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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Habilidades sociais e adaptação à universidade: Convergências e divergências dos construtos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The main goal of this survey is to analyze the possible relationships between the concepts of social skills and the academic adaptation to the University context. The term “social skills” defines the set of behaviors necessary to the social competence under criteria that are specifically associated to this construct. Academic adaptation involves integration and accommodation of academic experiences concerning to the demands of the university context. This survey also shows an analysis of empirical studies on two subjects and, based on correlations evidenced by them, has concluded that this association may suggest that: (a) a good social skills would corroborate both to the quality of academic experiences and the academic performance, which facilitate the process of adaptation to the University; (b) situations and demands in the University’ life are in fact learning opportunities, not only on an academic viewpoint but also on interpersonal viewpoint, which corroborate to the development of important social skills for the learner, for the present as well as for the future of his professional life.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Habilidades sociais]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Habilidades sociais e adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; universidade: Converg&ecirc;ncias e diverg&ecirc;ncias dos construtos</b></p>     <p><b>Adriana Benevides Soares<sup>1</sup>, Zilda Aparecida Pereira Del Prette<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Universidade Salgado de Oliveira / Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Brasil</p>     <p><sup>2</sup>Universidade Federal de S&atilde;o Carlos, Brasil</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Este ensaio visa analisar poss&iacute;veis rela&ccedil;&otilde;es entre os conceitos de habilidades sociais e de adapta&ccedil;&atilde;o  acad&ecirc;mica &agrave; Universidade. O termo habilidades sociais define o conjunto de comportamentos requeridos para a compet&ecirc;ncia social,  conforme crit&eacute;rios especificamente associados a esse construto. A adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica envolve uma  integra&ccedil;&atilde;o e uma acomoda&ccedil;&atilde;o das viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas &agrave;s demandas do contexto universit&aacute;rio.  Foi feita uma an&aacute;lise de estudos emp&iacute;ricos sobre os dois temas e, com base nas correla&ccedil;&otilde;es por eles evidenciadas,  conclui-se que essa associa&ccedil;&atilde;o pode sugerir que: (a) um bom repert&oacute;rio de habilidades sociais poderia contribuir para a  qualidade das viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas e o rendimento acad&ecirc;mico facilitando o processo de adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;  Universidade; (b) as situa&ccedil;&otilde;es e as demandas da vida na Universidade constituem oportunidades de aprendizagem, n&atilde;o somente  acad&ecirc;micas, mas tamb&eacute;m interpessoais, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades sociais importantes para o  universit&aacute;rio, tanto no presente quanto no futuro profissional. </p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Habilidades sociais, Compet&ecirc;ncia social, Viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas, Estudantes universit&aacute;rios,  Adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica. </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The main goal of this survey is to analyze the possible relationships between the concepts of social skills and the academic adaptation to  the University context. The term &ldquo;social skills&rdquo; defines the set of behaviors necessary to the social competence under criteria that  are specifically associated to this construct. Academic adaptation involves integration and accommodation of academic experiences concerning to  the demands of the university context. This survey also shows an analysis of empirical studies on two subjects and, based on correlations  evidenced by them, has concluded that this association may suggest that: (a) a good social skills would corroborate both to the quality of  academic experiences and the academic performance, which facilitate the process of adaptation to the University; (b) situations and demands in  the University&rsquo; life are in fact learning opportunities, not only on an academic viewpoint but also on interpersonal viewpoint, which  corroborate to the development of important social skills for the learner, for the present as well as for the future of his professional life. </p>     <p><b>Key-words: </b>Social skills, Social competence, Academic experiences, College students, College adaptation. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Os primeiros meses na Universidade geralmente t&ecirc;m, para o estudante, um sabor de conquista e vit&oacute;ria ao conseguirem o t&atilde;o  esperado ingresso no curso desejado. No entanto, ao inv&eacute;s de parecerem agrad&aacute;veis aos jovens alunos, podem se tornar bastante  dif&iacute;ceis quando n&atilde;o conseguem se adaptar, de forma satisfat&oacute;ria, aos novos modos de aprendizagem e socializa&ccedil;&atilde;o.  A adapta&ccedil;&atilde;o ao ambiente universit&aacute;rio implica v&aacute;rias mudan&ccedil;as, algumas requerendo acomoda&ccedil;&atilde;o de  novos h&aacute;bitos, outras demandando a incorpora&ccedil;&atilde;o de novos comportamentos e conhecimentos. Como exemplo, novos m&eacute;todos  de estudo s&atilde;o exigidos para atender &agrave;s demandas curriculares, novos conhecimentos devem ser adquiridos e mais maturidade no  relacionamento com os colegas e com os professores &eacute; esperada. </p>     <P>Neste novo ambiente, as solicita&ccedil;&otilde;es intelectuais est&atilde;o sempre presentes. As aulas s&atilde;o menos descritivas e  detalhadas, requerendo maior autonomia no aprofundamento dos conte&uacute;dos, no desenvolvimento de novas compet&ecirc;ncias e na  realiza&ccedil;&atilde;o de atividades extraclasse como, por exemplo, a leitura de textos cient&iacute;ficos mais complexos, atividades  pr&aacute;ticas e outras formas de aplica&ccedil;&atilde;o do conhecimento aprendido. Tamb&eacute;m o conv&iacute;vio social &eacute; diferente,  a constitui&ccedil;&atilde;o das turmas &eacute; flutuante e os colegas se renovam frequentemente. Existe uma multiplica&ccedil;&atilde;o de  professores com caracter&iacute;sticas pessoais e acad&ecirc;micas diferentes, at&eacute; mesmo em rela&ccedil;&atilde;o ao Ensino M&eacute;dio.  Afetivamente, &eacute; esperado maior autocontrole da agressividade, assim como menos comportamentos passivos. Todo esse processo requer  comportamentos adaptativos que devem ser desempenhados de forma competente. </p>     <p>Na Universidade, o estudante encontra interlocutores muito diversificados em idade, pap&eacute;is e caracter&iacute;sticas pessoais (outros  estudantes, professores, funcion&aacute;rios etc.), com demandas tamb&eacute;m variadas nas intera&ccedil;&otilde;es com eles. Essas  intera&ccedil;&otilde;es podem requerer habilidades para resolver problemas, compartilhar sentimentos, discutir quest&otilde;es acad&ecirc;micas  (e n&atilde;o acad&ecirc;micas), fazer pedidos, agradecer, organizar-se com os colegas e cooperar. S&atilde;o tamb&eacute;m confrontados com as  demandas afetivas para estabelecer v&iacute;nculos de amizade e namoro e compartilhar experi&ecirc;ncias pessoais. &Eacute; comum aos alunos terem  que abordar pessoas investidas de autoridade, diante das quais pode ser mais dif&iacute;cil desempenhar comportamentos como fazer perguntas,  solicitar explica &ccedil;&otilde;es, reclamar, elogiar e se afirmar socialmente. Todos os comportamentos referidos exigem dos alunos destrezas  sociais que, em muitos casos, ainda n&atilde;o est&atilde;o amplamente desenvolvidas em seu repert&oacute;rio. </p>     <p>Em resumo, pode-se constatar que o cotidiano universit&aacute;rio apresenta muitas oportunidades de aprendizagem, tanto acad&ecirc;micas como  sociais e socioemocionais, aqui estando inclu&iacute;do o desenvolvimento das habilidades sociais e da compet&ecirc;ncia social. O estudante pode  aprender comportamentos acad&ecirc;micos e sociais por meio da observa&ccedil;&atilde;o do comportamento dos colegas, dos professores e de  funcion&aacute;rios, por meio das consequ&ecirc;ncias de seus comportamentos, das instru&ccedil;&otilde;es recebidas, enfim das m&uacute;ltiplas  condi&ccedil;&otilde;es de aprendizagem dispon&iacute;veis nesse contexto. </p>     <p>Por colocar o estudante diante de t&atilde;o diversas e ampliadas demandas interpessoais, a Universidade &eacute; um contexto de aprendizagem e  aperfei&ccedil;oamento da compet&ecirc;ncia social. Como as viv&ecirc;ncias no contexto universit&aacute;rio s&atilde;o eminentemente relacionais,  pode-se supor que, ao mesmo tempo em que a adapta&ccedil;&atilde;o a esse ambiente requer habilidades de relacionamento, tamb&eacute;m estabelece  demandas para o aperfei&ccedil;oamento desse repert&oacute;rio. Assim, &eacute; razo&aacute;vel supor que um repert&oacute;rio pr&eacute;vio mais  elaborado de habilidades sociais facilita o processo de adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica. </p>     <p>As considera&ccedil;&otilde;es anteriores sugerem nexos l&oacute;gicos entre os conceitos de habilidades sociais e de adapta&ccedil;&atilde;o na  Universidade que precisam ser sustentados em termos das bases conceituais e, principalmente das evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas de  rela&ccedil;&atilde;o entre eles. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Embora n&atilde;o se trate de revis&atilde;o sistem&aacute;tica da &aacute;rea, o presente ensaio visa analisar tais evid&ecirc;ncias e, a  partir da&iacute;, apontar poss&iacute;veis dire&ccedil;&otilde;es de pesquisa. Para isso, apresenta, inicialmente, a base conceitual e algumas  evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas sobre os processos envolvidos na adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; Universidade, depois a base conceitual e  emp&iacute;rica sobre habilidades sociais, particularmente nos adultos jovens com estudos que permitem verificar a sustenta&ccedil;&atilde;o  emp&iacute;rica dessas rela&ccedil;&otilde;es e que, eventualmente possam apontar para novas quest&otilde;es de pesquisa. Ao final, s&atilde;o  retomadas as poss&iacute;veis rela&ccedil;&otilde;es, com base em evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas de pesquisas realizadas, especialmente no  Brasil e em Portugal. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Processos envolvidos na adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; universidade </b></p>     <p>A adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica &agrave; Universidade pode ser entendida como o resultado de processos cognitivos, sociais e afetivos  que, quando harmonizados, tornam mais prov&aacute;vel o &ecirc;xito do aluno na empreitada universit&aacute;ria, o aproveitamento efetivo das  condi&ccedil;&otilde;es que a Universidade oferece, um melhor desenvolvimento pessoal e ajustamento ao contexto acad&ecirc;mico da Universidade  (Almeida, Guisande, Soares, &amp; Saavedra, 2006; Nelson, Quinn, Marrington, &amp; Clarke, 2012; Tinto, 2009). Segundo A. Del Prette e Del Prette  (2003) e Z. A. P. Del Prette e Del Prette (2003), ao lado da instrumentaliza&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica, pr&oacute;pria de cada carreira  acad&ecirc;mica, a forma&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria deve promover, de forma integrada, um conjunto de compet&ecirc;ncias  anal&iacute;ticas (processos cognitivos de racioc&iacute;nio e aprendizagem) e interpessoais requeridas na atua&ccedil;&atilde;o profissional. </p>     <p>Os processos cognitivos est&atilde;o ligados ao desempenho intelectual do aluno e envolvem, por exemplo, prestar aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s  aulas, selecionar o que &eacute; mais relevante naquele momento, raciocinar, adquirir conhecimento e monitorar sua aprendizagem (Pozo, 2002;  Sternberg, 2007). O desempenho intelectual envolve o uso de estrat&eacute;gias mnem&ocirc;nicas e de aprendizagem para adquirir conhecimento e para  raciocinar sobre ele, bem como planejamento estrat&eacute;gico e criatividade para aplic&aacute;-lo na solu&ccedil;&atilde;o de problemas  (Sternberg, 2009). A literatura reconhece as notas do Ensino M&eacute;dio e os resultados em testes padronizados de acesso &agrave; Universidade  como importantes preditores intelectuais do desempenho acad&ecirc;mico (Almeida, Guisande, Soares, &amp; Saavedra, 2006; Cole, Kennedy, &amp;  Ben-Avie, 2009; Thorpe, Snell, Hoskins, &amp; Bryant, 2007), bem como as correla&ccedil;&otilde;es entre compet&ecirc;ncias de estudo e desempenho  acad&ecirc;mico (Cunha &amp; Carrilho, 2005). Soares, Guisande, Almeida e P&aacute;ramo (2009), por exemplo, investigaram as diferen&ccedil;as na  percep&ccedil;&atilde;o dos alunos sobre habilidades de estudo e suas estrat&eacute;gias de aprendizagem, bem como o impacto dos n&iacute;veis de  prepara&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica sobre o desempenho posterior dos alunos. Participaram do estudo 445 alunos de diferentes cursos, de 17 a  57 anos do primeiro ano de &aacute;reas variadas de forma&ccedil;&atilde;o. Os resultados evidenciaram que a prepara&ccedil;&atilde;o  acad&ecirc;mica pr&eacute;via era preditiva do desempenho no primeiro ano, assim como j&aacute; evidenciado em outros estudos. As vari&aacute;veis  relacionadas &agrave;s habilidades de estudo e estrat&eacute;gias de aprendizagem apareceram como secund&aacute;rias em rela&ccedil;&atilde;o  &agrave; base de conhecimento adquirida pelos alunos previamente ao in&iacute;cio do curso universit&aacute;rio. </p>     <p>A bagagem pr&eacute;via adquirida pelo aluno poderia assegurar-lhe alguma tranquilidade face ao desafio da aquisi&ccedil;&atilde;o de novos  conhecimentos, atitudes e habilidades previstos na Universidade, facilitando sua adapta&ccedil;&atilde;o pessoal. M&eacute;todos e  estrat&eacute;gias de aprendizagem eficientes tamb&eacute;m deveriam caminhar nesta mesma dire&ccedil;&atilde;o, ou seja, convertendo o potencial  do aluno em um bom desempenho (Valadas, 2011; Valadas, Gon&ccedil;alves &amp; Fa&iacute;sca, 2011), em boas experi&ecirc;ncias em sala de aula e  prepara&ccedil;&atilde;o para a vida profissional. </p>     <p>Os processos sociais envolvem o conv&iacute;vio interpessoal entre os estudantes, entre os alunos e seus professores, gestores e  funcion&aacute;rios. Esses aspectos podem sofrer o impacto das condi&ccedil;&otilde;es estabelecidas pela infraestrutura institucional, pelo tipo  de curso e pelas normas desse contexto, levando a comportamentos mais (ou menos) adaptativos, ou seja, que promovem ou inibem, respectivamente,  rela&ccedil;&otilde;es e experi&ecirc;ncias sociais formativas. Conforme Seco, Pereira, Dias, Casimiro e Cust&oacute;dio (2005) e Yazedjian,  Purswell, Sevin e Toews (2007) se o estudante percebe a passagem do Ensino M&eacute;dio para o Superior como uma conquista, como a  supera&ccedil;&atilde;o de um desafio excitante e significativo, esta mudan&ccedil;a pode se refletir positivamente no seu desenvolvimento; mas se  essa passagem for entendida sob uma perspectiva pessimista, pode ser indicadora de problemas. Segundo esses autores, para que se entenda a  adapta&ccedil;&atilde;o do calouro &agrave; Universidade, &eacute; preciso que se perceba a rela&ccedil;&atilde;o entre os fatores pessoais,  sociais e institucionais que sustentam o aluno rec&eacute;m admitido e que lhe d&atilde;o apoio social e emocional. Complementam que as  rela&ccedil;&otilde;es interpessoais com a fam&iacute;lia, colegas e professores podem ser preditivas da ades&atilde;o ao curso e &agrave;  institui&ccedil;&atilde;o de n&iacute;vel superior bem como do ajustamento pessoal e social do aluno a esta nova realidade, uma vez que interferem  nos modelos de organiza&ccedil;&atilde;o dos jovens estudantes. Utilizando question&aacute;rio de viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas (vers&atilde;o  reduzida de Almeida, Ferreira, &amp; Soares, 2003), Seco et al. (2005) avaliaram 996 estudantes entre 17 e 22 anos que frequentavam o 1&ordm; ano  de diferentes cursos. Os resultados mostraram que: (a) os estudantes que cursavam a carreira desejada apresentaram melhores escores de  adapta&ccedil;&atilde;o nas dimens&otilde;es <i>institucional </i>e <i>carreira </i>(adapta&ccedil;&atilde;o ao curso e vis&atilde;o de perspectiva  de carreira), tinham melhor percep&ccedil;&atilde;o de apoio social e reportaram maior satisfa&ccedil;&atilde;o: (b) alunos que residiam com a  fam&iacute;lia tinham melhores escores nas dimens&otilde;es <i>pessoal </i>(percep&ccedil;&atilde;o de bem estar f&iacute;sico e  psicol&oacute;gico), de <i>estudo </i>(compet&ecirc;ncias de estudo, m&eacute;todos de trabalho) e <i>institucional </i>(interesse pela  institui&ccedil;&atilde;o, vontade de continuar os estudos, percep&ccedil;&atilde;o da qualidade da infraestrutura), al&eacute;m de apresentarem  maior bem-estar e estabilidade, enquanto que os afastados das fam&iacute;lias apresentaram melhor desempenho na dimens&atilde;o <i>interpessoal</i>  (relacionamento interpessoal, relacionamento &iacute;ntimo, envolvimento com atividades extraclasse). Conforme esses resultados, o fato dos  estudantes que se encontram morando fora de suas resid&ecirc;ncias (fam&iacute;lia) apresentarem melhor desempenho interpessoal sugere que essa  condi&ccedil;&atilde;o induz &agrave; busca de amplia&ccedil;&atilde;o de sua rede de apoio relacional por meio de contato com novos colegas, como  forma a se perceberem e sentirem apoiados. Este &uacute;ltimo resultado sugere que o melhor desempenho interpessoal dos estudantes que se encontram  morando fora de duas resid&ecirc;ncias e longe de suas fam&iacute;lias pode refletir a necessidade destes desenvolverem com os colegas  rela&ccedil;&otilde;es de apoio e suporte social. </p>     <p>Sentir-se apoiado por aqueles que lhes s&atilde;o pr&oacute;ximos (fam&iacute;lia e amigos) nas decis&otilde;es a serem tomadas, assim como no  percurso acad&ecirc;mico, permite ao estudante desenvolver-se com seguran&ccedil;a ao longo de sua trajet&oacute;ria universit&aacute;ria e,  progressivamente, mais bem preparado para enfrentar as dificuldades inerentes a este processo (Yazedjian et al., 2007). Neste caso, o  desenvolvimento psicossocial do aluno transcorre de forma positiva e pode levar a uma melhor adapta&ccedil;&atilde;o pessoal, interpessoal,  institucional e vocacional no contexto acad&ecirc;mico. </p>     <p>Os processos afetivos est&atilde;o associados &agrave;s escolhas vocacionais e, portanto, &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o com determinados  campos de conhecimento, &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o para perseverar nas escolhas realizadas (Azevedo &amp; Faria, 2006; Oliveira, Souza,  Vieira, Ad&aacute;rio, &amp; Rezende, 2007) e tamb&eacute;m &agrave; sele&ccedil;&atilde;o de parceiros ou colegas de relacionamento (Tapia &amp;  Montenegro, 2004). Esse processo envolve tamb&eacute;m o suporte afetivo de familiares e amigos (Pereira, Motta, Vaz, Pinto, &amp; Bernardino,  2006). Investigando a rela&ccedil;&atilde;o entre motiva&ccedil;&atilde;o e sucesso acad&ecirc;mico junto a 649 alunos do &uacute;ltimo ano do  Ensino M&eacute;dio, Azevedo e Faria (2006) ressaltam mudan&ccedil;as na motiva&ccedil;&atilde;o dos estudantes quando fazem a  transi&ccedil;&atilde;o para o Ensino Superior. Entre as caracter&iacute;sticas motivacionais, o estudo mostrou que o autoconceito &eacute; a  vari&aacute;vel que mais se correlaciona com o sucesso acad&ecirc;mico. As notas nas diferentes disciplinas foram explicadas pelas  caracter&iacute;sticas motivacionais (especialmente autocontrole) que explicariam 35% da varia&ccedil;&atilde;o do desempenho em Portugu&ecirc;s e  10% do desempenho em Matem&aacute;tica. Adicionalmente, verificaram que a transi&ccedil;&atilde;o do Ensino M&eacute;dio para o  Universit&aacute;rio parece promover o autoconceito em algumas das suas dimens&otilde;es, particularmente nas dimens&otilde;es sociais. </p>     <p>Em resumo, pode-se afirmar que a Universidade &eacute; um ambiente complexo que requer a integra&ccedil;&atilde;o e harmoniza&ccedil;&atilde;o  de processos cognitivos, sociais e afetivos, com demandas para pensar, relacionar-se com os outros e gostar do que faz. Diversos estudos t&ecirc;m  mostrado o quanto o per&iacute;odo de adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; Universidade &eacute; sens&iacute;vel a todas as caracter&iacute;sticas  descritas anteriormente (Kuh, Kinzie, Schuh, &amp; Whitt, 2010; Pascarella, Pierson, Wolniak, &amp; Terenzini, 2004). As peculiaridades da  transi&ccedil;&atilde;o do Ensino M&eacute;dio para o Superior e a adequa&ccedil;&atilde;o do aluno a esta nova realidade v&atilde;o depender de  seu desenvolvimento psicossocial e das condi&ccedil;&otilde;es de apoio que encontra nessas &uacute;ltimas institui&ccedil;&otilde;es (Kuh, Kinzie,  Schuh, &amp; Whitt, 2010; Pascarella &amp; Terenzini, 2005). A passagem do Ensino M&eacute;dio para o Universit&aacute;rio requer muitas  mudan&ccedil;as. Passa-se de um universo com regras bem definidas e estruturadas para um conjunto muito mais amplo e flex&iacute;vel de  possibilidades que necessitam conhecimento intelectual e manejo interpessoal para alcan&ccedil;ar viv&ecirc;ncias satisfat&oacute;rias e  consequentemente uma melhor adapta&ccedil;&atilde;o (Almeida, Soares, &amp; Ferreira, 2001). Nem todos os estudantes, ao ingressarem na  Universidade, j&aacute; alcan&ccedil;aram desenvolvimento suficiente que lhes permita transitar de um ensino a outro de forma tranquila e muitas  dificuldades podem surgir (Bolsoni-Silva, Loureiro, Rosa, &amp; Oliveira, 2010). Por isso, ainda &eacute; t&atilde;o necess&aacute;rio sentir-se  apoiado e poder contar com suporte social principalmente da fam&iacute;lia e de amigos que podem ajudar no desenvolvimento do estudante. O contexto  acad&ecirc;mico &eacute; especialmente propulsor do desenvolvimento do estudante quando propicia intera&ccedil;&otilde;es sociais favor&aacute;veis  a esse crescimento, &agrave; partilha de pensamentos e sentimentos, enfim, a um conjunto de viv&ecirc;ncias significativas (Granado, Santos,  Almeida, Soares, &amp; Guisande, 2005; Pascarella &amp; Terenzini, 2005). A qualidade dessa transi&ccedil;&atilde;o varia tamb&eacute;m em  fun&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel intelectual do aluno (Soares, Guisande et al., 2006; Soares, Poubel et al., 2009), da intensidade de suas  intera&ccedil;&otilde;es com os outros alunos e das possibilidades acad&ecirc;micas encontradas (Soares, Almeida et al., 2006; Soares, Baldez,  &amp; Mello, 2011). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Quanto aos projetos de vida, Kumar, Silva e Paix&atilde;o (2007), investigando 474 estudantes do Ensino Superior Polit&eacute;cnico, verificaram  que os estudantes atribu&iacute;ram maior import&acirc;ncia a projetos educativos, profissionais e de forma&ccedil;&atilde;o e ao desenvolvimento  pessoal e psicossocial, n&atilde;o obstante os projetos relativos a rela&ccedil;&otilde;es amorosas e familiares tenham sido tamb&eacute;m  valorizados. No que diz respeito ao otimismo com rela&ccedil;&atilde;o ao futuro, as meninas apresentam maiores m&eacute;dias em geral, enquanto os  rapazes percebiam-se mais autoeficazes quanto &agrave; tomada de decis&atilde;o vocacional. Pode-se concluir, com este estudo, que uma atitude  positiva quanto ao futuro, associada a uma percep&ccedil;&atilde;o de autoefic&aacute;cia e atribui&ccedil;&atilde;o de import&acirc;ncia a  projetos futuros, pode contribuir para os jovens adultos vivenciarem de forma construtiva os desafios do Ensino Superior. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Habilidades sociais no contexto acad&ecirc;mico </b></p>     <p>Conforme A. Del Prette e Del Prette (2001) e Z. A. P. Del Prette e Del Prette (2001, 2005), as habilidades sociais s&atilde;o classes de  comportamentos requeridas para a compet&ecirc;ncia social, ou seja, para lidar de forma efetiva com os desafios das intera&ccedil;&otilde;es  sociais. Essa efetividade remete ao conceito de compet&ecirc;ncia social, que esses autores diferenciam de habilidades sociais, definindo-a como  &ldquo;um atributo avaliativo de um comportamento ou epis&oacute;dio de comportamentos bem-sucedidos &ndash; conforme determinados crit&eacute;rios  de funcionalidade &ndash; em uma intera&ccedil;&atilde;o social&rdquo; que incluem: (a) consecu&ccedil;&atilde;o do objetivo, em termos de  consequ&ecirc;ncias espec&iacute;ficas obtidas na &ldquo;tarefa social&rdquo;; (b) a aprova&ccedil;&atilde;o social da comunidade verbal; (c) a  manuten&ccedil;&atilde;o ou melhora da qualidade da rela&ccedil;&atilde;o; (d) equil&iacute;brio nas trocas refor&ccedil;adoras; (e) respeito aos  direitos humanos b&aacute;sicos (Del Prette &amp; Del Prette, 2010, pp. 106-107). </p>     <p>Analisando o conjunto de habilidades sociais que contribuem para a compet&ecirc;ncia social, A. Del Prette e Del Prette (2001) prop&otilde;em a  organiza&ccedil;&atilde;o das habilidades sociais em cinco classes mais gerais: de comunica&ccedil;&atilde;o, de civilidade, assertivas, de  express&atilde;o de sentimento positivo e habilidades sociais profissionais. Cada uma delas &eacute; decomposta pelos autores em habilidades mais  espec&iacute;ficas e, na base de todas elas, os autores enfatizam as habilidades de automonitoria do pr&oacute;prio desempenho interpessoal. </p>     <p>O universit&aacute;rio socialmente competente &eacute; aquele que se relaciona bem com os outros, colegas, funcion&aacute;rios e professores, de  forma a atingir seus objetivos ao mesmo tempo em que alimenta a qualidade dessa rela&ccedil;&atilde;o (A. Del Prette &amp; Del Prette, 2001). </p>     <p>A popula&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria tem sido foco de muitas pesquisas sobre habilidades sociais. Desde os pioneiros estudos de Bryant  e Trower (1974), diversos estudos t&ecirc;m buscado identificar o repert&oacute;rio de habilidades sociais de estudantes universit&aacute;rios  (Carneiro &amp; Teixeira, 2011; A. Del Prette, Del Prette, &amp; Branco, 1992; Pertegal-Felices, Castejon-Costa, &amp; Jimeno-Morenilla, 2010;  Ribeiro &amp; Bolsoni-Silva, 2011) e implementar interven&ccedil;&otilde;es que visam superar seus d&eacute;ficits dessas habilidades e/ou promover  repert&oacute;rios mais elaborados (A. Del Prette &amp; Del Prette, 2003; Lima, 2014; Ogilvy, 1994; S&aacute;nchez, Aparicio, lvarez, &amp;  Jim&eacute;nez, 2009; Villas Boas, Silveira, &amp; Bolsoni-Silva, 2005). Esses estudos foram iniciados na d&eacute;cada de 1990 no Brasil e uma  grande parte (especialmente primeiros) se centra em estudantes de psicologia. </p>     <p>No primeiro artigo emp&iacute;rico sobre o tema publicado no Brasil, A. Del Prette, Del Prette e Branco (1992) identificaram, em estudantes do  in&iacute;cio e fim do curso de Psicologia, mais semelhan&ccedil;as do que diferen&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o a situa&ccedil;&otilde;es de  intera&ccedil;&atilde;o social que requeriam compet&ecirc;ncia social, enfatizando a import&acirc;ncia de inserir, na grade curricular,  condi&ccedil;&otilde;es para o desenvolvimento desse repert&oacute;rio. Em outro estudo, Del Prette, Del Prette e Barreto (1999) justificaram a  import&acirc;ncia de um bom repert&oacute;rio de habilidades sociais dos estudantes de psicologia, argumentando que sua atua&ccedil;&atilde;o se  d&aacute; essencialmente por meio de rela&ccedil;&otilde;es interpessoais, sendo portanto, indispens&aacute;veis para a efetividade dessa  atua&ccedil;&atilde;o. Naquele estudo, tamb&eacute;m pioneiro em termos de interven&ccedil;&atilde;o, apresentaram evid&ecirc;ncias de efetividade  de um programa de treinamento de habilidades sociais junto a esses estudantes. O estudo de Carneiro e Teixeira (2011), quase 20 anos depois, mostra  que o problema continuou, pois os iniciantes de um curso de Psicologia apresentavam repert&oacute;rio de HS mais elaborado do que os do meio e do  final do curso, sendo que os alunos de meados do curso eram os que menos precisavam de treinamento de HS, enquanto os concluintes apresentavam  maior indica&ccedil;&atilde;o para treinamento. </p>     <p>Pesquisas com estudantes com diferentes cursos de gradua&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m focalizaram a caracteriza&ccedil;&atilde;o do  repert&oacute;rio de habilidades sociais dos universit&aacute;rios. Del Prette, Del Prette e Correia (1992) apresentaram dados emp&iacute;ricos  sobre diferen&ccedil;as entre cursos de ci&ecirc;ncias humanas (psicologia e servi&ccedil;o social) e em rela&ccedil;&atilde;o a outro de  ci&ecirc;ncias exatas (engenharia mec&acirc;nica). Os autores apresentavam aos estudantes, por escrito, 13 situa&ccedil;&otilde;es interpessoais  que requeriam compet&ecirc;ncia social e pediam que avaliassem a incid&ecirc;ncia de demandas desse tipo, frequ&ecirc;ncia e dificuldade do  desempenho indicador de compet&ecirc;ncia social e a satisfa&ccedil;&atilde;o com o pr&oacute;prio desempenho e seus resultados. Mais tarde,  Bandeira e Quaglia (2005) replicaram o estudo, mostrando que os estudantes, em sua maioria, relatavam como inc&ocirc;modas e desagrad&aacute;veis  as situa&ccedil;&otilde;es que envolviam assertividade (express&atilde;o de insatisfa&ccedil;&atilde;o ou pedido de mudan&ccedil;a de  comportamento) e como confort&aacute;veis e agrad&aacute;veis as que se &agrave; express&atilde;o de amizade e sentimentos positivos. Em outro  estudo, Bandeira, Quaglia, Bachetti, Ferreira e Souza (2005) defendem a import&acirc;ncia do comportamento assertivo, evidenciando sua  associa&ccedil;&atilde;o coma baixa ansiedade, alta internalidade e alta autoestima. Estes estudos revelam a import&acirc;ncia dos comportamentos  assertivos e outras habilidades sociais nesse contexto e a dificuldade dos estudantes em desempenh&aacute;-los, mas tamb&eacute;m sua  correla&ccedil;&atilde;o com outras caracter&iacute;sticas do estudante que s&atilde;o desej&aacute;veis para viv&ecirc;ncias bem sucedidas no  processo de adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; Universidade. Ribeiro e Bolsoni-Silva (2011), em popula&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, evidenciaram  dificuldades dos estudantes diante de diferentes contextos sociais, destacando aqueles que envolviam comunicar-se, expressar-se, resolver  conflitos e solicitar mudan&ccedil;a de comportamento. </p>     <p>Em estudo mais recente, Tavares, Couto e Silva (2012) mostraram que os estudantes de psicologia apresentaram mais rela&ccedil;&otilde;es  amig&aacute;veis e mais disposi&ccedil;&atilde;o para as rela&ccedil;&otilde;es interpessoais, por&eacute;m menos manifesta&ccedil;&otilde;es de  sentimentos positivos do que os estudantes de outros cursos. Al&eacute;m disso, indicaram que os alunos de psicologia obtiveram escores mais  elevados de HS do que os de outros cursos o que, segundo os autores, pode ser explicado pela natureza diferenciada de sua forma&ccedil;&atilde;o  acad&ecirc;mica e pela press&atilde;o social das expectativas de rela&ccedil;&otilde;es interpessoais de amizade e amabilidade. Com amostras mais  variadas de universit&aacute;rios, Couto, Vandenbergue, Tavares e Silva (2012) identificaram que altos escores de HS apresentaram  associa&ccedil;&otilde;es positivas com relato de rela&ccedil;&otilde;es interpessoais amig&aacute;veis e negativas com relatos de  rela&ccedil;&otilde;es interpessoais hostis e submissas. &Eacute; poss&iacute;vel supor que comportamentos de abordagem amistosa sejam mais  adaptativos, favorecendo as rela&ccedil;&otilde;es interpessoais na Universidade. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Algumas situa&ccedil;&otilde;es interpessoais espec&iacute;ficas, interpretadas pelos universit&aacute;rios como desagrad&aacute;veis e  dif&iacute;ceis de serem vivenciadas, t&ecirc;m sido associadas negativamente com as habilidades sociais. Furtado, Falcone e Clark (2003)  identificaram algumas que se constitu&iacute;am como fontes mais fortes de estresse entre alunos de Medicina, entre as quais professores injustos,  grande quantidade de mat&eacute;ria para estudo, grande n&uacute;mero de provas (especialmente as orais), falta de tempo para divers&atilde;o,  expectativas quanto ao futuro profissional e medo de fracassar nos estudos. Esses autores tamb&eacute;m identificaram que a maioria desses alunos  encontrava-se em fase de resist&ecirc;ncia ao estresse, que se mostrou negativamente associado ao repert&oacute;rio de habilidades sociais. No  estudo de Pellegrini, Calais e Salgado (2012), d&eacute;ficits em habilidades sociais foram associados &agrave; m&aacute;  administra&ccedil;&atilde;o de tempo e esta se correlacionou com estresse mas n&atilde;o se verificou rela&ccedil;&atilde;o entre estresse e  d&eacute;ficit em habilidades sociais. </p>     <p>Em outra linha de investiga&ccedil;&atilde;o, pesquisas de interven&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m evidenciado resultados favor&aacute;veis a  interven&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas de treinamento de habilidades sociais com estudantes universit&aacute;rios. Com delineamento  experimental de grupo, Del Prette, Del Prette e Barreto (1999) encontraram que o grupo experimental (por&eacute;m n&atilde;o o controle) apresentou  melhoras significativas nas habilidades de enfrentamento e autoafirma&ccedil;&atilde;o com risco (assertividade) e na express&atilde;o de afeto  positivo. Estudos de avalia&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-p&oacute;s interven&ccedil;&atilde;o, mas sem grupo controle (Magalh&atilde;es &amp; Murta,  2003; Villas-Boas, Silveira, &amp; Bolsoni-Silva, 2005) tamb&eacute;m identificaram ganhos dos estudantes no p&oacute;s treinamento. No estudo de  A. Del Prette e Del Prette (2003) foi destacada a import&acirc;ncia das habilidades sociais na forma&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria,  principalmente as de receber e dar <i>feedback</i>, elogiar desempenhos, expressar-se assertivamente, demonstrar empatia, lidar com cr&iacute;ticas  e habilidades de comunica&ccedil;&atilde;o. </p>     <p>Em estudo recente, Lima (2014) verificou que, para o contexto espec&iacute;fico das dificuldades interpessoais na Universidade, estudantes de  diversos cursos melhoraram o repert&oacute;rio de HS ap&oacute;s treinamento e estes ganhos se associaram positivamente a um melhor desempenho em  medidas de comportamentos sociais acad&ecirc;micos e em indicadores de adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; Universidade. Verificou-se, assim, que  repert&oacute;rios mais elaborados de habilidades sociais podem contribuir efetivamente para uma melhor adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;  Universidade e ader&ecirc;ncia ao contexto acad&ecirc;mico de n&iacute;vel superior, podendo-se defender a dissemina&ccedil;&atilde;o de programas  de habilidades sociais na Universidade para que esses estudantes sejam preventivamente melhor preparados para o manejo das demandas interpessoais  profissionais. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Habilidades sociais e adapta&ccedil;&atilde;o a universidade </b></p>     <p>O estudante que inicia o curso universit&aacute;rio transita por um per&iacute;odo adaptativo delicado e necessita de uma s&eacute;rie de  compet&ecirc;ncias cognitivas e comportamentais para atingir suas metas (Pascarella &amp; Terenzini, 2005; Soares, Poubel et al., 2009). O  conv&iacute;vio com muitas pessoas diferentes e com demandas variadas de estudo faz com que muitas vezes os alunos n&atilde;o saibam como lidar com  estas novas demandas (Seco et al., 2005). Quando esta intera&ccedil;&atilde;o social &eacute; pouco frequente ou inexistente, isto pode ser alvo de  problemas de adapta&ccedil;&atilde;o a Universidade, conforme evidenciado em diversos estudos (Duarte, 2008; Souza, Bardagi, &amp; Nunes, 2013). O  campo das habilidades sociais se insere na din&acirc;mica das rela&ccedil;&otilde;es interpessoais e, no caso da adapta&ccedil;&atilde;o  acad&ecirc;mica, pode-se dizer que os comportamentos sociais t&ecirc;m consequ&ecirc;ncias em termos de melhor ou pior viv&ecirc;ncia  universit&aacute;ria. </p>     <p>O processo de adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; Universidade envolve, em muito, aspectos subjacentes ao construto das habilidades sociais.  Adaptar-se &agrave; Universidade ocorre no contexto de experi&ecirc;ncias e viv&ecirc;ncias, simultaneamente sociais e acad&ecirc;micas dos  estudantes. Desta forma, dispor de compet&ecirc;ncia social pode facilitar as viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas e conduzir a uma maior  satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, a um melhor comprometimento com o aprendizado e a uma melhor adapta&ccedil;&atilde;o a Universidade. Alguns  estudos descritos a seguir apontam especificamente para a conson&acirc;ncia entre estes dois conceitos, na medida em que os comportamentos  manifestados neste ambiente envolvem destrezas sociais gerais e espec&iacute;ficas. </p>     <p>Em estudo com 99 estudantes de engenharia, Gerk e Cunha (2006) identificaram um grande n&uacute;mero de correla&ccedil;&otilde;es entre  indicadores de habilidades sociais e de viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas. A maioria das correla&ccedil;&otilde;es encontradas articulava  indicadores produzidos pelos dois instrumentos de medida, o Invent&aacute;rio de Habilidades Sociais (IHS-Del-Prette; Z. A. P. Del Prette &amp;  Del Prette, 2001) e o Question&aacute;rio de Viv&ecirc;ncias Acad&ecirc;micas (QVA; Almeida &amp; Ferreira, 1997). Os maiores valores de  correla&ccedil;&atilde;o ocorreram entre o escore total do IHS-Del-Prette e as subescalas do QVA: <i>Relacionamento com os Colegas</i>,  <i>Autonomia Pessoal</i>, <i>Autoconfian&ccedil;a </i>e <i>Percep&ccedil;&atilde;o Pessoal de Compet&ecirc;ncias Cognitivas</i>. As autoras  explicam estas correla&ccedil;&otilde;es chamando aten&ccedil;&atilde;o para a import&acirc;ncia, nas duas primeiras subescalas, das habilidades  sociais de comunica&ccedil;&atilde;o e assertividade e relacionando as duas seguintes a caracter&iacute;sticas de autoefic&aacute;cia percebida. </p>     <p>Soares, Poubel e Melo (2009) realizaram um estudo comparativo em institui&ccedil;&otilde;es de ensino p&uacute;blico e privado com 200  estudantes do curso de Psicologia no Rio de Janeiro, tamb&eacute;m analisando rela&ccedil;&otilde;es entre habilidades sociais &agrave;s  viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas. Este estudo mostrou que, nas institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, um bom repert&oacute;rio de habilidades  sociais, avaliado pelo IHS-Del-Prette (Z. A. P. Del Prette &amp; Del Prette, 2001), estava correlacionado com as dimens&otilde;es <i>pessoal </i>e  <i>contextual </i>avaliadas pelo QVA reduzido (Almeida, Soares, &amp; Ferreira, 2001), enquanto que, nas particulares, um bom repert&oacute;rio de  habilidades sociais, se correlacionava com a dimens&atilde;o de <i>realiza&ccedil;&atilde;o</i>. Verificou-se que os estudantes de  institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas eram mais confiantes, apresentavam mais compet&ecirc;ncia acad&ecirc;mica e se sentiam mais apoiados  pela fam&iacute;lia e pela institui&ccedil;&atilde;o. No entanto, os estudantes de institui&ccedil;&otilde;es particulares se mostravam satisfeitos  por estarem identificados com suas carreiras e envolvidos com o curso e com seus professores. Concluiu-se que, na Universidade p&uacute;blica, em  que o n&iacute;vel de exig&ecirc;ncia para o acesso era maior, os estudantes que conseguiam ingressar confirmavam suas expectativas de  compet&ecirc;ncia intelectual e tinham a fam&iacute;lia como esteio. Os estudantes das Universidades privadas mostravam-se mais direcionados para o  mercado de trabalho, visando um retorno mais imediato do investimento feito com o curso. </p>     <p>Em estudo com 500 estudantes do Estado do Rio de Janeiro, oriundos de diversos cursos universit&aacute;rios, Baldez (2009) estabeleceu  tamb&eacute;m correla&ccedil;&otilde;es entre habilidades sociais e viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas. Foram encontradas correla&ccedil;&otilde;es  de todas as dimens&otilde;es de viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas QVA (Almeida &amp; Ferreira, 1997), com os fatores do IHS-Del-Prette (Z. A. P. Del  Prette &amp; Del Prette, 2001) para estudantes do ensino p&uacute;blico, enquanto que, para os estudantes da rede privada, foi encontrada menor  quantidade de correla&ccedil;&otilde;es principalmente a dimens&atilde;o pessoal e as habilidades assertivas (Fator 1 do IHS-Del-Prette). O estudo  sugere, portanto, a ocorr&ecirc;ncia de viv&ecirc;ncias diferenciadas para os contextos universit&aacute;rios, p&uacute;blico e privado, com  implica&ccedil;&otilde;es sobre o repert&oacute;rio de habilidades sociais e/ou um repert&oacute;rio diferenciado desses estudantes, com  consequ&ecirc;ncias sobre suas viv&ecirc;ncias. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em estudo recente, Soares, Francischeto, Pe&ccedil;anha, Miranda e Dutra (2013) com uma amostra de 393 estudantes de diversas &aacute;reas,  encontraram que todas as dimens&otilde;es do QVA-r (Almeida et al., 2001) se correlacionavam com o escore total do IHS-Del-Prette e que o escore do  QVA-r total se correlacionava com todos os fatores do IHS-Del-Prette. Nos dois estudos (Baldez, 2009; Soares et al., 2013), dado o n&uacute;mero  expressivo de correla&ccedil;&otilde;es, foi poss&iacute;vel pensar que os instrumentos avaliavam construtos semelhantes que se refletiam  especialmente em comportamentos mais adaptativos nas situa&ccedil;&otilde;es sociais pr&oacute;prias do contexto universit&aacute;rio. Outra  conclus&atilde;o &eacute; que o IHS-Del-Prette, mesmo focalizando habilidades gerais para diferentes ambientes, mostrou-se sens&iacute;vel para  identificar as demandas espec&iacute;ficas do contexto universit&aacute;rio, possivelmente por ter sido validado com amostra similar (Z. A. P. Del  Prette &amp; Del Prette, 2001). </p>     <p>Em um estudo sobre as evid&ecirc;ncias de validade de medidas entre adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica e habilidades sociais, Soares,  Mour&atilde;o, Santos e Mello (2011) pressupunham encontrar correla&ccedil;&otilde;es significativas entre os dois instrumentos de  adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica e o de habilidades sociais, uma vez que estas medidas j&aacute; tinham se mostrado associadas em estudos  pr&eacute;vios. Os resultados deste estudo indicaram uma validade discriminante entre a medida de habilidades sociais e as escalas de  adapta&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria. Para as escalas de viv&ecirc;ncias e adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica foi poss&iacute;vel  encontrar validade convergente, com 81% das correla&ccedil;&otilde;es significativas, sendo 19,4% com correla&ccedil;&otilde;es fortes e 36% com  correla&ccedil;&otilde;es moderadas. Tamb&eacute;m foram encontrados resultados significativos para a an&aacute;lise das escalas duas a duas, as de  viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas apresentando correla&ccedil;&atilde;o elevada entre si (acima de 0,50), mas baixas, ainda que significativas, com  a de habilidades sociais (at&eacute; 0,30). Tamb&eacute;m se constatou que medidas de habilidades sociais, viv&ecirc;ncia acad&ecirc;mica (QVAr;  Almeida, Soares &amp; Ferreira, 2001) e integra&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria (EAVA; Vendramini et al., 2004) apresentam elementos comuns,  o que implica tamb&eacute;m em algum compartilhamento de conceitos subjacentes; por outro, os resultados sugeriram que s&atilde;o construtos com  especificidades pr&oacute;prias. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Algumas conclus&otilde;es </b></p>     <p>Conforme evidenciado nas se&ccedil;&otilde;es anteriores, os dois conceitos, habilidades sociais e adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica  s&atilde;o muito pertinentes para a an&aacute;lise do desempenho acad&ecirc;mico e social dos estudantes universit&aacute;rios, com  implica&ccedil;&otilde;es para a sa&uacute;de durante essa fase e com o sucesso profissional que deveria decorrer dessa etapa. Essa  conclus&atilde;o pode ser extra&iacute;da tanto dos estudos que focalizaram isoladamente essas vari&aacute;veis como daqueles que investigaram a  rela&ccedil;&atilde;o entre elas. Pode-se concluir, com base nas evid&ecirc;ncias produzidas por esses estudos que, para adaptar-se  satisfatoriamente &agrave; Universidade, &eacute; desej&aacute;vel um bom repert&oacute;rio de habilidades sociais e/ou que o processo de  adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica pode, de algum modo, fomentar de fato o desenvolvimento de habilidades sociais. Levando em conta, segundo  Gerk e Cunha (2006), que as habilidades sociais s&atilde;o requisitos da compet&ecirc;ncia social e que os comportamentos socialmente competentes  constituem respostas mais adaptativas tamb&eacute;m &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es acad&ecirc;micas, desenvolver a compet&ecirc;ncia social dos  universit&aacute;rios pode relativizar significativamente os poss&iacute;veis impactos negativos do primeiro ano de curso universit&aacute;rio e  facilitar o rendimento acad&ecirc;mico desses estudantes. </p>     <p>Como encaminhamento de pesquisa, as pesquisas referidas neste trabalho deixam em aberto algumas quest&otilde;es tais como: quais habilidades  espec&iacute;ficas seriam mais cruciais para a adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica? Elas poderiam ser diferentes em fun&ccedil;&atilde;o da  &aacute;rea geral ou da carreira espec&iacute;fica escolhida? Quais habilidades sociais poderiam aparecer de forma expl&iacute;cita ou como  curr&iacute;culo oculto na grade acad&ecirc;mica dos diferentes cursos? Al&eacute;m das evid&ecirc;ncias de aprendizagem incidental, quais as  evid&ecirc;ncias e qual o poss&iacute;vel impacto de uma programa&ccedil;&atilde;o curricular que contemple habilidades sociais espec&iacute;ficas  para os diferentes cursos? Qual o poss&iacute;vel impacto de iniciativas desse tipo sobre a adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica dos estudantes? </p>     <p>Algumas dessas quest&otilde;es tem implica&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas sobre o ensino e a aprendizagem na universidade. Pode-se presumir  que, de um lado, a preocupa&ccedil;&atilde;o com a adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica n&atilde;o poderia deixar de lado o foco na  promo&ccedil;&atilde;o das habilidades sociais dos alunos. Por outro lado, ainda se carece de programas e de evid&ecirc;ncias de efetividade da  promo&ccedil;&atilde;o de habilidades sociais sobre o desempenho acad&ecirc;mico e o sucesso escolar dos alunos. Isso n&atilde;o obstante, pode-se  encontrar j&aacute;, no Brasil, algumas experi&ecirc;ncias inovadoras no ensino universit&aacute;rio (Lopes, Gerolamo, Del Prette, Musetti, &amp;  Del Prette, 2015). Processos de promo&ccedil;&atilde;o de habilidades sociais e adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica na Universidade podem  requerer o investimento tamb&eacute;m em materiais de apoio e de orienta&ccedil;&atilde;o ao estudante. Com essa preocupa&ccedil;&atilde;o, as  autoras produziram, recentemente (Soares &amp; Del Prette, 2013) uma cartilha intitulada &ldquo;Guia te&oacute;rico pr&aacute;tico para superar  dificuldades interpessoais na Universidade&rdquo;. Nela, al&eacute;m de no&ccedil;&otilde;es gerais sobre habilidades sociais, os jovens s&atilde;o  estimulados a praticar as habilidades sociais requeridas em seu dia a dia. Um investimento de pesquisa ainda necess&aacute;rio, em  rela&ccedil;&atilde;o a esse material, seria o que verificar o interesse e o impacto que o uso dele produzem e, adicionalmente, estrat&eacute;gias  que poderiam ser acopladas a sua utiliza&ccedil;&atilde;o. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias </b></p>     <!-- ref --><p>Almeida, S. L., &amp; Ferreira, J. A. (1997). <i>Question&aacute;rio de viv&ecirc;ncias acad&eacute;micas</i>. Braga: Universidade do Minho.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S0870-8231201500020000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Almeida, L. S., Ferreira, J. G., &amp; Soares, A. P. (2003). Question&aacute;rio de Viv&ecirc;ncias Acad&eacute;micas (Q.V.A. e Q.V.A-r). In M.  Gon&ccedil;alves, M. Sim&otilde;es, L. Almeida, &amp; C. Machado (Coords.), <i>Avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica: Instrumentos validados  para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa </i>(Vol. 1, pp. 114-130). Coimbra: Quarteto. </p>     <!-- ref --><p>Almeida, L. S., Guisande, M. A., Soares, A. P., &amp; Saavedra, L. (2006). Acesso e sucesso no ensino superior em Portugal: Quest&otilde;es de  g&eacute;nero, origem s&oacute;cio-cultural e percurso acad&eacute;mico dos alunos. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 19</i>,  507-514.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S0870-8231201500020000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Almeida, L. S., Soares, A. P. C., &amp; Ferreira, J. A. G. (2001). Adapta&ccedil;&atilde;o, rendimento e desenvolvimento dos estudantes no  ensino superior: Constru&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio de viv&ecirc;ncias acad&eacute;micas. <i>Methodus: Revista Cient&iacute;fica e  Cultural, 3</i>, 3-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S0870-8231201500020000100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Azevedo, A., &amp; Faria, L. (2006). Motiva&ccedil;&atilde;o, sucesso e transi&ccedil;&atilde;o para o ensino superior. <i>Psicologia, XX</i>,  69-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S0870-8231201500020000100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Baldez, M. (2009). <i>A rela&ccedil;&atilde;o entre as habilidades sociais e a adapta&ccedil;&atilde;o dos estudantes ao ensino superior: Um  estudo no estado do Rio de Janeiro. </i>Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Psicologia. Universidade Salgado de Oliveira.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S0870-8231201500020000100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Bandeira, M., &amp; Quaglia, M. A. C. (2005). Habilidades sociais de estudantes universit&aacute;rios: Identifica&ccedil;&atilde;o de  situa&ccedil;&otilde;es sociais significativas. <i>Intera&ccedil;&atilde;o em Psicologia, 9</i>, 45-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0870-8231201500020000100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Bandeira, M., Quaglia, M. A. C., Bachetti, L. S., Ferreira, T. L., &amp; Souza, G. G. (2005). Comportamento assertivo e sua  rela&ccedil;&atilde;o com ansiedade, l&oacute;cus de controle e autoestima em estudantes universit&aacute;rios. <i>Estudos de Psicologia  (Campinas), 22</i>, 111-121.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0870-8231201500020000100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Bolsoni-Silva, A. T., Loureiro, S. R., Rosa, C. F., &amp; Oliveira, M. C. F. A. (2010). Caracteriza&ccedil;&atilde;o das habilidades sociais de  universit&aacute;rios. <i>Contextos Cl&iacute;nicos, 3</i>, 62-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0870-8231201500020000100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Bryant, B., &amp; Trower, P. (1974). Social difficulty in a student population. <i>British Journal of Educational Psychology, 44</i>, 13-21. </p>     <!-- ref --><p>Carneiro, A. A., &amp; Teixeira, C. M. (2011). Avalia&ccedil;&atilde;o de habilidades sociais em alunos de gradua&ccedil;&atilde;o em psicologia  da Universidade Federal do Maranh&atilde;o. <i>Psicologia Ensino &amp; Forma&ccedil;&atilde;o, 2</i>, 43-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0870-8231201500020000100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Cole, J. S., Kennedy, M., &amp; Ben-Avie, M. (2009). The role of precollege data in assessing and understanding student engagement in  college. <i>New Directions for Institutional Research, 141</i>, 55-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0870-8231201500020000100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Couto, G., Vandenberghe, L., Tavares, W. M., &amp; Silva, R. L. F. C. (2012). Intera&ccedil;&otilde;es e habilidades sociais entre  universit&aacute;rios: Um estudo correlacional. <i>Estudos de Psicologia (Campinas), 29</i>, 667-677.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0870-8231201500020000100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Cunha, S., &amp; Carrilho, D. (2005). O processo de adapta&ccedil;&atilde;o ao ensino superior e o rendimento acad&ecirc;mico. <i>Psicologia  Escolar e Educacional, 9</i>, 215-224.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0870-8231201500020000100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Del Prette, A., &amp; Del Prette, Z. A. P. (2001). <i>Psicologia das rela&ccedil;&otilde;es interpessoais: Viv&ecirc;ncias para o trabalho em  grupo</i>. Petr&oacute;polis, RJ: Vozes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0870-8231201500020000100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Del Prette, A., &amp; Del Prette, Z. A. P. (2003). No contexto da travessia para o ambiente de trabalho: Treinamento de habilidades sociais com  universit&aacute;rios. <i>Estudos de Psicologia, 8</i>, 413-420.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0870-8231201500020000100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Del Prette, A., Del Prette, Z. A. P., &amp; Barreto, M. C. M. (1999). Habilidades sociales en la formaci&oacute;n profesional del  psic&oacute;logo: An&aacute;lisis de un programa de intervenci&oacute;n. <i>Psicolog&iacute;a Conductual, 7</i>, 27-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0870-8231201500020000100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Del Prette, A., Del Prette, Z. A. P., &amp; Branco, U. V. C. (1992). Compet&ecirc;ncia social na forma&ccedil;&atilde;o do psic&oacute;logo.  <i>Paid&eacute;ia, 2</i>, 40-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0870-8231201500020000100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Del Prette, Z. A. P., &amp; Del Prette, A. (2001). <i>Invent&aacute;rio de Habilidades Sociais (IHS-Del Prette): Manual de  aplica&ccedil;&atilde;o, apura&ccedil;&atilde;o e interpreta&ccedil;&atilde;o. </i>S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0870-8231201500020000100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Del Prette, Z. A. P., &amp; Del Prette, A. (2003). Desenvolvimento interpessoal: Uma quest&atilde;o pendente no ensino universit&aacute;rio. In  E. Mercuri &amp; S. Polydoro (Orgs.), <i>Estudante universit&aacute;rio: Caracter&iacute;sticas e experi&ecirc;ncias de  forma&ccedil;&atilde;o </i>(pp. 105-128). Taubat&eacute;: Cabral.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0870-8231201500020000100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Del Prette, Z. A. P., &amp; Del Prette, A. (2005). <i>Psicologia das habilidades sociais na inf&acirc;ncia: Teoria e  pr&aacute;tica. </i>Petr&oacute;polis: Vozes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0870-8231201500020000100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Del Prette, Z. A. P., &amp; Del Prette, A. (2010). Habilidades sociais e an&aacute;lise do comportamento: Proximidade hist&oacute;rica e  atualidades. <i>Perspectivas em An&aacute;lise do Comportamento, 1</i>, 104-115.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S0870-8231201500020000100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Del Prette, Z. A. P., Del Prette, A., &amp; Correia, M. F. B. (1992). Compet&ecirc;ncia social: Um estudo comparativo entre alunos de  psicologia, servi&ccedil;o social e engenharia mec&acirc;nica. <i>Psic&oacute;logo escolar &ndash; Identidade e perspectivas: Anais do I Congresso  Nacional de Psicologia Escolar e Educacional </i>(pp. 382-384). Campinas: ABRAPEE. </p>     <!-- ref --><p>Duarte, I. (2008). Transition and adaptation to art higher education. <i>S&iacute;sifo. Educational Sciences Journal, 7</i>, 27-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0870-8231201500020000100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Furtado, E. S., Falcone, E. M. O., &amp; Clark, C. (2003). Avalia&ccedil;&atilde;o do estresse e das habilidades sociais na experi&ecirc;ncia  acad&ecirc;mica de estudantes de medicina de uma Universidade do Rio de Janeiro. <i>Intera&ccedil;&atilde;o (Curitiba), 7</i>, 43-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0870-8231201500020000100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gerk, E., &amp; Cunha, S. (2006). Habilidades sociais na adapta&ccedil;&atilde;o de estudantes ao ensino superior. In M. Bandeira, A. Del  Prette, &amp; Z. A. P. Del Prette (Orgs.), <i>Estudos sobre habilidades sociais e relacionamento interpessoal </i>(pp. 181-198). S&atilde;o Paulo: Casa  do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0870-8231201500020000100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Granado, J. I. F., Santos, A. A. A., Almeida, L. S., Soares, A. P., &amp; Guisande, M. A. (2005). Integra&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica de  estudantes universit&aacute;rios: Contributos para a adapta&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o do QVA<i>r </i>no Brasil. <i>Psicologia e  Educa&ccedil;&atilde;o, 12</i>, 31-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0870-8231201500020000100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Kuh, G. D., Kinzie, J., Schuh, J., &amp; Whitt, E. J. (2010). <i>Students success in college: Creating conditions that matter</i>. San  Francisco: Jossey-Bass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0870-8231201500020000100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Kumar, M. E., Silva, J. T., &amp; Paix&atilde;o, M. P. (2007). Os projectos de vida nos estudantes do ensino superior: Rela&ccedil;&atilde;o com  o optimismo e a auto-efic&aacute;cia de carreira. <i>Psychologica, 44</i>, 45-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0870-8231201500020000100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lima, C. A. (2014). <i>Programa de treinamento de habilidades sociais para universit&aacute;rios em situa&ccedil;&otilde;es consideradas  dif&iacute;ceis no contexto acad&ecirc;mico</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Psicologia. Programa de P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o em  Psicologia. Universidade Salgado de Oliveira.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0870-8231201500020000100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lopes, D. C., Gerolamo, M. C., Del Prette, Z. A. P., Musetti, M. A., &amp; Del Prette, A. (2015). Social skills: A key factor for engineering  students to develop interpersonal skills. <i>International Journal of Engineering Education, 31</i>, 405-413.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0870-8231201500020000100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Magalh&atilde;es, P. P., &amp; Murta, S. G. (2003). Treinamento de habilidades sociais em estudantes de psicologia: Um estudo  pr&eacute;-experimental. <i>Temas em Psicologia, 11</i>, 28-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0870-8231201500020000100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Nelson, K. J., Quinn, C., Marrington, A., &amp; Clarke, J. A. (2012). Good practice for enhancing the engagement and success of commencing  students. <i>Higher Education, 63</i>, 83-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0870-8231201500020000100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Ogilvy, C. M. (1994). Social skills training with children and adolescents: A review of evidence on effectiveness. <i>Educational Psychology,  14</i>, 73-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0870-8231201500020000100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Oliveira, S. M. S. S., Souza, O. M. K., Vieira, W. V., Ad&aacute;rio, Y. S., &amp; Rezende, M. A. F. S. (2007). Identifica&ccedil;&atilde;o de  vari&aacute;veis de contextos em universit&aacute;rios de primeiro ano. <i>Psic, 8</i>, 227-235.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0870-8231201500020000100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pascarella, E. T., Pierson, C. T., Wolniak, G. C., &amp; Terenzini, P. T. (2004). First generation college students: Additional evidence on  college experiences and outcomes. <i>Higher Education, 75</i>, 249-284.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0870-8231201500020000100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Pascarella, E. T., &amp; Terenzini, P. T. (2005). <i>How college affects students. Vol. 2: A third decade of research</i>. San Francisco:  Jossey-Bass. </p>     <!-- ref --><p>Pellegrini, C. F. S., Calais, S. L., &amp; Salgado, M. H. (2012). Habilidades sociais e administra&ccedil;&atilde;o de tempo no manejo do  estresse. <i>Arquivos Brasileiros de Psicologia, 64</i>, 110-129.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0870-8231201500020000100038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pereira, A. M. S., Motta, E. D., Vaz, A. L., &amp; Bernardino, O. (2006). Sucesso e desenvolvimento psicol&oacute;gico no Ensino Superior:  Estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&atilde;o. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica, XXIV</i>, 51-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0870-8231201500020000100039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pertegal-Felices, M. L., Castejon-Costa, J. L., &amp; Jimeno-Morenilla, A. (2010). Personal and emotional skill profiles in the professional  development of the computer engineer. <i>International Journal of Engineering Education, 26</i>, 218-226.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0870-8231201500020000100040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pozo, J. I. (2002). <i>Aprendizes e mestres: A nova cultura da aprendizagem</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0870-8231201500020000100041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Ribeiro, D. C., &amp; Bolsoni-Silva, A. T. (2011). Potencialidades e dificuldades interpessoais de universit&aacute;rios: Estudo de  caracteriza&ccedil;&atilde;o. <i>Acta Comportamentalia, 19</i>, 205-224.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0870-8231201500020000100042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Seco, G., Pereira, I., Dias, I., Casimiro, M., &amp; Cust&oacute;dio, S. (2005). Para uma abordagem psicol&oacute;gica da  transi&ccedil;&atilde;o do ensino secund&aacute;rio para o ensino superior: Pontes e al&ccedil;ap&otilde;es. <i>Psicologia e  Educa&ccedil;&atilde;o, IV</i>, 7-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0870-8231201500020000100043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Soares, A. P., Almeida, L. S., &amp; Diniz, M. A. (2006). Modelo Multidimensional de Ajustamento de jovens ao contexto Universit&aacute;rio  (MMAU): Estudo com estudantes de ci&ecirc;ncias e tecnologias versus ci&ecirc;ncias sociais e humanas. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica,  24</i>, 15-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0870-8231201500020000100044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Soares, A. B., Baldez, M. O., &amp; Mello, T. V. S. (2011). Viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas em estudantes universit&aacute;rios do Estado do  Rio de Janeiro. <i>Intera&ccedil;&atilde;o em Psicologia, 15</i>, 59-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0870-8231201500020000100045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Soares, A. B., &amp; Del Prette, Z. A. P. (2013). <i>Guia te&oacute;rico-pr&aacute;tico para superar as dificuldades interpessoais na  universidade</i>. Rio de Janeiro: Ed. Appris.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0870-8231201500020000100046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Soares, A. B., Francischeto, V., Pe&ccedil;anha, A. L., Miranda, J. M., &amp; Dutra, B. M. (2013). Intelligence and social competence in  university adaptation. <i>Estudos de Psicologia (Campinas), 30</i>, 317-328.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0870-8231201500020000100047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Soares, A. P., Guisande, M. A., Diniz, A., &amp; Almeida, L. S. (2006). Construcci&oacute;n y validaci&oacute;n de un modelo multidimensional de  ajuste de los j&oacute;venes al contexto universitario. <i>Psicothema, 18</i>, 249-255.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0870-8231201500020000100048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Soares, A. B., Mour&atilde;o, L., Santos, A. A. A., &amp; Mello, T. V. S. (2011). Habilidades sociais no contexto universit&aacute;rio: Medidas  e integra&ccedil;&atilde;o ao curso. <i>Anais do III Semin&aacute;rio de Habilidades Sociais</i>. Taubat&eacute;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0870-8231201500020000100049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->, S&atilde;o Paulo. </p>     <!-- ref --><p>Soares, A. B., Poubel, L. N., &amp; Mello, T. V. S. (2009). Habilidades sociais e adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica: Um estudo comparativo  em institui&ccedil;&otilde;es de ensino p&uacute;blico e privado. <i>Aletheia, 29</i>, 27-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S0870-8231201500020000100050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Soares, A. P., Guisande, M. A., Almeida, L. S., &amp; P&aacute;ramo, M. F. (2009). Academic achievement in first-year Portuguese college  students: The role of academic preparation and learning strategies. <i>International Union of Psychological Science, 44</i>, 204-212.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0870-8231201500020000100051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Sousa, H., Bardagi, M. P., &amp; Nunes, C. H. S. S. (2013). Autoefic&aacute;cia na forma&ccedil;&atilde;o superior e viv&ecirc;ncias de  universit&aacute;rios cotistas e n&atilde;o cotistas. <i>Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica, 12</i>, 253-261.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S0870-8231201500020000100052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Sternberg, R. J. (2007). Intelligence and culture. In S. Kitayama &amp; D. Cohen (Eds.), <i>Handbook of cultural psychology </i>(pp. 547-568).  New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S0870-8231201500020000100053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Sternberg, R. J. (2009). <i>Psicologia Cognitiva</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S0870-8231201500020000100054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Tapia, J. A., &amp; Montenegro, I. (2004). Orienta&ccedil;&atilde;o motivacional e estrat&eacute;gias motivadoras na aprendizagem escolar. In C.  Coll, A. Marquesi, &amp; J. Pal&aacute;cios (Eds.), <i>Desenvolvimento psicol&oacute;gico e educa&ccedil;&atilde;o: Psicologia da  educa&ccedil;&atilde;o escolar </i>(Vol. 2, 2&ordf; ed., pp. 177-192). Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas. </p>     <!-- ref --><p>Tavares, W. M., Couto, G., &amp; Silva, R. L. F. (2012). Perfil de rela&ccedil;&otilde;es interpessoais e habilidades sociais de estudantes de  Psicologia. <i>Estudos Interdisciplinares em Psicologia, 3</i>, 75-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0870-8231201500020000100056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Thorpe, A., Snell, M., Hoskins, S., &amp; Bryant, J. (2007). False uniqueness: The self-perception of new entrants to higher education in the  UK and its implications for access &ndash; A pilot study. <i>Higher Education Quarterly, 61</i>, 3-22. </p>     <p>Tinto, V. (2009). Taking student retention seriously: Rethinking the first year of university. Paper presented at the FYE Curriculum Design  Symposium 2009, Queensland University of Technology, Brisbane, Australia. Dispon&iacute;vel em  <a href="http://www.fyecd2009.qut.edu.au/resources/SPE_VincentTinto_5Feb09.pdf"  target="_blank">http://www.fyecd2009.qut.edu.au/resources/SPE_VincentTinto_5Feb09.pdf</a> (acessado em 13 de janeiro de 2012).</p>     <!-- ref --><p>Valadas, S. T. (2011). Conceptions of learning, approaches to learning and cognitive development: Students profiles in a Portuguese higher  education institution. <i>International Journal of Developmental and Educational Psychology, 1</i>, 107-116.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0870-8231201500020000100059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Valadas, S. T., Gon&ccedil;alves, F. R., &amp; Fa&iacute;sca, L. (2011). Perfis de aprendizagem de estudantes do ensino superior: Abordagens ao  estudo, concep&ccedil;&otilde;es de aprendizagem e prefer&ecirc;ncias por diferentes tipos de ensino. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica,  XXIX</i>, 369-389.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0870-8231201500020000100060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Vendramini, C. M. M., Santos, A. A. A., Polydoro, S. A. J. P., Sbardelini, E. T. B., Serpa, M. N. F., &amp; Nat&aacute;rio, E. G. (2004).  Constru&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o de uma Escala sobre Avalia&ccedil;&atilde;o da Vida acad&ecirc;mica (EAVA). <i>Estudos de  Psicologia (Natal), 9</i>, 259-268.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S0870-8231201500020000100061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Villas-Boas, A. C. V. B., Silveira, F. F., &amp; Bolsoni-Silva, A. T. (2005). Descri&ccedil;&atilde;o de efeitos de um procedimento de  interven&ccedil;&atilde;o em grupo com universit&aacute;rios: Um estudo piloto. <i>Intera&ccedil;&atilde;o em Psicologia, 9</i>, 321-330.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S0870-8231201500020000100062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Yazedjian, A., Purswell, K., Sevin, T., &amp; Toews, M. L. (2007). Adjusting to the first year of college: Students&rsquo; perceptions of the  importance of parental, peer, and institutional support. <i>Journal of the First-Year Experience &amp; Students in Transition, 19</i>, 29-46. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Adriana Benevides Soares, Universidade Salgado de Oliveira,  Campus Niter&oacute;i, Rua Marechal Deodoro, 263, Centro, Niter&oacute;i/RJ, CEP: 24030-060, Brasil. E-mail:  <a href="mailto:adribenevides@gmail.com">adribenevides@gmail.com</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Entidade financiadora: CNPq.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 08/06/2014 Aceita&ccedil;&atilde;o: 04/03/2015 </p>      ]]></body><back>
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