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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Implicações da vinculação amorosa e suporte social na autoestima em jovens universitários]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The study focuses on romantic attachment and perception of social support in young adult self-esteem development. The sample is composed by 334 young adults attending university, from both genders, 18 to 25 aged. The method used for data collection was quantitative analysis. The instruments used in this investigation, Social Support Appraisals, Romantic Attachment Questionnaire and Rosenberg Self Esteem Scale showed good psychometric properties. The results suggest a positive and negative correlation between main romantic attachment, social support and self-esteem variables. On the other hand, ambivalence and dependency (in romantic attachment) suggest a negative effect on self-esteem, rather than teacher support perception that has a positive effect on self-esteem. In addition, romantic attachment presents a moderating role in the association between social support perception and self-esteem.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Implica&ccedil;&otilde;es da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa e suporte social na autoestima em jovens universit&aacute;rios</b></p>     <p><b>V&acirc;nia Freitas<sup>1</sup>, Catarina Pinheiro Mota<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro</p>     <p><sup>2</sup>Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro / Centro de Psicologia da Universidade do Porto</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O estudo debru&ccedil;a-se sobre a vincula&ccedil;&atilde;o amorosa e a perce&ccedil;&atilde;o de suporte social no desenvolvimento da autoestima  dos jovens. A amostra &eacute; composta por 334 jovens universit&aacute;rios, de ambos os g&eacute;neros, com idades entre os 18 e os 25 anos. O  m&eacute;todo utilizado para recolha de dados foi uma an&aacute;lise quantitativa. Os instrumentos utilizados, o Social Support Appraisals, o  Question&aacute;rio de Vincula&ccedil;&atilde;o Amorosa e o Rosenberg Self-Esteem Scale revelaram qualidades psicom&eacute;tricas adequadas. Os  resultados sugerem correla&ccedil;&otilde;es positivas e negativas entre as principais vari&aacute;veis de vincula&ccedil;&atilde;o amorosa,  suporte social e autoestima. A ambival&ecirc;ncia e a depend&ecirc;ncia (na vincula&ccedil;&atilde;o ao par rom&acirc;ntico) sugerem um efeito  negativo sobre a autoestima, ao inv&eacute;s da perce&ccedil;&atilde;o de apoio dos professores que apresenta um efeito positivo na autoestima.  Constatou-se tamb&eacute;m que a vincula&ccedil;&atilde;o amorosa exerce o seu papel moderador na associa&ccedil;&atilde;o entre a  perce&ccedil;&atilde;o de suporte social e a autoestima.     <p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Jovem adulto, Vincula&ccedil;&atilde;o amorosa, Suporte social, Autoestima. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The study focuses on romantic attachment and perception of social support in young adult self-esteem development. The sample is composed  by 334 young adults attending university, from both genders, 18 to 25 aged. The method used for data collection was quantitative analysis. The  instruments used in this investigation, Social Support Appraisals, Romantic Attachment Questionnaire and Rosenberg Self Esteem Scale showed good  psychometric properties. The results suggest a positive and negative correlation between main romantic attachment, social support and self-esteem  variables. On the other hand, ambivalence and dependency (in romantic attachment) suggest a negative effect on self-esteem, rather than teacher  support perception that has a positive effect on self-esteem. In addition, romantic attachment presents a moderating role in the association  between social support perception and self-esteem. </p>     <p><b>Key-words: </b>Young adult, Romantic attachment, Social support, Self-esteem. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Processos de Vincula&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento do jovem adulto </i></p>     <p>A teoria da vincula&ccedil;&atilde;o originalmente estudada por Bowlby e Ainsworth, tornou-se num importante contributo para a  compreens&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es interpessoais que se estabelecem ao longo do ciclo de vida (Bowlby, 1988). A natureza dos  la&ccedil;os emocionais constru&iacute;dos desde os primeiros tempos de vida assume especial relev&acirc;ncia ao longo do desenvolvimento  psicol&oacute;gico da crian&ccedil;a e mais adiante na adolesc&ecirc;ncia e adult&iacute;cia. Numa perspetiva da teoria evolucionista da  vincula&ccedil;&atilde;o, a crian&ccedil;a est&aacute; dotada desde cedo de um sistema capaz de diversificar os seus comportamentos com o fim de  manter a proximidade da figura de vincula&ccedil;&atilde;o e garantir a sobreviv&ecirc;ncia. A proximidade e a capacidade de acolher, dar e cuidar  evidencia-se na forma da crian&ccedil;a tolerar os momentos mais dif&iacute;ceis que podem ir desde a mera separa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica,  at&eacute; um n&iacute;vel mais elevado como uma doen&ccedil;a ou um desastre que ativa no adulto o sistema vinculativo, estando mais capaz de  combater a ansiedade (Ainsworth, Blehar, Waters, &amp; Wall, 1978). &Agrave; medida que a crian&ccedil;a cresce, este sistema assume contornos mais  complexos e diversificados, influenciado por representa&ccedil;&otilde;es internas de si, dos outros e do mundo que a rodeia contribuindo para uma  importante fonte de previs&atilde;o dos comportamentos sociais. Este conjunto de representa&ccedil;&otilde;es ou modelos internos din&acirc;micos  come&ccedil;am a ser formados nos primeiros meses de vida atrav&eacute;s de acontecimentos de vincula&ccedil;&atilde;o relevantes e refletem a  hist&oacute;ria das intera&ccedil;&otilde;es com as figuras cuidadoras. Desta forma, a disponibilidade e sensibilidade pessoal dos pais ou figuras  cuidadoras constitui um preditor para o desenvolvimento futuro de la&ccedil;os afetivos, constatando-se uma associa&ccedil;&atilde;o entre a  seguran&ccedil;a emocional e as rela&ccedil;&otilde;es com o grupo de pares e par amoroso (e.g., Allen et al., 2003). Na perspetiva do ciclo vital,  a vincula&ccedil;&atilde;o surge como um processo cont&iacute;nuo que n&atilde;o termina na inf&acirc;ncia. Esta fase percebe-se como  dif&iacute;cil para o adolescente que, por um lado, busca a sua independ&ecirc;ncia psicol&oacute;gica e a sua autonomia pelo afastamento, mas por  outro lado, n&atilde;o sente suficiente seguran&ccedil;a para se separar dos pais, recorrendo a eles como fonte de apoio (Matos &amp; Costa, 1996). </p>     <p>De acordo com uma perspetiva ecol&oacute;gica (Bronfenbrenner, 1996) as crian&ccedil;as v&atilde;o sendo progressivamente integradas num  contexto exterior cada vez mais amplo, e v&atilde;o paulatinamente criando um distanciamento f&iacute;sico e temporal dos pais entendido n&atilde;o  como <i>detachment</i>, mas como oportunidade desenvolvimental de explora&ccedil;&atilde;o, que posteriormente permite o processo de  individua&ccedil;&atilde;o, ou o constituir-se como diferenciado das rela&ccedil;&otilde;es com os pais, passando a integrar a  rela&ccedil;&atilde;o com os pares amigos e par amoroso, desenvolvendo um sentido de autonomia <i>do self </i>(Mattanah, Brand, &amp; Hancok,  2004). A entrada na adolesc&ecirc;ncia traduz a procura de integra&ccedil;&atilde;o e aceita&ccedil;&atilde;o fora do contexto parental, o que  reflete um sentimento de perten&ccedil;a e valoriza&ccedil;&atilde;o pessoal; e, em simult&acirc;neo, a necessidade de manuten&ccedil;&atilde;o do  la&ccedil;o parental, fonte impreter&iacute;vel de seguran&ccedil;a, mesmo que fisicamente mais t&eacute;nue na rela&ccedil;&atilde;o direta  (Fleming, 2003). Nesta medida, o desenvolvimento pessoal passa pelo processo de individua&ccedil;&atilde;o e pela forma como os jovens percebem as  suas experi&ecirc;ncias emocionais como sendo mais ou menos satisfat&oacute;rias, repercutindo-se na rela&ccedil;&atilde;o com as demais figuras  significativas (Buhl, 2008). O processo de separa&ccedil;&atilde;o enfatiza a import&acirc;ncia de terem mais responsabilidade emocional,  comportamental e cognitiva onde se destaca a maior independ&ecirc;ncia aos pais e a progressiva liga&ccedil;&atilde;o ao par amoroso (Allen  &amp; Stoltenberg, 2001). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Posto isto, a conce&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento humano &eacute; visto como um processo din&acirc;mico e que se constr&oacute;i  continuamente &agrave; semelhan&ccedil;a do processo vinculativo e que tem a capacidade de desenvolver e manter liga&ccedil;&otilde;es com os  pares, ou com o par rom&acirc;ntico. Durante os &uacute;ltimos 20 anos, a teoria de vincula&ccedil;&atilde;o tornou-se numa estrutura consistente  para clarificar o cariz das rela&ccedil;&otilde;es de namoro que se estabelecem nos jovens (Fraley &amp; Shaver, 2000). &Agrave; semelhan&ccedil;a  do que acontece no per&iacute;odo da inf&acirc;ncia em que a crian&ccedil;a procura seguran&ccedil;a na figura vinculativa, tamb&eacute;m no  per&iacute;odo da adult&iacute;cia os jovens adultos experimentam sentimentos de procura de seguran&ccedil;a na rela&ccedil;&atilde;o de namoro  (Hazan &amp; Shaver, 1987). Portanto, o amor rom&acirc;ntico &eacute; um processo biossocial, constitu&iacute;do por la&ccedil;os afetivos que se  formam entre dois parceiros &agrave; semelhan&ccedil;a dos la&ccedil;os afetivos que s&atilde;o formados na inf&acirc;ncia. Dito de outra forma,  para que uma vincula&ccedil;&atilde;o se forme, deve haver uma forte liga&ccedil;&atilde;o de proximidade. Na inf&acirc;ncia esta proximidade  &eacute; regulada pelos sistemas de vincula&ccedil;&atilde;o que promovem seguran&ccedil;a na crian&ccedil;a. Nas rela&ccedil;&otilde;es de namoro,  Hazan e Shaver (1994, p. 11) mencionam que &ldquo;<i>the sexual mating system (sexual attraction) to be another primary instigator for the  proximity seeking that is the first step toward attachment formation</i>&rdquo;. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Os efeitos da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa no jovem adulto </i></p>     <p>V&aacute;rios estudos foram realizados no &acirc;mbito da vincula&ccedil;&atilde;o na idade adulta. Bragan&ccedil;a e Campos (2010) com uma  amostra de 187 estudantes universit&aacute;rios com idades compreendidas entre os 18 e os 43 anos, conclu&iacute;ram que a rela&ccedil;&atilde;o  entre experi&ecirc;ncias relacionais na inf&acirc;ncia com as figuras significativas, se relacionam com os estilos de vincula&ccedil;&atilde;o  amorosa no adulto. Sendo assim, as experi&ecirc;ncias baseadas numa vincula&ccedil;&atilde;o segura entre o pai e a crian&ccedil;a, parecem  importantes para a oportunidade de vir a constituir, na posteridade, rela&ccedil;&otilde;es satisfat&oacute;rias com o par rom&acirc;ntico. Tendo  um modelo positivo de si e negativo do outro, os desinvestidos ter&atilde;o uma tend&ecirc;ncia para que nas rela&ccedil;&otilde;es amorosas  apresentem baixos n&iacute;veis de confian&ccedil;a, incapacidade de interdepend&ecirc;ncia, falta de proximidade e evitamento da intimidade. Por  outro lado, um modelo positivo de si e do outro, caracter&iacute;sticas dos seguros, leva-os a confiar em si pr&oacute;prios enquanto sujeitos  pass&iacute;veis de ser amados e pass&iacute;veis de amar. </p>     <p>Mais frequentemente, as fontes de seguran&ccedil;a do jovem adulto dividem-se pelas v&aacute;rias liga&ccedil;&otilde;es afetivas  significativas, seja no &acirc;mbito familiar, seja no &acirc;mbito amoroso, seja ainda, no &acirc;mbito de algumas rela&ccedil;&otilde;es de  amizade. Mais tardiamente, e embora o jovem adulto disponha de um cont&iacute;guo mais ou menos alargado de figuras, que poder&atilde;o  eventualmente fornecer as fun&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o, o par rom&acirc;ntico tende a assumir um lugar primordial na  hierarquia das figuras de vincula&ccedil;&atilde;o (Hazan &amp; Zeifman, 1994). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Suporte social, vincula&ccedil;&atilde;o na rela&ccedil;&atilde;o rom&acirc;ntica e a autoestima em jovens adultos </i></p>     <p>A presen&ccedil;a de suporte social parece afetar positivamente o bem-estar emocional dos jovens, pois pode trazer-lhes um conjunto de  resultados satisfat&oacute;rios, uma vez que o jovem se percebe como dispon&iacute;vel, amado, reconhecido e valorizado (Pinheiro &amp; Ferreira,  2005). Sarason, Levine, Basham e Sarason (1983, p. 197) referem-se ao suporte social como &ldquo;exist&ecirc;ncia ou a disponibilidade de pessoas  em que se pode confiar, nos mostram que se preocupam connosco, nos valorizam e gostam de n&oacute;s&rdquo;. Portanto, o suporte social &eacute; um  constructo multidimensional comportando recursos psicol&oacute;gicos e materiais que est&atilde;o ao dispor do sujeito nas suas  rela&ccedil;&otilde;es sociais (Sarason &amp; Sarason, 2009). O suporte social, mais especificamente o suporte familiar e suporte dos amigos, pode  ser considerado um dos mais relevantes amortecedores de acontecimentos de vida adversos, tornando-o fundamental nos estudos de resili&ecirc;ncia  psicol&oacute;gica (Batista, 2005). O suporte social pode tamb&eacute;m ser estruturado por professores desde que assumam fun&ccedil;&otilde;es que  caracterizem as dimens&otilde;es exig&ecirc;ncia e responsividade (Feitosa, Matos, Prette, &amp; Prette, 2005). </p>     <p>Adicionalmente o suporte social poder&aacute; estar ligado ao desenvolvimento de uma melhor ou menor qualidade de relacionamentos que se  estabelece, ou seja, a rela&ccedil;&atilde;o rom&acirc;ntica n&atilde;o existe num v&aacute;cuo, ela &eacute; influenciada pela rede social dos  jovens, que poder&aacute; ser a fam&iacute;lia, amigos ou at&eacute; conhecidos (Sprecher, 2011). Por outro lado, a presen&ccedil;a de suporte  social tamb&eacute;m parece afetar positivamente o bem-estar emocional dos jovens e trazer-lhes um conjunto de resultados satisfat&oacute;rios,  uma vez que o jovem se percebe como dispon&iacute;vel, amado, reconhecido e valorizado (Arslan 2009; Cordero, 2011; Ratelle, Simard, &amp; Guay,  2013; Talaei &amp; Ardani, 2010). </p>     <p>Paralelamente, o suporte social e a vincula&ccedil;&atilde;o amorosa poder&atilde;o influenciar a autoestima do jovem adulto. A autoestima  &eacute; definida como o valor que os indiv&iacute;duos conferem a eles pr&oacute;prios, estabelecendo um elemento importante no auto conhecimento  (Baumeister, 1993), referindo-se a uma atitude positiva ou negativa em rela&ccedil;&atilde;o a si pr&oacute;prio (Rosenberg, Schooler, Schoenback,  &amp; Rosenberg, 1995). De acordo com a teoria da vincula&ccedil;&atilde;o, a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o com as figuras vinculativas  contribuem para o desenvolvimento da autoestima, podendo esta funcionar como moderadora (Rocha, Mota, &amp; Matos, 2001). Desta forma, a qualidade  das rela&ccedil;&otilde;es amorosas parece associar-se &agrave; qualidade da autoestima, pois jovens que s&atilde;o confiantes e seguros apresentam  uma melhor qualidade de relacionamento amoroso. Cramer (2003) postula que a autoestima est&aacute; positivamente relacionada com  condi&ccedil;&otilde;es que facilitam as rela&ccedil;&otilde;es amorosas e negativamente relacionada com a procura de aprova&ccedil;&atilde;o.  Sendo que, a no&ccedil;&atilde;o que os jovens t&ecirc;m sobre si pr&oacute;prios parece relacionar-se com qualidade da sua rela&ccedil;&atilde;o  com os outros podendo exercer um efeito significativo na autoestima (Knee, Canevello, Bush, &amp; Idiro, 2008). Um estudo realizado por Veld e  Denollet (2011) com 555 participantes sobre o tipo de vincula&ccedil;&atilde;o e a autoestima verificou que o tipo de vincula&ccedil;&atilde;o  apresenta uma correla&ccedil;&atilde;o significativa com a autoestima. &Eacute; ainda importante mencionar que estudos de Murray, Holmes e Griffin  (2000), apoiam a ideia de que indiv&iacute;duos com baixa autoestima subestimam a vis&atilde;o otimista que o parceiro possa ter sobre ele, estando  relacionado com n&iacute;veis baixos de bem-estar na rela&ccedil;&atilde;o. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Objetivo </i></p>     <p>Esta investiga&ccedil;&atilde;o tem como objetivo analisar em que medida a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o com o par amoroso e o suporte  social percebido pelos jovens adultos afetam a autoestima. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Hip&oacute;teses </i></p>     <p>De acordo com o objetivo tra&ccedil;ado foram elaborados tr&ecirc;s hip&oacute;teses: Espera-se que as dimens&otilde;es de suporte social se  correlacionem positivamente com as dimens&otilde;es de qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa e com a autoestima; Aguarda-se que o suporte  social tenha um efeito positivo significativo na autoestima; Espera-se que a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o rom&acirc;ntica exer&ccedil;a um  papel moderador entre a perce&ccedil;&atilde;o de suporte social e autoestima. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes </i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A amostra &eacute; constitu&iacute;da por 334 indiv&iacute;duos, com idades entre os 18 e os 25 anos (<i>M</i>=20.15; <i>DP</i>=1.92), de ambos  os g&eacute;neros, 125 jovens do sexo masculino (37.4 %) e 209 do sexo feminino (62.6%). Um total de 179 jovens (53.5%) apresentam atualmente uma  liga&ccedil;&atilde;o amorosa e 155 jovens (46.4%), embora j&aacute; tenham tido, n&atilde;o apresentam no momento uma rela&ccedil;&atilde;o  amorosa. Assim, 328 jovens (98.2.%) indicam que ter uma rela&ccedil;&atilde;o rom&acirc;ntica &eacute; muito importante, e apenas 6 jovens (1.8%)  referem que n&atilde;o &eacute; importante ter uma rela&ccedil;&atilde;o rom&acirc;ntica. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; escolaridade, amostra  comp&otilde;em-se maioritariamente por alunos que frequentam o segundo ano de licenciatura (40.4%), seguindo-se os alunos do primeiro ano da  licenciatura (35.3%), e por &uacute;ltimo, os alunos do primeiro ano de mestrado (3%). Relativo &agrave; configura&ccedil;&atilde;o familiar  (pessoas com quem vivem), importa referir que 275 jovens vivem com os pais (82.9%), 19 jovens referem morar com os av&oacute;s (5.9%), 9 jovens  mencionam morar com o namorado(a) (2.7%), 18 jovens referem morar com pais e av&oacute;s (5.7%) e 10 jovens mencionam morar com os irm&atilde;os  (2.9%). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimentos </i></p>     <p>Tratando-se de um estudo transversal a recolha dos dados foi realizada apenas num momento. A administra&ccedil;&atilde;o do protocolo de  investiga&ccedil;&atilde;o foi realizada atrav&eacute;s da autoriza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via dos presidentes de v&aacute;rias escolas da  Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro &ndash; UTAD, em vila real, norte de Portugal. Foram garantidos os princ&iacute;pios  &eacute;ticos, nomeadamente o anonimato e prote&ccedil;&atilde;o de dados, bem como a voluntariedade da participa&ccedil;&atilde;o no estudo. No  decorrer da aplica&ccedil;&atilde;o do protocolo, realizada em contexto letivo, foram dadas instru&ccedil;&otilde;es padr&atilde;o de  preenchimento, verificando-se uma total ades&atilde;o e disponibilidade por parte dos alunos. Posteriormente os dados foram introduzidos na base de  dados com recurso ao programa SPSS vers&atilde;o 19. Foi realizada a limpeza da amostra, identificando os <i>missings </i>e os  <i>outliers </i>(observa&ccedil;&otilde;es que apresentam um grande afastamento das restantes ou s&atilde;o inconsistentes com elas) atrav&eacute;s  do m&eacute;todo combinat&oacute;rio hier&aacute;rquico (determina&ccedil;&atilde;o dos Z e posteriormente, os <i>outliers </i>multivariados com a  dist&acirc;ncia de <i>Mahalanobis</i>. Foram ainda realizadas an&aacute;lises preliminares no sentido de averiguar as propriedades  psicom&eacute;tricas dos instrumentos utilizados, consist&ecirc;ncias internas com recurso ao programa SPSS e an&aacute;lises fatoriais  confirmat&oacute;rias de 1&ordf; ordem com recurso ao programa EQS, vers&atilde;o 6.1. Foi ainda testada a normalidade da amostra afim de garantir  o uso de an&aacute;lises param&eacute;tricas. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Instrumentos </i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Foi utilizado o <i>Question&aacute;rio de Vincula&ccedil;&atilde;o Amorosa &ndash; QVA </i>(vers&atilde;o breve adaptado por Matos, Cabral,  &amp; Costa, 2008). O QVA &eacute; um question&aacute;rio de autorrelato inspirado nas contribui&ccedil;&otilde;es te&oacute;ricas e conceptuais de  Bowlby e Ainsworth e na proposta de avalia&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o de Bartholomew. Nesta investiga&ccedil;&atilde;o foi  utilizada a vers&atilde;o reduzida, constitu&iacute;da por 25 itens que se dividem em quatro dimens&otilde;es, sendo elas a  <i>Confian&ccedil;a </i>(6 itens), a <i>Depend&ecirc;ncia </i>(6 itens), o <i>Evitamento </i>(6 itens) e, por fim, a <i>Ambival&ecirc;ncia </i>(7  itens). O tipo de resposta constitui uma escala tipo <i>Likert </i>de 6 pontos, que vai do discordo totalmente at&eacute; ao concordo totalmente.  Na presente amostra o instrumento apresenta <i>alpha </i>de <i>Cronbach </i>adequados. Na escala total apresenta um <i>alpha </i>de  <i>Cronbach </i>de .80, nas subescalas, nomeadamente, na dimens&atilde;o confian&ccedil;a .89, na dimens&atilde;o depend&ecirc;ncia .79, na  dimens&atilde;o ambival&ecirc;ncia .81 e por fim, na dimens&atilde;o evitamento .81. As an&aacute;lises fatoriais confirmat&oacute;rias de 1&ordf;  ordem evidenciaram &iacute;ndices de ajustamento adequados, <i>&chi;<Sup>2</i></Sup>(66)=157.77; <i>p</i>=.001; Ratio=2.39, um CFI de .95, um RMSEA  de .08 e um SRMR de .062. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Tamb&eacute;m foi utilizado o <i>Social Support Appraisals &ndash; SSA </i>(Vaux, 1986; adapta&ccedil;&atilde;o de Antunes &amp; Fontaine,  1994). Este question&aacute;rio baseia-se na perce&ccedil;&atilde;o de suporte social e permite distinguir a perce&ccedil;&atilde;o de apoio dos  pais, amigos, e o apoio geral. A vers&atilde;o portuguesa do question&aacute;rio SSA (Antunes &amp; Fontaine, 1994) utilizada nesta  investiga&ccedil;&atilde;o, divide-se em quatro subescalas: perce&ccedil;&atilde;o de apoio da fam&iacute;lia (7 itens); perce&ccedil;&atilde;o de  apoio dos amigos (8 itens); perce&ccedil;&atilde;o de apoio dos professores (7 itens) e perce&ccedil;&atilde;o de apoio em geral (8 itens). Os  itens cont&ecirc;m afirma&ccedil;&otilde;es em que o indiv&iacute;duo deve responder de acordo com a escala de Likert de seis pontos com  op&ccedil;&otilde;es de resposta que variam entre o &ldquo;concordo totalmente&rdquo; ao &ldquo;discordo totalmente&rdquo;. Nesta pesquisa, a  escala SSA, mostrou valores de consist&ecirc;ncia interna satisfat&oacute;rios, sendo que o alpha de Cronbach total &eacute; de .88. Para a  subescala a perce&ccedil;&atilde;o de apoio social dos amigos (SSA-am), o valor &eacute; de .81. Para a subescala perce&ccedil;&atilde;o de apoio  da fam&iacute;lia (SSA-fam) foi obtido um valor de .87. Relativamente a esta dimens&atilde;o, importa mencionar que o item 9 foi retirado, pois na  presente amostra n&atilde;o se correlaciona significativamente com os demais itens, diminuindo significativamente a consist&ecirc;ncia interna.  Para a subescala perce&ccedil;&atilde;o do apoio social dos professores (SSA-prof) o valor &eacute; de .85. Por fim, a subescala  perce&ccedil;&atilde;o de apoio social em geral (SSA-ger) o valor &eacute; de de .79. As an&aacute;lises fatoriais confirmat&oacute;rias de  1&ordf; ordem evidenciaram &iacute;ndices de ajustamento adequados <i>&chi;<Sup>2</i></Sup>(66)=133.51; <i>p</i>=.001; Ratio=2.02, um CFI de .095,  um RMSEA de .08 e um SRMR de .047. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>A <i>Rosenberg Self-Esteem Scale &ndash; RSES </i>(Rosenberg, 1987; Adapta&ccedil;&atilde;o de Rocha &amp; Matos, 2003) foi utilizada neste estudo para avaliar a autoestima. &Eacute; considerada atualmente um dos instrumentos mais usados para a avalia&ccedil;&atilde;o da autoestima global apresentando uma das tentativas de obter uma medida unidimensional da autoestima. A RSES &eacute; constitu&iacute;da por 10 itens, com conte&uacute;dos relativos aos sentimentos de respeito e aceita&ccedil;&atilde;o de si mesmo. Metade dos itens est&atilde;o expressos de uma forma positiva e a outra metade de uma forma negativa (item 3, 5, 8, 9 e 10), devendo portanto ser invertidos. Na presente amostra, o valor de consist&ecirc;ncia interna, <i>alpha </i>de <i>Cronbach </i>foi de .86. Relativamente aos &iacute;ndices de ajustamento, aquando da an&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria de 1&ordf; ordem, verificamos valores igualmente valores robustos: <i>&chi;</i><Sup><i>2</i></Sup>(32)<i>=</i>83.42; <i>p</i>=.001; Ratio=2.60, CFI .96 e RMSEA de .07, SRMR .048. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>Associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis de vincula&ccedil;&atilde;o amorosa, perce&ccedil;&atilde;o de suporte social e  autoestima. </p>     <p>Como se pode verificar atrav&eacute;s da an&aacute;lise da <a href="#t1">Tabela 1</a> existem associa&ccedil;&otilde;es significativas entre os  instrumentos utilizados (QVA, SSA e RSES) na amostra. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v33n3/33n3a05t1.jpg" width="575" height="278"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis de vincula&ccedil;&atilde;o amorosa, perce&ccedil;&atilde;o de apoio social e autoestima,  verifica-se correla&ccedil;&otilde;es significativas positivas moderadamente baixas entre a vincula&ccedil;&atilde;o amorosa na dimens&atilde;o  confian&ccedil;a com a perce&ccedil;&atilde;o de apoio da fam&iacute;lia (.288<Sup>**</Sup>), uma associa&ccedil;&atilde;o significativa positiva  baixa entre a confian&ccedil;a com a perce&ccedil;&atilde;o de apoio dos amigos (.186<Sup>**</Sup>), uma correla&ccedil;&atilde;o significativa  positiva e moderadamente baixa entre a confian&ccedil;a e a perce&ccedil;&atilde;o de apoio dos professores (.243<Sup>**</Sup>) e tamb&eacute;m uma  associa&ccedil;&atilde;o significativa positiva baixa entre a confian&ccedil;a e a perce&ccedil;&atilde;o de apoio em geral (.193<Sup>**</Sup>). Na  dimens&atilde;o ambival&ecirc;ncia (da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa) apresentam uma correla&ccedil;&atilde;o significativa negativa e  moderadamente baixa entre a perce&ccedil;&atilde;o de apoio familiar (-.244<Sup>**</Sup>), uma associa&ccedil;&atilde;o significativa negativa e  baixa com a perce&ccedil;&atilde;o de apoio dos amigos (-.165<Sup>**</Sup>), uma correla&ccedil;&atilde;o significativa negativa e moderadamente  baixa com a perce&ccedil;&atilde;o de apoio dos professores (-.204<Sup>**</Sup>) e uma associa&ccedil;&atilde;o significativa positiva e  moderadamente baixa com a perce&ccedil;&atilde;o de apoio em geral (.259<Sup>**</Sup>). Na dimens&atilde;o depend&ecirc;ncia, as  associa&ccedil;&otilde;es mostram-nos uma associa&ccedil;&atilde;o negativa moderadamente entre a perce&ccedil;&atilde;o de apoio em geral  (-.115<Sup>*</Sup>). Na dimens&atilde;o evitamento, as correla&ccedil;&otilde;es d&atilde;o-nos conta de uma associa&ccedil;&atilde;o negativa  moderadamente entre a perce&ccedil;&atilde;o de apoio dos amigos (-156<Sup>**</Sup>) e perce&ccedil;&atilde;o de apoio em geral  (-.126<Sup>**</Sup>) e uma associa&ccedil;&atilde;o significativa negativa e moderadamente baixa entre a perce&ccedil;&atilde;o de apoio da  fam&iacute;lia (-237<Sup>**</Sup>). </p>     <p>Relativamente &agrave; autoestima, verifica-se uma correla&ccedil;&atilde;o significativa negativa embora moderadamente baixa entre as  vari&aacute;veis de vincula&ccedil;&atilde;o amorosa, nomeadamente da ambival&ecirc;ncia (-.271<Sup>**</Sup>), uma associa&ccedil;&atilde;o  significativa negativa embora baixa com a depend&ecirc;ncia (-.136<Sup>*</Sup>) e com o evitamento (-.121<Sup>**</Sup>), ou seja, n&iacute;veis  superiores de ambival&ecirc;ncia, depend&ecirc;ncia e evitamento, associam-se a menor autoestima. Por outro lado, verifica-se uma  correla&ccedil;&atilde;o significativa positiva e moderadamente baixa entre a autoestima e a perce&ccedil;&atilde;o de apoio dos amigos  (.226<Sup>**</Sup>), ou seja, quanto maior &eacute; a perce&ccedil;&atilde;o de apoio dos amigos, maior &eacute; a autoestima. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Efeito preditor do suporte social e rela&ccedil;&atilde;o rom&acirc;ntica na autoestima </i></p>     <p>A an&aacute;lise da regress&atilde;o m&uacute;ltipla hier&aacute;rquica relativamente &agrave; autoestima (<a href="#t2">Tabela 2</a>) permitiu  perceber o efeito preditor de v&aacute;rias vari&aacute;veis independentes que foram inseridas em blocos distintos: no bloco 1, foi inserido o  g&eacute;nero explicando 0.3 % da vari&acirc;ncia total (<i>R<Sup>2</i></Sup>=.003), contribuindo individualmente com 0.3% da vari&acirc;ncia para o  modelo (<i>R<Sup>2 </Sup>change</i>=.003). No bloco 2, o question&aacute;rio de vincula&ccedil;&atilde;o amorosa, explica 12.3% da  vari&acirc;ncia total (<i>R<Sup>2</i></Sup>=.123), apresentando um contributo individual de 12% (<i>R<Sup>2 </Sup>change</i>=.120) com uma  contribui&ccedil;&atilde;o significativa [<i>F</i>(5,304)=8.530; <i>p</i>=0.000]. No bloco 3, o suporte social explica 32.4% da vari&acirc;ncia  total (<i>R<Sup>2</i></Sup>=.324), apresentando um contributo individual de 20.1% (<i>R<Sup>2 </Sup>change</i>=.201) com uma  contribui&ccedil;&atilde;o significativa [<i>F</i>(9,300)=15.992; <i>p</i>=0.000]. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v33n3/33n3a05t2.jpg" width="575" height="298"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Assim, ao examinar particularmente a contribui&ccedil;&atilde;o de cada uma das vari&aacute;veis independentes dos blocos, a vari&aacute;vel  perce&ccedil;&atilde;o de apoio em geral mostra um contributo positivo de <i>&beta;</i>=.491. A vari&aacute;vel perce&ccedil;&atilde;o de apoio dos  professores apresenta uma contribui&ccedil;&atilde;o significativa com um peso positivo <i>&beta;</i>=.125 e a vari&aacute;vel  perce&ccedil;&atilde;o de apoio da fam&iacute;lia com um peso <i>&beta;</i>=.105. Por outro lado, averiguamos que o QVA depend&ecirc;ncia apresenta  um peso negativo de <i>&beta;</i>=-.165 e o QVA ambival&ecirc;ncia apresenta uma contribui&ccedil;&atilde;o significativa negativa com um peso de  <i>&beta;</i>=-.161. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Papel moderador da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa na associa&ccedil;&atilde;o entre a perce&ccedil;&atilde;o de suporte social e  autoestima </i></p>     <p>Por forma a testar a separadamente o papel moderador da vari&aacute;vel qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa, foi realizada uma  an&aacute;lise independente das demais vari&aacute;veis com recurso &agrave; covari&acirc;ncia. Nesta medida foi necess&aacute;rio converter as  vari&aacute;veis do SSA e do QVA, contendo apenas 2 grupos &ndash; alto/baixo n&iacute;vel de suporte social e qualidade da  vincula&ccedil;&atilde;o amorosa. Desta forma procedeu-se &agrave; elabora&ccedil;&atilde;o das m&eacute;dias das respetivas dimens&otilde;es que  comp&otilde;em o QVA separadamente pretendeu-se criar uma vari&aacute;vel para cada dimens&atilde;o e a partir daqui realizar a  categoriza&ccedil;&atilde;o em alto e baixa vincula&ccedil;&atilde;o ao par amoroso (e.g., ambival&ecirc;ncia, depend&ecirc;ncia), com objetivo de  examinar os que se encontram abaixo (baixo) e acima (alto) das respetivas m&eacute;dias. Os mesmos passos foram realizados no que respeitam  &agrave;s dimens&otilde;es da perce&ccedil;&atilde;o de suporte social. </p>     <p>Feitos estes procedimentos iniciais no sentido de preparar a vari&aacute;vel moderadora (QVA) e a vari&aacute;vel preditora (SSA) para as  an&aacute;lises, procedeu-se posteriormente &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o das an&aacute;lises de covari&acirc;ncia (ANCOVA) no sentido de  verificar as intera&ccedil;&otilde;es face &agrave; vari&aacute;vel dependente &ndash; autoestima. Os resultados verificaram apenas a  exist&ecirc;ncia de signific&acirc;ncia na vari&aacute;vel qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o amorosa com efeito da depend&ecirc;ncia e em  fun&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel perce&ccedil;&atilde;o de apoio em geral (SSA) <i>F</i>(1,306)=4.678; <i>p</i>=.031. Deste modo, sujeitos  com uma alta perce&ccedil;&atilde;o de apoio geral e na presen&ccedil;a de uma baixa depend&ecirc;ncia na vincula&ccedil;&atilde;o amorosa,  evidenciam mais autoestima, comparativamente com sujeitos com uma baixa perce&ccedil;&atilde;o de apoio geral e uma alta depend&ecirc;ncia na  vincula&ccedil;&atilde;o amorosa. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Discuss&atilde;o </b></p>     <p>Esta investiga&ccedil;&atilde;o teve como intuito perceber em que medida a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o com o par amoroso e o suporte  social percebido pelos jovens adultos afetam a autoestima. </p>     <p>Os resultados observados apontam para a exist&ecirc;ncia de uma associa&ccedil;&atilde;o embora baixa a moderada, na dimens&atilde;o  confian&ccedil;a com a perce&ccedil;&atilde;o de suporte social, nomeadamente o apoio dos amigos, da fam&iacute;lia, dos professores e em geral.  Nesta medida jovens com um suporte social positivo, das figuras parentais, amigos e outras figuras em geral parecem assumir maior disponibilidade  na rela&ccedil;&atilde;o com os demais, criando uma imagem positiva de si e em consequ&ecirc;ncia sentindo-se mais confiantes na  rela&ccedil;&atilde;o amorosa (Bragan&ccedil;a &amp; Campos, 2010; Sprecher, 2011). Um estudo realizado com 529 estudantes a frequentar o ensino  universit&aacute;rio teve como objectivo perceber numa perspetiva social as rela&ccedil;&otilde;es amorosas. Verificaram que os seus comportamentos  sociais tiveram influ&ecirc;ncia nos seus relacionamentos amorosos (Sprecher, 2011). </p>     <p>Os resultados apontam ainda associa&ccedil;&otilde;es negativas, baixas a moderadamente baixas, entre a vincula&ccedil;&atilde;o amorosa e a  autoestima. Nesta medida, jovens que sentem as suas rela&ccedil;&otilde;es amorosas pautadas por ambival&ecirc;ncia, depend&ecirc;ncia e evitamento  parecem manifestar menos seguran&ccedil;a nas rela&ccedil;&otilde;es, desenvolvendo uma imagem menos positiva de si, quest&atilde;o que parece  assumir relev&acirc;ncia no que respeita &agrave; auto-estima. Por sua vez &iacute;ndices mais elevados de autoestima traduzem uma maior  seguran&ccedil;a ao par amoroso (Murray, Holmes, &amp; Griffin, 2000; Veld &amp; Denollet, 2011). </p>     <p>Face &agrave;s an&aacute;lises correlacionais foram tamb&eacute;m encontradas associa&ccedil;&otilde;es entre a perce&ccedil;&atilde;o de  suporte social, nomeadamente a perce&ccedil;&atilde;o de apoio dos amigos com a autoestima. Parece que os jovens que se sentem amadas e aceites no  seu contexto social, parecem manifestar uma perce&ccedil;&atilde;o da sua autoestima mais elevada (Marigold, Cavallo, Holmes, &amp; Wood, 2014). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No que concerne &agrave; predi&ccedil;&atilde;o da autoestima, o suporte social assume uma maior percentagem de vari&acirc;ncia explicada do  modelo. Especificamente verificamos uma contribui&ccedil;&atilde;o positiva da perce&ccedil;&atilde;o de apoio da fam&iacute;lia, dos professores  e apoio em geral. Os resultados v&atilde;o de encontro ao esperado na medida em que a fam&iacute;lia exerce um papel preponderante na autoestima do  jovem adulto. Desta feita a qualidade das experi&ecirc;ncias de vincula&ccedil;&atilde;o e a sua representa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da  constru&ccedil;&atilde;o dos modelos internos din&acirc;micos parecem contribuir para o desenvolvimento socio-emocional. Por um lado, a  fam&iacute;lia e os professores oferecem uma sensa&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a e conforto que permite ao jovem ter a  perce&ccedil;&atilde;o de que ele ou ela &eacute; cuidado estimado e valorizado e consequentemente aumentando a autoestima (Demaray, Malecki,  Davidson, Hodgson, &amp; Rebus, 2005). O estudo com jovens estudantes com idade de m&eacute;dia de 20 anos sobre o suporte social e autoestima  verificou que os sujeitos com baixa autoestima est&atilde;o envolvidos em menos comportamentos sociais (Marigold, Cavallo, Holmes, &amp; Wood,  2014). Phillips (2012) corrobora esta ideia no seu estudo realizado com 278 adolescentes com idade m&eacute;dia de 14.78, sobre a influ&ecirc;ncia  da configura&ccedil;&atilde;o familiar <i>versus </i>o clima familiar com o bem-estar dos participantes, verificaram que o clima familiar e o  bem-estar (autoestima) apresentam uma correla&ccedil;&atilde;o significativa. Portanto, uma perce&ccedil;&atilde;o de suporte familiar contribui  para um melhor desenvolvimento da autoestima dos jovens. </p>     <p>Por outro lado, tamb&eacute;m o suporte dos professores parece assumir um papel relevante na vida do jovem adulto. Antunes e Fontaine (2005)  sugerem que a rela&ccedil;&atilde;o com os professores &eacute; considerada importante para o desenvolvimento da autoestima, uma vez que um meio  envolvente positivo &eacute; crucial para o bem-estar dos jovens. Neste sentido os professores aumentam o bem-estar dos alunos, quando as  rela&ccedil;&otilde;es s&atilde;o impressas de confian&ccedil;a, partilha, apoio e compreens&atilde;o, pelo que os jovens se sentem mais  dispon&iacute;veis afetivamente enquanto merecedores de afeto e valoriza&ccedil;&atilde;o de si. De acordo com Mota e Matos (2014) a escola assume  um lugar importante na vida do jovem, pois &eacute; um local onde passam a maior parte do seu tempo, mas tamb&eacute;m um lugar externo &agrave;  fam&iacute;lia, e onde se vivenciam rela&ccedil;&otilde;es emp&aacute;ticas e positivas que promovem o desenvolvimento positivo de si. Um aspeto  interessante e inesperado refere-se ao facto de a perce&ccedil;&atilde;o de suporte social dos amigos n&atilde;o ser significativo nesta faixa  et&aacute;ria. Nesta medida importa analisar este resultado &agrave; luz da faixa et&aacute;ria em estudo, nomeadamente os adultos emergentes.  Assim, enquanto que na adolesc&ecirc;ncia o grupo de pares assume extrema relev&acirc;ncia, nos jovens adultos este aspeto parece dissolver-se em  detrimento das rela&ccedil;&otilde;es parentais e o investimento na rela&ccedil;&atilde;o amorosa. </p>     <p>Adicionalmente, a vincula&ccedil;&atilde;o amorosa na sua dimens&atilde;o de ambival&ecirc;ncia e depend&ecirc;ncia mostra um contributo  significativo negativo na predi&ccedil;&atilde;o da autoestima. No que refere ao contributo da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa, verificamos que a  ambival&ecirc;ncia e a depend&ecirc;ncia apresentam, tal como esperado, um efeito negativo na autoestima repercutindo-se na forma como o jovem  adulto se sente na rela&ccedil;&atilde;o rom&acirc;ntica. Jovens com padr&atilde;o de ambival&ecirc;ncia e depend&ecirc;ncia nas  rela&ccedil;&otilde;es com os pares rom&acirc;nticos poder&atilde;o evidenciar viv&ecirc;ncias inseguras e modelos internos de si negativos. Nesta  medida, jovens com modelos de vincula&ccedil;&atilde;o insegura apresentam atitudes disfuncionais e consequentemente uma baixa-autoestima  (Bragan&ccedil;a &amp; Campos, 2010; Lee &amp; Hankin, 2009; Murray, Holmes, &amp; Griffin, 2000). </p>     <p>Finalmente aquando da an&aacute;lise do papel moderador da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa na associa&ccedil;&atilde;o entre o suporte social e  a autoestima, sublinha-se que a vincula&ccedil;&atilde;o amorosa parece ter um efeito significativo enquanto moderador desta rela&ccedil;&atilde;o.  Todavia, a signific&acirc;ncia estat&iacute;stica apenas se mostrou evidente na depend&ecirc;ncia (QVA) e na vari&aacute;vel perce&ccedil;&atilde;o  de apoio em geral (SSA). Assim, jovens com uma alta perce&ccedil;&atilde;o de apoio em geral e baixa depend&ecirc;ncia na vincula&ccedil;&atilde;o  amorosa evidenciam maior autoestima, quando comparados com jovens com uma perce&ccedil;&atilde;o de apoio geral baixo e alta depend&ecirc;ncia.  Portanto, elevada depend&ecirc;ncia na rela&ccedil;&atilde;o amorosa parece prejudicar o desenvolvimento da autoestima, se a perce&ccedil;&atilde;o  de apoio for baixa. Note-se que o apoio geral continua a fazer a diferen&ccedil;a no sentido de predizer a autoestima, mas sempre que os  n&iacute;veis de depend&ecirc;ncia ao par amoroso se mostram baixos (o que implica mais seguran&ccedil;a na rela&ccedil;&atilde;o dos jovens). Um  estudo realizado por Arslan (2009) com 499 sujeitos com idades compreendias entre os 16 e os 18 anos, pretenderam verificar as  associa&ccedil;&otilde;es entre a perce&ccedil;&atilde;o de apoio social, a autoestima, a raiva-tra&ccedil;o e ainda a express&atilde;o de raiva.  Um dos resultados averiguados com esta investiga&ccedil;&atilde;o, foi a presen&ccedil;a de uma rela&ccedil;&atilde;o positiva significativa entre  a autoestima e o apoio social (dos professores e da fam&iacute;lia). Este estudo apoia as conclus&otilde;es desta investiga&ccedil;&atilde;o,  corroborando a import&acirc;ncia do apoio social fornecido ao jovem adulto, e a constru&ccedil;&atilde;o da imagem positiva de si enquanto  merecedor deste suporte. Adicionalmente importa discutir que elevada depend&ecirc;ncia na qualidade de vincula&ccedil;&atilde;o amorosa pode  traduzir rela&ccedil;&otilde;es menos seguras, com jovens menos capazes de resolver de forma adaptativa o processo de  separa&ccedil;&atilde;o-individua&ccedil;&atilde;o. Desta forma a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa assume uma import&acirc;ncia cabal  no bem-estar dos jovens adultos, constituindo uma pe&ccedil;a relevante na constru&ccedil;&atilde;o da autoestima. Lehmiler (2009) suporta esta  posi&ccedil;&atilde;o, na medida em que o comprometimento da proximidade psicol&oacute;gica entre os parceiros rom&acirc;nticos, representa uma  amea&ccedil;a &agrave; estabilidade enquanto casal, podendo gerar sentimentos negativos, como uma baixa autoestima. Rocha (2008) sugere que a  autoestima se relaciona com a qualidade das rela&ccedil;&otilde;es amorosas de tal modo que, &iacute;ndices mais elevados de autoestima global se  traduzem em maior seguran&ccedil;a ao par amoroso, ou seja, em maior confian&ccedil;a, menor depend&ecirc;ncia e evitamento. Como nota final,  destaca-se que as vari&aacute;veis em estudo parecem apresentar um significativo grau de bidirecionalidade, na medida em que a literatura (e.g.,  Cramer, 2003; Knee, Canevello, Bush, &amp; Idiro, 2008; Veld &amp; Denollet, 2011) suporta o facto de que a autoestima enquanto vari&aacute;vel  desenvolvimental se associa de forma muito significativa com o desenvolvimento da qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o que os jovens s&atilde;o  capazes de estabelecer com as figuras parentais, par amoroso e outras figuras significativas em geral. Desta feita, ressalta a qualidade da  rela&ccedil;&atilde;o aos pais e par amoroso no presente estudo, quest&atilde;o que poder&aacute; prender-se com a faixa et&aacute;ria em  an&aacute;lise, verificando-se uma menor rela&ccedil;&atilde;o com o contexto escolar, dado que a rela&ccedil;&atilde;o com professores no contexto  universit&aacute;rio tende a ser mais distante e ainda uma menor valoriza&ccedil;&atilde;o do papel dos pares, que ainda que presente deixa de ser  considerado o porto seguro por excel&ecirc;ncia tal como acontece na adolesc&ecirc;ncia. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Conclus&atilde;o e implica&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas </b></p>     <p>Chegando ao final desta investiga&ccedil;&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel tecer algumas considera&ccedil;&otilde;es aos resultados adquiridos,  ressaltando limita&ccedil;&otilde;es inerentes a um estudo deste tipo e implica&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas com vista &agrave; sua  continuidade em futuras investiga&ccedil;&otilde;es. </p>     <p>Este estudo apresenta importantes implica&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas, nomeadamente a pertin&ecirc;ncia da an&aacute;lise do suporte  social conferido aos jovens aquando da transi&ccedil;&atilde;o para o meio universit&aacute;rio. Frequentemente s&atilde;o percebidas  situa&ccedil;&otilde;es de abandono, desadapta&ccedil;&atilde;o e at&eacute; psicopatologia dos jovens no meio universit&aacute;rio, pela  aus&ecirc;ncia de rela&ccedil;&otilde;es de apoio, quer das figuras parentais, grupo de pares ou par rom&acirc;ntico. Importa portanto destacar a  relev&acirc;ncia de um processo de transi&ccedil;&atilde;o adaptativo para o desenvolvimento da autoestima dos jovens, quest&atilde;o fundamental  para um percurso acad&eacute;mico e pessoal saud&aacute;vel. Por outro lado, destaca-se neste estudo a introdu&ccedil;&atilde;o de an&aacute;lises  que comportam as vari&aacute;veis de suporte social e a vincula&ccedil;&atilde;o amorosa, pelo que a literatura cient&iacute;fica portuguesa aborda  de forma escassa a sua conjuga&ccedil;&atilde;o e implica&ccedil;&otilde;es no desenvolvimento afetivo e acad&eacute;mico dos jovens. </p>     <p>Paralelamente, e de encontro ao que era esperado foi interessante averiguar os contornos que a autoestima adotou na investiga&ccedil;&atilde;o  constatando-se a import&acirc;ncia do suporte social e do estabelecimento de rela&ccedil;&otilde;es amorosas de qualidade no desenvolvimento  adaptativo dos jovens. </p>     <p>Para finalizar, torna-se relevante apontar pistas futuras que podem ser fios condutores para novos trabalhos. Nesta medida, seria interessante  alargar este tipo de estudo para outro tipo de popula&ccedil;&atilde;o, uma vez que a esta amostra engloba apenas estudantes universit&aacute;rios,  no sentido de controlar outras vari&aacute;veis, nomeadamente os estilos parentais, a configura&ccedil;&atilde;o familiar e ainda o n&iacute;vel  socioecon&oacute;mico dos jovens. De destacar que a vari&aacute;vel autoestima assumiu um papel relevante enquanto vari&aacute;vel predita, todavia  a literatura destaca que ela tamb&eacute;m pode constituir uma vari&aacute;vel preditora que pode ser controlada no sentido de testar a  predi&ccedil;&atilde;o da vincula&ccedil;&atilde;o amorosa e perce&ccedil;&atilde;o de suporte social. Outras vari&aacute;veis poderiam ainda ser  acrescidas a este estudo, nomeadamente processos de <i>coping</i>. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Apesar do contributo destes resultados, existe a consci&ecirc;ncia de algumas limita&ccedil;&otilde;es inerentes aos estudo, nomeadamente o  facto de ser uma amostra de estudantes universit&aacute;rios, n&atilde;o representativa da popula&ccedil;&atilde;o jovem adulta, condicionando a  generaliza&ccedil;&atilde;o destes resultados. Dada a natureza transversal da presente investiga&ccedil;&atilde;o, verifica-se uma  limita&ccedil;&atilde;o no que concerne ao estabelecimento de causalidade entre vari&aacute;veis pelo que seria interessante recorrer-se a estudos  longitudinais, com o objetivo de avaliar a evolu&ccedil;&atilde;o dos jovens. Uma outra limita&ccedil;&atilde;o refere-se ao facto dos instrumentos  utilizados na investiga&ccedil;&atilde;o serem de autorrelato, onde poder&aacute; limitar a perspetiva apenas aos jovens, sendo relevante em  futuros estudos ter em considera&ccedil;&atilde;o a perspetiva dos pais, dos pares e dos professores. Apesar das limita&ccedil;&otilde;es da  pesquisa, julga-se ter contribu&iacute;do com um pouco mais de conhecimento acerca dos efeitos das vari&aacute;veis de vincula&ccedil;&atilde;o  amorosa, do suporte social e da autoestima no desenvolvimento do jovem adulto, especialmente no que concerne ao processo adaptativo no contexto  universit&aacute;rio. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias </b></p>     <p>Ainsworth, M., Blehar, M., Waters, E., &amp; Wall, S. (1978). <i>Patterns of attachment</i>. Hillsdale, New Jersey: Lawrence Erlbam Associates. </p>     <p>Allen, J. P., MacElhaney, K. B., Land, D. J., Kupermic, G. P., Moore, C. W., O&rsquo;Beeirne Kelly, H., &amp; Kilmer, S. L. (2003). A secure  base in adolescence: Markers of attachment security in the mother-adolescent relationship. <i>Child Development, 74</i>, 292-307. </p>     <!-- ref --><p>Allen, S. F., &amp; Stoltenberg, C. D. (2001). Psychology separation of older adolescents and young adults from their parents: An investigation  of gender differents. <i>Journal of Counseling &amp; Development, 73</i>, 542-546.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0870-8231201500030000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Antunes, C., &amp; Fontaine, A. M. (1994). <i>O Social Support Appraisals &ndash; SSA &ndash; Adapta&ccedil;&atilde;o para a  popula&ccedil;&atilde;o portuguesa. </i>Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da  Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade do Porto, Porto. </p>     <!-- ref --><p>Antunes, C., &amp; Fontaine, A. M. (2005). Percep&ccedil;&atilde;o de apoio na adolesc&ecirc;ncia: An&aacute;lise factorial confirmat&oacute;ria  da escala social support appraisals. <i>Paid&eacute;ia, 15</i>, 355-366.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0870-8231201500030000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Arslan, C. (2009). Anger, self-esteem, and perceived social support in adolescence. <i>Social Behavior and Personality, 37</i>, 555-564.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0870-8231201500030000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Batista, M. N. (2005). Desenvolvimento do Invent&aacute;rio de Percep&ccedil;&atilde;o de Suporte Familiar (IPSF): Estudos psicom&eacute;tricos  preliminares. <i>Psico-Usf, 10</i>, 11-19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0870-8231201500030000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Baumeister, R. F. (1993). Conceptions of self and identity: A modern retrospective on allport&rsquo;s view. In K. Craik, R. Hogan, &amp; R.  Wolfe (Eds.), <i>Fifty years of personality psychology </i>(pp. 177-186). New York: Plenum. </p>     <!-- ref --><p>Bowlby, J. M. (1988). <i>A secure base: Parent-child attachment and healthy human development. </i>New York: Basic Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0870-8231201500030000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Bragan&ccedil;a, A., &amp; Campos, R. C. (2010, Fevereiro). Estilos de vincula&ccedil;&atilde;o amorosa e experi&ecirc;ncias relacionais na  inf&acirc;ncia de cariz disfuncional: Um estudo com uma amostra de estudantes universit&aacute;rios. In C. Nogueira et al. (Eds.), <i>Actas do VII  Simp&oacute;sio Nacional de Investiga&ccedil;&atilde;o em Psicologia </i>(pp. 1682-1693). Retirado de  <a href="http://www.actassnip2010.com" target="_blank">http://www.actassnip2010.com</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0870-8231201500030000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bronfenbrenner, U. (1996). <i>A ecologia do desenvolvimento humano: Experimentos naturais e planejados</i>. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0870-8231201500030000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Buhl, H. M. (2008). Significance of individuation in adult child-parent relationships. <i>Journal of Family Issues, 29</i>, 262-281.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0870-8231201500030000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Cordero, E. D. (2011). Self-esteem, social support, collectivism, and the thin-ideal in latina college under-graduates. <i>Body Image, 8</i>,  82-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0870-8231201500030000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Cramer, D. (2003). Acceptance and need for approval as moderators of self-esteem and satisfaction with a romantic relationship or closest  friendship. <i>The Journal of Psychology, 137</i>, 495-505.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0870-8231201500030000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Demaray, M. K., Malecki, C. K., Davidson, L. M., Hodgson, K. K., &amp; Rebus, P. J. (2005). The relationship between social support and student  adjustment: A longitudinal analysis. <i>Psychology in the Schools, 42</i>, 691-706.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0870-8231201500030000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Feitosa, F. B., Matos, M. G., Prette, Z. A., &amp; Prette, A. D. (2005). Suporte social, n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico e o ajustamento social  e escolar de adolescentes portugueses. <i>Temas em Psicologia, 13</i>, 129-138.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0870-8231201500030000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Fleming, M. (2003). O risco de n&atilde;o correr risco nenhum: Impasses do desenvolvimento psicol&oacute;gico adolescente. <i>Revista Portuguesa  de Psican&aacute;lise, 24</i>, 97-105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0870-8231201500030000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Fraley, R. C., &amp; Shaver, P. R. (2000). Adult romantic attachment: Theoretical developments, emerging controversies, and unanswered  questions. <i>Review of General Psychology, 4</i>, 132-154.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0870-8231201500030000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Hazan, C., &amp; Shaver, P. R. (1987). Romantic love conceptualized as an attachment process. <i>Journal of Personality and Social Psychology,  52</i>, 511-524.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0870-8231201500030000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Hazan, C., &amp; Shaver, P. R. (1994). Attachment as an organizational framework for research on close relationships. <i>Psychological Inquiry,  5</i>, 1-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0870-8231201500030000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Hazan, C., &amp; Zeifman, D. (1994). Sex and the psychological tether. In K. Bartholomew &amp; D. Perlman (Eds.), <i>Advances in personal  relationships </i>(vol. 5, pp. 17-52). London: Jessica Kingsley. </p>     <!-- ref --><p>Knee, R. C., Canevello, A., Bush, A. L., &amp; Idiro, A. C. (2008). Relationship-contingent self-esteem and the ups and downs of romantic  relationships. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 95</i>, 608-627.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0870-8231201500030000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lee, A., &amp; Hanki, B. (2009). Insecure attachment, dysfunctional attitudes, and low self-esteem predicting prospective symptoms of depression  and anxiety during adolescence. <i>Journal of Clinical Child &amp; Adolescent Psychology, 38</i>, 219-231.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0870-8231201500030000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lehmiller, J. J. (2009). Secret romantic relationships: Consequences for personal and relational well-being [resumo]. <i>Personality and Social  Psychology Bulletin, 35</i>, 1452-1466.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0870-8231201500030000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Marigold, D. C., Cavallo, J. V., Holmes, J. G., &amp; Wood, J. V. (2014). You can&rsquo;t always give what you want: The challenge of providing  social support to low self-esteem individuals. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 107</i>, 56-80. </p>     <!-- ref --><p>Matos, P. M., Cabral, J., &amp; Costa, M. E. (2008). <i>Question&aacute;rio de vincula&ccedil;&atilde;o amorosa: Vers&atilde;o breve</i>.  Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Faculdade de Psicologia e Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade do Porto, Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0870-8231201500030000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Matos, P. M., &amp; Costa, M. E. (1996). Attachment and developmental processes in youths and adults. <i>Notebooks of Psychological  Consultation, 12</i>, 45-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0870-8231201500030000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Mattanah, J. F., Brand, B. L., &amp; Hancok, G. R. (2004). Parental attachment, separation-individuation, and college student adjustment: A  structural equation analysis of meditational effects. <i>Journal of Counseling Psychology, 51</i>, 213-225.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0870-8231201500030000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Mota, C. P., &amp; Matos, P. M. (2014). Padres, profesores y pares: Contribuciones para la autoestima y <i>coping </i>en los adolescentes.  <i>Anales de Psicologia, 30</i>, 656-666. <a href="http://dx.doi.org/10.6018/analesps.30.2.161521"  target="_blank">http://dx.doi.org/10.6018/analesps.30.2.161521</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0870-8231201500030000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Murray, S. L., Holmes, J. G., &amp; Griffin, D. W. (2000). Self-esteem and the quest for felt security: How perceived regard regulates  attachment processes. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 78</i>, 478-498.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0870-8231201500030000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Phillips, T. M. (2012). The influence of family structure <i>vs. </i>family climate on adolescent well-being. To insert individual citation into  a bibliography in a word-processor, select your preferred citation style below and drag-and-drop it into the document. <i>Child and Adolescent  Social Work Journal, 29</i>, 103-110.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0870-8231201500030000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pinheiro, M., &amp; Ferreira, J. (2005). A percep&ccedil;&atilde;o de suporte social da fam&iacute;lia e dos amigos como elementos facilitadores  da transi&ccedil;&atilde;o para o ensino superior. <i>Actas do VIII Congresso Galaico Portugu&ecirc;s de Psicopedagogia </i>(pp. 467-485). Braga:  Instituto de Educa&ccedil;&atilde;o e Psicologia/Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Educa&ccedil;&atilde;o.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0870-8231201500030000500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Ratelle, F. C., Simard, K., &amp; Guay, F. (2013). University students&rsquo; subjective well-being: The role of autonomy support from parents,  friends, and the romantic partner<i>. Journal of Happiness Studies, 14</i>, 893-910. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Rocha, M. (2008). O <i>desenvolvimento de rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia: Associa&ccedil;&otilde;es  entre contextos relacionais, com os pais, pares e par amoroso</i>. Tese de Doutoramento, Faculdade de Psicologia e Ci&ecirc;ncias da  Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade do Porto, Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0870-8231201500030000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Rocha, M., &amp; Matos, P. M. (2003). <i>Rosenberg&rsquo;s Self-Esteem Scale. Adapta&ccedil;&atilde;o para a popula&ccedil;&atilde;o  portuguesa</i>. Tese de Doutoramento, Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade do Porto, Porto. </p>     <!-- ref --><p>Rocha, M., Mota, C. P., &amp; Matos, P. M. (2011). Vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e e liga&ccedil;&atilde;o aos pares na  adolesc&ecirc;ncia: O papel mediador da auto-estima. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica, XXIX</i>, 185-200.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S0870-8231201500030000500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Rosenberg, M., Schooler, C., Schoenback, C., &amp; Rosenberg, F. (1995). Global self-esteem and specific self-esteem: Different concepts,  different outcomes [resumo]. <i>American Social Review, 60</i>, 141-156.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0870-8231201500030000500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Sarason, I. G., Levine, H. M., Basham, R. B., &amp; Sarason, B. R. (1983). Assessing social support: The social support questionnaire.  <i>Journal of Personality and Social Psychology, 44</i>, 127-139.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S0870-8231201500030000500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Sarason, I. G., &amp; Sarason, B. R. (2009). Social support: Mapping the construct. <i>Journal of Social and Personal Relationships, 26</i>,  113-120.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S0870-8231201500030000500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Sprecher, S. (2011). The influence of social networks on romantic relationships: Through the lens of the social network. <i>Personal  Relationships, 18</i>, 630-644.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S0870-8231201500030000500040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Talaei, A., &amp; Ardani, R. (2010, Fevereiro). Depression and its correlation with self-esteem and social support among Iranian university  students. <i>European Congress of Psychiatry, 25</i>, 1453-1464.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S0870-8231201500030000500041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Veld, E. M., &amp; Denollet, J. J. (2011). Attachment style and self-esteem: The mediating role of type personality. <i>Personality and  Individual Differences, 50</i>, 1099-1103.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S0870-8231201500030000500042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: V&acirc;nia Freitas, Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e  Alto Douro, Quinta dos Prados, Edif&iacute;cio do Complexo Pedag&oacute;gico, 5000-801 Vila Real. E-mail:  <a href="mailto:vania_rnt@hotmail.com">vania_rnt@hotmail.com</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Esta pesquisa foi parcialmente financiada pela FCT no &acirc;mbito do projecto PEst-C/PSI/UI0050/2011 e FEDER atrav&eacute;s do programa  COMPETE no &acirc;mbito do projecto FCOMP-01-0124-FEDER.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 25/03/2014 Aceita&ccedil;&atilde;o: 26/03/2015 </p>      ]]></body><back>
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