<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0870-8231</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Análise Psicológica]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Aná. Psicológica]]></abbrev-journal-title>
<issn>0870-8231</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[ISPA-Instituto Universitário]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0870-82312014000300001</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">1014417/ap.749</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Contribuição da literacia emergente para o desempenho em leitura no final do 1.º CEB]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cruz]]></surname>
<given-names><![CDATA[Joana Sara]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[Marta]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pinto]]></surname>
<given-names><![CDATA[Patrícia]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Constante]]></surname>
<given-names><![CDATA[Patrícia]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Macedo]]></surname>
<given-names><![CDATA[Ana]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Amaral]]></surname>
<given-names><![CDATA[Joana]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Monteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[Liliana]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lopes]]></surname>
<given-names><![CDATA[Elisa]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Cristiana]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Câmara Municipal de Matosinhos  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>2014</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>2014</year>
</pub-date>
<volume>32</volume>
<numero>3</numero>
<fpage>245</fpage>
<lpage>257</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0870-82312014000300001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0870-82312014000300001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0870-82312014000300001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Aprender a ler e a escrever constituem desafios não só para as crianças, mas também para os agentes educativos que acompanham este processo. Identificar e promover as condições que facilitam um percurso de sucesso são preocupações centrais da comunidade escolar e científica. Este estudo procurou analisar em que medida as competências de literacia emergente, avaliadas na educação pré-escolar, predizem o desempenho em leitura e escrita no final do 1.º CEB. Participaram no estudo 117 alunos do concelho de Matosinhos que frequentavam o 4.º ano de escolaridade e que tinham sido previamente avaliados na educação pré-escolar. Foram realizadas análises de regressão múltipla que evidenciam que as competências de literacia emergente avaliadas explicam cerca de 20% da variância dos resultados no domínio da leitura e da escrita no final do 1.ºCEB. Estes resultados impelem a uma reflexão sobre a relevância da identificação precoce de crianças em risco de insucesso e de uma intervenção atempada nos primeiros anos de escolaridade.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The process of learning how to read and write is a challenge not only for the children but also for the educational agents that monitor this process. Identifying and promoting the conditions that lead to success in this field are the school and scientific community central concerns. In the present study, the goal was to verify the extent to which emerging literacy skills, assessed in kindergarten, predict performance in reading and writing at the end of elementary school. 117 students attending the 4th grade participated in this study and had been previously assessed in kindergarten. Multiple regression analyzes were performed, showing that the emergent literacy skills in kindergarten accounted for 20% of the variance in reading and writing at the end of elementary school. These results suggest a reflection towards the importance of children’s early identification of risk of failure and early intervention in the first school years.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Literacia emergente]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Leitura]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Educação pré-escolar]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Emergent literacy]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Reading]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Kindergarten]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><b>Contribui&ccedil;&atilde;o da literacia emergente para o desempenho em leitura no final do 1.&ordm; CEB</b>    <p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Joana Sara Cruz<sup>*</sup>, Marta Almeida<sup>*</sup>, Patr&iacute;cia Pinto<sup>*</sup>, Patr&iacute;cia Constante<sup>*</sup>,  Ana Macedo<sup>*</sup>, Joana Amaral<sup>*</sup>, Liliana Monteiro<sup>*</sup>, Elisa Lopes<sup>*</sup>, Cristiana Ferreira<sup>*</sup></b></p>     <p><sup>*</sup> C&acirc;mara Municipal de Matosinhos</p>     <p><b><a name="topc0" id="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Aprender a ler e a escrever constituem desafios n&atilde;o s&oacute; para as crian&ccedil;as, mas tamb&eacute;m para os agentes educativos que  acompanham este processo. Identificar e promover as condi&ccedil;&otilde;es que facilitam um percurso de sucesso s&atilde;o  preocupa&ccedil;&otilde;es centrais da comunidade escolar e cient&iacute;fica. Este estudo procurou analisar em que medida as compet&ecirc;ncias  de literacia emergente, avaliadas na educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar, predizem o desempenho em leitura e escrita no final do 1.&ordm;  CEB. Participaram no estudo 117 alunos do concelho de Matosinhos que frequentavam o 4.&ordm; ano de escolaridade e que tinham sido previamente  avaliados na educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar. Foram realizadas an&aacute;lises de regress&atilde;o m&uacute;ltipla que evidenciam que  as compet&ecirc;ncias de literacia emergente avaliadas explicam cerca de 20% da vari&acirc;ncia dos resultados no dom&iacute;nio da leitura e da  escrita no final do 1.&ordm;CEB. Estes resultados impelem a uma reflex&atilde;o sobre a relev&acirc;ncia da identifica&ccedil;&atilde;o precoce  de crian&ccedil;as em risco de insucesso e de uma interven&ccedil;&atilde;o atempada nos primeiros anos de escolaridade.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Literacia emergente, Leitura, Educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The process of learning how to read and write is a challenge not only for the children but also for the educational agents that monitor this  process. Identifying and promoting the conditions that lead to success in this field are the school and scientific community central concerns.  In the present study, the goal was to verify the extent to which emerging literacy skills, assessed in kindergarten, predict performance in reading  and writing at the end of elementary school. 117 students attending the 4<Sup>th </Sup>grade participated in this study and had been previously  assessed in kindergarten. Multiple regression analyzes were performed, showing that the emergent literacy skills in kindergarten accounted for 20%  of the variance in reading and writing at the end of elementary school. These results suggest a reflection towards the importance of  children&rsquo;s early identification of risk of failure and early intervention in the first school years.</p>     <p><b>Key-words:</b> Emergent literacy, Reading, Kindergarten.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O </p>     <p>A leitura e a escrita s&atilde;o ferramentas imprescind&iacute;veis &agrave; sociedade atual, em que o conhecimento e o seu uso s&atilde;o  condi&ccedil;&otilde;es essenciais &agrave; igualdade de oportunidades entre todos (Lopes, 2010). A relev&acirc;ncia crescente atribu&iacute;da  &agrave; leitura e &agrave; escrita tem-se refletido, no nosso pa&iacute;s, na cria&ccedil;&atilde;o de respostas governamentais que variam desde  a atualiza&ccedil;&atilde;o de conhecimentos dos docentes e educadores, &agrave; constru&ccedil;&atilde;o de manuais mais adaptados &agrave;s  novas realidades e desafios dos alunos, bem como &agrave; defini&ccedil;&atilde;o de metas esperadas para cada faixa et&aacute;ria ou ciclo de  ensino. </p>     <p>A educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar &eacute; atualmente encarada nacional e internacionalmente como um contexto privilegiado de  promo&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias facilitadoras da aprendizagem da leitura e da escrita (Justice &amp; Kaderavek, 2002; Justice,  Weber, Ezell, &amp; Bakeman, 2002; Whitehurst &amp; Lonigan, 1998). A investiga&ccedil;&atilde;o tem evidenciado a natureza protetora e  facilitadora da educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar para esbater o designado efeito Mateus (Stanovich, 1991), de acordo com o qual o modo  como as crian&ccedil;as iniciam a escolaridade formal influencia o seu percurso escolar. Deste modo, os bons alunos tendem a construir percursos  de sucesso e os alunos com dificuldades tendem a manter este padr&atilde;o ao longo da escolaridade. Neste sentido, &eacute; fundamental que se  criem as melhores condi&ccedil;&otilde;es para que as crian&ccedil;as iniciem a escolaridade formal bem preparadas para as exig&ecirc;ncias  futuras. Estas evid&ecirc;ncias s&atilde;o ainda mais relevantes quando se abrangem crian&ccedil;as de contextos desfavorecidos, nomeadamente em  termos culturais, pois, para al&eacute;m da reduzida acessibilidade a materiais de leitura e de escrita e de poucas ou limitadas experi&ecirc;ncias  de contato com a linguagem escrita, apresentam, por vezes, um fr&aacute;gil dom&iacute;nio de compet&ecirc;ncias consideradas preditoras da  aprendizagem da leitura e da escrita (Viana &amp; Martins, 2009). O jardim de inf&acirc;ncia assume, assim, um espa&ccedil;o importante na  cria&ccedil;&atilde;o de oportunidades e experi&ecirc;ncias de contato com a linguagem escrita, que propiciam a constru&ccedil;&atilde;o de  conhecimentos facilitadores da posterior aprendizagem formal, e na discrimina&ccedil;&atilde;o positiva das crian&ccedil;as provenientes de  meios desfavorecidos, procurando colmatar as desvantagens sociais, estimulando as diferentes &aacute;reas do seu desenvolvimento e promovendo  desde cedo percursos escolares de sucesso. A educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar, deve, portanto, permitir &agrave;s crian&ccedil;as  experi&ecirc;ncias agrad&aacute;veis assentes na funcionalidade da leitura e da escrita, de forma a que sejam envolvidas em situa&ccedil;&otilde;es  em que se fala acerca do impresso e em que a qualidade das intera&ccedil;&otilde;es facilite o desenvolvimento de conhecimentos e  compet&ecirc;ncias sobre a linguagem escrita (Aram &amp; Aviram, 2009; Duursma, Augustyn, &amp; Zuckerman, 2008; Viana &amp; Martins, 2009). </p>     <p>S&atilde;o bem descritas na literatura as compet&ecirc;ncias consideradas preditoras de sucesso no dom&iacute;nio da leitura e da escrita,  designadamente relacionadas com a linguagem oral (vocabul&aacute;rio, conhecimentos morfossint&aacute;ticos), com as compet&ecirc;ncias  metalingu&iacute;sticas (consci&ecirc;ncia sil&aacute;bica e fon&eacute;mica), com o processamento cognitivo (mem&oacute;ria de trabalho para  material verbal) e com os conhecimentos acerca da linguagem escrita (e.g., Duursma, Augustyn, &amp; Zuckerman, 2008; Ferreiro &amp; Teberosky,  1984; Lopes, 2010; Martins, 1994; Martins &amp; Farinha, 2006; Martins &amp; Niza, 1998; Stephenson, Parrila, Georgiou, &amp; Kirby, 2008;  Yopp &amp; Stapleton, 2008). De acordo com estudos recentes, o modo sistem&aacute;tico, deliberado e estruturado com que se promovem estas  compet&ecirc;ncias na educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar parece contribuir para a constru&ccedil;&atilde;o do sucesso escolar no  &acirc;mbito da leitura e da escrita, ainda que de modo diferenciado. </p>     <p>As compet&ecirc;ncias lingu&iacute;sticas, designadamente o vocabul&aacute;rio, parecem estar relacionadas com a aquisi&ccedil;&atilde;o da  descodifica&ccedil;&atilde;o leitora e, posteriormente, com a compreens&atilde;o na leitura (Gat&eacute;, G&eacute;ninet, Giroul, &amp; De la  Garanderie, 2009; McCutchen, Green, &amp; Abbott, 2008; Scull, 2013). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os conhecimentos morfossint&aacute;ticos s&atilde;o tamb&eacute;m apontados na literatura como um bom preditor do desempenho na leitura,  tendo especial relev&acirc;ncia nas compet&ecirc;ncias de n&iacute;vel superior, como a compreens&atilde;o leitora, mas tamb&eacute;m nas  compet&ecirc;ncias b&aacute;sicas de leitura e escrita (Chung, Ho, Chan, Tsang, &amp; Lee, 2013; Foorman, Petscher, &amp; Bishop, 2012;  Kruk &amp; Bergman, 2013; McCutchen, Green, &amp; Abbott 2008; Roman, Kirby, Parrila, Wade-Woolley, &amp; Deacon, 2009; Scull, 2013; Tong,  Tong, Shu, Chan, &amp; McBride-Chang, 2014). </p>     <p>As compet&ecirc;ncias metalingu&iacute;sticas, nomeadamente a consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica, parecem influenciar igualmente a  decifra&ccedil;&atilde;o, facilitando o acesso ao l&eacute;xico mental pela via fonol&oacute;gica (McGuiness, 2005; Roman et al., 2009).  A consci&ecirc;ncia da estrutura fonol&oacute;gica da linguagem &eacute; considerada a compet&ecirc;ncia base para um eficaz reconhecimento  de palavras (Fletcher, Lyon, Fuchs, &amp; Barnes, 2007), que, por sua vez, &eacute; necess&aacute;rio para desenvolver compet&ecirc;ncias  b&aacute;sicas de leitura, de compreens&atilde;o leitora, de soletra&ccedil;&atilde;o e de express&atilde;o escrita (Liberman &amp; Shankweiler,  1991; Rayner, Foorman, Perfetti, Pesetsky, &amp; Seidenberg, 2002; Share &amp; Stanovich, 1995). A import&acirc;ncia do desenvolvimento da  consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica para o sucesso na leitura foi demonstrada em in&uacute;meros estudos (Fletcher et al., 2007), de tal forma  que a consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica &eacute; considerada por muitos a principal causa para o aparecimento de dificuldades de aprendizagem  da leitura e da escrita (Shankweiler &amp; Crain, 1986; Share &amp; Stanovich, 1995; Shaywitz, 2008). </p>     <p>A investiga&ccedil;&atilde;o acerca da componente verbal da mem&oacute;ria de trabalho refere a sua rela&ccedil;&atilde;o com a literacia  desde a educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar (Banai &amp; Yifat, 2012), nomeadamente a sua influ&ecirc;ncia nas tarefas de  descodifica&ccedil;&atilde;o leitora (Alloway, Gathercole, Adams, Willis, Eaglen, &amp; Lamont, 2005; Silva, Fa&iacute;sca, Ingvar, Petersson,  &amp; Reis, 2012), salientando a contribui&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria de trabalho para material verbal no processamento ortogr&aacute;fico  (Goff, Pratt, &amp; Ong, 2005). </p>     <p>Estudos acerca da escrita de crian&ccedil;as em idade pr&eacute;-escolar, que permitiram desenvolver as teorias iniciais acerca da  psicog&eacute;nese da linguagem escrita (Ferreiro &amp; Teberosky, 1984; Martins, 1994; Martins &amp; Niza, 1998) demostraram que as  crian&ccedil;as constroem hip&oacute;teses concetuais sobre a linguagem escrita antes mesmo de iniciarem o ensino formal, e que estas  concetualiza&ccedil;&otilde;es revelaram ter valor preditor dos resultados em leitura no final do 1.&ordm; ano de escolaridade (Martins, 1996).  Os conhecimentos acerca da linguagem escrita, que S&eacute;n&eacute;chal, LeFevre, Smith-Chant e Colton (2001) classificam como concetuais  (conhecimento sobre as fun&ccedil;&otilde;es da escrita e a percep&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a enquanto leitora) e processuais  (conhecimentos sobre os mecanismos da leitura e da escrita, como por exemplo o nome e o som da letra), contribuem, tamb&eacute;m, para o  primeiro desafio da alfabetiza&ccedil;&atilde;o: a descodifica&ccedil;&atilde;o leitora e o estabelecimento das regras de correspond&ecirc;ncia  grafema-fonema e fonema-grafema (Martins &amp; Farinha, 2006). </p>     <p>A investiga&ccedil;&atilde;o parece apontar para a exist&ecirc;ncia de rela&ccedil;&otilde;es de reciprocidade entre os conhecimentos  pr&eacute;vios das crian&ccedil;as e o sucesso nas aquisi&ccedil;&otilde;es formais da leitura e da escrita, sendo que as compet&ecirc;ncias  supracitadas contribuem de modo decisivo para o sucesso na aprendizagem formal da leitura e da escrita. Embora o desenvolvimento destas  compet&ecirc;ncias seja iniciado nos anos pr&eacute;-escolares, &eacute; igualmente potenciado pelo ensino expl&iacute;cito e formal que ocorre  aquando do ingresso no 1.&ordm; ciclo do ensino b&aacute;sico (Silva, 2003). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>OBJETIVOS DO ESTUDO </p>     <p>O presente estudo apresenta como objetivo central analisar em que medida o desempenho das crian&ccedil;as nas compet&ecirc;ncias de literacia  emergente na educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar condiciona o rendimento acad&eacute;mico a longo prazo, no final do 4.&ordm; ano de  escolaridade, no dom&iacute;nio da leitura e da escrita. O conceito de literacia emergente adotado neste estudo inclui as compet&ecirc;ncias  lingu&iacute;sticas, metalingu&iacute;sticas, bem como os conhecimentos concetuais e processuais sobre a linguagem escrita. Embora v&aacute;rios  estudos confirmem a influ&ecirc;ncia das compet&ecirc;ncias de linguagem oral, metalingu&iacute;sticas e de escrita no desempenho em leitura,  assiste-se ainda &agrave; escassez de estudos em Portugal sobre esta tem&aacute;tica. Neste sentido, foi acompanhado um grupo de crian&ccedil;as  desde a educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar at&eacute; ao final do 1.&ordm; ciclo do ensino b&aacute;sico e analisadas as  rela&ccedil;&otilde;es entre o desempenho inicial e o rendimento no final desta etapa escolar. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>M&Eacute;TODO </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes </i></p>     <p>Participaram neste estudo 117 alunos de dois agrupamentos de escolas do concelho de Matosinhos, com idades compreendidas entre os 9 e os 11  anos. Estes alunos frequentaram, no ano letivo 2007/2008, a educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar e frequentavam, no letivo 2011/2012, o  4&ordm; ano de escolaridade. Os alunos estavam distribu&iacute;dos de modo equitativo em termos de sexo [54% dos alunos eram do sexo masculino  (<i>N</i>=63) e 46% do sexo feminino (<i>N</i>=54)]. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Instrumentos </i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Avalia&ccedil;&atilde;o da literacia emergente </i></p>     <p><i>T.I.C.L. &ndash; Teste de Identifica&ccedil;&atilde;o de Compet&ecirc;ncias Lingu&iacute;sticas </i>(Viana, 2004). &Eacute; um teste  referenciado a crit&eacute;rio para utiliza&ccedil;&atilde;o com crian&ccedil;as entre os 4 e os 6 anos. Avalia o Conhecimento Lexical e  Morfossint&aacute;tico, a Mem&oacute;ria Auditiva e a Reflex&atilde;o sobre a L&iacute;ngua. A avalia&ccedil;&atilde;o do Conhecimento Lexical  inclui as provas de nomea&ccedil;&atilde;o de partes do corpo, objetos, elementos pertencentes a um determinado campo sem&acirc;ntico e cores,  bem como provas de identifica&ccedil;&atilde;o de verbos que definem a&ccedil;&otilde;es, explicita&ccedil;&atilde;o de fun&ccedil;&otilde;es e  opostos e utiliza&ccedil;&atilde;o de locativos. Esta parte do teste &eacute; composta por 64 itens. A avalia&ccedil;&atilde;o do Conhecimento  Morfossint&aacute;tico contempla tarefas de concord&acirc;ncia de g&eacute;nero e n&uacute;mero, plurais, graus de adjetivos, compreens&atilde;o  de estruturas complexas e avalia ainda a forma&ccedil;&atilde;o do pret&eacute;rito prefeito. Inclui 27 itens. A terceira parte do teste apresenta  19 itens e avalia a Mem&oacute;ria Auditiva, inclui as provas de repeti&ccedil;&atilde;o de pseudopalavras, palavras, frases e cumprimento de  ordens e de sequencializa&ccedil;&atilde;o narrativa. A avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade da crian&ccedil;a refletir sobre a l&iacute;ngua,  com 24 itens, inclui tarefas de avalia&ccedil;&atilde;o da corre&ccedil;&atilde;o sint&aacute;tica dos enunciados, de segmenta&ccedil;&atilde;o  de frases em palavras e de palavras em s&iacute;labas e a identifica&ccedil;&atilde;o auditiva de s&iacute;labas iniciais e finais. Em termos de  qualidades m&eacute;tricas o teste apresenta um fator que traduz a compet&ecirc;ncia global da crian&ccedil;a no dom&iacute;nio da linguagem  expressiva e &eacute; respons&aacute;vel por 65% da vari&acirc;ncia dos resultados. O coeficiente de consist&ecirc;ncia interna do TICL &eacute;  de .93. Este teste permite calcular os resultados obtidos em cada parte do TICL e um total global. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Escrita de palavras </i>(adaptado de Ferreiro &amp; Teberosky, 1984). Esta tarefa consistia na avalia&ccedil;&atilde;o das  concetualiza&ccedil;&otilde;es da crian&ccedil;a acerca da linguagem escrita. Eram ditadas 5 palavras e uma frase e era pedido &agrave;  crian&ccedil;a que as escrevesse. Eram atribu&iacute;dos 0 pontos no caso de n&atilde;o ser escrita qualquer letra ou no caso de a(s) letra(s)  n&atilde;o representar(em) nenhum aspeto da estrutura fonol&oacute;gica de cada palavra (por exemplo, a resposta &ldquo;l&rdquo; ou &ldquo;i&rdquo;  para a palavra gato); 1 ponto, no caso de ser produzida uma letra que correspondesse a um fonema da palavra (por exemplo, &ldquo;g&rdquo; ou  &ldquo;a&rdquo; para gato). No total podiam ser contabilizadas 41 fonetiza&ccedil;&otilde;es (gato e gata &ndash; 4 pontos; gatinho e formiga  &ndash; 7 pontos; cavalo &ndash; 6 pontos; frase &ldquo;gato come o rato&rdquo; &ndash; 13 pontos). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Desempenho em leitura e escrita no 4.&ordm;ano de escolaridade </i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Prova nacional de aferi&ccedil;&atilde;o. </i>O sistema de ensino portugu&ecirc;s previa no ano letivo 2011/12, a avalia&ccedil;&atilde;o  do desempenho a L&iacute;ngua Portuguesa de todos os alunos no final do 4&ordm; ano de escolaridade, atrav&eacute;s de uma Prova Nacional de  Aferi&ccedil;&atilde;o. A prova era da responsabilidade do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o e tinha por refer&ecirc;ncia o Programa  de L&iacute;ngua Portuguesa em vigor. Era uma prova escrita de dura&ccedil;&atilde;o limitada (90 minutos) e contemplava as seguintes &aacute;reas:  Leitura, Funcionamento da L&iacute;ngua e Escrita. A classifica&ccedil;&atilde;o era atribu&iacute;da numa escala de A a E (A=90% a 100%, B=70% a  89%, C=50% a 69%, D=20% a 49%, E=0% a 19%). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>TIL &ndash; Teste de Idade de Leitura </i>(Sucena &amp; Castro, 2010). Trata-se de um teste de avalia&ccedil;&atilde;o da compet&ecirc;ncia  em leitura e &eacute; constitu&iacute;do por 36 frases isoladas incompletas, cuja extens&atilde;o aumenta progressivamente. Deve ser apresentado  aos alunos como &ldquo;um jogo de frases que precisam de ser completadas&rdquo;. A tarefa do aluno consiste em completar cada frase selecionando  a palavra correta entre cinco op&ccedil;&otilde;es. Para realizar esta prova, a crian&ccedil;a necessita de fazer recurso &agrave;s  compet&ecirc;ncias de descodifica&ccedil;&atilde;o e de compreens&atilde;o, essenciais na tarefa de leitura. Esta prova pode ser administrada  coletivamente e a sua administra&ccedil;&atilde;o &eacute; realizada em cinco minutos. A cota&ccedil;&atilde;o &eacute; obtida atrav&eacute;s da  soma das frases corretamente completadas. O n&uacute;mero obtido &eacute; multiplicado por 100 e o produto dividido pelo total de frases (36).      <p>&nbsp;</p> <i>Ditado de palavras </i>(Fernandes, Ventura, Querido, &amp; Morais, 2008). Nesta tarefa s&atilde;o ditadas 18 palavras aos alunos, sendo pedido  que as escrevam de modo correto. A lista que &eacute; ditada inclui palavras regulares, irregulares e complexas. S&atilde;o contabilizadas as  palavras escritas corretamente. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimentos </i></p>     <p>No final do ano letivo 2007/08, procedeu-se &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o das compet&ecirc;ncias de literacia emergente de 117 crian&ccedil;as  de 5 anos que frequentavam a educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar no concelho de Matosinhos. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As crian&ccedil;as foram avaliadas individualmente pelas psic&oacute;logas da C&acirc;mara Municipal de Matosinhos, respons&aacute;veis pela  dinamiza&ccedil;&atilde;o do Projeto &ldquo;A Ler Vamos...&rdquo;<sup><a href="#1">1</a></sup><a name="top1"></a>, ap&oacute;s a autoriza&ccedil;&atilde;o escrita dos Encarregados de  Educa&ccedil;&atilde;o. A avalia&ccedil;&atilde;o decorreu fora do contexto da sala e o tempo m&eacute;dio de aplica&ccedil;&atilde;o da prova  rondou os 45 minutos. </p>     <p>No &uacute;ltimo per&iacute;odo do ano letivo 2011/12, as mesmas crian&ccedil;as, que frequentavam o 4&ordm; ano de escolaridade, realizaram a  Prova Nacional de Aferi&ccedil;&atilde;o de L&iacute;ngua Portuguesa. A prova decorreu &agrave; mesma hora em todos os estabelecimentos de ensino  p&uacute;blicos, cooperativos ou privados de Portugal, respeitando-se os mesmos crit&eacute;rios de aplica&ccedil;&atilde;o e de  corre&ccedil;&atilde;o. A realiza&ccedil;&atilde;o da prova distribuiu-se em duas partes de 45 minutos, com uma pausa de 25 minutos. Os professores  aplicadores receberam um treino pr&eacute;vio e n&atilde;o podiam ser respons&aacute;veis pela aplica&ccedil;&atilde;o da prova &agrave; sua turma.  A corre&ccedil;&atilde;o das provas foi realizada anonimamente, sem a identifica&ccedil;&atilde;o dos alunos. Posteriormente, foram aplicadas as  restantes provas (TIL; Ditado de palavras), no contexto da sala de aula, em grande grupo. As provas foram explicadas e a sua  aplica&ccedil;&atilde;o teve a dura&ccedil;&atilde;o de 20 minutos. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>An&aacute;lises estat&iacute;sticas </i></p>     <p>Com o intuito de analisar a influ&ecirc;ncia das compet&ecirc;ncias de literacia emergente no desempenho em leitura no final do 4.&ordm; ano de  escolaridade foram efetuadas an&aacute;lises de regress&atilde;o linear m&uacute;ltipla, cujas vari&aacute;veis preditoras inclu&iacute;ram as sub  provas do Teste de Identifica&ccedil;&atilde;o de Compet&ecirc;ncias Lingu&iacute;sticas e o desempenho na prova de escrita de palavras. A  vari&aacute;vel crit&eacute;rio foi distinta em cada an&aacute;lise de regress&atilde;o: (i) resultado da prova de aferi&ccedil;&atilde;o a  L&iacute;ngua Portuguesa; (ii) desempenho no TIL; (iii) desempenho no ditado de palavras. Foram tamb&eacute;m testados os pressupostos para a  realiza&ccedil;&atilde;o das an&aacute;lises de regress&atilde;o m&uacute;ltipla relativos a cada uma das vari&aacute;veis crit&eacute;rio  (Field, 2009). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>RESULTADOS </p>     <p>O <a href="#q1">Quadro 1</a> representa as estat&iacute;sticas descritivas relativas aos resultados obtidos pelos alunos nas diferentes provas  aplicadas na educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar e no 4&ordm; ano de escolaridade. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="q1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/aps/v32n3/32n3a01q1.jpg" width="579" height="218"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A an&aacute;lise de regress&atilde;o linear m&uacute;ltipla (cf. <a href="#q2">Quadro 2</a>) efetuada permitiu verificar que os resultados  obtidos pelos alunos, durante a educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar, nas provas que comp&otilde;em o Teste de Identifica&ccedil;&atilde;o  de Compet&ecirc;ncias Lingu&iacute;sticas (TICL) e na prova de escrita de palavras, permitem explicar 20,3% dos resultados obtidos pelos mesmos  na prova nacional de aferi&ccedil;&atilde;o a L&iacute;ngua Portuguesa, no 4&ordm; ano de escolaridade, <i>R&sup2;</i>=.203,  <i>R&sup2;Adj</i>=.167, sendo o modelo de regress&atilde;o estatisticamente significativo, <i>F</i>(5,111)=5,657, <i>p</i>&lt;.001.  A prova da Reflex&atilde;o sobre a L&iacute;ngua &eacute; o &uacute;nico preditor individual significativo, <i>&beta;</i>=.243, <i>t</i>=2.195,  <i>p</i>=.030, sendo que melhores resultados nesta prova est&atilde;o associados a melhores resultados na prova de aferi&ccedil;&atilde;o. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="q2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v32n3/32n3a01q2.jpg" width="577" height="187"></p>     
<p>&nbsp;</p>      <p>Verificou-se ainda que os resultados obtidos na educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar explicam 23,6% da vari&acirc;ncia dos resultados,  no 4&ordm; ano, do Teste de Idade de Leitura (TIL), <i>R&sup2;</i>=.236, <i>R&sup2;Adj</i>=.199, sendo o modelo de regress&atilde;o  estatisticamente significativo, <i>F</i>(5,105)=6,475, <i>p</i>&lt;.001. A prova da Mem&oacute;ria Auditiva &eacute; um preditor significativo,  <i>&beta;</i>=.256, <i>t</i>=2.103, <i>p</i>=.038, tal como a prova da escrita de palavras, <i>&beta;</i>=.193, <i>t</i>=2.010, <i>p</i>=.047,  sendo que melhores resultados nestas provas est&atilde;o associados a melhores resultados no TIL. O modelo de regress&atilde;o linear  m&uacute;ltipla est&aacute; representado no <a href="#q3">Quadro 3</a>. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="q3"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/aps/v32n3/32n3a01q3.jpg" width="577" height="183"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A vari&acirc;ncia dos resultados na prova de ditado de palavras, no 4&ordm; ano de escolaridade, pode ser explicada em 20,2% pelo desempenho  dos participantes nas provas de literacia emergente na educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar, <i>R&sup2;</i>=.202, <i>R&sup2;Adj</i>=.164,  sendo o modelo de regress&atilde;o estatisticamente significativo, <i>F</i>(5,111)=5,323, <i>p</i>&lt;.001. A prova da Mem&oacute;ria Auditiva  &eacute; um preditor significativo, <i>&beta;</i>=.355, <i>t</i>=2.753, <i>p</i>=.007, tal como a prova da escrita de palavras, <i>&beta;</i>=.215,  <i>t</i>=2.183, <i>p</i>=.031, sendo que melhores resultados nestas provas est&atilde;o associados a melhores resultados no ditado de palavras.  O modelo de regress&atilde;o linear m&uacute;ltipla est&aacute; representado no <a href="#q4">Quadro 4</a>. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="q4"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v32n3/32n3a01q4.jpg" width="575" height="187"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>DISCUSS&Atilde;O </p>     <p>Neste estudo pretendia-se analisar em que medida o desempenho das crian&ccedil;as nas compet&ecirc;ncias de literacia emergente na  educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar condiciona o rendimento acad&eacute;mico no final do 4.&ordm; ano de escolaridade. Foram utilizados  diversas provas de avalia&ccedil;&atilde;o, de forma a contemplar a variedade de compet&ecirc;ncias quer em idade pr&eacute;-escolar, quer no  final do 1.&ordm; ciclo do ensino b&aacute;sico, que interagem na aquisi&ccedil;&atilde;o da leitura e da escrita. Analisando os resultados das  estat&iacute;sticas descritivas (cf. <a href="#q1">Quadro 1</a>), &eacute; poss&iacute;vel constatar que nas subprovas do TICL, o grupo de crian&ccedil;as avaliado  na educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar apresentava um desempenho esperado para a idade. Salvaguarda-se, no entanto, que o TICL parece  apresentar um efeito de teto (Paris &amp; Hoffman, 2004), uma vez que algumas das compet&ecirc;ncias avaliadas, designadamente o conhecimento  lexical, s&atilde;o dom&iacute;nios em que se espera que ocorra uma cont&iacute;nua evolu&ccedil;&atilde;o ao longo do tempo e das aprendizagens  efetuadas (Paris, 2005). A an&aacute;lise dos resultados ao n&iacute;vel do Conhecimento Lexical evidencia uma m&eacute;dia de desempenhos  pr&oacute;ximos do valor m&aacute;ximo da prova, o que eventualmente pode sugerir que algumas crian&ccedil;as foram sub avaliadas nesta  dimens&atilde;o. </p>     <p>A an&aacute;lise dos resultados na prova de escrita de palavras na educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar, por seu turno, apresenta  desempenhos pr&oacute;ximos do limite inferior da prova. Estes dados podem suscitar a hip&oacute;tese de que as crian&ccedil;as alvo de  an&aacute;lise tiveram reduzidas oportunidades de contacto com o material impresso, o que pode ter comprometido as suas  concetualiza&ccedil;&otilde;es sobre a rela&ccedil;&atilde;o entre a linguagem oral e escrita (Sulzby &amp; Teale, 1991; Viana &amp;  Teixeira, 2002; Whitehurst &amp; Lonigan, 1998). Nota-se, contudo, que o desvio-padr&atilde;o &eacute; o mais elevado de todos os resultados  obtidos durante a educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar, podendo justificar a heterogeneidade de contextos e influ&ecirc;ncias que as  crian&ccedil;as receberam nesta idade, face &agrave; escrita inventada. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No que concerne &agrave;s provas utilizadas para avaliar o desempenho em leitura e escrita no final do 1.&ordm; ciclo do ensino b&aacute;sico,  constata-se que de um modo geral, quer em provas espec&iacute;ficas de leitura (TIL) e de escrita (ditado), bem como numa prova externa de  avalia&ccedil;&atilde;o (prova de aferi&ccedil;&atilde;o), os resultados dos alunos foram positivos. Na prova de aferia&ccedil;&atilde;o  verifica-se que a m&eacute;dia dos resultados equipara-se &agrave; classifica&ccedil;&atilde;o &ldquo;Bom&rdquo; (4). No entanto, uma vez que,  de ano letivo para ano letivo, as provas de aferi&ccedil;&atilde;o s&atilde;o diferentes, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel comparar estes  resultados com os de anos letivos anteriores. No TIL e no ditado de palavras, os alunos apresentaram, em m&eacute;dia, desempenhos esperados para  a idade, ainda que no TIL o desvio-padr&atilde;o permita elucidar sobre a heterogeneidade nos resultados dos alunos. </p>     <p>De um modo geral, os resultados do estudo desenvolvido acrescentam evid&ecirc;ncia emp&iacute;rica acerca da import&acirc;ncia das  compet&ecirc;ncias lingu&iacute;sticas para a aprendizagem formal da leitura e da escrita, uma vez que o conjunto de provas utilizadas na  educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar prediz significativamente o desempenho em leitura e em escrita no 1.&ordm; CEB, como j&aacute; tem sido  sustentado noutros estudos nacionais (Cadime et al., 2009; Dion&iacute;sio &amp; Pereira, 2006; Fernandes, 2005; Martins &amp; Niza, 1998) e  internacionais (Ferreiro &amp; Teberosky, 1984; Foster &amp; Miller, 2007; Perfetti, 2010; S&eacute;n&eacute;chal, LaFerve, Smith-Chant, &amp;  Colton, 2001). Constata-se igualmente que as concetualiza&ccedil;&otilde;es das crian&ccedil;as acerca da linguagem escrita s&atilde;o fortes  preditores do sucesso neste dom&iacute;nio (Dion&iacute;sio &amp; Pereira, 2006; Lopes, 2010; Martins &amp; Niza, 1998; Vellutino &amp; Scanlon,  1987). </p>     <p>Analisando a percentagem de vari&acirc;ncia explicada nos modelos de regress&atilde;o (entre 18,2% e 23,6%), este estudo permitiu confirmar que  o desempenho nas provas na educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar &eacute; um preditor importante a considerar ao longo dos primeiros anos de  escolaridade, contemplando compet&ecirc;ncias de linguagem oral, consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica e linguagem escrita. </p>     <p>&Eacute; poss&iacute;vel verificar que os resultados na prova de aferi&ccedil;&atilde;o a L&iacute;ngua Portuguesa s&atilde;o significativamente  influenciados pelo desempenho das crian&ccedil;as aos cinco anos de idade, designadamente pela prova de Reflex&atilde;o sobre a L&iacute;ngua.  Deste modo, existem ind&iacute;cios de que a consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica (dom&iacute;nio avaliado no TICL) &eacute; uma compet&ecirc;ncia  basilar quer &agrave; descodifica&ccedil;&atilde;o, &agrave; flu&ecirc;ncia, &agrave; compreens&atilde;o leitora e &agrave; escrita (Martins &amp;  Farinha, 2006; Martins &amp; Silva, 2006; Silva, 2003; Yopp &amp; Stapleton, 2008). Resultados similares tinham j&aacute; sido encontrados noutros  estudos (Schatschneider, Fletcher, Francis, Carlson, &amp; Foorman, 2004), tornando evidente a relev&acirc;ncia do processamento fonol&oacute;gico  para a aprendizagem formal da leitura. Verifica-se ainda que a influ&ecirc;ncia desta compet&ecirc;ncia nos processos cognitivos essenciais  &agrave; aprendizagem se mant&eacute;m ao longo do tempo, n&atilde;o apresentando apenas um papel relevante nos anos iniciais de aprendizagem.  O modo como os alunos aprendem nos anos de escolaridade iniciais, momento em que a consci&ecirc;ncia fonol&oacute;gica &eacute; uma  compet&ecirc;ncia fundamental &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o do princ&iacute;pio alfab&eacute;tico e das regras de correspond&ecirc;ncia  grafema-fonema e fonema-grafema, parece influenciar o seu desempenho ao n&iacute;vel da flu&ecirc;ncia leitora (Scarborough, 2001). Os alunos que  leem melhor, com velocidade, acuidade e pros&oacute;dia adequadas mais facilmente compreendem aquilo que leem, na medida em que os recursos  cognitivos n&atilde;o s&atilde;o despendidos na descodifica&ccedil;&atilde;o leitora, mas est&atilde;o direcionados para a constru&ccedil;&atilde;o  de significados (Kuhn &amp; Stahl, 2003; LaBerge &amp; Samuels, 1974). </p>     <p>Verificou-se ainda que os resultados no TIL e na prova de Ditado de Palavras, no 4.&ordm; ano de escolaridade, est&atilde;o significativamente  relacionados com os resultados da prova do TICL que avalia a dimens&atilde;o da Mem&oacute;ria Auditiva e da prova da escrita de palavras, na  educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar. A mem&oacute;ria auditiva, apesar da sua import&acirc;ncia para o processamento ortogr&aacute;fico  (Goff, Pratt, &amp; Ong, 2005) &eacute; uma dimens&atilde;o cognitiva pouco privilegiada em termos educativos; no entanto a sua import&acirc;ncia  nos processos de descodifica&ccedil;&atilde;o leitora, pela necessidade de reten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o a curto prazo, e  acesso ao l&eacute;xico mental fica comprovada nos resultados deste estudo. </p>     <p>As concetualiza&ccedil;&otilde;es que as crian&ccedil;as possuem acerca da linguagem escrita t&ecirc;m sido descritas na literatura como um dos  melhores preditores de sucesso na leitura e na escrita. O facto das crian&ccedil;as em idade pr&eacute;-escolar j&aacute; conseguirem refletir  acerca da linguagem de forma a transform&aacute;-la no seu correspondente escrito significa que j&aacute; adquiriram o princ&iacute;pio  alfab&eacute;tico, uma das aquisi&ccedil;&otilde;es fundamentais anteriores &agrave; aprendizagem formal (Silva, 2003). Conhecer letras, de modo  informal, sugere predisposi&ccedil;&atilde;o e interesse por estas aprendizagens, facilitando eventualmente a capacidade de segmentar as palavras  em s&iacute;labas e em fonemas e encontrar o seu correspondente escrito, revelando tamb&eacute;m algum dom&iacute;nio das correspond&ecirc;ncias  fonema-grafema e grafema-fonema, compet&ecirc;ncias fundamentais para a aprendizagem formal da leitura e da escrita (Ferreiro &amp; Teberosky,  1984; Martins &amp; Niza, 1998). </p>     <p>Para al&eacute;m do conhecimento do nome das letras, que permite estabelecer uma correspond&ecirc;ncia entre os grafemas e os fonemas, o  presente estudo parece corroborar as evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas de que a escrita de palavras, na educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar  se correlaciona com o desempenho dos alunos ao n&iacute;vel do processamento ortogr&aacute;fico e do seu desempenho em leitura (Martins &amp;  Farinha, 2006). Esta prova remete para o modo como as crian&ccedil;as compreendem as rela&ccedil;&otilde;es entre a linguagem escrita e a linguagem  oral e como compreendem o princ&iacute;pio alfab&eacute;tico, influenciando diretamente a descodifica&ccedil;&atilde;o leitora, designadamente o  reconhecimento autom&aacute;tico de palavras, a leitura e a compreens&atilde;o oral (Martins &amp; Farinha, 2006). S&eacute;n&eacute;chal, Lefevre,  Smith-Chant e Colton (2001) real&ccedil;am ainda a import&acirc;ncia das compet&ecirc;ncias e conhecimentos sobre o material impresso na  aquisi&ccedil;&atilde;o de conceitos formais sobre o processamento ortogr&aacute;fico, evid&ecirc;ncia esta tamb&eacute;m sustentada pelo presente  estudo. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>CONCLUS&Atilde;O </p>     <p>Este estudo parece apontar para a estabilidade do desempenho dos alunos ao longo do tempo e sobre poss&iacute;veis estrat&eacute;gias de  mudan&ccedil;a que passem sobretudo pela avalia&ccedil;&atilde;o e interven&ccedil;&atilde;o precoce das compet&ecirc;ncias b&aacute;sicas que  predizem o desempenho leitor, designadamente as compet&ecirc;ncias de linguagem oral, de linguagem escrita e as compet&ecirc;ncias  metalingu&iacute;sticas (Martins &amp; Farinha, 2006; Stephenson, Parrila, Georgiou, &amp; Kirby, 2008). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As dificuldades na aquisi&ccedil;&atilde;o da leitura e da escrita condicionam as restantes aprendizagens e s&atilde;o cumulativas ao longo do  tempo, ou seja, impelem a um percurso escolar marcado pelo insucesso. Deste modo, estas dificuldades devem ser abordadas com urg&ecirc;ncia, numa  perspetiva preventiva, em que a identifica&ccedil;&atilde;o precoce de crian&ccedil;as em risco &eacute; essencial para que n&atilde;o se verifique  o denominado efeito Mateus (Stanovich, 1991), de acordo com o qual as crian&ccedil;as que iniciam o percurso formal com dificuldades na  aprendizagem da leitura e da escrita tendem a manter este padr&atilde;o de aprendizagem ao longo da escolaridade. A educa&ccedil;&atilde;o  pr&eacute;-escolar &eacute;, assim, encarada como o contexto privilegiado para uma a&ccedil;&atilde;o precoce e preventiva que iniba padr&otilde;es  de desenvolvimento e de aprendizagem desadaptativos (Lukasova, Oliveira, Barbosa, &amp; Macedo, 2008). Os resultados encontrados alertam  precisamente para a necessidade de valoriza&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar e das pr&aacute;ticas dos educadores  enquanto elementos fundamentais na estimula&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as. </p>     <p>Neste sentido, torna-se cada vez mais pertinente a cria&ccedil;&atilde;o de respostas educativas que visem a promo&ccedil;&atilde;o de  compet&ecirc;ncias preditoras de sucesso na aprendizagem da leitura e escrita. O Projeto &ldquo;A Ler Vamos...&rdquo;, promovido pela C&acirc;mara  Municipal de Matosinhos, &eacute; implementado por psic&oacute;logas, numa l&oacute;gica multidisciplinar, com o objetivo de promover  compet&ecirc;ncias lingu&iacute;sticas e de literacia emergente. Neste projeto &eacute; abrangida toda a rede p&uacute;blica e tamb&eacute;m  institui&ccedil;&otilde;es de solidariedade social com val&ecirc;ncia de Jardim de inf&acirc;ncia, mobilizando os v&aacute;rios agentes educativos  (docentes, encarregados de educa&ccedil;&atilde;o). A aposta numa interven&ccedil;&atilde;o precoce que visa a promo&ccedil;&atilde;o do sucesso  escolar logo nos primeiros anos de escolaridade procura responder &agrave;s necessidades referidas nos v&aacute;rios estudos emp&iacute;ricos, numa  l&oacute;gica preventiva. </p>     <p>A escrita pr&eacute;-formal, e os conhecimentos de ordem concetual e funcional acerca da linguagem escrita confirmaram-se como um dos preditores  mais significativos neste estudo. No entanto, esta ser&aacute; eventualmente uma das dimens&otilde;es menos trabalhadas em contexto de jardim de  inf&acirc;ncia pelos educadores, possivelmente influenciados pelo paradigma concetual vigente anteriormente, as teorias da prontid&atilde;o para a  leitura (Sulzby &amp; Teale, 1991; Viana &amp; Teixeira, 2002; Whitehurst &amp; Lonigan, 1998), que desaconselham a promo&ccedil;&atilde;o  intencional de estrat&eacute;gias de escrita antes da aprendizagem formal. Assim sendo, tendo-se comprovado a sua import&acirc;ncia para o  sucesso no desempenho em leitura e escrita v&aacute;rios anos ap&oacute;s a educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar, seria primordial promover  desde cedo atividades de escrita em contexto de sala de jardim de inf&acirc;ncia, atrav&eacute;s de iniciativas/jogos com car&aacute;cter  l&uacute;dico, mas intencional (Fernandes, 2005; Martins, 1994; S&eacute;n&eacute;chal et al., 2001). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>REFER&Ecirc;NCIAS </p>     <!-- ref --><p>Alloway, T. P., Gathercole, S. E., Adams, A-M., Willis, C., Eaglen, R., &amp; Lamont, E. (2005). Working memory and phonological awareness as  predictors of progress towards early learning goals at school entry. <i>British Journal of Developmental Psychology, 23</i>, 417-426.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0870-8231201400030000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Aram, D., &amp; Aviram, S. (2009). Mothers&rsquo; storybook reading and kindergarteners&rsquo; socioemotional and literacy development.  <i>Reading Psychology, 30</i>, 175-194. </p>     <!-- ref --><p>Banai, K., &amp; Yifat, R. (2012). Auditory working memory and early reading skills in Hebrew-speaking preschool children. <i>Journal of Basic  and Clinical Physiology and Pharmacology, 23</i>(3), 109-115.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0870-8231201400030000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Cadime, I., Fernandes, I., Brand&atilde;o, S., N&oacute;voa, P., Rodrigues, A., &amp; Ferreira, A. (2009). A aquisi&ccedil;&atilde;o da leitura  e da escrita: Vari&aacute;veis preditoras no n&iacute;vel pr&eacute;-escolar. <i>Actas do X Congresso Internacional Galego-Portugu&ecirc;s de  Psicopedagogia </i>(pp. 4001-4015). Braga: Universidade do Minho. </p>     <!-- ref --><p>Chung, K. K. H., Ho, C. S.-H., Chan, D. W., Tsang, S.-M., &amp; Lee, S.-H. (2013). Contributions of syntactic awareness to reading in  chinese-speaking adolescent readers with and without dyslexia. <i>Dyslexia, 19</i>, 11-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0870-8231201400030000100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Dion&iacute;sio, M., &amp; Pereira, I. (2006). A educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar em Portugal. Concep&ccedil;&otilde;es oficiais,  investiga&ccedil;&atilde;o e pr&aacute;ticas. <i>Perspectiva, 24</i>(2), 597-622.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0870-8231201400030000100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Duursma, E., Augusta, M., &amp; Zuckerman, B. (2008). Reading Aloud to Children: The Evidence. <i>Archives of Disease in Childhood, 93</i>(7),  554-557.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0870-8231201400030000100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Fernandes, P. P. (2005). <i>Concep&ccedil;&otilde;es e pr&aacute;ticas de literacia emergente em contexto de jardim-de-inf&acirc;ncia</i>.  Tese de Doutoramento n&atilde;o-publicada. Braga: Universidade do Minho.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0870-8231201400030000100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Fernandes, S., Ventura, P., Querido, L., &amp; Morais, J. (2008). Reading and spelling acquisition in European Portuguese: A preliminary study.  <i>Reading and Writing, 21</i>(8), 805-821.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0870-8231201400030000100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Ferreiro, E., &amp; Teberosky, A. (1984). <i>Psicog&eacute;nese da l&iacute;ngua escrita. </i>Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0870-8231201400030000100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Field, A. (2009). <i>Discovering Statistics Using SPSS. </i>London: SAGE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0870-8231201400030000100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Fletcher, J. M., Lyon, G. R., Fuchs, L. S., &amp; Barnes, M. A. (2007). <i>Learning disabilities. From identification to intervention. </i>Nova Iorque:  The Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0870-8231201400030000100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Foorman, B. R., Petscher, Y., &amp; Bishop, M. D. (2012). The incremental variance of morphological knowledge to reading comprehension in grades  3-10 beyond prior reading comprehension, spelling, and text reading efficiency. <i>Learning and Individual Differences, 22</i>, 792-798.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0870-8231201400030000100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Foster, W., &amp; Miller, M. (2007). Development of the literacy achievement gap: A longitudinal study of kindergarten through third grade.  <i>Language, Speech, and Hearing Services in Schools, 38, </i>173-181.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0870-8231201400030000100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gat&eacute;, J., Geninet, A., Giroul, M., &amp; De la Garanderie, T. P. (2009). <i>Vocabulaire de la gestion mentale. </i>Lyon: Chronique  Sociale.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0870-8231201400030000100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Goff, D. A., Pratt, C., &amp; Ong, B. (2005). The relations between children&rsquo;s reading comprehension, working memory, language skills and  components of reading decoding in a normal sample. <i>Reading and Writing, 18</i>, 583-616. </p>     <!-- ref --><p>Justice, L., &amp; Kaderavek, J. (2002). Using shared storybook reading to promote emergent literacy. <i>Teaching Exceptional Children,  34</i>(4), 8-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0870-8231201400030000100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Justice, L., Weber, S., Ezell, H., &amp; Bakeman, R. (2002). A sequential analysis of children&rsquo;s responsiveness to parental print  references during shared book reading interactions. <i>American Journal of Speech-Language Pathology, 11</i>, 30-40. </p>     <!-- ref --><p>Kruk, R. S., &amp; Bergman, K. (2013). The reciprocal relations between morphological processes and reading. <i>Journal of Experimental Child  Psychology, 114</i>, 10-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0870-8231201400030000100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Kuhn, M., &amp; Stahl, S. (2003). Fluency: A review of developmental and remedial practices. <i>Journal of Education Psychology, 95</i>(1), 3-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0870-8231201400030000100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>LaBerge, D., &amp; Samuels, J. (1974). Toward a theory of automatic information processing in reading. <i>Cognitive Psychology, 6, </i>293-323.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0870-8231201400030000100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Liberman, I. Y., &amp; Shankweiler, D. (1991). Phonology and beginning reading: A tutorial. In L. Rieben &amp; C. A. Perfetti (Eds.),  <i>Learning to read: Basic research and its implications </i>(pp. 3-17). Hilsdale, NJ: Erlbaum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0870-8231201400030000100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lopes, J. (2010). <i>Conceptualiza&ccedil;&atilde;o, avalia&ccedil;&atilde;o e interven&ccedil;&atilde;o nas dificuldades de aprendizagens:  A sofisticada arquitectura de um equ&iacute;voco. </i>Braga: Psiquil&iacute;brios Edi&ccedil;&otilde;es.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0870-8231201400030000100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lukasova, K., Oliveira, D. G., Barbosa, A. C. C., &amp; Macedo, E. C. (2008). Habilidades de leitura e escrita de crian&ccedil;as  disl&eacute;xicas e boas leitoras. <i>Arquivos Brasileiros de Psicologia, 60</i>(1), 45-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0870-8231201400030000100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Martins, M., &amp; Farinha, S. (2006). Rela&ccedil;&atilde;o entre os conhecimentos iniciais sobre linguagem escrita e os resultados em leitura  no final do 1&ordm; ano de escolaridade. <i>Livro de Actas da XI Confer&ecirc;ncia Internacional de Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica:  Formas e Contextos </i>(pp. 1051-1060). Braga: Psiquil&iacute;brios Edi&ccedil;&otilde;es. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Martins, M. A. (1994). Conceptualiza&ccedil;&otilde;es infantis sobre a linguagem escrita e aprendizagem da leitura. <i>Discursos, 8</i>, 53-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0870-8231201400030000100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Martins, M. A. (1996). <i>Pr&eacute;-hist&oacute;ria da aprendizagem da leitura. </i>Lisboa: Instituto Superior de Psicologia Aplicada.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0870-8231201400030000100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Martins, M. A., &amp; Niza, I. (1998). <i>Psicologia da aprendizagem da linguagem escrita. </i>Lisboa: Universidade Aberta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0870-8231201400030000100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Martins, M. A., &amp; Silva, C. (2006). Phonological abilities and writing among Portuguese preschool children. <i>European Journal of  Psychology of Education, 21</i>(2), 163-182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0870-8231201400030000100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>McCutchen, D., Green, L., &amp; Abbott, R. D. (2008). Children&rsquo;s morphological knowledge: links to literacy. <i>Reading Psychology,  29</i>, 289-314. </p>     <!-- ref --><p>McGuinness, D. (2005). <i>Language development and learning to read. The scientific study of how language development affects reading skill.  </i>Massachusetts: The MIT Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0870-8231201400030000100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Paris, S. (2005). Reinterpreting the development of reading skills. <i>Reading Research Quarterly, 40</i>(2), 184-202.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0870-8231201400030000100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Paris, S., &amp; Hoffman, J. (2004). Reading assessments in kindergarten through third grade: Findings from the Center for the Improvement of  Early Reading Achievement. <i>The Elementary School Journal, 105</i>(2), 199-217.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S0870-8231201400030000100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Perfetti, C. (2010). Decoding, vocabulary and comprehension. In M. McKeown &amp; L. Kucan (Eds.), Bringing reading research to life. New York:  The Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0870-8231201400030000100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Rayner, K., Foorman, B. R., Perfetti, C. A., Pesetsky, D., &amp; Seidenberg, M. S. (2002). How psychological science informs the teaching of  reading. <i>Psychological Science in The Public Interest, 2</i>, 31-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S0870-8231201400030000100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Roman, A. A., Kirby, J. R., Parrila, R. K., Wade-Woolley, L., &amp; Deacon, S. H. (2009). Toward a comprehensive view of the skills involved  in word reading in Grades 4, 6, and 8. <i>Journal of Experimental Child Psychology, 102</i>, 96-113.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S0870-8231201400030000100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Scarborough, H. S. (2001). Connecting early language and literacy to later reading (dis)abilities: Evidence, theory, and practice. In S. B.  Neuman &amp; D. K. Dickinson (Eds.), <i>Handbook of early literacy research </i>(pp. 97-110). New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S0870-8231201400030000100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Schatschneider, C., Fletcher, J., Francis, D., Carlson, C., &amp; Foorman, B. (2004). Kindergarten prediction of reading skills: A longitudinal  comparative analysis. <i>Journal of Educational Psychology, 96</i>(2), 265-282.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S0870-8231201400030000100038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Scull, J. (2013). Assessing language for literacy: A microanalysis of children&rsquo;s vocabulary, syntax and narrative grammar.  <i>International Education Studies, 6</i>(1), 142-152. </p>     <!-- ref --><p>S&eacute;n&eacute;chal, M., LeFevre, J., Smith-Chant, B., &amp; Colton, K. (2001). On refining theoretical models of emergent literacy. The role  of empirical evidence. <i>Journal of school psychology, 39</i>(5), 439-460.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0870-8231201400030000100040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Shankweiler, D., &amp; Crain, S. (1986). Language mechanisms and reading disorder: A modular approach. <i>Cognition, 24</i>, 139-168.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0870-8231201400030000100041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Share, D. L., &amp; Stanovich, K. E. (1995). Cognitive processes in early reading development: Accommodating individual differences into a model  of acquisition. <i>Issues in Education, 1</i>, 1-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0870-8231201400030000100042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Shaywitz, S. (2008). <i>Vencer a dislexia. </i>Porto: Porto Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S0870-8231201400030000100043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Silva, A. C. (2003). <i>At&eacute; &agrave; descoberta do princ&iacute;pio alfab&eacute;tico</i>. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Calouste  Gulbenkian.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S0870-8231201400030000100044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Silva, C., Fa&iacute;sca, L., Ingvar, M., Petersson, K. M., &amp; Reis, A. (2012). Literacy: Exploring working memory systems. <i>Journal of  Clinical and Experimental Neuropsychology, 34</i>(4), 369-377.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S0870-8231201400030000100045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Stanovich, K. E. (1991). Word recognition: Changing perspectives. In R. Barr, M. L. Kamil, P. Mosenthal, &amp; P. D. Pearson (Eds.), <i>Handbook  of reading research </i>(pp. 418-452). New York: Longman.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S0870-8231201400030000100046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Stephenson, K., Parrila, R., Georgiou, G., &amp; Kirby, J. (2008). Effects of home literacy, parents&rsquo; beliefs and children&rsquo;s  task-focused behavior on emergent literacy and word reading skills. <i>Scientific Studies of Reading, 12</i>(1), 24-50. </p>     <!-- ref --><p>Sucena, A., &amp; Castro, S. L. (2010). <i>Aprender a Ler e Avaliar a Leitura. O TIL: Teste de Idade de Leitura. </i>Coimbra: Almedina.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S0870-8231201400030000100048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Sulzby, E., &amp; Teale, W. (1991). Emergent literacy. In R. Barr, M. L. Kamil, P. Mosenthal, &amp; P. D. Pearson (Eds.), <i>Handbook of  reading research </i>(pp. 727-758). New York: Longman.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S0870-8231201400030000100049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Tong, X., Tong, X. Shu, H., Chan, S., &amp; McBride-Chang, C. (2014). Discourse-level reading comprehension in Chinese children: What is the  role of syntactic awareness? <i>Journal of Research in Reading, 37</i>(1), 48-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S0870-8231201400030000100050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Vellutino, R. F., &amp; Scanlon, D. M. (1987). Phonological coding, phonological awareness and reading ability: Evidence from a longitudinal and  experimental study. <i>Merril-Palmer Quarterly, 33</i>(3), 321-363.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S0870-8231201400030000100051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Viana, F. (2004). <i>O Teste de Identifica&ccedil;&atilde;o de Compet&ecirc;ncias Lingu&iacute;sticas. </i>Vila Nova de Gaia: EDIPSICO.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S0870-8231201400030000100052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Viana, F., &amp; Martins, M. (2009). Dos leitores que temos aos leitores que queremos. In I. Ribeiro &amp; F. Viana (Orgs.), <i>Dos leitores que  temos aos leitores que queremos. Ideias e projectos para promover a leitura. </i>Coimbra: Almedina.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S0870-8231201400030000100053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Viana, F., &amp; Teixeira, M. M. (2002). <i>Aprender a ler: Da aprendizagem informal &agrave; aprendizagem formal</i>. Porto.  Edi&ccedil;&otilde;es ASA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S0870-8231201400030000100054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Whitehurst, G. J., &amp; Lonigan, C. J. (1998). Child development and emergent literacy. <i>Child Development, 69</i>, 848-872.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000198&pid=S0870-8231201400030000100055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Yopp, H., &amp; Stapleton, L. (2008). Conciencia fon&eacute;mica en Espa&ntilde;ol. <i>The Reading Teacher, 61</i>(5), 374-382.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000200&pid=S0870-8231201400030000100056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Joana Sara Cruz; C&acirc;mara Municipal de Matosinhos, Av. Dom  Afonso Henriques, 4454-510 Matosinhos; E-mail: <a href="mailto:joana.cruz@cm-matosinhos.pt">joana.cruz@cm-matosinhos.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Submiss&atilde;o: </i>31/10/2013 <i>Aceita&ccedil;&atilde;o: </i>26/05/2014 </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>NOTAS</p>     <p><Sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></Sup> O Projeto &laquo;A Ler Vamos...&raquo; destina-se &agrave; identificação de crian&ccedil;as em  risco de insucesso escolar no &acirc;mbito da leitura e da escrita e &agrave; implementação de uma interven&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica,  estruturada e complementar &agrave; dos educadores de inf&acirc;ncia, que facilite o desenvolvimento das compet&ecirc;ncias facilitadoras da  aprendizagem da leitura e da escrita.</p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Alloway]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gathercole]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Adams]]></surname>
<given-names><![CDATA[A-M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Willis]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Eaglen]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lamont]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Working memory and phonological awareness as predictors of progress towards early learning goals at school entry]]></article-title>
<source><![CDATA[British Journal of Developmental Psychology]]></source>
<year>2005</year>
<volume>23</volume>
<page-range>417-426</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Aram]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Aviram]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Mothers’ storybook reading and kindergarteners’ socioemotional and literacy development]]></article-title>
<source><![CDATA[Reading Psychology]]></source>
<year>2009</year>
<volume>30</volume>
<page-range>175-194</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Banai]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yifat]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Auditory working memory and early reading skills in Hebrew-speaking preschool children]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Basic and Clinical Physiology and Pharmacology]]></source>
<year>2012</year>
<volume>23</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>109-115</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cadime]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fernandes]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brandão]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nóvoa]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rodrigues]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A aquisição da leitura e da escrita: Variáveis preditoras no nível pré-escolar]]></article-title>
<source><![CDATA[Actas]]></source>
<year>2009</year>
<page-range>4001-4015</page-range><publisher-loc><![CDATA[Braga ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidade do Minho]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Chung]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. K. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ho]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. S.-H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chan]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tsang]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.-M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lee]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.-H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Contributions of syntactic awareness to reading in chinese-speaking adolescent readers with and without dyslexia]]></article-title>
<source><![CDATA[Dyslexia]]></source>
<year>2013</year>
<volume>19</volume>
<page-range>11-36</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dionísio]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A educação pré-escolar em Portugal: Concepções oficiais, investigação e práticas]]></article-title>
<source><![CDATA[Perspectiva]]></source>
<year>2006</year>
<volume>24</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>597-622</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Duursma]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Augusta]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zuckerman]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Reading Aloud to Children: The Evidence]]></article-title>
<source><![CDATA[Archives of Disease in Childhood]]></source>
<year>2008</year>
<volume>93</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>554-557</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fernandes]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Concepções e práticas de literacia emergente em contexto de jardim-de-infância]]></source>
<year>2005</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fernandes]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ventura]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Querido]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Morais]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Reading and spelling acquisition in European Portuguese: A preliminary study]]></article-title>
<source><![CDATA[Reading and Writing]]></source>
<year>2008</year>
<volume>21</volume>
<numero>8</numero>
<issue>8</issue>
<page-range>805-821</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ferreiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Teberosky]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Psicogénese da língua escrita]]></source>
<year>1984</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artes Médicas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Field]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Discovering Statistics Using SPSS]]></source>
<year>2009</year>
<publisher-loc><![CDATA[London ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[SAGE]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fletcher]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lyon]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fuchs]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barnes]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Learning disabilities: From identification to intervention]]></source>
<year>2007</year>
<publisher-loc><![CDATA[Nova Iorque ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[The Guilford Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Foorman]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Petscher]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bishop]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The incremental variance of morphological knowledge to reading comprehension in grades 3-10 beyond prior reading comprehension, spelling, and text reading efficiency]]></article-title>
<source><![CDATA[Learning and Individual Differences]]></source>
<year>2012</year>
<volume>22</volume>
<page-range>792-798</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Foster]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Miller]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Development of the literacy achievement gap: A longitudinal study of kindergarten through third grade]]></article-title>
<source><![CDATA[Language, Speech, and Hearing Services in Schools]]></source>
<year>2007</year>
<volume>38</volume>
<page-range>173-181</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gaté]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Geninet]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Giroul]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[De la Garanderie]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Vocabulaire de la gestion mentale]]></source>
<year>2009</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lyon ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Chronique Sociale]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Goff]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pratt]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ong]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The relations between children’s reading comprehension, working memory, language skills and components of reading decoding in a normal sample]]></article-title>
<source><![CDATA[Reading and Writing]]></source>
<year>2005</year>
<volume>18</volume>
<page-range>583-616</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Justice]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kaderavek]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Using shared storybook reading to promote emergent literacy]]></article-title>
<source><![CDATA[Teaching Exceptional Children]]></source>
<year>2002</year>
<volume>34</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>8-12</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Justice]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Weber]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ezell]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bakeman]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A sequential analysis of children’s responsiveness to parental print references during shared book reading interactions]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Speech-Language Pathology]]></source>
<year>2002</year>
<volume>11</volume>
<page-range>30-40</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kruk]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bergman]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The reciprocal relations between morphological processes and reading]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Experimental Child Psychology]]></source>
<year>2013</year>
<volume>114</volume>
<page-range>10-34</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kuhn]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stahl]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fluency: A review of developmental and remedial practices]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Education Psychology]]></source>
<year>2003</year>
<volume>95</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>3-21</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LaBerge]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Samuels]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Toward a theory of automatic information processing in reading]]></article-title>
<source><![CDATA[Cognitive Psychology]]></source>
<year>1974</year>
<volume>6</volume>
<page-range>293-323</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Liberman]]></surname>
<given-names><![CDATA[I. Y.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shankweiler]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Phonology and beginning reading: A tutorial]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Rieben]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Perfetti]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Learning to read: Basic research and its implications]]></source>
<year>1991</year>
<page-range>3-17</page-range><publisher-loc><![CDATA[Hilsdale ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Erlbaum]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lopes]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Conceptualização, avaliação e intervenção nas dificuldades de aprendizagens: A sofisticada arquitectura de um equívoco]]></source>
<year>2010</year>
<publisher-loc><![CDATA[Braga ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Psiquilíbrios Edições]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lukasova]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barbosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Macedo]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Habilidades de leitura e escrita de crianças disléxicas e boas leitoras]]></article-title>
<source><![CDATA[Arquivos Brasileiros de Psicologia]]></source>
<year>2008</year>
<volume>60</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>45-54</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martins]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Farinha]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relação entre os conhecimentos iniciais sobre linguagem escrita e os resultados em leitura no final do 1º ano de escolaridade]]></article-title>
<source><![CDATA[Livro de Actas]]></source>
<year>2006</year>
<page-range>1051-1060</page-range><publisher-loc><![CDATA[Braga ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Psiquilíbrios Edições]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martins]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Conceptualizações infantis sobre a linguagem escrita e aprendizagem da leitura]]></article-title>
<source><![CDATA[Discursos]]></source>
<year>1994</year>
<volume>8</volume>
<page-range>53-70</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martins]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Pré-história da aprendizagem da leitura]]></source>
<year>1996</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Instituto Superior de Psicologia Aplicada]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martins]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Niza]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Psicologia da aprendizagem da linguagem escrita]]></source>
<year>1998</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidade Aberta]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martins]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Phonological abilities and writing among Portuguese preschool children]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Psychology of Education]]></source>
<year>2006</year>
<volume>21</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>163-182</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[McCutchen]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Green]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Abbott]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Children’s morphological knowledge: links to literacy]]></article-title>
<source><![CDATA[Reading Psychology]]></source>
<year>2008</year>
<volume>29</volume>
<page-range>289-314</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[McGuinness]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Language development and learning to read: The scientific study of how language development affects reading skill]]></source>
<year>2005</year>
<publisher-loc><![CDATA[Massachusetts ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[The MIT Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Paris]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Reinterpreting the development of reading skills]]></article-title>
<source><![CDATA[Reading Research Quarterly]]></source>
<year>2005</year>
<volume>40</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>184-202</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Paris]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hoffman]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Reading assessments in kindergarten through third grade: Findings from the Center for the Improvement of Early Reading Achievement]]></article-title>
<source><![CDATA[The Elementary School Journal]]></source>
<year>2004</year>
<volume>105</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>199-217</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Perfetti]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Decoding, vocabulary and comprehension]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[McKeown]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kucan]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Bringing reading research to life]]></source>
<year>2010</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[The Guilford Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rayner]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Foorman]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Perfetti]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pesetsky]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Seidenberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[How psychological science informs the teaching of reading]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychological Science in The Public Interest]]></source>
<year>2002</year>
<volume>2</volume>
<page-range>31-74</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Roman]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kirby]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Parrila]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wade-Woolley]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Deacon]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Toward a comprehensive view of the skills involved in word reading in Grades 4, 6, and 8]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Experimental Child Psychology]]></source>
<year>2009</year>
<volume>102</volume>
<page-range>96-113</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Scarborough]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Connecting early language and literacy to later reading (dis)abilities: Evidence, theory, and practice]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Neuman]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dickinson]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of early literacy research]]></source>
<year>2001</year>
<page-range>97-110</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Guilford Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Schatschneider]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fletcher]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Francis]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carlson]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Foorman]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Kindergarten prediction of reading skills: A longitudinal comparative analysis]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Educational Psychology]]></source>
<year>2004</year>
<volume>96</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>265-282</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Scull]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Assessing language for literacy: A microanalysis of children’s vocabulary, syntax and narrative grammar]]></article-title>
<source><![CDATA[International Education Studies]]></source>
<year>2013</year>
<volume>6</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>142-152</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sénéchal]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LeFevre]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Smith-Chant]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Colton]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[On refining theoretical models of emergent literacy]]></article-title>
<source><![CDATA[The role of empirical evidence. Journal of school psychology]]></source>
<year>2001</year>
<volume>39</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>439-460</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Shankweiler]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Crain]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Language mechanisms and reading disorder: A modular approach]]></article-title>
<source><![CDATA[Cognition]]></source>
<year>1986</year>
<volume>24</volume>
<page-range>139-168</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Share]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stanovich]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Cognitive processes in early reading development: Accommodating individual differences into a model of acquisition]]></article-title>
<source><![CDATA[Issues in Education]]></source>
<year>1995</year>
<volume>1</volume>
<page-range>1-57</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Shaywitz]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Vencer a dislexia]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Porto Editora]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Até à descoberta do princípio alfabético]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Fundação Calouste Gulbenkian]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Faísca]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ingvar]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Petersson]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Reis]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Literacy: Exploring working memory systems]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Clinical and Experimental Neuropsychology]]></source>
<year>2012</year>
<volume>34</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>369-377</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Stanovich]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Word recognition: Changing perspectives]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Barr]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kamil]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mosenthal]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pearson]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of reading research]]></source>
<year>1991</year>
<page-range>418-452</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Longman]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B47">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Stephenson]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Parrila]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Georgiou]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kirby]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effects of home literacy, parents’ beliefs and children’s task-focused behavior on emergent literacy and word reading skills]]></article-title>
<source><![CDATA[Scientific Studies of Reading]]></source>
<year>2008</year>
<volume>12</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>24-50</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B48">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sucena]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Castro]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Aprender a Ler e Avaliar a Leitura. O TIL: Teste de Idade de Leitura]]></source>
<year>2010</year>
<publisher-loc><![CDATA[Coimbra ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Almedina]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B49">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sulzby]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Teale]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Emergent literacy]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Barr]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kamil]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mosenthal]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pearson]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of reading research]]></source>
<year>1991</year>
<page-range>727-758</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Longman]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B50">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tong]]></surname>
<given-names><![CDATA[X.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tong]]></surname>
<given-names><![CDATA[X.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shu]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chan]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McBride-Chang]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Discourse-level reading comprehension in Chinese children: What is the role of syntactic awareness?]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Research in Reading]]></source>
<year>2014</year>
<volume>37</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>48-70</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B51">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vellutino]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Scanlon]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Phonological coding, phonological awareness and reading ability: Evidence from a longitudinal and experimental study]]></article-title>
<source><![CDATA[Merril-Palmer Quarterly]]></source>
<year>1987</year>
<volume>33</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>321-363</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B52">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Viana]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O Teste de Identificação de Competências Linguísticas]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-loc><![CDATA[Vila Nova de Gaia ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[EDIPSICO]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B53">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Viana]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martins]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Dos leitores que temos aos leitores que queremos]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Ribeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Viana]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Dos leitores que temos aos leitores que queremos: Ideias e projectos para promover a leitura]]></source>
<year>2009</year>
<publisher-loc><![CDATA[Coimbra ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Almedina]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B54">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Viana]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Teixeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Aprender a ler: Da aprendizagem informal à aprendizagem formal]]></source>
<year>2002</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Edições ASA]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B55">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Whitehurst]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lonigan]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Child development and emergent literacy]]></article-title>
<source><![CDATA[Child Development]]></source>
<year>1998</year>
<volume>69</volume>
<page-range>848-872</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B56">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Yopp]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stapleton]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Conciencia fonémica en Español]]></article-title>
<source><![CDATA[The Reading Teacher]]></source>
<year>2008</year>
<volume>61</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>374-382</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
