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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present study has the goal to identify the prevalence of Burnout Syndrome and its association to psychosocial factors in 63 teachers from special schools in the central region of Rio Grande do Sul, Brazil. The instruments used were the Cuestionario para la Evaluación del Síndrome de Quemarse por el Trabajo - CESQT-PE, an adapted version for teachers, the Battery for evaluating psychosocial risks, and a questionnaire for the other variables. Results show a prevalence of 30,6% of teachers who present Profile 1 in Burnout, considered a moderate level of the syndrome, and 14,3% present Profile 2, defined as the most severe form of Burnout. Profile 1 is associated to the increase of role conflict and inequity, while Profile 2 is associated to role conflict, work overload, inequity, work dissatisfaction, and health problems.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><B>Preval&ecirc;ncia e factores associados &agrave; S&iacute;ndrome de Burnout nos professores de ensino especial </B></p>     <p><b>Mary Sandra Carlotto<Sup>*</Sup>; Rejane Librelotto<Sup>**</Sup>; Adolfo Pizzinato<Sup>*</Sup>; Mariana Barcinski<Sup>* </Sup></b></P >    <p><Sup>* </Sup>Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande do Sul, Brasil; </P >     <p><Sup>** </Sup>Universidade Luterana do Brasil </P >     <p><a name="top0"></a><a href="#0">Correspond&ecirc;ncia</a></P >     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O presente estudo tem como objectivo identificar a preval&ecirc;ncia da S&iacute;ndrome de Burnout e a sua associa&ccedil;&atilde;o com os factores de risco psicossociais em 63 professores de escolas especiais da regi&atilde;o central do Estado do Rio Grande do Sul/Brasil. Como instrumentos de pesquisa foram utilizados o <I>Cuestionario para la Evaluaci&oacute;n del S&iacute;ndrome de Quemarse por el Trabajo &ndash; CESQT-PE</I>, vers&atilde;o para professores, a Bateria de avalia&ccedil;&atilde;o de riscos psicossociais e um question&aacute;rio para as restantes vari&aacute;veis. Os resultados obtidos evidenciam uma preval&ecirc;ncia de 30,6% de professores que apresentam o Perfil 1 de Burnout, considerado como um n&iacute;vel moderado da s&iacute;ndrome e 14,3 % do Perfil 2, definido como uma forma mais severa de Burnout. O Perfil 1 associou-se ao aumento do conflito de papel e iniquidade e o Perfil 2 ao conflito de papel, sobrecarga de trabalho, iniquidade, insatisfa&ccedil;&atilde;o laboral e aos problemas de sa&uacute;de. </P >    <p><B>Palavras-chave: </B>Ensino especial, Professores, S&iacute;ndrome de Burnout. </P >     <p>&nbsp;</P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></P >     <p>The present study has the goal to identify the prevalence of Burnout Syndrome and its association to psychosocial factors in 63 teachers from special schools in the central region of Rio Grande do Sul, Brazil. The instruments used were the <I>Cuestionario para la Evaluaci&oacute;n del S&iacute;ndrome de Quemarse por el Trabajo &ndash; CESQT-PE</I>, an adapted version for teachers, the Battery for evaluating psychosocial risks, and a questionnaire for the other variables. Results show a prevalence of 30,6% of teachers who present Profile 1 in Burnout, considered a moderate level of the syndrome, and 14,3% present Profile 2, defined as the most severe form of Burnout. Profile 1 is associated to the increase of role conflict and inequity, while Profile 2 is associated to role conflict, work overload, inequity, work dissatisfaction, and health problems. </P >     <p><B>Key-words: </B>Burnout Syndrome, Special school, Teachers. </P >     <p>&nbsp;</P >     <p>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O </P >    <p>A S&iacute;ndrome de Burnout (SB) &eacute; considerada pela World Health Organization (WHO, 2000) um risco para o trabalhador que pode ter como consequ&ecirc;ncia a deteriora&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica ou mental. Actualmente &eacute; considerada uma importante quest&atilde;o de sa&uacute;de p&uacute;blica, para al&eacute;m da sua &oacute;bvia relev&acirc;ncia no contexto exclusivo das patologias laborais (Cebri&agrave;-Andreu, 2005; Gil-Monte, 2008). </P >    <p>A SB &eacute; o resultado de um stress cr&oacute;nico, t&iacute;pico do quotidiano do mundo do trabalho, principalmente quando neste existe uma excessiva press&atilde;o, conflitos, poucas recompensas emocionais, reconhecimento e sucesso (Harrison, 1999). Trata-se de uma s&iacute;ndrome psicossocial que surge como uma resposta cr&oacute;nica aos stressores interpessoais ocorridos no contexto de trabalho (Maslach, Schaufeli, &amp; Leiter, 2001). </P >     <p>Segundo o modelo proposto por Gil-Monte (2005), as dimens&otilde;es da SB s&atilde;o caracterizadas da seguinte forma: (1) Ilus&atilde;o pelo trabalho: definida como o desejo do indiv&iacute;duo em alcan&ccedil;ar as suas metas de trabalho, sendo este entendido como uma fonte de prazer pessoal. O sujeito percebe o seu trabalho como atractivo, em que alcan&ccedil;ar as metas profissionais surge como uma fonte de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal. Os &iacute;tens que comp&otilde;em esta dimens&atilde;o est&atilde;o formulados de forma positiva, sugerindo que pontua&ccedil;&otilde;es baixas nesta dimens&atilde;o indicam altos n&iacute;veis de Burnout; (2) Desgaste ps&iacute;quico: caracteriza-se pelo aparecimento de esgotamento emocional e f&iacute;sico que ocorre na sequ&ecirc;ncia de ter que lidar, diariamente no seu trabalho, com pessoas que apresentam ou causam problemas; (3) Indol&ecirc;ncia: presen&ccedil;a de atitudes negativas de indiferen&ccedil;a e distanciamento face aos clientes, colegas e organiza&ccedil;&atilde;o; (4) Culpa: definida pelos sentimentos de culpa que surgem pelo comportamento e atitudes negativas desenvolvidas no trabalho, em especial, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas com as quais &eacute; necess&aacute;rio estabelecer rela&ccedil;&otilde;es laborais. </P >     <p>Para efeitos de diagn&oacute;stico, o modelo te&oacute;rico defende a exist&ecirc;ncia de dois perfis de Burnout: o Perfil 1, caracterizado por um conjunto de sentimentos e condutas vinculadas ao stress laboral, que originam uma forma moderada de mal-estar, n&atilde;o incapacitando, no entanto, o sujeito para o exerc&iacute;cio do seu trabalho, mesmo que pudesse realiz&aacute;-lo de uma melhor forma; o Perfil 2, caracterizado por uma dano maior ao sujeito, em quee este pode j&aacute; apresentar s&eacute;rios problemas na execu&ccedil;&atilde;o do seu trabalho, acompanhado com o aumento de aus&ecirc;ncias de longo prazo no trabalho e comorbidades psiqui&aacute;tricas. Esta distin&ccedil;&atilde;o poderia explicar os diferentes tipos de Burnout identificados tamb&eacute;m em outros estudos (Pines, 1982; Vanheule, Lievrouw, &amp; Verhaeghe, 2003). </P >    <p>Embora o stress e o Burnout no ensino ocorram certamente j&aacute; h&aacute; muito tempo entre os professores, o seu reconhecimento como uma importante quest&atilde;o de sa&uacute;de p&uacute;blica tem sido mais expl&iacute;cito nos &uacute;ltimos anos (Batista, Carlotto, Coutinho, Souto, &amp; Silva, 2010). Verifica-se que os profissionais da educa&ccedil;&atilde;o v&ecirc;m recebendo uma crescente aten&ccedil;&atilde;o por parte de v&aacute;rios investigadores (Batista et al., 2010; Byrne, 1991; Carlotto, 2012; Heus &amp; Diekstra, 1999; Levy, Nunes Sobrinho, &amp; Souza, 2009). Os resultados encontrados atestam para a severidade de Burnout nestes profissionais de ensino, em que se enquadra esta categoria profissional, identificada como de alto risco (Farber, 1991; Heus &amp; Diekstra, 1999; Kovess-Masf&eacute;ty, Sevilla-Dedieu, Rios-Seidel, Nerri&egrave;re, &amp; Chan Chee, 2006). Al&eacute;m disso, quando comparada com outras profiss&otilde;es, a categoria docente apresenta um n&iacute;vel maior e significativo de Burnout (Heus &amp; Diekstra, 1999; Mallmann, Palazzo, Carlotto, &amp; Aerts, 2009). </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A profiss&atilde;o docente apresenta-se, no actual contexto de trabalho, exposta a uma grande quantidade de stressores psicossociais que, se persistentes, podem conduzir ao Burnout. Al&eacute;m de ministrar as aulas, o docente deve fazer, concomitantemente, os trabalhos administrativos, planear as suas atividades lectivas, reciclar-se, orientar os alunos e o atendimento aos pais. Deve ainda organizar actividades extra-escolares, participar em reuni&otilde;es de coordena&ccedil;&atilde;o, semin&aacute;rios, conselhos de classe, preenchimento de relat&oacute;rios individuais relativos &agrave;s dificuldades de aprendizagem de alunos e, muitas vezes, cuidar tamb&eacute;m do patrim&oacute;nio, material, recreios e locais de refei&ccedil;&otilde;es (Nacarato, Varani, &amp; Carvalho, 2000). Se considerarmos ainda que a doc&ecirc;ncia do ensino fundamental e m&eacute;dio &eacute; uma ocupa&ccedil;&atilde;o primordialmente feminina, podemos adicionar a soma dos stressores psicossociais experimentados pelas docentes do sexo feminino &agrave; dupla jornada de trabalho (Barroso, 1982). </P >    <p>O professor do ensino especial apresenta stressores comuns &agrave; doc&ecirc;ncia em geral e a outros espec&iacute;ficos, tendo em conta as especificidades das suas tarefas. Segundo Garcia (2006), um dos crit&eacute;rios da organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho pedag&oacute;gico baseia-se no n&iacute;vel de conhecimento que deve ser trabalhado com cada grupo de alunos, sendo este diferente para a classe &ldquo;dita&rdquo; convencional e da classe especial. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; classe convencional, a proposta pol&iacute;tico-pedag&oacute;gica destaca o significado pr&aacute;tico e instrumental dos conte&uacute;dos b&aacute;sicos para o atendimento da classe especial, contemplando que para al&eacute;m da flexibiliza&ccedil;&atilde;o dos conte&uacute;dos, se dedique tamb&eacute;m aten&ccedil;&atilde;o particular &agrave;s actividades da vida aut&oacute;noma e social. A no&ccedil;&atilde;o da flexibiliza&ccedil;&atilde;o curricular contrap&otilde;e</B>-se a uma escola seriada, r&iacute;gida na sua estrutura, tendo sido esta quest&atilde;o j&aacute; debatida internacional mente, atrav&eacute;s da Declara&ccedil;&atilde;o de Salamanca que abordou os princ&iacute;pios, as pol&iacute;ticas e as pr&aacute;ticas da educa&ccedil;&atilde;o especial (UNESCO, 1994). No caso da escola especial, a proposi&ccedil;&atilde;o remete-nos para um &lsquo;curr&iacute;culo funcional&rsquo;. Os curr&iacute;culos especiais, na generalidade, envolvem actividades relacio nadas com o desenvolvimento de habilidades b&aacute;sicas, &agrave; consci&ecirc;ncia de si, aos cuidados pessoais e da vida di&aacute;ria, &agrave; forma&ccedil;&atilde;o multissensorial, ao exerc&iacute;cio da independ&ecirc;ncia e ao relacionamento interpessoal, entre outras habilidades adaptativas (Brasil, 2001). </P >    <p>Al&eacute;m disso, os educadores precisam de compreender as suas cren&ccedil;as, os desejos, as frustra&ccedil;&otilde;es e os afectos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua actua&ccedil;&atilde;o profissional para, posteriormente, conseguirem assumir ent&atilde;o o papel de educar todo e qualquer aluno. Caso contr&aacute;rio, a institui&ccedil;&atilde;o escolar continuar&aacute; reproduzindo o c&iacute;rculo cruel da diferencia&ccedil;&atilde;o e da exclus&atilde;o destes alunos (Gomes &amp; Gonz&aacute;lez Rey, 2008). </P >    <p>De acordo com Naujorks (2003), e considerando essa nova proposta pol&iacute;tico-pedag&oacute;gica, o docente assume um lugar de &lsquo;professor-cuidador&rsquo;. Muitas vezes, este assume v&aacute;rios pap&eacute;is em simultaneo, desde o de m&atilde;e, de m&eacute;dico, de enfermeiro, de psic&oacute;logo e o seu verdadeiro papel, que &eacute; o de educador. Trabalhar com alunos portadores de necessidades especiais exige deste profis sional uma responsabilidade redobrada e aten&ccedil;&atilde;o constante, levando a um maior envolvimento com os alunos e com as actividades educativas. Esse cuidado redobrado, que faz parte do quoti diano do contexto da profiss&atilde;o, pode conduzir a um esgotamento, tanto f&iacute;sico como emocional. O professor, de forma geral, prepara-se para trabalhar com a popula&ccedil;&atilde;o discente majorit&aacute;ria, mais adaptada ao contexto e &agrave;s metas educacionais impl&iacute;citas e expl&iacute;citas da institui&ccedil;&atilde;o escolar. Na doc&ecirc;ncia, em classes ou programas para necessidades educacionais especiais predomina ainda a tend&ecirc;ncia em diferenciar os espa&ccedil;os f&iacute;sicos dos restantes discentes e docentes.Tal processo refor&ccedil;a a percep&ccedil;&atilde;o da diferen&ccedil;a, inclusive entre os pares, que de uma forma gradual, percepcionam esses docentes tal como seus alunos s&atilde;o percebidos pela grande maioria: como os &lsquo;diferentes&rsquo;, os &lsquo;de fora&rsquo;. A percep&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o perten&ccedil;a ao grupo, juntamente com a solid&atilde;o que muitas vezes acompanha esse sentimento, parece ser uma importante fonte de stress e esgotamento para estes professores (Nwikina &amp; Nwanekezi, 2010). </P >     <p>O desafio constante que caracteriza a pr&aacute;tica educacional com portadores de necessidades especiais deve-se, em parte, ao facto desta popula&ccedil;&atilde;o possuir limita&ccedil;&otilde;es que podem afectar a sua integridade e trazer inclusive preju&iacute;zos &agrave; locomo&ccedil;&atilde;o, &agrave; coordena&ccedil;&atilde;o de movimentos, &agrave; fala, &agrave; compreens&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es, &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o espacial ou &agrave; percep&ccedil;&atilde;o e ao contato com outras pessoas. Destas, as defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, mentais, visuais e auditivas s&atilde;o as que exigem novos reposicionamentos, procurando reconstruir e melhorar as pr&aacute;ticas educativas oferecidas e, principalmente, a reconstru&ccedil;&atilde;o dos referenciais de ac&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica dos pr&oacute;prios docentes. Esses alunos necessitam assim da elabora&ccedil;&atilde;o de programas adequados de interven&ccedil;&otilde;es, de acordo com suas necessidades (Brasil, 2001). &Eacute; importante que os docentes percebam que tais necessidades operam numa l&oacute;gica radicalmente oposta &agrave; da forma&ccedil;&atilde;o para a doc&ecirc;ncia convencional que ainda predomina nas escolas, ou seja, devem focar-se numa l&oacute;gica personalizada e n&atilde;o homogenizadora, o que implica uma (re)forma&ccedil;&atilde;o adequada, na qual o professor deve conhecer as caracter&iacute;sticas do desenvolvimento dos alunos, para assim ressignificar metas, ac&ccedil;&otilde;es e expectativas, tanto em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; turma, quer em rela&ccedil;&atilde;o ao fazer educacional. Esta diferencia&ccedil;&atilde;o parte do pressuposto da diversidade, programando e actuando em fun&ccedil;&atilde;o de um grupo heterog&eacute;neo com ritmos e estilos de aprendizagem diferente (Correia, 2004; Sanches &amp; Teodoro, 2007). Desta forma, trabalhar em educa&ccedil;&atilde;o especial &eacute; assim um desafio permanente para o docente, pois este deve realizar o seu trabalho tendo que superar as condi&ccedil;&otilde;es prec&aacute;rias de ensino, a forma&ccedil;&atilde;o insuficiente, os baixos sal&aacute;rios e a falta de recursos para um bom trabalho em sala de aula (Fonseca, 1995). A natureza da fun&ccedil;&atilde;o educacional, o aspecto interaccional e o contexto de trabalho s&atilde;o aspectos etiol&oacute;gicos muitos relevantes do significado atribu&iacute;do ao trabalho, assim como do esgotamento e da SB (Farber, 1991; Nwikina &amp; Nwanekezi, 2010). </P >     <p>A preocupa&ccedil;&atilde;o da comunidade cient&iacute;fica internacional sobre a incid&ecirc;ncia e factores associados ao Burnout nos professores de educa&ccedil;&atilde;o especial n&atilde;o &eacute;, por isso, recente (Bataineh, 2009; Cherniss, 1988; Figueiredo-Ferraz, Gil-Monte, &amp; Grau, 2009; Fore, Martin, &amp; Bender, 2002; Gil-Monte, Carretero, Rold&aacute;n, &amp; N&uacute;&ntilde;ez-Rom&aacute;n, 2005; Platsidou, 2010). </P >    <p>Beck e Gargiulo (1983), nos seus estudos, identificam que os professores das classes especiais e com problemas s&eacute;rios de desenvolvimento que possu&iacute;am sentimentos de compet&ecirc;ncia interpessoal mais elevados apresentavam menores pontua&ccedil;&otilde;es de despersonaliza&ccedil;&atilde;o. Segundo os autores, esses docentes parecem ser menos suscet&iacute;veis aos efeitos do stress de trabalho, desde que possuam determinados factores pessoais e instrumentais pedag&oacute;gicos para trabalhar com esta popula&ccedil;&atilde;o. Acker (1999) e K&uuml;&ccedil;&uuml;ks&uuml;leymano&#287;lu (2011) referem que profissionais que possuem uma forma&ccedil;&atilde;o mais adequada e expectativas real&iacute;sticas em rela&ccedil;&atilde;o ao atendimento ao qual se prop&otilde;em inicialmente, possuem uma menor probabilidade de desenvolver a SB. </P >    <p>Gil-Monte e Peir&oacute; (1996) identificaram que os trabalhadores de centros ocupacionais que atendem pessoas portadores de necessidades especiais parecem possuir na sua autoconfian&ccedil;a um importante factor preditor da realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, enquanto o conflito de papel, social/profissional parece operar como um preditor significativo da exaust&atilde;o emocional. </P >    <p>Os Professores que trabalham com pessoas com necessidades educacionais especiais s&atilde;o, por isso, mais propensos a desenvolver a SB, podendo gerar uma limita&ccedil;&atilde;o e comprometimento da qualidade dos servi&ccedil;os prestados pela organiza&ccedil;&atilde;o como um todo (Caton, Grossnickle, Cope, Long, &amp; Mitchell, 1988; Platsidou, 2010). A SB est&aacute; associada a um processo de deterioriza&ccedil;&atilde;o da qualidade dos servi&ccedil;os e da adop&ccedil;&atilde;o de atitudes negativas, por parte dos professores, na rela&ccedil;&atilde;o com o p&uacute;blico dos seus servi&ccedil;os e do seu papel profissional (Carlotto, 2009; Farber, 1991). No &acirc;mbito do desempenho destes Profissionais, podem-se identificar um planeamento menos frequente e cuidadoso das aulas, um menor entusiasmo e criatividade na sala de aula, menor simpatia pelos alunos e um menor optimismo quanto &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o do seu futuro. Podem-se tamb&eacute;m sentir facilmente frustrados pelos problemas ocorridos nas salas de aula ou pela falta de progresso dos seus alunos, desenvolvendo um grande distanciamento para com eles. Podem tamb&eacute;m manifestar sentimentos de hostilidade em rela&ccedil;&atilde;o aos administradores e familiares dos alunos, refugiando-se numa vis&atilde;o depreciativa em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua profiss&atilde;o (Wisniewski &amp; Gargiulo, 1997). </P >     <p>Nos estudos sobre a preval&ecirc;ncia da SB, devem ser avaliadas as caracter&iacute;sticas do trabalho de professor, as especificidades das institui&ccedil;&otilde;es de ensino e o n&iacute;vel de ensino no qual actuam (Carlotto, 2010; Guglielmi &amp; Tatrow, 1998): &ldquo;... diferen&ccedil;as entre professores e diferen&ccedil;as entre as escolas devem ser inclu&iacute;das em qualquer modelo de Burnout em professores&rdquo; (Sleegers, 1999, p. 225). </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Pelo exposto, este estudo epidemiol&oacute;gico observacional anal&iacute;tico transversal (Grimes &amp; Shulz, 2002) tem como objectivo identificar a preval&ecirc;ncia da SB e a sua rela&ccedil;&atilde;o com os factores de risco psicossociais na popula&ccedil;&atilde;o de professores de escolas especiais da regi&atilde;o central do Estado do Rio Grande do Sul/Brasil. Como hipotese de estudo desta investiga&ccedil;&atilde;o, assumiu-se que existe uma associa&ccedil;&atilde;o entre os factores psicossociais e as dimens&otilde;es de Burnout nestes profissionais. </P >    <p>A escolha pelo presente tema teve em considera&ccedil;&atilde;o a car&ecirc;ncia de pesquisas e de trabalhos de investiga&ccedil;&atilde;o nesta &aacute;rea espec&iacute;fica no contexto local, assim como a necessidade em recolher e subsidiar os dados atrav&eacute;s de pesquisas locais sobre a rela&ccedil;&atilde;o entre a SB e os processos de trabalho de professores de grupos com necessidades educacionais especiais noutros contextos. </P >    <p>M&Eacute;TODO </P >    <p><I>Participantes </I></P >    <p>Participaram neste estudo 63 (86%) um total de 73 professores e professoras de todas as 8 escolas especiais pertencentes &agrave; regi&atilde;o central do estado do Rio Grande do Sul &ndash; Brasil. </P >     <p>Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o no estudo foram: (1) estar em actividade docente h&aacute; mais de um ano e (2) n&atilde;o ter tido um afastamento por doen&ccedil;a nos &uacute;ltimos seis meses. Os nove professores(as) que n&atilde;o responderam ao estudo estavam afastados exactamente por motivos de s&aacute;ude. </P >     <p>Os professores s&atilde;o, na sua maioria, mulheres (96,85%), possuem uma rela&ccedil;&atilde;o conjugal est&aacute;vel (66%), filhos (75,5%) e apresentam uma idade m&eacute;dia de 35 anos e 6 meses (<I>DP</I>=9,98). Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; forma&ccedil;&atilde;o, a quase totalidade (90,5%) possui ensino superior completo e especializa&ccedil;&atilde;o. A maioria apresenta um v&iacute;nculo laboral regido pela CLT (55,6%) e dedica-se exclusivamente ao ensino especial numa &uacute;nica escola (61,5%). Atendem a uma m&eacute;dia de 15 alunos por dia (<I>DP</I>=11,28). Possuem, em m&eacute;dia, 11 anos e 3 meses (<I>DP</I>=8,13) de experi&ecirc;ncia docente e 7 anos e 6 meses (<I>DP</I>=6,57) de exerc&iacute;cio profissional na actual institui&ccedil;&atilde;o. </P >    <p><I>Instrumentos </I></P >    <p>Os dados foram recolhidos atrav&eacute;s dos seguintes instrumentos: (1) Question&aacute;rio de dados bio-socio-demogr&aacute;ficos, laborais e psicossociais; (2) Question&aacute;rio para avalia&ccedil;&atilde;o da S&iacute;ndrome de Burnout, vers&atilde;o para professores &ndash; Question&aacute;rio para a Avalia&ccedil;&atilde;o da S&iacute;ndrome de Quemarse por el Trabajo, <I>CESQT-PE </I>(Gil-Monte, 2005). Este &eacute; constittuido por 20 itens que se distribuem em quatro subescalas denominadas: Ilus&atilde;o para o trabalho, Desgaste ps&iacute;quico, Indol&ecirc;ncia e Culpa. Os itens s&atilde;o avaliados com uma escala tipo Likert, de frequ&ecirc;ncia de cinco pontos (0 &ldquo;Nunca&rdquo; a 4 &ldquo;todos os dias&rdquo;). O estudo da validade factorial e de construto da vers&atilde;o brasileira realizado por Gil-Monte, Carlotto e C&acirc;mara (2010), identificou que o modelo te&oacute;rico se ajustou satisfatoriamente aos dados para serem aplicados aos profissionais brasileiros. Todos os factores apresentaram um alfa de Cronbach superior a 0.70. (3) Bateria de avalia&ccedil;&atilde;o de riscos psicossociais (Unidad de Investigaci&oacute;n Psicosocial de la Conducta Organizacional, UNIPSICO) de Gil-Monte (2005), que avalia: Autonomia (5 itens, alfa=0.84); Conflito de papel (5 itens, alfa=.076); Ambiguidade de papel (5 itens, alfa=0.78); Sobrecarga de trabalho (6 itens, alfa=0.79); Apoio Social (5 itens, alfa=0.75); Conflitos interpessoais (5 itens, alfa=0.76); Auto-efic&aacute;cia (58 itens, alfa=0.79); Satisfa&ccedil;&atilde;o no Trabalho (6 itens, alfa=0.76); Tend&ecirc;ncia ao abandono (4 itens). Todos os itens s&atilde;o avaliados com uma escala tipo Likert, de frequ&ecirc;ncia de cinco pontos (0 &ldquo;Nunca&rdquo; a 4 &ldquo;todos os dias&rdquo;). </P >    <p><I>Procedimentos </I></P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para a recolha dos dados, inicialmente foi realizado um contacto com a Direc&ccedil;&atilde;o de cada institui&ccedil;&atilde;o de ensino, sendo apresentados os objetivos do estudo visando a obten&ccedil;&atilde;o da autoriza&ccedil;&atilde;o e o apoio para a aplica&ccedil;&atilde;o dos instrumentos. Nesse momento, foi sugerido pelas dire&ccedil;&otilde;es que a aplica&ccedil;&atilde;o ocorresse num evento regional no qual estariam presentes todos os professores. Nesse sentido e como sugerido, antes da actividade inicial do evento foram apresentados os objectivos do estudo ao grupo de professores e dadas as orienta&ccedil;&otilde;es relativas aos aspectos &eacute;ticos, no que diz respeito ao ao anonimato e garantia de confidencialidade dos participantes e das institui&ccedil;&otilde;es. Os dados foram introduzidos e tratados estatisticamente atrav&eacute;s do SPSS, vers&atilde;o 11.0. </P >    <p>Num primeiro momento, foram realizadas as an&aacute;lises descritivas. Posteriormente, foram realizadas outras an&aacute;lises utilizando o teste de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson para avaliar a correla&ccedil;&atilde;o entre a vari&aacute;vel dependente SB e as vari&aacute;veis quantitativas. As vari&aacute;veis foram testadas quanto &agrave; sua normalidade atrav&eacute;s do teste de Kolmogorov-Smirnov, em que todas atenderam ao crit&eacute;rio estabelecido pela prova (<I>p</I>&le;0,05). </P >    <p>Para avalia&ccedil;&atilde;o da preval&ecirc;ncia, foram utilizados os pontos de corte adoptados por Shiron (1989) e tamb&eacute;m j&aacute; apresentados no estudo nacional realizado por Batista et al. (2010), onde s&atilde;o considerados como uma alternativa possivel para identificar os n&iacute;veis de Burnout baseados na frequ&ecirc;ncia de sintomas em pa&iacute;ses que ainda n&atilde;o possuem pontos de corte validados. Foram considerados como n&iacute;veis altos nas subescalas: Desgaste Ps&iacute;quico, Indol&ecirc;ncia e Culpa os participantes que apresentaram valores com pontua&ccedil;&atilde;o igual ou acima do valor 2 (&ldquo;algumas vezes por m&ecirc;s&rdquo;) na escala de frequ&ecirc;ncia. Para n&iacute;veis baixos de Ilus&atilde;o no trabalho, considerou-se todos aqueles indiv&iacute;duos que pontuaram abaixo de 2 (&ldquo;algumas vezes por m&ecirc;s&rdquo;). Os n&iacute;veis altos de Burnout foram identificados nos indiv&iacute;duos que apresentaram uma pontua&ccedil;&atilde;o igual ou superior a 2 na m&eacute;dia dos 15 itens das subescalas de Ilus&atilde;o no trabalho, Desgaste Ps&iacute;quico e Indol&ecirc;ncia (Perfil 1). Foram considerados como casos muito graves os que apresentaram n&iacute;veis altos de sentimentos de culpa, associados aos n&iacute;veis elevados na m&eacute;dia dos 15 itens relacionados (Gil-Monte, 2005). A pesquisa encontra-se aprovada pelo Comit&ecirc; de &eacute;tica da institui&ccedil;&atilde;o de afilia&ccedil;&atilde;o da segunda autora, respeitando todos os requesitos solicitados. </P >    <p>RESULTADOS </P >    <p>Os resultados encontrados revelam uma preval&ecirc;ncia de 6.3% de participantes com sentimentos de desilus&atilde;o pelo trabalho e 25.4% com desgaste ps&iacute;quico. Nenhum participante apresentou um n&iacute;vel alto de indol&ecirc;ncia e 14.3% sentem Culpa (<a href="#t1">Tabela 1</a>). </P >     <p>&nbsp;</P >     <p><a name="t1"><img src="/img/revistas/aps/v30n3/30n3a05t1.jpg" width="492" height="152"></P >     
<p>&nbsp;</P >     <p>De acordo com a pontua&ccedil;&atilde;o total na escala CESQT-PE, composta por 15 itens e considerando o crit&eacute;rio adoptado, a percentagem de sujeitos com n&iacute;veis altos de Burnout foi de 30.6%. J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o &aacute; pontua&ccedil;&atilde;o obtida atrav&eacute;s do CESQT-PE e na dimens&atilde;o de Culpa, 14.3 % dos inquiridos apresentaram pontua&ccedil;&otilde;es altas. </P >     <p>Os resultados obtidos atrav&eacute;s da correla&ccedil;&atilde;o de Pearson revelam que todas as vari&aacute;veis estudadas associam-se &agrave; dimens&atilde;o Ilus&atilde;o ao trabalho, com excep&ccedil;&atilde;o do <I>feedback </I>negativo. Associado de uma forma positiva encontram-se a autonomia, o apoio social pessoal e no trabalho, o <I>feedback </I>positivo, a auto-efic&aacute;cia e a satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho. Associados de uma forma negativa, encontram-se o conflito e ambiguidade de papel, a iniquidade, a sobrecarga de trabalho e os problemas de sa&uacute;de. Em rela&ccedil;&atilde;o ao desgaste ps&iacute;quico, verifica-se que este se eleva na medida em que aumenta o conflito e a ambiguidade de papel, a sobrecarga de trabalho e os problemas de sa&uacute;de e por outro lado, diminui quando se relaciona a autonomia, ao apoio social e no trabalho, ao <I>feedback </I>positivo, a auto-efic&aacute;cia e a satisfa&ccedil;&atilde;o obtida com o trabalho. Verifica-se ainda que quanto maior &eacute; a Indol&ecirc;ncia menor &eacute; a autonomia, o apoio social, o apoio social no trabalho e a percep&ccedil;&atilde;o de auto-efic&aacute;cia. A dimens&atilde;o de culpa aumenta quanto maior o conflito, a ambiguidade de papel, a sobrecarga e os problemas de sa&uacute;de. Nesse sentido, o Perfil 1 associa-se ao aumento do conflito de papel e a iniquidade e o Perfil 2 associa-se ao conflito de papel, &agrave; sobrecarga de trabalho, &agrave; iniquidade, &agrave; insatisfa&ccedil;&atilde;o laboral e aos problemas de sa&uacute;de. </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P >     <p><a name="t2"><img src="/img/revistas/aps/v30n3/30n3a05t2.jpg" width="492" height="396"></P >     
<p>&nbsp;</P >     <p>DISCUSS&Atilde;O </P >    <p>A proposta deste estudo foi identificar a preval&ecirc;ncia da SB e verificar a rela&ccedil;&atilde;o entre as suas dimens&otilde;es e os factores de risco psicossociais nos professores de escolas especiais. Os resultados obtidos nos dois perfis (30.6% no Perfil 1 e 14.3% no Perfil 2), s&atilde;o superiores aos encontrados no estudo de Gil-Monte et al. (2005) realizado na Espanha em professores de alunos com necessidades educacionais especiais, com 11.70% dos participantes no Perfil 1 e 1.30% dos inquiridos associados ao Perfil 2, ou seja, a forma mais grave da SB. </P >     <p>Ao compararmos os resultados obtidos num outro estudo com uma amostra de 714 professores e professoras brasileiros de escolas convencionais do mesmo estado (Rio Grande do Sul) (Gil-Monte, Carlotto, &amp; C&acirc;mara, 2011), verificou-se que menos da metade da amostra apresentou o Perfil 1 (12%) e 5.6% classificou-se no Perfil 2. </P >     <p>Considerando os pontos de corte utilizados, os 13 casos identificados no presente estudo poderiam ser classificados como portadores de SB, se atendermos &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o brasileira e o modelo te&oacute;rico utilizado. A s&iacute;ndrome de Burnout apresenta gradua&ccedil;&otilde;es de acordo com a frequ&ecirc;ncia dos sintomas e intensidade dos mesmos (Maslach &amp; Jackson, 1981). Nesse sentido, s&atilde;o preocu pantes os resultados encontrados nos professores que constituem os dois perfis propostos pelo modelo te&oacute;rico de Gil-Monte (2005). Segundo Maslach e Goldberg (1998), embora muitas pessoas possam deixar o trabalho em consequ&ecirc;ncia do Burnout, outras podem permanecer exercendo suas fun&ccedil;&otilde;es, ainda que trabalhando muito abaixo do seu potencial laboral e apresentando problemas na qualidade do trabalho desenvolvido. Ainda nesta linha de pensamento, estes resultados carecem de uma aten&ccedil;&atilde;o particular, uma vez que os professores identificados e sinalizados com a s&iacute;ndrome est&atilde;o em exerc&iacute;cio funcional, provavelmente agravando o seu quadro com preju&iacute;zos para a quali dade do seu trabalho e com consequ&ecirc;ncias na rela&ccedil;&atilde;o ensino-aprendizagem do aluno, conforme referem Gil-Monte, Carlotto e C&acirc;mara (2011). </P >    <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s vari&aacute;veis psicossociais, verifica-se que valores nais elevados na autonomia, no apoio social pessoal e no trabalho, no <I>feedback </I>positivo, na auto-efic&aacute;cia e na satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho, mais elevada &eacute; a Ilus&atilde;o ao trabalho, ou seja, o entusiasmo e as expectativas em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo. Segundo Dlugos e Friedlander (2001), a identifica&ccedil;&atilde;o com o trabalho funciona como uma esp&eacute;cie de factor de protec&ccedil;&atilde;o da SB, uma vez que caracteriza as pessoas que est&atilde;o continua mente motivadas pelo seu trabalho. O entusiasmo pelo trabalho, por seu lado, relaciona-se com o aumento da satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho (Carbonneau, Vallerand, Fernet, &amp; Guay, 2008). Um estudo realizado por Platsidou (2010), com professores gregos de educa&ccedil;&atilde;o especial, identificou que a exaust&atilde;o emocional, o distanciamento e a baixa realiza&ccedil;&atilde;o profissional relacionavam-se com a insatisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho. Os professores de educa&ccedil;&atilde;o especial sentem-se menos bem-sucedidos e realizados profissionalmente, sendo frequente o sentimento de frustra&ccedil;&atilde;o devido a uma maior lentid&atilde;o da aprendizagem dos alunos (K&uuml;&ccedil;&uuml;ks&uuml;leymano&#287;lu, 2011). </P >    <p>Os educadores da escola especial, no momento em que percepcionam uma maior efic&aacute;cia, actuam com uma maior autonomia e provavelmente, recebem um <I>feedback </I>positivo e um apoio de familiares, colegas e discentes da institui&ccedil;&atilde;o, apresentando uma maior motiva&ccedil;&atilde;o e entusiasmo pelo trabalho. Um resultado semelhante foi identificado num outro estudo realizado com professores de educa&ccedil;&atilde;o especial americanos de Russel et al. (2001). Moreno, Oliver e Aragoneses (1991) referem que o relacionamento e o apoio dos supervisores, colegas, fam&iacute;lia e amigos, assim como o retorno positivo e a satisfa&ccedil;&atilde;o obtida atrav&eacute;s do seu trabalho, s&atilde;o independente da categoria profissional, factores protectores importantes do Burnout. Os Professores das escolas especiais necessitam de uma autonomia no desempenho do seu trabalho, tendo em considera&ccedil;&atilde;o as particularidades de seus alunos. Esses profissionais devem, por isso, acompanhar com maior afinco e criatividade todo o processo de ensino/aprendizagem e de desenvolvimento global dos seus discentes praticamente de forma individual, uma vez que mesmo apresentadndo um planeamento de interven&ccedil;&atilde;o, em muitas situa&ccedil;&otilde;es necessitam de adequar o seu trabalho, recorrendo &agrave; criatividade, &agrave; autonomia e ao apoio da chefia, equipa t&eacute;cnica e colegas. Mageau et al. (2009) sugerem que a autonomia, o ambiente social de apoio, no qual as escolhas s&atilde;o oferecidas, as iniciativas s&atilde;o apoiadas, e o controle &eacute; minimizado, promove o envolvimento e o entusiasmo harmonioso no trabalho. Em vez de exercer a sua actividade como um t&eacute;cnico especializado que conduz apenas o processo de ensino-aprendizagem, este profissional acrescenta ao seu papel o de facilitador da mudan&ccedil;a, desencadeando processos que sustentem a reflex&atilde;o das pr&aacute;ticas que devem se estender a toda a comunidade escolar (Morgado &amp; Silva, 1999), e constituir-se, em si, uma fonte de apoio. </P >    <p>Na medida em que se eleva o conflito, a ambiguidade de papel e a iniquidade diminui o entusiasmo pelo trabalho e aumenta o desgaste ps&iacute;quico. O professor, muitas vezes, recebe mensagens para executar dois ou mais pap&eacute;is distintos, tendo que agir contrariamente &agrave;s suas concep&ccedil;&otilde;es da pr&aacute;tica educativa, instalando-se o conflito interno de valores e de ac&ccedil;&atilde;o (Esteve, 1999; Nwikina &amp; Nwanekezi, 2010). Essa quest&atilde;o pode estar relacionada, segundo Naujorks (2003), com o o papel preconizado do &lsquo;professor-cuidador, baseado no modelo m&eacute;dico-psicol&oacute; gico, historicamente o eixo fundamental a partir do qual tem sido desenvolvida a forma&ccedil;&atilde;o docente e a funcionalidade das escolas especiais (Michels, 2005). </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Gil-Monte e Peir&oacute; (1996), assim como Burke Greenglass e Schwarzer (1996), tamb&eacute;m encontraram evid&ecirc;ncias nos seus estudos no que diz respeito ao conflito de papel e ao desgaste emocional relacionados com o sentimento de falta de realiza&ccedil;&atilde;o no trabalho. Nessa perspectiva, ao reduzir o desgaste ps&iacute;quico, identifica-se um aumento na autonomia, no apoio social e no trabalho, no <I>feedback </I>positivo, na auto-efic&aacute;cia e na satisfa&ccedil;&atilde;o obtida com o trabalho. </P >    <p>No presente estudo, verificou-se que a Indol&ecirc;ncia aumenta com a falta de autonomia. Pode-se pensar que a inseguran&ccedil;a, decorrente do sentimento de n&atilde;o estar a ser competente no trabalho, a falta de autonomia e do apoio de familiares, da chefia, dos discentes e dos colegas, apresente como consequ&ecirc;ncia que o professor desenvolva, como estrat&eacute;gia de adapta&ccedil;&atilde;o, atitudes negativas de indiferen&ccedil;a, insensibilidade e distanciamento dos alunos. No estudo realizado por Bataineh (2009) com professores de educa&ccedil;&atilde;o especial, &eacute; evid&ecirc;nciada a import&acirc;ncia do apoio social como um factor de protec&ccedil;&atilde;o ao Burnout. </P >    <p>Verificou-se ainda que a dimens&atilde;o de culpa aumenta &agrave; medida que aumenta o conflito, a ambiguidade de papel, a sobrecarga e os problemas de sa&uacute;de. O profissional, ao aperceber-se dos efeitos negativos provocados pela sobrecarga, pela falta de clareza quanto ao seu papel e pelo conflito com as suas atribui&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o aos alunos, vai desenvolvendo sentimentos de culpa, caracter&iacute;stico do Perfil 2 de Burnout proposto pela teoria, corroborando a rela&ccedil;&atilde;o encontrada deste perfil com os problemas de sa&uacute;de. Este resultado confirma os resultados encontrados por Ervast et al. (2011), que referem que os professores de ensino especial apresentam um afastamento no trabalho causado por problemas de sa&uacute;de mais elevado quando comparados com professores de outros n&iacute;veis de ensino. De acordo com Esteve, Franco e Vera (1995) e Nwikina e Nwanekezi (2010), a diversidade das fun&ccedil;&otilde;es faz com que este profissional, em muitas situa&ccedil;&otilde;es, realize o seu trabalho de uma forma inadequada, n&atilde;o porque n&atilde;o saiba faz&ecirc;-lo melhor, mas porque n&atilde;o consegue atender, em simultaneamente, &agrave;s diversas fun&ccedil;&otilde;es que lhe s&atilde;o atribu&iacute;das, lenvando ao aparecimento de sentimentos de mal-estar psicol&oacute;gico. </P >    <p>Nesta investiga&ccedil;&atilde;o, foi verificado que o Perfil 1 est&aacute; associado ao aumento do conflito de papel e de iniquidade enquanto que o Perfil 2 est&aacute; associado ao conflito de papel, &agrave; sobrecarga de trabalho, &agrave; iniquidade, &agrave; insatisfa&ccedil;&atilde;o laboral e aos problemas de sa&uacute;de. No Perfil 1, desenvolve-se uma deteoriza&ccedil;&atilde;o cognitiva e afectiva, em que estes sentimentos surgem num primeiro momento como uma resposta &agrave;s fontes de stress laboral cr&oacute;nico e, posteriormente, os indiv&iacute;duos desenvolvem atitudes negativas para com as pessoas que atendem no seu trabalho. Em rela&ccedil;&atilde;o ao Perfil 2, adiciona-se a Culpa, apesar de n&atilde;o ser vivenciada por todos os sujeitos. </P >     <p>O docente de educa&ccedil;&atilde;o especial vive, actualmente, um processo de mudan&ccedil;a paradigm&aacute;tica. Por isso, tem como desafio conseguir operar activamente na passagem do modelo de actua&ccedil;&atilde;o tradicional, baseada no modelo m&eacute;dico-psicol&oacute;gico, para uma &lsquo;nova abordagem&rsquo;, conforme define o Parecer CNE/CEB 17/2001 (Brasil, 2001), que introduz o conceito de necessidades educacionais especiais. Esta abordagem apresenta como objectivo principal superar o trabalho pedag&oacute;gico tradicional da educa&ccedil;&atilde;o especial pela perspectiva da inclus&atilde;o, cuja finalidade reside em focalizar de forma individual e contaminante os diagn&oacute;sticos de defici&ecirc;ncia ao coloc&aacute;-los sobre as necessidades de aprendizagem, entendidas como uma rela&ccedil;&atilde;o processual entre docentes e discentes. Esteve (1999) refere-se &agrave; ang&uacute;stia do professor e da professora que tem que realizar o que denomina por &lsquo;avan&ccedil;o cont&iacute;nuo do saber&rsquo;, explicando n&atilde;o se tratar somente de uma actualiza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua, mas da ren&uacute;ncia dos conte&uacute;dos e pr&aacute;ticas de um saber que vinha sendo do seu dom&iacute;nio durante anos, baseada numa perspectiva mais construtivista, embora distante, das pr&aacute;ticas educacionais convencionais. O autor adverte tamb&eacute;m sobre as &ldquo;desastrosas&rdquo; tens&otilde;es e desorienta&ccedil;&otilde;es provocadas nos indiv&iacute;duos quando estes se v&ecirc;em obrigados a sofrer uma mudan&ccedil;a excessiva nas suas pr&aacute;ticas educacionais, num per&iacute;odo demasiadamente curto. </P >     <p>Esta investiga&ccedil;&atilde;o apresenta algumas limita&ccedil;&otilde;es que devem ser consideradas. A primeira delas &eacute; que o estudo tem um delineamento transversal, o que impede conclus&otilde;es em termos de causalidade. A segunda seria o efeito do trabalhador sadio, uma quest&atilde;o peculiar nos estudos transversais em epidemiologia ocupacional que muitas vezes, exclui o poss&iacute;vel doente (McMichael, 1976). Esta situa&ccedil;&atilde;o pode subestimar o tamanho dos riscos identificados, uma vez que os profissionais mais afetados n&atilde;o conseguem manter-se no emprego, afastando-se por licen&ccedil;as para tratamento de sa&uacute;de, situa&ccedil;&atilde;o referida por 9 professores que comp&otilde;em esta amostra. A terceira &eacute; que s&atilde;o utilizadas apenas medidas de auto-relato, o que pode ocasionar algum enviezamento devido &agrave; desejabilidade social que algumas quest&otilde;es abordam. No caso particular deste estudo, por exemplo, podem-se citar as quest&otilde;es relacionadas com a dimens&atilde;o de Indol&ecirc;ncia, uma vez que &eacute; dif&iacute;cil para o docente admitir que se distancia e trata de forma impessoal seus alunos e alunas. </P >    <p>Ozdemir (2007) pontua que, al&eacute;m do n&iacute;vel de ensino, as quest&otilde;es socioecon&oacute;micas e geogr&aacute;ficas devem ser consideradas nos estudos sobre a SB em professores e professoras. Portanto, sugerem-se novos estudos com amostras maiores, com professores de outras regi&otilde;es e estados e com outras realidades educacionais. Dessa forma, pode conseguir-se ampliar o conhecimento sobre Burnout em professores de escolas especiais, categoria ainda pouco contemplada nas pesquisas sobre esta doen&ccedil;a ocupacional, procurando contribuir com subsidios para os mesmos obterem uma melhor qualidade de vida no trabalho, com as institui&ccedil;&otilde;es a oferecerem um atendimento mais ajustado e eficaz para a comunidade escolar. </P >     <p>&nbsp;</P >     <p>REFER&Ecirc;NCIAS </P >    <p>Acker, G. M. (1999). The impact of client&rsquo;s mental illness on social worker&rsquo;s job satisfaction and burnout. <I>Health and Social Work, 24</I>(2), 112-120. </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Barroso, C. (1982). <I>Mulher, sociedade e estado no Brasil. </I>S&atilde;o Paulo: Unicef/Brasiliense.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0870-8231201200020000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Bataineh, O. (2009). Sources of social support among special education teachers in Jordan and their relationship to burnout. <I>International Education, 39</I>(1), 65-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0870-8231201200020000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Batista, J. B. V., Carlotto, M. S., Coutinho, A., Souto, A., &amp; Silva, L. G. (2010). Preval&ecirc;ncia da S&iacute;ndrome de Burnout e fatores sociodemogr&aacute;ficos e laborais em professores de escolas municipais da cidade de Jo&atilde;o Pessoa, PB. <I>Revista Brasileira de Epidemiologia, 13</I>(3), 502-512.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0870-8231201200020000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Beck, C. L., &amp; Gargiulo, R. M. (1983). Burnout in teachers of retarded and non-retarded children. <I>Journal of Educational Research, 76, </I>169-173.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0870-8231201200020000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Brasil/Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura (2001). Secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o Fundamental. <I>Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Especial. </I>Bras&iacute;lia: MEC/SEF, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0870-8231201200020000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Burke, R. J., Greenglass, E. R., &amp; Schwarzer, R. (1996). Predicting teacher burnout over time: Effects of work stress, social support and self-doubts on burnout and its consequences. <I>Anxiety, Stress and Coping, 9</I>(3), 261-275.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0870-8231201200020000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Byrne, B. (1991). Burnout: Investigating the impact of background variables for elementary, intermediate, secondary, and university educators. <I>Teaching &amp; Teacher Education, 7</I>(2), 197-209.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0870-8231201200020000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Carbonneau, N., Vallerand, R. J. C., Fernet, C., &amp; Guay, F. (2008). The role of passion for teaching in intrapersonal and interpersonal outcomes. <I>Journal of Educational Psychology, 100</I>(4), 977-987.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0870-8231201200020000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Carlotto, M. S. (2009). A rela&ccedil;&atilde;o profissional-paciente e a S&iacute;ndrome de Burnout. <I>Encontro: Revista de Psicologia, 12</I>(17), 7-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0870-8231201200020000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Carlotto, M. S. (2010). S&iacute;ndrome de Burnout: Diferen&ccedil;as segundo n&iacute;veis de ensino. <I>Psico/PUCRS</I>, <I>41</I>(4), 495-502.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0870-8231201200020000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Carlotto, M. S. (2012). S&iacute;ndrome de Burnout em professores: Avalia&ccedil;&atilde;o, fatores associados e interven&ccedil;&atilde;o. Porto: LivPsic.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0870-8231201200020000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Caton, D. J., Grossnickle, W. F., Cope, J. G., Long, T. E., &amp; Mitchell, C. C. (1988). Burnout and stress among employees at a state institution for mentally retarded persons. <I>American Journal of Mental Retardation, </I><I>93</I>(3), 300-304.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0870-8231201200020000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Cebri&agrave;-Andreu, J. (2005). El s&iacute;ndrome de desgaste profesional como problema de salud p&uacute;blica. <I>Gaceta Sanit&aacute;ria</I>, <I>19</I>(6), 470-470.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0870-8231201200020000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Cherniss, C. (1988). Observed supervisory behavior and teacher burnout in special education. <I>Exceptional Children, 54</I>(5), 449-454.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0870-8231201200020000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Correia, L. de M. (2004). Problematiza&ccedil;&atilde;o das dificuldades de aprendizagem nas necessidades educativas especiais. <I>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica</I>, <I>22</I>(2), 369-376.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0870-8231201200020000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Dlugos, R. F., &amp; Friedlander, M. L. (2001). Passionately committed psychotherapists: a qualitative study of their experience. <I>Professional Psychology: Research and Practice, 32, </I>298-304.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0870-8231201200020000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Ervasti, J., Kivimaki, M., Pentti, J., Suominen, S., Vahtera, J., &amp; Virtanen, M. (2011). Sickness absence among Finnish special and general education teachers. <I>Occupational Medicine, 61, </I>465-471.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0870-8231201200020000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Esteve, J. M. (1999). <I>O mal-estar docente: A sala de aula e a sa&uacute;de dos professores. </I>S&atilde;o Paulo: Editora da Universidade do Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0870-8231201200020000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Esteve, J. M., Franco, S., &amp; Vera, J. (1995). <I>Los profesores ante el cambio social</I>. Barcelona: Anthropos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0870-8231201200020000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Farber, B. A. (1991). <I>Crisis in education. Stress and burnout in the American teacher. </I>S&atilde;o Francisco: Jossey-Bass Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0870-8231201200020000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Figueiredo-Ferraz, H., Gil-Monte, P. R., &amp; Grau, E. (2009). Prevalencia del s&iacute;ndrome de quemarse por el trabajo (burnout) en una muestra de maestros portugueses. Aletheia, <I>29</I>, 6-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0870-8231201200020000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Fonseca, V. da. (1995). <I>Educa&ccedil;&atilde;o especial </I>(2&ordf; ed.). Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0870-8231201200020000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Fore, C. III., Martin, C., &amp; Bender, W. N. (2002). Teacher burnout in special education: The causes and the recommended solutions. <I>The High School Journal, 86</I>(1), 36-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0870-8231201200020000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Garcia, R. M. C. (2006). Pol&iacute;ticas para a educa&ccedil;&atilde;o especial e as formas organizativas do trabalho pedag&oacute;gico. <I>Revista Brasileira de Educa&ccedil;&atilde;o Especial, 12</I>(3), 299-316.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0870-8231201200020000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Gil-Monte, P. R (2005). <I>El s&iacute;ndrome de quemarse por el trabajo (burnout). Una enfermidad laboral en la sociedad del bienestar</I>. Madrid: Pir&acirc;mide.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0870-8231201200020000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Gil-Monte, P. R. (2008). El s&iacute;ndrome de quemarse por el trabajo (burnout) como fen&oacute;meno transcultural. <I>Informaci&oacute; Psicol&oacute;gica, 91-92</I>, 4-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0870-8231201200020000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Gil-Monte, P. R., &amp; Peir&oacute;, J. M. (1996). Un estudio sobre antecedentes significativos del s&iacute;ndrome de quemarse por el trabajo (burnout) en trabajadores de centros ocupacionais para discapacitados ps&iacute;quicos. <I>Psicologia </I><I>del Trabajo y de las Organizaciones, 12</I>(1), 67-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0870-8231201200020000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <p>Gil-Monte, P. R., Carlotto, M. S., &amp; C&acirc;mara, S. (2010). Propriedades psicom&eacute;tricas e valida&ccedil;&atilde;o do &ldquo;Question&aacute;rio para a Avalia&ccedil;&atilde;o da S&iacute;ndrome de <I>Burnout</I>&rdquo; em professores brasileiros. <I>Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 44</I>(1), 140-147. </P >     <!-- ref --><p>Gil-Monte, P. R., Carlotto, M. S., &amp; C&acirc;mara, S. (2011). Prevalence of burnout in a sample of Brazilian teachers. <I>European Journal of Psychiatry, 25</I>(4), 205-212.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0870-8231201200020000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Gil-Monte, P. R., Carretero, N., Rold&aacute;n, M. D., &amp; N&uacute;&ntilde;ez-Rom&aacute;n, E. (2005). Prevalencia del s&iacute;ndrome de quemarse por el trabajo (burnout) en monitores de taller para personas con discapacidad. <I>Revista de Psicolog&iacute;a del Trabajo y de las Organizaciones, 21</I>, 107-123.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0870-8231201200020000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Gomes, C., &amp; Gonz&aacute;lez Rey, F. L. (2008). Psicologia e inclus&atilde;o: Aspectos subjetivos de um aluno portador de defici&ecirc;ncia mental<I>. Revista Brasileira de Educa&ccedil;&atilde;o Especial, 14</I>(1), 53-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0870-8231201200020000500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Grimes, D. A., &amp; Shulz, K. F. (2002). An overview of clinical research: The lay of the land. <I>The Lancet, 359, </I>57-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0870-8231201200020000500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Guglielmi, R. S., &amp; Tatrow, K. (1998). Occupational stress, burnout, and health in teachers: A methodological and theoretical analysis. <I>Review of Educational Research, 68</I>(1), 61-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0870-8231201200020000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Harrison, B. J. (1999). Are you to burn out? <I>Fund Raising Management, 30</I>(3), 25-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0870-8231201200020000500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Heus, P., &amp; Diekstra, R. F. W. (1999). Do you teachers burnout more easily? A comparison of teachers with other social professions on work stress and burnout symptoms. In R. Vanderbergue &amp; M. A. Huberman (Eds.), <I>Understanding and preventing teacher burnout: A source book of international practice and research </I>(pp. 269-284). Cambridge: Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0870-8231201200020000500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Kovess-Masf&eacute;ty, V., Sevilla-Dedieu, C., Rios-Seidel, C., Nerri&egrave;re, E., &amp; Chan Chee, C. (2006). Do teachers have more health problems? Results from a French cross-sectional survey. <I>BMC Public Health, 6</I>, 101. Consultado em junho de 2009. Retirado de: <a href="http://www.biomedcentral.com/1471-2458/6/101" target="_blank">http://www.biomedcentral.com/1471-2458/6/101</a> </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0870-8231201200020000500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>K&uuml;&ccedil;&uuml;ks&uuml;leymano&#287;lu, R. (2011). Burnout syndrome levels of teachers in special education schools in Turkey. <I>International Journal of Special Education, 26</I>(1). Consultado em abril de 2011. Retirado de: <a href="http://www.internationaljournalofspecialeducation.com/articles.cfm?y=2011&v=26&n=1" target="_blank">http://www.internationaljournalofspecialeducation.com/articles.cfm?y=2011&amp;v=26&amp;n=1</a> </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0870-8231201200020000500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Levy, G. C. T. de M., Nunes Sobrinho, F. P., &amp; Souza, C. A. A. de. (2009). S&iacute;ndrome de <I>Burnout </I>em professores da rede p&uacute;blica. <I>Produ&ccedil;&atilde;o</I>, <I>19</I>(3), 458-465.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0870-8231201200020000500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Mageau, G. A., Vallerand, R. J., Charest, J., Salvy, S.-J., Lacaille, N., Bouffard, T., &amp; Koestner, R. (2009). On the development of harmonious and obsessive passion: The role of autonomy support, activity valuation, and identity processes. <I>Journal of Personality, 77, </I>601-645.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0870-8231201200020000500040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Mallmann, C. S., Palazzo, L. S., Carlotto, M. S., &amp; Aerts, D. R. G. de C. (2009). Fatores associados &agrave; s&iacute;ndrome de burnout em funcion&aacute;rios p&uacute;blicos municipais. <I>Psicologia: Teoria e Pr&aacute;tica, 11</I>(2), 69-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0870-8231201200020000500041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Maslach, C., &amp; Goldberg, J. (1998). Prevention of burnout: News perspectives. <I>Applied &amp; Preventive Psychology, 7, </I>63-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0870-8231201200020000500042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Maslach, C., &amp; Jackson, S. E. (1981). The measurement of experienced burnout<I>. Journal of Occupational Behavior, 2, </I>99-113.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0870-8231201200020000500043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Maslach, C., Schaufeli, W. B., &amp; Leiter, M. P. (2001). Job burnout. <I>Annual Review Psychology, 52, </I>397-422.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0870-8231201200020000500044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>McMichael, A. J. (1976). Standardized mortality ratios and the healthy worker effect: Scratching beneath the surface. <I>Journal Occupational Medical, 18, </I>165-168.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S0870-8231201200020000500045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Michels, M. H. (2005). Paradoxos da forma&ccedil;&atilde;o de professores para a Educa&ccedil;&atilde;o Especial: O curr&iacute;culo como express&atilde;o da reitera&ccedil;&atilde;o do modelo m&eacute;dico-psicol&oacute;gico. <I>Revista Brasileira de Educa&ccedil;&atilde;o Especial, 11</I>(2), 255-272.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0870-8231201200020000500046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Moreno, B. J., Oliver, C., &amp; Aragoneses, A. (1991). El burnout, una forma espec&iacute;fica de estr&eacute;s laboral. In G. Buela-Casal &amp; V. Caballo (Eds.), <I>Manual de Psicologia Cl&iacute;nica Aplicada </I>(pp. 271-279). Madri: Siglo Veintiuno.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S0870-8231201200020000500047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Morgado, J., &amp; Silva, J. (1999). Factores contributivos para o sucesso escolar de alunos com necessidades educativas. <I>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica</I>, <I>17</I>(1), 127-142.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S0870-8231201200020000500048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Nacarato, A. M., Varani, A., &amp; Carvalho,V. (2000). O cotidiano do trabalho docente: Palco, bastidores e trabalho invis&iacute;vel... abrindo as cortinas. In C. M. G. Geraldi, D. Fiorentina, &amp; E. M. de A. Pereira (Eds.), <I>Cartografias do trabalho docente </I>(pp. 45-79). Campinas: Mercado de Letras.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S0870-8231201200020000500049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Naujorks, M. I. (2003). Burnout docente no trabalho com a inclus&atilde;o de alunos com necessidades educativas especiais. <I>Revista Cadernos de Educa&ccedil;&atilde;o Especial, 22, </I>Consultado em setembro de 2009. Retirado de &lt;<a href="http://www.ufsm.br/ce/revista" target="_blank">www.ufsm.br/ce/revista</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S0870-8231201200020000500050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Nwikina, L., &amp; Nwanekezi, A. (2010). Management of job-related teacher burnout in Nigerian schools. Academia Arena, <I>2</I>(7). Consultado em mar&ccedil;o de 2011. Retirado de: <a href="http://sciencepub.net/academia/aa0207/06_3535aa0207_31_38.pdf" target="_blank">http://sciencepub.net/academia/aa0207/06_3535aa0207_31_38.pdf</a> </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S0870-8231201200020000500051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ozdemir, Y. (2007). The role of classroom management efficacy in predicting teacher burnout. <I>International Journal of Social Sciences, 2</I>(4), 257-263.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0870-8231201200020000500052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Pines, W. S. (1982). The burnout syndrome in context. In J. W. Jones (Ed.), <I>The burnout syndrome: Current research, theory, interventions </I>(pp. 1-29). Park Ridge, Illinois: London House press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0870-8231201200020000500053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Platsidou, M. (2010). Trait emotional intelligence of Greek special education teachers in relation to burnout and job satisfaction. <I>School Psychology International, 31</I>(1), 60-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0870-8231201200020000500054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <p>Russell, G., et al. (2001). Working in special education: Factors that enhance special educators&rsquo; intent to stay<B>. </B><I>Exceptional Children, 67</I>(4), 549-67. </P >    <!-- ref --><p>Sanches, I., &amp; Teodoro, A. (2007). Procurando indicadores de educa&ccedil;&atilde;o inclusiva: As pr&aacute;ticas dos professores de apoio educativo. <I>Revista Portuguesa de Educa&ccedil;&atilde;o, 20</I>(2), 105-149.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S0870-8231201200020000500056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Shiron, A. (1989). Burnout in work organizations. In C. L. Cooper &amp; I. Robertson (Eds.), <I>International Review of Industrial and Organizational Psychology </I>(pp. 25-48). Nueva York: Wiley &amp; Sons.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S0870-8231201200020000500057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>Sleegers, P. (1999) Professional identity, school reform, and burnout: Some reflections on teacher burnout. In R. Vanderbergue &amp; M. A. Huberman (Eds.), <I>Understanding and preventing teacher burnout: A source book of international practice and research </I>(pp. 247-255). Cambridge: Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S0870-8231201200020000500058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>UNESCO. (1994). <I>The Salamanca statement </I>and framework for action on special needs education. Spain.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000182&pid=S0870-8231201200020000500059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Vanheule, S., Lievrouw, A., &amp; Verhaeghe, P. (2003). Burnout and intersubjectivity: A psychoanalytical study from a Lacanian perspective. <I>Human Relations</I>, <I>56</I>(3), 321-338.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S0870-8231201200020000500060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Wisniewski, L., &amp; Gargiulo, R. M. (1997). Occupational stress and burnout among special educators: A review of the literature. <I>The Journal of Special Education, 3</I>(3), 325-349.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S0870-8231201200020000500061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>World Health Organization (WHO). (2000). The World Health Report 2001. Mental Health: New Understanding, New Hope. Consultado em mar&ccedil;o de 2009. Retirado de: <a href="http://www.who.int/whr/2001/en/" target="_blank">http://www.who.int/whr/2001/en/</a> </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S0870-8231201200020000500062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</P >     <p><a name="0"></a><a href="#top0">Correspond&ecirc;ncia</a></P >     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Mary Sandra Carlotto, Psic&oacute;loga; Mestre em Sa&uacute;de Coletiva (ULBRA-RS); Doutora em Psicologia Social (USC/ES); Professora do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Psicologia da PUCRS, Bolsista produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (CNPq) Brasil, Av. Mau&aacute;, 645/504, Centro, S&atilde;o Leopoldo, RS, CEP: 93110-320. E-mail: <a href="mailto:mscarlotto@pesquisador.cnpq.br">mscarlotto@pesquisador.cnpq.br</a></P >      ]]></body><back>
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