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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Representações de vinculação e qualidade do brincar interativo em crianças em idade pré-escolar]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In the preschool years, the relationships between children and their caregivers as well as with their peers have a crucial importance for children’s social-emotional development. However, few studies have analyzed the relation between the preschoolers’ quality of attachment and their quality of interactive play with peers. The main objective of the present study was to investigate the association between preschoolers’ attachment representations and different dimensions of interactive play. 66 preschool children (age ranged from 4 to 5 years old) from two schools and their teachers participated in the present study. The quality of the attachment representations was accessed through the Attachment Story Completion Task (ASCT). Each one of the stories of the ASCT was coded by three “blind” researchers, with an inter-rater reliability between 0.81 and 0.85. Interactive play in preschool environment was reported by the teachers using the Penn Interactive Peer Play Scale (PIPPS). Results show a significant and positive association between Attachment Security of and Positive Play Interaction and significant but negative correlations between Attachment Security and Play Disruption and Attachment Security and Play Disconnection. Our results show the relation between secure attachment relationships and how children playfully interact with peers and hence on their social competence.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Competência social]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o e qualidade do brincar interativo em crian&ccedil;as em idade  pr&eacute;-escolar</b></p>     <p><b>Mafalda Figueiredo<sup>1</sup>, Ana Gatinho<sup>1</sup>, Nuno Torres<sup>1</sup>, Alexandra Pinto<sup>1</sup>,  Ant&oacute;nio J. Santos<sup>1</sup>, Manuela Ver&iacute;ssimo<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>WJCR, ISPA &ndash; Instituto Universit&aacute;rio</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Durante o per&iacute;odo pr&eacute;-escolar as rela&ccedil;&otilde;es que a crian&ccedil;a estabelece com os principais cuidadores e com os  pares s&atilde;o de import&acirc;ncia fundamental para o seu desenvolvimento socio emocional. Contudo, s&atilde;o poucos os estudos acerca da  rela&ccedil;&atilde;o entre a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o e a forma como as crian&ccedil;as brincam com os pares. Pretende-se com este  estudo investigar a associa&ccedil;&atilde;o entre as representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as  pr&eacute;-escolares e diferentes dimens&otilde;es do jogo interativo das mesmas. Participaram 66 crian&ccedil;as, entre os 4 e os 5 anos de idade,  e respetivas educadoras, de duas escolas distintas. A qualidade das representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o foi acedida  atrav&eacute;s do <i>Attachment Story Completion Task </i>(ASCT), cujas hist&oacute;rias foram codificadas por tr&ecirc;s investigadores  &ldquo;cegos&rdquo;. Os comportamentos de jogo interativo em contexto pr&eacute;-escolar foram reportados pelas educadoras atrav&eacute;s da  <i>Penn Interactive Peer Play Scale </i>(PIPPS). Detetou-se uma associa&ccedil;&atilde;o positiva estatisticamente significativa entre a  Seguran&ccedil;a das representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o e a Intera&ccedil;&atilde;o Positiva com os Pares e  associa&ccedil;&otilde;es significativas negativas entre a Seguran&ccedil;a e a Disrup&ccedil;&atilde;o e a Seguran&ccedil;a e a  Desconex&atilde;o. Os nossos resultados evidenciam a associa&ccedil;&atilde;o entre rela&ccedil;&otilde;es seguras de vincula&ccedil;&atilde;o e o  modo como as crian&ccedil;as interagem ludicamente com os pares.     <p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Vincula&ccedil;&atilde;o, Jogo interativo, Compet&ecirc;ncia social. </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>In the preschool years, the relationships between children and their caregivers as well as with their peers have a crucial importance for  children&rsquo;s social-emotional development. However, few studies have analyzed the relation between the preschoolers&rsquo; quality of  attachment and their quality of interactive play with peers. The main objective of the present study was to investigate the association between  preschoolers&rsquo; attachment representations and different dimensions of interactive play. 66 preschool children (age ranged from 4 to 5 years  old) from two schools and their teachers participated in the present study. The quality of the attachment representations was accessed through  the Attachment Story Completion Task (ASCT). Each one of the stories of the ASCT was coded by three &ldquo;blind&rdquo; researchers, with an  inter-rater reliability between 0.81 and 0.85. Interactive play in preschool environment was reported by the teachers using the Penn Interactive  Peer Play Scale (PIPPS). Results show a significant and positive association between Attachment Security of and Positive Play Interaction and  significant but negative correlations between Attachment Security and Play Disruption and Attachment Security and Play Disconnection. Our results  show the relation between secure attachment relationships and how children playfully interact with peers and hence on their social competence. </p>     <p><b>Key-words: </b>Attachment, Play interaction, Social competence. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Nas atividades l&uacute;dicas das crian&ccedil;as est&atilde;o interligados todos os dom&iacute;nios de desenvolvimento infantil. Para  al&eacute;m das influ&ecirc;ncias positivas do brincar no desenvolvimento motor, comportamental, cognitivo e s&oacute;cio-cognitivo e emocional  (Bruner, 1972; Dunn, 2010; Hartup, 1996; Johnson, Christie, &amp; Yawkey, 1999), a forma de brincar com os outros pode determinar a  aceita&ccedil;&atilde;o ou rejei&ccedil;&atilde;o social, e o desenvolvimento de amizades, que por sua vez facilitam outros aspectos do  desenvolvimento s&oacute;cio-emocional e s&oacute;cio-cognitivo (Howes, 1983; Ladd, Price, &amp; Hart, 1988; Vaughn &amp; Santos, 2008). As  actividades de brincadeira s&atilde;o um contexto fundamental para estudar a forma como crian&ccedil;as pr&eacute;-escolares adquirem  compet&ecirc;ncias interactivas e conhecimento social (Johnson et al., 1999). De acordo com Vygotsky (1933) o brincar &eacute; mesmo o principal  motor do desenvolvimento na idade pr&eacute;-escolar. Envolver-se em brincadeiras com as outras crian&ccedil;as requer habilidades e  compet&ecirc;ncias adquiridas no contexto das rela&ccedil;&otilde;es de pares (Howes, 1988; Fantuzzo et al., 1996), embora existam precursores  precoces na intera&ccedil;&atilde;o com os pais (e.g., Kerns &amp; Barth, 1995; Porter, 2009), nomeadamente na rela&ccedil;&atilde;o de  vincula&ccedil;&atilde;o. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Vincula&ccedil;&atilde;o e modelos internos din&acirc;micos </i></p>     <p>Numa perspetiva etol&oacute;gica e evolutiva, John Bowlby prop&ocirc;s que a rela&ccedil;&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o se baseia num  sistema comportamental constitu&iacute;do por respostas instintivas, ou padr&otilde;es de comportamentos espec&iacute;ficos, que surgem durante o  primeiro ano de vida da crian&ccedil;a e se tornam cada vez mais integrados e focados na m&atilde;e, servindo para ligar a crian&ccedil;a a esta  figura (Bowlby, 1958, 1973; Bretherton, 1992). Estes comportamentos de vincula&ccedil;&atilde;o promovem e asseguram n&atilde;o s&oacute; a  proximidade entre a m&atilde;e e a crian&ccedil;a, como tamb&eacute;m a prote&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&otilde;es de perigo eventual,  desempenhando dessa forma uma importante fun&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica (Ainsworth &amp; Bell, 1970). Desta forma, em contextos familiares  onde se verifique aus&ecirc;ncia de &ldquo;pistas naturais de perigo&rdquo; ocorrer&atilde;o preferencialmente comportamentos de  explora&ccedil;&atilde;o (a crian&ccedil;a afasta-se da m&atilde;e, para explorar o meio e interagir com outras pessoas e regressa para junto dela  por sua iniciativa, para brincar ou para estabelecer um breve contacto, afastando-se novamente, num movimento cont&iacute;nuo de  explora&ccedil;&atilde;o-retorno). Em contextos onde situa&ccedil;&otilde;es de perigo poder&atilde;o estar presentes, ser&atilde;o favorecidos os  comportamentos de proximidade e contacto f&iacute;sico, assistindo-se, consequentemente, a uma diminui&ccedil;&atilde;o dos comportamentos de  explora&ccedil;&atilde;o (Bowlby, 1973). </p>     <p>Numa segunda fase, quando a crian&ccedil;a internaliza o modelo relacional com a figura materna e adquire a seguran&ccedil;a necess&aacute;ria  para explorar o meio por si s&oacute;, o sistema comportamental de vincula&ccedil;&atilde;o passa a assumir tamb&eacute;m uma fun&ccedil;&atilde;o  psicol&oacute;gica. Segundo Bowlby (1982), gradualmente, a partir do final do primeiro ano de vida, e sobretudo durante o segundo e terceiro anos  atrav&eacute;s da linguagem, a crian&ccedil;a constr&oacute;i modelos internos (Modelos Internos Din&acirc;micos &ndash; MID &ndash; de  Vincula&ccedil;&atilde;o e do <i>Self</i>) acerca do mundo, de si, de como a(s) figura(s) de vincula&ccedil;&atilde;o esperam que se comporte e de  como estas interagem umas com as outras. Deste modo, podemos entender que estes modelos cont&ecirc;m componentes afetivos e cognitivos, normalmente  n&atilde;o-conscientes, formando representa&ccedil;&otilde;es mentais generalizadas e tendencialmente est&aacute;veis sobre o <i>self</i>, os  outros e o mundo; nesse sentido, ajudam a crian&ccedil;a na regula&ccedil;&atilde;o, interpreta&ccedil;&atilde;o e predi&ccedil;&atilde;o dos  comportamentos, pensamentos e sentimentos nas situa&ccedil;&otilde;es interativas. Constru&iacute;dos a partir da rela&ccedil;&atilde;o com as  figuras de vincula&ccedil;&atilde;o, os modelos internos din&acirc;micos resultam das experi&ecirc;ncias de interac&ccedil;&atilde;o que se  v&atilde;o tornando cada vez mais complexas mas tamb&eacute;m generaliz&aacute;veis. De acordo com Bowlby, a qualidade destes modelos est&aacute;  diretamente relacionada com o modo como as figuras de vincula&ccedil;&atilde;o s&atilde;o sens&iacute;veis &agrave;s necessidades das  crian&ccedil;as em termos de conforto, prote&ccedil;&atilde;o, carinho e apoio na explora&ccedil;&atilde;o do meio, bem como &agrave; sua  disponibilidade e capacidade de perceber e responder a essas necessidades de forma contingente. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>O brincar </i></p>     <p>Embora n&atilde;o encontremos na literatura uma defini&ccedil;&atilde;o un&acirc;nime sobre o que podemos entender por brincar/atividades  l&uacute;dicas, autores como Rubin, Fein e Vandenberg (1983) e Coplan, Rubin e Fendlay (2006), tendo por base diferentes perspetivas  te&oacute;ricas, assumem a exist&ecirc;ncia de alguns fatores que podem caracterizar estes comportamentos. Essa caracteriza&ccedil;&atilde;o  baseia-se na sua origem motivacional, na orienta&ccedil;&atilde;o dos organismos para os objetivos, nos est&iacute;mulos f&iacute;sicos e na  exist&ecirc;ncia de regras: (a) o brincar n&atilde;o &eacute; motivado por instintos ou puls&otilde;es ou por fatores externos ao comportamento,  sendo antes um comportamento intrinsecamente motivado; (b) o brincar &eacute; espont&acirc;neo, no sentido em que os seus objetivos s&atilde;o  autoimpostos e n&atilde;o impostos por outros; (c) ao contr&aacute;rio do comportamento explorat&oacute;rio, cujo objetivo &eacute; reduzir a  incerteza e obter informa&ccedil;&atilde;o acerca de determinado objeto, numa situa&ccedil;&atilde;o de brincar, sendo o objeto conhecido, a  quest&atilde;o coloca-se em torno do que se poder&aacute; fazer com o mesmo; (d) o brincar consiste num conjunto de atividades simb&oacute;licas e  n&atilde;o apenas sensoriomotoras, isto &eacute;, os significados comuns dos objetos podem ser dispensados e a crian&ccedil;a pode assumir novos  significados para determinado objeto; (e) o brincar &eacute; livre, no sentido em que n&atilde;o existem regras definidas <i>a priori </i>(e aqui  reside a diferen&ccedil;a entre o brincar e os <i>jogos com regras</i>); (f) e, por &uacute;ltimo, o brincar requer que a crian&ccedil;a esteja  ativamente envolvida numa determinada atividade. </p>     <p>Na sua forma interativa, ou seja, em intera&ccedil;&atilde;o com os pares, o brincar &eacute; entendido como um fen&oacute;meno bastante  complexo e multidimensional que inclui v&aacute;rias componentes estruturais e sociais (Rubin &amp; Coplan, 1998). De acordo com diversos estudos  te&oacute;ricos e emp&iacute;ricos, o brincar interativo considera-se um contexto de consequ&ecirc;ncias imediatas para a compet&ecirc;ncia social  das crian&ccedil;as (ver revis&otilde;es de Creasey, Jarvis, &amp; Berk, 1998; Fisher, 1997). O brincar interativo &eacute; considerado  simultaneamente e como um reflexo da compet&ecirc;ncia social e como um facilitador direto de aptid&otilde;es que contribuem para  rela&ccedil;&otilde;es mais positivas com os pares (Creasey et al., 1998). Ou seja, ainda que a quest&atilde;o da causa-efeito entre o brincar com  os pares e a compet&ecirc;ncia social das crian&ccedil;as permane&ccedil;a em aberto, assume-se a exist&ecirc;ncia de uma liga&ccedil;&atilde;o  entre a qualidade da brincadeira das crian&ccedil;as e a qualidade das suas rela&ccedil;&otilde;es com os pares (Colwell &amp; Lindsey, 2005). </p>     <p>Finalmente, as compet&ecirc;ncias associadas ao brincar interativo (tais como o estabelecimento e manuten&ccedil;&atilde;o de  intera&ccedil;&otilde;es l&uacute;dicas positivas e a gest&atilde;o e explora&ccedil;&atilde;o das emo&ccedil;&otilde;es em brincadeiras  sociodram&aacute;ticas) podem servir de base e facilitar a emerg&ecirc;ncia de outras compet&ecirc;ncias importantes nas fases seguintes de  desenvolvimento (Waters &amp; Sroufe, 1983), como a adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; escola durante a inf&acirc;ncia e a adolesc&ecirc;ncia e a  capacidade de partilha emocional entre amigos tamb&eacute;m no per&iacute;odo da adolesc&ecirc;ncia (Bretherton, 1989). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o e qualidade do brincar interactivo </i></p>     <p>Diversos estudos analisaram e conclu&iacute;ram acerca da rela&ccedil;&atilde;o positiva entre a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o das  crian&ccedil;as aos seus cuidadores prim&aacute;rios e a sua compet&ecirc;ncia social das mesmas (e.g., Ver&iacute;ssimo, Santos, Fernandes, Shin,  &amp; Vaughn, 2014; Ver&iacute;ssimo et al., 2011). No entanto, embora o brincar das crian&ccedil;as com os pares possa ser compreendido como um  componente da sua compet&ecirc;ncia social, estes dois construtos n&atilde;o s&atilde;o equivalentes, sendo importante investigar especificamente  um e outro constructo. </p>     <p>Tanto quanto &eacute; do nosso conhecimento, e embora algumas investiga&ccedil;&otilde;es anteriores fa&ccedil;am men&ccedil;&atilde;o a  poss&iacute;veis liga&ccedil;&otilde;es entre o tipo de vincula&ccedil;&atilde;o e o funcionamento simb&oacute;lico precoce (Bretherton, Bates,  Benigni, Camaioni, &amp; Volterra, 1979; Main, 1983; Matas, Arend, &amp; Sroufe, 1978), foram at&eacute; hoje realizados seis estudos sobre a  qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as aos pais e a forma como as crian&ccedil;as brincam. Os resultados dessas  investiga&ccedil;&otilde;es demonstraram a exist&ecirc;ncia de uma associa&ccedil;&atilde;o positiva entre os constructos, sugerindo que  diferen&ccedil;as individuais na qualidade da rela&ccedil;&atilde;o precoce influenciam a emerg&ecirc;ncia de processos simb&oacute;licos  precoces. </p>     <p>Belsky, Garduque e Hrncir (1984) conduziram uma investiga&ccedil;&atilde;o em que analisaram a rela&ccedil;&atilde;o entre a qualidade da  vincula&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &agrave;s m&atilde;es e aos pais e o n&iacute;vel de brincadeira livre e estruturada das  crian&ccedil;as. Os resultados revelaram que as crian&ccedil;as avaliadas como seguras em termos de vincula&ccedil;&atilde;o, exploravam mais e  melhor o meio e faziam melhor uso das suas compet&ecirc;ncias cognitivas no brincar, do que as crian&ccedil;as classificadas como inseguras. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Um estudo longitudinal de Slade (1987) pretendeu investigar a rela&ccedil;&atilde;o entre a qualidade da vincula&ccedil;&atilde;o das  crian&ccedil;as e o desenvolvimento do jogo simb&oacute;lico. Os resultados revelaram que as crian&ccedil;as com vincula&ccedil;&atilde;o segura,  s&atilde;o capazes de funcionar no m&aacute;ximo n&iacute;vel das suas capacidades, refor&ccedil;ando os resultados de Belsky et al. (1984). A  autora concluiu que as diferen&ccedil;as entre os grupos de crian&ccedil;as seguras e inseguras n&atilde;o se devem a diferen&ccedil;as na sua  capacidade cognitiva, dependendo antes da forma como as compet&ecirc;ncias cognitivas interagem com as compet&ecirc;ncias sociais. Num outro  estudo longitudinal, Howes (1997) demonstrou que as crian&ccedil;as tornam-se mais seguras em rela&ccedil;&atilde;o aos cuidadores e mais  envolvidas num jogo complexo com os pares &agrave; medida que est&atilde;o h&aacute; mais tempo nos programas de cuidado infantil. De forma  an&aacute;loga, tamb&eacute;m os seus cuidadores se tornam mais sens&iacute;veis com o tempo. Al&eacute;m disso, os resultados encontrados sugerem  existir uma rela&ccedil;&atilde;o direta entre a vincula&ccedil;&atilde;o segura crian&ccedil;a-cuidador e os comportamentos de compet&ecirc;ncia  social, e uma liga&ccedil;&atilde;o indireta entre a sensibilidade do cuidador e os comportamentos da crian&ccedil;a com os pares. </p>     <p>Meins e Russell (1997) investigaram a rela&ccedil;&atilde;o entre a seguran&ccedil;a da vincula&ccedil;&atilde;o e o jogo simb&oacute;lico das  crian&ccedil;as. Para tal, analisaram as respostas das crian&ccedil;as a sugest&otilde;es espec&iacute;ficas do experimentador em termos do seu  sucesso ou insucesso em responder e incorporar o que era sugerido. Os resultados demonstraram que ao n&iacute;vel do jogo solit&aacute;rio  n&atilde;o existiam diferen&ccedil;as entre as crian&ccedil;as seguras e inseguras nas suas capacidades para brincar ao faz-de-conta. Contudo, as  crian&ccedil;as com vincula&ccedil;&atilde;o segura revelaram-se mais capazes de recorrer &agrave;s sugest&otilde;es do experimentador e de as  incorporar nas suas sequ&ecirc;ncias de jogo, o que levou a que obtivessem n&iacute;veis mais elevados de jogo instru&iacute;do. De acordo com os  autores, uma hip&oacute;tese explicativa destes resultados &eacute; a sensibilidade materna, sugerindo que materna vincula&ccedil;&atilde;o segura  seja respons&aacute;vel pelo estabelecimento de uma propens&atilde;o por parte da crian&ccedil;a a utilizar os outros como fontes &uacute;teis de  informa&ccedil;&atilde;o e orienta&ccedil;&atilde;o. </p>     <p>Cassibba, Van IJzendoorn e D&rsquo;Odorico (2000) encontraram uma correla&ccedil;&atilde;o significativa entre a vincula&ccedil;&atilde;o segura  crian&ccedil;a-m&atilde;e e educadora-crian&ccedil;a e o brincar dram&aacute;tico, mas n&atilde;o com o brincar social. Finalmente, an&aacute;lises  de regress&otilde;es m&uacute;ltiplas, permitiram inferir que a rede de vincula&ccedil;&atilde;o (combinando ambos os tipos de  vincula&ccedil;&atilde;o) &eacute;, de forma geral, um melhor (e mais potente) preditor das capacidade de brincar da crian&ccedil;a em meio  escolar, do que as vincula&ccedil;&otilde;es isoladamente (&agrave; m&atilde;e ou &agrave; educadora em separado). </p>     <p>Mais recentemente, Cugmas (2011) investigou as associa&ccedil;&otilde;es entre a vincula&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a-educador e tr&ecirc;s  diferentes vari&aacute;veis: o brincar cognitivo e social, o contacto da crian&ccedil;a com os seus pares e a educadora durante a sess&atilde;o de  brincadeira livre, e as caracter&iacute;sticas de personalidade da crian&ccedil;a. Os resultados deste estudo revelaram que quanto mais  frequentemente as crian&ccedil;as expressavam alguma forma de seguran&ccedil;a na rela&ccedil;&atilde;o com a educadora, mais tempo passavam em  brincadeira cooperativa e mais contacto iniciavam com a educadora. Verificou-se tamb&eacute;m que quanto mais contacto as crian&ccedil;as tinham  com os seus pares e com a educadora durante a brincadeira livre, mais soci&aacute;veis elas eram, expressavam mais emo&ccedil;&otilde;es positivas,  e eram mais abertas &agrave; experi&ecirc;ncia. </p>     <p>Podemos concluir ent&atilde;o que existe uma relativa escassez de estudos emp&iacute;ricos que relacionem a qualidade da  vincula&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as, nomeadamente no que diz respeito &agrave; vincula&ccedil;&atilde;o com os seus pais e o modo como as  crian&ccedil;as interagem ludicamente com os pares, em contexto escolar. Adicionalmente, n&atilde;o conhecemos nenhuma investiga&ccedil;&atilde;o  que tenha analisado as representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as e as suas capacidades de brincadeira social. </p>     <p>Nesse sentido, o principal objetivo da presente investiga&ccedil;&atilde;o consiste em verificar a exist&ecirc;ncia de uma rela&ccedil;&atilde;o  entre a qualidade das representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as e diferentes tipos de brincar social em  crian&ccedil;as de idade pr&eacute;-escolar. Propomos que crian&ccedil;as com representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o mais seguras  sejam mais capazes de realizar intera&ccedil;&otilde;es positivas com os seus pares em contextos l&uacute;dicos, em rela&ccedil;&atilde;o a  crian&ccedil;as com representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o menos seguras. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes </i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Participaram no estudo 55 crian&ccedil;as, 29 do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 4 e os 5 anos de idade. As  habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias das m&atilde;es variavam entre os 7 e os 23 anos de escolaridade (<i>M</i>=15.20, <i>DP</i>=3.26) e  dos pais entre 7 e os 23 anos de escolaridade (<i>M</i>=14.70, <i>DP</i>=3.11) As fam&iacute;lias pertenciam a um n&iacute;vel  socioecon&oacute;mico m&eacute;dio, de acordo com os padr&otilde;es nacionais, tendo sido recrutadas para o projeto atrav&eacute;s das  Creches/Jardins-de-inf&acirc;ncia que frequentavam no Concelho de Lisboa e Oeiras. Todas as fam&iacute;lias foram informadas dos objectivos do  estudo e assinaram um consentimento informado. Os dados apresentados fazem parte de um estudo longitudinal a decorrer no William James Center  Research, ISPA &ndash; Instituto Universit&aacute;rio. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Instrumentos: Descri&ccedil;&atilde;o, aplica&ccedil;&atilde;o e cota&ccedil;&atilde;o </i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Attachment Story Completion Task </i>(ASCT; Bretherton, Ridgeway, &amp; Cassidy 1990; Maia, Ver&iacute;ssimo, Ferreira, Silva, &amp;  Fernandes, 2009). O ASCT &eacute; um instrumento cujo objetivo reside em aceder ao modelo interno din&acirc;mico de vincula&ccedil;&atilde;o das  crian&ccedil;as, atrav&eacute;s da an&aacute;lise das diferen&ccedil;as individuais na constru&ccedil;&atilde;o de narrativas a partir de  cen&aacute;rios do dia-a-dia familiar relacionados com a vincula&ccedil;&atilde;o. &Eacute; aplic&aacute;vel entre os 3 e os 6 anos de idade e  consiste numa entrevista de cerca de 30 minutos, durante a qual, atrav&eacute;s de uma fam&iacute;lia de pequenos bonecos s&atilde;o apresentados  os in&iacute;cios de 6 hist&oacute;rias distintas (Maia et al., 2009), sendo a primeira hist&oacute;ria neutra, de aquecimento e, portanto,  n&atilde;o cotada. As restantes cinco hist&oacute;rias do ASCT foram formuladas no sentido de remeter cada uma para uma problem&aacute;tica  distinta acerca da vincula&ccedil;&atilde;o: a figura de vincula&ccedil;&atilde;o num papel de autoridade face a um acidente da crian&ccedil;a  (hist&oacute;ria do Sumo Entornado); a dor e o medo como desencadeadores de comportamentos de vincula&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o  (hist&oacute;ria do Joelho Magoado e hist&oacute;ria do Monstro no Quarto); a ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o e capacidade de  <i>coping </i>com um cuidador substituto &ndash; a &ldquo;vizinha&rdquo; (hist&oacute;ria da Partida); e a tonalidade afetiva do regresso dos pais  (hist&oacute;ria do Reencontro). </p>     <p>O ASCT foi aplicado de forma individual, numa sala disponibilizada pela institui&ccedil;&atilde;o de ensino das crian&ccedil;as. Foi assegurada  a independ&ecirc;ncia da equipa de investigadores que aplicaram e cotaram o ASCT. O entrevistador e a crian&ccedil;a estiveram sentados numa mesa,  em situa&ccedil;&atilde;o de face a face. O entrevistador come&ccedil;ou por apresentar cada elemento da fam&iacute;lia &agrave; crian&ccedil;a,  pedindo-lhe que desse um nome a cada um dos filhos, bem como &agrave; vizinha, e explicou o seguinte &agrave; crian&ccedil;a: <i>&ldquo;Vamos fazer  umas hist&oacute;rias com a nossa fam&iacute;lia. Eu come&ccedil;o a contar e depois tu continuas, est&aacute; bem?&rdquo;</i>. Conforme o manual  do ASCT, come&ccedil;ou pela hist&oacute;ria neutra (o Bolo de Anivers&aacute;rio) para se assegurar que a crian&ccedil;a compreendia o  procedimento e promover a familiariza&ccedil;&atilde;o com o pr&oacute;prio entrevistador (hist&oacute;ria n&atilde;o cotada). Cada in&iacute;cio  de hist&oacute;ria terminou com a seguinte solicita&ccedil;&atilde;o do experimentador: <i>&ldquo;Mostra-me e conta-me o que acontece  agora.&rdquo;</i>. Para iniciar cada hist&oacute;ria seguinte, o experimentador disse &agrave; crian&ccedil;a: <i>&ldquo;Como &eacute; que tu achas  que esta tua hist&oacute;ria poderia terminar?&rdquo; </i>ou <i>&ldquo;Aconteceu mais alguma coisa nesta hist&oacute;ria ou podemos passar &agrave;  pr&oacute;xima?&rdquo;</i>. Todas as entrevistas foram aplicadas e filmadas por investigadores previamente treinados e desconhecedores de qualquer  informa&ccedil;&atilde;o acerca dos participantes. </p>     <p>Numa fase posterior, as entrevistas foram escolhidas aleatoriamente e cotadas por tr&ecirc;s investigadores, tamb&eacute;m estes previamente  treinados, estranhos &agrave; situa&ccedil;&atilde;o de recolha de dados e desconhecedores de quaisquer informa&ccedil;&otilde;es relativas  &agrave;s crian&ccedil;as. As hist&oacute;rias foram cotadas em termos de Seguran&ccedil;a de vincula&ccedil;&atilde;o numa escala de 8 pontos que  varia de desorganizado (1) a muito seguro (8), e de Coer&ecirc;ncia da narrativa, tamb&eacute;m numa escala de 8 pontos (1 &ndash; extremamente  incoerente; 8 &ndash; muito coerente). A cota&ccedil;&atilde;o tem em conta ainda o tipo de Resolu&ccedil;&atilde;o dada ao problema desencadeado  por cada hist&oacute;ria (1 &ndash; resolu&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima; 2 &ndash; resolu&ccedil;&atilde;o completa; 3 &ndash; sem  resolu&ccedil;&atilde;o; 4 &ndash; resolu&ccedil;&atilde;o com reviravolta). Obteve-se um acordo inter-ju&iacute;zes entre 0.81 e 0.85. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Penn Interactive Peer Play Scale </i>(PIPPS; Fantuzzo et al., 1995; Torres, Freitas, Monteiro, Antunes, &amp; Santos, 2014). O PIPPS &eacute;  um question&aacute;rio, criado por Fantuzzo et al. (1995), destinado a pais e a professores/educadores, que identifica comportamentos de  brincadeira interativa em idade pr&eacute;-escolar permitindo distinguir crian&ccedil;as que conseguem estabelecer e manter rela&ccedil;&otilde;es  positivas de brincadeira interativa, das que n&atilde;o o conseguem fazer. &Eacute; composto por 32 itens, os quais descrevem comportamentos  concretos da crian&ccedil;a no contexto de atividades l&uacute;dicas com outras crian&ccedil;as durante os per&iacute;odos de recreio ou de  brincadeira livre. Por exemplo: item 6 &ldquo;Partilha os brinquedos com outras crian&ccedil;as&rdquo;; item 11 &ldquo;&Eacute; ignorada pelos  outros&rdquo;; item 14 &ldquo;Destr&oacute;i as coisas dos outros&rdquo;. Os itens s&atilde;o avaliados numa escala de resposta de 4 pontos,  variando entre 1 &ndash; nunca ocorre e 4 &ndash; ocorre sempre. &Eacute; poss&iacute;vel identificar tr&ecirc;s dimens&otilde;es relacionadas com  caracter&iacute;sticas do brincar: Disrup&ccedil;&atilde;o (Jogo Disruptivo), Desconex&atilde;o (Jogo Isolado) e Intera&ccedil;&atilde;o Positiva  com os Pares (Jogo Interativo). O fator Disrup&ccedil;&atilde;o &eacute; composto por itens relacionados com a agressividade e comportamentos de  brincadeira antissociais, tais como come&ccedil;ar brigas e discuss&otilde;es, tirar as coisas aos outros e agress&atilde;o f&iacute;sica e verbal.  O fator Desconex&atilde;o refere-se &agrave; falta de participa&ccedil;&atilde;o em brincadeiras sociais/interativas, abrangendo comportamentos  como ficar de fora do grupo de brincadeira, retirar-se, vaguear sem rumo e ser ignorado pelos outros. E, por &uacute;ltimo, o fator  Intera&ccedil;&atilde;o Positiva avalia os pontos fortes da atividade l&uacute;dica e lideran&ccedil;a em brincadeiras, focando-se em  comportamentos como partilhar ideias, liderar, ajudar outras crian&ccedil;as e encorajar os outros a juntarem-se &agrave;s brincadeiras. O tempo de  preenchimento &eacute; de aproximadamente 10-15 minutos. </p>     <p>Torres et al. (2014) avaliaram as caracter&iacute;sticas psicom&eacute;tricas da PIPPS, na sua vers&atilde;o portuguesa para educadores do  ensino pr&eacute;-escolar, e testaram a estrutura fatorial dos 3 fatores proposta pelos autores do instrumento. Os autores verificaram que todos os  itens do instrumento apresentam pesos fatoriais estandardizados iguais ou superiores a 0.5, o que significa que todos os fatores apresentam  validade fatorial. Por outro lado, tamb&eacute;m a fiabilidade comp&oacute;sita se revelou elevada, com todos os valores superiores a 0.7. Foram  tamb&eacute;m calculados os &iacute;ndices de consist&ecirc;ncia interna das escalas, atrav&eacute;s do <i>alfa de Cronbach</i>, tendo sido obtidos  coeficientes de 0.80 para a escala de Intera&ccedil;&atilde;o Positiva, de 0.77 para a de Disrup&ccedil;&atilde;o, e 0.80 para a de  Desconex&atilde;o. Para o presente estudo, os &iacute;ndices foram de 0.79 para a escala de Intera&ccedil;&atilde;o Positiva, de 0.78 para a de  Disrup&ccedil;&atilde;o, e 0.73 para a de Desconex&atilde;o. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O contacto com as educadoras participantes foi feito atrav&eacute;s das Dire&ccedil;&otilde;es dos equipamentos pr&eacute;-escolares que  aprovaram a realiza&ccedil;&atilde;o deste estudo, no qual participaram voluntariamente. De seguida, as educadoras contactaram os pais das  crian&ccedil;as de cada sala de aula e pediram-lhes o consentimento informado para o preenchimento dos question&aacute;rios. Finalmente, foi pedido  &agrave;s educadoras que respondessem ao question&aacute;rio, relativamente &agrave;s crian&ccedil;as da sua sala cujos pais consentiram a  participa&ccedil;&atilde;o, solicitando que assinalassem, relativamente a cada item, a frequ&ecirc;ncia com que nos &uacute;ltimos dois meses  observaram o comportamento descrito. De ressalvar que as educadoras devem conhecer suficientemente bem a crian&ccedil;a de forma a conseguirem  descrever os seus comportamentos em contexto de brincadeira livre nos &uacute;ltimos dois meses. </p>     <p>Para a cota&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio foram somados os valores dos itens correspondentes a cada uma das tr&ecirc;s  dimens&otilde;es &ndash; Intera&ccedil;&atilde;o, Disrup&ccedil;&atilde;o e Desconex&atilde;o &ndash;, seguidos da realiza&ccedil;&atilde;o de uma  m&eacute;dia aritm&eacute;tica para obten&ccedil;&atilde;o de uma nota total bruta em cada uma das tr&ecirc;s dimens&otilde;es (Torres et al.,  2014). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Weschsler Preschool and Primary Scale of Intelligence &ndash; Revised Administration and Scoring Manual </i>(WPPSI-R; Weschler, 1989;  Portuguese version of Seabra-Santos et al., 2003). A WPPSI-R foi administrada individualmente a crian&ccedil;as com idades compreendidas entre os 3  e os 6 anos e 6 meses, que permite a avalia&ccedil;&atilde;o do seu funcionamento intelectual &ndash; QI global &ndash;, e que se subdivide em duas  partes: QI verbal e QI de realiza&ccedil;&atilde;o. A prova original &eacute; constitu&iacute;da por cinco subtestes verbais  (Informa&ccedil;&atilde;o, Vocabul&aacute;rio, Aritm&eacute;tica, Semelhan&ccedil;as, e Compreens&atilde;o) e cinco subtestes de  realiza&ccedil;&atilde;o (Composi&ccedil;&atilde;o de Objetos, Figuras Geom&eacute;tricos, Quadrados, Labirintos, e Completamento de Gravuras).  A WPPSI-R inclui ainda dois subtestes opcionais: o Tabuleiro dos Animais como prova de realiza&ccedil;&atilde;o e as Frases Memorizadas como prova  verbal. Neste estudo foram aplicadas apenas as cinco provas verbais da WPPSI-R, uma vez que era nosso objetivo medir as compet&ecirc;ncias verbais  das crian&ccedil;as, ou seja, o seu QI verbal, para controlar potenciais efeitos nos resultados obtidos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s  representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as, dada a natureza de administra&ccedil;&atilde;o do instrumento ASCT. </p>     <p>A recolha dos dados relativos ao QI verbal de cada crian&ccedil;a foi realizada de forma individual e independente, em dias diferentes da  recolha do ASCT, segundo a disponibilidade de cada crian&ccedil;a. As provas foram administradas pela seguinte ordem: Informa&ccedil;&atilde;o,  Vocabul&aacute;rio, Aritm&eacute;tica, Semelhan&ccedil;as e Compreens&atilde;o. </p>     <p>Todas as respostas das crian&ccedil;as foram registadas nas respetivas folhas de registo e posteriormente cotadas, atrav&eacute;s da  atribui&ccedil;&atilde;o de uma pontua&ccedil;&atilde;o em cada item de cada subteste, de acordo com as normas descritas no manual. De seguida,  estas pontua&ccedil;&otilde;es foram somadas e o total bruto de cada subteste foi transformado num total normalizado, considerando a idade de cada  sujeito. Por fim, os resultados normalizados foram somados e transformados num valor de QI verbal. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>ASCT </i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As m&eacute;dias de Seguran&ccedil;a variaram entre 3,66 e 7,43 (<i>DP</i>=0,87), enquanto as m&eacute;dias de Coer&ecirc;ncia oscilaram entre  3,66 e 7,43 (<i>DP</i>=0,85). Uma vez que as duas categorias do ASCT &ndash; Seguran&ccedil;a e Coer&ecirc;ncia &ndash; se encontram fortemente  correlacionadas (<i>r</i>=0.97; <i>p</i>&lt;0.001), opt&aacute;mos por utilizar nas nossas an&aacute;lises apenas a dimens&atilde;o da  Seguran&ccedil;a. Uma an&aacute;lise correlacional entre as pontua&ccedil;&otilde;es de cada participante relativamente &agrave; Seguran&ccedil;a,  nas diferentes hist&oacute;rias do ASCT, demonstrou que estas se encontram significativamente relacionadas entre si (entre 0,67 e 0,89). O valor do  <i>alfa de Cronbach </i>para o conjunto das hist&oacute;rias foi de 0,81. </p>     <p>Atrav&eacute;s de uma correla&ccedil;&atilde;o de Pearson, verificou-se que o QI verbal n&atilde;o se encontra associado de forma  estatisticamente significativa aos valores da Seguran&ccedil;a (<i>r</i>=0.149; <i>p</i>=0.204), sugerindo a aus&ecirc;ncia de uma influ&ecirc;ncia  da capacidade verbal dos sujeitos nas pontua&ccedil;&otilde;es obtidas nas hist&oacute;rias para a Seguran&ccedil;a. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o e tipo de brincadeira interativa</i>. De forma a verificar a exist&ecirc;ncia de uma  associa&ccedil;&atilde;o entre a Seguran&ccedil;a das representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o e os diferentes tipos de jogo, foram  realizadas correla&ccedil;&otilde;es de Pearson, que se revelaram estatisticamente significativas. Desta forma, os resultados indicam uma  correla&ccedil;&atilde;o moderada e negativa entre a Seguran&ccedil;a da vincula&ccedil;&atilde;o e o Jogo Disruptivo (<i>r</i>=-.32; <i>p</i>=.02)  e entre a Seguran&ccedil;a da vincula&ccedil;&atilde;o e o Jogo Isolado (<i>r=</i>-.43; <i>p</i>=.001), sugerindo que quanto mais baixos os  n&iacute;veis de Seguran&ccedil;a, os sujeitos parecem apresentar um maior n&uacute;mero de comportamentos agressivos e antissociais, bem como de  retirada e exclus&atilde;o social. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Seguran&ccedil;a e ao Jogo Interativo foi encontrada uma  correla&ccedil;&atilde;o fraca e positiva (<i>r=</i>.28; <i>p=</i>.04) entre estas vari&aacute;veis, indicando que, quanto maiores forem os  n&iacute;veis de Seguran&ccedil;a, maior ser&aacute; tamb&eacute;m a tend&ecirc;ncia para comportamentos de, partilha e ajuda entre os pares. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Discuss&atilde;o </b></p>     <p>Na presente investiga&ccedil;&atilde;o, foi poss&iacute;vel observar a exist&ecirc;ncia de rela&ccedil;&otilde;es positivas estatisticamente  significativas entre a seguran&ccedil;a das representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as aos seus pais em idade  pr&eacute;-escolar e os seus comportamentos de brincadeira interativa (jogo disruptivo, jogo isolado e jogo interativo), reportado pelas educadoras  em contexto escolar. Especificamente, atrav&eacute;s da an&aacute;lise das narrativas produzidas no ASCT, os resultados demonstraram que as  crian&ccedil;as que apresentam valores mais elevados relativamente &agrave; Seguran&ccedil;a das representa&ccedil;&otilde;es das suas  rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o aos pais, apresentam tamb&eacute;m mais comportamentos associados ao tipo de Jogo Interativo. </p>     <p>De acordo com os resultados obtidos neste estudo, crian&ccedil;as capazes de construir narrativas mais seguras, ou seja, mais capazes de  enfrentar e resolver os problemas que lhes foram apresentados nas diferentes hist&oacute;rias da ASCT, de forma emocionalmente aberta e com  resolu&ccedil;&otilde;es mais coerentes, s&atilde;o tamb&eacute;m aquelas que estabelecem mais intera&ccedil;&otilde;es positivas em brincadeira  livre com os seus colegas. Desta forma, crian&ccedil;as com modelos internos de vincula&ccedil;&atilde;o mais seguros, ao brincarem  interactivamente com os seus pares na creche e jardim-de-inf&acirc;ncia, s&atilde;o mais capazes de experimentar pap&eacute;is e usar regras  sociais &ndash; como esperar a sua vez, partilhar, cooperar, considerar a perspetiva do outro, e gerir a agressividade, entre outras &ndash; e  desenvolvem capacidades de meta-comunica&ccedil;&atilde;o nas brincadeiras sociais de faz-de-conta (Bretherton, 1989). A relev&acirc;ncia destes  dados &eacute; enfatizada pelo facto da capacidade de estabelecer e manter intera&ccedil;&otilde;es l&uacute;dicas positivas no per&iacute;odo  pr&eacute;-escolar ter vindo a ser apontada como um dos principais indicadores de prontid&atilde;o e de ajustamento escolar durante a  inf&acirc;ncia e a adolesc&ecirc;ncia (Coolahan, Fantuzzo, Mendez, &amp; McDermott, 2000; Fantuzzo &amp; McWayne, 2002; Ladd, 1990; Ladd, Price,  &amp; Hart, 1988). </p>     <p>Por outro lado, constat&aacute;mos no presente estudo que as crian&ccedil;as que apresentam valores mais baixos ao n&iacute;vel da  Seguran&ccedil;a das representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o, isto &eacute;, crian&ccedil;as com narrativas menos seguras, menos  coerentes e mais restritas ou inapropriadas de um ponto de vista emocional, onde as figuras de vincula&ccedil;&atilde;o se assumem como ausentes ou  menos dispon&iacute;veis para responder &agrave;s suas necessidades, tendem a apresentar um maior n&uacute;mero de comportamentos associados ao  Jogo Isolado e ao Jogo Disruptivo. Para compreendermos melhor estes resultados, importa refletir sobre os comportamentos espec&iacute;ficos que  comp&otilde;em cada um destes tipos de jogo. </p>     <p>O fator Desconex&atilde;o (Jogo Isolado) traduz uma aus&ecirc;ncia de participa&ccedil;&atilde;o em brincadeiras interativas, que tanto pode ser  de retirada social como de exclus&atilde;o pelos pares. N&atilde;o deixando de considerar as caracter&iacute;sticas individuais da crian&ccedil;a,  bem como do seu macrossistema, as crian&ccedil;as com representa&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o menos seguras apresentam uma  tend&ecirc;ncia para serem mais cautelosas face &agrave; explora&ccedil;&atilde;o do meio e ao estabelecimento de novas intera&ccedil;&otilde;es  sociais, o que poder&aacute; justificar a exist&ecirc;ncia de poss&iacute;veis comportamentos de Jogo Isolado, tais como permanecer fora das  brincadeiras do grupo, vaguear pela sala e/ou recusar brincar quando solicitadas. Por sua vez, no fator Disrup&ccedil;&atilde;o, composto por  comportamentos de agressivos e antissociais na brincadeira, encontramos crian&ccedil;as que apresentam na rela&ccedil;&atilde;o com os pares  maiores dificuldades de gest&atilde;o emocional e comportamental, proporcionando a ocorr&ecirc;ncia de comportamentos agressivos e desadequados  durante as intera&ccedil;&otilde;es l&uacute;dicas. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Consideramos que a forma como recolhemos os nossos dados com recurso a fontes de informa&ccedil;&atilde;o independentes refor&ccedil;a a  validade dos resultados obtidos na presente investiga&ccedil;&atilde;o. Contudo, consideramos que tamb&eacute;m que o presente estudo apresenta  algumas limita&ccedil;&otilde;es: por um lado, utiliz&aacute;mos os relatos das educadoras no que concerne &agrave;s brincadeiras l&uacute;dicas  das crian&ccedil;as, ou seja uma fonte de observa&ccedil;&atilde;o indireta; por outro lado, o nosso tipo de amostra (n&atilde;o  probabil&iacute;stica de conveni&ecirc;ncia), contribui para a diminui&ccedil;&atilde;o da generaliza&ccedil;&atilde;o dos resultados. </p>     <p>Futuras investiga&ccedil;&otilde;es que pretendam analisar a rela&ccedil;&atilde;o entre a qualidade das representa&ccedil;&otilde;es de  vincula&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as aos seus pais e o tipo de brincadeira em crian&ccedil;as de idade pr&eacute;-escolar, dever&atilde;o  utilizar uma amostra mais diversificada do ponto de vista das caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas, sobretudo no que respeita ao  estatuto socioecon&oacute;mico das fam&iacute;lias. De forma a contornar poss&iacute;veis enviesamentos do instrumento utilizado para descrever os  comportamentos l&uacute;dicos das crian&ccedil;as em contexto escolar, seria importante, em futuros estudos, o recurso adicional a uma metodologia  de observa&ccedil;&atilde;o direta de comportamentos de brincadeira livre. Seria tamb&eacute;m interessante perceber se a rela&ccedil;&atilde;o  entre as vari&aacute;veis estudadas se mant&ecirc;m noutros contextos n&atilde;o escolares. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Ainsworth, M., &amp; Bell, S. (1970). Attachment, exploration, and separation: Illustrated by the behavior of one-year-olds in a strange  situation. <i>Child Development, 41</i>, 49-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0870-8231201500030000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Belsky, J., Garduque, L., &amp; Hrncir, E. (1984). Assessing performance, competence, and executive capacity in infant play: Relations to home  environment and security of attachment. <i>Developmental Psychology, 20</i>, 406-417.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0870-8231201500030000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Bowlby, J. (1958). The nature of the child&rsquo;s tie to his mother. <i>International Journal of Psychoanalysis, 39</i>, 350-371. </p>     <p>Bowlby, J. (1973). <i>Attachment and loss: Separation, anxiety, and anger </i>(Vol. 2). Middesex: Penguin Books. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Bowlby, J. (1982). <i>Attachment and loss: Vol. 1. Attachment</i>. New York: Basic Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0870-8231201500030000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> (Original work published 1969) </p>     <!-- ref --><p>Bretherton, I. (1989). Pretense: The form and function of make-believe play. <i>Development Review, 9</i>, 383-401.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0870-8231201500030000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Bretherton, I. (1992). The origins of attachment theory: John Bowlby and Mary Ainsworth. <i>Developmental Psychology, 28</i>, 759-775.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0870-8231201500030000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Bretherton, I., Bates, E., Benigni, L., Camaioni, L., &amp; Volterra, V. (1979). Relationships between cognition, communication and quality of  attachment. In E. Bates (Ed.), <i>The emergence of symbols: Cognition and communication in infancy</i>. New York: Academic.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0870-8231201500030000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Bretherton, I., Ridgeway, D., &amp; Cassidy, J. (1990). Assessing internal of the attachment relationship: An attachment story completion task  for 3-year-olds. In M. Greenberg, D. Cicchetti, &amp; E. M. Cummings (Eds.), <i>Attachment in the preschool years: Theory, research, and  intervention </i>(pp. 273-308). Chicago, IL US: University of Chicago Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0870-8231201500030000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Bruner, J. S. (1972). The nature and uses of immaturity. <i>American Psychologist, 27</i>, 687-708. doi: 10.1037/h0033144 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0870-8231201500030000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Cassibba, R., Van IJzendoorn, M., &amp; D&rsquo;Odorico, L. (2000). Attachment and play in child care centres: Reliability and validity of the  Attachment Q-sort for mothers and professional caregivers in Italy. <i>International Journal of Behavioral Development, 24</i>, 241-255. </p>     <p>Colwell, M., &amp; Lindsey, E. (2005). Preschool children&rsquo;s pretend and physical play and sex of play partner: Connections to peer  competence. <i>Sex Roles, 52</i>, 497-509. </p>     <!-- ref --><p>Coolahan, K., Fantuzzo, J., Mendez, J., &amp; McDermott, P. (2000). Preschool peer interactions and readiness to learn: Relationships between  classroom peer play, learning behaviors, and conduct. <i>Journal of Educational Psychology, 92</i>, 458-465.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0870-8231201500030000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Coplan, R., Rubin, K., &amp; Findlay, L. (2006). Social and nonsocial play. In D. P. Fromberg &amp; D. Bergen (Eds.), <i>Play from birth to  twelve: Contexts, perspectives, and meanings </i>(2<Sup>nd </Sup>ed., pp. 75-86). New York: Garland.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0870-8231201500030000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Creasey, G., Jarvis, P., &amp; Berk, L. (1998). Play and social competence. In O. N. Saracho &amp; B. Spodek (Eds.), <i>Multiple perspectives on  play in early childhood education</i>. Albany, New York: State University of New York Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0870-8231201500030000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Cugmas, Z. (2011). Relation between children&rsquo;s attachment to kindergarten teachers, personality characteristics and play activities.  <i>Early Child Development and Care, 181</i>, 1271-1289. doi: 10.1080/03004430.2010.523993 </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Dunn, J. (2010). Series editor&rsquo;s preface. In P. K. Smith (Ed.), <i>Children and play </i>(pp. vii-viii). Oxford, UK: Wiley-Blackwell. </p>     <!-- ref --><p>Fantuzzo, J., &amp; McWayne, C. (2002). The relationship between peer-play interactions in the family context and dimensions of school readiness  for low-income preschool children. <i>Journal of Educational Psychology, 94</i>, 79-87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0870-8231201500030000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Fantuzzo, J., Sutton-Smith, B., Atkins, M., Meyers, R., Stevenson, H., Coolahan, K., &amp; Manz, P. (1996). Community-based resilient peer  treatment of withdrawn maltreated preschool children. <i>Journal of Consulting and Clinical Psychology, 64</i>, 1377-1386. doi:  10.1037/0022-006X.64.6.1377 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0870-8231201500030000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fantuzzo, J., Sutton-Smith, B., Coolahan, K., Manz, P., Canning, S., &amp; Debnam, D. (1995). Assessment of play interaction behaviors in young  low income children: Penn Interactive Peer Play Scale. <i>Early Childhood Research Quarterly, 10</i>, 105-120. doi: 10.1016/0885-2006(95)90028-4 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0870-8231201500030000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fisher, E. (1997). The impact of play on development: A meta-analysis. <i>Play and Culture, 5</i>, 159-181.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0870-8231201500030000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Hartup, W. (1996). Cooperation, close relationships, and cognitive development. In W. Bukowski, A. Newcomb, &amp; W. Hartup (Eds.), <i>The  company they keep: Friendships in childhood and adolescence </i>(pp. 213-237). New York: Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0870-8231201500030000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Howes, C. (1983). Pattern of friendship. <i>Child Development, 54</i>, 1041-1053.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0870-8231201500030000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Howes, C. (1988). Peer interaction of young children. <i>Monographs of the Society for Research in Child Development, 53</i>(serial no. 217).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0870-8231201500030000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Howes, C. (1997). Teacher sensitivity, children&rsquo;s attachment and play with peers. <i>Early Education and Development, 8</i>, 41-49. </p>     <!-- ref --><p>Johnson, J., Christie, J., &amp; Yawkey, T. (1999). <i>Play and early childhood development </i>(2<Sup>nd </Sup>ed.). New York: Longman.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0870-8231201500030000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Kerns, K., &amp; Barth, J. (1995). Attachment and play: Convergence across components of parent-child relationships and their relations to peer  competence. <i>Journal of Social and Personal Relationships, 12</i>, 243-260.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0870-8231201500030000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Ladd, G. (1990). Having friends, keeping friends, making friends, and being liked by peers in the classroom: Predictors of children&rsquo;s  early school adjustment?. <i>Child Development, 61</i>, 1091-1100. </p>     <!-- ref --><p>Ladd, G., Price, J., &amp; Hart, C. (1988). Predicting preschoolers peer status from their playground behaviours. <i>Child Development, 59</i>,  986-992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0870-8231201500030000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Maia, J., Ver&iacute;ssimo, M., Ferreira, B., Silva, F., &amp; Fernandes, M. (2009). <i>Adapta&ccedil;&atilde;o portuguesa do Attachment Story  Completion Task &ndash; Manual de aplica&ccedil;&atilde;o e cota&ccedil;&atilde;o: Dimens&atilde;o cont&iacute;nua de seguran&ccedil;a</i>.  Manuscrito n&atilde;o publicado. ISPA &ndash; Instituto Universit&aacute;rio, Lisboa. </p>     <!-- ref --><p>Main, M. (1983). Exploration, play, and cognitive functioning related to infant-mother attachment. <i>Infant Behavior and Development, 6</i>,  167-174.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0870-8231201500030000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Matas, L., Arend, R. A., &amp; Sroufe, L. (1978). Continuity of adaptation in the second year: The relationship between quality of attachment  and later competence. <i>Child Development, 49</i>, 547-556.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0870-8231201500030000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Meins, E., &amp; Russell, J. (1997). Security and symbolic play: The relation between security of attachment and executive capacity. <i>British  Journal of Developmental Psychology, 15</i>, 63-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0870-8231201500030000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Porter, C. (2009). Predicting preschoolers&rsquo; social-cognitive play behavior: Attachment, peers, temperament, and physiological regulation.  <i>Psychological Reports, 104</i>, 517-528. </p>     <!-- ref --><p>Rubin, K., &amp; Coplan, R. (1998). Social and nonsocial play in childhood: An individual diferences perspective. In O. N. Saracho &amp; B.  Spodek (Eds.), <i>Multiple perspectives on play in early childhood education</i>. Albany, New York: State University of New York Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0870-8231201500030000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Rubin, K., Fein, G., &amp; Vandenberg, B. (1983). Play. In E. M. Hetherington (Ed.), <i>Handbook of child psychology: Vol 4. Socialization,  personality, and social development. </i>New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0870-8231201500030000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Seabra-Santos, M. J., Sim&otilde;es, M. R., Albuquerque, C. P., Pereira, M. M., Almeida, L. S., Ferreira, C., . . . Lopes, A. F. (2003). Escala  de Intelig&ecirc;ncia de Wechsler para a Idade Pr&eacute;-Escolar e Prim&aacute;ria &ndash; Forma Revista (W.P.P.S.I.-R.). In M. M.  Gon&ccedil;alves, M. R. Sim&otilde;es, L. S. Almeida, &amp; C. Machado (Coords.), <i>Avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica: Instrumentos  validados para a popula&ccedil;&atilde;o </i>(Vol. I, pp. 197-219). Coimbra: Quarteto. </p>     <!-- ref --><p>Slade, A. (1987). A longitudinal study of maternal involvement and symbolic play during the toddler period. <i>Child Development, 58</i>,  367-375.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0870-8231201500030000700038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Torres, N., Freitas, M., Monteiro, L., Antunes, M., &amp; Santos, A. J. (2014). Intera&ccedil;&atilde;o social l&uacute;dica no  pr&eacute;-escolar: An&aacute;lise confirmat&oacute;ria da vers&atilde;o portuguesa da Penn Interactive Peer Play Scale (PIPPS) para educadores.  <i>Revista do Laborat&oacute;rio de Psicologia, 12</i>, 57-65. doi: 10.14417/lp.801 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0870-8231201500030000700039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Vaughn, B., &amp; Santos, A. (2008). Behavioral structures governing social transactions among young children: Affiliation and dominance in  groups of preschool age children. In Kenneth H. Rubin, William Bukowski, &amp; Brett Laursen (Eds.), <i>Handbook of peer interactions,  relationships, and groups </i>(pp. 195-214). New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0870-8231201500030000700040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Ver&iacute;ssimo, M., Fernandes, C., Santos, A., Peceguina, I., Vaughn, B., &amp; Bost, K. (2011). A rela&ccedil;&atilde;o entre a qualidade da  vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e e o desenvolvimento da compet&ecirc;ncia social em crian&ccedil;as de idade pr&eacute;-escolar.  <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 24</i>, 292-299. doi: 10.1590/S0102-79722011000200010 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0870-8231201500030000700041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ver&iacute;ssimo, M., Santos, A., Fernandes, C., Shin, N., &amp; Vaughn, B. (2014). Associations between attachment security and social  competence in preschool children. <i>Merril-Palmer Quarterly-Journal of Developmental Psychology, 60</i>, 80-99. doi: 10.1353/mpq.2014.0001 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0870-8231201500030000700042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Vygotsky, L. (1933). Play and its role on the mental development of the child. <i>Voprosy Psikhologii, 1966, No. 6</i>. Vers&atilde;o on-line de  Psychology and Marxism Internet Archive (marxists.org) 2002. <a href="http://www.marxists.org/archive/vygotsky/works/1933/play.htm"  target="_blank">http://www.marxists.org/archive/vygotsky/works/1933/play.htm</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0870-8231201500030000700043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Waters, E., &amp; Sroufe, L. (1983). Social competence as a developmental construct. <i>Developmental Review, 3</i>, 79-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0870-8231201500030000700044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Weschler, D. (1989). <i>Wechsler Preschool and Primary Scale of Intelligence &ndash; Revised</i>. San Antonio, TX: Psychological Corporation. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Manuela Ver&iacute;ssimo, WJCR, ISPA &ndash; Instituto  Universit&aacute;rio, Rua Jardim do Tabaco, 34, 1149-041 Lisboa. E-mail: <a href="mailto:mveriss@ispa.pt">mveriss@ispa.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Os autores gostariam de agradecer a todos as crian&ccedil;as e educadoras que participaram neste estudo. O presente estudo foi em parte  financiado pela FCT (PTDC/MHC-PED/3929/2012).</p>     ]]></body>
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