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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Diferenças entre expectativas e adaptação acadêmica de universitários de diversas áreas do conhecimento]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to investigate differences among students from different areas of knowledge in relation to expectations and academic adaptation. Participated in this study 400 students from public and private institutions in Rio de Janeiro state, aged between 18 and 59 years old. Three questionnaires were applied, a sociodemographic, the Academic Involvement Questionnaire (QEA) version which assesses the expectations and the B version behavior, consisting of the subscales (Institutional Involvement; Vocational Involvement,Use of Resources; Social Involvement; Curricular Involvement) and Academic Experiences Questionnaire (QVA-r) reduced version on academic experiences, formed by the dimensions (personal, interpersonal, career, study; Institutional). Considering the expectations/behavior, results indicated very high expectations with a significant difference in the Resource Usage factor for students in the areas of Exact Sciences and Humanities. However, the best fit was no significant difference in staff size, for students in the areas of Exact and Applied Social Sciences, Career for the Humanities and Health and Institutional for the Humanities and Exact. Freshmen entering the university often have different expectations for the course as well as personal characteristics of knowledge and skills, which may reflect on their academic success.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Ensino superior]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Diferen&ccedil;as entre expectativas e adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica de universit&aacute;rios de diversas &aacute;reas do  conhecimento</b></p>     <p><b>Ana Maria da Silva Porto<sup>1</sup>, Adriana Benevides Soares<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>UNIVERSO &ndash; Universidade Salgado de Oliveira, Brasil</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo desse estudo foi investigar diferen&ccedil;as entre estudantes de diversas &aacute;reas do conhecimento em rela&ccedil;&atilde;o a  expectativas e adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica. Participaram desse estudo 400 alunos de institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e  privadas do estado do Rio de Janeiro, com idades entre 18 e 59 anos. Foram aplicados tr&ecirc;s question&aacute;rios, um sociodemogr&aacute;fico, o  Question&aacute;rio de Envolvimento Acad&ecirc;mico (QEA) vers&atilde;o A que avalia as expectativas e a B vers&atilde;o comportamentos, composto  das subescalas (Envolvimento Institucional; Envolvimento Vocacional; Utiliza&ccedil;&atilde;o de Recursos; Envolvimento Social; Envolvimento  Curricular) e o Question&aacute;rio de Viv&ecirc;ncias Acad&ecirc;micas (QVA-r) vers&atilde;o reduzida sobre as viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas,  formado pelas dimens&otilde;es (Pessoal; Interpessoal; Carreira; Estudo; Institucional). Considerando-se as expectativas/comportamentos, os  resultados indicaram expectativas mais elevadas com diferen&ccedil;a significativa no fator Utiliza&ccedil;&atilde;o de Recursos para os alunos das  &aacute;reas das Ci&ecirc;ncias Exatas e Humanas. Entretanto, quanto melhor adapta&ccedil;&atilde;o foi encontrada diferen&ccedil;a significativa  na dimens&atilde;o Pessoal, para os alunos das &aacute;reas das Ci&ecirc;ncias Exatas e Sociais Aplicadas, na Carreira para os de Humanas e  Sa&uacute;de e na Institucional para os de Humanas e Exatas. Os calouros que ingressam na universidade muitas vezes apresentam expectativas  diferentes em rela&ccedil;&atilde;o ao curso, bem como caracter&iacute;sticas pessoais de conhecimentos e compet&ecirc;ncias, que podem refletir no  seu sucesso acad&ecirc;mico.    <p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Ensino superior, Universit&aacute;rios, Expectativas acad&ecirc;micas, Adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The aim of this study was to investigate differences among students from different areas of knowledge in relation to expectations and academic  adaptation. Participated in this study 400 students from public and private institutions in Rio de Janeiro state, aged between 18 and 59 years old.  Three questionnaires were applied, a sociodemographic, the Academic Involvement Questionnaire (QEA) version which assesses the expectations and the  B version behavior, consisting of the subscales (Institutional Involvement; Vocational Involvement,Use of Resources; Social Involvement; Curricular  Involvement) and Academic Experiences Questionnaire (QVA-r) reduced version on academic experiences, formed by the dimensions (personal,  interpersonal, career, study; Institutional). Considering the expectations/behavior, results indicated very high expectations with a significant  difference in the Resource Usage factor for students in the areas of Exact Sciences and Humanities. However, the best fit was no significant  difference in staff size, for students in the areas of Exact and Applied Social Sciences, Career for the Humanities and Health and Institutional  for the Humanities and Exact. Freshmen entering the university often have different expectations for the course as well as personal characteristics  of knowledge and skills, which may reflect on their academic success.</p>     <p><b>Key words</b>: Higher education, University, Academic expectations, Academic adaptation.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>No Brasil, a busca por uma vaga na universidade vem sendo disputada em n&uacute;mero cada vez maior e mais heterog&ecirc;nea pelos jovens que  terminam o Ensino M&eacute;dio (Gerk, Cardoso, &amp; Krafft, 2011). Tal fato se deve a expans&atilde;o do n&uacute;mero de vagas institu&iacute;das  pelo governo, que proporciona o ingresso de uma popula&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria com maior heterogeneidade entre os alunos, em  rela&ccedil;&atilde;o ao perfil socioecon&ocirc;mico, faixa et&aacute;ria, sexo, objetivos e expectativas, bem como a percep&ccedil;&atilde;o  desses sujeitos de se qualificar profissionalmente e a&iacute; se colocar no mercado de trabalho (Cervato-Mancuso &amp; Silva, 2012; Igue, Bariani,  &amp; Milanesi, 2008; Oliveira, 2011; Polydoro, 2000; Sarriera, Paradiso, Sch&uuml;tz, &amp; Howes, 2012). Por&eacute;m, o n&uacute;mero de vagas  oferecidas, ainda n&atilde;o &eacute; suficiente para atender aos jovens que procuram cada vez mais entrar no Ensino Superior (Igue et al., 2008;  Polydoro, 2000). As Institui&ccedil;&otilde;es de Ensino Superior, perante essa demanda, necessitam estar estruturadas com novos ambientes,  tecnologias e conhecer o perfil dos estudantes, para melhor atend&ecirc;-los em todo o processo de sua forma&ccedil;&atilde;o (Schleich, 2006).</p>     <p>Segundo Almeida e Soares (2003) uma preocupa&ccedil;&atilde;o demonstrada pelas institui&ccedil;&otilde;es de Ensino Superior &eacute; o elevado  aumento do insucesso acad&ecirc;mico dos estudantes universit&aacute;rios que se apresenta de v&aacute;rias maneiras, como exemplo, &ldquo;as  baixas classifica&ccedil;&otilde;es, absente&iacute;smo, disciplinas em atraso, mudan&ccedil;as de curso, abandonos&rdquo; (p. 21) e destacam que  m&uacute;ltiplas vari&aacute;veis surgem relacionadas ao insucesso acad&ecirc;mico, citando o pr&oacute;prio discente, o docente, a  organiza&ccedil;&atilde;o do curr&iacute;culo e o contexto acad&ecirc;mico. Fatores variados podem contribuir para a evas&atilde;o no Ensino  Superior no Brasil tanto nas institui&ccedil;&otilde;es particulares quanto nas p&uacute;blicas, como tamb&eacute;m nas institui&ccedil;&otilde;es  internacionais. Segundo Silva Filho, Montejunas, Hip&oacute;lito e Lobo (2007) s&atilde;o quest&otilde;es relacionadas ao contexto acad&ecirc;mico,  por&eacute;m de diferentes aspectos: econ&ocirc;micos e financeiros, cognitivos, comportamentais, emocionais e sociais. Segundo Igue et al. (2008)  a expectativa do universit&aacute;rio &eacute; um destes fatores relevantes para sua adapta&ccedil;&atilde;o, integra&ccedil;&atilde;o e  satisfa&ccedil;&atilde;o e, por conseguinte, pode influenciar na sua perman&ecirc;ncia no Ensino Superior, pois na maioria das vezes &eacute; o que  estimula ou o desestimula a dar continuidade ao investimento financeiro e ou de tempo para concluir o curso escolhido (Silva Filho et al., 2007).</p>     <p>A esse respeito, Gomes, Monteiro, Damasceno, Almeida e Carvalho (2010) em uma pesquisa documental, com objetivo de verificar a evas&atilde;o em  uma universidade na &aacute;rea da Sa&uacute;de, nos cursos de Farm&aacute;cia, Enfermagem, Medicina e Odontologia, conclu&iacute;ram que o  &iacute;ndice, embora seja baixo, o curso que apresentou maior evas&atilde;o foi o de Farm&aacute;cia. Consideraram como fator importante nesse  caso, expectativas idealizadas em rela&ccedil;&atilde;o ao curso e &agrave; institui&ccedil;&atilde;o, bem como a falta de informa&ccedil;&atilde;o  sobre o curso escolhido. Entretanto, o menor &iacute;ndice foi o de Medicina, seguido de Odontologia e Enfermagem. Dentre os principais motivos  verificados nesse resultado, em especial para o curso de Medicina, constataram expectativas de altos sal&aacute;rios, emprego garantido,  intelig&ecirc;ncia elevada, dificuldade nos estudos e riqueza. Ainda segundo os autores, o baixo &iacute;ndice de evas&atilde;o pode acontecer  devido &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o e motiva&ccedil;&atilde;o do estudante no sucesso alcan&ccedil;ado quando aprovado em um curso Superior  t&atilde;o concorrido. Os dados apresentados corroboram o resultado de Lobo (2015) quando apontam o curso de Medicina com o maior &iacute;ndice de  perman&ecirc;ncia seguido do curso de Odontologia, o que podem sugerir mais expectativas desses alunos em rela&ccedil;&atilde;o aos dos outros  cursos.</p>     <p>Segundo Gomes e Soares (2013) e Kuh, Cruce, Shoup, Kinzie e Gonyea (2008) e Soares et al. (2014) expectativas e adapta&ccedil;&atilde;o  acad&ecirc;mica s&atilde;o construtos que se correlacionam e podem refletir na perman&ecirc;ncia e sucesso acad&ecirc;mico do aluno. Para  Guimar&atilde;es et al. (2011) os alunos que ingressam no Ensino Superior se deparam com v&aacute;rias situa&ccedil;&otilde;es novas e desafiadoras  em sua vida. Dentre essas situa&ccedil;&otilde;es mais frequentes s&atilde;o citadas como principais: a dificuldade de adapta&ccedil;&atilde;o  &agrave; universidade, o afastamento dos familiares, pois muitas vezes, o estudante precisa mudar de cidade se distanciando tamb&eacute;m dos  amigos, a rela&ccedil;&atilde;o pessoal e interpessoal face &agrave;s novas amizades e professores, ao pr&oacute;prio ambiente acad&ecirc;mico e em  rela&ccedil;&atilde;o ao estudo que deve a partir deste momento, assumir a responsabilidade de conciliar o tempo para se dedicar a vida  acad&ecirc;mica com sua vida social.</p>     <p>Segundo Teixeira, Castro e Zoltowiski (2012) a integra&ccedil;&atilde;o social e acad&ecirc;mica s&atilde;o a&ccedil;&otilde;es que influenciam  a adapta&ccedil;&atilde;o dos estudantes universit&aacute;rios &agrave; institui&ccedil;&atilde;o. Consideram que as expectativas em  rela&ccedil;&atilde;o ao curso podem ser distintas, mas citam que envolvem pelo menos dois aspectos: realiza&ccedil;&atilde;o pessoal e a  sustentabilidade financeira. Ainda segundo Teixeira et al. (2012) os alunos iniciantes consideram importante a experi&ecirc;ncia dos veteranos no  momento do seu ingresso para ajud&aacute;-los na integra&ccedil;&atilde;o, devido ao sucesso acad&ecirc;mico alcan&ccedil;ado pelos alunos antigos,  bem como, por toda viv&ecirc;ncia acad&ecirc;mica que os mesmos possuem por conhecerem o funcionamento daquele ambiente. V&aacute;rias  dimens&otilde;es s&atilde;o descritas como poss&iacute;veis influ&ecirc;ncias sobre a adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; universidade, o percurso e o  desempenho acad&ecirc;mico dos universit&aacute;rios tais como: aspectos socioecon&ocirc;micos, rela&ccedil;&otilde;es sociais, fatores  psicol&oacute;gicos e organizacionais, por exemplo, a organiza&ccedil;&atilde;o curricular (Fernandes, 2011).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Segundo Miller (2005) e Teixeira, Dias, Wottrich e Oliveira (2008), quando os universit&aacute;rios apresentam expectativas mais realistas,  maiores s&atilde;o as chances de continuarem nas institui&ccedil;&otilde;es, bem como conclu&iacute;rem seus cursos. Por&eacute;m, vale ressaltar o  estudo de Malmberg, Ehrman e Lithen (2005) que aponta o reflexo das expectativas apresentadas pelos universit&aacute;rios, como muitas vezes  procedentes das expectativas familiares e que em diversas ocasi&otilde;es trocam suas escolhas de planejamento futuro, em fun&ccedil;&atilde;o das  influ&ecirc;ncias dos pais, ou seja, satisfazendo desejos da fam&iacute;lia em detrimento das suas prefer&ecirc;ncias. Para Trindade e Vieira  (2009) alguns alunos ingressantes de um curso de medicina, se sentem realizados quando suas expectativas s&atilde;o concretizadas, pois estas foram  relevantes para a op&ccedil;&atilde;o da carreira. Segundo Solberg Nes, Evans e Segerstrom (2009) quanto mais positivas as expectativas dos  discentes, mais eficazes ser&atilde;o suas estrat&eacute;gias para enfrentar os v&aacute;rios desafios da adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;  universidade.</p>     <p>Para Polydoro (2000) o ingresso no Ensino Superior &eacute; um per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o que tem um significado muito  importante, por se dar na &eacute;poca em que os jovens est&atilde;o vivenciando um momento concomitante com as transforma&ccedil;&otilde;es e  ajustes da passagem de jovem/adulto. Ainda segundo a autora, estudos sobre a adapta&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria t&ecirc;m apresentado  resultados que apontam tr&ecirc;s importantes fatores que incidem nesta integra&ccedil;&atilde;o: pessoal, institucional e interpessoal. Para  Astin (1993) cabe aos estudantes universit&aacute;rios procurar informa&ccedil;&otilde;es de seu interesse nas institui&ccedil;&otilde;es, para que  usufruam o m&aacute;ximo o que est&aacute; dispon&iacute;vel no contexto acad&ecirc;mico e desta forma, possa auxili&aacute;-los neste  per&iacute;odo de forma&ccedil;&atilde;o. Em sentido oposto, Wiles, Chechi, e Dias (2010) sugerem que cabe &agrave; universidade se atentar para as  dificuldades dos ingressantes em sua transi&ccedil;&atilde;o para facilitar sua adapta&ccedil;&atilde;o. No mesmo sentido, Santos (2000) considera  ser de responsabilidade das institui&ccedil;&otilde;es de Ensino Superior promover as condi&ccedil;&otilde;es adequadas para a  integra&ccedil;&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica de sucesso.</p>     <p>As expectativas sobre o ambiente acad&ecirc;mico podem estar associadas tanto a quest&otilde;es estritamente acad&ecirc;micas como o curso e as  disciplinas, quanto &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es sociais e interpessoais, ao ambiente de estudo e aos recursos disponibilizados pela  institui&ccedil;&atilde;o de Ensino Superior. &Eacute; a partir das expectativas acad&ecirc;micas que o estudante vislumbra um ambiente  confort&aacute;vel com as suas habilidades cognitivas e comportamentais. Caso exista conson&acirc;ncia entre suas capacidades e o ambiente  idealizado o aluno pode se perceber estimulado, caso contr&aacute;rio pode ser desmotivado e ter dificuldades em se adaptar ao ambiente  acad&ecirc;mico (Almeida, Ferreira, &amp; Soares, 1999; Granado, Santos, Almeida, Soares, &amp; Guisande, 2005; Schleich, Polydoro, &amp; Santos,  2006; Soares &amp; Almeida, 2005). Nadelson et al. (2013) investigaram o per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o de alunos que iniciaram sua vida  universit&aacute;ria, bem como procuraram compreender a rela&ccedil;&atilde;o de suas expectativas com suas experi&ecirc;ncias pessoais se  refletiam no sucesso acad&ecirc;mico. Conclu&iacute;ram que as caracter&iacute;sticas pessoais do universit&aacute;rio envolvem as expectativas e  as viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas e o quanto &eacute; importante essa investiga&ccedil;&atilde;o para tal realiza&ccedil;&atilde;o. Tal fato  corrobora o estudo de Almeida et al. (2003) sobre as expectativas acad&ecirc;micas e as caracter&iacute;sticas pessoais dos discentes, como desejos  e interesses, anteriores ao Ensino Superior que implicam na sua adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; universidade.</p>     <p>Vale lembrar que, expectativas acad&ecirc;micas envolvem pensamentos que definem o que o aluno ingressante espera da institui&ccedil;&atilde;o  de Ensino Superior (Howard, 2005). Entretanto, segundo Pachane (2003) o desencontro entre as expectativas dos discentes quanto aos servi&ccedil;os  oferecidos pela institui&ccedil;&atilde;o, quando n&atilde;o realizadas, podem refletir negativamente e desencadear desilus&otilde;es nas  viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas dos universit&aacute;rios. Estudos sugerem que as expectativas dos alunos, assim como a adapta&ccedil;&atilde;o  apresentam-se de formas diferenciadas dentre as v&aacute;rias &aacute;reas do conhecimento. Para alguns autores, maior seguran&ccedil;a na escolha  da carreira devido &agrave;s expectativas vocacionais &eacute; percebida nos alunos das &aacute;reas de Ci&ecirc;ncias Exatas e da Sa&uacute;de,  principalmente no curso Medicina (Bardagi &amp; Hutz, 2012; Traverso-Y&eacute;pez &amp; Morais, 2004). No entanto, outros autores sugerem que  estudantes das &aacute;reas de Ci&ecirc;ncias Humanas e Sociais Aplicadas se adaptam melhor ao curso e apresentam rela&ccedil;&otilde;es mais  amig&aacute;veis importantes para o exerc&iacute;cio profissional, como exemplo a Psicologia, por exigir maior relacionamento interpessoal dos  estudantes, fator considerado indispens&aacute;vel para efetivar de fato sua atua&ccedil;&atilde;o (Almeida et al., 2003; Soares &amp; Del Prette,  2015; Tavares, Couto, &amp; Silva, 2012).</p>     <p>Segundo Dias e Soares (2012) os universit&aacute;rios ao ingressar no Ensino Superior n&atilde;o possuem conhecimentos suficientes que os  auxiliem nas suas escolhas de cursos, bem como nas carreiras profissionais. Para Bord&atilde;o-Alves e Melo-Silva (2008) diferentes  vari&aacute;veis impactam na escolha vocacional dos universit&aacute;rios, tais como: habilidades, tra&ccedil;os de personalidade, interesses,  valores e expectativas individuais. Sugerem que escolhas vocacionais impensadas ou imaturas podem refletir negativamente na adapta&ccedil;&atilde;o  levando-os ao abandono e indicam como op&ccedil;&atilde;o a Orienta&ccedil;&atilde;o Profissional. Segundo estudo de Oliveira e Melo-Silva (2010)  os fatores culturais tamb&eacute;m s&atilde;o importantes na escolha da carreira e sucesso no ingresso ao Ensino Superior. O resultado indicou a  procura para os cursos de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas e Psicologia para os alunos cujos pais possu&iacute;am n&iacute;vel superior. Quanto ao  n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico os estudantes pertencentes &agrave; classe A optaram pelo curso de Psicologia e os alunos da classe C a  op&ccedil;&atilde;o foi o curso de Qu&iacute;mica. No entanto, Castellanos et al. (2013) investigaram o perfil de universit&aacute;rios  ingressantes da &aacute;rea da Sa&uacute;de Coletiva em v&aacute;rias regi&otilde;es do Brasil, bem como os motivos quanto &agrave; escolha dos  cursos de Enfermagem, Fisioterapia e Nutri&ccedil;&atilde;o e as caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas, interesse e expectativas  relacionadas &agrave; forma&ccedil;&atilde;o e ao exerc&iacute;cio profissional. Os resultados apontaram influ&ecirc;ncias familiares, estabilidade  no mercado de trabalho, o desejo de cuidar do outro e expectativas favor&aacute;veis &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o profissional e pessoal.</p>     <p>Noronha, Martins, Gurgel e Ambiel (2009) realizaram uma pesquisa que analisaram a viv&ecirc;ncia acad&ecirc;mica de universit&aacute;rios dos  cursos de Direito e Administra&ccedil;&atilde;o, ambos da &aacute;rea de Ci&ecirc;ncias Sociais Aplicadas. O resultado indicou maiores  m&eacute;dias na dimens&atilde;o Interpessoal para os alunos de Direito, o que se refere &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es de amizades com os  colegas e na Carreira, que compreende a satisfa&ccedil;&atilde;o e a percep&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias com o curso enquanto, para os  alunos de Administra&ccedil;&atilde;o, as maiores m&eacute;dias foram para a dimens&atilde;o Institucional, o que inclui os sentimentos  relacionados com a institui&ccedil;&atilde;o, bem como o desejo de permanecer at&eacute; a conclus&atilde;o do curso. Esses resultados sugerem que  os alunos dessa &aacute;rea apresentam maior facilidade quanto &agrave; adapta&ccedil;&atilde;o ao curso. Diante dessas premissas esse estudo teve  como objetivo investigar diferen&ccedil;as entre estudantes de diversas &aacute;reas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s expectativas e  adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Participaram da pesquisa 400 alunos do Ensino Superior do estado do Rio de Janeiro, sendo de universidades, institutos e faculdades, situadas  nas cidades de Niter&oacute;i, S&atilde;o Gon&ccedil;alo e do Rio de Janeiro. Dos participantes, 120 universit&aacute;rios eram de cinco  institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e 280 de nove privadas, com idades entre 18 e 59 anos (<i>M</i>=25,07 e <i>DP</i>=6,46), sendo 249  (62,25%) do sexo feminino e 151 (37,75%) do masculino. Os estudantes foram escolhidos por conveni&ecirc;ncia e separados por grupo de 100 alunos,  que cursavam a &aacute;rea da Sa&uacute;de, das Ci&ecirc;ncias Sociais Aplicadas, Humanas e Exatas e dentre as &aacute;reas, os  universit&aacute;rios foram divididos em dois grupos, sendo que 50 cursavam os dois primeiros per&iacute;odos e 50 os dois &uacute;ltimos  per&iacute;odos de cada &aacute;rea do conhecimento. Dentre os alunos participantes, 195 (48,75%) pertenciam &agrave; classe B2 e apenas 51  (25,50%) dos respons&aacute;veis possu&iacute;am n&iacute;vel superior completo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Instrumentos</i></p>     <p>Foram utilizados nesta pesquisa os seguintes instrumentos: Question&aacute;rio de Envolvimento Acad&ecirc;mico (QEA) vers&atilde;o A e  vers&atilde;o B e o Question&aacute;rio de Viv&ecirc;ncias Acad&ecirc;micas vers&atilde;o reduzida (QVA-r). Foram tamb&eacute;m coletados dados  sociodemogr&aacute;ficos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Question&aacute;rio de Envolvimento Acad&ecirc;mico (QEA)</i> de Soares e Almeida (2001) vers&atilde;o A trata das Expectativas e avalia o  que os alunos iniciantes esperam &ldquo;encontrar/concretizar&rdquo; de imediato &agrave; sua entrada na Institui&ccedil;&atilde;o e a  vers&atilde;o B Comportamentos, o que realmente eles tiveram a oportunidade de &ldquo;encontrar/realizar&rdquo;, no final do primeiro ano do curso,  por&eacute;m nesta pesquisa foi utilizada para os alunos concluintes. O (QEA) &eacute; composto por duas vers&otilde;es, com 38 itens subdivididos  em cinco escalas relativas ao que o aluno espera da universidade. &Eacute; um question&aacute;rio de autorrelato e sua escala varia de 1 (Nunca ou  quase nunca) at&eacute; 4 (Sempre ou quase sempre). As subescalas do (QEA) s&atilde;o compostas por Envolvimento Institucional formada por dez  itens (&alpha;=0,77); Envolvimento Vocacional composta por dez itens (&alpha;=0,78); Utiliza&ccedil;&atilde;o de Recursos composta por seis itens  (&alpha;=0,71), Envolvimento Social composta por seis itens (&alpha;=0,76); Envolvimento Curricular composta por seis itens (&alpha;=0,68). Este  instrumento foi adaptado linguisticamente para o portugu&ecirc;s do Brasil e foram substitu&iacute;das palavras e express&otilde;es utilizadas  exclusivamente em Portugal, mas n&atilde;o usadas no Brasil.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Question&aacute;rio de Viv&ecirc;ncias Acad&ecirc;micas vers&atilde;o reduzida (QVA-r)</i> de Almeida, Ferreira e Soares (1999) adaptado para  a realidade brasileira por Villar e Santos (2001). A vers&atilde;o brasileira do QVA-r &eacute; composta por 55 itens de 5 pontos que varia de 1  (nada a ver comigo) at&eacute; 5 (tudo a ver comigo). As cinco dimens&otilde;es do QVA-r est&atilde;o distribu&iacute;das da seguinte forma: 1  &ndash; Pessoal com 14 itens (&alpha;=0,84); 2 &ndash; Interpessoal com 12 itens (&alpha;=0,82); 3 &ndash; Carreira com 12 itens (&alpha;=0,86); 4  &ndash; Estudo com nove itens e (&alpha;=0,78) e 5 &ndash; Institucional com oito itens (&alpha;=0,77).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimentos de coletas de dados</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A participa&ccedil;&atilde;o dos universit&aacute;rios na pesquisa foi volunt&aacute;ria e os mesmos foram orientados quanto &agrave;s  instru&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas para preencher cada instrumento. Os dados foram coletados nas salas de aulas das  institui&ccedil;&otilde;es, os question&aacute;rios foram respondidos de forma individual na seguinte ordem: Question&aacute;rio de Dados  Sociodemogr&aacute;ficos, QVA-r e o QEA na vers&atilde;o A para iniciantes e vers&atilde;o B para concluintes. Os alunos eram iniciantes do  primeiro ano e concluintes do &uacute;ltimo ano de cada &aacute;rea do conhecimento.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimentos &eacute;ticos</i></p>     <p>A proposta da pesquisa foi aprovada pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica da Universidade. A solicita&ccedil;&atilde;o de autoriza&ccedil;&atilde;o  das institui&ccedil;&otilde;es foi mediante uma carta de anu&ecirc;ncia do diretor de cada unidade. Ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o foram  aplicados os question&aacute;rios. Os estudantes participantes da pesquisa assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Neste termo, o  pesquisador informou os objetivos da pesquisa, colocou-se &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para quaisquer explica&ccedil;&otilde;es  disponibilizando um contato atrav&eacute;s de um e-mail e tamb&eacute;m incluiu as regras de preserva&ccedil;&atilde;o do anonimato, bem como  garantiu ao aluno participante retirar-se a qualquer momento da pesquisa, conforme a orienta&ccedil;&atilde;o da Resolu&ccedil;&atilde;o 466/2012  do Conselho Nacional de Sa&uacute;de.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimentos de an&aacute;lise de dados</i></p>     <p>Os dados foram analisados atrav&eacute;s do programa SPSS 18.0. Para comparar as diferen&ccedil;as entre estudantes de diversas &aacute;reas em  rela&ccedil;&atilde;o a expectativas e adapta&ccedil;&atilde;o foi feita a an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA) e o teste <i>post hoc</i> de  Levene.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Apresenta&ccedil;&atilde;o dos resultados</b></p>     <p>Para responder se estudantes dos cursos de Ci&ecirc;ncias Exatas e da Sa&uacute;de t&ecirc;m mais expectativas acad&ecirc;micas do que os de  outras &aacute;reas do conhecimento recorreu-se a ANOVA. Os resultados desta an&aacute;lise foram confirmados parcialmente, pois houve  diferen&ccedil;a estat&iacute;stica significativa na dimens&atilde;o Utiliza&ccedil;&atilde;o de Recursos para os alunos das &aacute;reas de Exatas  e Humanas, conforme pode ser observado na <a href="#t1">Tabela 1</a>. A &aacute;rea de Exatas s&oacute; apresentou diferen&ccedil;a significativa  quando comparada a de Ci&ecirc;ncias Sociais (<i>t</i>=-2,82; <i>p</i>=0,005).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v35n1/35n1a02t1.jpg" width="576" height="203"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Para verificar se estudantes das &aacute;reas de Ci&ecirc;ncias Humanas e Sociais Aplicadas se adaptam melhor ao curso do que os das demais  &aacute;reas foi utilizada a ANOVA. Houve diferen&ccedil;a estat&iacute;stica significativa, nas dimens&otilde;es Pessoal (&aacute;reas Exatas e  Sociais), Carreira (&aacute;reas Sa&uacute;de e Humanas) e Institucional (&aacute;reas exatas e humanas). Estes resultados podem ser observados na  <a href="#t2">Tabela 2</a>. A &aacute;rea de Ci&ecirc;ncias Sociais apresentou diferen&ccedil;a significativa com a Sa&uacute;de (<i>t</i>=-2,25;  <i>p</i>=0,026), bem como a &aacute;rea de Humanas apresentou diferen&ccedil;a significativa com a Sa&uacute;de (<i>t</i>=-2,152; <i>p</i>=0,033).  No fator Carreira, a &aacute;rea que obteve maior m&eacute;dia foi a de Humanas, enquanto a &aacute;rea de Ci&ecirc;ncias Sociais obteve a menor  m&eacute;dia. Comparando a &aacute;rea de Humanas com as outras &aacute;reas, duas a duas, foi encontrada diferen&ccedil;a significativa com a  &aacute;rea de Ci&ecirc;ncias Sociais (<i>t</i>=-4,573; <i>p</i>=0,000). Por fim, no fator Institucional, as &aacute;reas com maiores m&eacute;dias  foram Humanas e Exatas. A &aacute;rea de Humanas apresentou diferen&ccedil;a significativa em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s &aacute;reas da  Sa&uacute;de (<i>t</i>=-2,757; <i>p</i>=0,006) e de Ci&ecirc;ncias Sociais (<i>t</i>=-3,215; <i>p</i>=0,002).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v35n1/35n1a02t2.jpg" width="576" height="202"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Importa ressaltar quanto aos resultados obtidos nesse estudo de delineamento transversal, que se trabalhou com dois grupos distintos de  universit&aacute;rios intencionalmente, ou seja, o primeiro de (ingressantes) utilizando o QEA vers&atilde;o A e o segundo de (concluintes) o QEA  vers&atilde;o B, por&eacute;m dentro das quatro &aacute;reas, de acordo com o objetivo proposto. Observa-se que a inten&ccedil;&atilde;o foi  investigar diferen&ccedil;as entre os iniciantes de cada &aacute;rea para responder se alunos de determinadas &aacute;reas possu&iacute;am mais  expectativas de envolvimento do que de outras, bem como se alunos concluintes de algumas &aacute;reas se adaptam &agrave; universidade mais do que  os de outras &aacute;reas do conhecimento. Os resultados apontaram que o envolvimento quanto ao investimento inicial em rela&ccedil;&atilde;o  &agrave;s expectativas dos discentes nas diferentes &aacute;reas apresentaram menores escores, quando comparados aos concluintes em  rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s concretiza&ccedil;&otilde;es. Sup&otilde;e-se que o resultado do envolvimento no in&iacute;cio de curso &eacute;  devido ao per&iacute;odo de idealiza&ccedil;&atilde;o das expectativas, por&eacute;m os alunos no decorrer dos per&iacute;odos subsequentes podem  mudar suas atitudes, amadurecer e ou satisfazer suas expectativas e com isso possibilitar o ajustamento acad&ecirc;mico.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Discuss&atilde;o dos resultados</b></p>     <p>No que diz respeito &agrave; diferen&ccedil;a de expectativas acad&ecirc;micas nos cursos de Ci&ecirc;ncias Exatas e da Sa&uacute;de, o  resultado confirmou-se parcialmente com diferen&ccedil;a estat&iacute;stica significativa para o fator Utiliza&ccedil;&atilde;o de Recursos, que  analisa as expectativas para a utiliza&ccedil;&atilde;o de recursos no <i>campus</i> como bares, bibliotecas, laborat&oacute;rios de  inform&aacute;tica para uso acad&ecirc;mico ou de lazer. Contrariamente ao esperado em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s &aacute;reas como &eacute;  informado na literatura, na amostra dessa pesquisa as maiores m&eacute;dias foram obtidas nas &aacute;reas das Ci&ecirc;ncias Exatas e Humanas.  Esse resultado sugere que os alunos das distintas &aacute;reas criaram mais expectativas em rela&ccedil;&atilde;o aos espa&ccedil;os  acad&ecirc;micos como &aacute;rea de lazer, que inclui quadras de esportes e cantinas, locais apropriados para momentos de intera&ccedil;&atilde;o  social e com os pares, para conversas e descontra&ccedil;&atilde;o; bibliotecas para realizarem suas pesquisas e trabalhos; laborat&oacute;rios de  inform&aacute;tica e eletr&ocirc;nicos para elaborar trabalhos e relat&oacute;rios e se manterem atualizados com as informa&ccedil;&otilde;es  pertinentes ao seu curso (Santos, Noronha, Amaro, &amp; Villar, 2005).</p>     <p>O estudo de Almeida et al. (2003) confirmou n&iacute;veis mais elevados de expectativas na dimens&atilde;o Institucional, apenas para os alunos  das Ci&ecirc;ncias Humanas em rela&ccedil;&atilde;o aos discentes das Engenharias. Entretanto, estes apresentaram taxas mais elevadas na  Utiliza&ccedil;&atilde;o de Recursos em rela&ccedil;&atilde;o aos estudantes das Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas. Pitcher e Purcell (citado por  Bardagi &amp; Hutz, 2012) sugerem que alunos das &aacute;reas de Exatas apresentam mais expectativas do que os de outras &aacute;reas, indicando  uma rela&ccedil;&atilde;o de maior estabilidade junto ao mercado de trabalho. No entanto, na literatura brasileira n&atilde;o foram encontrados  estudos que embasassem esclarecimentos quanto &agrave;s expectativas dos estudantes entre as &aacute;reas do conhecimento. Segundo Bardagi e Hutz  (2012) estudos sinalizam que ao compreender o mercado de trabalho, este pode servir de indicativo satisfat&oacute;rio, positivo e determinante para  continuidade no curso e escolha profissional.</p>     <p>Ainda no estudo de Bardagi e Hutz (2012), dentre as tr&ecirc;s piores &aacute;reas avaliadas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;  satisfa&ccedil;&atilde;o profissional e o mercado encontra-se a &aacute;rea de Humanas. Tal fato pode indicar que esta &aacute;rea &eacute; menos  favorecida em termos salariais e de proje&ccedil;&atilde;o de carreira perante a &aacute;rea de Exatas. Entretanto, em rela&ccedil;&atilde;o  &agrave; &aacute;rea da sa&uacute;de, Traverso-Y&eacute;pez e Morais (2004) pesquisaram alunos de uma universidade, para questionar sobre o desejo  da escolha da carreira nesta &aacute;rea, bem como suas expectativas profissionais. Os principais fatores relatados quanto &agrave;  prefer&ecirc;ncia foram: a vontade de ajudar/cuidar do outro, a identifica&ccedil;&atilde;o com o curso, voca&ccedil;&atilde;o,  realiza&ccedil;&atilde;o profissional/pessoal. Por&eacute;m, os alunos destacam a relev&acirc;ncia quanto &agrave; compet&ecirc;ncia, o empenho e  tomadas de decis&atilde;o para o sucesso diante das dificuldades circunstanciais. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s expectativas: foi garantir o  sucesso profissional e pessoal com expectativas de reconhecimento no mercado de trabalho quanto aos aspectos econ&ocirc;micos e de <i>status</i>  social e tamb&eacute;m manter-se atualizado para um bom atendimento aos pacientes. Percebe-se que a influ&ecirc;ncia de pais ou amigos  m&eacute;dicos e a valoriza&ccedil;&atilde;o financeira em rela&ccedil;&atilde;o aos cursos da &aacute;rea m&eacute;dica refletem bastante na  decis&atilde;o dessa escolha.</p>     <p>Segundo Lobo (2015) entre os cursos mais disputados da &aacute;rea da Sa&uacute;de, Medicina apresenta o menor &iacute;ndice de  desist&ecirc;ncias seguido do curso de Odontologia. Este estudo teve como base os indicadores do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o (MEC)  e apontam os mesmos, como os primeiros colocados em maior n&uacute;mero de concluintes e maiores taxas de perman&ecirc;ncia no curso, o que pode  indicar maior n&iacute;vel de expectativas para esses alunos, conforme hipotetizado.</p>     <p>Ao verificar se estudantes das &aacute;reas de Ci&ecirc;ncias Humanas e Sociais Aplicadas se adaptam melhor ao curso do que os das demais  &aacute;reas do conhecimento, o resultado confirmou-se parcialmente, pois houve diferen&ccedil;a estat&iacute;stica significativa na  dimens&atilde;o Pessoal nas &aacute;reas de Ci&ecirc;ncias Sociais Aplicadas e Ci&ecirc;ncias Exatas. A dimens&atilde;o &eacute; caracterizada pelo  bem-estar f&iacute;sico e psicol&oacute;gico; aborda aspectos como o equil&iacute;brio emocional, o otimismo, a tomada de decis&otilde;es e a  autoconfian&ccedil;a, neste caso, para os alunos de Ci&ecirc;ncias Sociais Aplicadas e Exatas. Esse resultado aponta que os estudantes dessas  &aacute;reas apresentam-se com bom desempenho para as tarefas acad&ecirc;micas e capazes de tomar decis&otilde;es com rapidez devido &agrave;  autoestima. Tal fato corrobora o estudo sobre a import&acirc;ncia da autoestima no ajustamento acad&ecirc;mico de universit&aacute;rios  ingressantes (Friedlander, Reid, Shupak, &amp; Cribbie, 2007).</p>     <p>Para Almeida et al. (2003) os alunos das Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas apresentaram maior envolvimento na intera&ccedil;&atilde;o social, o  que pode sugerir rela&ccedil;&otilde;es motivacionais pr&eacute;vias com a escolha do curso e maior percep&ccedil;&atilde;o quanto ao  desenvolvimento de suas compet&ecirc;ncias, no que tange ao futuro profissional. Nesse sentido, pode indicar uma melhor adapta&ccedil;&atilde;o ao  curso, visto o interesse em se manterem na &aacute;rea escolhida. Por&eacute;m, como observado, o resultado foi significativo para Ci&ecirc;ncias  Sociais Aplicadas e Exatas. A dimens&atilde;o Carreira apresentou destaque nas &aacute;reas das Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de e Humanas. Essa  dimens&atilde;o refere-se a sentimentos relacionados com o curso frequentado e perspectivas de carreira; inclui a satisfa&ccedil;&atilde;o da  escolha e percep&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias para o curso. Tal fato corrobora o estudo de Sarriera, Paradiso, Sch&uuml;tz e Howes (2012)  que apresentou resultado semelhante para a dimens&atilde;o Carreira em pesquisa com universit&aacute;rios de diferentes institui&ccedil;&otilde;es.  Considera-se que os alunos dessas &aacute;reas acreditam que possam se realizar profissionalmente, que possuem qualifica&ccedil;&otilde;es  necess&aacute;rias para atuar no mercado de trabalho, pois se sentem convictos quanto &agrave;s expectativas vocacionais e quanto &agrave;s  caracter&iacute;sticas pessoais. Na mesma dire&ccedil;&atilde;o apontou o estudo sobre satisfa&ccedil;&atilde;o de vida, com o curso e  profiss&atilde;o de (Bardagi &amp; Hutz, 2010). Segundo a literatura h&aacute; estudos sobre a autoavalia&ccedil;&atilde;o profissional, que  &eacute; um processo relevante na Orienta&ccedil;&atilde;o para o Desenvolvimento da Carreira do estudante, pois al&eacute;m de avaliar seu  desempenho, avalia suas capacidades, seus gostos, compet&ecirc;ncias e habilidades. A auto-avalia&ccedil;&atilde;o profissional favorece a  decis&atilde;o de escolha profissional, a aprendizagem, a identifica&ccedil;&atilde;o de problemas e sugere alternativas (Mudarra &amp;  Mart&iacute;nez, 2014).</p>     <p>Quanto &agrave; Dimens&atilde;o Institucional os escores mais elevados foram para as &aacute;reas das Ci&ecirc;ncias Exatas e Humanas, esta  adapta&ccedil;&atilde;o refere-se &agrave; aprecia&ccedil;&atilde;o da institui&ccedil;&atilde;o de ensino frequentada; inclui o desejo de  permanecer ou mudar de institui&ccedil;&atilde;o, o conhecimento e aprecia&ccedil;&atilde;o da infra-estrutura. Esse resultado indica que os  discentes apreciam a boa infraestrutura da universidade/faculdade que estudam, conhecem e gostam dos servi&ccedil;os prestados pela  institui&ccedil;&atilde;o, se sentem adaptados, por isso gostariam de concluir o curso na institui&ccedil;&atilde;o. Esse resultado corrobora a  pesquisa de Santos, Polydoro, Scortegagna e Linden (2013) sobre integra&ccedil;&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica em  universit&aacute;rios que encontraram n&iacute;veis de integra&ccedil;&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o superior &agrave; m&eacute;dia.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Considera&ccedil;&otilde;es finais</b></p>     <p>O presente estudo teve como objetivo investigar diferen&ccedil;as entre estudantes de diversas &aacute;reas em rela&ccedil;&atilde;o a  expectativas e adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica. Dessa forma, percebe-se o papel importante que as institui&ccedil;&otilde;es de Ensino  Superior representam para os universit&aacute;rios. Nesse sentido, elas devem atuar no processo de integra&ccedil;&atilde;o inicial, bem como em  todo o percurso acad&ecirc;mico. Disponibilizar recursos, para proporcionar experi&ecirc;ncias positivas necess&aacute;rias ao desenvolvimento  educacional total dos discentes objetivando o sucesso acad&ecirc;mico da popula&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria.</p>     <p>Ainda que o presente estudo tenha proporcionado contribui&ccedil;&otilde;es quanto &agrave;s expectativas e a adapta&ccedil;&atilde;o  acad&ecirc;mica de universit&aacute;rios apresentarem-se de formas diferenciadas dentre as v&aacute;rias &aacute;reas do conhecimento, algumas  limita&ccedil;&otilde;es foram evidenciadas. Pode-se citar a escassez de trabalhos, no que tange a rela&ccedil;&atilde;o entre expectativas e  adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica quando comparadas entre as &aacute;reas da Sa&uacute;de, das Ci&ecirc;ncias Humanas, Ci&ecirc;ncias Sociais  Aplicadas e Ci&ecirc;ncias Exatas, para relacionar aos resultados encontrados. Destaca-se tamb&eacute;m, que no presente estudo os alunos  participantes eram iniciantes do primeiro ano e concluintes do &uacute;ltimo ano dos cursos. Portanto, n&atilde;o foram informados dados de  universit&aacute;rios pertencentes aos outros per&iacute;odos, bem como os de outras &aacute;reas do conhecimento, tais como as das Engenharias e  Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias, devido ao objetivo do estudo.</p>     <p>Sugere-se que outros estudos com alunos universit&aacute;rios sejam realizados, por&eacute;m com graduandos de outras cidades e estados,  &aacute;reas do conhecimento e outros per&iacute;odos, para que os novos resultados possam permitir uma vis&atilde;o mais ampla e real das  diferen&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o a expectativas e adapta&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica de universit&aacute;rios em diferentes locais e  per&iacute;odos, bem como nas diversas &aacute;reas. Dessa forma, espera-se colaborar com as institui&ccedil;&otilde;es, na cria&ccedil;&atilde;o  de medidas de interven&ccedil;&atilde;o que possam satisfazer as diferentes expectativas e assim facilitar a adapta&ccedil;&atilde;o  acad&ecirc;mica dos discentes nas suas escolhas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Almeida, L. S., Ferreira, J. A., &amp; Soares, A. P. (1999). Question&aacute;rios de viv&ecirc;ncias acad&eacute;micas: Constru&ccedil;&atilde;o  e valida&ccedil;&atilde;o de uma vers&atilde;o reduzida (QVA-r). <i>Revista Portuguesa de Pedagogia, 33</i>, 181-207. Recuperado de  <a href="http://hdl.handle.net/1822/12080" target="_blank">http://hdl.handle.net/1822/12080</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026323&pid=S0870-8231201700010000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Almeida, L. S., Gon&ccedil;alves, A., Salgueira, A. P., Soares, A. P., Machado, C., Fernandes, E., M., . . . Vasconcelos, R. (2003).  Expectativas de envolvimento acad&ecirc;mico &agrave; entrada na universidade: Estudo com alunos da universidade do Minho. <i>Psicologia: Teoria,  Investiga&ccedil;&atilde;o e Pr&aacute;tica, 1</i>, 3-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026324&pid=S0870-8231201700010000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Almeida, L. S., &amp; Soares, A. P. (2003). Os estudantes universit&aacute;rios: Sucesso escolar e desenvolvimento psicossocial. In E. Mercuri  &amp; S. A. J. Polydoro (Eds.), <i>Estudante universit&aacute;rio: Caracter&iacute;sticas e experi&ecirc;ncias de forma&ccedil;&atilde;o</i> (pp.  15-40). Taubat&eacute;: Cabral Editora e Livraria Universit&aacute;ria.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026326&pid=S0870-8231201700010000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Astin, A. W. (1993). <i>Whats matters in college? Four critical years revisited</i>. San Franscisco: Jossey-Bass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026328&pid=S0870-8231201700010000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bardagi, M. P., &amp; Hutz, C. S. (2010). Satisfa&ccedil;&atilde;o de vida, comprometimento com a carreira e explora&ccedil;&atilde;o  vocacional em estudantes universit&aacute;rios. <i>Arquivos Brasileiros de Psicologia, 62</i>, 159-170.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026330&pid=S0870-8231201700010000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bardagi, M. P., &amp; Hutz, C. S. (2012). Mercado de trabalho, desempenho acad&ecirc;mico e o impacto sobre a satisfa&ccedil;&atilde;o  universit&aacute;ria. <i>Revista de Ci&ecirc;ncias Humanas, 40</i>, 183-198.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026332&pid=S0870-8231201700010000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bord&atilde;o-Alves, D. P., &amp; Melo-Silva, L. L. (2008). Maturidade ou imaturidade na escolha da carreira: Uma abordagem  psicodin&acirc;mica. <i>Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica, 7</i>, 23-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026334&pid=S0870-8231201700010000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Castellanos, M. E. P., Fagundes, T. L. Q., Nunes, T. C. M., Gil, C. R. R., Pinto, I. C. M., Belis&aacute;rio, S. A., . . . Aguiar, R. A. T.  (2013). Estudantes de gradua&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de coletiva: Perfil sociodemogr&aacute;fico e motiva&ccedil;&otilde;es.  <i>Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva, 18</i>, 1657-1666.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026336&pid=S0870-8231201700010000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cervato-Mancuso, A., &amp; Silva, M. E. W. (2012). Percep&ccedil;&atilde;o e expectativas dos alunos ingressantes no curso de  nutri&ccedil;&atilde;o. <i>Revista de Cultura e Extens&atilde;o USP, 8</i>, 79-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026338&pid=S0870-8231201700010000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dias, M. S. L., &amp; Soares, D. H. P. (2012). A escolha profissional no direcionamento da carreira dos universit&aacute;rios. <i>Psicologia:  Ci&ecirc;ncia e Profiss&atilde;o, 32</i>, 272-283.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026340&pid=S0870-8231201700010000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fernandes, E. P., &amp; Almeida, L. S. (2005). Expectativas e viv&ecirc;ncias acad&eacute;micas: Impacto no rendimento dos alunos do primeiro  ano. <i>Psychologica, 40</i>, 267-278.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026342&pid=S0870-8231201700010000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fernandes, V. M. P. (2011). <i>Adapta&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica e autoefic&aacute;cia em estudantes universit&aacute;rios do 1&ordm;  ciclo de estudos</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Faculdade de Ci&ecirc;ncias Humanas e Sociais da Universidade Fernando Pessoa, Porto.  Recuperado de <a href="http://hdl.handle.net/10284/2253" target="_blank">http://hdl.handle.net/10284/2253</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026344&pid=S0870-8231201700010000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Friedlander, L. J., Reid, G. J., Shupak, N., &amp; Cribbie, R. (2007). Social support, self-esteem, and stress as predictors of adjustment to  university among first-year undergraduates. <i>Journal of College Student Development, 48</i>, 259-274. doi: 10.1353/csd.2007.0024&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026345&pid=S0870-8231201700010000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gerk, E., Cardoso, J. A. R., &amp; Krafft, L. M. (2011). Ajustamento de alunos ingressantes ao ensino superior: O papel do comportamento  explorat&oacute;rio vocacional. <i>Estudos e Pesquisas em Psicologia, 11</i>, 719-724.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026346&pid=S0870-8231201700010000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gomes, G., &amp; Soares, A. B. (2013). Intelig&ecirc;ncia, habilidades sociais e expectativas acad&ecirc;micas no desempenho de estudantes  universit&aacute;rios. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 26</i>, 780-789.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026348&pid=S0870-8231201700010000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gomes, M. J., Monteiro, M., Damasceno, A. M., Almeida, T. J. S., &amp; Carvalho, R. B. (2010). Evas&atilde;o acad&ecirc;mica no ensino  superior: Estudo na &aacute;rea da sa&uacute;de. <i>Revista Brasileira de Pesquisa em Sa&uacute;de, 12</i>, 6-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026350&pid=S0870-8231201700010000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Granado, J. I., Santos, A. A. A., Almeida, L. S., Soares, A. P., &amp; Guisande, M. A. (2005). Integra&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica de  estudantes universit&aacute;rios: Contributos para a adapta&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o do QVA-r no Brasil. <i>Psicologia e  Educa&ccedil;&atilde;o, 4</i>, 31-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026352&pid=S0870-8231201700010000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Guimar&atilde;es, L. A. C., Gaud&ecirc;ncio, C. A., Andrade, J. M. A., S&aacute;, L. A., Palhano, D. P., Dias, C. S. S., . . . Vieira, A. M. S.  (2011, Novembro). <i>Rela&ccedil;&atilde;o entre dados sociodemogr&aacute;ficos e viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas: Aspectos psicossociais</i>.  Trabalho apresentado no D&eacute;cimo Sexto Encontro Nacional de Psicologia Social da ABRAPSO, Recife, PE. Resumo recuperado de  <a href="http://www.encontro2011.abrapso.org.br/site/textoscompletos"  target="_blank">http://www.encontro2011.abrapso.org.br/site/textoscompletos</a></p>     <!-- ref --><p>Howard, J. A. (2005). Why should we care about student expectations?. In T. E. Miller, B. E. Bender, &amp; J. H. Schuh (Eds.), <i>Promoting  reasonable expectations: Aligning student and institutional thinking about the college experience</i> (pp. 10-33). San Francisco: Jossey-Bass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026355&pid=S0870-8231201700010000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Igue, E., Bariani, I. C. D., &amp; Milanesi, P. V. B. (2008). Viv&ecirc;ncia acad&ecirc;mica e expectativas de universit&aacute;rios  ingressantes e concluintes. <i>Psico-USF, 13</i>, 155-164.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026357&pid=S0870-8231201700010000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kuh, G. D., Cruce, T. M., Shoup, R., Kinzie, J., &amp; Gonyea, R. M. (2008). Unmasking the effects of student engagement on first-year college  grades and persistence. The <i>Journal of Higher Education, 79</i>, 540-563.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026359&pid=S0870-8231201700010000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lobo, M. B. (2015). Evas&atilde;o: Fuga da universidade. In L. Matias (Ed.), <i>Guia do estudante: Ensino superior</i> (pp. 20-25). S&atilde;o  Paulo: Abril.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026361&pid=S0870-8231201700010000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Malmberg, L., Ehrman, J., &amp; Lithen, T. (2005). Adolescent&rsquo;s and parent&rsquo;s future beliefs. <i>Journal of Adolescence, 28</i>,  709-723. doi: 10.1016/j.adolescence.2004.12.007</p>     <!-- ref --><p>Miller, T. E. (2005). Student persistence and degree attainment. In T. E. Miller, B. E. Bender, &amp; J. H. Schuh (Eds.), <i>Promoting  reasonable expectations: Aligning student and institutional views of the college experience</i> (pp. 122-139). S&atilde;o Francisco: Jossey-Bass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026364&pid=S0870-8231201700010000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mudarra, M. J., &amp; Mart&iacute;nez, A. L. (2014). The career key: Validation of a vocational guidance instrument. <i>Electronic Journal of  Research in Educational Psychology, 12</i>, 887-912. Recuperado de <a href="http://dx.doi.org/10.14204/ejrep.34.14019"  target="_blank">http://dx.doi.org/10.14204/ejrep.34.14019</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026366&pid=S0870-8231201700010000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Nadelson, L. S., Semmelroth, C., Martinez, G., Featherstone, M., Fuhriman, C. A., &amp; Sell, A. (2013). Why did come here? &ndash; The  influences and expectations of first-year students&rsquo; college experience. <i>Higher Education Studies, 3</i>, 50-62.</p>     <!-- ref --><p>Noronha, A. P. P., Martins, D. F., Gurgel, M. G. A., &amp; Ambiel, R. A. M. (2009). Estudo correlacional entre interesses profissionais e  viv&ecirc;ncias acad&ecirc;micas no ensino superior. <i>Psicologia Escolar e Educacional, 13</i>, 143-154.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026368&pid=S0870-8231201700010000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Oliveira, L. B. (2011). Percep&ccedil;&otilde;es e estrat&eacute;gias de inser&ccedil;&atilde;o no trabalho de universit&aacute;rios de  administra&ccedil;&atilde;o. <i>Revista Brasileira de Orienta&ccedil;&atilde;o Profissional, 12</i>, 83-95. Recuperado de  <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1679-33902011000100010&amp;lng=pt&amp;tlng=pt"  target="_blank">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1679-33902011000100010&amp;lng=pt&amp;tlng=pt</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026370&pid=S0870-8231201700010000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Oliveira, M. D., &amp; Melo-Silva, L. L. (2010). Estudantes universit&aacute;rios: A influ&ecirc;ncia das vari&aacute;veis  socioecon&ocirc;micas e culturais na carreira. <i>Revista Semestral da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional,  14</i>, 23-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026371&pid=S0870-8231201700010000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pachane, G. G. (2003). A experi&ecirc;ncia universit&aacute;ria e sua contribui&ccedil;&atilde;o ao desenvolvimento pessoal do aluno. In E.  Mercuri &amp; S. A. J. Polydoro (Eds.), <i>Estudante universit&aacute;rio: Caracter&iacute;sticas e experi&ecirc;ncias de  forma&ccedil;&atilde;o</i> (pp. 155-186). Taubat&eacute;: Cabral Editora e Livraria Universit&aacute;ria.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026373&pid=S0870-8231201700010000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Polydoro, S. A. J. (2000). <i>O trancamento de matr&iacute;cula na trajet&oacute;ria acad&ecirc;mica do universit&aacute;rio:  Condi&ccedil;&otilde;es de sa&iacute;da e de retorno &agrave; institui&ccedil;&atilde;o</i>. Tese de Doutorado. Recuperado de  <a href="http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=vtls000219642"  target="_blank">http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=vtls000219642</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026375&pid=S0870-8231201700010000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Santos, A. A. A., Polydoro, S. A. J., Scortegagna, S. A., &amp; Linden, M. S. S. (2013). Integra&ccedil;&atilde;o ao ensino superior e  satisfa&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica em universit&aacute;rios. <i>Psicologia: Ci&ecirc;ncia e Profiss&atilde;o, 33</i>, 780-793.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026376&pid=S0870-8231201700010000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Santos, L. (2000). <i>Viv&ecirc;ncias acad&eacute;micas e rendimento escolar: Estudo com alunos universit&aacute;rios do 1&ordm; ano</i>. Tese  de Doutorado. Recuperado de <a href="http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/206"  target="_blank">http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/206</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026378&pid=S0870-8231201700010000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Santos, A. A. A., Noronha, A. P., Amaro, C. B., &amp; Villar, J. (2005). Question&aacute;rio de Viv&ecirc;ncia Acad&ecirc;mica: Estudo da  consist&ecirc;ncia interna do instrumento no contexto brasileiro. In M. C. R. A. Joly, A. A. A. A. Santos, &amp; F. F. Sisto (Eds.),  <i>Quest&otilde;es do cotidiano universit&aacute;rio</i> (pp. 159-178). S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026379&pid=S0870-8231201700010000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sarriera, J. C., Paradiso, A. C., Sch&uuml;tz, F. F., &amp; Howes, G. P. (2012). Estudo comparativo da integra&ccedil;&atilde;o ao contexto  universit&aacute;rio entre estudantes de diferentes institui&ccedil;&otilde;es. <i>Revista Brasileira de Orienta&ccedil;&atilde;o Profissional,  13</i>, 163-172.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026381&pid=S0870-8231201700010000200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schleich, A. L. R. (2006). <i>Integra&ccedil;&atilde;o na educa&ccedil;&atilde;o superior e satisfa&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica de  estudantes ingressantes e concluintes: Um estudo sobre rela&ccedil;&otilde;es</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado. Recuperado de  <a href="http://www.bibliotecadigital.unicamp.br" target="_blank">http://www.bibliotecadigital.unicamp.br</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026383&pid=S0870-8231201700010000200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Schleich, A. L. R., Polydoro, S. A. J., &amp; Santos, A. A. A. (2006). Escala de satisfa&ccedil;&atilde;o com a experi&ecirc;ncia  acad&ecirc;mica de estudantes do ensino superior. <i>Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica, 5</i>, 11-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026384&pid=S0870-8231201700010000200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva Filho, R. L. L., Montejunas, P. R., Hip&oacute;lito, O., &amp; Lobo, M. B. C. M. (2007). 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<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Wiles, J. M., Chechi, P., &amp; Dias, C. G. (2010). Fatores promotores e inibidores na adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; universidade. <i>Anais  do D&eacute;cimo Quarto Simp&oacute;sio de Ensino, Pesquisa e Extens&atilde;o: Responsabilidade Socioambiental</i>. Recuperado de  <a href="http://www.unifra.br/eventos/sepe2010/2010/Trabalhos/humanas/Completo/4882.pdf"  target="_blank">http://www.unifra.br/eventos/sepe2010/2010/Trabalhos/humanas/Completo/4882.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=026407&pid=S0870-8231201700010000200049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Ana Maria da Silva Porto, UNIVERSO &ndash; Universidade Salgado  de Oliveira, BL A, Bras&iacute;lia, DF, 70307-902, Brasil. E-mail: <a href="mailto:amsporto01@gmail.com">amsporto01@gmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 28/09/2015 Aceita&ccedil;&atilde;o: 09/03/2016</p>      ]]></body><back>
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