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<article-id pub-id-type="doi">10.14417/ap.841</article-id>
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<institution><![CDATA[,ISPA - Instituto Universitário Unidade de I & D Psicologia Cognitiva do Desenvolvimento e da Educação ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article reviews a number of studies on children’s writing prior to formal education and on family literacy. The structural point of view of Ferreiro (1988) that preschool children’s writing evolves in a linear way from a first phase where writing does not take linguistic segments into account to a last phase of alphabetic writing, is contradicted by studies that show the heterogeneity of children’s paths towards the understanding of the alphabetic principle. Regarding family literacy, the article highlights the heterogeneity of family practices and of their frequency, heterogeneity that is linked to different conceptions of the role of parents in children’s literacy development. These studies show the importance of story reading for the development of children’s literacy skills. The article also presents a set of studies in which writing programmes were developed with preschool-age children to improve the quality of their writing. These programmes, applied individually or in groups, demonstrated that, at the post-test moment, children are able to use more correct letters in their writing and that they transfer these skills to word reading. In addition, these programmes lead to progress in phonological awareness, particularly in phonemic awareness.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Conceptualiza&ccedil;&otilde;es sobre linguagem escrita – Percursos de investiga&ccedil;&atilde;o</b>  </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Margarida Alves Martins*;  Lourdes Mata*;  Cristina Silva*</b></p>     <p>* Unidade de I&amp;D Psicologia Cognitiva do Desenvolvimento e da Educa&ccedil;&atilde;o,    ISPA – Instituto Universit&aacute;rio</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspond&ecirc;ncia</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Neste artigo &eacute; feita uma revis&atilde;o de um conjunto de estudos sobre a escrita infantil antes do ensino formal e sobre a literacia familiar. O ponto de vista estrutural de Ferreiro (1988) de que as crian&ccedil;as pr&eacute;-escolares evoluem linearmente de uma 1&ordf; fase em que as escritas n&atilde;o t&ecirc;m em conta aspectos lingu&iacute;sticos at&eacute; uma &uacute;ltima fase de escritas alfab&eacute;ticas, &eacute; contrariado por estudos que demonstram a heterogeneidade dos percursos infantis at&eacute; &agrave; compreens&atilde;o do princ&iacute;pio alfab&eacute;tico. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; literacia familiar, &eacute; real&ccedil;ada a heterogeneidade das pr&aacute;ticas familiares e da sua frequ&ecirc;ncia, a qual estar&aacute; associada &agrave;s diferentes concep&ccedil;&otilde;es sobre o papel dos pais no desenvolvimento da literacia dos filhos, sendo demonstrada a import&acirc;ncia da leitura de hist&oacute;rias para o desenvolvimento das compet&ecirc;ncias de literacia. S&atilde;o ainda apresentados um conjunto de estudos com programas de escrita que visam melhorar a qualidade das escritas de crian&ccedil;as de idade pr&eacute;-escolar. Estes programas, aplicados individualmente ou em grupo, demonstraram que as crian&ccedil;as dos grupos experimentais, no p&oacute;s-teste, passam a utilizar na sua escrita mais letras convencionais e transferem os conhecimentos adquiridos para a leitura de palavras. Para al&eacute;m disso, estes programas conduzem a progressos na consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, em particular na consci&ecirc;ncia fon&eacute;mica.</p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Conceptualiza&ccedil;&otilde;es, Literacia familiar, Programas de escrita, Idade pr&eacute;-escolar.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This article reviews a number of studies on children’s writing prior to formal    education and on family literacy. The structural point of view of Ferreiro (1988)    that preschool children’s writing evolves in a linear way from a first phase    where writing does not take linguistic segments into account to a last phase    of alphabetic writing, is contradicted by studies that show the heterogeneity    of children’s paths towards the understanding of the alphabetic principle. Regarding    family literacy, the article highlights the heterogeneity of family practices    and of their frequency, heterogeneity that is linked to different conceptions    of the role of parents in children’s literacy development. These studies show    the importance of story reading for the development of children’s literacy skills.    The article also presents a set of studies in which writing programmes were    developed with preschool-age children to improve the quality of their writing.    These programmes, applied individually or in groups, demonstrated that, at the    post-test moment, children are able to use more correct letters in their writing    and that they transfer these skills to word reading. In addition, these programmes    lead to progress in phonological awareness, particularly in phonemic awareness.</p>     <p><b>Key-words</b>: Conceptualizations, Family literacy, Writing programmes,    Preschool-age. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>EVOLU&Ccedil;&Atilde;O DAS CONCEPTUALIZA&Ccedil;&Otilde;ES INFANTIS SOBRE LINGUAGEM ESCRITA</p>     <p>Muito antes do in&iacute;cio do 1&ordm; ano de escolaridade, as crian&ccedil;as interrogam-se e p&otilde;em hip&oacute;teses conceptuais sobre a linguagem escrita. Trata-se de ideias n&atilde;o convencionais sobre as fun&ccedil;&otilde;es e as propriedades da escrita e sobre o que esta representa.</p>     <p>As investiga&ccedil;&otilde;es pioneiras de Ferreiro e Teberosky (1979) e de Ferreiro (1988) mostraram que as conceptualiza&ccedil;&otilde;es das crian&ccedil;as sobre linguagem escrita evoluem ao longo de um processo durante o qual as crian&ccedil;as v&atilde;o reformulando o seu pensamento acerca da linguagem escrita. Nos seus esfor&ccedil;os para compreender os significados das marcas gr&aacute;ficas, e atrav&eacute;s de interac&ccedil;&otilde;es com os outros (pares e adultos), as crian&ccedil;as v&atilde;o-se interrogando sobre as correspond&ecirc;ncias entre os objectos e a escrita, e sobre as rela&ccedil;&otilde;es entre o oral e o escrito. Ao longo deste processo, constroem hip&oacute;teses sobre a linguagem escrita que reflectem uma reconstru&ccedil;&atilde;o activa da l&oacute;gica das unidades que s&atilde;o representadas na escrita. Estas hip&oacute;teses, que podem estar mais pr&oacute;ximas ou mais afastadas da realidade alfab&eacute;tica, evoluem ao longo de um percurso que se traduz em tr&ecirc;s n&iacute;veis essenciais de conceptualiza&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Numa fase inicial, as crian&ccedil;as come&ccedil;am por diferenciar o desenho da escrita e por elaborar crit&eacute;rios que tornam uma s&eacute;rie de letras pass&iacute;veis de transmitir uma mensagem. Estes crit&eacute;rios s&atilde;o uma quantidade m&iacute;nima de letras e a n&atilde;o utiliza&ccedil;&atilde;o de uma mesma sequ&ecirc;ncia de letras em diferentes palavras.</p>     <p>Posteriormente, d&aacute;-se um refinamento nos modos de diferencia&ccedil;&atilde;o qualitativo e quantitativo entre os encadeamentos de letras, de modo a assegurar diferen&ccedil;as na representa&ccedil;&atilde;o de diferentes palavras; nesta fase as crian&ccedil;as n&atilde;o fazem ainda qualquer correspond&ecirc;ncia entre a linguagem oral e escrita.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As tentativas de coordenar a linguagem escrita com a linguagem oral iniciam-se, frequente- mente, com a hip&oacute;tese sil&aacute;bica com base na qual as crian&ccedil;as escrevem uma marca gr&aacute;fica por s&iacute;laba. Neste momento evolutivo, as crian&ccedil;as come&ccedil;am n&atilde;o s&oacute; a ter a no&ccedil;&atilde;o de que as palavras orais s&atilde;o constitu&iacute;das por v&aacute;rios componentes sonoros, mas passam sobretudo a ter em conta que a cada um desses componentes corresponde uma letra espec&iacute;fica a qual representa as propriedades sonoras desse segmento. Esta percep&ccedil;&atilde;o estar&aacute;, provavelmente, na base da descoberta de que sons id&ecirc;nticos ter&atilde;o de ser representados pela mesma letra e sons diferentes ter&atilde;o de ser notados atrav&eacute;s de letras diferentes.</p>     <p>Gradualmente, as crian&ccedil;as passam a efectuar uma an&aacute;lise que ultrapassa o n&iacute;vel da s&iacute;laba, ainda que n&atilde;o procedam a uma representa&ccedil;&atilde;o de todos os fonemas das palavras. Este percurso termina com a escrita alfab&eacute;tica em que as crian&ccedil;as passam a realizar uma an&aacute;lise fon&eacute;mica das palavras e a seleccionar as letras adequadas para a representa&ccedil;&atilde;o de todos os fonemas.</p>     <p>A partir deste n&iacute;vel, a progress&atilde;o infantil passa a estar relacionada com o dom&iacute;nio da ortografia do sistema.</p>     <p>Com algumas diferen&ccedil;as que derivam das caracter&iacute;sticas de cada l&iacute;ngua, este percurso evolutivo foi identificado em crian&ccedil;as de l&iacute;ngua espanhola (Ferreiro, 1988; Ferreiro &amp; Teberosky, 1979), de l&iacute;ngua francesa (Besse, 1996; Chauveau &amp; Rogovas-Chauveau, 1989; Fijalkow, 1993), de l&iacute;ngua grega (Tantaros, 2007), de l&iacute;ngua inglesa (Sulzby, 1985), de l&iacute;ngua hebraica (Tolchinsky- Landsmann, 1995) e de l&iacute;ngua italiana (Pontecorvo &amp; Orsolini, 1996).</p>     <p>Na linha destes trabalhos e no contexto da l&iacute;ngua portuguesa, desenvolvemos diversos estudos em que analis&aacute;mos a evolu&ccedil;&atilde;o das conceptualiza&ccedil;&otilde;es infantis sobre a linguagem escrita em crian&ccedil;as de idade pr&eacute;-escolar.</p>     <p>Utiliz&aacute;mos uma metodologia de entrevista cl&iacute;nica piagetiana em que ped&iacute;amos &agrave;s crian&ccedil;as que escrevessem um conjunto de palavras e de frases como soubessem e analis&aacute;mos as produ&ccedil;&otilde;es escritas e as oraliza&ccedil;&otilde;es que as acompanham numa procura de interpreta&ccedil;&atilde;o do pensamento subjacente a essas produ&ccedil;&otilde;es (Alves Martins, 1993; Alves Martins &amp; Quintas Mendes, 1987; Mata, 2002; Silva, 2003).</p>     <p>Os resultados obtidos evidenciaram um percurso semelhante ao que acima descrevemos com a particularidade de surgirem muitas escritas sil&aacute;bicas o que nem sempre acontecia noutras l&iacute;nguas. Depar&aacute;mo-nos, no entanto, desde os trabalhos iniciais, com o facto de, por um lado, ser dif&iacute;cil enquadrar cada crian&ccedil;a num determinado n&iacute;vel conceptual, dada a heterogeneidade das escritas produzidas, e por outro lado de muitas crian&ccedil;as evolu&iacute;rem nas suas escritas ao longo de uma mesma entrevista. Era como se o facto de pensarem sobre a forma como diversas palavras se deveriam escrever e de interagirem com o experimentador a esse respeito as levasse a reformular o seu entendimento sobre a natureza da linguagem escrita.</p>     <p>Nesta linha de pensamento, realiz&aacute;mos diversos trabalhos que mostraram que existe heterogeneidade e irregularidade nos percursos individuais de escrita e que uma crian&ccedil;a, nas suas tentativas de escrita, pode produzir escritas que seriam enquadradas em diferentes n&iacute;veis, dependendo do contexto de produ&ccedil;&atilde;o, das caracter&iacute;sticas das palavras ou frases a escrever, nomeadamente da sua dimens&atilde;o e das letras que as constituem (Alves Martins &amp; Silva, 2006b). Verific&aacute;mos igualmente que as pr&aacute;ticas pedag&oacute;gicas t&ecirc;m uma influ&ecirc;ncia importante no desenvolvimento das conceptualiza&ccedil;&otilde;es infantis sobre linguagem escrita (Alves Martins, 2007; Santos &amp; Alves Martins, 2011).</p>     <p>Assim, tal como Fijalkow, Cussac-Pomel e Hannouz (2009) e Fijalkow, Fijalkow, Pasa e Ragano (2006), consideramos que n&atilde;o h&aacute; uma sequ&ecirc;ncia desenvolvimental id&ecirc;ntica na forma como as crian&ccedil;as usam o c&oacute;digo escrito: certas formas de escrita aparecem, desaparecem e reaparecem no decurso do processo de aquisi&ccedil;&atilde;o da escrita e dependem de factores contextuais.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>LITERACIA  FAMILIAR</p>     <p>As conceptualiza&ccedil;&otilde;es infantis sobre linguagem escrita v&atilde;o sendo constru&iacute;das atrav&eacute;s de m&uacute;ltiplas situa&ccedil;&otilde;es de interac&ccedil;&atilde;o informal com a leitura e com a escrita e dependem das experi&ecirc;ncias sociais em que as crian&ccedil;as tiveram ocasi&atilde;o de participar em diversos contextos.</p>     <p>Trata-se de um processo socialmente determinado, no sentido em que implica a constru&ccedil;&atilde;o de significa&ccedil;&otilde;es partilhadas, em que as crian&ccedil;as s&atilde;o motivadas atrav&eacute;s do apoio que lhes &eacute; dado quando tentam descobrir para que serve a linguagem escrita e qual a l&oacute;gica das unidades que ela representa.</p>     <p>Nesta linha de pensamento, a escrita presente no ambiente familiar e as m&uacute;ltiplas utiliza&ccedil;&otilde;es que os v&aacute;rios membros v&atilde;o fazendo desta, poder&atilde;o ser importantes na compreens&atilde;o que as crian&ccedil;as, desde cedo, desenvolvem quer sobre as suas fun&ccedil;&otilde;es e utiliza&ccedil;&otilde;es, quer sobre as suas caracter&iacute;sticas e conven&ccedil;&otilde;es (Reese, Sparks &amp; Leyva, 2010; Saracho, 2007; Wasik &amp; Hendrickson, 2004). Neste sentido desenvolvemos alguns trabalhos ao longo dos &uacute;ltimos anos de modo a compreender melhor o papel da fam&iacute;lia, procurando caracterizar as suas pr&aacute;ticas e h&aacute;bitos de literacia e a forma como as crian&ccedil;as s&atilde;o envolvidas, mesmo antes destas iniciarem a aprendizagem formal da leitura e escrita na escola (Mata, 1999a,b, 2002, 2006, 2008; Mata &amp; Pacheco, 2009; Pacheco, 2012).</p>     <p>Nesses trabalhos constat&aacute;mos que n&atilde;o existe uma forma homog&eacute;nea de funcionar, nem um conjunto de actividades que todos realizam ou devem realizar do mesmo modo, mesmo entre fam&iacute;lias de estatuto sociocultural semelhante. Apesar de, algumas actividades terem surgido como sistematicamente desenvolvidas por uma grande maioria de pais e filhos (e.g. hist&oacute;rias, escrita de nomes), um outro conjunto de actividades evidenciou a diversidade das pr&aacute;ticas de literacia das fam&iacute;lias envolvidas. Enquanto algumas fam&iacute;lias as identificavam como muito frequentes, para outras raramente se integravam nas suas viv&ecirc;ncias (e.g., leitura de legendas, r&oacute;tulos, cartas) (Mata, 2002, 2006; Pacheco, 2012).</p>     <p>N&atilde;o identific&aacute;mos uma forma tipo de usar a literacia e envolver as crian&ccedil;as, mas sim alguma especificidade nas pr&aacute;ticas de literacia que reflecte as particularidades das viv&ecirc;ncias de cada um dos membros da fam&iacute;lia. Esta diferencia&ccedil;&atilde;o entre fam&iacute;lias foi, em alguns trabalhos, identificada como estando associada a diferentes concep&ccedil;&otilde;es quer na forma de os pais perspectivarem o seu papel no apoio ao desenvolvimento da literacia dos filhos, quer no modo de encarar o processo de aprendizagem da leitura e da escrita (Pacheco, 2012; Pacheco &amp; Mata, 2010, 2011).</p>     <p>Para al&eacute;m de conhecer e caracterizar as concep&ccedil;&otilde;es dos pais e a literacia em ambiente familiar, procur&aacute;mos tamb&eacute;m analisar de que modo, esta se relacionava com os conhecimentos emergentes de literacia das crian&ccedil;as.</p>     <p>Nos v&aacute;rios trabalhos desenvolvidos foi evidente a import&acirc;ncia das pr&aacute;ticas l&uacute;dicas e funcionais de utiliza&ccedil;&atilde;o da leitura e escrita no dia-a-dia (Mata, 2002, 2004, 2006, 2008; Mata &amp; Pacheco, 2009).</p>     <p>Por um lado, constat&aacute;mos que era entre as fam&iacute;lias onde se liam mais hist&oacute;rias, que se encontravam as crian&ccedil;as com conhecimentos emergentes de literacia mais evolu&iacute;dos (Mata, 2002, 2004, 2006, 2008). Por outro lado, foi tamb&eacute;m entre as fam&iacute;lias onde as crian&ccedil;as eram envolvidas com mais frequ&ecirc;ncia em actividades de leitura e escrita integradas nas suas rotinas e tamb&eacute;m em momentos de lazer, que os conhecimentos eram mais evolu&iacute;dos tanto no que se refere &agrave; percep&ccedil;&atilde;o da funcionalidade da linguagem escrita como tamb&eacute;m relativamente &agrave;s regras e conven&ccedil;&otilde;es que a regem (Mata &amp; Pacheco, 2009).</p>     <p>Parece assim que o facto de estas fam&iacute;lias envolverem as crian&ccedil;as naturalmente, permite que elas tenham m&uacute;ltiplas oportunidades para explorarem a linguagem escrita e conhecerem melhor as suas conven&ccedil;&otilde;es e utiliza&ccedil;&otilde;es.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Por outro lado, constat&aacute;mos que entre as fam&iacute;lias onde havia uma ac&ccedil;&atilde;o quase exclusivamente centrada no ensino de letras e palavras, sem envolverem naturalmente as crian&ccedil;as em situa&ccedil;&otilde;es de leitura e escrita funcionais e contextualizadas, as crian&ccedil;as mostravam menos conhecimentos sobre a linguagem escrita parecendo que uma abordagem exclusivamente deste tipo pode n&atilde;o facilitar a apropria&ccedil;&atilde;o de conhecimentos, conven&ccedil;&otilde;es e funcionalidades (Mata &amp; Pacheco, 2009).</p>     <p>Do conjunto destes trabalhos real&ccedil;a a import&acirc;ncia de se conhecer e respeitar a individualidade da literacia das fam&iacute;lias. S&oacute; deste modo se poder&atilde;o criar condi&ccedil;&otilde;es para levar cada fam&iacute;lia a valorizar a diversidade das suas pr&aacute;ticas e compreender a import&acirc;ncia de se envolverem as crian&ccedil;as nas m&uacute;ltiplas situa&ccedil;&otilde;es de utiliza&ccedil;&atilde;o da leitura e da escrita que ocorrem no seu dia-a-dia. Este envolvimento, mesmo em pr&aacute;ticas informais pode facilitar a compreens&atilde;o da linguagem escrita nomeadamente no que se refere &agrave;s suas conven&ccedil;&otilde;es e &agrave; sua funcionalidade.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>PROGRAMAS DE ESCRITA</p>     <p>O interesse cient&iacute;fico pelas escritas das crian&ccedil;as, antes do ensino formal, tem aumentado nos &uacute;ltimos anos (McBride-Chang, 1998; Ouellette &amp; S&eacute;n&eacute;chal, 2008b; Pollo, Kessler, &amp; Treiman, 2005; S&eacute;n&eacute;chal, Ouelette, Pagan, &amp; Lever, 2012; Tolchinsky, 2005). Enquanto tradicionalmente se considerava que estas tentativas de escrita eram desprovidas de qualquer sentido, hoje em dia pensa-se que elas s&atilde;o como uma janela atrav&eacute;s da qual se podem olhar os conhecimentos das crian&ccedil;as sobre o c&oacute;digo escrito e considera-se que constituem um importante contributo para a compreens&atilde;o do princ&iacute;pio alfab&eacute;tico (Ouellette &amp; S&eacute;n&eacute;chal, 2008a).</p>     <p>Com efeito, as actividades de escrita induzem pr&aacute;ticas de reflex&atilde;o metalingu&iacute;stica com consequ&ecirc;ncias evidentes na capacidade de analisar os segmentos orais das palavras e descobrir as rela&ccedil;&otilde;es entre eles e as letras correspondentes (Adams, 1998; Treiman, 1998).</p>     <p>&Eacute; assim que a escrita, mais do que a leitura, permite &agrave;s crian&ccedil;as desenvolver procedimentos anal&iacute;ticos sobre a linguagem, essenciais para o desenvolvimento da literacia.</p>     <p>Nesta linha de pensamento, desenvolvemos programas de escrita com crian&ccedil;as em idade pr&eacute;- escolar, que n&atilde;o relacionam ainda a linguagem escrita com a linguagem oral ou que o fazem ainda de forma incipiente, utilizando poucas letras convencionais na sua escrita (Alves Martins &amp; Silva, 2006a,b; Silva, 2003; Silva &amp; Alves Martins, 2002, 2003; Silva, Almeida, &amp; Alves Martins, 2010).</p>     <p>Estes programas partem das escritas das pr&oacute;prias crian&ccedil;as, sendo criadas situa&ccedil;&otilde;es de conflito cognitivo para promover a reflex&atilde;o sobre as rela&ccedil;&otilde;es entre a oralidade e a escrita, actuando na sua zona de desenvolvimento proximal (Vygotsky, 1962).</p>     <p>Trata-se de estudos experimentais, em que se constitu&iacute;ram grupos equivalentes (idade, intelig&ecirc;ncia, consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, n&uacute;mero de letras conhecidas), uns sujeitos a programas de interven&ccedil;&atilde;o sobre escrita, outros sujeitos a programas de interven&ccedil;&atilde;o sem rela&ccedil;&atilde;o com a linguagem.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em todos estes estudos as crian&ccedil;as foram avaliadas num pr&eacute; e num p&oacute;s teste, em que se lhes pediu que escrevessem um conjunto de palavras come&ccedil;adas por letras conhecidas. Nalguns destes estudos as crian&ccedil;as foram igualmente avaliadas na leitura de palavras.</p>     <p>Nestes programas desenvolvemos uma metodologia inspirada em referenciais te&oacute;ricos socio- construtivistas em que ped&iacute;amos &agrave;s crian&ccedil;as para escrever um conjunto de palavras e para confrontarem as suas escritas com as de outra crian&ccedil;a hipot&eacute;tica da mesma idade com conceptualiza&ccedil;&otilde;es sobre a linguagem escrita um pouco mais avan&ccedil;adas. Assim, as crian&ccedil;as s&atilde;o incentivadas a reflectir sobre a sua perspectiva face &agrave; escrita e a perspectiva de outra crian&ccedil;a da mesma idade mas com um n&iacute;vel conceptual superior. O papel do adulto &eacute; muito importante nestes programas. Chama a aten&ccedil;&atilde;o para as letras utilizadas por ambas as crian&ccedil;as e para os sons das palavras no oral, nomeadamente a letra inicial e o som inicial e progressivamente para outras letras e suas correspond&ecirc;ncias no oral; por outro lado, adapta as ajudas ao n&iacute;vel de cada crian&ccedil;a.</p>     <p>Os programas variaram de 5 a 10 sess&otilde;es de 10 minutos cada. Utiliz&aacute;mos nas sess&otilde;es iniciais palavras facilitadoras, ou seja, palavras cujo som da primeira s&iacute;laba coincide com o nome de uma letra. Estas palavras permitem que as crian&ccedil;as mobilizem mais facilmente a letra associada ao som; assim, por exemplo, as crian&ccedil;as mobilizam mais facilmente a letra “p” quando se pede que escrevam “p&ecirc;ra e p&ecirc;ssego”, em que a s&iacute;laba inicial coincide com o nome da letra do que quando se pede que escrevam “pano” ou “parede”, em que a s&iacute;laba inicial n&atilde;o coincide com o nome de uma letra. Cri&aacute;mos assim, atrav&eacute;s do material utilizado, condi&ccedil;&otilde;es facilitadoras de uma an&aacute;lise dos sons do oral e das letras que lhes correspondem, atrav&eacute;s da utiliza&ccedil;&atilde;o de palavras facilitadoras de uma an&aacute;lise sil&aacute;bica inicial e da mobiliza&ccedil;&atilde;o dos conhecimentos dos nomes das letras (Alves Martins &amp; Silva, 2001; Mann, 1993).</p>     <p>Estes programas, individuais ou em grupo, permitiram verificar que as crian&ccedil;as dos grupos experimentais progridem nas suas escritas do pr&eacute; para o p&oacute;s-teste, passando a utilizar muito mais letras convencionais para representar as palavras que lhes s&atilde;o pedidas e chegando em algumas palavras &agrave; escrita alfab&eacute;tica; generalizam as correspond&ecirc;ncias grafo-fonol&oacute;gicas que foram trabalhadas durante os programas para novas correspond&ecirc;ncias nunca trabalhadas, mostrando assim que foram capazes de perceber e de mobilizar a l&oacute;gica subjacente ao princ&iacute;pio alfab&eacute;tico e transferem para a leitura de palavras os conhecimentos adquiridos nos programas de escrita. Verific&aacute;mos igualmente que estes programas produziam progressos na consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, e em particular fon&eacute;mica das crian&ccedil;as.</p>     <p>Ao longo de diversos estudos experimentais em que esta metodologia foi utilizada fomos testando grupos de crian&ccedil;as com conceptualiza&ccedil;&otilde;es sobre a linguagem escrita mais ou menos avan&ccedil;adas, manipulando vari&aacute;veis como as escritas de confronto e analisando vari&aacute;veis de natureza lingu&iacute;stica como as caracter&iacute;sticas dos fonemas das palavras que se pedia para escrever.</p>     <p>Mostr&aacute;mos que as caracter&iacute;sticas das escritas de confronto n&atilde;o eram relevantes levando a avan&ccedil;os semelhantes nas escritas das crian&ccedil;as (Alves Martins, Silva, &amp; Louren&ccedil;o, 2009) e que pelo contr&aacute;rio, as caracter&iacute;sticas do material lingu&iacute;stico utilizado durante os programas eram claramente relevantes, havendo fonemas mais f&aacute;ceis de identificar e de levar a generaliza&ccedil;&otilde;es do que outros (Alves Martins &amp; Silva, 2009; Alves Martins, Silva, &amp; Mata Pereira, 2010; Silva &amp; Martins, 2012; Vasconcelos Horta &amp; Alves Martins, 2011).</p>     <p>Verific&aacute;mos igualmente que estes programas tinham impacto na leitura de palavras (Albuquerque, Salvador, &amp; Alves Martins, 2011).</p>     <p>Constat&aacute;mos por outro lado que os percursos das crian&ccedil;as ao longo das sess&otilde;es do programa de escrita inventada s&atilde;o diversificados n&atilde;o sendo, por isso, poss&iacute;vel constatar a exist&ecirc;ncia de um percurso t&iacute;pico, regular ou homog&eacute;neo (Salvador, Albuquerque, &amp; Alves Martins, 2012). Na verdade, os processos de evolu&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as no que diz respeito &agrave; sua capacidade de an&aacute;lise do oral e de codifica&ccedil;&atilde;o dos fonemas n&atilde;o s&atilde;o id&ecirc;nticos, evidenciando mesmo grandes disparidades entre si.</p>     <p>Desenvolvemos recentemente este tipo de programas em pequenos grupos de 4 crian&ccedil;as cada. As sess&otilde;es duraram no m&aacute;ximo 20 minutos, 2 vezes por semana, durante 5 semanas.</p>     <p>Os grupos foram sempre heterog&eacute;neos do ponto de vista da escrita inicial de cada crian&ccedil;a. Era pedido &agrave;s crian&ccedil;as que escrevessem em conjunto uma dada palavra. Tinham de se p&ocirc;r de acordo sobre as letras a escrever, as quais iam sendo ditas ao adulto que funcionava como escriba do grupo e mediava as interac&ccedil;&otilde;es entre as crian&ccedil;as. Depois as crian&ccedil;as eram confrontadas com a escrita alfab&eacute;tica de outra crian&ccedil;a e tinham que comparar a sua escrita com a dessa crian&ccedil;a, avaliar qual a melhor e justificar a escolha final.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os resultados mostraram que as crian&ccedil;as transferem para a leitura os conhecimentos e procedimentos adquiridos nos programas de escrita e que os generalizam para correspond&ecirc;ncias grafo-fonol&oacute;gicas que n&atilde;o foram trabalhadas.</p>     <p>Diremos em conclus&atilde;o que estes programas permitiram criar contextos que levaram &agrave; destabiliza&ccedil;&atilde;o dos procedimentos utilizados por cada crian&ccedil;a na sua escrita. Permitiram, igualmente, actuar na zona de desenvolvimento proximal das crian&ccedil;as, criando uma din&acirc;mica em que, atrav&eacute;s de pistas adaptadas ao seu n&iacute;vel de desenvolvimento e aos seus conhecimentos sobre o c&oacute;digo escrito, elas foram levadas a reflectir sobre a escrita, a oralidade e as suas rela&ccedil;&otilde;es e descobrir a l&oacute;gica do princ&iacute;pio alfab&eacute;tico.</p>     <p>A partir dos trabalhos realizados podemos concluir que o envolvimento em situa&ccedil;&otilde;es de escrita, antes do ensino formal, leva a uma evolu&ccedil;&atilde;o do pensamento das crian&ccedil;as acerca das caracter&iacute;sticas do c&oacute;digo escrito e promove o desenvolvimento das suas escritas e das suas leituras. Parece-nos igualmente que a forma como as crian&ccedil;as v&ecirc;em o c&oacute;digo escrito e evoluem nas suas concep&ccedil;&otilde;es precoces depende de como os adultos se constituem como mediadores entre as crian&ccedil;as e a linguagem escrita.</p>     <p>Do ponto de vista educativo, este modelo de interven&ccedil;&atilde;o, que combina o modo como as crian&ccedil;as pensam, em pequeno grupo, sobre a forma como uma dada palavra se deve escrever e a comparam com a escrita mais avan&ccedil;ada de outra crian&ccedil;a, sendo levadas a pensar sobre qual a melhor forma de escrever e a apresentar os fundamentos da sua escolha, pode ser facilmente aplic&aacute;vel num trabalho pedag&oacute;gico em pequeno grupo.</p>     <p>Em estudos futuros procuraremos testar este tipo de programas em contextos de sala de jardim- de-inf&acirc;ncia e perceber de que forma contribuem para o sucesso na aquisi&ccedil;&atilde;o da literacia.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>REFER&Ecirc;NCIAS</p>     <!-- ref --><p>Adams, M. (1998). <i>Beginning to read: Thinking and learning about print </i>(10th ed.). Cambridge: MIT Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S0870-8231201400020000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Albuquerque, A., Salvador, L., &amp; Alves Martins, M. (2011). A evolu&ccedil;&atilde;o da escrita inventada e a aquisi&ccedil;&atilde;o precoce da leitura em crian&ccedil;as de idade pr&eacute;-escolar: O impacto de um programa de interven&ccedil;&atilde;o de escrita inventada. In <i>Livro de Actas do XI Congresso Internacional Galego-Portugu&ecirc;s de Psicopedagoxia </i>(pp. 3455-3466). A Coru&ntilde;a/Universidade da Coru&ntilde;a.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0870-8231201400020000100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alves Martins, M. (1993). &Eacute;volution des conceptualisations d’un groupe d’enfants d’&acirc;ge pr&eacute;-scolaire sur l’&eacute;criture portugaise. <i>&Eacute;tudes de Linguistique Appliqu&eacute;e, 91, </i>60-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0870-8231201400020000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alves Martins, M. (2007). Literacy practises in kindergartens and conceptualisations about written language among Portuguese preschool children. <i>L1-Educational Studies in Language and Literature, 7</i>(3), <i>141-171</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0870-8231201400020000100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alves Martins, M., &amp; Quintas Mendes, A. (1987). Evolu&ccedil;&atilde;o das conceptualiza&ccedil;&otilde;es infantis sobre a escrita. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica</i>, 5, 499-508.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0870-8231201400020000100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alves Martins, M., &amp; Silva, C. (2001). Letter names, phonological awareness and the phonetization of writing. <i>European Journal of Psychology of Education</i>, 16, 605-617.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0870-8231201400020000100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alves Martins, M., &amp; Silva, C. (2006a). The impact of invented spelling on phonemic awareness. <i>Learning and Instruction, 16, </i>41-56<i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0870-8231201400020000100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></p>     <!-- ref --><p>Alves Martins, M., &amp; Silva, C. (2006b). Phonological abilities and writing among Portuguese preschool children. <i>European Journal of Psychology of Education</i>, 21, 163-182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0870-8231201400020000100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alves Martins, M., &amp; Silva, C. (2009) Two spelling programmes that promote understanding of the alphabetic principle in preschool children. <i>Journal of Writing Research, 1</i>(3), 225-241.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0870-8231201400020000100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alves Martins, M., Silva, C., &amp; Louren&ccedil;o, C. (2009). O impacto de programas de escrita na evolu&ccedil;&atilde;o das escritas inventadas em crian&ccedil;as de idade pr&eacute;-escolar. In B. Silva, L. Almeida, A. Lozano, &amp; M. Uzquiano (Orgs.), A<i>ctas do X Congresso Galaico-Portugu&ecirc;s de Psicopedagogia </i>(pp. 3164-3177). Braga: Universidade do Minho, Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Educa&ccedil;&atilde;o – Cied.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0870-8231201400020000100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alves Martins, M., Silva, C., &amp; Mata Pereira, M. (2010). The impact of the articulatory properties of phonemes on the evolution of pre-school children’s writing. <i>Applied Psycholinguistics, 31</i>(4), 693-709.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0870-8231201400020000100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Besse, J.-M. (1996). An approach to writing in kindergarten. In C. Pontecorvo, M. Orsolini, B. Burge, &amp; L. Resnick (Eds.), <i>Children’s early text construction </i>(pp. 127-144)<i>. </i>New Jersey: Lawrence Erlbaum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0870-8231201400020000100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Chauveau, G., &amp; Rogovas-Chauveau, E. (1989). Les id&eacute;es des enfants sur la lecture-&eacute;criture. <i>Psychologie Scolaire, 68</i>, 7-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0870-8231201400020000100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ferreiro, E. (1988). L’&eacute;criture avant la lettre. In H. Sinclair (Ed.), <i>La production des notations chez le jeune enfant </i>(pp. 17-70). Paris: Presses Universitaires de France.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0870-8231201400020000100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ferreiro, E., &amp; Teberosky, A. (1979). <i>Los sistemas de escritura en el desarrollo del ni&ntilde;o</i>. Madrid: Siglo veintiuno editores.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0870-8231201400020000100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fijalkow, J. (1993). <i>Entrer dans l’&eacute;crit</i>. Paris: &Eacute;ditions Magnard.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0870-8231201400020000100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fijalkow, J., Cussac-Pomel, J., &amp; Hannouz, D. (2009). L’&eacute;criture invent&eacute;e: Empirisme, constructivisme, scioconstructivisme. <i>&Eacute;ducation et Didactique, 3</i>(3), 63-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S0870-8231201400020000100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fijalkow, J., Fijalkow, E., Pasa, L., &amp; Ragano, S. (2006). Entr&eacute;e dans la culture &eacute;crite dans un contexte de langage entier. <i>Caract&egrave;res, 1</i>, 26-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0870-8231201400020000100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mann, V. (1993). Phoneme awareness and future reading ability. <i>Journal of Learning Disabilities, 26, </i>259-269.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0870-8231201400020000100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Mata, L. (1999a). H&aacute;bitos e pr&aacute;ticas de leitura de hist&oacute;rias na fam&iacute;lia. In A. Soares, S. Ara&uacute;jo, &amp; S. Caires (Orgs.), <i>Avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica: Formas e contextos </i>(vol. VI, pp. 661-670). Braga: APPORT.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0870-8231201400020000100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mata, L. (1999b) Literacia – O papel da fam&iacute;lia na sua apreens&atilde;o. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica</i>, <i>XII</i>(1), 65-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0870-8231201400020000100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mata, L. (2002). <i>Literacia familiar – Caracteriza&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas de literacia em fam&iacute;lias com crian&ccedil;as em idade pr&eacute;-escolar e estudo das suas rela&ccedil;&otilde;es com as realiza&ccedil;&otilde;es das crian&ccedil;as. </i>Tese de Doutoramento em Estudos da Crian&ccedil;a, Universidade do Minho.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0870-8231201400020000100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mata, L. (2004). Era uma vez... <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica</i>, <i>XXII</i>(1), 95-108.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0870-8231201400020000100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mata, L. (2006). <i>Literacia familiar. Ambiente familiar e descoberta da linguagem escrita</i>. Porto: Porto Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0870-8231201400020000100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Mata, L. (2008). H&aacute;bitos e pr&aacute;ticas de leitura de hist&oacute;rias – Como caracterizar? In A. P. Machado, C. Machado, L. S. Almeida, M. Gon&ccedil;alves, S. Martins, &amp; V. Ramalho (Eds.), <i>Actas da XIII Confer&ecirc;ncia Internacional Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica: Formas e Contextos</i>. Braga: APPORT.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0870-8231201400020000100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mata, L., &amp; Pacheco, P. (2009). Caracteriza&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas de literacia familiar. In B. Silva, L. Almeida, A. Lozano, &amp; M. Uzquiano (Orgs.), <i>Actas do X Congresso Galaico-Portugu&ecirc;s de Psicopedagogia</i> (pp. 1741-1753). Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Educa&ccedil;&atilde;o – CIEd, Universidade do Minho, Braga.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0870-8231201400020000100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>McBride-Chang, C. (1998). The development of invented spelling. <i>Early Education and Development, 9</i>, 147- 160.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0870-8231201400020000100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ouellette, G., &amp; S&eacute;n&eacute;chal, M. (2008a). A window into early literacy: Exploring the cognitive and linguistic underpinnings of invented spelling. <i>Scientific Studies of Reading, 12</i>(2), 195-219.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0870-8231201400020000100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ouellette, G., &amp; S&eacute;n&eacute;chal, M. (2008b). Pathways to literacy: A study of invented spelling and its role in learning to read. <i>Child Development,79</i>(4), 899-913.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S0870-8231201400020000100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pacheco, P. (2012). Literacia(s) familiar(es): <i>Ambiente, cren&ccedil;as e pr&aacute;ticas dos pais e conhecimentos das crian&ccedil;as</i>. Tese de Doutoramento em Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o – Psicologia Educacional, Universidade Aberta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0870-8231201400020000100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pacheco, P., &amp; Mata, L. (2010). Concep&ccedil;&otilde;es de pais de crian&ccedil;as em idade pr&eacute;-escolar sobre a aprendizagem da leitura e escrita. In L. Almeida, B. Silva, &amp; S. Caires (Orgs.), <i>Actas do I Semin&aacute;rio Internacional “Contributos da psicologia em contextos educativos” </i>(pp. 566-576). Braga: CIED – Universidade do Minho.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0870-8231201400020000100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pacheco, P., &amp; Mata, L. (2011). <i>Literacia familiar: Rela&ccedil;&atilde;o entre cren&ccedil;as, ambiente e pr&aacute;ticas dos pais</i>. Actas do XI Congresso da Sociedade Portuguesa de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o – Investigar, Inovar e Desenvolver: Desafios das Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o<i>. </i>Guarda.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0870-8231201400020000100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pollo, T. C., Kessler, B., &amp; Treiman, R. (2005). Vowels, syllables and letters names: Differences of young children’s spelling in English and Portuguese. <i>Journal of Experimental Child Psychology, 92</i>, 161-181.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0870-8231201400020000100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pontecorvo C., &amp; Orsolini, M. (1996). Writing and written language in children’s development. In C. Pontecorvo, M. Orsolini, B. Burge, &amp; L. Resnick (Eds.), <i>Children’s early text construction </i>(pp. 3-23). Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum Associates Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0870-8231201400020000100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Reese, E., Sparks, A., &amp; Leyva, D. (2010). A review of parent interventions for preschool children’s language and emergent literacy. <i>Journal of Early Childhood Literacy</i>, <i>10</i>, 97-117.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0870-8231201400020000100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Santos, A. I., &amp; Alves Martins, M. (2011). Literacy practices in Portuguese kindergartens and children’s conceptualisations about written language. <i>Revue Internationale des Sciences de l’&Eacute;ducation, 25</i>, 125-141.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0870-8231201400020000100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Saracho, O. (2007). Hispanic families as facilitators of their children’s literacy development. <i>Journal of Hispanic Higher Education</i>, <i>6</i>, 103-117.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0870-8231201400020000100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>S&eacute;n&eacute;chal, M., Ouelette, G., Pagan, S., &amp; Lever, R. (2012). The role of invented spelling on learning to read in low-phoneme awareness kindergartners: A randomized – Control-trial study. <i>Reading and Writing, 25</i>, 917- 934.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0870-8231201400020000100038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Salvador, L., Albuquerque, A., &amp; Alves Martins, M. (2012). An&aacute;lise qualitativa dos efeitos de um programa de interven&ccedil;&atilde;o de escrita inventada na evolu&ccedil;&atilde;o da escrita de crian&ccedil;as em idade pr&eacute;-escolar. In L. Mata, F. Peixoto, J. Morgado, J. Castro Silva, &amp; V. Monteiro (Eds.), <i>Actas do 12&ordm; Col&oacute;quio Internacional de Psicologia e Educa&ccedil;&atilde;o: Educa&ccedil;&atilde;o, aprendizagem e desenvolvimento: Olhares contempor&acirc;neos atrav&eacute;s da investiga&ccedil;&atilde;o e da pr&aacute;tica </i>(pp. 17-32). Lisboa: ISPA-IU.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0870-8231201400020000100039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, C. (2003). <i>At&eacute; &agrave; descoberta do princ&iacute;pio alfab&eacute;tico</i>. Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian/Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e a Tecnologia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0870-8231201400020000100040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, C., &amp; Alves Martins, M. (2002). Phonological skills and writing of pre-syllabic children. <i>Reading Research Quarterly, 37, </i>466-483.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0870-8231201400020000100041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, C., &amp; Alves Martins, M. (2003). Relations between children’s invented spelling and the development of phonological awareness. <i>Educational Psychology, 23, </i>3-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0870-8231201400020000100042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, C., &amp; Martins, M. (2012). The impact of open and closed vowels on the evolution of pre-school children’s writing. In M. Torrance, M. Alarmargot, F. Castell&oacute;, O. Ganier, A. Kruse, L. Mangen, L. Tolchinsky, &amp; L. Van Waes (Eds.), <i>Learning to write effectively: Current trends in European research </i>(pp 19-21). London: Emerald Group Publishing Limited.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0870-8231201400020000100043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, C., Almeida, T., &amp; Alves Martins, M. (2010). Letter names and sounds: Their implications for the phonetisation process. <i>Reading and Writing, 23</i>(2), 147-172.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S0870-8231201400020000100044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sulzby, E. (1985). Kindergarteners as writers and readers. In M. Farr (Ed.), <i>Advances in writing research, Volume one: Children’s early writing development </i>(pp. 127-200). Norwood, New Jersey: Ablex Publishing Corporation.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0870-8231201400020000100045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tantaros, S. (2007). Invented spelling in the Greek context. <i>L1 – Educational Studies in Language and Literature, 7</i>(3), 31-62<i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S0870-8231201400020000100046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></p>     <!-- ref --><p>Tolchinsky, L. (1995). Desenvolvimento da alfabetiza&ccedil;&atilde;o e suas implica&ccedil;&otilde;es pedag&oacute;gicas: Evid&ecirc;ncias do sistema hebraico de escrita. In Y. Goodman (Ed.), <i>Como as crian&ccedil;as constroem a leitura e a escrita </i>(pp. 36-53). Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S0870-8231201400020000100047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tolchinsky, L. (2005). The emergence of writing. In C. MacArthur, S. Graham, &amp; J. Fitzgerald (Eds.), <i>Handbook of writing research </i>(pp. 83-96). New York: Guilford.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S0870-8231201400020000100048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Treiman, R. (1998). Why spelling? The benefits of incorporating spelling into beginning reading instruction. In J. L. Metsala &amp; L. C. Ehri (Eds.), <i>Word recognition in beginning </i>literacy (pp. 289-313). London: Lawrence Erlbaum Associates Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S0870-8231201400020000100049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vasconcelos Horta, I., &amp; Alves Martins, M. (2011). Invented spelling programmes and the access to the alphabetic principle in kindergarten. <i>L1 Educational Studies in Language and Literature, 11</i>, 1-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S0870-8231201400020000100050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vygotsky, L. S. (1962). T<i>hought and language</i>. Cambridge, MA: MIT Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S0870-8231201400020000100051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wasik, B., &amp; Hendrickson, J. (2004). Family literacy practices. In E. Stone, E. Silliman, B. Ehren, &amp; K. Apel (Eds.), <i>Handbook of Language and Literacy </i>(pp. 154-174). New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S0870-8231201400020000100052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="c0"></a><a href="#topc0">Correspond&ecirc;ncia</a></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Margarida Alves Martins, ISPA – Instituto Universit&aacute;rio,  Rua Jardim do Tabaco, 34, 1149-041 Lisboa. E-mail: <a href="mailto:mmartins@ispa.pt">mmartins@ispa.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Esta investigação foi possível graças a um subsídio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), Projecto: PTDC/PSI-EDD/110262/2009.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 29/11/2013                                                                                                      Aceita&ccedil;&atilde;o: 03/03/2014</p>      ]]></body><back>
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