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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Programas de intervenção para o desenvolvimento de competências socioemocionais em idade escolar: Uma revisão crítica dos enquadramentos SEL e SEAL]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In recent years there has been an increase in interest for school-based social and emotional learning programs, given the consistent data that presents this studies as crucial to the promotion of success in school and in life. In England (Social and Emotional Aspects of Learning - SEAL) and the United Stated (Social and Emotional Learning - SEL) this increase in importance led to the creation of legislation to support and guide the development of such programs. The present article aims to analyze the similarities and differences between both approaches, comparing the several crucial point such as objectives, program format, implementers and the fit between program implementation and theoretical framework. Additionally, the efficacy and effectiveness of each approach will also be given attention, focusing in the existence of differential gender impact of the programs, and the use of multiple informants to analyze program impact. In sum, the article aims to critically analyze these approaches in order to support the implementation of effective school-based programs in Portugal, as well as to identify the subjects that require further analysis. It may be concluded that additional studies about effectiveness, program format and differential gender impacts are required.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Desenvolvimento socioemocional]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Programas de interven&ccedil;&atilde;o para o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias socioemocionais em idade escolar: Uma revis&atilde;o  cr&iacute;tica dos enquadramentos SEL e SEAL</b></p>     <p><b>V&iacute;tor Alexandre Coelho<sup>1</sup>, Marta Marchante<sup>2</sup>, Vanda Sousa<sup>1</sup>, Ana Maria Rom&atilde;o<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Acad&eacute;mico de Torres Vedras</p>     <p><sup>2</sup>Projeto Ser a Brincar</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Nos &uacute;ltimos anos tem aumentando o interesse pelos programas de desenvolvimento de compet&ecirc;ncias socioemocionais implementados em  escolas, face &agrave; perce&ccedil;&atilde;o incrementada destas compet&ecirc;ncias como cruciais para a promo&ccedil;&atilde;o do sucesso escolar  e na vida. Este aumento impulsionou a cria&ccedil;&atilde;o de medidas legislativas de suporte e orienta&ccedil;&atilde;o nos Estados Unidos  (Social and Emotional Learning &ndash; SEL) e em Inglaterra (Social and Emotional Aspects of Learning &ndash; SEAL). O presente artigo pretende  analisar as semelhan&ccedil;as e diferen&ccedil;as entre as duas abordagens, comparando v&aacute;rios pontos cruciais como objetivos, &acirc;mbito  de interven&ccedil;&atilde;o, estrat&eacute;gia de implementa&ccedil;&atilde;o, formato dos programas, implementadores empregues e a  adequa&ccedil;&atilde;o da implementa&ccedil;&atilde;o dos programas com o respetivo enquadramento te&oacute;rico. Adicionalmente ser&aacute;  analisada a efic&aacute;cia e a efetividade de cada abordagem, contemplando quest&otilde;es como a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as de  g&eacute;nero no impacto dos programas de desenvolvimento socioemocional, bem como a import&acirc;ncia de envolver m&uacute;ltiplos informantes na  avalia&ccedil;&atilde;o dos resultados. Em suma, pretendeu-se analisar criticamente estas abordagens de forma a apoiar a  implementa&ccedil;&atilde;o de programas eficazes em Portugal, bem como a identificar as tem&aacute;ticas que requerem investiga&ccedil;&atilde;o  adicional. Pode-se concluir que s&atilde;o necess&aacute;rios estudos adicionais sobre a efetividade, o formato mais adequado e o impacto do  g&eacute;nero sobre os programas de desenvolvimento socioemocional.    <p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Desenvolvimento socioemocional, Implementa&ccedil;&atilde;o de programas, Efic&aacute;cia, Efetividade.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>In recent years there has been an increase in interest for school-based social and emotional learning programs, given the consistent data that  presents this studies as crucial to the promotion of success in school and in life. In England (Social and Emotional Aspects of Learning &ndash;  SEAL) and the United Stated (Social and Emotional Learning &ndash; SEL) this increase in importance led to the creation of legislation to support  and guide the development of such programs. The present article aims to analyze the similarities and differences between both approaches, comparing  the several crucial point such as objectives, program format, implementers and the fit between program implementation and theoretical framework.  Additionally, the efficacy and effectiveness of each approach will also be given attention, focusing in the existence of differential gender impact  of the programs, and the use of multiple informants to analyze program impact. In sum, the article aims to critically analyze these approaches in  order to support the implementation of effective school-based programs in Portugal, as well as to identify the subjects that require further  analysis. It may be concluded that additional studies about effectiveness, program format and differential gender impacts are required.</p>     <p><b>Key words</b>: Social and emotional learning, School-based programs, Efficacy, Effectiveness.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>A sa&uacute;de mental, segundo a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de, &eacute; uma das maiores preocupa&ccedil;&otilde;es da  sa&uacute;de p&uacute;blica a n&iacute;vel mundial (World Health Organization, 2004). Adicionalmente, os custos envolvidos no tratamento de  problemas de sa&uacute;de mental s&atilde;o bastante elevados, por exemplo em Inglaterra, o custo dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de mental por  crian&ccedil;a com dificuldades complexas est&aacute; estimado em 50.000&pound; (Clark, O&rsquo;Malley, Woodham, Barrett, &amp; Byford, 2005). A  antiga diretora-geral da OMS defendeu que &ldquo;um programa de sa&uacute;de escolar eficaz pode ser um dos investimentos com uma melhor  rela&ccedil;&atilde;o custo-benef&iacute;cio que uma na&ccedil;&atilde;o pode fazer para simultaneamente melhorar a educa&ccedil;&atilde;o e a  sa&uacute;de&rdquo; (Gro Harlem Brundtland, comunica&ccedil;&atilde;o pessoal, 7 de Outubro, 2004). Desta forma, a organiza&ccedil;&atilde;o  recomenda o investimento na promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de mental como estrat&eacute;gia de preven&ccedil;&atilde;o das  perturba&ccedil;&otilde;es mentais.</p>     <p>Dentro da &aacute;rea da promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de mental, Knapp, McDaid e Parsonage (2011) apresentam o desenvolvimento de  compet&ecirc;ncias socioemocionais como uma das interven&ccedil;&otilde;es com o melhor r&aacute;cio custo/benef&iacute;cio. Tamb&eacute;m  t&ecirc;m crescido as evid&ecirc;ncias de que o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias socioemocionais &eacute; crucial para a  adapta&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &agrave;s exig&ecirc;ncias da sociedade, de forma a adaptarem-se &agrave;s necessidades complexas do  crescimento e desenvolvimento (Day &amp; Koorland, 1997; Greenberg et al., 2003).</p>     <p>Desta forma, tem existido um constante aumento a n&iacute;vel mundial das interven&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o universal  focadas nestas compet&ecirc;ncias (Lendrum, Humphrey, &amp; Wigelsworth, 2013). Multiplicam-se as iniciativas de promo&ccedil;&atilde;o de  sa&uacute;de mental de base escolar em v&aacute;rios pa&iacute;ses Europeus (Diekstra &amp; Gravesteijn, 2008), como Portugal (Coelho, Sousa, &amp;  Figueira, 2014), Reino Unido (Department for Education and Skills, 2005, 2007) ou Su&eacute;cia (Kimber, Sandell, &amp; Bramberg, 2008), como  tamb&eacute;m na Austr&aacute;lia (Graetz et al., 2008) e E.U.A. (Collaborative for Academic, Social and Emotional Learning, 2012).</p>     <p>Este aumento no interesse e no n&uacute;mero de estudos foi acompanhado, em alguns pa&iacute;ses, por iniciativas legislativas para sistematizar  e uniformizar pr&aacute;ticas no desenvolvimento de compet&ecirc;ncias socioemocionais. As estrat&eacute;gias mais disseminadas foram desenvolvidas  nos Estados Unidos &ndash; a <i>Social and Emotional Learning</i> (SEL) &ndash; pelo <i>Collaborative for Academic, Social and Emotional  Learning</i> (CASEL, 2012) e no Reino Unido &ndash; a <i>Social and Emotional Aspects of Learning</i> (SEAL) pelo <i>Department for Education and  Skills</i> (DES, 2005, 2007) e pelo <i>National Institute for Heatlh and Care Excellence</i> (NIHCE, 2008; Lyle, 2013).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As revis&otilde;es de literatura existentes tendem a analisar os programas que se baseiam na aborda gem desenvolvida pelo CASEL (Durlak,  Weissberg, Dymnicki, Taylor, &amp; Schellinger, 2011; Sklad, Diekstra, DeRitter, Ben, &amp; Gravesteijn, 2012), reportando-se a programas  implementados nos E.U.A. Assim, para compreender integralmente o estado presente do campo do desenvolvimento de compet&ecirc;ncias socioemocionais,  &eacute; necess&aacute;rio analisar e comparar as duas grandes correntes, SEL e SEAL, o que constitui o principal objetivo do presente artigo.  Especificamente pretende-se analisar a defini&ccedil;&atilde;o e objetivos, &acirc;mbito, estrat&eacute;gia de implementa&ccedil;&atilde;o, formato  dos programas, implementadores, efic&aacute;cia, diferen&ccedil;as de g&eacute;nero e resultados por forma a comparar a efic&aacute;cia e  efetividade de cada abordagem, compreender se a implementa&ccedil;&atilde;o dos programas est&aacute; alinhada com o respetivo enquadramento  te&oacute;rico, bem como identificar as quest&otilde;es de debate na conce&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o destes programas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Defini&ccedil;&atilde;o e objetivos</i></p>     <p>Tanto a SEL como a SEAL apresentam defini&ccedil;&otilde;es de compet&ecirc;ncias socioemocionais e objetivos bastante similares. A SEL foi  definida pelo CASEL como &ldquo;os processos atrav&eacute;s dos quais as crian&ccedil;as e os adultos adquirem e aplicam de forma eficaz os  conhecimentos, atitudes, e compet&ecirc;ncias necess&aacute;rias para compreender e gerir emo&ccedil;&otilde;es, estabelecer e atingir objetivos  positivos, sentir e mostrar empatia pelos outros, estabelecer e manter rela&ccedil;&otilde;es positivas, e tomar decis&otilde;es  respons&aacute;veis.&rdquo; (CASEL, 2012, p. 4). De acordo com Elias (2006), as compet&ecirc;ncias socioemocionais constituem uma parte da  educa&ccedil;&atilde;o que liga o conhecimento acad&eacute;mico a um conjunto espec&iacute;fico de compet&ecirc;ncias cruciais para o sucesso na  escola, social, laboral e na vida em geral. McNeeley, Nonnemaker e Blum (2002) acrescentam que esta tamb&eacute;m deve potenciar a  liga&ccedil;&atilde;o dos alunos &agrave; escola atrav&eacute;s de pr&aacute;ticas escolares e turmas apoiantes e envolventes.</p>     <p>Segundo Weare (2010), a SEAL &eacute; definida como uma abordagem de envolvimento de toda a escola para o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias  sociais e emocionais que ser&atilde;o ensinadas de forma a real&ccedil;ar uma aprendizagem efetiva, comportamentos positivos, uma assiduidade  regular, e o bem-estar emocional (DES, 2005). Hallam (2009) afirma que estas compet&ecirc;ncias t&ecirc;m sido organizadas sob os cinco  dom&iacute;nios propostos no modelo de Intelig&ecirc;ncia Emocional de Goleman (1995), nomeadamente: Autoconsci&ecirc;ncia, Autocontrolo  (gest&atilde;o de sentimentos), Motiva&ccedil;&atilde;o (Compet&ecirc;ncia pessoal), Empatia e Compet&ecirc;ncias Sociais.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>&Acirc;mbito e estrat&eacute;gia de implementa&ccedil;&atilde;o</i></p>     <p>O CASEL (2012) prescreve que os programas SEL eficazes devem come&ccedil;ar no pr&eacute;-escolar e continuar at&eacute; ao final do  secund&aacute;rio. A SEAL presentemente &eacute; composta por duas estrat&eacute;gias que definem interven&ccedil;&otilde;es para o ensino  b&aacute;sico e para o ensino secund&aacute;rio, respetivamente.</p>     <p>Greenberg e colaboradores (2003) estabelecem que a abordagem SEL para a preven&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito escolar, incorpora a  promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de, que integra estrat&eacute;gias para a redu&ccedil;&atilde;o de fatores de risco e melhoria dos fatores de  prote&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s de programas coordenados. A CASEL (2012) recomenda ainda que os programas SEL forne&ccedil;am  forma&ccedil;&atilde;o ao pessoal escolar para que este apoie a implementa&ccedil;&atilde;o dos programas, incluam materiais, como manuais com  planos de sess&atilde;o estandardizados, e que disponibilizem apoio e assist&ecirc;ncia cont&iacute;nua, bem como <i>feedback</i> assim que o  programa come&ccedil;a.</p>     <p>O CASEL (2012) sistematiza as diversas formas de promover as compet&ecirc;ncias socioemocionais da seguinte forma: (a) instru&ccedil;&atilde;o  expl&iacute;cita, composta por planos de sess&atilde;o, conte&uacute;dos e diretrizes concretas: tipicamente as atividades que integram estes  programas incluem <i>roleplays</i> e t&eacute;cnicas de desenvolvimento de autocontrolo, aplica&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias  socioemocionais a situa&ccedil;&otilde;es de vida real, tais como a utiliza&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de resolu&ccedil;&atilde;o de  problemas durante conflitos que possam ocorrer nas aulas ou no recreio (CASEL 2012); (b) imers&atilde;o na pr&aacute;tica pedag&oacute;gica dos  professores: aplicada de forma alargada a um conjunto de situa&ccedil;&otilde;es, como o uso de subst&acirc;ncias ou o <i>bullying</i>, ou  programas que integram totalmente a SEL com conte&uacute;do acad&eacute;mico; (c) programas de envolvimento de toda a escola: consistem num  processo que envolve a colabora&ccedil;&atilde;o entre diferentes turmas, n&iacute;veis de escolaridade ou pelo envolvimento de assistentes  operacionais nas atividades de promo&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias; (d) curr&iacute;culo informal: a aprendizagem que tem lugar fora da  sala de aula (no ensino formal) &eacute; utilizada como base para o melhoramento de comportamentos (Zins, Weissberg, Wang, &amp; Walberg, 2004).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Autores que analisaram a efic&aacute;cia dos programas SEL (Durlak et al., 2011; Sklad et al., 2012) consideram que existe uma grande  diversidade entre os diferentes programas SEL relativamente aos comportamentos, atitudes e compet&ecirc;ncias alvo, bem como no formato de  implementa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>A SEAL &eacute; baseada num curr&iacute;culo que visa o desenvolvimento de qualidades e compet&ecirc;ncias que promovem o comportamento positivo  e uma aprendizagem eficaz que se foquem nos cinco aspetos socioemocionais da aprendizagem (Hallam, 2009). Humphrey, Lendrum, Wiglesworth e  Kalambouka (2009) sugerem que estas compet&ecirc;ncias devem ser desenvolvidas atrav&eacute;s de 4 estrat&eacute;gias de  implementa&ccedil;&atilde;o: (a) da cria&ccedil;&atilde;o de um clima que promova estas compet&ecirc;ncias; (b) do ensino direto destas mesmas  compet&ecirc;ncias; (c) do uso de abordagens de aprendizagem e ensino que apoiem igualmente o desenvolvimento destas compet&ecirc;ncias; (d) do  desenvolvimento profissional cont&iacute;nuo do pessoal escolar. Outros autores (Weare, 2010) defendem a import&acirc;ncia de coordenar atividades  de sala de aula com atividades escolares e atividades na comunidade.</p>     <p>Originalmente, segundo o DES (2005), o programa SEAL criado para o ensino b&aacute;sico utilizava um enquadramento expl&iacute;cito, estruturado  e com imers&atilde;o no curr&iacute;culo para o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias sociais, emocionais e comportamentais de todos os alunos (e  n&atilde;o apenas daqueles cujo comportamento ou a pobreza de compet&ecirc;ncias sociais causam problemas). Atualmente a SEAL &eacute;  primariamente uma interven&ccedil;&atilde;o universal, no entanto disponibiliza apoio adicional, sob a forma de trabalho de grupo mais focado, a  alguns alunos que possam necessitar de maior aten&ccedil;&atilde;o (Lendrum et al., 2013). De acordo com o DES (2007), o Ensino Secund&aacute;rio  tamb&eacute;m envolve estrat&eacute;gias diretas e universais (durante o tempo de tutoria, ao longo do curr&iacute;culo e fora das aulas formais).</p>     <p>Banerjee, Weare e Farr (2014) referem que as principais barreiras identificadas para a implementa&ccedil;&atilde;o dos programas SEAL incluem as  suas caracter&iacute;sticas (como a complexidade), a vis&atilde;o do pessoal escolar (como a perce&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia do  programa para o seu trabalho), e fatores contextuais (exig&ecirc;ncias e prioridades da escola).</p>     <p>No entanto, Lendrum e colegas (2013) concluem que, face &agrave; flexibilidade da programa&ccedil;&atilde;o SEAL (que foi concebida para  permitir a integra&ccedil;&atilde;o de iniciativas pr&eacute;-existentes e adaptar-se &agrave; realidade de cada escola), as suas linhas de  orienta&ccedil;&atilde;o s&atilde;o vagas e existe uma falta de instru&ccedil;&otilde;es claras sobre como a SEAL deve ser implementada e aplicada,  deixando as escolas confusas e inseguras sobre como proceder.</p>     <p>Resumindo, enquanto a SEL &eacute; apontada como uma moldura mais r&iacute;gida para a promo&ccedil;&atilde;o de desenvolvimento de  compet&ecirc;ncias socioemocionais em meio escolar, sob uma forma prescritiva e manualizada (Weare, 2010), a SEAL ser&aacute;, comparativamente,  mais flex&iacute;vel, o que levou a uma maior aceita&ccedil;&atilde;o pela comunidade escolar. No entanto, esta flexibilidade da SEAL, apesar de  inicialmente bem acolhida pela comunidade escolar, tem vindo a ser apontada como respons&aacute;vel por esta abordagem ser considerada vaga  relativamente &agrave; dire&ccedil;&atilde;o e ao foco do processo de implementa&ccedil;&atilde;o. Em termos gerais, pode se considerar que a  abordagem SEL tende a basear-se mais em programas, enquanto a abordagem SEAL foca-se no estabelecimento de curr&iacute;culos. Ser&aacute; de  salientar que, em termos de estrat&eacute;gia de implementa&ccedil;&atilde;o, tanto a SEL como a SEAL, preconizam formas mais diretas e outras mais  impl&iacute;citas de desenvolvimento de compet&ecirc;ncias socioemocionais, mas os resultados reportados focam-se maioritariamente sobre as  interven&ccedil;&otilde;es diretas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Formato dos programas (intensidade, dura&ccedil;&atilde;o)</i></p>     <p>Os programas SEL apresentam dura&ccedil;&otilde;es muito diversas, variando entre 8 a 140 sess&otilde;es por ano, no entanto, alguns programas  n&atilde;o consistem em conjuntos de sess&otilde;es pr&eacute;-definidas mas num conjunto de recomenda&ccedil;&otilde;es para melhorar as  pr&aacute;ticas e m&eacute;todos dos professores e nestes casos o n&uacute;mero de sess&otilde;es n&atilde;o se aplica, j&aacute; que o programa  foi concebido para alterar o clima e cultura escolar atrav&eacute;s do funcionamento regular em sala de aula (CASEL 2012).</p>     <p>Quanto &agrave; intensidade das interven&ccedil;&otilde;es, os esfor&ccedil;os a curto prazo, essencialmente did&aacute;ticos, isolados  (descoordenados), comummente encontrados nas escolas, n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o eficazes como os esfor&ccedil;os coordenados de longo prazo  (Zins et al., 2004). No entanto, est&aacute; bem estabelecido que a implementa&ccedil;&atilde;o adequada dos programas SEL ir&aacute; influenciar o  sucesso dos programas e da express&atilde;o dos resultados dos alunos (Durlak et al., 2011; Elias, 2006).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A maioria das interven&ccedil;&otilde;es SEAL oferece sess&otilde;es semanais ou bissemanais &agrave;s crian&ccedil;as. Originalmente, as  abordagens SEAL previam que cada escola encontre o seu pr&oacute;prio caminho no uso de materiais e no desenho das suas interven&ccedil;&otilde;es  (DES, 2005). Posteriormente, a SEAL passou a ser aplicado nas escolas em 2 momentos, denominado &ldquo;ondas&rdquo;. As ondas 1 e 2 do SEAL  s&atilde;o aplicadas em 7 &ldquo;temas&rdquo;, cada um com a dura&ccedil;&atilde;o aproximada de meio per&iacute;odo (7 a 8 semanas), com cada tema  a ser desenhado para ser implementado ao n&iacute;vel de toda a escola.</p>     <p>A primeira onda de aplica&ccedil;&atilde;o foca-se no desenvolvimento universal proporcionando o <i>ethos</i> e o clima necess&aacute;rio para  que as compet&ecirc;ncias socioemocionais possam ser efetivamente promovidas. A onda 2 envolve as interven&ccedil;&otilde;es para as  crian&ccedil;as que requerem suporte adicional no desenvolvimento das suas compet&ecirc;ncias socioemocionais (Department for Education and Skills,  2006). Este curr&iacute;culo dever&aacute; funcionar como uma espiral, com cada tema a ser revisitado a cada n&iacute;vel (Hallam, 2009).</p>     <p>Em resumo, o formato dos programas preconizados por ambas as abordagens apresenta v&aacute;rias semelhan&ccedil;as, sendo recomendado que estes  tenham uma dura&ccedil;&atilde;o superior a um ano letivo completo (Greenberg et al., 2003; Hallam, 2009). No entanto, meta-an&aacute;lises  realizadas sobre a SEL (Durlak et al., 2011; Sklad et al., 2012) analisam programas com dura&ccedil;&atilde;o muito mais curta (o mais curto  apresenta uma dura&ccedil;&atilde;o de oito semanas). Relativamente &agrave; SEAL, existem recomenda&ccedil;&otilde;es para que os programas tenham  uma intensidade superior (pelo menos semanal), e devem ter uma dura&ccedil;&atilde;o superior a um ano escolar, mas boa parte dos estudos  quantitativos reportam resultados de unidades com dura&ccedil;&atilde;o de sete sess&otilde;es (Humphrey, Kalambouka, Wigelsworth, &amp; Lendrum,  2010; Humphrey, Kalambouka, Lendrum et al., 2010).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Implementadores (psic&oacute;logos, professores)</i></p>     <p>Os educadores usam estrat&eacute;gias de ensino e de aprendizagem variadas, focadas nas caracter&iacute;sticas culturais e lingu&iacute;sticas  dos alunos, com tarefas que condigam com as necessidades, interesses e caracter&iacute;sticas desenvolvimentistas dos alunos (CASEL, 2012). Os  professores providenciam instru&ccedil;&otilde;es SEL expl&iacute;citas, bem como oportunidades para aplicar as compet&ecirc;ncias SEL no contexto  da instru&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica e das intera&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias (CASEL, 2012). Os professores em sala de aula podem  ajudar os alunos e desenvolver compet&ecirc;ncias socioemocionais ao as ensinarem diretamente, ao usar materiais curriculares, e ao implementar  pr&aacute;ticas de instru&ccedil;&atilde;o espec&iacute;ficas e de gest&atilde;o de sala de aula (Durlak et al., 2011; January, Casey, &amp;  Paulson, 2011; Kress &amp; Elias, 2006; Weare, 2010; Zins et al., 2004). Os programas SEL focados nos professores treinam-nos para serem mais  emocionalmente apoiantes dos seus alunos, ou para usarem pr&aacute;ticas disciplinares positivas para responder &agrave;s necessidades dos mesmos.  Estas estrat&eacute;gias, por sua vez, tamb&eacute;m aumentam o desenvolvimento das compet&ecirc;ncias dos alunos (Allen, Pianta, Gregory, Mikami,  &amp; Lun, 2011).</p>     <p>Os dados permitem verificar que os programas SEL foram eficazes quando conduzidos por professores em sala de aula e por outro <i>staff</i>  escolar, o que sugere que estas interven&ccedil;&otilde;es podem ser incorporadas na pr&aacute;tica da rotina educacional (Durlak et al., 2011).</p>     <p>As interven&ccedil;&otilde;es SEAL s&atilde;o usualmente aplicadas por psic&oacute;logos e outros profissionais externos (o <i>staff</i> escolar  raramente &eacute; utilizado, para al&eacute;m de quando lhes &eacute; pedido que classifiquem o comportamento das crian&ccedil;as e o seu  bem-estar) (Humphrey, Kalambouka, Wigelsworth, &amp; Lendrum, 2010).</p>     <p>Lyle (2013) levanta quest&otilde;es relativamente ao envolvimento de professores, que ter&atilde;o um treino m&iacute;nimo de forma a serem  capazes de usar os indicadores SEAL para medir o bem-estar dos alunos. A autora refere tamb&eacute;m que, mesmo que existisse evid&ecirc;ncia  robusta da efic&aacute;cia destes &ldquo;profissionais&rdquo; no dom&iacute;nio da SEAL, continuaria a existir uma vasta diferen&ccedil;a quando  estes implementadores passassem &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o destas ideias numa pr&aacute;tica quotidiana.</p>     <p>Assim, uma das maiores diferen&ccedil;as entre as abordagens SEL e SEAL prende-se com quem deve ser o implementador dos programas, no primeiro  caso a prioridade iria para os educadores ou professores (essencialmente pessoal escolar), no segundo caso as interven&ccedil;&atilde;o diretas de  desenvolvimento de compet&ecirc;ncias socioemocionais deveriam ser implementadas por t&eacute;cnicos especializados (como psic&oacute;logos e  raramente pessoal escolar). Ser&aacute; necess&aacute;rio considerar, no entanto, que Sklad e colegas (2012) reportam que 39% dos programas SEL  analisados na sua meta-an&aacute;lise eram implementados por t&eacute;cnicos especializados ou investigadores, existindo uma discrep&acirc;ncia  face &agrave;s recomenda&ccedil;&otilde;es te&oacute;ricas da CASEL.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Efic&aacute;cia e efetividade</i></p>     <p>A realiza&ccedil;&atilde;o de estudos sobre efic&aacute;cia tem conhecido bastantes desenvolvimentos nos &uacute;ltimos anos (Durlak et al.,  2011). No in&iacute;cio da d&eacute;cada passada uma revis&atilde;o de 80 programas (Collaborative for Academic, Social, and Emotional Learning,  2005), dispon&iacute;veis no contexto americano, apresentava conclus&otilde;es preocupantes, com apenas 14% a apresentarem resultados positivos em  pelo menos uma vari&aacute;vel no p&oacute;s-teste. Apenas um programa relatava um impacto comportamental positivo um ano ap&oacute;s a  interven&ccedil;&atilde;o, adicionalmente n&atilde;o existiam estudos sobre a efetividade dos programas.</p>     <p>Recentemente, um conjunto de meta-an&aacute;lises que analisaram os resultados de programas SEL (Durlak et al., 2011; Sklad et al., 2012) tem  conclu&iacute;do que estes promovem melhorias em v&aacute;rios dom&iacute;nios, nomeadamente social, emocional e acad&eacute;mico. Mais  concretamente, t&ecirc;m sido observadas melhorias nas compet&ecirc;ncias socioemocionais, atitudes relativamente ao pr&oacute;prio, comportamentos  sociais (redu&ccedil;&atilde;o de comportamentos antissociais, de conduta e problemas de internaliza&ccedil;&atilde;o e aumento de comportamentos  pr&oacute;-sociais), promo&ccedil;&atilde;o de uma autoimagem positiva, bem como promo&ccedil;&atilde;o de rendimento acad&eacute;mico, onde os  programas SEL obtiveram um ganho m&eacute;dio nos resultados dos testes de rendimento de 11 a 17 pontos percentuais (Durlak et al., 2011).</p>     <p>Relativamente aos resultados dos estudos de <i>follow-up</i> a m&eacute;dio prazo (por volta de 6 meses), foi encontrado maior impacto nas  compet&ecirc;ncias socioemocionais, atitudes em rela&ccedil;&atilde;o ao pr&oacute;prio e comportamento pr&oacute;-social, seguido do rendimento  acad&eacute;mico e redu&ccedil;&atilde;o do comportamento antissocial (Sklad et al., 2012). Por outro lado, Durlak e colegas (2011) reportam que a  dimens&atilde;o dos efeitos nestas compet&ecirc;ncias reduzem-se em magnitude durante as avalia&ccedil;&otilde;es de <i>follow-up</i>, embora os  efeitos tenham continuado a ser estatisticamente significativos por um m&iacute;nimo de 6 meses ap&oacute;s a interven&ccedil;&atilde;o. Contudo as  conclus&otilde;es relativas &agrave; durabilidade dos efeitos destes programas SEL necessitam de ser cuidadosamente feitas (Sklad et al., 2012). Os  programas t&ecirc;m demonstrado efeitos positivos em <i>follow-up</i>, embora alguns destes efeitos tenham diminu&iacute;do substancialmente em  compara&ccedil;&atilde;o com os efeitos imediatos (Sklad et al., 2012). Contudo, a redu&ccedil;&atilde;o ou preven&ccedil;&atilde;o do  comportamento anti-social demonstrou efeitos adormecidos, existindo um aumento na avalia&ccedil;&atilde;o de <i>follow-up</i> (Sklad et al.,  2012).</p>     <p>Concomitantemente, as interven&ccedil;&otilde;es SEL demonstraram ser eficazes tanto no contexto escolar, como nos programas de prolongamento  letivo, tanto para alunos que apresentavam problemas, como para os que n&atilde;o apresentavam (Durlak et al., 2011). No entanto, Durlak e colegas  (2011) n&atilde;o encontraram benef&iacute;cios adicionais de programas com multicomponentes, relativamente aos de um s&oacute; componente (i.e.,  apenas em sala de aula), apesar deste dado contradizer as revis&otilde;es anteriores (Greenberg et al., 2003).</p>     <p>Os programas tiveram igualmente sucesso em todos os n&iacute;veis educacionais (1&ordm;, 2&ordm; e 3&ordm; ciclos e secund&aacute;rio), para  escolas de zonas urbanas, suburbanas e rurais. Contudo, estes programas t&ecirc;m sido menos estudados no secund&aacute;rio e em &aacute;reas  rurais (Durlak et al., 2011).</p>     <p>Duas vari&aacute;veis demonstraram resultados significativos: as pr&aacute;ticas SAFE (sequenciais, ativas, focadas e expl&iacute;citas) e os  problemas de implementa&ccedil;&atilde;o, sugerindo que os programas ben&eacute;ficos devem ser tanto bem desenhados como bem conduzidos (Durlak et  al., 2011). No entanto, nem todos os estudos t&ecirc;m demonstrado efeitos positivos, alguns dos principais estudos recentes t&ecirc;m relatado  resultados nulos (Sheffield et al., 2006).</p>     <p>Hallam (2009) examinou a efetividade do programa SEAL no Reino Unido, incluindo o impacto do programa sobre os alunos que nele participaram e  uma an&aacute;lise sobre as perce&ccedil;&otilde;es do pessoal escolar ap&oacute;s a implementa&ccedil;&atilde;o do programa. Este autor relatou um  aumento da compreens&atilde;o sobre os aspetos sociais e emocionais da aprendizagem e que os programas ajudaram-no a melhor compreender os seus  alunos. No entanto, apesar do pessoal se mostrar em geral agradado relativamente ao impacto do programa, pode n&atilde;o ter sido a  introdu&ccedil;&atilde;o dos materiais SEAL por si que promoveu a melhoria da perce&ccedil;&atilde;o sobre o comportamento e bem-estar das  crian&ccedil;as, mas simplesmente o foco da escola sobre a melhoria dos comportamentos. Desta forma, era dif&iacute;cil separar os efeitos do  programa dos efeitos mais gerais do clima e cultura escolar. As entrevistas revelaram que as crian&ccedil;as se percebiam como mais apoiantes  devido ao programa, apresentavam um vocabul&aacute;rio sobre emo&ccedil;&otilde;es enriquecido e as rela&ccedil;&otilde;es entre elas estavam  fortalecidas. Tamb&eacute;m nas entrevistas, alguns professores indicaram que, como as crian&ccedil;as estavam mais calmas, a sua aprendizagem  tinha melhorado (Hallam, 2009).</p>     <p>No entanto, Craig (2007) avisa que o estudo piloto da SEAL levado a cabo entre 2003 e 2005, era um estudo muito mal concebido, sem grupos de  controlo, e no qual os resultados positivos encontrados derivam essencialmente do <i>feedback</i> de professores que foram escolhidos  propositadamente com base em crit&eacute;rios n&atilde;o expl&iacute;citos e que, em fun&ccedil;&atilde;o disso, as suas respostas n&atilde;o podem  ser vistas como evid&ecirc;ncia. Concretamente, a autora indica o reduzido n&uacute;mero de professores e assistentes operacionais que tinha  respondido (reportando efeitos muito positivos sobre os alunos): apenas 31 professores e 19 assistentes operacionais, num total de 78 escolas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Concomitantemente, Hallam (2009) tamb&eacute;m concluiu que o programa tendia a consolidar a identidade negativa de uma minoria de alunos  (alunos que estavam identificados como estando em risco) e existia uma tend&ecirc;ncia para serem disponibilizados servi&ccedil;os adicionais de  apoio a estes alunos. Estes servi&ccedil;os inclu&iacute;am trabalho a ser realizado em pequenos grupos, para al&eacute;m do programa principal.  Relativamente ao impacto das interven&ccedil;&otilde;es SEAL em pequeno grupo no 1&ordm; ciclo, Humphrey, Kalambouka, Wigelsworth, &amp; Lendrum  (2010) tamb&eacute;m afirmam que existe evid&ecirc;ncia estatisticamente significativa do impacto positivo das mesmas, mas reconhecem que  an&aacute;lise &eacute; de extrema complexidade. No estudo quantitativo sobre o impacto da interven&ccedil;&atilde;o, cada uma das quatro  interven&ccedil;&otilde;es tem&aacute;ticas apresentou melhoria em pelo menos um dos dom&iacute;nios avaliados, apesar do efeito m&eacute;dio ser  baixo; este impacto mantinha-se ap&oacute;s um per&iacute;odo de sete semanas ap&oacute;s o fim da interven&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>No entanto, todas as an&aacute;lises de resultados dos pais na avalia&ccedil;&atilde;o quantitativa de resultados revelaram-se sem  evid&ecirc;ncia de impactos positivos. Uma hip&oacute;tese explicativa &eacute; a de que as crian&ccedil;as n&atilde;o estejam a generalizar o seu  desenvolvimento de compet&ecirc;ncias para al&eacute;m do contexto escolar, o que os autores atribuem a uma falta de envolvimento parental (Lendrum  et al., 2013).</p>     <p>No entanto, Craig (2007) conclui que os dados emp&iacute;ricos apresentaram que a SEAL n&atilde;o teve impacto, com virtualmente nenhum efeito  no desempenho acad&eacute;mico e que os efeitos nos alunos na maior parte das atitudes avaliadas se traduziram numa descida, ap&oacute;s o estudo  piloto, particularmente nos rapazes. Neste mesmo sentido, o autor considera que este estudo piloto n&atilde;o demonstrou que a abordagem de SEAL  tenha sido um sucesso (Craig, 2007, p. 40), chegando a afirmar que &ldquo;a natureza amorfa da SEAL significa que ser&aacute; dif&iacute;cil  avaliar a sua efectividade&rdquo;.</p>     <p>Ainda, Craig (2007) destaca que as aulas SEAL s&atilde;o interven&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas, dirigidas a todos, levadas a cabo por  pessoas que n&atilde;o s&atilde;o profissionais, alertando sobre os potenciais efeitos negativos. Desta forma h&aacute; uma falta de  evid&ecirc;ncia sobre a efic&aacute;cia do programa SEAL, bem como na an&aacute;lise do piloto da SEAL, com Hallam (2009) a reportar mesmo que  alguns rapazes acabaram por ser mais negativos em rela&ccedil;&atilde;o a si pr&oacute;prios, como resultado do programa.</p>     <p>Wigelsworth, Humphrey e Lendrum (2013) relembram que a maioria dos trabalhos publicados sobre a efic&aacute;cia dos programas SEAL foi realizada  sob condi&ccedil;&otilde;es estritamente controladas com as escolas a receberem altos n&iacute;veis de suporte e de assist&ecirc;ncia que,  normalmente, n&atilde;o est&atilde;o dispon&iacute;veis. Adicionalmente, Lyle (2013) conclui que existe uma falta de m&eacute;todos v&aacute;lidos  para medir o bem-estar nas interven&ccedil;&otilde;es, assim n&atilde;o h&aacute; certeza se o SEAL apresenta benef&iacute;cios em termos de  custo-benef&iacute;cio, ou se h&aacute; um impacto positivo mensur&aacute;vel nos resultados de bem-estar.</p>     <p>O NIHCE (2008) relembra que os programas concebidos para promover o bem-estar social e emocional das crian&ccedil;as necessitam de ser  rigorosamente avaliados e identifica falhas tanto em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; SEL, como particularmente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;  SEAL. Relativamente a ambas abordagens identificam uma falta de evid&ecirc;ncias sobre o custo-efic&aacute;cia das interven&ccedil;&otilde;es para  a promo&ccedil;&atilde;o do bem-estar emocional e social dos alunos, particularmente em programas com m&uacute;ltiplos componentes. Especificamente  sobre a SEAL as duas falhas mais relevantes identificadas s&atilde;o: uma falta de m&eacute;todos v&aacute;lidos para medir o bem-estar emocional e  social de alunos do 1&ordm; ciclo; e a falta de monitoriza&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;as ao longo do tempo.</p>     <p>Desta forma, enquanto duas meta-an&aacute;lises recentes (Durlak et al., 2011; Sklad et al., 2012) concluem por v&aacute;rios ganhos a  n&iacute;vel social, emocional e acad&eacute;mico dos programas SEL (essencialmente junto de alunos que em Portugal estariam a frequentar o 1&ordm;  e 2&ordm; ciclo), o estudo mais completo sobre a efic&aacute;cia dos curr&iacute;culos SEAL (Wigelsworth et al., 2013) conclui que estes n&atilde;o  conseguiram ter um impacto significativo sobre os sintomas emocionais e problemas de conduta da popula&ccedil;&atilde;o estudantil nas escolas  secund&aacute;rias em Inglaterra (com idades equivalentes ao 3&ordm; ciclo em Portugal), nem sobre a popula&ccedil;&atilde;o geral, nem junto de  uma subamostra de alunos considerados como em situa&ccedil;&atilde;o de risco.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Diferen&ccedil;as de g&eacute;nero</i></p>     <p>Existem resultados bastante divergentes sobre a exist&ecirc;ncia de impactos diferenciados dos programas SEL e SEAL entre ambos os  g&eacute;neros, enquanto algumas meta-an&aacute;lises (Adi, Kiloran, Janmohamed, &amp; Stewart-Brown, 2007; Diekstra &amp; Gravesteijn, 2008)  n&atilde;o concluem pela exist&ecirc;ncia de evid&ecirc;ncia suficiente na literatura sobre os efeitos diferenciais de g&eacute;nero na  efici&ecirc;ncia dos programas SEL, a maioria dos estudos (Coelho, Marchante, &amp; Sousa, 2015; Conduct Problems Prevention Research Group, 2010;  Taylor, Liang, Tracy, Wiliams, &amp; Seigle, 2002) encontra resultados diferenciados por g&eacute;nero.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Taylor e colegas (2002), reportaram, relativamente ao programa <i>Reach out to Schools &ndash; Social Competency Program</i>, para o mesmo ano  de escolaridade, que ap&oacute;s a interven&ccedil;&atilde;o os rapazes aumentaram os seus n&iacute;veis de autoconceito, enquanto as raparigas  desenvolvem mais a assertividade e um melhor ajustamento escolar geral. Um estudo mais abrangente conduzido pelo <i>Conduct Problems Prevention  Research Group </i>(CPPRG, 2010), envolvendo 2937 estudantes do ensino prim&aacute;rio, apresenta resultados divergentes: os professores n&atilde;o  reportam diferen&ccedil;as relativamente ao g&eacute;nero enquanto os pares identificam uma diminui&ccedil;&atilde;o na agressividade dos rapazes  ap&oacute;s a interven&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>No contexto nacional, tamb&eacute;m existem resultados divergentes. Relativamente a um programa para o 1&ordm; ciclo, Coelho, Sousa e Figueira  (em prepara&ccedil;&atilde;o) reportam que os alunos de ambos os g&eacute;neros apresentam aumentos dos n&iacute;veis de AutoControlo e AutoEstima  e redu&ccedil;&otilde;es do Isolamento Social, mas apenas as raparigas apresentavam benef&iacute;cios do programa na Consci&ecirc;ncia Social e na  Ansiedade Social (na qual as raparigas apresentavam n&iacute;veis superiores no in&iacute;cio do programa). Relativamente a uma  interven&ccedil;&atilde;o desenvolvida no 3&ordm; ciclo tamb&eacute;m foram identificadas diferen&ccedil;as de g&eacute;nero com as raparigas a  relatarem maiores ganhos na Consci&ecirc;ncia Social, enquanto os rapazes apresentavam maiores ganhos na AutoEstima e Lideran&ccedil;a, bem como  maiores redu&ccedil;&otilde;es dos n&iacute;veis de Ansiedade Social (Coelho, Marchante, &amp; Sousa, 2015).</p>     <p>A an&aacute;lise sobre diferen&ccedil;as de g&eacute;nero no impacto dos programas de desenvolvimento de compet&ecirc;ncias socioemocionais  torna-se ainda mais complexa quando passamos a considerar a perspetiva de v&aacute;rios informantes (tal como recomendado por Wigelsworth,  Humphrey, Kalambouka, &amp; Lendrum, 2010). Num programa de 1&ordm; ciclo, os relatos dos professores apresentam um conjunto mais reduzido de  resultados significativos, com apenas os rapazes a apresentarem benef&iacute;cios na Consci&ecirc;ncia Social e Autocontrolo (Coelho, Sousa, &amp;  Figueira, em prepara&ccedil;&atilde;o).</p>     <p>Sobre a SEAL tamb&eacute;m encontramos alguns efeitos de g&eacute;nero. Segundo Hallam (2009), os rapazes apresentaram mudan&ccedil;as positivas  enquanto as raparigas permaneceram da mesma forma, no entanto, os rapazes apresentam autopercep&ccedil;&otilde;es e atitudes face &agrave; escola  mais negativas.</p>     <p>Em suma, a exist&ecirc;ncia de impactos diferenciados dos programas de compet&ecirc;ncias socioemocionais consoante o g&eacute;nero n&atilde;o  &eacute; clara na presente literatura, com ambas as abordagens a apresentarem evid&ecirc;ncias contradit&oacute;rias sobre a exist&ecirc;ncia deste  tipo de impacto diferenciado.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Conclus&otilde;es</b></p>     <p>O aumento da import&acirc;ncia percebida do desenvolvimento das compet&ecirc;ncias socioemocionais tem-se traduzido num aumento e  diversifica&ccedil;&atilde;o das estrat&eacute;gias utilizadas na implementa&ccedil;&atilde;o. Em alguns pa&iacute;ses (Estados Unidos da  Am&eacute;rica e em Inglaterra) tem sido acompanhada de esfor&ccedil;os de legislativos que criam estandartes de implementa&ccedil;&atilde;o de  programas, bem como de sistemas de avalia&ccedil;&atilde;o para aferir a efic&aacute;cia e a efetividade destes formatos. Presentemente j&aacute;  &eacute; poss&iacute;vel analisar os impactos das duas abordagens de desenvolvimento de compet&ecirc;ncias socioemocionais mais disseminadas nestes  dois pa&iacute;ses e extrair li&ccedil;&otilde;es que permitam estruturar respostas (a n&iacute;vel nacional), bem como identificar quais as  quest&otilde;es prementes na investiga&ccedil;&atilde;o relativamente ao desenvolvimento destas compet&ecirc;ncias.</p>     <p>No caso da SEL, ambas as meta-an&aacute;lises mais recentes (Durlak et al., 2011; Sklad et al., 2012) fornecem algum apoio &agrave;  efic&aacute;cia destes programas, enumerando algumas caracter&iacute;sticas cruciais para obter resultados positivos com estes programas,  nomeadamente que as pr&aacute;ticas sejam sequenciais, ativas, focadas e expl&iacute;citas. Os mesmos autores t&ecirc;m clamado pela  import&acirc;ncia da condu&ccedil;&atilde;o de estudos que analisem a efetividade (e n&atilde;o s&oacute; a efic&aacute;cia) dos programas de  desenvolvimento de compet&ecirc;ncias socioemocionais. Relativamente &agrave; SEAL Wigelsworth e colegas (2013) alertam que a validade externa de  muitas interven&ccedil;&otilde;es n&atilde;o foi estabelecida, visto terem sido implementadas com n&iacute;veis de suporte excepcionais e  n&atilde;o sob as condi&ccedil;&otilde;es normais do dia-a-dia escolar. Desta forma, face a ainda n&atilde;o ser muito comum o relato da  efetividade de programas SEL e de se ter conclu&iacute;do pela inexist&ecirc;ncia de efectividade dos curr&iacute;culos SEAL existe um interesse  adicional no desenvolvimento de estudos sobre a an&aacute;lise da efetividade destes programas.</p>     <p>Adicionalmente, seria importante o desenvolvimento de estudos que permitam analisar comparativamente a efetividade de programas mais  estruturados e r&iacute;gidos versus a de curr&iacute;culos mais flex&iacute;veis nas v&aacute;rias faixas et&aacute;rias da  popula&ccedil;&atilde;o escolar.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Desta forma, em investiga&ccedil;&otilde;es futuras deve ser analisado o papel do g&eacute;nero, sendo necess&aacute;rio analisar as componentes  dos programas que promovem a exist&ecirc;ncia as diferen&ccedil;as de impacto consoante o g&eacute;nero reportadas nos estudos.</p>     <p>Tamb&eacute;m devem ser tomadas em considera&ccedil;&atilde;o as perspectivas de m&uacute;ltiplos informantes. Efetivamente, muitos dos estudos  (Coelho, Sousa, &amp; Figueira, em prepara&ccedil;&atilde;o; CPPRG, 2010; Taylor, Liang, Tracy, Williams, &amp; Seigle, 2002) relativos &agrave;  efic&aacute;cia ou efetividade dos programas SEL e SEAL utilizando relatos de m&uacute;ltiplos informantes apresentam dados contradit&oacute;rios,  existindo estudos que reportam ganhos nas compet&ecirc;ncias socioemocionais nos autorrelatos, que depois s&atilde;o reduzidos nos relatos dos  professores (Coelho, Sousa, &amp; Figueira, em prepara&ccedil;&atilde;o) ou que n&atilde;o existem no relato dos pais (Humphrey, Lendrum,  Wigelsworth, &amp; Kalambouka, 2010). Ser&aacute; ainda de notar que estes dados levantam quest&otilde;es sobre os informantes utilizados, assim  como as condi&ccedil;&otilde;es de implementa&ccedil;&atilde;o necess&aacute;rias para a obten&ccedil;&atilde;o de resultados significativos.</p>     <p>Finalmente s&atilde;o necess&aacute;rios estudos que permitam aumentar a compreens&atilde;o sobre como as caracter&iacute;sticas (como  g&eacute;nero, anos de experi&ecirc;ncia pr&eacute;via, forma&ccedil;&atilde;o) podem influenciar os resultados dos programas de desenvolvimento  socioemocional.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Adi, Y., Killoran, A., Janmohamed, K., &amp; Stewart-Brown, S. (2007). <i>Systematic review of the effectiveness of interventions to promote  mental wellbeing in children in primary education</i>. Warwick: University of Warwick.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019424&pid=S0870-8231201600010000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Allen, J. P., Pianta, R. C., Gregory, A., Mikami, A. Y., &amp; Lun, J. (2011). An interaction-based approach to enhancing secondary school  instruction and student achievement. <i>Science, 333</i>(6045), 1034-1037.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019426&pid=S0870-8231201600010000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Banerjee, R., Weare, K., &amp; Farr, W. (2013). Working with &lsquo;Social and Emotional Aspects of Learning&rsquo; (SEAL): Associations with  school ethos, pupil social experiences, attendance, and attainment. <i>British Educational Research Journal, 40</i>, 718-742. doi:  10.1002/berj.3114</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Clark, A. F., O&rsquo;Malley, A., Woodham, A., Barrett, B., &amp; Byford, S. (2005). Children with complex mental health problems: Needs, costs  and predictors over one year. <i>Child and Adolescent Mental Health, 10</i>, 170-178. doi: 10.1111/j.1475-3588.2005.00349.x</p>     <p>Coelho, V., Marchante, M., &amp; Sousa, V. (2015). &ldquo;Positive attitude&rdquo;: A multilevel model analysis of the effectiveness of a social  and emotional learning program for Portuguese middle school students. <i>Journal of Adolescence, 43</i>, 29-38. doi:  10.1016/j.adolescence.2015.05.009</p>     <!-- ref --><p>Coelho, V., Sousa, V., &amp; Figueira, A. P. (2014). The impact of a school-based social and emotional learning program on the self-concept of  middle school students. <i>Revista de Psicodid&aacute;ctica, 19</i>, 347-365. doi: 10.1387/RevPsicodidact.10714&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019431&pid=S0870-8231201600010000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Coelho, V., Sousa, V., &amp; Figueira, A. P. (em prepara&ccedil;&atilde;o). <i>The effectiveness of a social and emotional learning program  during 5 years of implementation among Portuguese elementary school students</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019432&pid=S0870-8231201600010000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Collaborative for Academic, Social, and Emotional Learning (CASEL). (2005). <i>Safe and sound: An educational leader&rsquo;s guide to  evidence-based social and emotional learning programs &ndash; Illinois edition</i>. Chicago: Author.</p>     <!-- ref --><p>Collaborative for Academic, Social, and Emotional Learning (CASEL). (2012). <i>2013 CASEL guide: Effective social and emotional learning  programs - Preschool and elementary school edition</i>. Chicago, IL: R. P. Weissberg, P. Goren, C. Domitrovich, &amp; L. Dusenbury.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019435&pid=S0870-8231201600010000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Conduct Problems Prevention Research Group (CPPRG). (2010). The effects of a multiyear universal social-emotional learning program: The role of  student and school characteristics. <i>Journal of Consulting and Clinical Psychology, 78</i>, 156-168. doi: 10.1037/a0018607&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019437&pid=S0870-8231201600010000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Craig, C. (2007). <i>The potential dangers of a systematic, explicit approach to teaching social and emotional skills (SEAL)</i>. Glasgow:  Centre for Confidence and Well-being.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019438&pid=S0870-8231201600010000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Day, S., &amp; Koorland, M. (1997). The future isn&rsquo;t what it used to be: Competencies for the 21<sup>st</sup> Century. <i>Contemporary  Education, 69</i>, 34-40.</p>     <p>Department for Education and Skills (DES). (2005). <i>Excellence and enjoyment: Social and emotional aspects of learning &ndash; Guidance</i>.  London: DfES Primary National Strategy.</p>     <!-- ref --><p>Department for Education and Skills (DES). (2006). <i>Excellence and enjoyment: Social and emotional aspects of learning: Key stage 2 small  group activities</i>. Nottingham: DfES.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019442&pid=S0870-8231201600010000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Department for Education and Skills (DES). (2007). <i>Social and emotional aspects of learning for secondary schools: Guidance</i>. London: DfES  Secondary National Strategy for School Improvement.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019444&pid=S0870-8231201600010000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Diekstra, R., &amp; Gravesteijn, C. (2008). A review of meta-analytic literature reviews in social and emotional education. In C. Clouder &amp;  B. Heys (Eds.), <i>Social and emotional education: An international analysis</i> (pp. 258-284). Santander, Spain: Fundaci&oacute;n Marcelino  Bot&iacute;n.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019446&pid=S0870-8231201600010000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Durlak, J., Weissberg, R., Dymnicki, A., Taylor, R., &amp; Schellinger, K. (2011). The impact of enhancing students&rsquo; social and emotional  learning: A meta-analysis of school-based universal interventions. <i>Child Development, 82</i>, 405-432. doi: 10.1111/j.1467-8624.2010.01564.x</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Elias, M. J. (2006). The connection between academic and social-emotional learning. In M. J. Elias &amp; H. Arnold (Eds.), <i>The  educator&rsquo;s guide to emotional intelligence and academic achievement: Social-emotional learning in the classroom</i> (pp. 4-14). Thousand  Oaks, CA: Corwin Press.</p>     <!-- ref --><p>Goleman, D. (1995). <i>Emotional intelligence</i>. New York: Bantam Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019450&pid=S0870-8231201600010000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Graetz, B., Littlefield, L., Trinder, M., Dobia, M., Souter, M., Champion, C., . . . Cummins, R. (2008). Kidsmatter: A population health  model to support student mental health and well-being in primary schools. <i>International Journal of Mental Health Promotion, 10</i>, 13-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019452&pid=S0870-8231201600010000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Greenberg, M. T., Weissberg, R. P., O&rsquo;Brien, M. U., Zins, J. E., Fredericks, L., Resnik, H., &amp; Elias, M. J. (2003). Enhancing  school-based prevention and youth development through coordinated social, emotional, and academic learning. <i>American Psychologist, 58</i>,  466-474. doi: 10.1037/0003-066X.58.6-7.466</p>     <!-- ref --><p>Hallam, S. (2009). An evaluation of the social and emotional aspects of learning (SEAL) programme: Promoting positive behaviour, effective  learning and well-being in primary school children. <i>Oxford Review of Education, 35</i>, 313-330. doi: 10.1080/03054980902934597&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019455&pid=S0870-8231201600010000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Humphrey, N., Kalambouka, A., Wigelsworth, M., &amp; Lendrum, A. (2010). Going for goals: An evaluation of a short, social-emotional  intervention for primary school children. <i>School Psychology International, 31</i>, 250-270. doi: 10.1177/0143034309352578&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019456&pid=S0870-8231201600010000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Humphrey, N., Kalambouka, A., Lendrum, A., Wigelsworth, M., Lennie, C., &amp; Farrell, P. (2010). New beginnings: Evaluation of a short  social-emotional intervention for primary-aged children. <i>Educational Psychology, 30</i>, 513-532.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019457&pid=S0870-8231201600010000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Humphrey, N., Lendrum, A., Wigelsworth, M., &amp; Kalambouka, A. (2009). Primary social and emotional aspects of learning (SEAL) small group  interventions: A qualitative study of factors affecting implementation and the role of local authority support. <i>International Journal of  Emotional Education, 1</i>, 34-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019459&pid=S0870-8231201600010000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>January, A. M., Casey, R. J., &amp; Paulson, D. (2011). A meta-analysis of classroom-wide interventions to build social skills: Do they  work?<i>. School Psychology Review, 40</i>, 242-256.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019461&pid=S0870-8231201600010000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kimber, B., Sandell, R., &amp; Bramberg, S. (2008). Social and emotional training in Swedish schools for the promotion of mental health: An  effectiveness study of 5 years of intervention. <i>Health Education Research, 23</i>, 931-940. doi: 10.1093/her/cyn040&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019463&pid=S0870-8231201600010000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Knapp, M., McDaid, D., &amp; Parsonage, M. (2011). <i>Mental health promotion and mental illness prevention: The economic case</i>. London:  Department of Health.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019464&pid=S0870-8231201600010000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kress, J. S., &amp; Elias, M. J. (2006). Building learning communities through social and emotional learning: Navigating the rough seas of  implementation. <i>Professional School Counseling, 10</i>, 102-107.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019466&pid=S0870-8231201600010000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lendrum, A., Humphrey, N., &amp; Wigelsworth, M. (2013). Social and emotional aspects of learning (SEAL) for secondary schools: Implementation  difficulties and their implications for school-based mental health promotion. <i>Child and Adolescent Mental Health, 18</i>, 158-164. doi:  10.1111/camh.12006&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019468&pid=S0870-8231201600010000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lyle, S. (2013). The wrong approach to wellbeing?. <i>School Leadership Today, 5</i>, 88-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019469&pid=S0870-8231201600010000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>McNeely, C. A., Nonnemaker, J. M., &amp; Blum, R. W. (2002). Promoting school connectedness: Evidence from the national longitudinal study of  adolescent health. <i>Journal of School Health, 72</i>, 138-146.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019471&pid=S0870-8231201600010000500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>National Institute for Health and Care Excellence (NIHCE). (2008). <i>Promoting children&rsquo;s social and emotional wellbeing in primary  education</i>. Public health guidance, PH12.</p>     <!-- ref --><p>Sheffield, J. K., Spence, S. H., Rapee, R. M., Kowalenko, N. K., Wignall, A., Davis, A., &amp; McLoone, J. (2006). Evaluation of universal,  indicated and combined cognitive-behavioural approaches to the prevention of depression among adolescents. <i>Journal of Consulting and Clinical  Psychology, 74</i>, 66-79. doi: 10.1037/0022-006X.74.1.66&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019474&pid=S0870-8231201600010000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Sklad, M., Diekstra, R., DeRitter, M., Ben, J., &amp; Gravesteijn, C. (2012). Effectiveness of school-based universal social, emotional, and  behavioral programs: Do they enhance students&rsquo; development in the area of skill, behavior and adjustment?. <i>Psychology in the Schools,  49</i>, 892-909. doi: 10.1002/pits.216412</p>     <!-- ref --><p>Taylor, C., Liang, B., Tracy, A., Williams, L., &amp; Seigle, P. (2002). Gender differences in middle school adjustment, physical fighting, and  social skills: Evaluation of a social competency program. <i>Journal of Primary Prevention, 23</i>, 259-272. doi: 10.1023/A:1019976617776&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019476&pid=S0870-8231201600010000500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Weare, K. (2010). Mental health and social and emotional learning: Evidence, principles, tensions, balances. <i>Advances in School Mental Health  Promotion, 3</i>, 5-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019477&pid=S0870-8231201600010000500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Wigelsworth, M., Humphrey, N., Kalambouka, A., &amp; Lendrum, A. (2010). A review of key issues in the measurement of children&rsquo;s social  and emotional skills. <i>Educational Psychology in Practice, 26</i>, 173-186. doi: 10.1080/02667361003768526</p>     <!-- ref --><p>Wigelsworth, M., Humphrey, N., &amp; Lendrum, A. (2013). Evaluation of a school-wide preventive intervention for adolescents: The secondary  social and emotional aspects of learning (SEAL) Programme. <i>School Mental Health, 5</i>, 96-109. doi: 10.1007/s12310-012-9085-x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019480&pid=S0870-8231201600010000500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>World Health Organization (WHO). (2004). <i>Prevention of mental disorders: Effective interventions and policy options: Summary report</i>. In  C. M. H. Hosman, E. Jan&eacute; Llopis, &amp; S. Saxena (Eds.). Geneva: WHO, 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019481&pid=S0870-8231201600010000500040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Zins, J. E., Weissberg, R. P., Wang, M. C., &amp; Walberg, H. J. (Eds.). (2004). <i>Building academic success through social and emotional  learning: What does the research say?</i>. New York: Teachers College Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019483&pid=S0870-8231201600010000500041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: V&iacute;tor Alexandre Coelho, Acad&eacute;mico de Torres Vedras,  Apartado 125, 2564-910 Torres Vedras. E-mail: <a href="mailto:vitorpcoelho@gmail.com">vitorpcoelho@gmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Financiamento: C&acirc;mara Municipal de Torres Vedras.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 30/10/2014 Aceita&ccedil;&atilde;o: 10/08/2015</p>      ]]></body><back>
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