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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In the last decade, we have witnessed an increased prominence of the positive organizational studies (POS) movement. POS is a research stream focusing on the betterment of organizations via the use of its strengths - instead of accentuating the removal of flaws. Through this positive lens, we follow four levels of analysis: (1) considering psychological capital as an attribute of positive individuals; (2) looking into the characteristics of positive interactions; (3) exploring the role of psychological safety in building positive teams; (4) defining the profile of positive organizations. Finally, we discuss that (1) positivity and negativity are part of the same duality, (2) positivity may facilitate negativity and (3) negativity may facilitate positivity.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <P><B>Comportamento Organizacional Positivo</B> </p>     <P><b>Miguel Pina e Cunha<sup>*</sup>; Arm&eacute;nio Rego<Sup>**</sup>; Miguel Pereira Lopes<Sup>*** </sup></b></p>     <P><sup>* </sup>Nova School of Business and Economics; </p>     <P><Sup>** </sup>Universidade de Aveiro / UNIDE, ISCTE &#8212; Instituto Universit&aacute;rio de Lisboa; </p>     <P><Sup>*** </sup>Instituto Superior de Ci&ecirc;ncias Sociais e Pol&iacute;ticas, Universidade de Lisboa</p>     <P><a name="top0"></a><a href="#0">Correspond&ecirc;ncia</a></p>     <P>&nbsp;</p>     <P><b>RESUMO</b></p>     <P>Na &uacute;ltima d&eacute;cada tem vindo a ganhar proemin&ecirc;ncia o movimento dos estudos organizacionais positivos. &Egrave; uma corrente de investiga&ccedil;&atilde;o orientada para melhorar as organiza&ccedil;&otilde;es usando as respetivas for&ccedil;as &#8212; em vez de colmatar as suas falhas. Atrav&eacute;s desta lente positiva, seguimos, neste artigo, quatro n&iacute;veis de an&aacute;lise: (1) consideramos o capital psicol&oacute;gico como atributo de indiv&iacute;duos positivos; (2) discutimos as caracter&iacute;sticas das intera&ccedil;&otilde;es positivas; (3) exploramos o papel da seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica na cria&ccedil;&atilde;o de equipas positivas; (4) tra&ccedil;amos o perfil das organiza&ccedil;&otilde;es positivas. Discutimos, tamb&eacute;m, que (a) a positividade e a negatividade s&atilde;o parte de uma mesma dualidade, (b) a positividade pode gerar ou facilitar a negatividade e (c) a negatividade pode gerar ou facilitar a positividade.</p>     <P><B>Palavras-chave: </B>Estudos organizacionais positivos, Capital psicol&oacute;gico, Seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica, Organiza&ccedil;&otilde;es autentiz&oacute;ticas, Virtuosidade organizacional, Lideran&ccedil;a aut&ecirc;ntica.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>&nbsp;</p>     <P><b>ABSTRACT</b></p>     <P>In the last decade, we have witnessed an increased prominence of the positive organizational studies (POS) movement. POS is a research stream focusing on the betterment of organizations via the use of its strengths &#8212; instead of accentuating the removal of flaws. Through this positive lens, we follow four levels of analysis: (1) considering psychological capital as an attribute of positive individuals; (2) looking into the characteristics of positive interactions; (3) exploring the role of psychological safety in building positive teams; (4) defining the profile of positive organizations. Finally, we discuss that (1) positivity and negativity are part of the same duality, (2) positivity may facilitate negativity and (3) negativity may facilitate positivity. </p>     <P><B>Key-words: </B>Positive organizational studies, Psychological capital, Psychological safety, Authentizotic organizations, Organizational virtuousness, Authentic leadership.</p>     <P>&nbsp;</p>     <P>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</p>     <P>&nbsp;</p>     <blockquote>        <p><i>&ldquo;Um dos problemas do mundo &eacute; haver excesso de objetivos e      escassez de ideais.&rdquo; </i></p>       <blockquote>          ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote>            <p>Ant&oacute;nio Pinto Leite (in Queir&oacute;s, 2012, p. 40)</p>     </blockquote>         <p>&nbsp;</p>   </blockquote> </blockquote>     <P>Ensaiar uma vis&atilde;o panor&acirc;mica de qualquer sub&aacute;rea disciplinar &eacute; um exerc&iacute;cio arriscado: a vastid&atilde;o dos temas e a abund&acirc;ncia de investiga&ccedil;&atilde;o garantem que amplo e relevante trabalho fica de fora. Como tal, neste artigo, assumimos a impossibilidade de uma cobertura exaustiva e olhamos a psicologia organizacional numa perspetiva deliberadamente parcial e enviesada: considerando o trabalho recentemente produzido no dom&iacute;nio dos &ldquo;estudos organizacionais positivos&rdquo;. O termo &ldquo;positivo&rdquo; representa uma abordagem assente em tr&ecirc;s aspetos (Cameron, Mora, Leutscher, & Calarco, 2011; Lopes, Cunha, Kaiser, & Muller-Seitz, 2009): (1) a obten&ccedil;&atilde;o de desempenhos excecionais (e.g., Cameron & Lavine, 2006); (2) um enviesamento afirmativo a favor das for&ccedil;as (e.g., Cooperrider, Whitney, & Stravos, 2008); (3) o foco no que &eacute; virtuoso (Rego, Clegg, & Cunha, 2012).</p>     <P>A nossa escolha decorre de diversas motiva&ccedil;&otilde;es. Primeira: n&oacute;s pr&oacute;prios temos participado no trabalho realizado nesse dom&iacute;nio (e.g., Cunha, Rego & Cunha, 2007; Rego & Cunha, 2008, 2009). Segunda: os estudos organizacionais positivos (Cameron & Spreitzer, 2012) combinam riqueza concetual, rigor metodol&oacute;gico, ambi&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica e uma componente aspiracional que nos seduzem enquanto acad&eacute;micos, formadores e interventores. Terceiro: os estudos organizacionais positivos retomam caminhos cr&iacute;ticos da psicologia humanista (e.g., Rego, Cunha, & Oliveira, 2008) &#8212; por vezes secundarizados na literatura organizacional, a qual se tem tradicionalmente focado no que &eacute; negativo, problem&aacute;tico e debilitante. Do nosso ponto de vista, focar a aten&ccedil;&atilde;o no que &eacute; excelente, abundante, genial, virtuoso, florescente e positivo ajuda a entender pessoas, equipas, organiza&ccedil;&otilde;es e a sociedade em geral como campos plenos de oportunidades de desenvolvimento &ocirc; em prol de melhores indiv&iacute;duos, trabalhando em melhores organiza&ccedil;&otilde;es, que procuram contribuir para uma sociedade de maior bem-estar.</p>     <P>Tr&ecirc;s notas cautelares s&atilde;o necess&aacute;rias antes de prosseguirmos. A primeira sugere que o foco no positivo n&atilde;o representa qualquer desd&eacute;m pelo estudo do que &eacute; negativo. De facto, a positividade tamb&eacute;m se constr&oacute;i mediante o combate ao que &eacute; negativo. Ademais, a negatividade pode ajudar a construir positividade. Pense o leitor em experi&ecirc;ncias negativas que o ajudaram a desenvolver for&ccedil;as e a ser melhor, como pessoa e como profissional. Ou pense em empresas que, ap&oacute;s atravessarem momentos dif&iacute;ceis, ficaram mais resilientes (Clair & Dufresne, 2007). Finalmente, &ldquo;nem tudo o que luz &eacute; oiro&rdquo;. Por exemplo, o excesso de uma coisa boa como a perseveran&ccedil;a pode transformar-se numa uma coisa m&aacute;: a obstina&ccedil;&atilde;o cega.</p>     <P>A segunda nota argumenta que os estudos organizacionais positivos n&atilde;o pretendem oferecer panaceias para os problemas. Antes proporcionam quadros de pensamento e evid&ecirc;ncia emp&iacute;rica com potencial de a&ccedil;&atilde;o baseado numa l&oacute;gica apreciativa. Assumem que &eacute; responsabilidade de cada humano melhorar o que pode ser melhorado, sem esquecer as dificuldades e os perigos &ocirc; em vez de neutralizar a a&ccedil;&atilde;o positiva por causa dos riscos e das dificuldades. Atuar positivamente, neste sentido, &eacute; um exerc&iacute;cio de desenvolvimento das virtudes humanas baseado em assun&ccedil;&otilde;es positivas mas realistas (i.e., cientes da realidade). N&atilde;o &eacute; um exerc&iacute;cio de resigna&ccedil;&atilde;o conformista apresentado como realismo (no sentido em que a realidade comanda a vida). Os estudos organizacionais positivos consideram que o sonho pode comandar a vida. Mas tamb&eacute;m assumem (ou devem assumir) que a vida nem sempre &eacute; um sonho &ocirc; e que uma vida excessivamente sonhadora pode transformar-se em pesadelo.</p>     <P>Terceira nota: a investiga&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica e emp&iacute;rica no dom&iacute;nio dos estudos organizacionais positivos &eacute; vasta e complexa. Se o leitor tem d&uacute;vidas, consulte o monumental <i>The Oxford Handbook of Positive Organizational Scholaship </i>(Cameron & Spreitzer, 2012). &Egrave; uma obra fundamental para quem pretende encetar uma abordagem aprofundada &agrave; mat&eacute;ria. Neste artigo, focamos apenas um subconjunto de temas &ocirc; que n&atilde;o representam todo o campo, apenas o ilustram. Come&ccedil;amos por explorar a import&acirc;ncia das premissas frequentemente perfilhadas no mundo organizacional: muitos l&iacute;deres organizacionais adotam assun&ccedil;&otilde;es pretensamente &ldquo;realistas&rdquo; que dificultam o desenvolvimento de pr&aacute;ticas positivas. Seguidamente, dirigimos a aten&ccedil;&atilde;o para quatro n&iacute;veis de an&aacute;lise (indiv&iacute;duos; intera&ccedil;&otilde;es; equipas; organiza&ccedil;&otilde;es). Os n&iacute;veis, naturalmente, sobrep&otilde;em-se e implicam-se mutuamente. Comunicam e interpenetram-se. A separa&ccedil;&atilde;o &eacute; aqui feita em nome da simplicidade. Na parte final do artigo, discutimos a dial&eacute;tica entre a positividade e a negatividade, e sugerimos que a positividade tamb&eacute;m se constr&oacute;i prestando aten&ccedil;&atilde;o &agrave; negatividade.</p>     <P>ASSUN&Ccedil;&Otilde;ES POSITIVAS <i>VERSUS</i> ASSUN&Ccedil;&Otilde;ES &ldquo;NORMAIS&rdquo;</p>     <P>As premissas que os humanos adotam influenciam o modo como atuam. O pensamento e as nossas &ldquo;teorias&rdquo; influenciam a nossa a&ccedil;&atilde;o e o modo como agimos para com os outros. &Egrave; assim tamb&eacute;m no mundo da gest&atilde;o. Todos os gestores t&ecirc;m uma teoria da organiza&ccedil;&atilde;o (Santos, 2000). Essa teoria, impl&iacute;cita ou expl&iacute;cita, influencia as premissas de que partem e a maneira como atuam. Daqui adv&ecirc;m consequ&ecirc;ncias. De facto, contrariamente ao que ocorre noutros dom&iacute;nios (e.g., a nossa teoria sobre o funcionamento dos astros n&atilde;o influencia a atua&ccedil;&atilde;o dos mesmos; Ghoshal, 2005), a teoria perfilhada pelos gestores influencia a realidade social e organizacional sobre a qual atuam. Por exemplo, o modo como encaram os colaboradores influencia a maneira como os tratam.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>As consequ&ecirc;ncias n&atilde;o se ficam por aqui: o modo de a&ccedil;&atilde;o    tender&aacute; a confirmar as expectativas iniciais (Merton, 1948). Ou seja,    os efeitos gerados pela teoria/premissa podem acabar por &ldquo;comprovar&rdquo;    a teoria. Se um gestor perfilha uma teoria pretensamente realista que encara    os humanos como entidades exclusivamente individualistas, &eacute; prov&aacute;vel    que crie espa&ccedil;os organizacionais dominados pelo individualismo feroz    e a competi&ccedil;&atilde;o dura. Por conseguinte, gestores &ldquo;realistas&rdquo;    criar&atilde;o contextos &ldquo;realistas&rdquo;. Diferentemente, gestores com    assun&ccedil;&otilde;es positivas e focalizados nas for&ccedil;as dos colaboradores    tender&atilde;o a criar condi&ccedil;&otilde;es para fazer florescer contextos    organizacionais positivos. Eis a norma da reciprocidade, tal como explicada    por Jerry Greenfield, o Jerry da Ben e Jerry&rsquo;s, &ldquo;Ben diria que se    trata de uma lei espiritual: aquilo que d&aacute;s &eacute; aquilo que recebes&rdquo;    (<i>in</i> Lucas, 2012, p. 10). Em suma: o realismo das assun&ccedil;&otilde;es    de partida de muitos l&iacute;deres limita a capacidade de desenvolver boas    teorias de gest&atilde;o. O <a href="#q1">Quadro 1</a>, adaptado de Heynoski    e Quinn (2012), contrasta assun&ccedil;&otilde;es positivas e &ldquo;normais&rdquo;.</p>     <P>&nbsp;</p>     <P><a name="q1"></a></p>     <P><img src="/img/revistas/aps/v31n4/31n4a01q1.jpg"></p>     
<P>&nbsp;</p>     <P>Assun&ccedil;&otilde;es positivas ajudam a criar ambientes mais positivos, ao passo que assun&ccedil;&otilde;es &ldquo;realistas&rdquo; conduzem a espa&ccedil;os organizacionais &ldquo;realistas&rdquo; &#8212; ou seja, repletos de desconfian&ccedil;a, cinismo e d&eacute;fice cooperativo. Por exemplo, se acreditamos que o talento &eacute; um bem escasso, lutamos competitivamente por ele; se consideramos que o talento &eacute; abundante, fazemos esfor&ccedil;os para desenvolv&ecirc;-lo e multiplic&aacute;-lo (Wiseman & McKeown, 2010). No primeiro caso, as organiza&ccedil;&otilde;es envolvem-se em &ldquo;guerras pelo talento&rdquo; (Pfeffer, 2001). No segundo, desenvolvem pr&aacute;ticas de gest&atilde;o facilitadoras da cria&ccedil;&atilde;o de empresas extraordin&aacute;rias com pessoas &ldquo;normais&rdquo; (O&rsquo;Reilly & Pfeffer, 2000). As boas organiza&ccedil;&otilde;es s&atilde;o-no, n&atilde;o apenas porque contratam as pessoas certas, mas tamb&eacute;m, ou sobretudo, porque elevam pessoas &ldquo;normais&rdquo; ao patamar da excel&ecirc;ncia. Note-se o paradoxo: o excesso de &ldquo;realismo&rdquo; pode criar &ldquo;realidades&rdquo; organizacionais mais pobres do que abordagens menos &ldquo;realistas&rdquo; centradas nas for&ccedil;as e na eleva&ccedil;&atilde;o de pessoas &ldquo;normais&rdquo; a pessoas talentosas. Eis a li&ccedil;&atilde;o: &eacute; necess&aacute;rio que as organiza&ccedil;&otilde;es e os gestores adotem teorias assentes nas for&ccedil;as e no que funciona bem &#8212; naturalmente, com &ldquo;os p&eacute;s assentes na terra&rdquo; e cientes das dificuldades e dos problemas.</p>     <P>INDIV&Iacute;DUOS POSITIVOS</p>     <P>As caracter&iacute;sticas e a&ccedil;&otilde;es individuais t&ecirc;m um impacto    no funcionamento e na efic&aacute;cia das organiza&ccedil;&otilde;es superior    ao frequentemente assumido (Mollick, 2012). Um dos alvos de maior investiga&ccedil;&atilde;o    nos estudos organizacionais positivos tem sido o capital psicol&oacute;gico    positivo, construto que abarca quatro for&ccedil;as: autoefic&aacute;cia, esperan&ccedil;a,    resili&ecirc;ncia e otimismo (<a href="#q2">Quadro 2</a>). As investiga&ccedil;&otilde;es    (Avey, Reichard, Luthans, & Mhatre, 2011; Youssef & Luthans, 2012) sugerem que    o capital psicol&oacute;gico dos colaboradores gera atitudes e emo&ccedil;&otilde;es    mais positivas (e.g., satisfa&ccedil;&atilde;o, empenhamento, felicidade), conduz    a melhores n&iacute;veis de desempenho (pr&oacute;prio do papel e extra-papel),    e dificulta a emerg&ecirc;ncia de atitudes e comportamentos negativos como o    cinismo, os desejos de abandono da organiza&ccedil;&atilde;o, e a&ccedil;&otilde;es    desviantes. A investiga&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m sugere que o capital    psicol&oacute;gico, quando presente em larga escala, aumenta a competitividade    das organiza&ccedil;&otilde;es (Luthans & Youssef, 2004) e o desempenho das    equipas (Walumbwa, Luthans, Avey, & Oke, 2011).</p>     <P>&nbsp;</p>     <P><a name="q2"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><img src="/img/revistas/aps/v31n4/31n4a01q2.jpg"></p>     
<P>&nbsp;</p>     <P>A literatura sugere que o capital psicol&oacute;gico pode ser promovido atrav&eacute;s    de diversas a&ccedil;&otilde;es de gest&atilde;o e lideran&ccedil;a (e.g., Luthans,    Youssef, & Avolio, 2007; Luthans, Avey, Avolio, & Peterson, 2010). A lideran&ccedil;a    aut&ecirc;ntica (Avolio & Mhatre, 2012), outro construto emblem&aacute;tico    dos estudos organizacionais positivos, &eacute; um antecedente importante (Peterson,    Walumbwa, Avolio, & Hannah, 2012; Rego, Sousa, Marques, & Cunha, 2012a; Walumbwa,    Luthans, Avey, & Oke, 2011). Por conseguinte, importa desenvolver, nos l&iacute;deres,    a sua a&ccedil;&atilde;o &eacute;tica e a sua capacidade de relacionamento transparente    com os liderados. A possibilidade de influenciar o capital psicol&oacute;gico    n&atilde;o deixa de ser um reflexo paradigm&aacute;tico de como o comportamento    organizacional pode ser afetado pelas situa&ccedil;&otilde;es. O leitor desejoso    de aprofundar a mat&eacute;ria pode consultar o livro de Luthans, Youssef e    Avolio, publicado em 2007, intitulado precisamente <i>Psychological Capital</i>    (veja, tamb&eacute;m, Youssef & Luthans, 2012).</p>     <P>Sublinhe-se que o foco aqui centrado no capital psicol&oacute;gico n&atilde;o deve ser interpretado como concess&atilde;o de menor relev&acirc;ncia de outros construtos. Sugerimos ao leitor que consulte as partes I, II e III de <i>The Oxford Handbook of Positive Organizational Scholarship</i> (Cameron & Spreitzer, 2012). A&iacute; pode encontrar discuss&otilde;es atualizadas sobre in&uacute;meras atitudes, virtudes, emo&ccedil;&otilde;es e comportamentos individuais relevantes tanto para os indiv&iacute;duos, como para as equipas e as organiza&ccedil;&otilde;es. Eis alguns exemplos: a voca&ccedil;&atilde;o no trabalho, a proatividade, a criatividade, a curiosidade, a energia positiva, as emo&ccedil;&otilde;es positivas, a paix&atilde;o, a intelig&ecirc;ncia emocional, a coragem, o perd&atilde;o, a humildade, a compaix&atilde;o, a coragem e a integridade.</p>     <P>Do ponto de vista da constru&ccedil;&atilde;o da positividade organizacional,    importa sublinhar tr&ecirc;s aspetos. Primeiro: as virtudes, tra&ccedil;os e    estados psicol&oacute;gicos positivos dos indiv&iacute;duos constituem a unidade    mais b&aacute;sica de cria&ccedil;&atilde;o de positividade em contexto organizacional.    Segundo: algumas carater&iacute;sticas individuais s&atilde;o <i>tra&ccedil;os</i>,    pelo que s&atilde;o dificilmente mut&aacute;veis. O que as organiza&ccedil;&otilde;es    podem fazer &eacute; adotar pr&aacute;ticas de atra&ccedil;&atilde;o, sele&ccedil;&atilde;o    e reten&ccedil;&atilde;o de pessoas com tais caracter&iacute;sticas. Terceiro:    outras carater&iacute;sticas individuais (como o capital psicol&oacute;gico)    podem ser consideradas <i>estados</i>, ou <i>quase-estados</i>. Por conseguinte,    podem ser promovidos e desenvolvidos pelas pr&aacute;ticas de gest&atilde;o    e lideran&ccedil;a.</p>     <P>INTERA&Ccedil;&Otilde;ES POSITIVAS</p>     <P>As intera&ccedil;&otilde;es desempenham um papel cr&iacute;tico na cria&ccedil;&atilde;o    de organiza&ccedil;&otilde;es positivas. Sem intera&ccedil;&otilde;es, muitas    a&ccedil;&otilde;es e carater&iacute;sticas individuais revelar-se-iam pobres    e incapazes de edificar a positividade das equipas e das organiza&ccedil;&otilde;es.    As intera&ccedil;&otilde;es entre l&iacute;deres e liderados, j&aacute; aludidas    a prop&oacute;sito da atua&ccedil;&atilde;o dos l&iacute;deres aut&ecirc;nticos,    s&atilde;o cruciais na constru&ccedil;&atilde;o da positividade. Mas em todas    as intera&ccedil;&otilde;es no seio das equipas e das organiza&ccedil;&otilde;es    existe potencial construtivo &#8212; ou destrutivo. Uma pesquisa de Losada e    Heaphy (2004) sugeriu que as equipas caracterizadas por intera&ccedil;&otilde;es    com maior conectividade e nas quais preponderam as declara&ccedil;&otilde;es    positivas sobre as negativas, as inquiridoras sobre as advocat&oacute;rias,    as heterofocadas sobre as autofocadas, eram mais eficazes. Os resultados est&atilde;o    sumariados no <a href="#q3">Quadro 3</a>. Mostram, por exemplo, que o r&aacute;cio    de declara&ccedil;&otilde;es positivas sobre negativas &eacute; de 5,6 para    1 nas equipas de elevado desempenho e de 0,36 para 1 nas de baixo desempenho.    Ou seja, enquanto nas equipas de elevado desempenho se encontraram quase seis    declara&ccedil;&otilde;es positivas para uma negativa, nas equipas de baixo    desempenho foram encontradas quase tr&ecirc;s negativas para uma positiva.</p>     <P>&nbsp;</p>     <P><a name="q3"></a></p>     <P><img src="/img/revistas/aps/v31n4/31n4a01q3.jpg"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<P>&nbsp;</p>     <P>Os resultados chamam a aten&ccedil;&atilde;o para a import&acirc;ncia dos relacionamentos    de elevada qualidade (Stephens, Heaphy, & Dutton, 2012) no seio das equipas,    os quais promovem a sa&uacute;de e o bemestar dos indiv&iacute;duos, fomentam    as emo&ccedil;&otilde;es positivas e a criatividade, melhoram os n&iacute;veis    de coopera&ccedil;&atilde;o e fomentam o desempenho.</p>     <P>&nbsp;</p>     <P><img src="/img/revistas/aps/v31n4/31n4a01q4.jpg"></p>     
<P>&nbsp;</p>     <P>Estes resultados v&ecirc;m corroborar alguns estudos pioneiros acerca das rela&ccedil;&otilde;es de &ldquo;energiza&ccedil;&atilde;o&rdquo; que ocorrem nas organiza&ccedil;&otilde;es. Num desses estudos, Cross e Parker (2004) indagaram colaboradores de v&aacute;rias organiza&ccedil;&otilde;es acerca dos n&iacute;veis de energia que sentiam depois de interagirem com cada um dos colegas de trabalho. Ao mapearem simultaneamente as redes de aprendizagem, de partilha de informa&ccedil;&atilde;o e de comunica&ccedil;&atilde;o entre os diferentes membros dessas organiza&ccedil;&otilde;es (i.e., as escolhas que cada colaborador fazia sobre quem procurariam para interagir e comunicar), estes investigadores encontraram evid&ecirc;ncias de que: (1) o desempenho est&aacute; positivamente relacionado com a centralidade da posi&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos na rede de energiza&ccedil;&atilde;o; (2) os indiv&iacute;duos que mais energizam os outros t&ecirc;m desempenhos muito superiores no trabalho; (3) os energizadores s&atilde;o melhores a atrair e engrenar os outros nas suas pr&oacute;prias ideias, incluindo atividades como obter apoio para as suas iniciativas e persuadir clientes para comprar produtos ou servi&ccedil;os; (4) al&eacute;m de melhores desempenhos, os energizadores est&atilde;o tamb&eacute;m conectados a outros energizadores com melhores desempenhos. </p>     <P>Um trabalho de Alex Pentland (2012) apontou no mesmo sentido, ilustrando a import&acirc;ncia das intera&ccedil;&otilde;es. O autor concluiu que as boas equipas se caracterizam pela presen&ccedil;a de cinco caracter&iacute;sticas: (1) os membros da equipa falam e escutam na mesma medida, mantendo as suas contribui&ccedil;&otilde;es curtas (isto &eacute;, o grupo pertence &ldquo;a todos&rdquo;); (2) as pessoas olham-se mutuamente, as conversa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o ricas em energia, e o recurso ao <i>e-mail</i> como ferramenta de comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; secund&aacute;rio relativamente &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o cara-a-cara; (3) os membros da equipa contactam diretamente uns com os outros sem precisarem de intermedia&ccedil;&atilde;o do chefe da equipa; (4) as pessoas continuam as suas conversas fora das reuni&otilde;es da equipa e, por vezes, mant&ecirc;m conversas paralelas nas reuni&otilde;es; (5) os indiv&iacute;duos procuram informa&ccedil;&atilde;o fora da equipa e trazem-na para o seu seio.</p>     <P>Estas investiga&ccedil;&otilde;es v&ecirc;m evidenciar que, al&eacute;m de indiv&iacute;duos positivos e de equipas e organiza&ccedil;&otilde;es positivas, h&aacute; um n&iacute;vel de an&aacute;lise relacionado com as intera&ccedil;&otilde;es positivas (Dutton & Ragins, 2007; Lopes & Cunha, 2011) que importa estudar e promover. O leitor desejoso de aprofundar o conhecimento da mat&eacute;ria poder&aacute; consultar a parte IV de <i>The Oxford Handbook of Positive Organizational Scholarship</i> (Cameron & Spreitzer, 2012). A&iacute; poder&aacute; encontrar discuss&otilde;es sobre temas como a coordena&ccedil;&atilde;o relacional, a reciprocidade, a intimidade relacional, a confian&ccedil;a e o humor.</p>     <P>EQUIPAS POSITIVAS E SEGURAN&Ccedil;A PSICOL&Oacute;GICA</p>     <P>A equipa &eacute; uma unidade de an&aacute;lise crucial para a compreens&atilde;o e constru&ccedil;&atilde;o da positividade organizacional. Indiv&iacute;duos positivos n&atilde;o geram, necessariamente, equipas positivas. Por exemplo, uma equipa constitu&iacute;da por indiv&iacute;duos muito otimistas n&atilde;o &eacute; necessariamente (t&atilde;o) otimista. Por conseguinte, h&aacute; fen&oacute;menos associados &agrave;s equipas que podem n&atilde;o estar refletidos nos estudos sobre fen&oacute;menos individuais e relacionais. O conceito central que aqui pretendemos sublinhar &eacute; o da seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica (Nembhard & Edmondson, 2012). Esta &eacute; a cren&ccedil;a partilhada pelos membros de uma equipa de que &eacute; seguro correr riscos (Edmondson, 1999) e mesmo cometer erros honestos. Os erros honestos (isto &eacute;, n&atilde;o resultantes de desleixo ou falta de aten&ccedil;&atilde;o) oferecem soberanas oportunidades de aprendizagem. Quando os membros da equipa experimentam seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica, diversos efeitos ocorrem (Cunha & Rego, 2013): (a) falam abertamente; (b) pedem ajuda e colocam quest&otilde;es, sem receio de parecerem ignorantes; (c) colaboram e ajudam os restantes membros da equipa, sem receio de serem alvo de condutas oportunistas da parte de quem recebe ajuda; (d) discutem abertamente problemas e preocupa&ccedil;&otilde;es; (e) procuram <i>feedback</i> sobre as suas a&ccedil;&otilde;es e desempenho; (f) arriscam e experimentam novas solu&ccedil;&otilde;es para problemas e oportunidades; (g) assumem os seus erros e desaires, e partilham-nos com a equipa, de modo que esta aprenda com os mesmos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Diversos estudos t&ecirc;m demonstrado que a seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica &eacute; fundamental para o desenvolvimento dos processos de aprendizagem e melhoria dentro das equipas, bem como para o pr&oacute;prio sucesso dos projetos e a produtividade. Quanto mais seguros se sentem os membros da equipa para correr riscos (e.g., propor ideias ousadas, criticar uma ideia) sem que sejam alvo de embara&ccedil;o, tro&ccedil;a ou puni&ccedil;&atilde;o por parte do grupo, maior &eacute; a capacidade de inova&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o de problemas, aumentando assim a probabilidade de sucesso da equipa.</p>     <P>A seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica tem-se revelado necess&aacute;ria para a cria&ccedil;&atilde;o de culturas de melhoria &#8212; gra&ccedil;as, em parte, &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de uma linguagem facilitadora da aprendizagem. No contexto m&eacute;dico, por exemplo, os termos amea&ccedil;adores (&ldquo;investiga&ccedil;&otilde;es&rdquo;, &ldquo;erros&rdquo;) acabam por ser substitu&iacute;dos por outros psicologicamente neutros (&ldquo;acidentes&rdquo;, &ldquo;an&aacute;lises&rdquo;; Vogus, Sutcliffe, & Weick, 2010). Diferentemente, em equipas deficit&aacute;rias em seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica, as pessoas inibem-se de arriscar e de tentar novos modos de trabalhar &#8212; pois t&ecirc;m medo de cometer erros e serem, por isso, penalizadas. Quando cometem erros, ocultam-nos &#8212; o que impede os outros de aprenderem e evitarem essas mesmas falhas.</p>     <P>Importa notar que a seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica n&atilde;o &eacute;,    <i>per se</i>, suficiente para a aprendizagem e o sucesso. Antes requer a companhia    dos sentidos de responsabilidade e de responsabiliza&ccedil;&atilde;o pela prossecu&ccedil;&atilde;o    dos objetivos (Edmondson, 2012). Quando a seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica    e a responsabiliza&ccedil;&atilde;o dos colaboradores s&atilde;o pobres, a equipa    opera sob a zona da apatia (<a href="#f1">Figura 1</a>). As pessoas preocupam-se,    acima de tudo, em manter o seu trabalho, fazendo favores a quem est&aacute;    em posi&ccedil;&otilde;es de poder. Neste contexto, a troca de ideias e a aprendizagem    s&atilde;o m&iacute;nimas. Quando a seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica &eacute;    baixa mas a responsabiliza&ccedil;&atilde;o &eacute; elevada, a equipa opera    na zona da ansiedade. As pessoas receiam apresentar ideias, experimentar novas    perspetivas ou mesmo pedir ajuda aos colegas. A troca de ideias e a aprendizagem    s&atilde;o reduzidas. Quando a seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica &eacute;    elevada mas a responsabiliza&ccedil;&atilde;o reduzida, a equipa ingressa na    zona de conforto. As pessoas apreciam o local de trabalho e os colegas, mas    a equipa n&atilde;o se sente particularmente desafiada nem empenhada na aprendizagem    e na prossecu&ccedil;&atilde;o dos objetivos. Por &uacute;ltimo, quando a seguran&ccedil;a    psicol&oacute;gica e a responsabiliza&ccedil;&atilde;o s&atilde;o elevadas,    a equipa opera na zona de aprendizagem. As pessoas sentem que o seu trabalho    &eacute; desafiante e que t&ecirc;m espa&ccedil;o para discutir e apresentar    ideias. O foco centra-se na colabora&ccedil;&atilde;o entre colegas com o objetivo    de aprender mais.</p>     <P>&nbsp;</p>     <P><a name="f1"></a></p>     <P><img src="/img/revistas/aps/v31n4/31n4a01f1.jpg"></p>     
<P>&nbsp;</p>     <P>As organiza&ccedil;&otilde;es devem procurar aproximar-se o m&aacute;ximo poss&iacute;vel deste &uacute;ltimo quadrante, de forma a otimizar o funcionamento das equipas e a potenciar a aprendizagem organizacional. Entre os fatores promotores (Cunha & Rego, 2013; Edmondson, 1999, 2008, 2012; Nembhard & Edmondson, 2012) de um tal modo de a&ccedil;&atilde;o, pode citar-se o comportamento dos l&iacute;deres. L&iacute;deres que convidam os membros da equipa a participar nas decis&otilde;es (independentemente do seu <i>status</i> ou posi&ccedil;&atilde;o), que s&atilde;o abertos a novas ideias, que pedem ajuda e que assumem os seus pr&oacute;prios erros e desaires s&atilde;o promotores da seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica. Ao contr&aacute;rio, l&iacute;deres que &ldquo;matam o mensageiro da m&aacute; not&iacute;cia&rdquo; destroem-na.</p>     <P>A seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica tamb&eacute;m &eacute; mais vigorosa quando h&aacute; confian&ccedil;a e respeito entre os membros da equipa, e quando existem relacionamentos de elevada qualidade entre eles. Igualmente importantes s&atilde;o as pol&iacute;ticas que promovem a experimenta&ccedil;&atilde;o. Por exemplo, empresas como a 3M e a Google permitem que as pessoas despendam uma percentagem do tempo de trabalho em projetos independentes. Nas equipas que promovem sess&otilde;es de partilha e aprendizagem com os erros, a seguran&ccedil;a psicol&oacute;gica tamb&eacute;m &eacute; mais vigorosa. Naturalmente, reiterando que antes foi referido, importa tamb&eacute;m instituir um forte sentido de responsabilidade, de exig&ecirc;ncia e de foco nos objetivos.</p>     <P>ORGANIZA&Ccedil;&Otilde;ES POSITIVAS</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Trabalhos te&oacute;ricos e emp&iacute;ricos sobre as organiza&ccedil;&otilde;es    autentiz&oacute;ticas (correspondentes genericamente ao perfil das &ldquo;melhores    empresas para trabalhar&rdquo;; Kets de Vries, 2001; Rego & Cunha, 2008) sugerem    que as organiza&ccedil;&otilde;es que proporcionam maior riqueza humana aos    colaboradores obt&ecirc;m diversos ganhos, nomeadamente em termos de resultados    econ&oacute;micofinanceiros (Fulmer, Gerhart, & Scott, 2003). Trabalho emp&iacute;rico    no dom&iacute;nio da virtuosidade (<a href="#q5">Quadro 5</a>) tamb&eacute;m    sugere que as equipas e organiza&ccedil;&otilde;es virtuosas alcan&ccedil;am    melhores desempenhos e que os seus membros s&atilde;o mais felizes e produtivos    (Cameron, Bright, & Caza, 2004; Cameron, Mora, Leutscher, & Calarco, 2011).</p>     <P>&nbsp;</p>     <P><a name="q5"></a></p>     <P><img src="/img/revistas/aps/v31n4/31n4a01q5.jpg"></p>     
<P>&nbsp;</p>     <P>Tr&ecirc;s tipos de efeitos (amortecedores, amplificadores e heliotr&oacute;picos) ajudam a compreender as raz&otilde;es para que tal aconte&ccedil;a (Cameron, Mora, Leutscher, & Calarco, 2011). Os efeitos amortecedores/protetores ocorrem porque a virtuosidade previne comportamentos e efeitos negativos. Por exemplo, ambientes virtuosos s&atilde;o um ant&iacute;doto contra problemas de sa&uacute;de nos colaboradores. E permitem &agrave;s organiza&ccedil;&otilde;es enfrentar dificuldades e crises (e.g., processos de <i>downsizing</i> e despedimentos) de modo mais eficaz. Os efeitos amplificadores ocorrem porque as a&ccedil;&otilde;es virtuosas estimulam outras a&ccedil;&otilde;es do mesmo teor (e.g., atos de ajuda geram respostas rec&iacute;procas), dando origem a espirais positivas que se refletem em ambientes de trabalho mais saud&aacute;veis e produtivos. Os efeitos heliotr&oacute;picos s&atilde;o assim denominados devido &agrave; atra&ccedil;&atilde;o que os sistemas vivos revelam pela energia positiva (o que lhes d&aacute; vida) e &agrave; repulsa pela energia negativa (o que lhes empobrece a vida). As organiza&ccedil;&otilde;es virtuosas promovem a energia positiva entre os seus membros (e mesmo em <i>stakeholders</i> externos como os clientes ou a comunidade envolvente), essa energia elevando os n&iacute;veis de desempenho.</p>     <P>Um tema crucial no dom&iacute;nio dos estudos organizacionais positivos &eacute; o da felicidade no trabalho &#8212; a investiga&ccedil;&atilde;o mostrando que a mesma prediz o sucesso e o desempenho (Huppert, 2009; Lyubomirsky, King, & Diener, 2005; Quick & Quick, 2004; Spreitzer & Porath, 2012; Wright & Cropanzano, 2004). A quest&atilde;o que ent&atilde;o se coloca &eacute; a de saber que tra&ccedil;os organizacionais a podem promover. Eis os tra&ccedil;os gerais das &ldquo;empresas felizes&rdquo; (Fisher, 2010): (1) apresentam culturas apoiantes e baseadas no respeito; (2) proporcionam lideran&ccedil;as competentes a todos os n&iacute;veis; (3) proporcionam aos seus membros um tratamento justo, seguran&ccedil;a de trabalho e reconhecimento; (4) desenham o trabalho de forma que este seja interessante e motivador; (5) facilitam a aquisi&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias; (6) selecionam as pessoas de acordo com a sua adequa&ccedil;&atilde;o ao trabalho e &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o; (7) trabalham essa adequa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de pr&aacute;ticas de indu&ccedil;&atilde;o e socializa&ccedil;&atilde;o; (8) reduzem os pequenos inc&oacute;modos di&aacute;rios e procuram aumentar os fatores de satisfa&ccedil;&atilde;o; (9) persuadem os seus membros de que &eacute; aceit&aacute;vel trabalhar em ambientes menos-queideais (isto &eacute;: todas as organiza&ccedil;&otilde;es comportam imperfei&ccedil;&otilde;es); (10) adotam pr&aacute;ticas de gest&atilde;o de alto desempenho.</p>     <P>Em suma: as &ldquo;organiza&ccedil;&otilde;es felizes&rdquo; combinam pr&aacute;ticas de boa gest&atilde;o (gest&atilde;o de alto desempenho; lideran&ccedil;a competente a todos os n&iacute;veis; Bloom, Genakos, Sadun, & Van Reenen, 2012) com uma orienta&ccedil;&atilde;o humanizada. Orienta&ccedil;&atilde;o &ldquo;humanizada&rdquo; sem boas pr&aacute;ticas de gest&atilde;o acaba por resultar em preju&iacute;zo econ&oacute;mico-financeiro &#8212; assim ficando a organiza&ccedil;&atilde;o menos capacitada para financiar pr&aacute;ticas humanizadas (e.g., melhores sal&aacute;rios e condi&ccedil;&otilde;es de trabalho). E &ldquo;boas&rdquo; pr&aacute;ticas de gest&atilde;o sem orienta&ccedil;&atilde;o humanizada acabam por gerar espa&ccedil;os organizacionais c&iacute;nicos, pouco cooperativos, e pouco resilientes para enfrentar oportunidades, desafios e crises &#8212; o que, mais cedo ou mais tarde, se repercute negativamente no desempenho e na competitividade.</p>     <P>NEM TUDO O QUE LUZ &Egrave; OIRO: TEMPERANDO (O ENTUSIASMO COM) A POSITIVIDADE</p>     <P>Os estudos organizacionais positivos n&atilde;o devem ser considerados uma panaceia para os problemas organizacionais e de gest&atilde;o. As organiza&ccedil;&otilde;es s&atilde;o espa&ccedil;os de for&ccedil;as e de fraquezas, de positividade e de negatividade. O foco nas for&ccedil;as n&atilde;o &eacute; incompat&iacute;vel com a aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s fraquezas. O que importa &eacute; n&atilde;o tomar a gest&atilde;o como simples &ldquo;loja de repara&ccedil;&otilde;es&rdquo; para os problemas organizacionais &ocirc; como tradicionalmente sucede, com frequ&ecirc;ncia. O que os estudos organizacionais positivos sugerem &eacute; que as pessoas, as equipas e as organiza&ccedil;&otilde;es s&atilde;o repletas de for&ccedil;as que importa desenvolver. Essa &eacute;, ali&aacute;s, uma boa maneira de enfrentar problemas e adversidades.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>A relev&acirc;ncia concedida &agrave; positividade tamb&eacute;m n&atilde;o significa que os fen&oacute;menos negativos (e.g., pessimismo, emo&ccedil;&otilde;es negativas) s&atilde;o necessariamente disfuncionais. Por exemplo, o excesso de emo&ccedil;&otilde;es positivas, sem a companhia de algumas emo&ccedil;&otilde;es negativas, pode gerar irrealismo e incapacidade para prevenir problemas. Um elevado otimismo sem a companhia de algum pessimismo pode gerar irrealismo e quebras no desempenho e na criatividade (Rego, Sousa, Marques, & Cunha, 2012b). &Egrave; esta realidade que tem emergido nos estudos sobre o denominado r&aacute;cio de positividade (r&aacute;cio entre emo&ccedil;&otilde;es positivas e negativas; Fredrickson, 2009). Um r&aacute;cio que ronda 3 pontos (3 emo&ccedil;&otilde;es positivas para uma negativa) parece ser o mais apropriado. A partir de um determinado patamar, o efeito do r&aacute;cio de positividade pode ser perverso. O excesso de positividade pode tornar os indiv&iacute;duos irrealistas, excessivamente otimistas, e incapazes de prestar aten&ccedil;&atilde;o devida aos riscos e aos problemas. A &ldquo;ultra-felicidade&rdquo; (Oishi, Diener, & Lucas, 2007) pode conduzir, a prazo, a quebras no desempenho e na pr&oacute;pria felicidade.</p>     <P>Importa acrescentar que a experi&ecirc;ncia de negatividade pode edificar positividade. Por exemplo, uma m&aacute; experi&ecirc;ncia de vida pode ser reconvertida em mais capacidade para lidar eficazmente com a vida. Tal como Peterson e Park (2011, p. 58) referiram, nem sempre &eacute; poss&iacute;vel separar o positivo do negativo e &ldquo;as crises podem ser cadinhos para o bom car&aacute;ter&rdquo;. Uma organiza&ccedil;&atilde;o que enfrenta uma grave crise pode ficar mais resiliente, algo que parece ter ocorrido com empresas afetadas pelo ataque ao <i>World Trade Center</i>, em 11 de Setembro de 2001 (Clair & Dufresne, 2007).</p>     <P>Esta dial&eacute;tica positividade-negatividade come&ccedil;a agora a ser encarada com algum vigor, tanto do ponto de vista te&oacute;rico como emp&iacute;rico. Na <i>European Conferenceon Positive Psychology</i> realizada em Moscovo em 2012, a interven&ccedil;&atilde;o da prestigiada Carol Ryff foi precisamente intitulada <i>Contradiction at the core of Positive Psychology</i>: <i>The essencial role of the negative in adaptive human functioning</i>.</p>     <P>Este reconhecimento provindo da Psicologia Positiva come&ccedil;a a frutificar tamb&eacute;m nos estudos organizacionais positivos (ali&aacute;s inspirados naquela). Por exemplo, Judge, Piccolo e Kosalka (2009) mostraram que tra&ccedil;os positivos dos l&iacute;deres (e.g., conscienciosidade) podem surtir efeitos negativos (indiv&iacute;duos muito conscienciosos podem tornar-se perfeccionistas &ldquo;inveterados&rdquo;) e que tra&ccedil;os negativos (e.g., narcisismo) podem surtir efeitos positivos (os narcisistas podem gerar rela&ccedil;&otilde;es carism&aacute;ticas mais fortes). Outro exemplo &eacute; o estudo de Lopes, Cunha e Rego (2011), que evidencia empiricamente como o positivo e o negativo se podem combinar numa complexidade muito menos linear do que os &ldquo;convencionais&rdquo; estudos organizacionais positivos geralmente sugerem. Os autores encontraram evid&ecirc;ncias de que expectativas otimistas podem coexistir com expectativas pessimistas, dando origem a um perfil denominado &ldquo;otimistas paradoxais&rdquo;.</p>     <P>Num estudo sobre o papel do otimismo e do pessimismo nas estrat&eacute;gias    de <i>coping</i>, Lopes e Cunha (2008) tamb&eacute;m encontraram evid&ecirc;ncia    emp&iacute;rica de que positivo e negativo podem desempenhar diferentes fun&ccedil;&otilde;es    adaptativas. Enquanto o otimismo parece conduzir &agrave; a&ccedil;&atilde;o    (i.e., <i>coping</i> prim&aacute;rio) quando os indiv&iacute;duos sentem que    controlam a situa&ccedil;&atilde;o, o mesmo otimismo conduz a um comportamento    passivo (i.e., <i>coping</i> secund&aacute;rio) quando n&atilde;o existe perce&ccedil;&atilde;o    de controlo (e.g., quando a pessoa descobre que tem um cancro incur&aacute;vel    ou que um despedimento &eacute; inevit&aacute;vel). Quando se sentem pessimistas,    as pessoas adotam estrat&eacute;gias sim&eacute;tricas das referidas: ficam    passivas quando sentem que controlam os acontecimentos (i.e., <i>coping</i>    secund&aacute;rio) e apenas encetam estrat&eacute;gias comportamentais ativas    (i.e., <i>coping</i> prim&aacute;rio) quando sentem que est&atilde;o a perder    o controlo.</p>     <P>Estudos de Rego e colaboradores (Rego & Cunha, 2012; Rego, Leal, & Cunha, 2012) tamb&eacute;m sugerem que quando o r&aacute;cio otimismo/pessimismo ultrapassa um dado patamar, a criatividade e o desempenho declinam. Ou seja: algum pessimismo &eacute; necess&aacute;rio, sob pena de as pessoas desvalorizarem riscos e baixarem n&iacute;veis de esfor&ccedil;o. Um estudo de Rego, Sousa, Marques e Cunha (2012b) tamb&eacute;m mostrou que um r&aacute;cio de positividade (r&aacute;cio de emo&ccedil;&otilde;es positivas sobre as negativas) excessivo pode conduzir ao decl&iacute;nio da criatividade: as pessoas podem tornar-se irrealistas e propor ideias (novas) in&uacute;teis.</p>     <P>Este tipo de investiga&ccedil;&otilde;es sugere que os aspetos positivos e negativos se cruzam de formas complexas que vale a pena aprofundar e compreender melhor. Para que os investigadores desta &aacute;rea n&atilde;o venham a ser acusados de cometer a falta que atribuem &agrave;s correntes &ldquo;negativas&rdquo; (o enviesamento em prol da negatividade, descurando a positividade), importa que aprofundem o estudo do modo como os fen&oacute;menos positivos e negativos interagem &ocirc; em vez de se focalizarem exclusivamente na positividade, negligenciado a negatividade (inclusive a que pode ajudar a construir positividade).</p>     <P>CONCLUS&Atilde;O</p>     <P>As pr&aacute;ticas de gest&atilde;o orientadas para a cria&ccedil;&atilde;o de ambientes organizacionais mais ricos do ponto de vista humano e gestion&aacute;rio traduzem-se, possivelmente, em maior m&uacute;sculo competitivo. Por conseguinte, pode ser bom ser bom. Mas o desafio encerra uma dificuldade: &eacute; mais f&aacute;cil seguir pelo &ldquo;caminho de baixo&rdquo; (foco nas fragilidades, fraquezas e problemas; conce&ccedil;&atilde;o das pessoas mais como um custo do que como um ativo) do que pelo &ldquo;caminho de cima&rdquo; (encarando as pessoas como potenciais talentos a desenvolver). Esta dificuldade ajuda a entender a raridade das organiza&ccedil;&otilde;es que adotam pr&aacute;ticas genuinamente positivas e rigorosas.</p>     <P>Neste artigo, apresentamos diversos conceitos que t&ecirc;m ajudado a tra&ccedil;ar os contornos de uma &aacute;rea que podemos denominar de &ldquo;comportamento organizacional positivo&rdquo;. O paradigma tem feito o seu caminho na teoria e na pr&aacute;tica. Para os investigadores, um desafio a desbravar consiste em n&atilde;o esquecer que organiza&ccedil;&otilde;es mais competitivas devem s&ecirc;-lo tamb&eacute;m no plano econ&oacute;mico: pr&aacute;ticas positivas n&atilde;o s&atilde;o sustent&aacute;veis na aus&ecirc;ncia de resultados. Como revela a investiga&ccedil;&atilde;o sobre lideran&ccedil;a, organiza&ccedil;&otilde;es com chefes simp&aacute;ticos n&atilde;o s&atilde;o necessariamente boas (Rego & Cunha, 2003). Para os profissionais da gest&atilde;o, um desafio &eacute; o da conjuga&ccedil;&atilde;o do discurso habitualmente agressivo da linguagem gestion&aacute;ria com pr&aacute;ticas humanistas e a &ecirc;nfase nas virtudes (Rego & Cunha, 2011; Rego, Cunha, & Clegg, 2012), na teoria mas sobretudo na atividade pr&aacute;tica di&aacute;ria: as virtudes desenvolvem-se sendo praticadas &#8212; do mesmo modo que a desonestidade se aprende observando a desonestidade em redor (Gino & Galinsky, 2012). A ideia de que o amor ao pr&oacute;ximo deve ser um crit&eacute;rio de gest&atilde;o, como defendido por Ant&oacute;nio Pinto Leite (2012), pode ser vista como revolucion&aacute;ria e com riscos: &ldquo;Sim, sim sei que posso ser gozado. Podem atirar-me pedras. J&aacute; estou &agrave; espera disso, claro. Mas n&atilde;o me preocupo&rdquo;, referiu o autor em entrevista ao <i>Di&aacute;riode Notcias</i> (Macedo, 2012, p. 11).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Antes de encerrar a discuss&atilde;o, retomemos uma quest&atilde;o anterior: as organiza&ccedil;&otilde;es cont&ecirc;m positividade e negatividade. Conhecer e dinamizar os caminhos que geram virtuosidade &eacute; relevante. Mas conhecer e inibir os caminhos que geram toxicidade &eacute; igualmente importante. A toxicidade faz parte da vida organizacional. N&atilde;o pode ser erradicada, nem uma tal pretens&atilde;o seria necessariamente positiva. Mas a atua&ccedil;&atilde;o contra contextos marcadamente t&oacute;xicos &eacute; uma responsabilidade moral. Por conseguinte, os estudos organizacionais positivos devem ser complementados com &ldquo;estudos organizacionais negativos&rdquo; ou mesmo malignos (Clegg, Cunha, Rego, & Dias, 2013; Cunha, Clegg, Rego, & Lancione, 2012). Reconhecer a negatividade n&atilde;o significa que nos resignemos &agrave; sua presen&ccedil;a intoxicante. E preconizar a positividade n&atilde;o significa ignorar os seus eventuais efeitos perversos: o excesso de uma coisa boa pode ser uma coisa m&aacute;. Reiteramos, pois, o que argumentamos noutros textos (Rego & Cunha, 2011; Rego, Cunha, & Clegg, 2012): a virtude est&aacute; no meio.</p>     <P>&nbsp;</p>     <P>REFER&Ecirc;NCIAS</p>     <!-- ref --><P>Avey, J. B., Reichard, R. J., Luthans, F., & Mhatre, K. H. (2011). Meta-analysis    of the impact of positive psychological capital on employee attitudes, behaviors,    and performance. <i>Human Resource Development Quarterly</i>, 22,127-152.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0870-8231201300040000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Avolio, B. J., & Mhatre, K. H. (2012). Advances in theory and research on authentic leadership. In K. S. Cameron & G. Spreitzer (Eds.), <i>The Oxford handbook of positive organizational scholarship </i>(pp. 773-783). Oxford: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0870-8231201300040000100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Bloom, N., Genakos, C., Sadun, R., & Van Reenen, J. (2012). Management practices across firms and countries. <i>Academy of Management Perspectives</i>, February, 12-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0870-8231201300040000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <P>Cameron, K. S., & Lavine, M. (2006). <i>Making the impossible possible</i>: <i>Leading extraordinary performance</i> &ndash; The Rocky Flats story. San Francisco: Berrett-Koehler.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Cameron, K. S., & Spreitzer, G. (Eds.). (2012). <i>The Oxford handbook of positive    organizational scholarship</i>. Oxford: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0870-8231201300040000100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Cameron, K. S., Bright, D., & Caza, A. (2004). Exploring the relationships between organizational virtuousness and performance. <i>American Behavioral Scientist</i>, 47, 766-790.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0870-8231201300040000100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Cameron, K. S., Mora, C., Leutscher, T., & Calarco, M. (2011). Effects of positive    practices on organizational effectiveness. <i>Journal of Applied Behavioral    Science</i>, 47(3), 266-308.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0870-8231201300040000100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Clair, J. A., & Dufresne, R. L. (2007). Changing poison into medicine: How companies can experience positive transformation from a crisis. <i>Organizational Dynamics</i>, 36(1), 63-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0870-8231201300040000100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Clegg, S., Cunha, M.P., Rego, A., & Dias, J. (2013). Mundane objects and the banality of evil: The sociomateriality of a death camp. <i>Journal of Management Inquiry</i>,22(3), 325-340.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0870-8231201300040000100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Cooperrider, D., Whitney, D., & Stravos, J. (2008). <i>Appreciative inquiry handbook</i> (2nd ed.). San Francisco: Jossey-Bass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0870-8231201300040000100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Cross, R., & Parker, A. (2004). <i>The hidden power of social networks</i>: <i>Understanding how work really gets done in organizations</i>. Boston, MA: Harvard Business School Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0870-8231201300040000100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Cunha, M. P., & Rego, A. (2013). <i>Superequipas</i>. Lisboa: Actual.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0870-8231201300040000100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Cunha, M. P., Rego, A., & Cunha, R. C. (2007). <i>Organiza&ccedil;&otilde;es    positivas</i>. Lisboa: Dom Quixote.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0870-8231201300040000100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Cunha, M. P., Clegg, S., Rego, A., & Lancione, M. (2012). The Organization (&Acirc;ngkar) as a state of exception: The case of the S-21 extermination camp, Phnom Penh. <i>Journal of Political Power</i>, 5(2), 279-299.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0870-8231201300040000100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Dutton, J. E., & Raggins, B. R. (2007). <i>Exploring positive relationships at work</i>: <i>Building a theoretical and research foundation</i>. Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0870-8231201300040000100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Edmonson, A. (1999). Psychological safety and learning behavior in work teams. <i>Administrative Science Quarterly</i>, 44, 350-383.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0870-8231201300040000100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Edmondson, A. C. (2008). The competitive imperative of learning.<i> Harvard    Business Review</i>, July-August, 60-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0870-8231201300040000100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Edmonson, A. C. (2012). <i>Teaming</i>. Boston, MA: Harvard Business School    Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0870-8231201300040000100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><P>Fisher, C. D. (2010). Happiness at work. <i>International Journal of Management Reviews</i>,12, 384-412.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0870-8231201300040000100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Fredrickson, B. (2009). <i>Positivity</i>. New York: Crown.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0870-8231201300040000100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <P>Fulmer, I. S., Gerhart, B., & Scott, K. S. (2003). Are the 100 best better? An empirical investigation of the relationship between being &ldquo;A great place to work&rdquo; and firm performance. <i>Personnel Psychology</i>, 56(4), 965-993.</p>     <!-- ref --><P>Ghoshal, S. (2005). Bad management theories are destroying good management practices. <i>Academy of Management Learning and Education</i>, 4, 75-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0870-8231201300040000100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <P>Gino, F., & Galinsky, A. D. (2012). Vicarious dishonesty: When psychological closeness creates distance from one&rsquo;s moral compass. <i>Organizational Behavior and Human Decision Processes</i>, DOI.org/10.1016/j.obhdp.2012.03-011.</p>     <!-- ref --><P>Heynoski, K., & Quinn, E. R. (2012). Seeing and realizing organizational potential: Activating conversations that challenge assumptions. <i>Organizational Dynamics</i>, 41(2), 118-125.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0870-8231201300040000100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Huppert, F. A. (2009). Psychological well-being: Evidence regarding causes and consequences. <i>Applied Psychology</i>:<i> Health and Well-Being</i>, 1(2), 137-164.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0870-8231201300040000100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Judge, T. A., Piccolo, R. F., & Kosalka, T. (2009). The bright and dark sides    of leader traits: A review and theoretical extension of the leader trait paradigm.    <i>Leadership Quarterly</i>, 20, 855-875.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0870-8231201300040000100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Kets de Vries, M. F. R. (2001). Creating authentizotic organizations: Well-functioning    individuals in vibrant companies. <i>Human Relations</i>, 54, 101-111.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0870-8231201300040000100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Leite, A. P. (2012). <i>O amor como crit&eacute;rio de gest&atilde;o</i>. Cascais: Principia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0870-8231201300040000100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Lopes, M. P., & Cunha, M. P. (2008). Who is more proactive, the optimist or the pessimist? Exploring the role of hope as a moderator. <i>Journal of Positive Psychology</i>, 3(2), 100-109.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0870-8231201300040000100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Lopes, M. P., & Cunha, M. P. (2011). <i>O mundo &eacute; pequeno</i>. Lisboa: Actual Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0870-8231201300040000100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Lopes, M. P., Cunha, M. P., & Rego, A. (2011). Integrating positivity and negativity    in management research: The case of paradoxical optimists. <i>Management Research</i>,    9(2), 97-117.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0870-8231201300040000100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Lopes, M. P., Cunha, M.P., Kaiser, S., & Muller-Seitz, G. (2009). Positive organizational scholarship: Embodying a humanistic perspective on business. In Amann, Khan, Kimakowitz, Pirson, & Spitzeck (Eds.), <i>Humanism in business</i>:<i> State of theart</i>.Cambridge: Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0870-8231201300040000100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Losada, M., & Heaphy, E. (2004). The role of positivity and connectivity in    the performance of business teams: A nonlinear dynamics model. <i>American Behavioral    Scientist</i>, 47, 740-765.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0870-8231201300040000100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <P>Lucas, L. (2012). What a long, strange trip it&rsquo;s been. <i>Financial Times</i>, June1, 10.</p>     <!-- ref --><P>Luthans, F., & Youssef, C.M. (2004). Human, social, and now positive psychological capital management: Investing in people for competitive advantage. <i>Organizational Dynamics</i>, 33, 143-160.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S0870-8231201300040000100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Luthans, F., Youssef, C. M., & Avolio, B. J. (2007). <i>Psychological capital</i>. Oxford: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S0870-8231201300040000100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Luthans, F., Avey, J. B., Avolio, B. J., & Peterson, S. J. (2010). The development and resulting performance impact of positive psychological capital. <i>Human Resource Development Quarterly</i>, 21(1), 41-67&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S0870-8231201300040000100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P>Lyubomirsky, S., King, L., & Diener, E. (2005). 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<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Nembhard, I. M., & Edmondson, A. C. (2012). Psychological safety. In K. S. Cameron & G. Spreitzer (Eds.), <i>The Oxford handbook of positive organizational scholarship </i>(pp. 490-503). Oxford: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0870-8231201300040000100042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>O&rsquo;Reilly, C., & Pfeffer, J. (2000). <i>Hidden value</i>. Boston, MA: Harvard Business School Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S0870-8231201300040000100043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Oishi, S., Diener, E., & Lucas, R. E. (2007). The optimum level of well-being: Can people be too happy? <i>Perspectives on Psychological Science</i>, 2(4), 346-360.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S0870-8231201300040000100044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Pentland, A. S. (2012). The new science of building great teams. <i>Harvard Business Review</i>, 90(4), 60-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S0870-8231201300040000100045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Peterson, C., & Park, N. (2011). Character strengths and virtues: Their role in well-being. In S. I. Donaldson, M. Csikszentmihalyi, & J. Nakamura (Eds.), <i>Applied positive psychology</i>: <i>Improving everyday life, health, schools, work, and society</i> (pp. 49-62). New York: Psychology Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S0870-8231201300040000100046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Peterson, S. S., Walumbwa, F. O., Avolio, B. J., & Hannah, S. T. (2012). The relationship between authentic leadership and follower job performance: The mediating role of follower positivity in extreme contexts. <i>The Leadership Quarterly</i>, 23(3), 502-516.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S0870-8231201300040000100047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <P>Pfeffer, J. (2001). Fighting the war for talent is hazardous to your organization&rsquo;s health. <i>Organizational Dynamics</i>, 29, 248-259.</p>     <!-- ref --><P>Queir&oacute;s, M. (2012). Revolucionar o pensamento empresarial. <i>Di&aacute;rio    Econ&oacute;mico</i>, 1deJunho, 40-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S0870-8231201300040000100049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Quick, J. C., & Quick, J. D. (2004). Healthy, happy, productive work: A leadership challenge. <i>Organizational Dynamics</i>, 33(4), 329-337.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S0870-8231201300040000100050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Rego, A., & Cunha, M. P. (2003). <i>A ess&ecirc;ncia da lideran&ccedil;a</i>: <i>Mudan&ccedil;a 'resultados' integridade</i>. Lisboa: RH Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S0870-8231201300040000100051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Rego, A., & Cunha, M. P. (2008). Perceptions of authentizotic climates and employee happiness: Pathways to individual performance? <i>Journal of Business Research</i>, 61, 739-752.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S0870-8231201300040000100052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Rego, A., & Cunha, M. P. (2009). <i>Lideran&ccedil;a positiva</i>. Lisboa: S&iacute;labo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S0870-8231201300040000100053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Rego, A., & Cunha, M. P. (2011). <i>Lideran&ccedil;a: A virtude est&aacute; no meio</i>. Lisboa: Actual.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S0870-8231201300040000100054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <P>Rego, A., & Cunha, M. P. (2012). Joining optimism and pessimism in predicting employees&rsquo; creativity. <i>6th European Conference on Positive Psychology</i>. Moscow, Russia, June 26-29.</p>     <!-- ref --><P>Rego, A., Clegg, S., & Cunha, M. P. (2012). The positive power of character strengths and virtues for global leaders. In K. S. Cameron & G. M. Spreitzer (Eds.), <i>The Oxford handbook of positive organizational scholarship </i>(pp. 366-381). Oxford: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S0870-8231201300040000100056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Rego, A., Cunha, M. P., & Clegg, S. (2012). <i>The virtues of leadership: Contemporary challenge for global managers</i>. Oxford: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S0870-8231201300040000100057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Rego, A., Cunha, M. P., & Oliveira, M. (2008). Eupsychia revisited: The role of spiritual leaders. <i>Journal of Humanistic Psychology</i>, 48(2), 165-195.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S0870-8231201300040000100058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Rego, A., Leal, S., & Cunha, M. P. (2012). Optimism/pessimism ratio as predictor of job performance. <i>6th European Conference on Positive Psychology</i>. Moscow, Russia, June 26-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000205&pid=S0870-8231201300040000100059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <P>Rego, A. Sousa, F., Marques, S., & Cunha, M. P. (2012a). Authentic leadership promoting employees&rsquo; psychological capital and creativity. <i>Journal of Business Research</i>, 65,429-437.</p>     <P>Rego, A. Sousa, F., Marques, S., & Cunha, M. P. (2012b). Optimism predicting employees&rsquo; creativity: the mediating role of positive affect and the positivity ratio. <i>European Journal of Work and Organizational Psychology</i>, 21(2), 244-270.</p>     <P>Santos, J. F. P. (2000). Todos os gestores &ldquo;sabem&rdquo; teorias da empresa. In M. P. Cunha (Ed.), <i>Teoria organizacional: Perspectivas e prospectivas </i>(pp. 15-46). Lisboa. D. 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The role of psychological well-being in job performance: A fresh look at an age-old quest. <i>Organizational Dynamics</i>, 33(4), 338-351.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000220&pid=S0870-8231201300040000100068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Youssef, C., & Luthans, F (2012). Psychological capital: Meaning, findings and future directions. In K. S. Cameron & G. Spreitzer (Eds.), <i>The Oxford handbook of positive organizational scholarship </i>(pp. 17-27). 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