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<journal-title><![CDATA[Análise Psicológica]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Sugestionabilidade em pessoas idosas: Um estudo com a Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson (GSS 1)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed to understand some of the factors that influence the interrogative suggestibility in older people. In this context we sought to analyze the existence differences in interrogative suggestibility as a function of age as well as to ascertain its relationship with cognitive variables and anxiety. The sample included 52 elderly (aged 78 to 83), and the same number of adults between 42 and 52 years. The following assessment instruments were administered: Gudjonsson Suggestibility Scale 1 (GSS1), Mini Mental State Examination, Verbal Fluency Test of Categories, subtests of Vocabulary and Digit Span of the Wechsler Adult Intelligence Scale-III, State-Trait Anxiety Inventory for Adults and Raven’s Matrices. Between the groups there were significant differences in the results obtained in “Yield 1” and “Shift” (GSS 1), Verbal Fluency, Digit Span and Anxiety. In concern to moderate correlation values between interrogative suggestibility and cognitive measures and anxiety, these were only registered between Total Suggestibility and Raven’s Matrices performance time, for both groups. It is concluded that the prior knowledge by many participants of the interviewer who administered the GSS 1 can influence the obtained results on this scale. The results are discussed regarding their forensic relevance.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Sugestionabilidade interrogativa]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Sugestionabilidade em pessoas idosas: Um estudo com a Escala de Sugestionabilidade    de Gudjonsson (GSS 1)</b> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>M&oacute;nica Pedreiras Cruz*; Maria Salom&eacute; Pinho*</b></p>     <p>* Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade de Coimbra</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspond&ecirc;ncia</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O presente trabalho teve como principal objetivo compreender alguns fatores que influenciam a sugestionabilidade interrogativa em pessoas idosas. Neste &acirc;mbito, procurou-se analisar a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as na sugestionabilidade interrogativa em fun&ccedil;&atilde;o da idade, bem como averiguar a sua rela&ccedil;&atilde;o com vari&aacute;veis cognitivas e de ansiedade. A amostra incluiu 52 adultos idosos (78-83 anos), e igual n&uacute;mero de adultos mais novos entre 42 e 52 anos. Utilizaram-se os seguintes instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o: Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson 1 (GSS 1), Mini Mental State Examination, teste de Flu&ecirc;ncia Verbal de Categorias, subtestes Vocabul&aacute;rio e Mem&oacute;ria de D&iacute;gitos da Escala de Intelig&ecirc;ncia para Adultos de Wechsler-III, Invent&aacute;rio de Ansiedade Estado-Tra&ccedil;o para Adultos e Matrizes de Raven. Entre os grupos verificaram-se diferen&ccedil;as estatisticamente significativas nos resultados Ced&ecirc;ncia 1 e Mudan&ccedil;a da GSS 1, Flu&ecirc;ncia Verbal, Mem&oacute;ria de D&iacute;gitos e Ansiedade. No que respeita a valores de correla&ccedil;&atilde;o moderados entre sugestionabilidade interrogativa e medidas cognitivas e de ansiedade, estes somente foram registados entre Sugestionabilidade Total e tempo de realiza&ccedil;&atilde;o nas Matrizes de Raven, em ambos os grupos et&aacute;rios. Observou-se ainda que o conhecimento pr&eacute;vio, por parte de v&aacute;rios participantes, da entrevistadora que administrou a GSS 1 pode influenciar os resultados obtidos nesta escala. Os v&aacute;rios resultados s&atilde;o discutidos considerando a sua relev&acirc;ncia forense.</p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Sugestionabilidade interrogativa, Idosos, Cogni&ccedil;&atilde;o,    Ansiedade. </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This study aimed to understand some of the factors that influence the interrogative    suggestibility in older people. In this context we sought to analyze the existence    differences in interrogative suggestibility as a function of age as well as    to ascertain its relationship with cognitive variables and anxiety. The sample    included 52 elderly (aged 78 to 83), and the same number of adults between 42    and 52 years. The following assessment instruments were administered: Gudjonsson    Suggestibility Scale 1 (GSS1), Mini Mental State Examination, Verbal Fluency    Test of Categories, subtests of Vocabulary and Digit Span of the Wechsler Adult    Intelligence Scale-III, State-Trait Anxiety Inventory for Adults and Raven’s    Matrices. Between the groups there were significant differences in the results    obtained in “Yield 1” and “Shift” (GSS 1), Verbal Fluency, Digit Span and Anxiety.    In concern to moderate correlation values between interrogative suggestibility    and cognitive measures and anxiety, these were only registered between Total    Suggestibility and Raven’s Matrices performance time, for both groups. It is    concluded that the prior knowledge by many participants of the interviewer who    administered the GSS 1 can influence the obtained results on this scale. The    results are discussed regarding their forensic relevance.</p>     <p><b> Key-words</b>: Interrogative suggestibility, Elderly, Cognition, Anxiety.  </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</p>     <p>No in&iacute;cio das investiga&ccedil;&otilde;es em psicologia do testemunho ocular, diversos autores    come&ccedil;aram por se centrar na evoca&ccedil;&atilde;o, por parte da v&iacute;tima, de a&ccedil;&otilde;es e acontecimentos    (Wells, Memon, &amp; Penrod, 2006). Nos trabalhos desenvolvidos nos anos 70,    a aten&ccedil;&atilde;o dos investigadores passou tamb&eacute;m a direcionar-se para a identifica&ccedil;&atilde;o    ou reconhecimento de pessoas. Durante esse mesmo per&iacute;odo, na recolha de relatos    de acontecimentos e factos, a influ&ecirc;ncia de vari&aacute;veis ditas “mais sociais”,    tais como a sugestionabilidade interrogativa foi considerada um tema relevante    na investiga&ccedil;&atilde;o. Este tipo de sugestionabilidade refere-se &agrave; aceita&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o    que surge num contexto de intera&ccedil;&atilde;o pr&oacute;xima envolvendo a coloca&ccedil;&atilde;o de perguntas    conduzindo, subsequente- mente, &agrave; modifica&ccedil;&atilde;o de respostas por parte do indiv&iacute;duo    interrogado (Gudjonsson, 1997). Reconheceu-se, ainda, que diversas capacidades    podem afetar o comportamento na sala de interrogat&oacute;rio como, por exemplo, a    tomada de decis&atilde;o, perce&ccedil;&atilde;o, capacidade de julgar, conheci- mento e perce&ccedil;&atilde;o    dos procedimentos legais (Cauffman &amp; Steinberg, 2000; Modecki, 2008). No    que diz respeito &agrave; sugestionabilidade interrogativa, Gudjonsson (2003) defende    que no seu estudo se deva seguir uma abordagem que considere as diferen&ccedil;as individuais,    englobando diferentes fatores cognitivos e de personalidade, ao inv&eacute;s de se    centrar num &uacute;nico mecanismo explicativo (Bruck, Ceci, &amp; Hemmbrooke, 2002).</p>     <p>Considerando a import&acirc;ncia demogr&aacute;fica, social e humana da popula&ccedil;&atilde;o idosa e de um n&uacute;mero muito reduzido de estudos publicados espec&iacute;ficos no &acirc;mbito forense sobre esta faixa et&aacute;ria, procurou-se implementar um estudo emp&iacute;rico sobre a sugestionabilidade interrogativa nesta popula&ccedil;&atilde;o. &Eacute; conhecido que situa&ccedil;&otilde;es como viol&ecirc;ncia f&iacute;sica, psicol&oacute;gica, sexual, neglig&ecirc;ncia e abusos de diversa natureza contra as pessoas idosas est&atilde;o a aumentar e/ou v&atilde;o sendo mais participadas, engrossando o rol de investiga&ccedil;&otilde;es e tr&acirc;mites criminais que envolvem este tipo de popula&ccedil;&atilde;o. Estas situa&ccedil;&otilde;es ocasionam custos elevados de natureza individual (nomeadamente, ao n&iacute;vel do funcionamento ps&iacute;quico), social e econ&oacute;mica, sejam os sujeitos v&iacute;timas de viol&ecirc;ncia ou testemunhas (Krug, Mercy, Dahlberg, &amp; Zwi, 2002). Ainda a este respeito, &eacute; expet&aacute;vel que, nos pr&oacute;ximos anos, os idosos se tornem tamb&eacute;m as testemunhas mais frequentes de crimes e acidentes (cf. Mueller-Johnson &amp; Ceci, 2007).</p>     <p>Destarte, torna-se cada vez mais importante avaliar a testemunha idosa e determinar a validade e veracidade do seu depoimento. Atualmente, ainda persiste um conhecimento muito limitado sobre este tipo de testemunhas, havendo poucas investiga&ccedil;&otilde;es publicadas sobre como, e em que grau, os idosos s&atilde;o vulner&aacute;veis a quest&otilde;es capciosas ou sugestivas (Cohen &amp; Faulkner, 1989; Karpel, Hoyer, &amp; Toglia, 2001; Loftus, Levidow, &amp; Duensing, 1992; Mitchell, Johnson, &amp; Mather, 2003).</p>     <p>A literatura revela, tamb&eacute;m, que na sociedade em geral existem v&aacute;rios esquemas mentais sobre os idosos que incluem quer cren&ccedil;as positivas, quer negativas (Kwong See, Hoffman, &amp; Wood, 2001). O aumento da idade dos adultos &eacute; muitas vezes percebido como associado a qualidades positivas, por exemplo, a honestidade, sinceridade (Ryan, Szechtman, &amp; Bodkin, 1992) e negativas, como a fraca mem&oacute;ria (Guo, Erber, &amp; Szuchman, 1999). Estere&oacute;tipos semelhantes foram ainda revelados por estudos que analisaram as atitudes perante as testemunhas idosas (Ross, Dunning, Toglia, &amp; Ceci, 1990). Contudo, v&aacute;rias investiga&ccedil;&otilde;es indicam que existem vari&aacute;veis de natureza cognitiva que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente afetadas pelo processo de envelhecimento (Crawford, Parker, &amp; Besson, 1988), apontando tamb&eacute;m para diferen&ccedil;as reduzidas entre adultos mais novos e idosos, relativamente a determinadas &aacute;reas cognitivas (Craik, 2000; Pinto, 1999) como, por exemplo, o conhecimento de vocabul&aacute;rio e outros aspetos da mem&oacute;ria sem&acirc;ntica.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>At&eacute; aos dias de hoje, a investiga&ccedil;&atilde;o sobre esta faixa et&aacute;ria no contexto forense, concentrou-se sobretudo, e quase exclusivamente, nas perce&ccedil;&otilde;es dos ju&iacute;zes sobre as testemunhas idosas (Brimacombe, Jung, Garrioch, &amp; Allison, 2003; Kwong See, Hoffman, &amp; Wood, 2001). Contudo, &eacute; igualmente importante considerar as atitudes dos &oacute;rg&atilde;os de pol&iacute;cia criminal, j&aacute; que s&atilde;o eles a primeira autoridade a estar em contacto com as testemunhas e a interrog&aacute;-las. Reppucci, Meyer e Kostelnik (2007) conclu&iacute;ram junto de profissionais de pol&iacute;cia que estes n&atilde;o reconhecem que o uso de quest&otilde;es sugestivas tem efeitos diferenciados em fun&ccedil;&atilde;o da idade, no que diz respeito &agrave; probabilidade de obter respostas pouco precisas ou at&eacute; mesmo falsas. Por exemplo, se um pol&iacute;cia acreditar que uma testemunha idosa n&atilde;o pode fornecer um testemunho fidedigno, ent&atilde;o esta cren&ccedil;a poder&aacute; ter um impacto negativo no rumo da investiga&ccedil;&atilde;o forense. Neste &acirc;mbito, Yarmey e Jones (1982) analisaram os fatores (idade, ansiedade, ra&ccedil;a/etnia) que influenciam os depoimentos de testemunhas, tendo solicitado a pol&iacute;cias canadianos, psic&oacute;logos peritos, advogados, ju&iacute;zes, estudantes e pessoas da popula&ccedil;&atilde;o em geral, que considerassem as capacidades de uma testemunha idosa para fazer a descri&ccedil;&atilde;o de um crime. Conclu&iacute;ram que a popula&ccedil;&atilde;o em geral, bem como a maior parte dos intervenientes judiciais, tinham um maior n&uacute;mero de perce&ccedil;&otilde;es negativas sobre a compet&ecirc;ncia de uma testemunha idosa para prestar um testemunho fidedigno.</p>     <p>Apesar de existir pouca investiga&ccedil;&atilde;o sobre os fatores sociais e interindividuais relacionados com a sugestionabilidade dos idosos, h&aacute; algumas raz&otilde;es que poder&atilde;o justificar o facto das pessoas nesta faixa et&aacute;ria poderem ser mais sugestion&aacute;veis do que os adultos mais novos. &Eacute; que, &agrave; medida que a idade aumenta, o desempenho da mem&oacute;ria epis&oacute;dica diminui (Balota, Dolan, &amp; Duchek, 2000; Haaland, Price, &amp; Larue, 2003; Lieberman, 2002; Pinto, 1999; Verhaeghen &amp; Salthouse, 1997), bem como a capacidade de mem&oacute;ria de trabalho (Gaonac`h &amp; Larigauderie, 2000) e as fun&ccedil;&otilde;es executivas (Ardila, Pinela, &amp; Rosselli, 2000; Rodr&iacute;guez-Aranda &amp; Martinussen, 2006). Note-se que as diferen&ccedil;as observadas na mem&oacute;ria epis&oacute;dica dependem das estrat&eacute;gias de recupera&ccedil;&atilde;o utilizadas: quando a mem&oacute;ria &eacute; avaliada atrav&eacute;s do reconhecimento, o decr&eacute;scimo do desempenho nos idosos &eacute; pequeno comparativamente ao que sucede com a evoca&ccedil;&atilde;o livre (e.g., Craik, Byrd, &amp; Swanson, 1987). Mas, os relatos de testemunhas oculares, al&eacute;m de se basearem, sobretudo, na mem&oacute;ria epis&oacute;dica, ocorrem num formato de evoca&ccedil;&atilde;o livre. Foi mostrado que a sugestionabilidade est&aacute; negativamente correlacionada com a mem&oacute;ria do item, ou seja, a mem&oacute;ria que diz respeito &agrave; informa&ccedil;&atilde;o sobre o conte&uacute;do de um epis&oacute;dio (Liebmann et al., 2002). Tamb&eacute;m a mem&oacute;ria da fonte da informa&ccedil;&atilde;o recordada, a qual &eacute; parte integrante da mem&oacute;ria epis&oacute;dica, diminui com a idade (Hashtroudi, Johnson, &amp; Chrosniak, 1989). Assim, comparativamente com os adultos mais novos, os idosos revelam mais incorre&ccedil;&otilde;es de mem&oacute;ria quando tomam uma decis&atilde;o sobre se um determinado facto foi apresentado visual ou oralmente (McIntyre &amp; Craik, 1987), em v&iacute;deo ou em fotografia (Schacter, Koutstaall, Gross, Johnson, &amp; Angell, 1997) ou, quando ouviram um discurso discordante de uma pessoa relativamente ao de uma outra, quem disse o qu&ecirc; (Ferguson, Hashtroudi, &amp; Johnson, 1992). Neste seguimento, considerando os resultados na literatura que indicam que os idosos cometem mais erros (de omiss&atilde;o e de intrus&atilde;o) na evoca&ccedil;&atilde;o baseada na mem&oacute;ria epis&oacute;dica e que a sua compet&ecirc;ncia para identificar a fonte de informa&ccedil;&atilde;o &eacute; menor quando comparados com os adultos mais novos, poder-se-ia concluir que eles seriam mais sugestion&aacute;veis do que estes &uacute;ltimos. Neste seguimento, conclui o estudo de Roediger e Geraci (2007) que os idosos, devido ao aumento da idade ou a doen&ccedil;as neurodegenerativas, tornam-se mais suscet&iacute;veis &agrave; sugest&atilde;o.</p>     <p>Considere-se ainda que, alguns estudos (Gudjonsson, 1983, 1988; Kizilbash, Vanderploeg, &amp; Curtis, 2002) revelaram que a presen&ccedil;a da ansiedade como tra&ccedil;o de personalidade faz com que as pessoas se tornem apreensivas diante de v&aacute;rias situa&ccedil;&otilde;es, apresentando baixa autoestima e vulnerabilidade. Indiv&iacute;duos ansiosos possuem menor capacidade de aten&ccedil;&atilde;o para tarefas e, portanto, apresentam um pior desempenho em atividades que envolvam grande sobrecarga da mem&oacute;ria de trabalho (Kizilbash et al., 2002).</p>     <p>V&aacute;rios estudos t&ecirc;m apontado que as condena&ccedil;&otilde;es injustas podem resultar de falsas    confiss&otilde;es e de vulnerabilidades psicol&oacute;gicas e, neste contexto, Corre (1995)    defende a import&acirc;ncia de se considerar, no &acirc;mbito de um processo judicial, as    quest&otilde;es da sugestionabilidade, condescend&ecirc;ncia, aquiesc&ecirc;ncia e perturba&ccedil;&atilde;o    da personalidade, como fatores que podem tornar uma confiss&atilde;o duvidosa e pouco    fi&aacute;vel. De acordo com Gudjonsson (1991), a vulnerabilidade &agrave; sugest&atilde;o pode n&atilde;o    resultar necessariamente numa confiss&atilde;o falsa. Al&eacute;m disso, este tipo de confiss&atilde;o    n&atilde;o decorre apenas de um &uacute;nico fator considerado isoladamente. As caracter&iacute;sticas    psicol&oacute;gicas e o estado mental de um indiv&iacute;duo interagem com muitas outras vari&aacute;veis,    incluindo a gravidade e a natureza da alegada ofensa, as circunst&acirc;ncias e a    natureza do interrogat&oacute;rio (Bain, Baxter, &amp; Ballantyne, 2007; Bain, Baxter,    &amp; Fellowes<i>, </i>2004), as experi&ecirc;ncias subjetivas e a interpreta&ccedil;&atilde;o feita    pelo sujeito. Um contexto de entrevista distante e confrontativo, aumenta a    press&atilde;o social, a dist&acirc;ncia interpessoal (Gudjonsson, 2003; Gudjonsson &amp;    Clark, 1986), incrementando os n&iacute;veis de sugestionabilidade (Bain, Baxter, &amp;    Ballantyne, 2007; Bain, Baxter, &amp; Fellowes<i>, </i>2004; Baxter &amp; Boon,    2000).</p>     <p>No estudo de Cohen e Faulkner (1989), os autores conclu&iacute;ram que os adultos    idosos s&atilde;o mais afetados pela informa&ccedil;&atilde;o capciosa do que os adultos com menos    idade. Contudo, existem outros estudos que n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;as ao n&iacute;vel    da sugestionabilidade entre adultos mais novos e idosos (Coxon &amp; Valentine,    1997; Gabbert, Memon, &amp; Allan, 2003; Searcy, Bartlett, &amp; Memon, 2000).    Os poucos resultados de estudos com as Escalas de Sugestionabilidade de Gudjonsson    (Gudjonsson Suggestibility Scales: GSS 1 e 2; Gudjonsson, 1997) com idosos s&atilde;o,    tamb&eacute;m, contradit&oacute;rios. Polczyk et al. (2004) verificaram que os adultos idosos    eram mais influenciados pela formula&ccedil;&atilde;o sugestiva das quest&otilde;es colocadas do    que os adultos mais novos; contudo, esta diferen&ccedil;a entre os dois grupos n&atilde;o    foi observada ap&oacute;s coer&ccedil;&atilde;o decorrente de feedback negativo. No entanto, Mueller-Johnson    e Ceci (2007), com o mesmo instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o da sugestionabilidade, n&atilde;o    encontraram quaisquer diferen&ccedil;as nos resultados entre idosos e adultos mais    novos. J&aacute; no estudo de Pires (2011), os adultos idosos mostraram-se mais sugestion&aacute;veis    do que os adultos com menos de 65 anos, em todos os escores da GSS 1, exceto    para Mudan&ccedil;a (n&uacute;mero de respostas que o indiv&iacute;duo altera a seguir &agrave; apresenta&ccedil;&atilde;o    de feedback negativo).</p>     <p>O presente trabalho teve como principal objetivo identificar e analisar diferen&ccedil;as entre adultos e idosos ao n&iacute;vel da sugestionabilidade interrogativa, bem como conhecer alguns dos fatores que podem influenciar a sugestionabilidade interrogativa nas pessoas idosas, designadamente a mem&oacute;ria, intelig&ecirc;ncia e ansiedade. No que respeita a estes fatores, &eacute; esperada uma rela&ccedil;&atilde;o positiva entre a mem&oacute;ria e a intelig&ecirc;ncia, por um lado e a sugestionabilidade, por outro, e uma rela&ccedil;&atilde;o negativa entre a ansiedade e a sugestionabilidade.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>M&Eacute;TODO</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Neste estudo s&atilde;o analisados os resultados de 52 idosos, sem dem&ecirc;ncia, com idades    entre os 78 e os 83 anos (<i>M</i>=79.96, <i>DP</i>=1.77) e o mesmo n&uacute;mero de    adultos mais novos, com uma amplitude de idade entre os 42 e os 52 anos (<i>M</i>=47.54,    <i>DP</i>=3.63). Os participantes adultos mais novos (67% mulheres e 33% homens),    com escolaridade equivalente ao 4&ordm; ano, foram predominantemente recrutados em    cursos de forma&ccedil;&atilde;o profissional de dois centros de forma&ccedil;&atilde;o profissional da    Delega&ccedil;&atilde;o Centro do Instituto de Emprego e Forma&ccedil;&atilde;o Profissional. Os participantes    idosos (76% mulheres e 24% homens) foram recrutados em duas Institui&ccedil;&otilde;es Privadas    de Solidariedade Social, tamb&eacute;m da zona centro do pa&iacute;s, tendo 90,4% 4 anos de    escolaridade e 9,6% frequ&ecirc;ncia do 4&ordm; ano. A amostra foi recolhida no primeiro    trimestre do ano de 2008.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Instrumentos</i></p>     <p>No grupo de idosos foi administrado, al&eacute;m da Escala de Sugestionabilidade de    Gudjonsson 1<sup><a href="#1">1</a></sup><a name="top1"></a> (Gudjonsson, 1997),    o Mini Mental State Examination – (MMSE; Folstein, Folstein &amp; McHugh, 1975;    normas para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa de Guerreiro, 1998), Flu&ecirc;ncia Verbal (flu&ecirc;ncia    de categorias: animais e profiss&otilde;es), Subteste de Vocabul&aacute;rio e Mem&oacute;ria de D&iacute;gitos    (Escala de Intelig&ecirc;ncia de Wechsler para Adultos – 3&ordf; edi&ccedil;&atilde;o; WAIS – III; Wechsler,    1997, 2008), Invent&aacute;rio de Ansiedade Estado-Tra&ccedil;o para Adultos (STAI; Spielberger,    1983, adapta&ccedil;&atilde;o portuguesa de Silva &amp; Campos, 1999), Matrizes Coloridas    de Raven (MPCR; Raven, 1956; aferi&ccedil;&atilde;o portuguesa de Sim&otilde;es, 2000, 2004). No    grupo de adultos mais novos foram administrados os mesmos instru- mentos, exceto    o MMSE e em vez das MPCR aplicaram-se as Matrizes Estandardizadas de Raven (MER;    Raven, 1958; Raven, Court, &amp; Raven, 1996). Descreve-se brevemente cada um    destes instrumentos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson</i></p>     <p>A Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson (GSS) &eacute; um instrumento de relato-mem&oacute;ria que avalia as diferen&ccedil;as individuais ao n&iacute;vel da sugestionabilidade interrogativa (Gudjonsson, 1984), existindo em duas formas paralelas: a GSS 1 (usada neste estudo) e a GSS 2. Este instrumento implica a audi&ccedil;&atilde;o de uma hist&oacute;ria, que depois tem de ser evocada, imediatamente e depois de um determinado intervalo de tempo (cerca de 50 minutos). Por &uacute;ltimo, o examinando responde a 20 quest&otilde;es das quais 15 s&atilde;o capciosas. Seguidamente, diz-se ao examinando que este cometeu alguns erros e que lhe v&atilde;o ser colocadas de novo as quest&otilde;es, supostamente para a obten&ccedil;&atilde;o de uma maior corre&ccedil;&atilde;o e rigor, tratando-se assim, da aplica&ccedil;&atilde;o de feedback negativo.</p>     <p>No que concerne &agrave; cota&ccedil;&atilde;o da GSS 1, o n&uacute;mero de evoca&ccedil;&otilde;es 1 e 2, evoca&ccedil;&atilde;o imediata e diferida, respetivamente, diz respeito ao n&uacute;mero de aspetos/acontecimentos que o sujeito &eacute; capaz de recordar. O n&uacute;mero de distor&ccedil;&otilde;es refere-se a enviesamentos relacionados com os aconteci- mentos relatados e fabrica&ccedil;&otilde;es aos aspetos fantasiados e produzidos pelo sujeito. Quanto ao n&uacute;mero total de confabula&ccedil;&otilde;es, o valor &eacute; obtido pela soma das distor&ccedil;&otilde;es e fabrica&ccedil;&otilde;es, em cada um dos dois momentos de evoca&ccedil;&atilde;o. No que diz respeito &agrave; sugestionabilidade interrogativa propriamente dita, a GSS permite obter os seguintes resultados: Ced&ecirc;ncia 1 (respostas de aceita&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o incorreta contida nas 15 quest&otilde;es sugestivas colocadas pela primeira vez), Ced&ecirc;ncia 2 (respostas de aceita&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o incorreta inclu&iacute;da nas 15 quest&otilde;es sugestivas quando colocadas pela segunda vez, ap&oacute;s feedback negativo), Mudan&ccedil;a (respostas que foram alteradas, independentemente de passarem a ser ou n&atilde;o corretas, ap&oacute;s feedback negativo; refere-se &agrave; totalidade das quest&otilde;es colocadas, isto &eacute;, &agrave;s 20 perguntas) e Sugestionabilidade Total (somat&oacute;rio dos resultados obtidos em Ced&ecirc;ncia 1 e em Mudan&ccedil;a).</p>     <p>V&aacute;rios estudos foram realizados no sentido de avaliar as propriedades psicom&eacute;tricas da GSS. Numa an&aacute;lise global, estes estudos verificaram que esta escala apresenta suficiente consist&ecirc;ncia interna e estabilidade teste-reteste (Gudjonsson, 1992).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Mini Mental State Examination</i></p>     <p>O Mini Mental State Examination (MMSE; Folstein, Folstein, &amp; McHugh, 1975) &eacute; uma medida breve do estado cognitivo em sujeitos com idade superior a 65 anos. &Eacute; usado na avalia&ccedil;&atilde;o do grau de deteriora&ccedil;&atilde;o cognitiva, de severidade de d&eacute;fices cognitivos e evolu&ccedil;&atilde;o das mudan&ccedil;as cognitivas que ocorrem num indiv&iacute;duo ao longo do tempo.</p>     <p>Este instrumento demonstra validade e fidelidade em popula&ccedil;&otilde;es psiqui&aacute;tricas, neurol&oacute;gicas e geri&aacute;tricas. &Eacute; composto por 5 testes com as seguintes designa&ccedil;&otilde;es: <i>orienta&ccedil;&atilde;o, aten&ccedil;&atilde;o e c&aacute;lculo, evoca&ccedil;&atilde;o, reten&ccedil;&atilde;o </i>e <i>linguagem</i>. Tem no total 30 quest&otilde;es e comporta tarefas que implicam compreens&atilde;o, orienta&ccedil;&atilde;o temporal, orienta&ccedil;&atilde;o espacial, fixa&ccedil;&atilde;o, aten&ccedil;&atilde;o e c&aacute;lculo, mem&oacute;ria, nomea&ccedil;&atilde;o, repeti&ccedil;&atilde;o, compreens&atilde;o, leitura, escrita e desenho.</p>     <p>De acordo com os estudos de Guerreiro, Silva e Botelho (1994), considera-se que um sujeito apresenta um d&eacute;fice cognitivo nas seguintes condi&ccedil;&otilde;es: pontua&ccedil;&atilde;o total inferior ou igual a 15, se for analfabeto; menor ou igual a 22, se a escolaridade for de 1 a 11 anos e at&eacute; 27 pontos inclusive, no caso do n&iacute;vel de escolaridade ser superior a 11 anos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Flu&ecirc;ncia Verbal Sem&acirc;ntica</i></p>     <p>Esta prova retirada da BANC (Bateria de Avalia&ccedil;&atilde;o Neuropsicol&oacute;gica de Coimbra),    que habitualmente &eacute; considerada no &acirc;mbito do estudo das fun&ccedil;&otilde;es executivas (Ardila    et al., 2000) e/ou da mem&oacute;ria de trabalho (Gaonac’h &amp; Larigauderie, 2000),    consiste na evoca&ccedil;&atilde;o por parte do sujeito, do maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de voc&aacute;bulos    das categorias animais e profiss&otilde;es, num per&iacute;odo temporal de 1 minuto. Com a    aplica&ccedil;&atilde;o deste teste, pode-se avaliar, de um modo mais abrangente, alguns aspetos    do desempenho cognitivo mais especificamente, n&uacute;mero de voc&aacute;bulos de cada categoria,    n&uacute;mero de palavras repetidas, m&eacute;dia de cada agrupamento e altern&acirc;ncia em cada    uma das categorias.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Subtestes Mem&oacute;ria de D&iacute;gitos e Vocabul&aacute;rio</i></p>     <p>Estes subtestes pertencem &agrave; WAIS-III (Wechsler Adults Intelligence Scale – Wechsler, 1997/2008). A Mem&oacute;ria de D&iacute;gitos consiste numa tarefa simples de mem&oacute;ria importante na avalia&ccedil;&atilde;o de sujeitos mesmo com baixa escolaridade e constitui uma medida r&aacute;pida do fator n&atilde;o intelectivo nomeadamente, aten&ccedil;&atilde;o, concentra&ccedil;&atilde;o ou resist&ecirc;ncia &agrave; distra&ccedil;&atilde;o. Avalia tamb&eacute;m a mem&oacute;ria auditiva imediata ou mem&oacute;ria a curto prazo. Esta prova &eacute; constitu&iacute;da por dois tipos de tarefas: d&iacute;gitos em ordem direta e d&iacute;gitos em ordem inversa. O examinando repete oralmente duas s&eacute;ries de d&iacute;gitos, uma em ordem direta (nove s&eacute;ries de d&iacute;gitos) e outra em ordem inversa (oito s&eacute;ries de d&iacute;gitos).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O subteste Vocabul&aacute;rio consiste na defini&ccedil;&atilde;o de palavras e avalia a familiaridade do sujeito com as palavras bem como a sua capacidade para se expressar, sendo deste modo um elemento importante na avalia&ccedil;&atilde;o da intelig&ecirc;ncia verbal. &Eacute; um dos subtestes da WAIS-III com melhor fiabilidade e &eacute; constitu&iacute;do por 33 palavras com grau crescente de dificuldade, sendo que cada uma das defini&ccedil;&otilde;es do sujeito &eacute; pontuada com 0, 1 ou 2 pontos, consoante a completude da resposta dada. A pontua&ccedil;&atilde;o obtida pelo sujeito pode ir at&eacute; aos 66 pontos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Invent&aacute;rio de Ansiedade Estado-Tra&ccedil;o</i></p>     <p>O Invent&aacute;rio de Ansiedade Estado-Tra&ccedil;o (STAI – Forma Y) de Spielberger (Spielberger, Gorsuch, Lushene, Vagg, &amp; Jacobs, 1983) &eacute; constitu&iacute;do pelos itens que permitiram uma melhor diferencia&ccedil;&atilde;o entre a depress&atilde;o e a ansiedade. Neste estudo utilizou-se a forma Y do STAI na adapta&ccedil;&atilde;o portuguesa (Silva &amp; Santos, 1997).</p>     <p>Esta escala de autoavalia&ccedil;&atilde;o composta por 40 itens &eacute; constitu&iacute;da por duas subescalas:    escala Y1 – que avalia a ansiedade-estado (o modo como o indiv&iacute;duo se sente    no momento – 20 itens); e escala Y2 que avalia a ansiedade-tra&ccedil;o (o modo como    o indiv&iacute;duo se sente habitualmente – 20 itens). No que respeita &agrave; cota&ccedil;&atilde;o, cada    item &eacute; avaliado numa escala de 4 pontos (1=aus&ecirc;ncia de ansiedade estado; 2=presen&ccedil;a    de ansiedade estado; 3=aus&ecirc;ncia de ansiedade tra&ccedil;o e 4=presen&ccedil;a de ansiedade    tra&ccedil;o), sendo a pontua&ccedil;&atilde;o final proporcional ao n&iacute;vel de ansiedade do sujeito.</p>     <p>As pontua&ccedil;&otilde;es de cada escala, ansiedade-estado e ansiedade-tra&ccedil;o, variam entre os 20 e os 80 pontos. Para cada item existe uma pontua&ccedil;&atilde;o correspondente a cada afirma&ccedil;&atilde;o: nada (1), um pouco (2), moderadamente (3) e muito (4) para a escala de ansiedade-estado (Y-1) e quase nada (1), algumas vezes (2), frequentemente (3) e quase sempre (4) para a escala de ansiedade-tra&ccedil;o (Y-2). A cada categoria corresponde a pontua&ccedil;&atilde;o referida para cada item, pela ordem descrita (Spielberger et al., 1983).</p>     <p>As qualidades psicom&eacute;tricas da vers&atilde;o portuguesa revelaram uma consist&ecirc;ncia interna elevada estando o alfa de Cronbach no intervalo de 0.89 a 0.95. A correla&ccedil;&atilde;o teste-reteste, com um intervalo de 7 a 10 dias, apresentou valores altos na escala de Ansiedade-Tra&ccedil;o e valores moderados na escala de ansiedade-estado (Spielberger, 1983, como citado em Virela, Arbona, &amp; Novy, 1994).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Matrizes Progressivas Coloridas e Estandardizadas de Raven</i></p>     <p>Os testes das Matrizes de Raven (1956, 1958) constituem um instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o    da intelig&ecirc;ncia n&atilde;o verbal, no qual os sujeitos t&ecirc;m de selecionar uma de entre    v&aacute;rias op&ccedil;&otilde;es de resposta, de modo a completarem a sequ&ecirc;ncia l&oacute;gica apresentada.    Trata-se de um instrumento de crucial import&acirc;ncia na avalia&ccedil;&atilde;o do desempenho    cognitivo ao n&iacute;vel n&atilde;o verbal, pressupondo complementarmente, compet&ecirc;ncias mn&eacute;sicas    e de racioc&iacute;nio n&atilde;o verbal. Por outro lado, a resposta a estas provas pode assumir    um car&aacute;cter l&uacute;dico, o que se tornou uma mais-valia na aplica&ccedil;&atilde;o ao tipo de participantes    envolvidos neste estudo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As MER (Raven et al., 1996) incluem em 60 itens organizados em cinco grupos de objetos similares de alguma forma (A, B, C, D e E) com 12 itens cada um enquanto os itens das MPCR (Sim&otilde;es, 2000, 2004) est&atilde;o divididos por tr&ecirc;s s&eacute;ries: A, AB e B. Em cada item falta um objeto e, no final da p&aacute;gina, uma pe&ccedil;a deve ser escolhida como a que melhor completa a figura.</p>     <p>A an&aacute;lise dos itens mostra que as Matrizes Progressivas Coloridas de Raven (MPCR) e as Matrizes Estandardizadas de Raven (MER) cont&ecirc;m itens com boas qualidades psicom&eacute;tricas, pois a maioria deles apresenta a denominada validade do item, isto &eacute;, constituem uma boa representa&ccedil;&atilde;o do constructo a que se referem, o que &eacute; expresso pela sua carga fatorial no respetivo fator.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimento</i></p>     <p>Ap&oacute;s autoriza&ccedil;&atilde;o expressa dos provedores das Casas da Miseric&oacute;rdia de &Aacute;gueda    e Oliveira do Bairro e dos diretores dos Centros de Forma&ccedil;&atilde;o Profissional de    &Aacute;gueda e Aveiro, onde decorreu a recolha de dados, foi explicado aos participantes    a natureza e o procedimento deste estudo, tendo-se obtido, um consentimento    informado por parte destes.</p>     <p>Todos os participantes foram avaliados individualmente, pela primeira autora, tendo sido, no caso dos idosos, aplicados, num primeiro momento, os instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade cognitiva e de ansiedade estado e tra&ccedil;o e, num &uacute;ltimo momento (cerca de duas semanas depois) foi aplicada a GSS 1. Entre as duas fases de evoca&ccedil;&atilde;o da hist&oacute;ria que integra a GSS 1 administrou-se o MMSE.</p>     <p>No grupo dos adultos mais novos, como j&aacute; referido, foram aplicados os mesmos instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o, com exce&ccedil;&atilde;o do MMSE e a vers&atilde;o utilizada das Matrizes foi a Estandardizada (MER). Estes participantes responderam a todas as provas numa &uacute;nica sess&atilde;o.</p>     <p>Na administra&ccedil;&atilde;o da GSS 1, a hist&oacute;ria sobre um roubo foi previamente gravada e ambos os grupos escutaram-na atrav&eacute;s de uns auscultadores. No final da audi&ccedil;&atilde;o, foi pedido aos participantes que evocassem a hist&oacute;ria que tinham acabado de ouvir. Decorridos cerca de 50 minutos, foi-lhes novamente solicitado que descrevessem o acontecimento anteriormente escutado (evoca&ccedil;&atilde;o diferida). Depois de conclu&iacute;da esta evoca&ccedil;&atilde;o, foram colocadas as 20 quest&otilde;es, 15 das quais sugestivas, tendo o participante de responder “sim” (caso considerasse que o conte&uacute;do da quest&atilde;o estava correto), “n&atilde;o” (quando o conte&uacute;do fosse reconhecido como errado ou n&atilde;o correspondente ao que de facto tinha sucedido/escutado) ou “n&atilde;o sei” (na situa&ccedil;&atilde;o de j&aacute; n&atilde;o se recordar ou da informa&ccedil;&atilde;o pedida pela quest&atilde;o n&atilde;o ter sido referida durante a audi&ccedil;&atilde;o da hist&oacute;ria).</p>     <p>Ap&oacute;s as respostas a cada uma das 20 quest&otilde;es foi introduzido o feedback negativo quanto &agrave; presta&ccedil;&atilde;o dos participantes, que consistiu em dizer-lhes, de modo afirmativo, que estes tinham cometido v&aacute;rios erros, sendo ent&atilde;o necess&aacute;rio prestar mais aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s 20 quest&otilde;es que j&aacute; tinham sido colocadas e que iriam ser, de novo, repetidas.</p>     <p>Conclu&iacute;da a aplica&ccedil;&atilde;o da GSS 1, foi comunicado aos participantes, qual o verdadeiro    objetivo da investiga&ccedil;&atilde;o (no in&iacute;cio tinha-lhes sido dito que se tratava de uma    prova de avalia&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria), tendo sido explicada a raz&atilde;o do feedback negativo    (submeter a pessoa a uma situa&ccedil;&atilde;o de press&atilde;o, sendo que esta condi&ccedil;&atilde;o faz parte    integrante da aplica&ccedil;&atilde;o da escala). Foi ainda solicitado aos participantes para    n&atilde;o comentarem com outros os objetivos reais e orienta&ccedil;&otilde;es da investiga&ccedil;&atilde;o,    para um maior controlo de fatores externos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>RESULTADOS</p>     <p>Apresentam-se, em primeiro lugar, os resultados<sup><a href="#2">2</a></sup><a name="top2"></a> das an&aacute;lises relativas &agrave;s    diferen&ccedil;as entre os grupos no que diz respeito &agrave;s medidas de sugestionabilidade    interrogativa, cogni&ccedil;&atilde;o e ansiedade, e, a seguir, os resultados respeitantes    ao c&aacute;lculo de correla&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Diferen&ccedil;as na sugestionabilidade interrogativa</i></p>     <p>Para comparar os dois grupos de participantes no que diz respeito aos escores Ced&ecirc;ncia 1, Ced&ecirc;ncia 2, Mudan&ccedil;a e Sugestionabilidade Total na GSS 1, procedeu-se ao c&aacute;lculo da ANOVA univariada obtendo-se os seguintes resultados: <i>F</i>(1,102)=6.60, <i>p</i>=.01, <i>MSe</i>=84.96, <i>? </i>2=.06 para Ced&ecirc;ncia 1 (<i>M</i>=7.63, <i>DP</i>=4.02 e <i>M</i>=5.83, <i>DP</i>=3.09, respetivamente para o grupo de idosos e para o grupo de adultos); <i>F</i>(1,102)=2.20, <i>p</i>=.14, <i>MSe</i>=30.15, <i>?</i>p2=.02 para Ced&ecirc;ncia 2 (<i>M</i>=8.77, <i>DP</i>=3.87 e <i>M</i>=7.69, <i>DP</i>=3.53, para idosos e adultos, respetivamente); <i>F</i>(1,102)=5.07, <i>p</i>=.03, <i>MSe</i>=38.16, <i>? </i>2=.05 para Mudan&ccedil;a (<i>M</i>=3.31, <i>DP</i>=2.7 e <i>M</i>=4.52, <i>DP</i>=2.8, respetivamente idosos e adultos) e <i>F</i>(1,102)=0.79, <i>p</i>=.38, <i>MSe</i>=16.16, <i>? </i>2=.01 para a Sugestionabilidade Total. Portanto, apenas foram registadas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre os dois grupos nos resultados Ced&ecirc;ncia 1 e Mudan&ccedil;a.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Diferen&ccedil;as na cogni&ccedil;&atilde;o e ansiedade</i></p>     <p>No que diz respeito aos desempenhos de ambos os grupos nos testes de Flu&ecirc;ncia    Verbal de categorias foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas,    [<i>t</i>(102)=5.94, <i>p</i>&lt;.001, <i>d</i>=1.18; <i>M</i>=16.06, <i>DP</i>=4.22    e <i>M</i>=24.29, <i>DP</i>=4.75, respetivamente, para o grupo de idosos e para    o grupo de adultos], Mem&oacute;ria de D&iacute;gitos em sentido direto [<i>t</i>(102)=6.71,    <i>p</i>&lt;.001, <i>d</i>=1.33; <i>M</i>=7.06, <i>DP</i>=1.45 e <i>M</i>=8.98,    <i>DP</i>=1.48, respetivamente para o grupo de idosos e para o grupo de adultos],    Mem&oacute;ria de D&iacute;gitos em sentido inverso [<i>t</i>(102)=3.45, <i>p</i>=.001, <i>d</i>=.68;    <i>M</i>=4.44, <i>DP</i>=1.65 e <i>M</i>=5.52, <i>DP</i>=1.53, grupo de idosos    e grupo de adultos, respectivamente], STAI ansiedade-estado [<i>t</i>(102)=4.29,    <i>p</i>&lt;.001, <i>d</i>=.85; <i>M</i>=31.33, <i>DP</i>=4.66 e <i>M</i>=31.21,    <i>DP</i>=4.57, para idosos e adultos, respectivamente] e STAI ansiedade-tra&ccedil;o    [<i>t</i>(102)=4.75, <i>p</i>&lt;.001, <i>d</i>=.94; <i>M</i>=31.06, <i>DP</i>=5.28    e <i>M</i>=35.75, <i>DP</i>=4.77, respetivamente para o grupo de idosos e para    o grupo de adultos]. Relativamente ao teste de Vocabul&aacute;rio, n&atilde;o foram observadas    diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre o grupo de idosos e adultos    [<i>t</i>(92,922)=.38, <i>p</i>=.705, <i>d</i>=.08, respetivamente <i>M</i>=33.75,    <i>DP</i>=7.71 e <i>M</i>=34.25, <i>DP</i>=5.58].</p>     <p>Os resultados obtidos nas duas formas das Matrizes de Raven (formas Colorida e Estandardizada) foram convertidos em valores <i>z</i>, n&atilde;o tendo sido encontrada uma diferen&ccedil;a estatisticamente significativa entre ambos os grupos [<i>t</i>(51)=.014, <i>p</i>=.99, <i>d</i>=.04]. Tamb&eacute;m n&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as significativas, do ponto de vista estat&iacute;stico, entre os grupos no que diz respeito &agrave; evoca&ccedil;&atilde;o imediata da hist&oacute;ria da GSS 1 [<i>t</i>(102)=1.09, <i>p</i>=.279, <i>d</i>=.04; respetivamente <i>M</i>=13.50, <i>DP</i>=3.60 e <i>M</i>=14.33, <i>DP</i>=4.14] e &agrave; evoca&ccedil;&atilde;o diferida da mesma [<i>t</i>(102)=1.63, <i>p</i>=.107, <i>d</i>=.32, respetivamente <i>M</i>=11.48, <i>DP</i>=3.47 e <i>M</i>=12.73, <i>DP</i>=4.31].</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Correla&ccedil;&otilde;es com a sugestionabilidade interrogativa</i></p>     <p>No <a href="#q1">Quadro 1</a> encontram-se os valores do c&aacute;lculo do coeficiente    de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson da Sugestionabilidade Total com a cogni&ccedil;&atilde;o e com a    ansiedade, para cada um dos grupos de participantes.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="q1"></a></p> <img src="/img/revistas/aps/v32n2/32n2a06q1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Quanto a valores de correla&ccedil;&atilde;o significativos do ponto de vista estat&iacute;stico    da Sugestionabilidade Total na GSS 1 com as restantes vari&aacute;veis foram observados    os seguintes (ver <a href="#q1">Quadro 1</a>): evoca&ccedil;&atilde;o no MMSE [(<i>r</i>(50)=-.30,    <i>p</i>=.030], Vocabul&aacute;rio [<i>r</i>(50)=-.35, <i>p</i>&lt;.001], Flu&ecirc;ncia    Verbal total [<i>r</i>(50)=-</p>     <p>.39, <i>p</i>=.004], pontua&ccedil;&atilde;o total nas MER [<i>r</i>(50)=-.39, <i>p</i>=.005], tempo de desempenho nas MER [<i>r</i>(50)=.40, <i>p</i>=.003] no grupo de adultos mais novos; Mem&oacute;ria de D&iacute;gitos em sentido inverso [<i>r</i>(50)=-.32, <i>p</i>=.002], pontua&ccedil;&atilde;o total nas MPCR [<i>r</i>(50)=-.28, <i>p</i>=.045], tempo de desempenho nas MPCR [<i>r</i>(50)=.42, <i>p</i>=.002] no grupo de idosos. Em ambos os grupos foram encontradas as seguintes correla&ccedil;&otilde;es significativas: evoca&ccedil;&atilde;o imediata [<i>r</i>(50)=-.35, <i>p</i>=.011] e evoca&ccedil;&atilde;o diferida na GSS 1 [<i>r</i>(50)=-.31, <i>p</i>=.027], para os idosos e tamb&eacute;m evoca&ccedil;&atilde;o imediata na GSS 1 [<i>r</i>(50)=-.33, <i>p</i>=.017] e evoca&ccedil;&atilde;o diferida na GSS 1 [<i>r</i>(50)=-.32, <i>p</i>=.019], para o grupo de adultos mais novos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>DISCUSS&Atilde;O</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Como referimos anteriormente, a literatura a respeito da sugestionabilidade    interrogativa nos idosos apresenta resultados que, para al&eacute;m de escassos, n&atilde;o    s&atilde;o consensuais. Tal como no presente estudo, tamb&eacute;m Mueller-Johnson e Ceci    (2007) n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre idosos    e adultos mais novos no resultado global da GSS 1. Considerando os resultados    dos componentes desta escala, observa-se que as diferen&ccedil;as entre ambos os grupos    para Ced&ecirc;ncia 1 e Mudan&ccedil;a s&atilde;o estatisticamente significativas, tendo-se registado    em Ced&ecirc;ncia 1 uma superioridade dos idosos relativamente ao observado nos adultos    mais novos e o inverso (resultado mais baixo nos idosos) no caso de Mudan&ccedil;a.    Esta invers&atilde;o nos resultados poder&aacute; estar subjacente &agrave; n&atilde;o dete&ccedil;&atilde;o de diferen&ccedil;a    significativa no que diz respeito &agrave; Sugestionabilidade Total, dado o seu modo    de c&aacute;lculo (somat&oacute;rio de Ced&ecirc;ncia 1 com Mudan&ccedil;a).</p>     <p>Ainda relativamente a este aspeto, considere-se que as circunst&acirc;ncias e a natureza de um interro- gat&oacute;rio (Bain et al., 2007; Bain et al., 2004), bem como com o modo de comunica&ccedil;&atilde;o do feedback negativo poderem ter influ&ecirc;ncia nos escores da GSS. Assim, levantou-se a hip&oacute;tese de que a n&atilde;o observa&ccedil;&atilde;o de signific&acirc;ncia estat&iacute;stica dos valores da Sugestionabilidade Total entre adultos e idosos se poder dever, pelo menos em parte, ao facto de v&aacute;rios participantes conhecerem previamente a investigadora que procedeu &agrave; administra&ccedil;&atilde;o da GSS, o que poder&aacute; ter ocasionado, sem a entrevista- dora se aperceber, menor firmeza na comunica&ccedil;&atilde;o do feedback negativo. Sabe-se que um entrevistador que assume uma postura distante, com comportamentos que apresentam alguma agres- sividade ou atitudes do tipo confrontativo, esse modo de presen&ccedil;a gera uma press&atilde;o social mais forte e aumenta a dist&acirc;ncia interpessoal relativamente ao entrevistado (Gudjonsson, 2003; Gudjonsson &amp; Clark, 1986), inflacionando, consequentemente, os seus n&iacute;veis de sugestionabilidade interrogativa (Bain, Baxter, &amp; Ballantyne, 2007; Bain, Baxter, &amp; Fellowes<i>, </i>2004; Baxter &amp; Boon, 2000).</p>     <p>Foi ent&atilde;o averiguado no presente estudo se existiria uma diferen&ccedil;a nos resultados da Sugestio- nabilidade Total consoante os participantes conhecessem ou n&atilde;o a investigadora. A diferen&ccedil;a encontrada revelou-se marginalmente significativa [<i>t</i>(50)=1.96, <i>p</i>=.056, <i>d</i>=.55; com <i>M</i>=9.89, <i>DP</i>=4.35 e <i>M</i>=12.48, <i>DP</i>=5.18, para “investigadora conhecida” e “investigadora desconhecida”, respectivamente] no grupo de idosos. No grupo de adultos mais novos, o teste <i>U </i>de Mann-Whitney mostrou que os participantes que conheciam (<i>M</i>=8.4, <i>DP</i>=3.78) ou n&atilde;o (<i>M</i>=11.14, <i>DP</i>=4.05) previamente a investigadora diferiam quanto &agrave; Sugestionabilidade Total: <i>z</i>=-2.19, <i>p</i>=.03. Observaram-se, portanto, neste grupo, valores de sugestionabilidade mais baixos quando a investigadora era conhecida dos participantes, o que poder&aacute; ser indicativo de que a comunica&ccedil;&atilde;o do feedback negativo poder&aacute; ter sido menos firme ou percecionada como tal, pelo que, em estudos futuros, este problema dever&aacute; ser acautelado.</p>     <p>Relativamente &agrave;s vari&aacute;veis estudadas de natureza cognitiva, a n&atilde;o observa&ccedil;&atilde;o    de diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre ambos os grupos relativamente    ao desempenho no subteste de Vocabul&aacute;rio da WAIS-III est&aacute; de acordo com a ideia    segundo a qual esta medida n&atilde;o seria afetada pelo processo de envelhecimento    e da&iacute; ser sugerida a sua utiliza&ccedil;&atilde;o como um indicador de intelig&ecirc;ncia pr&eacute;-m&oacute;rbida    (Crawford et al., 1988). No que respeita a avalia&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria a curto prazo    (Mem&oacute;ria de D&iacute;gitos em sentido direto e em sentido inverso), os resultados encontrados    indicaram a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as significativas entre os idosos e os adultos    mais novos apresentando menor desempenho os primeiros. Os resultados na literatura,    nem sempre concordantes, apontam, de um modo geral, para diferen&ccedil;as reduzidas    entre adultos e idosos, relativamente &agrave; mem&oacute;ria a curto prazo (Craik, 2000;    Pinto, 1999). O desempenho mais baixo dos idosos no teste de Flu&ecirc;ncia Verbal    de categorias, considerado, por alguns autores, como um instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o    da mem&oacute;ria de trabalho, mais especificamente do componente executivo central    (Gaonac’h &amp; Larigauderie, 2000) e, por outros, como teste das fun&ccedil;&otilde;es executivas    (Ardila et al., 2000) est&aacute; em conson&acirc;ncia com alguns resultados obtidos em diversos    estudos (Rodr&iacute;guez- Aranda &amp; Martinussen, 2006). Na an&aacute;lise do desempenho    de mem&oacute;ria a longo prazo (evoca&ccedil;&atilde;o imediata e diferida da hist&oacute;ria inclu&iacute;da    na GSS 1) n&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre    os dois grupos de participantes. Este resultado n&atilde;o era esperado, pois este    tipo de mem&oacute;ria &eacute; afetado no envelhecimento normal (Balota et al., 2000; Haaland    et al., 2003; Lieberman, 2002). No entanto, h&aacute; a considerar que se trata da    evoca&ccedil;&atilde;o de uma hist&oacute;ria, em que a recorda&ccedil;&atilde;o do tema desta pode servir como    pista para auxiliar a evoca&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do que lhe est&aacute; associado. Al&eacute;m disso,    os participantes poder&atilde;o tamb&eacute;m ter recorrido a esquemas presentes na mem&oacute;ria    sem&acirc;ntica para recordar a hist&oacute;ria e este tipo de mem&oacute;ria n&atilde;o sofre decl&iacute;nio    com o aumento da idade dos adultos (Pinto, 1999). O valor significativo das    correla&ccedil;&otilde;es entre evoca&ccedil;&otilde;es imediata e diferida e o valor de sugestionabilidade,    embora fraco, &eacute; concordante com a tend&ecirc;ncia referida por v&aacute;rios autores, nomeadamente,    Gudjonsson (1997), segundo a qual quanto maior for o n&uacute;mero de evoca&ccedil;&otilde;es, menor    a vulnerabilidade &agrave; sugest&atilde;o. Esta tend&ecirc;ncia &eacute; ainda refor&ccedil;ada com a exist&ecirc;ncia    de uma rela&ccedil;&atilde;o negativa entre a evoca&ccedil;&atilde;o no MMSE e o valor de sugestionabilidade    apresentado pelos adultos idosos.</p>     <p>Quanto &agrave;s medidas de ansiedade (STAI), os adultos idosos obtiveram pontua&ccedil;&otilde;es m&eacute;dias significativamente inferiores. Refira-se a este prop&oacute;sito, o facto de v&aacute;rios dos participantes adultos mais novos se encontrarem numa situa&ccedil;&atilde;o de desemprego, em cursos de forma&ccedil;&atilde;o profissional, o que poder&aacute; ter contribu&iacute;do para a exist&ecirc;ncia de um n&iacute;vel mais elevado de ansiedade.</p>     <p>Atendendo apenas aos valores de correla&ccedil;&atilde;o moderados (entre .40 e .69; cf. Pestana &amp; Gageiro, 2003), estes foram encontrados entre a Sugestionabilidade Total e os tempos de realiza&ccedil;&atilde;o nas medidas de intelig&ecirc;ncia n&atilde;o verbal (MPCR e MER), podendo sugerir que a maior rapidez nestas provas estaria relacionada com maior suscetibilidade para aceitar informa&ccedil;&atilde;o sugestiva.</p>     <p>Desta forma, considerando que a todos os participantes idosos foi aplicado um instrumento de rastreio de avalia&ccedil;&atilde;o de estado mental (MMSE) integrando o estudo apenas os que obtiveram desempenho considerado normal e que a maioria dos participantes do grupo de adultos mais novos se encontrava num contexto de desemprego, poder-se-&atilde;o melhor compreender as diferen&ccedil;as observadas entre os grupos, na medida em que os n&iacute;veis de ansiedade nos idosos seriam mais baixos e a cogni&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria ao desempenho das tarefas seria semelhante &agrave; dos adultos mais novos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>CONCLUS&Otilde;ES</p>     <p>Tal como afirmaram Wells e Olson (2003), a psicologia tem um papel de relevo no estudo e preven&ccedil;&atilde;o de condena&ccedil;&otilde;es injustas, nomeadamente ao investigar a mem&oacute;ria de testemunhas oculares, esperando-se que proponha procedimentos para minimizar o erro. A admiss&atilde;o em tribunal da prova testemunhal trouxe a necessidade de validar e atestar os relatos das testemunhas combinada com uma preocupa&ccedil;&atilde;o na forma de obten&ccedil;&atilde;o da prova. Perante os dados sobre a evolu&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica, &eacute; previs&iacute;vel que nos pr&oacute;ximos anos os idosos estejam entre as testemunhas mais frequentes de crimes e acidentes. O estudo da sugestionabilidade interrogativa em idosos contribuir&aacute;, certamente, para melhorar a avalia&ccedil;&atilde;o da exatid&atilde;o dos seus depoimentos e identificar aqueles sujeitos que exigem um cuidado especial, durante os interrogat&oacute;rios, dada a sua vulnerabilidade a informa&ccedil;&atilde;o sugestiva.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O presente estudo centrou-se na tentativa de contribuir para o conhecimento sobre a tem&aacute;tica da sugestionabilidade interrogativa na popula&ccedil;&atilde;o geri&aacute;trica, procurou identificar e analisar a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as entre estes e os adultos mais novos. No que concerne aos principais resultados obtidos com a GSS 1 foram observadas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas para Ced&ecirc;ncia 1 e Mudan&ccedil;a, embora n&atilde;o tivessem sido detetadas diferen&ccedil;as entre os grupos quanto &agrave; Sugestionabilidade Total. Para este resultado global, como foi indicado, poder&aacute; ter contribu&iacute;do a invers&atilde;o destes escores no grupo de idosos em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo de adultos mais novos e, em parte, o facto de a entrevistadora ser conhecida de alguns dos participantes neste estudo.</p>     <p>Quanto &agrave; rela&ccedil;&atilde;o entre funcionamento cognitivo e sugestionabilidade (resultado Sugestiona- bilidade Total da GSS 1), os resultados encontrados em ambos os grupos et&aacute;rios apresentaram alguma similaridade. Assim, foram significativos os resultados das correla&ccedil;&otilde;es com o Vocabul&aacute;rio, Flu&ecirc;ncia Verbal e pontua&ccedil;&atilde;o total nas MER, bem como o tempo de realiza&ccedil;&atilde;o nas mesmas, para o grupo de adultos mais novos. Para o grupo de idosos, mostraram-se significativos os resultados das correla&ccedil;&otilde;es entre Sugestionabilidade Total, evoca&ccedil;&atilde;o do MMSE, Vocabul&aacute;rio, Mem&oacute;ria de</p>     <p>D&iacute;gitos (sentido inverso e direto) e Mem&oacute;ria D&iacute;gitos pontua&ccedil;&atilde;o total, e pontua&ccedil;&atilde;o total e tempo de realiza&ccedil;&atilde;o nas MPCR.</p>     <p>Entre as limita&ccedil;&otilde;es do presente estudo, al&eacute;m das amostras serem de conveni&ecirc;ncia, salientamos a influ&ecirc;ncia da comunica&ccedil;&atilde;o do feedback negativo nos resultados obtidos com a GSS 1. Neste contexto, &eacute; fundamental adoptar um procedimento de firmeza. A circunst&acirc;ncia deste poder n&atilde;o se ter verificado nos casos em que os participantes eram conhecidos da entrevistadora poder&aacute; ter influenciado de forma diferencial a comunica&ccedil;&atilde;o do feedback negativo, a experi&ecirc;ncia ansi&oacute;gena e, consequentemente, o grau de sugestionabilidade total. Este aspeto permite tamb&eacute;m sublinhar a sensibilidade dos resultados obtidos com a GSS, por via do papel fulcral que estas escalas concedem &agrave; forma de comunica&ccedil;&atilde;o do feedback negativo e das circunst&acirc;ncias de entrevista, em geral, conforme j&aacute; referido.</p>     <p>Neste estudo, vem reiterado o facto de a popula&ccedil;&atilde;o idosa poder proferir depoimentos cred&iacute;veis, tal como a popula&ccedil;&atilde;o adulta com menos idade. Contudo, releva-se aqui a import&acirc;ncia do controlo das circunst&acirc;ncias de entrevista, das quais poder&aacute; depender a veracidade e validade do testemunho do idoso cada vez mais frequente, quer numa perspectiva de v&iacute;tima quer de testemunha. Neste &acirc;mbito, s&atilde;o necess&aacute;rios mais estudos nesta &aacute;rea, que permitam alicer&ccedil;ar melhores pr&aacute;ticas forenses.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>REFER&Ecirc;NCIAS</p>     <!-- ref --><p>Ardila, A., Pineda, D., &amp; Rosselli, M. (2000). Correlation between intelligence    test scores and executive function measures. <i>Archives of Clinical Neuropsychology</i>,    <i>15</i>(1), 31-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0870-8231201400020000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Bain, S. A., Baxter, J. S., &amp; Ballantyne, K. (2007). Self-monitoring style    and levels of interrogative suggestibility. <i>Personality and Individual Differences</i>,    42(4), 623-630.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0870-8231201400020000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bain, S. A., Baxter, J. S., &amp; Fellowes, V. (2004). Interacting influences    on interrogative suggestibility. <i>Legal and Criminological Psychology</i>,    <i>9</i>, 239-252.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0870-8231201400020000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Balota, D. A., Dolan, P. O., &amp; Duchek, J. M. (2000). Memory changes in    healthy older adults. In E. Tulving &amp; F. I. M. Craik (Eds.), <i>The Oxford    handbook of memory </i>(pp. 395-409). New York: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0870-8231201400020000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Baxter, J. S. &amp; Boon, J. C. W. (2000). Interrogative suggestibility: The    importance of being earnest. <i>Personality and Individual Differences</i>,    <i>28</i>, 753-762.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0870-8231201400020000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brimacombe, C. A., Jung S., Garrioch, L., &amp; Allison, M. (2003). Perceptions    of older adult eyewitnesses: Will you believe me when I’m 64? <i>Law and Human    Behaviour</i>, <i>27</i>, 507-522.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0870-8231201400020000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Bruck, M., Ceci, S. J., &amp; Hemmbrooke, H. (2002). Nature of true and false    narratives. <i>Developmental Review</i>, <i>22</i>, 520-554.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0870-8231201400020000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cauffman, E. E., &amp; Steinberg, L. (2000). (Im)maturity of judgment in adolescence:    Why adolescents may be less culpable than adults. <i>Behavioral Sciences and    the Law</i>, <i>18</i>, 1-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0870-8231201400020000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cohen, G., &amp; Faulkner, D. (1989). Age differences in source forgetting:    Effects on reality monitoring and on eyewitness testimony. <i>Psychology and    Aging, 4</i>, 10-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0870-8231201400020000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Corre, N. (1995). <i>The 1995 revisions to the PACE Codes of Practice</i>.    London: Calow Publishing.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0870-8231201400020000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Coxon, P., &amp; Valentine, T. (1997). The effect of the age of eyewitnesses    on the accuracy and suggestibility of their testimony. <i>Applied Cognitive    Psychology</i>, <i>11</i>, 415-430.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0870-8231201400020000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Craik, F. I. M. (2000). Age-related changes in human memory. In D. Park &amp;    N. Schwartz (Eds.), <i>Cognitive ageing: A primer </i>(pp. 75-92). Philadelphia:    Psychology Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0870-8231201400020000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Craik, F. I. M., Byrd, M., &amp; Swanson, J. M. (1987). Patterns of memory    loss in 3 elderly samples. <i>Psychology and Aging</i>, <i>2</i>, 79-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0870-8231201400020000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Crawford, J. R., Parker, D. M., &amp; Besson, J. A. (1988). Estimation of premorbid intelligence in organic conditions. <i>The British Journal of Psychiatry</i>, <i>153</i>, 178-181.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0870-8231201400020000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ferguson, S. A., Hashtroudi, S., &amp; Johnson, M. K. (1992). Age differences    in using source-relevant cues. <i>Psychology and Aging</i>, 7, 443-452.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0870-8231201400020000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Folstein M. F., Folstein S. E., &amp; McHugh P. R. (1975). “Mini-mental state”.    A practical method for grading the cognitive state of patients for the clinician.    <i>Journal of psychiatric research, 12</i>(3), 189-198.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0870-8231201400020000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Gabbert, F., Memon, A., &amp; Allan, K. (2003). Memory conformity: Can eyewitnesses    influence each other’s memories for an event? <i>Applied Cognitive Psychology</i>,    <i>17</i>, 533-543.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0870-8231201400020000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gaonac’h, D., &amp; Larigauderie, P. (2000). <i>M&eacute;moire et fonctionnement cognitif:    La m&eacute;moire de travail</i>. Paris: Armand Colin.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0870-8231201400020000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gudjonsson, G. H. (1983). Suggestibility, intelligence, memory recall and personality:    An experimental study. <i>The British Journal of Psichiatry</i>, 142, 35-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0870-8231201400020000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gudjonsson, G. H. (1984). A new scale of interrogative suggestibility. <i>Personality    and Individual Differences</i>, <i>5</i>, 303-314.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0870-8231201400020000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gudjonsson, G. H. (1988). Interrogative suggestibility: Its relationship with    assertiveness, social-evaluative anxiety, state anxiety and method of coping.    <i>British Journal of Clinical Psychology</i>, <i>27</i>(2), 159-166.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0870-8231201400020000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Gudjonsson, G. H. (1991). The effects of intelligence and memory on group differences    in suggestibility and compliance. <i>Personality and Individual Differences</i>,    <i>12</i>, 503-505.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0870-8231201400020000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gudjonsson, G. (1992). <i>The psychology of interrogations, confessions and    testimony. </i>New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0870-8231201400020000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gudjonsson, G. H. (1997). <i>The Gudjonsson Suggestibility Scales manual</i>.    Hove: Psychology Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0870-8231201400020000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gudjonsson, G. H. (2003). <i>The psychology of interrogations and confessions:    A handbook</i>. Chichester: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S0870-8231201400020000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gudjonsson, G. H., &amp; Clark, N. K. (1986). Suggestibility in police interrogation:    A social psychological model. <i>Social Behaviour</i>, 1, 83-104.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0870-8231201400020000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Guerreiro, M. (1998). <i>Contributo da neuropsicologia para o estudo das dem&ecirc;ncias    </i>(tese de doutoramento n&atilde;o publicada). Faculdade de Medicina da Universidade    de Lisboa, Lisboa, Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0870-8231201400020000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Guerreiro, M., Silva, A. P., &amp; Botelho, M. A. (1994). Adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; popula&ccedil;&atilde;o    portuguesa na tradu&ccedil;&atilde;o do “Mini Mental State Examination” (MMSE). <i>Revista    Portuguesa de Neurologia</i>, <i>1</i>, 9-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0870-8231201400020000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Guo, X., Erber, J. T., &amp; Szuchman, L. T. (1999). Age and forgetfulness:    Can stereotypes be modified? <i>Educational Gerontology</i>, 25, 457-466.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0870-8231201400020000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Haaland, K. Y., Price, L., &amp; Larue, A. (2003). What does the WMS-III tell    us about memory changes with normal aging? <i>Journal of The International Neuropsychological    Society</i>, <i>9</i>, 89-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0870-8231201400020000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hashtroudi, S., Jonhson, M. K., &amp; Chrosniak, L. D. (1989). Aging and source    monitoring. <i>Psychology and Aging</i>, <i>4</i>, 106-112.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0870-8231201400020000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Karpel, M. E., Hoyer, W. J., &amp; Toglia, M. P. (2001). Accuracy and qualities    of real and suggested memories: Nonspecific age differences. <i>Journal of Gerontology:    Psychological Sciences, 56</i>B, 103-110.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0870-8231201400020000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kizilbash, A. H., Vanderploeg, R. D., &amp; Curtis, G. (2002). The effects    of depression and anxiety on memory performance. Archives of Clinical Neuropsychology,    <i>17</i>(1), 57-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S0870-8231201400020000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Krug, E. G., Mercy, J. A., Dahlberg. L. L., &amp; Zwi, A. B. (2002). “The world    report on violence and health”. <i>The Lancet</i>, <i>360</i>, 1083-1088.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S0870-8231201400020000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kwong See, S. T., Hoffman, H. G., &amp; Wood, T. L. (2001). Perceptions of    an old female eyewitness: Is the older eyewitness believable? <i>Psychology    and Aging</i>, <i>16</i>, 346-350.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S0870-8231201400020000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lieberman, J. D. (2002). Head over the heart or the heart over the head? Cognitive experiential self-theory and extralegal heuristics in juror decision making. <i>Journal of Applied Social Psychology, 32</i>, 2526-2553.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S0870-8231201400020000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Liebmann, J. I., McKinley-Pace, M. J., Leonard, A. M., Sheesley, L. A., Gallant,    C. L., &amp; Renkey, M. E. (2002). Cognitive and psychosocial correlates of    adults’ eyewitness accuracy and suggestibility. <i>Personality and Individual    Differences, 33</i>, 49-66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S0870-8231201400020000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Loftus, E. F., Levidow, B., &amp; Duensing, S. (1992). Who remembers best?    Individual differences in memory for events that occurred in a science museum.    <i>Applied Cognitive Psychology</i>, <i>6</i>(2), 93-107.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S0870-8231201400020000600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>McIntyre, J. S., &amp; Craik, F. I. M. (1987). Age differences for item and    source information. <i>Canadian Journal of Psychology</i>, <i>42</i>, 175-192.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S0870-8231201400020000600039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mitchell, K. J., Johnson, M. K., &amp; Mather, M. (2003). Source monitoring    and suggestibility to misinformation: Adult age-related differences. <i>Applied    Cognitive Psychology</i>, <i>17</i>, 107-119.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S0870-8231201400020000600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Modecki, K. L. (2008). Addressing gaps in the maturity of judgment literature:    Age differences and delinquency. <i>Law and Human Behavior</i>, 32, 78-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S0870-8231201400020000600041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Mueller-Jonhson, K., &amp; Ceci, S. J. (2007). The elderly eyewitness: A review    and prospectus. In M. P. Toglia, J. D. Read, D. F. Ross, &amp; R. C. L. Lindsay    (Eds.), <i>The handbook of eyewitness psychology </i>(pp. 577-603). Mahwah,    NJ: Erlbaum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S0870-8231201400020000600042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pestana, M. H., &amp; Gageiro, J. N. (2003). An&aacute;lise de dados para as ci&ecirc;ncias    sociais: A complementaridade do SPSS. Lisboa: S&iacute;labo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000195&pid=S0870-8231201400020000600043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pinto, A. C. (1999). Problemas de mem&oacute;ria nos idosos: Uma revis&atilde;o. <i>Revista    de Psicologia, Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura</i>, <i>3</i>(2), 253-295.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S0870-8231201400020000600044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pires, R. (2011). <i>Estilos de personalidade e vulnerabilidade &agrave; sugest&atilde;o    no contexto de uma rela&ccedil;&atilde;o interpessoal </i>(Tese de doutoramento n&atilde;o publicada).    Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, Lisboa, Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S0870-8231201400020000600045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pires, R., Silva, D. R., &amp; Ferreira, A. S. (2013). Portuguese adaptation    of the Gudjonsson Suggestibility Scales (GSS 1 and GSS 2): Empirical findings.    <i>Personality and Individual Differences</i>, <i>54</i>, 251-255.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S0870-8231201400020000600046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Polczyk, R., Wesolowska, B., Gabarczyk, A., Minakowska, I., Supska, M., &amp;    Bomba, E. (2004). Age differences in interrogative suggestibility: A comparison    between young and older adults. <i>Applied Cognitive Psychology</i>, <i>18</i>(8),    1097-1107.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S0870-8231201400020000600047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Raven, J. C. (1956). <i>Guide to using the Coloured Progressive Matrices: Sets    A, Ab, B</i>. Dumfries: The Crichton Royal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000205&pid=S0870-8231201400020000600048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Raven, J. C. (1958). <i>Standard progressive matrices, Sets A, B, C, D, F</i>.    London: H. K. Lewis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000207&pid=S0870-8231201400020000600049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Raven, J. C., Court, J. H., &amp; Raven, J. (1996). <i>Sec&ccedil;&atilde;o    3 – Matrizes Progressivas Standard</i>. Lisboa: Infoteste.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000209&pid=S0870-8231201400020000600050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Reppucci, N. D., Meyer, J. R., &amp; Kostelnik, J. O. (September, 2007). <i>Police    interrogation of juvenils: Results of a national survey of police</i>. Paper    presented at Interrogations and Confessions: A Conference Exploring Research,    Practice and Policy, El Paso,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000211&pid=S0870-8231201400020000600051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> TX.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Rodr&iacute;guez-Aranda, C., &amp; Martinussen, M. (2006). Age-related differences    in performance of phonemic verbal fluency measured by Controlled Oral Word Association    Task (COWAT): A meta-analytic study. <i>Developmental Neuropsychology</i>, <i>30</i>(2),    697-717.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000213&pid=S0870-8231201400020000600052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Roediger, H. L., &amp; Geraci, L. (2007). Aging and the misinformation effect:    A neuropsychological analysis. <i>Journal of Experimental Psychology: Learning,    Memory and Cognition</i>, 34, 1569-1577.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000215&pid=S0870-8231201400020000600053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ross, D. F., Dunning, D., Toglia, M. P., &amp; Ceci, S. J. (1990). The child    in the eyes of the jury: Assessing mock jurors’ perceptions of the child witness.    <i>Law and Human Behaviour</i>, <i>14</i>, 5-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000217&pid=S0870-8231201400020000600054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ryan, E. B., Szechtman, B., &amp; Bodkin, J. (1992). Attitudes toward younger    and older adults learning to use computers. <i>Journal of Gerontology, 47</i>(2),    96-101.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000219&pid=S0870-8231201400020000600055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schacter, D. L., Koutstaal, W., Gross, M. S., Johnson, M. K., &amp; Angell, K. E. (1997). False recollection induced by photographs: A comparison of older and younger adults. <i>Psychology and Aging</i>, <i>12</i>, 203-215.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000221&pid=S0870-8231201400020000600056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Searcy, J. H., Bartlett, J. C., &amp; Memon, A. (2000). Influence of post-event    narratives, line-up conditions and individuals differences on false identification    by young and older eyewitnesses. <i>Legal and Criminological Psychology</i>,    <i>5</i>, 219-235.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000223&pid=S0870-8231201400020000600057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, D. R., &amp; Campos, R. (1999). Alguns dados normativos do Invent&aacute;rio    de Estado-Tra&ccedil;o de Ansiedade – Forma Y (STAI-Y) de Spielberger para a popula&ccedil;&atilde;o    portuguesa. <i>Revista Portuguesa de Psicologia</i>, <i>33</i>, 71-89.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000225&pid=S0870-8231201400020000600058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, D. R., &amp; Santos, S. C. (1997). Adapta&ccedil;&atilde;o do State-Trait Anxiety    Inventory (STAI) – Form Y para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa: Primeiros dados. <i>Revista    Portuguesa de Psicologia</i>, <i>32</i>, 85-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000227&pid=S0870-8231201400020000600059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sim&otilde;es, M. R. (2000). <i>Investiga&ccedil;&otilde;es no &acirc;mbito da Aferi&ccedil;&atilde;o Nacional do Teste    das Matrizes Progressivas Coloridas de Raven (M.P.C.R). </i>Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o    Calouste Gulbenkian/Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e a Tecnologia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000229&pid=S0870-8231201400020000600060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sim&otilde;es, M. R. (2004). Matrizes Progressivas Coloridas de Raven. In L. Almeida,    M. R. Sim&otilde;es, C. Machado, &amp; M. Gon&ccedil;alves (Eds.), <i>Instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o    psicol&oacute;gica validados para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa </i>(pp. 141-171). Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000231&pid=S0870-8231201400020000600061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Spielberger, C. D., Gorsuch, R. L., Lushene, R., Vagg, P. R., &amp; Jacobs,    G. A. (1983). <i>Manual for the State-Trait Anxiety Inventory</i>. Palo Alto,    CA: Consulting Psychologists Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000233&pid=S0870-8231201400020000600062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Verhaeghen, P., &amp; Salthouse, T. A. (1997). Meta-analyses of age-cognition    relations in adulthood estimates of linear and nonlinear age effects and structural    models. <i>Psychological Bulletin</i>, <i>122</i>, 231-249.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000235&pid=S0870-8231201400020000600063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wechsler, D. (1997/2008). Escala de Intelig&ecirc;ncia de Wechsler para Adultos –    III (WAIS-III) Manual. Lisboa: Cegoc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000237&pid=S0870-8231201400020000600064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wells, G. L., &amp; Olson, E. A. (2003). Eyewitness testimony. <i>Annual Review    of Psychology</i>, <i>54</i>, 277-295.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000239&pid=S0870-8231201400020000600065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Wells, G. L., Memon, A., &amp; Penrod, S. D. (2006). Eyewitness evidence: Improving    its probative value. <i>Psychological Science in the Public Interest</i>, 7(2),    45-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000241&pid=S0870-8231201400020000600066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Yarmey, A. D., &amp; Jones, H. T. (1982). Police awareness of the fallibility    of eyewitness identification. <i>Canadian Police College Journal</i>, <i>6</i>,    113-124.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000243&pid=S0870-8231201400020000600067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="c0"></a><a href="#topc0">Correspond&ecirc;ncia</a></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: M&oacute;nica Pedreiras    Cruz, Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade de Coimbra,    Rua Col&eacute;gio Novo, 3001-802 Coimbra. E-mail: <a href="mailto:monicapedcruz@gmail.com">monicapedcruz@gmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 15/03/2013 Aceita&ccedil;&atilde;o: 03/03/2014</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>NOTAS</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><Sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></Sup>  As escalas de sugestionabilidade constru&iacute;das por Gudjonsson (1984/1997; GSS    1 – Gudjonsson Suggestibility Scale 1 e GSS 2 – Gudjonsson Suggestibility Scale    2) apenas recentemente foram adaptadas para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa (Pires, 2011;    Pires, Silva, &amp; Ferreira, 2013). No presente estudo foi aplicada uma vers&atilde;o    adaptada por Capelo, Cruz, Freitas, Furtado, Pinto, Rebelo e Pinho, em 2008,    para fins de investiga&ccedil;&atilde;o na Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o    da Universidade de Coimbra.</p>     <p><sup><a name="2"></a><a href="#top2">2</a></sup> Estes resultados foram publicados em formato eletr&oacute;nico nas Atas da XIII    Confer&ecirc;ncia Internacional de Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica: Formas e Contextos (2008).    Psiquil&iacute;brios Edi&ccedil;&otilde;es. Foi obtida autoriza&ccedil;&atilde;o da editora para publicar estes    resultados noutro lugar.</p>      ]]></body><back>
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<surname><![CDATA[Ardila]]></surname>
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<surname><![CDATA[Pineda]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
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<surname><![CDATA[Rosselli]]></surname>
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Correlation between intelligence test scores and executive function measures]]></article-title>
<source><![CDATA[Archives of Clinical Neuropsychology]]></source>
<year>2000</year>
<volume>15</volume>
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<page-range>31-36</page-range></nlm-citation>
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<surname><![CDATA[Bain]]></surname>
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<surname><![CDATA[Baxter]]></surname>
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