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<journal-title><![CDATA[Análise Psicológica]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Impacto da regulação de emoções no trabalho sobre as dimensões de Burnout em psicólogos: O papel moderador da autoeficácia]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to evaluate whether emotional regulation predicts the dimensions of burnout and also to identify whether self-efficacy functions as mediating variable in the relationship between the regulation of emotions and dimensions of burnout in a sample of 518 psychologists. It was used as research instrument the Questionnaire for the Assessment of Burnout Syndrome, the General Scale of Self-efficacy and the Subscale of emotional regulation from the Emotional Labor Scale. The results obtained by means of hierarchical regression analysis confirmed the hypotheses that emotional regulation predicts the dimensions of Burnout and that self-efficacy plays a mediating role between emotional regulation and the dimensions of Burnout. The results demonstrate the importance of interventions for the development of self-efficacy in psychologists as a measure of prevention or rehabilitation of the burnout syndrome.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Síndrome de Burnout]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Impacto da regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es no trabalho sobre as dimens&otilde;es de Burnout em psic&oacute;logos:  O papel moderador da autoefic&aacute;cia</b></p>     <p><b>Sandra Yvone Spiendler Rodriguez<sup>1</sup>, Mary Sandra Carlotto<sup>2</sup>, Sheila Gon&ccedil;alves C&acirc;mara<sup>3</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Centro Universit&aacute;rio Fadergs, Brasil</p>     <p><sup>2</sup>Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Brasil</p>     <p><sup>3</sup>Universidade Federal de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de de Porto Alegre, Brasil</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O presente estudo tem como objectivo avaliar se a regula&ccedil;&atilde;o emocional prediz as dimens&otilde;es de burnout e se a  autoefic&aacute;cia funciona como vari&aacute;vel mediadora na rela&ccedil;&atilde;o entre a regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es e as  dimens&otilde;es de Burnout numa amostra de 518 psic&oacute;logos. Foram utilizados como instrumentos de pesquisa o Question&aacute;rio para  Avalia&ccedil;&atilde;o da S&iacute;ndrome de Burnout, a Escala Geral de Autoefic&aacute;cia e a Subescala de regula&ccedil;&atilde;o de  emo&ccedil;&otilde;es da Escala de Emo&ccedil;&otilde;es no Trabalho. Os resultados, obtidos por meio da an&aacute;lise de regress&atilde;o linear  hier&aacute;rquica, confirmaram as hip&oacute;teses de que a regula&ccedil;&atilde;o emocional prediz as dimens&otilde;es de Burnout e que a  autoefic&aacute;cia funciona como mediadora entre a regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es e as dimens&otilde;es de Burnout. O resultado  aponta para a import&acirc;ncia de interven&ccedil;&otilde;es que contemplem o desenvolvimento da autoefic&aacute;cia em psic&oacute;logos como  medida de preven&ccedil;&atilde;o ou reabilita&ccedil;&atilde;o da S&iacute;ndrome de Burnout.    <p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras-chave</b>: S&iacute;ndrome de Burnout, Regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es, Autoefic&aacute;cia, Psic&oacute;logos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The aim of this study was to evaluate whether emotional regulation predicts the dimensions of burnout and also to identify whether  self-efficacy functions as mediating variable in the relationship between the regulation of emotions and dimensions of burnout in a sample of 518  psychologists. It was used as research instrument the Questionnaire for the Assessment of Burnout Syndrome, the General Scale of Self-efficacy and  the Subscale of emotional regulation from the Emotional Labor Scale. The results obtained by means of hierarchical regression analysis confirmed  the hypotheses that emotional regulation predicts the dimensions of Burnout and that self-efficacy plays a mediating role between emotional  regulation and the dimensions of Burnout. The results demonstrate the importance of interventions for the development of self-efficacy in  psychologists as a measure of prevention or rehabilitation of the burnout syndrome.</p>     <p><b>Key words</b>: Burnout Syndrome, Regulation emotional, Self-efficacy, Psychologist.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>A S&iacute;ndrome de Burnout (SB) tem sido considerada um dos t&oacute;picos mais presentes nas pesquisas em Psicologia da Sa&uacute;de  Ocupacional devido aos j&aacute; consolidados estudos que real&ccedil;am as importantes consequ&ecirc;ncias desta na sa&uacute;de e no desempenho  do trabalhador (Bakker &amp; Costa, 2014). Estes resultados t&ecirc;m gerado, nos &uacute;ltimos anos, uma maior preocupa&ccedil;&atilde;o e  envolvimento com esta tem&aacute;tica por parte de trabalhadores, gestores e comunidade em geral (Leiter, Bakker, &amp; Maslach, 2014).</p>     <p>A SB tem sido caracterizado na literatura como o resultado da viv&ecirc;ncia prolongada de factores de stress ocupacionais, principalmente os  de origem interpessoal (Leiter, Bakker, &amp; Maslach, 2014). Ocorre principalmente em profiss&otilde;es que envolvem algum tipo de cuidado numa  rela&ccedil;&atilde;o de cuidado direto e altamente emocional como servi&ccedil;os, tratamento ou educa&ccedil;&atilde;o (Maslach &amp; Jackson,  1981; Maslach, Schaufeli, &amp; Leiter, 2001).</p>     <p>Na perspectiva de Gil-Monte (2005, 2008), a SB &eacute; uma resposta ao stress laboral cr&oacute;nico e constitui-se de quatro dimens&otilde;es  assim caracterizadas: (1) Ilus&atilde;o pelo trabalho, avaliada de forma inversa para caracterizar Burnout, que &eacute; definida como a  percep&ccedil;&atilde;o de que o trabalho proporciona desafios e o alcance de metas profissionais, sendo uma fonte de realiza&ccedil;&atilde;o  pessoal; (2) Desgaste ps&iacute;quico, caracterizado pelo sentimento de cansa&ccedil;o f&iacute;sico e emocional em ter de lidar, diariamente, no  trabalho, com factores de stress e pessoas que apresentam algum tipo de problema; (3) Indol&ecirc;ncia, entendida como a ocorr&ecirc;ncia de  atitudes negativas de indiferen&ccedil;a, insensibilidade e distanciamento face aos clientes, colegas e organiza&ccedil;&atilde;o; (4) Culpa,  definida pelo aparecimento de sentimentos de culpa por atitudes e comportamentos n&atilde;o condizentes com as normas internas e exig&ecirc;ncias  sociaisrelativas ao papel profissional desempenhado.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O Burnout, especificamente em psic&oacute;logos, pode estar relacionado com quest&otilde;es vinculadas &agrave; natureza de seu trabalho,  configurada pelas intensas exig&ecirc;ncias emocionais devido ao contato direto com pessoas que se encontram em sofrimento (Moreno-Jimenez,  Meda-Lara, Morante-Benadero, Rodr&iacute;gue-Mun&otilde;z, &amp; Palomera-Ch&aacute;vez, 2006). O trabalho destes profissionais pode ser  caracterizado como predominantemente emocional (Rupert, Stevanovic, &amp; Hunley, 2009). Assim, &eacute; definido como um esfor&ccedil;o que  envolve o planeamento e o controlo de emo&ccedil;&otilde;es, por parte do trabalhador, para expressar as emo&ccedil;&otilde;es socialmente  desejadas nas intera&ccedil;&otilde;es interpessoais, de acordo com as normas do contexto laboral (Hochschild, 1983). Esta defini&ccedil;&atilde;o  defende que os prestadores de servi&ccedil;os utilizam as suas emo&ccedil;&otilde;es como parte do seu papel profissional para o benef&iacute;cio  dos clientes e organiza&ccedil;&otilde;es (Morris &amp; Feldman, 1996).</p>     <p>O trabalho emocional tem sido relacionado &agrave; S&iacute;ndrome de Burnout (Andela, Truchot, &amp; Ponz, 2014; Diefendorff, Erickson,  Grandey, &amp; Dahling, 2011; Yang, 2011) evidenciando uma associa&ccedil;&atilde;o direta com a quantidade de intera&ccedil;&otilde;es com  clientes, revelando-se como um indicador de sobrecarga laboral (Cordes &amp; Dougherty, 1993; Rodriguez, Yvonne, &amp; Carlotto, 2014). No entanto,  ainda parece ser necess&aacute;rio aprofundar a qualidade desta rela&ccedil;&atilde;o em termos das emo&ccedil;&otilde;es envolvidas (Andela,  Truchot, &amp; Ponz, 2014). A intera&ccedil;&atilde;o emocional com os Clientes pode caracterizar-se como um importante factor de stress  relacional (Grandey, 2003; Hulsheger &amp; Schewe, 2011).</p>     <p>Al&eacute;m dos fatores de stress organizacionais, as vari&aacute;veis individuais e de autorregula&ccedil;&atilde;o, como estrat&eacute;gias  de <i>coping</i>, locus de controle e a autoefic&aacute;cia t&ecirc;m desempenhado um importante papel mediador entre os estressores ocupacionais e  a S&iacute;ndrome de Burnout (Alarcon, Eschelman, &amp; Bowling, 2009; Shoji et al., 2014). Alguns estudos apontam no sentido de que a que a  autoefic&aacute;cia &eacute; um importante recurso pessoal de prote&ccedil;&atilde;o face a situa&ccedil;&otilde;es de stress e burnout (Brown,  2012; Petitta &amp; Vecchione, 2011), desempenhando um papel fundamental em interven&ccedil;&otilde;es, devido a sua possibilidade de  modifica&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>A literatura tem evidenciado uma rela&ccedil;&atilde;o negativa entre a autoefic&aacute;cia e S&iacute;ndrome de Burnout (Aftab, Shah, &amp;  Mehmood, 2012; Fernet, Austin, Tr&eacute;panier, &amp; Dussault, 2013; Nota, Ferrari, &amp; Soresi, 2007; Shoji et al., 2014; Vegchel, Jonge,  S&ouml;derfeldt, Dormann, &amp; Schaufeli, 2004; Yang, 2011). No entanto, ainda s&atilde;o escassos estudos que t&ecirc;m procurado identificar o  seu papel mediador entre fatores de risco e o Burnout (Carlotto, Dias, Batista, &amp; Diehl, 2015; Prati, Pietrantoni, &amp; Cicognani, 2010;  Salanova, Peir&oacute;, &amp; Schaufeli, 2002). Embora se encontre na literatura estudois que defendem que a autoefic&aacute;cia possaapresentar  varia&ccedil;&otilde;es de acordo com o tipo de profiss&atilde;o, a revis&atilde;o sistem&aacute;tica da literatura realizada por Shoji et al.  (2014) demonstrou a sua implica&ccedil;&atilde;o para o desenvolvimento ou prote&ccedil;&atilde;o de Burnout.</p>     <p>A autoefic&aacute;cia, na perspectiva de Bandura (1977, 2012), &eacute; o conjunto de cren&ccedil;as que a pessoa tem sobre a sua capacidade  para organizar e executar as a&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para produzir determinadas metas ou objectivos. Avaliada na sua forma  especifica, este conceito refere-se essencialmente &agrave;s cren&ccedil;as sobre a capacidade de lidar com tarefas e exig&ecirc;ncias do trabalho,  com seus desafios ou ainda com o stress relacionado com o trabalho e as suas consequ&ecirc;ncias. Nessa perspectiva, esta estudo baseia-se no  modelo apresentado na <a href="#f1">Figura 1</a>, pelo qual a autoefic&aacute;cia desempenha papel mediador na rela&ccedil;&atilde;o entre a  regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es e as dimens&otilde;es de Burnout.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v35n2/35n2a06f1.jpg" width="576" height="177"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Conforme o exposto, o presente estudo pretende avaliar se a regula&ccedil;&atilde;o das emo&ccedil;&otilde;es est&aacute; relacionada com as  dimens&otilde;es do Burnout e se a autoefic&aacute;cia se assume como vari&aacute;vel mediadora na rela&ccedil;&atilde;o entre a  regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es e as dimens&otilde;es de Burnout, estabelecendoas seguintes hip&oacute;teses:</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>H1: A regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es prediz as dimens&otilde;es de burnout;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>H2: A autoefic&aacute;cia desempenha um papel mediador na associa&ccedil;&atilde;o entre a regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es e as  dimens&otilde;es do Burnout.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes</i></p>     <p>A amostra foi constitu&iacute;da por 518 psic&oacute;logos que desenvolvem suas atividades profissionais h&aacute; mais de um ano no estado do  Rio Grande do Sul. A maioria &eacute; composta de mulheres (77,6%), com uni&atilde;o est&aacute;vel (60,2%), que n&atilde;o possuem filhos (57,5%).  A idade dos participantes variou de 23 a 65 anos (<i>M</i>=34,7; <i>DP</i>=8,4). Em m&eacute;dia, trabalham como psicologos h&aacute; 10 anos  (<i>DP</i>=8,9) com uma varia&ccedil;&atilde;o de 01 a 40 anos. A maioria trabalha exclusivamente na &aacute;rea (74,1%), numa &uacute;nica  &aacute;rea (58,1%) e possui remunera&ccedil;&atilde;o entre 3 a 6 sal&aacute;rios m&iacute;nimos (51,6%).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Instrumentos</i></p>     <p>Os dados foram obtidos atrav&eacute;s dos seguintes instrumentos:</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Question&aacute;rio de dados sociodemogr&aacute;ficos</i> (sexo, idade, relacionamento conjugal, filhos, remunera&ccedil;&atilde;o) e  laborais (tempo de experi&ecirc;ncia profissional; carga hor&aacute;ria, n&uacute;mero de clientes contatados diariamente, &aacute;rea de  atua&ccedil;&atilde;o).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Question&aacute;rio para a Avalia&ccedil;&atilde;o da S&iacute;ndrome de Quemarse por el Trabajo &ndash; CESQT-PE</i> (Gil-Monte, 2005),  adaptado para o uso no Brasil por Gil-Monte, Carlotto e C&acirc;mara (2010). Este consta de vinte itens que se distribuem em quatro subescalas:  Ilus&atilde;o pelo trabalho (5 itens, ex.: O meu trabalho &eacute; gratificante, &alpha;=0, 83); Desgaste ps&iacute;quico (4 itens, ex.: Sinto-me  desgastado/a emocionalmente, &alpha;=0,80), Indol&ecirc;ncia (6 itens, ex.: Penso que trato com indiferen&ccedil;a algumas pessoas com as quais  tenho de lidar em meu trabalho, &alpha;=0,80), e Culpa (5 itens, ex.: Sinto-me culpado/a por algumas das minhas atitudes no trabalho,  &alpha;=0,82).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Escala Geral de Autoefic&aacute;cia</i> de B&auml;bler e Schwarzer (1996), adaptada por Gil-Monte (2005), constitu&iacute;da por oito itens  (ex.: Tenho confian&ccedil;a que posso lidar eficazmente com acontecimentos inesperados do meu trabalho, &alpha;=0,79).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Subescala de Regula&ccedil;&atilde;o de Emo&ccedil;&otilde;es da Escala de Emo&ccedil;&otilde;es no Trabalho</i> (Brotheridge &amp; Lee,  2002), adaptada por Carlotto, Rodriguez e C&acirc;mara (2016), composta de quatro itens (ex.: Esfor&ccedil;o-me para realmente sentir as  emo&ccedil;&otilde;es as quais preciso expressar para os outros no meu trabalho, &alpha;=0,79). Todos os itens s&atilde;o avaliados com uma escala  tipo Likert, de frequ&ecirc;ncia de cinco pontos (0 &ldquo;Nunca&rdquo; a 4 &ldquo;Todos os dias&rdquo;).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimentos</i></p>     <p>Ap&oacute;s aprova&ccedil;&atilde;o do Comit&eacute; de &Eacute;tica em Pesquisa da Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande  do Sul, iniciou-se a colheita dos dados com o instrumento disponibilizado <i>on-line</i>, mediante convite via e-mail. No sentido de recrutar  participantes, foi utilizada a t&eacute;cnica do <i>Respondent Driven Sampling</i> (RDS), que combina a amostragem em bola de neve (<i>snowball  sampling</i>) (Goodman, 1961) e a utiliza&ccedil;&atilde;o de redes sociais, como uma forma de compensar a amostragem n&atilde;o-aleat&oacute;ria  (Heckathorn, 1997). Num primeiro momento, identificaram-se as <i>sementes</i> da amostra, ou seja, os indiv&iacute;duos que pertenciam &agrave;  popula&ccedil;&atilde;o alvo do estudo e que poderiam recrutar novos participantes. Assim, os primeiros participantes (1&ordf; onda) foram  psic&oacute;logos que nos seus e-mails intrgravam contactaos de fontes p&uacute;blicas como sites de associa&ccedil;&otilde;es,  funda&ccedil;&otilde;es, sindicatos e demais &oacute;rg&atilde;os representativos da Psicologia. Uma 2&ordf; onda foi obtida atrav&eacute;s da  divulga&ccedil;&atilde;o do Conselho Regional de Psicologia e em duas redes sociais de profissionais das quais as pesquisadoras fazem parte. Ainda,  uma 3&ordf; onda foi obtida por meio do mapeamento de guias telef&ocirc;nicos virtuais (Goel &amp; Salganik, 2009).</p>     <p>Os dados recolhidos foram digitados e tratados estatisticamente com recurso ao SPSS 17.0 (<i>Statistical Package for the Social Sciences</i>).  Inicialmente, realizaram-se as an&aacute;lises descritivas de car&aacute;ter explorat&oacute;rio no sentido de avaliar a distribui&ccedil;&atilde;o  dos itens, os casos omissos ou poss&iacute;veis erros de digita&ccedil;&atilde;o. As vari&aacute;veis sexo, idade e tempo de experi&ecirc;ncia  profissional foram controladas em cada an&aacute;lise. O modelo proposto estabelece o Burnout como Vari&aacute;vel Dependente (VD), considerando  suas quatro dimens&otilde;es &ndash; Ilus&atilde;o pelo trabalho, Desgaste Psicol&oacute;gico, Indol&ecirc;ncia, Culpa &ndash;, a  Autoefic&aacute;cia como Vari&aacute;vel Mediadora (VM) e a Regula&ccedil;&atilde;o de Emo&ccedil;&otilde;es como Vari&aacute;vel Independente  (VI). Com o objetivo de explorar as rela&ccedil;&otilde;es entre as vari&aacute;veis, foram realizadas an&aacute;lises de regress&atilde;o linear  hier&aacute;rquica para verificar a rela&ccedil;&atilde;o preditiva da regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es nas dimens&otilde;es do  Burnout e ainda para identificar se a autoefic&aacute;cia se assume como mediadora dessas rela&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>Todos os pressupostos de normalidade, multicolinearidade, linearidade e homocestacidade foram testados, n&atilde;o tendo sido identificadas  viola&ccedil;&otilde;es de acordo com orienta&ccedil;&otilde;es de Tabachnick e Fidell (2001). Para que seja afirmado que uma vari&aacute;vel  &eacute; mediadora, Baron e Kenny (1986) explicitam tr&ecirc;s condi&ccedil;&otilde;es: o mediador &eacute; preditor significativo da  vari&aacute;vel dependente; a vari&aacute;vel independente &eacute; um preditor significativo do mediador; e, na presen&ccedil;a da  vari&aacute;vel independente e do mediador, a rela&ccedil;&atilde;o significativa que existia entre a vari&aacute;vel independente e a dependente  decresce em magnitude.</p>     <p>O tratamento dos dados obedeceu a um n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95%, com um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5% (valor de  <i>p</i>&le;0,05). Adiciona-se na apresenta&ccedil;&atilde;o dos resultados deste estudo o tamanho do efeito (<i>effect size</i>), considerando que  quanto maior for seu tamanho, maior ser&aacute; a manifesta&ccedil;&atilde;o do fen&oacute;meno em estudo na popula&ccedil;&atilde;o. Em termos  pr&aacute;ticos, esta medida codifica a informa&ccedil;&atilde;o quantitativa cr&iacute;tica encontrada nos estudos, com o objetivo de fornecer  resposta &agrave; signific&acirc;ncia pr&aacute;tica dos resultados, seja cl&iacute;nica ou educacional (Conboy, 2003). Na an&aacute;lise de  regress&atilde;o, o tamanho do efeito foi obtido por meio dos coeficientes de regress&atilde;o padronizados, calculados para cada modelo (Field,  2009).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>An&aacute;lises descritivas</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na <a href="#t1">Tabela 1</a> s&atilde;o apresentas as m&eacute;dias, o desvio padr&atilde;o, valores de alfa e matriz de  correla&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis em estudo. Os resultados evidenciam uma m&eacute;dia mais elevada na dimens&atilde;o de Burnout  de Ilus&atilde;o pelo trabalho e inferior na dimens&atilde;o de Indol&ecirc;ncia. Os instrumentos utilizados revelam &iacute;ndices adequados de  consist&ecirc;ncia interna, avaliados pelo alfa de Cronbach (Bland &amp; Altman, 1997), apresentando uma varia&ccedil;&atilde;o de 0,78 a 0,90. As  vari&aacute;veis apresentam correla&ccedil;&otilde;es que variam de fracas (<i>r=</i>0,13) a moderadas (<i>r=</i>0,63).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v35n2/35n2a06t1.jpg" width="575" height="180"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>An&aacute;lises de regress&atilde;o</i></p>     <p>Na <a href="#t2">Tabela 2</a>, apresenta-se o resultado da regress&atilde;o entre a regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es e as  dimens&otilde;es do Burnout, sendo confirmada a primeirahip&oacute;tese. Os resultados evidenciam que a regula&ccedil;&atilde;o de  emo&ccedil;&otilde;es prediz significativamente e de forma positiva, as dimens&otilde;es Desgaste psicol&oacute;gico, Indol&ecirc;ncia e Culpa; e  de forma negativa, a dimens&atilde;o Ilus&atilde;o pelo trabalho, com um tamanho do efeito que varia de pequeno (0,040) a m&eacute;dio (0,180).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t2"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/aps/v35n2/35n2a06t2.jpg" width="575" height="149"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Quanto ao teste de media&ccedil;&atilde;o, foram testadas as tr&ecirc;s condi&ccedil;&otilde;es citadas por Baron e Kenny (1986). A primeira  delas afirma que a vari&aacute;vel mediadora (autoefic&aacute;cia) deve ser preditora da vari&aacute;vel dependente (dimens&otilde;es do Burnout),  condi&ccedil;&atilde;o essa que foi confirmada pelos resultados obtidos (Ilus&atilde;o: <i>R<sup>2</i></sup>=0,054, Beta=0,232, <i>p</i>=0,000;  Desgaste psicol&oacute;gico: <i>R<sup>2</i></sup>=0,057, Beta=-0,238, <i>p</i>=.000); Indol&ecirc;ncia: <i>R<sup>2</i></sup>=0,094, Beta=-0,306,  <i>p</i>=0,000; Culpa: <i>R<sup>2</i></sup>>=0,087, Beta=-0,295, <i>p</i>=0,000).</p>     <p>Para a segunda condi&ccedil;&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio que a vari&aacute;vel independente (regula&ccedil;&atilde;o de  emo&ccedil;&otilde;es) prediga a vari&aacute;vel mediadora (autoefic&aacute;cia). O teste de regress&atilde;o indica que esta  condi&ccedil;&atilde;o &eacute; cumprida (<i>R<Sup>2</i></Sup>=0,028, Beta=-0,133, <i>p</i>=0,000).</p>     <p>Por fim, a terceira condi&ccedil;&atilde;o afirma que, na presen&ccedil;a da vari&aacute;vel independente e do mediador, a  rela&ccedil;&atilde;o significativa que existia entre a vari&aacute;vel independente e a dependente decresce em magnitude. A <a href="#t3">Tabela  3</a> apresenta o teste de media&ccedil;&atilde;o para a vari&aacute;vel independente regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es. Os  resultados indicam que, na presen&ccedil;a da vari&aacute;vel autoefic&aacute;cia, a rela&ccedil;&atilde;o entre a regula&ccedil;&atilde;o de  emo&ccedil;&otilde;es e as dimens&otilde;es do Burnout decrescem em magnitude (Beta diminui) e o poder explicativo das dimens&otilde;es do Burnout  aumenta (<i>R<sup>2</i></sup> aumenta), ou seja, h&aacute; rela&ccedil;&atilde;o de media&ccedil;&atilde;o, confirmando a segunda hip&oacute;tese  do estudo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v35n2/35n2a06t3.jpg" width="576" height="278"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Uma s&iacute;ntese dos resultados &eacute; apresentada na <a href="#f2">Figura 2</a>, cujas linhas cont&iacute;nuas representam  rela&ccedil;&otilde;es positivas; e as linhas interrompidas, as rela&ccedil;&otilde;es negativas. Todas as rela&ccedil;&otilde;es descritas  s&atilde;o significativas (<i>p</i>&le;0,05).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v35n2/35n2a06f2.jpg" width="577" height="251"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>O objetivo do presente estudo foi avaliar se a regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es est&aacute; relacionada com asdimens&otilde;es  do Burnout e se a autoefic&aacute;cia poderia funcionar como uma vari&aacute;vel mediadora na rela&ccedil;&atilde;o entre a regula&ccedil;&atilde;o  de emo&ccedil;&otilde;es e as dimens&otilde;es do Burnout. Os resultados obtidos confirmam a H1 do estudo, na medida em que se verifica que quanto  maior o esfor&ccedil;o para regular as emo&ccedil;&otilde;es no trabalho, menor &eacute; o sentimento de ilus&atilde;o pelo trabalho e maior o  desgaste emocional, a indol&ecirc;ncia e o sentimento de culpa. Pode-se pensar que a regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es que envolve o  monitoramento constante de sentimentos e que sua express&atilde;o, de acordo com as normas sociais do trabalhoseja um processo desgastante e,  indutor de stress, com preju&iacute;zos graves &agrave; sa&uacute;de, confirmando estudos que a relacionam ao desenvolvimento do Burnout (Grandey,  2000; Hulsheger &amp; Schewe, 2011).</p>     <p>Quanto &agrave; H2 do estudo, em que a autoefic&aacute;cia desempenha um papel mediador entre a regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es  e as dimens&otilde;es do Burnout, esta tamb&eacute;m foi confirmada. Este resultado &eacute; consistente com um estudo que identificou o papel  mediador da autoefic&aacute;cia entre as exig&ecirc;ncias emocionais do trabalhoeaSB (Heuven, Bakker, Schaufeli, &amp; Huisman, 2006). De acordo  com Bandura (1977), este resultado pode ser explicado pela rela&ccedil;&atilde;o positiva entre a autoefic&aacute;cia e o sentimento de  realiza&ccedil;&atilde;o e bem-estar pessoal. As pessoas que acreditam na sua capacidade para lidar com tarefas dif&iacute;ceis tendem a  perceb&ecirc;-las como desafios a serem alcan&ccedil;ados, recorrendo eficazmente a estrategias de coping, controlando de forma adequada os  factores de stress. No caso especifico do exerc&iacute;cio profissional da Psicologia, &eacute; possivel extrapolar que estes resultados assentam  no pr&oacute;prio processo de forma&ccedil;&atilde;o profissional, profundamente relacionado como desenvolvimento pessoal e treino de  emo&ccedil;&otilde;es que este profissional experimenta.</p>     <p>O modelo de forma&ccedil;&atilde;o profissional do psic&oacute;logo, segundo Roe (2003), envolve o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias  b&aacute;sicas que s&atilde;o solidificadas no curso de licenciatura. Estas compet&ecirc;ncias desenvolvidas ser&atilde;o posteriormente aplicadas  profissionalmente aquando o momento da pr&aacute;tica supervisionada, que geralmente ocorre, no Brasil, no primeiro ano de experi&ecirc;ncia  profissional. Por seu lado, as compet&ecirc;ncias avan&ccedil;adas somente se consolidam nos anos seguintes, geralmente ap&oacute;s quatro ou cinco  anos p&oacute;s-forma&ccedil;&atilde;o de base.</p>     <p>A forma&ccedil;&atilde;o em Psicologia estabelece uma cultura de valoriza&ccedil;&atilde;o da autoavalia&ccedil;&atilde;o e da pr&aacute;tica  reflexiva mediada pelo feedback dos professores, orientadores e colegas. Esta forma&ccedil;&atilde;o enfatiza, ainda, o desenvolvimento de  capacidades para analisar quest&otilde;es que podem gerar tens&atilde;o e desconforto no momento do exerc&iacute;cio da pr&aacute;tica  profissional (Kaslow et al., 2007).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Entre as compet&ecirc;ncias essenciais para o trabalho do psic&oacute;logo, encontram-se as competencias relacionais (Rodolfa et al., 2013). A  efic&aacute;cia interpessoal refere-se &agrave; intelig&ecirc;ncia social e emocional e &agrave; capacidade de se relacionar efetivamente com os  outros. O psic&oacute;logo, desenvolve, assim, assuas pr&oacute;prias abordagens profissionais e pessoais, internaliza padr&otilde;es  profissionais, vendo-se em si mesmo como um ser cultural,compreendendo o impacto de sua pr&oacute;pria cultura nas intera&ccedil;&otilde;es com os  outros (Kaslow, 2004).</p>     <p>No presente estudo, pode-se considerar que os psic&oacute;logos, ao longo de sua forma&ccedil;&atilde;o, desenvolvem uma maior  autoefic&aacute;cia, conseguindo atenuar o impacto da necessidade da regula&ccedil;&atilde;o emocional. A autoefic&aacute;cia motiva os  indiv&iacute;duos, determinando a escolha dos desafios que eles optam por empreender, fazendo com que o estabelecimento das metas pessoais seja  influenciado pela autoavalia&ccedil;&atilde;o das suas capacidades (Bandura, 1977). A adapta&ccedil;&atilde;o bem-sucedida &agrave;s  situa&ccedil;&otilde;es indutoras de stress impede o aparecimento da SB (Brouwers, Tomic, &amp; Boluijt, 2011; Schwerdtfeger, Konermann, &amp;  Sch&ouml;nhofen, 2008).</p>     <p>A percep&ccedil;&atilde;o da capacidade de administrar os recursos individuais no trabalho pode ser encarada como uma forma de controlo pessoal  (Hochwarter, Perrewe, Meurs, &amp; Kacmar, 2007). No contexto de trabalho do psic&oacute;logo, considera-se que, esteao conhecer suas capacidades e  compet&ecirc;ncias, consiga lidar de forma positiva as variadas exig&ecirc;ncias emocionais, conseguindo, em certa medida, proteger-se da SB.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Conclus&atilde;o</b></p>     <p>Os resultados encontrados neste estudo revelam a import&acirc;ncia da autoefic&aacute;cia como uma vari&aacute;vel que pode atenuar o impacto do  trabalho emocional, mais especificamente, da regula&ccedil;&atilde;o dasemo&ccedil;&otilde;es sobre as dimens&otilde;es do Burnout. &Eacute;  esperado que estes resultados se assumam como contributos importantes, auxiliando na compreens&atilde;o de um dos poss&iacute;veis mecanismos de  prote&ccedil;&atilde;o deste tipo de adoecimento ocupacional em psic&oacute;logos. Neste sentido, implementar a autoefic&aacute;cia, assume-se como  um importante recurso para impedir n&atilde;o s&oacute; o desenvolvimento da s&iacute;ndrome de Burnout, mas, tamb&eacute;m para melhorar seu  desempenho, obtendo assim uma maior realiza&ccedil;&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o no trabalho. Nesta linha de pensamento, as medidas para o  desenvolvimento da autoefic&aacute;cia de psic&oacute;logos passam pela qualidade do ensino proporcionada pelas institui&ccedil;&otilde;es  formadoras assim como pela conscientiza&ccedil;&atilde;o de forma&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua dos profissionais psic&oacute;logos.</p>     <p>Por fim, sugere-se alguma cautelaem rela&ccedil;&atilde;o aos resultados obtidos, uma vez que s&atilde;o decorrentes de uma amostra n&atilde;o  aleat&oacute;ria de psic&oacute;logos que atuam numa regi&atilde;o espec&iacute;fica do pa&iacute;s, n&atilde;o sendo, portanto, pass&iacute;veis  de generaliza&ccedil;&otilde;es para outras regi&otilde;es ou mesmo para outros profissionais. Novos estudos devem ser realizados no contexto  brasileiro e internacional com amostras probabil&iacute;sticas. Sugerem-se, tamb&eacute;m, outros estudos, nomeadamente com um delineamento  longitudinal porque o desenvolvimento da autoefic&aacute;cia, segundo a literatura, possui rela&ccedil;&atilde;o com o tempo de experi&ecirc;ncia  profissional (Hoy &amp; Spero, 2005). No entanto, importa ressalvar que a realidade &eacute;, provavelmente muito mais complexa, e que outras  vari&aacute;veis individuais podem desempenhar um importante e relevante papel mediador entre a regula&ccedil;&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es e  a SB, como, por exemplo, vari&aacute;veis de personalidade, estrat&eacute;gias de <i>coping </i>e locus de controle.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Aftab, N., Dr. Shah, A. A., &amp; Mehmood, R. (2012). Relationship of self-efficacy and burnout among physicians. <i>Academic Research  International, 2</i>, 539-548.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029068&pid=S0870-8231201700020000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alarcon, G., Eschelman, K. J., &amp; Bowling, N. A. (2009). Relationships between personality variables and burnout: A meta-analysis. <i>Work  &amp; Stress, 23</i>, 244-263.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029070&pid=S0870-8231201700020000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Andela, M., Truchot, D., &amp; Ponz, Y. (2014). Exploring a refinement measure of deep acting on burnout. <i>Studia Psychologica, 56</i>,  267-272.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029072&pid=S0870-8231201700020000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bakker, A. B., &amp; Costa, P. L. (2014). Chronic job burnout and daily functioning: A theoretical analysis. <i>Burnout Research, 1</i>,  112-119.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029074&pid=S0870-8231201700020000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bandura, A. (1977). <i>Self-efficacy: The exercise of control</i>. New York: Freeman.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029076&pid=S0870-8231201700020000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bandura, A. (2012). On the functional properties of perceived self-efficacy revisited. <i>Journal of Management, 38</i>, 9-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029078&pid=S0870-8231201700020000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Baron, R. M., &amp; Kenny, D. A. (1986). The moderator-mediator variable distinction in social psychological research: Conceptual, strategic,  and statistical considerations. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 51</i>, 1173-1182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029080&pid=S0870-8231201700020000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Bland, J., &amp; Altman, D. (1997). Statistics notes: Cronbach&rsquo;s alpha. <i>British Medical Journal, 314</i>, 570-572.</p>     <!-- ref --><p>Brotheridge, C. M., &amp; Lee, R. T. (2002). Testing a conservation of resources model of the dynamics of emotional labor. <i>Journal of  Occupational Health Psychology, 7</i>, 57-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029083&pid=S0870-8231201700020000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Brouwers, A., Tomic, W., &amp; Boluijt, H. (2011). Job demands, job control, social support and self-efficacy beliefs as determinants of  burnout among physical education teachers. <i>Europe&rsquo;s Journal of Psychology, 1</i>, 17-39.</p>     <!-- ref --><p>Brown, C. G. (2012). A systematic review of the relationship between self-efficacy and burnout in teachers. <i>Educational &amp; Child  Psychology, 29</i>, 47-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029086&pid=S0870-8231201700020000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Carlotto, M. S., Dias, S. R. D. S., Batista, J. B. V., &amp; Diehl, L. (2015). O papel mediador da autoefic&aacute;cia na rela&ccedil;&atilde;o  entre a sobrecarga de trabalho e as dimens&otilde;es de Burnout em professores. <i>Psico-USF, 20</i>, 13-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029088&pid=S0870-8231201700020000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Carlotto, M. S., Rodriguez, S. S., &amp; C&acirc;mara, S. G. (2016). Translation, adaptation and exploration of psychometric properties of the  Emotional Labor Scale (ELS) in a sample of psychologists. <i>Temas em Psicologia (Ribeir&atilde;o Preto), 24</i>, 717-725.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029090&pid=S0870-8231201700020000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Conboy, J. (2003). Algumas medidas t&iacute;picas univariadas da magnitude do efeito. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica, XXI</i>, 145-158.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029092&pid=S0870-8231201700020000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cordes, C. L., &amp; Dougherty, T. W. (1993). A review and integration of research on job Burnout. <i>Academy of Management Review, 18</i>,  632-636.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029094&pid=S0870-8231201700020000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Diefendorff, J. M., Erickson, R. J., Grandey, A. A., &amp; Dahling, J. J. (2011). Emotional display rules as work unit norms:a multilevel  analysis of emotional labor among nurses. <i>Journal of Occupational Health Psychology, 16</i>, 170-186.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029096&pid=S0870-8231201700020000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fernet, C., Austin, S., Tr&eacute;panier, S.-G., &amp; Dussault, M. (2013). How do job characteristics contribute to burnout? Exploring the  distinct mediating roles of perceived autonomy, competence, and relatedness. <i>European Journal of Work and Organizational Psychology, 22</i>,  123-137.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029098&pid=S0870-8231201700020000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Field, A. (2009). <i>Discovering statistics with SPSS </i>(2<sup>nd</sup> ed.). London: Sage Publications Ltd.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029100&pid=S0870-8231201700020000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gil-Monte, P. R. (2005). <i>El s&iacute;ndrome de quemarse por el trabajo (Burnout). Una enfermidad laboral en la sociedad del bienestar</i>.  Madrid: Pir&acirc;mide.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029102&pid=S0870-8231201700020000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gil-Monte, P. R. (2008). Magnitude of relationship between burnout and absenteeism: A preliminary study. <i>Psychological Reports, 102</i>,  465-468.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029104&pid=S0870-8231201700020000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gil-Monte, P. R., Carlotto, M. S., &amp; C&acirc;mara, S. (2010). Validation of the Brazilian version of the Spanish Burnout Inventory in  teachers. <i>Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 44</i>, 140-147.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029106&pid=S0870-8231201700020000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Goel, S., &amp; Salganik, M. J. (2009). Respondent-driven sampling as Markov chain Monte Carlo. <i>Statistics in Medicine, 28</i>, 2202-2229.  doi: 10.1002/sim.3613&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029108&pid=S0870-8231201700020000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Goodman, L. A. (1961). Snowball sampling. <i>The Annals of Mathematical Statistics, 32</i>, 148-170.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029109&pid=S0870-8231201700020000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Grandey, A. (2003). When &ldquo;the show must go on&rdquo;:  Surface and deep acting as predictors of emotional exhaustion and service  delivery. <i>Academy of Management Journal, 46</i>, 86-96.</p>     <!-- ref --><p>Heckathorn, D. D. (1997). Respondent-driven sampling: A new approach to the study of hidden populations. <i>Social Problems, 44</i>, 174-199.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029112&pid=S0870-8231201700020000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Heuven, E., Bakker, A. B., Schaufeli, W. B., &amp; Huisman, N. (2006). The role of self-efficacy in performing emotion work. <i>Journal of  Vocational Behavior, 69</i>, 222-235.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029114&pid=S0870-8231201700020000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hochschild, A. R. (1983). <i>The managed heart: Commercialization of human feeling</i>. Berkeley: University of California Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029116&pid=S0870-8231201700020000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hochwarter, W. A., Perrewe, P. L., Meurs, J. A., &amp; Kacmar, C. (2007). The interactive effects of work-induced guilt and ability to manage  resources on job and life satisfaction. <i>Journal of Occupational Health Psychology, 12</i>, 125-135.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029118&pid=S0870-8231201700020000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hoy, A. W., &amp; Spero, R. B. (2005). Changes in teacher efficacy during the early years of teaching: Acomparison of four measures.  <i>Teaching and Teacher Education, 21</i>, 343-356.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029120&pid=S0870-8231201700020000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>H&uuml;lsheger, U. R., &amp; Schewe, A. F. (2011). On the costs and benefits of emotional labor: A meta-analysis of three decades of research.  <i>Journal of Occupational Health Psychology, 16</i>, 361-389.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029122&pid=S0870-8231201700020000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kaslow, N. J. (2004). Competencies in professional psychology. <i>American Psychologist, 59</i>, 774-781.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029124&pid=S0870-8231201700020000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kaslow, N. J., Rubin, N. J., Forrest, L., Elman, N. S., Van Horne, B. A., Jacobs, S. C., . . . Van Sickle, K. (2007). Recognizing, assessing,  and intervening with problems of professional competence. <i>Professional Psychology: Research and Practice, 38</i>, 479-492.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029126&pid=S0870-8231201700020000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Leiter, M. P., Bakker, A. B., &amp; Maslach, C. (2014). <i>Burnout at work: A psychological perspective</i>. New York: Psychology Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029128&pid=S0870-8231201700020000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Maslach, C., &amp; Jackson, S. E. (1981). The measurement of experienced Burnout. <i>Journal of Organizational Behavior, 2</i>, 99-113.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029130&pid=S0870-8231201700020000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moreno-Jim&eacute;nez, B., Meda-Lara, R. M., Morante-Benadero, M. A., Rodr&iacute;gue-Mun&otilde;z, A., &amp; Palomera-Ch&aacute;vez, A.  (2006). Validez factorial del inventario de burnout de psic&oacute;logos en una muestra de psic&oacute;logos mexicanos. <i>Revista Latinoamericana  de Psicologia, 38</i>, 445-456.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029132&pid=S0870-8231201700020000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Morris, J. A., &amp; Feldman, D. C. (1996). The dimensions, antecedents, and consequences of emotional labour. <i>Academy of Management Review,  21</i>, 986-1010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029134&pid=S0870-8231201700020000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Petitta, L., &amp; Vecchione, M. (2011). Job burnout, absenteeism, and extra role behaviors. <i>Journal of Workplace Behavioral Health, 26</i>,  97-121.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029136&pid=S0870-8231201700020000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Prati, G., Pietrantoni, L., &amp; Cicognani, E. (2010). Self-efficacy moderates the relationship between stress appraisal and quality of life  among rescue workers. <i>Anxiety, Stress, &amp; Coping, 23</i>, 463-470.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029138&pid=S0870-8231201700020000600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rodolfa, E., Greenberg, S., Hunsely, J., Smith-Zoeller, M., Cox, D., Sammons, M., . . . Spivak, H. (2013). A competency model for the practice  of psychology. <i>Training and Education in Professional Psychology, 7</i>, 71-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029140&pid=S0870-8231201700020000600039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rodr&iacute;guez, S., Yvonne, S., &amp; Carlotto, M. S. (2014). Preval&ecirc;ncia e fatores associados &agrave; S&iacute;ndrome de Burnout em  psic&oacute;logos. <i>Ciencia &amp; Trabajo, 16</i>(51), 170-176.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029142&pid=S0870-8231201700020000600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Roe, R. (2003). What makes a competent psychologist?. <i>European Psychologist, 7</i>, 192-202.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029144&pid=S0870-8231201700020000600041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rupert, P. A., Stevanovic, P., &amp; Hunley, H. A. (2009). Work-family conflict and burnout among practicing psychologists. <i>Professional  Psychology: Research and Practice, 40</i>, 54-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029146&pid=S0870-8231201700020000600042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Salanova, M., Peir&oacute;, J. M., &amp; Schaufeli, W. B. (2002). Self efficacy specificity and Burnout among information technology workers:  An extension of the job demands control model. <i>European Journal of Work and Organizational Psychology, 11</i>, 1-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029148&pid=S0870-8231201700020000600043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schwerdtfeger, A., Konermann, L., &amp; Sch&ouml;nhofen, K. (2008). Self-efficacy as a health-protective resource in teachers? A  biopsychological approach. <i>Health Psychology, 27</i>, 358-368.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029150&pid=S0870-8231201700020000600044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Shoji, R., Cieslak, R., Smoktunowicz, E. Rogala, A., Benight, C. C., &amp; Luszczynska, A. (2014). Associations between job Burnout and  self-efficacy: A meta-analysis. <i>Anxiety, Stress, &amp; Coping: An International Journal</i>. Retrieved from  <a href="http://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/10615806.2015.1058369"  target="_blank">http://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/10615806.2015.1058369</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029152&pid=S0870-8231201700020000600045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Tabachnick, B. G., &amp; Fidell, L. S. (2001). <i>Using multivariate statistics </i>(4<sup>th</sup> ed.). Needham Heights, MA: Allyn &amp;  Bacon.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029153&pid=S0870-8231201700020000600046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vegchel, van N., Jonge, de J., S&ouml;derfeldt, M., Dormann, C., &amp; Schaufeli, W. (2004). Quantitative versus emotional demands among  Swedish human service employees: Moderating effects of job control and social support. <i>International Journal of Stress Management, 11</i>, 21-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029155&pid=S0870-8231201700020000600047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Yang, Y.-K. (2011). A study on burnout, emotional labor, and self-efficacy in nurses. <i>Journal of Korean Academy of Nursing Administration,  17</i>, 423-463.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=029157&pid=S0870-8231201700020000600048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Sandra Yvone Spiendler Rodriguez, Centro Universit&aacute;rio  Fadergs, Porto Alegre, CEP 90010-273, Brasil. E-mail: <a href="mailto:psicologa07@gmail.com">psicologa07@gmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Financiamento: Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior (CAPES)-Brasil.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 26/08/2015 Aceita&ccedil;&atilde;o: 15/05/2016</p>      ]]></body><back>
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