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<journal-title><![CDATA[Análise Psicológica]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação de um programa de promoção de habilidades sociais para idosos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Evidence in the literature point to the importance of quality in social relationships, but do not provide enough data that indicates how to assist the elderly to become socially competent. This study aims to evaluate the effectiveness of a Program to Promotion Social Skills for the Elderly. The research had the participation of 40 students at the University of the Third Age. The experimental group included 20 people with ages between 62-83 years (M=69.4; SD=6.05) and the control group had 20 elderly with ages between 60-74 years (M=67.1; SD=4.61). Social skills were checked before and after intervention with follow-up through a measure of self-report and performance through role play situations. The results showed significant improvement in social performance of the participants in the experimental group compared to the control group, in contexts involving conflict of interest. Intragroup analysis also confirmed an improvement in the capacity to handle interpersonal situations that require the affirmation and defense of rights. These results find that the created program promoted assertive skills, previously identified in the literature as deficient in the elderly people.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Avalia&ccedil;&atilde;o de um programa de promo&ccedil;&atilde;o de habilidades sociais para idosos</b></p>     <p><b>Rachel Shimba Carneiro<sup>1</sup>, Eliane Falcone Falcone<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>UNISUAM &ndash; Centro Universit&aacute;rio Augusto Motta</p>     <p><sup>2</sup>Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Evid&ecirc;ncias na literatura apontam a import&acirc;ncia da qualidade nos relacionamentos sociais, mas n&atilde;o fornecem dados suficientes  que indiquem como auxiliar os idosos a se tornarem socialmente competentes. O presente estudo pretende avaliar a efic&aacute;cia de um Programa de  Promo&ccedil;&atilde;o de Habilidades Sociais para Idosos (PHSI). A pesquisa contou com a participa&ccedil;&atilde;o de 40 idosos de uma  Universidade da Terceira Idade. O grupo experimental reuniu 20 pessoas com idades que variavam de 62 a 83 anos (<i>M</i>=69,4; <i>DP</i>=6,05) e o  grupo controle apresentou 20 idosos com idades que variavam de 60 a 74 anos (<i>M</i>=67,1; <i>DP</i>=4,61). As habilidades sociais foram avaliadas antes e depois da interven&ccedil;&atilde;o com follow-up por meio de uma medida de autorrelato e o desempenho atrav&eacute;s de jogos de  pap&eacute;is em sete situa&ccedil;&otilde;es sociais. Os resultados apontaram melhora significativa no desempenho social dos participantes do  grupo experimental, em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo controle, nos contextos envolvendo conflito de interesses. An&aacute;lises intragrupos  tamb&eacute;m confirmaram uma melhora na capacidade de lidar com situa&ccedil;&otilde;es interpessoais que demandam a afirma&ccedil;&atilde;o e  defesa de direitos. Esses resultados constatam que o Programa criado promoveu habilidades assertivas, previamente apontadas na literatura como  deficit&aacute;rias na popula&ccedil;&atilde;o de idosos.    <p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Idoso, Programa de promo&ccedil;&atilde;o de habilidades sociais, Desempenho social.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Evidence in the literature point to the importance of quality in social relationships, but do not provide enough data that indicates how to  assist the elderly to become socially competent. This study aims to evaluate the effectiveness of a Program to Promotion Social Skills for the  Elderly. The research had the participation of 40 students at the University of the Third Age. The experimental group included 20 people with ages  between 62-83 years (<i>M</i>=69.4; <i>SD</i>=6.05) and the control group had 20 elderly with ages between 60-74 years (<i>M</i>=67.1;  <i>SD</i>=4.61). Social skills were checked before and after intervention with follow-up through a measure of self-report and performance through  role play situations. The results showed significant improvement in social performance of the participants in the experimental group compared to  the control group, in contexts involving conflict of interest. Intragroup analysis also confirmed an improvement in the capacity to handle  interpersonal situations that require the affirmation and defense of rights.  These results find that the created program promoted assertive  skills, previously identified in the literature as deficient in the elderly people.</p>     <p><b>Key words</b>: Elderly, Program to promotion social skills, Social performance.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>O reconhecimento do r&aacute;pido aumento do n&uacute;mero de pessoas idosas, nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, ocasionou um aumento  consider&aacute;vel nas publica&ccedil;&otilde;es de trabalhos cient&iacute;ficos sobre o envelhecimento (Baltes, 1995). Tais estudos t&ecirc;m  mostrado que o envelhecer n&atilde;o precisa necessariamente ser acompanhado de perdas, nem de doen&ccedil;as ou afastamento social (Capitanini,  2000). Conforme prop&otilde;em Joia, Ruiz e Donalisio (2007), com o aumento geral da sobrevida da popula&ccedil;&atilde;o ressaltam-se a  import&acirc;ncia de garantir aos idosos n&atilde;o apenas maior longevidade, mas qualidade de vida, bem-estar subjetivo e satisfa&ccedil;&atilde;o  pessoal.</p>     <p>A partir de uma revis&atilde;o de estudos, Braz e Del Prette (2011) apontam as diferentes formas de viol&ecirc;ncia contra os idosos, dentre as  quais se incluem a explora&ccedil;&atilde;o financeira, os mal tratos f&iacute;sicos e psicol&oacute;gicos, bem como a neglig&ecirc;ncia e o  abandono. &Eacute; importante considerar que a aus&ecirc;ncia de conv&iacute;vio social causa severos efeitos negativos na capacidade cognitiva  geral (Katz &amp; Rubin, 2000), al&eacute;m de depress&atilde;o e estresse (Freire &amp; Sommerhalder, 2000). A pobreza de rela&ccedil;&otilde;es  sociais como um fator de risco &agrave; sa&uacute;de tem sido considerada t&atilde;o danosa quanto o fumo, a press&atilde;o arterial elevada, a  obesidade e a aus&ecirc;ncia de atividade f&iacute;sica (Goleman, 2006; Herculano-Houzel, 2007). Tal afirmativa indica que a  deteriora&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de pode ser causada n&atilde;o somente por um desgaste natural do organismo, sedentarismo ou uso de tabaco,  mas, tamb&eacute;m, pela redu&ccedil;&atilde;o da qualidade das rela&ccedil;&otilde;es sociais (Ramos, 2002). Por outro lado, as  rela&ccedil;&otilde;es sociais podem, de v&aacute;rias formas, promover melhores condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de. Capitanini (2000) e  Ramos (2007), por exemplo, ressaltam a import&acirc;ncia dos relacionamentos sociais para o bem-estar f&iacute;sico e mental e para qualidade de  vida na velhice. Diante de todas essas considera&ccedil;&otilde;es, pode-se perceber que as rela&ccedil;&otilde;es sociais s&atilde;o fontes  protetoras e mantenedoras de sa&uacute;de (Matsukura, Marturano, &amp; Oishi, 2002) e de grande import&acirc;ncia em todos os momentos da vida  (Resende, Bones, Souza, &amp; Guimar&atilde;es, 2006).</p>     <p>Os comportamentos sociais que levam &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, manuten&ccedil;&atilde;o ou melhora da auto-estima, aumento na  qualidade das rela&ccedil;&otilde;es, bem como respeito e amplia&ccedil;&atilde;o dos direitos humanos b&aacute;sicos s&atilde;o aqueles que  contribuem para a compet&ecirc;ncia social e que, por essa raz&atilde;o, s&atilde;o chamados de habilidades sociais (Del Prette &amp; Del Prette,  2011). O conjunto das habilidades requeridas para rela&ccedil;&otilde;es interpessoais satisfat&oacute;rias inclui diferentes classes e subclasses  dentre as quais as habilidades de comunica&ccedil;&atilde;o, assertivas, emp&aacute;ticas, de civilidade, de expressividade emocional, de trabalho  etc. (Del Prette &amp; Del Prette, 2001). Falcone (2001) destaca a import&acirc;ncia das habilidades emp&aacute;ticas e de sua  vincula&ccedil;&atilde;o &agrave;s assertivas para que as intera&ccedil;&otilde;es sociais sejam bem sucedidas. A empatia &eacute; entendida como a  capacidade de compreender e de expressar compreens&atilde;o acurada sobre a perspectiva e sentimentos de outra pessoa, al&eacute;m de experimentar  compaix&atilde;o e interesse pelo bem-estar desta (Barret-Lennard, 1993). J&aacute; a assertividade &eacute; a capacidade de obter  satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, por meio da express&atilde;o de sentimentos e da defesa dos pr&oacute;prios direitos (Falcone &amp; Ramos, 2005),  possibilitando bem-estar emocional e aumentando a probabilidade da manuten&ccedil;&atilde;o de relacionamentos interpessoais saud&aacute;veis e  duradouros (Vila, Gongora, &amp; Silveira, 2003).</p>     <p>A crescente realiza&ccedil;&atilde;o de pesquisas sobre esse tema tem mostrado que as habilidades sociais s&atilde;o comportamentos aprendidos  (Del Prette &amp; Del Prette, 2011) e que podem melhorar a partir de experi&ecirc;ncias de aprendizagens adequadas (Garc&iacute;a-Vera, Sanz, &amp;  Gil, 1998). Al&eacute;m disso, n&atilde;o existe nenhuma diferen&ccedil;a marcante entre pessoas idosas ou jovens em aprender habilidades sociais  (Del Prette &amp; Del Prette, 2008; Isquick, 1981). Um importante estudo que apontou a aprendizagem das habilidades sociais na terceira idade foi  desenvolvido por Isquick (1981), o qual constatou que indiv&iacute;duos idosos podem mudar padr&otilde;es de comportamentos usados ao longo da vida  e podem aprender novas formas de se relacionar. Braz e Del Prette (2011) avaliaram um programa de habilidades sociais assertivas para idosos,  atrav&eacute;s de associa&ccedil;&atilde;o de m&eacute;todo vivencial e t&eacute;cnicas cognitivo-comportamentais, realizado em 10 sess&otilde;es,  o qual revelou melhora significativa dos participantes no escore geral de habilidades sociais, bem como nos escores de autoafirma&ccedil;&atilde;o  na express&atilde;o de sentimentos positivos e de habilidades de enfrentamento e autoafirma&ccedil;&atilde;o com risco. Neri (2004) cita no campo  das rela&ccedil;&otilde;es sociais o treino de habilidades sociais como uma das formas em que a psicologia pode contribuir para o bem-estar  objetivo e subjetivo dos idosos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Entretanto, poucos s&atilde;o os estudos que se dedicam a desenvolver habilidades sociais em idosos. A partir de uma ampla revis&atilde;o de  artigos sobre o tema em bases de dados nacionais e internacionais, foram identificados poucos trabalhos que investigaram como desenvolver as  habilidades sociais na terceira idade. Para Isquick (1981), isso se deve a uma descren&ccedil;a, por parte dos profissionais de sa&uacute;de  mental, de que os idosos possam fazer mudan&ccedil;as significativas no seu comportamento ou na sua personalidade. Entretanto, o autor sustenta que  essa cren&ccedil;a &eacute; infundada quando m&eacute;todos apropriados s&atilde;o usados.</p>     <p>Em s&iacute;ntese, a aquisi&ccedil;&atilde;o de um repert&oacute;rio de habilidades sociais atrav&eacute;s de um programa de  interven&ccedil;&atilde;o apropriado pode melhorar a sa&uacute;de e a qualidade de vida dos idosos para o aumento de capacidades sociais e  interpessoais para lidar com conflitos de interesses, defesas dos pr&oacute;prios direitos, bem como express&atilde;o adequada de sentimentos e  necessidades. O presente estudo tem como objetivo analisar a efic&aacute;cia de um Programa de Habilidades Sociais no aumento do repert&oacute;rio  de habilidades sociais com idosos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <P><i>Participantes</i></p>     <P>Foram selecionados para a pesquisa, 53 idosos que participam de atividades em uma universidade da terceira idade, localizada na cidade do Rio de  Janeiro. O recrutamento dessas pessoas foi feito atrav&eacute;s de cartazes que convidavam aqueles que desejassem: (1) aumentar a capacidade de  resolver conflitos interpessoais, reduzindo rompimentos e tornando as rela&ccedil;&otilde;es mais gratificantes, (2) desenvolver habilidades em  ouvir e expressar compreens&atilde;o de forma apropriada e (3) defender os pr&oacute;prios direitos e expressar pensamentos, sentimentos e  cren&ccedil;as de forma honesta, direta e apropriada, sem violar os direitos da outra pessoa.</p>     <p>Das 72 pessoas inscritas, 61 compareceram &agrave; entrevista que teve como objetivo selecionar os idosos que fariam parte da pesquisa. Dos 61  idosos entrevistados, 53 foram selecionados de acordo com crit&eacute;rios que ser&atilde;o apresentados posteriormente. Um grupo de 26 pessoas foi  designado para constituir o grupo experimental e um grupo de 27 participantes constituiu o grupo controle. &Eacute; importante ressaltar que a  distribui&ccedil;&atilde;o dessa amostra foi baseada na disponibilidade de hor&aacute;rios, e que a escolha dos estudantes que fariam parte do  grupo experimental e do grupo controle foi baseada na compatibilidade entre a disponibilidade de hor&aacute;rio deles e o hor&aacute;rio escolhido  para o Programa de Habilidades Sociais para Idosos (PHSI). Diante deste fato, que nem todos os componentes da pesquisa tinham disponibilidade de  tempo para participar do PHSI, n&atilde;o foi poss&iacute;vel fazer uma distribui&ccedil;&atilde;o aleat&oacute;ria dos idosos entre os grupos  controle e experimental.</p>     <p>Do grupo experimental, 2 participantes do sexo feminino desistiram antes de iniciar o PHSI; um participante do sexo feminino compareceu somente  ao primeiro encontro; um participante do sexo masculino desistiu ap&oacute;s o terceiro encontro e 2 participantes do sexo feminino desistiram por  motivos de sa&uacute;de. Em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo controle, 7 participantes n&atilde;o compareceram ao encontro de avalia&ccedil;&atilde;o  na fase p&oacute;s-treinamento. Por fim, o experimento contou com 20 participantes no grupo experimental (1 do sexo masculino e 19 do sexo  feminino) e 20 participantes no grupo controle (1 do sexo masculino e 19 do sexo feminino).</p>     <p>Quanto aos dados sociodemogr&aacute;ficos, foram investigados a idade, a escolaridade e o estado civil das 40 pessoas que participaram do  estudo. O grupo experimental reuniu 20 pessoas com idades que variavam de 62 a 83 anos (<i>M</i>=69,4; <i>DP</i>=6,05) e o grupo controle  apresentou 20 idosos com idades que variavam de 60 a 74 anos (<i>M</i>=67,1; <i>DP</i>=4,61). &Eacute; importante mencionar que n&atilde;o foi  verificada diferen&ccedil;a significativa na m&eacute;dia das idades entre os grupos experimental e controle (<i>p</i>&lt;0,001).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No grupo experimental, 5 participantes cursaram at&eacute; o primeiro grau; 5, at&eacute; o segundo grau e 10, completaram o curso superior. Com  rela&ccedil;&atilde;o ao estado civil, os vi&uacute;vos predominaram nesse grupo, com 7 pessoas, seguidos por 5 pessoas casadas, 3 divorciadas, 2  separadas e 3 solteiras. Al&eacute;m desses dados, foi verificado que 14 pessoas do grupo experimental t&ecirc;m at&eacute; 3 anos de tempo de  ingresso na Universidade e as outras 6 pessoas t&ecirc;m mais de 3 anos.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo controle, verificou-se, ainda, que 3 participantes cursaram at&eacute; o primeiro grau; 7, at&eacute; o  segundo grau e 10 pessoas completaram o curso superior. Dos 20 participantes, 3 s&atilde;o vi&uacute;vos; 7 casados; 5 divorciados; 1 separado e 5  solteiros. Por fim, constatou-se que 17 pessoas deste grupo frequentam h&aacute; no m&aacute;ximo tr&ecirc;s anos a Universidade e as outras 3  pessoas t&ecirc;m mais de 3 anos de Universidade.</p>     <p>&nbsp;</p>     <P><i>Instrumentos</i></p>     <p>Todos os participantes da presente pesquisa leram e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). O TCLE teve como objetivo  fornecer esclarecimentos sobre a pesquisa, sobre o processo de avalia&ccedil;&atilde;o dos participantes, tempo e dura&ccedil;&atilde;o do Programa  de Habilidades Sociais. Al&eacute;m disso, foi informado sobre a grava&ccedil;&atilde;o das verbaliza&ccedil;&otilde;es emitidas em sete  situa&ccedil;&otilde;es de jogos de pap&eacute;is, assim como foi explicado que a identidade dos participantes e as verbaliza&ccedil;&otilde;es  gravadas seriam mantidas em sigilo.</p>     <p>Para a sele&ccedil;&atilde;o dos participantes, foram utilizados os seguintes instrumentos: a Escala de Depress&atilde;o Geri&aacute;trica-15  (Almeida &amp; Almeida, 1999) e o Question&aacute;rio de Dificuldades em Situa&ccedil;&otilde;es Sociais (Falcone et al., 2001). Tais instrumentos  foram aplicados antes da interven&ccedil;&atilde;o como crit&eacute;rio de inclus&atilde;o e exclus&atilde;o para selecionar a amostra. Foram  exclu&iacute;dos os estudantes com sintomas depressivos e a inclus&atilde;o de indiv&iacute;duos que apresentaram dificuldades em enfrentar algumas  situa&ccedil;&otilde;es sociais.</p>     <p>&nbsp;</p>     <P>A <i>Escala de Depress&atilde;o Geri&aacute;trica-15</i> (Almeida &amp; Almeida, 1999) cont&eacute;m 15 itens que s&atilde;o respondidos com um  <i>sim</i> ou um <i>n&atilde;o</i> e foi utilizada para rastreio de depress&atilde;o. Esta escala foi validada e adaptada no Brasil por Almeida e  Almeida (1999). Na apura&ccedil;&atilde;o dos resultados, o item tem o valor de 1 ponto, quando for identificada a resposta <i>sim</i> nos itens 2,  3, 4, 6, 8, 9, 10 e 15 e, quando for identificada a resposta <i>n&atilde;o</i> nos itens 1, 5, 7, 11, 12, 13 e 14. Caso contr&aacute;rio, ou seja,  quando a resposta do participante for diferente do descrito anteriormente, o item vale zero. A soma total de pontos superior a 5 &eacute; sugestiva  de depress&atilde;o (Veras, 2002).</p>     <p>&nbsp;</p>     <P>O <i>Question&aacute;rio de Dificuldades em Situa&ccedil;&otilde;es Sociais</i> (Falcone &amp; cols., 2001) (A7) foi utilizado para selecionar  pessoas com defici&ecirc;ncias em habilidades sociais. Os itens desse instrumento foram baseados em um estudo realizado por Falcone e cols. (2001),  que envolveu a identifica&ccedil;&atilde;o e a descri&ccedil;&atilde;o detalhada de habilidades encontradas nas 20 situa&ccedil;&otilde;es sociais  citadas a seguir: (1) iniciar conversa&ccedil;&atilde;o; (2) encerrar conversa&ccedil;&atilde;o; (3) fazer pedido sem conflito de interesses; (4)  fazer pedido com conflito de interesses; (5) fazer pedido de mudan&ccedil;a de comportamento; (6) recusar pedidos; (7) responder a cr&iacute;ticas;  (8) expressar opini&otilde;es pessoais; (9) expressar afeto; (10) fazer elogios; (11) receber elogios; (12) defender os pr&oacute;prios direitos em  situa&ccedil;&otilde;es nas quais s&atilde;o oferecidos servi&ccedil;os insatisfat&oacute;rios; (13) convidar algu&eacute;m para um encontro; (14)  conversar com uma pessoa que est&aacute; revelando um problema; (15) fazer perguntas; (16) cumprimentar algu&eacute;m; (17) cobrar d&iacute;vidas;  (18) lidar com pessoas com atitudes grosseiras; (19) expressar sentimentos positivos; (20) expressar sentimentos negativos. O Question&aacute;rio  de Dificuldades em Situa&ccedil;&otilde;es Sociais &eacute; composto de 20 itens que s&atilde;o respondidos com um sim ou n&atilde;o. Na  apura&ccedil;&atilde;o dos resultados, a resposta sim teve o valor de 1 ponto. Caso contr&aacute;rio, ou seja, quando a resposta do participante  foi n&atilde;o, o item teve o valor de zero. Quanto menor a pontua&ccedil;&atilde;o no question&aacute;rio, mais chance o idoso tinha de participar  da pesquisa. Com base nesse question&aacute;rio, foram exclu&iacute;dos os estudantes que apresentaram a soma total de pontos superior a 10.  &Eacute; importante notar que n&atilde;o se disp&otilde;e, ainda, de estudos sobre as propriedades psicom&eacute;tricas deste question&aacute;rio,  nem padr&otilde;es normativos para os resultados por ele produzidos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para avalia&ccedil;&atilde;o das habilidades sociais, foi utilizado o Invent&aacute;rio de Habilidades Sociais (IHS; Del Prette &amp; Del  Prette, 2001). Os estudos com o IHS indicaram uma estrutura composta de cinco fatores: (1) Enfrentamento e auto-afirma&ccedil;&atilde;o com risco;  (2) Auto-afirma&ccedil;&atilde;o na express&atilde;o de sentimentos positivos; (3) Conversa&ccedil;&atilde;o e desenvoltura social; (4)  Auto-exposi&ccedil;&atilde;o a desconhecidos e situa&ccedil;&otilde;es novas e (5) Autocontrole da agressividade em situa&ccedil;&otilde;es  aversivas (Del Prette &amp; Del Prette, 2001). Conforme consta no Manual do Invent&aacute;rio de Habilidades Sociais de Del Prette e Del Prette  (2001), propriedades psicom&eacute;tricas desse instrumento apresentam &iacute;ndices de validade, fidedignidade e consist&ecirc;ncia interna  satisfat&oacute;rios. &Eacute; importante considerar que Carneiro, Falcone, Clark, Del Prette e Del Prette (2007) realizaram algumas  altera&ccedil;&otilde;es no IHS para a sua utiliza&ccedil;&atilde;o com idosos. Os autores modificaram os itens 2, 5, 8, 9, 10, 11, 13, 14, 15, 17,  18, 22, 29, 34 e 38 sem que houvesse altera&ccedil;&atilde;o no sentido de suas afirmativas.</p>     <p>As situa&ccedil;&otilde;es de jogos de pap&eacute;is foram utilizadas para provocar as verbaliza&ccedil;&otilde;es dos participantes em  situa&ccedil;&otilde;es de: (1) iniciar conversa&ccedil;&atilde;o; (2) recusar pedido; (3) expressar opini&atilde;o pessoal; (4) cobrar  d&iacute;vida; (5) defender os pr&oacute;prios direitos em situa&ccedil;&otilde;es nas quais s&atilde;o oferecidos servi&ccedil;os  insatisfat&oacute;rios; (6) lidar com pessoas com atitudes grosseiras e (7) fazer pedido com conflito de interesses. Foram criadas categorias de  avalia&ccedil;&atilde;o do comportamento verbal dos participantes para orientar os ju&iacute;zes na avalia&ccedil;&atilde;o das respostas dos  participantes nas sete situa&ccedil;&otilde;es de jogos de pap&eacute;is. As categorias s&atilde;o: (1) respostas sociais inadequadas; (2)  respostas sociais parcialmente adequadas e (3) respostas sociais adequadas. Na categoria n&uacute;mero 1, foram enquadradas as pessoas que  recusaram-se a enfrentar a situa&ccedil;&atilde;o e acabaram agindo de forma contr&aacute;ria aos seus objetivos pessoais ou agressiva (enfrentaram  a situa&ccedil;&atilde;o de forma hostil ou de modo que comprometeu a qualidade da intera&ccedil;&atilde;o). Na categoria 2 foram enquadradas as  respostas das pessoas que enfrentaram a situa&ccedil;&atilde;o, defendendo os pr&oacute;prios interesses de forma objetiva, mas n&atilde;o dando  aten&ccedil;&atilde;o &agrave; qualidade da intera&ccedil;&atilde;o, ou seja, n&atilde;o demonstrando claramente se importarem com as necessidades,  desejos ou sentimentos da outra pessoa. E, por fim, na categoria 3, foram enquadradas as respostas de enfrentamento que incluem a defesa dos  pr&oacute;prios interesses, desejos, necessidades, ap&oacute;s demonstra&ccedil;&atilde;o clara de compreens&atilde;o e de interesse pelos desejos  e necessidades do interlocutor. Al&eacute;m disso, foi elaborado um manual contendo explica&ccedil;&otilde;es e exemplos de respostas sociais  inadequadas, respostas sociais parcialmente adequadas e respostas sociais adequadas para cada uma das sete situa&ccedil;&otilde;es de jogos de  pap&eacute;is.</p>     <p>Os pesquisadores contaram com a colabora&ccedil;&atilde;o de dois psic&oacute;logos que avaliaram, como ju&iacute;zes, as  verbaliza&ccedil;&otilde;es emitidas nas sete situa&ccedil;&otilde;es de jogos de pap&eacute;is em tr&ecirc;s momentos diferentes: (1) linha de  base, (2) p&oacute;s-treinamento e (3) <i>follow-up</i>. Foi realizado um treinamento pr&eacute;vio com os ju&iacute;zes para esclarecer os  crit&eacute;rios definidos no Manual citado acima. No per&iacute;odo de avalia&ccedil;&atilde;o, os ju&iacute;zes foram expressamente proibidos de  trocar informa&ccedil;&otilde;es entre si. Outro aspecto diz respeito ao fato dos ju&iacute;zes n&atilde;o saberem a qual grupo os participantes  pertenciam e tamb&eacute;m n&atilde;o era identificado, para os ju&iacute;zes, a etapa pr&eacute;-interven&ccedil;&atilde;o,  p&oacute;s-interven&ccedil;&atilde;o ou follow-up, com o objetivo de evitar vi&eacute;s na avalia&ccedil;&atilde;o do comportamento verbal dos  idosos.</p>     <p>A partir deste treinamento, os ju&iacute;zes avaliaram as verbaliza&ccedil;&otilde;es dos participantes da seguinte forma: n&uacute;mero 1 para  as respostas sociais inadequadas, n&uacute;mero 2 para as respostas sociais parcialmente adequadas e n&uacute;mero 3 para as respostas sociais  adequadas. Essas an&aacute;lises foram utilizadas posteriormente para o c&aacute;lculo de acordos inter-juizes, ou seja, a pesquisadora computou a  porcentagem de acordos e desacordos obtidos entre os dois ju&iacute;zes em cada uma das situa&ccedil;&otilde;es de jogos de pap&eacute;is nas fases  pr&eacute;-treinamento, p&oacute;s-treinamento e <i>follow-up.</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <P><i>Procedimentos</i></p>     <P>O estudo teve in&iacute;cio ap&oacute;s aprova&ccedil;&atilde;o em Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa de acordo com  Resolu&ccedil;&atilde;o 466/12 do Conselho Nacional de Sa&uacute;de e foi realizado em duas fases. Na primeira, a pesquisadora marcou um encontro  com cada uma das pessoas que responderam ao recrutamento, a fim de avaliar se estas preenchiam os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o para  participarem da pesquisa (n&iacute;veis baixos ou aus&ecirc;ncia de depress&atilde;o, defici&ecirc;ncias em habilidades sociais).</p>     <p>A segunda fase da pesquisa envolveu a investiga&ccedil;&atilde;o da efic&aacute;cia do Programa de Habilidades Sociais para Idosos (PHSI). Nesta  fase, o participante foi informado sobre a pesquisa e a grava&ccedil;&atilde;o das verbaliza&ccedil;&otilde;es emitidas em sete  situa&ccedil;&otilde;es de jogos de pap&eacute;is, assim como foi explicado que a identidade dele e as verbaliza&ccedil;&otilde;es gravadas seriam  mantidas em sigilo. Al&eacute;m disso, foi explicitado que por raz&otilde;es referentes &agrave; pesquisa, alguns idosos selecionados n&atilde;o  participariam do PHSI.</p>     <p>O Invent&aacute;rio de Habilidades Sociais (Del Prette &amp; Del Prette, 2001) e as sete situa&ccedil;&otilde;es de jogos de pap&eacute;is foram  apresentados aos 20 idosos do grupo experimental e aos 20 do grupo controle em tr&ecirc;s encontros de coleta de dados: (1)  pr&eacute;-interven&ccedil;&atilde;o, (2) p&oacute;s-interven&ccedil;&atilde;o e (3) <i>follow-up</i> de 30 dias. Nesses tr&ecirc;s encontros, os  participantes foram encaminhados individualmente para uma sala com o objetivo de preencherem o IHS e responderem &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es  de jogos de pap&eacute;is. Para a grava&ccedil;&atilde;o das verbaliza&ccedil;&otilde;es dos idosos nas sete situa&ccedil;&otilde;es de jogos de  pap&eacute;is, foi usado um gravador port&aacute;til Panasonic minicassette recorder.</p>     <p>Ap&oacute;s a avalia&ccedil;&atilde;o na linha de base, deu-se in&iacute;cio ao PHSI, o qual foi realizado em 12 encontros de aproximadamente  uma hora e meia de dura&ccedil;&atilde;o, duas vezes por semana. Os encontros foram previamente planejados em tr&ecirc;s partes: (1)  verifica&ccedil;&atilde;o de tarefas de casa; (2) breve exposi&ccedil;&atilde;o e discuss&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o social a ser  trabalhada, com fornecimento de um texto explicativo sobre o assunto e orienta&ccedil;&otilde;es sobre como desempenhar de forma adequada; (3)  dramatiza&ccedil;&atilde;o; (4) avalia&ccedil;&atilde;o do encontro e (5) atribui&ccedil;&atilde;o de tarefas de casa para promover a  generaliza&ccedil;&atilde;o das aquisi&ccedil;&otilde;es desenvolvidas nos encontros. Todos os 20 participantes do grupo experimental foram  informados que s&oacute; poderiam ter no m&aacute;ximo tr&ecirc;s faltas para fazerem parte da pesquisa.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <P><i>An&aacute;lise de dados</i></p>     <P>Para a extra&ccedil;&atilde;o dos fatores do IHS, foi utilizada uma an&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria com rota&ccedil;&atilde;o  varimax. Al&eacute;m disso, foram calculados os &iacute;ndices de alfa de Cronbach como &iacute;ndice de consist&ecirc;ncia interna para cada um  dos fatores gerados.</p>     <p>Para a compara&ccedil;&atilde;o do efeito do PHSI, foi utilizado o teste <i>t</i> pareado, considerando a presen&ccedil;a de normalidade nas  vari&aacute;veis dependentes (fatores do IHS). O teste <i>t</i> pareado foi realizado para cada um dos grupos (grupo controle e grupo experimental). Dessa  forma, foi poss&iacute;vel verificar o efeito do programa com base nos fatores do Invent&aacute;rio de Habilidades Sociais (Del Prette &amp; Del  Prette, 2001) para cada um dos grupos. Para verificar a exist&ecirc;ncia ou n&atilde;o de diferen&ccedil;as entre o grupo experimental e o grupo  controle no Invent&aacute;rio de Habilidades Sociais (Del Prette &amp; Del Prette, 2001), foi realizado o teste <i>t</i> entre as m&eacute;dias dos  escores de cada grupo em cada fator.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s sete situa&ccedil;&otilde;es de jogos de pap&eacute;is, os pesquisadores contaram com a ajuda de dois  psic&oacute;logos que avaliaram como ju&iacute;zes as verbaliza&ccedil;&otilde;es dos participantes em tr&ecirc;s momentos diferentes: (1) linha de  base, (2) p&oacute;s-interven&ccedil;&atilde;o e (3) <i>follow-up</i>. Levando-se em conta que as verbaliza&ccedil;&otilde;es emitidas pelos  participantes, em cada uma das situa&ccedil;&otilde;es de jogos de pap&eacute;is nos diferentes momentos, receberam de cada juiz uma &uacute;nica  avalia&ccedil;&atilde;o, foi calculado o &iacute;ndice de concord&acirc;ncia entre os dois avaliadores por meio do teste Kappa antes e depois da  interven&ccedil;&atilde;o. O valor de Kappa variou entre 0,70 e 1,00 sendo que a m&eacute;dia do Kappa foi 0,879 o que configura uma alta  concord&acirc;ncia entre os avaliadores. Com base nesses dados, os juizes discutiram os desacordos encontrados entre eles at&eacute; chegarem a um  consenso. Os dados obtidos a partir deste consenso foram ent&atilde;o utilizados na an&aacute;lise estat&iacute;stica dos resultados.</p>     <p>Al&eacute;m disso, por se tratar de uma avalia&ccedil;&atilde;o com tr&ecirc;s categorias, foi verificada a diferen&ccedil;a na frequ&ecirc;ncia  das respostas sociais inadequadas, das respostas sociais parcialmente adequadas e das respostas sociais adequadas, entre o antes e o depois da  interven&ccedil;&atilde;o, utilizando o teste qui-quadrado de conting&ecirc;ncia. O teste qui-quadrado tamb&eacute;m foi usado para verificar a  exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as entre o grupo experimental e o grupo controle. Para avalia&ccedil;&atilde;o global dos jogos de pap&eacute;is  entre grupo controle e grupo experimental, foi utilizado um teste n&atilde;o param&eacute;trico Wilcoxon. O software utilizado foi o SPSS  vers&atilde;o 13.0 e o &iacute;ndice de signific&acirc;ncia adotado foi de 5%.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados</b></p>     <P>Os resultados referentes a avalia&ccedil;&atilde;o dos efeitos do PHSI a partir do Invent&aacute;rio de Habilidades Sociais (Del Prette &amp;  Del Prette, 2001) ser&atilde;o apresentados a seguir. Inicialmente, foi realizada a avalia&ccedil;&atilde;o da equival&ecirc;ncia entre os grupos  controle e experimental na fase pr&eacute;-interven&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>A partir da compara&ccedil;&atilde;o entre as m&eacute;dias dos grupos controle e experimental nos cinco fatores do IHS, na fase  pr&eacute;-interven&ccedil;&atilde;o, foi poss&iacute;vel constatar diferen&ccedil;as significativas entre os dois grupos no fator  auto-afirma&ccedil;&atilde;o na express&atilde;o de sentimentos positivos (<i>t</i>=-2,65, <i>gl</i>=38, <i>p</i>=0,01) e no fator autocontrole da  agressividade em situa&ccedil;&otilde;es aversivas (<i>t</i>=3,26, <i>gl</i>=38, <i>p</i>=0,00). No fator 2, auto-afirma&ccedil;&atilde;o na  express&atilde;o de sentimentos positivos, foi observado que o grupo experimental apresentou uma m&eacute;dia mais alta do que a do grupo controle,  enquanto que o grupo controle obteve uma m&eacute;dia mais elevada no fator referente ao autocontrole da agressividade em situa&ccedil;&otilde;es  aversivas. J&aacute; a compara&ccedil;&atilde;o entre as m&eacute;dias dos dois grupos, controle e experimental, depois do PHSI, n&atilde;o revelou  diferen&ccedil;as significativas em nenhum dos cinco fatores do IHS.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para avaliar o desenvolvimento e aperfei&ccedil;oamento do repert&oacute;rio de habilidades sociais dos participantes do grupo controle e do  grupo experimental, foi investigada a diferen&ccedil;a das habilidades sociais entre a linha de base e a fase p&oacute;s-interven&ccedil;&atilde;o  nos cinco fatores do IHS. O teste-<i>t</i> pareado indicou, nessa an&aacute;lise intragrupos, n&atilde;o haver diferen&ccedil;a significativa, para o  grupo controle, em nenhum dos cinco fatores do IHS.</p>     <p>Com rela&ccedil;&atilde;o ao grupo experimental, como se v&ecirc; na <a href="#t1">Tabela 1</a>, os valores m&eacute;dios, ap&oacute;s o PHSI,  foram significativamente mais altos que os da fase pr&eacute;-interven&ccedil;&atilde;o nos seguintes fatores: enfrentamento e  auto-afirma&ccedil;&atilde;o com risco (<i>p</i>=0,002), conversa&ccedil;&atilde;o e desenvoltura social (<i>p</i>=0,008) e  auto-exposi&ccedil;&atilde;o a desconhecidos e situa&ccedil;&otilde;es novas (<i>p</i>=0,008).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v34n3/34n3a06t1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <P>J&aacute; os dados estat&iacute;sticos referentes &agrave;s mudan&ccedil;as verificadas no escore total do IHS no grupo experimental, entre os  per&iacute;odos antes e depois do PHSI, mostrou um aumento significativo (<i>t</i>=-2,82, <i>gl</i>=15, <i>p</i>=0,01) na m&eacute;dia do grupo  experimental.</p>     <p>No <i>follow-up</i> ocorreu um aumento estatisticamente significativo da primeira avalia&ccedil;&atilde;o para a terceira, entre os  participantes do grupo experimental, nos seguintes fatores do IHS: enfrentamento e auto-afirma&ccedil;&atilde;o com risco (<i>t</i>=6,82,  <i>gl</i>=18, <i>p</i>=0,003), conversa&ccedil;&atilde;o e desenvoltura social (<i>t</i>=9,85, <i>gl</i>=18, <i>p</i>=0,001) e  auto-exposi&ccedil;&atilde;o a desconhecidos e situa&ccedil;&otilde;es novas (<i>t</i>=7,91, <i>gl</i>=18, <i>p</i>=0,042). Entretanto, n&atilde;o  ocorreu mudan&ccedil;a significativa em nenhum dos fatores do IHS da segunda avalia&ccedil;&atilde;o para a terceira, indicando que os resultados  se mantiveram.</p>     <p>A partir da an&aacute;lise intragrupos, &eacute; poss&iacute;vel observar que o PHSI foi eficaz em aumentar significativamente as respostas  dos participantes experimentais no fator enfrentamento e auto-afirma&ccedil;&atilde;o com risco; no fator conversa&ccedil;&atilde;o e desenvoltura  social e no fator auto-exposi&ccedil;&atilde;o a desconhecidos e situa&ccedil;&otilde;es novas e esse aumento se manteve est&aacute;vel ap&oacute;s  um <i>follow-up</i> de 30 dias.</p>     <p>A compara&ccedil;&atilde;o entre os grupos, controle e experimental, antes da interven&ccedil;&atilde;o, a partir do teste qui-quadrado McNemar,  mostrou que os dois grupos, experimental e controle, eram equivalentes no que se refere ao desempenho verbal diante das sete  situa&ccedil;&otilde;es de jogos de pap&eacute;is. J&aacute; a compara&ccedil;&atilde;o dos resultados entre grupos, na fase  p&oacute;s-interven&ccedil;&atilde;o, revelou que os participantes do grupo experimental apresentaram resultados superiores aos do grupo controle,  nas sete situa&ccedil;&otilde;es de jogos de pap&eacute;is, como mostra a <a href="#t2">Tabela 2</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v34n3/34n3a06t2.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <P>Na fase p&oacute;s-interven&ccedil;&atilde;o, foram encontradas diferen&ccedil;as significativas nas situa&ccedil;&otilde;es de iniciar  conversa&ccedil;&atilde;o (<i>p=</i>0,002), de recusar pedido (<i>p</i>=0,001), de cobrar d&iacute;vida (<i>p</i>=0,001), de defender os  pr&oacute;prios direitos (<i>p</i>=0,002), de lidar com pessoas com atitudes grosseiras (<i>p</i>=0,04) e de fazer pedido com conflito de  interesses (<i>p</i>=0,001). A seguir, ser&aacute; apresentada a an&aacute;lise intragrupos nas sete situa&ccedil;&otilde;es de jogos de  pap&eacute;is.</p>     <p>A an&aacute;lise dos dados, obtida a partir da avalia&ccedil;&atilde;o dos ju&iacute;zes, revelou que em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo  controle, n&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as significativas em nenhuma das sete situa&ccedil;&otilde;es de jogos de pap&eacute;is,  entre os per&iacute;odos antes e depois do PHSI. J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo experimental, foram encontradas diferen&ccedil;as  significativas, entre os per&iacute;odos antes e depois do PHSI, em quatro das sete situa&ccedil;&otilde;es de jogos de pap&eacute;is, conforme  pode ser visualizado na <a href="#t3">Tabela 3</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v34n3/34n3a06t3.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>A partir da <a href="#t3">Tabela 3</a>, observa-se que os participantes do grupo experimental apresentaram melhora significativa nas  situa&ccedil;&otilde;es de iniciar conversa&ccedil;&atilde;o (<i>p</i>=0,00); de recusar pedido (<i>p</i>=0,03); de cobrar d&iacute;vida  (<i>p</i>=0,04) e de defender os pr&oacute;prios direitos (<i>p</i>=0,03).</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao <i>follow-up</i> ocorreu um aumento significativo no grupo experimental, segundo o teste qui-quadrado, da primeira  para a terceira avalia&ccedil;&atilde;o nas situa&ccedil;&otilde;es de: iniciar conversa&ccedil;&atilde;o (<i>p</i>=0,004), recusar pedido  (<i>p</i>=0,01), cobrar d&iacute;vida (<i>p</i>=0,04) e defender os pr&oacute;prios direitos (<i>p</i>=0,001). No entanto, n&atilde;o ocorreu  mudan&ccedil;a significativa em nenhuma das situa&ccedil;&otilde;es de jogos de pap&eacute;is da segunda para a terceira avalia&ccedil;&atilde;o.  Desta forma, &eacute; poss&iacute;vel afirmar que as respostas da maioria dos participantes do grupo experimental melhoraram da primeira para a  segunda avalia&ccedil;&atilde;o e se mantiveram est&aacute;veis da segunda para a terceira avalia&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <P>Com base nos dados desse estudo, o PHSI mostrou-se significativamente eficaz no desempenho verbal dos participantes que receberam a  interven&ccedil;&atilde;o, em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo controle, nas situa&ccedil;&otilde;es que envolvem conflito de interesses (e.g.,  recusar pedidos, cobrar d&iacute;vidas, defender os pr&oacute;prios direitos em situa&ccedil;&otilde;es nas quais s&atilde;o oferecidos  servi&ccedil;os insatisfat&oacute;rios, lidar com pessoas com atitudes grosseiras e fazer pedido com conflito de interesses). Uma vez que essas  habilidades assertivas t&ecirc;m se mostrado deficit&aacute;rias em idosos e que a necessidade de treinamento destas tem sido ressaltada na  literatura (Carneiro &amp; Falcone, 2004; Cavalcanti, 1995), o PHSI pode se constituir como um trabalho de interven&ccedil;&atilde;o &uacute;til  &agrave;s demandas dessa popula&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Ao desenvolver habilidades assertivas, o idoso poder&aacute; expressar as suas necessidades de forma adequada ao contexto, promovendo  eleva&ccedil;&atilde;o da autoestima e evitando a manifesta&ccedil;&atilde;o de comportamento hostil. De acordo com Vila (2005), a express&atilde;o  assertiva de um inc&ocirc;modo promove redu&ccedil;&atilde;o de perdas, tanto para o indiv&iacute;duo quanto para o interlocutor, al&eacute;m de  possibilitar bem-estar emocional e fornecer modelo de controle de rea&ccedil;&otilde;es emocionais indesej&aacute;veis.</p>     <p>An&aacute;lises intragrupos realizadas com os escores do IHS tamb&eacute;m confirmaram a efic&aacute;cia do PHSI para a capacidade de lidar com  situa&ccedil;&otilde;es interpessoais que demandam a afirma&ccedil;&atilde;o e defesa de direitos e auto-estima, com risco potencial de  rea&ccedil;&atilde;o indesej&aacute;vel por parte do interlocutor (possibilidade de rejei&ccedil;&atilde;o, de r&eacute;plica ou de  oposi&ccedil;&atilde;o). Isso indica que os participantes do grupo experimental desenvolveram a habilidade assertiva para lidar com  situa&ccedil;&otilde;es como, por exemplo, devolver &agrave; loja uma mercadoria defeituosa; discordar do grupo; lidar com cr&iacute;ticas  injustas; cobrar d&iacute;vida de amigo.</p>     <p>Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s habilidades de conversa&ccedil;&atilde;o e desenvoltura social, que retratam a capacidade de lidar com  situa&ccedil;&otilde;es sociais neutras (e.g., manter e encerrar conversa&ccedil;&atilde;o, abordar pessoas que ocupam posi&ccedil;&atilde;o de  autoridade, pedir favor a colegas e desconhecidos, recusar pedidos abusivos, fazer apresenta&ccedil;&otilde;es ou palestras a um p&uacute;blico  desconhecido e fazer perguntas a pessoas desconhecidas), p&ocirc;de-se observar uma melhora significativa entre os participantes experimentais  ap&oacute;s o PHSI. Del Prette e Del Prette (2001) enfatizam a import&acirc;ncia das habilidades sociais de conversa&ccedil;&atilde;o no  repert&oacute;rio comportamental, uma vez que estas favorecem o traquejo social. Do ponto de vista de Bolsoni-Silva e Marturano (2002), essa classe  de habilidades auxilia no desenvolvimento e manuten&ccedil;&atilde;o de conversas amistosas e triviais.</p>     <p>Entretanto, os resultados a partir do IHS n&atilde;o revelaram mudan&ccedil;as significativas nos Fatores de autoafirma&ccedil;&atilde;o na  express&atilde;o de sentimento positivo (e.g., agradecer elogios; fazer elogios; expressar sentimentos positivos) e do autocontrole da  agressividade em situa&ccedil;&otilde;es aversivas (e.g., lidar com cr&iacute;ticas ou chacotas). &Eacute; importante levar em  considera&ccedil;&atilde;o que os participantes tanto do grupo controle como do grupo experimental s&atilde;o estudantes de uma Universidade para  a Terceira Idade e, conforme prop&otilde;e Cachioni (1998), as Universidades da Terceira Idade constituem um espa&ccedil;o importante para a  amplia&ccedil;&atilde;o dos contatos interpessoais e a promo&ccedil;&atilde;o das habilidades sociais.</p>     <p>Os resultados do Fator referente ao autocontrole da agressividade revelaram-se mais deficit&aacute;rios ao final do PHSI do que no  in&iacute;cio, mostrando, desta forma, uma resposta contr&aacute;ria &agrave; que era inicialmente esperada. Tal constata&ccedil;&atilde;o  est&aacute; em conson&acirc;ncia com os discutidos pela literatura (e.g., Magalh&atilde;es &amp; Murta, 2003; Pacheco &amp; Rang&eacute;, 2006) os  quais indicam que &eacute; poss&iacute;vel que os participantes com estilo de comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o assertivo, ao entrarem em  contato com instru&ccedil;&otilde;es sobre defesa de direitos interpessoais e assertividade, passem a empregar o estilo de  comunica&ccedil;&atilde;o agressivo em suas rela&ccedil;&otilde;es para, posteriormente, expressarem a raiva e o desagrado de forma socialmente  competente. Outra possibilidade para explicar essa diminui&ccedil;&atilde;o de valores na segunda avalia&ccedil;&atilde;o, em programa com  popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-cl&iacute;nica, pode se relacionar, segundo Del Prette e Del Prette (2003), &agrave; ansiedade devido &agrave;  evoca&ccedil;&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es de desempenho trazidas pelo invent&aacute;rio, muito mais acentuada na segunda  avalia&ccedil;&atilde;o do que na primeira, quando a preocupa&ccedil;&atilde;o com a compet&ecirc;ncia era menor.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Um dado relevante para pesquisa envolvendo o desenvolvimento de habilidades sociais refere-se &agrave; escolha das medidas de  avalia&ccedil;&atilde;o. Verificou-se que, neste estudo, h&aacute; necessidade da utiliza&ccedil;&atilde;o de mais de um recurso de  avalia&ccedil;&atilde;o nos estudos de efic&aacute;cia de interven&ccedil;&atilde;o, uma vez que esse procedimento supre as  limita&ccedil;&otilde;es de cada medida (Falcone, 1998; Magalh&atilde;es &amp; Murta, 2003).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Considera&ccedil;&otilde;es finais</b></p>     <P>Os resultados deste estudo fornecem subs&iacute;dios para a implanta&ccedil;&atilde;o de programas de Desenvolvimento de Habilidades Sociais  espec&iacute;ficos para terceira idade. De acordo com Matos,</p>     <p>Branco, Carvalhosa, Silva e Carvalhosa (2005), interven&ccedil;&otilde;es deste tipo indicam diminuir o encargo com pedidos exagerados de  cuidados m&eacute;dicos e de apoio social que muitas vezes aparecem associados a situa&ccedil;&otilde;es de isolamento social e sentimento de  solid&atilde;o.</p>     <p>Como contribui&ccedil;&atilde;o para estudos posteriores: o aumento do n&uacute;mero de participantes da amostra, a realiza&ccedil;&atilde;o do  <i>follow-up</i> com os participantes do grupo controle, o uso de medidas tanto quantitativas como qualitativas, a avalia&ccedil;&atilde;o da  habilidade emp&aacute;tica. Para melhorar a efic&aacute;cia do PHSI algumas estrat&eacute;gias sugeridas s&atilde;o: o aumento do n&uacute;mero de  encontros, fortalecendo a aprendizagem; a cria&ccedil;&atilde;o de mais exerc&iacute;cios, visando desenvolver a compet&ecirc;ncia social nas  situa&ccedil;&otilde;es de expressar opini&atilde;o pessoal, agradecer elogios, fazer elogios, expressar sentimentos positivos, lidar com  cr&iacute;ticas e lidar com chacotas.</p>     <p>Conclui-se que o PHSI mostrou-se eficaz em aumentar o repert&oacute;rio de habilidades sociais em idosos. Esses resultados ratificam estudos  anteriores que sustentam que as habilidades sociais podem ser aprendidas em qualquer fase do desenvolvimento humano e que podem melhorar a partir  de programas de interven&ccedil;&atilde;o adequados (Braz &amp; Del Prette, 2011; Isquick, 1981). Por outro lado, considerando alguns limites  identificados neste estudo, recomendam-se novas investiga&ccedil;&otilde;es nessa linha para verificar a efic&aacute;cia desse tipo de  interven&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><P>Almeida, O. P., &amp; Almeida, S. A. (1999). Confiabilidade da vers&atilde;o brasileira da escala de depress&atilde;o em geriatria (GDS) vers&atilde;o reduzida. <i>Arq Neuro-Psiquiatr, 57</i>, 421-426.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022852&pid=S0870-8231201600030000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Baltes, P. B. (1995). Pref&aacute;cio. In A. L. Neri (Ed.), <i>Psicologia do envelhecimento</i> (pp. 9-12). Campinas: Papirus.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022854&pid=S0870-8231201600030000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Barrett-Lennard, G. T. (1993). The phases and focus of empathy. <i>British Journal of Medical Psychology, 66</i>, 3-14. doi:  10.1111/j.2044-8341.1993.tb01722.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022856&pid=S0870-8231201600030000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bolsoni-Silva, A. T., &amp; Marturano, E. M. (2002). Pr&aacute;ticas educativas e problemas de comportamento: Uma an&aacute;lise &agrave; luz  das habilidades sociais. <i>Estudos de Psicologia</i> (Natal), <i>7</i>, 227-235.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022857&pid=S0870-8231201600030000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Braz, A. C., &amp; Del Prette, Z. A. P. (2011). Programa de habilidades sociais assertivas para idosos. In A. Del Prette &amp; Z. A. P. Del  Prette (Orgs.), <i>Habilidades sociais: Interven&ccedil;&otilde;es efetivas em grupo</i> (pp. 231-260). S&atilde;o Paulo: Casa do  Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022859&pid=S0870-8231201600030000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cachioni, M. (1998). <i>Envelhecimento bem-sucedido e participa&ccedil;&atilde;o numa universidade para a terceira idade: A experi&ecirc;ncia  dos alunos da Universidade S&atilde;o Francisco.</i> Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado, UNICAMP, Campinas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022861&pid=S0870-8231201600030000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Capitanini, M. E. S. (2000). Solid&atilde;o na velhice: Realidade ou mito?. In A. L. Neri &amp; S. A. Freire (Eds.), <i>E por falar em boa  velhice</i> (pp. 69-89). Campinas: Papirus.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022863&pid=S0870-8231201600030000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Carneiro, R. S., &amp; Falcone, E. O. (2004). Um estudo das capacidades e defici&ecirc;ncias em habilidades sociais na terceira idade.  <i>Psicologia em Estudo, 9</i>, 119-126.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022865&pid=S0870-8231201600030000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Carneiro, R. S., Falcone, E., Clark, C., Del Prette, Z., &amp; Del Prette, A. (2007). Qualidade de vida, apoio social e depress&atilde;o em  idosos: Rela&ccedil;&atilde;o com habilidades sociais. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 20</i>, 229-237.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022867&pid=S0870-8231201600030000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cavalcanti, M. B. (1995). Idosos. In B. Rang&eacute; (Ed.), <i>Psicoterapia comportamental</i> (pp. 149-158). Rio de Janeiro: Psy.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022869&pid=S0870-8231201600030000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Del Prette, A., &amp; Del Prette, Z. A. P. (2003). No contexto da travessia para o ambiente de trabalho: Treinamento de habilidades sociais com  universit&aacute;rios. <i>Estudos de Psicologia, 8</i>, 413-420.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022871&pid=S0870-8231201600030000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Del Prette, A., &amp; Del Prette, Z. A. P. (2011). Enfoques e modelos do treinamento de habilidades sociais. In A. Del Prette &amp; Z. A. P. Del  Prette (Eds.), <i>Habilidades sociais: Interven&ccedil;&otilde;es efetivas em grupo</i> (pp. 19-56). S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022873&pid=S0870-8231201600030000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Del Prette, Z. A. P., &amp; Del Prette, A. (2001). <i>Invent&aacute;rio de habilidades sociais: Manual de aplica&ccedil;&atilde;o,  apura&ccedil;&atilde;o e interpreta&ccedil;&atilde;o.</i> S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo Livraria e Editora Ltda.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022875&pid=S0870-8231201600030000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Del Prette, Z. A. P., &amp; Del Prette, A. (2008). Um sistema de categorias de habilidades sociais educativas. <i>Paid&eacute;ia  (Ribeir&atilde;o Preto), 18</i>, 517-530.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022877&pid=S0870-8231201600030000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Falcone, E. M. O. (1998). <i>A avalia&ccedil;&atilde;o de um programa de treinamento da empatia</i>. Tese de doutorado, Universidade de  S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022879&pid=S0870-8231201600030000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Falcone, E. M. O. (2001). Uma proposta de um sistema de classifica&ccedil;&atilde;o das habilidades sociais. In H. J. Guilhardi, M. B. B. P.  Madi, P. P. Queiroz, &amp; M. C. Scoz (Eds.), <i>Sobre comportamento e cogni&ccedil;&atilde;o: Expondo a variabilidade</i> (pp. 195-209). Santo  Andr&eacute;: SET Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022881&pid=S0870-8231201600030000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Falcone, E. M. O., &amp; Ramos, D. M. (2005). A atribui&ccedil;&atilde;o como componente cognitivo das habilidades sociais e seu impacto na  satisfa&ccedil;&atilde;o conjugal. In H. J. Guilhardi &amp; N. C. Aguirre (Orgs.), <i>Sobre comportamento e cogni&ccedil;&atilde;o: Expondo a  variabilidade</i> (pp. 182-191). Santo Andr&eacute;: ESETec Editores Associados.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022883&pid=S0870-8231201600030000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Falcone, E. M. O., Carneiro, R. S., Chicayban, L. M., Oliveira, M. G. S., Pedrozo, A. L. B., &amp; Ferreira, M. C. (2001). A  constru&ccedil;&atilde;o de um sistema de classifica&ccedil;&atilde;o das habilidades sociais [Resumo]. In Congresso Iberoamericano de Psicologia  Cl&iacute;nica e da Sa&uacute;de (Org.), <i>Avan&ccedil;os recentes em psicologia cl&iacute;nica e da sa&uacute;de. Resumo do II Congresso  Iberoamericano de Psicologia Cl&iacute;nica e da Sa&uacute;de</i> (p. 371). Guaruj&aacute;: APICSA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022885&pid=S0870-8231201600030000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Freire, S. A., &amp; Sommerhalder, C. (2000). Envelhecer nos tempos modernos. In A. L. Neri &amp; S. A. Freire (Eds.), <i>E por falar em boa  velhice</i> (pp. 125-135). Campinas: Papirus.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022887&pid=S0870-8231201600030000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Garc&iacute;a-Vera, M. P., Sanz, J., &amp; Gil, F. (1998). Entrenamientos en habilidades sociales. In F. Gil &amp; J. M. Le&oacute;n (Eds.),  <i>Habilidades sociales: Teor&iacute;a, investigaci&oacute;n e intervenci&oacute;n</i> (pp. 63-93). Madrid: Editorial S&iacute;ntesis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022889&pid=S0870-8231201600030000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Goleman, D. (2006). <i>Intelig&ecirc;ncia social: O poder das rela&ccedil;&otilde;es humanas</i> (Trad. Ana Beatriz Rodrigues). Rio de Janeiro:  Elsevier.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022891&pid=S0870-8231201600030000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Herculano-Houzel, S. (2007). <i>Fique de bem com seu c&eacute;rebro: Guia pr&aacute;tico para o bem-estar em 15 passos.</i> Rio de Janeiro:  Sextante.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022893&pid=S0870-8231201600030000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Isquick, M. F. (1981). Training older people in empathy: Effects on empathy, attitudes, and self-exploration. <i>Int J Aging and Human  Development, 13</i>, 1-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022895&pid=S0870-8231201600030000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Joia, L. C., Ruiz, T., &amp; Donalisio, M. R. (2007). Condi&ccedil;&otilde;es associadas ao grau de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida entre a  popula&ccedil;&atilde;o de idosos. <i>Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 41</i>, 131-138.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022897&pid=S0870-8231201600030000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Katz, L., &amp; Rubin, M. (2000). <i>Mantenha o seu c&eacute;rebro vivo</i>. S&atilde;o Paulo: Sextante.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022899&pid=S0870-8231201600030000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lange, A., &amp; Jakubowski, P. (1976). <i>Responsible assertive behavior</i>. Illionis: Ed. Research Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022901&pid=S0870-8231201600030000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Magalh&atilde;es, P. P., &amp; Murta, S. G. (2003). Treinamento de habilidades sociais em estudantes de psicologia: Um estudo  pr&eacute;-experimental. <i>Temas em Psicologia da SBP, 11</i>, 28-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022903&pid=S0870-8231201600030000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Matos, M. G. de, Branco, J. D., Carvalhosa, S. F., Silva, M. N., &amp; Carvalhosa, J. (2005). Promo&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias  pessoais e sociais nos idosos: Programa de interven&ccedil;&atilde;o na comunidade<i>. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, 1</i>, 95-102.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022905&pid=S0870-8231201600030000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Matsukura, T. S., Marturano, E. M., &amp; Oishi, J. O. (2002). O Question&aacute;rio de Suporte Social (SSQ): Estudos da adapta&ccedil;&atilde;o  para o portugu&ecirc;s. <i>Revista Latino-Americana de Enfermagem, 10</i>, 675-681.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022907&pid=S0870-8231201600030000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Neri, A. L. (2004). Contribui&ccedil;&otilde;es da psicologia ao estudo e &agrave; interven&ccedil;&atilde;o no campo da velhice. <i>Revista  Brasileira de Ci&ecirc;ncias do Envelhecimento Humano, Passo Fundo, 1</i>, 69-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022909&pid=S0870-8231201600030000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pacheco, P., &amp; Rang&eacute;, B. (2006). Desenvolvimento de habilidades sociais em graduandos de psicologia. In M. Bandeira, Z. Del Prette,  &amp; A. Del Prette (Eds.), <i>Estudos sobre habilidades sociais e relacionamento interpessoal</i> (pp. 199-216). S&atilde;o Paulo: Casa do  Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022911&pid=S0870-8231201600030000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Ramos, M. P. (2002). Apoio social e sa&uacute;de entre idosos. <i>Sociologias, 7</i>, 156-175.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022913&pid=S0870-8231201600030000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Ramos, M. (2007). Os sintomas depressivos e as rela&ccedil;&otilde;es sociais na terceira idade. <i>Revista do Departamento de Psicologia  &ndash; UFF, 19</i>, 397-410.</p>     <!-- ref --><p>Resende, M. C. de, Bones, V. M., Souza, I. S., &amp; Guimar&atilde;es, N. K. (2006). Rede de rela&ccedil;&otilde;es sociais e  satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida de adultos e idosos. <i>Psicol Am Lat, 5</i>, 1-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022916&pid=S0870-8231201600030000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Veras, R. P. (2002). O anacronismo dos modelos assistenciais na &aacute;rea da sa&uacute;de: Mudar e inovar, desafios para o setor  p&uacute;blico e o privado. In R. P. Veras (Org.), <i>Terceira idade: Gest&atilde;o contempor&acirc;nea em sa&uacute;de</i> (pp. 163-185). Rio de  Janeiro: Relume Dumar&aacute;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022918&pid=S0870-8231201600030000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</p>     <!-- ref --><p>Vila, E. M. (2005). <i>Treinamento de habilidades sociais em grupo com professores de crian&ccedil;as com dificuldades de aprendizagem: Uma  an&aacute;lise sobre procedimentos e efeitos da interven&ccedil;&atilde;o</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado, Universidade Federal de  S&atilde;o Carlos, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022920&pid=S0870-8231201600030000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vila, E. M., Gongora, M. A. N., &amp; Silveira, J. M. (2003). Ensinando repert&oacute;rio alternativo para clientes que apresentam  padr&otilde;es comportamentais passivo e hostil. In C. G. de Almeida (Org.), <i>Interven&ccedil;&otilde;es em grupos: Estrat&eacute;gias  psicol&oacute;gicas para a melhoria da qualidade de vida</i> (pp. 59-81). Campinas: Papirus.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022922&pid=S0870-8231201600030000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Rachel Shimba Carneiro, UNISUAM &ndash; Centro  Universit&aacute;rio Augusto Motta, Av. Paris, 72, Bonsucesso, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.  E-mail: <a href="mailto:rachelshimba@yahoo.com.br">rachelshimba@yahoo.com.br</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Financiamento: FAPERJ.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 03/10/2014 Aceita&ccedil;&atilde;o: 01/12/2015</p>      ]]></body><back>
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