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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This paper aims to present the results of the Portuguese adaptation of General Achievement Goal Orientation Scale (GAGOS; McInerney & Yeung, 2000). This instrument has five different motivation scales: Motivation Value, Global Motivation, General Mastery, General Performance and General Social. The work of adaptation consisted in a exploratory and confirmatory factor analysis and internal consistency analysis from the data of two samples of 617 and 418 High School students. The results suggest a solution with good psychometric properties, in terms of validity as acceptable fidelity, with differences per gender and relationship with age and education level. The results discussed and suggestions presented.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Escala de orienta&ccedil;&otilde;es gerais para objetivos de desempenho: Estudos de adapta&ccedil;&atilde;o para o ensino  secund&aacute;rio</b></p>     <p><b>Andreia Gomes<sup>1</sup>, &Acirc;ngela S&aacute; Azevedo<sup>1</sup>, Paulo Cesar Dias<sup>1</sup>, Teresa Guimar&atilde;es<sup>2</sup>,  Isabel Lima<sup>2</sup>, Ana Salgado<sup>3</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Faculdade de Filosofia e Ci&ecirc;ncias Sociais da Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa, Braga, Portugal</p>     <p><sup>2</sup>Instituto Nun&rsquo;Alvres, Santo Tirso, Portugal</p>     <p><sup>3</sup>Escola Superior de Tecnologia da Sa&uacute;de do Porto, Porto, Portugal</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Este trabalho pretende apresentar os resultados de adapta&ccedil;&atilde;o portuguesa da Escala de Orienta&ccedil;&otilde;es Gerais para  Objetivos de Desempenho (EOGOD; McInerney &amp; Yeung, 2000). Trata-se de instrumento de medida com cinco escalas de motiva&ccedil;&atilde;o:  Valoriza&ccedil;&atilde;o da Motiva&ccedil;&atilde;o, Motiva&ccedil;&atilde;o Geral, Orienta&ccedil;&atilde;o para a Mestria,  Orienta&ccedil;&atilde;o para o Desempenho e Orienta&ccedil;&atilde;o Social. Para a sua adapta&ccedil;&atilde;o, foi realizada an&aacute;lise  fatorial explorat&oacute;ria e confirmat&oacute;ria e an&aacute;lise de consist&ecirc;ncia interna a partir de dois grupos, de 617 e 418 estudantes  do Ensino Secund&aacute;rio. Os dados obtidos permitiram encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o com boas propriedades psicom&eacute;tricas, seja em  termos de validade como fiabilidade aceit&aacute;veis, assim como diferen&ccedil;as em fun&ccedil;&atilde;o do g&eacute;nero e  rela&ccedil;&atilde;o com a idade e escolaridade. Os resultados s&atilde;o discutidos e apresentadas sugest&otilde;es.    <p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras-chave</b>: Objetivos, Desempenho, Motiva&ccedil;&atilde;o, Ensino secund&aacute;rio, Escala.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This paper aims to present the results of the Portuguese adaptation of General Achievement Goal Orientation Scale (GAGOS; McInerney &amp;  Yeung, 2000). This instrument has five different motivation scales: Motivation Value, Global Motivation, General Mastery, General Performance and  General Social. The work of adaptation consisted in a exploratory and confirmatory factor analysis and internal consistency analysis from the data  of two samples of 617 and 418 High School students. The results suggest a solution with good psychometric properties, in terms of validity as  acceptable fidelity, with differences per gender and relationship with age and education level. The results discussed and suggestions presented.</p>     <p><b>Key words</b>: Goals, Achievement, Motivation, High school, Scale.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Na pesquisa educacional, as teorias de motiva&ccedil;&atilde;o s&atilde;o frequentemente utilizadas para explicar a escolha e o envolvimento nas  tarefas, a sua persist&ecirc;ncia e o desempenho alcan&ccedil;ado (Meece, Anderman, &amp; Anderman, 2006). Uma das teorias mais proeminentes  &eacute; a <i>Teoria dos Objetivos de Realiza&ccedil;&atilde;o</i> (Ames, 1992), teoria que surgiu na d&eacute;cada de 80 colocando o enfoque nos  &ldquo;objetivos percebidos e prosseguidos pelos alunos na descri&ccedil;&atilde;o da sua motiva&ccedil;&atilde;o para a aprendizagem&rdquo;  (Miranda &amp; Almeida, 2009, p. 43). Alicer&ccedil;ada na perspetiva sociocognitiva, tem-se posicionado como uma lente importante para analisar a  influ&ecirc;ncia das estruturas da sala de aula e dos diferentes ambientes escolares sobre a motiva&ccedil;&atilde;o dos alunos e a aprendizagem  (Cordeiro, Lens, &amp; Bidarra, 2009; Meece et al., 2006). Ao inv&eacute;s de se focar na perce&ccedil;&atilde;o das capacidades e  atribui&ccedil;&otilde;es de causalidade, esta teoria foca-se nas orienta&ccedil;&otilde;es para os objetivos que os sujeitos adotam em  situa&ccedil;&otilde;es de realiza&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Assim, na motiva&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o estudados os &ldquo;fatores psicol&oacute;gicos que, para  al&eacute;m da capacidade real, afetam a ado&ccedil;&atilde;o e prossecu&ccedil;&atilde;o de objetivos, a determina&ccedil;&atilde;o do tipo de  objetivos escolhidos, a intensidade e a dura&ccedil;&atilde;o com que s&atilde;o prosseguidos&rdquo; (Faria, 1997, p. 211). Desta forma, &ldquo;o  estudo e a investiga&ccedil;&atilde;o de caracter&iacute;sticas motivacionais dos alunos podem tornar-se auxiliares preciosos para identificar,  compreender e explicar os determinantes da realiza&ccedil;&atilde;o escolar&rdquo;, para al&eacute;m de fornecerem relevantes pistas para a  interven&ccedil;&atilde;o (Neves &amp; Faria, 2005, p. 105). Assim sendo, e considerando a escassez de instrumentos que avaliem a  motiva&ccedil;&atilde;o no nosso contexto, este trabalho pretende apresentar os estudos de adapta&ccedil;&atilde;o para a popula&ccedil;&atilde;o  portuguesa da Escala de Orienta&ccedil;&otilde;es Gerias para Objetivos de Desempenho (McInerney &amp; Yeung, 2000). Para isso, s&atilde;o  apresentados dados de dois estudos, com amostras independentes, para estudar a validade e fidelidade da escala. Uma vez que se tratava de uma  primeira vers&atilde;o na popula&ccedil;&atilde;o portuguesa, num primeiro momento foram explorados os dados com base na estat&iacute;stica,  for&ccedil;ando a extra&ccedil;&atilde;o de 5 fatores, conforme o modelo original, para uma valida&ccedil;&atilde;o cruzada numa segunda amostra  recorrendo a an&aacute;lises confirmat&oacute;rias e ao teste do modelo te&oacute;rico (DeVelis, 2003; Matsunaga, 2010). A partir dos resultados,  exploram-se no segundo estudo as diferen&ccedil;as no perfil motivacional em fun&ccedil;&atilde;o de caracter&iacute;sticas pessoais, como o  g&eacute;nero, idade e escolaridade dos pais, assim como as suas potencialidades para investiga&ccedil;&otilde;es futuras.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Os objetivos de realiza&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>De acordo com <i>Teoria dos Objetivos de Realiza&ccedil;&atilde;o</i> (Ames, 1992), os indiv&iacute;duos em situa&ccedil;&otilde;es de  realiza&ccedil;&atilde;o, em tarefas em que &eacute; exigido o seu esfor&ccedil;o e dedica&ccedil;&atilde;o, orientam-se de acordo com objetivos  distintos. Quando falamos de objetivos, referimo-nos a cogni&ccedil;&otilde;es resultantes da intera&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo com o  meio, integrando as componentes cognitivas e afetivas do comportamento direcionado para o objetivo (Ames, 1992; Lemos, 2002). Embora possam ser  encontradas na literatura designa&ccedil;&otilde;es distintas (ver revis&atilde;o em Covington, 2000) as designa&ccedil;&otilde;es mais comuns  s&atilde;o as de <i>objetivos centrados na mestria</i> e <i>objetivos centrados no desempenho</i> (Ames, 1992; Faria &amp; Parracho, 2005;  McInerney &amp; Ali, 2006). Os objetivos centrados na mestria tendem a ser entendidos como mais promotores do sentido de compet&ecirc;ncia,  compreens&atilde;o e valor pelo que est&aacute; a ser aprendido (Covington, 2000; Grant &amp; Dweck, 2003). Estudantes com uma  orienta&ccedil;&atilde;o para a mestria tendem a pautar-se por uma necessidade de adquirir novos conhecimentos e desenvolver compet&ecirc;ncias  pessoais, compreendendo o sucesso como o resultado do investimento e do esfor&ccedil;o pessoal (Ames, 1992; Meece et al., 2006; Rolland, 2012).  Dessa forma, estas orienta&ccedil;&otilde;es est&atilde;o relacionadas com maior desempenho escolar e estrat&eacute;gias de aprendizagem mais  profundas (Pintrich &amp; De Groot, 1990; Pintrich &amp; Garcia, 1991; van Yperen, Blaga, &amp; Postmes, 2014), al&eacute;m de outros resultados  sociais e emocionais mais positivos (Rolland, 2012; Seifert, 2004). No que se refere aos objetivos centrados no desempenho, estes tendem a  orientar-se para a obten&ccedil;&atilde;o de ju&iacute;zos favor&aacute;veis e o evita mento de ju&iacute;zos desfavor&aacute;veis, relativos  &agrave; sua compet&ecirc;ncia pessoal (Faria, 1997; Faria &amp; Parracho, 2005; McInerney &amp; Ali, 2006; Seifert &amp; O&rsquo;Keefe, 2001;  Seifert, 2004). Encontram-se associados &agrave; ideia de que o sucesso escolar deriva de uma capacidade de ser superior aos pares (Covington,  2000; Grant &amp; Dweck, 2003; Lemos, 2002). Atrav&eacute;s da compara&ccedil;&atilde;o com os outros, com a norma ou com a obten&ccedil;&atilde;o  de sucesso sem esfor&ccedil;o, percebem o seu valor pr&oacute;prio em grande parte do reconhecimento social, o que pode amea&ccedil;ar a  perce&ccedil;&atilde;o das capacidades pessoais e do valor pr&oacute;prio (Lemos, 2002; Meece et al., 2006). Estudantes orientados por objetivos de  desempenho tendem a utilizar estrat&eacute;gias menos sofisticadas e fazem mais autoafirma&ccedil;&otilde;es negativas (Seifert, 2004; van Yperen  et al., 2014), encarando o erro como sinal de incompet&ecirc;ncia e sendo o esfor&ccedil;o encarado como amea&ccedil;ador da compet&ecirc;ncia  pessoal (Faria, 2007; Midgley, Kaplan, &amp; Middleton, 2001).</p>     <p>Embora n&atilde;o t&atilde;o estudados como os anteriores, os objetivos sociais tamb&eacute;m s&atilde;o objetivos importantes nas atividades  de realiza&ccedil;&atilde;o (Covington, 2000; Dowson, McInerney, &amp; Nelson, 2006; Urdan &amp; Maehr, 1995). Estes, &ldquo;referem-se &agrave;s  raz&otilde;es de natureza social para o envolvimento nas atividades escolares, tais como honrar a fam&iacute;lia, obter aprova&ccedil;&atilde;o,  ser leal, realizar os trabalhos a tempo ou ajudar os outros&rdquo; (Lemos, 2005, p. 215) e podem ser categorizados em objetivos de solidariedade  social, preocupa&ccedil;&atilde;o social e afilia&ccedil;&atilde;o, aprova&ccedil;&atilde;o e responsabilidade social, bem como estatuto social  (Dowson et al., 2006; Urdan &amp; Maehr, 1995). De uma forma sucinta, objetivos de afilia&ccedil;&atilde;o social motivam os estudantes a  alcan&ccedil;ar os objetivos, conseguindo refor&ccedil;ar o sentimento de perten&ccedil;a a um grupo e a manter os relacionamentos interpessoais  com pais e professores; cumprir as obriga&ccedil;&otilde;es sociais, ou seguir as normas e regras sociais, al&eacute;m de pretender uma determinada  posi&ccedil;&atilde;o ou estatuto na sociedade (Dowson &amp; McInerney, 2001, 2003; Dowson et al., 2006). Assim, e em contraste com os objetivos  centrados na mestria e no desempenho, estudantes com objetivos sociais debru&ccedil;am-se sobre as raz&otilde;es sociais para alcan&ccedil;ar bons  resultados em situa&ccedil;&otilde;es acad&eacute;micas (Dowson et al., 2006). Tal como com nos descritos anteriormente, a  prossecu&ccedil;&atilde;o de objetivos sociais pode ajudar a organizar, dirigir e capacitar os indiv&iacute;duos para alcan&ccedil;ar os seus  objetivos mais plenamente (Covington, 2000), tendendo a ser associados a n&iacute;veis elevados de sucesso (Lemos, 2005). At&eacute; h&aacute;  alguns anos a esta parte, n&atilde;o existe uma ampla compreens&atilde;o de como os objetivos sociais se enquadram din&acirc;mica de  realiza&ccedil;&atilde;o na sala de aula (Covington, 2000), no entanto, resultados recentes apontam estes objetivos como mediadores da estrutura  percebida dos objetivos da sala de aula e os resultados acad&eacute;micos (Shim, Cho, &amp; Wang, 2013).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Desenvolvimento da Escala de Orienta&ccedil;&otilde;es Gerais para Objetivos de Desempenho</i></p>     <p>A Escala de Orienta&ccedil;&otilde;es Gerais para Objetivos de Desempenho (EOGOD), do ingl&ecirc;s <i>General Achievement Goal Orientation  Scale</i> (GAGOS; McInerney &amp; Yeung, 2000), &eacute; parte de um instrumento mais abrangente, o <i>Inventory of School Motivation</i> (ISM;  McInerney, Roche, McInerney, &amp; Marsh, 1997). Baseado nos trabalhos de Maehr (1984), o ISM identifica padr&otilde;es de  comportamento/indicadores de motiva&ccedil;&atilde;o como a dire&ccedil;&atilde;o, persist&ecirc;ncia, motiva&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua,  n&iacute;vel de catividade e de realiza&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos, atrav&eacute;s de 100 itens para avaliar dimens&otilde;es como o  esfor&ccedil;o perante a tarefa, a competitividade, poder, sociabilidade, preocupa&ccedil;&atilde;o social, reconhecimento, incentivos,  consci&ecirc;ncia do objetivo, perce&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncia e autoestima. Desenvolvido na Austr&aacute;lia (McInerney &amp; Swisher,  1995), este instrumento tem sido adaptado para diversos pa&iacute;ses com boas propriedades psicom&eacute;tricas (King, Ganotice, &amp; Watkins,  2012; King &amp; Watkins, 2013; Xu &amp; Barnes, 2011). Tamb&eacute;m em Portugal, o ISM foi j&aacute; adaptado (Veiga, Antunes, Fernandes, Guerra,  &amp; Roque, 2008) verificando-se uma adequada estrutura fatorial e boa consist&ecirc;ncia interna.</p>     <p>A partir de 26 itens do ISM, a Escala de Orienta&ccedil;&otilde;es Gerais para Objetivos de Desempenho, foi desenvolvida para avaliar tr&ecirc;s  orienta&ccedil;&otilde;es para objetivos &ndash; Orienta&ccedil;&atilde;o para a Mestria (avalia o envolvimento nas tarefas e o esfor&ccedil;o,  &eacute; constitu&iacute;do por 5 itens); Orienta&ccedil;&atilde;o para o Desempenho (avalia a competitividade, o poder, competi&ccedil;&atilde;o e  a motiva&ccedil;&atilde;o extr&iacute;nseca, e &eacute; constitu&iacute;do por 8 itens); Orienta&ccedil;&atilde;o Social (avalia a  afilia&ccedil;&atilde;o e a preocupa&ccedil;&atilde;o social, e &eacute; constitu&iacute;do por 5 itens) &ndash; e duas escalas de  Motiva&ccedil;&atilde;o &ndash; Motiva&ccedil;&atilde;o Geral (que se centra sobre a quantidade de motiva&ccedil;&atilde;o percebida pelo  estudante, em vez da sua orienta&ccedil;&atilde;o ou qualidade, a partir de 5 itens); e Valoriza&ccedil;&atilde;o da Motiva&ccedil;&atilde;o  (avalia a perce&ccedil;&atilde;o do aluno sobre a import&acirc;ncia de estar motivado na escola, e &eacute; constitu&iacute;do por 3 itens).  Enquanto as tr&ecirc;s primeiras dimens&otilde;es n&atilde;o se referem explicitamente &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o do aluno, mas inferimos  pelos itens as suas orienta&ccedil;&otilde;es para objetivos, as &uacute;ltimas duas referem-se explicitamente &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o,  seja ao n&iacute;vel percebido da sua motiva&ccedil;&atilde;o como a perce&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia de estar motivado na escola  (McInerney, 2005).</p>     <p>A sua vers&atilde;o original (McInerney &amp; Yeung, 2000), testada junto de 3120 alunos, apresentou dados adequados em termos de validade e  fiabilidade: os resultados da an&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria ofereceram suporte emp&iacute;rico para a estrutura de cinco fatores e  os valores do <i>alpha</i> de Cronbach foram elevados para as diferentes dimens&otilde;es. Apesar de se tratar de um instrumento relativamente  recente na literatura, tem sido adaptado para alguns pa&iacute;ses, apresentado indicadores de validade e de fidelidade adequados (Nasser, 2014;  Nelson, O&rsquo;Mara, McInerney, &amp; Dowson, 2006), inclusivamente junto de amostras abor&iacute;genes (McInerney, 2003). Em contexto europeu,  contudo, n&atilde;o foram encontrados estudos com este instrumento, o que nos motivou &agrave; sua adapta&ccedil;&atilde;o para a  popula&ccedil;&atilde;o portuguesa. Neste contexto, o presente estudo pretende apresentar as propriedades psicom&eacute;tricas da sua  adapta&ccedil;&atilde;o junto de adolescentes portugueses, explorando o papel diferencial de vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas como o  g&eacute;nero, idade e a escolaridade dos pais.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Estudo 1</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Sujeitos</i></p>     <p>A amostra foi composta por um total de 605 participantes, 349 raparigas (58.7%) e 246 rapazes (41.3%), com idades compreendidas entre os 14 e os  18 anos (<i>M</i>=15.76, <i>DP</i>=1.144). Como se pode ver na tabela seguinte (<a href="#t1">Tabela 1</a>), 103 alunos frequentam o 9&ordm; ano  (17.1%), 267 o 10&ordm; ano (44.2%), 84 alunos o 11&ordm; ano (13.9%) e 150 alunos frequentam o 12&ordm; ano (24.8%) de escolas p&uacute;blicas de  Portugal. Os pais dos alunos apresentavam, na sua maioria, at&eacute; seis anos de escolaridade, distribu&iacute;dos entre o primeiro e o segundo  ciclo do ensino b&aacute;sico, seja no caso dos pais (<i>n</i>=262, 45.7%; <i>n</i>=228, 39.8%, respetivamente) como das m&atilde;es (<i>n</i>=263,  45.4%; <i>n</i>=210, 36.3% respetivamente).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v36n1/36n1a08t1.jpg" width="580" height="302"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Instrumentos</i></p>     <p>Para o estudo foi utilizado um question&aacute;rio sociodemogr&aacute;fico, para recolher dados sobre a amostra (sexo, idade, escolaridade e  escolaridade dos pais) e a <i>Escala de Orienta&ccedil;&otilde;es Gerais para Objetivos de Desempenho</i> (McInerney &amp; Yeung, 2000). Esta  escala, j&aacute; antes descrita, permite avaliar tr&ecirc;s orienta&ccedil;&otilde;es para objetivos &ndash; Orienta&ccedil;&atilde;o para a  Mestria, Orienta&ccedil;&atilde;o para o Desempenho e Orienta&ccedil;&atilde;o Social, al&eacute;m de duas escalas de Motiva&ccedil;&atilde;o Geral  e Valor Atribu&iacute;do &agrave; Motiva&ccedil;&atilde;o (avalia a perce&ccedil;&atilde;o dos participantes sobre a import&acirc;ncia de estar  motivado na escola, com o recurso a tr&ecirc;s itens). Os 26 itens da escala s&atilde;o avaliados com o recurso a uma escala com  pontua&ccedil;&atilde;o de 1 a 5 (de totalmente de acordo at&eacute; totalmente em desacordo). Na sua vers&atilde;o original, o instrumento  demonstrou boas propriedades psicom&eacute;tricas, dados os indicadores como RMSEA=0.047, SRMR=.071, NNFI=.96 e CFI=.96, assim como valores de  consist&ecirc;ncia interna entre os .68 e .82. A escala foi traduzida (do Ingl&ecirc;s para Portugu&ecirc;s) e sujeita a retrovers&atilde;o  (Portugu&ecirc;s-Ingl&ecirc;s) para garantir a adapta&ccedil;&atilde;o lingu&iacute;stica e cultural do instrumento, com a consultoria do autor do  instrumento.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimento</i></p>     <p>Depois do contacto e de obtida a autoriza&ccedil;&atilde;o dos autores da vers&atilde;o original da escala, foi feita a sua  tradu&ccedil;&atilde;o (do Ingl&ecirc;s para Portugu&ecirc;s) e retrovers&atilde;o (Portugu&ecirc;s-Ingl&ecirc;s) para garantir a  adapta&ccedil;&atilde;o lingu&iacute;stica e cultural do instrumento. Foi tamb&eacute;m pedida autoriza&ccedil;&atilde;o &agrave;  Dire&ccedil;&atilde;o da institui&ccedil;&atilde;o e o consentimento informado dos pais dos participantes, sendo os dados recolhidos no contexto da  sala de aula (no in&iacute;cio do ano letivo de 2011-2012). Em cada aplica&ccedil;&atilde;o foram apresentados os objetivos do estudo, como um  contributo para compreender e intervir na motiva&ccedil;&atilde;o para o trabalho escolar. Para isso, foram lidas as instru&ccedil;&otilde;es do  instrumento, apresentando-se aos participantes um conjunto de itens sobre o que alguns estudantes pensam sobre as suas tarefas e trabalhos na  escola, solicitando o grau de acordo com cada uma das afirma&ccedil;&otilde;es recorrendo a uma escala fechada. Foi ainda explicitado o  car&aacute;ter anonimo, confidencial e volunt&aacute;rio da participa&ccedil;&atilde;o. A aplica&ccedil;&atilde;o demorou aproximadamente 30  minutos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Validade</i></p>     <p>A avalia&ccedil;&atilde;o da validade fatorial do instrumento foi realizada com uma an&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria, com  rota&ccedil;&atilde;o de <i>varimax</i>. Os dados dos testes de Bartlett (<i>&chi;<sup>2</i></sup><Sub>(325)</Sub>=3563.563; <i>p</i>&lt;.001) e de  <i>Kaiser-Meyer-Olkin</i> (KMO=.845), asseguram a adequa&ccedil;&atilde;o dos dados para os pressupostos da an&aacute;lise. A  extra&ccedil;&atilde;o de cinco fatores visou a an&aacute;lise da estrutura original, e sugere que todos os fatores t&ecirc;m valor pr&oacute;prio  superior a 1, explicando uma percentagem de 52.875 do total da vari&acirc;ncia. Tamb&eacute;m os valores de satura&ccedil;&atilde;o podem ser  considerados ajustados, uma vez superiores a .50 na sua generalidade. No primeiro fator apresentam satura&ccedil;&atilde;o mais elevada todos os  itens da escala relativa aos objetivos de desempenho; no segundo saturam todos os itens da subescala motiva&ccedil;&atilde;o geral e um item da  subescala de objetivos sociais; no terceiro os itens relativos aos objetivos sociais; no quarto, os itens da subescala relativa aos objetivos de  mestria e um item da subescala de objetivos sociais; e no quinto fator os itens da subescala valor da motiva&ccedil;&atilde;o e um item da  subescala de mestria (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v36n1/36n1a08t2.jpg" width="577" height="507"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Fiabilidade</i></p>     <p>O c&aacute;lculo da fiabilidade, atrav&eacute;s do Alfa de Cronbach, permitiu encontrar um valor total de .830, variando entre .538 na  dimens&atilde;o valor da motiva&ccedil;&atilde;o, .763 na dimens&atilde;o motiva&ccedil;&atilde;o geral, .640 na orienta&ccedil;&atilde;o para  objetivos de mestria, .814 na subescala relativa aos objetivos de desempenho e .680 na orienta&ccedil;&atilde;o social.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Estudo 2</b></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Sujeitos</i></p>     <p>Para este estudo foi utilizada uma amostra de 406 participantes, 241 raparigas (59.4%) e 165 rapazes (40.6%). As idades variavam entre os 15 e  os 18 anos (<i>M</i>=16.13, <i>DT</i>=1.108), sendo 241 participantes do 10&ordm; ano de escolaridade (59.4%) e o restante do 12&ordm; ano do  ensino secund&aacute;rio (<i>n</i>=165, 40.6). O n&iacute;vel de escolaridade das m&atilde;es varia entre o primeiro ciclo de  educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica (<i>n</i>=47, 12.2%) ao ensino superior (<i>n</i>=51, 13.2%), sendo mais prevalente o segundo e terceiro  ciclos (<i>n</i>=190, 49.2%). No caso dos pais dos participantes da amostra, varia entre o primeiro ciclo da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica  (<i>n</i>=57, 15.0%) e ensino superior (<i>n</i>=45, 11.9%), sendo tamb&eacute;m mais prevalente o segundo e terceiro ciclos (<i>n</i>=190, 50.1%)  (<a href="#t3">Tabela 3</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v36n1/36n1a08t3.jpg" width="576" height="263"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Instrumentos</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No segundo estudo foi utilizada a vers&atilde;o experimental da <i>Escala de Orienta&ccedil;&otilde;es Gerais para Objetivos de Desempenho</i>  (McInerney &amp; Yeung, 2000), sem qualquer altera&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; administra&ccedil;&atilde;o anterior. Os 26  itens da escala s&atilde;o acompanhados de uma escala de escala resposta fechada com uma pontua&ccedil;&atilde;o de 1 a 5 (de totalmente de acordo  at&eacute; totalmente em desacordo). Foi ainda utilizado um question&aacute;rio sociodemogr&aacute;fico para recolher dados sobre a amostra,  nomeadamente, sexo, idade, escolaridade e escolaridade dos pais.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimento</i></p>     <p>Como no estudo anterior, foi pedida a colabora&ccedil;&atilde;o a uma escola da zona geogr&aacute;fica da equipa de investiga&ccedil;&atilde;o,  no norte do pa&iacute;s, e o consentimento dos pais dos participantes. Depois de recolhidos os consentimentos informados, foram administrados os  instrumentos em sala de aula, por um dos elementos da equipa de investiga&ccedil;&atilde;o. Foram apresentados os objetivos do estudo, recorrendo  &agrave;s mesmas instru&ccedil;&otilde;es apresentadas anteriormente, sendo tamb&eacute;m sublinhadas as garantias confidencialidade, anonimato e  participa&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria. A aplica&ccedil;&atilde;o teve uma dura&ccedil;&atilde;o aproximada de 30 minutos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Validade</i></p>     <p>Para valida&ccedil;&atilde;o cruzada dos resultados, no segundo estudo foram utilizados os 26 itens do instrumento, numa an&aacute;lise fatorial  confirmat&oacute;ria, com o recurso ao programa AMOS, no sentido de estudar a estrutura original encontrada no Estudo 1. Os indicadores de  ajustamento do modelo original, nomeadamente, <i>&chi;<sup>2</i></sup>/gl=2.937, CFI=.859 e RMSEA=.068, permitem perceber um ajustamento  sofr&iacute;vel. Com a elimina&ccedil;&atilde;o dos outliers e a utiliza&ccedil;&atilde;o dos &iacute;ndices de modifica&ccedil;&atilde;o para  encontrar um modelo com ajustamento adequado, que se conseguiu com a elimina&ccedil;&atilde;o dos itens 14, 8, 25 e 22, permitindo encontrar  valores de ajustamento bons, respetivamente <i>&chi;<sup>2</i></sup>/gl=1.780, CFI=.951e RMSEA=.048. De referir que os itens referidos apresentavam  j&aacute; algumas limita&ccedil;&otilde;es no seu poder discriminativo no estudo anterior, que se refletia em termos da validade como no menor  valor de fiabilidade das dimens&otilde;es onde estavam inseridos. Tal como se apresenta na <a href="#f1">Figura 1</a>, os coeficientes de  pondera&ccedil;&atilde;o fatorial dos itens s&atilde;o superiores a .5 e as correla&ccedil;&otilde;es entre os fatores s&atilde;o mais fortes entre  o valor dado &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o e a orienta&ccedil;&atilde;o para a mestria (<i>&phi;</i>=.57, <i>p</i>&lt;.05) e a  motiva&ccedil;&atilde;o geral e orienta&ccedil;&atilde;o para a mestria (<i>&phi;</i>=.50, <i>p</i>&lt;.05) e mais t&eacute;nues entre o valor dado  &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o com a orienta&ccedil;&atilde;o para o desempenho e orienta&ccedil;&atilde;o social (<i>&phi;</i>=.07,  <i>p</i>&lt;.05) e a motiva&ccedil;&atilde;o geral e orienta&ccedil;&atilde;o para o desempenho (<i>&phi;</i>=.05, <i>p</i>&lt;.05).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v36n1/36n1a08f1.jpg" width="559" height="580"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Fiabilidade</i></p>     <p>Recorrendo ao alfa de Cronbach para a avalia&ccedil;&atilde;o da fiabilidade, encontramos bons indicadores, dados os valores de alfa total de  804, variando nas subescalas entre .719 na <i>Valor Atribu&iacute;do &agrave; Motiva&ccedil;&atilde;o</i> at&eacute; .855 na dimens&atilde;o  <i>Motiva&ccedil;&atilde;o Geral</i> e <i>Objetivos Sociais</i>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Motiva&ccedil;&atilde;o e vari&aacute;veis pessoais</i></p>     <p>Para avaliar as orienta&ccedil;&otilde;es para objetivos e motiva&ccedil;&atilde;o dos participantes em fun&ccedil;&atilde;o do g&eacute;nero  foi utilizado o teste <i>t</i> de student. Os resultados permitiram perceber diferen&ccedil;as significativas nos objetivos de mestria  [<i>t</i><Sub>(414)</Sub>=-2.242, <i>p</i>=.025] e de desempenho [<i>t</i><Sub>(414)</Sub>=3.499, <i>p</i>=.001], com pontua&ccedil;&atilde;o  superior das raparigas na orienta&ccedil;&atilde;o para a mestria (<i>M</i>=4.3684, <i>DP</i>=.425 para <i>M</i>=4.268, <i>DT</i>=.483) e os  rapazes na orienta&ccedil;&atilde;o para o desempenho (<i>M</i>=3.379, <i>DP</i>=.749 para <i>M</i>=3.121, <i>DP</i>=.7314). Com o recurso &agrave;  correla&ccedil;&atilde;o de Pearson para explorar as vari&aacute;veis em fun&ccedil;&atilde;o da idade foi encontrada uma rela&ccedil;&atilde;o  negativa na orienta&ccedil;&atilde;o para a mestria (<i>r</i>=-.098, <i>p</i>=.047). O teste de associa&ccedil;&atilde;o de Spearman foi utilizado  para avaliar a associa&ccedil;&atilde;o com a escolaridade dos participantes e dos seus pais. Os dados permitiram perceber uma  rela&ccedil;&atilde;o negativa com a escolaridade dos estudantes (<i>r</i>=-.112, <i>p</i>=.022), n&atilde;o se verificando uma  rela&ccedil;&atilde;o com a escolaridade dos pais (<i>p</i>&gt;.05) (<a href="#t4">Tabela 4</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="t4"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v36n1/36n1a08t4.jpg" width="579" height="164"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>Este estudo pretendeu examinar as caracter&iacute;sticas psicom&eacute;tricas da adapta&ccedil;&atilde;o portuguesa da Escala de  Orienta&ccedil;&otilde;es Gerais para Objetivos de Desempenho (EOGOD), seguindo as orienta&ccedil;&otilde;es estabelecidas, nomeadamente em termos  de adapta&ccedil;&atilde;o lingu&iacute;stica e cultural (e.g., American Educational Research Association, American Psychological Association,  &amp; National Council on Measurement in Education, 2014), utiliza&ccedil;&atilde;o de amostras distintas para a valida&ccedil;&atilde;o cruzada  dos dados, e utiliza&ccedil;&atilde;o de procedimentos explorat&oacute;rios e confirmat&oacute;rios (DeVellis, 2003; Matsunaga, 2010). Apesar de  existirem raz&otilde;es para realizar nos dois estudos uma an&aacute;lise confirmat&oacute;ria, foram apresentados no primeiro estudo os dados de  uma an&aacute;lise explorat&oacute;ria e no segundo uma an&aacute;lise confirmat&oacute;ria, por se prever que tal seja igualmente informativo para  o leitor recorrendo a duas amostras para uma an&aacute;lise explorat&oacute;ria e valida&ccedil;&atilde;o cruzada dos dados com o recurso a uma  an&aacute;lise confirmat&oacute;ria do modelo te&oacute;rico de partida.</p>     <p>Embora tenha sido adaptado para alguns pa&iacute;ses, especialmente em contexto oriental (Nasser, 2014; Nelson et al., 2006), pode constituir um  instrumento relevante para compreender e interven&ccedil;&atilde;o sobre as orienta&ccedil;&otilde;es para objetivos e a perce&ccedil;&atilde;o da  motiva&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos. De referir tamb&eacute;m que os dados anteriores permitiam uma perce&ccedil;&atilde;o amb&iacute;gua  da estrutura do instrumento, apresentando resultados ajustados com abor&iacute;genes (McInerney, 2003) e na Papua Nova Guin&eacute; (Nelson et al.,  2006) mas menos claros no Qatar (Nasser, 2014), o que pode ser revelador de diferen&ccedil;as culturais a explorar.</p>     <p>No nosso contexto, os dados parecem suportar genericamente o modelo te&oacute;rico subjacente ao instrumento. Apesar de algumas d&uacute;vidas,  no primeiro estudo, relativamente ao funcionamento diferencial de cinco itens, utilizando como ponto de corte relativamente elevado, de .40  (DeVellis, 2003; Matsunaga, 2010), foram mantidos todos os itens da escala para perceber melhor o seu comportamento numa segunda amostra. Com o  recurso a procedimentos de an&aacute;lise confirmat&oacute;ria, um procedimento mais robusto e que nos permite maior seguran&ccedil;a na  avalia&ccedil;&atilde;o do modelo te&oacute;rico (Pilati, &amp; Laros, 2007), ss resultados da validade do segundo estudo, com a  elimina&ccedil;&atilde;o de quatro itens que j&aacute; apresentavam menor poder discriminativo no primeiro estudo, permitiram encontrar valores  muito positivos, dados o <i>&chi;<sup>2</i></sup>/gl&lt;2, CFI&gt;.95 e RMSEA&lt;.06 (e.g., Kline, 2010; Mar&ocirc;co, 2010). Dessa forma,  confirma-se a validade do modelo te&oacute;rico subjacente ao instrumento. Tamb&eacute;m em termos de fiabilidade, quando comparada com a  vers&atilde;o original (<a href="#t4">Tabela 4</a>), a consist&ecirc;ncia interna das subescalas de medida e as medidas descritivas, s&atilde;o  id&ecirc;nticos e em algumas dimens&otilde;es superiores &agrave; vers&atilde;o original.</p>     <p>Assim, e em s&iacute;ntese, os resultados permitem perceber resultados mais elevados no valor atribu&iacute;do &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o  e orienta&ccedil;&atilde;o para a mestria (McInerney &amp; Yeung, 2000), destacando-se claramente dos restantes. Tal como na vers&atilde;o  original, estes valores parecem confirmar os resultados de Kaufman e Dodge (2009), que verificam uma forte rela&ccedil;&atilde;o entre a  valoriza&ccedil;&atilde;o da motiva&ccedil;&atilde;o e objetivos de mestria, quando comparados com rela&ccedil;&otilde;es mais fr&aacute;geis com  os objetivos de desempenho, objetivos sociais ou valor da motiva&ccedil;&atilde;o. Estes dados s&atilde;o t&atilde;o mais importantes porque  sublinham o valor da motiva&ccedil;&atilde;o para a mestria como orienta&ccedil;&atilde;o significativa para uma motiva&ccedil;&atilde;o geral para  a aprendizagem significativa (Ames, 1992). Na mesma linha, as orienta&ccedil;&otilde;es mais focadas no desempenho, aparecem relacionadas com  emo&ccedil;&otilde;es ou comportamentos menos adaptativos (Linnenbrink &amp; Pintrich, 2002).</p>     <p>No que diz respeito aos estudos diferenciais, evidenciam uma diminui&ccedil;&atilde;o da motiva&ccedil;&atilde;o para a mestria ao longo do  tempo (Anderman, Maehr, &amp; Midgley, 1999; Eccles &amp; Wigfield, 2002; Mansfield &amp; Wosnitza, 2010), algo que pode ser associado &agrave;  crescente proximidade com as avalia&ccedil;&otilde;es externas, como os exames, ou a preocupa&ccedil;&atilde;o com o acesso ao ensino superior.  Estes dados, parecem estar fortemente associados a orienta&ccedil;&otilde;es de desempenho (Koul, Clarian, Jitgarun, &amp; Songsriwittaya, 2011),  que aqui n&atilde;o aparecem favorecidas ao longo do tempo, mas antes &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o da mestria. Estes ser&atilde;o certamente  dados interessantes que dever&atilde;o ser explorados num pr&oacute;ximo estudo. Al&eacute;m disso, os dados permitem perceber diferen&ccedil;as de  g&eacute;nero (Gherasima, Butnarua, &amp; Maireana, 2013; Kenney-Benson, Pomerantz, Ryan, &amp; Patrick, 2006; Middleton &amp; Midgley 1997). Os  dados v&atilde;o de encontro &agrave; literatura, que tende a associar uma maior orienta&ccedil;&atilde;o dos rapazes para o desempenho e das  raparigas para a mestria.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Conclus&otilde;es</b></p>     <p>Os resultados neste estudo sugerem boas propriedades psicom&eacute;tricas da Escala de Orienta&ccedil;&otilde;es Gerais para Objetivos de  Desempenho (EOGOD) para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa, sugerindo que podem ser utilizados no nosso contexto com a elimina&ccedil;&atilde;o  dos itens 8, 14, 22 e 25. A elimina&ccedil;&atilde;o destes itens permite manter os itens com maior poder discriminativo, validade e fidelidade do  modelo te&oacute;rico original. Aparte das propriedades psicom&eacute;tricas, os dados apontam resultados interessantes no que diz respeito  &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o ao longo da idade e em fun&ccedil;&atilde;o do g&eacute;nero, dando novas pistas para estudos posteriores sobre  este t&oacute;pico.</p>     <p>A adapta&ccedil;&atilde;o do instrumento permite abrir novas linhas de investiga&ccedil;&atilde;o, considerando as caracter&iacute;sticas desta  medida. Al&eacute;m de permitir uma avalia&ccedil;&atilde;o das orienta&ccedil;&otilde;es para objetivos, em linha com os modelos te&oacute;ricos  atuais das teorias da motiva&ccedil;&atilde;o, permite-se &agrave; possibilidade de explorar em maior profundidade o papel dos objetivos sociais,  assim como da perce&ccedil;&atilde;o da motiva&ccedil;&atilde;o dos estudantes e o valor atribu&iacute;do &agrave; motiva&ccedil;&atilde;o em  contexto escolar. Vari&aacute;veis pouco exploradas no nosso contexto e que podem contribuir para um melhor conhecimento deste determinante do  sucesso escolar mas tamb&eacute;m para o desenvolvimento e avalia&ccedil;&atilde;o de interven&ccedil;&otilde;es intencionais para promover a  motiva&ccedil;&atilde;o e o sucesso das aprendizagens.</p>     <p>Apesar dos contributos do estudo, importa considerar algumas das limita&ccedil;&otilde;es do presente trabalho, especialmente pelo recurso a  amostras n&atilde;o probabil&iacute;sticas e a falta de indicadores de resultados acad&eacute;micos. Futuros estudos devem contemplar amostras mais  abrangentes e diversificadas, apostando na avalia&ccedil;&atilde;o de outras vari&aacute;veis relacionadas como a autoefic&aacute;cia e  autoconceito, essenciais para um modelo abrangente explicativo da motiva&ccedil;&atilde;o e o sucesso escolar ao longo da escolaridade.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>American Educational Research Association, American Psychological Association, &amp; National Council on Measurement in Education. (2014).  <i>Standards for educational and psychological testing</i>. Washington: AERA, APA &amp; NCME.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037664&pid=S0870-8231201800010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ames, C. (1992). Classrooms: Goals, structures, and student motivation. <i>Journal of Educational Psychology, 84</i>, 261-271. doi:  10.1037/0022-0663.84.3.261&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037666&pid=S0870-8231201800010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Anderman, E. M., Maehr, M. L., &amp; Midgley, C. (1999). Declining Motivation after the Transition to Middle School School Can Make a  Difference. <i>Journal of Research and Development in Education, 32</i>, 131-147.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037667&pid=S0870-8231201800010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cordeiro, P., Lens, W., &amp; Bidarra, M. (2009). O lugar das vari&aacute;veis motivacionais no processo de instru&ccedil;&atilde;o e  aprendizagem: A teoria dos objetivos de realiza&ccedil;&atilde;o. <i>Revista Portuguesa de Pedagogia, 43</i>, 1-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037669&pid=S0870-8231201800010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Covington, M. V. (2000). Goal theory, motivation, and school achievement: An integrative review. <i>Annual Reviews Psychology, 51</i>, 171-200.  doi: 10.1146/annurev.psych.51.1.171&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037671&pid=S0870-8231201800010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>DeVellis, R. F. (2003). <i>Scale development: Theory and applications</i>. Thousand Oaks: Sage Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037672&pid=S0870-8231201800010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Dowson, M., &amp; McInerney, D. M. (2001). Psychological parameters of students&rsquo; social and work avoidance goals: A qualitative  investigation. <i>Journal of Educational Psychology, 93</i>, 35-42. doi: 10.1037/0022-0663.93.1.35</p>     <!-- ref --><p>Dowson, M., &amp; McInerney, D. M. (2003). What do students say about their motivational goals? Towards a more complex and dynamic perspective  on student motivation. <i>Contemporary Educational Psychology, 28</i>, 91-113. doi: 10.1016/S0361-476X(02)00010-3&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037675&pid=S0870-8231201800010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Dowson, M. D., McInerney, D. M., &amp; Nelson, G. F. (2006). An investigation of the effects school context and sex differences on  student&rsquo;s motivational goal orientations. <i>Educational Psychology, 26</i>, 781-811. doi: 10.1080/01443410600941920</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Eccles, J. S., &amp; Wigfield, A. (2002). Motivational beliefs, values, and goals. <i>Annual Reviews Psychology, 53</i>, 109-132. doi:  10.1146/annurev.psych.53.100901.135153&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037677&pid=S0870-8231201800010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Faria, L. (1997). Objetivos de realiza&ccedil;&atilde;o: Que implica&ccedil;&otilde;es para o estudo da motiva&ccedil;&atilde;o?. <i>Revista  Portuguesa de Pedagogia, 1,2,3</i>, 211-221.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037678&pid=S0870-8231201800010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Faria, L. (2007). Concep&ccedil;&otilde;es pessoais de intelig&ecirc;ncia: Na senda de um modelo organizador e integrador no dom&iacute;nio da  motiva&ccedil;&atilde;o. <i>Revista PSIC, 8</i>, 13-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037680&pid=S0870-8231201800010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Faria, L., &amp; Parracho, D. (2005). Objetivos de realiza&ccedil;&atilde;o: Constru&ccedil;&atilde;o de uma escala para o contexto escolar  portugu&ecirc;s. <i>Revista Portuguesa de Pedagogia, 1</i>, 29-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037682&pid=S0870-8231201800010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gherasima, L. R., Butnarua, S., &amp; Maireana, C. (2013). Classroom environment, achievement goals and maths performance: Gender differences.  <i>Educational Studies, 39</i>, 1-12. doi: 10.1080/03055698.2012.663480&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037684&pid=S0870-8231201800010000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Grant, H., &amp; Dweck, C. S. (2003). Clarifying achievement goals and their impact. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 85</i>,  541-553. doi: 10.1037/0022-3514.85.3.541&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037685&pid=S0870-8231201800010000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kaufman, A., &amp; Dodge, T. (2009). Student perceptions and motivation in the classroom: Exploring relatedness and value. <i>Social Psychology  of Education, 12</i>, 101-112. doi: 10.1007/s11218-008-9070-2&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037686&pid=S0870-8231201800010000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Kenney-Benson, G. A., Pomerantz, E. M., Ryan, A. M., &amp; Patrick, H. (2006). Sex differences in math performance: The role of children&rsquo;s  approach to schoolwork. <i>Developmental Psychology, 42</i>, 11-26. doi: 10.1037/0012-1649.42.1.11</p>     <!-- ref --><p>King, R. B., Ganotice, F. A., &amp; Watkins, D. A. (2012). Cross-cultural validation of the Inventory of School Motivation (ISM) in the Asian  Setting: Hong Kong and the Philippines. <i>Child Indicators Research, 5</i>, 135-153. doi: 10.1007/s12187-011-9117-3&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037688&pid=S0870-8231201800010000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>King, R. B., &amp; Watkins, D. A. (2013). Validating the Chinese version of the Inventory of School Motivation. <i>International Journal of  Testing, 13</i>, 175-192. doi: 10.1080/15305058.2012.656162&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037689&pid=S0870-8231201800010000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kline, R. B. (2010). <i>Principles and practice of structural equation modeling</i> (3<sup>rd </sup>ed.). New York: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037690&pid=S0870-8231201800010000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Koul, R., Clariana, R. B., Jitgarun, K., &amp; Songsriwittaya, A. (2011). The influence of achievement goal orientation on plagiarism.  <i>Learning and Individual Differences, 19</i>, 506-512. doi: 10.1016/j.lindif.2009.05.005&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037692&pid=S0870-8231201800010000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lemos, M. S. (2002). A experi&ecirc;ncia do aluno na sala de aula: Os objetivos como orientadores da ac&ccedil;&atilde;o. In M. S. Lemos &amp;  T. R. Carvalho (Orgs.), <i>O aluno na sala de aula</i> (pp. 19-46). Porto: Porto Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037693&pid=S0870-8231201800010000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Lemos, M. S. (2005). Motiva&ccedil;&atilde;o e aprendizagem. In G. L. Miranda &amp; S. Bahia (Orgs.), <i>Psicologia da educa&ccedil;&atilde;o:  Temas de desenvolvimento, aprendizagem e ensino</i> (pp. 193-231). Lisboa: Rel&oacute;gio D&rsquo;&Aacute;gua Editores.</p>     <!-- ref --><p>Linnenbrink, E. A., &amp; Pintrich, P. (2002). Motivation as an enabler for academic success. <i>School Psychology Review, 31</i>, 313-327.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037696&pid=S0870-8231201800010000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Maehr, M. L. (1984). Meaning and motivation: Toward a theory of personal investment. In R. Ames &amp; C. Ames (Eds.), <i>Research on motivation  in education: Student motivation</i> (Vol. 1, pp. 115-144). New York: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037698&pid=S0870-8231201800010000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mansfield, C. F., &amp; Wosnitza, M. (2010). Motivation goals during adolescence: A cross-sectional perspective. <i>Issues in Educational  Research, 20</i>, 149-165.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037700&pid=S0870-8231201800010000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mar&ocirc;co, J. P. (2010). <i>An&aacute;lise de equa&ccedil;&otilde;es estruturais: Fundamentos te&oacute;ricos, software e  aplica&ccedil;&otilde;es</i>. P&ecirc;ro Pinheiro: ReportNumber.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037702&pid=S0870-8231201800010000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Matsunaga, M. (2010). How to factor-analyse your data right: Do&rsquo;s, don&rsquo;ts, and how-to&rsquo;s. <i>International Journal of  Psychological Research, 3</i>, 97-110.</p>     <!-- ref --><p>McInerney, D. M. (2003). Motivational goals, self-concept and sense of self. What predicts academic achievement? Similarities and differences  between aboriginal and anglo Australians in High School settings. In H. W. Marsh, R. G. Craven, &amp; D. M. McInerney (Eds.), <i>International  advances in self-research</i> (pp. 315-346). Greenwish: Information Age Publishing.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037705&pid=S0870-8231201800010000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>McInerney, D. M. (2005). <i>Inventory of school motivation guideline for use and validation checks</i> [documento n&atilde;o publicado].  Sydney: University of Western Sydney, Australia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037707&pid=S0870-8231201800010000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>McInerney, D. M., &amp; Ali, J. (2006). Multidimensional and hierarchical assessment of school motivation: Cross-cultural validation.  <i>Educational Psychology, 26</i>, 717-734. doi: 10.1080/01443410500342559&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037709&pid=S0870-8231201800010000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>McInerney, D. M., Roche, L., Mclnerney, V., &amp; Marsh, H. W. (1997). Cultural perspectives on school motivation: The relevance and application  of goal. <i>American Research Journal, 34</i>, 207-236. doi: 10.3102/00028312034001207&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037710&pid=S0870-8231201800010000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>McInerney, D. M., &amp; Swisher, K. G. (1995). Exploring Navajo motivation in school settings. <i>Journal of American Indian Education, 34</i>,  28-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037711&pid=S0870-8231201800010000800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>McInerney, D. M., &amp; Yeung, A. S. (2000). <i>General Achievement Goal Orientation Scale (GAGOS) Guideline for Use and Validation Checks</i>  [documento n&atilde;o publicado]. Sydney: University of Western Sydney, Australia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037713&pid=S0870-8231201800010000800034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Meece, J. L., Anderman, E. M., &amp; Anderman, L. H. (2006). Classroom goal structure, student motivation, and academic achievement.  <i>Annual Reviews of Psychology, 57</i>, 487-503. doi: 10.1146/annurev.psych.56.091103.070258&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037715&pid=S0870-8231201800010000800035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Middleton, M. J., &amp; Midgley, C. (1997). Avoiding the demonstration of lack of ability: An underexplored aspect of goal theory. <i>Journal of  Educational Psychology, 89</i>, 710-718. doi: 10.1037/0022-0663.89.4.710&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037716&pid=S0870-8231201800010000800036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Midgley, C., Kaplan, A., &amp; Middleton, M. (2001). Performance &ndash; Approach goals: Good for what, for whom, under what circumstances, and  at what cost?. <i>Journal of Educational Psychology, 93</i>, 77-86. doi: 10.1037/0022-0663.93.1.77</p>     <!-- ref --><p>Miranda, L., &amp; Almeida, L. (2009). As metas acad&eacute;micas como operacionaliza&ccedil;&atilde;o da motiva&ccedil;&atilde;o do aluno.  <i>Educa&ccedil;&atilde;o Tem&aacute;tica Digital, 10</i>, 36-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037718&pid=S0870-8231201800010000800038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nasser, R. (2014). Social motivation in Qatar schools and their relation to school achievement. <i>Psychological Reports: Relationships &amp;  Communications, 115</i>, 584-606. doi: 10.2466/21.11.PR0.115c24z3&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037720&pid=S0870-8231201800010000800039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Nelson, G. F., O&rsquo;Mara, A. J., McInerney, D. M., &amp; Dowson, M. (2006). Motivation in cross-cultural settings: A Papua New Guinea  psychometric study. <i>International Education Journal, 7</i>, 400-409.</p>     <!-- ref --><p>Neves, S. P., &amp; Faria, L. (2005). Concep&ccedil;&otilde;es pessoais de compet&ecirc;ncia: Da integra&ccedil;&atilde;o conceptual &agrave;  interven&ccedil;&atilde;o psicopedag&oacute;gica. <i>Psicologia, 18</i>, 101-128.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037722&pid=S0870-8231201800010000800041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pilati, R., &amp; Laros, J. A. (2007). Modelos de equa&ccedil;&otilde;es estruturais em psicologia: Conceitos e aplica&ccedil;&otilde;es.  <i>Psicologia: Teoria e Pr&aacute;tica, 23</i>, 205-216. doi: 10.1590/S0102-37722007000200011&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037724&pid=S0870-8231201800010000800042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pintrich, P. R., &amp; De Groot, E. V. (1990). Motivational and self-regulated learning component of classroom academic performance. <i>Journal  of Educational Psychology, 82</i>, 33-40. doi: 10.1037/0022-0663.82.1.33&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037725&pid=S0870-8231201800010000800043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pintrich, P. R., &amp; Garcia, T. (1991). Student goal orientation and self-regulation in the college classroom. In M. L. Maehr &amp; P. R.  Pintrich (Eds.), <i>Advances in motivation and achievement: Goals and self-regulatory processes</i> (Vol. 7, pp. 371-402). 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Beyond a two-goal theory of motivation and achievement: A case for social goals. <i>Review of  Educational Research, 65</i>, 213-243. doi: 10.3102/00346543065003213&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037732&pid=S0870-8231201800010000800049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>van Yperen, N. W., Blaga, M., &amp; Postmes, T. (2014). A meta-analysis of self-reported achievement goals and nonself-report performance across  three achievement domains (Work, Sports, and Education). <i>PLoS ONE, 9</i>, e93594. doi: 10.1371/journal.pone.0093594&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037733&pid=S0870-8231201800010000800050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Veiga, F. H., Antunes, J., Fernandes, L., Guerra, T. M., &amp; Roque, P. (2008). Motiva&ccedil;&atilde;o escolar dos alunos: Um estudo do  Inventory of School Motivation. <i>Revista Galego-Portuguesa de Psicolox&iacute;a e Educaci&oacute;n, 8</i>, 2535-2540.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037734&pid=S0870-8231201800010000800051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Xu, L., &amp; Barnes, L. L. (2011). Measurement invariance of scores from the Inventory of School Motivation across Chinese and US college  students. <i>International Journal of Testing, 11</i>, 178-210. doi: 10.1080/15305058.2010.542357&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=037736&pid=S0870-8231201800010000800052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: &Acirc;ngela Azevedo, Faculdade de Filosofia e Ci&ecirc;ncias  Sociais da Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa, Pra&ccedil;a da Faculdade de Filosofia 1, 4710-297 Braga, Portugal. E-mail:  <a href="mailto:angelasaazevedo@gmail.com">angelasaazevedo@gmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Trabalho financiado pela Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, no &acirc;mbito do Projecto Estrat&eacute;gico do Centro de  Estudos Filos&oacute;ficos e Human&iacute;sticos (PEst-OE/FIL/UI0683/2014).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 21/04/2016 Aceita&ccedil;&atilde;o: 29/06/2017</p>      ]]></body><back>
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