute;veis mediadoras nesta associa&ccedil;&atilde;o. Assim o testar do papel mediador da autoestima pode ajudar a compreender o processo de associa&ccedil;&atilde;o entre qualidade da rela&ccedil;&atilde;o com a m&atilde;e e a qualidade relacional com os pares. </P >    <p>ESTUDO EMP&Iacute;RICO </P >    <p><I>Objectivos e hip&oacute;teses </I></P >    <p>De acordo com o modelo conceptual da auto-estima enquanto sub-produto da vincula&ccedil;&atilde;o aos pais, e dos estudos que verificam associa&ccedil;&otilde;es consistentes entre a qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o aos pais e a vincula&ccedil;&atilde;o aos pares, pretende-se observar os efeitos da vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e na auto-estima e na rela&ccedil;&atilde;o com os pares, numa amostra de adolescentes portugueses. A partir deste enquadramento, &eacute; tamb&eacute;m esperado que a auto-estima desempenhe um papel mediador entre a qualidade relacional de ambos os contextos. S&atilde;o esperadas media&ccedil;&otilde;es de car&aacute;cter parcial, j&aacute; que se considera que embora a auto-estima seja fruto (tamb&eacute;m) da vincula&ccedil;&atilde;o aos pais, a auto-estima constitui-se como preditor <I>per se </I>das rela&ccedil;&otilde;es com os pares. </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>M&Eacute;TODO </P >    <p><I>Participantes </I></P >    <p>O estudo &eacute; composto por 742 adolescentes a frequentar o ensino secund&aacute;rio (<I>M</I><Sub>ano escolar</Sub>=10.34; <I>DP</I>=1.4), com idades compreendidas entre os 13 e os 23 anos (<I>M</I>=17.09; <I>DP</I>=1.8), 389 do g&eacute;nero feminino (52.4%) e 353 (47.6%) do g&eacute;nero masculino. Do total dos participantes, 647 (87.3%) prov&ecirc;m de fam&iacute;lias intactas e 94 (12.7%) de fam&iacute;lias divorciadas. A idade do pai varia entre os 32 e os 76 anos (<I>M</I>=46.23; <I>DP</I>=5.9), a idade da m&atilde;e varia entre os 34 e os 58 anos (<I>M</I>=43.54; <I>DP</I>=4.8) com uma escolaridade compreendida entre o analfabetismo e o ensino superior (para pai e m&atilde;e, respectivamente, 42.7%/ 45.5% &ndash; do 1&ordm; ao 4&ordm; ano do 1&ordm; ciclo; 14.9%/14.8% &ndash; 5&ordm; e 6&ordm; ano do 2&ordm; ciclo; 33.7%/31% &ndash; 7&ordm;ao 12&ordm; ano do 3&ordm; ciclo; 0.4%/0.4% t&ecirc;m frequ&ecirc;ncia universit&aacute;ria; 4.4%/5.1% t&ecirc;m cursos superiores e 0.1%/0.1% s&atilde;o analfabetos). </P >    <p><I>Instrumentos </I></P >    <p>Todos os instrumentos foram sujeitos a an&aacute;lise das propriedades psicom&eacute;tricas, nomeadamente, an&aacute;lise da consist&ecirc;ncia interna (alfa de Cronbach acima de .70) e an&aacute;lise factorial confirmat&oacute;ria de primeira ordem (AFC). AAFC apresentou &iacute;ndices de ajustamento aceit&aacute;veis, segundo os valores de corte preconizados para estas an&aacute;lises (<I>vide </I>Bollen, 1986; MacCallum, Widaman, Preacher, &amp; Hong, 1999; Yuan, 2005), quer de CFI (acima de .90), quer de SRMR e RMSEA (de valor inferior ou igual a .08). </P >    <p><I>Question&aacute;rio de Vincula&ccedil;&atilde;o ao Pai e &agrave; M&atilde;e &ndash; QVPM </I>(Matos &amp; Costa, 2001). &Eacute; um question&aacute;rio constitu&iacute;do na sua forma revista por 30 itens que traduzem afirma&ccedil;&otilde;es sobre as rela&ccedil;&otilde;es familiares. Procura avaliar as representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o dos adolescentes e jovens adultos aos pais, focalizando tr&ecirc;s dimens&otilde;es: a <I>Qualidade do la&ccedil;o emocional (QLE, 10 itens)</I>, a <I>Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o (AS, 10 itens) </I>e, por &uacute;ltimo, a <I>Inibi&ccedil;&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o e individualidade (IEI, 10 itens)</I>. O formato da resposta implica uma escala tipo <I>Likert </I>de seis pontos, que &eacute; realizada para o pai e m&atilde;e respectivamente. No presente estudo utilizaram-se apenas os dados relativos &agrave; qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o com m&atilde;e. Os Alfas de <I>Cronbach </I>para a presente amostra apresentam-se em seguida: IEI=.79; QLE=.90; AS=.82. As an&aacute;lises factoriais confirmat&oacute;rias de primeira ordem apresentam &iacute;ndices de ajustamento adequados aos dados para a vers&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e (CFI=.969, SRMR=.053, RMSEA=.075). </P >    <p><I>Inventory of Peer and Parental Attachment &ndash; IPPA </I>(Armsden &amp; Greenberg, 1987, adapta&ccedil;&atilde;o de Ferreira &amp; Costa, 1998, cit. in Ferreira, 1998). &Eacute; um question&aacute;rio de auto-relato que tem como objectivo avaliar a qualidade das rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o com os pais e com pares em adolescentes e jovens adultos. Neste estudo, utilizou-se apenas a vers&atilde;o pares, sendo esta constitu&iacute;da por 25 itens distribu&iacute;dos ao longo de 3 dimens&otilde;es: Confian&ccedil;a (CON de 10 itens); Comunica&ccedil;&atilde;o (COM de 8 itens); e Aliena&ccedil;&atilde;o (ALI de 7 itens). O formato de resposta &eacute; de tipo <I>Likert </I>em 6 pontos. Os Alfas de <I>Cronbach </I>para a presente amostra foram de: CON=.80; COM=.82 e ALI=.71. A an&aacute;lise factorial confirmat&oacute;ria apresentou &iacute;ndices de ajustamento adequados para o modelo (CFI=.963, SRMR=.034, RMSEA=.084). </P >    <p><I>Rosenberg&rsquo;s Self-Esteem Scale </I>(Rosenberg, 1965, adapta&ccedil;&atilde;o de Rocha &amp; Matos, 2003, cit. in Rocha, 2008). Trata-se de uma escala constitu&iacute;da por 10 itens que visam avaliar a auto-estima global, mediante uma escala de tipo <I>Likert </I>em 6 pontos. O Alfa de Cronbach para a presente amostra &eacute; de .85. A an&aacute;lise factorial confirmat&oacute;ria apresenta &iacute;ndices de ajustamento adequados (CFI=.976, SRMR=.054, RMSEA=.057). </P >    <p>Foi ainda utilizada uma <I>ficha demogr&aacute;fica</I>, onde se inclu&iacute;ram informa&ccedil;&otilde;es s&oacute;cio-demogr&aacute;ficas acerca dos adolescentes, mas tamb&eacute;m dados de identifica&ccedil;&atilde;o familiar, nomeadamente idade, profiss&atilde;o, escolaridade e estado civil das figuras parentais. </P >    <p><I>Procedimento </I></P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Tratando-se de um estudo transversal, a recolha dos dados foi realizada num s&oacute; momento em escolas secund&aacute;rias da regi&atilde;o norte e centro de Portugal. Esta amostra &eacute; uma amostra mista j&aacute; que composta por elementos recrutados quer numa &aacute;rea urbana quer numa outra mais interior ou rural. A aplica&ccedil;&atilde;o teve lugar em tempo lectivo, sendo apoiada pela equipa de investiga&ccedil;&atilde;o. Aquando da administra&ccedil;&atilde;o foram apresentados os objectivos gerais do estudo, pelo que, tratando-se de uma administra&ccedil;&atilde;o colectiva, foram dadas instru&ccedil;&otilde;es estandardizadas de esclarecimento no que diz respeito ao preenchimento dos question&aacute;rios de auto-relato, real&ccedil;ando em todo momento o car&aacute;cter sigiloso da informa&ccedil;&atilde;o inerente aos question&aacute;rios, assim como a &iacute;ndole volunt&aacute;ria da participa&ccedil;&atilde;o no estudo. A ordem dos question&aacute;rios foi invertida aleatoriamente, no intuito de prevenir efeitos de contamina&ccedil;&atilde;o de resposta por ordem de preenchimento. </P >    <p><I>Estrat&eacute;gia de an&aacute;lise de dados </I></P >     <p>Os dados foram analisados de acordo com a metodologia da modelagem de equa&ccedil;&otilde;es estruturais &ndash; SEM, com recurso ao programa estat&iacute;stico EQS (6.1.). Esta an&aacute;lise permite a interpreta&ccedil;&atilde;o de resultados tendo em conta a inclus&atilde;o de v&aacute;rias dimens&otilde;es numa mesma equa&ccedil;&atilde;o estrutural, compondo rela&ccedil;&otilde;es de causalidade e interdepend&ecirc;ncia entre as vari&aacute;veis, decompondo os efeitos totais em efeitos directos e indirectos e testando os &iacute;ndices de ajustamento no modelo global (Shipley, 1999). Tratando-se de uma t&eacute;cnica confirmat&oacute;ria, mais do que explorat&oacute;ria, pretendeu-se determinar a validade do modelo te&oacute;rico constru&iacute;do especificamente para este estudo. </P >     <p>O modelo inicial teve em conta todas as rela&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis entre as vari&aacute;veis, i.e., as vari&aacute;veis ex&oacute;genas que definem a qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e como preditoras quer da auto-estima, quer das tr&ecirc;s dimens&otilde;es da qualidade relacional com os pares. Do mesmo modo, a auto-estima era tamb&eacute;m preditora, em concomit&acirc;ncia com a equa&ccedil;&atilde;o anterior, das dimens&otilde;es da vincula&ccedil;&atilde;o aos pares. </P >    <p>Foram testados os efeitos indirectos/mediadores da auto-estima analisando a decomposi&ccedil;&atilde;o dos efeitos do modelo atrav&eacute;s dos valores dos testes <I>z </I>para as vari&aacute;veis relevantes com uma probabilidade acoplada de 95%. Em an&aacute;lises adicionais, utilizou-se o teste de Wald <I>a posteriori</I>, verificando do preju&iacute;zo da retirada de par&acirc;metros n&atilde;o significativos para o valor do Qui-quadrado. Assim, no modelo final apenas s&atilde;o considerados os par&acirc;metros resultantes desta opera&ccedil;&atilde;o. </P >    <p>O m&eacute;todo utilizado nas an&aacute;lises foi o de m&aacute;xima verosimilhan&ccedil;a, tendo sido previamente testada a normalidade das distribui&ccedil;&otilde;es das vari&aacute;veis utilizadas, recorrendo &agrave; an&aacute;lise dos gr&aacute;ficos de normalidade (Q-Q Plot), desta feita com recurso ao programa SPSS (vers&atilde;o 15). Esta an&aacute;lise verificou uma contiguidade consider&aacute;vel, tendo em conta o car&aacute;cter psicol&oacute;gico das vari&aacute;veis em an&aacute;lise. </P >    <p>O modelo final apresentou &iacute;ndices de ajustamento dentro dos valores cr&iacute;ticos aconselhados, a referir CFI acima de .90, assim como os &iacute;ndices de SRMR e RMSEA com valores abaixo de .08 (<I>vide </I>Byrne, 2006). A magnitude dos valores observados para o modelo final ser&atilde;o apresentados enquanto valores beta estandardizados, embora sejam avan&ccedil;ados os valores <I>z</I>, erro padr&atilde;o e beta n&atilde;o estandardizados (totais e indirectos) de modo a caracterizar a decomposi&ccedil;&atilde;o de efeitos. </P >    <p>RESULTADOS  </P >     <p>Tendo em conta a estrat&eacute;gia de an&aacute;lise de dados descrita anteriormente, foi testada a signific&acirc;ncia dos caminhos do modelo total (<I>vide </I><a href ="/img/revistas/aps/v29n2/29n2a01f1.jpg">Figura 1</a>). Ap&oacute;s a testagem do modelo inicial [&chi;<Sup><I>2</I></Sup>=441.810<Sub>(132)</Sub>, <I>p</I>=.000; CFI=.954; SRMR=.042; RMSEA=.057] e, a respectiva an&aacute;lise da compara&ccedil;&atilde;o de Wald para a retirada dos par&acirc;metros n&atilde;o significativos que n&atilde;o faziam variar significativamente o valor do Qui-quadrado [&chi;<Sup><I>2</I></Sup>=5.262<Sub>(3)</Sub>, <I>p</I>=.153], surge um modelo incluso<sup><a href="#1">1</a></sup><a name="top1"></a>, onde foram mantidas todas as dimens&otilde;es latentes, por&eacute;m onde foram retirados os par&acirc;metros &beta;<Sub>COM.IEI </Sub>(<I>z</I>=-1.674, EP=.063, <I>p</I>&gt;.05; &chi;<Sup><I>2</I></Sup>=3.269, <I>p</I>=.071), &beta;<Sub>COM.QLE </Sub>(<I>z</I>=-.446, EP=.132, <I>p</I>&gt;.05; &chi;<Sup><I>2</I></Sup>=.199, <I>p</I>=.656) e, &beta;<Sub>ALI.ASD </Sub>(<I>z</I>=-579, EP=.072, <I>p</I>&gt;.05; &chi;<Sup><I>2</I></Sup>=1.755, <I>p</I>=.185). </P >     
<p>No modelo final s&atilde;o apresentados os caminhos directos significativos no que respeita &agrave; equa&ccedil;&atilde;o de medida (<I>vide </I><a href ="/img/revistas/aps/v29n2/29n2a01f2.jpg">Figura 2</a>). Os &iacute;ndices de ajustamento encontram-se adequados aos dados recolhidos [&chi;<Sup><I>2</I></Sup>=447.074<Sub>(135)</Sub>, <I>p</I>=.000; CFI=.953; SRMR=.045; RMSEA=.056]. &Eacute; a partir deste modelo que foi analisada a decomposi&ccedil;&atilde;o de efeitos. Assim, os resultados directos (valores beta estandardizados) indicam que as tr&ecirc;s dimens&otilde;es da vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e se constitu&iacute;ram como preditoras significativas da Auto-estima, no sentido aguardado teoricamente. Deste modo, quer a Inibi&ccedil;&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o e da individualidade, quer a Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o predizem de forma fraca e negativa a Auto-estima (&beta;=-.24 e &beta;=-.26, respectivamente), enquanto que o preditor mais robusto (moderado e positivo) da Auto-estima &eacute; a Qualidade do la&ccedil;o emocional na rela&ccedil;&atilde;o com a m&atilde;e (&beta;=.41). Por outro lado, verifica-se que a Auto-estima &eacute; um preditora directa, no sentido aguardado pela literatura, das dimens&otilde;es que avaliam a qualidade relacional com os pares, i.e., de forma fraca e positiva no que respeita &agrave; Comunica&ccedil;&atilde;o (&beta;=.15) e &agrave; Confian&ccedil;a (&beta;=.23), de modo fraco a moderado e, negativamente, na Aliena&ccedil;&atilde;o com os pares (&beta;=-.30). </P >     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>Uma nota apenas para os resultados correlacionais, que se encontram dentro do que tamb&eacute;m &eacute; teoricamente esperado, pese embora com um valor para a associa&ccedil;&atilde;o entre a Confian&ccedil;a e a Comunica&ccedil;&atilde;o cujo valor &eacute; indiciador de multicolinariedade, por&eacute;m, que se coaduna quer com os estudos iniciais de Armsden e Greenberg (1987), onde o valor r de Pearson era bastante elevado entre estes mesmos constructos (<I>r</I>=.76). De qualquer forma os testes t efectuados para uma mesma amostra, indicaram que as dimens&otilde;es tinham m&eacute;dias significativamente diversas uma da outra [<I>M</I><Sub>COM.</Sub>=4.68, <I>DP</I>=.761, <I>t</I><Sub>(741)</Sub>=167.40, <I>p</I>=.000; <I>M</I><Sub>CON.</Sub>=4.84, <I>DP</I>=.727, <I>t</I><Sub>(741)</Sub>=181.53, <I>p</I>=.000], indicando que n&atilde;o se estaria a avaliar um constructo similar. De resto, n&atilde;o existe o inconveniente do erro eventual do modelo, j&aacute; que n&atilde;o se trata de vari&aacute;veis independentes mas das vari&aacute;veis ex&oacute;genas finais. </P >     <p>Quanto aos efeitos directos da qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e nas dimens&otilde;es da qualidade relacional com os pares, estes aconteceram de forma significativa por parte da Inibi&ccedil;&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o e individualidade na Confian&ccedil;a e na Aliena&ccedil;&atilde;o, de acordo com o esperado com valores entre o fraco a moderado e de sinal contr&aacute;rio (respectivamente, &beta;<Sub>CON.IEI</Sub>= -.09 e &beta;<Sub>ALI.IEI</Sub>=.13). A Qualidade do la&ccedil;o emocional prediz, embora de modo fraco, directa e significativamente, quer a Confian&ccedil;a (&beta;<Sub>CON.QLE</Sub>=.12), quer a Aliena&ccedil;&atilde;o (&beta;<Sub>ALI.QLE</Sub>=-.21). Por &uacute;ltimo, a Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o prediz fraca, e curiosamente positivamente, quer a Aliena&ccedil;&atilde;o (&beta;<Sub>ALI.ASD</Sub>=.26), quer a Comunica&ccedil;&atilde;o (&beta;<Sub>COM.ASD</Sub>=.18). Assim, cedo se levantou a hip&oacute;tese de que se estava perante um efeito de supress&atilde;o na equa&ccedil;&atilde;o, desde logo porque os resultados eram indiciadores de que quanto maior a Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o na rela&ccedil;&atilde;o com a m&atilde;e, maior seria o grau de Comunica&ccedil;&atilde;o com os amigos, o que n&atilde;o se enquadra de <I>a priori</I>, na teoria da vincula&ccedil;&atilde;o. </P >    <p>As respostas encontram-se na an&aacute;lise da decomposi&ccedil;&atilde;o de efeitos (<I>vide </I><a href ="/img/revistas/aps/v29n2/29n2a01f3.jpg">Figura 3</a>.), verificando-se, a exist&ecirc;ncia de um efeito indirecto, de sinal contr&aacute;rio ao relatado anteriormente, i.e., negativo, embora fraco, por&eacute;m significativo entre Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o e Comunica&ccedil;&atilde;o, mediado pela Auto-estima [&beta;<Sub>COM.ASD </Sub>(<I>z</I><Sub>TOT.</Sub>=3.342, EP=.034, <I>p</I>&lt;.05, &beta;<Sub>NON.</Sub>=.114; <I>z</I><Sub>IND.</Sub>=-2.306, EP=.014, <I>p</I>&lt;.05, &beta;<Sub>NON.</Sub>=-.032)]. </P >     
<p>Iniciou-se ent&atilde;o o procedimento de retirada das dimens&otilde;es da equa&ccedil;&atilde;o, faseadamente, de modo a verificar qual o supressor da associa&ccedil;&atilde;o. A an&aacute;lise indicou a exist&ecirc;ncia de uma associa&ccedil;&atilde;o positiva e baixa entre Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o e Auto-estima em termos de coeficiente de validade (<I>r</I>=.07, <I>p</I>&gt;.05), enquanto que o valor estandardizado da regress&atilde;o desta associa&ccedil;&atilde;o &eacute; negativo e significativo (&beta;=-.26, <I>p</I>&gt;.05). </P >     <p>A vari&aacute;vel Qualidade do la&ccedil;o emocional tem, por seu turno, uma associa&ccedil;&atilde;o significativa e positiva com a Auto-estima, quer no valor do coeficiente de validade, quer no valor estandardizado da regress&atilde;o (respectivamente, <I>r</I>=.14, <I>p</I>&lt;.05 e &beta;=.41, <I>p</I>&lt;.05). O valor da correla&ccedil;&atilde;o entre QLE e ASD &eacute; elevado (<I>r</I><Sub>QLE.ASD.</Sub>=.77). Esta &eacute; por isso uma situa&ccedil;&atilde;o que configura uma supress&atilde;o de rede, ou sobreposta (<I>cross-over</I>) por parte de QLE (<I>vide </I>Chen &amp; Krauss, 2004; Conger, 1974; Horst, 1941; MacKinnon, Fairchild, &amp; Fritz, 2007; Maassen &amp; Bakker, 2001; Paulhos, Robins, Trzesniewski, &amp; Tracy, 2004; Tzelgov &amp; Henik, 1991). Estes valores, por seu turno, fazem com que os valores beta estandardizados, directos e indirectos da vari&aacute;vel preditora (ASD) na vari&aacute;vel crit&eacute;rio Comunica&ccedil;&atilde;o aos pares sejam, pelo anteriormente referido, de sinal divergente, por outras palavras, apresentando-se no modelo enquanto media&ccedil;&atilde;o inconsistente (MacKinnon e colabora dores, 2007). Ser&aacute; ent&atilde;o uma situa&ccedil;&atilde;o em que a vari&acirc;ncia irrelevante de ASD que explica a Comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; removida, por ac&ccedil;&atilde;o do supressor em rede QLE, revelando a verdadeira efic&aacute;cia do preditor no crit&eacute;rio. </P >     <p>A decomposi&ccedil;&atilde;o de efeitos encontrou ainda efeitos mediados atrav&eacute;s da Auto-estima, (i) da Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o na Aliena&ccedil;&atilde;o (positivo e baixo) [&beta;<Sub>ALI.ASD </Sub>(<I>z</I><Sub>TOT.</Sub>=3.666, EP=.077, <I>p</I>&lt;.05, &beta;<Sub>NON.</Sub>=.282; <I>z</I><Sub>IND.</Sub>=2.813, EP=.023, <I>p</I>&lt;.05, &beta;<Sub>NON.</Sub>=.065)], (ii) da Qualidade do la&ccedil;o emocional na Aliena&ccedil;&atilde;o (negativos e baixo) e, (iii) na Confian&ccedil;a (positivo e baixo) [respectivamente (<I>z</I><Sub>TOT.</Sub>=-3.094, EP=.199, <I>p</I>&lt;.05, &beta;<Sub>NON.</Sub>=-.369; <I>z</I><Sub>IND.</Sub>=-3.314, EP=.038, <I>p</I>&lt;.05, &beta;<Sub>NON.</Sub>=-.137) e (<I>z</I><Sub>TOT.</Sub>=4.337, EP=.048, <I>p</I>&lt;.05, &beta;<Sub>NON.</Sub>=.206; <I>z</I><Sub>IND.</Sub>=3.358, EP=.027, <I>p</I>&lt;.05, &beta;<Sub>NON.</Sub>=.092)] e, finalmente (iv), da Inibi&ccedil;&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o e da individualidade na Aliena&ccedil;&atilde;o (positivo e baixo) [&beta;<Sub>ALI.IEI </Sub>(<I>z</I>=3.122, EP=.059, <I>p</I>&lt;.05, &beta;<Sub>NON.</Sub>=.184; z<Sub>IND.</Sub>=3.314, EP=.019, <I>p</I>&lt;.05, &beta;<Sub>NON.</Sub>=.064)]. </P >    <p>Ainda a prop&oacute;sito da decomposi&ccedil;&atilde;o de efeitos, referem-se ainda os efeitos indirectos (simples), negativo e baixo da Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o na Confian&ccedil;a aos pares (<I>z</I><Sub>IND.</Sub>=-2.670, EP=.016, <I>p</I>&lt;.05, &beta;<Sub>NON.</Sub>=-.044) e, do efeito, igualmente negativo e baixo da Inibi&ccedil;&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o e individualidade na Comunica&ccedil;&atilde;o (<I>z</I><Sub>IND.</Sub>=-2.737, EP=.012, <I>p</I>&lt;.05, &beta;<Sub>NON.</Sub>=-.032); finalmente, da exist&ecirc;ncia de um efeito indirecto, positivo e baixo, da Qualidade do la&ccedil;o emocional na Comunica&ccedil;&atilde;o aos pares (<I>z</I><Sub>IND.</Sub>=2.742, EP= .025, <I>p</I>&lt;.05, &beta;<Sub>NON.</Sub>=.068). </P >    <p>DISCUSS&Atilde;O </P >    <p>Os resultados confirmaram as hip&oacute;teses levantadas acerca do valor preditivo das dimens&otilde;es da qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e, quer na Auto-estima, quer na qualidade relacional com os pares enquanto dimens&otilde;es de Comunica&ccedil;&atilde;o, Confian&ccedil;a e Aliena&ccedil;&atilde;o. Confirmaram-se ainda as hip&oacute;teses quer da auto-estima enquanto preditor das tr&ecirc;s dimens&otilde;es da qualidade da rela&ccedil;&atilde;o com os pares, quer ainda da sua qualidade mediadora na associa&ccedil;&atilde;o entre ambos os contextos relacionais, pese embora com retirada de alguns dos caminhos directos preditos na hip&oacute;tese inicial. </P >     <p>Destes resultados parece concluir-se que a imagem global que os adolescentes criam de si mesmos pode ter um importante contributo da qualidade da rela&ccedil;&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o que constroem com a m&atilde;e. Assim, funcionamentos pessoais marcados por Inibi&ccedil;&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o e individua li dade e pela percep&ccedil;&atilde;o de uma autonomia deficit&aacute;ria no processo de separa&ccedil;&atilde;o, podem dificultar o processo de desenvolvimento psicossocial dos jovens pela diminui&ccedil;&atilde;o da Auto-estima. Ao contr&aacute;rio, a Qualidade do la&ccedil;o emocional evidencia um efeito positivo e moderado no desenvol vimento da auto-estima, refor&ccedil;ando a ideia de que na adolesc&ecirc;ncia o <I>&ldquo;detachment&rdquo; </I>&eacute; apenas aparente, mantendo-se a liga&ccedil;&atilde;o com a m&atilde;e uma fonte relevante de seguran&ccedil;a para os jovens. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os estudos que associam a qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o aos pais com a qualidade relacional com os pares na adolesc&ecirc;ncia apoiam os resultados obtidos relativamente &agrave;s associa&ccedil;&otilde;es encontradas entre a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e e a qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o aos pares (e.g., Nickerson &amp; Nagle, 2005). A Inibi&ccedil;&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o e individualidade apresenta um efeito directo e negativo, embora baixo, sobre a Confian&ccedil;a e um efeito directo positivo na Aliena&ccedil;&atilde;o. Talvez porque os adolescentes que percebem condicionamentos ao desenvolvimento da sua individualidade na rela&ccedil;&atilde;o com a m&atilde;e constroem, potencialmente, imagens internas dos outros enquanto n&atilde;o dispon&iacute;veis ou inconsistentes na sua presta&ccedil;&atilde;o de cuidados. Consequentemente, este padr&atilde;o relacional na rela&ccedil;&atilde;o com a m&atilde;e pode enviesar os relacionamentos com pares, pautando-os de emo&ccedil;&otilde;es de aliena&ccedil;&atilde;o e consequentemente de menor confian&ccedil;a na rela&ccedil;&atilde;o. Por seu turno, a Qualidade do la&ccedil;o emocional tem um efeito directo e positivo na Confian&ccedil;a e negativo na Aliena&ccedil;&atilde;o. Por &uacute;ltimo, constatou-se que a dimens&atilde;o de Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o tem um efeito directo e positivo nas dimens&otilde;es de Aliena&ccedil;&atilde;o e Comunica&ccedil;&atilde;o, este &uacute;ltimo resultado, que debateremos em detalhe. Nesta medida, adolescentes que apresentam dificuldades ao n&iacute;vel do processo de separa&ccedil;&atilde;o emocional &agrave; m&atilde;e, parecem procurar maior apoio no grupo de pares, especialmente no que diz respeito a procura de partilha e reciprocidade (Nickerson &amp; Nagle, 2005; Rocha, 2008). Todavia quando a ansiedade assume contornos mais elevados, o afastamento face ao grupo de pares pode desenvolver-se (Black, 2002). Esta quest&atilde;o deve ser entendida tendo em conta n&iacute;veis de ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o elevados que ultrapassam o limiar de ansiedade necess&aacute;ria e saud&aacute;vel no processo natural de separa&ccedil;&atilde;o-individua&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as e jovens. Assim, uma elevada ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o remete para n&iacute;veis de vincula&ccedil;&atilde;o ansiosa (desenvolvida por sujeitos nos quadrantes preocupados e amedrontados, na concep&ccedil;&atilde;o protot&iacute;pica de vincula&ccedil;&atilde;o de Bartholomew (1990; Bartholomew &amp; Horowitz, 1991) aumentando os valores de Aliena&ccedil;&atilde;o na rela&ccedil;&atilde;o com os pares. </P >    <p>Os efeitos da Auto-estima nas dimens&otilde;es utilizadas na avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade relacional aos pares, foram, como seria de esperar, positivos, quer na Comunica&ccedil;&atilde;o, quer na Confian&ccedil;a e negativos relativamente &agrave; Aliena&ccedil;&atilde;o. O papel da Auto-estima apresenta-se assim como uma dimens&atilde;o que claramente potencia ou dificulta o desenvolvimento de rela&ccedil;&otilde;es seguras com os pares. Num per&iacute;odo desenvolvimental onde o factor grupo se constituiu como contexto de vida primordial, as constru&ccedil;&otilde;es pessoais de si como merecedor de cuidados e dos outros enquanto bases e portos seguros confi&aacute;veis, influenciam sem qualquer d&uacute;vida a abordagem relacional dos elementos do <I>bando</I>, os pares. </P >    <p>Valer&aacute; a pena discutir, com alguma min&uacute;cia, os resultados referentes &agrave; propriedade supressora da Qualidade do la&ccedil;o emocional relativamente &agrave; associa&ccedil;&atilde;o entre a Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o e Auto-estima. De facto, a estat&iacute;stica permitiu observar o que est&aacute; subjacente em termos te&oacute;ricos, de outro modo, uma Qualidade de la&ccedil;o emocional implica de facto uma Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que a operacionaliza&ccedil;&atilde;o do la&ccedil;o em termos comportamentais se observa quer no grau de ansiedade nas situa&ccedil;&otilde;es de activa&ccedil;&atilde;o do sistema, quer no recurso a base e porto seguros que da figura o sujeito pessoal realiza. Por isso mesmo o modelo integra a forte associa&ccedil;&atilde;o entre ambos os constructos. Sendo a Auto-estima uma vari&aacute;vel que teoricamente se associa &agrave; qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o aos pais, desde logo pela imagem internalizada que o sujeito faz de si, mas com certeza da compara&ccedil;&atilde;o de si que faz com os outros (Bowlby, 1988; Mota, 2008; Rice &amp; Delwo, 2002; Rocha, 2008; Trzesnieeswski e colaboradores, 2004), aguardava-se que o seu papel fosse mediador, isto &eacute;, que parte da vari&acirc;ncia das dimens&otilde;es da qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e que explicam a qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o aos pares, seria explicada pela interven&ccedil;&atilde;o da Auto-estima. Na predi&ccedil;&atilde;o da Auto-estima, a Qualidade do la&ccedil;o emocional e a Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e, introduzidas enquanto vari&aacute;veis controladas, permitem observar que quanto mais elevada a primeira, maior robusta e positiva a Auto-estima, por&eacute;m, quanto maior a associa&ccedil;&atilde;o entre ambos os preditores, maior a possibilidade de que a Auto-estima sofra uma influ&ecirc;ncia negativa por parte da Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que, se com n&iacute;veis elevados, poder&aacute; funcionar, n&atilde;o como forma adaptativa do sistema de vincula&ccedil;&atilde;o, mas sim enquanto &ldquo;oponente&rdquo; &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de uma saud&aacute;vel imagem de si enquanto merecedor(a) de cuidados e carinho. Note-se contudo, que quando os efeitos dos preditores n&atilde;o se encontram controlados, as associa&ccedil;&otilde;es com a Auto-estima s&atilde;o ambas positivas e de magnitude baixa (sem signific&acirc;ncia no caso da AS). Testa-se assim empiricamente a necessidade de introduzir ambas as vari&aacute;veis neste tipo de modelos. </P >    <p>Por&eacute;m, este fen&oacute;meno transportou um outro. As associa&ccedil;&otilde;es entre a Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o e a Comunica&ccedil;&atilde;o na rela&ccedil;&atilde;o com os pares amigos evidenciavam um efeito directo positivo, contudo, um efeito mediado pela Auto-estima, desta feita negativo. A presen&ccedil;a de uma qualidade inconsistente da media&ccedil;&atilde;o &eacute; contudo suportada pelos dados bibliogr&aacute;ficos. De facto, o que parece estar a acontecer &eacute; que o valor negativo, que acontece pelo somat&oacute;rio dos produtos entre os par&acirc;metros da Auto-estima e AS e da primeira com a Comunica&ccedil;&atilde;o, aparece como um <I>revisor </I>do valor da vari&acirc;ncia da AS que de facto explica a Comunica&ccedil;&atilde;o com os pares. Em termos te&oacute;ricos, os resultados s&atilde;o indicadores de uma associa&ccedil;&atilde;o entre a vincula&ccedil;&atilde;o aos pais e a vincula&ccedil;&atilde;o aos pares (Black, 2002; Carlivati, 2001, 2003; Margolese, Markiewicz, &amp; Doyle, 2005). Deste modo, &eacute; uma Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o baixa que parece influenciar significativamente a qualidade da Comunica&ccedil;&atilde;o aos pares amigos, sendo desvendada a verdadeira magnitude da influ&ecirc;ncia positiva da AS na vari&aacute;vel crit&eacute;rio da rela&ccedil;&atilde;o com os pares. A leitura te&oacute;rica &eacute; por isso realizada com base na premissa de que quanto mais elevada a AS, menor o sentido pessoal de val&ecirc;ncia, e assim sendo, mantendo os n&iacute;veis de Ansiedade e separa&ccedil;&atilde;o na rela&ccedil;&atilde;o com a m&atilde;e a um n&iacute;vel baixo embora significativo, maior a possibilidade de que o sujeito psicol&oacute;gico aborde com seguran&ccedil;a o contexto relacional com os pares, no que respeita &agrave; qualidade e extens&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o. </P >     <p>Al&eacute;m destes efeitos mais complexos, a Auto-estima parece ainda mediar parcialmente as associa&ccedil;&otilde;es entre, (i) Inibi&ccedil;&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o e individualidade e os crit&eacute;rios Confian&ccedil;a e Aliena&ccedil;&atilde;o, (ii) Qualidade do la&ccedil;o emocional e os crit&eacute;rios Confian&ccedil;a e Aliena&ccedil;&atilde;o e, (iii) Ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o e Aliena&ccedil;&atilde;o. Parece-nos importante referir a import&acirc;ncia de cada preditor dos valores da qualidade relacional com pares nesta equa&ccedil;&atilde;o, i.e., dado que as media&ccedil;&otilde;es encontradas s&atilde;o parciais, a retirada ou do mediador ou do preditor n&atilde;o se adequa &agrave; realidade dos dados. De outro modo ainda, no contexto desenvolvimental da adolesc&ecirc;ncia (e nos que lhe sobrev&ecirc;m, cremos) quer a vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e, quer a Auto-estima t&ecirc;m o seu pr&oacute;prio papel n&atilde;o sendo poss&iacute;vel dissociar uma ou outra dos modelos pessoais de desenvolvimento. De acordo com os nossos resultados est&atilde;o os de Huntsinger e Luecken (2004), sugerindo que a auto-estima pode funcionar enquanto mediador entre a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o aos pais e os comportamentos saud&aacute;veis dos jovens, e de Rocha (2008) que observou este efeito mediador quer na associa&ccedil;&atilde;o qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o ao pai, quer &agrave; m&atilde;e e qualidade relacional com os pares. </P >     <p><I>Limita&ccedil;&otilde;es e pistas para futuras investiga&ccedil;&otilde;es </I></P >    <p>Embora os resultados obtidos neste estudo tenham trazido um contributo, que cremos relevante para futuras investiga&ccedil;&otilde;es, o seu desenho transversal n&atilde;o permite o acesso &agrave; compreens&atilde;o de processos psicol&oacute;gicos que lhe est&atilde;o subjacentes, o que se constitui numa &oacute;bvia limita&ccedil;&atilde;o. </P >    <p>No entanto, de novo foram encontrados resultados que permitem confirmar a consist&ecirc;ncia na associa&ccedil;&atilde;o entre a qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o aos pais, neste caso &agrave; m&atilde;e, e a vincula&ccedil;&atilde;o aos pares, contribuindo para o alargamento te&oacute;rico da vincula&ccedil;&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia. Mais ainda, a observa&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica da Auto-estima enquanto vari&aacute;vel que se desenvolve face &agrave; rela&ccedil;&atilde;o parental e por sua vez &eacute; tamb&eacute;m ela capaz de influenciar a qualidade das rela&ccedil;&otilde;es com os pares, alarga o campo de pesquisa da auto-estima sob o ponto de vista da vincula&ccedil;&atilde;o. </P >    <p>Uma das quest&otilde;es aberta com este trabalho, e que dever&aacute; ser explorada em futuros trabalhos, &eacute; da r&eacute;plica dos interessantes resultados acerca da supress&atilde;o e da media&ccedil;&atilde;o inconsistente. Al&eacute;m de permitir retirar ila&ccedil;&otilde;es interessant&iacute;ssimas acerca da necessidade de integrar nos estudos as dimens&otilde;es ou vari&aacute;veis que teoricamente devem aparecer conjuntamente como preditoras, sob pena do mascarar dos reais efeitos dos preditores sobre os crit&eacute;rios, permite ainda defender a an&aacute;lise cuidada da decomposi&ccedil;&atilde;o de efeitos como forma de compreens&atilde;o do real, tantas vezes descurada nos estudos emp&iacute;ricos porque de algum modo desvalorizada (<I>vide </I>Kenny, 2008; MacKinnon, Krull, &amp; Lockwood, 2000; MacKinnon et al., 2007; Maassen &amp; Bakker, 2001; Paulhos et al., 2004). </P >    <p>Por &uacute;ltimo, uma r&eacute;plica deste estudo com os dados relativos ao pai resultaria numa imagem mais completa das associa&ccedil;&otilde;es entre vincula&ccedil;&atilde;o a pais e pares e auto-estima. A figura paterna &eacute; na teoria da vincula&ccedil;&atilde;o, muitas vezes &ldquo;esquecida&rdquo; (Rocha, 2008). Seria imposs&iacute;vel testar num modelo as associa&ccedil;&otilde;es entre ambos os contextos relacionais com pais e as restantes vari&aacute;veis preditoras e crit&eacute;rio, j&aacute; que as quest&otilde;es da multicolineriedade e da parcim&oacute;nia se colocam (Hair, Anderson, Tatham, &amp; Black, 1998), no entanto, em futuros estudos esta ser&aacute; uma an&aacute;lise que se pretende efectuar. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P >     <p>REFER&Ecirc;NCIAS </P >    <!-- ref --><p>Ainsworth, M. D. S. (1967). <I>Infancy in Uganda: Infant care and the growth of love</I>. Baltimore: John Hopkins University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0870-8231201100020000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Ainsworth, M. D. S. (1969). <I>Maternal sensitivity scales. </I>Baltimore: John Hopkins University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0870-8231201100020000100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Ainsworth, M. D. S. (1989a). <I>Baltimore longitudinal study of attachment, 1964-1967</I>. Harvard University: The Radcliffe Institute for Advanced Study, Murray Research Center. <a href="http://www.radcliffe.edu/murray" target="_blank">www.radcliffe.edu/murray</a> </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0870-8231201100020000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ainsworth, M. D. S. (1989b). Attachment beyond infancy. <I>American Psychologist</I>, <I>44</I>, 709-716.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0870-8231201100020000100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <p>Allen, J. P., MacElhaney, K. B., Land, D. J., Kupermic, G. P., Moore, C. W., O&rsquo;Beeirne, H., &amp; Kilmer, S. L. (2003). A secure base in adolescence: Markers of attachment security in the mother-adolescent relationship. <I>Child Development</I>, <I>74</I>, 292-307. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Armsden, G. C., &amp; Greenberg, M. T. (1987). The Inventory of Parent and Peer Attachment: Relationships to wellbeing in adolescence. <I>Journal of Youth and </I><I>Adolescence, 16</I>, 427-454.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0870-8231201100020000100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Bakermans-Kranenburg, M. J., van IJzendoorn, M. H., &amp; Juffer, F. (2003). Less is more: Meta-analyses of sensitivity and attachment interventions in early childhood. <I>Psychological Bulletin</I>, <I>2</I>, 195-215.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0870-8231201100020000100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Bartholomew, K. (1990). Avoidance of intimacy: An attachment perspective. <I>Journal of Social and Personal Relationships, 7, </I>147-178.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0870-8231201100020000100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Bartholomew, K., &amp; Horowitz, L. M. (1991). Attachment styles among young adults: A test of a four-category model. <I>Journal of Personality and Social Psychology</I>, <I>61</I>, 226-244.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0870-8231201100020000100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Benson, M. J., McWey, L. M., &amp; Ross, J. J. (2006). Parental attachment and peer relations in adolescence: A meta-analysis. <I>Research in Human Development, 3</I>, 33-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0870-8231201100020000100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Black, K. A. (2002). Associations between adolescent-mother and adolescent-best friend interactions. <I>Adolescence</I>, <I>37</I>, 235-253. <a href="http://www.findarticles.com" target="_blank">www.findarticles.com</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0870-8231201100020000100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <p>Bollen, K.A. (1986). Sample size and Bentler and Bonett&rsquo;s nonnormed fit index. <I>Psychometrika</I>, <I>51</I>, 375-377. </P >    <!-- ref --><p>Booth, A., &amp; Amato, P. R. (2001). 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(1990). <I>Apego e perda: Apego, a natureza do v&iacute;nculo </I>(vol. 1, 2&ordf; ed.). S&atilde;o Paulo: Martins Fontes. (Original publicado em 1969) </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0870-8231201100020000100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bowlby, J. (1998). <I>Apego e perda: Separa&ccedil;&atilde;o, ang&uacute;stia e raiva </I>(vol. 2, 3&ordf; ed.). S&atilde;o Paulo: Martins Fontes. (Original publicado em 1973) </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0870-8231201100020000100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Byrne, B. M. (2006). <I>Structural equation modelling with EQS: Basic concepts, applications, and programming </I>(2nd ed.). New Jersey: Lawrence Erlbaum Associates.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S0870-8231201100020000100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Carlivati, J. (2001). <I>Adolescent attachment, peer relationships, and school success: Predictor, mediator, and moderator relations. </I>Tese n&atilde;o publicada, University of Virginia, Charlottesville.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0870-8231201100020000100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Carlivati, J. (2003, April). <I>Life stress and peer acceptance: Accounting for discontinuities between early attachment and adolescent friendship quality. </I>Poster apresentado no Biennial Meeting of the Society for Research in Child Development, Tampa, FL.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0870-8231201100020000100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Chen, P. Y., &amp; Krauss, A. (2004). Suppression effect. In M.S. Lewis-Beck, A. Bryman, &amp; T. F. Liao (Eds.), <I>Encyclopedia of Research Methods for the Social Sciences </I>(vol. 3, pp. 1101-1102). Newbury Park, CA: Sage.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0870-8231201100020000100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Claussen, A. H., &amp; Crittenden, P. M. (2000). Maternal sensitivity. In P. M. Crittenden &amp; A. H. Caussen (Eds.), <I>The organization of attachment relationships. Maturation, culture and context </I>(pp. 115-124). New-York: Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0870-8231201100020000100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Conger, A. J. (1974). A revised definition for suppressor variables: A guide to their identification and interpretation. <I>Educational and Psychological Measurement</I>, <I>34</I>, 35-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0870-8231201100020000100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>De Wolff, M., &amp; van IJzendoorn, M. (1997). Sensitivity and attachment: A meta-analysis on parental antecedents of infant-attachment. <I>Child Development</I>, <I>68</I>, 571-591.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0870-8231201100020000100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Diener, E., &amp; Diener, M. (1995). Cross-cultural correlates of life satisfaction and self-esteem. <I>Journal of Personality and Social Psychology</I>, <I>68</I>, 653-663.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0870-8231201100020000100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Dubois, D. L., Felner, R. D., Brand, S., Adan, A. M., &amp; Evans, E. G. (1992). A prospective study of life stress, social support, and adaptation in early adolescence. <I>Child Development</I>, <I>63</I>, 542-557.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0870-8231201100020000100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Fedman, S. S., &amp; Elliot, G. R. (1990). <I>At the threshold: The developing adolescent. </I>Cambridge, MA: Harvard University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0870-8231201100020000100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Ferreira, M. (1998). <I>Representa&ccedil;&otilde;es da rela&ccedil;&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o aos pais e pares e gravidez na adolesc&ecirc;ncia</I>. Disserta&ccedil;&atilde;o apresentada para obten&ccedil;&atilde;o do grau de Mestre &agrave; Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0870-8231201100020000100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Friedlmeier, W., &amp; Granqvist, P. (2006). Attachment transfer among Swedish and German adolescents: A prospective longitudinal study. <I>Personal Relationships</I>, <I>13</I>, 261-279.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0870-8231201100020000100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Griffin, D. W., &amp; Bartholomew, K. (1994a). Models of the self and other: Fundamental dimensions underlying measures of adult attachment. <I>Journal of Personality and Social Psychology, 67</I>, 430-445.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S0870-8231201100020000100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Griffin, D. W., &amp; Bartholomew, K. (1994b). The metaphysics of measurement: The case of adult attachment. In K. Bartholomew &amp; D. Pearlman (Eds.), Advances in personal relationships, Vol. 5: <I>Attachment processes in adulthood </I>(pp. 17-52). London: Jessica Kingsley Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0870-8231201100020000100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Hair, J. F. J., Anderson, R. E., Tatham, R. L., &amp; Black, W. C. (1998). <I>Multivariate data analysis </I>(5th ed.). Upper Saddle River, New Jersey: Prentice-Hall, Incorporated.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0870-8231201100020000100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Hazan, C., &amp; Shaver, P. R. (1994). Attachment as an organizational framework for research on close relationships. <I>Psychological Inquiry</I>, <I>5</I>, 1-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0870-8231201100020000100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Hazan, C., &amp; Zeifman, D. (1994). Sex and the psychological tether. In K. Bartholomew &amp; D. Perlman (Eds.), <I>Advances in personal relationships </I>(vol. 5, pp 17-52). London: Jessica Kingsley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0870-8231201100020000100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Hazan, C., &amp; Zeifman, D. (1999). Pair bonds as attachments: Evaluating the evidence. In J. Cassidy &amp; P. R. Shaver (Eds.), <I>Handbook of attachment: Theory, research, and clinical applications </I>(pp. 336-354). New York: The Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0870-8231201100020000100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Holmes, J. (2001). <I>The search for the secure base: Attachment theory and psychotherapy. </I>East Sussex: Brunner-Rutledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0870-8231201100020000100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Horst, P. (1941). The role of predictor variables which are independent of the criterion. <I>Social Science Research Bulletin</I>, <I>48</I>, 431-436.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0870-8231201100020000100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Huntsinger, E. T., &amp; Luecken, L. J. (2004). Attachment relationships and health behaviour: The mediational role of self-esteem. <I>Psychology and Health</I>, <I>19</I>, 515-526.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0870-8231201100020000100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Kenny, D. A. (2008). Reflections on mediation. <I>Organizational Research Methods</I>, <I>11</I>, 353-358.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0870-8231201100020000100038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Klohnen, E. C., Weller, J. A., Luo, S., &amp; Choe, M. (2005). Organization and predictive power of general and relationship-specific attachment models: One for all, and all for one? <I>Personality and Social Psychology Bulletin</I>, <I>31</I>, 1665-1682.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0870-8231201100020000100039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Laible, D. J., Carlo, G. &amp; Roesch, S. C. (2004). Pathways to self-esteem: The role of parent and peer attachment, sympathy, and social behaviors. <I>Journal of Adolescence</I>, <I>27, </I>703-716.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0870-8231201100020000100040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Lieberman, M., Doyle, A., &amp; Markiewicz, D. (1999). Developmental patterns in security of attachment to mother and father in late childhood and early adolescence: Associations with peers relations. <I>Child Development</I>, <I>70</I>, 202-213.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0870-8231201100020000100041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Maassen, G., &amp; Baker, A. (2001). Suppressor variables in path models: Definitions and interpretations. <I>Sociological Methods and Research, 30</I>, 241-270.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0870-8231201100020000100042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>MacCallum, R. C., Widaman, K. F., Preacher, K., &amp; Hong, S. (1999). Sample size in factor analysis. <I>Psychological Methods</I>, <I>4</I>, 84-99.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0870-8231201100020000100043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>MacKinnon, D. P., Krull, J. L., &amp; Lockwood, C. M. (2000). Equivalence of the mediation, confounding, and suppression effect. <I>Prevention Science, 4, </I>173-181.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S0870-8231201100020000100044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>MacKinnon, D. P., Fairchild, A. J., &amp; Fritz, M. S. (2007). Mediation analysis. <I>Annual Review of Psychology, 58</I>, 593-614.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0870-8231201100020000100045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Margolese, S. K., Markiewicz, D., &amp; Doyle, A. B. (2005). Attachment to parents, best friend, and romantic partner: Predicting different pathways to depression in adolescence. <I>Journal of Youth and Adolescence</I>, <I>34</I>, 637-650.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S0870-8231201100020000100046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Matos, P. M., &amp; Costa, M. E. (2001). <I>Question&aacute;rio de vincula&ccedil;&atilde;o ao pai e &agrave; m&atilde;e: Vers&atilde;o III. </I>Manuscrito n&atilde;o publicado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S0870-8231201100020000100047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Matos, P. M., &amp; Costa, M. E. (2004, May). Assessing attachment representations in adolescence: The father/mother attachment questionnaire. Comunica&ccedil;&atilde;o oral apresentada na <I>9th Biennial Conference of the </I><I>European Association for Research on Adolescence</I>, Oporto, Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S0870-8231201100020000100048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Meeus, W., Oosterwegel, A., &amp; Vollebergh, W. (2002). Parental and peer attachment and identity development in adolescence. <I>Journal of Adolescence, 25, </I>93-106.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S0870-8231201100020000100049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Mota, C. P. (2008). <I>Dimens&otilde;es relacionais no processo de adapta&ccedil;&atilde;o psicossocial de adolescentes: Vulnerabilidade e resili&ecirc;ncia em institucionaliza&ccedil;&atilde;o, no div&oacute;rcio e em fam&iacute;lias intactas. </I>Disserta&ccedil;&atilde;o de doutoramento apresentada &agrave; Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S0870-8231201100020000100050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Mota, C. P., &amp; Matos, P. M. (2009). Vincula&ccedil;&atilde;o, conflito e auto-estima em adolescentes de fam&iacute;lias intactas e divorciadas. <I>Revista Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 22</I>(3), <I>317-325.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S0870-8231201100020000100051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </I></P >    <!-- ref --><p>Nickerson, A. B., &amp; Nagle, R. J. (2005). Parent and peer attachment in late childhood and early adolescence. <I>Journal of Early Adolescence, 25</I>, 223-249.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S0870-8231201100020000100052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Paulhos, D. L., Robins, R. W., Trzesniewski, K H., &amp; Tracy, J. L. (2004). Two replicable suppressor situations in personality research. <I>Multivariated Behavioral Research</I>, <I>39</I>, 303-328.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S0870-8231201100020000100053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Peixoto, F. (2004). Qualidade das rela&ccedil;&otilde;es familiares, auto-estima, autoconceito e rendimento acad&eacute;mico. <I>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica, 1</I>, 235-244.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S0870-8231201100020000100054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Pinheiro, M. R. M., &amp; Ferreira, J. A. A. (2001, Outubro). <I>Desenvolvimento psicol&oacute;gico, atitudes em rela&ccedil;&atilde;o ao estudo e sucesso acad&eacute;mico. </I>Comunica&ccedil;&atilde;o apresentada no V Semin&aacute;rio de Investiga&ccedil;&atilde;o e Interven&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica no Ensino Superior, Viana do Castelo, Portugal. <a href="http://www.ualg.pt/OPQE/fases/1/com/gapa.htm" target="_blank">www.ualg.pt/OPQE/fases/1/com/gapa.htm</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S0870-8231201100020000100055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Rice, K. G., &amp; Delwo, J. P. (2002). Perfectionism and self-development: Implications for college adjustment. <I>Journal of Counseling and Development</I>, <I>80, </I>188-196.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S0870-8231201100020000100056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Rocha, M. (2008). <I>O desenvolvimento das rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia: Associa&ccedil;&otilde;es entre contextos relacionais com pais, pares e par amoroso. </I>Disserta&ccedil;&atilde;o de doutoramento apresentada &agrave; Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000182&pid=S0870-8231201100020000100057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Rosenberg, M. (1965). <I>Society and the adolescent self-image. </I>Princeton, New Jersey: Princeton University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S0870-8231201100020000100058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Ryan, R. M., La Guardia, J. G., Solky-Butzel, J., Chirkov, V., &amp; Kim, Y. (2005). On the interpersonal regulation of emotions: Emotional reliance across gender, relationships and cultures. <I>Personal Relationships</I>, <I>12, </I>145-163.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S0870-8231201100020000100059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Shipley, B. (1999). Testing causal causal explanations in organismal biology: Causation, correlation and structural equation modelling. <I>Oikos</I>, <I>86, </I>374-382.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S0870-8231201100020000100060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Trinke, S. J., &amp; Bartholomew, K. (1997). Hierarchies of attachment relationships in young adulthood. <I>Journal of Social and Personal Relationships</I>, <I>14</I>, 603-625.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S0870-8231201100020000100061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Trzesniewski, K. H., Robins, R. W., Roberts, B. W., &amp; Caspi, A. (2004). Personality and self-esteem development across the lifespan. In P. T. Costa, Jr. &amp; I. C. Siegler (Eds.), <I>Recent advances in psychology and aging </I>(pp. 163-185). 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A longitudinal study of the effects of family, friends, and school experiences on the psychological adjustment of ethnic minority, low-SES adolescents. <I>Journal of Adolescent Research</I>, <I>18</I>, 324-346.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S0870-8231201100020000100064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Weiss, R. S. (1991). <I>The attachment bond in childhood and adulthood</I>. In C. M. Parkes, J. Stevenson-Hinde, &amp; P. Marris (Eds.), Attachment across the life cycle (pp. 66-76). London. 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(2004). <I>Attachment styles, quality of attachment relationships, and components of self-esteem in adolescence. </I>Proceedings of the 39th Australian Psychological Society Annual Conference (pp. 301-305). Melbourne, Australia: The Australian Psychological Society.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000202&pid=S0870-8231201100020000100067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Yuan, K. H. (2005). Fit indices versus test statistics. <I>Multivariate Behavioral Research</I>, <I>40</I>, 115-148.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000204&pid=S0870-8231201100020000100068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <p>&nbsp;</P >     <p><a name="0"></a><a href="#top0">Correspond&ecirc;ncia</a></P >     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Magda Rocha, Investigadora do Centro de Estud os em Gest&atilde;o e Economia, Faculdade de Economia e Gest&atilde;o, Centro Regional do Porto, P&oacute;lo da Foz, Rua Diogo Botelho, 1327, 4169-005 Porto. E-mail: <a href="mailto:psi.magdarocha@gmail.com">psi.magdarocha@gmail.com</a> </P >     <p>Trabalho realizado no &acirc;mbito do projecto da Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e Tecnologia- PTDC/PSI/65416/2006. </P >     <p>&nbsp;</P >     <p>NOTAS</P >     <p><Sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></Sup>No original, &ldquo;nested model&rdquo;.</P >     ]]></body>
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