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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A perturbação de hiperatividade/défice de atenção em idade pré-escolar: Especificidades e desafios ao diagnóstico e intervenção]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[With this literature review we intend to characterize AD/HD in preschool children. In the last years this diagnosis is increasingly being made under the age of 5, stressing the need for a better clarification of early identification and diagnosis. The use of the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM) in preschool years has been subject to debate, due to the risk of overdiagnosis and overpathologizing developmental problems that might be transitory. Through the study of early indicators of risk involved in different pathways of AD/HD, we can answer more appropriately to early signs of hyperactivity and provide early intervention. This paper addresses the main areas to be evaluated and instruments available, as well as the main scientific evidences and practical guidelines on assessment and intervention in preschool ADHD.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><B>A perturba&ccedil;&atilde;o de hiperatividade/d&eacute;fice de aten&ccedil;&atilde;o em idade pr&eacute;-escolar: Especificidades e desafios ao diagn&oacute;stico e interven&ccedil;&atilde;o </B></P >     <p><b>Andreia Fernandes Azevedo<Sup>*</Sup>; Maria Jo&atilde;o Seabra Santos<Sup>**</Sup>; Maria Filomena Gaspar<Sup>**</Sup>; Tatiana Carvalho Homem<Sup>* </Sup></b></P >     <p><Sup>* </Sup>Doutoranda na Faculdade de Psicologia e Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade de Coimbra; </P >     <p><Sup>** </Sup>Professora da Faculdade de Psicologia e Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade de Coimbra </P >     <p><a name="top0"></a><a href="#0">Correspond&ecirc;ncia</a></P >     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Com a presente revis&atilde;o da literatura, pretende-se caraterizar a PH/DA em idade pr&eacute;-escolar. Nos &uacute;ltimos anos este diagn&oacute;stico tem vindo a ser aplicado cada vez com mais frequ&ecirc;ncia antes dos 5 anos de idade, alertando para a necessidade de proceder a uma clarifica&ccedil;&atilde;o da identifica&ccedil;&atilde;o e diagn&oacute;stico precoces. A utiliza&ccedil;&atilde;o do Manual de Diagn&oacute;stico e Estat&iacute;stica das Perturba&ccedil;&otilde;es Mentais (DSM) em idade pr&eacute;-escolar tem sido objeto de debate, devido ao risco de psicopatologiza&ccedil;&atilde;o e sobrediagn&oacute;stico de problemas de desenvolvimento que podem ser transit&oacute;rios. Atrav&eacute;s do estudo dos indicadores precoces de risco implicados nas diferentes trajet&oacute;rias da PH/DA poderemos responder de forma mais apropriada aos primeiros sinais da hiperatividade e proporcionar interven&ccedil;&otilde;es precoces. O presente artigo faz uma s&iacute;ntese das &aacute;reas a avaliar e dos instrumentos que &eacute; poss&iacute;vel utilizar, bem como das principais evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas e diretrizes pr&aacute;ticas sobre a avalia&ccedil;&atilde;o e interven&ccedil;&atilde;o na PH/DA em idade pr&eacute;-escolar. </P >    <p><B>Palavras-chave: </B>DSM, Indicadores precoces de risco, PH/DA, Pr&eacute;-escolar, Trajet&oacute;rias de desenvolvimento. </P >     <p>&nbsp;</P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></P >     <p>With this literature review we intend to characterize AD/HD in preschool children. In the last years this diagnosis is increasingly being made under the age of 5, stressing the need for a better clarification of early identification and diagnosis. The use of the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM) in preschool years has been subject to debate, due to the risk of overdiagnosis and overpathologizing developmental problems that might be transitory. Through the study of early indicators of risk involved in different pathways of AD/HD, we can answer more appropriately to early signs of hyperactivity and provide early intervention. This paper addresses the main areas to be evaluated and instruments available, as well as the main scientific evidences and practical guidelines on assessment and intervention in preschool ADHD. </P >     <p><B>Key-words: </B>AD/HD, Developmental trajectories, DSM, Early risk indicators, Preschool. </P >     <p>&nbsp;</P >     <p>&nbsp;</P >     <p>A Perturba&ccedil;&atilde;o de Hiperatividade/D&eacute;fice de Aten&ccedil;&atilde;o (PH/DA)<sup><a href="#1">1</a></sup><a name="top1"></a>, amplamente estudada em idade escolar, &eacute; uma das formas de psicopatologia mais diagnosticada durante a inf&acirc;ncia. Estima-se que entre 3 a 7% das crian&ccedil;as em idade escolar preencham os crit&eacute;rios de diagn&oacute;stico para a PH/DA e que exista uma preval&ecirc;ncia superior no sexo masculino, que pode oscilar entre 2:1 em estudos da comunidade e 9:1 em estudos cl&iacute;nicos. Ao longo do desenvolvimento a sua preval&ecirc;ncia tem tend&ecirc;ncia para diminuir, embora os dados referentes &agrave; adolesc&ecirc;ncia e idade adulta sejam ainda imprecisos (American Psychiatry Association [APA], 2002). </P >     <p>A PH/DA caracteriza-se por elevados n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica e comportamento impulsivo, e/ou falta de aten&ccedil;&atilde;o (APA, 2002). Trata-se de uma perturba&ccedil;&atilde;o de desenvolvimento (Sonuga-Barke &amp; Halperin, 2010) neurocomportamental persistente (de curso cr&oacute;nico), que pode ser severa, causando problemas significativos em diferentes contextos de funcionamento do sujeito, como a escola ou a fam&iacute;lia (American Academy of Pediatrics [AAP], 2011). As consequ&ecirc;ncias adversas a curto e a longo prazo incluem rendimento escolar fraco, depress&atilde;o, comportamento antissocial, exclus&atilde;o social, delinqu&ecirc;ncia e consumo de subst&acirc;ncias. A comorbilidade com outras perturba&ccedil;&otilde;es &eacute; comum e variada (Taylor et al., 2004). </P >    <p>A etiologia exata desta perturba&ccedil;&atilde;o &eacute; ainda desconhecida, embora existam evid&ecirc;ncias crescentes de que os fatores gen&eacute;ticos poder&atilde;o encontrar-se entre as suas principais causas. Assim, para al&eacute;m da coocorr&ecirc;ncia do diagn&oacute;stico em familiares biol&oacute;gicos de primeiro grau (Biederman, Faraone, Keenan, Knee, &amp; Tsuang, 1990), os estudos moleculares t&ecirc;m avan&ccedil;ado algumas hip&oacute;teses de altera&ccedil;&otilde;es em genes espec&iacute;ficos suscet&iacute;veis de estarem relacionados com a PH/DA (Banaschewski, Becker, Scherag, Franke, &amp; Coghill, 2010). Outros estudos, de neuroimagem e de neuropsicologia, apontam para a exist&ecirc;ncia de fatores neurobiol&oacute;gicos associados a esta perturba&ccedil;&atilde;o (Faraone &amp; Biederman, 1998). Os fatores ambientais (Banerjee, Middleton, &amp; Faraone, 2007) e familiares (Biederman et al., 1990) desempenham, igualmente, um papel crucial na etiologia da PH/DA. N&atilde;o obstante a exist&ecirc;ncia de m&uacute;ltiplos fatores etiol&oacute;gicos, nenhum deles suficiente por si s&oacute; para explicar o aparecimento da perturba&ccedil;&atilde;o, a PH/DA parece ser melhor conceptualizada ao longo de um espectro de severidade, largamente determinado pela intera&ccedil;&atilde;o dos fatores gen&eacute;ticos e ambientais que sustentam a variabilidade fenot&iacute;pica que lhe &eacute; carater&iacute;stica (Connor, 2002; Sonuga-Barke, &amp; Halperin, 2010). </P >    <p>Apesar de a PH/DA ser normalmente identificada em crian&ccedil;as de idade escolar (por volta dos 7 anos) (Sonuga-Barke, Thompson, Abikoff, Klein, &amp; Brotman, 2006), os sintomas podem ocorrer por volta dos 3 ou 4 anos (Lavigne et al., 1996), ou mesmo t&atilde;o cedo como aos 2 anos de idade (Egger &amp; Angold, 2006). Nas &uacute;ltimas duas d&eacute;cada, o diagn&oacute;stico de PH/DA tem vindo a ser aplicado cada vez com mais frequ&ecirc;ncia antes dos 5 anos de idade, alertando para a necessidade de proceder a uma clarifica&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico e interven&ccedil;&atilde;o precoces. Na &uacute;ltima vers&atilde;o das diretrizes de pr&aacute;tica cl&iacute;nica para a PH/DA lan&ccedil;adas pela AAP (2011), as recomenda&ccedil;&otilde;es, que antes incidiam apenas sobre crian&ccedil;as mais velhas, foram estendidas aos 4 e 5 anos de idade. Por&eacute;m, e em contraste com o que acontece em idade escolar, a compreens&atilde;o e investiga&ccedil;&atilde;o da nosologia, nestas idades, encontra-se ainda numa fase preliminar (Egger, Kondo, &amp; Angold, 2006), n&atilde;o existindo uma resposta acabada para as quest&otilde;es da identifica&ccedil;&atilde;o e tratamento da PH/DA em idade pr&eacute;-escolar (Greenhill, Posner, Vaughan, &amp; Kratochvil, 2008). Com esta revis&atilde;o da literatura pretende-se contribuir para a carateriza&ccedil;&atilde;o da PH/DA em idade pr&eacute;-escolar, dando-se especial relevo &agrave;s quest&otilde;es da conceptualiza&ccedil;&atilde;o e diagn&oacute;stico, de acordo com as perspetivas cl&iacute;nica e do desenvolvimento. Por fim, s&atilde;o apresentadas as principais implica&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e os desafios futuros. </P >    <p>A PERSPETIVA DA PERTURBA&Ccedil;&Atilde;O MENTAL: A PH/DA </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><I>A PH/DA em idade pr&eacute;-escolar e os crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos do DSM </I></P >    <p>Nos &uacute;ltimos anos tem-se observado um interesse crescente em torno da carateriza&ccedil;&atilde;o, preval&ecirc;ncia e validade do diagn&oacute;stico da PH/DA em idade pr&eacute;-escolar (Posner, Pressman, &amp; Greenhill, 2009). Este reconhecimento poder&aacute; ter radicado no facto de a PH/DA ser um dos diagn&oacute;sticos mais prevalentes em crian&ccedil;as pequenas referenciadas aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de mental (Gadow, Sprafkin, &amp; Nolan, 2001; Wilens et al., 2002). Para al&eacute;m disso, houve um aumento da prescri&ccedil;&atilde;o de psicoestimulantes nesta faixa et&aacute;ria (principalmente desde os anos 90), sem que os efeitos secund&aacute;rios destes f&aacute;rmacos, a longo prazo, estejam totalmente esclarecidos (Posner et al., 2009; Zito et al., 2000). </P >    <p>O diagn&oacute;stico de PH/DA &eacute; normalmente formulado com base nos crit&eacute;rios do DSM-IV-TR (4&ordf; edi&ccedil;&atilde;o, texto revisto; APA, 2002). Segundo este manual de diagn&oacute;stico, a PH/DA &eacute; definida por um padr&atilde;o persistente de falta de aten&ccedil;&atilde;o e/ou impulsividade-hiperatividade. De acordo com o padr&atilde;o sintom&aacute;tico predominante, pode ser identificado um de entre tr&ecirc;s subtipos: desatento, hiperativo-impulsivo, ou misto. Os sintomas devem ocorrer com uma intensidade desadaptativa e inconsistente com o n&iacute;vel de desenvolvimento do sujeito, persistir pelo menos durante 6 meses, estar presentes antes dos 7 anos de idade e provocar um d&eacute;fice clinicamente significativo em dois ou mais dos contextos do sujeito (social, acad&eacute;mico ou laboral) (APA, 2002). </P >    <p>O aceso debate verificado relativamente &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o deste sistema de diagn&oacute;stico em crian&ccedil;as de idade escolar e &agrave; possibilidade de sobrediagn&oacute;stico (e.g., Bruchm&uuml;ller, Margraf, &amp; Schneider, 2012) estendeu-se, nos &uacute;ltimos anos, &agrave; idade pr&eacute;-escolar (Wakschlag, Leventhal, &amp; Thomas, 2007). Um dos principais receios prende-se com a aplica&ccedil;&atilde;o de crit&eacute;rios cl&iacute;nicos a crian&ccedil;as t&atilde;o pequenas e, sobretudo nestas idades, ao risco que da&iacute; pode advir relativamente &agrave; psicopatologiza&ccedil;&atilde;o e sobrediagn&oacute;stico de problemas meramente transit&oacute;rios no desenvolvimento (Dreyer, 2006). A esta dificuldade associa-se a aus&ecirc;ncia de um enquadramento baseado em evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas, que contemple vari&aacute;veis desenvolvimentais e crit&eacute;rios cl&iacute;nicos especificamente desenhados para a idade pr&eacute;-escolar (Bussing, Lehninger, &amp; Eyberg, 2006; Posner et al., 2007). </P >     <p>Descreve o DSM (APA, 2002, p. 86) que &ldquo;a hiperatividade pode variar em fun&ccedil;&atilde;o da idade do sujeito e do seu n&iacute;vel de desenvolvimento, e o diagn&oacute;stico deve ser feito cautelosamente em crian&ccedil;as jovens&rdquo; e que &ldquo;&eacute; especialmente dif&iacute;cil estabelecer este diagn&oacute;stico em crian&ccedil;as de idade inferior a 4 ou 5 anos, porque o seu comportamento caracter&iacute;stico &eacute; muito mais vari&aacute;vel do que nas crian&ccedil;as mais velhas e pode incluir carater&iacute;sticas que s&atilde;o semelhantes aos sintomas de PH/DA&rdquo;. Apesar desta descri&ccedil;&atilde;o, o DSM n&atilde;o fornece orienta&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas que permitam distinguir entre a falta de aten&ccedil;&atilde;o, hiperatividade e impulsividade t&iacute;picas da idade pr&eacute;-escolar, e sintomas patol&oacute;gicos da PH/DA (Bussing et al., 2006; Egger, Erkanli, et al., 2006), o que dificulta o diagn&oacute;stico. </P >     <p>Para al&eacute;m disso, alguns dos sintomas elencados no DSM como indicativos de patologia em crian&ccedil;as mais velhas e adultos sobrep&otilde;em-se, muitas vezes, a comportamentos normativos em crian&ccedil;as mais novas, cujos processos de aten&ccedil;&atilde;o e autorregula&ccedil;&atilde;o est&atilde;o ainda em desenvolvimento (Wakschlag et al., 2007). Como referem Bussing et al. (2006), n&atilde;o se espera que estas crian&ccedil;as prestem aten&ccedil;&atilde;o suficiente a pormenores ou se organizem facilmente em tarefas e atividades. Ainda a t&iacute;tulo exemplificativo, no estudo de DeWolfe, Byrne e Bauden (2000) o sintoma &ldquo;interrompe ou interfere nas atividades dos outros&rdquo; encontra-se presente em 50% dos pr&eacute;-escolares com desenvolvimento normal, pelo que n&atilde;o deve ser considerado um comportamento discriminativo e sintom&aacute;tico da PH/DA em idade pr&eacute;-escolar. </P >    <p>Por outro lado, a maioria dos sintomas de falta de aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o definidos com base em tarefas acad&eacute;micas (e.g.,&ldquo;comete erros por descuido nas tarefas escolares&rdquo;, &ldquo;n&atilde;o segue as instru&ccedil;&otilde;es e n&atilde;o termina os trabalhos escolares&rdquo;), apesar de o desempenho escolar n&atilde;o ser central nesta fase de desenvolvimento. Por conseguinte, a forma como os sintomas s&atilde;o definidos, ao ser pouco ajustada &agrave;s viv&ecirc;ncias espec&iacute;ficas destas crian&ccedil;as, pode impedir a identifica&ccedil;&atilde;o de dificuldades na aten&ccedil;&atilde;o sustentada (Wakschlag et al., 2007) criando, neste caso, o problema contr&aacute;rio do subdiagn&oacute;stico. Como tal, o DSM considera que &ldquo;certos sintomas de falta de aten&ccedil;&atilde;o em crian&ccedil;as que come&ccedil;am a andar ou em crian&ccedil;as de idade pr&eacute;-escolar n&atilde;o podem observar-se com facilidade, dado que estas crian&ccedil;as habitualmente s&atilde;o sujeitas poucas vezes a exig&ecirc;ncias para se manterem atentas&rdquo; (APA, 2002, p. 89). </P >    <p>Outra das quest&otilde;es a ter presente remete para o facto de um diagn&oacute;stico formulado com base no DSM exigir que a crian&ccedil;a apresente d&eacute;fices psicossociais e acad&eacute;micos significativos em dois ou mais contextos do seu funcionamento, n&atilde;o chamando a aten&ccedil;&atilde;o para os casos de crian&ccedil;as que, ao apresentarem sintomas apenas num contexto, revelam n&iacute;veis subcl&iacute;nicos de sintomas e poderiam beneficiar igualmente de tratamento (crian&ccedil;as em risco); ou que ainda n&atilde;o necessitam de tratamento, mas precisam ser monitorizadas, principalmente &agrave; entrada no primeiro ciclo de escolaridade (Lavigne, LeBailly, Hopkins, Gouze, &amp; Binns, 2009). </P >    <p>Apesar das limita&ccedil;&otilde;es do DSM e da escassa investiga&ccedil;&atilde;o existente, as crian&ccedil;as que t&ecirc;m vindo a ser diagnosticadas com PH/DA em idade pr&eacute;-escolar ou s&atilde;o crian&ccedil;as referenciadas, isto &eacute;, que fazem parte de uma amostra cl&iacute;nica (Bryne, Bawden, Beattie, &amp; DeWolfe, 2000; Keenan &amp; Wakschlag, 2000), ou s&atilde;o crian&ccedil;as n&atilde;o referenciadas (amostra da comunidade) mas cujos sintomas produzem elevada interfer&ecirc;ncia no seu funcionamento (Gadow et al., 2001). Assim, a utiliza&ccedil;&atilde;o deste sistema de diagn&oacute;stico em idade pr&eacute;-escolar parece vi&aacute;vel, uma vez que consegue discriminar crian&ccedil;as com problemas de comportamento clinicamente significativos (Connor, 2002; Wakschlag et al., 2007). </P >    <p><I>Preval&ecirc;ncia e estabilidade dos sintomas </I></P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Relativamente &agrave; preval&ecirc;ncia da PH/DA em idade pr&eacute;-escolar, os estudos epidemiol&oacute;gicos nem sempre apontam para taxas convergentes. As diferen&ccedil;as encontradas parecem estar relacionadas com o tipo de amostra estudada (e.g., cl&iacute;nica ou da comunidade), o tipo de instrumentos utilizados (e.g., question&aacute;rios ou entrevistas) e fonte de informa&ccedil;&atilde;o (e.g., pais ou educadores) e, ainda, a presen&ccedil;a/aus&ecirc;ncia de evid&ecirc;ncias de impacto dos sintomas em pelo menos dois contextos de funcionamento do sujeito (Dreyer, 2006). </P >    <p>Por conseguinte, em estudos americanos com amostras cl&iacute;nicas deparamo-nos com taxas elevadas de PH/DA, que variam entre os 59% e os 86% (Keenan &amp; Wakschlag, 2000; Wilens et al., 2002). Na popula&ccedil;&atilde;o geral, de acordo com a revis&atilde;o de Egger, Kondo e Angold (2006), a preval&ecirc;ncia de PH/DA em idade pr&eacute;-escolar varia entre um m&iacute;nimo de 2% e um m&aacute;ximo de 18.3%. Os valores mais elevados (entre os 6 e os 18%) est&atilde;o associados aos estudos que recorrem a question&aacute;rios como medidas de avalia&ccedil;&atilde;o dos sintomas (e.g., Gadow et al., 2001), enquanto as taxas mais baixas (entre os 2 e os 8%) se reportam a estudos assentes em medidas de diagn&oacute;stico (entrevistas) (e.g., Egger, Erkanli, et al., 2006; Lavigne et al., 1996), estimando-se uma m&eacute;dia de incid&ecirc;ncia de 4.9% (Dreyer, 2006). Em Portugal n&atilde;o temos conhecimento da exist&ecirc;ncia de estudos epidemiol&oacute;gicos publicados nesta faixa et&aacute;ria. </P >    <p>No que concerne &agrave;s diferen&ccedil;as de g&eacute;nero, no pr&eacute;-escolar observa-se uma preval&ecirc;ncia mais elevada de PH/DA no sexo masculino, ainda que a assimetria seja menos acentuada do que a encontrada em idade escolar (Dreyer, 2006; Egger, Kondo, &amp; Angold, 2006). </P >    <p>Apesar das discrep&acirc;ncias entre os estudos, as taxas de preval&ecirc;ncia em idade pr&eacute;-escolar aproximam-se das encontradas em idade escolar, o que confere validade aos crit&eacute;rios de diagn&oacute;stico da PH/DA nesta faixa et&aacute;ria. N&atilde;o obstante a preval&ecirc;ncia estimada, apenas um n&uacute;mero muito reduzido de crian&ccedil;as s&atilde;o referenciadas para tratamento pelos seus pediatras (Egger, Kondo, &amp; Angold, 2006) ou educadores de inf&acirc;ncia, o que &eacute; indicativo da necessidade de aumentar a informa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o s&oacute; acerca dos sintomas de PH/DA em idade precoce, mas sobretudo da import&acirc;ncia de intervir cedo. </P >    <p>Para al&eacute;m disso, ao contr&aacute;rio das cren&ccedil;as de alguns pais e educadores de que os sintomas de PH/DA &ldquo;passam com o tempo&rdquo;, os estudos longitudinais sugerem que os diagn&oacute;sticos de PH/DA realizados em idade pr&eacute;-escolar s&atilde;o moderadamente est&aacute;veis, apontando para a estabilidade e cronicidade dos sintomas (e.g., Harvey, Youngwirth, Thakar, &amp; Errazuriz, 2009; Lahey et al., 2004; von Stauffenberg &amp; Campbell, 2007). Por exemplo, Campbell e Ewing (1990), num estudo longitudinal de seguimento com crian&ccedil;as que tinham sido identificadas aos 3 anos com sintomas de PH/DA, constataram que 50% dessas crian&ccedil;as continuavam a apresentar sintomas de PH/DA aos 6 anos e 48% aos 9 anos de idade. </P >    <p>Estes dados conferem suporte &agrave; validade preditiva dos crit&eacute;rios do DSM no diagn&oacute;stico da PH/DA em idade pr&eacute;-escolar (Lahey et al., 2007). </P >    <p><I>Apresenta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica </I></P >    <p>Em idade pr&eacute;-escolar constata-se a mesma diferencia&ccedil;&atilde;o em tr&ecirc;s subtipos de PH/DA (equivalentes &agrave; idade escolar), embora a sua distribui&ccedil;&atilde;o seja diferente e mais inst&aacute;vel (Lahey, Pelham, Loney, Lee, &amp; Willcutt, 2005). Neste sentido, Lahey et al. (2005) sugerem uma predomin&acirc;ncia do subtipo hiperativo-impulsivo em detrimento do subtipo desatento, sendo este mais frequente em crian&ccedil;as mais velhas. Contudo, salientam o car&aacute;ter inst&aacute;vel do subtipo hiperativo-impulsivo, que raramente se mant&eacute;m como tal ao longo do tempo. No que respeita especificamente &agrave; desaten&ccedil;&atilde;o, quando presente em idade pr&eacute;-escolar constitui um sintoma est&aacute;vel (bom preditor), embora dif&iacute;cil de diagnosticar (Wakschlag et al., 2007). </P >    <p>Acresce que os pr&eacute;-escolares com PH/DA partilham, tamb&eacute;m, carater&iacute;sticas neuropsicol&oacute;gicas semelhantes &agrave;s das crian&ccedil;as em idade escolar, refor&ccedil;ando a validade de construto do diagn&oacute;stico nesta faixa et&aacute;ria. A hiperatividade no pr&eacute;-escolar parece estar associada a d&eacute;fices nas fun&ccedil;&otilde;es executivas (e.g., controlo da inibi&ccedil;&atilde;o) e a dificuldade em adiar a recompensa (avers&atilde;o ao adiamento) (Pauli-Pott &amp; Becker, 2011; Sonuga-Barke, Dalen, Daley, &amp; Remington, 2002). </P >    <p>Embora a comorbilidade entre a PH/DA e outros problemas em idade pr&eacute;-escolar n&atilde;o tenha sido amplamente investigada (Lavigne et al., 2009), os estudos existentes s&atilde;o indicativos de associa&ccedil;&otilde;es entre a PH/DA e outras perturba&ccedil;&otilde;es (Egger, Kondo, &amp; Angold, 2006). Assim, na amostra cl&iacute;nica de Wilens et al. (2002), 74% dos pr&eacute;-escolares referenciados por sintomas de PH/DA t&ecirc;m pelo menos um diagn&oacute;stico com&oacute;rbido associado. Um resultado semelhante foi encontrado no maior estudo de tratamento da PH/DA em idade pr&eacute;-escolar realizado at&eacute; &agrave; data (nos EUA), o &ldquo;Preschool ADHD Treatment Study&rdquo; (PATS; Kollins et al., 2006), em que 69% dos pr&eacute;escolares com PH/DA moderada ou severa apresentaram comorbilidade com pelo menos outra perturba&ccedil;&atilde;o (Posner et al., 2009). Em amostras da comunidade observa-se a mesma tend&ecirc;ncia: por exemplo, num estudo que recorreu &agrave; entrevista estruturada &ldquo;Preschool Age Psychiatric Assessment&rdquo; (PAPA) 64% das crian&ccedil;as com PH/DA apresentaram comorbilidade com outras perturba&ccedil;&otilde;es psiqui&aacute;tricas (Egger &amp; Angold, 2004). Dreyer (2006) conclui, ap&oacute;s a revis&atilde;o de v&aacute;rios estudos, que cerca de metade das crian&ccedil;as com PH/DA em idade pr&eacute;-escolar tem pelo menos uma comorbilidade associada, e um ter&ccedil;o tem duas ou mais. </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Assim, parece existir risco elevado de comorbilidade com sintomas ansiosos, depressivos, e com d&eacute;fices ao n&iacute;vel do desenvolvimento, da intera&ccedil;&atilde;o, da comunica&ccedil;&atilde;o e da linguagem (Posner et al., 2007). As perturba&ccedil;&otilde;es internalizantes, apesar de estarem presentes, s&atilde;o menos frequentes comparativamente ao que acontece em idade escolar (Lavigne et al., 1996). De entre as comorbilidades mais comuns destacam-se os problemas de comportamento (Egger, Erkanli, et al., 2006; Wilens et al., 2002), especialmente a perturba&ccedil;&atilde;o de oposi&ccedil;&atilde;o e desafio (PO) e a perturba&ccedil;&atilde;o do comportamento (PC) (Campbell, Shaw, &amp; Gilliom, 2000; Lavigne et al., 1996). Esta associa&ccedil;&atilde;o (elevada) manifesta-se tanto em amostras da comunidade, como cl&iacute;nicas (Gadow et al., 2001). </P >    <p>Sabe-se, tamb&eacute;m, que o aparecimento precoce dos sintomas de PH/DA &eacute; preditor de comorbili dades, nomeadamente da PO (Sonuga-Barke, Auerbach, Campbell, Daley, &amp; Thompson, 2005). Por sua vez, a coocorr&ecirc;ncia de sintomas de PH/DA e de PO na idade pr&eacute;-escolar &eacute; preditora da exist&ecirc;ncia destas perturba&ccedil;&otilde;es em idade escolar (Campbell et al., 2000). </P >    <p>A presen&ccedil;a de hiperatividade no pr&eacute;-escolar pode ter um impacto significativo nos diferentes dom&iacute;nios do funcionamento da crian&ccedil;a (DuPaul, McGoey, Eckert, &amp; VanBrakle, 2001; Lahey et al., 1998). Assim, mais do que a aus&ecirc;ncia ou presen&ccedil;a dos sintomas de PH/DA, &eacute; a severidade do impacto destes no funcionamento da crian&ccedil;a que deve contribuir para a elabora&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico (Pelham, Chacko, &amp; Wymbs, 2004). </P >    <p>Neste contexto, e no dom&iacute;nio psicossocial, &eacute; habitualmente descrito um leque variado de dificuldades ao n&iacute;vel das diferentes intera&ccedil;&otilde;es sociais (Egger, Erkanli et al., 2006; Lahey et al., 2004), que se traduz em d&eacute;fices nos comportamentos pr&oacute;-sociais (DuPaul et al., 2001) e numa maior dificuldade em cooperar com outros (Merrell &amp; Wolfe, 1998), com implica&ccedil;&otilde;es negativas na aceita&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o das amizades (Keown, 2006). </P >    <p>No estudo de Egger, Erkanli et al. (2006), mais de metade dos pais das crian&ccedil;as com PH/DA expressaram dificuldades em lidar com os comportamentos dos seus filhos e interfer&ecirc;ncia destes comportamentos nas atividades da vida familiar (e.g., ir a uma loja, restaurante, espa&ccedil;os p&uacute;blicos). As intera&ccedil;&otilde;es com os pais e outros familiares s&atilde;o normalmente descritas como problem&aacute;ticas (Daley, Jones, Hutchings, &amp; Thompson, 2009; Healey, Flory, Miller, &amp; Halperin, 2011), criandose um ciclo de intera&ccedil;&atilde;o negativa entre pais e filhos. Crian&ccedil;as &ldquo;mais dif&iacute;ceis&rdquo; e com dificuldades de autorregula&ccedil;&atilde;o constituem um desafio acrescido para os pais e desencadeiam nestes uma resposta negativa e menor satisfa&ccedil;&atilde;o com a parentalidade (Keown, 2011). Por sua vez, pr&aacute;ticas parentais caraterizadas por laxismo e reatividade elevada de alguns pais, muitas vezes tamb&eacute;m eles com carater&iacute;sticas de PH/DA, n&atilde;o parecem contribuir de forma positiva para o desenvolvimento da autorregula&ccedil;&atilde;o dos seus filhos (Harvey, Danforth, McKee, Ulaszeck, &amp; Friedman, 2003). Esta resposta, negativa e bidireccional, acaba por exacerbar os comportamentos desafiadores e impulsivos da crian&ccedil;a, estabelecendo-se uma intera&ccedil;&atilde;o entre pais e filhos pautada por uma escalada de comportamentos negativos (Patterson, 2002). Este tipo de intera&ccedil;&atilde;o contribui para o aumento dos n&iacute;veis de stresse familiar o que, por sua vez, est&aacute; associado &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de coping desadaptativas (DuPaul et al., 2001), a pr&aacute;ticas parentais disfuncionais (Cunningham &amp; Boyle, 2002) e a problemas psicol&oacute;gicos dos membros da fam&iacute;lia (e.g., depress&atilde;o materna, baixa satisfa&ccedil;&atilde;o conjugal, disc&oacute;rdia no casal) (Biederman et al., 1990; DeWolfe et al., 2000). </P >    <p>Na escola, as intera&ccedil;&otilde;es das crian&ccedil;as com os agentes educativos encontram-se tamb&eacute;m comprometidas. No estudo comunit&aacute;rio da Universidade de Duke, de acordo com os resultados da entrevista PAPA, 15% dos pr&eacute;-escolares com PH/DA j&aacute; tinham sido suspensos do jardim de inf&acirc;ncia (JI) ou da creche e 8% das crian&ccedil;as com PH/DA tinham sido expulsas (Egger, Erkanli, et al., 2006). Os educadores dos pr&eacute;-escolares com PH/DA reportam que estas crian&ccedil;as t&ecirc;m mais problemas internalizantes e sociais e colocam ao educador desafios acrescidos no controlo comportamental da sala do JI (Cunningham &amp; Boyle, 2002). </P >    <p>Para al&eacute;m disso, no estudo de Lahey et al. (1998) o grupo de pr&eacute;-escolares com PH/DA exibia mais problemas ao n&iacute;vel acad&eacute;mico e recebia mais apoio do ensino especial, em compara&ccedil;&atilde;o com um grupo de controlo. Outros estudos caraterizam estas crian&ccedil;as como apresentando d&eacute;fices no funcionamento cognitivo, no desenvolvimento da linguagem e das compet&ecirc;ncias fonol&oacute;gicas, na aquisi&ccedil;&atilde;o da leitura e matem&aacute;tica, na coordena&ccedil;&atilde;o motora (e.g., Loningan et al., 1999) e nos pr&eacute;requisitos para a aprendizagem (e.g., DuPaul et al., 2001; Spira &amp; Fischel, 2005). </P >    <p>No estudo PATS constatou-se que os pr&eacute;-escolares com diagn&oacute;stico de PH/DA sofriam mais danos fis&iacute;cos, corriam mais riscos de seguran&ccedil;a e manifestavam mais comportamentos que podiam colocar em risco a sua vida, comparativamente &agrave;s crian&ccedil;as sem o diagn&oacute;stico (Posner et al., 2007). Lahey et al. (1998) referem ainda que as crian&ccedil;as com estas carater&iacute;sticas revelam maior risco de envenenamento acidental e s&atilde;o sete vezes mais propensos a ter um acidente n&atilde;o intencional causado pelo seu comportamento impulsivo, enquanto os pr&eacute;-escolares com PH/DA &ldquo;situacional&rdquo; s&atilde;o cinco vezes mais propensos (Lahey et al., 2004). </P >    <p>Em conclus&atilde;o, o diagn&oacute;stico de hiperatividade/d&eacute;fice de aten&ccedil;&atilde;o no pr&eacute;-escolar partilha muitas das carater&iacute;sticas que est&atilde;o presentes em idade escolar, o que lhe confere suporte e validade. No entanto, pela heterogeneidade que lhe &eacute; carater&iacute;stica (e.g., ao n&iacute;vel da etiologia, apresenta&ccedil;&atilde;o e evolu&ccedil;&atilde;o), mais do que uma categoria de diagn&oacute;stico discreta e qualitativamente diferente, a PH/DA &eacute; melhor entendida como o extremo de um cont&iacute;nuo de severidade dos sintomas (Sonuga-Barke &amp; Halperin, 2010). </P >    <p>A PERSPETIVA DA PSICOPATOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO:  DO RISCO &Agrave; PERTURBA&Ccedil;&Atilde;O  </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>De acordo com esta perspetiva, mais do que saber se os crit&eacute;rios de diagn&oacute;stico da PH/DA est&atilde;o presentes ou ausentes, interessa identificar os fatores (e as intera&ccedil;&otilde;es entre eles) que contribuem para que se passe de uma situa&ccedil;&atilde;o de risco ao desenvolvimento de uma das m&uacute;ltiplas trajet&oacute;rias da PH/DA (Campbell &amp; von Stauffenberg, 2009; Sonuga-Barke et al., 2005). Assim, a conceptualiza&ccedil;&atilde;o da PH/DA em idade pr&eacute;-escolar &agrave; luz da psicopatologia do desenvolvimento permite-nos, por um lado, evitar o sobrediagn&oacute;stico em caso de manifesta&ccedil;&otilde;es transit&oacute;rias da PH/DA e, por outro lado, o subdiagn&oacute;stico, uma vez que se continua a prestar aten&ccedil;&atilde;o ao significado cl&iacute;nico dos sinais de hiperatividade e aos seus indicadores precoces (Sonuga-Barke &amp; Halperin, 2010). </P >    <p>Diversas carater&iacute;sticas da crian&ccedil;a e do meio, presentes desde idades precoces, podem contribuir para uma trajet&oacute;ria de desenvolvimento da PH/DA (Sonuga-Barke et al., 2005). </P >    <p>Relativamente &agrave;s carater&iacute;sticas da crian&ccedil;a, na revis&atilde;o de Sonuga-Barke e colaboradores (2005) s&atilde;o identificados, como potenciais indicadores precoces de risco, a imaturidade neurodesenvol vimental, o elevado n&iacute;vel de atividade, a desregula&ccedil;&atilde;o emocional, a reatividade elevada &agrave; estimula&ccedil;&atilde;o do meio e um funcionamento cognitivo inferior. Alguns dom&iacute;nios do temperamento t&ecirc;m tamb&eacute;m sido apontados como marcadores comportamentais ou percursores de uma ou mais trajet&oacute;rias da PH/DA (Nigg, Goldsmith, &amp; Sachek, 2004). Assim, as dificuldades ao n&iacute;vel do controlo esfor&ccedil;ado (CE; uma das dimens&otilde;es do temperamento que se refere &agrave; regula&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o e ao controlo inibit&oacute;rio) t&ecirc;m sido frequentemente associadas &agrave;s carater&iacute;sticas comportamentais e neuropsicol&oacute;gicas dos pr&eacute;-escolares com PH/DA (e.g., Nigg et al., 2004; Sonuga-Barke et al., 2002). Outros fatores, como a emocionalidade negativa e a c&oacute;lera, frequentes em pr&eacute;-escolares com PH/DA, n&atilde;o parecem, contudo, ser marcadores espec&iacute;ficos dos problemas de aten&ccedil;&atilde;o e hiperatividade, mas sim dos problemas externalizantes que coexistem com a PH/DA (Nigg et al., 2004). Por &uacute;ltimo, os d&eacute;fices neuropsicol&oacute;gicos relacionados com os dom&iacute;nios das fun&ccedil;&otilde;es executivas (e.g., inibi&ccedil;&atilde;o comportamental) e motivacional (e.g., avers&atilde;o ao adiamento) est&atilde;o associados &agrave; continuidade da PH/DA (Campbell &amp; von Stauffenberg, 2009; Sonuga-Barke &amp; Halperin, 2010). </P >    <p>Para al&eacute;m disso, a qualidade do ajustamento entre as carater&iacute;sticas temperamentais da crian&ccedil;a e o meio no qual est&aacute; inserida torna-se especialmente relevante. Assim, certas carater&iacute;sticas temperamentais, para al&eacute;m de funcionarem por si s&oacute; como elemento preditor de psicopatologia, contribuem para um aumento do stresse e podem influenciar a responsividade parental e predispor a pr&aacute;ticas educativas negativas (e.g., inconsistentes e restritivas) (Healey et al., 2011) que, por sua vez, podem agravar os problemas de comportamento e emocionais das crian&ccedil;as (para uma revis&atilde;o ver Muris &amp; Ollendick, 2005). Por conseguinte, o meio pode funcionar como fator moderador e mediador de uma trajet&oacute;ria de PH/DA, sobretudo quando existe comorbilidade com a perturba&ccedil;&atilde;o do comportamento (Nigg et al., 2004). </P >    <p>No que concerne &agrave;s carater&iacute;sticas do meio, nomeadamente &agrave;s vari&aacute;veis familiares, o coping materno (e.g., pr&aacute;ticas parentais negativas e inconsistentes), conjuntamente com n&iacute;veis elevados de adversidade na fam&iacute;lia, s&atilde;o considerados alguns dos principais preditores para o aparecimento precoce, desenvolvimento e persist&ecirc;ncia da PH/DA (e.g., Greenhill et al., 2008; Posner et al., 2009). Para al&eacute;m dos fatores familiares (e.g., intera&ccedil;&otilde;es negativas pais-filhos, parentalidade negativa, psicopatologia parental), a entrada na escola pode funcionar como um fator potenciador de risco, uma vez que se carateriza por um momento de transi&ccedil;&atilde;o importante, implica a introdu&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a num novo contexto, exigente e estruturado e pode, desta forma, contribuir para o agravamento dos sintomas de PH/DA (Sonuga-Barke &amp; Halperin, 2010). Por &uacute;ltimo, outros fatores ambientais devem ser considerados na an&aacute;lise das trajet&oacute;rias da PH/DA, como as complica&ccedil;&otilde;es no parto, a prematuridade, o baixo peso &agrave; nascen&ccedil;a, assim como o consumo de &aacute;lcool, tabaco e a ingest&atilde;o de aditivos alimentares durante a gravidez (Banerjee et al., 2007). </P >    <p>Para al&eacute;m dos indicadores precoces de risco descritos, a intensidade do impacto dos sintomas de PH/DA no funcionamento da crian&ccedil;a desde uma idade precoce (Sonuga-Barke, Thompson, Stevenson, &amp; Viney, 1997), assim como a severidade dos problemas com&oacute;rbidos &agrave; PH/DA em idade pr&eacute;-escolar (e.g., PO, PC), est&atilde;o normalmente associadas &agrave; persist&ecirc;ncia de uma trajet&oacute;ria de PH/DA ao longo do tempo (Campbell et al., 2000). </P >     <p>Sonuga-Barke e colaboradores (2005), partindo de uma perspetiva desenvolvimentista e considerando a heterogeneidade carater&iacute;stica da PH/DA, quer ao n&iacute;vel da sua apresenta&ccedil;&atilde;o, quer dos potenciais indicadores precoces de risco (multietiologias), prop&otilde;em um modelo de conceptualiza&ccedil;&atilde;o da PH/DA em idade pr&eacute;-escolar de acordo com uma taxonomia composta por quatro fen&oacute;tipos, alicer&ccedil;ados em quatro hipot&eacute;ticas trajet&oacute;rias. Os diferentes tipos de hiperatividade desenvolvimental s&atilde;o descritos da seguinte forma (Sonuga-Barke et al., 2005, p. 145): (i) Tipo I &ldquo;Oposicionalidade emergente&rdquo;: Subtipo associado a sinais precoces de hiperatividade (subcl&iacute;nica) e a risco reduzido de vir a desenvolver um quadro de PH/DA, apesar do risco para o desenvolvimento futuro de problemas de oposi&ccedil;&atilde;o. A parentalidade negativa e coercitiva funciona como fator moderador desta trajet&oacute;ria, acentuando a import&acirc;ncia de incluir os pais na interven&ccedil;&atilde;o; (ii) Tipo II &ldquo;PH/DA de in&iacute;cio tardio&rdquo;: Subtipo associado a risco moderado para o desenvolvimento de PH/DA. Os sintomas precoces de PH/DA mant&ecirc;m-se subcl&iacute;nicos durante a idade pr&eacute;-escolar e exacerbam-se ap&oacute;s a entrada na escola. Este subtipo pode n&atilde;o ser pervasivo e parece estar associado sobretudo a dificuldades escolares. Neste caso a interven&ccedil;&atilde;o deve incidir nos pais e na crian&ccedil;a, sobretudo nos momentos de transi&ccedil;&atilde;o; (iii) Tipo III &ldquo;PH/DA limitada ao per&iacute;odo pr&eacute;escolar&rdquo;: Subtipo caracterizado por risco moderado a elevado de hiperatividade em idade pr&eacute;escolar e por aparecimento precoce de sintomas de PH/DA. A trajet&oacute;ria da problem&aacute;tica pode ser interrompida por carater&iacute;sticas protetoras do ambiente social da crian&ccedil;a (e.g., fam&iacute;lia, escola); (iv) Tipo IV &ldquo;PH/DA cr&oacute;nica de in&iacute;cio precoce&rdquo;: Subtipo caracterizado por risco elevado de desenvolvimento da PH/DA e sintomas severos de hiperatividade em idade pr&eacute;-escolar, associados a carater&iacute;sticas de temperamento explosivo. Desta combina&ccedil;&atilde;o resulta o in&iacute;cio precoce dos sintomas, sua evolu&ccedil;&atilde;o cr&oacute;nica e comorbilidade com comportamentos de oposi&ccedil;&atilde;o; o que pode requerer uma interven&ccedil;&atilde;o multimodal (e.g., comportamental e farmacol&oacute;gica). </P >     <p>Atrav&eacute;s do estudo dos indicadores precoces e das m&uacute;ltiplas trajet&oacute;rias da PH/DA, poderemos responder de forma mais apropriada aos primeiros sinais da hiperatividade em idade pr&eacute;-escolar e desenvolver respostas precoces, espec&iacute;ficas e eficazes (Schmidt &amp; Petermann, 2009; Sonuga-Barke &amp; Halperin, 2010). </P >    <p>IMPLICA&Ccedil;&Otilde;ES CL&Iacute;NICAS E DESAFIOS FUTUROS </P >    <p>Com a entrada na escola (1&ordm; ciclo) aumenta, habitualmente, a procura dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de mental (Lavigne et al., 2009). No entanto, muitas crian&ccedil;as referenciadas nesta fase j&aacute; manifestavam problemas anteriormente (Wakschlag et al., 2007). Por conseguinte, o grande desafio reside no despiste e referencia&ccedil;&atilde;o precoces, visando, sobretudo, a preven&ccedil;&atilde;o e redu&ccedil;&atilde;o dos problemas de comportamento, antes que estes se tornem mais dif&iacute;ceis de tratar (Lavigne et al., 2009). Assim, m&eacute;dicos de fam&iacute;lia, pediatras, psic&oacute;logos e pedopsiquiatras devem estar alerta para os primeiros sintomas de PH/DA e assegurar que estas crian&ccedil;as s&atilde;o avaliadas de uma forma compreensiva (Egger, Kondo, &amp; Angold, 2006), de acordo com uma perspetiva desenvolvimental, relacional e multidisciplinar (Bussing et al., 2006). O cl&iacute;nico deve recorrer a m&uacute;ltiplas fontes de informa&ccedil;&atilde;o (e.g., incluir outros informadores para al&eacute;m dos pais) (Daley et al., 2009) e a diferentes m&eacute;todos de avalia&ccedil;&atilde;o (observa&ccedil;&atilde;o direta do comportamento, question&aacute;rios, entrevistas de diagn&oacute;stico, testes psicol&oacute;gicos), dando especial aten&ccedil;&atilde;o aos d&eacute;fices associados (e.g., neuropsicol&oacute;gicos) (Sonuga-Barke &amp; Halperin, 2010) e &agrave; interfer&ecirc;ncia dos problemas nas diferentes &aacute;reas de funcionamento da crian&ccedil;a (e.g., fam&iacute;lia, escola) (Pelham et al., 2004). Alguns exemplos de instrumentos (dispon&iacute;veis em Portugal) s&atilde;o apresentados no <a href="#q1">Quadro 1</a>. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P >     <p><a name="q1"><img src="/img/revistas/aps/v30n4/30n4a03q1.jpg" width="564" height="824"></P >     
<p>&nbsp;</P >     <p>Atualmente, esta dete&ccedil;&atilde;o precoce &eacute; ainda mais importante, uma vez que existem tratamentos baseados em evid&ecirc;ncias direcionados para crian&ccedil;as pequenas. Estes nem sempre s&atilde;o consensuais pois podem incluir interven&ccedil;&otilde;es farmacol&oacute;gicas com estimulantes, al&eacute;m de interven&ccedil;&otilde;es psicol&oacute; gicas ou psicossociais (Kollins et al., 2006). Neste contexto, a Academia Americana de Psiquiatria da Inf&acirc;ncia e Adolesc&ecirc;ncia (AACAP, 2007) &eacute; bem clara ao recomendar os programas comporta mentais de interven&ccedil;&atilde;o parental como o tratamento de primeira linha para a PH/DA em idade pr&eacute;escolar, considerando que a medica&ccedil;&atilde;o estimulante deve ser iniciada somente nos casos das crian&ccedil;as mais severamente sintom&aacute;ticas e ap&oacute;s um ensaio falhado com terapia comportamental. O <a href="#q2">Quadro 2</a> sistematiza algumas das principais diretrizes pr&aacute;ticas de atua&ccedil;&atilde;o na PH/DA em idade pr&eacute;-escolar. </P >     <p>&nbsp;</P >     <p><a name="q2"><img src="/img/revistas/aps/v30n4/30n4a03q2.jpg" width="562" height="505"></P >     
<p>&nbsp;</P >     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o aos estudos realizados at&eacute; &agrave; data, os investigadores deparam-se com diversas quest&otilde;es metodol&oacute;gicas e concetuais por resolver. Com o objetivo de clarificar os crit&eacute;rios de diagn&oacute;stico cl&iacute;nico, os limiares da PH/DA em idade pr&eacute;-escolar devem continuar a ser refinados e sistematicamente testados (e.g., replica&ccedil;&atilde;o de estudos, amostras representativas e n&atilde;o cl&iacute;nicas), tomando em considera&ccedil;&atilde;o o contexto de desenvolvimento da crian&ccedil;a (o que s&atilde;o comportamentos t&iacute;picos e at&iacute;picos de cada fase do desenvolvimento) (Sonuga-Barke et al., 2006; Wakschlag et al., 2007). Wakschlag e colaboradores consideram pertinente a ado&ccedil;&atilde;o de um modelo conceptual da PH/DA em idade pr&eacute;-escolar baseado em informa&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, sens&iacute;vel &agrave;s especificidades do desenvolvimento e que possa ser empiricamente testado. Espera-se tamb&eacute;m que o DSM-5<sup><a href="#2">2</a></sup><a name="top2"></a> possa contribuir para clarificar o diagn&oacute;stico de PH/DA em idade pr&eacute;-escolar (Wakchlag et al., 2007). </P >     <p>Assim, para ultrapassar algumas das limita&ccedil;&otilde;es metodol&oacute;gicas existentes, os investigadores devem continuar: a realizar estudos epidemiol&oacute;gicos e de comorbilidade (Lavigne et al., 2009; Posner et al., 2009); a utilizar multimedidas (para multiinformadores) testadas, estandardizadas e especificamente desenvolvidas para a avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica de crian&ccedil;as pr&eacute;-escolares (Wakschlag et al., 2007); a recorrer a metodologias de avalia&ccedil;&atilde;o, baseadas em entrevistas de diagn&oacute;stico, que permitam a identifica&ccedil;&atilde;o de carater&iacute;sticas clinicamente discriminativas de PH/DA no pr&eacute;-escolar, complementadas por m&eacute;todos de observa&ccedil;&atilde;o (Wakschlag et al., 2007); e a utilizar medidas de avalia&ccedil;&atilde;o do impacto dos sintomas (Lahey et al., 2005; Pelham et al., 2004). </P >    <p>Em conclus&atilde;o, as investiga&ccedil;&otilde;es futuras devem continuar o esfor&ccedil;o de integra&ccedil;&atilde;o das ci&ecirc;ncias cl&iacute;nica e do desenvolvimento no estudo da PH/DA em idade pr&eacute;-escolar (Wakschlag et al., 2007), quer atrav&eacute;s do estudo sistem&aacute;tico dos limiares cl&iacute;nicos da perturba&ccedil;&atilde;o, quer atrav&eacute;s da carateriza&ccedil;&atilde;o das trajet&oacute;rias de desenvolvimento da PH/DA e dos seus percursores. A realiza&ccedil;&atilde;o de estudos longitudinais poder&aacute; vir a fornecer importantes contributos nesta &aacute;rea, nomeadamente: permitindo perceber se diferentes fen&oacute;tipos cl&iacute;nicos da PH/DA, caracterizados por distintas comorbilidades, se traduzem em diferentes trajet&oacute;rias desenvolvimentais (Nigg et al., 2004); testando a efic&aacute;cia da interven&ccedil;&atilde;o precoce na altera&ccedil;&atilde;o e preven&ccedil;&atilde;o de trajet&oacute;rias desenvolvimentais disfuncionais (Sonuga-Barke &amp; Halperin, 2010); avaliando que tipo de tratamento funciona melhor e com quem (Nigg et al., 2004; Posner et al., 2009); percebendo o papel dos pais na continuidade ou descontinuidade das trajet&oacute;rias risco-perturba&ccedil;&atilde;o (Sonuga-Barke et al., 2005); e identificando os fatores mediadores e moderadores implicados nas m&uacute;ltiplas trajet&oacute;rias risco-perturba&ccedil;&atilde;o (Sonuga-Barke &amp; Halperin, 2010). Por &uacute;ltimo, o desenvolvimento de interven&ccedil;&otilde;es precoces eficazes e inovadoras, que atuem nos processos de manuten&ccedil;&atilde;o da PH/DA e sejam capazes de alterar as trajet&oacute;rias desviantes a longo prazo (Sonuga-Barke, Koerting, Smith, McCann, &amp; Thompson, 2011), constituir&aacute;, certamente, uma prioridade da investiga&ccedil;&atilde;o nos pr&oacute;ximos anos. </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P >     <p>REFER&Ecirc;NCIAS </P >    <p>Abidin, R. R., &amp; Santos, S. V. (2003). <I>&Iacute;ndice de stress parental &ndash; Manual</I>. CEGOC, Lisboa. </P >    <!-- ref --><p>Achenbach, T. M., &amp; Rescorla, L. (2000). <I>Manual for the ASEBA preschool forms and profiles: An integrated </I><I>system of multi-informant assessment</I>. Burlington, VT: University of Vermont, Research Center for Children, Youth, and Families.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0870-8231201200030000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <!-- ref --><p>American Academy of Child Adolescent Psychiatry (AACAP). (2007). Practice parameter for the assessment and treatment of children and adolescents with ADHD. <I>Journal of American Academy of Child and </I><I>Adolescent Psychiatry, 46</I>(7), 894-921. doi:10.1097/chi.0b013e318054e724 </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0870-8231201200030000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>American Academy of Pediatrics (AAP). (2011). ADHD: Clinical practice guideline for the diagnosis, evaluation, and treatment of attention-deficit/hyperactivity disorder in children and adolescents. <I>Pediatrics, 128</I>(5), 1-16. doi:10.1542/peds.2011-2654 </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0870-8231201200030000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>American Psychiatric Association (APA). (2002). <I>Manual de diagn&oacute;stico e estat&iacute;stica das perturba&ccedil;&otilde;es mentais </I>(4&ordf; ed., texto revisto). Lisboa: Climepsi Editores.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0870-8231201200030000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >     <p>Arnold, D. S., O&rsquo;Leary, S. G., Wolff, L. S., &amp; Acker, M. M. (1993). The parenting scale: A measure of dysfunctional parenting in discipline situations. <I>Psychological Assessment, 5</I>, 137-144. doi:10.1037/1040-3590.5.2.137 </P >     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Banaschewski, T., Becker, K., Scherag, S., Franke, B., &amp; Coghill, D. (2010). Molecular genetics of attentiondeficit/hyperactivity disorder: An overview. <I>European Child and Adolescent Psychiatry, 19</I>, 237-257. doi:10.1007/s00787-010-0090-z </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0870-8231201200030000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Banerjee, T. D., Middleton, F., &amp; Faraone, S. V. (2007). Environmental risk factors for attention-deficit hyperactivity disorder. <I>Ata Paediatrica, 96</I>(9), 1269-74. doi:10.1111/j.1651-2227.2007.00430 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0870-8231201200030000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barkley, R. A., &amp; Murphy, K. R. (1998). <I>Attention deficit hyperactivity disorder. A clinical workbook</I>. New York: Guilford.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0870-8231201200030000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Beck, A. T., Ward, C. H., Mendelson, M., Mock, J., &amp; Erbaugh, G. (1961). An inventory for measuring depression. <I>Archives of General Psychiatry, 4</I>, 53-63. doi:10.1001/archpsyc.1961.01710120031004 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0870-8231201200030000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Biederman, J., Faraone, S. V., Keenan, K., Knee, D., &amp; Tsuang, M. T. (1990). Family-genetic and psychosocial risk factors in DSM-III attention deficit disorder. <I>Journal of American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, 29</I>, 526-533. doi:10.1097/00004583-199007000-00004 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0870-8231201200030000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bryne, J., Bawden, H., Beattie, T., &amp; DeWolfe, N. (2000). Preschoolers classified as having ADHD: DSM-IV symptom endorsement pattern. <I>Journal of Child Neurology, 15</I>, 533-538. doi:10.1177/088307380001 500807 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0870-8231201200030000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bruchm&uuml;ller, K., Margraf, J., &amp; Schneider, S. (2012). Is ADHD diagnosed in accord with diagnostic criteria? Overdiagnosis and influence of client gender on diagnosis. <I>Journal of Consulting and Clinical Psychology, 80</I>(1), 128-138. doi:10.1037/a0026582 </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0870-8231201200030000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bussing, R., Lehninger, F., &amp; Eyberg, S. (2006). Difficult child temperament and attention-deficit/hyperactivity disorder in preschool children. <I>Infants &amp; Young Children, 19</I>(2), 123-131. Retirado de <a href="http://journals.lww.com/iycjournal/Abstract/2006" target="_blank">http://journals.lww.com/iycjournal/Abstract/2006</a> </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0870-8231201200030000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Campbell, S. B., &amp; Ewing, L. J. (1990). Follow-up of hard-to-manage preschoolers: Adjustment at age 9 and predictors of continuing symptoms. <I>Journal of Child Psychology and Psychiatry, 31</I>, 871-889. doi:10.1111/j.14697610.1990.tb00831.x </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0870-8231201200030000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Campbell, S. B., &amp; von Stauffenberg, C. (2009). Delay and inhibition as early predictors of ADHD symptoms in third grade. <I>Journal of Abnormal Child Psychology, 37</I>, 1-15. doi:10.1007/s10802-008-9270-4 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0870-8231201200030000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Campbell, S. B., Shaw, D. S., &amp; Gilliom, M. (2000). Early externalizing behavior problems: Toddlers and preschoolers at risk for later maladjustment. <I>Development and Psychopathology, 12</I>, 467-488. doi:10.1017/S0954579400003114 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0870-8231201200030000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Connor, D. F. (2002). Preschool attention deficit hyperactivity disorder: A review of prevalence, diagnosis, neurobiology, and stimulant treatment. <I>Developmental and Behavioral Pediatrics, 23</I>(15), 1-9. Retirado de <a href="http://journals.lww.com/jrnldbp/Fulltext" target="_blank">http://journals.lww.com/jrnldbp/Fulltext</a> </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0870-8231201200030000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cuningham, C. E., &amp; Boyle, M. H. (2002). Preschoolers at risk for attention-deficit hyperactivity disorder and oppositional defiant disorder: Family, parenting, and behavioral correlates. <I>Journal of Abnormal Child Psychology, 30</I>(6), 555-569. doi:10.1023/A:1020855429085 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0870-8231201200030000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Daley, D., Jones, K., Hutchings, J., &amp; Thompson, M. (2009). Attention deficit hyperactivity disorder in preschool children: Current findings, recommended interventions and future directions. <I>Child: Care, Health and Development, 35</I>(6), 754-766. doi:10.1111/j.1365-2214.2009.00938 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0870-8231201200030000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>DeWolfe, N. A., Byrne, J. M., &amp; Bawden, H. N. (2000). ADHD in preschool children: Parent-rated psychosocial correlates. <I>Developmental Medicine and Child Neurology, 42</I>, 825-830. doi:10.1017/S0012162200001523 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0870-8231201200030000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Dreyer, B. P. (2006). The diagnosis and management of attention-deficit/hyperactivity disorder in preschool children. The state of our knowledge and practice. <I>Current Problems in Paediatric Adolescent Health Care, 36</I>, 6-30. doi:10.1016/j.cppeds.2005.10.001 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0870-8231201200030000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>DuPaul, G., McGoey, K. E., Eckert, T. L., &amp; VanBrakle, J. (2001). Preschool children with attentiondeficit/hyperactivity disorder: Impairments in behavioural, social, and school functioning. <I>Journal of Child &amp; Adolescent Psychiatry, 40</I>, 508-515. doi:10.1097/00004583-200105000-00009 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0870-8231201200030000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Egger, H. E., &amp; Angold, A. (2004). The preschool age psychiatric assessment (PAPA): A structured parent interview for diagnosing psychiatric disorders in preschool children. In DelCarmen-Wiggins &amp; Carter (Eds.), <I>Handbook of infant, toddler, and preschool mental health assessment </I>(pp. 223-243). New York, NY: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0870-8231201200030000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Egger, H. E., &amp; Angold, A. (2006). Common emotional and behavioural disorders in preschool children: Presentation, nosology, and epidemiology. <I>Journal of Child Psychology and Psychiatry, 47</I>, 313-337. doi:10.1111/j.1469-7610.2006.01618 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0870-8231201200030000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Egger, H. L., Kondo, D., &amp; Angold, A. (2006). The epidemiology and diagnostic issues in preschool attentiondeficit/hyperactivity disorder: A review. <I>Infant &amp; Young Children, 19</I>(2), 109-122. Retirado de <a href="http://journals.lww.com/iycjournal" target="_blank">http://journals.lww.com/iycjournal</a> </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0870-8231201200030000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Egger, H. E., &amp; Erkanli, A., Keeler, G., Potts, E., Walter, B., &amp; Angold, A. (2006). The test-retest reliability of the preschool age psychiatric assessment (PAPA). <I>Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, 45</I>(5), 538-549. doi:10.1097/01.chi.0000205705.71194.b8 </P >    <!-- ref --><p>Eyberg, S. M., &amp; Robinson, E.A. (1981). <I>Dyadic parent-child interaction coding system</I>. Seattle, WA, USA: Parenting Clinic, University of Washington.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0870-8231201200030000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Faraone, S. V., &amp; Biederman, J. (1998). Neurobiology of attention-deficit/hyperactivity disorder. <I>Biological Psychiatry, 44</I>, 951-958. doi:10.1016/S0006-3223(98)002406 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0870-8231201200030000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gadow, K. D., Sprafkin, J., &amp; Nolan, E. E. (2001). DSM-IV symptoms in community and clinic preschool children. <I>Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, 40</I>, 1383-1392. doi:10.1097/00004583-200112000-00008 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0870-8231201200030000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Greenhill, L., Posner., K., Vaughan, B., &amp; Kratochvil, C. (2008). Attention deficit hyperactivity disorder in preschool children. <I>Child and Adolescent Psychiatric Clinics of North America, 17</I>, 347-366. doi:10.1016/j.chc.2007.11.004 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0870-8231201200030000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Harvey, E., Youngwirth , S., Thakar, D., &amp; Errazuriz, P. (2009). Predicting attention-deficit/hyperactivity disorder and oppositional defiant disorder from preschool diagnostic assessments. <I>Journal of Consulting and Clinical Psychology, 77</I>(2), 349-354. doi:10.1037/a0014638 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0870-8231201200030000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Harvey, E., Danforth, J. S., McKee, T. E., Ulaszek, W. R., &amp; Friedman, J. L. (2003). Parenting of children with attention-deficit/hyperactivity disorder (ADHD): The role of parental ADHD symptomatology. <I>Journal of Attentional Disorders, 7</I>, 31-42. doi:10.1177/108705470300700104 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0870-8231201200030000300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Healey, D., Flory, J., Miller, C., &amp; Halperin, J. (2011). Maternal positive parenting style is associated with better functioning in hyperactive/inattentive preschool children. <I>Infant and Child Development, 20</I>, 148-161. doi:10.1002/icd.682 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0870-8231201200030000300034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Johsnton, C., &amp; Mash, E. (1989). A measure of parenting satisfaction and eficcacy. <I>Journal of Clinical Child Psychology, 18</I>(2), 167-175. doi:10.1207/s15374424jccp1802_8 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0870-8231201200030000300035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Keenan, K., &amp; Wakschlag, L. S. (2000). More than the terrible twos: The nature and severity of behavior problems in clinic referred preschool children. <I>Journal of Abnormal Child Psychology, 28</I>, 33-46. doi:10.1023/A:1005118000977 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0870-8231201200030000300036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Keown, L. J. (2006). Preschool boys with pervasive hyperactivity: Early peer functioning and mother-child relationship influences. <I>Social Development, 15</I>(1), 23-45. doi:10.1111/j.1467-9507.2006.00328 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0870-8231201200030000300037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Keown, L. J. (2011). Fathering and mothering of preschool boys with hyperactivity. <I>International Journal of Behavioral Development, 35</I>(2), 161-168. doi:10.1177/0165025410380982 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0870-8231201200030000300038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kollins, S., Greenhill, L., Swanson, J., Wigal, S., Abikoff, H., McCracken, J., ... Bauzo, A. (2006). Rationale, design, and methods of the preschool ADHD treatment study (PATS). <I>Journal of American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, 45</I>(11), 1275-1283. doi:10.1097/01.chi0000235074.86919.dc </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0870-8231201200030000300039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>La Cruz, M. V. (1993). <I>Pr&eacute;-escolar: Provas de diagn&oacute;stico pr&eacute;-escolar</I>. Lisboa: Cegoc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0870-8231201200030000300040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Lahey, B. B., Pelham, W. E., Loney, J., Lee, S., &amp; Willcutt, E. (2005). Instability of the DSM-IV subtypes of ADHD from preschool through elementary school. <I>Archives of General Psychiatry, 62</I>, 896-902. Retirado de <a href="http://archgenpsychiatry.com" target="_blank">http://archgenpsychiatry.com</a> </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0870-8231201200030000300041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Lahey, B. B., Hartung, C. M., Loney, J., Pelham, W. E., Chronis, A. M., &amp; Lee, S. (2007). Are there sex differences in the predictive validity of DSM&ndash;IV ADHD among younger children? <I>Journal of Clinical Child and Adolescent Psychology, 36</I>(2), 113-126. doi:10.1080/15374410701274066 </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Lahey, B. B., Pelham, W. E., Loney, J., Kipp, H., Ehrhardt, A., Lee, S., ... Massetti, G. (2004). Three-year predictive validity of DSM-IV attention deficit hyperactivity disorder in children diagnosed at a 4-6 years of age. <I>American Journal of Psychiatry, 161</I>(11), 2014-2020. Retirado de <a href="http://ajp.psychiatryonline.org" target="_blank">http://ajp.psychiatryonline.org</a> </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0870-8231201200030000300043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lahey, B. B., Pelham, W. E., Stein, M. A., Loney, J., Trapani, C., Nugent, K., ... Baumann, B. (1998).Validity of DSM-IV attention-deficit/hyperactivity disorder for young children. <I>Journal of American Academy of Children and Adolescent Psychiatry, 37</I>(7), 695-702. doi:10.1097/00004583-199807000-00008 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0870-8231201200030000300044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lavigne, J. V., LeBailly, S. A., Hopkins, J., Gouze, K. R., &amp; Binns, H. J. (2009). The prevalence of ADHD, ODD, depression, and anxiety in a community sample of 4-year-old. <I>Journal of Clinical Child &amp; Adolescent Psychology, 38</I>(3), 315-328. doi:10.1080/15374410902851382 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0870-8231201200030000300045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lavigne, J. V., Gibbons, R. D., Christoffel, K. K., Arend, R., Rosenbaum, D., Binns, H., ... Issacs, C. (1996). Prevalence rates and correlates of psychiatric disorders among preschool children. <I>Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, 35</I>, 204-214. doi:10.1097/00004583-199602000-00014 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S0870-8231201200030000300046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lonigan, C. J., Bloomfield, B. G., Anthony, J. L., Bacon, K. D., Phillips, B. M., &amp; Samwel, C. S. (1999). Relations among emergent literacy skills, behaviour problems, and social competence in preschool children from low-and middle-income background. <I>Topic Early Child Special Education, 19</I>(1), 40-54. doi:10.1177/027112149901900104 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0870-8231201200030000300047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Major, S. (2011). <I>Avalia&ccedil;&atilde;o de aptid&otilde;es sociais e problemas de comportamento em idade pr&eacute;-escolar: Retrato das crian&ccedil;as portuguesas</I>. Tese de Doutoramento n&atilde;o publicada. Faculdade de Psicologia e Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade de Coimbra, Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0870-8231201200030000300048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <p>Merrell, K. W. (2002). <I>Preschool and kindergarten behavior scales &ndash; Second edition</I>. Austin, TX: PRO-ED. </P >    <!-- ref --><p>Merrel, K. W., &amp; Wolfe, T. M. (1998). The relationship of teacher-rated social skills deficits and ADHD characteristics among kindergarten-age children. <I>Psychology in the Schools, 35</I>, 101-109. doi:10.1002/ (SICI)1520-6807(199804)35:2&lt;101:AID-PITS1&gt;3.0.CO;2-S </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0870-8231201200030000300050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Muris, P., &amp; Ollendick, T. H. (2005). The role of temperament in the etiology of child psychopathology. <I>Clinical Child and Family Psychology Review, 8</I>(4), 271-289. doi:10.1007/s10567-005-8809-y </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0870-8231201200030000300051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Nigg, J. T., Goldsmith, H. H., &amp; Sachek, J. (2004). Temperament and attention deficit hyperactivity disorder: The development of a multiple pathway model. <I>Journal of Clinical Child and Adolescent Psychology, 33</I>, 42-53. doi:10.1207/S15374424JCCP3301_5 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0870-8231201200030000300052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Patterson, G. R. (2002). The early development of coercive family process. In Reid, Patterson, &amp; Snyder (Eds.), <I>Antisocial behavior in children and adolescents: A developmental analysis and model for intervention </I>(pp. 25-44). Washington, DC: American Psychological Association.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0870-8231201200030000300053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Pauli-Pott, U., &amp; Becker, K. (2011). Neuropsychological basic deficits in preschoolers at risk for ADHD: A meta-analysis. <I>Clinical Psychology Review, 31</I>, 626-637. doi:10.1016/j.cpr.2011.02.005 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0870-8231201200030000300054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pelham, W. E., Chacko, A., &amp; Wymbs, B. T. (2004). Diagnostic and assessment issues of attention deficit/hyperactivity disorder in the young child. In DelCarmen-Wiggins &amp; Carter (Eds.), <I>Handbook of infant, toddler, and preschool mental health assessment </I>(pp. 399-419). Oxford: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0870-8231201200030000300055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Posner, K., Pressman, A. W., &amp; Greenhill, L. L. (2009). ADHD in preschool children. In Brown (Ed.), <I>ADHD comorbidities: ADHD complications in children and adults </I>(pp. 37-55). Arlington: American Psychiatry Publishing.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0870-8231201200030000300056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Posner, K., Melvin, G. A., Murray, D. W., Gugga, S. S., Fisher, P., Skrobala, A., ... Greenhill, L. (2007). Clinical presentation of attention-deficit/hyperactivity disorder in preschool children: The preschoolers with attention-deficit/hyperactivity treatment study (PATS). <I>Journal of Child and Adolescent Psychopharmacology, 17</I>(5), 547-562. doi:10.1089/cap.2007.007 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0870-8231201200030000300057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Routh, D. (1978). Hyperactivity. In P. Magrab (Ed.), <I>Psychological management of paediatric problems </I>(pp. 38). Baltimore, MD: University Park Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0870-8231201200030000300058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <!-- ref --><p>Schmidt, S., &amp; Petermann, F. (2009). Developmental psychopathology: Attention deficit hyperactivity disorder (ADHD). <I>BioMedical Psychiatry, 9</I>(58). doi:10.1186/1471-244X-9-58 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0870-8231201200030000300059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sim&otilde;es, M., Albuquerque, C., Pinho, S., Pereira, M., Seabra-Santos, M., Alberto, I., Lopes, A., Vilar, M., &amp; Gaspar, F. (2008). <I>Bateria de Avalia&ccedil;&atilde;o Neuropsicol&oacute;gica de Coimbra (BANC): Manual de ddministra&ccedil;&atilde;o e cota&ccedil;&atilde;o</I>. 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Developmental phenotypes and causal pathways in attention/ hyperactivity disorder: Potential targets for early intervention? <I>Journal of Child Psychology and Psychiatry, 51</I>(4), 368-389. doi:10.1111/j.1469 7610.2009.02195.x </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0870-8231201200030000300061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sonuga-Barke, E., Dalen, L., Daley, D., &amp; Remington, B. (2002). Are planning, working memory, and inhibition associated with individual differences in preschool ADHD symptoms? <I>Developmental Neuropsychology, 2</I>, 255-272. doi:10.1207/S15326942DN2103_3 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0870-8231201200030000300062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sonuga-Barke, E., Thompson, M., Stevenson, J., &amp; Viney, D. (1997). Patterns of behaviour problems among preschool children. <I>Psychological Medicine, 27</I>, 909-918. doi:10.1017/S003329179700529 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0870-8231201200030000300063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sonuga-Barke, E., Auerbach, J., Campbell, S. B., Daley, D., &amp; Thompson, M. (2005). Varieties of preschool hyperactivity: Multiple pathways from risk to disorder. <I>Developmental Science, 8</I>(2), 141-150. doi: 10.1111/j.1467-7687.2005.00401 </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0870-8231201200030000300064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sonuga-Barke, E., Koerting, J., Smith, E., McCann, D., &amp; Thompson, M. (2011). Early detection and intervention for attention-deficit/hyperactivity disorder. <I>Expert Review of Neurotherapeutics, 11</I>(4), 557-563. doi:10.1586/ERN.11.39 </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0870-8231201200030000300065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sonuga-Barke, E., Thompson, M., Abikoff, H., Klein, R., &amp; Brotman, L. M. (2006). Nonpharmacological interventions for preschoolers with ADHD. The case for specialized parent training. <I>Infants &amp; Young Children, 19</I>(2), 142-153. Retirado de <a href="http://journals.lww.com/iycjournal" target="_blank">http://journals.lww.com/iycjournal</a> </P >     &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0870-8231201200030000300066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Spira, E. G., &amp; Fischel, J. E. (2005). The impact of preschool inattention, hyperactivity, and impulsivity on social and academic development: A review. <I>Journal of Child Psychology, 46</I>(7), 755-773. doi:10.1111/j.4697610.2005.01466 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0870-8231201200030000300067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Taylor, E., Schachar, R., Thorley, G., &amp; Wiselberg, M. (1986). Conduct disorder and hyperactivity I: Separation of hyperactivity and antisocial conduct in British child psychiatric patients. <I>British Journal of Psychiatry, 146</I>, 770-777. doi:10.1192/bjp.149.6.760 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0870-8231201200030000300068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Taylor, E., D&ouml;pfner, E., Sergeant, J., Asherson, P., Banaschewski, T., Buitelaar, J., ... Zuddas, A. (2004). European clinical guidelines for hyperkinetic disorder &ndash; First upgrade. <I>European Child and Adolescent Psychiatry, 13</I>(1), 8-30. doi:10.1007/s00787-004-1002 </P >    <p>Vaz-Serra, A., &amp; Abreu, J. (1973). Aferi&ccedil;&atilde;o dos quadros cl&iacute;nicos depressivos I: Ensaio de aplica&ccedil;&atilde;o do &lsquo;Invent&aacute;rio Depressivo de Beck&rsquo; a uma amostra portuguesa de doentes deprimidos. <I>Coimbra M&eacute;dica, 20</I>, 623-644. </P >    <!-- ref --><p>von Stauffenberg, C., &amp; Campbell, S. B. (2007). Predicting the early developmental course of symptoms of attention deficit hyperactivity disorder. <I>Journal of Applied Developmental Psychology, 28</I>, 536-552. doi:10.10116/j.appdev.2007.06.011 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0870-8231201200030000300071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wakschlag, L., Leventhal, B., &amp; Thomas, J. M. (2007). Disruptive behavior disorders &amp; ADHD in preschool children: Characterizing heterotypic continuities for a developmentally-informed nosology for DSM V. In Narrow, First, Sirovatka, &amp; Regier (Eds.), <I>Age and gender considerations in psychiatric diagnosis: A research agenda for DSM-V </I>(pp. 243-259). Washington, DC: American Psychiatric Publishing Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0870-8231201200030000300072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P >    <p>Wechsler, D. (2003). <I>Escala de Intelig&ecirc;ncia de Wechsler para a Idade Pr&eacute;-escolar e Prim&aacute;ria &ndash; Edi&ccedil;&atilde;o revista (WPPSI-R)</I>. Lisboa: Cegoc. </P >    <!-- ref --><p>Wilens, T. E., Biederman, J., Brown, S., Monuteaux, M., Prince, J., &amp; Spence, T. J. (2002). Patterns of psychopathology and disfunction in clinically referred preschoolers. <I>Journal of Development and Behavioral Pediatrics, 23</I>, 531-537. doi:0196-206X/00/2301S-0S31 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0870-8231201200030000300074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Zito, J. M., Safer, D. J., dos Reis, S., Gardner, J. F., Boles, M., &amp; Lynch, F. (2000). Trends in the prescribing of psychotropic medications to preschoolers. <I>JAMA, 283</I>(8), 1025-1030. doi:10.1001/jama.283.8.102 </P >    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S0870-8231201200030000300075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</P >     <p><a name="0"></a><a href="#top0">Correspond&ecirc;ncia</a></P >     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Andreia Fernandes Azevedo, Universidade de Coimbra, Rua do Col&eacute;gio Novo, Apartado 6153, 3001-802 Coimbra. E-mail: <a href="mailto:aazpsi@gmail.com">aazpsi@gmail.com</a></P >     <P   >&nbsp;</P >     <P   >Este trabalho recebeu apoio da Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (SFRH/BD/40339/2007, PTDC/PSI-PED/102556/2008). </P >     <P   >&nbsp;</P >     <P   >NOTAS</P >     <P   > <Sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></Sup> A designa&ccedil;&atilde;o original &ldquo;Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder&rdquo; foi traduzida na vers&atilde;o portuguesa atual do DSM por &ldquo;Perturba&ccedil;&atilde;o de Hiperatividade com D&eacute;fice de Aten&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Neste artigo adot&aacute;mos a designa&ccedil;&atilde;o de &ldquo;Perturba&ccedil;&atilde;o de Hiperatividade/D&eacute;fice de Aten&ccedil;&atilde;o&rdquo;, uma vez que nos parece traduzir de forma mais fidedigna a evolu&ccedil;&atilde;o conceptual desta perturba&ccedil;&atilde;o. Com efeito, esta perturba&ccedil;&atilde;o &eacute; descrita como &ldquo;um padr&atilde;o persistente de falta de aten&ccedil;&atilde;o e/ou impulsividade-hiperatividade&rdquo; (APA, 2002, p. 85), o que sugere que os sintomas principais que a caraterizam se podem manifestar em simult&acirc;neo ou em separado. No DSM-5 (<a href="http://www.dsm5.org" target="_blank">www.dsm5.org</a>), prev&ecirc;-se at&eacute; o aparecimento de um novo subtipo, restrito aos sintomas de desaten&ccedil;&atilde;o. </P >     <P   ><sup><a name="2"></a><a href="#top2">2</a></sup> O documento provis&oacute;rio da APA para o diagn&oacute;stico da PH/DA no DSM-5 (<a href="http://www.dsm5.org" target="_blank">www.dsm5.org</a>), n&atilde;o contempla considera&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas para a idade pr&eacute;-escolar, contudo algumas quest&otilde;es sobre a PH/DA pr&eacute;-escolar foram discutidas pelo grupo de trabalho dos problemas externalizantes (e.g., dura&ccedil;&atilde;o sintomas; comportamentos inapropriados para o n&iacute;vel de desenvolvimento). Interessa perceber a aten&ccedil;&atilde;o dada a estas quest&otilde;es na publica&ccedil;&atilde;o do DSM-5 prevista para 2013. </P >      ]]></body><back>
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