<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0870-8231</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Análise Psicológica]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Aná. Psicológica]]></abbrev-journal-title>
<issn>0870-8231</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[ISPA-Instituto Universitário]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0870-82312011000200011</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Funções da controladoria: Um estudo nas 100 maiores empresas do Estado de Santa Catarina]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lunkes]]></surname>
<given-names><![CDATA[Rogério João]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Machada]]></surname>
<given-names><![CDATA[Alessandra de Oliveira]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[Fabricia Silva da]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Telles]]></surname>
<given-names><![CDATA[João]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Santa Catarina  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>04</month>
<year>2011</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>04</month>
<year>2011</year>
</pub-date>
<volume>29</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>345</fpage>
<lpage>361</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0870-82312011000200011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0870-82312011000200011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0870-82312011000200011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[A definição das funções é um dos pontos fundamentais em qualquer estudo de controladoria. Entretanto, há dificuldades neste aspecto em decorrência de conceitos e concepções insatisfatórias, confusas e por vezes contraditórias na literatura. Diante disso, este trabalho tem como objetivo identificar as funções da controladoria nas 100 maiores empresas do Estado de Santa Catarina. O delineamento metodológico adotado para desenvolver a pesquisa foi o descritivo, de caráter quali e quantitativo, conduzido através do instrumento de levantamento (survey) e amostragem por acessibilidade. Os resultados mostram que a função contabilidade é exercida em 75% e o sistema de informações contábeis em 63%, enquanto a função de planejamento é exercida em 65% das empresas pesquisadas. Isto mostra que funções consideradas tradicionais como a contabilidade estão fortemente presentes e vem dividindo espaço com novas funções como o planejamento.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The definition of functions is one of the most fundamental issues in any study concerning controllership. However readers have faced difficulties in this aspect because of unsatisfactory conceits and conceptions, sometimes confused and many times contradictory, found in specialized literature. Thus the present work, aims at identifying of functions of controllership in the 100 firms bigs in Santa Catarina. It is a descriptive kind of work conducted through survey. The results show that the most quoted functions are planning, with 64% and information system, with 63%, in a clear indication that the controller has a proactive character in organizations, instead of only an informative one.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Controladoria]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Funções]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Planejamento]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[controller]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Controllership]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Functions]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Planning]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Controller]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><B>Fun&ccedil;&otilde;es da controladoria: Um estudo nas 100 maiores empresas do Estado de Santa Catarina </B></p>     <p><b>Rog&eacute;rio Jo&atilde;o Lunkes<Sup>*</Sup>; Alessandra de Oliveira Machada<Sup>*</Sup>; Fabricia Silva da Rosa<Sup>*</Sup>; Jo&atilde;o Telles<Sup>* </Sup></b></P >     <p><Sup>* </Sup>Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil </P >     <p><a name="top0"></a><a href="#0">Correspond&ecirc;ncia</a></P >     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A defini&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es &eacute; um dos pontos fundamentais em qualquer estudo de controladoria. Entretanto, h&aacute; dificuldades neste aspecto em decorr&ecirc;ncia de conceitos e concep&ccedil;&otilde;es insatisfat&oacute;rias, confusas e por vezes contradit&oacute;rias na literatura. Diante disso, este trabalho tem como objetivo identificar as fun&ccedil;&otilde;es da controladoria nas 100 maiores empresas do Estado de Santa Catarina. O delineamento metodol&oacute;gico adotado para desenvolver a pesquisa foi o descritivo, de car&aacute;ter quali e quantitativo, conduzido atrav&eacute;s do instrumento de levantamento (survey) e amostragem por acessibilidade. Os resultados mostram que a fun&ccedil;&atilde;o contabilidade &eacute; exercida em 75% e o sistema de informa&ccedil;&otilde;es cont&aacute;beis em 63%, enquanto a fun&ccedil;&atilde;o de planejamento &eacute; exercida em 65% das empresas pesquisadas. Isto mostra que fun&ccedil;&otilde;es consideradas tradicionais como a contabilidade est&atilde;o fortemente presentes e vem dividindo espa&ccedil;o com novas fun&ccedil;&otilde;es como o planejamento. </P >     <p><B>Palavras-chave: </B>Controladoria, Fun&ccedil;&otilde;es, Planejamento e <I>controller</I>. </P >     <p>&nbsp;</P >     <p><b>ABSTRACT</b></P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>The definition of functions is one of the most fundamental issues in any study concerning controllership. However readers have faced difficulties in this aspect because of unsatisfactory conceits and conceptions, sometimes confused and many times contradictory, found in specialized literature. Thus the present work, aims at identifying of functions of controllership in the 100 firms bigs in Santa Catarina. It is a descriptive kind of work conducted through survey. The results show that the most quoted functions are planning, with 64% and information system, with 63%, in a clear indication that the controller has a proactive character in organizations, instead of only an informative one. </P >     <P   ><B>Key-words: </B>Controllership, Functions, Planning e Controller. </P >     <p>&nbsp;</P >     <p>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O </P >    <p>As organiza&ccedil;&otilde;es contempor&acirc;neas t&ecirc;m experimentado press&otilde;es competitivas sem precedentes, sendo assim for&ccedil;adas a criar continuadamente mecanismos para diferenciar-se e incrementar seus n&iacute;veis de competitividade. Neste contexto, h&aacute; dois pontos interdependentes j&aacute; apontados nos trabalhos de Ansoff (1975), que tem aumentado significativamente de complexidade nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas. O primeiro diz respeito &agrave; <I>din&acirc;mica e complexidade do ambiente empresarial</I>, que &eacute; caracterizado pela freq&uuml;&ecirc;ncia e velocidade das mudan&ccedil;as dos diferentes segmentos do ambiente e pela sua for&ccedil;a, regularidade e previsibilidade. O segundo aparece como resposta ao primeiro e est&aacute; relacionado &agrave; <I>diferencia&ccedil;&atilde;o</I>. Isto ganha for&ccedil;a nos mais diferentes arranjos empresariais, e se mani festa na massiva setoriza&ccedil;&atilde;o da estrutura organizacional e nas rela&ccedil;&otilde;es com o ambiente, no difuso sistema de gest&atilde;o e tamb&eacute;m nas estruturas de poder que determinam as dire&ccedil;&otilde;es da organiza&ccedil;&atilde;o. </P >    <p>Frente a este quadro, a controladoria passa a exercer um papel central no processo de gest&atilde;o. Seu desenvolvimento ocorreu a partir dos preceitos b&aacute;sicos da contabilidade para uma ampla fun&ccedil;&atilde;o de suporte informacional, controle interno, planejamento tribut&aacute;rio, elabora&ccedil;&atilde;o do or&ccedil;amento e medidas operacionais, passando a participar tamb&eacute;m ativamente da formula&ccedil;&atilde;o das estrat&eacute;gias, fazendo com que o <I>controller </I>deixasse de ser apenas um compilador de dados e passasse a ser um gestor da informa&ccedil;&atilde;o respons&aacute;vel pelo planejamento estrat&eacute;gico das organiza&ccedil;&otilde;es. </P >     <p>Neste sentido, Roehl-Anderson e Bragg (1996) defendem que o <I>controller, </I>mais que o respons&aacute;vel pela contabilidade, &eacute; um executivo da empresa que freq&uuml;entemente deve orientar na dire&ccedil;&atilde;o, controle e prote&ccedil;&atilde;o do neg&oacute;cio. Defendem ainda que o <I>controller </I>n&atilde;o &eacute; o comandante do navio, esta tarefa compete ao principal executivo (CEO), mas pode ser comparado ao navegador, que mant&eacute;m controle sobre os &ldquo;instrumentos de navega&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Deve manter o comandante informado sobre a dist&acirc;ncia navegada, a velocidade imprimida, resist&ecirc;ncias encontradas, varia&ccedil;&otilde;es de curso, recifes perigosos &agrave; frente e onde os pain&eacute;is de navega&ccedil;&atilde;o indicam que o CEO deve encontrar e alcan&ccedil;ar o pr&oacute;ximo porto em seguran&ccedil;a. </P >    <p>Nesta linha, Siegel e Kulesza (1996) descrevem que a controladoria tem se especializado no apoio &agrave; decis&atilde;o. Tem a fun&ccedil;&atilde;o de garimpar a informa&ccedil;&atilde;o, transformando-a de tal forma que auxiliem e facilitem a tomada de decis&atilde;o das demais &aacute;reas. </P >    <p>Complementarmente, Anthony e Govindarajan (2001) entendem que a controladoria desempenha um importante papel na prepara&ccedil;&atilde;o de planos estrat&eacute;gicos e or&ccedil;ament&aacute;rios. Adicionalmente, Atkinson et al. (2000), Garrison e Noreen (2001), defendem que no atual contexto a controladoria est&aacute; se tornando parte da alta administra&ccedil;&atilde;o, participando da formula&ccedil;&atilde;o e da implementa&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias, cabendo-lhe a tarefa de traduzir o plano estrat&eacute;gico em medidas operacionais e administrativas. J&aacute; autores como, Jackson (1949), Heckert e Willson (1963), Tung (1974), Yoshitake (1984), Brito (2005) e Padoveze e Benedicto (2005) apresentam a contabilidade como uma das fun&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas da controladoria. </P >    <p>Complementando, autores como Almeida, Parisi e Pereira (2001), Peleias (2002) e Brito (2003) fazem refer&ecirc;ncia &agrave; fun&ccedil;&atilde;o de atender os agentes de mercado. Tamb&eacute;m fun&ccedil;&otilde;es como, auditoria interna citada por Jackson (1949) e Tung (1974) e controle interno por Yoshitake (1984) e Horngren, Sundem e Stratton (2004), fazem parte segundo os autores das atribui&ccedil;&otilde;es da controladoria. </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Conforme pode-se observar, ao mesmo tempo em que h&aacute; pontos em comum entre a maioria dos autores, tamb&eacute;m h&aacute;, na literatura, m&uacute;ltiplos entendimentos sobre a amplitude. Ou seja, constata</B>se uma certa assimetria sobre qual seja o campo de estudo e atua&ccedil;&atilde;o da controladoria e, principalmente suas fun&ccedil;&otilde;es. Para Carvalho (1995, p. 3), a confus&atilde;o de conceitos e vis&otilde;es detectados encontra resson&acirc;ncia nos estudos acad&ecirc;micos, uma vez que ainda s&atilde;o grandes as incertezas do que vem a ser e compor efetivamente esse campo de estudos. Corroborando, Borinelli (2006) destaca que os conte&uacute;dos dos textos da &aacute;rea abordam o tema sob prismas que, em algumas situa&ccedil;&otilde;es, nem parecem fazer parte da mesma teoria. Desta forma, Teixeira (2003) descreve que n&atilde;o h&aacute; consenso entre os autores de quais seriam as fun&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas da controladoria. </P >    <p>Visando reconhecer um conjunto de fun&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas, Horv&aacute;th (2006) descreve que devem-se estudar as fun&ccedil;&otilde;es oriundas de representa&ccedil;&otilde;es (&oacute;rg&atilde;os) &ldquo;oficiais&rdquo; e/ou associa&ccedil;&otilde;es como a FEI (Financial Executives Institute), de relat&oacute;rios sobre estudos emp&iacute;ricos e espec&iacute;ficos de atividades, organiza&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento da controladoria, de publica&ccedil;&otilde;es sobre solu&ccedil;&otilde;es &ldquo;t&iacute;picas&rdquo; ou &ldquo;dignas de imita&ccedil;&atilde;o&rdquo; provenientes da pr&aacute;xis, de manuais e/ou obras de refer&ecirc;ncia e, pesquisas em entidades de sele&ccedil;&atilde;o e recrutamento de <I>controllers</I>. </P >    <p>Levando em considera&ccedil;&atilde;o a dificuldade de fazer afirma&ccedil;&otilde;es precisas sobre as fun&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas da controladoria e, buscando dar uma resposta a esta quest&atilde;o, surge a seguinte pergunta de pesquisa: quais s&atilde;o as fun&ccedil;&otilde;es exercidas pela controladoria nas 100 maiores empresas do Estado de Santa Catarina? Assim, o objetivo central deste artigo &eacute; a identifica&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es da controladoria nas 100 maiores empresas do Estado de Santa Catarina. </P >    <p>FUN&Ccedil;&Otilde;ES DA CONTROLADORIA  </P >    <p>As fun&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m por objetivo orientar o campo de atua&ccedil;&atilde;o de determinada &aacute;rea do conhecimento. S&atilde;o como a a&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria ou natural de um &oacute;rg&atilde;o, aparelho ou m&aacute;quina. Segundo Horv&aacute;th (2006), para conhecer o estado e o desenvolvimento da controladoria na pr&aacute;tica &eacute; necess&aacute;rio estudar quatro instrumentos b&aacute;sicos, que s&atilde;o: (i) &oacute;rg&atilde;os de representa&ccedil;&atilde;o &ldquo;oficiais&rdquo; e/ou associa&ccedil;&otilde;es, (ii) relat&oacute;rios sobre estudos emp&iacute;ricos e espec&iacute;ficos de atividades, relacionados &aacute; organiza&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento, (iii) publica&ccedil;&otilde;es sobre solu&ccedil;&otilde;es &ldquo;t&iacute;picas&rdquo; ou &ldquo;dignas de imita&ccedil;&atilde;o&rdquo; oriundas da pr&aacute;xis e, (iv) manuais e/ou obras de refer&ecirc;ncia em controladoria. </P >    <p>A primeira compila&ccedil;&atilde;o de um &oacute;rg&atilde;o oficial das fun&ccedil;&otilde;es da controladoria foi publicada em 1946 pelo Controller&rsquo;s Institute of Am&eacute;rica, com o titulo de &ldquo;<I>The Place of the Controller&rsquo;s Office</I>&rdquo;. Essa divulga&ccedil;&atilde;o original continha 17 fun&ccedil;&otilde;es que foram, em 1949, reunidas em 6 grupos de fun&ccedil;&otilde;es. J&aacute; em 1962, por ocasi&atilde;o da mudan&ccedil;a do nome de Controller&rsquo;s Institute of Am&eacute;rica para Financial Executives Institute (FEI), foi realizada a publica&ccedil;&atilde;o das sete fun&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas da controladoria (Ver <a href="#q2">Quadro 2</a>), separando-as das atividades do tesoureiro. J&aacute; a International Federation of Accounting (IFAC) relaciona as fun&ccedil;&otilde;es de planejamento, avalia&ccedil;&atilde;o e controle das atividades e para assegurar o uso apropriado e respons&aacute;vel dos recursos. </P >     <p>&nbsp;</P ><a name="q1">     <p><img src="/img/revistas/aps/v29n2/29n2a11q1.jpg" width="581" height="633"></P >     
<p>&nbsp;</P ><a name="q2">     <p><img src="/img/revistas/aps/v29n2/29n2a11q2.jpg" width="581" height="861"></P >     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P >     <p>Para construir a partir da literatura, as fun&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas da controladoria, utilizou-se de duas das formas apontadas por Horv&aacute;th (2006): os trabalhos emp&iacute;ricos e os manuais de referencia na &aacute;rea. O <a href="#q1">Quadro 1</a> resume as rela&ccedil;&otilde;es observadas entre as fun&ccedil;&otilde;es de controladoria extra&iacute;das de pesquisas emp&iacute;ricas dos EUA, Alemanha e Brasil. Os dados foram expostos em uma rela&ccedil;&atilde;o temporal, assim pode-se tamb&eacute;m acompanhar a evolu&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s das d&eacute;cadas. </P >    <p>Em rela&ccedil;&atilde;o aos estudos realizados quanto &agrave;s fun&ccedil;&otilde;es da controladoria na pr&aacute;tica, constata-se que, no Brasil, 100% das pesquisas analisadas, julgam que o planejamento &eacute; a fun&ccedil;&atilde;o mais relevante da controladoria. Nos Estados Unidos, esta &eacute; a opini&atilde;o de 50% e na Alemanha de 80% dos estudos da &aacute;rea. Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; fun&ccedil;&atilde;o de controle, percebe-se que na Alemanha, ela &eacute; considerada fundamental na gest&atilde;o dos neg&oacute;cios, por 80% das pesquisas. Por seu turno, no Brasil e nos Estados Unidos, esta fun&ccedil;&atilde;o &eacute; julgada relevante por 75% e 50% dos trabalhos emp&iacute;ricos, respectivamente. </P >    <p>Conforme <a href="#q1">Quadro 1</a>, h&aacute; um consenso sobre a import&acirc;ncia do papel da controladoria como agente de pensar no futuro da organiza&ccedil;&atilde;o (planejamento) e de monitorar e corrigir a rota (controle). Entre as fun&ccedil;&otilde;es menos lembradas est&atilde;o a avalia&ccedil;&atilde;o e consultoria, processamento de dados, mensura&ccedil;&atilde;o de riscos, organiza&ccedil;&atilde;o, desenvolvimento de pessoal e coordena&ccedil;&atilde;o, com nenhuma cita&ccedil;&atilde;o. </P >    <p>As pesquisas emp&iacute;ricas de Sathe (1978) e posteriormente de Siegel e Kulesza (1994) mostram uma mudan&ccedil;a nas empresas americanas a partir dos anos de 1970, de uma fun&ccedil;&atilde;o essencialmente cont&aacute;bil para a participa&ccedil;&atilde;o no planejamento. Isto &eacute; corroborado por Skousen e Zimmer (1970), que apontam para uma crescente participa&ccedil;&atilde;o da controladoria no planejamento e sistema de informa&ccedil;&otilde;es. As pesquisas mais recentes como a de Zoni e Merchant (2007) e Rouweelar e Bots (2008) levantam caracter&iacute;sticas que influenciam as fun&ccedil;&otilde;es e a participa&ccedil;&atilde;o da controladoria na gest&atilde;o das empresas. A pesquisa realizada por Rouweelar e Bots (2008) na Holanda aponta que essas caracter&iacute;sticas podem ser classificadas em organizacionais e pessoais e apresentam oito hip&oacute;teses que influenciam a participa&ccedil;&atilde;o da controladoria na gest&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o. </P >    <p>O <a href="#q2">Quadro 2</a> apresenta as rela&ccedil;&otilde;es observadas entre as fun&ccedil;&otilde;es da controladoria extra&iacute;das de trabalhos te&oacute;ricos, ou seja, obras e manuais de referencia na &aacute;rea. </P >     <p>A partir do <a href="#q2">Quadro 2</a>, pode-se construir a <a href="#t1">Tabela 1</a>, na qual se evidencia a percep&ccedil;&atilde;o de relev&acirc;ncia, na vis&atilde;o das obras pesquisadas, das diferentes fun&ccedil;&otilde;es atribu&iacute;das a controladoria. </P >     <p>&nbsp;</P ><a name="t1">     <p><img src="/img/revistas/aps/v29n2/29n2a11t1.jpg" width="554" height="428"></P >     
<p>&nbsp;</P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Assim, em uma breve an&aacute;lise, constata-se que, no Brasil, 100% dos pesquisadores analisados, julgam que o planejamento &eacute; a fun&ccedil;&atilde;o mais relevante da controladoria. Nos Estados Unidos e na Alemanha, esta &eacute; a opini&atilde;o de 80% dos estudiosos da &aacute;rea. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; fun&ccedil;&atilde;o de controle, percebe-se que na Alemanha, ela &eacute; considerada fundamental na gest&atilde;o dos neg&oacute;cios, por 100% das obras. Por seu turno, no Brasil e nos Estados Unidos, esta fun&ccedil;&atilde;o &eacute; julgada relevante por 80% e 70% das obras, respectivamente. </P >     <p>Se forem consideradas as defini&ccedil;&otilde;es de fun&ccedil;&otilde;es da teoria cl&aacute;ssica da administra&ccedil;&atilde;o; planejamento, organiza&ccedil;&atilde;o, dire&ccedil;&atilde;o e controle, pode-se concluir que nos tr&ecirc;s pa&iacute;ses h&aacute; um consenso sobre a import&acirc;ncia do papel da controladoria como agente de pensar no futuro da organiza&ccedil;&atilde;o (planejamento) e de monitorar e corrigir a rota (controle). </P >     <p>Entre as fun&ccedil;&otilde;es com menor refer&ecirc;ncia, destaque para os controles internos com 3% e relat&oacute;rios governamentais, processamento de dados, mensura&ccedil;&atilde;o do risco e desenvolvimento de pessoas com 7%, cada. Adicionalmente, perdem import&acirc;ncia as fun&ccedil;&otilde;es relacionadas a processamento de dados, substitu&iacute;do pelo termo sistema de informa&ccedil;&otilde;es e auditoria interna. </P >    <p>Percebe-se tamb&eacute;m que fun&ccedil;&otilde;es como cont&aacute;bil, auditoria, administra&ccedil;&atilde;o de impostos, controles internos, mensura&ccedil;&atilde;o do risco, entre outros, n&atilde;o integram o rol de atividades da controladoria na Alemanha. Essencialmente neste pa&iacute;s a controladoria exerce fun&ccedil;&atilde;o mais sist&ecirc;mica e estrat&eacute;gica, participando ativamente do planejamento e controle estrat&eacute;gico e do sistema de informa&ccedil;&otilde;es. </P >    <p>Por seu turno, na literatura americana constata-se a mudan&ccedil;a da orienta&ccedil;&atilde;o cont&aacute;bil para uma voltada para a estrat&eacute;gia. Isto deve-se particularmente aos trabalhos de Kaplan e Norton (1992, 1996, 2000, 2001, 2004 e 2006) sobre o <I>Balanced Scorecard </I>e de Simons (1995 e 2000) (<I>Level of Control </I>e <I>Performance Measurement)</I>, onde colocam a avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho com medidas n&atilde;o financeiras no centro da discuss&atilde;o. </P >    <p>Na Alemanha nota-se uma clara acep&ccedil;&atilde;o entre os autores quanto &agrave;s fun&ccedil;&otilde;es de planejamento, seguida por controle e sistema de informa&ccedil;&otilde;es, exceto para Serfling (1992) e Schwarz (2002). Assim, fun&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; contabilidade, impostos e auditoria n&atilde;o fazem parte da plataforma da controladoria neste pa&iacute;s. </P >    <p>J&aacute; no Brasil, ainda n&atilde;o se consegue perceber uma orienta&ccedil;&atilde;o clara sobre as fun&ccedil;&otilde;es da controladoria. Conseq&uuml;entemente, a plataforma te&oacute;rica do tema carece de mais pesquisas para que num futuro pr&oacute;ximo, possam estar mais consolidadas &agrave; exemplo do que j&aacute; acontece na Alemanha. </P >    <p>METODOLOGIA DE PESQUISA  </P >    <p><I>Universo e amostra </I></P >    <p>Esta pesquisa teve como escolha e sele&ccedil;&atilde;o da amostragem as &ldquo;100 maiores empresas do Estado de Santa Catarina&rdquo; da Revista AMANH&Atilde; de 2009, por entender que &eacute; uma forma de buscar uma evid&ecirc;ncia mais pr&oacute;xima das caracter&iacute;sticas da controladoria no Estado de Santa Catarina. </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A Revista Amanh&atilde; utiliza para formar o ranking uma &uacute;nica fonte de informa&ccedil;&atilde;o, as demonstra&ccedil;&otilde;es financeiras. Com foco nas demonstra&ccedil;&otilde;es cont&aacute;beis consolidadas ou individuais e preparadas de acordo com a legisla&ccedil;&atilde;o societ&aacute;ria, a metodologia adotada obedece a crit&eacute;rios t&eacute;cnicos da an&aacute;lise de balan&ccedil;os. O &iacute;ndice utilizado para estabelecer a ordem no ranking &eacute; o VPG&ndash;Valor Ponderado de Grandeza que consiste em: resultado da soma, com pesos espec&iacute;ficos, dos tr&ecirc;s principais componentes do balan&ccedil;o: patrim&ocirc;nio l&iacute;quido (50%), receita bruta (40%) e resultando &ndash; lucro ou preju&iacute;zo &ndash; l&iacute;quido (10%). </P >    <p>Por ser uma pesquisa intencional, traz algumas limita&ccedil;&otilde;es quanto aos seus resultados, pois para Longaray et al. (2003), &eacute; muito dif&iacute;cil que uma amostra intencional seja representativa do universo, sofre restri&ccedil;&otilde;es entre elas a n&atilde;o-possibilidade de c&aacute;lculo do erro amostral e a n&atilde;o-representatividade do universo pesquisado. Do total de question&aacute;rios enviados, obteve-se a resposta de 32 empresas. </P >    <p><I>Perfil das empresas da amostra </I></P >    <p>O question&aacute;rio foi encaminhado para as cem empresas por meio de e-mail sendo que algumas das caracter&iacute;sticas comuns entre elas s&atilde;o: (i) todas t&ecirc;m unidades no Estado de Santa Catarina; (ii) todas aparecem na rela&ccedil;&atilde;o da Revista Amanh&atilde; &ndash; 2009, sendo seus dados referentes ao exerc&iacute;cio de 2008 e; (iii) todas tiveram o VPG calculado pela Revista Amanh&atilde;, sendo a primeira empresa com o VPG de 6.074,28 pontos e a &uacute;ltima 49,18 (um intervalo consider&aacute;vel, por&eacute;m as empresas que t&ecirc;m valores em milhar, s&oacute; ocorre at&eacute; a 8&ordf; coloca&ccedil;&atilde;o). </P >    <p>As empresas relacionadas apresentam as seguintes atividades principais, conforme apresentado no <a href="#q3">Quadro 3</a>. </P >     <p>&nbsp;</P ><a name="q3">     <p><img src="/img/revistas/aps/v29n2/29n2a11q3.jpg" width="555" height="397"></P >     
<p>&nbsp;</P >     <p>Observa-se no <a href="#q3">Quadro 3</a> que h&aacute; uma diversidade de atividades das empresas da amostra, o que evidencia a possibilidade de obter um diagn&oacute;stico provavelmente mais preciso e que possa bem representar o universo. </P >    <p><I>Enquadramento metodol&oacute;gico </I></P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Este estudo quanto ao objetivo enquadra-se em pesquisa descritiva. Para Gil (2002), a pesquisa descritiva tem como objetivo primordial &agrave; descri&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas de determinada popula&ccedil;&atilde;o ou fen&ocirc;meno ou, ent&atilde;o, o estabelecimento de rela&ccedil;&atilde;o entre vari&aacute;veis. S&atilde;o in&uacute;meros os estudos que podem ser classificados sob este t&iacute;tulo e uma de suas caracter&iacute;sticas mais significativas est&aacute; na utiliza&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicas padronizadas de coleta de dados, tais como o question&aacute;rio e a observa&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica. </P >    <p>Quanto ao tempo a pesquisa pode ser classificada como um estudo transversal, que segundo Miranda (2007), o pesquisador coleta os dados de cada caso ou sujeito num &uacute;nico instante no tempo, obtendo um recorte moment&acirc;neo do fen&ocirc;meno investigado. Pois foi realizada entre os dias 01 de maio a 16 de junho de 2009, e o instrumento da pesquisa foi apresentado ao sujeito, em um &uacute;nico instante no tempo. </P >    <p>Para esta pesquisa optou-se pelo levantamento ou survey, pois Gil (2002) argumenta que as pesquisas deste tipo caracterizam-se pela interroga&ccedil;&atilde;o direta das pessoas cujo comportamento se deseja conhecer [...] basicamente, procede-se &agrave; solicita&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es a um grupo significativo de pessoas a cerca do problema [...] em seguida, mediante an&aacute;lise quantitativa, obterem-se as conclus&otilde;es correspondentes aos dados coletados. </P >     <p>Para a realiza&ccedil;&atilde;o da pesquisa de levantamento ou <I>survey</I>, usou-se como instrumento o question&aacute;rio que, para Lakatos e Marconi (2001) &eacute; uma t&eacute;cnica de observa&ccedil;&atilde;o direta extensiva que &eacute; constitu&iacute;do por uma s&eacute;rie de perguntas que devem ser respondidas por escrito e sem a presen&ccedil;a do pesquisador. </P >    <p>Complementando a classifica&ccedil;&atilde;o, busca-se identificar qual a sua caracter&iacute;stica quanto &agrave; abordagem do problema. Como esta, busca identificar o estado da arte no Estado de Santa Catarina atrav&eacute;s de informa&ccedil;&otilde;es qualitativas e utilizar m&eacute;todos estat&iacute;sticos na compila&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio, esta pesquisa tem caracter&iacute;stica quali-quantitativa, unificando o m&eacute;todo qualitativo e quantitativo. </P >    <p>Longaray et al. (2003) destacam que os estudos que se classificam como qualitativo podem descrever a complexidade de um problema, interpretar certas vari&aacute;veis, compreendendo e classificando processos din&acirc;micos de determinados grupos sociais. E que o quantitativo caracteriza-se pelo emprego da quantifica&ccedil;&atilde;o tanto nas modalidades de coleta de informa&ccedil;&otilde;es, como no tratamento delas por meio de t&eacute;cnicas estat&iacute;sticas de coletas de dados. </P >    <p><I>Procedimentos metodol&oacute;gicos </I></P >    <p>Com a finalidade de atender o objetivo da pesquisa de identificar as fun&ccedil;&otilde;es da controladoria nas 32 empresas respondentes, adaptou-se as fun&ccedil;&otilde;es da controladoria a partir da revis&atilde;o anterior &agrave; saber: (i) Contabilidade; (ii) Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es; (iii) Planejamento; e (iv) outras. Dentre cada fun&ccedil;&atilde;o buscou-se identificar grupos e atividades mais freq&uuml;entes nas empresas pesquisadas, conforme <a href="#q4">Quadro 4</a>. </P >     <p>&nbsp;</P ><a name="q4">     <p><img src="/img/revistas/aps/v29n2/29n2a11q4.jpg" width="555" height="820"></P >     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P >     <p>Para tanto, foram enviados question&aacute;rios para 100 empresas, formado por 30 quest&otilde;es fechadas, com respostas do tipo SIM, N&Atilde;O, N&Atilde;O SABE RESPONDER. Ent&atilde;o fez a contagem de respostas, e com base nesta contagem procedeu-se a an&aacute;lise das quatro fun&ccedil;&otilde;es e seus respectivos grupos e atividades. </P >     <p>APRESENTA&Ccedil;&Atilde;O E AN&Aacute;LISE DOS RESULTADOS  </P >    <p>Nesta etapa da pesquisa, apresenta-se a analise dos resultados referente as quatro fun&ccedil;&otilde;es da controladoria, conforme <a href="#q4">Quadro 4</a>. Em cada fun&ccedil;&atilde;o buscou-se identificar tamb&eacute;m as atividades e tarefas. </P >    <p><I>Atividades relacionadas &agrave; fun&ccedil;&atilde;o contabilidade </I></P >    <p>A fun&ccedil;&atilde;o contabilidade &eacute; categorizada em quatro grupos: (i) Contabilidade Societ&aacute;ria/Finan ceira; (ii) Contabilidade Fiscal; (iii) Prote&ccedil;&atilde;o aos Ativos; e (iv) Contabilidade Gerencial, conforme <a href="#q4">Quadro 4</a>. Nesta etapa da pesquisa buscou-se verificar a freq&uuml;&ecirc;ncia dos grupos e atividades relacionadas &agrave; fun&ccedil;&atilde;o contabilidade. </P >    <p>O grupo de <B>c</B><I>ontabilidade societ&aacute;ria/financeira </I>est&aacute; presente em 75% das empresas respon dentes, percebe-se tamb&eacute;m que a controladoria busca dar &ecirc;nfase as atividades de an&aacute;lise de balan&ccedil;o e divulga&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es. J&aacute; o grupo de <I>contabilidade fiscal</I>, est&aacute; presente em aproximada mente 70%, principalmente nas atividades de orienta&ccedil;&atilde;o, planejamento e gest&atilde;o de tributos, ambos com 72% de indica&ccedil;&atilde;o, conforme <a href="#g1">Gr&aacute;fico 1</a>. </P >     <p>&nbsp;</P ><a name="g1">     <p><img src="/img/revistas/aps/v29n2/29n2a11g1.jpg" width="555" height="315"></P >     
<p>&nbsp;</P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A pesquisa demonstrou que 56% das empresas realizam na controladoria a <I>prote&ccedil;&atilde;o de ativos</I>, e dentro deste grupo, a atividade de controle interno apresenta aten&ccedil;&atilde;o especial, com 72%, j&aacute; a auditoria &eacute; uma atividade desenvolvida em 50% das empresas. Quanto &agrave; <I>contabilidade gerencial</I>, 72% exercem esta fun&ccedil;&atilde;o, sendo que a atividade de menor &iacute;ndice &eacute; a relacionada aos relat&oacute;rios gerenciais internacionais, isto deve-se talvez ao fato da controladoria n&atilde;o ter a necessidade de prestar contas a controladoria central, estabelecida muitas vezes em outro pa&iacute;s. </P >    <p>Os resultados apontam que a fun&ccedil;&atilde;o cont&aacute;bil esta fortemente presente nas empresas pesquisadas, o que corrobora com os estudos apresentadas da revis&atilde;o. Entre os grupos destaque para os ramos da contabilidade: societ&aacute;ria/financeira (75%), gerencial (72%) e fiscal (70%). J&aacute; as atividades, destaque para relat&oacute;rios gerenciais (87%), divulga&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es cont&aacute;beis e an&aacute;lise de balan&ccedil;os (81%), respectivamente. Isto mostra conforme apontada na literatura que a controladoria exerce importante atividade de disseminar aos demais setores da empresa as informa&ccedil;&otilde;es para a tomada de decis&atilde;o. </P >    <p><I>Atividades relacionadas &agrave; fun&ccedil;&atilde;o sistema de informa&ccedil;&otilde;es </I></P >    <p>A fun&ccedil;&atilde;o sistema de informa&ccedil;&otilde;es est&aacute; presente em 35% nas empresas respondentes, e est&aacute; categorizada em dois grupos: (i) sistema de informa&ccedil;&otilde;es e (ii) sistema de informa&ccedil;&atilde;o cont&aacute;bil. E foi poss&iacute;vel perceber que a maior incid&ecirc;ncia desta fun&ccedil;&atilde;o ocorre no sistema informa&ccedil;&atilde;o cont&aacute;bil, conforme <a href="#g2">Gr&aacute;fico 2</a>. </P >     <p>&nbsp;</P ><a name="g2">     <p><img src="/img/revistas/aps/v29n2/29n2a11g2.jpg" width="546" height="315"></P >     
<p>&nbsp;</P >     <p>O grupo <I>sistema de informa&ccedil;&atilde;o </I>&eacute; exercido em 13% das controladorias pesquisadas, destaque para as atividades de produ&ccedil;&atilde;o e gera&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es com 31%. A controladoria tamb&eacute;m tem atua&ccedil;&atilde;o forte no <I>sistema cont&aacute;bil</I>, com 63%. Entre as atividades de destaque esta a dissemina&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es, com 72%. </P >     <p>Os resultados apontam que a controladoria n&atilde;o atua diretamente sobre o sistema de informa&ccedil;&atilde;o, o que n&atilde;o deixa de ser surpreendente j&aacute; que a literatura ela &eacute; aponta como uma das principais fun&ccedil;&otilde;es a ser exercida na atualidade pela controladoria. Este fun&ccedil;&atilde;o em grande parte das empresas pesquisas era exercida por outro departamento da organiza&ccedil;&atilde;o como, o de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o etc. Quanto aos resultados do grupo sistema cont&aacute;bil, mostra grande destaque para a atividade de dissemina&ccedil;&atilde;o, o que corrobora com as atividades destacadas no grupo anterior, onde a controladoria atua fortemente no fornecimento de informa&ccedil;&otilde;es para a tomada de decis&atilde;o. </P >     <p><I>Atividades relacionadas &agrave; fun&ccedil;&atilde;o planejamento </I></P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A fun&ccedil;&atilde;o planejamento &eacute; exercida em aproximadamente 59% das controladorias pesquisadas e, foi categorizada em tr&ecirc;s grupos: (i) planejamento por n&iacute;veis; (ii) processo de planejamento; e (iii) elementos do planejamento. E foi poss&iacute;vel perceber que o processo de planejamento &eacute; a  atividade que tem menor incid&ecirc;ncia da atua&ccedil;&atilde;o da controladoria, conforme detalhado no <a href="#g3">Gr&aacute;fico 3</a>.</P >     <p>&nbsp;</P ><a name="g3">     <p><img src="/img/revistas/aps/v29n2/29n2a11g3.jpg" width="546" height="315"></P >     
<p>&nbsp;</P >     <p>A controladoria atua em 65% das empresas quanto ao <I>planejamento por n&iacute;veis</I>. A atividade de planejamento estrat&eacute;gico &eacute; exercida pela controladoria em 69% das empresas pesquisadas. Quanto ao n&iacute;vel t&aacute;tico, ele &eacute; exercido em percentual menor quanto aos n&iacute;veis de planejamento somando 59%. J&aacute; o planejamento operacional &eacute; a atividade exercida em 66% das controladorias pesquisadas. </P >     <p>O <I>processo de planejamento </I>apresentou a menor percentagem de atua&ccedil;&atilde;o da controladoria, com &ecirc;nfase a integra&ccedil;&atilde;o entre os n&iacute;veis, pois, &eacute; a &uacute;nica atividade que teve a maioria das indica&ccedil;&otilde;es do grupo, perfazendo um total de 56%, sendo que a menor foi a harmonia das fases, com 40% de atua&ccedil;&atilde;o da controladoria. </P >    <p>J&aacute; o grupo <I>elementos do planejamento</I>, &eacute; apontado como fun&ccedil;&atilde;o da controladoria por 61% das empresas. Entre as atividades, &ecirc;nfase nas que atuam em 69% com informa&ccedil;&otilde;es, 66% atuam no fornecimento de informa&ccedil;&otilde;es e 63% atuam com m&eacute;todos e medidas de desempenho. </P >    <p>Os resultados apontam destaque para a fun&ccedil;&atilde;o de planejamento, confirmando o que vem sendo apontado na literatura. A controladoria atua cada vez mais no planejamento e, principalmente no planejamento estrat&eacute;gico. </P >    <p><I>Outras atividades </I></P >    <p>Esta fun&ccedil;&atilde;o est&aacute; categorizada em quatro grupos: (i) finan&ccedil;as; (ii) atendimento ao usu&aacute;rio externo; (iii) coordena&ccedil;&atilde;o organizacional e; (iv) gest&atilde;o de pessoal. Sendo que o atendimento ao usu&aacute;rio externo &eacute; o grupo de maior destaque na atua&ccedil;&atilde;o da controladoria, conforme detalhado no <a href="#g4">Gr&aacute;fico 4</a>. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P ><a name="g4">     <p><img src="/img/revistas/aps/v29n2/29n2a11g4.jpg" width="560" height="318"></P >     
<p>&nbsp;</P >     <p>O estudo evidencia que a controladoria tem menor atua&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea de <I>finan&ccedil;as</I>, totalizando 39% das indica&ccedil;&otilde;es e, entre estas destacam-se o estudo de an&aacute;lise e viabilidade de projetos mencionados por 56% dos apontamentos. </P >    <p>J&aacute; o <I>atendimento ao usu&aacute;rio externo </I>&eacute; realizado por 65%, com maior &ecirc;nfase no atendimento aos acionistas, governo, entidade de classe e a auditoria externa. </P >    <p>Quanto a <I>coordena&ccedil;&atilde;o organizacional</I>, com atua&ccedil;&atilde;o de 48% das controladorias d&aacute;-se destaque a estrutura de decis&otilde;es com 47% de atua&ccedil;&atilde;o entre as empresas pesquisadas. </P >     <p>Em 19% das empresas, a controladoria atua na <I>gest&atilde;o de pessoal</I>, sendo que o desenvolvimento dos sistemas de est&iacute;mulos e motiva&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi citada. Isto mostra que na pr&aacute;tica as empresa n&atilde;o desenvolvem seus sistemas de motiva&ccedil;&atilde;o com uma vis&atilde;o sist&ecirc;mica, ela provavelmente &eacute; concebida pela &aacute;rea de recursos humanos, com integra&ccedil;&atilde;o parcial com o sistema de desempenho. </P >    <p>Os resultados mostram a atua&ccedil;&atilde;o modesta da controladoria na &aacute;rea de finan&ccedil;as. J&aacute; o grupo organizacional e gest&atilde;o de pessoal tem pouca representatividade na controladoria, sendo que a atividade de desenvolvimento de est&iacute;mulos e incentivos foi a &uacute;nica que n&atilde;o teve apontamentos. O que de certa forma representa a imagem da revis&atilde;o liter&aacute;ria, enquanto na Alemanha ela esta fortemente presente, no Brasil isto representa ainda uma utopia. J&aacute; o grupo atendimento ao usu&aacute;rio externo corrobora com os resultados j&aacute; apresentados em itens anteriores, onde a controladoria atuava fortemente no fornecimento de informa&ccedil;&otilde;es, sejam elas para os acionistas ou para o governo. </P >    <p>CONCLUS&Otilde;ES E RECOMENDA&Ccedil;&Otilde;ES </P >    <p>A pesquisa objetivou identificar as fun&ccedil;&otilde;es da controladoria em empresas do Estado de Santa Catarina. Para tanto, primeiramente, observou-se na literatura nacional e internacional a controladoria apresenta diferentes fun&ccedil;&otilde;es, o que pode at&eacute; gerar muitas vezes pontos de vista antag&ocirc;nicos e confusos. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>H&aacute; tamb&eacute;m, modismos que relacionam todas as fun&ccedil;&otilde;es de uma organiza&ccedil;&atilde;o, m&eacute;todos e ferramentas ao termo. Esta postura resulta num conjunto de penduricalhos associados ao tema, fazendo com que o foco seja desviado. Assim, s&atilde;o publicados livros que contemplam no seu t&iacute;tulo o termo Controladoria, mas seu conte&uacute;do nada lembra a ess&ecirc;ncia do tema, muito menos tem rela&ccedil;&atilde;o com pesquisas ou nomenclaturas de outros pa&iacute;ses. Tamb&eacute;m artigos ou pesquisas s&atilde;o publicados sem o tratamento metodol&oacute;gico adequado para o melhor entendimento e aferi&ccedil;&atilde;o de conclus&otilde;es que possam contribuir para o avan&ccedil;o dos estudos na &aacute;rea. </P >     <p>A partir da revis&atilde;o da literatura foi elaborado um question&aacute;rio para investigar as fun&ccedil;&otilde;es da controladoria, este question&aacute;rio fechado com as quatro fun&ccedil;&otilde;es da controladoria vou elaborado &agrave; partir da revis&atilde;o &agrave; saber: (i) Contabilidade; (ii) Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es; (iii) Planejamento; e (iv) outras. Em cada fun&ccedil;&atilde;o buscou-se identificar grupos e atividades associadas. </P >    <p>Nas quatro fun&ccedil;&otilde;es analisadas foi poss&iacute;vel perceber que na fun&ccedil;&atilde;o <I>Contabilidade</I>, o grupo &ldquo;contabilidade societ&aacute;ria/financeira&rdquo; est&aacute; presente em 75% das controladorias pesquisadas; na fun&ccedil;&atilde;o <I>sistema de informa&ccedil;&otilde;es</I>, o grupo &ldquo;sistema cont&aacute;bil&rdquo; est&aacute; presente em 63%, isto indica que a contabilidade esta inserida na &aacute;rea de controladoria e que predominam no fornecimento as informa&ccedil;&otilde;es de cunho cont&aacute;bil. J&aacute; na fun&ccedil;&atilde;o <I>planejamento </I>65% das empresas apontaram o grupo <I>planejamento por n&iacute;veis </I>como a mais utilizada, demonstrando um perfil de controladoria mais proativa. E por fim, nas outras fun&ccedil;&otilde;es da controladoria foi verificado que <I>atendimento ao usu&aacute;rio externo</I>, &eacute; realizado por 65% das empresas consultadas, ou seja, a publica&ccedil;&atilde;o das demonstra&ccedil;&otilde;es financeiras &eacute; de responsabilidade da controladoria. </P >    <p>O estudo demonstra que fun&ccedil;&otilde;es como planejamento, incluindo o estrat&eacute;gico, fazem parte das tarefas da controladoria na pr&aacute;tica. Mas tamb&eacute;m fun&ccedil;&otilde;es consideradas tradicionais ainda permanecem no arcabou&ccedil;o como, a contabilidade. </P >     <p>&nbsp;</P >     <p>REFER&Ecirc;NCIAS </P >    <p>Almeida, L. B., Parisi, C., &amp; Pereira, C. A. (2001). Controladoria. In A. Catelli (Coord.), <I>Controladoria: Uma abordagem da gest&atilde;o econ&ocirc;mica &ndash; GECON </I>(2&ordf; ed.). S&atilde;o Paulo: Atlas. </P >    <!-- ref --><p>Amshoff, B. (1994). Controlling in Deutschen Unternehmen. <I>Realtypen, Kontext und Effizienz, 2</I>. Auflage, Wiesbaden.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0870-8231201100020001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Anderson, D. R., Schmidt, L. A., &amp; Mccosh, A. M. (1973). <I>Practical controllership </I>(3rd ed.). Howewood.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0870-8231201100020001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Ansoff, H. I. (1975). <I>Managing strategic surprise by response to weak signals </I>(vol. 18, pp. 21-33). California Management Review.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0870-8231201100020001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Anthony, R. N., &amp; Govindarajan, V. (2001). <I>Sistemas de controle gerencial</I>. S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S0870-8231201100020001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Anthony, R. N., &amp; Govindarajan, V. (2002). <I>Sistemas de controle gerencial</I>. S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0870-8231201100020001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Atkinson, A. A., et al. (2000). <I>Contabilidade gerencial</I>. S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0870-8231201100020001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Beuren, I. M. (2002). Controladoria Agregando Valor para a Empresa (In Paulo Schmidt et al.) Porto Alegre: Bookmann.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0870-8231201100020001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Borinelli, M. L. (2006). <I>Estrutura b&aacute;sica conceitual de controladoria: Sistematiza&ccedil;&atilde;o &agrave; luz da teoria e da pr&aacute;tica</I>. S&atilde;o Paulo: FEA/USP. Tese do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias Cont&aacute;beis. Departamento de Contabilidade e Atu&aacute;ria. Faculdade de Economia, Administra&ccedil;&atilde;o e Contabilidade da Universidade de S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0870-8231201100020001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Bramsemann, R. (1980). <I>Handbuch controlling: Methoden und techniken, 2</I>. Auflage, M&uuml;chen.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0870-8231201100020001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <P   >Brito, O. (2003). <I>Controladoria de risco &ndash; Retorno em institui&ccedil;&otilde;es financeiras</I>. S&atilde;o Paulo: Saraiva.  </P >     <P   >Brito, O. (2005).<I> Controladoria de risco &ndash; Retorno em institui&ccedil;&otilde;es financeiras</I>. S&atilde;o Paulo: Saraiva.</P >     <!-- ref --><P   >Calijuru, M. S. S., Santos, N. M. B. F., &amp; Santos, R. F. (2005). <I>Perfil do controller no contexto or</I><I>ganizaciona</I><I>l  </I><I>atual brasileiro</I>. XII Congresso Brasileiro de Custos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0870-8231201100020001100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><P   >Carvalho, M. F. (1995). <I>Uma contribui&ccedil;&atilde;o ao estudo da controladoria em institui&ccedil;&otilde;es financeiras organizadas sob a forma de m&uacute;ltiplo banco</I>. S&atilde;o Paulo: FEA/USP. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Ci&ecirc;ncias Cont&aacute;beis) do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias Cont&aacute;beis. Departamento de Contabilidade e Atu&aacute;ria. Faculdade de Economia, Administra&ccedil;&atilde;o e Contabilidade da Universidade de S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0870-8231201100020001100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <P   >Cohen, J. B., &amp; Robbins, S. M. (1966). <I>The financial manager &ndash; Basic aspects of financial administration</I>. New York: Evanston &amp; London. </P >     <!-- ref --><P   >Financial Executives Institute. (1962). <I>Controller of functions</I>. FEI.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0870-8231201100020001100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><P   >Garrison, R. H., &amp; Noreen, E. W. (2001). <I>Contabilidade gerencial </I>(9&ordf; ed.). Rio de Janeiro: LTC.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0870-8231201100020001100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><P   >Gil, A. C. (2002). <I>M&eacute;todos e t&eacute;cnicas de pesquisa social</I>. S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0870-8231201100020001100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><P   >Giongo, J., &amp; Nascimento, A. M. (2005). <I>O envolvimento da controladoria no processo de gest&atilde;o: Um estudo </I><I>em ind&uacute;strias do Estado do Rio Grande do Sul</I>. XII Congresso Brasileiro de Custos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0870-8231201100020001100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P   >Hahn, D. (2001). <I>Puk-wertorientierte controllingkonzepte </I>(6&ordf; ed.). Wiesbaden.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0870-8231201100020001100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><P   >Heckert, J. B., &amp; Willson, James D. (1963). <I>Controllership</I>. New York: Ronald Press Co.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0870-8231201100020001100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><P   >Horngren, Ch. T., Sundem, G. L., &amp; Stratton, W. O. (2004). <I>Contabilidade gerencial </I>(12&ordf; ed.). S&atilde;o Paulo: Pearson.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0870-8231201100020001100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><P   >Horv&agrave;th, P. (2006). <I>Controlling </I>(10th ed.). M&uuml;nchen: Verlag Vahlen.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S0870-8231201100020001100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><P   >Horv&aacute;th, P., Gaydoul P., &amp; Hagen W.J. (1978). <I>Bestandsaufnahme zur controllingpraxis in Deutschen </I><I>unternehmen</I>. Frankfurt: DB.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0870-8231201100020001100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P   >Horv&agrave;th, P., et al. (1985). <I>Prozesskostenrechnung. Der neue weg zumehr kostentransparenz und wirkunsvolleren </I><I>unternehmesstrategien in controllin</I>g. Stuttgart.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0870-8231201100020001100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><P   >Jackson, J. H. (1949). <I>The comptroller: His function and organization</I>. Cambridge: Mass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0870-8231201100020001100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><P   >Kanitz, S. C. (1976). <I>Controladoria: Teoria e estudo de casos</I>. S&atilde;o Paulo: Pioneira.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0870-8231201100020001100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><P   >Kaplan, R. S. N., &amp; David, P. (2001). <I>A organiza&ccedil;&atilde;o orientada para a estrat&eacute;gia: Como as empresas que adotam </I><I>o </I>balanced scorecard <I>prosperam no novo ambiente de neg&oacute;cios </I>(3&ordf; ed.). Rio de Janeiro: Campus.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0870-8231201100020001100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><P   >Kaplan, R. S., &amp; Norton, D. P. (1992). The Balanced Scorecard: Measures that drive performance. <I>Harvard </I><I>Business Review, 70</I>(1), 71-79.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0870-8231201100020001100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<P   >Kaplan, R. S., &amp; Norton, D. P. (1996). <I>Estrat&eacute;gia em a&ccedil;&atilde;o &ndash; Balanced Scorecar</I><I>d </I>(7&ordf; ed.). Rio de Janeiro: Campus. </P >    <!-- ref --><P   >Kaplan, R. S., &amp; Norton, D. P. (2000). <I>Organiza&ccedil;&atilde;o orientada para a estrat&eacute;gia</I>. Rio de Janeiro: Campus.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S0870-8231201100020001100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><P   >Kaplan, R. S., &amp; Norton, D. P. (2004). <I>Mapas estrat&eacute;gicos: Convertendo ativos intang&iacute;veis em resultados </I><I>tang&iacute;veis</I>. Rio de Janeiro: Campus.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S0870-8231201100020001100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><P   >Kaplan, R. S., &amp; Norton, D. P. (2006). <I>Alinhamento: Usando o Balanced Scorecard para criar sinergias </I><I>corporativa</I>s. Rio de Janeiro: Elsevier.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S0870-8231201100020001100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><P   >K&uuml;pper, P. (2005). <I>Controlling: Konzeption, aufgaben undinstrumente, 4</I>. Auflage, Berlin: MSG.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S0870-8231201100020001100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><P   >Lakatos, E. M., &amp; Marconi, M. A. (2001). <I>Metodologia cient&iacute;fica</I>. S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000182&pid=S0870-8231201100020001100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><P   >Longaray, A. A., et al. (2003). <I>Como elaborar trabalhos monogr&aacute;ficos em contabilidade: Teoria e pr&aacute;tica</I>. S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S0870-8231201100020001100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Lunkes, R. J., Scnorrenberger, D., Gasparetto, V., &amp; Rodrigues Vicente, E. (2009). Considera&ccedil;&otilde;es sobre as Fun&ccedil;&otilde;es da Controladoria nos Estados Unidos, Alemanha e Brasil. <I>Revista Universo Cont&aacute;bil, 5</I>(4), 63-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S0870-8231201100020001100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Mann, R. (1973). <I>Die pr&aacute;xis des controlling</I>. M&uuml;nchen.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S0870-8231201100020001100038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Miranda, S. (2007). <I>Metodologia cient&iacute;fica, os caminhos do saber</I>. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.simaodemiranda.com.br" target="_blank">www.simaodemiranda.com.br</a>. Acessado em: 25 de abril de 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S0870-8231201100020001100039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Mosimann, C. P., &amp; Fisch, S. (1999). <I>Controladoria </I>(2&ordf; ed.). S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S0870-8231201100020001100040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Nascimento, A. M., &amp; Reginato, L. (2007). <I>Controladoria: Um enfoque efic&aacute;cia organizacional</I>. S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S0870-8231201100020001100041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Padoveze, C. L., &amp; Benedicto, G. C. (2005). <I>Controladoria avan&ccedil;ada </I>(in Cl&oacute;vis L. Padoveze). S&atilde;o Paulo: Thomson.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S0870-8231201100020001100042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Peleias, I. R. (2002). <I>Controladoria: Gest&atilde;o eficaz utilizando padr&otilde;es</I>. S&atilde;o Paulo: Saraiva.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000198&pid=S0870-8231201100020001100043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <p>Pellens, B., Tomaszewski, C., &amp; Weber, N. (2000). <I>Wertorientierte entlohnungssysteme f&uuml;r f&uuml;hrungskr&auml;fte &ndash; Anfordereungen und emprirische evidenz</I>. Stuttgart. </P >    <!-- ref --><p>Reichmann, Th. (2001). <I>Controlling und managementberichten, 6</I>. Auflage, M&uuml;nchen.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S0870-8231201100020001100045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Roehl-Anderson, J. M., &amp; Bragg, S. M. (1996). <I>The controller&rsquo;s function: The work of the managerial accounting</I>. New York: John Wiley &amp; Sons. </P >    <!-- ref --><p>Rouwelaar, H., &amp; Bots, J. (2008). <I>Business unit controller involvement in management: An empirical study in the Netherlands</I>. Financial Controllers in Health Care. Breukelen.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000204&pid=S0870-8231201100020001100047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <p>Santos, R. V., Castellano, A. C. F., Bonacim, C. A. G., &amp; Silva, L. P. (2005). <I>O papel do controller em empresas de grande porte</I>. IX Congresso Internacional de Custos &ndash; Florian&oacute;polis, SC, Brasil. </P >    <!-- ref --><p>Sathe, V. (1978). Who should control division controllers? <I>Harvard Business Review, 56</I>(5), 99-104.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000207&pid=S0870-8231201100020001100049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Schwarz, W. U. (2002). <I>Controlling: Stragische unternehmensf&uuml;hrung</I>. M&uuml;nchen.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000209&pid=S0870-8231201100020001100050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Serfling, K. (1992). <I>Controlling, 2</I>. Auflage, Stuttgart.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000211&pid=S0870-8231201100020001100051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Siegel, G. &amp; Kulesza, C. (1994). From statement preparer to decision-support specialist: The coming changes in management accounting education. <I>Management Accounting, 77</I>(1), 43-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000213&pid=S0870-8231201100020001100052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Siegel, G., &amp; Kulesza, C. (1996). <I>From statement preparer to decision-support specialist: The coming changes in management accounting education</I>. Management Accounting.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000215&pid=S0870-8231201100020001100053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <p>Simons, R. (1995). <I>Levers of control &ndash; How managers use innovative control systems to drive strategic renewal</I>. Boston: Harvard Business. </P >    <!-- ref --><p>Simons, R. (2000). <I>Performance measurement &amp; control systems for implementing strategy</I>. New Jersey: Prentice Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000218&pid=S0870-8231201100020001100055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Simon, H. A., et. al. (1954). <I>Centralization vs. descentralisation in organizing the controllers departament. </I>Research study and report prepared for Controllership Foudation. New York.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000220&pid=S0870-8231201100020001100056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Skousen, K. F., &amp; Zimmer, R. K. (1970). Controllership obsolescence. Fact or fiction. <I>Management Accounting, 51</I>(12), 20-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000222&pid=S0870-8231201100020001100057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Teixeira, O. C. (2003). <I>Contribui&ccedil;&atilde;o ao estudo das fun&ccedil;&otilde;es e responsabilidades do controller nas organiza&ccedil;&otilde;es</I>. S&atilde;o Paulo: FEA/USP. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Ci&ecirc;ncias Cont&aacute;beis) do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias Cont&aacute;beis. Departamento de Contabilidade e Atu&aacute;ria. Faculdade de Economia, Administra&ccedil;&atilde;o e Contabilidade da Universidade de S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000224&pid=S0870-8231201100020001100058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Tung, N. H. (1974). <I>Controladoria financeira das empresas: Uma abordagem pr&aacute;tica </I>(8&ordf; ed.). S&atilde;o Paulo: Editora da Universidade de S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000226&pid=S0870-8231201100020001100059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Uebele, H. (1981). <I>Verbreitungsgrad und entwicklungsstad des controlling in Deutschen industrieunternehmen. Ergebnisse einer empirischen untersuschung</I>. K&ouml;ln: DBW-Depot.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000228&pid=S0870-8231201100020001100060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><P   >Vancil, R. F. (1970). <I>Controlling</I>. Homewood: Sch&auml;ffer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000230&pid=S0870-8231201100020001100061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P >     <!-- ref --><P   >Voorhies, D. (1944). <I>Space-filling curves and a measure of coherence. Graphics gems II</I>. Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000232&pid=S0870-8231201100020001100062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </P >     <!-- ref --><P   >Weber, J. (2004). <I>Einf&uuml;hrung in das controlling </I>(10th ed.). N&ouml;rdlingen: Sch&auml;ffer Poeschel.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000234&pid=S0870-8231201100020001100063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </P >     <!-- ref --><P   >Welge, M. K. (1988). <I>Controlling</I>. Stuttgart: Sch&auml;ffer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000236&pid=S0870-8231201100020001100064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </P >     <!-- ref --><P   >Willson, J. D., &amp; Colford, J. P. (1981). <I>Controllership </I>(3rd ed.). New York.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000238&pid=S0870-8231201100020001100065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </P >     <!-- ref --><P   >Yoshitake, M. (1984). <I>Manual de controladoria financeira</I>. S&atilde;o Paulo: IOB Informa&ccedil;&otilde;es Objetivas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000240&pid=S0870-8231201100020001100066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </P >     <!-- ref --><P   >Zoni, L., &amp; Merchant, K. A. (2007). Controller involvement in management: An empirical study in large Italian    corporations. <I>Journal of Accounting &amp; Organizational Change, 3</I>(1), 29-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000242&pid=S0870-8231201100020001100067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <P   >&nbsp;</P >     <P   ><a name="0"></a><a href="#top0">Correspond&ecirc;ncia</a></P >     <P   >A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Rog&eacute;rio Jo&atilde;o Lunkes, Departamento de Ci&ecirc;ncias Cont&aacute;beis da Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Universit&aacute;rio, Caixa Postal 476, CEP 88.040-900, Trindade, Florian&oacute;polis, SC, Brasil. E-mail: <a href="mailto:lunkes@cse.ufsc.br">lunkes@cse.ufsc.br</a></P >      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Parisi]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Controladoria]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Catelli]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controladoria: Uma abordagem da gestão econômica - GECON]]></source>
<year>2001</year>
<edition>2</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Atlas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Amshoff]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="de"><![CDATA[Controlling in Deutschen Unternehmen]]></article-title>
<source><![CDATA[Realtypen, Kontext und Effizienz]]></source>
<year>1994</year>
<volume>2</volume>
<publisher-loc><![CDATA[Wiesbaden ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Auflage]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Anderson]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schmidt]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mccosh]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Practical controllership]]></source>
<year>1973</year>
<edition>3</edition>
<publisher-name><![CDATA[Howewood]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ansoff]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Managing strategic surprise by response to weak signals]]></source>
<year>1975</year>
<volume>18</volume>
<page-range>21-33</page-range><publisher-name><![CDATA[California Management Review]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Anthony]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Govindarajan]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Sistemas de controle gerencial]]></source>
<year>2001</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Atlas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Anthony]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Govindarajan]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Sistemas de controle gerencial]]></source>
<year>2002</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Atlas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Atkinson]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Contabilidade gerencial]]></source>
<year>2000</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Atlas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Beuren]]></surname>
<given-names><![CDATA[I. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controladoria Agregando Valor para a Empresa]]></source>
<year>2002</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Bookmann]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Borinelli]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Estrutura básica conceitual de controladoria: Sistematização à luz da teoria e da prática]]></source>
<year>2006</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo: ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[FEA/USP]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bramsemann]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbuch controlling: Methoden und techniken]]></source>
<year>1980</year>
<volume>2</volume>
<publisher-loc><![CDATA[Müchen ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Auflage]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brito]]></surname>
<given-names><![CDATA[O.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controladoria de risco - Retorno em instituições financeiras]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Saraiva]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brito]]></surname>
<given-names><![CDATA[O.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controladoria de risco - Retorno em instituições financeiras]]></source>
<year>2005</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Saraiva]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Calijuru]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. S. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. M. B. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Perfil do controller no contexto organizacional atual brasileiro]]></source>
<year>2005</year>
<conf-name><![CDATA[XII Congresso Brasileiro de Custos]]></conf-name>
<conf-loc> </conf-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Uma contribuição ao estudo da controladoria em instituições financeiras organizadas sob a forma de múltiplo banco]]></source>
<year>1995</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[FEA/USP]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cohen]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Robbins]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The financial manager - Basic aspects of financial administration]]></source>
<year>1966</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Evanston & London]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>Financial Executives Institute</collab>
<source><![CDATA[Controller of functions]]></source>
<year>1962</year>
<publisher-name><![CDATA[FEI]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Garrison]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Noreen]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Contabilidade gerencial]]></source>
<year>2001</year>
<edition>9</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[LTC]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gil]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Métodos e técnicas de pesquisa social]]></source>
<year>2002</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Atlas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Giongo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nascimento]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O envolvimento da controladoria no processo de gestão: Um estudo em indústrias do Estado do Rio Grande do Sul]]></source>
<year>2005</year>
<conf-name><![CDATA[XII Congresso Brasileiro de Custos]]></conf-name>
<conf-loc> </conf-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hahn]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Puk-wertorientierte controllingkonzepte]]></source>
<year>2001</year>
<edition>6</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Wiesbaden ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Heckert]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Willson]]></surname>
<given-names><![CDATA[James D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controllership]]></source>
<year>1963</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ronald Press Co]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Horngren]]></surname>
<given-names><![CDATA[Ch. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sundem]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stratton]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. O.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Contabilidade gerencial]]></source>
<year>2004</year>
<edition>12</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Pearson]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Horvàth]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controlling]]></source>
<year>2006</year>
<edition>10</edition>
<publisher-loc><![CDATA[München ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Verlag Vahlen]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Horváth]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gaydoul]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hagen]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Bestandsaufnahme zur controllingpraxis in Deutschen unternehmen]]></source>
<year>1978</year>
<publisher-loc><![CDATA[Frankfurt ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[DB]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Horvàth]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Prozesskostenrechnung: Der neue weg zumehr kostentransparenz und wirkunsvolleren unternehmesstrategien in controlling]]></source>
<year>1985</year>
<publisher-loc><![CDATA[Stuttgart ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jackson]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The comptroller: His function and organization]]></source>
<year>1949</year>
<publisher-loc><![CDATA[Cambridge ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Mass]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kanitz]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controladoria: Teoria e estudo de casos]]></source>
<year>1976</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Pioneira]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kaplan]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. S. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[David]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A organização orientada para a estratégia: Como as empresas que adotam o balanced scorecard prosperam no novo ambiente de negócios]]></source>
<year>2001</year>
<edition>3</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Campus]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kaplan]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Norton]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The Balanced Scorecard: Measures that drive performance]]></article-title>
<source><![CDATA[Harvard Business Review]]></source>
<year>1992</year>
<volume>70</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>71-79</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kaplan]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Norton]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Estratégia em ação - Balanced Scorecard]]></source>
<year>1996</year>
<edition>7</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Campus]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kaplan]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Norton]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Organização orientada para a estratégia]]></source>
<year>2000</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Campus]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kaplan]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Norton]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Mapas estratégicos: Convertendo ativos intangíveis em resultados tangíveis]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Campus]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kaplan]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Norton]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Alinhamento: Usando o Balanced Scorecard para criar sinergias corporativas]]></source>
<year>2006</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Elsevier]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Küpper]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controlling: Konzeption, aufgaben undinstrumente]]></source>
<year>2005</year>
<publisher-loc><![CDATA[Berlin ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Auflage]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lakatos]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marconi]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Metodologia científica]]></source>
<year>2001</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Atlas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Longaray]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade: Teoria e prática]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Atlas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lunkes]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Scnorrenberger]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gasparetto]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rodrigues Vicente]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Considerações sobre as Funções da Controladoria nos Estados Unidos, Alemanha e Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Universo Contábil]]></source>
<year>2009</year>
<volume>5</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>63-75</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mann]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Die práxis des controlling]]></source>
<year>1973</year>
<publisher-loc><![CDATA[München ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Miranda]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Metodologia científica, os caminhos do saber]]></source>
<year>2007</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mosimann]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fisch]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controladoria]]></source>
<year>1999</year>
<edition>2</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Atlas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nascimento]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Reginato]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controladoria: Um enfoque eficácia organizacional]]></source>
<year>2007</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Atlas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Padoveze]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Benedicto]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controladoria avançada]]></source>
<year>2005</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Thomson]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Peleias]]></surname>
<given-names><![CDATA[I. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controladoria: Gestão eficaz utilizando padrões]]></source>
<year>2002</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Saraiva]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pellens]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tomaszewski]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Weber]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Wertorientierte entlohnungssysteme für führungskräfte - Anfordereungen und emprirische evidenz]]></source>
<year>2000</year>
<publisher-loc><![CDATA[Stuttgart ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Reichmann]]></surname>
<given-names><![CDATA[Th.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controlling und managementberichten]]></source>
<year>2001</year>
<publisher-loc><![CDATA[München ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Auflage]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Roehl-Anderson]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bragg]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The controller&#8217;s function: The work of the managerial accounting]]></source>
<year>1996</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[John Wiley & Sons]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B47">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rouwelaar]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bots]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Business unit controller involvement in management: An empirical study in the Netherlands]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Breukelen ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Financial Controllers in Health Care]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B48">
<nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Castellano]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bonacim]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. A. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O papel do controller em empresas de grande porte]]></source>
<year>2005</year>
<conf-name><![CDATA[IX Congresso Internacional de Custos]]></conf-name>
<conf-loc>Florianópolis SC</conf-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B49">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sathe]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Who should control division controllers?]]></article-title>
<source><![CDATA[Harvard Business Review]]></source>
<year>1978</year>
<volume>56</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>99-104</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B50">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Schwarz]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. U.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controlling: Stragische unternehmensführung]]></source>
<year>2002</year>
<publisher-loc><![CDATA[München ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B51">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Serfling]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controlling]]></source>
<year>1992</year>
<publisher-loc><![CDATA[Stuttgart ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Auflage]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B52">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Siegel]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kulesza]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[From statement preparer to decision-support specialist: The coming changes in management accounting education]]></article-title>
<source><![CDATA[Management Accounting]]></source>
<year>1994</year>
<volume>77</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>43-47</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B53">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Siegel]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kulesza]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[From statement preparer to decision-support specialist: The coming changes in management accounting education]]></source>
<year>1996</year>
<publisher-name><![CDATA[Management Accounting]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B54">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Simons]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Levers of control: How managers use innovative control systems to drive strategic renewal]]></source>
<year>1995</year>
<publisher-loc><![CDATA[Boston ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Harvard Business]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B55">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Simons]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Performance measurement & control systems for implementing strategy]]></source>
<year>2000</year>
<publisher-loc><![CDATA[New Jersey ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Prentice Hall]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B56">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Simon]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Centralization vs. descentralisation in organizing the controllers departament]]></source>
<year>1954</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B57">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Skousen]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zimmer]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Controllership obsolescence: Fact or fiction]]></article-title>
<source><![CDATA[Management Accounting]]></source>
<year>1970</year>
<volume>51</volume>
<numero>12</numero>
<issue>12</issue>
<page-range>20-23</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B58">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Teixeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[O. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Contribuição ao estudo das funções e responsabilidades do controller nas organizações]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[FEA/USP]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B59">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tung]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controladoria financeira das empresas: Uma abordagem prática]]></source>
<year>1974</year>
<edition>8</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editora da Universidade de São Paulo]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B60">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Uebele]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Verbreitungsgrad und entwicklungsstad des controlling in Deutschen industrieunternehmen: Ergebnisse einer empirischen untersuschung]]></source>
<year>1981</year>
<publisher-loc><![CDATA[Köln ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[DBW-Depot]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B61">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vancil]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controlling]]></source>
<year>1970</year>
<publisher-loc><![CDATA[Homewood ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Schäffer]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B62">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Voorhies]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Space-filling curves and a measure of coherence: Graphics gems II]]></source>
<year>1944</year>
<publisher-name><![CDATA[Academic Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B63">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Weber]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Einführung in das controlling]]></source>
<year>2004</year>
<edition>10</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Nördlingen ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Schäffer Poeschel]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B64">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Welge]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controlling]]></source>
<year>1988</year>
<publisher-loc><![CDATA[Stuttgart ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Schäffer]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B65">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Willson]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Colford]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Controllership]]></source>
<year>1981</year>
<edition>3</edition>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B66">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Yoshitake]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Manual de controladoria financeira]]></source>
<year>1984</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[IOB Informações Objetivas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B67">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Zoni]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Merchant]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Controller involvement in management: An empirical study in large Italian corporations]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Accounting & Organizational Change]]></source>
<year>2007</year>
<volume>3</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>29-43</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
