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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A psicologia como neurociência cognitiva: Implicações para a compreensão dos processos básicos e suas aplicações]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present article illustrates how developments in the cognitive neurosciences may contribute to the understanding of basic psychological processes and, simultaneously, translating this understanding to applied psychology, particularly in the clinical domain. We will illustrate with examples of current programmatic lines being carried out in the different subsections of the Neuropsychophysiology Lab at the School of Psychology at the University of Minho. The methodological potentialities available in neurophysiology, neuroimagiology, neuromodulation, psychophysiology, neurobiochemistry and neurogenetics will be exemplified in their applications to language (and the understanding of schizophrenia), social-cognitive functioning (and the understanding of neurodevelopmental disorders), executive functioning (and obsessive spectrum disorders), empathy (and its implications for psychotherapy), stress mechanisms (implications for the understanding of anxiety disorders) and, finally, animal.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>A psicologia como neurociência cognitiva: Implicações para a compreensão    dos processos básicos e suas aplicações </b></p>     <p><b>Óscar F. Gonçalves*, Adriana Sampaio**, Ana Mesquita**, Avagni Petrosyan**,    Ana P. Pinheiro**, Sandra Carvalho**, Jorge Leite**, Joana Coutinho*, Ana Osório*,    Patrícia Oliveira-Silva**</b></p>     <p>* Laboratório de Neuropsicofisiologia – CIPsi, Escola de Psicologia, Universidade    do Minho, Braga / Counseling &amp; Applied Educational Psychology, Bouvé College    of Health Sciences, Northeastern University; </p>     <p>** Laboratório de Neuropsicofisiologia – CIPsi, Escola de Psicologia, Universidade    do Minho, Braga</p>     <p><a name="top0"></a><a href="#0">Correspond&ecirc;ncia</a></p>     <P>&nbsp;</p>     <P><b>RESUMO</b></p>     <p>O presente artigo procura ilustrar o modo como os desenvolvimentos das neurociências    cognitivas poderão ajudar a compreender alguns dos processos psicológicos básicos    e, simultaneamente, ser traduzidos para importantes domínios da psicologia aplicada,    particularmente no domínio clínico. Exemplificaremos a partir de algumas linhas    de investigação programática em curso nas diferentes subsecções do Laboratório    de Neuropsicofisiologia da Escola de Psicologia da Universidade do Minho. As    potencialidades metodológicas proporcionadas pela neurofisiologia, neuroimagiologia,    neuromodelação, psicofisiologia, neurobioquímica e neurogenética serão exemplificadas    nas suas aplicações à linguagem (e suas implicações para a compreensão da esquizofrenia),    funcionamento sócio-cognitivo (e implicações para a compreensão das perturbações    do neurodesenvolvimento), funcionamento executivo (com implicações para a compreensão    das perturbações do espectro obsessivo), empatia (e implicações para a compreensão    da psicoterapia), mecanismos de stress (com implicações para a compreensão das    perturbações de ansiedade), e, finalmente, comportamento animal (com implicações    para o conhecimento dos sistemas sensoriais e perceptuais).</p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Neurociências, Processos psicológicos, Psicopatologia,    Neurodesenvolvimento, Psicoterapia.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The present article illustrates how developments in the cognitive neurosciences    may contribute to the understanding of basic psychological processes and, simultaneously,    translating this understanding to applied psychology, particularly in the clinical    domain. We will illustrate with examples of current programmatic lines being    carried out in the different subsections of the <i>Neuropsychophysiology Lab    </i>at the School of Psychology at the University of Minho. The methodological    potentialities available in neurophysiology, neuroimagiology, neuromodulation,    psychophysiology, neurobiochemistry and neurogenetics will be exemplified in    their applications to language (and the understanding of schizophrenia), social-cognitive    functioning (and the understanding of neurodevelopmental disorders), executive    functioning (and obsessive spectrum disorders), empathy (and its implications    for psychotherapy), stress mechanisms (implications for the understanding of    anxiety disorders) and, finally, animal.</p>     <p><b>Key-words</b>: Neuroscience, Psychological processes, Psychopathology, Neurodevelopment,    Psychotherapy.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>INTRODUÇÃO</p>     <p>Como já há mais de 6 décadas reconhecia Donald Hebb (1949) em <i>The Organization    of Behavior, </i>os psicólogos não enfrentam, na sua demanda epistemológica,    uma tarefa simples. Com efeito, a procura das leis que possam permitir a validação    dos mecanismos de compreensão, predição e regulação do comportamento e da actividade    mental, é tarefa de grande complexidade. O quesito afigura-se, por vezes, um    verdadeiro trabalho de Sísifo, em que carregamos penosamente o nosso precioso    objecto (i.e., pedra de mármore) até ao cume da montanha para constatar que,    chegados ao topo, a pedra escorrega novamente pela encosta até ao ponto de partida.    Talvez seja este o nosso castigo por ousar desafiar Zeus neste nosso projecto    de nos substituirmos aquilo que ao longo dos milénios foi unicamente desígnio    do sagrado. No entanto, tal como o astuto Sísifo, temos ao longo de século e    meio de existência vindo a driblar o destino de uma morte tantas vezes anunciada    e, frequentemente, exagerada.</p>     <p>Um dos modos pelos quais a psicologia tem procurado sustentar um progresso    seguro até ao cume do conhecimento é recorrendo à parceria científica transdisciplinar.    Foi assim, logo desde a sua constituição, numa aliança estratégica com a física    dos finais do século XIX. Gustav Fechner sugeria ser possível desenvolver uma    nova ciência assente na formulação de regras “exactas” acerca relações entre    o mundo físico e o mundo psicológico, “o corpo e a alma” (1860/1966, p. 7).</p>     <p>Voltou a ser assim quando James Watson (1913/1994) lançou o seu manifesto defendendo    a psicologia como uma ramo experimental das ciências naturais e criticando o    modo como a psicologia se sequestrou na natureza “esotérica” dos seus métodos    (i.e., introspecção). A proposta de Watson é, sobretudo, uma proposta metodológica    de aproximação às outras ciências da natureza. Trata-se do reconhecimento de    que o esclarecimento da natureza do objecto depende da sofisticação e rigor    de método – nas outras ciências como a física e química, sustenta, Watson, “uma    melhor técnica leva a resultados mais reprodutíveis” (1913/1994, p. 249).</p>     <p>É precisamente esta sofisticação metodológica ao permitir aceder, com níveis    de maior rigor, aquilo que até aí poderia ser unicamente inferido, vai conduzir    à revolução cognitiva da psicologia. É esta revolução que vai possibilitar,    a partir dos anos 50, a confluências de várias disciplinas no espaço transdisciplinar    conhecido como as “ciências cognitivas”. George Miller (2003) vai ao ponto de    situar um acontecimento, e até um dia, para a emergência das ciências cognitivas.    No dia 11 de Setembro de 1956, quando saía de um simpósio organizado pelo <i>“Special    Interest Group in Information Theory” </i>no <i>Massachusetts Institute of Technology</i>,    George Miller confessa ter tido na altura “a convicção, mais intuitiva que racional,    que a psicologia experimental, a linguística teórica e a simulação computorial    dos processos cognitivos eram partes de um conjunto mais vasto e que o futuro    assistiria a uma elaboração e coordenação progressiva das suas preocupações    comuns” (2003, p. 142). Com efeito, as décadas seguintes vão testemunhar um    crescimento impressionante das ciências cognitivas, sofisticando consideravelmente    a nossa compreensão dos processos psicológicos até à altura vistos como uma    “caixa negra”.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No início dos anos 90 a psicologia enfrentava de novo os desafios de Sísifo.    Por um lado os novos desenvolvimentos metodológicos permitiam abordar recantos    do funcionamento mental até aí inacessíveis. No entanto, por outro lado, o modo    como estes processos psicológicos eram determinados e, por sua vez, determinavam    os processos neuronais, permanecia por esclarecer. Felizmente que, durante este    período, assistia-se a uma evolução paralela, e não menos dramática, de áreas    como a neurofisiologia, neuroanatomia e neurobioquímica. Também aqui, a emergência    de novas metodologias aos níveis genético, molecular, celular e supracelular,    permitiam começar a descodificar o funcionamento do sistema nervoso. É precisamente    esta confluência disciplinar, resultado de sofisticação metodológica e tecnológica,    que vai dar origem àquilo que hoje em dia designámos de “<i>neurociências</i>”.</p>     <p>No entanto, para a psicologia, o desafio mais promissor resulta dos caminhos    abertos nos últimos anos pela confluência entre ciências cognitivas e neurociências,    as ciências da mente e as ciências do cérebro, permitindo o desenvolvimento    de um novo projecto transdisciplinar designado de “<i>neurociências cognitivas</i>”    (cf. Cowan, Hart, &amp; Kandell, 2000). As neurociências cognitivas, vêm assim    dar corpo ao desígnio central da psicologia. Um projecto que é, simultaneamente,    de esclarecimento dos mecanismos básicos do funcionamento mental mas, e não    menos importante, das aplicações destes conhecimentos aos mais diversos domínios    do quotidiano (e.g., neuroeconomia; neuroantropologia; neuroestética).</p>     <p>No presente artigo procuraremos dar conta de como os desenvolvimentos nas neurociências    cognitivas poderão ajudar a compreender alguns dos processos psicológicos básicos    e, simultaneamente, ser traduzidos em importantes domínios da psicologia aplicada.    Acreditamos que grande parte destes desenvolvimentos resulta das potencialidades    abertas por importantes desenvolvimentos metodológicos. Assim, ilustraremos    a partir de algumas linhas de investigação programática em diferentes subsecções    do <i>Laboratório de Neuropsicofisiologia </i>da Escola de Psicologia da Universidade    do Minho. As potencialidades metodológicas proporcionadas pela neurofisiologia,    neuroimagiologia, neuromodulação, psicofisiologia, neurobioquímica e neurogenética,    serão exemplificadas nas suas aplicações à linguagem (com implicações para a    compreensão da esquizofrenia), funcionamento sócio-cognitivo (com implicações    para a compreensão das perturbações do neurodesenvolvimento), funcionamento    executivo (com implicações para a compreensão das perturbações do espectro obsessivo),    empatia (com implicações para a compreensão da psicoterapia), mecanismos de    stress (com implicações para a compreensão das perturbações de ansiedade), e    comportamento animal (com implicações para o conhecimento dos sistemas sensoriais    e perceptuais.</p>     <p>NEUROFISIOLOGIA E LINGUAGEM: IMPLICAÇÕES PARA A COMPREENSÃO DA ESQUIZOFRENIA</p>     <p>No âmbito das Neurociências Cognitivas e Clínicas, a metodologia de potenciais    evocados (event-related potentials), baseada na electroencefalografia (EEG),    assume uma importância primordial ao possibilitar o estudo do curso temporal    de processos cognitivos, sensoriais e/ou motóricos (Pfefferbaum, Roth, &amp;    Ford, 1995). Devido à sua excelente resolução temporal, esta metodologia não-invasiva    é uma das ideais para o estudo de processos dinâmicos, tal como a linguagem    (Garnsey, 1993; Osterhout &amp; Holcomb, 1995; Pinheiro, Galdo-Alvarez, Sampaio,    Niznikiewicz, &amp; Goncalves, 2010; Pinheiro et al., 2011; Pinheiro, Del Re,    Nestor et al., 2013; Pinheiro, Del Re, Mezin et al., 2013). A linguagem é uma    das mais complexas capacidades humanas (Hickok &amp; Poeppel, 2007). Enquanto    a metodologia comportamental (incluindo tempos de reacção e taxas de acerto)    proporciona importante informação sobre o processamento linguístico, apenas    permite examinar a etapa final do processamento, mas não os processos neurocognitivos    que conduziram a uma resposta. Por outro lado, metodologias funcionais tais    como a metodologia de potenciais evocados, permitem examinar os processos neurocognitivos    que ocorrem antes da realização de uma resposta (e.g., decidir se uma frase    é ou não válida, do ponto de vista semântico), ou mesmo na sua ausência.</p>     <p>Vários componentes de onda foram identificados como sendo sensíveis a processos    de natureza linguística, tais como a N400 (uma negatividade observada aproximadamente    400 milissegundos após o início de um estímulo visual ou auditivo, que indexa    processos semânticos) e a P600 (uma positividade observada aproximadamente 600    milissegundos após o início de um estímulo visual ou auditivo, que indexa processos    sintácticos) (Kutas &amp; Federmeier, 2011).</p>     <p>Nas últimas duas décadas, foi possível assistir a um número crescente de estudos    de potenciais evocados com o objectivo de investigar anomalias sensoriais e    cognitivas na esquizofrenia. A esquizofrenia é uma perturbação psicopatológica    complexa, caracterizada por anomalias cognitivas, comportamentais, e emocionais,    bem como por alterações cerebrais ao nível estrutural e funcional (Wible, Preus,    &amp; Hashimoto, 2009). Em particular, as anomalias no processamento semântico    representam uma das características centrais da disfunção cognitiva na esquizofrenia,    incluindo associações bizarras, tagencialidade e incoerência ao nível do discurso    (Nestor et al., 1997; Niznikiewicz, 2008; Niznikiewicz, Mittal, Nestor, &amp;    McCarley, 2010; Niznikiewicz et al., 1997; Pinheiro, McCarley, Thompson, Goncalves,    &amp; Niznikiewicz, 2012). Os estudos de potenciais existentes revelam anomalias    no componente de onda N400 em pacientes esquizofrénicos em comparação com sujeitos    controlo, nomeadamente uma menor amplitude (i.e., menos negativa) do componente    de onda N400 em estudos de priming com um breve intervalo entre o início dos    estímulos (stimulus onset asynchrony – SOA), ou uma maior amplitude da N400    (i.e., mais negativa) em estudos com um longo intervalo entre o início dos estímulos    (e.g., Niznikiewicz et al., 1997; Niznikiewicz et al., 2010). Estes resultados    demonstram que processos anómalos na memória semântica podem estar na origem    da perturbação do pensamento e das alterações linguísticas associadas à esquizofrenia.</p>     <p>Com o intuito de aprofundar o conhecimento existente acerca do processamento    da linguagem na esquizofrenia, os nossos estudos iniciais focaram dois aspectos    da linguagem que têm um papel fulcral no âmbito das interacções sociais: (a)    prosódia emocional (Pinheiro, Del Re, Mezin et al., 2013); (b) processos semânticos    e as suas interacções com processos afectivos (Pinheiro, Del Re, Nestor et al.,    2013).</p>     <p>Os resultados encontrados (Pinheiro, Del Re, Mezin et al., 2013) demonstraram    anomalias nos componentes de onda N100 e P200 em pacientes esquizofrénicos,    sugerindo alterações no processamento de prosódia nos três estádios de processamento    vocal emocional propostos por Schirmer e Kotz (2006) com base nos dados de neuroimagem    e neurofisiológicos existentes: (1) processamento sensorial do sinal acústico    (indexado pelo componente N100); (2) detecção de pistas acústicas com saliência    emocional (indexado pelo componente P200); e (3) avaliação do significado emocional    da informação vocal (indexado pela taxa de erros no reconhecimento de prosódia    emocional). Importa salientar que as anomalias observadas foram mais proeminentes    no caso de discurso com conteúdo semântico inteligível, em comparação com discurso    com conteúdo semântico ininteligível.</p>     <p>Por sua vez, o nosso estudo sobre efeitos da indução afectiva (através de imagens    de valência neutra, positiva e negativa) no processamento semântico indicou    interacções anómalas entre humor, processamento de contextos de frase e conexões    na memória semântica na esquizofrenia, tal como indexado pelo componente de    onda N400 (Pinheiro, Del Re, Nestor et al., 2013). Neste estudo, foram apresentadas    frases cujo final era: (a) uma palavra esperada segundo o contexto semântico    precedente; (b) uma palavra inesperada pertencendo à mesma categoria semântica    da palavra esperada; (c) uma palavra inesperada pertencendo a uma categoria    semântica diferente da palavra esperada. Enquanto que, após indução afectiva    neutra e positiva, os pacientes esquizofrénicos processaram diferentemente os    finais esperados e inesperados (i.e., maior amplitude da N400 para finais inesperados    <i>vs</i>. finais esperados), após indução afectiva negativa este processamento    diferencial não foi observado (i.e., amplitude da N400 similar para finais esperados    e inesperados). Estes resultados sugerem o efeito disruptivo do humor negativo    em processos contextuais preditivos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Estudos recentes têm sugerido o papel importante que as anomalias no processamento    de pistas com saliência emocional desempenham na sintomatologia positiva que    caracteriza a esquizofrenia. Em particular, vários estudos têm demonstrado alterações    na capacidade de pacientes com esquizofrenia de distinguir entre discurso gerado    interna e externamente (e.g., voz do self <i>vs</i>. voz de outra pessoa), as    quais tendem a ser mais pronunciadas perante material verbal com conteúdo negativo.    Estudos futuros deverão investigar de que forma pacientes com esquizofrenia    diferenciam discurso gerado pelo próprio <i>vs</i>. discurso gerado por uma    pessoa familiar ou não familiar, e qual é o papel de processos afectivos (e.g.,    conteúdo semântico negativo <i>vs</i>. positivo) nessa discriminação. No presente,    a nossa equipa de investigação está a desenvolver estudos que procuram responder    a essas questões.</p>     <p>NEUROIMAGIOLOGIA DO FUNCIONAMENTO SÓCIO-COGNITIVO: IMPLICAÇÕES PARA A COMPREENSÃO    DAS PERTURBAÇÕES DO NEURODESENVOLVIMENTO</p>     <p>O desenvolvimento cerebral humano é um processo contínuo, caracterizado por    um conjunto complexo e dinâmico de processos geneticamente guiados em interacção    com o ambiente (Jernigan et al., 2011) que determinam um aumento de especialização    e diferenciação neuronais. De facto, alterações cerebrais regionais específicas    têm vindo a ser amplamente descritas (Barnea-Goraly et al., 2005; Giedd et al.,    1999; Lenroot &amp; Giedd, 2006; Paus, 2005; Paus et al., 1999; Reiss et al.,    1996), reflectindo um processo contínuo de maturação e remodelação do Sistema    Nervoso Central SNC ao longo do desenvolvimento (Reiss et al., 1996).</p>     <p>Nas últimas décadas, tem-se observado um interesse crescente na utilização    de metodologias de neuroimagem no estudo dos processos de maturação cerebral    normativos e atípicos e sua relação com o desenvolvimento sócio-cognitivo. Em    particular, os estudos de ressonância magnética (RM) estrutural permitiram,    de forma não invasiva, a criação de imagens cerebrais volumétricas com grande    detalhe anatómico. Adicionalmente, nos últimos 15 anos, assistiu-se a um avanço    de novas técnicas e aquisições de imagem, utilizando sequências de pulso rápidas,    que permitiram não só facilitar a localização anatómica das regiões cerebrais    específicas de interesse (ROIs, do inglês Regions of Interest), mas também contribuir    para uma compreensão mais alargada da fisiologia e funcionamento cerebral in    vivo. Assim, vários métodos de mapeamento cerebral, utilizando RM, têm sido    desenvolvidos e adaptados para satisfazer esta necessidade. Concretamente, a    ressonância magnética funcional (fMRI, do inglês functional Magnetic Resonance    Imaging) e, mais recentemente, a Imagem por Tensão de Difusão (DTI, do inglês    Diffusion Tensor Imaging) contribuíram, respectivamente, para um mapeamento    de áreas cerebrais específicas (fMRI) relacionadas com processos cognitivos    e motores, bem como para uma compreensão detalhada de como estas áreas comunicam    entre si através do estudo da integridade dos circuitos de substância branca    (DTI) mediante tractografia (Johansen-Berg &amp; Behrens, 2006).</p>     <p>Com efeito, um dos principais contributos destas ferramentas de neuroimagem    reside na potenciação do campo das neurociências cognitivas, ao permitir o estabelecimento    de paralelos entre os mecanismos de desenvolvimento cerebral pós-natal e desenvolvimento    sócio-cognitivo associado (Johnson &amp; Munakata, 2005). De facto, desde muito    precocemente, as crianças são capazes de evidenciar comportamentos sociais direccionados,    nomeadamente, distinguir diferentes faces e expressões emocionais, reconhecer    sons de discurso, imitar, descodificar as acções humanas, detectar movimento    biológico e envolver-se em tarefas de atenção partilhada (Blasi et al., 2011;    Grossmann &amp; Johnson, 2007; Hoehl &amp; Striano, 2008; Nelson &amp; De Haan,    1996), processos que estão intimamente relacionados com a maturação de um conjunto    de redes neuronais distribuídas.</p>     <p>Especificamente, evidência combinada derivada de estudos lesionais, de neuroimagem    e de perturbações genéticas neurodesenvolvimentais descritas como modelos naturais    de dissociação sócio-cognitiva (e.g., síndrome de Williams (SW) e autismo) têm    fundamentado a existência de sistemas neuronais críticos subjacentes à cognição    social humana (Adolphs, 1999). Concretamente, evidência de estudos lesionais    e de neuroimagem funcional têm implicado a amígdala e a sua conexão com o córtex    pré-frontal ventromedial no processamento de emoções sociais e avaliação social    (Anderson et al., 1999; Forbes &amp; Grafman, 2010). Outros estudos de neuroimagem    vieram não só corroborar a implicação destes circuitos cerebrais no comportamento    e cognição social, mas permitiram uma compreensão mais alargada destas áreas    cerebrais, incluindo-se a junção temporo-parietal, ínsula, circunvolução temporal    superior, bem como de outras estruturas envolvidas na regulação emocional, como    o córtex do cíngulo, precuneus, áreas visuais associativas do lobo temporal,    e estruturas como o hipotálamo e tálamo foram implicadas na função social (Adolphs,    2001, 2003; Amodio &amp; Frith, 2006; Apperly et al., 2004; Gallese et al.,    2004; Mitchell, 2008; Saxe &amp; Wexler, 2005; Uddin et al., 2007; Van Overwalle,    2009).</p>     <p>Finalmente, dentro das perturbações genéticas do desenvolvimento mais estudadas,    o SW e o autismo emergem como os modelos mais salientes, particularmente porque    ambas são condições com base genética determinada, associadas a fenótipos contrastantes,    aparentando ser imagens de espelho uma da outra ao nível sócio-cognitivo (Tager-Flusberg    et al, 2006). Especificamente, os indivíduos com SW possuem um fenótipo hipersocial    que se reflecte no seu comportamento (e.g., desejo intenso de envolvimento em    interacções sociais; interesse exacerbado por faces humanas) bem como na sua    linguagem (e.g., modulação da prosódia, uso de mecanismos de envolvimento da    atenção do interlocutor) (Capitão, Sampaio, Fernandez, et al., 2011; Capitão,    Sampaio, Sampaio, et al., 2011; Gonçalves et al., 2010; Pinheiro et al., 2011).    Em contraste, os indivíduos com autismo apresentam um perfil oposto, evidenciando    um comprometimento da cognição social (e.g., ausência de interesse em informação    socialmente relevante; evitamento social; défices na percepção da direcção do    olhar, processamento emocional (ver Baron-Cohen &amp; Belmonte, 2005; Riby &amp;    Hancock, 2008; Stieglitz Ham et al., 2011). Embora tais características comportamentais    tenham sido amplamente descritas na literatura, incluindo por parte da nossa    equipa de investigação, as evidências sobre os possíveis correlatos neuronais    subjacentes a estes perfis dissociativos – particularmente no que diz respeito    à cognição social – são ainda relativamente escassas. Estudos de neuroimagem    no SW apontam para alterações estruturais importantes em áreas associadas à    cognição social, tais como a circunvolução temporal superior (Sampaio et al.,    2008) e a amígdala (Capitão et al., 2011b). Os poucos estudos de neuroimagem    funcional existentes mostram igualmente alterações no padrão de activação amigdalar    em resposta a estímulos ameaçadores e no processamento de faces (Haas et al.,    2009; Meyer-Lindenberg et al., 2005), bem como alterações ao nível do córtex    pré-frontal dorso-lateral em tarefas de inibição comportamental (Mobbs et al.,    2007). Relativamente ao autismo, estudos estruturais apontam para a presença    de reduzido volume amigdalar (Abell et al., 1999; Critchley et al., 2000) e    de redução cortical da circunvolução temporal superior (Hadjikhani et al., 2006).    Ao nível funcional, foi observada uma reduzida activação da amígdala em tarefas    que implicam cognição social, como a inferência de estados mentais e o processamento    de expressões emocionais faciais (Baron-Cohen et al., 1999; Critchley et al.,    2000), bem como uma reduzida activação na circunvolução temporal superior em    tarefas de processamento da informação social (Castelli, Frith, Happé, &amp;    Frith, 2002; Gervais et al., 2004).</p>     <p>Apesar de várias abordagens comportamentais e de neuroimagem terem sido empregues    no estudo do funcionamento sócio-cognitivo, um maior conhecimento acerca dos    mecanismos anatómicos e funcionais em contextos sociais mais ecológicos torna-se    um importante objectivo a atingir. Especificamente, quando se analisam os paradigmas    de cognição social utilizados pelos diversos estudos, verificamos que os contextos    sociais são dificilmente mimetizados, particularmente em contexto de fMRI, uma    vez que, frequentemente, o componente interactivo das situações sociais (subjacente    por exemplo a processos de cooperação, altruísmo, coerção, decepção e manipulação),    críticos para o desenvolvimento e aprendizagem sociais, é negligenciado. Contudo,    algumas equipas de investigação têm progressivamente contribuído para colmatar    esta limitação, ao proporem métodos de interacção face a face em contextos de    fMRI (e.g., Redcay et al., 2010). Em simultâneo com paradigmas mais ecológicos,    a utilização de técnicas de neuroimagem multimodal (RM volumétrica, fMRI, DTI    e potenciais evocados) – uma abordagem adoptada pela nossa equipa de investigação    – fornecerá uma visão mais eclética do mapeamento funcional dos circuitos cerebrais    subjacentes ao funcionamento sócio-cognitivo no desenvolvimento típico e atípico.</p>     <p>NEUROMODULAÇÃO DO FUNCIONAMENTO EXECUTIVO: IMPLICAÇÕES PARA A COMPREENSÃO DAS    PERTURBAÇÕES DO ESPECTRO OBSESSIVO</p>     <p>A Neuromodulação é um termo lato que designa um conjunto de metodologias capazes    de alterar o funcionamento cerebral. Da neuromodulação constam métodos cognitivos    tais como a aprendizagem, a psicoterapia, reabilitação e métodos físicos, através    da aplicação de corrente eléctrica ou por recurso a substâncias psicoactivas.    O desenvolvimento de métodos de estimulação por corrente directa, tais como    a Estimulação Trancraniana por Corrente Contínua (ETCC) (ou</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Transcraneal Direct Current Stimulation (tDCS)) e a Estimulação Magnética Transcranial    (EMT) (ou Transcraneal Magnetic Stimulation), permite-nos aprofundar o nosso    conhecimento na área das neurociências clínicas. Estas duas técnicas de neuromodulação    são não invasivas (ou seja, não existe necessidade de introdução de eléctrodos    no interior do corpo), são usualmente muito bem toleradas (indolores) e estão    associadas a poucos sintomas secundários adversos, quando utilizadas dentro    dos parâmetros de segurança (Nitsche et al., 2008; Rossi, Hallett, Rossini,    &amp; Pascual-Leone, 2009). Por isso torna-se possível estudar com precisão    a localização anatómica associada a uma determinada função, a sua cronometria,    bem como o circuito envolvido na potenciação ou inibição de uma função cognitiva    ou motora (Walsh &amp; Cowey, 2000). Não é por isso de estranhar que nos últimos    anos tenham-se multiplicado os estudos onde a neuromodulação tem sido utilizada    com sucesso na melhoria de sintomas (e.g., Pascual-Leone, Rubio, Pallardó, &amp;    Catalá, 1996) (reabilitação cognitiva e motora (ver Rossi &amp; Rossini, 2004,    para revisão).</p>     <p>Esta secção aborda a neuromodulação do córtex pré-frontal e as suas implicações    quer para a sintomatologia no espectro obsessivo, quer para o funcionamento    (dis)executivo.</p>     <p>A grande maioria dos estudos neuropsiquiátricos com neuromodulação foca-se    essencialmente na alteração do estado de humor, ou na diminuição de alucinações    (e.g., Abarbanel, Lemberg, Yaroslavski, Grisaru, &amp; Belmaker, 1996). Existe    um menor foco da investigação na melhoria sintomática de pacientes com perturbações    do espectro obsessivo [como, por exemplo, a Perturbação Obsessivo-Compulsiva    (POC)]. No entanto a POC será porventura uma das perturbações ditas de ansiedade    com o maior número de correlatos neuropsicológicos (Carvalho, Leite, &amp; Goncalves,    2011). É então fácil encontrar sintomas típicos da POC associados a desordens    neurológicas, tais como a encefalite pandémica, a doença de Parkinson pós-encefalite,    ou mesmo sintomas resultantes do uso terapêutico de levodopa (Hosier &amp; Wald,    1989; Sacks, 1973; von Economo, 1931).</p>     <p>O estudo da POC assume particular relevância, uma vez que muitos pacientes    revelam-se refractários às primeira e segunda linhas de tratamento (e.g., Psicofarmacologia    e Terapia Cognitivo-comportamental), sendo que em alguns casos são consideradas    opções neurocirúrgicas (como a Estimulação Cerebral Profunda). No entanto, devido    ao carácter invasivo das mesmas, é necessário encontrar um método de tratamento    intermédio, que permita afunilar ainda mais os candidatos a psicocirurgia, ao    mesmo tempo que se alarga o leque de pacientes que vejam a sua qualidade de    vida significativamente melhorada.</p>     <p>Neste sentido, diversos estudos têm procurado, de modo não invasivo, neuromodular    os circuitos neuronais disfuncionais em pacientes com POC utilizando essencialmente    rTMS, por recurso a diferentes desenhos experimentais, durações e mesmo áreas    cerebrais (Nauczyciel &amp; Drapier, 2012; Rodriguez-Martin, Barbanoj, Perez,    &amp; Sacristan, 2003; Sachdev, Loo, Mitchell, McFarquhar, &amp; Malhi, 2007;    Slotema, Blom, Hoek, &amp; Sommer, 2010). Sendo o córtex orbitofronal a região    por excelência, mas de difícil acesso a métodos de estimulação não invasivos,    alguns dos primeiros estudos centraram-se na estimulação do cortex pré-frontal    dorsolateral (DLPFC), com resultados muito modestos (ou mesmo não significativos)    quando comparados com a estimulação placebo (e.g., Alonso et al., 2001). No    entanto, estudos recentes noutra região pré-frontal têm demonstrado que a normalização    da hiperexcitabilidade cortical (aplicando bilateralmente 1 Hz de rTMS sobre    a área suplementar motora – ASM) parece conduzir a uma redução sintomática nestes    doentes (e.g., Mantovani, Simpson, Fallon, Rossi, &amp; Lisanby, 2008; Mantovani    et al., 2006). Estes resultados, apoiados por dados preliminares do nosso laboratório    (não publicados) suportam a hipótese de existir um desequilíbrio interhemisférico    funcional (Gonçalves et al., 2011), muito provavelmente devido a um processo    de filtragem inadequada a nível talâmico (Rossi et al., 2005). Sendo que as    técnicas não invasivas de neuromodulação parecem ser efetivas na restauração    do equilíbrio, e que essa restauração é correlativa com melhorias sintomáticas    em pacientes com POC.</p>     <p>No entanto, o papel do córtex pré-frontal em pacientes com POC parece estender-se    para além da sintomatologia clínica. Frequentemente, pacientes com POC exibem    défices ao nível do planeamento, tomada de decisão e dificuldades de inibição    de resposta, associadas ao córtex pré-frontal; dificuldades na modulação do    arousal e de emoções intensas associadas a áreas paralímbicas; problemas na    filtragem automática de estímulos, motivação e mediação dos comportamentos estereotipados    a gânglios da base; bem como o envolvimento do tálamo em diversos circuitos    de retorno da informação a um nível cortical, nomeadamente nos loops cortico-subcortico-talamico-corticais    (CSTC) (Carvalho, Leite, &amp; Gonçalves, 2011). Estes défices neurocognitivos,    bem como a sintomatologia específica parecem derivar de circuitos complexos    responsáveis por défices de inibição quer a nível cognitivo (orbitofrontal),    quer a nível comportamental (fronto-estriatal) (e.g., Chamberlain, Blackwell,    Fineberg, Robbins, &amp; Sahakian, 2005). Ambos os circuitos implicam estruturas    que ou são puramente subcorticais, ou que mesmo fazendo parte do córtice, a    sua localização é tão medial, que se tornam de difícil acesso através de métodos    não invasivos. Quer a ETCC, quer a rTMS possuem como locus primordial efeitos    a nível cortical (Kobayashi &amp; Pascual-Leone, 2003), podendo apresentar séries    limitações a nível de eficácia, numa patologia predominantemente cortico-subcortical,    como é a POC (Pujol et al., 2004; Rauch et al., 1994; Saxena et al., 2008).</p>     <p>No entanto, talvez não seja esse o caso. Em termos de redução sintomática,    a rTMS sobre a ASM, parece ser eficaz. Por outro lado, em termos neurocognitivos,    existem indícios claros da neuromodulação de funções dependentes de redes cortico-subcorticais.    Uma dessas funções, é a de mudança de cenário (set shifting), que é um componente    do comportamento dirigido a um objectivo (goal directed behavior) e parte importante    da flexibilidade cognitiva. Esta função neurocognitiva encontra-se comumente    alterada em pacientes com POC (e.g., Lawrence et al., 2006), mas também em pacientes    com Sindrome de Tourette (e.g., Watkins et al., 2005), Huntington (e.g., Lawrence,    Sahakian, Rogers, Hodges, &amp; Robbins, 1999) ou mesmo Parkinson (Owen, Roberts,    Hodges and Robbins, 1993), sugerindo o claro envolvimento dos gânglios da base    (Hayes, Davidson, Keele, &amp; Rafal, 1998). Neste sentido, o nosso grupo (Leite,    Carvalho, Fregni, &amp; Gonçalves, 2011) demonstrou ser possível a utilização    de ETCC enquanto ferramenta neuromodulatória em tarefas cognitivas e motoras    em participantes saudáveis. Este efeito da ETCC na capacidade de set shifting    parece ser dependente da polaridade (a estimulação anodal aumenta a performance    enquanto que a catodal a diminui em ambas as tarefas), mas não do local (i.e.    córtex dorsolateral pré-frontal ou área motora primária com efeitos similares    e dependentes da polaridade) – sugerindo que a ETCC possui efeitos proximais    e localizados, mas ao mesmo tempo, é capaz de elicitar efeitos distais e difusos    ao longo de todo o circuito neuronal, influenciando dessa forma o desempenho    nas tarefas.</p>     <p>Existem diversas implicações para estudos futuros a retirar. Em primeiro lugar,    apesar de existir um consenso acerca do papel dos circuitos fronto-subcorticais    na patogénese da POC, existem também evidências crescentes acerca do envolvimento    de regiões cerebrais posteriores (Menzies et al., 2008), sugerindo a possibilidade    de mecanismos funcionais compensatórios a nível cerebral (Deckersbach et al.,    2002). Seguindo este modelo, Gonçalves e colaboradores (2010) propuseram uma    hipótese, em que as ativações fronto-subcorticais comummente encontradas em    pacientes com POC seriam correlativas com desactivações em áreas parieto-occipitais    associadas ao processamento visuo-perceptivo. Esta hipótese claramente sugere    a possibilidade da existência de alterações significativas ao nível sensorial/perceptivo,    bem como a sua potencial contribuição para o desenvolvimento e manutenção da    POC.</p>     <p>Em segundo lugar, apesar da melhoria sintomática da rTMS em pacientes com POC,    é ainda necessário estabelecer o mecanismo funcional da estimulação bilateral,    testando a hipótese do desequilíbrio hemisférico, procurando estabelecer a relação    de causalidade entre a melhoria sintomática e alterações funcionais a nível    cerebral que derivam da melhoria dos sintomas, bem como dos ganhos terapêuticos.</p>     <p>Em terceiro lugar, é preciso estabelecer protocolos de neuroreabilitação cognitiva    em pacientes com POC, testando os efeitos cumulativos de várias sessões de neuromodulação    não invasiva. Por último, estabelecer o modo como a neuromodulação altera o    CSTC, de que forma isso pode ser potenciado e qual a região cortical capaz de    maximizar os efeitos da neuroreabilitação pretendida.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>PSICOFISIOLOGIA E EMPATIA: IMPLICAÇÕES PARA A COMPREENSÃO DA PSICOTERAPIA</p>     <p>Na vasta literatura relacionada com a empatia e os seus correlatos neurofisiológicos,    parece não existir um consenso ao nível da definição e dos componentes usados    para descrever o conceito. Contudo, de forma a responder a esta diversidade    conceptual, a estratégia mais coerente para caracterizar os processos empáticos    parece ser a de os compreender ao longo de um contínuo (Decety, 2011), que inclui    desde processos afectivos mais básicos (i.e., contágio emocional e a capacidade    de partilhar estados afetivos evocados pelo outro), até às componentes cognitivas    mais complexas (i.e., a capacidade de identificação e compreensão do estado    mental do outro). Ainda mais desafiante parece ser a compreensão da forma como    a ressonância estabelecida entre duas pessoas se traduz numa resposta empática    que envolve comportamentos como ajuda e altruísmo.</p>     <p>Recentemente as neurociências têm contribuído para a clarificação da controvérsia    em torno dos processos empáticos ao permitirem explorar os seus correlatos neurobiológicos,    quer ao nível do sistema nervoso periférico, quer ao nível do sistema nervoso    central. Por outro lado a psicofisiologia, enquanto disciplina sustentada na    inter-relação entre os aspectos fisiológicos e psicológicos do comportamento,    tem trazido maior objectividade a este campo, onde tradicionalmente a empatia    era avaliada através de sistemas de auto-relato ou de observação.</p>     <p>Apesar de a empatia ser um fenómeno subjacente a um contexto interpessoal específico    (Levenson &amp; Ruef, 1992), a forma como ela se manifesta no próprio indivíduo    reflecte-se no seu padrão de responsividade fisiológica. Este é caracterizado    pela resposta dos diferentes sistemas biológicos envolvidos, entre os quais    a atividade cardíaca, a atividade elétrica da pele, e o padrão da frequência    respiratória. Talvez a maior dificuldade associada à utilização de metodologias    psicofisiológicas seja a de compreender como os dois subsistemas de controlo    do sistema nervoso periférico, as divisões simpática e parassimpática, se manifestam    nas diferentes modalidades de registo. É através de uma melhor compreensão da    interação entre o simpático e o parassimpático que poderemos clarificar as relações    entre as variáveis cognitivas e/ou emocionais e as funções fisiológicas. A atividade    eletrodérmica corresponde a um grupo de medidas sensíveis às mudanças elétricas    da pele, registadas através de elétrodos superficiais. Ela é um dos indicadores    mais robustos de arousal fisiológico pois tem como mecanismo biológico subjacente    a ativação das glândulas sudoríparas através da divisão simpática do sistema    nervoso autónomo. No que se refere ao significado psicofisiológico da atividade    cardíaca, algumas questões permanecem em aberto. Estudos recentes sobre a relação    entre o padrão de variação da atividade cardíaca, e os aspectos emocionais e    cognitivos da empatia, verificaram que este sistema parece sensível a diferentes    componentes empáticos, e não apenas à reatividade fisiológica. Essa maior sensibilidade    tem sido associada ao substrato anátomo-fisiológico do sistema cardíaco, caracterizado    pela dupla inervação via simpático e parassimpático, envolvendo diferentes áreas    cerebrais (Oliveira-Silva &amp; Gonçalves, 2011). No estudo acima mencionado    realizado por membros da nossa equipa participantes saudáveis foram submetidos    a um paradigma de resposta empática, em que realizamos o registo simultâneo    dos índices eletrodérmicos e cardíacos. Verificamos que as respostas mais empáticas    estavam associadas ao aumento na frequência cardíaca, sugerindo que a actividade    cardíaca é potencialmente um dos melhores marcadores biológicos da resposta    empática (Oliveira-Silva &amp; Gonçalves, 2011).</p>     <p>No mesmo sentido, tem sido demonstrado que o registo da frequência respiratória    em simultâneo com o da atividade cardíaca, pode permitir a diferenciação entre    a influência das duas divisões autonómicas, contribuindo para uma análise mais    clara de diferentes processos psicológicos envolvidos num determinado contexto    (Berntson, Cacioppo, &amp; Quigley, 1993). Essa interpretação é baseada, em    parte, no facto de as alterações na frequência cardíaca serem moduladas pelo    padrão respiratório, que por sua vez possui uma alça de controlo voluntário    frequentemente aproveitada pela prática clínica (i.e., técnicas de relaxamento).</p>     <p>Ao nível do sistema nervoso central sabe-se que a empatia se encontra ligada    a áreas cerebrais implicadas na cognição social tais como o córtex pré-frontal    ventromedial, temporal médio e o precuneus (Moll et al., 2002), bem como a áreas    implicadas no processamento afectivo tais como a amígdala, a ínsula e o córtex    cingulado anterior (Lamm, Batson, &amp; Decety, 2007).</p>     <p>A empatia desempenha um papel central em todas as etapas do ciclo de vida,    nomeadamente na capacidade dos indivíduos estabelecerem relações interpessoais    adaptativas. Deste modo são claras as implicações clínicas da empatia para as    relações de ajuda tais como a psicoterapia e a relação médico-doente. Num estudo    clássico de 1955, DiMascio, Boyd, and Greenblatt concluíram que os ritmos cardíacos    dos psicoterapeutas e dos seus pacientes se moviam em direcções opostas quando    o cliente expressava insatisfação face ao terapeuta. Mais recentemente, Marci,    Ham, Moran e Orr (2007) verificaram que a sincronia ao nível da condutância    da pele estava associada à percepção por parte do paciente de respostas empáticas    do terapeuta. A noção de que a empatia se reflecte em sincronia fisiológica    entre os elementos de uma dada interacção é sugerida por Decety e Jackson (2004)    que afirmam que quando respondemos de forma empática o nosso perfil de resposta    autonómica tende como que a espelhar o da outra pessoa. No entanto a empatia    não se limita a esta “simulação” daquilo que o outro está a sentir: para que    ocorra uma resposta empática após a fase de contágio emocional, processos de    regulação de ordem superior, nomeadamente de natureza cognitiva entram em jogo.    São estes processos ao nível do sistema nervoso central que fazem com que indivíduos    mais empáticos sejam capazes de modular os seus níveis de activação simpática    e, dessa forma, modular também os níveis de activação do outro, numa espécie    de dança autonómica. No contexto da psicoterapia por exemplo, tal permite aos    terapeutas mais eficazes a manutenção da distância afectiva necessária para    introduzir novidade na forma como o paciente experiencia o seu problema. As    implicações das bases psicofisiológicas da empatia são igualmente evidentes    na terapia de casal ou qualquer outro tipo de problemas relacionais trazidos    para o espaço da consulta. Numa sequência de estudos realizados por Levenson    e Ruef (1992) para explorar as capacidades empáticas em casais, verificou-se    que os casais que apresentaram maior congruência nas suas respostas fisiológicas,    foram também os que mostraram maior precisão na avaliação dos sentimentos negativos    um do outro.</p>     <p>Carl Rogers identificou a capacidade empática do terapeuta como uma das condições    necessárias e suficientes para facilitar a mudança terapêutica. Acreditamos    que a investigação sobre os correlatos psicofisiológicos da empatia, apesar    de estar ainda num processo relativamente incipiente tem importantes implicações    para a melhoria da performance dos psicoterapeutas. Uma maior compreensão dos    marcadores biológicos da resposta empática contribuirá para respostas terapêuticas    mais eficazes nos casos de perturbações psicopatológicas caracterizados por    défices empáticos, tais como as perturbações do espectro autista e algumas perturbações    de personalidade. Podemos ainda colocar a hipótese de que futuro estratégias    de biofeedback centradas nos marcadores centrais e periféricos da empatia possam    ser incluídas nos programas de treino dos psicoterapeutas.</p>     <p>A estratégia mais utilizada no estudo de constructos psicológicos multidimensionais,    como a empatia, tem sido a de estudar as suas dimensões isoladamente. Tal permite    a utilização de estímulos simples e paradigmas experimentais controlados, que    forneçam resultados facilmente interpretáveis (Walter, 2012). Contudo, apesar    de esta estratégia ter sido necessária para fundar as bases do conhecimento    sobre a empatia, evitando a sobreposição dos diferentes componentes, os seus    resultados não revelam a natureza complexa das interacções entre os mesmos.    O desafio que agora se coloca às neurociências sociais é o de integrar os resultados    empíricos relacionados com as diferentes dimensões empáticas, e investir em    paradigmas experimentais mais complexos que se aproximem das experiências reais.    Este desafio prende-se assim com o desenvolvimento de quatro aspectos principais:    (1) construção de estímulos com maior validade ecológica (e.g., vídeos, interações    sociais reais, o envolvimento de pessoas próximas, etc.); (2) construção de    paradigmas onde as diferentes componentes empáticas estejam presentes; (3) desenvolvimento    de metodologias quantitativas capazes de identificar mais directamente a intensidade    do estímulo; e finalmente, (4) inclusão de variáveis moduladoras dos processos    empáticos, tais como a capacidade de regulação emocional e a própria natureza    do estímulo empático, como por exemplo, o papel da prosódia e da capacidade    de processamento facial.</p>     <p>A NEUROBIOQUÍMICA DO STRESS:</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>IMPLICAÇÕES PARA A COMPREENSÃO DAS PERTURBAÇÕES DE ANSIEDADE</p>     <p>O estudo da neurobioquímica do stress teve como grande impulso os estudos pioneiros    de Hans Selye nos anos 30 do século XX que introduziu pela primeira vez o conceito    de Síndrome de Adaptação Genérico, como uma resposta do organismo a estímulos    nocivos não-específicos (Selye, 1936). Posteriormente, a descoberta dos receptores    dos Mineralocorticóides (MR) e dos Glucocorticóides (GR) (receptores para a    hormona do stress – cortisol) em áreas específicas do cérebro (Gerlach &amp;    McEwen, 1972; McEwen, Weiss, &amp; Schwartz, 1968) viria a revelar-se outro    avanço importante para a compreensão do impacto do stress no sistema nervoso    central. No entanto, e apesar da grande expansão da investigação nesta área,    o papel do stress como factor etiológico da psicopatologia, e em particular    de perturbações de ansiedade, é ainda um tópico de intensa investigação.</p>     <p>A resposta ao stress caracteriza-se pela activação do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal    (HPA), também conhecido como o eixo límbico-hipotálamo-pituitária-adrenal (LHPA)    devido à influência crítica do sistema límbico na sua actividade. Simplisticamente,    estímulos de natureza físiológica e/ou psicológica são capazes de elicitar neurónios    parvocelulares da região medial do núcleo paraventricular (mpPVN) do hipotálamo,    levando à produção do fator libertador de corticotropina (CRF) e arginina-vasopressina    (AVP). Embora o CRF seja a principal hormona secretada, ambos actuam em sinergia    para estimular a libertação da hormona adrenocorticotrópica (ACTH) na hipófise    anterior. Ao entrar na circulação sistémica, a ACTH liga-se aos seus receptores    localizados no córtex das glândulas supra-renais, levando à síntese e libertação    de corticosteróides (corticosterona nos roedores e cortisol nos humanos), que    por mecanismos de feedback negativo adequam a sua própria produção às necessidades    do agente stressor (Plotsky, Otto, &amp; Sapolsky, 1986). Esta resposta, que    promove a adaptação a situações de stress é decisiva para a sobrevivência, ao    facilitar a mobilização de substratos energéticos e mediadores químicos (tais    como catecolaminas), que levam à resposta de “luta ou fuga”. A regulação deste    sistema é crucial, uma vez que a falha na sua activação vulnerabiliza o organismo    para perda de homeostasia, enquanto que respostas excessivas e/ou prolongadas    aumentam a susceptibilidade à doença em geral, e à psicopatologia em particular    (Bessa et al., 2009; Dias-Ferreira et al., 2009; Ehlert, Gaab, &amp; Heinrichs,    2001).</p>     <p>É importante ressaltar que vários fatores intrínsecos (genéticos) e extrínsecos    (estocásticos) determinam a capacidade de responder adequadamente a situações    de stress, podendo esta resposta ser programada precocemente na vida. Vários    laboratórios têm focado a sua investigação nos mecanismos envolvido no controlo/programação    da resposta ao stress (sendo já amplamente consensual que o eixo HPA é altamente    susceptível à programação durante o período fetal e neonatal, com consequências    para a vida adulta – (ver Mesquita et al., 2009; Oliveira et al., 2006).</p>     <p>Muitas destas evidências vêm de estudos animais em que a manipulação do ambiente    perinatal é, do ponto de vista ético, mais fácil quando comparado com a investigação    em humanos. Estudos pioneiros de Seymour Levine demonstraram o impacto de diferentes    manipulações pós-natais no funcionamento do eixo HPA (Levine, Chevalier, &amp;    Korchin, 1956). De facto, crias de roedores removidas da mãe por breves períodos    de tempo (3 a 15 minutos), nas primeiras semanas de vida, apresentavam diminuição    da reatividade ao stress na vida adulta, (Levine, 1967; Meaney, Aitken, Viau,    Sharma, &amp; Sarrieau, 1989; Viau, Sharma, Plotsky, &amp; Meaney, 1993). Contrariamente,    separações maternas repetidas por períodos mais longos (3 a 6 horas diárias)    comprometem o desenvolvimento físico e motor a curto prazo (Mesquita et al.,    2007) e tornam os animais mais vulneráveis ao stress quando adultos (Liu, Caldji,    Sharma, Plotsky, &amp; Meaney, 2000; Plotsky &amp; Meaney, 1993).</p>     <p>Estes protocolos de perturbação da relação mãe/cria têm sido usados como modelos    que pretendem mimetizar o abandono e negligência, particularmente presentes    em crianças institucionalizadas. De facto, estudos com estas crianças mostram    alterações do perfil de produção diurna de cortisol, com perda do pico matinal,    quando comparadas com crianças não institucionalizadas (Dozier et al., 2006;    Tarullo &amp; Gunnar, 2006). Algo que foi também demonstrado em crias de macacos    <i>Rhesus </i>(Coplan et al., 2006; Sanchez et al., 2005). Recentemente, Fries    e colaboradores mostraram também que crianças previamente institucionalizadas    apresentavam, alguns anos mais tarde, maiores níveis de cortisol em resposta    a um stressor do que crianças que sempre viveram com os seus pais (Fries, Shirtcliff,    &amp; Pollak, 2008). Paralelamente, idêntico fenótipo foi observado em animais    adultos submetidos a stress físico, que haviam sofrido longas separações maternas    nas primeiras semanas de vida (Uchida et al., 2010). Quer nos modelos animais,    quer nos estudos em crianças, estas alterações neuroendócrinas têm sido apontadas    como os principais mediadores para o desenvolvimento, a longo prazo, de condições    neuropsiquiátricas (Cicchetti &amp; Manly, 2001; Heim, Newport, Mletzko, Miller,    &amp; Nemeroff, 2008). Efectivamente, a hiperatividade do eixo HPA tem sido    fortemente relacionada com estados depressivos e de ansiedade. A emergência    destas condições tem sido explicada por uma reprogramação da regulação do eixo    HPA, particularmente em regiões neuronais com elevada densidade de receptores    dos corticosteróides, induzida por eventos adversos, durante períodos críticos    do desenvolvimento (Ehlert et al., 2001). De facto, estudos realizados em modelos    animais mostraram já a existência de mecanismos de programação epigenética influenciados    pelo comportamento materno. Especificamente, Weaver e colaboradores (2004) mostraram    que défices no comportamento maternal (em roedores) levam ao aumento do padrão    de metilação dos receptores GR no hipocampo das crias, traduzindo-se na diminuição    da expressão destes receptores nesta região. A diminuição da densidade dos GR    tem como consequência a alteração dos mecanismos de feedback negativo do eixo    HPA, associados a estados de hipercortisolemia e a um perfil de maior ansiedade.    Semelhantes resultados foram descritos no hipocampo <i>post-mortem </i>de suicidas    vítimas de abuso infantil, evidenciando uma regulação epigenética da expressão    dos GR no hipocampo, semelhante à encontrada em roedores (McGowan et al., 2009).</p>     <p>Em resumo, a literatura tem mostrado, a partir de dados humanos e de modelos    animais, que a exposição a elevados níveis de glucocorticóides (cortisol ou    corticosterona, respectivamente) em janelas temporais específicas do desenvolvimento    pós-natal aumentam o risco para a psicopatologia na idade adulta associada a    alterações do funcionamento do eixo HPA. A evidência de que o stress é capaz    de reprogramar um fenótipo determinado geneticamente é agora aceite como um    dos possíveis mecanismos para a etiologia da ansiedade e depressão. Mais intrigante,    é a evidência de que algumas dessas alterações adquiridas epigeneticamente podem    ser transmitidas às novas gerações (Champagne, 2008). A compreensão destes mecanismos    é hoje um dos grandes desafios dos investigadores nesta área, podendo sustentar    avanços promissores para a psicoterapia.</p>     <p>NEUROGENÉTICA E COMPORTAMENTO ANIMAL: CONTRIBUIÇÕES PARA A COMPREENSÃO DOS    SISTEMAS SENSORIAIS</p>     <p>Até ao presente o cérebro continua a ser a melhor ligação funcional entre genes    e comportamento, e a neurogenética enquanto análise genética da estrutura e    função cerebrais, e sua relação com o comportamento. A maioria da investigação    em neurogenética foi conduzida utilizando mutações disponíveis, especialmente    na Drosophila e em roedores, com o propósito de analisar funções cerebrais específicas.</p>     <p>Dois tipos de comportamento, utilizando modelos animais, têm sido extensivamente    estudados na neurogenética: (1) ritmos circadianos, e (2) aprendizagem e memória.    Assim têm sido identificados,vários genes que afectam os relógios internos por    exemplo (e.g., os genes <i>Period </i>(per 1, 2, e 3), <i>Timeless </i>(tim),    <i>Clock </i>(clock)). A investigação neurogenética em mamíferos revelou que    estes genes afectam o “pacemaker” do cerebro: o núcleo supraquiasmático do hipotálamo    (Moore, 1999, 2007). Foram identificadas até 30 mutações na Drosophila, associadas    a disfunções de memória e que são usadas em estudos de neurogenética da aprendizagem    e memória (Berger et al., 2008; Dubnau &amp; Tully, 1998). Algumas dessas mutações    comprometem a memória imediata, ao passo que outras (e.g., dCREB2-b) afectam    a memória a longo-prazo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Com modelos animais em ratinhos, a investigação neurogenética usa mutações    de genes alvo para inactivar funcionamento de genes específicos relacionados    com a memória e aprendizagem. O knockout ou inactivação de genes específicos    é uma importante ferramenta que se refere ao processo através do qual um gene    é modificado de uma forma específica, quer seja para o inactivar completamente,    ou para modificar a sua função aumentando ou diminuindo a sua expressão. Por    exemplo a expressão aumentada do gene NMDA (NMDA receptor 2B) promove a aprendizagem    e memória de ratinhos em diferentes tarefas (Tang et al., 1999; Jiao et al.,    2008).</p>     <p>Outra metodologia importante em neurogenética é a psicofarmacogenética, que    estuda respostas comportamentais com uma base genética, a diferentes fármacos/drogas.    Um exemplo seria o uso de modelos knockout para genes que alteram a preferência    para o álcool (Crabble et al., 1996) e os efeitos da nicotina na dor (Marubio    et al., 1999). Outros comportamentos estudados através da utilização de modelos    animais knockout incluem a manipulação de genes associados ao comportamento    agressivo, à emoção e ao comportamento reprodutor (Flint, 2000; Nelson et al.,    1995; Ogawa et al., 1996).</p>     <p>Uma outra ferramenta importante na investigação neurogenética é a capacidade    de analisar a expressão de milhares de genes em simultâneo. Análises de <i>microarrays    </i>ou “chips” de ADN são usados para avaliar o grau em que um determinado gene    é expresso. Esta metodologia permite assim a medição do nível de expressão de    fragmentos de ADN ou genes de amostras de tecidos, em condições experimentais    específicas. Um estudo com ratos envelhecidos (Lee et al., 1999) comparou a    expressão de mais de 6000 genes em ratos controlo e ratos que foram expostos    a restrição calórica. A maioria dos genes cuja expressão estava aumentada foram    classificados como genes de resposta ao stress, e os que apresentaram uma expressão    diminuída como genes metabólicos.</p>     <p>A investigação transgénica é também considerada actualmente uma das metodologias    mais promissoras em neurogenética. Com DNA inserido a partir de uma espécie    diferente, com o propósito de exibir uma nova propriedade e transmitir essa    nova proprieade para a sua descendência, os organismos transgénicos estão a    ser amplamente usados na tentativa de aperfeiçoar as metodologias e ferramentas    neurogenéticas actualmente disponíveis</p>     <p>Na nossa investigação realizada na Universidade da California Irvine e na Universidade    do Minho, com a ajuda da tecnologia actual, nós criamos moscas transgénicas    que transportam o gene humano superóxido dismutase (SOD1), com o propósito de    estudar e medir os seu comportamentos sensório-motores. Usando a Drosophila    como um sistema modelo, os nossos resultados desafiam os pontos de vista actuais    da teoria dos radicais livres (dano oxidativo) sobre o envelhecimento. A teoria    actual sugere que o ciclo de vida de um único tipo de célula, o neurónio motor,    estabelece os limites do ciclo de vida de um organismo (i.e., morte por envelhecimento).    Evidência a favor desta teoria é a de que sobrexpressão selectiva do gene humano    SOD1 nos neurónios motores da Drosophila extende o ciclo de vida, equanto que    a expressão global do SOD1 não tem efeito na longevidade. O nosso trabalho mostra    que a sobrexpressão do SOD1 nos neurónios motores afecta de forma positiva comportamentos    complexos durante os primeiros estádios de vida, quando o dano oxidativo cumulativo    não teve ainda tempo para causar disfunção sistémica. A expressão do SOD1 confere    assim uma vantagem adaptativa durante os primeiros períodos de reprodução, para    além da extensão da longevidade dos neurónios motores, iniciando possivelmente    uma cascata de alterações nos processos de transdução de sinal através do sistema    neuroendócrino que regulam os padrões de expressão genética noutros tipos de    células que não os neurónios motores.</p>     <p>Os nossos resultados têm importantes implicações para a saúde humana. De facto,    a mutação do SOD1 humano desencadeia uma perturbação neurodegenerativa dos neurónios    motores que é fatal – a esclerose amiotrófica lateral familiar (ELAF ou doença    de Lou Gehrig’s). Ao mostrar que a sobrexpressão do SOD1 melhora a coordenação    sensório-motora em organismos jovens, os nossos resultados sugerem possíveis    estratégias terapêuticas para a ELAF em humanos.</p>     <p>Desafios futuros para a nossa investigação incluem: (1) determinar de que forma    os resultados actuais de uma melhoria da função sensório-motora na Drosophila    podem ser extendidos aos estudos clínicos e translacionais em ELAF com humanos;    (2) investigar se a Drosophila geneticamente afectada com disfunção motora (através    do uso de mutantes sem o gene Sod) podem ser recuperadas com SOD1 através de    um agente externo, quer seja usando transgenes ou produtos farmacêuticos (e.g.,    drogas alimentares), e (3) se intervenção antioxidante usando o SOD1 pode interagir    construtivamente com factores ambientais. Ou seja, se a exposição precoce a    stress oxidativo durante períodos desenvolvimentais pode levar à resistência    à disfunção neuromotora no adulto.</p>     <p>Desafios futuros para a investigação neurogenética incluem mais considerações    acerca de variação genética que ocorre naturalmente (entre e dentro das espécies),    ao invés das mutações artificialmente criadas; análise de como os genes funcionam    a todos os níveis, ou seja, neurónios sistema nervoso – comportamento (genómica    comportamental). Um desafio adicional para a investigação nesta area é a integração    de metodologias comportamentais e moleculares de modo a aperfeiçoar as tecnologias    existentes utilizadas nesta área. Um outro desafio ainda será o de compreender    a ligação entre os mecanismos genéticos e neuronais que estão subjacentes à    cognição humana normal. Colamatar esta lacuna será um dos principais objectivos    da neurogenética, pelo menos para as próximas décadas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>CONCLUSÃO</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Imaginemos por um momento um cenário de ficção em que um cientista resolve    introduzir um gene de uma proteína foto-sensível em células do cérebro de um    animal. Seguidamente o mesmo cientistas procura verificar o que acontece com    a estimulação por laser destas células. Surpreendentemente, o cientista conseguia    controlar os circuitosneuronais do animal e, deste modo, manipular o seu comportamento    a sua bel prazer. Este que parece ser um cenário de ficção com implicações inimagináveis    para a compreensão e manipulação do comportamento e funcionamento mental, é    já uma realidades em muitos laboratórios de neurociências graças à genialidade    do psiquiatra e neurocientista de Stanford, Karl Deisseroth. A optogenética    desenvolvida por Deisseroth ilustra de modo paradigmático os caminhos que se    abrem a uma psicologia que se procura situar no horizonte programático e metodológico    das neurociências cognitivas (ver Deisseroth, 2012).</p>     <p>Talvez seja ainda cedo para o afirmar com segurança, mas quem sabe se não será    neste terreno de transdisciplinar das neurociências cognitivas que a psicologia    consiga finalmente afirmar o seu projecto como <i>hub-science </i>(Cacioppo,    2007) dando por terminadas as inglórias de Sísifo, permitindo a este astuto    mortal o acesso ao Monte Olímpico e ao fogo de Zeus.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>AGRADECIMENTO</p>     <p>Este trabalho foi financiado, na sua componente FEDER pela Comissão Diretiva    do COMPETE, e na sua componente nacional pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia,    através dos seguintes projectos – PTDC/PSI-PCL/115316/2009, PTDC/PSI-PCL/116626/2010,    PTDC/PSI-PCL/116897/2010, PTDC/PSI-PCO/116612/2010, PTDC/MHN-PCN/3606/2012;    e pela Fundação BIAL -BIAL87/2012.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>REFERÊNCIAS</p>     <!-- ref --><p>Abarbanel, J. M., Lemberg, T., Yaroslavski, U., Grisaru, N., &amp; Belmaker,    R. H. (1996). Electrophysiological responses to transcranial magnetic stimulation    in depression and schizophrenia. <i>Biological Psychiatry, 40, </i>148.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0870-8231201400010000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Abell, F., Krams, M., Ashburner, J., Passingham, R., Friston, K., et al. (1999).    The neuroanatomy of autism: A voxel-based whole brain analysis of structural    scans. <i>Neuroreport, 10, </i>1647-1651.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0870-8231201400010000100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Adolphs, R. (1999). Social cognition and the human brain. <i>Trends in Cognitive    Sciences, 3, </i>469-479.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0870-8231201400010000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Adolphs, R. (2001). The neurobiology of social cognition. Current Opinion in    <i>Neurobiology, 11, </i>231-239.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0870-8231201400010000100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Adolphs, R. (2003). Cognitive neuroscience of human social behaviour. <i>Nature    Reviews in Neuroscience, 4, </i>165-178.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0870-8231201400010000100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alonso, P., Pujol, J., Cardoner, N., Benlloch, L., Deus, J., Menchón, J. M.,    Capdevila, A., &amp; Vallejo, J. (2001). Right prefrontal repetitive transcranial    magnetic stimulation in obsessive-compulsive disorder: A double-blind, placebo-controlled    study. <i>American Journal of Psychiatry, 158, </i>1143-1145.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0870-8231201400010000100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Amodio, D. M., &amp; Frith, C. D. (2006). Meeting of minds: The medial frontal    cortex and social cognition. <i>Nature Reviews in Neuroscience, 7, </i>268-277.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S0870-8231201400010000100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Anderson, S. W., Bechara, A., Damasio, H., Tranel, D., &amp; Damasio, A. R.    (1999). Impairment of social and moral behavior related to early damage in human    prefrontal cortex. <i>Nature Neurosciences, 2, </i>1032-1037.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0870-8231201400010000100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Apperly, I. A., Samson, D., Chiavarino, C., &amp; Humphreys, G. W. (2004).    Frontal and temporo-parietal lobe contributions to theory of mind: Neuropsychological    evidence from a false-belief task with reduced language and executive demands.    <i>Journal of Cognitive Neuroscience, 16, </i>1773-1784.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0870-8231201400010000100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Barnea-Goraly N., Menon, V., Eckert, M., Tamm, L., Bammer, R., Karchemskiy,    A., et al. (2005). White matter development during childhood and adolescence:    A cross-sectional diffusion tensor imaging study. <i>Cerebral Cortex, 15, </i>1848-1854.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0870-8231201400010000100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Baron-Cohen, S., &amp; Belmonte, M.K. (2005). 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Social intelligence in the normal and autistic brain: An    fMRI study. <i>European Journal of Neuroscience, 11, </i>1891-1898.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0870-8231201400010000100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Berger, K. H. Kong, E. C., Dubnau, J., Tully, T., Moore, M. S., &amp; Heberlein,    U. (2008). Ethanol sensitivity and tolerance in long-term memory mutants of    Drosophila melanogaster. <i>Alcoholism-Clinical and Experimental Research, 32</i>,    895-908.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0870-8231201400010000100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Berntson, G. G., Cacioppo, J. T., &amp; Quigley, K. S. (1993). Respiratory    sinus arrhythmia: Autonomic origins, physiological mechanisms, and psychophysiological    implications. <i>Psychophysiology, 30, </i>183-196.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0870-8231201400010000100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bessa, J. M., Mesquita, A. R., Oliveira, M., Pêgo, J. M., Cerqueira, J. J.,    Palha, J. A., Almeida, O. F. X., et al. (2009). A transdimensional approach    to the behavioral aspects of depression. <i>Frontiers in Behavioral Neuroscience,    3(January), Article 1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0870-8231201400010000100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></p>     <!-- ref --><p>Blasi, A., Mercure, E., Lloyd-Fox, S., Thomson, A., Brammer, M., et al. (2011).    Early specialization for voice and emotion processing in the infant brain. <i>Current    Biology, 21, </i>1220-1224.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0870-8231201400010000100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cacioppo, J. T. (2007). Psychology is a Hub Science. <i>APS Observer, 20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0870-8231201400010000100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></p>     <!-- ref --><p>Capitão, L., Sampaio, A., Fernandez, M., Sousa, N., Pinheiro A., &amp; Gonçalves,    O. F. (2011). Williams syndrome hypersociability: A neuropsychological study    of the amygdala and prefrontal cortex hypotheses. <i>Research in Developmental    Disabilities, 32, </i>1169-1179.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0870-8231201400010000100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Capitão, L., Sampaio, A., Sampaio, C., Vasconcelos, C, Fernandez, M, Shenton,    M. E., &amp; Gonçalves, O. F. (2011). MRI amygdala volume in Williams Syndrome.    <i>Research in Developmental Disabilities, 32, </i>2767-2772.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S0870-8231201400010000100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Carvalho, S., Leite, J., &amp; Goncalves, O. F. (2011). Uso da neuromodulação    no transtorno obsessivo compulsivo. In F. Fregni, P. S. Boggio, &amp; A. Brunoni    (Eds.), <i>Neuromodulação terapêutica: Princípios e avanços da estimulação cerebral    não invasiva na neurologia, reabilitação, psiquiatria e neuropsicologia </i>(pp.    282-302). São Paulo: Sarvier.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0870-8231201400010000100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Castelli, F., Frith, C., Happé, F., &amp; Frith, U. (2002). Autism, Asperger    syndrome and brain mechanisms for the attribution of mental states to animated    shapes. <i>Brain, 125, </i>1839-1849.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0870-8231201400010000100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Chamberlain, S., Blackwell, A., Fineberg, N., Robbins, T., &amp; Sahakian,    B. (2005). The neuropsychology of obsessive compulsive disorder: The importance    of failures in cognitive and behavioural inhibition as candidate endophenotypic    markers. <i>Neuroscience and Biobehavioral Reviews, 29, </i>399-420.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0870-8231201400010000100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Champagne, F. (2008). Epigenetic mechanisms and the transgenerational effects    of maternal care. <i>Frontiers in Neuroendocrinology, 29, </i>386-397.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0870-8231201400010000100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cicchetti, D., &amp; Manly, J. T. (2001). Operationalizing child maltreatment:    Developmental processes and outcomes. <i>Developmental Psychopathology, 13,    </i>755-757.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0870-8231201400010000100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cohen, W. M, Harter, D. H., &amp; Kandell, E. (2000). The emergence of modern    neuroscience: Some implications for neurology and psychiatry. <i>Annual Review    of Neurosciences, 23, </i>343-391.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0870-8231201400010000100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Coplan, J. D., Smith, E. L., Altemus, M., Mathew, S. J., Perera, T., Kral,    J. G., Gorman, J. M., et al. (2006). Maternal-infant response to variable foraging    demand in nonhuman primates: effects of timing of stressor on cerebrospinal    fluid corticotropin-releasing factor and circulating glucocorticoid concentrations.    <i>Annals of the New York Academy of Sciences, 1071</i>, 525-533.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0870-8231201400010000100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Crabbe, J. C., Phillips, T.J., Feller, D. J., Hen, R., Wenger, C. D., Lessoy,    C. N., &amp; Schafer, G. L. (1996). Elevated alcohol consumption in null mutant    mice lacking 5-HT1B serotonin receptors. <i>Nature Genetics, 14, </i>98-101.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0870-8231201400010000100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Critchley, H. D., Daly, E. M., Bullmore, E. T., Williams. S. C. R., Van Amelsvoort,    T., et al. (2000). The functional neuroanatomy of social behaviour. <i>Brain,    123, </i>2203-2212.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0870-8231201400010000100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Decety J., &amp; Jackson (2004) The functional architecture of human empathy.    <i>Behavioral and Cognitive Neuroscience Reviews, 3, </i>71-100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0870-8231201400010000100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Decety, J. (2011) The neuroevolution of empathy. <i>Annals of the New York    Academy of Sciences, 1231</i>, 35-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0870-8231201400010000100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Deckersbach, T., Savage, C. R., Curran, T., Bohne, A., Wilhelm, S., Baer, L.,    &amp; Rauch, S. L. (2002). A study of parallel implicit and explicit information    processing in patients with obsessive-compulsive disorder. <i>American Journal    of Psychiatry, 159, </i>1780-1782.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0870-8231201400010000100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Deisseroth, K. (2012). Optogenetics and psychiatry: Applications, challenges,    and opportunities. <i>Biological Psychiatry, 71, </i>1030-1032.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0870-8231201400010000100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Di Mascio, A., Boyd, R. W., Greenblatt, M., &amp; Solomon, H. C. (1955). The    psychiatric interview: A sociophysiologic study. <i>Diseases of the Nervous    System, 16, </i>4-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0870-8231201400010000100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dias-Ferreira, E., Sousa, J. C., Melo, I., Morgado, P., Mesquita, A. R., Cerqueira,    J. J., Costa, R. M., et al. (2009). Chronic stress causes frontostriatal reorganization    and affects decision-making. <i>Science, 325, </i>621-625.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S0870-8231201400010000100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dozier, M., Manni, M., Gordon, M. K., Peloso, E., Gunnar, M. R., Stovall-McClough,    K. C., Eldreth, D., et al. (2006). Foster children’s diurnal production of cortisol:    an exploratory study. <i>Child Maltreatment, 11, </i>189-197.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0870-8231201400010000100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dubnau, J., &amp; Tully, T. (1998). Gene discovery in Drosophila: New insights    for learning and memory. <i>Annual Review of Neuroscience, 21, </i>407-444.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S0870-8231201400010000100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ehlert, U., Gaab, J., &amp; Heinrichs, M. (2001). Psychoneuroendocrinological    contributions to the etiology of depression, posttraumatic stress disorder,    and stress-related bodily disorders: The role of the hypothalamus-pituitary-adrenal    axis. <i>Biological Psychology, 57, </i>141-152.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S0870-8231201400010000100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fechner, G. (1966). <i>Elements of psychophysics</i>. NY: Holt, Rinehart and    Winston (publicado originalmente em 1860).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S0870-8231201400010000100038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Flint, J. (2000). Genetic influences on emotionality. In D. W. Pfaff, W. H.    Berretini, T. H. Joh, &amp; S. C. Mason (Eds.), <i>Genetic influences on neural    and behavioral function </i>(pp. 431-467). Boca Raton, FL:CRC Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S0870-8231201400010000100039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Forbes, C. E., &amp; Grafman, J. (2010). The role of the human prefrontal cortex    in social cognition and moral judgment. <i>Annual Review of Neuroscience, 33,    </i>299-324.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S0870-8231201400010000100040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fries, A. B., Shirtcliff, E. A., &amp; Pollak, S. D. (2008). Neuroendocrine    dysregulation following early social deprivation in children. <i>Developmental    Psychobiology, 50, </i>588-599.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S0870-8231201400010000100041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gallese, V., Keysers, C., &amp; Rizzolatti, G. (2004). A unifying view of the    basis of social cognition. <i>Trends in Cognitive Sciences, 8, </i>396-403.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S0870-8231201400010000100042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Garnsey, S. A. (1993). Event-related brain potentials in the study of language:    An introduction. <i>Language and Cognitive Processes, 8</i>, 337-356.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S0870-8231201400010000100043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gerlach, J. L., &amp; McEwen, B. S. (1972). Rat brain binds adrenal steroid    hormone: Radioautography of hippocampus with corticosterone. <i>Science, 175,    </i>1133-1136.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S0870-8231201400010000100044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gervais, H., Belin, P., Boddaert, N., Leboyer, M., Coez, A., et al. (2004).    Abnormal cortical voice processing in autism. <i>Nature Neuroscience, 7</i>,    801-802.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S0870-8231201400010000100045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Giedd, J.N., Blumenthal, J., Jeffries, N.O., Castellanos, F.X., Liu, H., et    al. (1999). Brain development during childhood and adolescence: A longitudinal    MRI study. <i>Nature Neuroscience, 2, </i>861-863.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S0870-8231201400010000100046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gonçalves, O. F., Marques, T. R., Lori, N. F., Sampaio, A., &amp; Branco, M.    C. (2010). Obsessive-compulsive disorder as a visual processing impairment.    <i>Medical Hypotheses, 74, </i>107-109.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000182&pid=S0870-8231201400010000100047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gonçalves, O. F., Carvalho, S., Leite, J., Pocinho, F., Relvas, J., &amp; Fregni,    F. (2011). Obsessive compulsive disorder as a functional interhemispheric imbalance    at the thalamic level. <i>Medical Hypotheses, 77, </i>445-447.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S0870-8231201400010000100048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gonçalves, O. F., Pinheiro, A. P., Sampaio, A., Sousa, N., Férnandez, M., &amp;    Henriques, M. (2010). The narrative profile in Williams Syndrome: There is more    to storytelling than just telling a story. <i>The British Journal of Development    Disabilities, 56</i>, 89-109.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S0870-8231201400010000100049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Grossmann, T., &amp; Johnson, M. H. (2007). The development of the social brain    in human infancy. <i>The European Journal of Neuroscience, 25, </i>909-919.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S0870-8231201400010000100050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Haas, B. W., Mills, D., Yam, A., Hoeft, F., Bellugi, U., &amp; Reiss, A. (2009).    Genetic influences on sociability: Heightened amygdala reactivity and event-related    responses to positive social stimuli in Williams syndrome. <i>The Journal of    Neuroscience, 29, </i>1132-1139.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S0870-8231201400010000100051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hadjikhani, N., Joseph, R.M., Snyder, J., &amp; Tager-Flusberg, H. (2006).    Anatomical differences in the mirror neuron system and social cognition network    in autism. <i>Cerebral Cortex, 16, </i>1276-1282.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S0870-8231201400010000100052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hayes, A. E., Davidson, M. C., Keele, S. W., &amp; Rafal, R. D. (1998). Toward    a functional analysis of the basal ganglia. <i>Journal of Cognitive Neuroscience,    10, </i>178-198.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S0870-8231201400010000100053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hebb, D. O. (1949). <i>The organization of behavior</i>. NY: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S0870-8231201400010000100054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Heim, C., Newport, D. J., Mletzko, T., Miller, A. H., &amp; Nemeroff, C. B.    (2008). The link between childhood trauma and depression: Insights from HPA    axis studies in humans. <i>Psychoneuroendocrinology, 33, </i>693-710.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000198&pid=S0870-8231201400010000100055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hickok, G., &amp; Poeppel, D. (2007). The cortical organization of speech processing.    <i>Nature Reviews Neuroscience, 8</i>, 393-402.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000200&pid=S0870-8231201400010000100056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hoehl, S., &amp; Striano, T. (2008). Neural processing of eye gaze and threat-related    emotional facial expressions in infancy. <i>Child Development, 79, </i>1752-1760.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000202&pid=S0870-8231201400010000100057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hosier, D. M., &amp; Wald, E. R. (1989). High prevalence of obsessive-compulsive    symptoms in patients with Sydenham’s chorea. <i>American Journal of Psychiatry,    146, </i>246-249.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000204&pid=S0870-8231201400010000100058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jernigan, T. L., Baare´, W. F. C., Stiles, J., &amp; Madsen, K. S. (2011).    Postnatal brain development: Structural imaging of dynamic neurodevelopmental    processes In O. Braddick, J. Atkinson, &amp; G. Innocenti (Eds.), <i>Progress    in brain research </i>(pp. 77-92). Burlington: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000206&pid=S0870-8231201400010000100059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jiao, J. W., Nakajima, A., Janssen, W. G., Bindokas, V. P., Xiong, X., et al.    (2008). Expression of NR2B in cerebellar granule cells specifically facilitates    effect of motor training on motor learning. <i>PLoS One, 3, </i>Article e1684.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000208&pid=S0870-8231201400010000100060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Johansen-Berg, H., &amp; Behrens, T. E. (2006). Just pretty pictures? What    diffusion tractography can add in clinical neuroscience. <i>Current Opinion    in Neurology, 19, </i>379-385.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000210&pid=S0870-8231201400010000100061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Johnson, M. H., &amp; Munakata, Y. (2005). Processes of change in brain and    cognitive development. <i>Trends in Cognitive Sciences, 9, </i>152-158.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000212&pid=S0870-8231201400010000100062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kobayashi, M., &amp; Pascual-Leone, A. (2003). Transcranial magnetic stimulation    in neurology. <i>Lancet Neurology, 2, </i>145-156.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000214&pid=S0870-8231201400010000100063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kutas, M., &amp; Federmeier, K. D. (2011). Thirty years and counting: Finding    meaning in the N400 component of the event-related brain potential (ERP). <i>Annual    Review of Psychology, 62</i>, 621-647.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000216&pid=S0870-8231201400010000100064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lamm, C., Batson, C. D., &amp; Decety, J. (2007). The neural substrate of human    empathy: Effects of perspective-taking and cognitive appraisal. <i>Journal of    Cognitive Neuroscience, 19, </i>42-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000218&pid=S0870-8231201400010000100065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lawrence, A., Sahakian, B., Rogers, R., Hodges, J., &amp; Robbins, T. (1999).    Discrimination, reversal, and shift learning in Huntington’s disease: Mechanisms    of impaired response selection. <i>Neuropsychologia, 37, </i>1359-1374.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000220&pid=S0870-8231201400010000100066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lawrence, N. S., Wooderson, S., Mataix-Cols, D., David, R., Speckens, A., &amp;    Phillips, M. L. (2006). Decision making and set shifting impairments are associated    with distinct symptom dimensions in obsessive-compulsive disorder. <i>Neuropsychology,    20, </i>409.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000222&pid=S0870-8231201400010000100067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lee, C. K., Klopp, R. G., Weindruch, R., &amp; Prolla, T. A. (1999). Gene expression    profile of aging and its retardation by caloric restriction. <i>Science, 285,    </i>1390-1393.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000224&pid=S0870-8231201400010000100068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Leite, J., Carvalho, S., Fregni, F., &amp; Gonçalves, O. F. (2011). Task-specific    effects of tDCS-induced cortical excitability changes on cognitive and motor    sequence set shifting performance. <i>PloS one, 6, </i>e24140.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000226&pid=S0870-8231201400010000100069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lenroot, R. K., &amp; Giedd, J. N. (2006). Brain development in children and    adolescents: insights from anatomical magnetic resonance imaging. <i>Neuroscience    &amp; Biobehavioral Reviews, 30, </i>718-729.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000228&pid=S0870-8231201400010000100070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Levenson, R. W., &amp; Ruef, A. M. (1992). Empathy: A physiological substrate.    <i>Journal of Personality and Social Psychology, 63, </i>234-246.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000230&pid=S0870-8231201400010000100071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Levine, S. (1967). Maternal and environmental influences on the adrenocortical    response to stress in weanling rats. <i>Science, 156, </i>258-260.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000232&pid=S0870-8231201400010000100072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Levine, S., Chevalier, J. A., &amp; Korchin, S. J. (1956). The effects of early    shock and handling on later avoidance learning. <i>Journal of Personality, 24,    </i>475-493.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000234&pid=S0870-8231201400010000100073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Liu, D., Caldji, C., Sharma, S., Plotsky, P. M., &amp; Meaney, M. J. (2000).    Influence of neonatal rearing conditions on stress-induced adrenocorticotropin    responses and norepinepherine release in the hypothalamic paraventricular nucleus.    <i>Journal of Neuroendocrinology, 12, </i>5-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000236&pid=S0870-8231201400010000100074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mantovani, A., Simpson, H., Fallon, B., Rossi, S., &amp; Lisanby, S. (2008).    Randomized sham controlled trial of low frequency repetitive Transcranial Magnetic    Stimulation (rTMS) to the Supplementary Motor Area (SMA) for treatment resistant    Obsessive-Compulsive Disorder (OCD<i>). BRAIN STIMULATION: Basic, Translational,    and Clinical Research in Neuromodulation, 1, </i>285.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000238&pid=S0870-8231201400010000100075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mantovani, A., Lisanby, S. H., Pieraccini, F., Ulivelli, M., Castrogiovanni,    P., &amp; Rossi, S. (2006). Repetitive Transcranial Magnetic Stimulation (rTMS)    in the treatment of Obsessive-Compulsive Disorder (OCD) and Tourette’s Syndrome    (TS). <i>The International Journal of Neuropsychopharmacology, 9, </i>95-100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000240&pid=S0870-8231201400010000100076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Marci, C. D., Ham, J., Moran, E., &amp; Orr, S. P. (2007). Physiologic correlates    of perceived therapist empathy and social-emotional process during psychotherapy.    <i>Journal of Nervous and Mental Disease, 195, </i>103-111.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000242&pid=S0870-8231201400010000100077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Marubio, L. M., Arroyo-Jimenez, M. M., Cordero-Erausquin, M., Léna, C., Le    Novère, N., et al. (1999). Reduced antinociception in mice lacking neuronal    nicotinic receptor subunits. <i>Nature, 398, </i>805-810.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000244&pid=S0870-8231201400010000100078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>McEwen, B. S., Weiss, J. M., &amp; Schwartz, L. S. (1968). Selective retention    of corticosterone by limbic structures in rat brain. <i>Nature, 220, </i>911-912.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000246&pid=S0870-8231201400010000100079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>McGowan, P. O., Sasaki, A., D’Alessio, A. C., Dymov, S., Labonte, B., Szyf,    M., Turecki, G., et al. (2009). Epigenetic regulation of the glucocorticoid    receptor in human brain associates with childhood abuse. <i>Nature Neurosciences,    12, </i>342-348.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000248&pid=S0870-8231201400010000100080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Meaney, M. J., Aitken, D. H., Viau, V., Sharma, S., &amp; Sarrieau, A. (1989).    Neonatal handling alters adrenocortical negative feedback sensitivity and hippocampal    type II glucocorticoid receptor binding in the rat. <i>Neuroendocrinology, 50,    </i>597-604.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000250&pid=S0870-8231201400010000100081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Menzies, L., Chamberlain, S. R., Laird, A. R., Thelen, S. M., Sahakian, B.    J., &amp; Bullmore, E. T. (2008). Integrating evidence from neuroimaging and    neuropsychological studies of obsessive-compulsive disorder: The orbitofronto-striatal    model revisited. <i>Neuroscience &amp; Biobehavioral Reviews, 32, </i>525-549.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000252&pid=S0870-8231201400010000100082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mesquita, A. R., Pêgo, J. M., Summavielle, T., Maciel, P., Almeida, O. F. X.,    &amp; Sousa, N. (2007). Neuro-development milestone abnormalities in rats exposed    to stress in early life. <i>Neuroscience, 147, </i>1022-1033.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000254&pid=S0870-8231201400010000100083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mesquita, A. R., Wegerich, Y., Patchev, A. V., Oliveira, M., Leão, P., Sousa,    N., &amp; Almeida, O. F. X. (2009). Glucocorticoids and neuro-and behavioural    development. <i>Seminars in Fetal &amp; Neonatal Medicine, 14, </i>130-135.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000256&pid=S0870-8231201400010000100084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Meyer-Lindenberg A., Hariri, A. R, Munoz, K. E, Mervis, C. B., Mattay, V. S.,    et al. (2005). Neural correlates of genetically abnormal social cognition in    Williams syndrome. <i>Nature Neuroscience, 8, </i>991-993.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000258&pid=S0870-8231201400010000100085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Miller, G. (2003). The cognitive revolution: A historical perspective. <i>Trends    in Cognitive Sciences, 7, </i>141-144.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000260&pid=S0870-8231201400010000100086&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Mitchell, J. P. (2008). Contributions of functional neuroimaging to the study    of social cognition. <i>Current Directions in Psychological Science, </i>17,    142-146.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000262&pid=S0870-8231201400010000100087&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mobbs, D., Eckert, M. A., Mills, D., Korenberg, J., Bellugi, U., et al. (2007).    Frontostriatal dysfunction during response inhibition in Williams syndrome.    <i>Biological Psychiatry, 62, </i>256-261.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000264&pid=S0870-8231201400010000100088&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moll, J., Oliveira-Souza, R., Eslinger, P. J., Bramati, I. E., Mourao-Miranda,    J., Andreiuolo, P. A., &amp; Pessoa, L. (2002) The neural correlates of moral    sensitivity: A functional magnetic resonance imaging investigation of basic    and moral emotions. <i>Journal of Neuroscience, 22, </i>2730-2736.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000266&pid=S0870-8231201400010000100089&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moore, R. Y. (1999). A clock for the ages. <i>Science, 284, </i>2102-2103.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000268&pid=S0870-8231201400010000100090&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moore, R. Y. (2007). Suprachiasmatic nucleus in sleep-wake regulation. <i>Sleep    Medicine, 8, </i>S27-S33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000270&pid=S0870-8231201400010000100091&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Nauczyciel, C., &amp; Drapier, D. (2012). Repetitive transcranial magnetic    stimulation in the treatment of obsessive-compulsive disorder. <i>Revue Neurologique,    168, </i>655-661.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000272&pid=S0870-8231201400010000100092&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nelson, C. A., &amp; De Haan, M. (1996). Neural correlates of infants’ visual    responsiveness to facial expressions of emotion. <i>Developmental Psychobiology,    29, </i>577-595.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000274&pid=S0870-8231201400010000100093&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nelson, R. J., Demas, G. E., Huang, P. L., Fishman, M. C., Dawson, V. L., Dawson,    T. M., &amp; Snyder, S. H (1995). Behavioural abnormalities in male mice lacking    neuronal nitric oxide synthase. <i>Nature, 378, </i>383-386.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000276&pid=S0870-8231201400010000100094&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nestor, P. G., Kimble, M. O., O’Donnell, B. F., Smith, L., Niznikiewicz, M.,    Shenton, M. E., et al. (1997). Aberrant semantic activation in schizophrenia:    A neurophysiological study. <i>American Journal of Psychiatry, 154</i>, 640-646.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000278&pid=S0870-8231201400010000100095&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nitsche, M. A., Cohen, L. G., Wassermann, E. M., Priori, A., Lang, N., Antal,    A., &amp; Fregni, F. (2008). Transcranial direct current stimulation: State    of the art 2008. <i>Brain Stimulation, 1, </i>206-223.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000280&pid=S0870-8231201400010000100096&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Niznikiewicz, M. (2008). Future directions for examining semantic memory in    schizophrenia spectrum disorders. <i>Clinical EEG &amp; Neuroscience</i>, 39,    95-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000282&pid=S0870-8231201400010000100097&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Niznikiewicz, M., Mittal, M. S., Nestor, P. G., &amp; McCarley, R. W. (2010).    Abnormal inhibitory processes in semantic networks in schizophrenia. <i>International    Journal of Psychophysiology, 75</i>, 133-140.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000284&pid=S0870-8231201400010000100098&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Niznikiewicz, M. A., O’Donnell, B. F., Nestor, P. G., Smith, L., Law, S., Karapelou,    M., et al. (1997). ERP assessment of visual and auditory language processing    in schizophrenia. <i>Journal of Abnormal Psychology, 106</i>, 85-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000286&pid=S0870-8231201400010000100099&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ogawa, S., &amp; Pfaff, D. W. (1996). Application of antisense DNA method for    the study of molecular bases of brain function and behavior. <i>Behavior Genetics,    26, </i>270-292.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000288&pid=S0870-8231201400010000100100&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Oliveira, M., Bessa, J. M., Mesquita, A. R., Tavares, H., Carvalho, A., Silva,    R., Pêgo, J. M., Cerqueira, J. J., Palha, J. A., Almeida, O. F., &amp; Sousa,    N. (2006). Induction of a hyperanxious state by antenatal dexamethasone: A case    for less detrimental natural corticosteroids. <i>Biological Psychiatry, 59,    </i>844-852.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000290&pid=S0870-8231201400010000100101&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Oliveira-Silva, C. P., &amp; Gonçalves, O. F. (2011). Responding empathically:    A question of heart, not a question of skin. <i>Applied Psychophysiology and    Biofeedback, 36, </i>201-207.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000292&pid=S0870-8231201400010000100102&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Osterhout, L., &amp; Holcomb, P. (1995). Event-related brain potentials and    language comprehension. In M. Rugg &amp; M. Coles (Eds.), <i>Electrophysiological    studies of human cognitive function</i>. Oxford: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000294&pid=S0870-8231201400010000100103&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Owen, A. M., Roberts, A. C., Hodges, J. R., &amp; Robbins, T. W. (1993). Contrasting    mechanisms of impaired attentional set-shifting in patients with frontal lobe    damage or Parkinson’s disease. <i>Brain, 116, </i>1159-1175.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000296&pid=S0870-8231201400010000100104&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pascual-Leone, A., Rubio, B., Pallardó, F., &amp; Catalá, M. D. (1996). Rapid-rate    transcranial magnetic stimulation of left dorsolateral prefrontal cortex in    drug-resistant depression. <i>Lancet, 348, </i>233.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000298&pid=S0870-8231201400010000100105&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Paus, T. (2005). Mapping brain maturation and cognitive development during    adolescence. <i>Trends in Cognitive Sciences, 9, </i>60-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000300&pid=S0870-8231201400010000100106&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Paus, T., Zijdenbos, A., Worsley, K., Collins, D. L., Blumenthal, J., et al.    (1999). Structural maturation of neural pathways in children and adolescents:    In vivo study. <i>Science, 283, </i>1908-1911.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000302&pid=S0870-8231201400010000100107&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pfefferbaum, A., Roth, W. T., &amp; Ford, J. M. (1995). Event-related potentials    in the study of psychiatric disorders. <i>Archives of General Psychiatry</i>,    52, 559-563.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000304&pid=S0870-8231201400010000100108&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pinheiro, A. P., Galdo-Alvarez, S., Sampaio, A., Niznikiewicz, M., &amp; Goncalves,    O. F. (2010). Electrophysiological correlates of semantic processing in Williams    syndrome. <i>Research in Developmental Disabilities, 31, </i>1412-1425.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000306&pid=S0870-8231201400010000100109&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pinheiro, A. P., McCarley, R. W., Thompson, E., Goncalves, O. F., &amp; Niznikiewicz,    M. (2012). From semantics to feelings: how do individuals with schizophrenia    rate the emotional valence of words? <i>Schizophrenia Research and Treatment,    2012, </i>431-823.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000308&pid=S0870-8231201400010000100110&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pinheiro, A. P., Del Re, E., Nestor, P. G., McCarley, R. W., Goncalves, O.    F., &amp; Niznikiewicz, M. (2013). Interactions between mood and the structure    of semantic memory: Event-related potentials evidence. <i>Social, Cognitive    and Affective Neuroscience, 8</i>(5), 579-594.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000310&pid=S0870-8231201400010000100111&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pinheiro, A. P., Galdo-Alvarez, S., Rauber, A., Sampaio, A., Niznikiewicz,    M., &amp; Goncalves, O. F. (2011). Abnormal processing of emotional prosody    in Williams syndrome: An event-related potentials study. <i>Research in Developmental    Disabilities</i>, 32, 133-147.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000312&pid=S0870-8231201400010000100112&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Pinheiro, A. P., Del Re, E., Mezin, J., Nestor, P. G., Rauber, A., McCarley,    R. W., et al. (2013). Sensory-based and higher-order operations contribute to    abnormal emotional prosody processing in schizophrenia: An electrophysiological    investigation. <i>Psychological Medicine, 43</i>(3), 603-618.</p>     <!-- ref --><p>Plotsky, P. M., &amp; Meaney, M. J. (1993). Early, postnatal experience alters    hypothalamic corticotropin-releasing factor (CRF) mRNA, median eminence CRF    content and stress-induced release in adult rats. <i>Molecular Brain Research,    18, </i>195-200.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000315&pid=S0870-8231201400010000100114&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Plotsky, P. M., Otto, S., &amp; Sapolsky, R. M. (1986). Inhibition of immunoreactive    corticotropin-releasing factor secretion into the hypophysial-portal circulation    by delayed glucocorticoid feedback. <i>Endocrinology, 119, </i>1126-1130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000317&pid=S0870-8231201400010000100115&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pujol, J., Soriano-Mas, C., Alonso, P., Cardoner, N., Menchón, J. M., Deus,    J., &amp; Vallejo, J. (2004). Mapping structural brain alterations in obsessive-compulsive    disorder. <i>Archives of General Psychiatry, 61</i>, 720.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000319&pid=S0870-8231201400010000100116&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rauch, S. L., Jenike, M. A., Alpert, N. M., Baer, L., Breiter, H. C. R., Savage,    C. R., &amp; Fischman, A. J. (1994). Regional Cerebral Blood Flow Measured During    Symptom Provocation in Obsessive-Compulsive Disorder Using Oxygen 15-Labeled    Carbon Dioxide and Positron Emission Tomography. <i>Archives of General Psychiatry,    51, </i>62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000321&pid=S0870-8231201400010000100117&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Redcay, E., Dodell-Feder, D., Pearrow, M. J., Mavros, P. L., Kleiner, M., et    al. (2010). Live face-to-face interaction during fMRI: A new tool for social    cognitive neuroscience. <i>NeuroImage, 50, </i>1639-1647.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000323&pid=S0870-8231201400010000100118&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Reiss, A. L., Abrams, M. T., Singer, H. S., Ross, J. L., &amp; Denckla, M.    B. (1996). Brain development, gender and IQ in children. A volumetric imaging    study. <i>Brain 119</i>, 1763-1774.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000325&pid=S0870-8231201400010000100119&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Riby, D. M., &amp; Hancock, P. J. (2008). Viewing it differently: Social scene    perception in Williams syndrome and autism. <i>Neuropsychologia, 46, </i>2855-2860.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000327&pid=S0870-8231201400010000100120&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rodriguez-Martin, J., Barbanoj, J., Perez, V., &amp; Sacristan, M. (2003).    Transcranial magnetic stimulation for the treatment of obsessive-compulsive    disorder. <i>Cochrane Database of Systematic Reviews, 2, </i>Art. No.: CD003387.    doi: 10.1002/14651858.CD003387&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000329&pid=S0870-8231201400010000100121&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rossi, S., &amp; Rossini, P. M. (2004). TMS in cognitive plasticity and the    potential for rehabilitation. <i>Trends in Cognitive Sciences, 8, </i>273-279.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000330&pid=S0870-8231201400010000100122&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rossi, S., Hallett, M., Rossini, P. M., &amp; Pascual-Leone, A. (2009). Safety,    ethical considerations, and application guidelines for the use of transcranial    magnetic stimulation in clinical practice and research. <i>Clinical Neurophysiology,    120, </i>2008-2039.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000332&pid=S0870-8231201400010000100123&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rossi, S., Bartalini, S., Ulivelli, M., Mantovani, A., Di Muro, A., Goracci,    A., et al. (2005). Hypofunctioning of sensory gating mechanisms in patients    with obsessive-compulsive disorder. <i>Biological Psychiatry, 57, </i>16-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000334&pid=S0870-8231201400010000100124&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sachdev, P. S., Loo, C. K., Mitchell, P. B., McFarquhar, T. F., &amp; Malhi,    G. S. (2007). Repetitive transcranial magnetic stimulation for the treatment    of obsessive compulsive disorder: a double-blind controlled investigation. <i>Psychological    Medicine, 37, </i>1645-1650.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000336&pid=S0870-8231201400010000100125&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sacks, O. (1973). <i>Awakenings. </i>London: Duckworth.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000338&pid=S0870-8231201400010000100126&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sampaio, A., Sousa, N., Férnandez, M., Vasconcelos, C., Shenton, M. E., &amp;    Gonçalves O. F. (2008). MRI assessment of superior temporal gyrus in Williams    syndrome. <i>Cognitive and Behavioral Neurology, 21, </i>150.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000340&pid=S0870-8231201400010000100127&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sanchez, M. M., Noble, P. M., Lyon, C. K., Plotsky, P. M., Davis, M., Nemeroff,    C. B., &amp; Winslow, J. T. (2005). Alterations in diurnal cortisol rhythm and    acoustic startle response in nonhuman primates with adverse rearing. <i>Biological    Psychiatry, 57, </i>373-381.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000342&pid=S0870-8231201400010000100128&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Saxe, R., &amp; Wexler, A. (2005). Making sense of another mind: The role of    the right temporo-parietal junction. <i>Neuropsychologia</i>, 43, 1391-1399.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000344&pid=S0870-8231201400010000100129&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Saxena, S., Gorbis, E., O’Neill, J., Baker, S., Mandelkern, M., Maidment, K.,    et al., (2008). Rapid effects of brief intensive cognitive-behavioral therapy    on brain glucose metabolism in obsessive-compulsive disorder. <i>Molecular Psychiatry,    14, </i>197-205.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000346&pid=S0870-8231201400010000100130&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schirmer, A., &amp; Kotz, S. A. (2006). Beyond the right hemisphere: Brain    mechanisms mediating vocal emotional processing. <i>Trends in Cognitive Sciences,    10, </i>24-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000348&pid=S0870-8231201400010000100131&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Selye, H. (1936). A syndrome produced by diverse nocuous agents. <i>Nature,    138, </i>32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000350&pid=S0870-8231201400010000100132&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Slotema, C., Blom, J., Hoek, H., &amp; Sommer, I. (2010). Should we expand    the toolbox of psychiatric treatment methods to include repetitive transcranial    magnetic stimulation? A metaanalysis of the efficacy of rTMS for psychiatric    disorders. <i>Journal of Clinical Psychiatry, 71, </i>873-884.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000352&pid=S0870-8231201400010000100133&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Stieglitz, Ham H., Bartolo, A., Corley, M., Rajendran, G., Szabo, A., &amp;    Swanson, S. (2011). Exploring the relationship between gestural recognition    and imitation: evidence of dyspraxia in autism spectrum disorders. <i>Journal    of Autism and Developmental Disorders, 41, </i>1-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000354&pid=S0870-8231201400010000100134&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tager-Flusberg, H., Skwerer, D. P., &amp; Joseph, R. M. (2006). Model syndromes    for investigating social cognitive and affective neuroscience: A comparison    of Autism and Williams syndrome. <i>Social Cognitive &amp; Affective Neurosciences,    1, </i>175-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000356&pid=S0870-8231201400010000100135&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tang, Y. P., Shimizu, E., Dube, G.R., Rampon, C., Kerchner, G. A., Zhuo, M.,    Liu, G., &amp; Tsien, J. Z. (1999). Genetic enhancement of learning and memory    in mice. <i>Nature, 401, </i>63-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000358&pid=S0870-8231201400010000100136&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tarullo, A. R., &amp; Gunnar, M. R. (2006). Child maltreatment and the developing    HPA axis. <i>Hormones and Behavior, 50, </i>632-639.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000360&pid=S0870-8231201400010000100137&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Uchida, S., Hara, K., Kobayashi, A., Funato, H., Hobara, T., Otsuki, K., Yamagata,    H., et al. (2010). Early life stress enhances behavioral vulnerability to stress    through the activation of REST4-mediated gene transcription in the medial prefrontal    cortex of rodents. <i>Journal of Neuroscience, 30, </i>15007-15018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000362&pid=S0870-8231201400010000100138&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Uddin, L. Q., Iacoboni, M., Lange, C., &amp; Keenan, J. P. (2007). The self    and social cognition: The role of cortical midline structures and mirror neurons.    <i>Trends in Cognitive Sciences, 11, </i>153-157.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000364&pid=S0870-8231201400010000100139&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Van Overwalle, F. (2009). Social cognition and the brain: A meta-analysis.    <i>Human Brain Mapping, 30, </i>829-858.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000366&pid=S0870-8231201400010000100140&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Viau, V., Sharma, S., Plotsky, P. M., &amp; Meaney, M. J. (1993). Increased    plasma ACTH responses to stress in nonhandled compared with handled rats require    basal levels of corticosterone and are associated with increased levels of ACTH    secretagogues in the median eminence. <i>Journal of Neuroscience, 13</i>, 1097-1105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000368&pid=S0870-8231201400010000100141&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>von Economo, C. (1931). <i>Encephalitis lethargica </i>(Translated by K.O.    Newman). Oxford: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000370&pid=S0870-8231201400010000100142&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Walsh, V., &amp; Cowey, A. (2000). Transcranial magnetic stimulation and cognitive    neuroscience. <i>Journal of Neuroscience, 19, </i>5792-5801.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000372&pid=S0870-8231201400010000100143&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Walter, H. (2012). Social Cognitive Neuroscience of Empathy: Concepts, Circuits,    and Genes. <i>Emotion Review, 4, </i>9-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000374&pid=S0870-8231201400010000100144&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Watkins, L. H., Sahakian, B. J., Robertson, M. M., Veale, D. M., Rogers, R.    D., Pickard, K. M., &amp; Robbins, T. W. (2005). Executive function in Tourette’s    syndrome and obsessive-compulsive disorder. <i>Psychological Medicine, 35, </i>571-582.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000376&pid=S0870-8231201400010000100145&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Watson, J. B. (1994). Psychology as the behaviorist views it. <i>Psychological    Review, 101, </i>248-253 (publicado originalmente em 1913).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000378&pid=S0870-8231201400010000100146&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Weaver, I. C., Cervoni, N., Champagne, F. A., D’Alessio, A. 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