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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Padrões de consumo de álcool em estudantes da Universidade de Aveiro: Relação com comportamentos de risco e stress]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The excessive alcohol consumption in college students has been the focus of enormous concerns, not only because alcohol has negative effects on people’s health, but also because it frequently leads to risky behaviors, for instance, drinking and driving or having sexual relations without any protection. Another aspect that has been identified in college students, and seems to be associated with alcohol consumption, is stress, which is probably one of the reasons that encourage alcohol consumption. In the present study, which has been conducted with 760 students at the University of Aveiro, we found that students consume large quantities of alcohol, particularly in academic celebrations. However, the risky behaviors are not significant in our sample. We also found that higher levels of alcohol consumption are associated with male students and with students who are dislocated from their families’ house. As far as stress perception is concerned, our sample shows a medium level of stress. Students’ stress is negatively correlated with alcohol consumption. Our results are discussed in the light of the existing theories about alcohol consumption in college students.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Estudantes universitários]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Padr&otilde;es de consumo de &aacute;lcool em estudantes da Universidade de Aveiro: Rela&ccedil;&atilde;o com comportamentos de risco e  stress</b>    <p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Pedro F. S. Rodrigues<sup>*</sup>, Ana C. F. Salvador<sup>**</sup>, In&ecirc;s C. Louren&ccedil;o<sup>*</sup>,  Lu&iacute;sa R. Santos<sup>***</sup></b></p>     <p><sup>*</sup> Universidade de Aveiro; </p>     <p><sup>**</sup> Neuropsic&oacute;loga Cl&iacute;nica; </p>     <p><sup>***</sup> Psic&oacute;loga Cl&iacute;nica</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>O consumo excessivo de &aacute;lcool em estudantes universit&aacute;rios tem sido foco de grandes preocupa&ccedil;&otilde;es,  n&atilde;o s&oacute; devido aos seus efeitos negativos na sa&uacute;de, mas porque habitualmente leva a comportamentos de risco, como a  condu&ccedil;&atilde;o sob o efeito de &aacute;lcool, ou rela&ccedil;&otilde;es sexuais sem prote&ccedil;&atilde;o. Outro aspeto muito verificado  entre os estudantes universit&aacute;rios, e que parece estar associado ao consumo de &aacute;lcool, s&atilde;o os elevados n&iacute;veis de  stress, provavelmente um dos motivos que leva ao consumo de &aacute;lcool. Neste estudo, realizado a 760 estudantes da Universidade de Aveiro,  verific&aacute;mos que os participantes apresentam elevados consumos de &aacute;lcool, sobretudo em festas acad&eacute;micas. Os comportamentos  de risco associados n&atilde;o se mostram significativos. Verific&aacute;mos igualmente que o maior consumo de &aacute;lcool est&aacute; associado  ao sexo masculino. Tamb&eacute;m se constatou que os estudantes universit&aacute;rios que saem de casa dos pais/da sua resid&ecirc;ncia apresentam  maiores consumos de &aacute;lcool. Relativamente &agrave; perce&ccedil;&atilde;o de stress, verific&aacute;mos que os estudantes  universit&aacute;rios de Aveiro apresentam n&iacute;veis moderados de stress e que estes se encontram negativamente correlacionados com os consumos  de &aacute;lcool. Os nossos resultados s&atilde;o discutidos &agrave; luz das teorias existentes sobre os padr&otilde;es de consumo de  &aacute;lcool em estudantes universit&aacute;rios. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras-chave:</b> Estudantes universit&aacute;rios, Consumo de &aacute;lcool, Comportamentos de risco, Stress. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>The excessive alcohol consumption in college students has been the focus of enormous concerns, not only because alcohol  has negative effects on people&rsquo;s health, but also because it frequently leads to risky behaviors, for instance, drinking and driving or  having sexual relations without any protection. Another aspect that has been identified in college students, and seems to be associated with  alcohol consumption, is stress, which is probably one of the reasons that encourage alcohol consumption. In the present study, which has been  conducted with 760 students at the University of Aveiro, we found that students consume large quantities of alcohol, particularly in academic  celebrations. However, the risky behaviors are not significant in our sample. We also found that higher levels of alcohol consumption are  associated with male students and with students who are dislocated from their families&rsquo; house. As far as stress perception is concerned,  our sample shows a medium level of stress. Students&rsquo; stress is negatively correlated with alcohol consumption. Our results are discussed  in the light of the existing theories about alcohol consumption in college students. </p>     <p><b>Key-words:</b> College students, Alcohol consumption, Risk behaviors, Stress. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O </p>     <p>O consumo excessivo de &aacute;lcool entre estudantes universit&aacute;rios &eacute; foco de grandes preocupa&ccedil;&otilde;es h&aacute;  v&aacute;rias d&eacute;cadas (O&rsquo;Malley &amp; Johnston, 2002; Pedersen &amp; von Soest, 2013; Rosenbluth, Nathan, &amp; Lawson, 1978; Straus  &amp; Bacon, 1953; Wechsler, Dowdall, Davenport, &amp; Castillo, 1995; Wechsler, Dowdall, Maenner, Gledhill-Hoyt, &amp; Lee, 1998). V&aacute;rios  estudos epidemiol&oacute;gicos, sobretudo americanos, demonstram que o &aacute;lcool &eacute; a subst&acirc;ncia mais consumida pelos jovens  universit&aacute;rios, especialmente pelos estudantes do sexo masculino, embora as estudantes tamb&eacute;m apresentem padr&otilde;es de consumo  significativos (e.g., Calv&aacute;rio, Lizardo, Loureiro, &amp; Santos, 1997; O&rsquo;Malley &amp; Johnston, 2002). A cerveja &eacute;  indiscutivelmente a bebida que os jovens mais ingerem, seguindo-se as bebidas espirituosas e depois o vinho (Hibell et al., 2009). As  consequ&ecirc;ncias do consumo excessivo de &aacute;lcool s&atilde;o variadas e refletem-se em diversas &aacute;reas, nomeadamente na sa&uacute;de  f&iacute;sica, na sa&uacute;de emocional e comportamental, bem como na esfera social do indiv&iacute;duo. As consequ&ecirc;ncias mais apontadas na  literatura dizem respeito a: problemas do foro m&eacute;dico (e.g., o elevado consumo de &aacute;lcool aumenta o risco de se desenvolver obesidade,  cancro ou doen&ccedil;as cardiovasculares), problemas do foro cognitivo (e.g., o elevado consumo de &aacute;lcool est&aacute; associado a  decl&iacute;nios das capacidades cognitivas como mem&oacute;ria, aten&ccedil;&atilde;o e fun&ccedil;&otilde;es executivas), bem como  altera&ccedil;&otilde;es comportamentais e emocionais (e.g., o elevado consumo de &aacute;lcool aumenta o risco de desenvolvimento de  comportamentos agressivos) (Chen, Rosner, Hankinson, Colditz, &amp; Willett, 2011; Hingson, Heeren, Winter, &amp; Wechsler, 2005; Hingson, Heeren,  Zakocs, Kopstein, &amp; Wechsler, 2002; Smith, 2007; Wechsler et al., 1998). Adicionalmente, o consumo excessivo de &aacute;lcool exp&otilde;e os  jovens a comportamentos de risco, como por exemplo, a condu&ccedil;&atilde;o sob o efeito de &aacute;lcool ou rela&ccedil;&otilde;es sexuais sem  prote&ccedil;&atilde;o (Bartholow, Henry, Lust, Saults, &amp; Wood, 2012; Eckardt et al., 1998; Heinz, Beck, Meyer-Lindenberg, Sterzer, &amp;  Heinz, 2011; Wechsler et al., 1998). </p>     <p>Uma das preocupa&ccedil;&otilde;es dos investigadores e da comunidade em geral tem sido a procura dos motivos que levam os universit&aacute;rios  a apresentarem consumos excessivos de &aacute;lcool. &Eacute; a partir do conhecimento dessas rela&ccedil;&otilde;es motivacionais que podemos  apostar mais eficazmente em programas de preven&ccedil;&atilde;o neste grupo concreto. S&atilde;o v&aacute;rios os motivos apontados como  causadores dos epis&oacute;dios de ingest&atilde;o excessiva de &aacute;lcool, podendo ser agrupados em motivos emocionais e motivos sociais (Read,  Wood, Kahler, Maddock, &amp; Palfai, 2003). Se explorarmos um pouco mais estes tipos de motivos, encontramos facilmente na literatura que os  estudantes do ensino superior que consomem &aacute;lcool excessivamente, o fazem devido a: (a) terem a cren&ccedil;a que o &aacute;lcool &eacute;  um bom estimulador emocional, isto &eacute;, induz estados emocionais positivos (Stewart, Zeitlin, &amp; Samoluk, 1996); (b) terem a cren&ccedil;a  que o &aacute;lcool os ajuda a tornar as situa&ccedil;&otilde;es sociais mais agrad&aacute;veis (MacLatchy-Gaudet &amp; Stewart, 2001); (c) terem  a cren&ccedil;a que o &aacute;lcool alivia estados emocionais negativos, funcionando como uma estrat&eacute;gia de <i>coping</i>, ainda que seja  uma estrat&eacute;gia mal-adaptativa (Cooper, Russell, Skinner, Frone, &amp; Mudar, 1992; Kassel, Jackson, &amp; Unrod, 2000). De facto, um dos  motivos comumente associados a epis&oacute;dios de ingest&atilde;o excessiva de &aacute;lcool diz respeito ao stress sentido pelos consumidores no  seu dia-a-dia ou em situa&ccedil;&otilde;es vividas num passado recente. Na literatura podemos verificar que o consumo de &aacute;lcool est&aacute;  relacionado com a perce&ccedil;&atilde;o de stress que os indiv&iacute;duos t&ecirc;m diariamente; os estudos salientam este aspeto quer na  comunidade em geral (e.g., Aldridge-Gerry et al., 2011), quer na comunidade acad&eacute;mica (Armeli, Conner, Cullum, &amp; Tennen, 2010). O  consumo de &aacute;lcool nestas situa&ccedil;&otilde;es funciona habitualmente como uma estrat&eacute;gia de <i>coping</i>, i.e., perante o stress,  o consumidor bebe com o objetivo de fuga/alheamento dos problemas e das emo&ccedil;&otilde;es negativas (Sher &amp; Rutledge, 2007; Vaughan,  Corbin, &amp; Fromme, 2009). </p>     <p>&Eacute; sobretudo nas festas acad&eacute;micas que o maior consumo de &aacute;lcool se verifica. Efetivamente, estas s&atilde;o momentos de  celebra&ccedil;&atilde;o entre os estudantes universit&aacute;rios e o &aacute;lcool encontra-se intimamente relacionado com a sua cultura, onde  impera um pensamento coletivo &ldquo;tenho que beber como os outros para festejar&rdquo; (Harford, Wechsler, &amp; Seibring, 2002). Acresce ainda o  facto das bebidas alc&oacute;olicas serem relativamente baratas e das pr&oacute;prias festas estarem associadas a marcas de bebidas (Musse, 2008).  Nestas ocasi&otilde;es, &eacute; onde podemos frequentemente registar maiores epis&oacute;dios de <i>binge drinking </i>(Reifman &amp; Watson,  2003). Os epis&oacute;dios de <i>binge drinking </i>s&atilde;o caraterizados pelo consumo consecutivo de cinco ou mais doses de &aacute;lcool numa  &uacute;nica ocasi&atilde;o, num curto espa&ccedil;o de tempo (Ham &amp; Hope, 2003; Wechsler et al., 1995, 1998; Wechsler, Kuh, &amp; Davenport,  2009). Entre universit&aacute;rios, observa-se a ampla ocorr&ecirc;ncia destes epis&oacute;dios, o que torna esta popula&ccedil;&atilde;o ainda  mais vulner&aacute;vel aos efeitos nefastos dos elevados consumos de &aacute;lcool (Sheffield, Darkes, Del Boca, &amp; Goldman, 2005; Wechsler et  al., 2009). </p>     <p>O consumo de &aacute;lcool observa-se em v&aacute;rias faixas et&aacute;rias, mas est&aacute; muito associado aos jovens, sobretudo aos  universit&aacute;rios (Maldonado-Devincci, Badanich, &amp; Kirstein, 2010; Wicki, Kuntsche, &amp; Gmel, 2010). A entrada na faculdade &eacute; uma  fase de transi&ccedil;&atilde;o e normalmente desencadeadora de elevado stress (Pierceall &amp; Keim, 2007); &eacute; igualmente uma fase onde se  registam frequentemente consumos de &aacute;lcool excessivos, o que nos levou a estudar nesta investiga&ccedil;&atilde;o a rela&ccedil;&atilde;o  entre as duas vari&aacute;veis (stress e consumo de &aacute;lcool) (Borsari, Murphy, &amp; Barnett, 2007; Sher &amp; Rutledge, 2007). De facto, ao  ingressarem na universidade, muitos jovens adultos vivenciam novas etapas das suas vidas: est&atilde;o distantes da fam&iacute;lia de origem pela  primeira vez, moram com outros estudantes, ou experimentam a aus&ecirc;ncia de supervis&atilde;o de adultos mais velhos, habitualmente os pais  (Windle, 2003). Com a entrada no ensino superior, observam-se ainda as seguintes situa&ccedil;&otilde;es desencadeadoras de stress: problemas  pessoais como <i>homesickness </i>(saudades de casa), solid&atilde;o, timidez, limita&ccedil;&otilde;es nas compet&ecirc;ncias sociais e tomadas de  decis&atilde;o e perturba&ccedil;&otilde;es emocionais; os problemas acad&eacute;micos, tais como as dificuldades de relacionamento com professores  e colegas, compet&ecirc;ncias de estudo, rendimento escolar, medo de falhar nos exames; os problemas financeiros e de gest&atilde;o da casa, com  maior &ecirc;nfase na acomoda&ccedil;&atilde;o e h&aacute;bitos alimentares, para al&eacute;m dos problemas relacionados com a seguran&ccedil;a  (Pereira, 1997). Apesar de algumas carater&iacute;sticas pessoais contribu&iacute;rem para o consumo excessivo de &aacute;lcool, s&atilde;o  sobretudo as influ&ecirc;ncias socioambientais que parecem melhor explicar esses comportamentos, ou seja, uma situa&ccedil;&atilde;o na qual o  &aacute;lcool est&aacute; amplamente dispon&iacute;vel (como &eacute; o caso das festas acad&eacute;micas) &eacute; mais favorecedora do que um  ambiente no qual a oferta n&atilde;o acontece dessa forma. As idas frequentes a bares e festas acad&eacute;micas que caraterizam parte da vida  acad&eacute;mica aumentam a probabilidade de consumo de &aacute;lcool, tabaco e at&eacute; outras drogas (Dierker et al., 2006; Mesquita,  Bucaretchi, Castel, &amp; Andrade, 1995). Portanto, o uso de &aacute;lcool entre universit&aacute;rios pode ser favorecido de forma indireta, uma  vez que os estudantes se influenciam mutuamente por modelagem, imita&ccedil;&atilde;o ou refor&ccedil;o do comportamento de beber. O  indiv&iacute;duo pode perceber e interpretar o padr&atilde;o de consumo de &aacute;lcool dos outros como um refor&ccedil;o ao seu pr&oacute;prio  comportamento e ent&atilde;o, passar a comportar-se de acordo com essa perce&ccedil;&atilde;o (Bot, Engels, &amp; Knibbe, 2005; Chassin, Pitts,  &amp; Prost, 2002; Ham &amp; Hope, 2003; Oostveen, Knibbe, &amp; De Vries, 1996). A modelagem social parece intensificar-se num ambiente novo, no  qual o indiv&iacute;duo tem menos experi&ecirc;ncia (e.g., um caloiro numa festa acad&eacute;mica tem maior probabilidade de imitar os  comportamentos dos outros para se sentir integrado) (Bot et al., 2005; Read et al., 2003; Wood, Read, Palfai, &amp; Stevenson, 2001). Al&eacute;m  das consequ&ecirc;ncias negativas dos epis&oacute;dios de <i>binge drinking</i>, acresce o risco destes contribu&iacute;rem para o desenvolvimento  de depend&ecirc;ncia &agrave; medida que a frequ&ecirc;ncia da intoxica&ccedil;&atilde;o epis&oacute;dica aumenta (Wechsler, Molnar, Davenport,  &amp; Baer, 1999), especialmente quando h&aacute; a ocorr&ecirc;ncia repetida desses epis&oacute;dios (Shakeshaft, Bowman, &amp; Sanson-Fisher,  1998). A frequ&ecirc;ncia de epis&oacute;dios de <i>binge </i>&eacute; por isso um dos aspetos que mais preocupa os investigadores e a sociedade  em geral, uma vez que &eacute; muito recorrente entre universit&aacute;rios (Ham &amp; Hope, 2003). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Tal como j&aacute; foi mencionado anteriormente, o consumo excessivo de &aacute;lcool acarreta consequ&ecirc;ncias negativas para os  consumidores, estimulando comumente outros comportamentos, nomeadamente o comportamento de fumar (Nichter, Nichter, Carkoglu, &amp;  Lloyd-Richardson, 2010). Adicionalmente, pode ser tamb&eacute;m um problema de sa&uacute;de e at&eacute; um problema de seguran&ccedil;a  p&uacute;blica. O consumo de &aacute;lcool &eacute; o fator mais associado a acidentes de tr&acirc;nsito, pois dificulta as tomadas de  decis&atilde;o, bem como as capacidades psicomotoras dos condutores e os seus tempos de rea&ccedil;&atilde;o (Beck et al., 2010). Conduzir sob o  efeito do &aacute;lcool &eacute; um grave problema de seguran&ccedil;a; em Portugal, os acidentes de via&ccedil;&atilde;o s&atilde;o a principal  causa de morte nos jovens (Lages, 2007). Diversos estudos (e.g., Redhwan &amp; Karim, 2010) t&ecirc;m demonstrado que o fator humano (erro humano  na perce&ccedil;&atilde;o devido principalmente a excesso de velocidade e ao consumo de &aacute;lcool) &eacute; o primeiro respons&aacute;vel por  64-95% dos acidentes. O consumo de &aacute;lcool aumenta n&atilde;o s&oacute; o risco de acidente, bem como da sua gravidade, aumentando igualmente  a probabilidade de ocorr&ecirc;ncia de mortos. Os jovens, especialmente do sexo masculino, s&atilde;o o grupo com maior envolvimento em acidentes  de tr&acirc;nsito fatais (Andrade &amp; Mello-Jorge, 2001; Mar&iacute;n-Le&oacute;n &amp; Vizzotto, 2003). Para al&eacute;m dos acidentes de  via&ccedil;&atilde;o, o consumo de &aacute;lcool est&aacute; na base de comportamentos sexuais de risco. Ao negligenciarem a pr&aacute;tica da  contrace&ccedil;&atilde;o e de preven&ccedil;&atilde;o &agrave;s doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis, os jovens podem expor-se  n&atilde;o s&oacute; &agrave;s doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis, bem como a uma gravidez n&atilde;o planeada. S&atilde;o  particularmente os epis&oacute;dios de <i>binge </i>que se encontram intimamente relacionados com comportamentos de risco (Randolph, Torres,  Gore-Felton, Lloyd, &amp; McGarvey, 2009; Scott-Sheldon, Carey, &amp; Carey, 2010). </p>     <p>O consumo excessivo de &aacute;lcool &eacute; uma problem&aacute;tica corrente nos universit&aacute;rios, um pouco por todo o mundo, contudo a  verdadeira preval&ecirc;ncia do consumo de &aacute;lcool em estudantes do ensino superior em Portugal ainda permanece desconhecida. Todavia,  gostar&iacute;amos de destacar dois estudos que nos revelam alguns dados portugueses acerca deste tema. Num deles, comparou-se os consumos de  &aacute;lcool de estudantes universit&aacute;rios de 21 pa&iacute;ses; Portugal ocupou o 14&ordm; lugar no que toca ao maior n&uacute;mero de  estudantes universit&aacute;rios que consome &aacute;lcool (Dantzer, Wardle, Fuller, Pampalone, &amp; Steptoe, 2006). Tamb&eacute;m Galhardo e  Marques (2004) conclu&iacute;ram que os estudantes universit&aacute;rios apresentam taxas de consumo de &aacute;lcool significativas. Neste estudo,  realizado a estudantes do ensino superior de Coimbra, constatou-se que 71.6% dos estudantes consome &aacute;lcool e os restantes 28.4% s&atilde;o  abst&eacute;mios. Concluiu-se ainda que cerca de 30.7% bebe &aacute;lcool 1 ou 2 vezes por m&ecirc;s, 27.2% 2 vezes por semana e 26.7% s&oacute; ao  fim de semana. </p>     <p>Tendo em conta a literatura supracitada, com o nosso estudo pretendemos apresentar dados da preval&ecirc;ncia do consumo de &aacute;lcool em  estudantes da Universidade de Aveiro e contribuir para o conhecimento dos h&aacute;bitos dos jovens universit&aacute;rios portugueses. Pretendemos  tamb&eacute;m verificar se os maiores consumos est&atilde;o associados ao sexo masculino; verificar se os maiores consumos de &aacute;lcool  est&atilde;o associados aos estudantes deslocados da sua &aacute;rea de resid&ecirc;ncia; registar alguns comportamentos de risco dos estudantes  universit&aacute;rios; verificar os n&iacute;veis de stress percecionados pelos participantes; apresentar dados correlacionais entre os  comportamentos de risco e os consumos de &aacute;lcool, bem como entre estes e os n&iacute;veis de stress. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>M&Eacute;TODO </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes </i></p>     <p>A amostra foi constitu&iacute;da por 760 estudantes da Universidade de Aveiro (UA), sendo 370 do sexo masculino (48.7%) e 390 do sexo feminino  (51.3%), com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos (<i>M</i>=21.46, <i>DP</i>=3.11). Recrutados aleatoriamente de v&aacute;rios cursos e  graus de ensino da UA, 621 (82%) eram alunos de licenciaturas, 95 (12%) de mestrados e 44 (6%) de doutoramentos. Quanto &agrave;  desloca&ccedil;&atilde;o, cerca de 460 participantes (60%) tiveram que se deslocar da sua resid&ecirc;ncia familiar para estudar na UA, enquanto  que 300 (cerca de 40%) n&atilde;o estavam deslocados (viviam nos arredores da UA). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Instrumentos </i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nesta investiga&ccedil;&atilde;o foi utilizada uma bateria de instrumentos de autorresposta: Question&aacute;rio Sociodemogr&aacute;fico,  Question&aacute;rio de Comportamentos de Risco em Estudantes Universit&aacute;rios e Invent&aacute;rio do Stress em Estudantes  Universit&aacute;rios. </p>     <p>O Question&aacute;rio Sociodemogr&aacute;fico, elaborado para uma investiga&ccedil;&atilde;o mais alargada sobre sa&uacute;de mental e  comportamentos de risco em estudantes universit&aacute;rios do qual fez parte este estudo, consistiu na recolha de informa&ccedil;&otilde;es como  a idade, o sexo e o grau de ensino dos participantes. As informa&ccedil;&otilde;es recolhidas com este instrumento foram utilizadas essencialmente  na descri&ccedil;&atilde;o da nossa amostra. </p>     <p>O Question&aacute;rio de Comportamentos de Risco em Estudantes Universit&aacute;rios &ndash; QCREU (Santos, Pereira, &amp; Veiga, 2007) &eacute;  composto por 24 itens, com op&ccedil;&otilde;es de resposta numa escala do tipo Likert [e.g., Durante os &uacute;ltimos 30 dias, em quantos dias  fumou cigarros? (a) 0 dias; (b) 1 dia; (c) 2 a 4 dias; (d) 2 a 3 dias por semana; (e) 4 ou mais dias por semana]. Este instrumento tem como  objetivo caraterizar os comportamentos de risco dos estudantes universit&aacute;rios que resultam do consumo de determinadas subst&acirc;ncias,  nomeadamente tabaco, &aacute;lcool, marijuana e tranquilizantes. Al&eacute;m dessas informa&ccedil;&otilde;es, o question&aacute;rio tamb&eacute;m  apresenta outras quest&otilde;es relativas, por exemplo, aos parceiros e rela&ccedil;&otilde;es sexuais, assim como &agrave; seguran&ccedil;a na  condu&ccedil;&atilde;o. Com este instrumento s&atilde;o assim avaliadas seis categorias de comportamentos: (1) uso de tabaco; (2) consumo de  &aacute;lcool e outras drogas; (3) comportamentos sexuais de risco; (4) h&aacute;bitos alimentares; (5) inatividade f&iacute;sica;  condu&ccedil;&atilde;o de risco. De acordo com os objetivos delineados neste estudo, foram tidos em conta apenas os itens relativos ao consumo de  &aacute;lcool, assim como os itens relativos a problemas ligados a esse consumo: comportamentos sexuais de risco e condu&ccedil;&atilde;o sob o  efeito de &aacute;lcool, embora os participantes preenchessem o question&aacute;rio na sua totalidade. </p>     <p>O &uacute;ltimo instrumento disse respeito ao Invent&aacute;rio do Stress em Estudantes Universit&aacute;rios &ndash; ISEU (Pereira et al.,  2004). Nesta investiga&ccedil;&atilde;o foi utilizada a sua vers&atilde;o reduzida, constitu&iacute;da por 24 itens. As respostas s&atilde;o  tamb&eacute;m do tipo Likert e apresentam-se numa escala de 1 (discordo totalmente) a 5 (concordo totalmente) (e.g., Habitualmente ando muito  stressado(a): 1 &ndash; discordo totalmente; 2 &ndash; discordo; 3 &ndash; n&atilde;o concordo nem discordo; 4 &ndash; concordo; 5 &ndash; concordo  totalmente). O presente invent&aacute;rio procura identificar as v&aacute;rias causas de stress, estando organizadas em quatro fatores: (1)  ansiedade em situa&ccedil;&otilde;es de avalia&ccedil;&atilde;o; (2) auto-estima e bem-estar; (3) ansiedade social; (4) problemas  socioecon&oacute;micos. Os estudos psicom&eacute;tricos de Pereira et al. (2004) revelam uma elevada consist&ecirc;ncia interna, com um valor alfa  de Cronbach de 0.90. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimento </i></p>     <p>A bateria de instrumentos de autorresposta foi aplicada durante as atividades letivas da UA (antes ou logo ap&oacute;s as aulas) e com o devido  consentimento dos docentes que estavam a lecionar. A aplica&ccedil;&atilde;o dos question&aacute;rios, que teve dura&ccedil;&atilde;o aproximada de  15 minutos, foi realizada pelos investigadores respons&aacute;veis, que antes do preenchimento do question&aacute;rio informaram os estudantes  acerca da confidencialidade de todo o processo de investiga&ccedil;&atilde;o. A participa&ccedil;&atilde;o dos estudantes ocorreu de forma  volunt&aacute;ria. </p>     <p>A an&aacute;lise dos dados foi efetuada atrav&eacute;s do programa <i>IBM SPSS Statistics 21.0</i>, recorrendo-se &agrave; an&aacute;lise  descritiva das vari&aacute;veis. Na an&aacute;lise dos dados adotou-se um intervalo de confian&ccedil;a de 95%. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>RESULTADOS </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Padr&otilde;es de consumo de &aacute;lcool </i></p>     <p>Relativamente ao consumo de &aacute;lcool pelos estudantes universit&aacute;rios da UA, constat&aacute;mos que 72% dos estudantes inquiridos  afirma ter consumido pelo menos uma bebida alco&oacute;lica nos &uacute;ltimos 30 dias, enquanto 42% afirma ter consumido cinco ou mais bebidas  alco&oacute;licas em apenas algumas horas, nos 30 dias anteriores &agrave; data de participa&ccedil;&atilde;o no estudo. Na  <a href="#f1">Figura 1</a> apresentamos a distribui&ccedil;&atilde;o de respostas &agrave;s duas quest&otilde;es do QCREU: &ldquo;durante os  &uacute;ltimos 30 dias, em quantos dias bebeu pelo menos uma bebida alco&oacute;lica?&rdquo; e &ldquo;durante os &uacute;ltimos 30 dias, em quantos  dias bebeu cinco ou mais bebidas alco&oacute;licas seguidas, em apenas algumas horas?&rdquo;. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v32n4/32n4a06f1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Adicionalmente, regista-se que uma percentagem significativa afirma n&atilde;o ir a festas ou n&atilde;o consumir &aacute;lcool (27.4%), 24.3%  dos estudantes afirma consumir habitualmente 3 a 4 copos/bebidas nas festas acad&eacute;micas, 20.3% afirma consumir 1-2 copos/bebidas, 15.3% 5-8  copos/bebidas e 12.8% afirma consumir mais de 8 copos/bebidas nas festas acad&eacute;micas. </p>     <p>&Agrave; quest&atilde;o &ldquo;durante os &uacute;ltimos 30 dias, em quantos dias bebeu pelo menos uma bebida alco&oacute;lica?&rdquo;,  verifica-se que foram os estudantes do sexo masculino os que consumiram com maior frequ&ecirc;ncia, isto &eacute;, num maior n&uacute;mero de dias  (<i>M</i>=2.95, <i>DP</i>=1.18), quando comparados com estudantes do sexo feminino (<i>M</i>=2.13, <i>DP</i>=1.09), sendo esta diferen&ccedil;a  estatisticamente significativa, <i>t</i>(743.95)=9.98, <i>p</i>&lt;.001, <i>d=</i>0.722. &Agrave; quest&atilde;o &ldquo;durante os &uacute;ltimos  30 dias, em quantos dias bebeu 5 (4 se for mulher) ou mais bebidas alco&oacute;licas seguidas, ou seja, em apenas algumas horas?&rdquo;,  verificou-se que s&atilde;o igualmente os estudantes do sexo masculino que responderam beber 5 ou mais bebidas num maior n&uacute;mero de dias  (<i>M</i>=2.08, <i>DP</i>=1.11), quando comparados com estudantes do sexo feminino (<i>M=</i>1.47, <i>DP</i>=0.88), sendo esta diferen&ccedil;a  estatisticamente significativa, <i>t</i>(757)=8.39, <i>p</i>&lt;.001, <i>d</i>=0.609. S&atilde;o tamb&eacute;m os universit&aacute;rios masculinos  que consomem maior n&uacute;mero de bebidas em festas acad&eacute;micas (<i>M</i>=3.21, <i>DP</i>=1.37), quando comparados com as estudantes  (<i>M</i>=2.14, <i>DP</i>=1.13), sendo esta diferen&ccedil;a estatisticamente significativa <i>t</i>(758)=11.83, <i>p</i>&lt;.001,  <i>d=</i>0.852. </p>     <p>Uma outra an&aacute;lise que efetu&aacute;mos teve em conta os estudantes deslocados, isto &eacute;, aqueles que habitam fora da sua &aacute;rea  de resid&ecirc;ncia familiar, e os n&atilde;o deslocados. &Agrave; quest&atilde;o &ldquo;durante os &uacute;ltimos 30 dias, em quantos dias bebeu  pelo menos uma bebida alco&oacute;lica?&rdquo;, verifica-se que s&atilde;o os estudantes deslocados da sua resid&ecirc;ncia familiar que consomem  com maior frequ&ecirc;ncia nos 30 dias anteriores ao preenchimento do question&aacute;rio (<i>M</i>=2.71, <i>DP</i>=1.22) em rela&ccedil;&atilde;o  aos n&atilde;o deslocados da sua resid&ecirc;ncia familiar (<i>M=</i>2.24, <i>DP</i>=1.14), sendo uma diferen&ccedil;a estatisticamente  significativa, <i>t</i>(668.72)=5.44, <i>p</i>&lt;.001, <i>d=</i>0.398. Tamb&eacute;m se verifica que s&atilde;o os estudantes deslocados que  apresentam com maior frequ&ecirc;ncia consumos de pelo menos 5 bebidas num &uacute;nica ocasi&atilde;o (<i>M</i>=1.95 dias, <i>DP</i>=1.14), em  rela&ccedil;&atilde;o aos n&atilde;o deslocados (<i>M</i>=1.48 dias, <i>DP</i>=0.81), sendo esta diferen&ccedil;a estatisticamente significativa,  <i>t</i>(753)=6.19, <i>p</i>&lt;.001, <i>d</i>=0.475. Verifica-se adicionalmente que s&atilde;o os estudantes deslocados que consomem maior  n&uacute;mero de bebidas alco&oacute;licas em festas acad&eacute;micas (<i>M=</i>2.94, <i>DP</i>=1.32), em rela&ccedil;&atilde;o aos n&atilde;o  deslocados (<i>M</i>=2.24, <i>DP</i>=1.32), sendo esta diferen&ccedil;a estatisticamente significativa, <i>t</i>(754)=639.54, <i>p&lt;</i>.001,  <i>d=</i>0.530. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ao analisarmos os tipos de bebidas alco&oacute;licas mais apreciados pelos estudantes da UA quer habitualmente, quer em contexto de festas  acad&eacute;micas, verific&aacute;mos que &eacute; a cerveja o tipo de bebida preferido (42.9% dos estudantes afirma consumir habitualmente e 44.7%  em festas acad&eacute;micas), seguindo-se as bebidas espirituosas (19.2% e 13.4% dos estudantes, respetivamente) e depois os <i>shots </i>(5.7% e  8.7% dos estudantes, respetivamente). O vinho &eacute; a bebida menos consumida pelos estudantes quer habitualmente, quer no contexto  espec&iacute;fico das festas acad&eacute;micas (5.9% e 2.1% dos estudantes, respetivamente). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Consumo de &aacute;lcool e comportamentos de risco </i></p>     <p>Conforme foi mencionado na nossa revis&atilde;o de literatura, o consumo de &aacute;lcool est&aacute; associado a alguns comportamentos de  risco, nomeadamente comportamentos que p&otilde;em em causa a seguran&ccedil;a rodovi&aacute;ria e a seguran&ccedil;a das rela&ccedil;&otilde;es  sexuais. &Agrave; quest&atilde;o &ldquo;durante os &uacute;ltimos 12 meses teve rela&ccedil;&otilde;es sexuais depois de ter consumido  &aacute;lcool, que n&atilde;o ocorriam caso n&atilde;o tivesse bebido?&rdquo;, verific&aacute;mos inequivocamente que a maioria dos estudantes  (90.5%) afirma nunca ter passado por essa experi&ecirc;ncia. Regista-se ainda que 76.2% dos inquiridos afirma ter sido conduzido por algu&eacute;m  sob o efeito de &aacute;lcool, 9.9% dos inquiridos afirma ter sido conduzido uma &uacute;nica vez por algu&eacute;m alcoolizado, 8.3% 2 ou 3 vezes,  1.8% 4 ou 5 vezes e 3.6% afirma ter sido transportado 6 ou mais vezes por algu&eacute;m sob o efeito de &aacute;lcool, no m&ecirc;s anterior  &agrave; participa&ccedil;&atilde;o no estudo. 85.9% dos inquiridos afirma ter conduzido sob o efeito do &aacute;lcool durante os 30 dias  anteriores &agrave; participa&ccedil;&atilde;o no estudo, 5.7% afirma n&atilde;o ter conduzido sob efeito de &aacute;lcool uma vez, 5.4% 2 ou 3  vezes, 0.5% 4 ou 5 vezes e 1.7% dos inquiridos afirma ter conduzido 6 ou mais vezes sob efeito de &aacute;lcool. </p>     <p>Ainda no que concerne &agrave; explora&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o entre &aacute;lcool e os comportamentos de risco,  cri&aacute;mos o grupo dos estudantes <i>binge drinkers </i>(os que responderam mais do que 1 dia &agrave; quest&atilde;o do QCREU: 1)  &ldquo;durante os &uacute;ltimos 30 dias, em quantos dias bebeu pelo menos uma bebida alco&oacute;lica?&rdquo; e pelo menos 1 dia &agrave;  quest&atilde;o: 2) &ldquo;durante os &uacute;ltimos 30 dias, em quantos dias bebeu 5 ou mais bebidas alco&oacute;licas seguidas?&rdquo;) e o grupo  dos abst&eacute;micos/consumidores ligeiros (os que n&atilde;o consomem ou consomem raramente), i.e., os que responderam no m&aacute;ximo 1 dia  &agrave; quest&atilde;o 1) e 0 dias &agrave; quest&atilde;o 2). Constata-se que s&atilde;o os <i>binge drinkers </i>que apresentam comportamentos  de risco com maior frequ&ecirc;ncia (cf. <a href="#t1">Tabela 1</a>). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v32n4/32n4a06t1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><i>N&iacute;veis de stress e rela&ccedil;&atilde;o com o consumo de &aacute;lcool </i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Tendo em conta os dados normativos do ISEU (Pereira et al., 2004), os estudantes universit&aacute;rios de Aveiro apresentam n&iacute;veis  moderados de stress (<i>M=</i>69.60, <i>DP=</i>15.89) (intervalo normativo do n&iacute;vel de stress m&eacute;dio: 59.67 &ndash; 80.63; Pereira et  al., 2004), sendo que cerca de 29% do stress &eacute; devido a ansiedade aos momentos de avalia&ccedil;&atilde;o, cerca de 25% &eacute; devido a  auto-estima e bem-estar, cerca de 24% devido a ansiedade social e cerca de 22% devido &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es socioecon&oacute;micas. </p>     <p>Para testarmos a rela&ccedil;&atilde;o entre os n&iacute;veis de stress, o consumo de &aacute;lcool e os comportamentos de risco associados ao  tabaco, realiz&aacute;mos um teste de correla&ccedil;&atilde;o de <i>Pearson</i>. Podemos constatar que o consumo de bebidas alco&oacute;licas  encontra-se positivamente correlacionada com o ato de fumar. Podemos ainda verificar que os n&iacute;veis de stress percecionados pelos estudantes  se encontram negativamente correlacionados com o consumo de &aacute;lcool. Todos os dados correlacionais podem ser consultados na  <a href="#t2">Tabela 2</a>. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v32n4/32n4a06t2.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Uma vez que encontr&aacute;mos correla&ccedil;&otilde;es significativas entre os n&iacute;veis de stress e o consumo de &aacute;lcool,  analis&aacute;mos quais os fatores do ISEU mais associados ao consumo de &aacute;lcool. Verific&aacute;mos que todos os fatores que  comp&otilde;em o ISEU se encontram negativamente correlacionados com as quest&otilde;es sobre consumo de &aacute;lcool do QCREU  (cf. <a href="#t3">Tabela 3</a>). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v32n4/32n4a06t3.jpg"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Atrav&eacute;s do teste <i>t-student</i>, verific&aacute;mos que s&atilde;o os estudantes <i>binge drinkers </i>que apresentam menores  n&iacute;veis de stress (<i>M</i>=67.23, <i>DP=</i>15.17), quando comparados com os consumidores ligeiros/abst&eacute;micos (<i>M</i>=71.23,  <i>DP</i>=16.23), sendo esta diferen&ccedil;a estatisticamente significativa, <i>t</i>(709.95)=3.48, <i>p</i>=.001, <i>d</i>=-0.255 </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>DISCUSS&Atilde;O </p>     <p>Nos pa&iacute;ses industrializados, uma parte muito significativa dos jovens ingressa na universidade para seguir os seus cursos superiores.  Esta fase &eacute; habitualmente acompanhada por mudan&ccedil;a de casa, estabelecimento de novas rela&ccedil;&otilde;es pessoais, novas  rela&ccedil;&otilde;es sociais e, por conseguinte, novos comportamentos. Associado aos estudantes universit&aacute;rios est&aacute; habitualmente o  consumo de &aacute;lcool, bem como os comportamentos de risco (e.g., Pedersen &amp; von Soest, 2013; Wechsler et al., 1998). Deste modo, &eacute;  essencial perceber-se a preval&ecirc;ncia do consumo de &aacute;lcool nos estudantes portugueses, os comportamentos associados e as suas causas.  Com este estudo, pretendeu-se contribuir para o aprofundamento de alguns destes aspetos. </p>     <p>Os resultados do nosso estudo indicam que o consumo de &aacute;lcool continua a ser uma pr&aacute;tica corrente nos jovens  universit&aacute;rios, especificamente nos estudantes de Aveiro e particularmente nas festas acad&eacute;micas. Estes resultados v&atilde;o ao  encontro de v&aacute;rios estudos internacionais feitos nesta &aacute;rea (e.g., Musse, 2008; Reifman &amp; Watson, 2003), que salientam que o  &aacute;lcool &eacute; a subst&acirc;ncia mais consumida nas festas acad&eacute;micas, encontrando-se intimamente ligado &agrave; cultura destas,  cujo consumo, mesmo que excessivo, &eacute; considerado normativo (Harford et al., 2002; Windle, 2003). As raz&otilde;es que parecem estar mais  relacionadas com os padr&otilde;es de consumo de &aacute;lcool nos jovens universit&aacute;rios prendem-se com a sa&iacute;da de casa dos pais, com  as idas em grupo aos bares e com os processos de modelagem, imita&ccedil;&atilde;o e refor&ccedil;os subjacentes (Bot et al., 2005; Chassin et al.,  2002; Ham &amp; Hope, 2003). Segundo os resultados do nosso estudo, podemos ainda afirmar que s&atilde;o os estudantes do sexo masculino os que  mais consomem &aacute;lcool, quer em quantidade, quer em frequ&ecirc;ncia, o que corrobora estudos americanos (e.g., O&rsquo;Malley &amp; Johnston,  2002), assim como estudos portugueses (e.g., Calv&aacute;rio et al., 1997). Verific&aacute;mos ainda que s&atilde;o os estudantes deslocados,  aqueles que apresentam maiores consumos de &aacute;lcool, o que vai ao encontro de estudos como de Cooper et al. (1992) e de Pereira et al. (2004),  que referem que uma das raz&otilde;es para os estudantes universit&aacute;rios consumirem &aacute;lcool, tem a ver com as saudades que t&ecirc;m de  casa (<i>homesickness</i>), para al&eacute;m da ansiedade e stress subjacente &agrave;s novas responsabilidades acad&eacute;micas e pessoais.  Podemos ainda concluir que a cerveja continua a ser a bebida preferida dos estudantes, possivelmente porque &eacute; uma bebida relativamente  barata e porque as festas acad&eacute;micas est&atilde;o fortemente associadas a marcas de cerveja. Este facto torna o seu consumo num  comportamento carater&iacute;stico das festas acad&eacute;micas (Hibell et al., 2009; Musse, 2008). </p>     <p>Conforme verific&aacute;mos na literatura, os consumos de &aacute;lcool est&atilde;o associados a comportamentos de risco. No nosso estudo,  apur&aacute;mos que a ocorr&ecirc;ncia de comportamentos de risco, especifi -camente condu&ccedil;&atilde;o sob o efeito de &aacute;lcool ou ter  rela&ccedil;&otilde;es sexuais depois de consumir &aacute;lcool, &eacute; pouco significativa. Estes resultados sugerem que os estudantes  universit&aacute;rios de Aveiro, apesar de apresentarem consumos de &aacute;lcool relevantes, afirmam n&atilde;o ter habitualmente comportamentos  de risco depois desses consumos, o que pode significar uma maior consciencializa&ccedil;&atilde;o da gravidade de tais comportamentos. Os nossos  dados refutam uma variedade de estudos nesta &aacute;rea (e.g., Beck et al., 2010; Randolph et al., 2009; Redhwan &amp; Karim, 2010). Contudo,  pode-se concluir que o consumo de &aacute;lcool, nos estudantes da nossa amostra, est&aacute; muito associado ao consumo de tabaco. </p>     <p>Um dos objetivos desta investiga&ccedil;&atilde;o, para al&eacute;m dos outros j&aacute; discutidos anteriormente, foi o de analisar os  n&iacute;veis de stress que os estudantes da Universidade de Aveiro apresentam. Verific&aacute;mos que apresentam n&iacute;veis m&eacute;dios, de  acordo com os dados normativos de Pereira et al. (2004). O stress percecionado por eles, diz respeito sobretudo &agrave; ansiedade em momentos de  avalia&ccedil;&atilde;o, seguindo-se problemas de auto-estima e bem-estar. Estes dados corroboram a ideia de que a vida acad&eacute;mica &eacute;  uma fase com novas responsabilidades. Esta situa&ccedil;&atilde;o, associada &agrave; mudan&ccedil;a de casa e estabelecimento de novas  rela&ccedil;&otilde;es sociais pode conduzir muitos estudantes ao consumo de &aacute;lcool, particularmente em epis&oacute;dios de <i>binge  drinking </i>(Reifman &amp; Watson, 2003; Windle, 2003). Um outro aspeto que &eacute; importante ser referido tem a ver com as  correla&ccedil;&otilde;es negativas encontradas entre os n&iacute;veis de stress e os consumos de &aacute;lcool dos estudantes. De facto, o consumo  de &aacute;lcool pode ser uma estrat&eacute;gia de <i>coping </i>de evitamento, situa&ccedil;&atilde;o que pode ser confirmada pelos nossos  resultados: quem consome mais &aacute;lcool perceciona menos stress. Estes comportamentos, contudo, podem-se traduzir em estrat&eacute;gias de  <i>coping </i>desadequadas, i.e., os jovens ingerem bebidas alco&oacute;licas para se inserirem nos seus novos meios e desta forma facilitar a sua  adapta&ccedil;&atilde;o (Vaughan et al., 2009). Por&eacute;m, esses epis&oacute;dios de ingest&atilde;o excessiva de &aacute;lcool t&ecirc;m  consequ&ecirc;ncias negativas para a sa&uacute;de f&iacute;sica e psicol&oacute;gica do consumidor, portanto &eacute; uma estrat&eacute;gia de  <i>coping </i>inadequada (Chen et al., 2011; Heinz et al., 2011; Vaughan et al., 2009). </p>     <p>No &acirc;mbito das limita&ccedil;&otilde;es encontradas no presente estudo, &eacute; importante referir o facto dos dados apenas terem sido  recolhidos a participantes que frequentam a Universidade de Aveiro. Nesse sentido, os resultados n&atilde;o podem ser generalizados aos estudantes  universit&aacute;rios portugueses. No entanto, ajudam-nos a compreender a realidade quanto &agrave; tem&aacute;tica em quest&atilde;o e chamam  particular aten&ccedil;&atilde;o para o seguinte: os jovens universit&aacute;rios portugueses continuam a apresentar consumos excessivos de  &aacute;lcool. Podemos tamb&eacute;m referir que o stress parece estar associado a esses consumos, havendo possivelmente outros motivos (Read et  al., 2003). Seria crucial apostar-se em investiga&ccedil;&otilde;es futuras que abordassem outros motivos que levam os estudantes a consumir  &aacute;lcool, nomeadamente motivos emocionais, como sintomatologia depressiva ou ansiedade social (Ralston, Palfai, &amp; Rinck, 2013; Terlecki,  Buckner, Larimer, &amp; Copeland, 2011). Um outro aspeto a ter em aten&ccedil;&atilde;o em estudos deste tipo &eacute; verificar a ocorr&ecirc;ncia  ou n&atilde;o de festas acad&eacute;micas nos 30 dias anteriores ao preenchimento do question&aacute;rio. Um dado positivo verificado neste estudo  diz respeito ao facto de n&atilde;o registarmos signific&acirc;ncia de comportamentos de risco. Sugere-se ent&atilde;o a realiza&ccedil;&atilde;o  de outras pesquisas noutras institui&ccedil;&otilde;es do ensino superior em Portugal, a fim de podermos conhecer os padr&otilde;es de consumo de  &aacute;lcool dos universit&aacute;rios portugueses, causas e consequ&ecirc;ncias. Parece-nos importante verificarmos em primeiro lugar a  preval&ecirc;ncia da problem&aacute;tica, depois as causas/motivos e tamb&eacute;m os efeitos destes comportamentos. O nosso estudo veio chamar a  aten&ccedil;&atilde;o para a complexidade do problema e veio contribuir para que se conhe&ccedil;a melhor a realidade portuguesa, &agrave;  semelhan&ccedil;a do que acontece noutros pa&iacute;ses, cujo investimento em estudos deste tipo &eacute; not&oacute;rio (e.g., Wechsler et al.,  1998; Wicki et al., 2010). Parece-nos ainda importante salientar que no presente estudo apenas foi avaliada a perce&ccedil;&atilde;o que o sujeito  tem dos seus consumos, dos seus comportamentos de risco e do seu stress. De facto, quando falamos sobre, por exemplo, ter rela&ccedil;&otilde;es  sexuais ap&oacute;s um epis&oacute;dio de consumo de &aacute;lcool ou conduzir sob o efeito de &aacute;lcool, estas s&atilde;o  situa&ccedil;&otilde;es socialmente reprov&aacute;veis (Aberg, 1993; Reinarman, 1988). Este facto pode levar a que os estudantes respondam de forma  congruente com o que &eacute; socialmente mais aceite, ao inv&eacute;s de espelharem o que realmente acontece. Neste sentido, a  interpreta&ccedil;&atilde;o dos resultados dever&aacute; ser efetuada com algum cuidado, situa&ccedil;&atilde;o comum em estudos baseados em  question&aacute;rios de autorresposta (Podsakoff, MacKenzie, Lee, &amp; Podsakoff, 2003). </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>REFER&Ecirc;NCIAS </p>     <!-- ref --><p>Aberg, L. (1993). Drinking and driving: Intentions, attitudes, and social norms of Swedish male drivers. <i>Accident Analysis &amp; Prevention,  25</i>, 289-296. doi: 10.1016/j.bbr.2011.03.031 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0870-8231201400040000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Aldridge-Gerry, A. A., Roesch, S. C., Villodas, F., Mccabe, C., Leung, Q. K., &amp; Da Costa, M. (2011). Daily stress and alcohol consumption:  Modeling between-person and within-person ethnic variation in coping behavior. <i>Journal of Studies on Alcohol and Drugs, 72</i>, 125-134.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0870-8231201400040000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Andrade, S. M. d., &amp; Mello-Jorge, M. H. P. d. (2001). Acidentes de transporte terrestre em cidade da Regi&atilde;o Sul do Brasil:  Avalia&ccedil;&atilde;o da cobertura e qualidade dos dados. <i>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 17</i>, 1449-1456.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0870-8231201400040000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Armeli, S., Conner, T. S., Cullum, J., &amp; Tennen, H. (2010). A longitudinal analysis of drinking motives moderating the negative  affect-drinking association among college students. <i>Psychology of Addictive Behaviors, 24</i>, 38-47. doi: 10.1037/a0017530 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0870-8231201400040000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bartholow, B. D., Henry, E. A., Lust, S. A., Saults, J. S., &amp; Wood, P. K. (2012). Alcohol effects on performance monitoring and adjustment:  Affect modulation and impairment of evaluative cognitive control. <i>Journal of Abnormal Psychology, 121</i>, 173-186. doi: 10.1037/a0023664 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0870-8231201400040000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Beck, K. H., Kasperski, S. J., Caldeira, K. M., Vincent, K. B., O&rsquo;Grady, K. E., &amp; Arria, A. M. (2010). Trends in alcohol-related  traffic risk behaviors among college students. <i>Alcoholism: Clinical and Experimental Research, 34</i>, 1472-1478. doi:  10.1111/j.1530-0277.2010.01232.x </a></p>     <!-- ref --><p>Borsari, B., Murphy, J. G., &amp; Barnett, N. P. (2007). Predictors of alcohol use during the first year of college: Implications for  prevention. <i>Addictive Behaviors, 32</i>, 2062-2086. doi: 10.1016/j.addbeh.2007.01.017 </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0870-8231201400040000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bot, S. M., Engels, R. C. M. E., &amp; Knibbe, R. A. (2005). The effects of alcohol expectancies on drinking behaviour in peer groups:  Observations in a naturalistic setting. <i>Addiction, 100</i>, 1270-1279. doi: 10.1111/j.1360-0443.2005.01152.x &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0870-8231201400040000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Calv&aacute;rio, M., Lizardo, M., Loureiro, M., &amp; Santos, V. (1997). Estudo dos h&aacute;bitos de consumo de bebidas alco&oacute;licas nos  estudantes da Universidade da Beira Interior. <i>Boletim do Centro Regional de Alcoologia de Coimbra, 1</i>, 7-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0870-8231201400040000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Chassin, L., Pitts, S. C., &amp; Prost, J. (2002). Binge drinking trajectories from adolescence to emerging adulthood in a high-risk sample:  Predictors and substance abuse outcomes. <i>Journal of Consulting and Clinical Psychology, 70</i>, 67-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0870-8231201400040000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> doi: 10.1037/0022-006X.70.1.67 </p>     <!-- ref --><p>Chen, W. Y., Rosner, B., Hankinson, S. E., Colditz, G. A., &amp; Willett, W. C. (2011). Moderate alcohol consumption during adult life, drinking  patterns, and breast cancer risk. <i>JAMA: The Journal of the American Medical Association, 306</i>, 1884-1890. doi: 10.1001/jama.2011.1590 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0870-8231201400040000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cooper, M. L., Russell, M., Skinner, J. B., Frone, M. R., &amp; Mudar, P. (1992). Stress and alcohol use: Moderating effects of gender, coping,  and alcohol expectancies. <i>Journal of Abnormal Psychology, 101</i>, 139-152. doi: 10.1037/0021-843X.101.1.139 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0870-8231201400040000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Dantzer, C., Wardle, J., Fuller, R., Pampalone, S. Z., &amp; Steptoe, A. (2006). International study of heavy drinking: Attitudes and  sociodemographic factors in university students. <i>Journal of American College Health, 55</i>, 83-90. doi: 10.3200/JACH.55.2.83-90 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0870-8231201400040000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Dierker, L., Lloyd-Richardson, E., Stolar, M., Flay, B., Tiffany, S., Collins, L., . . . Clayton, R. (2006). The proximal association between  smoking and alcohol use among first year college students. <i>Drug and Alcohol Dependence, 81</i>, 1-9. doi: 10.1016/j.drugalcdep.2005.05.012 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0870-8231201400040000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Eckardt, M. J., File, S. E., Gessa, G. L., Grant, K. A., Guerri, C., Hoffman, P. L., . . . Tabakoff, B. (1998). Effects of moderate alcohol  consumption on the central nervous system. <i>Alcoholism: Clinical and Experimental Research, 22</i>, 998-1040.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S0870-8231201400040000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Galhardo, A., &amp; Marques, P. (2004). <i>Descobre outros prazeres</i>. Coimbra: Associa&ccedil;&atilde;o Acad&eacute;mica de Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0870-8231201400040000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Ham, L. S., &amp; Hope, D. A. (2003). College students and problematic drinking: A review of the literature. <i>Clinical Psychology Review,  23</i>, 719-759.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0870-8231201400040000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Harford, T. C., Wechsler, H., &amp; Seibring, M. (2002). Attendance and alcohol use at parties and bars in college: A national survey of current  drinkers. <i>Journal of Studies on Alcohol and Drugs, 63</i>, 726-733.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0870-8231201400040000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Heinz, A. J., Beck, A., Meyer-Lindenberg, A., Sterzer, P., &amp; Heinz, A. (2011). Cognitive and neurobiological mechanisms of alcohol-related  aggression. <i>Nature Reviews Neuroscience, 12</i>, 400-413. doi: 10.1038/nrn3042 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0870-8231201400040000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Hibell, B., Guttormsson, U., Ahlstr&ouml;m, S., Balakireva, O., Bjarnason, T., Kokkevi, A., &amp; Kraus, L. (2009). <i>The 2007 ESPAD report:  Substance use among students in 35 European countries</i>. Swedish Council for Information on Alcohol and Other Drugs (CAN). </p>     <!-- ref --><p>Hingson, R., Heeren, T., Winter, M., &amp; Wechsler, H. (2005). Magnitude of alcohol-related mortality and morbidity among US college students  ages 18-24: Changes from 1998 to 2001. <i>Public Health, 26</i>, 259-279. doi: 10.1146/annurev.publhealth.26.021304.144652 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0870-8231201400040000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hingson, R. W., Heeren, T., Zakocs, R. C., Kopstein, A., &amp; Wechsler, H. (2002). Magnitude of alcohol-related mortality and morbidity among  US college students ages 18-24. <i>Journal of Studies on Alcohol and Drugs, 63</i>, 136-144.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0870-8231201400040000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Kassel, J. D., Jackson, S. I., &amp; Unrod, M. (2000). Generalized expectancies for negative mood regulation and problem drinking among college  students. <i>Journal of Studies on Alcohol and Drugs, 61</i>, 332-340.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0870-8231201400040000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lages, M. F. (2007). Os comportamentos de risco dos jovens portugueses e a sua mortalidade. <i>An&aacute;lise Social, XLII</i>, 395-418.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0870-8231201400040000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>MacLatchy-Gaudet, H. A., &amp; Stewart, S. H. (2001). The context-specific positive alcohol outcome expectancies of university women.  <i>Addictive Behaviors, 26</i>, 31-49. doi: 10.1016/S0306-4603(00)00080-0 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0870-8231201400040000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Maldonado-Devincci, A. M., Badanich, K. A., &amp; Kirstein, C. L. (2010). Alcohol during adolescence selectively alters immediate and long-term  behavior and neurochemistry. <i>Alcohol, 44</i>, 57-66. doi: 10.1016/j.alcohol.2009.09.035 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0870-8231201400040000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mar&iacute;n-Le&oacute;n, L., &amp; Vizzotto, M. M. (2003). Comportamentos no tr&acirc;nsito: Um estudo epidemiol&oacute;gico com estudantes  universit&aacute;rios. <i>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 19</i>, 515-523.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0870-8231201400040000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Mesquita, A. M. C., Bucaretchi, H. A., Castel, S., &amp; Andrade, A. G. d. (1995). Estudantes da Faculdade de Medicina da Universidade de  S&atilde;o Paulo: Uso de subst&acirc;ncias psicoativas em 1991. <i>Revista ABP-APAL, 17</i>, 47-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0870-8231201400040000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Musse, A. B. (2008). Apologia ao uso e abuso de &aacute;lcool entre universit&aacute;rios: Uma an&aacute;lise de cartazes de propaganda de  festas universit&aacute;rias. <i>SMAD. Revista Eletr&ocirc;nica Sa&uacute;de Mental &Aacute;lcool e Drogas, 4</i>, 1-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0870-8231201400040000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Nichter, M., Nichter, M., Carkoglu, A., &amp; Lloyd-Richardson, E. (2010). Smoking and drinking among college students: &ldquo;It&rsquo;s a  package deal&rdquo;. <i>Drug and Alcohol Dependence, 106</i>, 16-20. doi: 10.1016/j.drugalcdep. 2009.07.025 </p>     <!-- ref --><p>O&rsquo;Malley, P. M., &amp; Johnston, L. D. (2002). Epidemiology of alcohol and other drug use among American college students. <i>Journal of  Studies on Alcohol and Drugs, 14</i>, 23-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0870-8231201400040000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Oostveen, T., Knibbe, R., &amp; De Vries, H. (1996). Social influences on young adults&rsquo; alcohol consumption: Norms, modeling, pressure,  socializing, and conformity. <i>Addictive Behaviors, 21</i>, 187-197. doi: 10.1016/0306-4603(95)00052-6 </p>     <!-- ref --><p>Pedersen, W., &amp; von Soest, T. (2013). Socialization to binge drinking: A population-based, longitudinal study with emphasis on parental  influences. <i>Drug and Alcohol Dependence, 133</i>, 587-592. doi: 10.1016/j.drugalcdep.2013.07.028 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0870-8231201400040000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pereira, A. M. S. (1997). Stress e coping no aluno universit&aacute;rio. A componente de Psicologia na forma&ccedil;&atilde;o de professores e  outros agentes educativos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0870-8231201400040000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> <i>IV Semin&aacute;rio. </i>&Eacute;vora: Universidade de &Eacute;vora. </p>     <p>Pereira, A. M. S., Vaz, A., Medeiros, J., Lopes, P., Melo, A., Ata&iacute;de, R., &amp; Ferreira, J. (2004). Caracter&iacute;sticas  psicom&eacute;tricas do Invent&aacute;rio do Stress em Estudantes Universit&aacute;rios: Estudo explorat&oacute;rio. <i>Avalia&ccedil;&atilde;o  psicol&oacute;gica: Formas e contextos </i>(vol. X, pp. 326-329). Braga: Psiquil&iacute;brios Edi&ccedil;&otilde;es. </p>     <!-- ref --><p>Pierceall, E. A., &amp; Keim, M. C. (2007). Stress and coping strategies among community college students. <i>Community College Journal of  Research and Practice, 31</i>, 703-712. doi: 10.1080/10668920600866579 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0870-8231201400040000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Podsakoff, P. M., MacKenzie, S. B., Lee, J.-Y., &amp; Podsakoff, N. P. (2003). Common method biases in behavioral research: A critical review of  the literature and recommended remedies. <i>Journal of Applied Psychology, 88</i>, 879-903. doi: 10.1037/0021-9010.88.5.879 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0870-8231201400040000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ralston, T. E., Palfai, T. P., &amp; Rinck, M. (2013). The influence of depressed mood on action tendencies toward alcohol: The moderational  role of drinking motives. <i>Addictive Behaviors, 38</i>, 2810-2816. doi: 10.1016/ j.addbeh.2013.07.013 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0870-8231201400040000600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Randolph, M. E., Torres, H., Gore-Felton, C., Lloyd, B., &amp; McGarvey, E. L. (2009). Alcohol use and sexual risk behavior among college  students: Understanding gender and ethnic differences. <i>The American Journal of Drug and Alcohol Abuse, 35</i>, 80-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0870-8231201400040000600039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Read, J. P., Wood, M. D., Kahler, C. W., Maddock, J. E., &amp; Palfai, T. P. (2003). Examining the role of drinking motives in college student  alcohol use and problems. <i>Psychology of Addictive Behaviors, 17</i>, 13-23. doi: 10.1037/0893-164X.17.1.13 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0870-8231201400040000600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Redhwan, A. A., &amp; Karim, A. J. (2010). Knowledge, attitude and practice towards road traffic regulations among university students,  Malaysia. <i>International Medical Journal Malaysia, 9</i>, 29-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0870-8231201400040000600041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Reifman, A., &amp; Watson, W. K. (2003). Binge drinking during the first semester of college: Continuation and desistance from high school  patterns. <i>Journal of American College Health, 52</i>, 73-81. doi: 10.1080/07448480309595727 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0870-8231201400040000600042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Reinarman, C. (1988). The social construction of an alcohol problem. <i>Theory and Society, 17</i>, 91-120.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0870-8231201400040000600043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Rosenbluth, J., Nathan, P. E., &amp; Lawson, D. M. (1978). Environmental influences on drinking by college students in a college pub: Behavioral  observation in the natural environment. <i>Addictive Behaviors, 3</i>, 117-121. doi: 10.1016/0306-4603(78)90034-5 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0870-8231201400040000600044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Santos, L., Pereira, A., &amp; Veiga, F. (2007). <i>Sa&uacute;de mental e comportamentos de risco no ensino superior.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0870-8231201400040000600045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </i>Paper presented at the  1<sup>as </sup>Jornadas de Psicologia Cl&iacute;nica: Investiga&ccedil;&atilde;o em Diversos Contextos. Vila Real, Portugal. </p>     <!-- ref --><p>Scott-Sheldon, L. A. J., Carey, M. P., &amp; Carey, K. B. (2010). Alcohol and risky sexual behavior among heavy drinking college students.  <i>AIDS and Behavior, 14</i>, 845-853. doi: 10.1007/s10461-008-9426-9 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0870-8231201400040000600046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Shakeshaft, A. P., Bowman, J. A., &amp; Sanson-Fisher, R. W. (1998). Comparison of three methods to assess binge consumption: One-week  retrospective drinking diary, AUDIT, and quantity/frequency. <i>Substance Abuse, 19</i>, 191-203. doi: 10.1080/08897079809511387 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0870-8231201400040000600047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sheffield, F. D., Darkes, J., Del Boca, F. K., &amp; Goldman, M. S. (2005). Binge drinking and alcohol-related problems among community  college students: Implications for prevention policy. <i>Journal of American College Health, 54</i>, 137-141. doi: 10.3200/JACH.54.3.137-142 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0870-8231201400040000600048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sher, K. J., &amp; Rutledge, P. C. (2007). Heavy drinking across the transition to college: Predicting first-semester heavy drinking from  precollege variables. <i>Addictive Behaviors, 32</i>, 819-835. doi: 10.1016/j.addbeh.2006.06.024</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0870-8231201400040000600049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Smith, S. C. (2007). Risk factors for myocardial infarction in Latin America sobrepeso y obesidad. <i>Circulation, 115</i>, 1061-1063. doi:  10.1161/CIRCULATIONAHA.106.683623 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0870-8231201400040000600050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Stewart, S. H., Zeitlin, S. B., &amp; Samoluk, S. B. (1996). Examination of a three-dimensional drinking motives questionnaire in a young adult  university student sample. <i>Behaviour Research and Therapy, 34</i>, 61-71. doi: 10.1016/0005-7967(95)00036-W &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0870-8231201400040000600051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Straus, R., &amp; Bacon, S. D. (1953). <i>Drinking in college</i>. Westpor, CT: Yale University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0870-8231201400040000600052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Terlecki, M. A., Buckner, J. D., Larimer, M. E., &amp; Copeland, A. L. (2011). The role of social anxiety in a brief alcohol intervention for  heavy-drinking college students. <i>Journal of Cognitive Psychotherapy, 25</i>, 7-21. doi: 10.1891/0889-8391.25.1.7 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0870-8231201400040000600053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Vaughan, E. L., Corbin, W. R., &amp; Fromme, K. (2009). Academic and social motives and drinking behavior. <i>Psychology of Addictive Behaviors,  23</i>, 564-576. doi: 10.1037/a0017331 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0870-8231201400040000600054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wechsler, H., Dowdall, G. W., Davenport, A., &amp; Castillo, S. (1995). Correlates of college student binge drinking. <i>American Journal of  Public Health, 85</i>, 921-926.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S0870-8231201400040000600055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Wechsler, H., Dowdall, G. W., Maenner, G., Gledhill-Hoyt, J., &amp; Lee, H. (1998). Changes in binge drinking and related problems among  American college students between 1993 and 1997. Results of the Harvard School of Public Health College Alcohol Study. <i>Journal of American  College Health, 47</i>, 57-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0870-8231201400040000600056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Wechsler, H., Kuh, G., &amp; Davenport, A. E. (2009). Fraternities, sororities and binge drinking: Results from a national study of American  colleges. <i>NASPA Journal, 46</i>, 395-416.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0870-8231201400040000600057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Wechsler, H., Molnar, B. E., Davenport, A. E., &amp; Baer, J. S. (1999). College alcohol use: A full or empty glass? <i>Journal of American  College Health, 47</i>, 247-252. doi: 10.1080/07448489909595655 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0870-8231201400040000600058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Wicki, M., Kuntsche, E., &amp; Gmel, G. (2010). Drinking at European universities? A review of students&rsquo; alcohol use. <i>Addictive  Behaviors, 35</i>, 913-924. doi: 10.1016/j.addbeh.2010.06.015 </p>     <!-- ref --><p>Windle, M. (2003). Alcohol use among adolescents and young adults. <i>Population, 45</i>(5.9), 19-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0870-8231201400040000600060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Wood, M. D., Read, J. P., Palfai, T. P., &amp; Stevenson, J. F. (2001). Social influence processes and college student drinking: The  mediational role of alcohol outcome expectancies. <i>Journal of Studies on Alcohol and Drugs, 62</i>, 32-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0870-8231201400040000600061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Pedro F. S. Rodrigues, Universidade de Aveiro, Departamento de  Educa&ccedil;&atilde;o, Campus Universit&aacute;rio de Santiago, 3810-193 Aveiro; E-mail: <a href="mailto:pedro.filipe@ua.pt">pedro.filipe@ua.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p> <i>Submiss&atilde;o: </i>10/12/2013 <i>Aceita&ccedil;&atilde;o: </i>10/08/2014 </p>      ]]></body><back>
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