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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Teacher Interpersonal Self-Efficacy Scale: Estudo de adaptação e validação da versão Portuguesa]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The Teacher Interpersonal Self-Efficacy Scale (Brouwers & Tomic, 2001) is a self-efficacy perception rating scale for teachers, consisting of 24 items that are organized in three main factors: (1) Perceived Self-Efficacy in Classroom Management, (2) Perceived Self-Efficacy in Eliciting Support From Colleagues, and (3) Perceived Self-Efficacy in Eliciting Support From Principals. In the adaptation and validation of the Portuguese version of this instrument were part 658 Elementary, Secondary and Special Education teachers. The results of the confirmatory factor analysis showed the fit of the original factor structure in the Portuguese sample. The internal consistency and temporal stability of the three scales showed adequate values. The different psychometric characteristics revealed the adequate validity and reliability of this scale.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Teacher Interpersonal Self-Efficacy Scale</i>: Estudo de adapta&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o da vers&atilde;o Portuguesa</b></p>     <p><b>Oct&aacute;vio Moura<sup>1</sup>, Clara Costa<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>AFPCE da Universidade de Coimbra / Departamento de Forma&ccedil;&atilde;o Permanente, ISPA-IU / Instituto CRIAP</p>     <p><sup>2</sup>Escola Superior de Educa&ccedil;&atilde;o de Fafe (ESEF)</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A Teacher Interpersonal Self-Efficacy Scale (Brouwers &amp; Tomic, 2001) &eacute; uma escala de avalia&ccedil;&atilde;o da autoefic&aacute;cia  para professores, sendo constitu&iacute;da por 24 itens que se organizam em torno de uma estrutura de 3 fatores: (1) Perce&ccedil;&atilde;o de  Autoefic&aacute;cia na Gest&atilde;o da Turma, (2) Perce&ccedil;&atilde;o de Autoefic&aacute;cia em Obter Apoio por Parte dos Colegas, e (3)  Perce&ccedil;&atilde;o de Autoefic&aacute;cia em Obter Apoio por Parte dos Superiores. Da adapta&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o da  vers&atilde;o Portuguesa deste instrumento fizeram parte 658 professores do Ensino B&aacute;sico, Secund&aacute;rio e Educa&ccedil;&atilde;o  Especial. Os resultados da an&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria demonstram o ajustamento da estrutura fatorial original na amostra  Portuguesa. A consist&ecirc;ncia interna e a estabilidade temporal das tr&ecirc;s dimens&otilde;es revelam valores adequados. As diversas  caracter&iacute;sticas psicom&eacute;tricas evidenciam a adequada validade e fiabilidade desta escala.    <p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Autoefic&aacute;cia, Professores, An&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The <i>Teacher Interpersonal Self-Efficacy Scale</i> (Brouwers &amp; Tomic, 2001) is a self-efficacy perception rating scale for teachers,  consisting of 24 items that are organized in three main factors: (1) Perceived Self-Efficacy in Classroom Management, (2) Perceived Self-Efficacy  in Eliciting Support From Colleagues, and (3) Perceived Self-Efficacy in Eliciting Support From Principals. In the adaptation and validation of the  Portuguese version of this instrument were part 658 Elementary, Secondary and Special Education teachers. The results of the confirmatory factor  analysis showed the fit of the original factor structure in the Portuguese sample. The internal consistency and temporal stability of the three  scales showed adequate values. The different psychometric characteristics revealed the adequate validity and reliability of this scale.</p>      <p><b>Key words</b>: Self-efficacy, Teachers, Confirmatory factor analysis.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>A autoefic&aacute;cia pode ser definida como a cren&ccedil;a que um indiv&iacute;duo tem acerca das suas pr&oacute;prias capacidades para  organizar e executar cursos de a&ccedil;&atilde;o necess&aacute;rios para realizar uma tarefa espec&iacute;fica. O indubit&aacute;vel valor  preditivo da autoefic&aacute;cia dos professores no seu desempenho profissional, no processo de ensino-aprendizagem e na realiza&ccedil;&atilde;o  escolar dos alunos, conforme assinala um respeit&aacute;vel <i>corpus </i>de estudos espec&iacute;ficos nesta &aacute;rea (Boz &amp; Boz, 2010;  Chang &amp; Engelhard, 2015; Henson, 2002; Klassen, Tze, Betts, &amp; Gordon, 2011; Tschannen-Moran &amp; Hoy, 2001), real&ccedil;a a necessidade,  no caso portugu&ecirc;s, da exist&ecirc;ncia de instrumentos que avaliem especificamente a autoefic&aacute;cia dos docentes e que mensurem a  multidimensionalidade deste construto. Deste modo, o presente estudo tem por objetivo a adapta&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o de uma  escala de autoefic&aacute;cia na classe docente, a <i>Teacher Interpersonal Self-Efficacy Scale</i> (Brouwers &amp; Tomic, 2001).</p>     <p>Em pleno auge da revolu&ccedil;&atilde;o cognitiva que procurava reabilitar a centralidade dos processos do <i>self</i> na compreens&atilde;o do  funcionamento humano, Bandura escreve o artigo <i>Self-efficacy: toward a unifying theory of behavioral change</i>. Nesta obra considerada seminal  no estudo da autoefic&aacute;cia, Bandura (1977) identificou o elemento que faltava para explicar cabalmente os processos de mudan&ccedil;a  psicol&oacute;gica: &ldquo;os indiv&iacute;duos criam e desenvolvem perce&ccedil;&otilde;es pessoais sobre si mesmos, as quais se tornam  instrumentais para os objetivos que perseguem e para o controlo que exercem sobre o seu pr&oacute;prio ambiente&rdquo; (Pajares &amp; Olaz, 2008,  p. 197).</p>     <p>Foi a tentativa de compreens&atilde;o do elemento te&oacute;rico subjacente &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o e mudan&ccedil;a  psicol&oacute;gica que instigou Bandura (1977, 1986) a formular a teoria de autoefic&aacute;cia. Dentre os processos cognitivos explanados na  Teoria Social Cognitiva, Bandura (1986) destaca a autoefic&aacute;cia como o mecanismo que influencia os processos de pensamento, as  rea&ccedil;&otilde;es emocionais e o comportamento a adotar face &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es e que define os julgamentos que as pessoas fazem  acerca das capacidades que det&ecirc;m para organizar e executar os cursos de a&ccedil;&atilde;o necess&aacute;rios para alcan&ccedil;ar certos os  tipos de desempenhos (Bandura, 1986).</p>     <p>Na avalia&ccedil;&atilde;o da autoefic&aacute;cia e no desenvolvimento de medidas de avalia&ccedil;&atilde;o deste conceito te&oacute;rico  tr&ecirc;s dimens&otilde;es dever&atilde;o ser consideradas: (i) o <i>n&iacute;vel</i> que diz respeito aos diferentes n&iacute;veis de  exig&ecirc;ncia impostos pelas tarefas e aos comportamentos a superar em cada um deles, numa sequ&ecirc;ncia de dificuldade crescente; (ii) a  <i>for&ccedil;a</i> que se relaciona com a firmeza da convic&ccedil;&atilde;o de posse de capacidade para realizar o comportamento; e (iii) a  <i>generalidade</i> que se refere ao grau em que elevada autoefic&aacute;cia num dado dom&iacute;nio se transfere a outros comportamentos e  situa&ccedil;&otilde;es de vida dos sujeitos (Bandura, 1997; Brouwers &amp; Tomic, 2000; Neves &amp; Faria, 2007). A amplitude da influ&ecirc;ncia  da autoefic&aacute;cia pode ser circunscrita a dom&iacute;nios espec&iacute;ficos ou estender-se a diversos contextos de realiza&ccedil;&atilde;o  em rela&ccedil;&atilde;o aos quais os sujeitos se percecionam igualmente capazes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Quanto &agrave; quest&atilde;o da generalidade da autoefic&aacute;cia, a convic&ccedil;&atilde;o de Bandura &eacute; clara, na medida que  sustenta que a autoefic&aacute;cia n&atilde;o atua como determinante disposicional independentemente dos fatores contextuais. Afirmando o  princ&iacute;pio da reciprocidade tri&aacute;dica, Bandura (1977, 1997) adverte para a import&acirc;ncia da autoefic&aacute;cia ser medida em  termos de julgamentos particularizados de capacidades que podem variar em diferentes &aacute;reas de atividades, diferentes n&iacute;veis de  exig&ecirc;ncia dentro de uma mesma &aacute;rea de atividade e em diferentes circunst&acirc;ncias. A <i>autoefic&aacute;cia docente</i>, entendida  enquanto dom&iacute;nio espec&iacute;fico de autoefic&aacute;cia, tem recebido particular aten&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito da  investiga&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica nas tr&ecirc;s &uacute;ltimas d&eacute;cadas (Brouwers &amp; Tomic, 2000; Tschannen-Moran, Hoy, &amp;  Hoy, 1998).</p>     <p>Como refere Bandura (1997) uma das caracter&iacute;sticas de muitos dos instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o da autoefic&aacute;cia nos  professores &eacute; a capacidade de medirem as cren&ccedil;as dos professores sobre o seu funcionamento no geral, em vez de avaliarem as suas p erce&ccedil;&otilde;es sobre a realiza&ccedil;&atilde;o de tarefas espec&iacute;ficas. Nesta linha de pensamento, Cherniss (1993) defende que  tr&ecirc;s dom&iacute;nios distintos devem ser avaliados quando se procura estudar a autoefic&aacute;cia em classes profissionais: (1)  dom&iacute;nio da tarefa; (2) o dom&iacute;nio interpessoal; e (3) dom&iacute;nio organizacional. No caso dos professores o dom&iacute;nio da  tarefa refere-se aos aspetos t&eacute;cnicos impl&iacute;citos e expl&iacute;citos no desempenho dos pap&eacute;is profissionais. O  dom&iacute;nio interpessoal integra atividades que implicam o desenvolvimento e manuten&ccedil;&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es interpessoais  positivas com os colegas, alunos e &oacute;rg&atilde;os de gest&atilde;o escolar. O dom&iacute;nio organizacional diz respeito aos aspetos  pol&iacute;ticos inerentes ao exerc&iacute;cio da atividade docente.</p>     <p>Volvidos mais de trinta anos ap&oacute;s Bandura ter afirmado que, entre os mecanismos de ag&ecirc;ncia humana, nenhum &eacute; mais central do  que a autoefic&aacute;cia, uma quantidade assinal&aacute;vel de investiga&ccedil;&otilde;es tem salientado a robustez emp&iacute;rica deste  constructo te&oacute;rico que parece estar associado a uma multiplicidade de vari&aacute;veis educacionais (Brouwers &amp; Tomic, 2000, 2001;  Tschannen-Moran et al., 1998). A autoefic&aacute;cia dos professores parecer ser um vari&aacute;vel preditora do comportamento e  realiza&ccedil;&atilde;o escolar dos alunos. Especificamente, os docentes com n&iacute;veis mais elevados de autoefic&aacute;cia tendem a  desenvolver uma pr&aacute;tica educativa mais positiva e uma maior motiva&ccedil;&atilde;o e realiza&ccedil;&atilde;o dos seus estudantes (Caprara,  Barbaranelli, Borgogni, &amp; Steca, 2003; Schwarzer &amp; Hallum, 2008; Schwarzer &amp; Schmitz, 2004; Woolfolk, Rosoff, &amp; Hoy, 1990), a  favorecer o comportamento prossocial (Giallo &amp; Little, 2003), a desenvolver o comportamento vocacional dos alunos (Lent &amp; Hackett, 1987),  a promover o comportamento autorregulat&oacute;rio (Bandura, 1989), a diminuir o comportamento disruptivo (Greenwood, Olejnik, &amp; Parkay, 1990;  Soodak &amp; Podell, 1994), entre outros. De igual modo, a investiga&ccedil;&atilde;o ainda documenta que os professores que se percecionam como  mais eficazes tendem a apresentar um maior desempenho profissional e bem-estar pessoal no trabalho (Bzuneck &amp; Guimar&atilde;es, 2003; Caprara,  Barbaranelli, Steca, &amp; Malone, 2006; Holzberger, Philipp, &amp; Kunter, 2013; Klassen et al., 2009; Klassen &amp; Chiu, 2010), evidenciam  baixos n&iacute;veis de stress e burnout (Brouwers &amp; Tomic, 2000; Dicke et al., 2014; Egyed &amp; Short, 2006; Schwarzer &amp; Hallum, 2008;  Skaalvik &amp; Skaalvik, 2007), revelam adequadas estrat&eacute;gias de gest&atilde;o da sala de aula (Woolfolk et al., 1990) e demonstram uma  maior capacidade de implementar inova&ccedil;&otilde;es pedag&oacute;gicas e tecnol&oacute; -gicas (Judge &amp; Bono, 2001). Mais recentemente,  Klassen e Tze (2014) numa meta-an&aacute;lise de 43 estudos, realizado com o objetivo de explorar a associa&ccedil;&atilde;o entre duas  caracter&iacute;sticas psicol&oacute;gicas dos docentes (autoefic&aacute;cia e personalidade) e duas medidas externas de efic&aacute;cia do ensino  (desempenho do docente e realiza&ccedil;&atilde;o escolar dos alunos), observaram uma forte rela&ccedil;&atilde;o entre a autoefic&aacute;cia e o  desempenho docente, mas uma associa&ccedil;&atilde;o mais modesta entre as restantes vari&aacute;veis.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Teacher Interpersonal Self-Efficacy Scale</b></p>     <p>A <i>Teacher Interpersonal Self-Efficacy Scale</i> (Brouwers &amp; Tomic, 2001) &eacute; uma escala constitu&iacute;da por 24 itens que pretende  avaliar a autoefic&aacute;cia e a confian&ccedil;a que os professores t&ecirc;m nas suas pr&oacute;prias capacidades em tr&ecirc;s diferentes  atividades interpessoais no contexto escolar: (1) na gest&atilde;o da turma e do comportamento dos alunos na sala de aula; (2) na  obten&ccedil;&atilde;o de apoio por parte dos colegas; e (3) na obten&ccedil;&atilde;o de apoio por parte dos superiores. Cada um dos 24 itens  utiliza uma escala tipo Likert, com seis alternativas de resposta, que v&atilde;o desde <i>&ldquo;Discordo Totalmente&rdquo;</i> a  <i>&ldquo;Concordo Totalmente&rdquo;</i>. Estes 24 itens organizam-se em torno de uma estrutura de tr&ecirc;s fatores: Perce&ccedil;&atilde;o de  Autoefic&aacute;cia na Gest&atilde;o da Turma (14 itens), Perce&ccedil;&atilde;o de Autoefic&aacute;cia em Obter Apoio por Parte dos Colegas (5  itens) e Perce&ccedil;&atilde;o de Autoefic&aacute;cia em Obter Apoio por Parte dos Superiores (5 itens).</p>     <p>Os itens da dimens&atilde;o Perce&ccedil;&atilde;o de Autoefic&aacute;cia na Gest&atilde;o da Turma foram desenvolvidos por Emmer e Hickman  (1991) e pretendem medir a autoefic&aacute;cia que os professores t&ecirc;m na gest&atilde;o do comportamento dos seus alunos na sala de aula,  n&atilde;o se encontrando diretamente associados com a aprendizagem dos alunos. Os itens das restantes duas dimens&otilde;es (Apoio por Parte dos  Colegas e Apoio por Parte dos Superiores) foram desenvolvidos por Brouwers (2000) e pretendem avaliar a confian&ccedil;a que os professores  t&ecirc;m nas suas pr&oacute;prias capacidades para obter apoio por parte do pessoal da escola (colegas e superiores) quando necessitam.</p>     <p>Na valida&ccedil;&atilde;o da escala os autores utilizaram duas amostras distintas (amostra de calibra&ccedil;&atilde;o e amostra de  valida&ccedil;&atilde;o) com 416 participantes em cada uma das amostras e efetuaram tr&ecirc;s n&iacute;veis de an&aacute;lise estat&iacute;stica:  (1) an&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria (AFC) atrav&eacute;s do m&eacute;todo de estima&ccedil;&atilde;o de m&aacute;xima  verosimilhan&ccedil;a <i>(maximum likelihood)</i> onde foram testados tr&ecirc;s modelos fatoriais (com um, dois e tr&ecirc;s fatores); (2)  determina&ccedil;&atilde;o do modelo confirmat&oacute;rio mais ajustado; e (3) an&aacute;lise de invari&acirc;ncia entre a amostra de  calibra&ccedil;&atilde;o e de valida&ccedil;&atilde;o. Os resultados indicaram que o modelo mais ajustado foi o constitu&iacute;do por tr&ecirc;s  fatores, com pesos fatoriais entre .43 (item 22) e .92 (item 21). O item 10 foi eliminado por apresentar um peso fatorial bastante inferior ao  desej&aacute;vel (Brouwers &amp; Tomic, 2001).</p>     <p>Para al&eacute;m da vers&atilde;o original em l&iacute;ngua inglesa, esta escala j&aacute; foi validada numa amostra turca onde evidenciou  adequadas qualidades psicom&eacute;tricas (&Ccedil;apri &amp; Kan, 2006). Atrav&eacute;s de uma an&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria  (an&aacute;lise em componentes principais com rota&ccedil;&atilde;o ortogonal <i>varimax</i>), os autores encontraram uma estrutura de 3 fatores  com satura&ccedil;&otilde;es entre .585 e .810. O alfa de <i>Cronbach</i> obtido para a totalidade dos itens foi de .93, enquanto os valores da  correla&ccedil;&atilde;o item-total corrigida variaram entre .36 e .77.</p>     <p>Dadas as suas propriedades na mensura&ccedil;&atilde;o da autoefic&aacute;cia na classe docente, a <i>Teacher Interpersonal Self-Efficacy  Scale</i> tem sido utilizada no desenvolvimento de outras escalas de avalia&ccedil;&atilde;o da autoefic&aacute;cia. Por exemplo, v&aacute;rios dos  seus itens foram incorporados e/ou adaptados na <i>Teacher Readiness Scale for Managing Challenging Classroom Behaviors</i> (Baker, 2005) e na  <i>Behaviour Management Self-Efficacy Scale</i> (Main &amp; Hammond, 2008).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A <i>Teacher Interpersonal Self-Efficacy Scale</i> tem sido, ainda, utilizada em v&aacute;rias investiga&ccedil;&otilde;es sobre a  autoefic&aacute;cia dos professores na gest&atilde;o da sala de aula (Batdi, 2014; Main &amp; Hammond, 2008), na satisfa&ccedil;&atilde;o no  trabalho (Briones, Tabernero, &amp; Arenas, 2010), na associa&ccedil;&atilde;o entre a autoefic&aacute;cia e o burnout na classe docente (Brouwers,  Evers, &amp; Tomic, 2001), na interven&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&otilde;es de crise (Forthun &amp; McCombie, 2010), em amostras de  professores com alunos com perturba&ccedil;&atilde;o do espectro do autismo (Ruble, Usher, &amp; McGrew, 2011), entre outros.</p>     <p>O objetivo do presente estudo &eacute; o da adapta&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o Portuguesa da <i>Teacher Interpersonal  Self-Efficacy Scale</i>, por n&oacute;s designada de <i>Escala de Autoefic&aacute;cia Interpessoal para Professores</i>, analisando as suas  propriedades psicom&eacute;tricas<sup><a href="#1">1</a></sup><a name="top1"></a>. Nesta valida&ccedil;&atilde;o testa-se se a vers&atilde;o  Portuguesa se adequa &agrave; estrutura fatorial original, tendo-se procedido a estudos de validade, fiabilidade e de sensibilidade ao n&iacute;vel  do item e das dimens&otilde;es te&oacute;ricas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes</i></p>     <p>A amostra deste estudo &eacute; constitu&iacute;da por 658 professores que lecionam no Ensino B&aacute;sico (69.4%), Secund&aacute;rio (17.3%) e  Educa&ccedil;&atilde;o Especial (13.1%), com uma idade m&eacute;dia de 41.21 anos. A maioria dos participantes &eacute; do g&eacute;nero feminino  (76.9%) e os restantes 23.1% do g&eacute;nero masculino. A habilita&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica mais frequente entre os professores desta  amostra &eacute; a Licenciatura (81.5%). Em m&eacute;dia j&aacute; lecionam h&aacute; 16.66 anos, t&ecirc;m uma carga hor&aacute;ria letiva semanal  m&eacute;dia de 21.55 horas. A quase totalidade dos participantes leciona em escolas do setor p&uacute;blico (91.8%). Na <a href="#t1">Tabela 1</a>  encontram-se dados mais detalhados sobre as caracter&iacute;sticas da amostra.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v34n1/34n1a07t1.jpg" width="576" height="333"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Processo de tradu&ccedil;&atilde;o</i></p>     <p>A <i>Escala de Autoefic&aacute;cia Interpessoal para Professores </i>foi traduzida para portugu&ecirc;s a partir da vers&atilde;o original em  l&iacute;ngua inglesa, cujo objetivo era conseguir uma tradu&ccedil;&atilde;o que mantivesse, por um lado, a mesma equival&ecirc;ncia  sem&acirc;ntica e psicol&oacute;gica dos itens e, por outro, respeitasse as especificidades gramaticais da l&iacute;ngua portuguesa, procurando  assegurar a clareza dos itens e a sua f&aacute;cil compreens&atilde;o. Esta tradu&ccedil;&atilde;o foi posteriormente revista por um professor  especialista na l&iacute;ngua inglesa e por um investigador independente bilingue portugu&ecirc;s-ingl&ecirc;s da &aacute;rea da Psicologia e  residente no Reino Unido. Foi ainda efetuada uma retro-tradu&ccedil;&atilde;o no sentido de garantir a exatid&atilde;o da tradu&ccedil;&atilde;o  lingu&iacute;stica.</p>     <p>Ap&oacute;s esta fase inicial, procedeu-se &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de sess&otilde;es de reflex&atilde;o falada com um pequeno conjunto  de professores (<i>N</i>=10) com caracter&iacute;sticas s&oacute;cio-demogr&aacute;ficas similares aos participantes da amostra em estudo. Foram  registados todos os coment&aacute;rios sobre a clareza das instru&ccedil;&otilde;es e da compreens&atilde;o de cada um dos itens, n&atilde;o tendo  sido encontrada qualquer dificuldade na sua interpreta&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimentos</i></p>     <p>Os participantes deste estudo responderam &agrave; <i>Escala de Autoefic&aacute;cia Interpessoal para Professores</i> atrav&eacute;s de  question&aacute;rio impresso em papel (<i>N</i>=247, 37.5%) ou atrav&eacute;s de question&aacute;rio <i>online</i> (<i>N</i>=411, 62.5%). Ambos os  formatos continham o mesmo tipo de informa&ccedil;&atilde;o, nomeadamente os objetivos gerais do estudo e um conjunto de instru&ccedil;&otilde;es  sobre a escala, para al&eacute;m de ser assegurada a total confidencialidade e anonimato das suas respostas. No formato impresso foi entregue o  question&aacute;rio diretamente aos professores, sendo recolhido ap&oacute;s a sua aplica&ccedil;&atilde;o. No formato <i>online</i> o  question&aacute;rio foi colocado num servidor privado com endere&ccedil;o pr&oacute;prio e seguro, de modo a evitar o livre acesso ao  question&aacute;rio.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Consist&ecirc;ncia interna, estabilidade temporal, an&aacute;lise correlacional e sensibilidade das dimens&otilde;es</i></p>     <p>A consist&ecirc;ncia interna foi avaliada atrav&eacute;s do alfa de <i>Cronbach</i> para as tr&ecirc;s dimens&otilde;es, tendo-se obtido valores  adequados, compreendidos entre .91 e .93 (ver <a href="#t2">Tabela 2</a>). A an&aacute;lise individual a cada um dos itens permitiu identificar que  a elimina&ccedil;&atilde;o do item 10 produz um aumento do alfa de <i>Cronbach </i>da dimens&atilde;o Perce&ccedil;&atilde;o de Autoefic&aacute;cia  na Gest&atilde;o da Turma de .91 para .94, sendo o &uacute;nico item que eliminado produz uma melhoria na consist&ecirc;ncia interna das  dimens&otilde;es. Estes resultados s&atilde;o muito semelhantes aos obtidos por Brouwers e Tomic (2001) que reportaram valores de alfa de  <i>Cronbach</i> entre .90 e .95 nas duas amostra de valida&ccedil;&atilde;o desta escala e aos obtidos no estudo de valida&ccedil;&atilde;o da  vers&atilde;o turca (valores de alfa de <i>Cronbach</i> entre .89 e .91; &Ccedil;apri &amp; Kan, 2006).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v34n1/34n1a07t2.jpg" width="578" height="196"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A estabilidade temporal foi obtida atrav&eacute;s de Teste-Reteste efetuado a um conjunto de professores do Ensino B&aacute;sico e  Secund&aacute;rio (<i>N</i>=32) com um intervalo temporal de 15 dias entre ambas as aplica&ccedil;&otilde;es. Estes participantes apresentam  caracter&iacute;sticas s&oacute;cio-demogr&aacute;ficas similares aos professores da amostra final. Os resultados indicam que as tr&ecirc;s  dimens&otilde;es apresentam uma adequada estabilidade temporal, com coeficientes de correla&ccedil;&atilde;o entre .712 e .775 (ver  <a href="#t2">Tabela 2</a>).</p>     <p>As tr&ecirc;s dimens&otilde;es encontram-se correlacionadas positivamente, com coeficientes de correla&ccedil;&atilde;o de <i>Pearson</i> entre  moderados a elevados (ver <a href="#t2">Tabela 2</a>). A correla&ccedil;&atilde;o mais elevada encontra-se entre as dimens&otilde;es  Perce&ccedil;&atilde;o de Autoefic&aacute;cia em Obter Apoio por Parte dos Colegas e Perce&ccedil;&atilde;o de Autoefic&aacute;cia em Obter Apoio  por Parte dos Superiores (<i>r</i>=.544) e a mais baixa entre as dimens&otilde;es Perce&ccedil;&atilde;o de Autoefic&aacute;cia na Gest&atilde;o  da Turma e Perce&ccedil;&atilde;o de Autoefic&aacute;cia em Obter Apoio por Parte dos Superiores (<i>r</i>=.494). Mais uma vez estes resultados  s&atilde;o pr&oacute;ximos dos obtidos no estudo original de valida&ccedil;&atilde;o desta escala onde foram encontradas correla&ccedil;&otilde;es  entre .32 e .57 (Brouwers &amp; Tomic, 2001).</p>      <p>A an&aacute;lise da sensibilidade foi efetuada separadamente para cada uma das dimens&otilde;es (ver <a href="#t3">Tabela 3</a>). Observa-se uma  adequada amplitude nas tr&ecirc;s dimens&otilde;es, com valores m&iacute;nimos e m&aacute;ximos a situarem-se entre 1 e 6. Os coeficientes de  assimetria e de achatamento s&atilde;o inferiores &agrave; unidade, exceto na dimens&atilde;o Perce&ccedil;&atilde;o de Autoefic&aacute;cia em  Obter Apoio por Parte dos Colegas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v34n1/34n1a07t3.jpg" width="579" height="171"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Correla&ccedil;&atilde;o item-total, sensibilidade e poder discriminativo dos itens</i></p>     <p>Os itens apresentam uma correla&ccedil;&atilde;o significativa com a dimens&atilde;o te&oacute;rica a que pertencem, com valores da  correla&ccedil;&atilde;o item-total corrigida a variar entre .506 e .851. A exce&ccedil;&atilde;o foi, mais uma vez, o item 10 que apresentou uma  correla&ccedil;&atilde;o item-total corrigida de <i>r</i>=-.088 (ver <a href="#t4">Tabela 4</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t4"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v34n1/34n1a07t4.jpg" width="578" height="389"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Foi ainda efetuada uma an&aacute;lise da sensibilidade dos itens, tendo-se observado uma adequada amplitude com valores m&iacute;nimos e  m&aacute;ximos a situarem-se entre 1 e 6 para a totalidade dos 24 itens. Os coeficientes de assimetria e de achatamento s&atilde;o inferiores  &agrave; unidade na maioria dos itens (ver <a href="#t4">Tabela 4</a>).</p>     <p>Relativamente ao poder discriminativo, calculado a partir da percentagem de escolha de cada uma das seis alternativas de resposta para cada um  dos itens, verificou-se que todos os 24 itens apresentam uma concentra&ccedil;&atilde;o de escolhas abaixo dos 50%. A concentra&ccedil;&atilde;o  mais elevada observou-se no item 21, com 48.6% dos sujeitos a responderem <i>&ldquo;Concordo Totalmente&rdquo;</i>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>An&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria</i></p>     <p>De modo a se testar se o modelo fatorial original da <i>Escala de Autoefic&aacute;cia Interpessoal para Professores</i> se ajusta aos nossos  dados emp&iacute;ricos recorreu-se &agrave; AFC. A AFC foi efetuada atrav&eacute;s do programa <i>EQS 6.1</i> (Bentler, 2005), tendo o ajustamento  global do modelo sido estimado atrav&eacute;s do m&eacute;todo de estima&ccedil;&atilde;o de m&aacute;xima verosimilhan&ccedil;a (<i>maximum  likelihood</i>) a partir da matriz de covari&acirc;ncia. O ajustamento global do modelo confirmat&oacute;rio foi avaliado atrav&eacute;s de um  conjunto de indicadores de ajustamento: o qui-quadrado (<i>&chi;<Sup>2</Sup></i>), o r&aacute;cio entre o qui-quadrado e os graus de liberdade  (<i>&chi;<Sup>2</Sup></i>/gl), o <i>Comparative Fit Index</i> (CFI), o <i>Standardized Root Mean Square Residual</i> (SRMR) e o <i>Root Mean Square  Error of Approximation </i>(RMSEA).</p>     <p>Da an&aacute;lise estat&iacute;stica univariada foi poss&iacute;vel observar que alguns itens apresentam valores de achatamento e de assimetria  acima do desej&aacute;vel (valores superiores a 1 podem ser indicativos de desvio &agrave; normalidade; Byrne, 2006) e o coeficiente normalizado de  <i>Mardia</i> &eacute; de 97.206, o que parecem sugerir a n&atilde;o normalidade da amostra. Como a interpreta&ccedil;&atilde;o dos diversos  indicadores da AFC se torna problem&aacute;tica com a viola&ccedil;&atilde;o do pressuposto da normalidade, seguimos a recomenda&ccedil;&atilde;o  proposta por Byrne (2006; Byrne &amp; van de Vijver, 2010) e utilizamos m&eacute;todos robustos atrav&eacute;s da corre&ccedil;&atilde;o do  <i>&chi;<Sup>2</Sup></i> de Satorra e Bentler (S-B <i>&chi;<Sup>2</Sup></i>; Satorra &amp; Bentler, 1988), do CFI e do RMSEA.</p>     <p>A an&aacute;lise dos principais &iacute;ndices revelam um ajustamento adequado do modelo, com S-B <i>&chi;<Sup>2</Sup></i>(249)=718.2797,  <i>p</i>&lt;.001; <i>&chi;<Sup>2</Sup>/df</i>=2.88; CFI=.939; SRMR=.040 e RMSEA=.056 (IC 90%=.051-.061). Com exce&ccedil;&atilde;o do item 10  (&lambda;=-.09), todos os restantes itens apresentam pesos fatoriais superiores a .50. Dadas as propriedades psicom&eacute;tricas pouco adequadas  do item 10, procedeu-se adicionalmente a uma nova AFC excluindo este item do modelo fatorial. Os resultados do novo modelo fatorial com 23 itens  (item 10 eliminado) evidenciam uma ligeira melhoria dos principais &iacute;ndices de ajustamento: S-B <i>&chi;<Sup>2</Sup></i>(227)=685.7977,  <i>p</i>&lt;.001; <i>&chi;<Sup>2</Sup>/df</i>=3.02; CFI=.941; SRMR=.040 e RMSEA=.055 (IC 90%=.051-.060).</p>     <p>A vari&acirc;ncia extra&iacute;da m&eacute;dia pelo fator Perce&ccedil;&atilde;o de Autoefic&aacute;cia na Gest&atilde;o da Turma foi de 0.539,  pelo fator Perce&ccedil;&atilde;o de Autoefic&aacute;cia em Obter Apoio por Parte dos Colegas foi de .704 e pelo fator Perce&ccedil;&atilde;o de  Autoefic&aacute;cia em Obter Apoio por Parte dos Superiores foi de .718. Os valores de <i>R<Sup>2</Sup></i>, que representam a  propor&ccedil;&atilde;o de vari&acirc;ncia explicada pelo fator para cada um dos itens, situam-se entre os .272 e os .818. Na  <a href="#f1">Figura 1</a> &eacute; apresentada a representa&ccedil;&atilde;o da AFC com os respetivos pesos fatoriais dos par&acirc;metros  estimados da solu&ccedil;&atilde;o estandardizada com 23 itens.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v34n1/34n1a07f1.jpg" width="498" height="580"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>O presente estudo teve por objetivo a adapta&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o Portuguesa da <i>Escala de Auto-efic&aacute;cia  Interpessoal para Professores</i>, que &eacute; um instrumento de autorrelato que pretende avaliar a autoefic&aacute;cia e a confian&ccedil;a que  os professores t&ecirc;m nas suas capacidades de gest&atilde;o da turma e na obten&ccedil;&atilde;o de apoio e ajuda por parte dos restantes  docentes (colegas e superiores). Os diversos indicadores psicom&eacute;tricos demonstraram a validade da vers&atilde;o Portuguesa deste  instrumento.</p>     <p>As tr&ecirc;s dimens&otilde;es apresentam uma adequada consist&ecirc;ncia interna (&alpha;&ge;91), sendo pr&oacute;ximos dos valores obtidos no  estudo original (Brouwers &amp; Tomic, 2001), na vers&atilde;o turca (&Ccedil;apri &amp; Kan, 2006) e noutros estudos que utilizaram esta escala  (Briones et al., 2010; Ruble et al., 2011). Por outro lado, todos os itens (exceto o item 10) t&ecirc;m correla&ccedil;&otilde;es elevadas com a  sua dimens&atilde;o te&oacute;rica. Estes resultados parecem demonstrar a robustez dos itens associados a cada dimens&atilde;o na  mensura&ccedil;&atilde;o do respetivo constructo. As correla&ccedil;&otilde;es entre as tr&ecirc;s dimens&otilde;es s&atilde;o significativas,  indicando que elas n&atilde;o s&atilde;o independentes entre si e que convergem na avalia&ccedil;&atilde;o do constructo da autoefic&aacute;cia  interpessoal nos professores. Destaca-se, ainda, a adequada estabilidade temporal desta escala, estando em linha com o coeficiente obtido na  vers&atilde;o turca (<i>r</i>=.80).</p>     <p>O ajustamento do modelo fatorial original na amostra Portuguesa foi confirmado atrav&eacute;s da AFC que evidenciou adequados &iacute;ndices de  ajustamento. A vari&acirc;ncia extra&iacute;da m&eacute;dia para cada um dos tr&ecirc;s fatores foi superior a .500, o que &eacute; indicador de  uma adequada validade convergente (Fornell &amp; Larcker, 1981). No modelo fatorial confirmat&oacute;rio de 23 itens (item 10 eliminado) todos os  itens apresentam pesos fatoriais superiores a .50, confirmando a validade fatorial de cada um dos tr&ecirc;s fatores (Mar&ocirc;co, 2010). Por seu  lado, os valores de vari&acirc;ncia extra&iacute;da m&eacute;dia obtidos para cada um dos fatores foi superior ao quadrado da  correla&ccedil;&atilde;o entre os fatores, o que sugere uma apropriada validade discriminante (Fornell &amp; Larcker, 1981; Mar&ocirc;co, 2010).  Assim, os resultados da AFC foram consistentes com a estrutura fatorial e conceptual proposta no estudo original de Brouwers e Tomic (2001) e  suportam a validade de constructo deste instrumento.</p>     <p>Tal como observado no estudo original (Brouwers &amp; Tomic, 2001) e no estudo de valida&ccedil;&atilde;o da vers&atilde;o turca (&Ccedil;apri  &amp; Kan, 2006), o item 10 foi um item problem&aacute;tico uma vez que apresentou um coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o item-total negativo e  n&atilde;o significativo, conduziu &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o da consist&ecirc;ncia interna da dimens&atilde;o Perce&ccedil;&atilde;o de  Autoefic&aacute;cia na Gest&atilde;o da Turma e evidenciou uma satura&ccedil;&atilde;o fatorial baixa na sua dimens&atilde;o te&oacute;rica. Este  item apresenta uma formula&ccedil;&atilde;o negativa e o seu conte&uacute;do n&atilde;o parece enquadrar-se em nenhuma das tr&ecirc;s  dimens&otilde;es. Deste modo, ser&aacute; necess&aacute;rio analisar o comportamento psicom&eacute;trico deste item em futuros estudos para se  compreender melhor a natureza desta n&atilde;o especifica&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Em suma, a vers&atilde;o Portuguesa da <i>Escala de Autoefic&aacute;cia Interpessoal para Professores</i> demonstrou adequadas propriedades  psicom&eacute;tricas, contribuindo assim para a exist&ecirc;ncia de uma medida de avalia&ccedil;&atilde;o da autoefic&aacute;cia na classe docente.  Para al&eacute;m de contribuir para a investiga&ccedil;&atilde;o neste dom&iacute;nio espec&iacute;fico, poder&aacute; ser &uacute;til na  compreens&atilde;o dos efeitos moderadores e mediadores deste constructo no ajustamento psicol&oacute;gico e no stress profissional dos  professores. Apesar da estrutura de tr&ecirc;s fatores ter sido obtida nos estudos de valida&ccedil;&atilde;o desta escala (vers&otilde;es Inglesa,  Turca e Portuguesa), seria particularmente interessante analisar, em futuros estudos, a invari&acirc;ncia da estrutura fatorial (<i>measurement  invariance</i>) nas diferentes culturas e nas diferentes amostras de professores (Ensino B&aacute;sico, Secund&aacute;rio, Superior e  Educa&ccedil;&atilde;o Especial). Dado o maior n&uacute;mero de itens do fator Perce&ccedil;&atilde;o de Autoefic&aacute;cia na Gest&atilde;o da  Turma (14 itens comparativamente com os 5 itens dos restantes dois fatores) poder&aacute; ser interessante explorar a elimina&ccedil;&atilde;o de  alguns destes itens (sobretudo os que apresentam formula&ccedil;&otilde;es pr&oacute;ximas em termos de conte&uacute;do) e analisar as propriedades  psicom&eacute;tricas de uma vers&atilde;o reduzida desta escala.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Baker, P. H. (2005). Managing student behavior: How ready are teachers to meet the challenge?. <i>American Secondary Education, 33</i>, 51-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019964&pid=S0870-8231201600010000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bandura, A. (1977). Self-efficacy: Toward a unifying theory of behavioral change. <i>Psychological Review, 84</i>, 191-215.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019966&pid=S0870-8231201600010000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bandura, A. (1986). <i>Social foundations of thought and action: A social cognitive theory</i>. Englewood Cliffs, NJ: Prentice-Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019968&pid=S0870-8231201600010000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bandura, A. (1989). Regulation of cognitive process trough perceived self-efficacy. <i>Developmental Psychology, 25</i>, 729-735.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019970&pid=S0870-8231201600010000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Bandura, A. (1997). <i>Self-efficacy: The exercise of control</i>. New York: Freeman.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019972&pid=S0870-8231201600010000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Batdi, V. (2014). The German teacher trainers&rsquo; self-efficacy beliefs. <i>Journal of Educacition and Training Studies, 2</i>(4), 23-31.</p>     <!-- ref --><p>Bentler, P. M. (2005). <i>EQS 6.1: Structural equations program manual</i>. Encino, CA: Multivariate Software Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019975&pid=S0870-8231201600010000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Boz, Y., &amp; Boz, N. (2010). The nature of the relationship between teaching concerns and sense of efficacy. <i>European Journal of Teacher  Education, 33</i>, 279-291.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019977&pid=S0870-8231201600010000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Briones, E., Tabernero, C., &amp; Arenas, A. (2010). Job satisfaction of secondary school teachers: Effect of demographic and psycho-social  factors. <i>Revista de Psicolog&iacute;a del Trabajo y de las Organizaciones, 26</i>, 115-122.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019979&pid=S0870-8231201600010000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brouwers, A. (2000). <i>Teacher burnout and self-efficacy: An interpersonal approach</i>. Heerlen, Netherlands: Open University.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019981&pid=S0870-8231201600010000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brouwers, A., Evers, W. J. G., &amp; Tomic, W. (2001). Self-efficacy in eliciting social support and burnout among secondary-school teachers.  <i>Journal of Applied Social Psychology, 31</i>, 1474-1491.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019983&pid=S0870-8231201600010000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brouwers, A., &amp; Tomic, W. (2000). A longitudinal study of teacher burnout and perceived self-efficacy in classroom management. <i>Teaching  and Teacher Education, 16</i>, 239-253.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019985&pid=S0870-8231201600010000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brouwers, A., &amp; Tomic, W. (2001). The factorial validity of scores on the Teacher Interpersonal Self-Efficacy Scale. <i>Educational and  Psychological Measurement, 61</i>, 433-445.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019987&pid=S0870-8231201600010000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Byrne, B. M. (2006). <i>Structural equation modeling with EQS: Basic concepts, applications, and programming</i>. New Jersey: Lawrence Erlbaum  Associates.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019989&pid=S0870-8231201600010000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Byrne, B. M., &amp; van de Vijver, F. J. R. (2010). Testing for measurement and structural equivalence in large-scale cross-cultural studies:  Addressing the issue of nonequivalence. <i>International Journal of Testing, 10</i>, 107-132.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019991&pid=S0870-8231201600010000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bzuneck, J. A., &amp; Guimar&atilde;es, S. (2003). Cren&ccedil;as de efic&aacute;cia de professores: Valida&ccedil;&atilde;o da escala de  Woolfolk e Hoy. <i>Revista Psico-USF, 8</i>, 137-143.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019993&pid=S0870-8231201600010000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Caprara, G. V., Barbaranelli, C., Borgogni, L., &amp; Steca, P. (2003). Efficacy beliefs as determinants of teachers&rsquo; job satisfaction.  <i>Journal of Educational Psychology, 95</i>, 821-832.</p>     <p>Caprara, G. V., Barbaranelli, C., Steca, P., &amp; Malone, P. S. (2006). Teachers&rsquo; self-efficacy beliefs as determinants of job  satisfaction and students&rsquo; academic achievement: A study at the school level. <i>Journal of School Psychology, 44</i>, 473-490.</p>     <!-- ref --><p>&Ccedil;apri, B., &amp; Kan, A. (2006). The Teacher Interpersonal Self-efficacy Scale: Validity and reliability study of Turkish form. <i>Mersin  University Journal of the Faculty of Education, 2</i>, 48-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=019997&pid=S0870-8231201600010000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Chang, M.-L., &amp; Engelhard, G. (2015). Examining the Teachers&rsquo; Sense of Efficacy Scale at the item level with Rasch measurement model.  <i>Journal of Psychoeducational Assessment</i> (first published on July 6, 2015). doi: 10.1177/0734282915593835</p>     <!-- ref --><p>Cherniss, C. (1993). Role of professional self-efficacy in the etiology and amelioration of burnout. In W. B. Schaufeli, C. Maslach, &amp; T.  Marek (Eds.), <i>Professional burnout: Recent developments in theory and research</i> (pp. 135-150). Washington, DC: Taylor &amp; Francis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020000&pid=S0870-8231201600010000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Dicke, T., Parker, P. D., Marsh, H. W., Kunter, M., Schmeck, A., &amp; Leutner, D. (2014). Self-efficacy in classroom management, classroom  disturbances, and emotional exhaustion: A moderated mediation analysis of teacher candidates. <i>Journal of Educational Psychology, 106</i>,  569-583.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020002&pid=S0870-8231201600010000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Egyed, C. J., &amp; Short, R. J. (2006). Teacher self-efficacy, burnout, experience and decision to refer a disruptive student. <i>School  Psychology International, 27</i>, 462-474.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020004&pid=S0870-8231201600010000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Emmer, E. T., &amp; Hickman, J. (1991). Teacher efficacy in classroom management and discipline. <i>Educational and Psychological Measurement,  51</i>, 755-765.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020006&pid=S0870-8231201600010000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fornell, C., &amp; Larcker, D. F. (1981). Evaluating structural equation models with unobservable variables and measurement error. <i>Journal of  Marketing Research, 18</i>, 39-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020008&pid=S0870-8231201600010000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Forthun, L. F., &amp; McCombie, J. W. (2010). The efficacy of crisis intervention training for educators: A preliminary study from the United  States. <i>Professional Development in Education, 37</i>, 39-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020010&pid=S0870-8231201600010000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Giallo, R., &amp; Little, E. (2003). Classroom behaviour problems: The relationship between preparedness, classroom experiences, and  self-efficacy in graduate and student teachers. <i>Australian Journal of Educational &amp; Developmental Psychology, 3</i>, 21-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020012&pid=S0870-8231201600010000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Greenwood, G. E., Olejnik, S. F., &amp; Parkay, F. W. (1990). Relationships between four teacher efficacy belief patterns and selected teacher  characteristics. <i>Journal of Research and Development in Education, 23</i>, 102-106.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020014&pid=S0870-8231201600010000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Henson, R. K. (2002). From adolescent angst to adulthood: Substantive implications and measurement dilemmas in the development of teacher  efficacy research. <i>Educational Psychologist, 37</i>, 137-150.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020016&pid=S0870-8231201600010000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Holzberger, D., Philipp, A., &amp; Kunter, M. (2013). How teachers&rsquo; self-efficacy is related to instructional quality: A longitudinal  analysis. <i>Journal of Educational Psychology, 105</i>, 774-786.</p>     <!-- ref --><p>Judge, T. A., &amp; Bono, J. E. (2001). Relationship of core self-evaluations traits-self-esteem, generalized self-efficacy, locus of control,  and emotional stability-with job satisfaction and job performance: A meta-analysis. <i>Journal of Applied Psychology, 86</i>, 80-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020019&pid=S0870-8231201600010000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Klassen, R. M., Bong, M., Usher, E. L., Chong, W. H., Huan, V. S., Wong, I. Y. F., &amp; Georgiou, T. (2009). Exploring the validity of a  teachers&rsquo; self-efficacy scale in five countries. <i>Contemporary Educational Psychology, 34</i>, 67-76.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Klassen, R. M., &amp; Chiu, M. M. (2010). Effects on teachers&rsquo; self-efficacy and job satisfaction: Teacher gender, years of experience,  and job stress. <i>Journal of Educational Psychology, 102</i>, 741-756.</p>     <p>Klassen, R. M., &amp; Tze, V. M. C. (2014). Teachers&rsquo; self-efficacy, personality, and teaching effectiveness: A meta-analysis.  <i>Educational Research Review, 12</i>, 59-76.</p>     <!-- ref --><p>Klassen, R. M., Tze, V. M. C., Betts, S. M., &amp; Gordon, K. A. (2011). Teacher efficacy research 1998-2009: Signs of progress or unfulfilled  promise?. <i>Educational Psychology Review, 23</i>, 21-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020024&pid=S0870-8231201600010000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lent, R. W., &amp; Hackett, G. (1987). Career self-efficacy: Empirical status and future directions. <i>Journal of Vocational Behavior, 30</i>,  347-382.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020026&pid=S0870-8231201600010000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Main, S., &amp; Hammond, L. (2008). Best practice or most practiced? Pre-service teachers&rsquo; beliefs about effective behaviour management  strategies and reported self-efficacy. <i>Australian Journal of Teacher Education, 33</i>, 28-39.</p>     <!-- ref --><p>Mar&ocirc;co, J. (2010). <i>An&aacute;lise de Equa&ccedil;&otilde;es Estruturais: Fundamentos te&oacute;ricos, software &amp;  aplica&ccedil;&otilde;es</i>. P&ecirc;ro Pinheiro: Report Number.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020029&pid=S0870-8231201600010000700038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Neves, S. P., &amp; Faria, L. (2007). Auto-efic&aacute;cia acad&eacute;mica e atribui&ccedil;&otilde;es causais em Portugu&ecirc;s e  Matem&aacute;tica. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica, 25</i>, 635-652.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020031&pid=S0870-8231201600010000700039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pajares, F., &amp; Olaz, F. (2008). A teoria social cognitiva e auto-efic&aacute;cia: Uma vis&atilde;o geral. In A. Bandura, R. G. Azzi, &amp;  S. Polydoro (Eds.), <i>Teoria social cognitiva. Conceitos b&aacute;sicos</i> (pp. 97-114). Porto Alegre: Artmed Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020033&pid=S0870-8231201600010000700040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ruble, L. A., Usher, E. L., &amp; McGrew, J. H. (2011). Preliminary investigation of the sources of self-efficacy among teachers of students  with autism. <i>Focus on Autism and Other Developmental Disabilities, 26</i>, 67-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020035&pid=S0870-8231201600010000700041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Satorra, A., &amp; Bentler, P. M. (1988). Scaling corrections for chi square statistics in covariance structure analysis. In American  Statistical Association (Ed.), <i>Proceedings of the business and economic sections</i> (pp. 308-313). Alexandria, VA: American Statistical  Association.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020037&pid=S0870-8231201600010000700042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schwarzer, R., &amp; Hallum, S. (2008). Perceived teacher self-efficacy as a predictor of job stress and burnout: Mediation analyses.  <i>Applied Psychology, 57</i>, 152-171.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020039&pid=S0870-8231201600010000700043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schwarzer, R., &amp; Schmitz, G. (2004). Perceived self-efficacy as a resource factor in teachers. In M. Salanova, R. Grau, I. M.  Mart&iacute;nez, E. Cifre, S. Llorens, &amp; M. Garcia-Renedo (Eds.), <i>Nuevos horizontes en la investigaci&oacute;n sobre la autoeficacia</i>  (pp. 229-236). Castell&oacute; de la Plana: Publicacions de la Universitat Jaume I.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020041&pid=S0870-8231201600010000700044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Skaalvik, E. M., &amp; Skaalvik, S. (2007). Dimensions of teacher self-efficacy and relations with strain factors, perceived collective teacher  efficacy, and teacher burnout. <i>Journal of Educational Psychology, 99</i>, 611-625.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020043&pid=S0870-8231201600010000700045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Soodak, L. C., &amp; Podell, D. M. (1994). Teachers&rsquo; thinking about difficult-to-teach students. <i>Journal of Educational Research,  88</i>, 44-51.</p>     <!-- ref --><p>Tschannen-Moran, M., &amp; Hoy, A. W. (2001). Teacher efficacy: Capturing an elusive construct. <i>Teaching and Teacher Education, 17</i>,  783-805.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020046&pid=S0870-8231201600010000700047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tschannen-Moran, M., Hoy, A. W., &amp; Hoy, W. K. (1998). Teacher efficacy: Its meaning and measure. <i>Review of Educational Research, 68</i>,  202-248.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020048&pid=S0870-8231201600010000700048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Woolfolk, A. E., Rosoff, B., &amp; Hoy, W. K. (1990). Teachers&rsquo; sense of efficacy and their beliefs about managing students. <i>Teaching  and Teacher Educational, 6</i>, 137-148.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Oct&aacute;vio Moura, Instituto de Estudos Superiores de Fafe,  Rua Universit&aacute;ria, Medelo, Apartado 178, 4824-909 Fafe, Portugal. E-mail:  <a href="mailto:octaviomoura@gmail.com">octaviomoura@gmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 01/06/2015 Aceita&ccedil;&atilde;o: 25/08/2015</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>NOTAS</p>     <p><Sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></Sup> Foi estabelecido um contacto formal com o autor original da escala (Andr&eacute; Brouwers,  Open University, Netherlands) que nos deu a permiss&atilde;o para a tradu&ccedil;&atilde;o, adapta&ccedil;&atilde;o, valida&ccedil;&atilde;o e  utiliza&ccedil;&atilde;o da <i>Teacher Interpersonal Self-Efficacy Scale</i> na amostra Portuguesa.</p>      ]]></body><back>
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<surname><![CDATA[Baker]]></surname>
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Managing student behavior: How ready are teachers to meet the challenge?]]></article-title>
<source><![CDATA[American Secondary Education]]></source>
<year>2005</year>
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Self-efficacy: Toward a unifying theory of behavioral change]]></article-title>
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<year>1977</year>
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<source><![CDATA[Developmental Psychology]]></source>
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