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<journal-title><![CDATA[Análise Psicológica]]></journal-title>
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<article-id pub-id-type="doi">10.14417/ap829</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Qualidade da vinculação percebida por mães e crianças em idade escolar provenientes de diferentes tipos de família]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade do Porto Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The literature suggests that children from nuclear families tend to show a more secure attachment than children from single parent or step families. The goals of this study are as follows: investigate the quality of child’s attachment behaviour across nuclear, single parent and step families, evaluate the convergence between mother and their child’s perceptions on the quality of mother-child attachment behaviour. This is a cross-sectional study, whose sample consisted of 168 children 8-11 years-old (M=9.17) and their mothers. The research protocol included the Separation Anxiety Test (SAT) and the Maternal Perception Scale of Children’s Attachment Behaviour (PCV-M). Results show that there is no significant convergence between the maternal perception of their child’s attachment behaviour and the child’s attachment representation. Nonetheless, in single parent families significant differences were found in the PCV-M secure base behaviour dimension, depending on the representation of children´s attachment as secure or insecure. There were no association between type of family and children´s attachment representation neither differences in the maternal perception of attachment between the different types of family. In conclusion, the mother’s perception of their child’s attachment behaviour doesn’t vary across different types of families, even if there is a low degree of convergence between mothers and their offspring regarding the quality of children’s attachment behaviour]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Vinculação]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o percebida por m&atilde;es e crian&ccedil;as em idade escolar provenientes de diferentes tipos de  fam&iacute;lia </b>    <p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>S&oacute;nia Catarina Carvalho Sim&otilde;es<sup>*</sup> / Filipa Nunes Vicente Filipe de Oliveira Filipe<sup>*</sup> / Carlos Manuel da  Cruz Farate<sup>**</sup></b></p>     <p><sup>*</sup> Instituto Superior Miguel Torga;</p>     <p><sup>**</sup> Instituto Superior Miguel Torga / Instituto de Ci&ecirc;ncias Biom&eacute;dicas Abel Salazar da Universidade do Porto</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A literatura tem referido que as crian&ccedil;as de fam&iacute;lias nucleares apresentam uma vincula&ccedil;&atilde;o mais segura  comparativamente &agrave;s de fam&iacute;lias monoparentais ou reconstitu&iacute;das.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Foram objetivos deste estudo investigar a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o em crian&ccedil;as em idade escolar pertencentes a  fam&iacute;lias nucleares, monoparentais e reconstitu&iacute;das e observar a converg&ecirc;ncia entre perce&ccedil;&atilde;o materna dos  comportamentos de vincula&ccedil;&atilde;o e representa&ccedil;&atilde;o da qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as. </p>     <p>&Eacute; um estudo transversal, com 168 crian&ccedil;as dos 8 aos 11 anos (<i>M</i>=9.17) e respetivas m&atilde;es. O protocolo  de investiga&ccedil;&atilde;o incluiu o Separation Anxiety Test (SAT) e a Escala de Perce&ccedil;&atilde;o Materna do Comportamento de  Vincula&ccedil;&atilde;o da Crian&ccedil;a (PCV-M). </p>     <p>Os resultados mostram n&atilde;o haver converg&ecirc;ncia significativa entre a perce&ccedil;&atilde;o materna dos comportamentos de  vincula&ccedil;&atilde;o e a representa&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o pela crian&ccedil;a. Somente nas fam&iacute;lias  monoparentais houve diferen&ccedil;as no comportamento base segura do PCV-M em fun&ccedil;&atilde;o da representa&ccedil;&atilde;o da  vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a (segura/insegura). N&atilde;o se observou uma associa&ccedil;&atilde;o entre o tipo de fam&iacute;lia  e a representa&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a, nem diferen&ccedil;as na perce&ccedil;&atilde;o materna dos  comportamentos de vincula&ccedil;&atilde;o entre os diferentes tipos de fam&iacute;lia. </p>     <p>Em conclus&atilde;o, a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as n&atilde;o varia em fun&ccedil;&atilde;o do tipo de  fam&iacute;lia, mesmo se h&aacute; uma baixa converg&ecirc;ncia entre as perspetivas de m&atilde;es e filhos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;  qualidade do comportamento de vincula&ccedil;&atilde;o destes &uacute;ltimos.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Vincula&ccedil;&atilde;o, Crian&ccedil;as em idade escolar, Tipo de fam&iacute;lia, Separation Anxiety Test.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The literature suggests that children from nuclear families tend to show a more secure attachment than children from single parent or step  families. </p>     <p>The goals of this study are as follows: investigate the quality of child&rsquo;s attachment behaviour across nuclear, single parent and step  families, evaluate the convergence between mother and their child&rsquo;s perceptions on the quality of mother-child attachment behaviour.</p>     <p>This is a cross-sectional study, whose sample consisted of 168 children 8-11 years-old (<i>M</i>=9.17) and their mothers. The research protocol  included the <i>Separation Anxiety Test </i>(SAT) and the <i>Maternal Perception Scale of Children&rsquo;s Attachment Behaviour </i>(PCV-M).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Results show that there is no significant convergence between the maternal perception of their child&rsquo;s attachment behaviour and the  child&rsquo;s attachment representation. Nonetheless, in single parent families significant differences were found in the PCV-M secure base  behaviour dimension, depending on the representation of children&acute;s attachment as secure or insecure. There were no association between type  of family and children&acute;s attachment representation neither differences in the maternal perception of attachment between the different types  of family.</p>     <p>In conclusion, the mother&rsquo;s perception of their child&rsquo;s attachment behaviour doesn&rsquo;t vary across different types of families,  even if there is a low degree of convergence between mothers and their offspring regarding the quality of children&rsquo;s attachment behaviour.</p>     <p><b>Key-words:</b> Attachment, School-aged children, Type of family, Separation Anxiety Test.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A VINCULA&Ccedil;&Atilde;O EM IDADE ESCOLAR </p>     <p>&Eacute; na fam&iacute;lia que fazemos as primeiras aprendizagens, da&iacute; que a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o com os pais se v&aacute;  refletir nas rela&ccedil;&otilde;es interpessoais ao longo da vida (Verschueren &amp; Marcoen, 2005). Todavia, o per&iacute;odo escolar tem sido  negligenciado, nomeadamente no que diz respeito &agrave; compreens&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o (Raikes &amp;  Thompson, 2005). </p>     <p>A teoria da vincula&ccedil;&atilde;o foca-se no estabelecimento de rela&ccedil;&otilde;es interpessoais significativas ao longo do ciclo vital  e defende que todo o desenvolvimento emocional, cognitivo e social do indiv&iacute;duo se organiza em torno das rela&ccedil;&otilde;es com as  figuras de vincula&ccedil;&atilde;o. A vincula&ccedil;&atilde;o remete para a liga&ccedil;&atilde;o emocional que une a crian&ccedil;a &agrave;  figura de vincula&ccedil;&atilde;o e que faz com que aquela procure essa pessoa em particular, designadamente em busca de seguran&ccedil;a,  conforto (Bowlby, 1969), cuidados f&iacute;sicos e psicol&oacute;gicos (Howes, 1999). Os estudos Ainsworth, Blehar, Waters e Wall (1978) permitiram  concluir sobre o papel essencial da disponibilidade e responsividade da figura de vincula&ccedil;&atilde;o, visto que, se a crian&ccedil;a se sente  segura, ativa os sistemas explorat&oacute;rio e de comportamento social, afastando-se da sua &ldquo;base segura&rdquo; para explorar e aprender e,  em oposi&ccedil;&atilde;o, se n&atilde;o se sente segura, ativa o sistema de medo e alerta e o sistema de vincula&ccedil;&atilde;o (Marvin &amp;  Britner, 1999). &Agrave; medida que interage com as figuras de vincula&ccedil;&atilde;o, a crian&ccedil;a re&uacute;ne um conjunto de conhecimentos  e expectativas sobre a sua acessibilidade e responsividade e sobre a influ&ecirc;ncia que ela pr&oacute;pria exerce nos outros. Estas  representa&ccedil;&otilde;es sobre o <i>self</i>, sobre as figuras de vincula&ccedil;&atilde;o e sobre as rela&ccedil;&otilde;es s&atilde;o o que  Bowlby designa por modelos internos din&acirc;micos de vincula&ccedil;&atilde;o (Marvin &amp; Britner, 1999; Soares, 2007), e possibilitam que a  crian&ccedil;a antecipe e interprete o comportamento da figura de vincula&ccedil;&atilde;o (Wright, Binney, &amp; Smith, 1995) e decida sobre como  vai interagir com ela (Soares, 2007). V&aacute;rios la&ccedil;os podem ser formados, quebrados e reorganizados ao longo da vida, mas aqueles  s&atilde;o sempre determinados pelo primeiro modelo de rela&ccedil;&otilde;es sociais &ndash; a rela&ccedil;&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o  (Ainsworth, 1989). </p>     <p>No per&iacute;odo escolar, entre os 6 e os 12 anos, ocorrem diversas transforma&ccedil;&otilde;es, de ordem cognitiva, emocional e relacional  que v&atilde;o ter um impacto profundo em todo o sistema de vincula&ccedil;&atilde;o (Dwyer, 2005; Raikes &amp; Thompson, 2005). Apesar de os pais  continuarem a ser a principal figura de vincula&ccedil;&atilde;o (Kerns, Tomich, &amp; Kim, 2006), a rela&ccedil;&atilde;o entre estes e a  crian&ccedil;a ir&aacute; sofrer altera&ccedil;&otilde;es, a n&iacute;vel da quantidade, conte&uacute;do e tipo (Collins, Madsen, &amp;  Susman-Stillman, 2002). Assim, &agrave; medida que cresce, a crian&ccedil;a vai sendo cada vez mais ativa na intera&ccedil;&atilde;o com a figura  de vincula&ccedil;&atilde;o, de acordo com o alargamento do seu report&oacute;rio comportamental, cognitivo e emocional (Soares, 2001). As  aquisi&ccedil;&otilde;es cognitivas da crian&ccedil;a neste per&iacute;odo possibilitam uma maior compreens&atilde;o de si pr&oacute;pria e dos  outros, das rela&ccedil;&otilde;es e da sociedade, aumentando a compet&ecirc;ncia social e o racioc&iacute;nio moral (Collins et al., 2002;  Mayseless, 2005). A n&iacute;vel emocional, desenvolve-se o autoconceito, tendo a crian&ccedil;a uma perce&ccedil;&atilde;o mais profunda de si e  dos outros (Collins et al., 2002), contribuindo para uma crescente regula&ccedil;&atilde;o emocional e uma maior autonomia emocional face aos pais  (Raikes &amp; Thompson, 2005). O sistema comportamental de vincula&ccedil;&atilde;o fica, ent&atilde;o, mais sofisticado e abstrato (Mayseless,  2005), sendo a crian&ccedil;a capaz de orientar-se por internaliza&ccedil;&otilde;es cognitivas-afetivas para elaborar representa&ccedil;&otilde;es  generalizadas da vincula&ccedil;&atilde;o, regulando os seus comportamentos de vincula&ccedil;&atilde;o com base nas suas cogni&ccedil;&otilde;es e  sentimentos (Marvin &amp; Britner, 1999; Raikes &amp; Thompson, 2005). Paralelamente, ocorre a diminui&ccedil;&atilde;o dos comportamentos de  controlo dos pais e a crian&ccedil;a e aumenta progressivamente a sua capacidade de autonomia (Marvin &amp; Britner, 1999; Pettit, Keiley, Laird,  Bates, &amp; Dodge, 2007). Acrescente-se que o desenvolvimento social e afetivo no per&iacute;odo escolar envolve uma mudan&ccedil;a nas  caracter&iacute;sticas da ecologia das rela&ccedil;&otilde;es e nos elementos da rede social pessoal, sendo exposta a cada vez mais e  diversificados agentes de socializa&ccedil;&atilde;o (educadores, professores, treinadores, pares). </p>     <p>N&atilde;o obstante, os pais continuam a exercer um papel fundamental no suporte emocional dos filhos e, mais importante do que a  presen&ccedil;a da figura de vincula&ccedil;&atilde;o, passa a ser a sua acessibilidade e responsividade (Soares, 2007). &Eacute;, portanto, um dos  principais objetivos dos pais estarem dispon&iacute;veis quando os seus filhos solicitam/necessitam de prote&ccedil;&atilde;o face a estados  emocionais de desconforto e <i>stresse </i>(Marvin &amp; Britner, 1999; Mayseless, 2005; Parke &amp; Buriel, 2006), sendo percecionados como os  maiores prestadores de suporte emocional, instrumental, informacional, e de companhia, constituindo-se enquanto figuras privilegiadas no suporte  dirigido ao cumprimento das tarefas desenvolvimentais desta fase (Collins et al., 2002; Pereira, Canavarro, Mendon&ccedil;a, &amp; Cardoso, 2005). </p>     <p>V&aacute;rios fatores podem influenciar a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a, que podem ser intr&iacute;nsecos &agrave;  pr&oacute;pria crian&ccedil;a, estarem associados &agrave;s figuras de vincula&ccedil;&atilde;o ou advirem do contexto em que aquela est&aacute;  inserida (Bowlby, 1969). Os estudos sugerem uma maior preval&ecirc;ncia da vincula&ccedil;&atilde;o insegura associada a crian&ccedil;as com um  temperamento mais dif&iacute;cil (Vaughn &amp; Bost, 1999), um n&iacute;vel de funcionamento cognitivo inferior (Ainsworth et al., 1978; Sroufe,  Egeland, Carlson, &amp; Collins, 2005) e do sexo masculino (Michiels, Grietens, Onghena, &amp; Kuppens, 2010), ainda que o sexo da crian&ccedil;a  pare&ccedil;a ter um papel de maior relev&acirc;ncia a partir da idade escolar. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No que respeita &agrave;s vari&aacute;veis relacionais e referentes &agrave;s figuras parentais, destacam-se em particular os estilos educativos  e as pr&aacute;ticas educativas parentais, a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o interparental, a coparentalidade, bem como os recursos  psicol&oacute;gicos dos pais. O estilo educativo parental autorizado, caracterizado pelo suporte, afeto e aceita&ccedil;&atilde;o, tem maior  probabilidade de se associar a uma vincula&ccedil;&atilde;o segura (Karavasilis, Doyle, &amp; Markiewicz, 2003; Michielset al., 2010; Roelofs,  Meesters, &amp; Muris, 2008). Refira-se o estudo portugu&ecirc;s de Sim&otilde;es, Farate, Soares e Duarte (2013), que identificou como fatores  preditores da (in)seguran&ccedil;a da vincula&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as em idade escolar a rejei&ccedil;&atilde;o e o suporte emocional  maternos, n&atilde;o assumindo poder preditivo o tipo de fam&iacute;lia. </p>     <p>Tamb&eacute;m a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o entre os pais pode constituir um fator protetor ou, ao inv&eacute;s, um fator de risco para  o percurso desenvolvimental da crian&ccedil;a. Desta forma, uma rela&ccedil;&atilde;o parental conflituosa &eacute; prejudicial n&atilde;o  s&oacute; ao comportamento parental (Shelton &amp; Harold, 2008), como &agrave; vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a (Cummings &amp; Davies,  2002; Owen &amp; Cox, 1997). O conflito interparental tem, ali&aacute;s, efeitos mais adversos na qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o da  crian&ccedil;a do que a separa&ccedil;&atilde;o conjugal propriamente dita (Amato &amp; Booth, 1996; Hetherington, Bridges, &amp; Insabella, 1998).  Por outro lado, a coparentalidade, ou seja, o processo atrav&eacute;s do qual pai e m&atilde;e coordenam os seus comportamentos parentais, se  apoiam e partilham responsabilidades e tarefas educativas, &eacute; fundamental na qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a (McHale,  Lauretti, Talbot, &amp; Pouquette, 2002). Igualmente, os recursos psicol&oacute;gicos dos pais, nomeadamente a sua sa&uacute;de mental e  psicol&oacute;gica, o seu bem-estar e algumas caracter&iacute;sticas da personalidade, ao influenciarem a qualidade dos cuidados prestados &agrave;  crian&ccedil;a, refletem-se na qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o (Belsky &amp; Fearon, 2008). Sabe-se, por exemplo, que m&atilde;es que sofrem  de perturba&ccedil;&atilde;o bipolar ou depress&atilde;o t&ecirc;m maior probabilidade de terem filhos com vincula&ccedil;&otilde;es inseguras  (Poehlmann &amp; Fiese, 2001). </p>     <p>Por fim, h&aacute; quest&otilde;es do contexto familiar que s&atilde;o relevantes para o desenvolvimento harmonioso da crian&ccedil;a e o  estabelecimento de uma vincula&ccedil;&atilde;o segura, designadamente o n&uacute;mero de irm&atilde;os e a posi&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a  na fratria, sendo o nascimento de um irm&atilde;o um fator de mudan&ccedil;a da vincula&ccedil;&atilde;o, no sentido da seguran&ccedil;a  (Ammantini, Speranza, &amp; Fedele, 2005). Os pais que vivem em contextos sociais desvantajosos podem sentir um maior n&iacute;vel de stresse  parental e, consequentemente, estabelecer rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o mais inseguras (Scher &amp; Mayseless, 2000), havendo  grande preval&ecirc;ncia de vincula&ccedil;&atilde;o insegura em amostras de risco e de baixo n&iacute;vel socioecon&oacute;mico (Weinfield,  Sroufe, &amp; Egeland, 2000). Por fim, o suporte social tamb&eacute;m tem um papel relevante na seguran&ccedil;a da vincula&ccedil;&atilde;o,  correspondendo a um aumento do n&iacute;vel de suporte social recebido uma melhoria da qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a  (Sroufe, 2002). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>QUALIDADE DA VINCULA&Ccedil;&Atilde;O E TIPO DE FAM&Iacute;LIA </p>     <p>Na nossa sociedade, associamos o conceito de fam&iacute;lia &agrave; estrutura nuclear, constitu&iacute;da por um casal e seus filhos,  por&eacute;m assiste-se a um crescente aumento de outros tipos de fam&iacute;lia, com distintas din&acirc;micas. Nas fam&iacute;lias monoparentais,  por raz&otilde;es diversas, o agregado familiar inclui apenas um progenitor. As fam&iacute;lias reconstitu&iacute;das caracterizam-se sobretudo por  inclu&iacute;rem elementos que j&aacute; fizeram parte de outras fam&iacute;lias, na sequ&ecirc;ncia de uma viuvez, div&oacute;rcio ou  monoparentalidade. A sobrecarga e o stresse parental, o estigma social, o conflito entre os progenitores, a falta ou aus&ecirc;ncia de um dos pais  s&atilde;o, entre outras, algumas das dificuldades que estas fam&iacute;lias enfrentam (Alarc&atilde;o, 2002). </p>     <p>Altera&ccedil;&otilde;es profundas na estrutura familiar, que ocorrem quando os pais se separam, implicam adapta&ccedil;&otilde;es &agrave;s  modifica&ccedil;&otilde;es que a separa&ccedil;&atilde;o traz &agrave; vida familiar. Estas altera&ccedil;&otilde;es podem prejudicar a  disponibilidade e a responsividade dos pais (Faber &amp; Wittenborn, 2010; Page &amp; Bretherton, 2001), podendo os seus filhos manifestar  problemas comportamentais, emocionais, sociais e acad&eacute;micos (Fabricius &amp; Luecken, 2007). </p>     <p>O div&oacute;rcio envolve sempre algum distanciamento do progenitor que n&atilde;o fica com a cust&oacute;dia (Page &amp; Bretherton, 2001),  sendo na maior parte das vezes o relacionamento com o pai o mais afetado (Amato &amp; Booth, 1996; Moura &amp; Matos, 2008). Ao deixar de haver  contacto di&aacute;rio com o pai, a crian&ccedil;a pode sentir-se abandonada (Tippelt &amp; Konig, 2007). &Eacute;, portanto, fundamental para a  rela&ccedil;&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o que haja uma conviv&ecirc;ncia regular e prolongada entre o filho e o pai que n&atilde;o vive  consigo, com uma verdadeira presen&ccedil;a f&iacute;sica e psicol&oacute;gica que se possa constituir como fator protetor do desenvolvimento da  crian&ccedil;a (Amato &amp; Gilbraith, 1999; Lowenstein, 2010; Taanila, Laitinen, Moilanen, &amp; J&atilde;rvelin, 2002). Se h&aacute; afastamento  do pai face ao filho, pode tornar-se um fator protetor do desenvolvimento da crian&ccedil;a uma rela&ccedil;&atilde;o privilegiada com outro  familiar masculino (Hetherington &amp; Kelly, 2002; Schenck et al., 2009). </p>     <p>Neste sentido, &eacute; espect&aacute;vel que se observem altera&ccedil;&otilde;es, tempor&aacute;ria ou permanentemente, na seguran&ccedil;a da  vincula&ccedil;&atilde;o a um ou a ambos os pais, na sequ&ecirc;ncia da separa&ccedil;&atilde;o (Faber &amp; Wittenborn, 2010). Apesar de ser  inconclusiva a forma como o impacto do div&oacute;rcio interfere na vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a, sabe-se que os dois primeiros anos  ap&oacute;s a separa&ccedil;&atilde;o dos pais s&atilde;o os mais cr&iacute;ticos e que, a partir da&iacute;, o impacto deste acontecimento tende a  diminuir ao longo do tempo (Hetherington &amp; Kelly, 2002). V&aacute;rios estudos indiciam que os filhos de pais divorciados correm maior risco de  desenvolver uma vincula&ccedil;&atilde;o insegura, quando comparados com os filhos de pais casados (Hetherington &amp; Kelly, 2002; Moura &amp;  Matos, 2008; Tippelt &amp; Konig, 2007; Woodward, Fergusson, &amp; Belsky, 2000), ao passo que outras investiga&ccedil;&otilde;es n&atilde;o  encontram diferen&ccedil;as no comportamento e ajustamento destas crian&ccedil;as (Page &amp; Bretherton, 2001; Ruschena, Prior, Sanson, &amp;  Smart, 2005). Acrescente-se que a grande maioria das crian&ccedil;as &eacute; resiliente ao div&oacute;rcio e at&eacute; pode beneficiar com a sua  nova situa&ccedil;&atilde;o de vida (Hetherington, 2003), tendo alguns estudos sugerido efeitos favor&aacute;veis, no sentido de uma maior  maturidade e autoestima dos filhos (Amato &amp; Keith, 1991; Crosnoe &amp; Elder, 2004). </p>     <p>Tamb&eacute;m quando a estrutura familiar se altera, para a constitui&ccedil;&atilde;o de uma fam&iacute;lia reconstitu&iacute;da, se podem  observar altera&ccedil;&otilde;es na qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as, sobretudo quando a crian&ccedil;a sente a  m&atilde;e menos apoiante e dispon&iacute;vel (Faber &amp; Wittenborn, 2010). Se a emin&ecirc;ncia do casamento pode parecer uma amea&ccedil;a  &agrave; rela&ccedil;&atilde;o pr&oacute;xima com a m&atilde;e (Hetherington, 2003; Hetherington &amp; Kelly, 2002), num sentido similar, uma  rela&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil com o padrasto pode refletir-se na qualidade das rela&ccedil;&otilde;es futuras (Bowlby, 1973). Os estudos  indicam, ainda, que h&aacute; uma maior probabilidade de as crian&ccedil;as a viverem em fam&iacute;lias reconstitu&iacute;das apresentarem  problemas de ajustamento social, comportamental, acad&eacute;mico e emocional (Cheng, Dunn, O&rsquo;Connor, &amp; Golding, 2006; Dunn, 2002;  Ganong &amp; Coleman, 2004). N&atilde;o obstante, a presen&ccedil;a de um padrasto na vida de uma crian&ccedil;a que n&atilde;o mantenha  rela&ccedil;&atilde;o com o seu pai pode ser um fator protetor do seu desenvolvimento (Schencket al., 2009). Acrescente-se que a  investiga&ccedil;&atilde;o tem apontado para a import&acirc;ncia que a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o com os pais tem no ajustamento da  crian&ccedil;a ao recasamento de um ou de ambos os pais (Dunn, 2002). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em suma, a literatura sugere que a vincula&ccedil;&atilde;o segura &eacute; mais frequente em fam&iacute;lias nucleares do que noutros tipos de  fam&iacute;lia. Por&eacute;m, a tipologia familiar <i>per se </i>n&atilde;o &eacute; determinante do ajustamento da crian&ccedil;a, pelo que  &eacute; necess&aacute;rio entrar em linha de conta com quest&otilde;es como as rela&ccedil;&otilde;es familiares (e.g., qualidade da  rela&ccedil;&atilde;o interparental e da coparentalidade), as trajet&oacute;rias de vida, o n&iacute;vel socioecon&oacute;mico da fam&iacute;lia,  a sa&uacute;de mental dos pais e a exist&ecirc;ncia pr&eacute;via de problemas desenvolvimentais e comportamentais na crian&ccedil;a (Booth,  Clarke-Stewart, McCartney, Owen, &amp; Vandell, 2000; Dunn, 2002; Nicholson, Fergusson, &amp; Horwood, 1999). Sem a presen&ccedil;a destes fatores  de risco, as desvantagens desenvolvimentais de crian&ccedil;as de fam&iacute;lias monoparentais e reconstitu&iacute;das reduzem-se substancialmente (Cherlin, Chase-Lansdale, &amp; McRae, 1998; Nicholson et al., 1999). </p>     <p>Face ao exposto, parece-nos pertinente estudar a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o no per&iacute;odo escolar, nos v&aacute;rios tipos de  fam&iacute;lia. Desta forma, o presente estudo teve por objetivos: (1) Estudar a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as em idade  escolar, em fun&ccedil;&atilde;o do tipo de fam&iacute;lia (nuclear, monoparental ou reconstitu&iacute;da); (2) Avaliar em que medida a  representa&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as em idade escolar, avaliada atrav&eacute;s de um instrumento  semiprojetivo, o <i>Separation Anxiety Test </i>(SAT), &eacute; convergente com a perce&ccedil;&atilde;o das m&atilde;es sobre os comportamentos  de vincula&ccedil;&atilde;o destas mesmas crian&ccedil;as, avaliada por um instrumento psicom&eacute;trico, a Escala de Perce&ccedil;&atilde;o  Materna do Comportamento de Vincula&ccedil;&atilde;o da Crian&ccedil;a (PCV-M). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>M&Eacute;TODO </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes </i></p>     <p>A amostra foi constitu&iacute;da por 168 d&iacute;ades de m&atilde;es e filhos, dividida em tr&ecirc;s grupos de acordo com o tipo de  fam&iacute;lia, em que as crian&ccedil;as frequentavam o 3&ordm; ou o 4&ordm; ano de escolaridade em escolas de seis agrupamentos do concelho de  Coimbra. Assim, 33.3% (<i>n</i>=56) das crian&ccedil;as pertenciam a fam&iacute;lias nucleares, 33.3% de fam&iacute;lias monoparentais e as  restantes 33.3% tinham fam&iacute;lias reconstitu&iacute;das. </p>     <p>A amostra compreendeu igual n&uacute;mero de meninas e meninos, sendo que 17.9% (<i>n</i>=30) das crian&ccedil;as frequentavam o 3&ordm; ano de  escolaridade e 82.1% (<i>n</i>=138) o 4&ordm; ano de escolaridade. Acrescente-se que, da amostra total, 13.1% (<i>n</i>=22) das crian&ccedil;as  j&aacute; tinham ficado retidas no mesmo ano escolar. A idade das crian&ccedil;as variou entre os 8 e os 11 anos, com uma m&eacute;dia de 9.17  (<i>DP</i>=0.77). Da totalidade da amostra, 42.9% (<i>n</i>=72) das crian&ccedil;as eram filhas &uacute;nicas, enquanto as restantes ocupavam  diferentes posi&ccedil;&otilde;es em fratrias de 1 a 6 filhos. A idade das m&atilde;es variou entre 23 e 53 anos (<i>M</i>=36.04; <i>DP</i>=5.80)  e a idade dos pais variou entre 25 e 66 anos (<i>M</i>=38.48; <i>DP</i>=6.17). No que respeita &agrave; escolaridade das m&atilde;es, quase metade  da amostra (44%; <i>n</i>=74) tinha apenas o ensino b&aacute;sico, 27% (<i>n</i>=45) das m&atilde;es completaram o ensino secund&aacute;rio e 29%  (<i>n</i>=49) tinham forma&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria. Das fam&iacute;lias em estudo, houve uma distribui&ccedil;&atilde;o semelhante  pelas zonas de resid&ecirc;ncia urbana (48.8%; <i>n</i>=82) e rural (51.2%; <i>n</i>=86). </p>     <p>Ao comparar os tr&ecirc;s subgrupos em fun&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas, verific&aacute;mos que os tr&ecirc;s  tipos de fam&iacute;lias estudados s&atilde;o semelhantes nas vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas idade e sexo da crian&ccedil;a,  n&uacute;mero de irm&atilde;os e posi&ccedil;&atilde;o na fratria, e idade e habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias da m&atilde;e. </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Instrumentos </i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Question&aacute;rio Sociodemogr&aacute;fico. </i>Este question&aacute;rio foi adaptado de Farate, Pocinho e Machado (2010), originalmente  organizado em 8 sec&ccedil;&otilde;es de quest&otilde;es fechadas e pr&eacute;-codificadas, relativas &agrave; crian&ccedil;a e &agrave;  fam&iacute;lia. Tem como finalidade recolher informa&ccedil;&otilde;es relevantes sobre o contexto sociofamiliar da crian&ccedil;a, designadamente:  composi&ccedil;&atilde;o do agregado familiar, idade da crian&ccedil;a e posi&ccedil;&atilde;o na fratria, idade dos pais, grau de escolaridade e  profiss&atilde;o dos pais. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Escala de Perce&ccedil;&atilde;o Materna do Comportamento de Vincula&ccedil;&atilde;o da Crian&ccedil;a da Crian&ccedil;a aos 6 anos  </i>(PCV-M; Dias, Soares, &amp; Freire, 2002). O PCV-M permite aferir a perce&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e em rela&ccedil;&atilde;o aos  comportamentos de vincula&ccedil;&atilde;o do seu filho em idade escolar. Este instrumento &eacute; composto por 33 itens cotados numa escala  tipo Likert referentes a tr&ecirc;s dimens&otilde;es do comportamento de vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a e uma da m&atilde;e, sendo  que a um adequado funcionamento nestas dimens&otilde;es corresponde uma rela&ccedil;&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o segura (Martins, Soares,  &amp; GEV, 2007). As dimens&otilde;es do PCV-M s&atilde;o: Dificuldades de Autorregula&ccedil;&atilde;o Emocional (DARE, 12 itens &ndash; 1, 6, 8,  11, 14, 16, 19, 21, 23, 25, 29, 33); Comportamento de Base Segura (CBS, 7 itens &ndash; 2, 5, 12, 18, 22, 27, 31), Partilha de Afeto (PA, 7 itens  &ndash; 3, 7, 9, 17, 24, 26, 30), e Desejabilidade Social (DS, 7 itens &ndash; 4, 10, 13, 15, 20, 28, 32). Os itens que comp&otilde;em a subescala  Dificuldades de Autorregula&ccedil;&atilde;o Emocional s&atilde;o cotados de modo invertido. A pontua&ccedil;&atilde;o global do PCV-M &eacute;  indicadora da perce&ccedil;&atilde;o materna da seguran&ccedil;a da vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a sendo que os valores mais baixos  indicam que h&aacute; uma perce&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o como insegura, enquanto os mais elevados indicam uma  perce&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a da vincula&ccedil;&atilde;o (Dias et al., 2002). Segundo Dias, Carvalho, Rios, Silva e Soares (2007),  a dimens&atilde;o DARE refere-se a indicadores de inseguran&ccedil;a da rela&ccedil;&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o, em  situa&ccedil;&otilde;es em que o sistema de vincula&ccedil;&atilde;o esteja ativado; a dimens&atilde;o CBS indica comportamentos de  utiliza&ccedil;&atilde;o das figuras de vincula&ccedil;&atilde;o como base segura na explora&ccedil;&atilde;o do meio; a PA remete para  comportamentos de partilha de experi&ecirc;ncias e afetos com a figura de vincula&ccedil;&atilde;o; e a escala DS identifica valores de  desejabilidade social da parte da m&atilde;e, usando itens com pouca probabilidade de serem observados em crian&ccedil;as desta idade (Martins,  Soares, &amp; GEV, 2007<i>). </i>Os valores de <i>alpha </i>de Cronbach dos itens do PCV-M s&atilde;o muito bons, situando-se entre .86 e .85.  Para as subescalas, obtivemos <i>alphas </i>de .82 na DARE, .72 na CBS, .76 na PA e .81 na DS. De real&ccedil;ar que o <i>alpha </i>de Cronbach  deste estudo superou o dos autores do instrumento<i>. </i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Separation Anxiety Test </i>(SAT; Hansburg, 1972; Resnick, 1991; Slough &amp; Greenberg, 1990, traduzido para portugu&ecirc;s por Almeida,  Soares, &amp; Martins, 1996) &eacute; uma entrevista semiprojetiva que avalia a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a. &Eacute;  constitu&iacute;da por 10 placas de imagens de situa&ccedil;&otilde;es de separa&ccedil;&atilde;o dos pais, que pretendem ativar o sistema de  vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a, aferindo depois os sentimentos que a crian&ccedil;a projeta e as solu&ccedil;&otilde;es de  <i>coping</i>. Ap&oacute;s transcritas as entrevistas, as respostas s&atilde;o avaliadas por dois ju&iacute;zes, que fazem a cota&ccedil;&atilde;o  em separado. Quando n&atilde;o h&aacute; consenso, recorre-se a um terceiro juiz (Resnick, 1993). A avalia&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a tem  em conta as seguintes escalas (Resnick, 1991, 1993): (1) abertura emocional e vulnerabilidade (&eacute; capaz de nomear claramente sentimentos de  vulnerabilidade, como medo ou tristeza); (2) rejei&ccedil;&atilde;o/desvaloriza&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o (se valoriza as suas  rela&ccedil;&otilde;es e se percebe a vulnerabilidade decorrente da perda das figuras de vincula&ccedil;&atilde;o); (3) atribui&ccedil;&atilde;o de  culpa (se e a quem atribui culpa pela separa&ccedil;&atilde;o, e se esta culpa &eacute; razo&aacute;vel ou excessiva); (4)  resist&ecirc;ncia/evitamento (se a crian&ccedil;a resiste ou evita responder &agrave;s perguntas da entrevista); (5) irrita&ccedil;&atilde;o/raiva  (se mostra raiva pela separa&ccedil;&atilde;o e, se sim, a quem se dirige e com que intensidade); (6) deslocamento de sentimentos (a quem a  crian&ccedil;a dirige os seus sentimentos de vincula&ccedil;&atilde;o, se &agrave;s figuras de vincula&ccedil;&atilde;o, se a outras figuras  alternativas ou a objetos e/ou lugares); (7) ansiedade (se h&aacute; esperan&ccedil;a na resolu&ccedil;&atilde;o da separa&ccedil;&atilde;o ou se  uma perspetiva pessimista na resposta); (8) coer&ecirc;ncia da entrevista (organiza&ccedil;&atilde;o geral e consist&ecirc;ncia interna das  respostas); (9) classifica&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es (avalia se as solu&ccedil;&otilde;es para a situa&ccedil;&atilde;o de  separa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o construtivas, destrutivas ou inexistentes). Conforme a pontua&ccedil;&atilde;o geral e de cada uma das escalas,  &eacute; atribu&iacute;do o padr&atilde;o e o subpadr&atilde;o que caracteriza a representa&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o da  crian&ccedil;a. Na vincula&ccedil;&atilde;o segura (padr&atilde;o F) h&aacute; uma valoriza&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea das  rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o, podendo a crian&ccedil;a ser classificada com os seguintes subpadr&otilde;es: F1: Seguro mas  um pouco desligado; F2: Relativamente seguro; F3: Seguro/valoriza&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea da vincula&ccedil;&atilde;o; F4: Alguma  preocupa&ccedil;&atilde;o com as FV. A vincula&ccedil;&atilde;o insegura pode organizar-se no padr&atilde;o DS (evitante:  desvaloriza&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o) ou no padr&atilde;o E (preocupado/emaranhado/ambivalente). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Do padr&atilde;o DS fazem parte os subpadr&otilde;es DS1: Rejei&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o; DS2:  Desvaloriza&ccedil;&atilde;o/deprecia&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o; DS3: Restri&ccedil;&atilde;o de sentimentos. Por fim, no  padr&atilde;o E englobam-se os subpadr&otilde;es E1: Passivo e E2: Irritado/conflituoso (Resnick, 1991, 1993). </p>     <p>Num estudo preliminar, Resnick (1991) encontrou um acordo interju&iacute;zes de 75% e Rios (2006) uma concord&acirc;ncia de 85.7%. Neste  estudo, houve acordo em 147 das 168 entrevistas cotadas, com igual atribui&ccedil;&atilde;o do padr&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o, tendo-se  recorrido a um terceiro juiz para as restantes entrevistas. Observou-se, portanto, uma satisfat&oacute;ria percentagem de 87.5% de acordo.  O n&iacute;vel de acordo interju&iacute;zes foi avaliado pelo teste <i>kappa de Cohen</i>. O <i>kappa de </i>Cohen foi de .67 na  classifica&ccedil;&atilde;o da seguran&ccedil;a da vincula&ccedil;&atilde;o (seguro ou inseguro), de .66 na atribui&ccedil;&atilde;o do  padr&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o (F, DS ou E), e de .49 na atribui&ccedil;&atilde;o do subpadr&atilde;o (F1, F2, F3, F4, F5; DS1, DS2,  DS3; E1, E2), variando assim entre &ldquo;muito bom&rdquo; na diferencia&ccedil;&atilde;o entre seguro e inseguro e na atribui&ccedil;&atilde;o  do padr&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o e &ldquo;bom&rdquo; na atribui&ccedil;&atilde;o do subpadr&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o  (Pestana &amp; Gageiro, 2008). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimentos </i></p>     <p>Numa primeira fase, procurou-se obter autoriza&ccedil;&atilde;o formal da Comiss&atilde;o Nacional de Protec&ccedil;&atilde;o de Dados, da  Dire&ccedil;&atilde;o Regional de Educa&ccedil;&atilde;o do Centro e das Dire&ccedil;&otilde;es dos Agrupamentos de Escolas de Coimbra. Para  selecionar os tr&ecirc;s grupos da amostra, procedeu-se a um emparelhamento de crian&ccedil;as procedentes de fam&iacute;lias nucleares e  monoparentais, mediante informa&ccedil;&atilde;o das fichas de caracteriza&ccedil;&atilde;o sociodemogr&aacute;fica passadas previamente  &agrave;s m&atilde;es das crian&ccedil;as do 1&ordm; ciclo do ensino b&aacute;sico. Este emparelhamento teve em conta a idade e sexo da  crian&ccedil;a, o n&uacute;mero de irm&atilde;os e posi&ccedil;&atilde;o na fratria e a idade e habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias  da m&atilde;e. Apenas foram selecionadas crian&ccedil;as a frequentarem o 3&ordm; ou o 4&ordm; ano de escolaridade. Exclu&iacute;ram-se  crian&ccedil;as adotadas ou institucionalizadas e crian&ccedil;as que vivessem s&oacute; com o pai ou com os av&oacute;s. Foi objetivo da  presente investiga&ccedil;&atilde;o estudar as m&atilde;es e seus filhos em idade escolar, por ser mais frequente as crian&ccedil;as pertencentes  a fam&iacute;lias monoparentais residirem com as suas m&atilde;es. Acrescente-se que as crian&ccedil;as a viver com pais do sexo masculino em  fam&iacute;lia monoparental foram exclu&iacute;das da amostra, igualmente, por apresentaram pouca representatividade estat&iacute;stica, n&atilde;o  viabilizando uma an&aacute;lise rigorosa. A sele&ccedil;&atilde;o do grupo de fam&iacute;lias reconstitu&iacute;das foi feita casuisticamente, por  serem em n&uacute;mero substancialmente reduzido, o que dificultou a utiliza&ccedil;&atilde;o dos mesmos crit&eacute;rios. Posteriormente, foi  enviado o protocolo de investiga&ccedil;&atilde;o &agrave;s m&atilde;es, do qual fazia parte o consentimento informado, o Question&aacute;rio  Sociodemogr&aacute;fico e o PCV-M. Ap&oacute;s devolu&ccedil;&atilde;o dos instrumentos devidamente preenchidos, procedeu-se &agrave;  administra&ccedil;&atilde;o do SAT &agrave;s crian&ccedil;as, em contexto escolar. </p>     <p>O tratamento estat&iacute;stico dos dados recolhidos foi efetuado com recurso ao programa <i>Statistical Package for the Social Sciences  </i>(SPSS), na vers&atilde;o 17.0. Come&ccedil;&aacute;mos por fazer uma breve an&aacute;lise da amostra com m&eacute;todos de estat&iacute;stica  descritiva (frequ&ecirc;ncias absolutas e percentuais, m&eacute;dia e desvio-padr&atilde;o). A consist&ecirc;ncia interna do PCV-M foi testada  atrav&eacute;s do c&aacute;lculo do <i>alpha de </i>Cronbach, e o grau de acordo interju&iacute;zes no SAT atrav&eacute;s do <i>kappa de </i>Cohen.  Recorreu-se ao teste <i>Kolmogorov-Smirnov </i>para analisar a normalidade da distribui&ccedil;&atilde;o dos dados. Apesar de a amostra n&atilde;o  seguir uma distribui&ccedil;&atilde;o normal na maioria das vari&aacute;veis estudadas, foram utilizados testes param&eacute;tricos na maioria dos  dados, j&aacute; que se considera que amostras superiores a 30 tendem para a normalidade, independentemente da sua distribui&ccedil;&atilde;o  (Pestana &amp; Gageiro, 2008). Assim, a correla&ccedil;&atilde;o entre as dimens&otilde;es do PCV-M e as escalas do SAT, tendo em conta o tipo de  fam&iacute;lia, foi aferida com o coeficiente de Pearson. Recorreu-se, ainda, ao teste <i>U de Mann-Whitney </i>para analisar a converg&ecirc;ncia  entre as escalas do PCV-M e a classifica&ccedil;&atilde;o do SAT, uma vez que alguns grupos em compara&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tinham um N  igual ou superior a 30. A fim de estudar a depend&ecirc;ncia entre as vari&aacute;veis representa&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o da  crian&ccedil;a e tipo de fam&iacute;lia, utilizou-se o teste do qui quadrado para a independ&ecirc;ncia. Finalmente, a perce&ccedil;&atilde;o da  m&atilde;e no PCV-M em fun&ccedil;&atilde;o do tipo de fam&iacute;lia foi avaliada atrav&eacute;s da an&aacute;lise da vari&acirc;ncia univariada  (<i>Anova</i>). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>RESULTADOS </p>     <p>No que diz respeito &agrave; representa&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a, a maioria das crian&ccedil;as evidenciou  uma representa&ccedil;&atilde;o segura da vincula&ccedil;&atilde;o (78.0%), seguindo-se o padr&atilde;o inseguro-evitante (17.9%) e o padr&atilde;o  inseguro-preocupado (4.1%) (<a href="#t1">Tabela 1</a>). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v32n3/32n3a04t1.jpg" width="578" height="207"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>O teste do qui quadrado para a independ&ecirc;ncia indicou que n&atilde;o h&aacute; associa&ccedil;&atilde;o significativa entre os tr&ecirc;s  tipos de fam&iacute;lia e a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o, tal como &eacute; medida no SAT (&chi;<Sup><i>2</i></Sup>=.485, <i>p</i>&lt;.785)  (<a href="#t2">Tabela 2</a>). No mesmo sentido, n&atilde;o foi encontrada uma associa&ccedil;&atilde;o significativa entre os tr&ecirc;s tipos de  fam&iacute;lia e o padr&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o atribu&iacute;do no SAT (&chi;<Sup><i>2</i></Sup>=.593, <i>p</i>&lt;.964), bem no que se  refere &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o dos subpadr&otilde;es por tipo de fam&iacute;lia (&chi;<Sup><i>2</i></Sup>=10.971, <i>p</i>&lt;.964). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v32n3/32n3a04t2.jpg" width="578" height="123"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Quando comparados os tr&ecirc;s tipos de fam&iacute;lia em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; <i>perce&ccedil;&atilde;o materna da  vincula&ccedil;&atilde;o </i>atrav&eacute;s do teste <i>Anova </i>(<a href="#t3">Tabela 3</a>), n&atilde;o se observam diferen&ccedil;as entre as  tipologias familiares. N&atilde;o obstante, refira-se uma tend&ecirc;ncia estat&iacute;stica para a diferen&ccedil;a, quando comparadas as  pontua&ccedil;&otilde;es obtidas na dimens&atilde;o dificuldades de autorregula&ccedil;&atilde;o emocional do PCV-M (<i>p</i>=.089), em que as  m&atilde;es de fam&iacute;lias nucleares s&atilde;o as que perceberam nos seus filhos uma maior capacidade de regula&ccedil;&atilde;o emocional  (<i>M</i>=51.64), ao contr&aacute;rio das m&atilde;es de fam&iacute;lias reconstitu&iacute;das, que reconheceram nos seus filhos maiores  dificuldades de autorregula&ccedil;&atilde;o emocional (<i>M</i>=48.54). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v32n3/32n3a04t3.jpg" width="577" height="187"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p>A fim de analisar a <i>converg&ecirc;ncia entre a perce&ccedil;&atilde;o materna do comportamento de vincula&ccedil;&atilde;o dos  filhos e a representa&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as</i>, realizou-se um teste U de <i>Mann-Whitney </i>(UMW),  entre as escalas do PCV-M e a classifica&ccedil;&atilde;o do SAT. Como se pode ver na <a href="#t4">Tabela 4</a>, na subescala Comportamento  Base-Segura (<i>U</i>=103.5; <i>p</i>=.001) observam-se diferen&ccedil;as entre crian&ccedil;as provenientes de fam&iacute;lias monoparentais  classificadas no SAT como seguras (<i>M</i>=31.61) e inseguras (<i>M</i>=27.17). Isto significa que, no grupo de fam&iacute;lias monoparentais,  as m&atilde;es de crian&ccedil;as com uma repre senta&ccedil;&atilde;o insegura da vincula&ccedil;&atilde;o observaram menos comportamentos de  base-segura nos seus filhos, em compara&ccedil;&atilde;o com m&atilde;es de crian&ccedil;as que apresentam uma representa&ccedil;&atilde;o segura  da vincula&ccedil;&atilde;o. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t4"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v32n3/32n3a04t4.jpg" width="579" height="408"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Quando se examinam as correla&ccedil;&otilde;es entre as pontua&ccedil;&otilde;es obtidas nas subescalas do PCV-M e a pontua&ccedil;&atilde;o  obtida pela crian&ccedil;a nas escalas do SAT, destaca-se que &eacute; no grupo de fam&iacute;lias monoparentais que houve mais  associa&ccedil;&otilde;es estatisticamente significativas<sup><a href="#1">1</a></sup><a name="top1"></a>. Assim, a dimens&atilde;o Comportamento  Base-Segura relacionou-se negativamente com a escala Rejei&ccedil;&atilde;o/Desvaloriza&ccedil;&atilde;o da Vincula&ccedil;&atilde;o  (<i>r</i>=-.316, <i>p</i>&lt;.05) e positivamente com as escalas Abertura Emocional e Vulnerabilidade (<i>r</i>=.325, <i>p</i>&lt;.05),  Raiva Incontida (<i>p</i>=.362, <i>p</i>&lt;.01), OP (<i>r</i>=.289, <i>p</i>&lt;.05) e Coer&ecirc;ncia da entrevista (<i>r</i>=.446,  <i>p</i>&lt;.01). A subescala Partilha de Afeto associou-se negativamente &agrave; escala Rejei&ccedil;&atilde;o/Desvaloriza&ccedil;&atilde;o da  Vincula&ccedil;&atilde;o (<i>r</i>=-.271, <i>p</i>&lt;.05) e positivamente &agrave;s escalas Abertura Emocional e Vulnerabilidade (<i>r</i>=.304,  <i>p</i>&lt;.05), Resist&ecirc;ncia e Evitamento (<i>r</i>=.342, <i>p</i>&lt;.01), Ansiedade/Otimismo e Pessimismo (<i>r</i>=.320, <i>p</i>&lt;.05)  e Coer&ecirc;ncia da Entrevista (<i>r</i>=.481, <i>p</i>&lt;.01). Finalmente, a pontua&ccedil;&atilde;o global do PCV-M correlacionou-se  positivamente com as escalas Ansiedade/Otimismo e Pessimismo (<i>r</i>=.307, <i>p</i>&lt;.05) e Coer&ecirc;ncia da Entrevista (<i>r</i>=.383,  <i>p</i>&lt;.01). </p>     <p>Ou seja, as crian&ccedil;as com maior abertura emocional e que n&atilde;o rejeitaram as figuras de vincula&ccedil;&atilde;o no SAT foram  descritas pelas suas m&atilde;es no PCV-M como tendo mais comportamentos de base-segura e de partilha de afetos. Por sua vez, as crian&ccedil;as  que se mostraram mais otimistas e coerentes na entrevista SAT, foram percebidas pelas m&atilde;es como tendo mais comportamentos de base-segura,  maior capacidade para partilhar afetos e um comportamento de vincula&ccedil;&atilde;o mais seguro em geral. Da mesma forma, as crian&ccedil;as que  menos resistiram ou evitaram as perguntas do SAT foram as que apresentam mais comportamentos de base-segura. No grupo das fam&iacute;lias nucleares  observou-se uma associa&ccedil;&atilde;o positiva entre as escalas Partilha de Afeto do PCV-M e Abertura Emocional e Vulnerabilidade do SAT  (<i>r</i>=.266, <i>p</i>&lt;.05), significando que as crian&ccedil;as com mais sentimentos de vulnerabilidade no SAT revelaram tamb&eacute;m maior  capacidade de partilhar afetos, na perspetiva das suas m&atilde;es (<a href="#t5">Tabela 5</a>). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t5"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/aps/v32n3/32n3a04t5.jpg" width="576" height="510"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>DISCUSS&Atilde;O </p>     <p>Este estudo teve como objetivos centrais avaliar a qualidade da representa&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a em  idade escolar e a perspetiva materna sobre os comportamentos de vincula&ccedil;&atilde;o, por tipo de fam&iacute;lia, verificando se havia  diferen&ccedil;as em fun&ccedil;&atilde;o do tipo de fam&iacute;lia, bem como analisar a converg&ecirc;ncia entre a representa&ccedil;&atilde;o da  vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a e a perce&ccedil;&atilde;o materna sobre os comportamentos de vincula&ccedil;&atilde;o do seu filho. </p>     <p>A maioria das crian&ccedil;as evidenciou uma representa&ccedil;&atilde;o segura da vincula&ccedil;&atilde;o, seguido pelos padr&otilde;es  inseguro-evitante e inseguro-preocupado. Esta distribui&ccedil;&atilde;o dos padr&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o vai ao encontro das  conclus&otilde;es de Soares (1996) e de Rios (2006). Deste modo, independentemente do tipo de fam&iacute;lia a que pertence, a maioria das  crian&ccedil;as apresentou um padr&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o segura. Nesta linha, sublinhe-se que muitos estudos t&ecirc;m referido  que h&aacute; uma menor preval&ecirc;ncia de casos de vincula&ccedil;&atilde;o insegura em crian&ccedil;as no per&iacute;odo escolar, quando  comparado com outras faixas et&aacute;rias (Roelofs et al., 2008). </p>     <p>No que respeita &agrave;s <i>diferen&ccedil;as na qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a em fun&ccedil;&atilde;o do tipo de  fam&iacute;lia</i>, as crian&ccedil;as de fam&iacute;lias reconstitu&iacute;das apresentaram solu&ccedil;&otilde;es menos construtivas perante  situa&ccedil;&otilde;es de separa&ccedil;&atilde;o, contrariamente &agrave;s fam&iacute;lias monoparentais. Todavia, n&atilde;o houve uma  associa&ccedil;&atilde;o entre a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a e o tipo de fam&iacute;lia a que pertence.  Conclu&iacute;mos, desta forma, que o tipo de fam&iacute;lia a que a crian&ccedil;a pertence n&atilde;o foi determinante da seguran&ccedil;a da  sua vincula&ccedil;&atilde;o. Os resultados da nossa investiga&ccedil;&atilde;o afastam-se, assim, de outros estudos que associam uma  vincula&ccedil;&atilde;o insegura a diferentes tipologias familiares (Faber &amp; Wittenborn, 2010; Tippelt &amp; Konig, 2007). Efetivamente  h&aacute; v&aacute;rios fatores individuais, relacionais e contextuais que interv&ecirc;m na qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o da  crian&ccedil;a, e que v&atilde;o al&eacute;m do estado civil dos pais ou da estrutura do agregado familiar (Ammantini et al., 2005; Moss, Cyr,  Bureau, Tarabulsy, &amp; Dubois-Comtois, 2005). O conflito conjugal, por exemplo, &eacute; melhor preditor da qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o  do que div&oacute;rcio dos pais, independentemente do tipo de fam&iacute;lia (Laurent, Kim, &amp; Capaldi, 2008; Moura &amp; Matos, 2008). </p>     <p>Por&eacute;m, foram encontradas <i>diferen&ccedil;as na perce&ccedil;&atilde;o das m&atilde;es sobre o comportamento de vincula&ccedil;&atilde;o  do filho</i>, em fun&ccedil;&atilde;o do tipo de fam&iacute;lia. As m&atilde;es de fam&iacute;lias reconstitu&iacute;das reconheceram mais  dificuldades de autorregula&ccedil;&atilde;o emocional nos seus filhos do que as m&atilde;es de fam&iacute;lias nucleares, que percecionaram os  seus filhos como mais competentes a regularem as emo&ccedil;&otilde;es. A literatura indica que h&aacute; um maior risco de as crian&ccedil;as de  fam&iacute;lias reconstitu&iacute;das apresentarem dificuldades a este n&iacute;vel (Cheng et al., 2006; Dunn, 2002; Ganong &amp; Coleman, 2004).  Sabe-se que o impacto negativo que a transi&ccedil;&atilde;o familiar pode ter na qualidade dos comportamentos de vincula&ccedil;&atilde;o da  crian&ccedil;a diminui ao longo do tempo; todavia, os dados recolhidos n&atilde;o nos permitem analisar estes resultados &agrave; luz desta  vari&aacute;vel. </p>     <p>Os resultados desta investiga&ccedil;&atilde;o revelam que a <i>perce&ccedil;&atilde;o que as m&atilde;es t&ecirc;m dos comportamentos de  vincula&ccedil;&atilde;o dos filhos </i>nem sempre vai ao encontro da avalia&ccedil;&atilde;o da representa&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a.  Foi apenas no grupo de fam&iacute;lias monoparentais que se observaram correla&ccedil;&otilde;es entre as dimens&otilde;es do PCV-M e as 9 escalas  que comp&otilde;em o SAT. Verificou-se tamb&eacute;m, neste grupo, uma associa&ccedil;&atilde;o entre a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o da  crian&ccedil;a e a perce&ccedil;&atilde;o materna do comportamento de base-segura, o que significa que estas m&atilde;es identificam menos  comportamentos de base-segura nos seus filhos, quando h&aacute; uma representa&ccedil;&atilde;o insegura da vincula&ccedil;&atilde;o. Estes  resultados est&atilde;o em linha com as conclus&otilde;es de Rios (2006) que, no seu estudo, tamb&eacute;m n&atilde;o observou  associa&ccedil;&atilde;o entre os resultados do SAT e do PCV-M. Portanto, no nosso estudo, apesar de SAT e PCV-M avaliarem a  vincula&ccedil;&atilde;o de forma diferente, registaram-se alguns pontos de converg&ecirc;ncia entre os seus resultados, sobretudo no que diz  respeito ao grupo de fam&iacute;lias monoparentais. </p>     <p>A n&atilde;o converg&ecirc;ncia entre SAT e PCV-M pode ter origem na pr&oacute;pria diferen&ccedil;a da natureza dos dois instrumentos. O SAT  &eacute; uma medida semiprojetiva e clinom&eacute;trica usada para avaliar a representa&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s  de uma entrevista realizada &agrave; crian&ccedil;a. Este &eacute; um instrumento categorial que permite classificar a representa&ccedil;&atilde;o  da vincula&ccedil;&atilde;o dos sujeitos em segura ou insegura, possibilitando, ainda, a atribui&ccedil;&atilde;o de um padr&atilde;o e de um  subpadr&atilde;o de classifica&ccedil;&atilde;o. Por outro lado, o PCV-M destina-se a registar a perce&ccedil;&atilde;o materna do comportamento  de vincula&ccedil;&atilde;o do seu filho e, ainda que a sua pontua&ccedil;&atilde;o global seja um indicador da seguran&ccedil;a da  vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a, este &eacute; um instrumento dimensional. Ou seja, o presente estudo comparou as respostas que a  crian&ccedil;a d&aacute; em face de situa&ccedil;&otilde;es de separa&ccedil;&atilde;o com a perce&ccedil;&atilde;o materna sobre o comportamento  de vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a. &Eacute; importante referir que o SAT ora remete a crian&ccedil;a para ambos os progenitores, ora  remete para um deles, n&atilde;o diferenciando a vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a ao pai e &agrave; m&atilde;e (Bohlin, Hagekull, &amp;  Rydell 2000; Wright et al., 1995). E, paralelamente, o PCV-M apenas recolhe a perspetiva da m&atilde;e. Por outro lado, a possibilidade de  n&atilde;o haver identifica&ccedil;&atilde;o com a figura das placas do instrumento e, consequentemente, de n&atilde;o ocorrer uma  proje&ccedil;&atilde;o fidedigna dos comportamentos de vincula&ccedil;&atilde;o pela crian&ccedil;a (Slought &amp; Greenberg, 1990), pode  tamb&eacute;m contribuir para estes resultados. </p>     <p>N&atilde;o obstante as refer&ecirc;ncias anteriormente tecidas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; aus&ecirc;ncia de converg&ecirc;ncia  significativa entre o PCV-M e o SAT, este estudo tem a vantagem de conjugar duas medidas com caracter&iacute;sticas diferentes, que poder&atilde;o  recolher informa&ccedil;&otilde;es diferenciadas e complementares sobre a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as em idade  escolar. Uma das medidas, o SAT, tem a vantagem de avaliar diretamente a representa&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a  de modo semiprojetivo, ao passo que o PCV-M, como medida dimensional, poder&aacute; ser mais precisa do que as medidas categoriais a captar as  caracter&iacute;sticas complexas do sistema de vincula&ccedil;&atilde;o no per&iacute;odo escolar, como advogam alguns autores (Dwyer, 2005).  Consideramos, assim, que o recurso aos dois instrumentos &eacute; uma mais-valia no estudo da vincula&ccedil;&atilde;o, ao recolher  informa&ccedil;&otilde;es diferenciadas e complementares sobre a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as em idade escolar.  Isto porque, enquanto o SAT nos permite avaliar a representa&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a diretamente, o PCV-M  contribui para a compreens&atilde;o de aspetos comportamentais caracter&iacute;sticos da vincula&ccedil;&atilde;o neste per&iacute;odo  desenvolvimental (Dwyer, 2005). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Esta investiga&ccedil;&atilde;o teve como objetivo principal analisar as perspetivas cruzadas de m&atilde;es e crian&ccedil;as de diferentes  tipos de fam&iacute;lias, sobre a seguran&ccedil;a da vincula&ccedil;&atilde;o destas crian&ccedil;as em idade escolar. &Eacute; de salientar que  n&atilde;o foi observada uma rela&ccedil;&atilde;o entre a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a e o tipo de fam&iacute;lia, o  que &eacute; particularmente relevante se tivermos em conta que o n&uacute;mero de fam&iacute;lias nucleares tem vindo a reduzir-se  substancialmente nos &uacute;ltimos anos. Neste sentido, percebe-se que poder&atilde;o existir outras vari&aacute;veis contextuais e relacionais a  desempenhar uma maior influ&ecirc;ncia na qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a, em compara&ccedil;&atilde;o com a tipologia  familiar ou estatuto conjugal dos pais (Booth et al., 2000), designadamente os estilos educativos parentais, a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o  interparental e a qualidade da coparentalidade praticada pelos pais. </p>     <p>Um dos aspetos que assegura qualidade cient&iacute;fica ao presente estudo &eacute; a dimens&atilde;o da amostra e a sua divis&atilde;o em  tr&ecirc;s subgrupos correspondentes a tr&ecirc;s tipologias familiares com id&ecirc;nticas caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas.  Sublinhe-se ainda que esta investiga&ccedil;&atilde;o veio trazer mais dados emp&iacute;ricos sobre a vincula&ccedil;&atilde;o em idade escolar,  per&iacute;odo desenvolvimental comparativamente pouco explorado na literatura da vincula&ccedil;&atilde;o, com a vantagem de recorrer a diferentes  informadores e a diferentes instrumentos: SAT e PCV-M. Outra mais-valia deste estudo &eacute; a sua contribui&ccedil;&atilde;o para aprofundar o  conhecimento das qualidades psicom&eacute;tricas do PCV-M e testar o n&iacute;vel do grau de acordo interju&iacute;zes no SAT. </p>     <p>Conv&eacute;m, no entanto, referir algumas limita&ccedil;&otilde;es desta investiga&ccedil;&atilde;o, designadamente a aus&ecirc;ncia da  perspetiva paterna, sobretudo porque o SAT n&atilde;o faz distin&ccedil;&atilde;o entre as duas figuras de vincula&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m  disso, &eacute; limitada a literatura sobre a utiliza&ccedil;&atilde;o conjunta do SAT e PCV-M, o que dificultou a an&aacute;lise e discuss&atilde;o dos resultados. Acrescente-se que h&aacute; algumas vari&aacute;veis que n&atilde;o foram controladas e que se sabe serem fatores de risco para a vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a, designadamente a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o entre os pais da crian&ccedil;a e o tempo de exist&ecirc;ncia da nova constela&ccedil;&atilde;o familiar (no caso das fam&iacute;lias monoparentais e reconstitu&iacute;das). Por fim, deve ter-se em considera&ccedil;&atilde;o que a representatividade da popula&ccedil;&atilde;o em geral pode estar, em parte, comprometida pelo facto da recolha da amostra n&atilde;o ter inclu&iacute;do escolas do ensino privado. </p>     <p>&Eacute; importante que se realizem mais estudos sobre as perce&ccedil;&otilde;es cruzadas de m&atilde;es e filhos em rela&ccedil;&atilde;o  &agrave; qualidade dos comportamentos de vincula&ccedil;&atilde;o destes &uacute;ltimos, preferencialmente recorrendo a procedimentos de  valida&ccedil;&atilde;o convergente entre SAT e PCV-M. Em estudos futuros seria igualmente relevante incluir a perspetiva paterna porque, como  j&aacute; foi referido, se o SAT mede a ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s duas figuras de  vincula&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria, o PCV-M apenas avalia a perce&ccedil;&atilde;o materna sobre o comportamento de vincula&ccedil;&atilde;o  do filho. Consequentemente, seria tamb&eacute;m interessante comparar a perspetiva dos dois progenitores em rela&ccedil;&atilde;o aos  comportamentos de vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a, apesar de o instrumento aqui utilizado estar apenas adaptado &agrave; perspetiva da  m&atilde;e. Finalmente, ser&aacute; igualmente pertinente levar em considera&ccedil;&atilde;o a perspetiva sist&eacute;mica em estudos futuros  emp&iacute;ricos sobre esta tem&aacute;tica, por exemplo, atrav&eacute;s da an&aacute;lise da rede de suporte familiar e dos padr&otilde;es de  comunica&ccedil;&atilde;o intrafamiliar, vari&aacute;veis significativas, em particular, para as fam&iacute;lias monoparentais. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>REFER&Ecirc;NCIAS </p>     <!-- ref --><p>Ainsworth, M. D. S. (1989). Attachment beyond infancy. <i>American Psychologist, 44</i>, 709-716.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0870-8231201400030000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Ainsworth, M. D. S., Blehar, M. C., Waters, E., &amp; Wall, S. (1978). <i>Patterns of attachment: A psychological study of the Strange  Situation</i>. Hillsdale, NJ: Erlbaum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0870-8231201400030000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Alarc&atilde;o, M. (2002). <i>(Des)Equil&iacute;brios familiares </i>(2&ordf; ed.). Coimbra: Quarteto Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0870-8231201400030000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Almeida, C., Soares, I., &amp; Martins, C. (1996). <i>Manual portugu&ecirc;s de cota&ccedil;&atilde;o e classifica&ccedil;&atilde;o do  Separation Anxiety Test &ndash; SAT</i>. Departamento de Psicologia, Universidade do Minho (Manual n&atilde;o publicado). </p>     <!-- ref --><p>Amato, P. R., &amp; Booth, A. (1996). A prospective study of divorce and parent-child relationship. <i>Journal of Marriage and the Family,  58</i>, 356-365.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0870-8231201400030000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Amato, P. R., &amp; Gilbraith, J. G. (1999). Nonresident fathers and children&rsquo;s well-being: A meta-analysis. <i>Journal of Marriage  and the Family, 61</i>, 557-573. </p>     <!-- ref --><p>Amato, P. R., &amp; Keith, B. (1991). Parental divorce and the well-being of children: A meta-analysis. <i>Psychological Bulletin,  110</i>(1), 26-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0870-8231201400030000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Ammantini, M., Speranza, A. M., &amp; Fedele, S. (2005). Attachment in infancy and in early and late childhood. In K. A. Kerns &amp; R. A.  Richardson (Eds.), <i>Attachment in middle childhood </i>(pp. 71-88). New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0870-8231201400030000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Belsky, J., &amp; Fearon, R. M. P. (2008). Precursors of attachment security. In J. Cassidy &amp; P. R. Shaver (Eds.), <i>Handbook of  attachment: Theory, research, and clinical applications </i>(2nd ed., pp. 295-316). New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0870-8231201400030000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Bohlin, G., Hagekull, B., &amp; Rydell, A. (2000). Attachment and social functioning: A longitudinal study form infancy to middle childhood.  <i>Social Development, 9</i>(1), 24-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0870-8231201400030000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Booth, C., Clarke-Stewart, K. A., McCartney, K., Owen, M. T., &amp; Vandell, D. L. (2000). Effects of parental separation and divorce on very  young children. <i>Journal of Family Psychology, 14</i>, 304-326.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0870-8231201400030000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Bowlby, J. (1969/1984). <i>Attachment and loss. Attachment </i>(2nd ed.). London: Basic Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0870-8231201400030000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> (Trabalho original publicado em 1969) </p>     <!-- ref --><p>Bowlby, J. (1973/1985). <i>Attachment and loss. Separation</i>. London: Basic Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0870-8231201400030000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> (Trabalho original publicado em 1973) </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Cheng, H., Dunn, J., O&rsquo;Connor, T. G., &amp; Golding, J. (2006). Factors moderating children&rsquo;s adjustment to parental separation:  Findings from a community study in England. <i>Journal of Abnormal Child Psychology, 34</i>(2), 239-250. </p>     <!-- ref --><p>Cherlin, A. J., Chase-Lansdale, P. L., &amp; McRae, C. (1998). Effects of parental divorce on mental health throughout the life course.  <i>American Sociological Review, 63</i>, 239-249.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0870-8231201400030000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Collins, W. A., Madsen, S. D., &amp; Susman-Stillman, A. (2002). Parenting during middle childhood. In M. H. Bornstein (Ed.), <i>Handbook of  parenting. Vol. 1: Children and parenting </i>(2nd ed., pp. 73-101). Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0870-8231201400030000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Crosnoe, R., &amp; Elder, G. (2004). Family dynamics, supportive relationships, and educational resilience during adolescence. <i>Journal of  Family Issues, 25</i>, 571-602.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0870-8231201400030000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Cummings, E. M., &amp; Davies, P. T. (2002). Effects of marital conflict on children: Recent advances and emerging themes in process-oriented  research. <i>Journal of Child Psychology and Psychiatry, 43</i>, 31-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0870-8231201400030000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Dias, P., Soares, I., &amp; Freire, T. (2002). Percep&ccedil;&atilde;o materna do comportamento de vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a  aos 6 anos: Constru&ccedil;&atilde;o de uma escala. <i>Psicologia: Teoria, Investiga&ccedil;&atilde;o e Pr&aacute;tica, 2</i>, 335-347.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0870-8231201400030000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Dias, P., Carvalho, M., Rios, S., Silva, J., &amp; Soares, I. (2007). Vincula&ccedil;&atilde;o e psicopatologia. In I. Soares (Coord.),  <i>Rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o ao longo do desenvolvimento: Teoria e avalia&ccedil;&atilde;o </i>(pp. 193-240). Braga:  Psiquil&iacute;brios.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0870-8231201400030000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Dunn, J. (2002). The adjustment of children in stepfamilies: Lessons from community studies. <i>Child and Adolescent Mental Health, 7</i>(4),  154-161.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0870-8231201400030000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Dwyer, K. M. (2005). The meaning and measurement of attachment in middle and late childhood. <i>Human Development, 48</i>, 155-182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0870-8231201400030000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Faber, A. J., &amp; Wittenborn, A. K. (2010). The role of attachment in children&rsquo;s adjustment to divorce and remarriage. <i>Journal of  Family Psychotherapy, 21</i>(2), 89-104. </p>     <!-- ref --><p>Fabricius, W. V., &amp; Luecken, L. J. (2007). Post divorce living arrangements, parent conflict, and long-term physical health correlates for  children of divorce. <i>Journal of Family Psychology, 21</i>(2), 195-205.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0870-8231201400030000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Farate, C., Pocinho, M., &amp; Machado, P. (2010). <i>Repercussions of tobacco, alcohol and drugs on adolescent&rsquo; health &ndash; Modalities  of interaction and reciprocal influence</i>. United Kingdom: Lambert Academic Publishing. </p>     <!-- ref --><p>Ganong, L. H., &amp; Coleman, M. (2004). <i>Stepfamily relationships: Development, dynamics, and interventions</i>. New York: Kluwer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0870-8231201400030000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Hansburg, H. G. (1972). <i>Adolescent separation anxiety: A method for the study of adolescent separation problems</i>. Springfield, IL: Thomas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S0870-8231201400030000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Hetherington, E. M. (2003). Social support and the adjustment of children in divorced and remarried families. <i>Childhood, 10</i>(2), 217-236.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0870-8231201400030000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Hetherington, E. M., &amp; Kelly, J. (2002). <i>For better or for worse: Divorce reconsidered</i>. New York: W.W. Norton &amp; Company.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S0870-8231201400030000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Hetherington, E. M., Bridges, M., &amp; Insabella, G. M. (1998). What matters? What does not? Five perspectives on the association between  marital transitions and children&rsquo;s adjustment. <i>American Psychologist, 53</i>, 167-184. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Howes, C. (1999). Attachment relationships in the context of multiple caregivers. In J. Cassidy &amp; P. R. Shaver (Eds.), <i>Handbook of  attachment: Theory, research and clinical applications </i>(pp. 671-687). New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0870-8231201400030000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Karavasilis, L., Doyle, A. B., &amp; Markiewicz, D. (2003). Associations between parenting style and attachment to mother in middle childhood  and adolescence. <i>International Journal of Behavioral Development, 27</i>(2), 153-164.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0870-8231201400030000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Kerns, K. A., Tomich, P. L., &amp; Kim, P. (2006). Normative trends in children&rsquo;s perceptions of availability and utilization of  attachment figures in middle childhood. <i>Social Development, 15</i>(1), 1-22. </p>     <p>Laurent, H. K., Kim, H. K., &amp; Capaldi, D. M. (2008). Prospective effects of interparental conflict on child attachment security and  the moderating role of parents&rsquo; romantic attachment. <i>Journal of Family Psychology, 22</i>(3), 377-388. </p>     <!-- ref --><p>Lowenstein, L. F. (2010). Attachment theory and parental alienation. <i>Journal of Divorce &amp; Remarriage, 51</i>(3), 157-168.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0870-8231201400030000400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Martins, C., Soares, I., &amp; Grupo de Estudos de Vincula&ccedil;&atilde;o. (2007). Contributos metodol&oacute;gicos para a  investiga&ccedil;&atilde;o em vincula&ccedil;&atilde;o: M&eacute;todos e instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o. In I. Soares (Coord.),  <i>Rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o ao longo do desenvolvimento: Teoria e avalia&ccedil;&atilde;o </i>(pp. 241-286). Braga:  Psiquil&iacute;brios.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0870-8231201400030000400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Marvin, R. S., &amp; Britner, P. A. (1999). Normative development: The ontogeny of attachment. In J. Cassidy &amp; P. R. Shaver (Eds.),  <i>Handbook of attachment: Theory, research and clinical applications </i>(pp. 44-67). New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0870-8231201400030000400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Mayseless, O. (2005). Ontogeny of attachment in middle childhood: Conceptualization of normative changes. In K. A. Kerns &amp; R. A. Richardson  (Eds.), <i>Attachment in middle childhood </i>(pp. 1-23). New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S0870-8231201400030000400038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>McHale, J. P., Lauretti, A., Talbot, J., &amp; Pouquette, C. (2002). Retrospect and prospect in the psychological study of coparenting and  family group process. In J. McHale &amp; W. S. Grolnick (Eds.), <i>Retrospect and prospect in the psychological study of families </i>(pp. 127-165).  Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S0870-8231201400030000400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Michiels, D., Grietens, H., Onghena, P., &amp; Kuppens, S. (2010). Perceptions of maternal and paternal attachment security in middle childhood:  Links with positive parental affection and psychosocial adjustment. <i>Early Child Development and Care, 180</i>(1-2), 211-225.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S0870-8231201400030000400040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Moss, E., Cyr, C., Bureau, J. F., Tarabulsy, G., &amp; Dubois-Comtois, K. (2005). Stability of attachment between preschool and early school-age  and factors contributing to continuity/discontinuity. <i>Developmental Psychology, 41</i>, 773-783.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S0870-8231201400030000400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Moura, O., &amp; Matos, P. M. (2008). Vincula&ccedil;&atilde;o aos pais e conflito inter-parental em adolescentes. <i>Psicologia, XXII</i>(1),  127-152.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S0870-8231201400030000400042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Nicholson, J. M., Fergusson, D. M., &amp; Horwood, L. J. (1999). Effects on latter adjustment of living in a stepfamily during childhood and  adolescence. <i>Journal of Child Psychology and Psychiatry, 40</i>, 405-416.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S0870-8231201400030000400043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Owen, M. T., &amp; Cox, M. J. (1997). Marital conflict and the development of infant-parent attachment relationships. <i>Journal of Family  Psychology, 11</i>(2), 152-164.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S0870-8231201400030000400044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Page, T., &amp; Bretherton, I. (2001). Mother- and father-child attachment themes in the story completions of pre-schoolers from post-divorce  families: Do they predict relationships with peers and teachers? <i>Attachment &amp; Human Development, 3</i>(1), 1-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S0870-8231201400030000400045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Parke, R. D., &amp; Buriel, R. (2006). Socialization in the family: Ethnic and ecological perspectives. In W. Damon (Series Ed.) &amp; N.  Eisenberg (Vol. Ed.), <i>Handbook of child psychology: Vol. 3. Social, emotional, and personality development </i>(6th ed., pp. 429-504). New York:  Wiley. </p>     <p>Pereira, A. I. F., Canavarro, M. C., Mendon&ccedil;a, D. V., &amp; Cardoso, M. (2005). Valida&ccedil;&atilde;o de um instrumento de  avalia&ccedil;&atilde;o do apoio social em crian&ccedil;as &ndash; Vers&atilde;o portuguesa do <i>my family and friends</i>. <i>Revista  Ibero-Americana de Diagn&oacute;stico y Evaluaci&oacute;n, 20</i>, 105-131. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Pestana, M. H., &amp; Gageiro, J. N. (2008)<i>. An&aacute;lise de dados para Ci&ecirc;ncias Sociais. A complementaridade do SPSS  </i>(5&ordf; ed.). Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es S&iacute;labo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S0870-8231201400030000400048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Pettit, G. S., Keiley, M. K., Laird, R. D., Bates, J. E., &amp; Dodge, K. A. (2007). Predicting the developmental course of mother reported  monitoring across childhood and adolescence from early proactive parenting, child temperament, and parents&rsquo; worries. <i>Journal of Family  Psychology, 21</i>(2), 206-217. </p>     <!-- ref --><p>Poehlmann, J., &amp; Fiese, B. H. (2001). The interaction of maternal and infant vulnerabilities on developing attachment relationships.  <i>Development and Psychopathology, 13</i>, 1-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S0870-8231201400030000400050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Raikes, H. A., &amp; Thompson, R. A. (2005). Relationships past, present, and future: Reflections on attachment in middle childhood. In K. A.  Kerns &amp; R. A. Richardson (Eds.), <i>Attachment in middle childhood </i>(pp. 71-88). New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000198&pid=S0870-8231201400030000400051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Resnick, G. (1991). <i>Attachment and self-representation during early adolescence</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000200&pid=S0870-8231201400030000400052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Paper presented as part of the symposium:  &ldquo;Attachment and self-representation during childhood and early adolescence&rdquo;. Biennial Meeting of the Society for Research in Child  Development. April 18-20, Seattle, W.A </p>     <!-- ref --><p>Resnick, G. (1993). <i>Measuring attachment in early adolescence: A manual for the administration, coding and interpretation of the Separation  Anxiety Test for 11 to 14 Years Old</i>. Rockville, MD: Westat, Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000202&pid=S0870-8231201400030000400053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> (Manual n&atilde;o publicado) </p>     <!-- ref --><p>Rios, S. (2006). <i>As rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o no per&iacute;odo escolar</i>. Tese de mestrado n&atilde;o publicada.  Instituto de Educa&ccedil;&atilde;o e Psicologia, Universidade do Minho, Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000204&pid=S0870-8231201400030000400054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Roelofs, J., Meesters, C., &amp; Muris, P. (2008). Correlates of self-reported attachment (in)security in children: The role of parental  romantic attachment status and rearing behaviors. <i>Journal of Child and Family Studies, 17</i>, 555-566.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000206&pid=S0870-8231201400030000400055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Ruschena, E., Prior, M., Sanson, A., &amp; Smart, D. (2005). A longitudinal study of adolescent adjustment following family transitions.  <i>Journal of Child Psychology and Psychiatry, 46</i>, 353-363.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000208&pid=S0870-8231201400030000400056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Schenck, C. E., Braver, S. L., Wolchik, S. A., Saenz, D., Cookston, J. T., &amp; Fabricius, W. V. (2009). Relations between mattering to step-  and non-residential fathers and adolescent mental health. <i>Fathering, 7</i>(1), 70-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000210&pid=S0870-8231201400030000400057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Scher, A., &amp; Mayseless, O. (2000). Mothers of anxious/ambivalent infants: Maternal characteristics and child-care context. <i>Child  Development, 71</i>(6), 1629-1639.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000212&pid=S0870-8231201400030000400058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Shelton, K. H., &amp; Harold, G. T. (2008). Interparental conflict, negative parenting, and children&rsquo;s adjustment: Bridging links between  parents&rsquo; depression and children&rsquo;s psychological distress. <i>Journal of Family Psychology, 22</i>(5), 712-724. </p>     <!-- ref --><p>Sim&otilde;es, S., Farate, C. Soares, I., &amp; Duarte, J. (2013). Predi&ccedil;&atilde;o do apego de crian&ccedil;as em fun&ccedil;&atilde;o  do estilo educativo materno e do tipo de fam&iacute;lia. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 26</i>(1), 168-176.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000215&pid=S0870-8231201400030000400060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Slought, N. M., &amp; Greenberg, M. T. (1990). Five-years olds&rsquo; representation of separation from parents: Responses from the perspective  of self and other. <i>New Direction for Child Development, 48</i>, 67-84. </p>     <!-- ref --><p>Soares, I. (1996). <i>Representa&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o na idade adulta e na adolesc&ecirc;ncia. Estudo intergeracional:  M&atilde;e-filho(a). </i>Centro de Estudos em Educa&ccedil;&atilde;o e Psicologia, Instituto de Educa&ccedil;&atilde;o e Psicologia, Universidade  do Minho,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000218&pid=S0870-8231201400030000400062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Portugal. </p>     <!-- ref --><p>Soares, I. (2001). Vincula&ccedil;&atilde;o e cuidados maternos. Seguran&ccedil;a, protec&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento da  regula&ccedil;&atilde;o emocional. In M. C. Canavarro (Ed.), <i>Psicologia da gravidez e da maternidade </i>(pp. 75-104). Coimbra:  Quarteto Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000220&pid=S0870-8231201400030000400063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Soares, I. (2007). Desenvolvimento da teoria e da investiga&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o. In I. Soares (Coord.),  <i>Rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o ao longo do desenvolvimento: Teoria e avalia&ccedil;&atilde;o </i>(pp. 13-45).  Braga: Psiquil&iacute;brios.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000222&pid=S0870-8231201400030000400064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Sroufe, L. A. (2002). From infant attachment to promotion of adolescent autonomy: Prospective, longitudinal data on the role of parents in  development. In J. G. Borkowski, S. L. Ramey, &amp; M. Bristol-Power (Eds.), <i>Parenting and the child&rsquo;s world: Influences on academic,  intellectual, and socioemotional development </i>(pp. 187-202). Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates. </p>     <!-- ref --><p>Sroufe, L. A., Egeland, B., Carlson, E. A., &amp; Collins, W. A. (2005). Placing early attachment experiences in developmental context: The  Minnesota Longitudinal Study. In K. E. Grossmann, K. Grossmann, &amp; E. Waters (Eds.), <i>Attachment from infancy to adulthood: The major  longitudinal studies </i>(pp. 48-70). New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000225&pid=S0870-8231201400030000400066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Taanila, A., Laitinen, E., Moilanen, I., &amp; J&atilde;rvelin, M.-R. (2002). Effects of family interaction on the child&rsquo;s behavior in  single-parent or reconstructed families. <i>Family Process, 41</i>(4), 693-708. </p>     <!-- ref --><p>Tippelt, G. G., &amp; Konig, L. (2007). Attachment representations in 6-year old children from one and two parent families in Germany.  <i>School Psychology International, 28</i>, 313-330.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000228&pid=S0870-8231201400030000400068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Vaughn, B., &amp; Bost, K. (1999). Attachment and temperament: Redundant, independent, or interacting influences on interpersonal adaptation and  personality development? In J. Cassidy &amp; P. R. Shaver (Eds.), <i>Handbook of attachment: Theory, research and clinical applications  </i>(pp. 198-225). New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000230&pid=S0870-8231201400030000400069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Verschueren, K., &amp; Marcoen, A. (2005). Perceived security of attachment to mother and father. In K. A. Kerns &amp; R. A. Richardson (Eds.),  <i>Attachment in middle childhood </i>(pp. 71-88). New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000232&pid=S0870-8231201400030000400070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Weinfield, N. S., Sroufe, L. A., &amp; Egeland, B. (2000). Attachment from infancy to early adulthood in a high-risk sample: Continuity,  discontinuity, and their correlates. <i>Child Development, 71</i>, 695-702.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000234&pid=S0870-8231201400030000400071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Woodward, L. J., Fergusson, D. M., &amp; Belsky, J. (2000). Timing of parental separations and attachment to parents in adolescence: Results  from a prospective study from birth to 16 years. <i>Journal of Marriage and the Family, 62</i>, 162-174.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000236&pid=S0870-8231201400030000400072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Wright, J. C., Binney, V., &amp; Smith, P. K. (1995). Security of attachment in 8 to 12 years old: A revised version of the Separation Anxiety  Test, its psychometric properties and clinical interpretation. <i>Journal of Child Psychology and Psychiatry, 36</i>(5), 757-774.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000238&pid=S0870-8231201400030000400073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Submiss&atilde;o: </i>10/02/2014 <i>Aceita&ccedil;&atilde;o: </i>22/05/2014 </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: S&oacute;nia Catarina Carvalho Sim&otilde;es; Instituto  Superior Miguel Torga, Largo da Cruz de Celas, 1, 3000-132 Coimbra;  E-mail: <a href="mailto:soniasimoes76@gmail.com">soniasimoes76@gmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>NOTAS</p>     <p><Sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></Sup> Consideraram-se correla&ccedil;&otilde;es muito baixas, o <i>r </i>situado abaixo de .19;  correla&ccedil;&otilde;es <i>baixas</i>, quando o <i>r </i>est&aacute; entre o .20 e .39, enquanto nas correla&ccedil;&otilde;es <i>moderadas  </i>o <i>r </i>est&aacute; entre .40 e .69, considerando <i>alta </i>uma correla&ccedil;&atilde;o que se situe entre .70 e .89 e muito alta entre  .90 e 1 (Pestana &amp; Gageiro, 2008). </p>      ]]></body><back>
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