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<article-id pub-id-type="doi">10.14417/ap.920</article-id>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Impulse buying is an area widely studied, but research carried out in Portugal is scarce, in particular research conducted with adolescents. The objective of this study was to identify factors that influence impulse buying (socio-demographic variables, social practices, consumption variables, group influence, and values). The participants were 238 Portuguese adolescents (117 boys and 121 girls, aged, in average, 15.43 years) from the city of Maia, district of Porto. Results show that sex belongingness does not influence impulse buying and that the frequency of visits to shopping malls per month, the pleasure in shopping, the importance given to the brand, the tendency to spend more in the presence of friends, and materialism in shopping have a positive correlation with impulse buying, whereas the values of professional well-being present a negative relationship. Findings are in line with the literature and should contribute to understand better the phenomenon of impulse buying in Portugal.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Identificando os factores de influ&ecirc;ncia da compra por impulso em adolescentes portugueses</b></p>     <p><b>Samuel Lins<sup>1</sup>, Gabrielle Poeschl<sup>2</sup>, Ana Eberhardt<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>PUC-Rio &ndash; Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio de Janeiro, Brasil</p>     <p><sup>2</sup>Universidade do Porto</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A compra por impulso tem sido uma &aacute;rea vastamente pesquisada, entretanto, raras investiga&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m sido realizadas  em Portugal e particularmente com o p&uacute;blico adolescente. Este estudo teve o objectivo de identificar factores influenciadores da compra  impulsiva (vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas, pr&aacute;ticas sociais, vari&aacute;veis de consumo, de influ&ecirc;ncia grupal e valores).  Participaram 238 adolescentes portugueses (117 rapazes e 121 raparigas, com idade m&eacute;dia de 15.43 anos) da cidade de Maia, distrito de Porto.  Os resultados mostram que o sexo de perten&ccedil;a n&atilde;o influ&ecirc;ncia a compra por impulso, e que a frequ&ecirc;ncia de visitas a centros  comerciais por m&ecirc;s, o prazer nas compras, a import&acirc;ncia atribu&iacute;da &agrave; marca, a tend&ecirc;ncia a gastar mais na  presen&ccedil;a de amigos e o materialismo nas compras t&ecirc;m uma correla&ccedil;&atilde;o positiva com a compra por impulso, enquanto os  valores de bem-estar profissional apresentam uma rela&ccedil;&atilde;o negativa. Os resultados corroboram a literatura e contribuem para  compreender melhor o comportamento de compra impulsiva em Portugal.    <p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Adolescentes, Portugal, Compra por impulso, Valores.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Impulse buying is an area widely studied, but research carried out in Portugal is scarce, in particular research conducted with adolescents.  The objective of this study was to identify factors that influence impulse buying (socio-demographic variables, social practices, consumption  variables, group influence, and values). The participants were 238 Portuguese adolescents (117 boys and 121 girls, aged, in average, 15.43 years)  from the city of Maia, district of Porto. Results show that sex belongingness does not influence impulse buying and that the frequency of visits to  shopping malls per month, the pleasure in shopping, the importance given to the brand, the tendency to spend more in the presence of friends, and  materialism in shopping have a positive correlation with impulse buying, whereas the values of professional well-being present a negative  relationship. Findings are in line with the literature and should contribute to understand better the phenomenon of impulse buying in Portugal.</p>     <p><b>Key words</b>: Adolescents, Portugal, Impulse buying, Values.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A compra por impulso tem sido um campo de estudo vastamente investigado (Lins, 2012; Lins &amp; Poeschl, 2013; Lucas &amp; Koff, 2014; Park,  Kim, &amp; Forney, 2006; Roberts &amp; Manolis, 2012; Tinne, 2011; Yinlong &amp; Shrum, 2008). Uma consulta realizada na base de dados EBSCO em  Fevereiro de 2014, com os termos &ldquo;<i>impulse buying</i>&rdquo;, &ldquo;<i>impulse purchase</i>&rdquo; ou  &ldquo;<i>impulse shopping</i>&rdquo; resultou em 1.261 publica&ccedil;&otilde;es, e comprovou-se um n&uacute;mero crescente de estudos publicados  nos &uacute;ltimos anos (ver <a href="#f1">Figura 1</a>). Entretanto, apesar de haver uma grande quantidade de investiga&ccedil;&otilde;es sobre o  tema, s&atilde;o escassos os estudos realizados com a popula&ccedil;&atilde;o adolescente. Para al&eacute;m disso, poucas  investiga&ccedil;&otilde;es sobre a compra por impulso foram realizadas em Portugal.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v34n2/34n2a04f1.jpg" width="579" height="246"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>A compra por impulso</b></p>     <p>De acordo com Rook e Fisher (1995), a compra impulsiva &eacute; &ldquo;a tend&ecirc;ncia do consumidor para comprar espontaneamente, sem  reflex&atilde;o, de forma imediata, estimulado pela proximidade f&iacute;sica do objecto desejado, dominado pela atrac&ccedil;&atilde;o emocional e  absorvido pela promessa de gratifica&ccedil;&atilde;o imediata&rdquo; (p. 306). Segundo Arnould, Price e Zinkhan (2004) a compra por impulso ocorre  quando os consumidores sentem uma vontade repentina, juntamente com um desejo emocional intenso de comprar imediatamente.</p>     <p>Stern (1962) categorizou a compra por impulso em quatro tipos: (1) a <i>pura</i>, caracterizada pela rutura com os h&aacute;bitos comuns de  compra, totalmente repentina e sem o planeamento antecipado; (2) a <i>relembrada</i>, sucedida ap&oacute;s o consumidor entrar na loja, causada  pela lembran&ccedil;a da publicidade do produto ou por uma decis&atilde;o de compra que tinha sido deixada de lado; (3) a <i>sugerida</i>,  provocada no instante em que o consumidor v&ecirc; pela primeira vez um produto e sente o desejo de adquiri-lo; e (4) a <i>planeada</i>, resultante  da inten&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via do consumidor de comprar um produto espec&iacute;fico, mas que depende principalmente das  condi&ccedil;&otilde;es de venda (por exemplo: descontos, ofertas e pre&ccedil;os).</p>     <p>Segundo Rook (1987) a compra por impulso &eacute; constitu&iacute;da por cinco elementos-chave: (1) a <i>espontaneidade</i>, caracterizada por  uma s&uacute;bita necessidade de agir, causada por um est&iacute;mulo visual existente no ponto-de-venda (por exemplo, uma ac&ccedil;&atilde;o  promocional); (2) a <i>sensa&ccedil;&atilde;o de desequil&iacute;brio psicol&oacute;gico</i>, provocada pela intensidade da vontade de adquirir  repentinamente um produto; (3) o <i>conflito psicol&oacute;gico</i>, experienciado pelo consumidor que, por um lado, pondera a recompensa directa  proveniente da sua impulsividade, e por outro, as consequ&ecirc;ncias negativas que a compra impulsiva pode ocasionar; (4) a  <i>diminui&ccedil;&atilde;o da capacidade cognitiva</i> para fazer avalia&ccedil;&otilde;es, que tem in&iacute;cio na intensidade dos  est&aacute;dios emocionais do consumidor, resultando no baixo controlo cognitivo sobre a sua decis&atilde;o final, e por fim (5) a  <i>desconsidera&ccedil;&atilde;o das consequ&ecirc;ncias</i>, por causa da ansiedade provocada pela impulsividade. Desta forma, o consumidor  n&atilde;o executa uma avalia&ccedil;&atilde;o cautelosa das alternativas de compra, desconsidera as poss&iacute;veis consequ&ecirc;ncias da  compra, sobretudo as consequ&ecirc;ncias negativas.</p>     <p>Na literatura encontramos diversos termos quando se fala da compra por impulso. Os termos mais comuns encontrados s&atilde;o:  &lsquo;tend&ecirc;ncia &agrave; compra por impulso&rsquo; (G&#261;siorowska, 2011; Jones, Reynolds, Weun, &amp; Beatty, 2003; Verplanken &amp;  Herabadi, 2001), &lsquo;inten&ccedil;&atilde;o de comprar por impulso&rsquo; (Jian-guo &amp; De-li, 2011), &lsquo;impulsividade na compra&rsquo;  (Youn &amp; Faber, 2002), &lsquo;comportamento de compra impulsiva&rsquo; (Lins, 2012) ou simplesmente &lsquo;compra por impulso&rsquo; (Verplanken  &amp; Sato, 2011).</p>     <p>Os tr&ecirc;s primeiros conceitos (tend&ecirc;ncia, inten&ccedil;&atilde;o e impulsividade) referem-se ao sentimento de impulsividade vivenciado  na hora da compra, ou seja, dizem respeito ao impulso experienciado antes de efectuar a compra, o que n&atilde;o significa dizer que a compra foi  de facto realizada. J&aacute; os conceitos de &lsquo;comportamento de compra impulsiva&rsquo; e &lsquo;compra por impulso&rsquo; est&atilde;o  relacionados ao acto de compra propriamente dito, ou seja, com a realiza&ccedil;&atilde;o de uma compra resultante da impulsividade. Apesar desta  distin&ccedil;&atilde;o, na literatura &eacute; muito comum haver confus&otilde;es entre os termos, sendo estes geralmente utilizados  indiscriminadamente.</p>     <p>De facto, diversos estudos salientam que pessoas que t&ecirc;m uma tend&ecirc;ncia geral a comprar por impulso tamb&eacute;m t&ecirc;m uma  grande propens&atilde;o a comprar itens por impulso (Adelaar, Chang, Lancendorfer, Lee, &amp; Marimoto, 2003; Davis &amp; Sajtos, 2009). Neste  trabalho, quando falamos de &lsquo;compra por impulso&rsquo;, de &lsquo;compra impulsiva&rsquo; ou de &lsquo;impulsividade na compra&rsquo; estamos  a referir-nos &agrave; tend&ecirc;ncia para comprar por impulso, ou seja, ao estado impulsivo que o consumidor pode sentir na hora da compra.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Estudos sobre a compra por impulso em Portugal</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em Portugal, tanto quanto sabemos, foram realizados apenas quatro estudos sobre a compra por impulso. O primeiro estudo encontrou  correla&ccedil;&otilde;es negativas entre a compra impulsiva e a autoestima (Fernandes &amp; Veiga, 2006). Posteriormente, Cardoso, Costa e Novais  (2009) constataram que a impulsividade na compra &eacute; um aspecto mais associado aos consumidores inovadores (os primeiros que adoptam novos  lan&ccedil;amentos e que valorizam a inova&ccedil;&atilde;o) do que aos seguidores da moda. Outro estudo, realizado pelos mesmos autores, utilizou  a impulsividade na compra como crit&eacute;rio para definir perfis de consumidores (Cardoso, Costa, &amp; Novais, 2010). A &uacute;ltima  investiga&ccedil;&atilde;o, que procurou avaliar o grau de influ&ecirc;ncia das vari&aacute;veis ambientais e pessoais na compra impulsiva, mostrou  que o ambiente de loja e as caracter&iacute;sticas do vendedor n&atilde;o influenciavam a compra por impulso (Correia, 2011). Assim, pode-se  observar que s&atilde;o poucos estudos realizados com a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa, indicando uma lacuna de conhecimento a ser preenchida.  Adicionalmente, nenhum incide sobre o conjunto de factores que levam as pessoas, em geral e os adolescentes em particular, a comprar  impulsivamente, n&atilde;o sendo analisadas, por exemplo, vari&aacute;veis psicossociais como os valores pessoais e a influ&ecirc;ncia dos  pares.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Estudos sobre a compra por impulso com a popula&ccedil;&atilde;o adolescente</b></p>     <p>A adolesc&ecirc;ncia &eacute; um per&iacute;odo de instabilidade marcado pela viv&ecirc;ncia de diversas crises, sendo a  constru&ccedil;&atilde;o da identidade pessoal uma das tarefas mais importantes desta fase, possibilitando a transforma&ccedil;&atilde;o do  adolescente em um adulto maduro e produtivo (Schoen-Ferreira, Aznar-Farias, &amp; Silvares, 2003). Para al&eacute;m disso, os adolescentes  t&ecirc;m-se tornado alvos dos esfor&ccedil;os da publicidade que procura atingi-los, por causa do aumento da sua participa&ccedil;&atilde;o nas  decis&otilde;es de compra, como tamb&eacute;m do crescente papel que o consumo e a aquisi&ccedil;&atilde;o de bens materiais exercem sobre as suas  vidas, sendo a compra uma forma de expressar a sua personalidade e a sua identidade pessoal (Dittmar &amp; Pepper, 1994; Goldberg, Gorn, Peracchio,  &amp; Bamossy, 2003). Assim, realizar estudos com este p&uacute;blico adquire uma elevada import&acirc;ncia para a investiga&ccedil;&atilde;o da  compra por impulso, pois os adolescentes tendem a ser mais impulsivos do que os adultos e n&atilde;o muito bons no processo de tomada de  decis&atilde;o (Jensen &amp; Nutt, 2015).</p>     <p>Apesar disto, e de forma surpreendente, muitas investiga&ccedil;&otilde;es sobre a compra impulsiva foram realizadas com adultos (Kacen, Hess,  &amp; Walker, 2012; Roberts &amp; Manolis, 2012) ou com universit&aacute;rios (Rook &amp; Fisher, 1995) mas poucos estudos focaram o p&uacute;blico  adolescente. Os estudos encontrados s&atilde;o raros e relativamente recentes. Temos conhecimento de apenas sete investiga&ccedil;&otilde;es sobre  a compra por impulso em adolescentes.</p>     <p>O primeiro estudo de que temos conhecimento foi realizado por Yu e Seock (2002) com 137 adolescentes norte-americanos entre 14 e 19 anos de  idade, com o objectivo de investigar a rela&ccedil;&atilde;o entre o sexo (rapazes e raparigas) e o perfil do consumidor (impulsivo e n&atilde;o  impulsivo) com o h&aacute;bito de comprar roupas. Estes autores verificaram que os adolescentes impulsivos compravam mais roupas, gastavam mais  dinheiro nas compras com vestu&aacute;rio, e tinham motiva&ccedil;&otilde;es diferentes para comprar roupas, em compara&ccedil;&atilde;o com os  adolescentes n&atilde;o impulsivos. O segundo estudo foi feito por Lin e Chuang (2005), com 574 adolescentes taiwaneses (de 15 a 19 anos), e teve  como objectivo investigar a rela&ccedil;&atilde;o entre a intelig&ecirc;ncia emocional e a compra por impulso. Os resultados indicaram que os  adolescentes com baixa intelig&ecirc;ncia emocional eram mais propensos a efectuarem compras impulsivas. Os resultados tamb&eacute;m apontaram que  a excita&ccedil;&atilde;o emocional poderia ser um importante factor de media&ccedil;&atilde;o na rela&ccedil;&atilde;o entre a intelig&ecirc;ncia  emocional e o comportamento de compra por impulso.</p>     <p>O terceiro estudo teve como objectivo verificar se a admira&ccedil;&atilde;o e a devo&ccedil;&atilde;o excessiva a algo ou algu&eacute;m  (tend&ecirc;ncia &agrave; idolatria) influenciava o comportamento impulsivo na compra. A investiga&ccedil;&atilde;o foi realizada com 337 alunos do  ensino secund&aacute;rio e universit&aacute;rio de Taiwan (de 13 a 20 anos de idade). Os resultados indicaram que a tend&ecirc;ncia &agrave;  idolatria influencia positivamente a tend&ecirc;ncia a comprar por impulso (Yang, Wang, &amp; Niu, 2008). A quarta investiga&ccedil;&atilde;o foi  realizada com 144 adolescentes norte-americanos (de 14 a 21 anos), e verificou que, no caso de produtos de vestu&aacute;rio, adolescentes que  passam mais tempo a circular nas lojas tendem a fazer mais compras impulsivas (Yaoyuneyong &amp; George, 2010).</p>     <p>O quinto estudo envolveu 906 adolescentes taiwaneses de 16 a 20 anos de idade, e examinou a rela&ccedil;&atilde;o entre o comportamento de  compra impulsiva e as caracter&iacute;sticas da fam&iacute;lia dos adolescentes, e a participa&ccedil;&atilde;o num curso sobre planeamento das  finan&ccedil;as pessoais. Os resultados indicaram que fazer um curso sobre planeamento financeiro diminu&iacute;a a probabilidade de o adolescente  fazer compras por impulso, e que os adolescentes que viviam em fam&iacute;lias que tinham a pr&aacute;tica de utilizar o dinheiro como recompensa  eram mais propensos a realizarem compras impulsivas (Lai, 2010). A sexta investiga&ccedil;&atilde;o procurou verificar o efeito do sexo de  perten&ccedil;a, idade, rendimento e comportamento id&oacute;latra sobre a compra por impulso nos consumidores adolescentes indianos. Participaram  no estudo 104 alunos do ensino secund&aacute;rio, com idades entre 14 e 18 anos. Os resultados indicaram que o sexo, a idade, o rendimento e o  comportamento id&oacute;latra, ao contr&aacute;rio do estudo de Yang, Wang e Niu (2008), n&atilde;o tinham rela&ccedil;&atilde;o com a  tend&ecirc;ncia &agrave; compra impulsiva (Sharma, 2011).</p>     <p>Por &uacute;ltimo, uma investiga&ccedil;&atilde;o com 453 adolescentes taiwaneses (de 13 a 17 anos), realizada por Lin e Chen (2012) indicou que  os adolescentes que s&atilde;o mais suscept&iacute;veis &agrave; influ&ecirc;ncia interpessoal tendem a comprar mais por impulso, e que, como forma  de evitar a avalia&ccedil;&atilde;o negativa de seus pares, os adolescentes socialmente ansiosos apresentam maior probabilidade de efectuar compras  impulsivas.</p>     <p>Em suma, nenhum dos estudos conduzidos com adolescentes foi realizado na Europa e quase todos incidiram sobre um aspecto muito particular da  compra por impulso (como a tend&ecirc;ncia &agrave; idolatria ou as recompensas recebidas sob a forma de dinheiro), &agrave; excep&ccedil;&atilde;o  do estudo com adolescentes indianos cujos resultados, ali&aacute;s, n&atilde;o confirmaram as conclus&otilde;es previamente encontradas. Assim,  consideramos importante estudar a popula&ccedil;&atilde;o adolescente com um conjunto de vari&aacute;veis que foram destacadas nos estudos sobre a  compra por impulso conduzidos com adultos, e que nos parecem relevantes para a an&aacute;lise desta popula&ccedil;&atilde;o.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Factores de influ&ecirc;ncia da compra por impulso</b></p>     <p>Os estudos que analisaram a compra por impulso evidenciaram o efeito de diversas vari&aacute;veis sobre este comportamento de compra.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas</i></p>     <p>Segundo G&#261;siorowska (2011), o sexo de perten&ccedil;a exerce um papel moderador na rela&ccedil;&atilde;o entre as diferen&ccedil;as  individuais e a tend&ecirc;ncia &agrave; compra por impulso. Um estudo realizado por Silvera, Lavack e Kropp (2008) mostrou que as mulheres tendem  a comprar mais por impulso do que os homens, corroborando outros estudos que obtiveram resultados semelhantes (Alag&ouml;z &amp; Ekici, 2011; Lins  &amp; Pereira, 2011). As diferen&ccedil;as de sexo na compra por impulso podem reflectir, parcialmente, o facto de os h&aacute;bitos de compra de  homens e mulheres serem diferentes, principalmente porque cada um compra tipos de produtos diferentes e por motivos distintos (Rook, 1987). Uma  outra vari&aacute;vel que est&aacute; relacionada com a compra por impulso &eacute; o rendimento familiar, pois entende-se que, quanto maior a  disponibilidade de recursos financeiros, mais o consumidor estar&aacute; propenso a realizar compras impulsivas (Tifferet &amp; Herstein,  2012).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Pr&aacute;ticas sociais</i></p>     <p>As investiga&ccedil;&otilde;es sobre as pr&aacute;ticas sociais evidenciam que os <i>shoppings</i> e os centros comerciais s&atilde;o locais com  estruturas f&iacute;sicas orientadas ao comportamento de compra hed&oacute;nico (Cottet, Lichtl&eacute;, &amp; Plichon, 2006; Donovan, Rossiter,  Marcoolyn, &amp; Nesdale, 1994) e que uma pessoa tende a comprar por impulso mais facilmente por estar num centro comercial (Mangleburg, Doney,  &amp; Bristol, 2004).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Vari&aacute;veis de consumo</i></p>     <p>Holbrook e Hirschman (1982) destacaram a relev&acirc;ncia dos aspectos intang&iacute;veis e subjectivos que fazem parte do acto de compra (por  exemplo, os aspectos emocionais, a fantasia e a experi&ecirc;ncia directa com o produto no ponto de venda). Desta forma, os desejos de  gratifica&ccedil;&atilde;o que o indiv&iacute;duo vivencia ao possuir um produto est&atilde;o relacionados directamente com a compra por impulso  (Arocas, Arrieta, &amp; Botero, 2004), pois o prazer nas compras &eacute; possivelmente o factor mais fortemente relacionado com a compra impulsiva  (&#268;injarevi&#263;, Tati&#263;, &amp; Petri&#263;, 2011). Assim, os consumidores que t&ecirc;m a maior tend&ecirc;ncia para efectuarem compras  por impulso s&atilde;o aqueles que s&atilde;o impulsionados por desejos hed&oacute;nicos ou por motivos n&atilde;o econ&oacute;micos, como a  divers&atilde;o e a satisfa&ccedil;&atilde;o social ou emocional (Hausman, 2000).</p>     <p>Na literatura encontramos tamb&eacute;m estudos que investigaram a rela&ccedil;&atilde;o entre a compra por impulso e v&aacute;rias caracter&iacute;sticas do produto como descontos e promo&ccedil;&otilde;es (Shu-Ling, Yung-Cheng, &amp; Chia-Hsien, 2009), publicidade (Adelaar et al., 2003), novos produtos (Harmancioglu, Finney, &amp; Joseph, 2009), pre&ccedil;o (Karsaklian, 2004), variedades de produtos (Bellenger, Robertson, &amp; Hirschman, 1978), tipos de produtos (Coley, 2002). Contudo a marca do produto tem sido um aspecto pouco investigado enquanto vari&aacute;vel relacionada ao comportamento de compra impulsiva. Esta constata&ccedil;&atilde;o &eacute; surpreendente dado que a marca, mais do que um simples s&iacute;mbolo, &eacute; a representa&ccedil;&atilde;o de um valor, de uma imagem que est&aacute; por detr&aacute;s daquele s&iacute;mbolo (Serra, 1996). A escolha de produtos e marcas n&atilde;o pode ser percebida apenas atrav&eacute;s da l&oacute;gica de valor econ&oacute;mico e trocas racionais, pois escolher determinados produtos e marcas tamb&eacute;m &eacute; uma forma de expressar a pr&oacute;pria identidade, e esta escolha est&aacute; carregada de significados individuais e culturais que representam princ&iacute;pios, estilos de vida e projectos colectivos de uma sociedade (Palaio, 2011).</p>     <p>No que respeita aos adolescentes, mais precisamente, verificou-se que eles preferem usar marcas que refletem aspectos do seu pr&oacute;prio autoconceito (Rhee &amp; Johnson, 2012). Estudos realizados com este p&uacute;blico indicaram que os adolescentes costumam se comparar com seus pares atrav&eacute;s das posses de produtos de marcas caras (Chan, 2006), visto que, para eles, possuir certas marcas tamb&eacute;m &eacute; uma forma de se integrar e pertencer a alguns grupos sociais (Chaplin &amp; Roedder-John, 2007).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Influ&ecirc;ncia grupal</i></p>     <p>Quando os consumidores realizam compras acompanhados de outras pessoas, gastam mais (Sommer, Wynes, &amp; Brinkley, 1992) e tendem a efectuar  mais compras n&atilde;o planeadas (Granbois, 1968). Esta vari&aacute;vel parece-nos de particular interesse no que diz respeito aos adolescentes.  Com efeito, os grupos de pares nos quais est&atilde;o inseridos s&atilde;o respons&aacute;veis por ajud&aacute;-los a desenvolver habilidades de  consumo (Mangleburg, Grewal, &amp; Bristol, 1997), como tamb&eacute;m incentivam os adolescentes a agirem de forma espont&acirc;nea, procurando  satisfazer os seus desejos hed&oacute;nicos, independentemente das consequ&ecirc;ncias a longo prazo (Luo, 2005).</p>     <p>Adicionalmente, quando os adolescentes se divertem na companhia dos amigos, enquanto est&atilde;o em actividades de compra, tendem a gastar mais  e a adquirir mais produtos do que se estivessem sozinhos (Mangleburg et al., 1997), pois os amigos podem fornecer informa&ccedil;&otilde;es sobre a  compra, reduzindo a sensa&ccedil;&atilde;o de incerteza, e aumentando a possibilidade de compra (Mangleburg et al., 2004). Portanto, a  tend&ecirc;ncia a gastar mais quando se est&aacute; em grupo pode ser considerada um indicador da tend&ecirc;ncia &agrave; impulsividade na  compra.</p>     <p>O que devemos atentar &eacute; que n&atilde;o &eacute; simplesmente a presen&ccedil;a de outras pessoas na loja que pode resultar na compra por  impulso. H&aacute; praticamente tr&ecirc;s tipos de influ&ecirc;ncia social na hora da compra. Primeiro, a percep&ccedil;&atilde;o de  aglomera&ccedil;&atilde;o (<i>perceived crowding</i>), ou seja, a densidade de pessoas no ambiente de compra, que geralmente est&aacute;  negativamente relacionada com a satisfa&ccedil;&atilde;o da compra (Dion, 2004), mas que contribui para a realiza&ccedil;&atilde;o de compras por  impulso (Mattila &amp; Wirtz, 2008). Em segundo lugar, a influ&ecirc;ncia dos vendedores (Virvilait&#279;, Saladien&#279;, &amp;  &#381;vinklyt&#279;, 2011), e por &uacute;ltimo, a companhia nas compras (Kiecker &amp; Hartman, 1993). De facto, o que deve ser levado em  considera&ccedil;&atilde;o &eacute; o tipo de pessoas que acompanham o consumidor na actividade de compra, por exemplo, amigos, familiares ou  desconhecidos (Luo, 2005).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Valores</i></p>     <p>Diversos estudos revelam que os valores influenciam a tomada de decis&atilde;o dos consumidores (Lins, Cavalcanti, &amp; Pereira, 2011;  Queiroga, Gouveia, Coutinho, Pessoa, &amp; Meira, 2006; Torres &amp; Alfinito, 2008; Torres &amp; Allen, 2009), pois os produtos e, como j&aacute;  referimos, as suas marcas podem representar os valores sociais e culturais do consumidor (Amyx, Bristow, &amp; Schneider, 2004). No que respeita  &agrave; compra impulsiva, particularmente, o materialismo apresenta-se como um valor em destaque por ter uma rela&ccedil;&atilde;o estreita com a  compra por impulso (Chavosh, Halimi, &amp; Namdar, 2011; Segal &amp; Podoshen, 2012; Troisi, Christopher, &amp; Marek, 2006).</p>     <p>Em suma, existem diversas vari&aacute;veis que parecem ter uma rela&ccedil;&atilde;o com a compra por impulso. O nosso estudo teve portanto o  objetivo de identificar a rela&ccedil;&atilde;o entre a compra impulsiva com as vari&aacute;veis a seguir: o sexo de perten&ccedil;a, o rendimento  familiar, a frequ&ecirc;ncia de visitas a centros comerciais, o prazer na compra, a import&acirc;ncia atribu&iacute;da &agrave; marca, a  tend&ecirc;ncia a gastar mais na companhia de amigos e os valores (ver <a href="#q1">Quadro 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="q1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v34n2/34n2a04q1.jpg" width="578" height="268"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Participantes</i></p>     <p>Participaram no estudo alunos do ensino secund&aacute;rio de uma escola p&uacute;blica localizada na cidade de Maia, distrito de Porto.  Participaram 238 adolescentes [117 rapazes e 121 raparigas, com idade m&eacute;dia de 15.43 anos, <i>DP</i>=1.76, m&iacute;nimo=13 (<i>n=</i>54) e  m&aacute;ximo=18 anos (<i>n=</i>29)], do 8&ordm; ano (<i>n</i>=101), do 10&ordm; ano (<i>n</i>=34), do 11&ordm; ano (<i>n=</i>81) e do 12&ordm; ano  (<i>n=</i>22).</p>     <p>Cerca de metade dos alunos (<i>n</i>=117: 49.16%) responderam que o rendimento familiar mensal era compreendido entre 501 e 1500 euros  (m&eacute;dia=2.42; <i>DP=</i>1.21, numa escala em que 1=at&eacute; 500 euros e 7=mais de 4500 euros). No que diz respeito &agrave;  mesada/sal&aacute;rio, 51.10% afirmaram que recebem algum tipo de mesada ou sal&aacute;rio (<i>n</i>=121), sendo o valor m&eacute;dio destes que  recebem de 53.42 euros [moda=20 euros (<i>n</i>=24); <i>DP=</i>90.63; m&iacute;nimo=5 euros (<i>n</i>=6) e m&aacute;ximo=500 euros  (<i>n</i>=3)].</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Instrumentos</i></p>     <p>Ap&oacute;s uma quest&atilde;o de associa&ccedil;&atilde;o de palavras sobre o acto de comprar, os alunos responderam a diversas escalas de  opini&atilde;o destinadas a medir as vari&aacute;veis em estudo. A seguir est&atilde;o descritos os instrumentos de medida com as suas respectivas  qualidades psicom&eacute;tricas (alfa de <i>Cronbach</i>), quando aplic&aacute;vel.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Recursos financeiros e pr&aacute;ticas sociais</i></p>     <p>Para avaliar os recursos financeiros, o respondente foi solicitado que informasse o seu rendimento familiar por m&ecirc;s (1=at&eacute; 500  euros; 2=de 501 a 1500 euros; 3=de 1501 a 2500 euros; 4=de 2501 a 3500 euros; 5=de 3501 a 4500 euros; 6=mais de 4500 euros). A frequ&ecirc;ncia de  visitas aos centros comerciais foi medida com um &uacute;nico item (<i>Quantas vezes por m&ecirc;s, em m&eacute;dia, vais a lojas ou aos centros  comerciais?</i> (0=n&atilde;o frequento; 7=sete ou mais vezes).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Impulso nas compras e prazer nas compras</i></p>     <p>Tanto a escala de Impulso nas compras (<i>Sou impulsivo(a) quando estou a comprar; Fa&ccedil;o frequentemente compras sem cuidado e depois  percebo que n&atilde;o as deveria ter feito; Deveria planear as minhas compras com mais cuidado; N&atilde;o gasto muito tempo a procurar os  melhores pre&ccedil;os)</i> como a escala de Prazer nas compras (<i>Comprar &eacute; uma actividade agrad&aacute;vel para mim; Ir &agrave;s compras  &eacute; uma das actividades mais divertidas da minha vida; O tempo que levo a comprar nas lojas &eacute; bem utilizado; Gosto de comprar s&oacute;  pela divers&atilde;o</i>) foram retiradas do <i>Consumer Style Inventory</i> (CSI) (Sproles &amp; Kendall, 1986). Cada escala &eacute; composta por  quatro itens (1=discordo totalmente; 7=concordo totalmente).</p>     <p>Relativamente ao impulso nas compras, o valor do alfa de Cronbach foi pouco satisfat&oacute;rio com os 4 itens (&alpha;=0.52). Vale ressaltar  que esta escala j&aacute; tinha apresentado problemas com o valor do alfa (&alpha;=0.55) na sua valida&ccedil;&atilde;o para amostras portuguesas  (Santos &amp; Neves, 2006). Ela tamb&eacute;m tinha apresentado problemas tanto no seu estudo inicial (&alpha;=0.48) (Sproles &amp; Kendall, 1986),  como em estudos realizados em outros pa&iacute;ses, como na &Iacute;ndia (&alpha;=0.41) (Lysonski, Srini, &amp; Zotos, 1996) e no Reino Unido  (&alpha;=0.26) (Bakewell &amp; Mitchell, 2004). Portanto, examinou-se se retirar algum item da escala aumentaria a consist&ecirc;ncia interna.  Optou-se por retirar o item N&atilde;o gasto muito tempo a procurar os melhores pre&ccedil;os, o que resultou num valor de alfa de .58. A escala  que avaliou o prazer nas compras apresentou um valor do alfa de Cronbach satisfat&oacute;rio (&alpha;=0.70), semelhante a outros resultados  encontrados em amostra portuguesa (&alpha;=0.69) (Santos &amp; Neves, 2006).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Import&acirc;ncia atribu&iacute;da &agrave; marca</i></p>     <p>A import&acirc;ncia que o adolescente atribui &agrave; marca foi avaliada atrav&eacute;s de uma quest&atilde;o: <i>Para ti, marca &eacute;</i>  (1=nada importante; 7=muito importante).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Spend more (tend&ecirc;ncia a gastar mais na presen&ccedil;a dos amigos)</i></p>     <p>Para identificar a tend&ecirc;ncia do adolescente a gastar mais na presen&ccedil;a dos amigos utilizou-se a escala elaborada por Mangleburg et  al. (2004), composta por um &uacute;nico item: <i>Gasto mais dinheiro quando compro com os/as meus/minhas amigos(as) do que quando eu compro  sozinho(a)</i> (1=discordo totalmente; 7=concordo totalmente).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Valores</i></p>     <p>Para avaliar o grau de ades&atilde;o aos valores foram utilizadas duas escalas. A primeira foi desenvolvida por Pereira, Camino e Costa (2004).  O instrumento &eacute; composto por uma lista contendo 24 valores subdivididos em quatro sistemas de valores: (1) o Sistema Materialista  (<i>Riqueza, Lucro, Status e Autoridade</i>); (2) o Sistema Religioso (<i>Obedi&ecirc;ncia &agrave;s leis de Deus, Religiosidade,  Salva&ccedil;&atilde;o da Alma e Temor a Deus</i>); (3) o Sistema Hedonista (<i>Prazer, Vida excitante, Sexualidade e Sensualidade</i>) e (4) o  sistema P&oacute;s-materialista, composto por tr&ecirc;s subsistemas, (a) Bem-Estar Social (<i>Liberdade, Igualdade, Fraternidade, e Justi&ccedil;a  Social</i>), (b) Bem-Estar Profissional (<i>Realiza&ccedil;&atilde;o Profissional, Dedica&ccedil;&atilde;o ao Trabalho, Responsabilidade e  Compet&ecirc;ncia</i>) e (c) Bem-Estar Individual (<i>Alegria, Amor, Conforto e Auto-realiza&ccedil;&atilde;o</i>). Com excep&ccedil;&atilde;o do  sistema de valores de Bem-Estar Individual (<i>&alpha;</i>=0.41), os valores do alfa de <i>Cronbach</i> foram satisfat&oacute;rios, variando de .60  a .84. Foi solicitado aos respondentes que atribu&iacute;ssem uma nota (1=menos importante; 7=mais importante) para cada valor listado.</p>     <p>A segunda escala foi usada para medir a import&acirc;ncia atribu&iacute;da &agrave;s posses (Materialismo nas compras) pelo respondente. Foi  utilizada uma escala unidimensional (<i>&alpha;</i>=0.86) composta por oito itens (Richins, 2004) (por exemplo: <i>Ficaria muito mais feliz se  pudesse comprar mais coisas; Admiro pessoas que possuem casas, carros e roupas caras</i>), (1=discordo totalmente; 7=concordo totalmente).</p>     <p>Foram tamb&eacute;m recolhidos dados sociodemogr&aacute;ficos (idade, ano escolar, sexo, religi&atilde;o, rendimento familiar, recebimento ou  n&atilde;o da mesada/sal&aacute;rio, valor m&eacute;dio da mesada/sal&aacute;rio caso exista).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimento</i></p>     <p>Primeiramente, foi estabelecido um contacto com uma professora da escola, que se disponibilizou para ajudar com a recolha de dados. Depois, foi  enviada uma carta &agrave; direc&ccedil;&atilde;o da escola solicitando a autoriza&ccedil;&atilde;o para a aplica&ccedil;&atilde;o do  inqu&eacute;rito com os alunos. Com a autoriza&ccedil;&atilde;o aprovada, a professora entrou em contacto com os outros professores da escola para  combinar o melhor momento da aula para aplicar os inqu&eacute;ritos.</p>     <p>Os inqu&eacute;ritos foram aplicados de forma colectiva, utilizando-se um procedimento padr&atilde;o em que a equipa de colaboradores foi  previamente treinada e orientada para intervir o m&iacute;nimo poss&iacute;vel nas respostas dadas pelos respondentes, minimizando, assim, a  possibilidade de vi&eacute;s de resposta. No in&iacute;cio da sess&atilde;o, os participantes foram informados acerca do anonimato e sigilo da  investiga&ccedil;&atilde;o e foi garantido o car&aacute;cter volunt&aacute;rio da participa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Os alunos foram orientados relativamente ao preenchimento do inqu&eacute;rito, e o tempo de resposta foi de aproximadamente trinta e cinco  minutos. Os inqu&eacute;ritos foram aplicados no m&ecirc;s de Maio de 2012. O projecto de pesquisa foi submetido e aprovado pela Comiss&atilde;o de  &Eacute;tica da Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias das Educa&ccedil;&atilde;o (FPCEUP) da Universidade do Porto.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Resultados e discuss&atilde;o</b></p>     <p>Come&ccedil;ou-se por examinar se os rapazes e as raparigas diferiam na impulsividade nas compras, e o teste de <i>t de Student</i> n&atilde;o  revelou uma diferen&ccedil;a significativa entre as m&eacute;dias (rapazes: 3.17; raparigas: 3.43), <i>t</i>(236)=1.60, <i>ns</i>. Com o objectivo  de identificar as rela&ccedil;&otilde;es entre as vari&aacute;veis do estudo e a impulsividade nas compras, foram ent&atilde;o calculadas as  correla&ccedil;&otilde;es <i>r</i> de <i>Pearson</i> com estas vari&aacute;veis (ver <a href="#q2">Quadro 2</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="q2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v34n2/34n2a04q2.jpg" width="575" height="266"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>No que diz respeito &agrave; disponibilidade de recursos financeiros e pr&aacute;ticas sociais, podemos observar que o rendimento  familiar n&atilde;o apresentou uma correla&ccedil;&atilde;o significativa com a impulsividade nas compras e que existe uma correla&ccedil;&atilde;o  positiva na frequ&ecirc;ncia de visitas a centros comerciais por m&ecirc;s, <i>r</i>=0.25; <i>p</i>&lt;0.001. Relativamente &agrave;s  vari&aacute;veis de consumo, h&aacute; correla&ccedil;&otilde;es positivas entre o impulso nas compras e o prazer nas compras, <i>r</i>=0.29;  <i>p</i>&lt;0.001, e a import&acirc;ncia atribu&iacute;da &agrave; marca, <i>r</i>=0.26; <i>p</i>&lt;0.001.</p>     <p>No que diz respeito &agrave;s vari&aacute;veis de influ&ecirc;ncia grupal, nomeadamente, a tend&ecirc;ncia a gastar mais na presen&ccedil;a de  amigos (<i>spend more</i>), observa-se uma fraca correla&ccedil;&atilde;o positiva<sup>1</sup>, <i>r</i>=0.19; <i>p</i>&lt;0.001. Por fim, no que  diz respeito aos valores, observou-se uma correla&ccedil;&atilde;o negativa muito fraca entre o impulso nas compras e os valores de bem-estar  profissional, <i>r</i>=0-.13; <i>p</i>=0.041, e uma correla&ccedil;&atilde;o positiva moderada entre o impulso nas compras e o materialismo nas  compras, <i>r</i>=0.39; <i>p</i>&lt;0.001.</p>     <p>Por conseguinte, e em conformidade com as nossas expectativas, diversas vari&aacute;veis apresentaram uma rela&ccedil;&atilde;o com o  comportamento de compra impulsiva. Por&eacute;m, os resultados obtidos n&atilde;o confirmam inteiramente a literatura.</p>     <p>Primeiramente, o impulso nas compras n&atilde;o foi influenciado pelo sexo de perten&ccedil;a dos alunos, apesar de v&aacute;rios estudos  indicarem que o p&uacute;blico feminino compra mais por impulso do que o p&uacute;blico masculino (Ekeng, Lifu, &amp; Asinya, 2012; Grewal, Baker,  Levy, &amp; Voss, 2003). Parece-nos, contudo, que esta diferen&ccedil;a entre os sexos poder&aacute; ser mais comumente observada na fase adulta,  em que as mulheres passam mais tempo do que os homens a fazer compras, o que contribui para realizar compras por impulso, ou quando os desejos de  consumo do p&uacute;blico masculino passam a visar produtos de valor mais elevados (carros e aparelhos electr&oacute;nicos) que n&atilde;o podem  ser comprados facilmente por impulso. Ser&aacute; necess&aacute;rio conduzir outros estudos com o p&uacute;blico adolescente a fim de verificar a  consist&ecirc;ncia destes resultados, ou realizar investiga&ccedil;&otilde;es longitudinais que avaliem a tend&ecirc;ncia a comprar por impulso  desde a adolesc&ecirc;ncia at&eacute; a fase adulta.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Por sua vez, n&atilde;o se observaram correla&ccedil;&otilde;es significativas entre a compra por impulso e o rendimento familiar. Este  resultado pode ser devido &agrave; escala utilizada para avaliar o rendimento familiar, cuja vari&acirc;ncia n&atilde;o foi muito grande. Cerca de  90% (<i>n</i>=209) dos adolescentes seleccionaram as tr&ecirc;s primeiras op&ccedil;&otilde;es de resposta de uma escala de 6 pontos, e metade dos  respondentes (52%; <i>n</i>=124) assinalaram apenas uma &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o (de 500 a 1500 euros). Acreditamos que o facto de ter  encontrado uma vari&acirc;ncia pequena poder&aacute; reflectir as caracter&iacute;sticas socioecon&oacute;micas dos pais dos alunos do distrito  onde a escola est&aacute; situada: os rendimentos est&atilde;o realmente localizados dentro da faixa de valores indicados pelos adolescentes,  raz&atilde;o pela qual a escala n&atilde;o apresenta vari&acirc;ncia. Neste caso, pode ter havido um problema das unidades de medida da escala  utilizada, que devia ter definido unidades de medidas menores (por exemplo, de 500 em 500 euros), de forma a obter-se uma vari&acirc;ncia maior.</p>     <p>Relativamente &agrave; an&aacute;lise relacional do comportamento de compra por impulso e as pr&aacute;ticas sociais, observ&aacute;mos apenas  uma correla&ccedil;&atilde;o significativa e positiva entre a compra por impulso e a frequ&ecirc;ncia de visitas a centros comerciais, corroborando  estudos anteriores (Foroughi, Buang, &amp; Sherilou, 2011; Lins &amp; Pereira, 2011).</p>     <p>No que respeita &agrave;s vari&aacute;veis de consumo, o prazer nas compras foi a vari&aacute;vel que teve a segunda correla&ccedil;&atilde;o  mais alta das vari&aacute;veis em estudo, depois do materialismo nas compras, confirmando estudos anteriores que investigaram a estreita  rela&ccedil;&atilde;o entre o prazer vivenciado na hora da compra e a compra impulsiva (Arocas, 2000; Beatty &amp; Ferrell, 1998; Kalla &amp;  Arora, 2011; Masouleh, Pazhang, &amp; Moradi, 2012). Assim, quanto mais o adolescente estiver emocionalmente envolvido com a actividade de compra,  maior ser&aacute; a tend&ecirc;ncia &agrave; realizar compras por impulso (Lin &amp; Chuang, 2005). A impulsividade do consumidor parece de facto  estar ligada &agrave; procura de gratifica&ccedil;&atilde;o de natureza notavelmente emocional (Youn &amp; Faber, 2002). Visto que a compra  impulsiva &eacute; um comportamento t&iacute;pico dos jovens que est&atilde;o inseridos na sociedade de consumo, caracterizada pela procura da  satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal atrav&eacute;s da aquisi&ccedil;&atilde;o de bens e pelos valores hed&oacute;nicos, esperava-se uma  rela&ccedil;&atilde;o positiva entre a impulsividade na compra e a procura de prazer (Arocas et al., 2004).</p>     <p>Tamb&eacute;m foram encontradas correla&ccedil;&otilde;es entre a compra por impulso e a import&acirc;ncia atribu&iacute;da &agrave; marca. Este  resultado sugere que ter uma atitude positiva para uma determinada marca pode levar ao desejo de adquiri-la, fazendo o adolescente ficar mais  propenso &agrave; ser impulsivo na compra quando face aos produtos da marca.</p>     <p>As correla&ccedil;&otilde;es encontradas relativamente &agrave;s vari&aacute;veis de influ&ecirc;ncia grupal, nomeadamente, a tend&ecirc;ncia a  gastar mais na presen&ccedil;a dos amigos, tamb&eacute;m corroboram estudos anteriores (Mangleburg et al., 2004), confirmando que a presen&ccedil;a  dos amigos no acto de compra &eacute; um facilitador da realiza&ccedil;&atilde;o de compras impulsivas.</p>     <p>Relativamente ao &uacute;ltimo grupo de vari&aacute;veis, os valores, verificou-se uma correla&ccedil;&atilde;o negativa entre os valores de  bem-estar profissional, e uma correla&ccedil;&atilde;o positiva com o materialismo nas compras. Para compreender a rela&ccedil;&atilde;o negativa  entre os valores de bem-estar profissional e o impulso nas compras, poder&iacute;amos levantar a hip&oacute;tese de que esta rela&ccedil;&atilde;o  acontece devido &agrave; actual crise econ&oacute;mica, que provocou o aumento do &iacute;ndice de desemprego, fazendo com que as pessoas que mais  se preocupem com a estabilidade financeira s&atilde;o tamb&eacute;m mais cautelosas e menos impulsivas na hora de realizar as suas compras.</p>     <p>Em suma, o materialismo e o prazer nas compras s&atilde;o as vari&aacute;veis que apresentaram as correla&ccedil;&otilde;es mais elevadas de  todas vari&aacute;veis em estudo, corroborando os resultados encontrados em estudos anteriores (Segal &amp; Podoshen, 2012; Troisi, Christopher,  &amp; Marek, 2006).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Considera&ccedil;&otilde;es finais</b></p>     <p>A actual sociedade de consumo contribui para o desenvolvimento de comportamentos de compra que visam n&atilde;o apenas possuir objectos e  produtos utilit&aacute;rios, mas sim objectos e produtos que, aparentemente, conferem estatuto, sucesso ou bem-estar (Dittmar, 2011). A  investiga&ccedil;&atilde;o conduzida na psicologia do consumo &eacute; portanto abundante, e a problem&aacute;tica da compra por impulso constitui  uma das vertentes bastante exploradas deste dom&iacute;nio de investiga&ccedil;&atilde;o (Muruganantham &amp; Bhakat, 2013). Os trabalhos  desenvolvidos com diferentes segmentos populacionais identificaram um grande n&uacute;mero de vari&aacute;veis que habitualmente s&atilde;o  associadas a este comportamento.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na an&aacute;lise dos factores que t&ecirc;m rela&ccedil;&atilde;o com a compra por impulso, verific&aacute;mos rela&ccedil;&otilde;es positivas  em quase todas as vari&aacute;veis em estudo, correspondendo &agrave; nossa expectativa inicial. Contudo, a maioria das correla&ccedil;&otilde;es  encontradas foram baixas, particularmente no que respeita aos valores, apesar da estreita rela&ccedil;&atilde;o existente entre o comportamento de  compra e os valores pessoais. Seria portanto importante aprofundar estes resultados em estudos futuros.</p>     <p>Verificaram-se correla&ccedil;&otilde;es mais elevadas entre a compra por impulso e as vari&aacute;veis directamente relacionadas ao  comportamento de compra, como a frequ&ecirc;ncia das visitas aos centros comerciais, a import&acirc;ncia atribu&iacute;da &agrave; marca, a  tend&ecirc;ncia a gastar mais na presen&ccedil;a dos amigos, o prazer nas compras e o materialismo nas compras. As duas &uacute;ltimas  vari&aacute;veis apresentaram correla&ccedil;&otilde;es moderadas e parecem, de facto, desempenhar um papel significativo no comportamento da  compra por impulso (Arocas et al., 2004; Hausman, 2000; Lins &amp; Poeschl, 2013).</p>     <p>O materialismo na compra, em particular, destaca-se como a vari&aacute;vel mais influente da impulsividade nas compras. Este resultado &eacute;  consistente com a observa&ccedil;&atilde;o que os adolescentes tendem a ser mais materialistas do que os adultos (Chaplin &amp; John, 2010), ou  seja, tendem a considerar a posse dos bens materiais como um aspecto central das suas vidas e da sua identidade pessoal (Richins, 1994). De facto,  a gera&ccedil;&atilde;o atual de adolescentes &eacute; mais direcionada para o consumo de marcas, mais envolvida com os h&aacute;bitos de compra,  e mais materialista em compara&ccedil;&atilde;o com as gera&ccedil;&otilde;es anteriores (Schor, 2004).</p>     <p>Devido &agrave; vulnerabilidade e &agrave; suscetibilidade &agrave; influ&ecirc;ncia interpessoal t&iacute;pica desta faixa et&aacute;ria, a  aquisi&ccedil;&atilde;o de bens de consumo passa a ser uma ferramenta de constru&ccedil;&atilde;o identit&aacute;ria deste p&uacute;blico. Sabendo  que elevados n&iacute;veis de materialismo est&atilde;o associados a baixos graus de bem-estar psicol&oacute;gico e de satisfa&ccedil;&atilde;o com  a vida (Dittmar, Bond, Hurst, &amp; Kasser, 2014), podemos estar a lidar ou com os adolescentes mais materialistas da hist&oacute;ria, ou,  alternativamente, com a gera&ccedil;&atilde;o de adolescentes mais insatisfeita com a vida e com mais perturba&ccedil;&otilde;es no bem-estar  psicol&oacute;gico. Neste sentido, vari&aacute;veis como a autoestima e o bem-estar poder&atilde;o exercer alguma influ&ecirc;ncia na  rela&ccedil;&atilde;o entre estas vari&aacute;veis.</p>     <p>For&ccedil;a &eacute; de constatar que a psicologia do consumidor, com o seu interface com o marketing e com a comunica&ccedil;&atilde;o  social, &eacute; uma &aacute;rea em plena expans&atilde;o. Como express&atilde;o do seu crescimento nos &uacute;ltimos anos, podemos mencionar o  lan&ccedil;amento do primeiro <i>Handbook of Consumer Psychology</i> em 2008, incluindo diversos temas relacionados ao consumo, como o  processamento de informa&ccedil;&otilde;es, a tomada de decis&atilde;o, o bem-estar, entre outros. Tamb&eacute;m &eacute; importante notar que a  identifica&ccedil;&atilde;o das diversas fontes de influ&ecirc;ncia sobre o comportamento de compra, como os aspectos emocionais (prazer nas  compras), as caracter&iacute;sticas dos produtos (marca), o facto de comprar em companhia de outras pessoas (amigos), por exemplo, tem  aplica&ccedil;&otilde;es directas nas campanhas de publicidade e de marketing.</p>     <p>Contudo, apesar do grande n&uacute;mero de investiga&ccedil;&otilde;es sobre a compra impulsiva, pouco espa&ccedil;o foi destinado a este tema  no <i>Handbook of Consumer Psychology,</i> sugerindo que ainda existe um amplo campo de investiga&ccedil;&atilde;o a percorrer. Por exemplo, a  maioria das escalas que avaliam a compra por impulso s&atilde;o primeiramente elaboradas nos Estados Unidos, e depois validadas em outros  pa&iacute;ses (Sharma, 2005). Seria, portanto, importante desenvolver instrumentos de medida da compra por impulso baseada nas realidades locais.  Estudos qualitativos sobre a compra por impulso tamb&eacute;m s&atilde;o escassos (Herabadi, Verplanken, &amp; van Knippenberg, 2009), assim, um  outro caminho de investiga&ccedil;&atilde;o para o estudo da compra impulsiva seria a realiza&ccedil;&atilde;o de estudos qualitativos com a  utiliza&ccedil;&atilde;o de entrevistas e <i>focus groups</i>.</p>     <p>No que respeita mais precisamente ao nosso estudo, os seus principais limites s&atilde;o de ter sido realizado com uma amostra de  conveni&ecirc;ncia, o que n&atilde;o permite a generaliza&ccedil;&atilde;o dos resultados. Para al&eacute;m disso, ele foi conduzido por  question&aacute;rio em sala de aulas enquanto seria desej&aacute;vel aplicar os question&aacute;rios no pr&oacute;prio local de compra (como lojas  e centros comerciais) a fim de se obter uma melhor percep&ccedil;&atilde;o do comportamento do consumidor no ambiente de compra. Realizar  investiga&ccedil;&otilde;es <i>in loco</i> permitiria compreender melhor os v&aacute;rios est&aacute;dios do processo de compra, as atitudes em  rela&ccedil;&atilde;o a uma categoria de produtos ou marcas, e identificar os aspectos do ponto de venda que contribuem para a  realiza&ccedil;&atilde;o de compras impulsivas (Park &amp; Choi, 2013).</p>     <p>Consideramos que a compra por impulso merece a maior aten&ccedil;&atilde;o dado que &eacute; um comporta mento exercido por uma grande  percentagem da popula&ccedil;&atilde;o e que o aumento da frequ&ecirc;ncia do comportamento impulsivo na compra pode levar &agrave; compra  compulsiva, que, como o sublinham Faber e O&rsquo;Guinn (2008), encontra na constante vontade de comprar a principal forma de compensar uma  ansiedade excessiva.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Adelaar, T., Chang, S., Lancendorfer, K., Lee, B., &amp; Marimoto, M. (2003). Effects of media formats on emotions and impulse buying intent.  <i>Journal of Information Technology, 18</i>, 247-266. doi: 10.1080/0268396032000150799&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020951&pid=S0870-8231201600020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Alag&ouml;z, S., &amp; Ekici, N. (2011). Impulse purchasing as a purchasing behaviour and research on Karaman. <i>International Research Journal  of Finance &amp; Economics, 66</i>, 172-180.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020952&pid=S0870-8231201600020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Amyx, D., Bristow, D., &amp; Schneider, K. (2004). A cross cultural comparison of consumer tendencies and subsequent communication implications.  <i>Marketing Management Journal, 14</i>(2), 43-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020954&pid=S0870-8231201600020000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Arnould, E., Price, L., &amp; Zinkhan, G. (2004). <i>Consumers</i>. Boston: McGraw-Hill.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020956&pid=S0870-8231201600020000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Arocas, R. (2000). <i>Diferencias entre la compra por impulso y la compra patol&oacute;gica.</i> Paper presented at the 1&ordm;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020958&pid=S0870-8231201600020000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Seminario  Nacional Sobre Adicci&oacute;n a Las Compras, Val&ecirc;ncia, Espanha.</p>     <!-- ref --><p>Arocas, R., Arrieta, S., &amp; Botero, M. (2004). La compra impulsiva y el materialismo en los j&oacute;venes estudio exploratorio en  estudiantes universitarios de Barranquilla (Colombia). <i>Psicolog&iacute;a desde el Caribe: Revista del Programa de Piscolog&iacute;a de la  Universidad del Norte, 14</i>, 1-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020960&pid=S0870-8231201600020000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bakewell, C., &amp; Mitchell, V. (2004). Male consumer decision-making styles. <i>The International Review of Retail, Distribution and Consumer  Research, 14</i>, 223-240. doi: 10.1080/0959396042000178205&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020962&pid=S0870-8231201600020000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Beatty, S., &amp; Ferrell, M. (1998). Impulse buying: Modeling its precursors. <i>Journal of Retailing, 74</i>, 169-191.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020963&pid=S0870-8231201600020000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bellenger, D., Robertson, D., &amp; Hirschman, E. (1978). Impulse buying varies by product. <i>Journal of Advertising Research, 18</i>(6),  15-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020965&pid=S0870-8231201600020000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Cardoso, P., Costa, H., &amp; Novais, L. (2009). Inovadores e seguidores &ndash; Uma an&aacute;lise dos jovens consumidores de produtos de moda  e vestu&aacute;rio. <i>Revista da Faculdade de Ci&ecirc;ncias Humanas e Sociais, 6</i>, 50-58.</p>     <!-- ref --><p>Cardoso, P., Costa, H., &amp; Novais, L. (2010). Fashion consumer profiles in the portuguese market: Involvement, innovativeness,  self-expression and impulsiveness as segmentation criteria. <i>International Journal of Consumer Studies, 34</i>, 638-647. doi:  10.1111/j.1470-6431.2010.00891.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020968&pid=S0870-8231201600020000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Chan, K. (2006). Young consumers and perception of brands in Hong Kong: A qualitative study. <i>Journal of Product &amp; Brand Management,  15</i>, 416-426. doi: 10.1108/10610420610712793&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020969&pid=S0870-8231201600020000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Chaplin, L., &amp; John, D. (2010). Interpersonal influences on adolescent materialism: A new look at the role of parents and peers. <i>Journal  of Consumer Psychology, 20</i>, 176-184. doi: 10.1016/j.jcps.2010.02.002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020970&pid=S0870-8231201600020000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Chaplin, L., &amp; Roedder-John, D. (2007). Growing up in a material world: Age differences in materialism in children and adolescents.  <i>Journal of Consumer Research, 34</i>, 480-493.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020971&pid=S0870-8231201600020000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Chavosh, A., Halimi, A., &amp; Namdar, J. (2011). The contribution of product and consumer characteristics to consumer&rsquo;s impulse buying  behaviour in Singapore. <i>2011 International Conference of Social Science and Humanity, 5</i>, 248-252.</p>     <!-- ref --><p>&#268;injarevi&#263;, M., Tati&#263;, K., &amp; Petri&#263;, S. (2011). See it, like it, buy it!. Hedonic shopping motivations and impulse  buying. <i>Economic Review: Journal of Economics and Business, 9</i>, 1-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020974&pid=S0870-8231201600020000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cohen, J. (1988). <i>Statistical power analysis for the behavioral sciences</i>. Hillsdale: Erlbaum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020976&pid=S0870-8231201600020000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Coley, A. (2002). <i>Affective and cognitive processes involved in impulse buying</i>. Master of Science, University of Georgia, Athens.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020978&pid=S0870-8231201600020000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Correia, M. (2011). <i>Compra impulsiva nos centros comerciais portugueses: Influ&ecirc;ncia das caracter&iacute;sticas ambientais e  pessoais</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Marketing, Universidade T&eacute;cnica de Lisboa, Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020980&pid=S0870-8231201600020000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cottet, P., Lichtl&eacute;, M., &amp; Plichon, V. (2006). The role of value in services: A study in a retail environment. <i>Journal of Consumer  Marketing, 23</i>, 219-227.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020982&pid=S0870-8231201600020000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Davis, R., &amp; Sajtos, L. (2009). Anytime, anywhere: Measuring the ubiquitous consumer&rsquo;s impulse purchase behavior. <i>International  Journal of Mobile Marketing, 4</i>, 15-22.</p>     <!-- ref --><p>Dion, D. (2004). Personal control and coping with retail crowding. <i>International Journal of Service Industry Management, 15</i>, 250-263.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020985&pid=S0870-8231201600020000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Dittmar, H. (2011). <i>Consumer culture, identity and well-being: The search for the &lsquo;good life&rsquo; and the &lsquo;body  perfect&rsquo;</i>. New York: Psychology Press.</p>     <!-- ref --><p>Dittmar, H., Bond, R., Hurst, M., &amp; Kasser, T. (2014). The relationship between materialism and personal well-being: A meta-analysis.  <i>Journal of personality and social psychology, 107</i>, 879-974. doi: 10.1037/a0037409&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020988&pid=S0870-8231201600020000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Dittmar, H., &amp; Pepper, L. (1994). To have is to be: Materialism and person perception in working-class and middle-class british adolescents.  <i>Journal of Economic Psychology, 15</i>, 233-251. doi: 10.1016/0167-4870(94)90002-7&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020989&pid=S0870-8231201600020000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Donovan, R., Rossiter, J., Marcoolyn, G., &amp; Nesdale, A. (1994). Store atmosphere and pruchasing behavior. <i>Journal of Retailing, 70</i>,  283-294.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020990&pid=S0870-8231201600020000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ekeng, A., Lifu, F., &amp; Asinya, F. (2012). Effect of demographic characteristics on consumer impulse buying among consumers of Calabar  municipality, cross river state. <i>Academic Research International, 3</i>, 568-574.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020992&pid=S0870-8231201600020000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Faber, R. J., &amp; O&rsquo;Guinn, T. C. (2008). Compulsive buying: Review and reflection. In C. P. Haugtvedt, P. M. Herr, &amp; F. R. Kardes  (Eds.), <i>Handbook of consumer psychology</i> (pp. 1039-1056). New York: Lawrence Erlbaum Associates.</p>     <p>Fernandes, P., &amp; Veiga, F. (2006). <i>Impulsividade do consumidor na compra</i>. Paper presented at the Simp&oacute;sio Internacional  Activa&ccedil;&atilde;o do Desenvolvimento Psicol&oacute;gico. Aveiro: Universidade de Aveiro.</p>     <!-- ref --><p>Foroughi, A., Buang, N., &amp; Sherilou, M. (2011). <i>Exploring impulse buying behavior among iranian tourists in Malaysia (case study)</i>.  Paper presented at the 2<sup>nd </sup>International Conference on Business and Economic Research (2<sup>nd </sup>ICBER 2011),    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020996&pid=S0870-8231201600020000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Penang.</p>     <!-- ref --><p>G&#261;siorowska, A. (2011). Gender as a moderator of temperamental causes of impulse buying tendency. <i>Journal of Customer Behaviour, 10</i>,  119-142. doi: 10.1362/147539211X589546&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020998&pid=S0870-8231201600020000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Goldberg, M., Gorn, G., Peracchio, L., &amp; Bamossy, G. (2003). Understanding materialism among youth. <i>Journal of Consumer Psychology,  13</i>, 278-288.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=020999&pid=S0870-8231201600020000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Granbois, D. (1968). Improving the study of customer in-store behavior. <i>Journal of Marketing, 32</i>(4), 28-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021001&pid=S0870-8231201600020000400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Grewal, D., Baker, J., Levy, M., &amp; Voss, G. (2003). The effects of wait expectations and store atmosphere evaluations on patronage  intentions in service-intensive retail stores. <i>Journal of Retailing, 79</i>, 259-268. doi: 10.1016/j.jretai.2003.09.006&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021003&pid=S0870-8231201600020000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Harmancioglu, N., Finney, R., &amp; Joseph, M. (2009). Impulse purchase of new products: An empirical analysis. <i>Journal of Product &amp;  Brand Management, 18</i>, 27-37. doi: 10.1108/10610420910933344&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021004&pid=S0870-8231201600020000400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hausman, A. (2000). A multi-method investigation of consumer motivations in impulse buying behavior. <i>Journal of Consumer Marketing, 17</i>,  403-426.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021005&pid=S0870-8231201600020000400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Herabadi, A., Verplanken, B., &amp; van Knippenberg, A. (2009). Consumption experience of impulse buying in Indonesia: Emotional arousal and  hedonistic considerations. <i>Asian Journal of Social Psychology, 12</i>, 20-31. doi: 10.1111/j.1467-839X.2008.01266.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021007&pid=S0870-8231201600020000400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Holbrook, M., &amp; Hirschman, E. (1982). The experiential aspects of consumption: Consumer fantasies, feelings, and fun. <i>Journal of Consumer  Research, 9</i>, 132-140.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021008&pid=S0870-8231201600020000400038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Jensen, F., &amp; Nutt, A. (2015). <i>The teenage brain: A neuroscientist&rsquo;s survival guide to raising adolescents and young adults</i>.  New York: Harper.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Jian-guo, W., &amp; De-li, Y. (2011). Research on transitional culture on impulse buying intention in Mainland China. In D. Jin &amp; S. Lin  (Eds.), <i>Advances in computer science, intelligent system and environment</i> (Vol. 1, pp. 677-681). Berlin, Heidelberg: Springer Verlag.</p>     <!-- ref --><p>Jones, M., Reynolds, K., Weun, S., &amp; Beatty, S. (2003). The product-specific nature of impulse buying tendency. <i>Journal of Business  Research, 56</i>, 505-511. doi: 10.1016/S0148-2963(01)00250-8&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021012&pid=S0870-8231201600020000400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kacen, J., Hess, J., &amp; Walker, D. (2012). Spontaneous selection: The influence of product and retailing factors on consumer impulse  purchases. <i>Journal of Retailing and Consumer Services, 19</i>, 578-588. doi: 10.1016/j.jretconser.2012.07.003&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021013&pid=S0870-8231201600020000400042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kalla, S., &amp; Arora, A. (2011). Impulse buying: A literature review. <i>Global Business Review, 12</i>, 145-157. doi:  10.1177/097215091001200109&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021014&pid=S0870-8231201600020000400043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Karsaklian, E. (2004). <i>Comportamento do consumidor</i>. S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021015&pid=S0870-8231201600020000400044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kiecker, P., &amp; Hartman, C. (1993). <i>Purchase pal use: Why buyers choose to shop with others.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021017&pid=S0870-8231201600020000400045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i> Paper presented at the 1993 AMA winter  educators conference proceedings, Chicago.</p>     <!-- ref --><p>Lai, C. (2010). How financial attitudes and practices influence the impulsive buying behavior of college and university students. <i>Social  Behavior &amp; Personality: An International Journal, 38</i>, 373-380. doi: 10.2224/sbp.2010.38.3.373&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021019&pid=S0870-8231201600020000400046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Lin, C., &amp; Chuang, S. (2005). The effect of individual differences on adolescents&rsquo; impulsive buying behavior. <i>Adolescence,  40</i>(159), 551-558.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Lin, Y., &amp; Chen, C. (2012). Adolescents&rsquo; impulse buying: Susceptibility to interpersonal influence and fear of negative evaluation.  <i>Social Behavior and Personality, 40</i>, 353-358. doi: 10.2224/sbp.2012.40.3.353</p>     <!-- ref --><p>Lins, S. (2012). Life satisfaction: Impulsive buying behaviour and gender. In P. Zahr&aacute;dka &amp; R. Sedl&aacute;kov&aacute; (Eds.),  <i>New perspectives on consumer culture theory and research</i> (pp. 164-178). Newcastle: Cambridge Scholars Publishing.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021022&pid=S0870-8231201600020000400049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Lins, S., Cavalcanti, C., &amp; Pereira, R. (2011). Valores humanos e comportamento ecol&oacute;gico de universit&aacute;rios brasileiros e  portugueses. <i>Revista EDUCAMAZ&Ocirc;NIA &ndash; Educa&ccedil;&atilde;o Sociedade e Meio Ambiente, 1</i>(6), 42-74. Humait&aacute;.</p>     <!-- ref --><p>Lins, S., &amp; Pereira, R. (2011). Comprou sem querer?. Entenda o porqu&ecirc;!. <i>RGBN - Revista Brasileira de Gest&atilde;o e  Neg&oacute;cios, 13</i>(41), 376-395.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021025&pid=S0870-8231201600020000400051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Lins, S., &amp; Poeschl, G. (2013). Fatores influenciadores do comportamento de compra por impulso em adolescentes brasileiros &ndash; Um estudo  explorat&oacute;rio. In C. Andrade, D. Garcia, S. Fernandes, T. Palma, V. Silva, M. Monteiro, &amp; P. Castro (Eds.), <i>Percursos de  investiga&ccedil;&atilde;o em psicologia social e organizacional</i> (Vol. 5, pp. 53-73). Lisboa: S&iacute;labo.</p>     <!-- ref --><p>Lucas, M., &amp; Koff, E. (2014). The role of impulsivity and of self-perceived attractiveness in impulse buying in women. <i>Personality &amp;  Individual Differences, 56</i>, 111-115. doi: 10.1016/j.paid.2013.08.032&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021028&pid=S0870-8231201600020000400053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Luo, X. (2005). How does shopping with others influence impulsive purchasing?. <i>Journal of Consumer Psychology, 15</i>, 288-294. doi:  10.1207/s15327663jcp1504_3&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021029&pid=S0870-8231201600020000400054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lysonski, S., Srini , D., &amp; Zotos, Y. (1996). Consumer decision-making styles: A multi-country investigation. <i>European Journal of  Marketing, 30</i>(12), 10-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021030&pid=S0870-8231201600020000400055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Mangleburg, T., Doney, P., &amp; Bristol, T. (2004). Shopping with friends and teens&rsquo; susceptibility to peer influence. <i>Journal of  Retailing, 80</i>, 101-116. doi: 10.1016/j.jretai.2004.04.005</p>     <p>Mangleburg, T., Grewal, D., &amp; Bristol, T. (1997). Socialization, gender, and adolescent&rsquo;s self-reports of their generalized use of  product labels. <i>Journal of Consumer Affairs, 31</i>, 255-279. doi: 10.1111/j.1745-6606.1997.tb00391.x</p>     <!-- ref --><p>Masouleh, S., Pazhang, M., &amp; Moradi, J. (2012). What is impulse buying?. An analytical network processing framework for prioririzing factors  affecting impulse buying. <i>Management Science Letters, 2</i>, 1053-1064. doi: 10.5267/j.msl.2012.03.016&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021034&pid=S0870-8231201600020000400058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mattila, A., &amp; Wirtz, F. (2008). The role of store environmental stimulation on impulse purchasing. <i>Journal of Services Marketing, 22</i>, 562-567. doi: 10.1108/08876040810909686&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021035&pid=S0870-8231201600020000400059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Muruganantham, G., &amp; Bhakat, R. (2013). A review of impulse buying behavior. <i>International Journal of Marketing Studies, 5</i>, 149-160.  doi: 10.5539/ijms.v5n3p149&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021036&pid=S0870-8231201600020000400060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Palaio, R. (2011). <i>Brand equity: Um estudo sobre a marca apple</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade de Coimbra,  Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021037&pid=S0870-8231201600020000400061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Park, E., Kim, E., &amp; Forney, J. (2006). A structural model of fashion-oriented impulse buying behavior. <i>Journal of Fashion Marketing and  Management, 10</i>, 433-446. doi: 10.1108/13612020610701965&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021039&pid=S0870-8231201600020000400062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Park, J., &amp; Choi, E. (2013). Consequences of impulse buying cross-culturally: A qualitative study. <i>International Journal of Software  Engineering and its Applications, 7</i>, 247-260.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021040&pid=S0870-8231201600020000400063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pereira, C., Camino, L., &amp; Costa, J. (2004). An&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria do Question&aacute;rio de Valores  Psicossociais-QVP24. <i>Estudos de Psicologia, 9</i>, 505-512. doi: 10.1590/S1413-294X2004000300013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021042&pid=S0870-8231201600020000400064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Queiroga, F., Gouveia, V., Coutinho, M., Pessoa, V., &amp; Meira, M. (2006). Inten&ccedil;&atilde;o de comportamento socialmente  respons&aacute;vel do consumidor: Sua rela&ccedil;&atilde;o com os valores humanos b&aacute;sicos. <i>Psico-USF, 11</i>, 239-248.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021043&pid=S0870-8231201600020000400065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Rhee, J., &amp; Johnson, K. (2012). Predicting adolescents&rsquo; apparel brand preferences. <i>Journal of Product &amp; Brand Management,  21</i>, 255-264. doi: 10.1108/10610421211246667</p>      <!-- ref --><p>Richins, M. (1994). Special possessions and the expression of material values. <i>Journal of Consumer Research, 21</i>, 522-533.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021046&pid=S0870-8231201600020000400067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Richins, M. (2004). The material values scale: Measurement properties and development of a short form. <i>Journal of Consumer Research, 31</i>,  209-219.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021048&pid=S0870-8231201600020000400068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Roberts, J., &amp; Manolis, C. (2012). Cooking up a recipe for self-control: The three ingredients of self-control and its impact on impulse  buying. <i>Journal of Marketing Theory &amp; Practice, 20</i>, 173-188.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021050&pid=S0870-8231201600020000400069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Rook, D. (1987). The buying impulse. <i>Journal of Consumer Research, 14</i>, 189-199.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021052&pid=S0870-8231201600020000400070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Rook, D., &amp; Fisher, R. (1995). Normative influences on impulsive buying behavior. <i>Journal of Consumer Research, 22</i>, 305-313. doi:  10.1086/209452&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021054&pid=S0870-8231201600020000400071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Santos, F., &amp; Neves, M. (2006). Estilos de decis&atilde;o de consumidor com uma amostra portuguesa. In P. Cardoso, S. Gaio, &amp; J. Seoane  (Eds.), <i>Jovens, marcas e estilos de vida</i> (pp. 47-59). Porto: Edi&ccedil;&otilde;es Universidade Fernando Pessoa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021055&pid=S0870-8231201600020000400072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schoen-Ferreira, T., Aznar-Farias, M., &amp; Silvares, E. (2003). A constru&ccedil;&atilde;o da identidade em adolescentes: Um estudo  explorat&oacute;rio. <i>Estudos de Psicologia, 8</i>, 107-115.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021057&pid=S0870-8231201600020000400073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schor, J. (2004). <i>Born to buy</i>. New York: Scribner.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021059&pid=S0870-8231201600020000400074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Segal, B., &amp; Podoshen, J. (2012). An examination of materialism, conspicuous consumption and gender differences. <i>International Journal of  Consumer Studies, 37</i>, 189-198. doi: 10.1111/j.1470-6431.2012. 01099.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021061&pid=S0870-8231201600020000400075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Serra, E. (1996). <i>Los efectos rec&iacute;procos de las extensiones de marca: Un an&aacute;lisis emp&iacute;rico de sus determinantes</i>.  Tesis Doctoral, Universidade de Santiago de Compostela, Santiago de Compostela.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021062&pid=S0870-8231201600020000400076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Sharma, P. (2005). Self-indulgence or loss of self-control?. Or, is it a bit of both?. Investigating cross-cultural aspects of impulse buying  behavior. In Y. Ha &amp; Y. Yi (Eds.), <i>Asia pacific advances in consumer research</i> (Vol. 6, pp. 151-152). Duluth: Association for Consumer  Research.</p>     <!-- ref --><p>Sharma, R. (2011). An investigation into impulse buying behavior among Indian urban adolescents. <i>Abhigyan, 28</i>(4), 43-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021065&pid=S0870-8231201600020000400078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Shu-Ling, L., Yung-Cheng, S., &amp; Chia-Hsien, C. (2009). The effects of sales promotion strategy, product appeal and consumer traits on  reminder impulse buying behaviour. <i>International Journal of Consumer Studies, 33</i>, 274-284. doi: 10.1111/j.1470-6431.2009.00770.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021067&pid=S0870-8231201600020000400079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silvera, D., Lavack, A., &amp; Kropp, F. (2008). Impulse buying: The role of affect, social influence, and subjective wellbeing. <i>Journal of  Consumer Marketing, 25</i>, 23-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021068&pid=S0870-8231201600020000400080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sommer, R., Wynes, M., &amp; Brinkley, G. (1992). Social facilitation effects in shopping behavior. <i>Environment and Behavior, 24</i>,  285-297. doi: 10.1177/0013916592243001&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021070&pid=S0870-8231201600020000400081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Sproles, G., &amp; Kendall, E. (1986). A methodology for profiling consumers&rsquo; decision-making styles. <i>Journal of Consumer Affairs,  20</i>, 267-279.</p>     <!-- ref --><p>Stern, H. (1962). The significance of impulse buying today. <i>Journal of Marketing, 26</i>, 59-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021072&pid=S0870-8231201600020000400083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tifferet, S., &amp; Herstein, R. (2012). Gender differences in brand commitment, impulse buying, and hedonic consumption. <i>Journal of  Product &amp; Brand Management, 21</i>, 176-182. doi: 10.1108/10610421211228793&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021074&pid=S0870-8231201600020000400084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Tinne, W. (2011). Factors affecting impulse buying behavior of consumers at superstores in Bangladesh. <i>ASA University Review, 5</i>,  209-220.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021075&pid=S0870-8231201600020000400085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Torres, C. V., &amp; Alfinito, S. (2008). Cultura e comportamento do consumidor: Os valores culturais s&atilde;o preditores do consumo?. In M.  Teixeira (Ed.), <i>Valores humanos e gest&atilde;o: Novas perspectivas</i> (pp. 117-141). S&atilde;o Paulo: Senax.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021077&pid=S0870-8231201600020000400086&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Torres, C. V., &amp; Allen, M. (2009). Valores humanos e escolha do consumidor na Austr&aacute;lia e Brasil. <i>Psicologia: Teoria e Pesquisa,  25</i>, 489-497. doi: 10.1590/S0102-37722009000400004&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021079&pid=S0870-8231201600020000400087&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Troisi, J., Christopher, A., &amp; Marek, P. (2006). Materialism and money spending disposition as predictors of economic and personality.  <i>North American Journal of Psychology, 8</i>, 421-436.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021080&pid=S0870-8231201600020000400088&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Verplanken, B., &amp; Herabadi, A. (2001). Individual differences in impulse buying tendency: Feeling and no thinking. <i>European Journal of  Personality, 15</i>, 71-83. doi: 10.1002/per.423&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021082&pid=S0870-8231201600020000400089&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Verplanken, B., &amp; Sato, A. (2011). The psychology of impulse buying: An integrative self-regulation approach. <i>Journal of Consumer Policy,  34</i>, 197-210. doi: 10.1007/s10603-011-9158-5&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021083&pid=S0870-8231201600020000400090&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Virvilait&#279;, R., Saladien&#279;, V., &amp; &#381;vinklyt&#279;, J. (2011). The impact of external and internal stimuli on impulse  purchasing. <i>Economics and Management, 16</i>, 1329-1336.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021084&pid=S0870-8231201600020000400091&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Yang, C., Wang, Y., &amp; Niu, H. (2008). The effects of idolatry and personality traits on impulse buying: An empirical study. <i>International  Journal of Management, 25</i>, 633-640.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021086&pid=S0870-8231201600020000400092&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Yaoyuneyong, G., &amp; George, B. (2010). Impulse buying of apparel products: A study conducted among midwestern teenagers in the United States.  <i>Journal of Marketing Trends, 2</i>, 5-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021088&pid=S0870-8231201600020000400093&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Yinlong, Z., &amp; Shrum, L. (2008). The effect of self-construal on impulsive consumption. <i>Advances in Consumer Research, 35</i>,  644-645.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=021090&pid=S0870-8231201600020000400094&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Youn, S., &amp; Faber, R. (2002). The dimensional structure of consumer buying impulsivity: Measurement and validation. In S. Broniarczyk &amp;  K. Nakamoto (Eds.), <i>North American advances in consumer research 22</i> (Vol. 29, pp. 280). Valdosta: Association for Consumer Research.</p>     <p>Yu, J., &amp; Seock, Y. (2002). Adolescents&rsquo; clothing purchase motivations, information sources, and store selection criteria: A  comparison of male/female and impulse/nonimpulse shoppers. <i>Family and Consumer Sciences Research Journal, 31</i>, 50-77. doi:  10.1177/1077727X02031001003</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Samuel Lins, Departamento de Psicologia,PUC-Rio &ndash;  Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio de Janeiro, R. Marqu&ecirc;s de S&atilde;o Vicente, 225, G&aacute;vea, Rio deJaneiro, RJ,  22451-900, Brasil. E-mail: <a href="mailto:samuellins@puc-rio">samuellins@puc-rio</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Financiamento: Programa Erasmus Mundus External Cooperation Window (Projecto MUNDUS17, coordenado pela Universidade do Porto).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 28/06/2014 Aceita&ccedil;&atilde;o: 04/09/2015</p>     ]]></body>
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