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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This research aims to promote understanding and reflection about school adjustment. In order to achieve this purpose, and based on the literature and on a set of theoretical assumptions, from ecological and developmental perspectives, it was outlined and empirically tested a multidimensional model of school adjustment in early adolescence. This model especially examines social dimensions, but also the academic achievement and the family socioeconomic status, by proposing an integrated view of school adjustment. The empirical study developed in 706 students from 5th and 6th grades and assessed the student’s self-perceptions and the perceptions of teachers and peers about student’s social competence. The empirical test of the School Adjustment Model shows a reasonable global fit, supporting the defined associations among the components of the social competence, and between these social components and academic achievement and family socioeconomic and cultural status. These results highlight the need to consider multiple facets in the assessment and promotion of school adjustment, recognising mainly connections between the social competence and academic achievement of the student. These results are also a target of reflection and discussion, with implications for research, theory and intervention.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Adaptação escolar]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>A multidimensionalidade da adapta&ccedil;&atilde;o escolar na pr&eacute;-adolesc&ecirc;ncia</b></p>     <p><b>Helena Isabel Monteiro Menezes<sup>1</sup>, M. S. Lemos<sup>1</sup>, L. P. Rodrigues<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto</p>     <p><sup>2</sup>Instituto Polit&eacute;cnico de Viana do Castelo</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A presente investiga&ccedil;&atilde;o procura fomentar a reflex&atilde;o e a compreens&atilde;o do fen&oacute;meno da adapta&ccedil;&atilde;o  escolar. Partindo da explora&ccedil;&atilde;o da literatura e de um conjunto de pressupostos te&oacute;ricos de ordem desenvolvimental e  ecol&oacute;gica, foi concetualmente delineado e testado um modelo multidimensional de adapta&ccedil;&atilde;o escolar na  pr&eacute;-adolesc&ecirc;ncia. O modelo examina principalmente dimens&otilde;es sociais, mas tamb&eacute;m a dimens&atilde;o acad&eacute;mica e o  n&iacute;vel socioecon&oacute;mico familiar, propondo uma vis&atilde;o integrada da adapta&ccedil;&atilde;o escolar. O estudo emp&iacute;rico  desenvolveu-se junto de 706 estudantes pr&eacute;-adolescentes e avaliou as perce&ccedil;&otilde;es do pr&oacute;prio estudante e as  perce&ccedil;&otilde;es dos professores e pares acerca da compet&ecirc;ncia social dos estudantes. O teste emp&iacute;rico ao Modelo de  Adapta&ccedil;&atilde;o Escolar evidencia um ajustamento global razo&aacute;vel, suportando as associa&ccedil;&otilde;es preconizadas entre as  componentes da compet&ecirc;ncia social e entre estas componentes sociais e a realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica e o n&iacute;vel  socioecon&oacute;mico e cultural da fam&iacute;lia. Estes resultados sublinham a necessidade de considerar m&uacute;ltiplas facetas na  avalia&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o da adapta&ccedil;&atilde;o escolar, reconhecendo-se que esta engloba especialmente conex&otilde;es  entre a compet&ecirc;ncia social e realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica do estudante. Estes resultados ser&atilde;o ainda alvo de  reflex&atilde;o e discuss&atilde;o, sendo extra&iacute;das implica&ccedil;&otilde;es para a investiga&ccedil;&atilde;o, teoria e  interven&ccedil;&atilde;o.    <p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Adapta&ccedil;&atilde;o escolar, Pr&eacute;-adolesc&ecirc;ncia, Compet&ecirc;ncia social, Realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica,  Valida&ccedil;&atilde;o de modelos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This research aims to promote understanding and reflection about school adjustment. In order to achieve this purpose, and based on the  literature and on a set of theoretical assumptions, from ecological and developmental perspectives, it was outlined and empirically tested a  multidimensional model of school adjustment in early adolescence. This model especially examines social dimensions, but also the academic  achievement and the family socioeconomic status, by proposing an integrated view of school adjustment. The empirical study developed in 706  students from 5<sub>th</sub> and 6<sub>th</sub> grades and assessed the student&rsquo;s self-perceptions and the perceptions of teachers and peers  about student&rsquo;s social competence. The empirical test of the School Adjustment Model shows a reasonable global fit, supporting the defined  associations among the components of the social competence, and between these social components and academic achievement and family socioeconomic  and cultural status. These results highlight the need to consider multiple facets in the assessment and promotion of school adjustment, recognising  mainly connections between the social competence and academic achievement of the student. These results are also a target of reflection and  discussion, with implications for research, theory and intervention.</p>     <p><b>Key words</b>: School adjustment, Early adolescence, Social competence, Academic achievement, Models validation.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>O fen&oacute;meno da adapta&ccedil;&atilde;o escolar reveste-se de uma elevada import&acirc;ncia e requer uma compreens&atilde;o mais  aprofundada dos v&aacute;rios fatores em jogo (e.g., Buhs &amp; Ladd, 2001; Juvonen &amp; Wentzel, 1996; Ladd, 1989; Wentzel, 2003). O sucesso da  adapta&ccedil;&atilde;o escolar representa uma das tarefas centrais do desenvolvimento infanto-juvenil, uma fonte de bem-estar atual e prenuncia  implica&ccedil;&otilde;es desenvolvimentais positivas para o futuro do estudante (Juvonen, 2006; Juvonen &amp; Wentzel, 1996; Ladd, 1990; Rubin,  Bukowski, &amp; Parker, 2006; Wentzel, 2003). Por sua vez o fracasso na adapta&ccedil;&atilde;o escolar concorre para a subrealiza&ccedil;&atilde;o  acad&eacute;mica, isolamento social, depress&atilde;o, delinqu&ecirc;ncia, abuso de subst&acirc;ncias e outros comportamentos de risco (Kupersmidt  &amp; Coie, 1990; Ladd, 2006; Parker &amp; Asher, 1987; Parker, Rubin, Price, &amp; DeRosier, 1995; Roeser, Eccles, &amp; Sameroff, 2000; Wentzel,  2009). Estas dificuldades de adapta&ccedil;&atilde;o apresentam um efeito cumulativo, surgindo muitas vezes precocemente na vida escolar do  estudante e, por motivos psicossociais, tendem a persistir e a acarretar custos para o estudante e para a sociedade.</p>     <p>Genericamente entende-se por adapta&ccedil;&atilde;o escolar o sucesso do report&oacute;rio comportamental do estudante face &agrave;s tarefas e  exig&ecirc;ncias do contexto escolar. J&aacute; em 1978, Schaefer e Edgerton consideram o desempenho acad&eacute;mico e o comportamento social do  estudante como componentes da adapta&ccedil;&atilde;o escolar. Presentemente estas duas componentes &ndash; a compet&ecirc;ncia social e a  compet&ecirc;ncia acad&eacute;mica &ndash; s&atilde;o consideradas como aspetos centrais da adapta&ccedil;&atilde;o escolar. Mais recentemente a  motiva&ccedil;&atilde;o do estudante para participar e executar as tarefas escolares na sala de aula e para colaborar e cooperar tem sido  tamb&eacute;m valorizada e v&aacute;rios autores (e.g., Berndt &amp; Keefe, 1995; Chen et al., 2004; Perry &amp; Weinstein, 1998; Wentzel, 2003)  concebem a adapta&ccedil;&atilde;o escolar como multifacetada, incluindo as vertentes social, acad&eacute;mica, motivacional e comportamental.</p>     <p>Uma linha de concetualiza&ccedil;&atilde;o na literatura da adapta&ccedil;&atilde;o escolar contempla aspetos de natureza  intrapsicol&oacute;gica tais como a autoestima e as vertentes intr&iacute;nseca e extr&iacute;nseca da motiva&ccedil;&atilde;o (Harter, 1996), e a  compreens&atilde;o do estudante face &agrave;s regras impl&iacute;citas da conduta social (perspetiva atribucional da adapta&ccedil;&atilde;o  escolar de Juvonen, 1996). Outras abordagens concebem a adapta&ccedil;&atilde;o escolar mais como um fen&oacute;meno de natureza psicossocial. Por  exemplo Birch e Ladd (1996) discutem a influ&ecirc;ncia das rela&ccedil;&otilde;es com os pares e professores como for&ccedil;as promotoras dos  comportamentos social e acad&eacute;mico do estudante e Hymel, Comfort, Schonert-Reichl e McDougall (1996) analisam o papel dos relacionamentos com  os pares no abandono escolar, considerando este fen&oacute;meno expressivo de inadapta&ccedil;&atilde;o do estudante.</p>     <p>Wentzel (2003, 2005, 2008, 2009) enfatiza a natureza social da adapta&ccedil;&atilde;o escolar, concebendo-a em termos de compet&ecirc;ncias  sociais facilitadoras da realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica. Nesta &oacute;tica a adapta&ccedil;&atilde;o escolar organiza um  comp&oacute;sito de objetivos sociais, compet&ecirc;ncia comportamental e rela&ccedil;&otilde;es interpessoais positivas. A autora descreve a  adapta&ccedil;&atilde;o escolar em termos de comportamento pr&oacute;-social e socialmente respons&aacute;vel, ilustrando percursos atrav&eacute;s  dos quais a compet&ecirc;ncia social contribui para a realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica, e o modo como as rela&ccedil;&otilde;es  interpessoais com os pares e professores motivam o comportamento socialmente desej&aacute;vel.</p>     <p>Assim, a literatura oferece uma pan&oacute;plia de conce&ccedil;&otilde;es de adapta&ccedil;&atilde;o escolar, com distintos aspetos  contemplados nos estudos emp&iacute;ricos, sendo a investiga&ccedil;&atilde;o importante por direito pr&oacute;prio e diversa, organizando-se  principalmente pela interdepend&ecirc;ncia da motiva&ccedil;&atilde;o e realiza&ccedil;&atilde;o nos dom&iacute;nios social e acad&eacute;mico.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Orientada pela premissa de que as viv&ecirc;ncias do estudante no contexto escolar promovem n&atilde;o s&oacute; a compet&ecirc;ncia  acad&eacute;mica, mas tamb&eacute;m a compet&ecirc;ncia social, com repercuss&otilde;es na adapta&ccedil;&atilde;o escolar (Ryan &amp; Shim, 2008;  Wentzel, 2003, 2005, 2009), ser&aacute; apresentada seguidamente a investiga&ccedil;&atilde;o relativa &agrave;s conex&otilde;es entre as  componentes da compet&ecirc;ncia social &ndash; rela&ccedil;&otilde;es interpessoais com os pares, comportamento social,  autoperce&ccedil;&otilde;es de compet&ecirc;ncia e objetivos sociais &ndash; e entre estas e a realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica do  estudante.</p>     <p>A componente rela&ccedil;&otilde;es interpessoais com os pares &eacute; a mais investigada pela literatura na &aacute;rea da compet&ecirc;ncia  social. A aceita&ccedil;&atilde;o do estudante pelo seu grupo de pares promove a adapta&ccedil;&atilde;o escolar (Juvonen, 2006; Juvonen &amp;  Wentzel, 1996; Ladd, 1990), facilitando os resultados acad&eacute;micos (Chen, Chang, &amp; He, 2003), o grau de envolvimento com a escola e os  comportamentos adequados neste contexto (Juvonen, 2006) e a adapta&ccedil;&atilde;o social e emocional do estudante &agrave; escola (Wentzel,  2009). Mais especificamente a aceita&ccedil;&atilde;o pelo grupo de pares relaciona-se positivamente com a compet&ecirc;ncia acad&eacute;mica  (Gresham &amp; Elliott, 1990; Lemos &amp; Meneses, 2002; Vaughn &amp; Hogan, 1990; Wentzel, 2005, 2009; Wentzel &amp; Asher, 1995),  participa&ccedil;&atilde;o em sala de aula (Ladd, Kochenderfer, &amp; Coleman, 1997), notas escolares (Wentzel &amp; Caldwell, 1997), quociente  intelectual (QI; Wentzel, 1991b), desempenho na matem&aacute;tica, leitura e linguagem (Ladd, 2003), comportamento pr&oacute;-social (Wentzel,  1998) e autoestima (Harter, 1996) do estudante.</p>     <p>No estudo das rela&ccedil;&otilde;es entre pares, v&aacute;rios investigadores (e.g., Bukowski &amp; Hoza, 1989; Parker &amp; Asher, 1987, 1993;  Rubin, Bukowski, &amp; Laursen, 2009; Rubin et al., 2006; Wentzel, 2005) distinguem a aceita&ccedil;&atilde;o social pelo grupo de pares das  rela&ccedil;&otilde;es de amizade. A perce&ccedil;&atilde;o unilateral do grupo refere-se ao grau de aceita&ccedil;&atilde;o social, determinando o  estatuto social de cada um dos membros do grupo, enquanto as rela&ccedil;&otilde;es de amizade revelam reciprocidade e la&ccedil;os afetivos entre  dois membros. Contudo ambas as formas de relacionamento entre pares configuram o processo de adapta&ccedil;&atilde;o escolar (Ladd et al., 1997;  Parker &amp; Asher, 1993).</p>     <p>Usufruir de rela&ccedil;&otilde;es de amizade &ndash; pautadas por confian&ccedil;a, intimidade e cuidado &ndash; na escola contribui para a  adapta&ccedil;&atilde;o ao contexto escolar (Berndt, 1999; Berndt &amp; Keefe, 1995, 1996), nomeadamente associando-se &agrave;  adapta&ccedil;&atilde;o social e emocional do estudante (Nelson &amp; DeBacker, 2008) &agrave;s aspira&ccedil;&otilde;es acad&eacute;micas e  rendimento escolar do estudante (Wentzel, 2005; Wentzel &amp; Caldwell, 1997), e conectando os sucessos socioemocionais e acad&eacute;micos (Buhs  &amp; Ladd, 2001; Ladd, 1990). Os estudantes pr&eacute;-adolescentes sem amigos na escola exibem n&iacute;veis inferiores de comportamento  pr&oacute;-social, de bem-estar emocional e de realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica (Wentzel, Barry, &amp; Caldwell, 2004), comparativamente  aos colegas com amigos.</p>     <p>Outro indicador fundamental da adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; escola &eacute; a adequa&ccedil;&atilde;o ou ajustamento comportamental do  estudante a este contexto (Ladd &amp; Burgess, 2001). A vis&atilde;o de Gresham e Elliott (1990) assume que o estudante com comportamento adequado  &agrave; escola exibe habilidades sociais &ndash; coopera&ccedil;&atilde;o, assertividade e autocontrolo &ndash; e n&atilde;o tem problemas de  comportamento externalizados, internalizados e hiperatividade. O comportamento agressivo prediz, em parte, dificuldades externali zadas do  comportamento (Ladd, 2003, 2006), enquanto os comportamentos ansioso-depressivo e ansioso--solit&aacute;rio predizem problemas internalizados de  comportamento (Gazelle &amp; Ladd, 2003). Um vasto conjunto de pesquisas (e.g., Elias &amp; Haynes, 2008; Elliott &amp; Gresham, 2007; Gresham  &amp; Elliott, 1990; Lemos &amp; Meneses, 2002; Meneses, 2000, 2011; Sugai, Horner, &amp; Gresham, 2002; Vaughn &amp; Hogan, 1990, 1994) comprova a  exist&ecirc;ncia de forte rela&ccedil;&otilde;es entre d&eacute;fices de habilidades sociais, problemas de comportamento e  subrealiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica, com evidente impacto no processo de adapta&ccedil;&atilde;o escolar.</p>     <p>A motiva&ccedil;&atilde;o energiza o comportamento social e o comportamento acad&eacute;mico do estudante (Ford &amp; Smith, 2009). N&atilde;o  s&atilde;o apenas as compet&ecirc;ncias comportamentais mais expl&iacute;citas ou objetivas do estudante que condicionam os n&iacute;veis de  compet&ecirc;ncia social e de realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica, mas tamb&eacute;m as perce&ccedil;&otilde;es pessoais de  compet&ecirc;ncia, com implica&ccedil;&otilde;es pertinentes no processo de adapta&ccedil;&atilde;o escolar. O sucesso na adapta&ccedil;&atilde;o  escolar requer o desenvolvimento de autoperce&ccedil;&otilde;es de compet&ecirc;ncia positivas, de autonomia e de identidade pessoal (Grolnick,  Kurowski, &amp; Gurland, 1999). As perce&ccedil;&otilde;es pessoais de compet&ecirc;ncia positivas do estudante promovem a adapta&ccedil;&atilde;o  social e acad&eacute;mica (Harter, 1996, 1999), particularmente na aceita&ccedil;&atilde;o social dos pares, lideran&ccedil;a do grupo,  realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica e bem-estar emocional.</p>     <p>A literatura assinala uma rela&ccedil;&atilde;o complexa, por clarificar, entre as autoperce&ccedil;&otilde;es de compet&ecirc;ncia e a  realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica do estudante. Surgem resultados contradit&oacute;rios (Eccles, Wigfield, &amp; Schiefele, 1998; Gresham  &amp; Elliott, 1990; Vaughn &amp; Haager, 1994; Vaughn, Haager, Hogan, &amp; Kouzekanani, 1992; Vaughn &amp; Hogan, 1990, 1994; Wigfield &amp;  Eccles, 2002) na dete&ccedil;&atilde;o de diferen&ccedil;as entre os distintos n&iacute;veis de realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica e as  autoperce&ccedil;&otilde;es de compet&ecirc;ncia. Este facto provavelmente explica-se pela presen&ccedil;a de m&uacute;ltiplas vari&aacute;veis  nesta rela&ccedil;&atilde;o (Meneses, 2000): concetualiza&ccedil;&atilde;o e dom&iacute;nios das autoperce&ccedil;&otilde;es de compet&ecirc;ncia  avaliados, idade do estudante, efeitos da compara&ccedil;&atilde;o social, presen&ccedil;a de problemas de comportamento e de dificuldades  relacionais.</p>     <p>Para al&eacute;m do impacto das perce&ccedil;&otilde;es pessoais de compet&ecirc;ncia do estudante na compet&ecirc;ncia social e  realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica, os objetivos sociais desempenham um papel decisivo nos sucessos social e acad&eacute;mico do estudante.  Os objetivos constituem representa&ccedil;&otilde;es cognitivas do alvo que o estudante pretende atingir, proporcionando energia,  regula&ccedil;&atilde;o e dire&ccedil;&atilde;o ao comportamento (Ames, 1992; Ford, 1992; Pintrich, 2000; Wentzel, 2002). Na escola o estudante  persegue quer objetivos acad&eacute;micos quer objetivos sociais (Dweck, 1996; Lemos, 2005; Urdan &amp; Maehr, 1995; Wentzel, 2002, 2004, 2006;  Wentzel &amp; Wigfield, 1998).</p>     <p>Um crescente n&uacute;mero de investiga&ccedil;&otilde;es (e.g., Anderman, 1999; Blumenfeld, 1992; Dowson, McInerney, &amp; Nelson, 2006; Dweck,  1996; Kiefer &amp; Ryan, 2008; Ryan &amp; Shim, 2006, 2008; Urdan &amp; Maehr, 1995; Wentzel, 1993, 1996a, 2002) tem vindo a considerar e a mostrar  que a escola e a sala de aula constituem contextos primordiais para pesquisar a motiva&ccedil;&atilde;o social do estudante. No dom&iacute;nio da  motiva&ccedil;&atilde;o em educa&ccedil;&atilde;o, os objetivos sociais s&atilde;o frequentemente considerados vari&aacute;veis sociocognitivas  subjacentes &agrave; compet&ecirc;ncia social e &agrave; adapta&ccedil;&atilde;o escolar, cuja an&aacute;lise &eacute; fundamental para a  compreens&atilde;o da compet&ecirc;ncia social, aprendizagem, sucesso acad&eacute;mico e adapta&ccedil;&atilde;o escolar do estudante (Eccles &amp;  Wigfield, 2002; Ford &amp; Smith, 2009; Juvonen &amp; Wentzel, 1996; Kiefer &amp; Ryan, 2008; Wentzel, 1991a, 1993, 1996a, 2003, 2004, 2005;  Wentzel &amp; Looney, 2007). &Eacute; fundamental considerar a perspetiva de Wentzel (e.g., 1994, 1996a,b, 2002, 2003) que explicita  rela&ccedil;&otilde;es entre a prossecu&ccedil;&atilde;o de objetivos sociais e v&aacute;rios indicadores da adapta&ccedil;&atilde;o escolar:  realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica, rela&ccedil;&otilde;es com os pares, empenho na sala de aula, participa&ccedil;&atilde;o cooperativa nas  atividades letivas e ades&atilde;o comportamental &agrave;s regras e expectativas sociais da sala de aula.</p>     <p>O sucesso adaptativo ao contexto escolar resulta n&atilde;o apenas de compet&ecirc;ncias sociais e acad&eacute;micas inerentes ao estudante, mas  constitui um fen&oacute;meno complexo influenciado por diversos fatores consequentes &agrave;s experi&ecirc;ncias constru&iacute;das no primeiro  contexto de desenvolvi mento: a fam&iacute;lia. O n&iacute;vel socioecon&oacute;mico e cultural (NSEC) da fam&iacute;lia do estudante &eacute; uma  das vari&aacute;veis que interfere no desenvolvimento da compet&ecirc;ncia social e na realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica do estudante.  N&atilde;o &eacute; indiferente nem insignificante pertencer a uma fam&iacute;lia com um NSEC baixo, m&eacute;dio ou elevado. V&aacute;rios estudos  mostram que o NSEC familiar participa na determina&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas e estilos educativos parentais (Cruz, 2005; Hoff, Laursen,  &amp; Tardif, 2002; Ladd &amp; Pettit, 2002) e a capacidade econ&oacute;mica dos pais estabelece diversos n&iacute;veis de funcionamento  socioemocional, estado de sa&uacute;de, capacidades cognitivas e sucesso acad&eacute;mico (Leyendecker, Harwood, Comparini, &amp;  Yal&ccedil;inkaya, 2005; Magnuson &amp; Duncan, 2002). As habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias dos pais, em particular o n&iacute;vel de  conhecimentos dos pais, interv&ecirc;m na promo&ccedil;&atilde;o da compet&ecirc;ncia acad&eacute;mica dos filhos (Cox, 1990; Mattanah, Pratt,  Cowan, &amp; Cowan, 2005) e no grau de envolvimento parental na escola (Lareau, 1996), sendo geralmente inferior em pais oriundos de meios socio  econ&oacute;micos mais desfavorecidos, com implica&ccedil;&otilde;es na realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica dos filhos. Resumindo: o NSEC da  fam&iacute;lia condiciona as experi&ecirc;ncias no contexto familiar e os processos que nele ocorrem, com impacto na qualidade da compet&ecirc;ncia  social e na realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica do estudante.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>De modo a responder &agrave;s solicita&ccedil;&otilde;es patentes na literatura &ldquo;<i>there is a need to construct more comprehensive models  of school adjustment</i>&rdquo; (Ladd, 1989, p. 278), na presente investiga&ccedil;&atilde;o foi edificado um modelo concetual de  adapta&ccedil;&atilde;o escolar integrativo de distintas compet&ecirc;ncias em intera&ccedil;&atilde;o (Buhs &amp; Ladd, 2001) e estruturando  enfoques te&oacute;ricos na defini&ccedil;&atilde;o operacional da adapta&ccedil;&atilde;o escolar, cuja necessidade &eacute; sublinhada por  Wentzel (2003, p. 251) &ldquo;<i>theoretically based models of school adjustment are not well developed</i>&rdquo;.</p>     <p>O Modelo de Adapta&ccedil;&atilde;o Escolar (M.A.E.), considerando a pertin&ecirc;ncia de um enquadramento te&oacute;rico desenvolvimental e  ecol&oacute;gico, &eacute; especificamente dirigido a estudantes pr&eacute;-adolescentes do 2&ordm; ciclo do ensino b&aacute;sico. No plano  desenvolvimental, na pr&eacute;-adolesc&ecirc;ncia ocorrem mudan&ccedil;as f&iacute;sicas, cognitivas, sociais e emocionais que constituem  oportunidades para o crescimento psicol&oacute; gico, mas que tamb&eacute;m potenciam a vulnerabilidade. No plano escolar, a  pr&eacute;-adolesc&ecirc;ncia abrange a transi&ccedil;&atilde;o de ciclo e a viv&ecirc;ncia do 2&ordm; ciclo do ensino b&aacute;sico. Esta  transi&ccedil;&atilde;o escolar desafia o estu dante e solicita compet&ecirc;ncias de integra&ccedil;&atilde;o social, <i>coping</i>  flex&iacute;vel e adapta&ccedil;&atilde;o a um novo contexto escolar (Wentzel &amp; Looney, 2007); trata-se de um processo de  adapta&ccedil;&atilde;o a uma diferente e vasta realidade, com novos e m&uacute;ltiplos colegas, professores, disciplinas, m&eacute;todos de  aprendizagem e de avalia&ccedil;&atilde;o, e com variadas regras e normas prescritas para o comportamento social e acad&eacute;mico do  estudante.</p>     <p>&Eacute; importante compreender o per&iacute;odo desenvolvimental da pr&eacute;-adolesc&ecirc;ncia, frequentemente menos averiguado pela  investiga&ccedil;&atilde;o, mas no qual tem sido descrita uma tend&ecirc;ncia para diminuir a adapta&ccedil;&atilde;o social e acad&eacute;mica  (Ryan &amp; Shim, 2008). Na pr&eacute;-adolesc&ecirc;ncia o estudante atribui mais import&acirc;ncia aos pares (Wentzel, 2005; Youniss &amp;  Smollar, 1989), torna-se mais independente diante da influ&ecirc;ncia do professor (Eccles &amp; Midgley, 1989), cumpre menos regras de sala de  aula (Wentzel, 1999), e podem surgir problemas de comportamento antissocial, agress&atilde;o proactiva, agress&atilde;o relacional e  <i>bullying</i> (Dishion &amp; Piehler, 2009), com particular relev&acirc;ncia na adapta&ccedil;&atilde;o escolar.</p>      <p>Com base nas considera&ccedil;&otilde;es e pretens&otilde;es referidas foi desenvolvido o M.A.E., multidimensional e interativo, exposto na  <a href="#f1">Figura 1</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v34n4/34n4a06f1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A <a href="#f1">Figura 1</a> esquematiza as rela&ccedil;&otilde;es entre as dimens&otilde;es social, acad&eacute;mica e familiar da  adapta&ccedil;&atilde;o escolar. Sobressai neste modelo a elevada representa&ccedil;&atilde;o da dimens&atilde;o compet&ecirc;ncia social, definida  pelas conex&otilde;es entre as componentes da compet&ecirc;ncia social: compet&ecirc;ncia interpessoal com os pares, compet&ecirc;ncia  comportamental, compet&ecirc;ncia percebida e objetivos sociais. A compet&ecirc;ncia interpessoal resulta da perce&ccedil;&atilde;o dos pares  quanto ao n&uacute;mero de nomea&ccedil;&otilde;es positivas e de nomea&ccedil;&otilde;es negativas, e na observa&ccedil;&atilde;o das  rela&ccedil;&otilde;es de amizade. A compet&ecirc;ncia comportamental &eacute; avaliada pelo professor e resulta da exibi&ccedil;&atilde;o de  habilidades sociais e da aus&ecirc;ncia de problemas de comportamento. A compet&ecirc;ncia percebida infere-se pela autoavalia&ccedil;&atilde;o do  estudante nos dom&iacute;nios aceita&ccedil;&atilde;o social, compet&ecirc;ncia acad&eacute;mica, comportamental e autoestima global. Os objetivos  sociais configuram a perce&ccedil;&atilde;o pessoal do estudante na prossecu&ccedil;&atilde;o de objetivos pr&oacute;-sociais e de responsabilidade  social. A realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica do estudante &eacute; avaliada pelo professor nos par&acirc;metros: desempenho  acad&eacute;mico, desempenho e aptid&atilde;o na l&iacute;ngua portuguesa e na matem&aacute;tica e funcionamento intelectual. A  determina&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel socioecon&oacute;mico e cultural (NSEC) da fam&iacute;lia do estudante constituiu o indicador familiar  do M.A.E.</p>     <p>O objetivo geral da presente investiga&ccedil;&atilde;o centrou-se na constru&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o do modelo  multidimensional da Adapta&ccedil;&atilde;o Escolar dirigido a estudantes pr&eacute;-adolescentes, assente em pressupostos te&oacute;ricos oriundos  de modelos e investiga&ccedil;&otilde;es consideradas pertinentes, numa &oacute;tica multidimensional e interativa das dimens&otilde;es da  adapta&ccedil;&atilde;o escolar. Mais especificamente examinaram-se conex&otilde;es entre as componentes da compet&ecirc;ncia social e a  realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica. Para al&eacute;m disso, incluiu-se tamb&eacute;m um indicador NSEC familiar. Foram delineados os  seguintes objetivos espec&iacute;ficos: (1) Averiguar as rela&ccedil;&otilde;es entre as quatro componentes da compet&ecirc;ncia social  (compet&ecirc;ncia interpessoal com pares, compet&ecirc;ncia comportamental, compet&ecirc;ncia percebida e objetivos sociais), procurando  contribuir para a avalia&ccedil;&atilde;o desta dimens&atilde;o social; (2) Analisar as rela&ccedil;&otilde;es entre as componentes da  compet&ecirc;ncia social e a realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica, pretendendo esclarecer as conex&otilde;es entre as dimens&otilde;es social  e acad&eacute;mica da adapta&ccedil;&atilde;o escolar; (3) Validar o M.A.E., examinando o n&iacute;vel global de ajustamento e as  rela&ccedil;&otilde;es din&acirc;micas entre as v&aacute;rias dimens&otilde;es do modelo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes</i></p>     <p>A defini&ccedil;&atilde;o da amostra resultou de 33 turmas, com 17 professores do 5&ordm; ano de escolaridade e 16 professores diretores de  turma do 6&ordm; ano de escolaridade. A amostra &eacute; constitu&iacute;da por 706 estudantes do 5&ordm; (<i>N</i>=337;47,7%) e 6&ordm;  (<i>N</i>=369;52,3%) anos de escolaridade, procedentes de institui&ccedil;&otilde;es escolares p&uacute;blicas e privadas, das regi&otilde;es norte  e centro de Portugal. A distribui&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel g&eacute;nero &eacute; praticamente equitativa, sendo 50,6% do g&eacute;nero  masculino e 49,4% do feminino. As idades variam entre os 10,25 e os 15,25 anos, sendo o valor m&eacute;dio de 11,54. Foram identificadas quatro  categorias de NSEC das fam&iacute;lias dos estudantes: m&eacute;dio-alto (16,6%), m&eacute;dio (18,8%), m&eacute;dio-baixo (33%) e baixo (31%);  sobressaindo o facto de dois ter&ccedil;os da amostra pertencer a um NSEC familiar m&eacute;dio-baixo e baixo. Note-se que os restantes 0,6% dos  estudantes est&atilde;o em institui&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Instrumentos</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>O <i>M&eacute;todo Nominal</i> (Coie, Dodge, &amp; Coppotelli, 1982) foi utilizado para avaliar a compet&ecirc;ncia interpessoal com os pares. O  procedimento de recolha de dados resulta do inqu&eacute;rito, a cada estudante da turma, a duas quest&otilde;es: &ldquo;Quais s&atilde;o os  tr&ecirc;s colegas da turma de quem gostas <i>mais</i>?&rdquo; (nomea&ccedil;&otilde;es com val&ecirc;ncia positiva) e &ldquo;Quais s&atilde;o os  tr&ecirc;s colegas da turma de quem gostas <i>menos</i>?&rdquo; (nomea&ccedil;&otilde;es com val&ecirc;ncia negativa). Obt&ecirc;m-se assim o  n&uacute;mero de nomea&ccedil;&otilde;es positivas e o n&uacute;mero de nomea&ccedil;&otilde;es negativas atribu&iacute;das pelos pares. A  avalia&ccedil;&atilde;o das <i>rela&ccedil;&otilde;es de amizade</i> decorre do n&uacute;mero de nomea&ccedil;&otilde;es rec&iacute;procas.  Ap&oacute;s a recolha das tr&ecirc;s nomea&ccedil;&otilde;es positivas para cada estudante da turma, cruzam-se estas nomea&ccedil;&otilde;es de  modo a descobrir aquelas que s&atilde;o rec&iacute;procas; o n&uacute;mero de nomea&ccedil;&otilde;es rec&iacute;procas varia entre zero e  tr&ecirc;s. O n&iacute;vel de aceita&ccedil;&atilde;o social &eacute; calculado atrav&eacute;s do somat&oacute;rio das nomea&ccedil;&otilde;es  positivas mais nomea&ccedil;&otilde;es rec&iacute;procas, menos nomea&ccedil;&otilde;es negativas.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Social Skills Rating System</i> (<i>SSRS;</i> Gresham &amp; Elliott, 1990) &ndash; vers&atilde;o Portuguesa para professores (Lemos &amp;  Meneses, 2002) do 1&ordm; ao 6&ordm; ano de escolaridade. Este instrumento avalia as Habilidades Sociais, os Problemas de Comportamento e a  Realiza&ccedil;&atilde;o Acad&eacute;mica.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A <i>Escala Habilidades Sociais</i> &eacute; constitu&iacute;da por 29 itens distribu&iacute;dos pelas subescalas Coopera&ccedil;&atilde;o,  Assertividade e Autocontrolo. O professor realiza a cota&ccedil;&atilde;o de cada item numa grada&ccedil;&atilde;o de 0 a 2 pontos. O zero  significa que o estudante <i>nunca</i> exibe o comportamento representativo da habilidade social; o 1 indica que o estudante apresenta <i>algumas  vezes </i>esse comportamento; e, a cota&ccedil;&atilde;o 2 assinala que o comportamento ocorre <i>muitas vezes</i>. A cota&ccedil;&atilde;o  m&aacute;xima &eacute; de 58 pontos. No processo de adapta&ccedil;&atilde;o da escala &agrave; popula&ccedil;&atilde;o Portuguesa (Lemos &amp;  Meneses, 2002), foram calculados os coeficientes de consist&ecirc;ncia interna <i>alpha de Cronbach</i> (&alpha;), registando um valor &alpha;=.93  para o total da escala, valor semelhante ao da escala original (&alpha;=.94); os valores de &alpha; nas subescalas: Coopera&ccedil;&atilde;o  &alpha;=.91, Assertividade &alpha;=.86 e Autocontrolo &alpha;=.90.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A <i>Escala Problemas de Comportamento </i>cont&eacute;m dezoito itens distribu&iacute;dos por tr&ecirc;s dom&iacute;nios do comportamento  problem&aacute;tico: Externalizado, Internalizado e Hiperatividade. O professor assinala a frequ&ecirc;ncia percebida dos comportamentos no  estudante, numa cota&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima de 36 pontos. Os itens desta escala descrevem comportamentos desajustados, sendo  desej&aacute;vel um baixo resultado. Foram calculados os seguintes valores <i>alpha de Cronbach</i> nas subescalas: comportamento Externalizado  &alpha;=.92, comportamento Internalizado &alpha;=.83 e Hiperatividade &alpha;=.87; para o total da escala &alpha;=.91, valor ligeiramente superior  ao da escala original (&alpha;=.88).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A <i>Escala Realiza&ccedil;&atilde;o Acad&eacute;mica</i>, sem subescalas, &eacute; formada por seis itens. O professor avalia o comportamento  acad&eacute;mico e de aprendizagem do estudante, o desempenho acad&eacute;mico global, a aptid&atilde;o e desempenho na L&iacute;ngua Portuguesa e  na Matem&aacute;tica, e o funcionamento intelectual, comparando-o com os colegas da sala de aula e com os conte&uacute;dos program&aacute;ticos. A  cota&ccedil;&atilde;o de cada item varia entre 1 e 5: o valor de cota&ccedil;&atilde;o 1 indica um desempenho <i>muito baixo</i> e o de  cota&ccedil;&atilde;o 5 corresponde a um desempenho <i>muito elevado</i>. A cota&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima da escala &eacute; de seis pontos e  m&aacute;xima de trinta pontos. O valor &alpha;=.96 desta escala &eacute; francamente positivo e an&aacute;logo ao da escala original  (&alpha;=.95).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>O <i>Perfil de Auto perce&ccedil;&atilde;o para Crian&ccedil;as </i>(PAC) avalia a compet&ecirc;ncia percebida. Este instrumento &eacute; a  adapta&ccedil;&atilde;o portuguesa (Castro, Monteiro, S&aacute;, &amp; Rebelo, 1992) do &ldquo;<i>The Self-Perception Profile for  Children&rdquo;</i> de Susan Harter (1985), nas subescalas Aceita&ccedil;&atilde;o Social, Comportamento e Compet&ecirc;ncia Acad&eacute;mica.  Segundo os autores desta adapta&ccedil;&atilde;o, o PAC replica a estrutura fatorial proposta por Harter (1985) e as subescalas desta vers&atilde;o  do instrumento cont&ecirc;m apenas quatro itens por subescala.AAutoestima Global dos estudantes foi avaliada pela adapta&ccedil;&atilde;o de  S&aacute; (1997). Os valores da an&aacute;lise fatorial e da validade de constructo s&atilde;o satisfat&oacute;rios, tal como na vers&atilde;o  original, continuando a incluir seis itens nesta subescala. Foi analisada na nossa amostra a consist&ecirc;ncia interna destas subescalas, tendo  sido encontrados os seguintes valores de <i>alpha de Cronbach</i> (&alpha;): Aceita&ccedil;&atilde;o Social &alpha;=.55, Comportamento &alpha;=.70,  Compet&ecirc;ncia Acad&eacute;mica &alpha;=.76, e Autoestima Global &alpha;=.81. A cota&ccedil;&atilde;o de cada item varia entre um e quatro  pontos. O valor em cada subescala corresponde &agrave; m&eacute;dia dos itens que a constituem. Um valor elevado nas subescalas reflete uma  perce&ccedil;&atilde;o positiva de compet&ecirc;ncia pessoal.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A <i>Escala de Objetivos Sociais</i> (Meneses &amp; Lemos, 2006) &eacute; a vers&atilde;o Portuguesa da <i>Social Goals Scale</i> de Wentzel  (1993). Esta vers&atilde;o inclui dez itens, entre os quais cinco descrevem os Objetivos Pr&oacute;-Sociais e os outros cinco os Objetivos de  Responsabilidade Social. Baseando-se na pr&oacute;pria perce&ccedil;&atilde;o, o estudante cota a frequ&ecirc;ncia de cada comportamento numa  grada&ccedil;&atilde;o de cinco pontos: <i>Nunca</i>; <i>Poucas Vezes</i>; <i>&Agrave;s Vezes</i>; <i>Muitas Vezes</i>; <i>Sempre</i>. Esta  vers&atilde;o da escala apresenta os seguintes valores <i>alpha</i> de <i>Cronbach</i>: &alpha;=.85 para o total da escala e &alpha;=.82 e  &alpha;=.83 nas subescalas Objetivos Pr&oacute;-Sociais e Objetivos de Responsabilidade Social, respetivamente. Wentzel (e.g., 1993, 1998)  n&atilde;o aponta valores <i>alpha</i> de <i>Cronbach</i> para o total da escala, contudo apresenta valores de <i>alpha</i> entre .73 e .84 para  os Objetivos Pr&oacute;-Sociais e entre .74 a .81 para os Objetivos de Responsabilidade Social.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>O NSE da fam&iacute;lia foi calculado com base na profiss&atilde;o e n&iacute;vel de escolaridade do pai ou da m&atilde;e. A  classifica&ccedil;&atilde;o do <i>NSEC da fam&iacute;lia</i> de cada sujeito efetuou-se com base na grelha da <i>Esomar</i> (<i>European Society  for Opinion and Marketing Research</i>), adaptada &agrave; popula&ccedil;&atilde;o Portuguesa pela <i>Consulmark</i>. Esta grelha consiste numa  tabela de dupla entrada cruzando a profiss&atilde;o (categorizada em 9 n&iacute;veis) e o n&iacute;vel de escolaridade do pai ou da m&atilde;e  (categorizado em 8 n&iacute;veis). A interse&ccedil;&atilde;o de ambos os dados define a categoria de NSEC (em cinco n&iacute;veis=alto,  m&eacute;dio-alto, m&eacute;dio, m&eacute;dio-baixo, baixo).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimentos de recolha de dados</i></p>     <p>Entregou-se um pedido de autoriza&ccedil;&atilde;o e de consentimento informado por escrito aos diretores das escolas acompanhado por uma  s&iacute;ntese do projeto de investiga&ccedil;&atilde;o, objetivos e procedimentos a utilizar na institui&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s  autoriza&ccedil;&atilde;o dos encarregados de educa&ccedil;&atilde;o, dos professores e das escolas, marcou-se um encontro com os diretores das  escolas para acerto de detalhes e hor&aacute;rios de todo o processo. A administra&ccedil;&atilde;o dos instrumentos realizou-se intencionalmente  no 3&ordm; per&iacute;odo do ano letivo, porque nesta fase do ano os professores e estudantes j&aacute; se conhe&ccedil;am muito bem, devido  &agrave;s numerosas viv&ecirc;ncias relacionais entre si.</p>     <p>Foi um prop&oacute;sito constante manter a uniformidade na metodologia de recolha de dados, nas salas de aula e com os professores. Os  estudantes completaram os instrumentos num tempo letivo de 90 minutos tendo sido previamente relembrado o car&aacute;cter volunt&aacute;rio e a  confidencialidade. Foram fornecidas informa&ccedil;&otilde;es de preenchimento dos question&aacute;rios, sublinhando a inexist&ecirc;ncia de  respostas certas ou erradas. Todas as instru&ccedil;&otilde;es, exemplos de itens e itens foram lidos em voz alta dando tempo entre os itens para a  resposta. O procedimento de recolha de dados junto dos professores-diretores de turma, que responderam ao <i>Social Skills Rating System</i> para  todos os estudantes da turma, obedeceu &agrave;s seguintes orienta&ccedil;&otilde;es: esclarecer sucintamente os objetivos da  investiga&ccedil;&atilde;o; assegurar a confidencialidade das respostas; apresentar as instru&ccedil;&otilde;es das tr&ecirc;s escalas a preencher;  mostrar disponibilidade para esclarecer eventuais d&uacute;vidas na interpreta&ccedil;&atilde;o dos itens; Tamb&eacute;m foi solicitado aos  professores que enviassem aos encarregados de educa&ccedil;&atilde;o, via educando, a ficha com os dados relativos &agrave;s profiss&otilde;es e  habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias dos pais.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimentos de an&aacute;lise de dados</i></p>     <p>Foi realizado o estudo descritivo das vari&aacute;veis e o estudo das correla&ccedil;&otilde;es entre as vari&aacute;veis. Para efeitos de  an&aacute;lise de dados do M&eacute;todo Nominal, foi tida em considera&ccedil;&atilde;o a vari&aacute;vel turma e assim o n&uacute;mero de  nomea&ccedil;&otilde;es positivas, negativas e rec&iacute;procas foram transformadas em notas <i>Z</i>. Estas an&aacute;lises (Pestana &amp;  Gageiro, 2005) foram efetivadas com o <i>software</i> estat&iacute;stico SPSS. Uma vez que cada professor avaliou a compet&ecirc;ncia social e a  realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica de m&uacute;ltiplos alunos, calculou-se a correla&ccedil;&atilde;o intra-classe para as escalas do  <i>Social Skills Rating System</i>. Os valores das correla&ccedil;&otilde;es intra-classe relativos a 33 turmas, com uma m&eacute;dia de 24 alunos  foram extremamente baixos (0,157 e 0,147, respetivamente) pelo que n&atilde;o se justifica ter em considera&ccedil;&atilde;o a hierarquia dos dados  nas an&aacute;lises. Depois, o modelo concetual delineado foi alvo de teste emp&iacute;rico, com a an&aacute;lise por equa&ccedil;&otilde;es  estruturais (Bentler, 1995). A valida&ccedil;&atilde;o deste modelo foi aferida pelos &iacute;ndices de ajustamento: <i>Normed Fit Index</i>  (<i>NFI</i>), <i>Comparative Fit Index</i> (<i>CFI</i>) e <i>Root Mean Square Error of Approximation</i> (<i>RMSEA</i>); o valor da magnitude dos  coeficientes item-fator (<i>loadings</i>) e o valor da vari&acirc;ncia explicada para cada vari&aacute;vel (R<sup>2</sup>) foram utilizados para a  exclus&atilde;o de alguns itens que se mostraram redundantes ou inadequados. Foram ainda aceites as sugest&otilde;es oferecidas pelo programa EQS a  prop&oacute;sito da especifica&ccedil;&atilde;o dos erros correlacionados relativos aos itens no mesmo fator.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Resultados correlacionais</i></p>     <p>O <a href="#q1">Quadro 1</a> apresenta os valores dos coeficientes de correla&ccedil;&atilde;o entre vari&aacute;veis da compet&ecirc;ncia  social, realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica e NSEC da fam&iacute;lia.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="q1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v34n4/34n4a06q1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Da observa&ccedil;&atilde;o do <a href="#q1">Quadro 1</a> sobressai o facto de a maioria dos valores dos coeficientes de  correla&ccedil;&atilde;o ser estatisticamente significativa e de a dire&ccedil;&atilde;o, positiva ou negativa, destas rela&ccedil;&otilde;es  confirmar a concetualiza&ccedil;&atilde;o preconizada pelo M.A.E. Mais especificamente, os resultados correlacionais confirmam as  inter-rela&ccedil;&otilde;es nas componentes da compet&ecirc;ncia social: quanto mais nomea&ccedil;&otilde;es positivas atribu&iacute;das pelos  pares, menor o n&uacute;mero de nomea&ccedil;&otilde;es negativas, mais elevada a perce&ccedil;&atilde;o dos professores quanto &agrave;s  habilidades sociais e inferior quanto aos problemas de comportamento, e mais positivas as perce&ccedil;&otilde;es de compet&ecirc;ncia percebida e  de objetivos sociais do estudante. Sobressai o valor elevado de correla&ccedil;&atilde;o negativa (-.78) entre as habilidades sociais e os  problemas de comportamento.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica relaciona-se significativamente com todas as vari&aacute;veis sociais. De acordo com as  conex&otilde;es preconizadas, esta vari&aacute;vel acad&eacute;mica relaciona-se negativamente com os problemas de comportamento e com o  n&uacute;mero de nomea&ccedil;&otilde;es negativas recebidas dos pares, e de forma positiva, por ordem decrescente, com as demais vari&aacute;veis  sociais: compet&ecirc;ncia percebida acad&eacute;mica, habilidades sociais, objetivos sociais, nomea&ccedil;&otilde;es positivas, compet&ecirc;ncia  percebida comportamental, nomea&ccedil;&otilde;es rec&iacute;procas, autoestima global e, por &uacute;ltimo, compet&ecirc;ncia percebida de  aceita&ccedil;&atilde;o social. Destaca-se o valor de correla&ccedil;&atilde;o forte e positivo (.65) entre a compet&ecirc;ncia percebida  acad&eacute;mica do estudante e a realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica atribu&iacute;da pelo professor.</p>     <p>Os valores de correla&ccedil;&atilde;o entre o NSEC da fam&iacute;lia e as demais vari&aacute;veis s&atilde;o significativos, com a  exce&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o entre o n&uacute;mero de nomea&ccedil;&otilde;es negativas e o NSEC da fam&iacute;lia. Contudo a  magnitude dos valores de correla&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis sociais e o NSEC da fam&iacute;lia &eacute; fraca, sendo o valor mais  elevado o da rela&ccedil;&atilde;o com a compet&ecirc;ncia percebida acad&eacute;mica. O valor de correla&ccedil;&atilde;o entre o NSEC da  fam&iacute;lia e a realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica do estudante &eacute; moderado.</p>     <p>Estes resultados correlacionais suportam a presen&ccedil;a de rela&ccedil;&otilde;es entre as componentes da compet&ecirc;ncia social, entre  estas componentes e a realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica e com o NSEC da fam&iacute;lia, permitindo apoiar o recurso &agrave; an&aacute;lise  por equa&ccedil;&otilde;es estruturais no teste emp&iacute;rico ao M.A.E.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Valida&ccedil;&atilde;o do Modelo Multidimensional de Adapta&ccedil;&atilde;o Escolar</i></p>     <p>A <a href="#f2">Figura 2</a> exp&otilde;e os resultados da vers&atilde;o final do M.A.E. Este modelo apresenta seis fatores inter-relacionados,  com um ajustamento global aceit&aacute;vel (MacCallum, Browne, &amp; Sugawara, 1996): <i>&chi;&sup2;</i>=699.23; <i>p</i>=.000; NFI=.94; CFI=.95;  RMSEA=.08. Note-se que foram inclu&iacute;dos na especifica&ccedil;&atilde;o do modelo alguns erros correlacionados entre os itens.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v34n4/34n4a06f2.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Do exame &agrave; <a href="#f2">Figura 2</a> observa-se que, tal como foram delineados, neste modelo aparecem seis fatores &ndash; objetivos  sociais, compet&ecirc;ncia percebida, compet&ecirc;ncia comportamental, compet&ecirc;ncia interpessoal com os pares, realiza&ccedil;&atilde;o  acad&eacute;mica e NSEC da fam&iacute;lia. Os valores de <i>loadings</i> s&atilde;o significativos e variam entre .43 e .95, embora com  contribui&ccedil;&otilde;es diferenciadas. Os valores de correla&ccedil;&atilde;o entre os fatores variam entre .11 e .70.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Discuss&atilde;o dos resultados</b></p>     <p>Esta investiga&ccedil;&atilde;o alcan&ccedil;ou o prop&oacute;sito da valida&ccedil;&atilde;o do M.A.E., proposto para estudantes  pr&eacute;-adolescentes, contribuindo com a conce&ccedil;&atilde;o de um modelo de adapta&ccedil;&atilde;o escolar, integrador e interativo das  dimens&otilde;es social, acad&eacute;mica e familiar. A conce&ccedil;&atilde;o do M.A.E. emergiu de diversas circunst&acirc;ncias assinaladas na  literatura, nomeadamente o facto de os modelos de adapta&ccedil;&atilde;o escolar estarem pouco desenvolvidos (e.g., Ladd, 1989; Wentzel, 2003), da  elevada variedade de defini&ccedil;&otilde;es, fundamentalmente da necessidade de uma conce&ccedil;&atilde;o compreensiva da  adapta&ccedil;&atilde;o escolar mais integrativa das compet&ecirc;ncias do estudante cujo enfoque te&oacute;rico responda &agrave; necessidade de  construir modelos com uma orienta&ccedil;&atilde;o desenvolvimental e ecol&oacute;gica, integrativos das exig&ecirc;ncias e mudan&ccedil;as  desenvolvimentais e contextuais. O interesse em pesquisar a pr&eacute;-adolesc&ecirc;ncia deveu-se ao facto deste per&iacute;odo do desenvolvimento  ser menos abordado pela investiga&ccedil;&atilde;o e de o estudante estar a vivenciar transforma&ccedil;&otilde;es desenvolvimentais inerentes  &agrave; transi&ccedil;&atilde;o para a adolesc&ecirc;ncia e pr&oacute;prias da transi&ccedil;&atilde;o escolar para o 2&ordm; ciclo do ensino  b&aacute;sico. Esta transi&ccedil;&atilde;o e viv&ecirc;ncia no 2&ordm; ciclo implicam transforma&ccedil;&otilde;es no pr&oacute;prio estudante num  contexto escolar que tamb&eacute;m se alterou. Esta investiga&ccedil;&atilde;o responde ainda &agrave; car&ecirc;ncia, acentuada por Wentzel e  Looney (2007), de testar empiricamente modelos te&oacute;ricos relevantes para o contexto escolar.</p>     <p>Em resposta ao primeiro objetivo &ndash; averiguar as rela&ccedil;&otilde;es entre as quatro componentes da compet&ecirc;ncia social  (compet&ecirc;ncia interpessoal com os pares, compet&ecirc;ncia comportamental, compet&ecirc;ncia percebida e objetivos sociais), procurando  contribuir para a avalia&ccedil;&atilde;o desta dimens&atilde;o social &ndash; os resultados correlacionais confirmam as rela&ccedil;&otilde;es  estabelecidas entre as componentes da compet&ecirc;ncia social. Estes resultados convergem com os da literatura (e.g., Gresham &amp; Elliott, 1990;  Lemos &amp; Meneses, 2002; Rubin et al., 2009; Rubin et al., 2006; Vaughn &amp; Hogan, 1990; Wentzel, 2008, 2009) que sustentam a  multidimensionalidade interativa da compet&ecirc;ncia social em contexto escolar. Um estudo anterior (Meneses, 2000) testou o modelo de  compet&ecirc;ncia social de Vaughn e Hogan (1990), em crian&ccedil;as e pr&eacute;-adolescentes estudantes Portugueses, e os resultados do presente  estudo confirmaram na globalidade as principais rela&ccedil;&otilde;es estabelecidas entre as dimens&otilde;es do modelo: quanto mais habilidades  sociais, menos s&atilde;o os problemas de comportamento, maior &eacute; o n&uacute;mero de nomea&ccedil;&otilde;es positivas atribu&iacute;das  pelos pares, e as perce&ccedil;&otilde;es pessoais de compet&ecirc;ncia &ndash; nos dom&iacute;nios da aceita&ccedil;&atilde;o social,  comportamento e autoestima global &ndash; s&atilde;o mais elevadas.</p>     <p>O valor de correla&ccedil;&atilde;o negativo e elevado entre habilidades sociais e problemas de comportamento confirma a literatura que conecta  os d&eacute;fices de habilidades sociais aos problemas de comportamento nos estudantes (Elias &amp; Haynes, 2008; Gresham &amp; Elliott, 1990;  Lemos &amp; Meneses, 2002; Meneses, 2000; Sugai, Horner, &amp; Gresham, 2002; Vaughn &amp; Hogan, 1990, 1994). Sem d&uacute;vida que no contexto  escolar os professores constituem uma poderosa fonte de informa&ccedil;&atilde;o consistente (Gresham, 2011; Gresham &amp; Elliott, 1990; Gresham,  Noell, &amp; Elliott, 1996) na avalia&ccedil;&atilde;o da conduta social e acad&eacute;mica do estudante.</p>     <p>Quanto ao segundo objetivo desta investiga&ccedil;&atilde;o &ndash; analisar as rela&ccedil;&otilde;es entre as componentes da compet&ecirc;ncia  social e a realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica &ndash; observa-se que a realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica relaciona-se de forma  significativa e esperada com as vari&aacute;veis sociais, associando-se negativamente aos problemas de comportamento e ao n&uacute;mero de  nomea&ccedil;&otilde;es negativas, e de forma positiva com as demais vari&aacute;veis sociais: nomea&ccedil;&otilde;es positivas;  nomea&ccedil;&otilde;es rec&iacute;procas; compet&ecirc;ncia percebida nos dom&iacute;nios da aceita&ccedil;&atilde;o social, compet&ecirc;ncia  acad&eacute;mica, comportamento e autoestima global; objetivos sociais; e, n&iacute;vel socioecon&oacute;mico e cultural da fam&iacute;lia. Mais  especificamente, estes resultados atribuem consist&ecirc;ncia &agrave; literatura que tem sugerido uma rela&ccedil;&atilde;o positiva entre as  habilidades sociais e a realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica (e.g., Elias &amp; Haynes, 2008; Gresham &amp; Elliott, 1990; Lemos &amp;  Meneses, 2002; Vaughn &amp; Hogan, 1990), a coocorr&ecirc;ncia de problemas de comportamento e subrealiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica (e.g.,  Gresham &amp; Elliott, 1990; Lemos &amp; Meneses, 2002; Lopes, Rutherford, Cruz, Mathur, &amp; Quinn, 2006; Meneses, 2011; Merrell, 1991; Sugai et  al., 2002; Vaughn &amp; Hogan, 1990), e entre os objetivos sociais e a realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica (e.g., Eccles &amp; Wigfield,  2002; Kiefer &amp; Ryan, 2008; Wentzel, 1991b, 2005; Wentzel &amp; Wigfield, 1998). O valor de correla&ccedil;&atilde;o francamente positivo entre  a compet&ecirc;ncia percebida acad&eacute;mica do estudante e o n&iacute;vel de realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mico atribu&iacute;do pelo  professor, ressalta uma converg&ecirc;ncia entre a perce&ccedil;&atilde;o pessoal do estudante pr&eacute;-adolescente e a perce&ccedil;&atilde;o do  professor.</p>     <p>Os resultados correlacionais entre o NSEC da fam&iacute;lia e as demais vari&aacute;veis confirmam as rela&ccedil;&otilde;es previstas, em  conson&acirc;ncia com estudos que sustentam rela&ccedil;&otilde;es entre o NSEC da fam&iacute;lia e o sucesso social e principalmente com a  realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica do estudante (e.g., Cox, 1990; Hoff et al., 2002; Lareau, 1996; Lopes et al., 2006; Mattanah et al.,  2005), evidenciando que um NSEC mais desfavorecido parece duplamente penalizador na adapta&ccedil;&atilde;o escolar do estudante, ao potenciar  problemas sociais e acad&eacute;micos e dificultar a compet&ecirc;ncia nesses dom&iacute;nios.</p>     <p>Concluindo, os resultados correlacionais permitiram responder aos dois primeiros objetivos desta investiga&ccedil;&atilde;o, confirmando  conex&otilde;es entre as quatro componentes da compet&ecirc;ncia social e entre estas componentes e a realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica.</p>     <p>O teste emp&iacute;rico por equa&ccedil;&otilde;es estruturais do M.A.E. suporta uma conce&ccedil;&atilde;o multidimensional e interativa da  adapta&ccedil;&atilde;o escolar. Sobressai a compet&ecirc;ncia comportamental como a componente da compet&ecirc;ncia social com valores  especialmente elevados. Este resultado sugere, tal como a literatura (e.g., Gresham &amp; Elliott, 1990; Ladd, 2003, 2006; Lemos &amp; Meneses,  2002; Merrell, 1991; Sugai et al., 2002; Vaughn &amp; Hogan, 1990) tem ressaltado, a elevada import&acirc;ncia do comportamento adequado ou  ajustado do estudante na determina&ccedil;&atilde;o dos outros aspetos da compet&ecirc;ncia social no contexto escolar. Sobressai tamb&eacute;m a  forte rela&ccedil;&atilde;o entre os fatores objetivos sociais e compet&ecirc;ncia percebida, sugerindo mesmo a possibilidade de aglutinar no mesmo  fator estas duas componentes, que poder-se-ia denominar de cogni&ccedil;&atilde;o social. Notam-se valores de correla&ccedil;&atilde;o moderados a  fracos entre o NSEC familiar e os demais fatores, em particular com a compet&ecirc;ncia interpessoal com os pares e a perce&ccedil;&atilde;o que o  professor possui acerca do comportamento do aluno, uma vez que estes dois fatores aparecem pouco associadas ao NSEC da fam&iacute;lia do estudante.  Esta situa&ccedil;&atilde;o pode alertar para o facto de a dimens&atilde;o familiar do MAE ser avaliada a partir de vari&aacute;veis relativamente  distais, constituindo uma das limita&ccedil;&otilde;es a superar.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Foram exclu&iacute;das do M.A.E. inicial as vari&aacute;veis sociais assertividade e problemas de comportamento internalizados do fator  compet&ecirc;ncia comportamental e a aceita&ccedil;&atilde;o social do fator compet&ecirc;ncia percebida. Poss&iacute;veis raz&otilde;es concetuais  e emp&iacute;ricas para a exclus&atilde;o destas vari&aacute;veis sociais dever&atilde;o ser estudadas e compreendidas em futuras  investiga&ccedil;&otilde;es. Da leitura dos enunciados dos itens da subescala Assertividade, extrai-se a ideia de que na nossa cultura estes itens  s&atilde;o alvo de uma interpreta&ccedil;&atilde;o distinta, sendo menos consistentes. Similarmente, Pedro (2005) assinala a mesma possibilidade de  justifica&ccedil;&atilde;o relativamente &agrave; subescala assertividade, na vers&atilde;o Portuguesa do <i>Social Skills Rating System</i> para  estudantes; contudo esta explica&ccedil;&atilde;o &eacute; especulativa necessitando de esclarecimento adicional. No que respeita &agrave;  exclus&atilde;o dos problemas de comportamento internalizados &ndash; caracterizados por indicadores de ansiedade, tristeza, isolamento e  depress&atilde;o &ndash; poder-se-&aacute; descobrir uma prov&aacute;vel justifica&ccedil;&atilde;o na natureza mais intrapessoal e  impl&iacute;cita destas dificuldades comportamentais e o decorrente fraco reconhecimento e subvaloriza&ccedil;&atilde;o pelos professores (Prior,  1996), dada a aus&ecirc;ncia de comportamentos perturbadores no funcionamento das atividades letivas. O motivo para a exclus&atilde;o da  aceita&ccedil;&atilde;o social do fator compet&ecirc;ncia percebida provavelmente adv&eacute;m da baixa consist&ecirc;ncia interna desta  subescala.</p>     <p>Os resultados correlacionais e o teste emp&iacute;rico ao M.A.E. sustentam outro prop&oacute;sito da presente investiga&ccedil;&atilde;o, a  inclus&atilde;o da an&aacute;lise dos objetivos sociais neste modelo, sistematicamente menos averiguada. Foi adotada a  concetualiza&ccedil;&atilde;o de Wentzel (e.g., 1993, 1994, 1996a,b, 2003, 2005, 2008), que preconiza a prossecu&ccedil;&atilde;o de objetivos  pr&oacute;-sociais e de responsabilidade social por parte do estudante como elementos fundamentais da adapta&ccedil;&atilde;o escolar. A  prossecu&ccedil;&atilde;o de objetivos sociais relaciona-se claramente com a compet&ecirc;ncia percebida, o comportamento adequado, os  relacionamentos e com a realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica do estudante. Este facto valida a afirma&ccedil;&atilde;o de Dweck (1996, p. 181)  segundo a qual <i>&ldquo;... a an&aacute;lise dos objetivos constitui um caminho produtivo para compreender o funcionamento acad&eacute;mico e  social&rdquo; </i>do estudante.</p>     <p>Em resumo: os resultados indicam um ajustamento global aceit&aacute;vel do M.A.E., sugerindo a considera&ccedil;&atilde;o de m&uacute;ltiplas  dimens&otilde;es da adapta&ccedil;&atilde;o escolar: social, acad&eacute;mica e familiar. Os resultados sugerem que o perfil de um estudante  competente e bem adaptado ao 2&ordm; ciclo do ensino b&aacute;sico estrutura rela&ccedil;&otilde;es positivas com os pares (&eacute; aceite no  grupo pares e tem amigos), comportamentos adequados em sala de aula; autoperce&ccedil;&otilde;es positivas de compet&ecirc;ncia,  orienta&ccedil;&atilde;o para objetivos sociais, sucesso acad&eacute;mico e um <i>background</i> familiar elevado. Os resultados obtidos contribuem  para consolidar uma conce&ccedil;&atilde;o multifacetada da adapta&ccedil;&atilde;o escolar, tal como preconizada por diversos autores (Berndt  &amp; Keefe, 1995; Juvonen &amp; Wentzel, 1996; Ladd, 1990, 2006; Perry &amp; Weinstein, 1998; Schaefer &amp; Edgerton, 1978; Wentzel, 2003,  2004).</p>     <p>A dimens&atilde;o NSEC da fam&iacute;lia aparece relativamente bem integrada na estrutura do M.A.E. e associa-se, tal como indica a literatura  (Cruz, 2005; Hoff et al., 2002; Magnuson &amp; Duncan, 2002; Rubin et al., 2006), todavia n&atilde;o de forma uniforme, a resultados sociais e  acad&eacute;micos do estudante. A presente investiga&ccedil;&atilde;o concorreu especialmente para evidenciar a conex&atilde;o entre os  dom&iacute;nios social e acad&eacute;mico na adapta&ccedil;&atilde;o escolar. Estas constata&ccedil;&otilde;es apoiam outras pesquisas (e.g.,  Berndt &amp; Keefe, 1996; Gresham &amp; Elliott, 1990; Juvonen &amp; Wentzel, 1996; Lemos &amp; Meneses, 2002; Rubin et al., 2006; Urdan &amp;  Maehr, 1995; Vaughn &amp; Hogan, 1990; Wentzel, 1991a,b, 2005, 2009) que apontam o estudante com sucesso acad&eacute;mico como socialmente  competente, j&aacute; que distintas componentes da compet&ecirc;ncia social &ndash; aceita&ccedil;&atilde;o dos pares, rela&ccedil;&otilde;es de  amizade, comportamento social em sala de aula, perce&ccedil;&otilde;es pessoais de compet&ecirc;ncia e objetivos sociais &ndash; est&atilde;o  associadas &agrave; compet&ecirc;ncia acad&eacute;mica. Efetivamente, o sucesso da adapta&ccedil;&atilde;o ao meio escolar parece suceder da  compet&ecirc;ncia social e da compet&ecirc;ncia acad&eacute;mica do estudante.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Conclus&otilde;es e dire&ccedil;&otilde;es futuras</b></p>     <p>Os resultados evidenciaram uma estreita rela&ccedil;&atilde;o entre as variadas facetas da adapta&ccedil;&atilde;o escolar preconizadas neste  estudo, incluindo quer o ajustamento social do estudante quer o sucesso escolar. Os resultados corroboram assim a pertin&ecirc;ncia da  conce&ccedil;&atilde;o multidimensional do M.A.E. delineado, comprovando associa&ccedil;&otilde;es entre v&aacute;rias componentes da  compet&ecirc;ncia social e destas com a realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica do estudante (e.g., Berndt &amp; Keefe, 1995; Juvonen, &amp;  Wentzel, 1996; Ladd &amp; Burgess, 2001; Ladd &amp; Troop-Gordon, 2003; Lemos &amp; Meneses, 2002; Meneses, 2011; Perry &amp; Weinstein, 1998;  Wentzel, 2003, 2004). Mais especificamente os resultados deste estudo acentuam a forte componente social da adapta&ccedil;&atilde;o escolar, indo  ao encontro da premissa de que o sucesso escolar resulta da promo&ccedil;&atilde;o de fatores subjacentes &agrave; adapta&ccedil;&atilde;o social  na escola (Ryan &amp; Shim, 2008; Wentzel, 2003, 2005, 2009).</p>     <p>Do ponto de vista metodol&oacute;gico, esta investiga&ccedil;&atilde;o utilizou procedimentos de recolha e de an&aacute;lise de dados que lhe  conferem uma especial validade, em particular a constitui&ccedil;&atilde;o de uma amostra diversificada de estudantes pr&eacute;-adolescentes; a  administra&ccedil;&atilde;o de instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o adaptados &agrave; popula&ccedil;&atilde;o portuguesa e &agrave; faixa  et&aacute;ria da pr&eacute;-adolesc&ecirc;ncia; a avalia&ccedil;&atilde;o multi-informante, com o recurso &agrave;s perce&ccedil;&otilde;es dos  pr&oacute;prios estudantes, pares e professores, n&atilde;o se cingindo apenas a medidas de autorrelato; a op&ccedil;&atilde;o por uma  an&aacute;lise por equa&ccedil;&otilde;es estruturais; a distin&ccedil;&atilde;o entre a aceita&ccedil;&atilde;o pelos pares e as  rela&ccedil;&otilde;es de amizade.</p>     <p>O estudo apresenta algumas limita&ccedil;&otilde;es que dever&atilde;o ser consideradas na interpreta&ccedil;&atilde;o dos seus resultados.  Apesar de estes resultados suportarem o modelo interativo entre as v&aacute;rias dimens&otilde;es consideradas, n&atilde;o foi avaliada a  exist&ecirc;ncia de uma medida global de adapta&ccedil;&atilde;o escolar. An&aacute;lises futuras poder&atilde;o recorrer a an&aacute;lises  confirmat&oacute;rias com fatores de primeira e de segunda ordem, que poder&atilde;o incluir rela&ccedil;&otilde;es hier&aacute;rquicas entre as  dimens&otilde;es da adapta&ccedil;&atilde;o escolar, procurando elucidar a contribui&ccedil;&atilde;o de cada uma e de consolidar a  concetualiza&ccedil;&atilde;o de adapta&ccedil;&atilde;o escolar. Ser&aacute; ainda importante, em pesquisas posteriores, replicar este modelo  junto de amostras representativas e de outras idades e analisar eventuais especificidades.</p>     <p>Os contributos de uma investiga&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m se descobrem nas pistas que esta proporciona para futuras pesquisas. Ser&aacute;  igualmente interessante em futuros estudos avaliar a qualidade das rela&ccedil;&otilde;es de amizade (Rubin et al., 2006), contemplando n&atilde;o  apenas o n&uacute;mero de amigos, mas tamb&eacute;m a identidade do amigo e a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o de amizade (Wentzel, 2005). Um  outro aspeto essencial a contemplar, no plano relacional, &eacute; a rela&ccedil;&atilde;o professor-estudante; de facto, a  investiga&ccedil;&atilde;o (e.g., Wentzel, 1996b, 1998; Wentzel &amp; Looney, 2007) tem mostrado associa&ccedil;&otilde;es significativas entre  aspetos do relacionamento professor-estudante e a adapta&ccedil;&atilde;o social e acad&eacute;mica do estudante. Ser&aacute; igualmente  importante dar uma maior aten&ccedil;&atilde;o, em estudos subsequentes, ao papel do NSEC da fam&iacute;lia na adapta&ccedil;&atilde;o escolar,  eventualmente sendo analisada como vari&aacute;vel de controlo na adapta&ccedil;&atilde;o escolar.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Resumindo: esta investiga&ccedil;&atilde;o respondeu aos objetivos delineados ao constituir uma tentativa para o progresso na  concetualiza&ccedil;&atilde;o da adapta&ccedil;&atilde;o escolar mediante a constru&ccedil;&atilde;o do modelo compreensivo, certamente mais  complexo e pr&oacute;ximo da realidade, observando-se a natureza multifacetada e interativa de dimens&otilde;es sociais, acad&eacute;micas e  familiares da adapta&ccedil;&atilde;o escolar na pr&eacute;-adolesc&ecirc;ncia. O reconhecimento da relev&acirc;ncia da compet&ecirc;ncia social e  da realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica positiva para o sucesso da adapta&ccedil;&atilde;o escolar, coloca aos profissionais da  educa&ccedil;&atilde;o e aos investigadores do dom&iacute;nio do desenvolvimento humano e da educa&ccedil;&atilde;o o desafio da  elabora&ccedil;&atilde;o, implementa&ccedil;&atilde;o, e avalia&ccedil;&atilde;o de programas de interven&ccedil;&atilde;o nesta &aacute;rea da  adapta&ccedil;&atilde;o escolar.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Ames, C. (1992). Classrooms: Goals, structures, and student motivation. <i>Journal of Educational Psychology, 84</i>, 261-271.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025078&pid=S0870-8231201600040000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Anderman, L. H. (1999). Classroom goal orientation, school belonging, and social goals as predictors of students&rsquo; positive and negative  affect following the transition to middle school. <i>Journal of Research and Development in Education, 32</i>, 89-103.</p>     <!-- ref --><p>Bentler, P. M. (1995). <i>EQS Structural Equations Program Manual</i>. Encino, CA: Multivariate Software, Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025081&pid=S0870-8231201600040000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Berndt, T. J. (1999). Friends&rsquo; influence on students&rsquo; adjustment to school. <i>Educational Psychologist, 34</i>, 15-28.</p>     <p>Berndt, T. J., &amp; Keefe, K. (1995). Friends&rsquo; influence on adolescents&rsquo; adjustment to school. <i>Child Development, 66</i>,  1312-1329.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Berndt, T. J., &amp; Keefe, K. (1996). Friend&rsquo;s influence on school adjustment: A motivational analysis. In J. Juvonen &amp; K. Wentzel  (Eds.), <i>Social motivation: Understanding children&rsquo;s school adjustment</i> (pp. 248-278). Cambridge: Cambridge University Press.</p>     <p>Birch, S. H., &amp; Ladd, G. W. (1996). Interpersonal relationships in the school environment and children&rsquo;s early school adjustment. In  J. Juvonen &amp; K. Wentzel (Eds.), <i>Social motivation: Understanding children&rsquo;s school adjustment</i> (pp. 199-225). Cambridge: Cambridge University  Press.</p>     <!-- ref --><p>Blumenfeld, P. B. (1992). Classroom learning and motivation: Clarifying and expanding goal theory. <i>Journal of Educational Psychology, 84</i>,  272-281.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025087&pid=S0870-8231201600040000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Buhs, E. S., &amp; Ladd, G. W. (2001). Peer rejection as an antecedent of young children&rsquo;s school adjustment: An examination of mediating  processes. <i>Developmental Psychology, 37</i>, 550-560.</p>     <!-- ref --><p>Bukowski, W. M., &amp; Hoza, B. (1989). Popularity and friendship: Issues in theory, measurement, and outcome. In T. J. Berndt &amp; G. W. Ladd  (Eds.), <i>Peer relationships in child development</i> (pp. 15-45). New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025090&pid=S0870-8231201600040000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Castro, T., Monteiro, M., S&aacute;, I., &amp; Rebelo, M. (1992). <i>Perfil de auto-percep&ccedil;&atilde;o para crian&ccedil;as. Estudo do  instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o da auto-estima</i>. Comunica&ccedil;&atilde;o apresentada no 3&ordm; Simp&oacute;sio Nacional de  Investiga&ccedil;&atilde;o em Psicologia. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian.</p>     <!-- ref --><p>Chen, X., Chang, L., &amp; He, Y. (2003). The peer group as a context: Mediating and moderating effects on relations between academic  achievement and social functioning in Chinese children. <i>Child Development, 74</i>, 710-727.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025093&pid=S0870-8231201600040000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Chen, X., Zappulla, C., Lo Coco, A., Schneider, B., Kaspar, V., Oliveira, A. M., . . . DeSouza, A. (2004). Self-perceptions of competence in  Brazilian, Canadian, Chinese and Italian children: Relations with social and school adjustment. <i>International Journal of Behavioral Development,  28</i>, 129-138.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025095&pid=S0870-8231201600040000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Coie, J. D., Dodge, K. A., &amp; Coppotelli, H. A. (1982). Dimensions and types of social status: A cross-age perspective. <i>Developmental  Psychology, 18</i>, 557-569.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025097&pid=S0870-8231201600040000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Cox, T. (1990). Educational disadvantage: The bearing of the early home background on children&rsquo;s academic attainment and school progress.  In A. S. Honig (Ed.), <i>Early parenting and later child achievement</i> (pp. 5-23). New York: Gordon and Breach Science Publishers.</p>     <!-- ref --><p>Cruz, O. (2005). <i>Parentalidade</i>. Coimbra: Quarteto Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025100&pid=S0870-8231201600040000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dishion, T. J., &amp; Piehler, T. F. (2009). Deviant by design. Peer contagion in development, interventions, and schools. In K. Rubin, B.  Bukowski, &amp; B. Laursen (Eds.), <i>Handbook of peer interactions, relationships, and groups</i> (pp. 589-602). New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025102&pid=S0870-8231201600040000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Dowson, M., McInerney, D. M., &amp; Nelson, G. F. (2006). An investigation of the effects of school context and sex differences on  students&rsquo; motivational goal orientations. <i>Educational Psychology, 26</i>, 781-811.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Dweck, C. S. (1996). Social motivation: Goals and social-cognitive processes. A comment. In J. Juvonen &amp; K. R. Wentzel (Eds.), <i>Social  motivation: Understanding children&rsquo;s school adjustment</i> (pp. 181-195). Cambridge: Cambridge University Press.</p>     <p>Eccles, J. S., &amp; Midgley, C. (1989). Stage/environment fit: Developmentally appropriate classrooms for early adolescents. In R. Ames &amp;  C. Ames (Eds.), <i>Research on motivation in education</i> (Vol. 3, pp. 139-181). New York: Academic Press.</p>     <!-- ref --><p>Eccles, J. S., &amp; Wigfield, A. (2002). Motivational beliefs, values, and goals. <i>Annual Review of Psychology, 53</i>, 109-132.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025107&pid=S0870-8231201600040000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Eccles, J. S., Wigfield, A., &amp; Schiefele, U. (1998). Motivation to succeed. In W. Damon (Series Ed.) &amp; N. Eisenberg (Vol. Ed.),  <i>Handbook of child psychology. Vol. 3: Social, emotional, and personality development</i> (5<sup>th</sup> ed., pp. 1017-1095). New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025109&pid=S0870-8231201600040000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Elias, M. J., &amp; Haynes, N. M. (2008). Social competence, social support, and academic achievement in minority, low-income, urban elementary  school children. <i>School Psychology Quarterly, 23</i>, 474-495.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025111&pid=S0870-8231201600040000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Elliott, S. N., &amp; Gresham, F. M. (2007). <i>SSIS-RS classwide intervention program teacher&rsquo;s guide</i>. Minneapolis, MN: NCS Pearson.</p>     <!-- ref --><p>Ford, M. E. (1992). <i>Motivating humans: Goals, emotions, and personal agency beliefs</i>. Newbury Park, CA: Sage.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025114&pid=S0870-8231201600040000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ford, M. E., &amp; Smith, P. R. (2009). Commentary: Building on a strong foundation. Five Pathways to the next level of motivational  theorizing. In K. R. Wentzel &amp; A. Wigfield (Eds.), <i>Handbook of Motivation at School</i> (pp. 265-275). New York: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025116&pid=S0870-8231201600040000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gazelle, H., &amp; Ladd, G. W. (2003). Anxious solitude and peer exclusion: A diathesis stress model of internalizing trajectories in childhood.  <i>Child Development, 74</i>, 257-278.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025118&pid=S0870-8231201600040000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gresham, F. M. (2011). Commentary. Social behavioral assessment and intervention: Observations and impressions. <i>School Psychology Review,  40</i>, 275-283.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025120&pid=S0870-8231201600040000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gresham, F. M., &amp; Elliott, S. N. (1990). <i>Social skills rating system manual</i>. Circle Pines, MN: American Guidance Service.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025122&pid=S0870-8231201600040000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gresham, F. M., Noell, G. H., &amp; Elliott, S. N. (1996). Teachers as judges of social competence: A conditional probability analysis.  <i>School Psychology Review, 25</i>, 108-117.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025124&pid=S0870-8231201600040000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Grolnick, W. S., Kurowski, C. O., &amp; Gurland, S. T. (1999). Family processes and the development of children&rsquo;s self-regulation.  <i>Educational Psychologist, 34</i>, 3-14.</p>     <!-- ref --><p>Harter, S. (1985). <i>The self-perception profile for children: Revision of the Perceived Competence Scale for Children</i>. Manual: University  of Denver.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025127&pid=S0870-8231201600040000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Harter, S. (1996). Teacher and Classmate influences on scholastic motivation, self-esteem, and level of voice in adolescents. In J. Juvonen  &amp; K. Wentzel (Eds.), <i>Social Motivation: Understanding Children&rsquo;s School Adjustment</i> (pp. 11-42). New York: Cambridge University  Press.</p>     <!-- ref --><p>Harter, S. (1999). <i>The construction of the self: A developmental perspective</i>. New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025130&pid=S0870-8231201600040000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Hoff, E., Laursen, B., &amp; Tardif, T. (2002). Socioeconomic status and parenting. In M. H. Bornstein (Ed.), <i>Handbook of parenting.  Biology and ecology of parenting</i> (2<sup>nd</sup> ed., Vol. 2, pp. 231-252). Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.</p>     <p>Hymel, S., Comfort, C., Schonert-Reichl, K., &amp; McDougall, P. (1996). Academic failure and school dropout: The influence of peers. In J.  Juvonen &amp; K. R. Wentzel (Eds.), <i>Social motivation: Understanding children&rsquo;s school adjustment</i> (pp. 313-345). New York: Cambridge  University Press.</p>     <p>Juvonen, J. (1996). Self-presentation tactics promoting teacher and peer approval: The function of excuses and other clever explanations. In J.  Juvonen &amp; K. Wentzel (Eds.), <i>Social motivation: Understanding children&rsquo;s school adjustment</i> (pp. 43-65). New York: Cambridge  University Press.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Juvonen, J. (2006). Sense of belonging, social bonds, and school functioning. In P. A. Alexander &amp; P. H. Winne (Eds.), <i>Handbook of  educational psychology</i> (pp. 655-674). Mahwah, NJ: Erlbaum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025135&pid=S0870-8231201600040000600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Juvonen, J., &amp; Wentzel, K. R. (1996). <i>Social motivation: Understanding children&rsquo;s school adjustment</i>. New York: Cambridge  University Press.</p>     <!-- ref --><p>Kiefer, S. M., &amp; Ryan, A. M. (2008). Striving for social dominance over peers: The implications for academic adjustment during early  adolescence. <i>Journal of Educational Psychology, 100</i>, 417-428.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025138&pid=S0870-8231201600040000600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kupersmidt, J. B., &amp; Coie, J. D. (1990). Preadolescent peer status, aggression, and school adjustment as predictors of externalizing  problems in adolescence. <i>Child Development, 61</i>, 1350-1362.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025140&pid=S0870-8231201600040000600041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ladd, G. W. (1989). Toward a further understanding of peer relationships and their contributions to child development. In T. Berndt &amp; G. W.  Ladd (Eds.), <i>Peer relationships in child development</i> (pp. 1-11). New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025142&pid=S0870-8231201600040000600042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Ladd, G. W. (1990). Having friends, keeping friends, making friends, and being liked by peers in the classroom: Predictors of children&rsquo;s  early school adjustment. <i>Child Development, 61</i>, 1081-1100.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ladd, G. W. (2003). Probing the adaptive significance of children&rsquo;s behavior and relationships in the school context: A child by  environment perspective. In R. V. Kail (Ed.), <i>Advances in child development and behavior</i> (pp. 43-104). San Diego, CA: Academic Press.</p>     <!-- ref --><p>Ladd, G. W. (2006). Peer rejection, aggressive or withdrawn behavior, and psychological maladjustment from ages 5 to 12: An examination of four  predictive models. <i>Child Development, 77</i>, 822-846.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025146&pid=S0870-8231201600040000600045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ladd, G. W., &amp; Burgess, K. B. (2001). Do relational risks and protective factors moderate the linkages between childhood aggression and  early psychological and school adjustment?. <i>Child Development, 72</i>, 1579-1601.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025148&pid=S0870-8231201600040000600046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Ladd, G. W., Kochenderfer, B. J., &amp; Coleman, C. C. (1997). Classroom peer acceptance, friendship, and victimization: Distinct relational  systems that contribute uniquely to children&rsquo;s school adjustment?. <i>Child Development, 68</i>, 1181-1197.</p>     <p>Ladd, G. W., &amp; Pettit, G. S. (2002). Parenting and the development of children&rsquo;s peer relationships. In M. H. Bornstein (Ed.),  <i>Handbook of parenting. Practical issues in parenting</i> (2<sup>nd</sup> ed., Vol. 5, pp. 269-309). Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.</p>     <p>Ladd, G. W., &amp; Troop-Gordon, W. (2003). The role of chronic peer difficulties in the development of children&rsquo;s psychological  adjustment problems. <i>Child Development, 74</i>, 1344-1367.</p>      <!-- ref --><p>Lareau, A. (1996). Assessing parent involvement in schooling: A critical analysis. In A. Booth &amp; J. F. Dunn (Eds.), <i>Family-school links:  How do they affect educational outcomes</i> (pp. 57-64). Mahwah, NJ: LEA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025153&pid=S0870-8231201600040000600050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Lemos, M. S. (2005). Motiva&ccedil;&atilde;o e aprendizagem. In G. L. Miranda &amp; S. Bahia (Orgs.), <i>Psicologia da educa&ccedil;&atilde;o.  Temas de desenvolvimento, aprendizagem e ensino</i> (pp. 193-231). Lisboa: Rel&oacute;gio D&rsquo;&Aacute;gua Editores.</p>     <!-- ref --><p>Lemos, M. S., &amp; Meneses, H. I. (2002). A avalia&ccedil;&atilde;o da compet&ecirc;ncia social: Vers&atilde;o Portuguesa da forma para  professores do SSRS. <i>Psicologia: Teoria e Pesquisa, 18</i>, 267-274.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025156&pid=S0870-8231201600040000600052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Leyendecker, B., Harwood, R. L., Comparini, L., &amp; Yalcinkaya, A. (2005). Socioeconomic status, ethnicity, and parenting. In T. Luster &amp;  L. Okagaki (Eds.), <i>Parenting: An ecological perspective</i> (2<sup>nd</sup> ed., pp. 319-341). Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025158&pid=S0870-8231201600040000600053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lopes, J. A., Rutherford, R. B., Cruz, M. C., Mathur, S. R., &amp; Quinn, M. M. (2006). <i>Compet&ecirc;ncias sociais: Aspectos comportamentais,  emocionais e de aprendizagem</i>. Braga: Edi&ccedil;&otilde;es Psiquil&iacute;brios.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025160&pid=S0870-8231201600040000600054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MacCallum, R. C., Browne, M. W., &amp; Sugawara, H. M. (1996). Power analysis and determination of sample size for covariance structure  modeling. <i>Psychological Methods, 1</i>, 130-149.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025162&pid=S0870-8231201600040000600055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Magnuson, K. A., &amp; Duncan, G. J. (2002). Parents in Poverty. In M. H. Bornstein (Ed.), <i>Handbook of parenting. Social conditions and  applied parenting</i> (2<sup>nd</sup> ed., Vol. 4, pp. 95-122). Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Mattanah, J. F., Pratt, M. W., Cowan, P. A., &amp; Cowan, C. P. (2005). Authoritative parenting, parental scaffolding of long-division  mathematics, and children&rsquo;s academic competence in fourth grade. <i>Journal of Applied Developmental Psychology, 26</i>, 85-106.</p>     <!-- ref --><p>Meneses, H. I. (2000). <i>A compet&ecirc;ncia social no contexto escolar: Estudo da interface entre a compet&ecirc;ncia social e a  realiza&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica na crian&ccedil;a</i>. Tese de Mestrado. Porto: FPCE-UP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025166&pid=S0870-8231201600040000600058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Meneses, H. I. (2011). <i>Dimens&otilde;es sociais da adapta&ccedil;&atilde;o escolar na pr&eacute;-adolesc&ecirc;ncia: Modelos  integrativos</i>. Tese de Doutoramento. Porto: FPCE-UP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025168&pid=S0870-8231201600040000600059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Meneses, H. I., &amp; Lemos, M. S. (2006). Adapta&ccedil;&atilde;o de uma escala de avalia&ccedil;&atilde;o dos objetivos sociais dos  estudantes: Estudo Psicom&eacute;trico da Escala de Objetivos Sociais &ndash; Vers&atilde;o reduzida (EOS-vr). Actas da XI Confer&ecirc;ncia  Internacional. <i>Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica: Formas e Contextos</i> (pp. 961-967). Braga: Universidade do Minho.</p>     <!-- ref --><p>Merrell, K. W. (1991). Teacher ratings of social competence and behavioral adjustment: Differences between learning-disabled, low-achieving, and  typical students. <i>Journal of School Psychology, 29</i>, 207-217.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025171&pid=S0870-8231201600040000600061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nelson, R. M., &amp; DeBacker, T. K. (2008). Achievement motivation in adolescents: The role of peer climate and best friends. <i>The Journal of  Experimental Education, 76</i>, 170-189.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025173&pid=S0870-8231201600040000600062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Parker, J. G., &amp; Asher, S. R. (1987). Peer relations and later personal adjustment: Are low-accepted children at risk?. <i>Psychological  Bulletin, 102</i>, 357-389.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025175&pid=S0870-8231201600040000600063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Parker, J. G., &amp; Asher, S. R. (1993). Friendship and friendship quality in middle childhood: Links with peer group acceptance and feelings  of loneliness and social dissatisfaction. <i>Developmental Psychology, 29</i>, 611-621.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025177&pid=S0870-8231201600040000600064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Parker, J. G., Rubin, K. H., Price, J. M., &amp; DeRosier, M. E. (1995). Peer relationships, child development, and adjustment: A developmental  psychopathology perspective. In D. Cicchetti &amp; D. Cohen (Eds.), <i>Developmental Psychopathology, Vol. 2: Risk, disorder, and adaptation</i>  (pp. 96-161). New York: Wiley.</p>     <p>Pedro, C. (2005). Question&aacute;rio de Avalia&ccedil;&atilde;o de Aptid&otilde;es Sociais (SSRS &ndash; vers&atilde;o para alunos): Estudos  normativo e psicom&eacute;trico. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado. Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da  Universidade de Coimbra.</p>     <p>Perry, K. E., &amp; Weinstein, R. S. (1998). The social context of early schooling and children&rsquo;s school adjustment. <i>Educational  Psychologist, 33</i>, 177-194.</p>     <p>Pestana, M. H., &amp; Gageiro, J. N. (2005). <i>An&aacute;lise de dados para ci&ecirc;ncias sociais &ndash; A complementaridade do SPSS</i>  (4&ordf; ed.). Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es S&iacute;labo, Lda.</p>     <!-- ref --><p>Pintrich, P. R. (2000). Multiple goals, multiple pathways: The role of goal orientation in learning and achievement. <i>Journal of Educational  Psychology, 92</i>, 544-555.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025183&pid=S0870-8231201600040000600069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Prior, M. (1996). <i>Understanding specific learning difficulties</i>. Hove: Psychology Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025185&pid=S0870-8231201600040000600070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Roeser, R., Eccles, J., &amp; Sameroff, A. (2000). School as a context of early adolescents&rsquo; academic and social-emotional development: A  summary of research findings. <i>The Elementary School Journal, 100</i>, 443-471.</p>     <!-- ref --><p>Rubin, K. H., Bukowski, W. M., &amp; Laursen, B. (2009). <i>Handbook of peer interactions, relationships, and groups</i>. New York: The Guilford  Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025188&pid=S0870-8231201600040000600072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Rubin, K. H., Bukowski, W. M., &amp; Parker, J. G. (2006). Peer Interactions, relationships, and groups. In N. Eisenberg (Ed.), <i>Handbook of  child psychology: Vol. 3. Social, emotional, and personality development</i> (pp. 571-645). New York: Wiley.</p>     <!-- ref --><p>Ryan, A. M., &amp; Shim, S. (2006). Social achievement goals: The nature and consequences of different orientations toward social competence.  <i>Personality and Social Psychology Bulletin, 32</i>, 1246-1263.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025191&pid=S0870-8231201600040000600074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Ryan, A. M., &amp; Shim, S. S. (2008). An exploration of young adolescents&rsquo; social achievement goals and social adjustment in middle  school. <i>Journal of Educational Psychology, 100</i>, 672-687.</p>     <!-- ref --><p>S&aacute;, I. (1997). <i>O desenvolvimento das perce&ccedil;&otilde;es de compet&ecirc;ncia, de controlo e de autorregula&ccedil;&atilde;o  aut&oacute;noma. Implica&ccedil;&otilde;es na motiva&ccedil;&atilde;o para a aprendizagem</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Doutoramento. Faculdade  de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade de Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025194&pid=S0870-8231201600040000600076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schaefer, S. E., &amp; Edgerton, M. (1978). A method and a model for describing competence and adjustment: A preschool version of the classroom  behavior Inventory. <i>Annual Meeting of the American Psychological Association</i>. Toronto: Eric.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025196&pid=S0870-8231201600040000600077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sugai, G., Horner, R., &amp; Gresham, F. M. (2002). Behaviorally effective school environments. In M. Shinn, H. M. Walker, &amp; G. Stoner  (Eds.), <i>Interventions for academic and behavior problems II: Preventive and remedial approaches</i> (pp. 315-350). Bethesda, MD: National  Association of School Psychologists.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025198&pid=S0870-8231201600040000600078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Urdan, T., &amp; Maehr, M. (1995). Beyond a two-goal theory of motivation: A case for social goals. <i>Review of Educational Research, 65</i>,  213-244.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025200&pid=S0870-8231201600040000600079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vaughn, S., &amp; Haager, D. (1994). Social competence as a multifaceted construct: How do students with learning disabilities fare?.  <i>Learning Disability Quarterly, 17</i>, 253-266.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025202&pid=S0870-8231201600040000600080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vaughn, S., Haager, D., Hogan, A., &amp; Kouzekanani, K. (1992). Self-concept and peer acceptance in students with learning disabilities:  A four-to-five-year prospective study. <i>Journal of Educational Psychology, 84</i>, 43-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025204&pid=S0870-8231201600040000600081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vaughn, S., &amp; Hogan, A. (1990). Social competence and learning disabilities: A prospective study. In H. L. Swanson &amp; B. K. Keogh (Eds.),  <i>Learning disabilities: Theoretical and research issues</i> (pp. 175-191). Hillsdale, NJ: Erlbaum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025206&pid=S0870-8231201600040000600082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vaughn, S., &amp; Hogan, A. (1994). The social competence of students with learning disabilities over time: A within-individual examination.  <i>Journal of Learning Disabilities, 27</i>, 292-303.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025208&pid=S0870-8231201600040000600083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wentzel, K. R. (1989). Adolescent classroom goals, standards for performance, and academic achievement: An interactionist perspective.  <i>Journal of Educational Psychology, 81</i>, 131-142.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025210&pid=S0870-8231201600040000600084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wentzel, K. R. (1991a). Social competence at school: Relation between social responsibility and academic achievement. <i>Review of Educational  Research, 61</i>, 1-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025212&pid=S0870-8231201600040000600085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wentzel, K. R. (1991b). Relations between social competence and academic achievement in early adolescence. <i>Child Development, 62</i>,  1066-1078.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025214&pid=S0870-8231201600040000600086&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wentzel, K. R. (1993). Social and academic goals at school: Motivation and achievement in early adolescence. <i>Journal of Early Adolescence,  13</i>, 4-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025216&pid=S0870-8231201600040000600087&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wentzel, K. R. (1994). Relations of social goal pursuit to social acceptance, classroom behavior, and perceived social support. <i>Journal of  Educational Psychology, 86</i>, 173-182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025218&pid=S0870-8231201600040000600088&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Wentzel, K. R. (1996a). Introduction: New perspectives on motivation at school. In J. Juvonen &amp; K. Wentzel (Eds.), <i>Social motivation:  Understanding children&rsquo;s school adjustment</i> (pp. 1-8). Cambridge: Cambridge University Press.</p>     <p>Wentzel, K. R. (1996b). Social goals and social relationships as motivators of school adjustment. In J. Juvonen &amp; K. Wentzel (Eds.),  <i>Social motivation: Understanding children&rsquo;s school adjustment</i> (pp. 226-247). Cambridge: Cambridge University Press.</p>     <!-- ref --><p>Wentzel, K. R. (1998). Social relationships and motivation in middle school: The role of parents, teachers, and peers. <i>Journal of Educational  Psychology, 90</i>, 202-209.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025222&pid=S0870-8231201600040000600091&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wentzel, K. R. (1999). Social-Motivational processes and interpersonal relationships: Implications for understanding motivation at school.  <i>Journal of Educational Psychology, 91</i>, 76-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025224&pid=S0870-8231201600040000600092&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Wentzel, K. 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Academic lives of popular, average, and controversial children. <i>Child Development, 66</i>,  754-763.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025236&pid=S0870-8231201600040000600100&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wentzel, K. R., Barry, C. M., &amp; Caldwell, K. A. (2004). Friendships in middle school: Influences on motivation and school adjustment.  <i>Journal of Educational Psychology, 96</i>, 195-203.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025238&pid=S0870-8231201600040000600101&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wentzel, K. R., &amp; Caldwell, K. (1997). Friendships, peer acceptance, and group membership: Relations to academic achievement in middle  school. <i>Child Development, 68</i>, 1198-1209.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025240&pid=S0870-8231201600040000600102&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wentzel, K. R., &amp; Looney, L. (2007). Socialization in school settings. In J. E. Grusec &amp; P. D. Hastings (Eds.), <i>Handbook of  socialization. Theory and research</i> (pp. 382-403). New York/London: The Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025242&pid=S0870-8231201600040000600103&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Wentzel, K. R., &amp; Wigfield, A. (1998). Academic and social motivational influences on students&rsquo; academic performance. <i>Educational  Psychology Review, 10</i>, 155-175.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Wentzel, K. R., &amp; Wigfield, A. (2009). Introduction. In K. R. Wentzel &amp; A. Wigfield (Eds.), <i>Handbook of Motivation at School</i>  (pp. 1-8). New York: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025245&pid=S0870-8231201600040000600105&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wigfield, A., &amp; Eccles, J. S. (2002). The development of competence beliefs and values from childhood through adolescence. In A. Wigfield  &amp; J. S. Eccles (Eds.), <i>Development of achievement motivation</i> (pp. 92-120). San Diego, CA: Academic.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=025247&pid=S0870-8231201600040000600106&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Youniss, J., &amp; Smollar, J. (1989). Adolescents&rsquo; interpersonal relationships in social context. In T. J. Berndt &amp; G. Ladd (Eds.),  <i>Peer relationships in child development</i> (pp. 300-316). New York: Wiley.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Helena Isabel Monteiro Menezes, Faculdade de Psicologia e de  Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto, R. Alfredo Allen 535, 4200-135 Porto, Portugal. E-mail:  <a href="mailto:himmenezes@gmail.com">himmenezes@gmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 07/07/2015 Aceita&ccedil;&atilde;o: 25/05/2016</p>     ]]></body>
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