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<institution><![CDATA[,Universidade do Porto Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Aims: To characterize the variables alexithymia, spirituality (beliefs dimension and hope/optimismdimension) and assertiveness in the quality of life of women with breast cancer. Methodology: The sample is composed by 85 women with breast cancer from a Hospital of Porto,with an average age of 47 years old and mostly married. The patients completed 6 questionnaires:Sociodemographic and Clinical Questionnaire; Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS);Toronto Alexithymia Scale (TAS-20); Spirituality Evaluation Scale; Rathus Assertiveness Scale andThe European Organization for Research and Treatment of Cancer Quality of Life Questionnaire(EORTC QLQC-30, v.3.0).Results: The results indicate that alexithymia is negatively correlated with the hope/optimismdimension and with assertiveness and that all of these three variables are correlated to quality of life.It also demonstrates the existence of a positive correlation between age and quality of life and anegative correlation between the number of schooling years with alexithymia and beliefs dimension.The predictive model tested demonstrates the influence of alexithymia and hope/optimism dimensionin the quality of life of women with breast cancer, even after controlling anxiety and depression.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Cancro de mama]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Preditores da qualidade de vida numa amostra de mulheres com cancro da mama</b></p>     <p><b>Helena Sousa<sup>1</sup>, Marina Guerra<sup>1</sup>, Leonor Lencastre<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Objetivo: Analisar a rela&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis alexitimia, espiritualidade, assertividade, ansiedade, depress&atilde;o e  qualidade de vida, com o objetivo de construir um modelo preditor da qualidade de vida numa amostra de mulheres com cancro de mama. M&eacute;todo:  A amostra inclui 85 mulheres com cancro de mama dum hospital do Porto, com uma m&eacute;dia de 47 anos e maioritariamente casadas. As doentes foram  avaliadas atrav&eacute;s de 6 instrumentos de autopreenchimento: Question&aacute;rio Sociodemogr&aacute;fico e Cl&iacute;nico; Hospital Anxiety and  Depression Scale (HADS); Escala de Alexitimia de Toronto (TAS-20); Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o da Espiritualidade; Escala de Assertividade de  Rathus e Quality of Life Questionnaire (EORTC QLQC-30, v.3.0). Resultados: Os resultados indicam que estas mulheres s&atilde;o mais  alexit&iacute;micas do que a popula&ccedil;&atilde;o normativa e que uma das estrat&eacute;gias de coping adaptativas a que recorrem &eacute; a  esperan&ccedil;a/otimismo. N&atilde;o apresentam sintomatologia depressiva acentuada, sendo a componente ansiosa a mais evidente. A  avalia&ccedil;&atilde;o que apresentam em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua qualidade de vida global parece ser positiva. O modelo preditor obtido  exclui o efeito das cren&ccedil;as espirituais/religiosas e da assertividade e salienta a import&acirc;ncia da alexitimia como fator de risco e  da esperan&ccedil;a/otimismo como fator protetor da qualidade de vida de mulheres com cancro de mama, depois de controladas as vari&aacute;veis  ansiedade e depress&atilde;o. </p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Cancro de mama, Alexitimia, Espiritualidade, Assertividade, Qualidade de vida. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Aims: To characterize the variables alexithymia, spirituality (beliefs dimension and hope/optimismdimension) and assertiveness in the  quality of life of women with breast cancer. Methodology: The sample is composed by 85 women with breast cancer from a Hospital of Porto,with an  average age of 47 years old and mostly married. The patients completed 6 questionnaires:Sociodemographic and Clinical Questionnaire; Hospital  Anxiety and Depression Scale (HADS);Toronto Alexithymia Scale (TAS-20); Spirituality Evaluation Scale; Rathus Assertiveness Scale andThe European  Organization for Research and Treatment of Cancer Quality of Life Questionnaire(EORTC QLQC-30, v.3.0).Results: The results indicate that  alexithymia is negatively correlated with the hope/optimismdimension and with assertiveness and that all of these three variables are correlated  to quality of life.It also demonstrates the existence of a positive correlation between age and quality of life and anegative correlation between  the number of schooling years with alexithymia and beliefs dimension.The predictive model tested demonstrates the influence of alexithymia and  hope/optimism dimensionin the quality of life of women with breast cancer, even after controlling anxiety and depression. </p>     <p><b>Key-words: </b>Breast cancer, Alexithymia, Spirituality, Assertiveness, Quality of life. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>O cancro de mama &eacute; a doen&ccedil;a maligna que mais afeta o sexo feminino, estimando-se que ao longo da vida uma em cada nove mulheres  venha a desenvolver esta patologia (Fern&aacute;ndez-Delgado et al., 2008). O avan&ccedil;o tecnol&oacute;gico ao n&iacute;vel das ci&ecirc;ncias  m&eacute;dicas tem proporcionado um crescente otimismo no tratamento da doen&ccedil;a oncol&oacute;gica e no aumento da sobrevida. Apesar disto, o  cancro de mama continua a ser um acontecimento de vida adverso e potencialmente traum&aacute;tico, com um tratamento prolongado e incerto,  acompanhado por elevadas exig&ecirc;ncias pessoais e sociais, com um impacto profundo e duradouro na qualidade de vida (Montarezi, 2007). </p>     <p>Com vista a uma melhor identifica&ccedil;&atilde;o dos fatores que poder&atilde;o ter interfer&ecirc;ncia com o risco de disfun&ccedil;&atilde;o  psicossocial nesta popula&ccedil;&atilde;o, &eacute; fundamental conhecer as vari&aacute;veis que poder&atilde;o colocar em risco ou proteger a  qualidade de vida (Silva, Bettencourt, Moreira, &amp; Canavarro, 2011). </p>     <p>Na literatura destacam-se particularmente dois fatores de risco: a ansiedade e a depress&atilde;o. O cancro de mama tem vindo a relacionar-se  com o desenvolvimento de perturba&ccedil;&otilde;es de humor (Costa-Requena, Rodriguez, &amp; Fern&aacute;ndez-Ortega, 2012; Hulbert-Williams,  Neal, Morrison, Hood, &amp; Wilkinson, 2012; Hung et al., 2013; Montarezi, 2007; Stafford et al., 2013), o que torna fundamental a  avalia&ccedil;&atilde;o e inclus&atilde;o destas duas vari&aacute;veis nos diferentes estudos que se debru&ccedil;am sobre o impacto da  doen&ccedil;a. </p>     <p>Este artigo considera tamb&eacute;m fatores da personalidade que poder&atilde;o influenciar o <i>coping </i>com a doen&ccedil;a, baseando-se na  exist&ecirc;ncia de alguns comportamentos de um certo tipo de personalidade &ndash; a personalidade do Tipo C &ndash; associados ao cancro  (Patr&atilde;o &amp; Leal, 2004; Vazquez, Rodriguez, &amp; &Aacute;lvarez, 2003). Relacionados com este tipo de personalidade, surgem em destaque  dois fatores de risco: a alexitimia e a falta de assertividade. Relativamente &agrave; alexitimia (dificuldade na express&atilde;o emocional), a  an&aacute;lise desta estrat&eacute;gia de <i>coping </i>repressiva e mal adaptativa (Iwamitsu et al., 2003), merece interesse pela sua  correla&ccedil;&atilde;o negativa com diferentes dimens&otilde;es da qualidade de vida, como por exemplo a dor (Shibata et al., 2014) e a fadiga  (Gritti et al., 2010). </p>     <p>Relativamente &agrave;s vari&aacute;veis protetoras destaca-se o papel da espiritualidade e da assertividade. De acordo com a revis&atilde;o  sistem&aacute;tica elaborada por Veit e Castro (2013), os estudos sobre o impacto da espiritualidade na adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;  doen&ccedil;a oncol&oacute;gica s&atilde;o escassos. A espiritualidade &eacute; apresentada por alguns autores enquanto estrat&eacute;gia de  <i>coping </i>adaptativa (Stanton, Danoff-bur, &amp; Huggins, 2002) e como uma das principais vari&aacute;veis associadas &agrave; qualidade de  vida do doente oncol&oacute;gico (Lim &amp; Yi, 2009). </p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; assertividade (express&atilde;o de direitos, emo&ccedil;&otilde;es, sentimentos e pensamentos), considerada  como um tra&ccedil;o individual positivo, o seu estudo &eacute; pertinente uma vez que h&aacute; poucos estudos que se foquem no seu papel enquanto  vari&aacute;vel positiva (Patr&atilde;o &amp; Leal, 2004; Vazquez et al., 2003). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Apresentamos, de seguida, uma descri&ccedil;&atilde;o mais detalhada de cada uma das vari&aacute;veis psicol&oacute;gicas em estudo. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Ansiedade e depress&atilde;o </i></p>     <p>A doen&ccedil;a oncol&oacute;gica &eacute; um importante fator de risco no desenvolvimento de perturba&ccedil;&otilde;es de humor (Hung et al.,  2013). A presen&ccedil;a da comorbilidade psicol&oacute;gica nesta popula&ccedil;&atilde;o parece, no entanto, variar consoante as fases de  adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; doen&ccedil;a oncol&oacute;gica (Costa-Requena et al., 2012). A literatura indica que sobretudo numa fase inicial,  a maioria das mulheres experiencia algum grau de perturba&ccedil;&atilde;o emocional e rea&ccedil;&otilde;es emocionais negativas, comuns e  adaptativas (Pais-Ribeiro et al., 2007; Silva, Moreira, &amp; Canavarro, 2010). Estima-se que na fase de diagn&oacute;stico e durante os  tratamentos a preval&ecirc;ncia de sintomas depressivos e ansi&oacute;genos ronde os 40% (Zabora, BrintzenhofeSzoc, Curbow, Hooker, &amp;  Piantadosi, 2001), sendo que em 15.7% dos casos poder&aacute; diagnosticar-se uma depress&atilde;o major e em 53.2% uma ansiedade clinicamente  significativa (Costa-Requena et al., 2012; Silva et al., 2010). A incid&ecirc;ncia desta sintomatologia tem vindo a ser associada n&atilde;o  s&oacute; &agrave; doen&ccedil;a, mas tamb&eacute;m aos seus tratamentos intrusivos que provocam altera&ccedil;&otilde;es na imagem corporal, na  intimidade e na sexualidade (Hung et al., 2013), mas tamb&eacute;m a outras causas como o medo da recidiva (Pinto &amp; Ribeiro, 2006; Vickberg,  2001) e o medo da morte (Patr&atilde;o, Leal, &amp; Maroco, 2008). </p>     <p>A presen&ccedil;a desta comorbilidade psicol&oacute;gica tem repercuss&otilde;es importantes na ades&atilde;o terap&ecirc;utica e na qualidade  de vida, podendo influenciar os resultados dos tratamentos (Hung et al., 2013), o tempo de hospitaliza&ccedil;&atilde;o (Johnston, 1997), a  esperan&ccedil;a de recupera&ccedil;&atilde;o (Brothers &amp; Andersen, 2009) e as taxas de mortalidade (Reich, Lesur, &amp; Perdrizet-Chevallier,  2008). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Alexitimia </i></p>     <p>Na d&eacute;cada de 80, h&aacute; estudos que referem a exist&ecirc;ncia de um tipo de personalidade encontrado com frequ&ecirc;ncia em doentes  com cancro &ndash; a personalidade do Tipo C (Patr&atilde;o &amp; Leal, 2004; Taylor, 2000; Vazquez et al., 2003), caracterizada pela  inexpressividade emocional. Os indiv&iacute;duos que apresentam uma capacidade introspetiva diminu&iacute;da e um estilo cognitivo caraterizado por  uma forte dificuldade na express&atilde;o emocional e na distin&ccedil;&atilde;o entre emo&ccedil;&otilde;es e sensa&ccedil;&otilde;es corporais  s&atilde;o considerados alexitimicos (Fonte, 1993). A alexitimia ou &ldquo;sem palavras para os sentimentos&rdquo; (Fernandes &amp; Tom&eacute;,  2001, p. 97) &eacute; um <i>coping </i>repressivo, de evitamento, de nega&ccedil;&atilde;o (Lieberman &amp; Goldstein, 2006) e mal adaptativo  (Iwamitsu et al., 2003). Por outro lado, uma boa express&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es est&aacute; associada a um maior bem-estar psicossocial,  a uma maior autoconfian&ccedil;a e assertividade, a um esp&iacute;rito mais lutador e a uma melhor qualidade de vida (Mantani et al., 2007). </p>     <p>A import&acirc;ncia da express&atilde;o emocional e as suas consequ&ecirc;ncias ao n&iacute;vel f&iacute;sico e mental tem vindo a ser cada vez  mais estudada pela Psico-Oncologia, devido ao seu papel cr&iacute;tico na doen&ccedil;a (Fonte, 1993). A n&iacute;vel internacional, h&aacute; um  estudo que compara um grupo de mulheres com cancro de mama com um grupo de controlo (mulheres sem doen&ccedil;a), concluindo que as mulheres com  cancro de mama s&atilde;o significativamente mais alexit&iacute;micas (Manna et al., 2007). A n&iacute;vel nacional, encontramos apenas um estudo  que indica uma preval&ecirc;ncia da alexitimia em mulheres com cancro de mama duas vezes superior &agrave; da popula&ccedil;&atilde;o normativa  (Guerra, Pinto, &amp; Mariano, 2007). No entanto, a associa&ccedil;&atilde;o entre a alexitimia e a doen&ccedil;a oncol&oacute;gica  mant&eacute;m-se controversa (Gritti et al., 2010; Jensen-Johansen et al., 2013; Mantani et al., 2007). Alguns artigos indicam  correla&ccedil;&otilde;es negativas entre esta vari&aacute;vel e diferentes dom&iacute;nios da qualidade de vida (Gritti et al., 2010; Shibata et  al., 2014). </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Espiritualidade </i></p>     <p>A influ&ecirc;ncia da espiritualidade na sa&uacute;de tem sido alvo de um n&uacute;mero crescente de estudos, apontando para um efeito  ben&eacute;fico desta vari&aacute;vel tanto a n&iacute;vel f&iacute;sico como mental (Oman &amp; Thoresen, 2005). A inclus&atilde;o da  dimens&atilde;o espiritual nas defini&ccedil;&otilde;es de qualidade de vida relacionada com a sa&uacute;de reflete o alargamento da  no&ccedil;&atilde;o de espiritualidade que n&atilde;o se restringe &agrave; dimens&atilde;o religiosa. </p>     <p>Espiritualidade e religiosidade s&atilde;o conceitos diferentes, embora seja necess&aacute;rio entend&ecirc;-los como multidisciplinares e  interdependentes (Zinnbauer &amp; Pargament, 2005). A religi&atilde;o &eacute; institucional, fundamentada por cren&ccedil;as e rituais,  referindo-se ao grau de participa&ccedil;&atilde;o ou de ades&atilde;o da pessoa &agrave;s pr&aacute;ticas religiosas (Oman &amp; Thoresen, 2005),  enquanto a espiritualidade &eacute; um constructo mais amplo (Pinto &amp; Ribeiro, 2007), pessoal, subjetivo, um processo din&acirc;mico e  experiencial e que pode ou n&atilde;o, coexistir com a pr&aacute;tica religiosa (Lim &amp; Yi, 2009; Pinto &amp; Ribeiro, 2007). </p>     <p>Ambas constituem estrat&eacute;gias de <i>coping </i>adaptativas que auxiliam na procura do sentido para a vida, da esperan&ccedil;a e do  bem-estar face a uma doen&ccedil;a grave, como o cancro de mama (Pinto &amp; Ribeiro, 2007). Segundo Romero e colaboradores (2006), o  <i>coping </i>espiritual-religioso est&aacute; relacionado com uma melhor sa&uacute;de, maior bem-estar psicol&oacute;gico, melhor qualidade de  vida (Kandasamy, Chaturvedi, &amp; Gmenor, 2011), por se associar &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o da autoestima, do otimismo (Gall,  Guirguis-Younger, &amp; Charbonneau, 2009), da esperan&ccedil;a (Ebright &amp; Lyon, 2002) e de estrat&eacute;gias mais adaptativas perante a  doen&ccedil;a. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Assertividade </i></p>     <p>A assertividade &eacute; um constructo com duas dimens&otilde;es: a frequ&ecirc;ncia dos comportamentos assertivos e a tens&atilde;o, ansiedade  e desconforto associados a esses comportamentos. Existem quatro estilos de comportamentos interpessoais: o assertivo, o ansioso, o indiferente e o  n&atilde;o-assertivo (Hinnen, Hagedoorn, Ranchor, &amp; Sanderman, 2008). Uma das carater&iacute;sticas da personalidade do Tipo C associada ao  cancro &eacute; a falta de assertividade (Vazquez et al., 2003), pelo que limitar-nos-emos a distinguir entre o estilo assertivo e o  n&atilde;o-assertivo, uma vez que constituem o foco de interesse para o presente trabalho. Sendo assim, enquanto vari&aacute;vel positiva, um  estilo de comportamento interpessoal assertivo &eacute; marcado pela afirma&ccedil;&atilde;o de um <i>self </i>seguro e coerente e por um  sentimento de conforto perante as situa&ccedil;&otilde;es que impliquem a abertura aos outros. Esses comportamentos associam-se a uma  frequ&ecirc;ncia elevada de respostas assertivas e a uma baixa tens&atilde;o. Em contrapartida, os comportamentos interpessoais de  n&atilde;o-assertividade caraterizam-se por tentativas volunt&aacute;rias de exprimir os sentimentos e pensamentos, mas com uma grande dificuldade  ao faz&ecirc;-lo (Vazquez et al., 2003). Associa-se a um forte sentimento de desconforto e de tens&atilde;o (Hinnen et al., 2008), tal como na  alexitimia (Manna et al., 2007). </p>     <p>As mulheres com cancro de mama menos assertivas parecem experienciar menores n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o interpessoal, em  compara&ccedil;&atilde;o com as mulheres mais assertivas. O evento stressante e amea&ccedil;ador que constitui o diagn&oacute;stico de um cancro  poder&aacute; contribuir para esta insatisfa&ccedil;&atilde;o. Estas mulheres ter&atilde;o maior dificuldade em exprimir os seus medos e as suas  limita&ccedil;&otilde;es pessoais, em confiar nos outros, em promover a proximidade e a intimidade, experienciando frequentemente mais  solid&atilde;o e falta de controlo emocional nas suas rela&ccedil;&otilde;es interpessoais, bem como uma maior dificuldade em resolver problemas  interpessoais (Hinnen et al., 2008). Deste modo, desenvolvem tamb&eacute;m uma atitude mais negativa face ao cancro relacionada com elevados  n&iacute;veis de <i>distress </i>psicol&oacute;gico e por isso, apresentam uma menor qualidade de vida (Gerasim&#269;ik-Pulko,  Pileckait&#279;-Markoviene, Bulotien&#279;, &amp; Ostapenko, 2009). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Qualidade de vida </i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>N&atilde;o h&aacute; uma defini&ccedil;&atilde;o consensual de qualidade de vida, existem sim, diferentes propostas que variam consoante os  autores. Devido ao interesse crescente pela qualidade de vida no &acirc;mbito da doen&ccedil;a, surge a &ldquo;qualidade de vida relacionada com a  sa&uacute;de&rdquo; (Pimentel, 2006, p. 25) que representa as respostas individuais aos efeitos da doen&ccedil;a, englobando a dimens&atilde;o  f&iacute;sica, psicol&oacute;gica, social e espiritual, bem como a avalia&ccedil;&atilde;o da efic&aacute;cia dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de  (Dow, Ferrell, Leigh, Ly, &amp; Gulasekaram, 1996; Pimentel, 2006; Pinto &amp; Ribeiro, 2006). </p>     <p>Na &aacute;rea da oncologia, os estudos de avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida apresentam diferentes conclus&otilde;es. H&aacute;  autores que defendem a import&acirc;ncia da avalia&ccedil;&atilde;o desta vari&aacute;vel no cancro de mama (Patr&atilde;o et al., 2008; Pimentel,  2006), uma vez que esta patologia se destaca pela incid&ecirc;ncia no sexo feminino e est&aacute; associada a uma s&eacute;rie de  consequ&ecirc;ncias biopsicossociais que t&ecirc;m vindo a prejudicar a mulher, nomeadamente a n&iacute;vel laboral, familiar (Taylor, 2000),  social (Holland &amp; Holahan, 2003) e pessoal (f&iacute;sico, na autoimagem e na vida sexual) (Safarinejad, Shafi, &amp; Safarinejad, 2013).  Outros estudos relatam que a qualidade de vida das mulheres com cancro da mama &eacute; melhor do que seria de esperar (Lopes, Ribeiro, &amp;  Leal, 1999). Ter esperan&ccedil;a, suporte social, espiritualidade, sentido de utilidade, felicidade e satisfa&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o as  vari&aacute;veis que melhor equilibram a qualidade de vida nesta popula&ccedil;&atilde;o (Dow et al., 1996). Por outro lado, a incerteza  (Fallowfield, 1997), o <i>distress </i>(Zabora et al., 2001), os pensamentos ruminativos (Dupont, Bower, Stanton, &amp; Ganz, 2014), a ansiedade e  a depress&atilde;o (Lim &amp; Yi, 2009), tamb&eacute;m se relacionam, mas negativamente. </p>     <p>Mais estudos sobre a qualidade de vida s&atilde;o fundamentais para o conhecimento do impacto da doen&ccedil;a, da sua evolu&ccedil;&atilde;o,  da efic&aacute;cia e da adapta&ccedil;&atilde;o dos doentes aos tratamentos e aos seus efeitos colaterais (Paredes et al., 2008). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Objetivo </b></p>     <p>Este estudo pretende analisar a rela&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis alexitimia, espiritualidade, assertividade, ansiedade,  depress&atilde;o e qualidade de vida, com o objetivo de construir um modelo preditor da qualidade de vida. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>M&eacute;todo </b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes </i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A amostra &eacute; constitu&iacute;da por 85 mulheres com cancro de mama utentes de um hospital do Grande Porto, com uma m&eacute;dia de 47 anos  de idade, casadas (76.5%), com filhos (71.8%) e com um n&iacute;vel m&eacute;dio de escolaridade de 10 anos e meio. A maioria (44.7%) encontra-se  entre o 2&ordm; e o 6&ordm; m&ecirc;s ap&oacute;s o diagn&oacute;stico cl&iacute;nico, predominando as mulheres mastectomizadas (63.5%) que  realizaram quimioterapia (89.4%), e radioterapia (71.8%). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Instrumentos </i></p>     <p>Foram utilizados 6 instrumentos de autopreenchimento para a recolha de dados neste estudo. O <i>Question&aacute;rio Sociodemogr&aacute;fico e  Cl&iacute;nico </i>inclui duas sec&ccedil;&otilde;es, a primeira relativa aos dados sociodemogr&aacute;ficos e a segunda destinada &agrave;s  caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas da amostra. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A <i>Hospital Anxiety and Depression Scale &ndash; HADS </i>traduzida e adaptada para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa por Pais-Ribeiro e  colaboradores (2007), &eacute; um instrumento constitu&iacute;do por 14 itens divididos em 2 subescalas cotadas separadamente: uma relativa  &agrave; ansiedade (itens impares) e outra para a depress&atilde;o (itens pares). O intervalo de resultados poss&iacute;veis varia entre 0 e 21  pontos para cada subescala. O estudo de adapta&ccedil;&atilde;o portuguesa considerou como ponto de corte para a presen&ccedil;a de ansiedade ou  depress&atilde;o um resultado igual ou superior a 11 pontos (Pais-Ribeiro et al., 2007). Ao n&iacute;vel das suas qualidades  psicom&eacute;tricas, a vers&atilde;o portuguesa da <i>HADS </i>revelou-se um instrumento v&aacute;lido e consistente (valores de <i>alpha de  Cronbach </i>de .76 e .81, respetivamente para a ansiedade e para a depress&atilde;o) na avalia&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis a que se  prop&otilde;e. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A <i>Escala de Alexitimia de Toronto de 20 itens </i>&ndash; <i>TAS 20 </i>&eacute; escala mais utilizada mundialmente na  avalia&ccedil;&atilde;o do construto alexitimia (Torres et al., 2011). Trata-se de um instrumento j&aacute; adaptado para a popula&ccedil;&atilde;o  portuguesa (Prazeres, Parker, &amp; Taylor, 2000) composto por 20 itens. A cota&ccedil;&atilde;o dos resultados obt&eacute;m-se atrav&eacute;s do  seu somat&oacute;rio, variando de 20 a 80. S&atilde;o considerados alexit&iacute;micos os indiv&iacute;duos com resultados superiores ou iguais a  61 e n&atilde;o alexit&iacute;micos os sujeitos com resultados inferiores ou iguais a 51 (Prazeres et al., 2000) Os resultados compreendidos entre  52 e 60, inclusive, correspondem a uma zona fronteira. A vers&atilde;o utilizada possui ainda uma boa consist&ecirc;ncia interna (0.798) (Prazeres  et al., 2000). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A <i>Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o da Espiritualidade </i>(Pinto &amp; Ribeiro, 2007) cont&eacute;m 5 itens medidos numa escala de 4 pontos.  A an&aacute;lise das propriedades psicom&eacute;tricas confirmou a exist&ecirc;ncia de duas dimens&otilde;es: cren&ccedil;as espirituais/religiosas  (itens 1 e 2) e esperan&ccedil;a/otimismo (itens 3, 4 e 5) que explicam 75,23% da vari&acirc;ncia total. A dimens&atilde;o cren&ccedil;as integra  os itens que traduzem a valoriza&ccedil;&atilde;o das cren&ccedil;as espirituais/religiosas na atribui&ccedil;&atilde;o de sentido &agrave; vida,  enquanto a dimens&atilde;o esperan&ccedil;a/otimismo integra itens que correspondem a um sentido positivo da vida norteado pela perspetiva de um  futuro com esperan&ccedil;a e numa redefini&ccedil;&atilde;o de valores de vida. O <i>alpha de Cronbach </i>conclui que a dimens&atilde;o  cren&ccedil;as espirituais/religiosas apresenta &iacute;ndices mais elevados e consistentes (.92) do que a dimens&atilde;o  esperan&ccedil;a/otimismo (.69) (Pinto &amp; Ribeiro, 2007). Estas dimens&otilde;es determinam tamb&eacute;m o modo de cota&ccedil;&atilde;o do  instrumento, sendo que este procedimento &eacute; efetuado atrav&eacute;s da m&eacute;dia dos itens de cada uma delas, pelo que quanto maior o  valor obtido, maior a concord&acirc;ncia com a dimens&atilde;o avaliada (Pinto &amp; Ribeiro, 2010). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>A <i>Escala de Assertividade de Rathus </i>adaptada para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa por Detry e Castro (1996), &eacute; um instrumento  que tem como principal objetivo medir as mudan&ccedil;as que ocorrem no comportamento assertivo, baseado em 30 afirma&ccedil;&otilde;es. Segundo o  artigo original, os valores podem variar entre -90 e +90, sendo a m&eacute;dia de refer&ecirc;ncia da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa de -1.83  (<i>DP</i>=23.67) (Detry &amp; Castro, 1996). Os estudos das qualidades psicom&eacute;tricas demonstraram que os resultados encontrados na amostra  portuguesa s&atilde;o bastante compar&aacute;veis aos originais, revelando valores fi&aacute;veis e que justificam a sua utilidade. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>O <i>The European Organization for Research and Treatment of Cancer Quality of Life Questionnaire &ndash; EORTC QLQC-30 </i>(v. 3.0) &eacute; um  instrumento com 30 itens utilizado internacionalmente para avaliar a qualidade de vida relacionada com a sa&uacute;de em pessoas com cancro  (Aaronson et al., 1993). Trata-se de uma medida geral e por isso, existem tamb&eacute;m v&aacute;rios m&oacute;dulos espec&iacute;ficos. &Eacute;  composto por uma medida da qualidade de vida global (itens 29 e 30), por 4 escalas funcionais (funcionamento f&iacute;sico, de papel/desempenho,  emocional, cognitivo e social), por 3 escalas de sintomas (fadiga, n&aacute;useas/v&oacute;mitos e dor), e por 6 itens de sintomas (dispneia,  ins&oacute;nia, perda de apetite, obstipa&ccedil;&atilde;o, diarreia e dificuldades financeiras). Os resultados s&atilde;o transformados em valores  de 0 a 100, obtidos atrav&eacute;s de algoritmos pr&oacute;prios. Em Portugal, as suas propriedades psicom&eacute;tricas foram estudadas por  Ribeiro, Pinto e Santos (2008), sendo os valores de fidelidade apropriados, variando de .57 a .88., considerando o n&uacute;mero reduzido de itens. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimento </i></p>     <p>O projeto foi aprovado pela Comiss&atilde;o de &Eacute;tica de um hospital do Grande Porto e a amostra foi constitu&iacute;da por todas as  mulheres com cancro de mama que compareceram &agrave; consulta desde in&iacute;cio do m&ecirc;s de Fevereiro at&eacute; Maio de 2012 e que se  predispuseram a participar no estudo. Os crit&eacute;rios de exclus&atilde;o foram a apresenta&ccedil;&atilde;o de d&eacute;fices cognitivos e/ou  motores que dificultassem o preenchimento dos question&aacute;rios. As doentes foram abordadas na sala de espera da Clinica da Mama e convidadas ao  preenchimento dos question&aacute;rios num gabinete desta clinica, ap&oacute;s lhes ter sido explicado o principal objetivo do estudo, salientando  o car&aacute;ter volunt&aacute;rio da participa&ccedil;&atilde;o e a confidencialidade. </p>     <p>O tratamento dos dados foi efetuado com o <i>software Statistical Package for Social Sciences (SPSS)</i>, vers&atilde;o 19.0. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados </b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A <a href="#t1">Tabela 1</a> apresenta a caracteriza&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis alexitim&iacute;a, espiritualidade, assertividade,  ansiedade e depress&atilde;o na amostra de mulheres com cancro de mama. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v33n1/33n1a03t1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Ao analisar os resultados obtidos, verifica-se que a preval&ecirc;ncia da alexitimia no nosso estudo &eacute; de 47.1%, tendo em conta os  valores de corte estabelecidos por Taylor e colaboradores (1997, como citado em Torres et al., 2011). Considerando o valor encontrado no estudo de  Prazeres e colaboradores (2000) da adapta&ccedil;&atilde;o da <i>TAS-20 </i>&agrave; popula&ccedil;&atilde;o portuguesa (<i>M</i>=36.7), e depois  de realizado o teste <i>t de Student</i>, confirma-se que as mulheres com cancro de mama da nossa amostra revelam n&iacute;veis de  alexitimia significativamente superiores (<i>M</i>=58.7) aos da popula&ccedil;&atilde;o normativa [<i>t</i>(84)=14,04, <i>p</i>&lt;.01]. </p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; espiritualidade, na dimens&atilde;o cren&ccedil;as espirituais/religiosas as participantes apresentam um valor  m&eacute;dio de 3.26 e na dimens&atilde;o esperan&ccedil;a/otimismo de 2.84. Trata-se de valores elevados, tendo em conta os valores m&iacute;nimo  1 e m&aacute;ximo 4 da Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o da Espiritualidade (Pinto &amp; Ribeiro, 2007). O teste <i>t de Student </i>para amostras  emparelhadas, revela que o valor m&eacute;dio da dimens&atilde;o cren&ccedil;as espirituais/religiosas &eacute; significativamente superior ao  valor m&eacute;dio da dimens&atilde;o esperan&ccedil;a/otimismo [<i>t</i>(84)=3.77, <i>p</i>&lt;.001]. </p>     <p>Relativamente &agrave; assertividade, as participantes apresentam uma m&eacute;dia de -3.53, valor que, quando comparado com a  popula&ccedil;&atilde;o normativa do estudo de Detry e Castro (1996), revela que n&atilde;o existem diferen&ccedil;as estatisticamente  significativas [<i>t</i>(84)=-.54, <i>p</i>=.59, <i>ns</i>]. </p>     <p>Para avaliar a comorbilidade psicol&oacute;gica das mulheres com cancro de mama da nossa amostra, foram analisados os n&iacute;veis de ansiedade  e de depress&atilde;o, medidos pela <i>HADS</i>. No que diz respeito &agrave; ansiedade, e considerando o ponto de corte de 11 como indicador de  perturba&ccedil;&atilde;o significativa, podemos verificar que 28.2% das mulheres da nossa amostra apresenta n&iacute;veis clinicamente  significativos de ansiedade. Relativamente &agrave; depress&atilde;o, constat&aacute;mos que apenas uma minoria das mulheres evidencia  n&iacute;veis clinicamente significativos de depress&atilde;o (9.4%). </p>     <p>Por fim, a m&eacute;dia da qualidade de vida global das nossas participantes &eacute; de 60.69. Tendo em conta que os valores padronizados do  <i>QLQC-30 </i>variam entre 0 e 100, conclui-se que as mulheres da nossa amostra t&ecirc;m uma perce&ccedil;&atilde;o moderada da sua qualidade de  vida global. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As an&aacute;lises correlacionais referem-se &agrave;s associa&ccedil;&otilde;es das vari&aacute;veis psicol&oacute;gicas em estudo entre si  (alexitimia, espiritualidade, assertividade, ansiedade e depress&atilde;o) e tamb&eacute;m, &agrave; associa&ccedil;&atilde;o dessas  vari&aacute;veis com a perce&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida global das participantes. A <a href="#t2">Tabela 2</a> apresenta os valores  correlacionais obtidos. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v33n1/33n1a03t2.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Com o objetivo de construir um modelo preditor da qualidade de vida utilizando as vari&aacute;veis psicol&oacute;gicas em estudo, realizou-se  uma regress&atilde;o m&uacute;ltipla hier&aacute;rquica apresentando-se na <a href="#t3">Tabela 3</a> o sum&aacute;rio de alguns valores obtidos.  N&atilde;o foram integradas correla&ccedil;&otilde;es nem inferiores a .30, nem superiores a .70 (Pallant, 2001), pelo que foram inclu&iacute;das  apenas as vari&aacute;veis alexitimia, esperan&ccedil;a/otimismo, ansiedade e depress&atilde;o. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v33n1/33n1a03t3.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O modelo 1 com as vari&aacute;veis ansiedade e depress&atilde;o explica 26% da vari&acirc;ncia da qualidade de vida (<i>r<Sup>2</i></Sup>=.262).  Depois de inseridas tamb&eacute;m as vari&aacute;veis alexitimia e esperan&ccedil;a/otimismo , o modelo 2 com todas as vari&aacute;veis passa a  explicar 43% da vari&acirc;ncia total (<i>r<Sup>2</i></Sup>=.434). Destes 43% de vari&acirc;ncia total da qualidade de vida, 17,2% s&atilde;o  atribu&iacute;dos &agrave;s vari&aacute;veis alexitimia e esperan&ccedil;a/otimismo, depois de controladas as vari&aacute;veis ansiedade e  depress&atilde;o ou seja depois dos efeitos das vari&aacute;veis ansiedade e depress&atilde;o terem sido removidos  (<i>r<Sup>2 </i></Sup>&ldquo;mudan&ccedil;a&rdquo;=.172). Estas vari&aacute;veis explicam uma vari&acirc;ncia adicional na qualidade de vida de  17,2%. Esta contribui&ccedil;&atilde;o &eacute; estatisticamente significativa como indicado pela signific&acirc;ncia do valor de  <i>F </i>[<i>F</i>(2,80)=12.11, <i>p</i>&lt;.001]. O modelo 2 como um todo, incluindo os dois blocos de vari&aacute;veis, &eacute; significativo,  como se pode concluir depois de realizada a ANOVA [<i>F</i>(4, 80)=15.32, <i>p</i>&lt;.001]. </p>     <p>Na <a href="#t4">Tabela 4</a> apresenta-se a contribui&ccedil;&atilde;o de cada vari&aacute;vel para a equa&ccedil;&atilde;o do modelo. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t4"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v33n1/33n1a03t4.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Como se pode ver na <a href="#t4">Tabela 4</a>, apenas a alexitimia e a dimens&atilde;o esperan&ccedil;a/otimismo da espiritualidade apresentam  uma contribui&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa. Por ordem de import&acirc;ncia, a esperan&ccedil;a/otimismo apresenta um valor  superior (<i>&beta;</i>=.38, <i>p</i>=.001) ao da alexitimia (<i>&beta;</i>=-.33, <i>p</i>=.002). Nem a depress&atilde;o nem a ansiedade apresentam  uma contribui&ccedil;&atilde;o &uacute;nica, quando os feitos de sobreposi&ccedil;&atilde;o de todas as vari&aacute;veis s&atilde;o  estatisticamente removidos. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Discuss&atilde;o </b></p>     <p>Ap&oacute;s uma revis&atilde;o da literatura sobre o impacto psicossocial do cancro de mama, selecionamos algumas vari&aacute;veis  psicol&oacute;gicas como potenciais fatores de risco (alexitimia, ansiedade e depress&atilde;o) ou de prote&ccedil;&atilde;o (espiritualidade e  assertividade) na qualidade de vida das mulheres com esta patologia. Come&ccedil;ando pela caracteriza&ccedil;&atilde;o dessas vari&aacute;veis, os  resultados encontrados comprovam a exist&ecirc;ncia de um elevado n&uacute;mero de mulheres alexitimicas na nossa amostra (47.1%), sendo essa  percentagem mais do que o dobro da existente na popula&ccedil;&atilde;o normativa que se situar&aacute; entre os 10 e os 20% (Fernandes &amp;  Tom&eacute;, 2001; Guerra et al., 2007). Tal resultado poder&aacute; sugerir que uma grande percentagem das nossas participantes tem dificuldades  no <i>coping </i>com tarefas emocionais exigidas ao longo do processo de adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; doen&ccedil;a oncol&oacute;gica. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Relativamente &agrave; espiritualidade, os resultados sugerem as nossas participantes recorrem com frequ&ecirc;ncia a estrat&eacute;gias de  <i>coping </i>com base nas cren&ccedil;as espirituais/religiosas. A isso n&atilde;o ser&atilde;o alheios fatores de ordem cultural, onde a  dimens&atilde;o religiosa/espiritual &eacute; em geral mais relevante nas mulheres, pelo que se pode inferir que utilizam mais frequentemente esses  recursos (Pinto &amp; Ribeiro, 2010). Na realidade, esta pode ser uma rea&ccedil;&atilde;o esperada nos doentes oncol&oacute;gicos, dado que se  trata de uma doen&ccedil;a que muitas vezes apresenta um progn&oacute;stico incontrol&aacute;vel e incerto, funcionando o recurso &agrave;  religi&atilde;o e &agrave; procura do divino como uma forma de apoio e de conforto (Gall et al., 2009). </p>     <p>No que concerne &agrave; assertividade as participantes deste estudo apresentam valores normativos, n&atilde;o parecendo menos assertivas do que  uma popula&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel. </p>     <p>A comorbilidade psicol&oacute;gica aparece na amostra com 28.2% das participantes com sintomatologia ansiosa e 9.4% com sintomatologia  depressiva, o que corrobora a ideia de que se tratam de rea&ccedil;&otilde;es comuns ao cancro de mama (Andersen &amp; Golden-Kreutz, 1997). Nos  nossos resultados, est&aacute; tamb&eacute;m presente a ideia de que a sintomatologia depressiva parece ser mais baixa do que a sintomatologia  ansiosa, estando em concord&acirc;ncia com outros estudos (Silva et al., 2010; Vahdaninia, Omidvari, &amp; Montarezi, 2010), salientando que a  resposta ansiosa parece ser a rea&ccedil;&atilde;o negativa mais comum perante um evento stressante como o cancro de mama. </p>     <p>Na an&aacute;lise da qualidade de vida, verifica-se que as participantes t&ecirc;m uma perce&ccedil;&atilde;o moderadamente positiva da sua  qualidade de vida global (60.69 numa escala de 100 pontos). Resultados semelhantes s&atilde;o encontrados nos dois &uacute;nicos estudos  portugueses que tamb&eacute;m utilizam o <i>QLQC-30 </i>como instrumento de media&ccedil;&atilde;o desta vari&aacute;vel (Rebelo, Rolim, Carqueja,  &amp; Ferreira, 2007; Ribeiro et al., 2008). Tal parece sugerir que a doen&ccedil;a oncol&oacute;gica pode afetar menos a qualidade de vida do que  aquilo que geralmente se pensa (Lopes et al., 1999; Sprangers et al., 2002, como citado em Pinto &amp; Ribeiro, 2006) e que apesar do cancro de  mama ser um acontecimento de vida potencialmente traum&aacute;tico, as doentes tendem a revelar padr&otilde;es de funcionamento normais, o que pode  ser um importante indicador da sua capacidade de resili&ecirc;ncia (Knobf, 2007). </p>     <p>Ao analisar a rela&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis psicol&oacute;gicas em estudo com a qualidade de vida global, os resultados parecem  indicar a exist&ecirc;ncia de alexitimia nas mulheres com cancro de mama da nossa amostra, o que poder&aacute; prejudicar a adapta&ccedil;&atilde;o  &agrave; doen&ccedil;a, uma vez que a alexitimia est&aacute; associada a maiores n&iacute;veis de ansiedade e de depress&atilde;o, menor  esperan&ccedil;a/otimismo, menor assertividade e uma menor qualidade de vida. Estes resultados est&atilde;o em concord&acirc;ncia com a literatura  que sustenta que a alexitimia apresenta tendencialmente uma associa&ccedil;&atilde;o negativa com assertividade (Bekker, Croon, vanBalkom, &amp;  Vermee, 2008). A alexitimia parece vir aliada a uma expressividade emocional negativa e de evitamento, aspetos prejudiciais na  adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; doen&ccedil;a (Iwamitsu et al., 2003). Por outro lado, compromete a boa express&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es  que parece estar associada a um maior bem-estar psicossocial e a uma melhor qualidade de vida (Mantani et al., 2007). </p>     <p>Analisando a correla&ccedil;&atilde;o da espiritualidade com as outras vari&aacute;veis em estudo, verificamos que a dimens&atilde;o da  esperan&ccedil;a/otimismo apresenta algumas correla&ccedil;&otilde;es a valorizar. Conclui-se que a esperan&ccedil;a e o otimismo parecem ser  ben&eacute;ficos para as mulheres da nossa amostra, pois as participantes que mais utilizam esta estrat&eacute;gia apresentam menores n&iacute;veis  de ansiedade, depress&atilde;o, alexitimia e melhor perce&ccedil;&atilde;o da sua qualidade de vida global. </p>     <p>A assertividade parece ter efeitos positivos, pois quanto mais assertivas s&atilde;o as mulheres da nossa amostra, menos alexitimicas, ansiosas  e deprimidas parecem ser. O comportamento interpessoal assertivo parece apresentar um <i>self </i>seguro, coerente, enquanto comportamentos  interpessoais de n&atilde;o-assertividade, est&atilde;o associados a sentimentos de desconforto e de tens&atilde;o (Hinnen et al., 2008). Um  resultado surpreendente foi a n&atilde;o correla&ccedil;&atilde;o da assertividade com a qualidade de vida global, resultado este que eventualmente  poder&aacute; ser atribu&iacute;do a algumas fragilidades do instrumento utilizado para medir a assertividade. </p>     <p>Relativamente &agrave; ansiedade e &agrave; depress&atilde;o, al&eacute;m das correla&ccedil;&otilde;es j&aacute; referidas, verifica-se que  quanto mais ansiosas e deprimidas as nossas participantes, pior parece ser a avalia&ccedil;&atilde;o que fazem da sua qualidade de vida global.  Estes resultados salientam o papel prejudicial da comorbilidade psicol&oacute;gica na qualidade de vida das mulheres com cancro de mama e  corroboram a import&acirc;ncia de uma avalia&ccedil;&atilde;o precoce desta sintomatologia na pr&aacute;tica cl&iacute;nica, com o intuito de  orientar os objetivos terap&ecirc;uticos para a procura de estrat&eacute;gias de gest&atilde;o da ansiedade e de combate ao humor deprimido. </p>     <p>Tendo em conta a an&aacute;lise destas correla&ccedil;&otilde;es e os valores obtidos nas regress&otilde;es m&uacute;ltiplas reportados na  sec&ccedil;&atilde;o dos resultados avan&ccedil;amos para um modelo preditor da qualidade de vida que atribui &agrave; alexitimia e &agrave;  dimens&atilde;o esperan&ccedil;a/otimismo um papel saliente na qualidade de vida das mulheres com cancro de mama que participaram neste estudo. Tal  parece sugerir que o <i>coping </i>focado na esperan&ccedil;a e no otimismo assume um poder protetor contra as repercuss&otilde;es do cancro de  mama na qualidade de vida das nossas participantes, talvez por se traduzir em estrat&eacute;gias como a aceita&ccedil;&atilde;o realista da  doen&ccedil;a, a procura ativa de meios para lidar com a mesma, o foco em aspetos positivos e a tentativa de encarar a situa&ccedil;&atilde;o como  uma op&ccedil;&atilde;o de desenvolvimento pessoal (Silva et al., 2011; Veit &amp; Castro, 2013). Por outro lado, a alexitimia e o <i>coping </i>de  evitamento e de nega&ccedil;&atilde;o das emo&ccedil;&otilde;es associadas ao cancro de mama pode ser um importante fator negativo que parece  sugerir que as situa&ccedil;&otilde;es de repress&atilde;o/supress&atilde;o emocional n&atilde;o anulam o sofrimento, nem o tornam mais  suport&aacute;vel (Oliveira, Castro, Almeida, &amp; Moutinho, 2013), mas que podem dificultar a adapta&ccedil;&atilde;o das participantes &agrave;  doen&ccedil;a oncol&oacute;gica. </p>     <p>Estes resultados parecem mostrar que a comorbilidade psicol&oacute;gica, por si s&oacute;, n&atilde;o &eacute; suficiente para explicar a  adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; doen&ccedil;a, sendo necess&aacute;rio ter em conta a influ&ecirc;ncia de outras vari&aacute;veis como a  alexitimia e o contributo de vari&aacute;veis positivas como a esperan&ccedil;a/otimismo enquanto fatores de risco/prote&ccedil;&atilde;o na  qualidade de vida destas mulheres como se verificou no modelo preditor encontrado. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Conclus&atilde;o </b></p>     <p>Os resultados encontrados neste estudo mostram que estas mulheres parecem ser mais alexit&iacute;micas do que a popula&ccedil;&atilde;o  normativa e que uma das estrat&eacute;gias de <i>coping </i>adaptativas a que recorrem &eacute; a esperan&ccedil;a/otimismo. N&atilde;o parece  existir uma sintomatologia depressiva acentuada, sendo a sintomatologia ansiosa a mais evidente. Al&eacute;m disso, a avalia&ccedil;&atilde;o que  estas mulheres apresentam em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua qualidade de vida parece ser positiva. </p>     <p>O principal objetivo do estudo relaciona-se com a obten&ccedil;&atilde;o de um modelo preditor da qualidade de vida tentando identificar fatores  protetores ou debilitantes. As vari&aacute;veis que o modelo aponta com maior peso na explica&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida s&atilde;o a  alexitimia e a dimens&atilde;o esperan&ccedil;a/otimismo da espiritualidade. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; alexitimia, este estudo parece  refor&ccedil;ar a sua import&acirc;ncia nas doen&ccedil;as f&iacute;sicas, sendo necess&aacute;ria a explora&ccedil;&atilde;o da sua  rela&ccedil;&atilde;o com as diferentes fases da doen&ccedil;a oncol&oacute;gica. O papel atribu&iacute;do &agrave; dimens&atilde;o cren&ccedil;as  espirituais/religiosas e &agrave; assertividade enquanto vari&aacute;veis protetoras n&atilde;o se evidencia neste estudo, sugerindo-se a  realiza&ccedil;&atilde;o de mais estudos noutras patologias, amostras e com outros instrumentos. Quanto &agrave; espiritualidade, destaca-se a  dimens&atilde;o esperan&ccedil;a/otimismo quando comparada com a dimens&atilde;o cren&ccedil;as espirituais/religiosas. Tal poder&aacute; sugerir  que, para as mulheres da nossa amostra, a esperan&ccedil;a/otimismo &eacute; uma estrat&eacute;gia de <i>coping </i>adaptativa e protetora da sua  qualidade de vida, mesmo perante todos os desafios que a doen&ccedil;a implica para o seu funcionamento global. </p>     <p>De um modo geral, apesar do cancro de mama ser encarado como um evento potencialmente traum&aacute;tico, com todas as repercuss&otilde;es  f&iacute;sicas, sociais, pessoais e laborais que implica para a mulher e para a sua fam&iacute;lia, prevalece nas mulheres deste estudo uma  perce&ccedil;&atilde;o positiva da qualidade de vida global. Tal resultado poder&aacute; apontar para uma elevada capacidade de resili&ecirc;ncia  destas mulheres e tamb&eacute;m de desenvolvimento de estrat&eacute;gias que facilitam a adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; doen&ccedil;a, como  &eacute; o caso da esperan&ccedil;a/otimismo. </p>     <p>Refletindo agora sobre potenciais limita&ccedil;&otilde;es deste estudo, em primeiro lugar, poder&iacute;amos falar na natureza correlacional de  algumas an&aacute;lises realizadas que poderiam limitar a atribui&ccedil;&atilde;o de eventual causalidade. No entanto, e com o objetivo de  ultrapassar essa limita&ccedil;&atilde;o e aprofundar a rela&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis para avan&ccedil;ar para fatores preditores da  qualidade de vida, recorreu-se a an&aacute;lises de regress&otilde;es m&uacute;ltiplas hier&aacute;rquicas que, ao controlar vari&aacute;veis,  permitem avan&ccedil;ar para a predi&ccedil;&atilde;o. Uma limita&ccedil;&atilde;o poder&aacute; estar relacionada com os instrumentos utilizados.  Ainda que todos revelassem boas qualidades psicom&eacute;tricas demonstrativas da sua validade, n&atilde;o podemos deixar de tecer algumas  cr&iacute;ticas a alguns aspetos que dificultaram a sua aplica&ccedil;&atilde;o, cota&ccedil;&atilde;o e interpreta&ccedil;&atilde;o dos  resultados, em especial no que se refere &agrave; Escala da Assertividade de Rathus (Detry &amp; Castro, 1996; Rathus, 1973). Verificamos algumas  dificuldades no preenchimento por parte das doentes, considerando dif&iacute;cil a perce&ccedil;&atilde;o de algumas das situa&ccedil;&otilde;es  hipot&eacute;ticas apresentadas, bem como a sua dif&iacute;cil aplicabilidade ao quotidiano da maioria das participantes (e.g., Item 18 &ldquo;Se  um conferencista famoso e conceituado diz qualquer coisa que eu acho inexato, gostaria que o p&uacute;blico ouvisse, tamb&eacute;m, o meu ponto de  vista.&rdquo;). </p>     <p>Com base nos resultados obtidos retiram-se algumas conclus&otilde;es integrativas que se traduzem em implica&ccedil;&otilde;es para a  pr&aacute;tica psicol&oacute;gica com doentes oncol&oacute;gicos, salientando a import&acirc;ncia do treino de estrat&eacute;gias de  <i>coping </i>positivas como a esperan&ccedil;a/otimismo. O treino desta dimens&atilde;o da espiritualidade enquanto estrat&eacute;gia de  <i>coping </i>pode associar-se a pr&aacute;ticas como o <i>mindfullness</i>, modalidade que tem vindo a demonstrar os seus efeitos positivos na  qualidade de vida, humor, sono, fadiga, dor e medo de recidiva dos doentes oncol&oacute;gicos (Shennan, Payne, &amp; Fenlon, 2011). Quanto &agrave;  alexitimia, as interven&ccedil;&otilde;es dever&atilde;o ir no sentido da promo&ccedil;&atilde;o de uma maior consci&ecirc;ncia emocional e  reconhecimento das sensa&ccedil;&otilde;es corporais (Torres, 2005), uma vez que os estudos tendem a mostrar uma associa&ccedil;&atilde;o negativa  entre esta vari&aacute;vel e diferentes dimens&otilde;es da qualidade de vida (perce&ccedil;&atilde;o da dor, fadiga) (Taylor, Parker, Bagby, &amp;  Acklin, 1992). Sugerem-se auto-monitoriza&ccedil;&otilde;es dos sintomas e a nomea&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es associados a esse  mal-estar, em paralelo com a discuss&atilde;o das cogni&ccedil;&otilde;es associadas. Devem ser incentivadas interven&ccedil;&otilde;es que  explorem uma melhor aceita&ccedil;&atilde;o das emo&ccedil;&otilde;es, recorrendo a reflex&otilde;es de sentimentos pela verbaliza&ccedil;&atilde;o  gradual (Torres, 2005). </p>     <p>Concluindo, as interven&ccedil;&otilde;es psicossociais deveriam promover a identifica&ccedil;&atilde;o de formas habituais de <i>coping </i>com  a doen&ccedil;a, focando o ensino e refor&ccedil;o de estrat&eacute;gias ativas. Por outro lado, chama-se a aten&ccedil;&atilde;o dos profissionais  de sa&uacute;de para as mulheres que recorrem a um <i>coping </i>de evitamento, uma vez que este poder&aacute; funcionar como um fator de risco na  qualidade de vida destas mulheres, a quem devem ser ensinadas formas mais adaptativas de lidar coma a doen&ccedil;a (Silva et al., 2011). </p>     <p>Por &uacute;ltimo e para terminar, e apesar das limita&ccedil;&otilde;es deste estudo, pensa-se que, ao refor&ccedil;ar o papel das  vari&aacute;veis positivas no enfrentar da doen&ccedil;a, dando desta forma &ecirc;nfase a uma perspetiva alternativa &agrave; tradicional  n&aacute;lise do processo de ajustamento &agrave; doen&ccedil;a que se debru&ccedil;a apenas sobre a aus&ecirc;ncia de vari&aacute;veis negativas  (e.g., depress&atilde;o, ansiedade), este estudo pode constituir uma mais-valia para a compreens&atilde;o mais alargada do impacto psicossocial  desta doen&ccedil;a, que apesar de todos os avan&ccedil;os na medicina, continua a ser uma das mais temidas pela sociedade. </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Refer&ecirc;ncias </b></p>     <!-- ref --><p>Aaronson, N. K., Ahmedzai, S., Bergman, B., Bullinger, M., Cull, A., Duez, N. J., . . . Takeda, F. (1993). The European Organization for Research and  Treatment of Cancer QLQ-C30: A quality-of-life instrument for use in international clinical trials in oncology. <i>Journal of the National Cancer  Institute, 85</i>, 365-376.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0870-8231201500010000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Andersen, B., &amp; Golden-Kreutz, D. (1997). General cancer. In A. Baum, S. Newman, J. Weiman, R. West, &amp; C. McManus (Eds.), <i>Cambridge  handbook of psychology, health and medicine </i>(pp. 466-480). Cambridge: Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S0870-8231201500010000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Bekker, M. H., Croon, M., vanBalkom, E., &amp; Vermee, J. (2008). Predicting individual differences in autonomy-connectedness: The role of body  awareness, alexithymia, and assertiveness. <i>Journal of Clinical Psychology, 64</i>, 745-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0870-8231201500010000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Brothers, B., &amp; Andersen, B. (2009). Hopelessness as a predictor of depressive symptoms for breast cancer patients coping with recurrence.  <i>Psycho-Oncology, 18</i>, 267-275.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0870-8231201500010000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Costa-Requena, G., Rodr&iacute;guez, A., &amp; Fern&aacute;ndez-Ortega, P. (2013). Longitudinal assessment of distress and quality of life in  the early stages of breast cancer treatment. <i>Scand J Caring Sci, 27</i>, 77-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0870-8231201500010000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Detry, B., &amp; Castro, S. L. (1996). A Escala de Assertividade de Rathus: Vers&atilde;o portuguesa. In L. Almeida, S. Ara&uacute;jo, M.  Gon&ccedil;alves, C. Machado, &amp; M. Sim&otilde;es (Orgs.), <i>Avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica: Formas e contextos </i>(Vol. IV, pp.  357-363). Braga: Apport. </p>     <!-- ref --><p>Dow, K., Ferrell, B., Leigh, S., Ly, J., &amp; Gulasekaram, P. (1996). An evaluation of the quality of life among long-term survivors of breast  cancer. <i>Breast Cancer Research and Treatment, 39</i>, 261-273.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0870-8231201500010000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Dupont, A., Bower, J., Stanton, A., &amp; Ganz, P. (2014). Cancer-related intrusive thoughts predict behavioral symptoms following breast cancer  treatment. <i>Health Psychology, 33</i>, 155-163.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0870-8231201500010000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Ebright, P., &amp; Lyon, B. (2002). Understanding hope and factors that enhance hope in women with breast cancer. <i>Oncology Nursing Forum,  29</i>, 561-568.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0870-8231201500010000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Fallowfield, L. (1997). Breast cancer. In A. Baum, S. Newman, J. Weiman, R. West, &amp; C. McManus (Eds.), <i>Cambridge handbook of psychology,  health and medicine </i>(pp. 385-391). Cambridge: Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0870-8231201500010000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Fernandes, N., &amp; Tom&eacute;, R. (2001). Alexitimia. <i>Revista Portuguesa de Psicossom&aacute;tica, 3</i>, 97-111.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0870-8231201500010000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Fern&aacute;ndez-Delgado, J., L&oacute;pez-Pedraza, M., Blasco, J., Andradas-Aragones, E., S&aacute;nchez-M&eacute;ndez, J., Sordo-Miralles, G.,  &amp; Reza, M. (2008). 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Relationship between sense of  coherence and quality of life in early stage breast cancer patients. <i>Acta M&eacute;dica Litu&acirc;nica, 16</i>, 139-144.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0870-8231201500010000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Griiti, P., Lombardi, S., Nobile, B., Trappoliere, P., Gambardella, A., Caprio, E., &amp; Resicato, G. (2010). Alexithymia and cancer-related  fatigue: A controlled cross-sectional study. <i>Tumori, 96</i>, 131-137.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0870-8231201500010000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Guerra, M. P., Pinto, A., &amp; Mariano, S. (2007). <i>Evaluating alexithymia in a breast cancer population</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0870-8231201500010000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Poster. </p>     <p>Hinnen, C., Hagedoorn, M., Ranchor, A., &amp; Sanderman, R. (2008). Relationship satisfaction in women: A longitudinal case-control study about  the role of breast cancer, personal assertiveness, and partners&rsquo; relationship-focused coping. <i>British Journal of Health Psychology,  13</i>, 737-754. </p>     <!-- ref --><p>Holland, K., &amp; Holahan, C. (2003). The relation of social support and coping to positive adaptation to breast cancer. <i>Psychology and  Health, 18</i>, 15-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0870-8231201500010000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Hulbert-Williams, N., Neal, R., Morrison, V., Hood, K., &amp; Wilkinson, C. (2012). Anxiety, depression and quality of life after cancer  diagnosis: What psychosocial variables best predict how pat ients adjust?. <i>Psycho-Oncology, 21</i>, 857-867.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S0870-8231201500010000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Hung, Y., Liu, C., Tsai, C., Hung, M., Tzeng, C., Liu, C., &amp; Chen, T. (2013). Incidence and risk of mood disorders in patients with breast  cancer s in Taiwan: A nationwide population-based study. <i>Psycho-Oncology, 22</i>, 2227-2234.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0870-8231201500010000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Iwamitsu, Y., Shimoda, K., Abe, H., Tani, T., Kodama, M., &amp; Okawa, M. (2003). Differences in emotional distress between breast tumor  patients with emotional inhibition and those with emotional expression. <i>Psychiatry and Clinical Neurosciences, 57</i>, 289-294.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0870-8231201500010000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Jensen-Johansen, M., Christensen, S., Valdimarsdottir, H., Zakowski, S., Jensen, A., Bovbjerg, D., &amp; Zachariae, R. (2013). Effects of an  expressive writing intervention on cancer-related distress in Danish breast cancer survivors &ndash; Results from a nationwide randomized clinical  trial. <i>Psycho-Oncology, 22, </i>1492-1500. </p>     <!-- ref --><p>Johnston, M. (1997). Hospitalization in adults. In A. Baum, S. Newman, J. Weiman, R. West, &amp; C. McManus (Eds.), <i>Cambridge handbook of  psychology, health and medicine </i>(pp. 121-124) Cambridge: Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S0870-8231201500010000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Kandasamy, A., Chaturvedi, S., &amp; Desai, G. (2011). Spirituality, distress, depression, anxiety, and quality of life in patients with  advanced cancer. <i>Indian Journal of Cancer, 48</i>, 55-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S0870-8231201500010000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Knobf, M. (2007). Psychosocial responses in breast cancer survivors. <i>Semin Oncol Nurs, 23</i>, 71-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S0870-8231201500010000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lieberman, M., &amp; Goldstein, B. (2006). Not all negative emotions are equal: The role of emotional expression in online support groups for  women with breast cancer. <i>Psycho-Oncology, 15</i>, 160-168.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S0870-8231201500010000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lim, J., &amp; Yi, J. (2009). The effects of religiosity, spirituality and social support on qualify of life: A comparison between Korean  American and Korean breast cancer and gynecologic cancer survivors. <i>Oncology Nursing Forum, 36</i>, 699-709.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S0870-8231201500010000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lopes, H., Ribeiro, J., &amp; Leal, I. (1999). Estudos sobre qualidade de vida em mulheres submetidas a histerectomia ou anexectomia para  tratamento de cancro do &uacute;tero ou ov&aacute;rio. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica, XVII</i>, 483-497.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S0870-8231201500010000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Manna, G., Foddai, E., Maggio, M. G., Pace, F., Colucci, G., Gebbia, N., &amp; Russo, A. (2007). Emotional expression and coping style in female  breast cancer. <i>Annals of Oncology, 18</i>, 77-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S0870-8231201500010000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Mantani, T., Saeki, T., Inoue, S., Okamura, H., Daino, M., Kataoka, T., &amp; Yamawaki, S. (2007). Factors related to anxiety and depression in  women with breast cancer and their husbands: Role of alexithymia and family functioning. <i>Support Care Cancer, 15</i>, 859-868.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S0870-8231201500010000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Montarezi, A. (2007). Health-related quality of life in breast cancer patients: A bibliographic review of the literature from 1974 to 2007.  <i>Journal of Experimental &amp; Clinical Cancer Research, 27</i>, 32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000182&pid=S0870-8231201500010000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Oliveira, M., Castro, S., Almeida, S., &amp; Moutinho, S. (2013). <i>Cancro: Vidas em reconstru&ccedil;&atilde;o. Uma abordagem  psicol&oacute;gica &agrave; doen&ccedil;a, suas problem&aacute;ticas e emo&ccedil;&otilde;es</i>. Porto: Livpsic.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S0870-8231201500010000300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Oman, D., &amp; Thoresen, C. (2005). Do religion and spirituality influence health?. In R. F. Patoutzian &amp; C. L. Park (Eds.), <i>Handbook of  the psychology of religion and spirituality </i>(pp. 435-458). New York: Guildford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S0870-8231201500010000300034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pais-Ribeiro, J., Silva, I., Ferreira, T., Martins, A., Meneses, R., &amp; Baltar, M. (2007). Validation study of a Portuguese version of the  Hospital Anxiety and Depression Scale. Psychology, <i>Health &amp; Medicine, 12</i>, 225-237.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S0870-8231201500010000300035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pallant, J. (2001). <i>SPSS survival manual. A step by step guide to data analysis using SPSS for windows </i>(Versions 10 and 11).  Philadelphia, USA: Open University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S0870-8231201500010000300036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Paredes, T., Sim&otilde;es, M., Canavarro, M., Serra, A., Pereira, M., Quartilho, . . . Carona, C. (2008). Impacto da doen&ccedil;a  cr&oacute;nica na qualidade de vida: Compara&ccedil;&atilde;o entre indiv&iacute;duos da popula&ccedil;&atilde;o geral e doentes com tumor do  aparelho locomotor. <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as, 9</i>, 73-87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S0870-8231201500010000300037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Patr&atilde;o, I., &amp; Leal, I. (2004). Abordagem do impacto psicossocial no adoecer da mama. <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp;  Doen&ccedil;as, 5</i>, 53-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S0870-8231201500010000300038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Patr&atilde;o, I., Leal, I., &amp; Maroco, J. (2008). Uma quest&atilde;o de &ldquo;benefit finding&rdquo;?. O impacto emocional do cancro de  mama. In I. Leal, J. Ribeiro, I. Silva, &amp; S. Marques (Eds.), <i>Interven&ccedil;&atilde;o em psicologia da sa&uacute;de: Actas do 7&ordm;  Congresso Nacional de Psicologia da Sa&uacute;de </i>(pp. 279-515). Lisboa: ISPA &ndash; Instituto Universit&aacute;rio. </p>     <!-- ref --><p>Pimentel, F. (2006). <i>Qualidade de vida e oncologia</i>. Coimbra: Edi&ccedil;&otilde;es Almedina.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S0870-8231201500010000300040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pinto, C., &amp; Ribeiro, J. (2006). A qualidade de vida dos sobreviventes de cancro. <i>Revista Portuguesa de Sa&uacute;de P&uacute;blica,  24</i>, 37-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S0870-8231201500010000300041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pinto, C., &amp; Ribeiro, J. (2007). Constru&ccedil;&atilde;o de uma escala de avalia&ccedil;&atilde;o da espiritualidade em contextos de  sa&uacute;de. <i>Arquivos de Medicina, 21</i>, 47-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S0870-8231201500010000300042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Pinto, C., &amp; Ribeiro, J. (2010). Avalia&ccedil;&atilde;o da espiritualidade dos sobreviventes de cancro: Implica&ccedil;&otilde;es na  qualidade de vida. <i>Revista Portuguesa de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 28</i>, 49-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S0870-8231201500010000300043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Prazeres, N., Parker, P., &amp; Taylor, J. (2000). Adapta&ccedil;&atilde;o portuguesa da Escala de Alexitimia de Toronto de 20 itens (TAS-20).  <i>Rev Iberoam Diag E Psic RIDEP, 9</i>, 9-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000205&pid=S0870-8231201500010000300044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Rathus, S. (1973). A 30-item Schedule for assessing assertive behavior. <i>Behavior Therapy, 4</i>, 398-406.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000207&pid=S0870-8231201500010000300045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Rebelo, V., Rolim, L., Carqueja, E., &amp; Ferreira, S. (2007). Avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida em mulheres com cancro de mama: Um  estudo explorat&oacute;rio com 60 mulheres portuguesas. <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as, 8</i>, 13-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000209&pid=S0870-8231201500010000300046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Reich, M., Lesur, A., &amp; Perdrizet-Chevallier, C. (2008). Depression, quality of life and breast cancer: A review of the literature.  <i>Breast Cancer Res Treat, 110</i>, 9-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000211&pid=S0870-8231201500010000300047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Ribeiro, J., Pinto, C., &amp; Santos, C. (2008). Validation study of the Portuguese version of the QLC-C30-V.3. <i>Psicologia, Sa&uacute;de  &amp; Doen&ccedil;as, 9</i>, 89-102.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000213&pid=S0870-8231201500010000300048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Romero, C., Kalidas, M., Elledge, R., Chang, J., Liscum., K., &amp; Friedman, L. (2006). Self-forgiveness, spirituality and psychological  adjustment in women with breast cancer. <i>Journal of Behavioral Medicine, 29</i>, 29-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000215&pid=S0870-8231201500010000300049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Safarinejad, M., Shafi, N., &amp; Safarinejad, S. (2013). Quality of life and sexual functioning in young women with early-stage breast cancer  1 year after lumpectomy. <i>Psycho-Oncology, 22</i>, 1242-1248.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000217&pid=S0870-8231201500010000300050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Shennan, C., Payne, S., &amp; Fenlon, D. (2011). What is the evidence for the use of mindfulness-based interventions in cancer care?. A review.  <i>Psycho-Oncology, 20</i>, 681-697.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000219&pid=S0870-8231201500010000300051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Shibata, M., Ninomiua, T., Jensen, M., Anno, K., Yonemoto, K., Makino, S., . . . Hoso, M. (2014). Alexithymia is associated with greater  risk of chronic pain and negative affect and with lower life satisfaction in a general population: The Hisayama study. <i>PLoS ONE, 9</i>, 3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000221&pid=S0870-8231201500010000300052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Silva, S., Bettencourt, D., Moreira, H., &amp; Canavarro, M. C. (2011). Qualidade de vida de mulheres com cancro da mama nas diversas fases da  doen&ccedil;a: O papel de vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas, cl&iacute;nicas e das estrat&eacute;gias de <i>coping </i>enquanto fatores de  risco/prote&ccedil;&atilde;o. <i>Revista Portuguesa de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 29</i>, 64-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000223&pid=S0870-8231201500010000300053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Silva, S., Moreira, H., &amp; Canavarro, M. (2010). Ansiedade e depress&atilde;o ap&oacute;s o diagn&oacute;stico e sobreviv&ecirc;ncia ao  cancro de mama: Um estudo transversal sobre o papel das estrat&eacute;gias de coping. <i>Sa&uacute;de Mental, 5</i>, 28-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000225&pid=S0870-8231201500010000300054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Stanton, A., Danoff-bur, S., &amp; Huggins, M. (2002). The first year after breast cancer diagnosis: Hope and coping strategies as predictors of  adjustment. <i>Psycho-Oncology, 11</i>, 93-102.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000227&pid=S0870-8231201500010000300055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Sttaford, L., Judd, F., Gibson, P., Komiti, A., Mann, G., &amp; Quinn, M. (2013). Screening for depression and anxiety in women with breast and  gynaecologic cancer: Course and prevalence of morbidity over 12 months. <i>Psycho-Oncology, 22</i>, 2071-2078.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000229&pid=S0870-8231201500010000300056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Taylor, J. (2000). Confronting breast cancer: Hopes for health. In C. R. Snyder (Ed.), <i>Handbook of hope: Theory, measures and  applications </i>(pp. 355-386). California: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000231&pid=S0870-8231201500010000300057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Taylor, G., Parker, J., Bagby, M., &amp; Acklin, M. (1992). Alexithymia and somatic complaints in psychiatric out-patients. <i>Journal of  Psychosomatic Research, 36</i>, 417-424.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000233&pid=S0870-8231201500010000300058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Torres, S. (2005). <i>O corpo e o sil&ecirc;ncio das emo&ccedil;&otilde;es: Estudo da alexitimia na anorexia nervosa</i>. Tese de Doutoramento.  Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto, Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000235&pid=S0870-8231201500010000300059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Torres, S., Guerra, M., Lencastre, L., Vieira, F., Roma-Torres, A., &amp; Brand&atilde;o, I. (2011). Preval&ecirc;ncia da alexitimia na anorexia  nervosa e sua associa&ccedil;&atilde;o com vari&aacute;veis cl&iacute;nicas e sociodemogr&aacute;ficas. <i>Jornal Brasileiro de Psiquiatria,  60</i>, 182-190.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000237&pid=S0870-8231201500010000300060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Vahdaninia, M., Omidvari, S., &amp; Montarezi, A. (2010). What do predict anxiety and depression in breast cancer patients?. A follow-up study.  <i>Soc Psychiat Epidemiol, 45</i>, 355-361.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000239&pid=S0870-8231201500010000300061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Vazquez, I., Rodriguez, C., &amp; &Aacute;lvarez, M. (2003). <i>Manual de psicologia de la salud</i>. Madrid: Ediciones Pir&acirc;mide.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000241&pid=S0870-8231201500010000300062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Veit, C., &amp; Castro, E. (2013). Coping religioso/espiritual e c&acirc;ncer de mama: Uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica da literatura.  <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as, 14</i>, 1-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000243&pid=S0870-8231201500010000300063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Vickberg, S. M. J. (2001). Fears about breast cancer recurrence: Interviews with a diverse sample. <i>Cancer Practice, 9</i>, 237-243.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000245&pid=S0870-8231201500010000300064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Zabora, J., BrintzenhofeSzoc, K., Curbow, B., Hooker, C., &amp; Piantadosi, S. (2001). The prevalence of psychological distress by cancer site.  <i>Psychooncology, 10</i>, 19-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000247&pid=S0870-8231201500010000300065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Zinnbauer, B., &amp; Pargament, K. (2005). Religiousness and spirituality. In R. F. Paloutzian &amp; C. Park (Eds.), <i>Handbook of the  psychology of religion and spirituality </i>(pp. 21-42). Nova Iorque: The Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000249&pid=S0870-8231201500010000300066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Helena Sousa, FPCE, Universidade do Porto, Rua Alfredo Allen,  4200-135 Porto. E-mail: <a href="mailto:helena.mendonca.sousa@gmail.com">helena.mendonca.sousa@gmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 07/04/2014 Aceita&ccedil;&atilde;o: 02/11/2014 </p>      ]]></body><back>
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