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<article-id pub-id-type="doi">10.14417/ap.1482</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Cuidadores de idosos centenários na região da Beira Interior (Portugal)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The number of centenarians is unprecedented and their informal caregivers are in general direct relatives who present an advanced age themselves. This study aims to explore the relationship between caregivers’ wellbeing (health quality of life, burden and satisfaction) and the full length of the care provided, the caregivers’ gender, and the centenarians’ characteristics. Fifty caregiving dyads participated in this study: 12 men and 38 women with a 68.75-year-old median age (SD=8.64) who were main carers and 50 centenarians aged between 100 and 106 years old (M=101.08; DP=1.43). The PT100 - Oporto Centenarian Study data collection protocol was used. Most caregivers were the centenarian’s children (64%), who dedicated, on average, 15 hours a day to their caregiving duties. Women caregivers presented higher burden levels and showed a more positive view about their health status than male caregivers. Caregivers who perceived their income as “insufficient” and those providing care to centenarians showing higher levels of dependency presented greater subjective burden. These results point to the need for health and community responses adapted to the specificities of these care providers who, for the most part, also face their own aging process.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Cuidadores de idosos centen&aacute;rios na regi&atilde;o da Beira Interior (Portugal)</b></p>     <p><b>Profiling centenarians&rsquo; informal carers: An exploratory study in the Beira Interior region (Portugal)</b></p>     <p><b>Rosa Marina Afonso<sup>1</sup>, Tatiana Tom&aacute;z<sup>2</sup>, Daniela Brand&atilde;o<sup>3</sup>,  &Oacute;scar Ribeiro<sup>4</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Departamento de Psicologia e Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade da Beira Interior, Covilh&atilde;, Portugal  / Centro de  Investiga&ccedil;&atilde;o em Tecnologias e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de (CINTESIS), P&oacute;lo do Instituto de Ci&ecirc;ncias  Biom&eacute;dicas Abel Salazar, Universidade do Porto, Porto, Portugal</p>     <p><sup>2</sup>Departamento de Psicologia e Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade da Beira Interior, Covilh&atilde;, Portugal</p>     <p><sup>3</sup>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Tecnologias e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de (CINTESIS), P&oacute;lo do Instituto de  Ci&ecirc;ncias Biom&eacute;dicas Abel Salazar, Universidade do Porto, Porto, Portugal</p>     <p><sup>4</sup>Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o e Psicologia, Universidade de Aveiro, Aveiro, Portugal / Centro de  Investiga&ccedil;&atilde;o em Tecnologias e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de (CINTESIS), P&oacute;lo da Universidade de Aveiro, Aveiro,  Portugal</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O n&uacute;mero de centen&aacute;rios regista um aumento sem precedentes nos pa&iacute;ses desenvolvidos e os seus cuidadores informais  s&atilde;o, habitualmente, familiares tamb&eacute;m com idade avan&ccedil;ada. Este estudo pretende explorar a rela&ccedil;&atilde;o entre o  bem-estar de cuidadores (qualidade de vida relacionada com a sa&uacute;de, sobrecarga e satisfa&ccedil;&atilde;o) e as caracter&iacute;sticas de  centen&aacute;rios enquanto recetores de cuidados. Participaram no estudo 50 d&iacute;ades de cuidados: 12 homens e 38 mulheres cuidadores com  uma m&eacute;dia de idade de 68.75 anos (<i>DP</i>=8.64) e 50 centen&aacute;rios com idades entre os 100 e os 106 anos (<i>M</i>=101.08;  <i>DP</i>=1.43). Foi utilizado o protocolo de recolha de dados do projeto <i>PT100 &ndash; Estudo dos Centen&aacute;rios do Porto</i>. A maioria  dos cuidadores s&atilde;o filhos (64%) que dedicam, em m&eacute;dia, 15 horas di&aacute;rias &agrave; presta&ccedil;&atilde;o de cuidados. As  mulheres cuidadoras apresentam n&iacute;veis mais elevados de sobrecarga e uma autoaprecia&ccedil;&atilde;o mais positiva da sua sa&uacute;de do  que os homens cuidadores. Os cuidadores que t&ecirc;m a seu cargo centen&aacute;rios mais dependentes s&atilde;o os que apresentam maior  sobrecarga subjetiva. Estes resultados alertam para a necessidade de respostas ao n&iacute;vel da sa&uacute;de e da comunidade adaptadas  &agrave;s especificidades destes cuidadores que, na sua maioria, se confrontam tamb&eacute;m com o seu pr&oacute;prio processo de  envelhecimento.    <p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Centen&aacute;rios, Cuidadores informais, Sobrecarga, Longevidade.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The number of centenarians is unprecedented and their informal caregivers are in general direct relatives who present an advanced age  themselves. This study aims to explore the relationship between caregivers&rsquo; wellbeing (health quality of life, burden and satisfaction)  and the full length of the care provided, the caregivers&rsquo; gender, and the centenarians&rsquo; characteristics. Fifty caregiving dyads  participated in this study: 12 men and 38 women with a 68.75-year-old median age (<i>SD</i>=8.64) who were main carers and 50 centenarians aged  between 100 and 106 years old (<i>M</i>=101.08; <i>DP</i>=1.43). The PT100 &ndash; Oporto Centenarian Study data collection protocol was used.  Most caregivers were the centenarian&rsquo;s children (64%), who dedicated, on average, 15 hours a day to their caregiving duties. Women  caregivers presented higher burden levels and showed a more positive view about their health status than male caregivers. Caregivers who  perceived their income as &ldquo;insufficient&rdquo; and those providing care to centenarians showing higher levels of dependency presented  greater subjective burden. These results point to the need for health and community responses adapted to the specificities of these care  providers who, for the most part, also face their own aging process.</p>     <p><b>Key words</b>: Centenarians, Informal caregivers, Burden, Longevity.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>O cuidado informal a pessoas idosas &eacute; uma das &aacute;reas mais investigadas no campo da gerontologia (Barbosa, Figueiredo, Sousa,  &amp; Demain, 2011). Contudo, quando se trata dos cuidadores de pessoas muito idosas, designadamente centen&aacute;rias, a  investiga&ccedil;&atilde;o ainda se revela escassa (Boerner, Jopp, Park, &amp; Rott, 2016; Kim, Boerner, Jopp, &amp; Cimarolli, 2015), apesar de  ser um grupo et&aacute;rio em crescimento na maioria dos pa&iacute;ses desenvolvidos (Serra, Watson, Sinclair, &amp; Kneale, 2011). Em 1950, o  seu n&uacute;mero correspondia a um total de 24.000 a n&iacute;vel mundial, prevendo-se que em 2050 seja de 3.8 milh&otilde;es. Em Portugal, em  2001, existiam 589 centen&aacute;rios, tendo o seu n&uacute;mero aumentado em 2011 para 1526 (INE, 2012).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A investiga&ccedil;&atilde;o com centen&aacute;rios tem permitido identificar fatores relacionados com a longevidade excecional (Martin,  2002; Perls, Kunkel, &amp; Pucca, 2002; Poon &amp; Cheung, 1989). Contudo, revela grande variabilidade entre centen&aacute;rios com marcadas  diferen&ccedil;as na funcionalidade e cogni&ccedil;&atilde;o (Richmond, Law, &amp; Kay-Lambkin, 2011). Apesar do envelhecimento poder ser uma  experi&ecirc;ncia positiva e satisfat&oacute;ria, as perdas de funcionalidade, autonomia e cogni&ccedil;&atilde;o tendem a estar presentes e a  acentuar-se em idades avan&ccedil;adas, nomeadamente nos idosos com 75 e mais anos (Sousa &amp; Figueiredo, 2007). Estas perdas fazem com que,  frequentemente, os muito idosos, onde se inclui a popula&ccedil;&atilde;o centen&aacute;ria, precisem de apoio para a satisfa&ccedil;&atilde;o  das suas necessidades (Caldas, 2003).</p>     <p>Apesar das profundas mudan&ccedil;as na fam&iacute;lia, esta continua a ser a principal fonte de apoio nos cuidados prestados aos mais velhos  (Carvalho, 2009). Neste sistema, o apoio familiar tende a ser assumido por um cuidador informal, geralmente o c&ocirc;njuge, seguindo-se a  descend&ecirc;ncia, sobretudo elementos do sexo feminino (Mart&iacute;n, 2005), sendo as mulheres adultas e idosas aquelas que predominam como  cuidadores informais (Figueiredo, 2007).</p>     <p>Os motivos para cuidar podem ser v&aacute;rios, tais como obriga&ccedil;&atilde;o filial/marital, v&iacute;nculos afetivos, comprometimento,  pena, altru&iacute;smo, gratid&atilde;o e reciprocidade (Barbosa, Oliveira, &amp; Figueiredo, 2012; Figueiredo, 2007; Payne, 2010), constituindo  um fator que influencia o bem-estar do cuidador e a rela&ccedil;&atilde;o estabelecida na presta&ccedil;&atilde;o de cuidados (Quinn, Clare,  &amp; Woods, 2010). O cuidado de pessoas idosas dependentes associa-se, frequentemente, a stress f&iacute;sico e emocional, o que pode aumentar o  risco de ansiedade e depress&atilde;o (Pinquart &amp; Sorensen, 2003; Robison, Fortinsky, Kleppinger, Shugrue, &amp; Porter, 2009). Al&eacute;m  disso, a dura&ccedil;&atilde;o prolongada da presta&ccedil;&atilde;o de cuidados pode tornar-se um stressor que deteriora os recursos do cuidador  (Cano, Musitu, &amp; Ruiz, 2011) e, quando as exig&ecirc;ncias de cuidar ultrapassam os seus limites e recursos, ocorrem, frequentemente,  situa&ccedil;&otilde;es de sobrecarga, associadas a problemas f&iacute;sicos, psicol&oacute;gicos, familiares, sociais e econ&oacute;micos  (Carretero, Garces, Rodenas, &amp; Sanjose, 2009; Yin, Zhou, &amp; Bashford, 2002). Torna-se, assim, fundamental que o cuidador cuide de si,  tenha h&aacute;bitos de vida saud&aacute;veis, partilhe os cuidados e tenha acompanhamento especializado e qualificado de servi&ccedil;os sociais  e de sa&uacute;de (Acton, 2002; Martins et al., 2007).</p>     <p>Por outro lado, o papel de cuidador pode ter um impacto positivo na satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal e autoefic&aacute;cia do cuidador  (Ekwall, Sivberg, &amp; Hallberg, 2007). A manuten&ccedil;&atilde;o da dignidade da pessoa idosa, a consci&ecirc;ncia de que se d&aacute; o  melhor, o sentido de realiza&ccedil;&atilde;o, o desenvolvimento de conhecimentos e compet&ecirc;ncias e o facto de se encarar a  presta&ccedil;&atilde;o de cuidados como sendo uma oportunidade de crescimento pessoal s&atilde;o alguns dos benef&iacute;cios indicados pelos  cuidadores (Sousa, Figueiredo, &amp; Cerqueira, 2006). Destaca-se, ainda, o facto de o cuidador poder passar a valorizar aspetos simples da vida,  resolver conflitos passados, aceitar melhor o seu pr&oacute;prio envelhecimento e aprender com o idoso (Hogstel, Curry, &amp; Walker, 2005).</p>     <p>Como a maioria dos centen&aacute;rios s&atilde;o vi&uacute;vos, os seus cuidadores tendem a ser os seus descendentes que t&ecirc;m eles  pr&oacute;prios uma idade avan&ccedil;ada (Brand&atilde;o, Ribeiro, Oliveira, &amp; Pa&uacute;l, 2017; Freeman, Kurosawa, Ebihara, &amp; Kohzuki,  2010; Yang, 2013). &Eacute; expect&aacute;vel que esta aumente a vulnerabilidade &agrave; sobrecarga (Moro, 2012), ainda que uma das escassas  investiga&ccedil;&otilde;es sobre cuidadores de centen&aacute;rios, desenvolvida em T&oacute;quio (Nishikawa et al., 2003), sugira que os  cuidadores de centen&aacute;rios s&atilde;o um modelo para o cuidado informal de sucesso. Nesse estudo, os autores verificaram que os cuidadores  de centen&aacute;rios tinham idades entre os 70 e os 90 anos, eram maioritariamente mulheres, que cerca de metade avaliava de forma positiva a  sua sa&uacute;de e que consideravam o seu trabalho valorizado e satisfat&oacute;rio. Contudo, este resultado foi contestado num estudo posterior  realizado por Freeman et al. (2010) que verificaram, tamb&eacute;m no Jap&atilde;o, que os cuidadores de centen&aacute;rios n&atilde;o apresentam  menor sobrecarga, menor preval&ecirc;ncia de depress&atilde;o ou melhor qualidade de vida que cuidadores de idosos mais jovens. Al&eacute;m  disso, constataram que a sobrecarga n&atilde;o se encontrava relacionada com os rendimentos do agregado familiar, com o v&iacute;nculo com o  centen&aacute;rio ou com o impacto positivo do cuidado.</p>     <p>Em contexto nacional, um estudo recente com filhos cuidadores de centen&aacute;rios, verificou que estes cuidadores apresentavam n&iacute;veis  significativos de <i>distress</i> psicol&oacute;gico e com n&iacute;veis mais elevados de ansiedade que depress&atilde;o (Brand&atilde;o et al.,  2017), o que refor&ccedil;a as exig&ecirc;ncias desta presta&ccedil;&atilde;o de cuidados em idades tardias. Contudo, assumindo-se  explorat&oacute;rio, o estudo denuncia a escassa evid&ecirc;ncia emp&iacute;rica sobre as condi&ccedil;&otilde;es destes cuidadores e sobre os  desafios inerentes ao cuidado de uma pessoa com longevidade extrema. Nesse sentido, este estudo pretende contribuir para um aumento do  conhecimento existente nesta mat&eacute;ria ao descrever um grupo de cuidadores de centen&aacute;rios, assim como os cuidados prestados, e  explorar a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as ao n&iacute;vel da qualidade de vida relacionada com a sa&uacute;de, sobrecarga e  satisfa&ccedil;&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o da dura&ccedil;&atilde;o da presta&ccedil;&atilde;o de cuidados, caracter&iacute;sticas do  cuidador (e.g., sexo, rendimentos), e caracter&iacute;sticas do centen&aacute;rio (e.g., grau de depend&ecirc;ncia e presen&ccedil;a ou  n&atilde;o de d&eacute;fice cognitivo).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Participaram no estudo 50 cuidadores informais de centen&aacute;rios com idades compreendidas entre os 34 e os 94 anos (<i>M</i>=68.75 anos;  <i>DP</i>=8.64). Os participantes s&atilde;o predominantemente do sexo feminino, casados, reformados e filhos dos centen&aacute;rios  (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n2/37n2a03t1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Quanto aos centen&aacute;rios receptores de cuidados (<a href="#t2">Tabela 2</a>), eles t&ecirc;m idades compreendidas entre os 100 e os 106  anos (<i>M</i>=101.08; <i>DP</i>=1.43), s&atilde;o maioritariamente do sexo feminino, vi&uacute;vos, com filhos, e nunca frequentaram a escola.  Quanto ao seu estado cognitivo, segundo a Escala de Deteriora&ccedil;&atilde;o Global &ndash; GDS (Leit&atilde;o &amp; Monteiro, 2007), mais de  metade (<i>n</i>=30; 60%) encontra-se num estado normal ou apresenta um decl&iacute;nio cognitivo muito leve ou leve.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n2/37n2a03t2.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Instrumentos</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>O protocolo de recolha de dados utilizado neste estudo foi desenvolvido no &acirc;mbito do projeto <i>PT100 &ndash; Estudo dos  Centen&aacute;rios do Porto</i> (Ribeiro et al., 2015) e re&uacute;ne um amplo conjunto de instrumentos. Este protocolo &eacute;  constitu&iacute;do por 3 partes: uma destinada ao centen&aacute;rio; outra para o cuidador informal; e uma terceira parte para o cuidador formal,  caso o centen&aacute;rio se encontre institucionalizado. Na exist&ecirc;ncia de d&eacute;fice cognitivo na pessoa centen&aacute;ria, apenas foram  recolhidas informa&ccedil;&otilde;es relativas ao centen&aacute;rio junto do cuidador formal e/ou informal n&atilde;o sendo aplicadas  quest&otilde;es de auto-percep&ccedil;&atilde;o. No presente artigo foram apenas analisados os dados relativos aos 150 cuidadores informais,  respondidos pelos pr&oacute;prios, e alguns dados gerais de caracteriza&ccedil;&atilde;o dos centen&aacute;rios. Na parte do protocolo destinada  aos cuidadores, optou-se pela sele&ccedil;&atilde;o de itens das escalas e n&atilde;o pela inclus&atilde;o das escalas completas, devido &agrave;  natureza explorat&oacute;ria do estudo e extens&atilde;o do protocolo. Para avalia&ccedil;&atilde;o dos cuidadores, foram utilizados:</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Question&aacute;rio de Estado de Sa&uacute;de (SF-12v2)</i>, desenvolvido pela Quality Metric Incoporated a partir do question&aacute;rio  mais extenso <i>Short Form 36 Health Survey</i> (SF-36), adaptado para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa por Ferreira (2000). O SF-12v2  &eacute; uma medida gen&eacute;rica de sa&uacute;de que avalia a qualidade de vida relacionada com a sa&uacute;de (Ware, Kosinski, Turner-Bowker,  &amp; Gandek, 2002). &Eacute; constitu&iacute;do por 12 quest&otilde;es organizadas em duas dimens&otilde;es: o Sum&aacute;rio da Componente  F&iacute;sica (SCF) e o Sum&aacute;rio da Componente Mental (SCM) (Gon&ccedil;alves-Pereira et al., 2009). Valores mais baixos correspondem a  piores estados de sa&uacute;de (Ferreira, 2000). No &acirc;mbito deste estudo, foram utilizados os 3 itens: &ldquo;Sentiu-se calmo/a e  tranquilo/a?&rdquo;; &ldquo;Sentiu-se com muita energia?&rdquo; e &ldquo;sentiu-se deprimido?, cotados numa escala de 5 pontos, de Sempre (0), a  Nunca (4) &rdquo;. Quanto &agrave; consist&ecirc;ncia interna, da escala/itens, no &acirc;mbito deste estudo, o valor do <i>alpha de Cronbach</i>  foi de 0.704, o que significa boa consist&ecirc;ncia interna segundo DeVellis (1991).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Escala de Sobrecarga do Cuidador-modificada (M-CSI)</i>, constitu&iacute;da por 13 quest&otilde;es que avaliam a sobrecarga subjetiva dos  cuidadores. A vers&atilde;o modificada apresenta tr&ecirc;s hip&oacute;teses de escolha (Sim, regulamente; Sim, &agrave;s vezes; N&atilde;o) e  &eacute; mais sens&iacute;vel do que a original, sendo que quanto mais elevada a pontua&ccedil;&atilde;o, maior o n&iacute;vel de sobrecarga  (Thornton &amp; Travis, 2003). No &acirc;mbito deste estudo, foram utilizados 4 itens desta escala: &ldquo;O meu sono &eacute;  perturbado.&rdquo;; &ldquo;Cuidar &eacute; uma sobrecarga f&iacute;sica.&rdquo;; Cuidar &eacute; limitador.&rdquo; e &ldquo;Sinto-me  completamente oprimido.&rdquo; Quanto &agrave; consist&ecirc;ncia interna nesta escala/ itens, obteve-se um <i>alpha</i> de 0.787, o que &eacute;  indicador de boa consist&ecirc;ncia interna segundo DeVellis (1991).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Escala de Aspetos Positivos do Cuidar (PAC)</i>, avalia a satisfa&ccedil;&atilde;o com a presta&ccedil;&atilde;o de cuidados (Tarlow et  al., 2004). A vers&atilde;o traduzida e validada para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa por Gon&ccedil;alves-Pereira et al. (2009) tem 11  itens, com resposta numa escala de tipo <i>Likert</i> de Discordo Muito (1) a Concordo Muito (5). Quanto mais elevada a pontua&ccedil;&atilde;o,  maior a satisfa&ccedil;&atilde;o com a presta&ccedil;&atilde;o de cuidados. No &acirc;mbito deste estudo, foram utilizados 4 itens da escala:  &ldquo;Tem dado mais sentido &agrave; minha vida.&rdquo;; &ldquo;Tem-me permitido apreciar mais a vida.&rdquo;; &ldquo;Tem-me permitido  desenvolver uma atitude mais positiva perante a vida.&rdquo; e &ldquo;Tem fortalecido as minhas rela&ccedil;&otilde;es com outras pessoas.&rdquo;  Quanto &agrave; consist&ecirc;ncia interna desta escala/itens, calculada no &acirc;mbito deste estudo, obteve-se um <i>alpha</i> de 0.879, o que  corresponde a uma muito boa consist&ecirc;ncia interna segundo DeVellis (1991).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Para caracteriza&ccedil;&atilde;o dos centen&aacute;rios, recorreu-se &agrave; <i>Escala de Deteriora&ccedil;&atilde;o Global (GDS)</i>, que  avalia a dem&ecirc;ncia degenerativa prim&aacute;ria (Reisberg, Ferris, Leon, &amp; Crook, 1982), vers&atilde;o portuguesa de Leit&atilde;o e  Monteiro, 2007. Trata-se de uma escala que classifica os indiv&iacute;duos num de 7 est&aacute;gios: (1) estado normal; (2) estado de  decl&iacute;nio cognitivo muito leve; (3) decl&iacute;nio cognitivo leve; (4) decl&iacute;nio cognitivo moderado; (5) decl&iacute;nio cognitivo  moderadamente grave; (6) decl&iacute;nio cognitivo grave e (7) decl&iacute;nio muito grave. Esta escala foi originalmente validada atrav&eacute;s  da correla&ccedil;&atilde;o das suas pontua&ccedil;&otilde;es com avalia&ccedil;&otilde;es psicom&eacute;tricas e cl&iacute;nicas do estado  mental, de atividades da vida di&aacute;ria e exames de neuroimagem de pacientes com dem&ecirc;ncia degenerativa prim&aacute;ria (Kluger &amp;  Ferris, 1991). Ap&oacute;s a realiza&ccedil;&atilde;o da entrevista, os investigadores tamb&eacute;m caracterizaram o centen&aacute;rio em  rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua mobilidade numa de tr&ecirc;s possibilidades: &ldquo;Preso &agrave; cama ou &agrave; cadeira&rdquo;;  &ldquo;Pode sair da cama/cadeira, mas n&atilde;o sai&rdquo; e &ldquo;Consegue sair da cama e/ou cadeira&rdquo;.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimentos</i></p>     <p>Este estudo integra-se no <i>PT 100 BI Estudo dos Centen&aacute;rios da Beira Interior</i>, que &eacute; um projeto sat&eacute;lite do  primeiro estudo sistem&aacute;tico sobre centen&aacute;rios em Portugal &ndash; o <i>PT 100 &ndash; Estudo dos Centen&aacute;rios do Porto</i>.  Estes dois estudos, de natureza principalmente descritiva, seguem o mesmo desenho metodol&oacute;gico, o que implicou a articula&ccedil;&atilde;o  permanente e treino conjunto de equipas. Trata-se de um estudo que come&ccedil;ou pela identifica&ccedil;&atilde;o das pessoas centen&aacute;rias  atrav&eacute;s da consulta dos censos de 2011, o qual indicou a exist&ecirc;ncia de 100 centen&aacute;rios na Beira Interior (Cova da Beira,  Serra da Estrela, Beira Interior Norte e Sul). A seguir, procedeu-se &agrave; localiza&ccedil;&atilde;o e identifica&ccedil;&atilde;o dos  centen&aacute;rios atrav&eacute;s de contactos realizados pessoalmente, por escrito, por telefone e por correio eletr&oacute;nico, direcionados  &agrave;s juntas de freguesia, centros de sa&uacute;de, lares de idosos, centros de dia e par&oacute;quias das localidades. Seguiu-se o contacto  com os centen&aacute;rios e cuidadores a fim de se apresentar o estudo e averiguar a disponibilidade de participa&ccedil;&atilde;o.  O crit&eacute;rio de inclus&atilde;o para este estudo em particular foi o de ser cuidador informal do centen&aacute;rio. Foi sempre assegurado o  consentimento informado. A recolha de dados/entrevista foi realizada sempre por dois investigadores, nos domic&iacute;lios dos cuidadores  informais, e decorreu entre junho de 2013 e abril de 2014. O estudo foi aprovado pela Comiss&atilde;o de &Eacute;tica do Hospital Sousa Martins  (Guarda, Portugal) e teve aprova&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o Nacional de Prote&ccedil;&atilde;o de Dados (Autoriza&ccedil;&atilde;o  n&ordm; 3678/2012), para a recolha de informa&ccedil;&atilde;o com os centen&aacute;rios e seus cuidadores.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>An&aacute;lise de dados</i></p>     <p>Os dados recolhidos foram analisados com recurso ao <i>software</i> estat&iacute;stico SPSS (Statistical Package for the Social Sciences),  vers&atilde;o 21. Inicialmente foi feita uma an&aacute;lise das estat&iacute;sticas descritivas b&aacute;sicas dos dados. Seguiu-se a  recodifica&ccedil;&atilde;o dos itens invertidos das escalas utilizadas e a avalia&ccedil;&atilde;o da consist&ecirc;ncia interna das mesmas,  atrav&eacute;s do c&aacute;lculo do <i>alpha de Cronbach</i>. A seguir foi testada a normalidade da amostra (teste Kolmogorov-Smirnov, <i>Ks</i>)  e constatou-se que a mesma seguia uma distribui&ccedil;&atilde;o normal (<i>p</i>&lt;0.05) relativamente &agrave;s escalas analisadas, tendo-se,  assim, optado pela utiliza&ccedil;&atilde;o da estat&iacute;stica param&eacute;trica. Para a an&aacute;lise das diferen&ccedil;as em dois grupos  utilizou-se o teste <i>t de student</i> para amostras independentes. Para an&aacute;lise de diferen&ccedil;as entre mais de dois grupos foi  utilizado o teste <i>ANOVA</i>. Dada a assimetria entre o n&uacute;mero de homens e mulheres foi efetuado o teste de Levene para a igualdade de  vari&acirc;ncias, que levou &agrave; n&atilde;o rejei&ccedil;&atilde;o da igualdade de vari&acirc;ncias, pelo que os valores reportados para o  teste <i>t</i> est&atilde;o de acordo com a verifica&ccedil;&atilde;o deste pressuposto. Na ANOVA, sempre que se rejeitou a hip&oacute;tese nula  de igualdade de m&eacute;dias fez-se compara&ccedil;&otilde;es m&uacute;ltiplas segundo o m&eacute;todo de Bonferroni. A an&aacute;lise da  correla&ccedil;&atilde;o entre vari&aacute;veis foi calculada atrav&eacute;s do <i>coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson</i>. Para  todos os resultados foi adoptado o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de &lt;0.05.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os participantes deste estudo s&atilde;o cuidadores, em m&eacute;dia, h&aacute; 10 anos (<i>DP</i>=10.13), variando entre 1 e 28 anos,  dedicando uma m&eacute;dia de 14,75 horas (<i>DP</i>=10.13) por dia &agrave; presta&ccedil;&atilde;o de cuidados ao centen&aacute;rio. Como se  pode observar na <a href="#t3">Tabela 3</a>, a maioria dos cuidadores (<i>n</i>=35; 70%) considera que est&aacute; sempre envolvido nesta tarefa,  34 (68%) recebem algum tipo de ajuda e o recurso a servi&ccedil;os t&eacute;cnicos de apoio &eacute; reduzido. A an&aacute;lise da  rela&ccedil;&atilde;o entre a dura&ccedil;&atilde;o da presta&ccedil;&atilde;o de cuidados e a qualidade de vida relacionada com a sa&uacute;de,  sobrecarga subjetiva e satisfa&ccedil;&atilde;o na presta&ccedil;&atilde;o de cuidados dos cuidadores n&atilde;o indica a exist&ecirc;ncia de  correla&ccedil;&otilde;es estatisticamente significativas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n2/37n2a03t3.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Relativamente &agrave; an&aacute;lise de diferen&ccedil;as entre homens e mulheres cuidadores quanto &agrave; sua qualidade de vida  relacionada com a sa&uacute;de, sobrecarga e aspetos positivos do cuidar, os resultados revelam algumas diferen&ccedil;as  (<a href="#t4">Tabela 4</a>). A m&eacute;dia da sobrecarga relacionada com a presta&ccedil;&atilde;o de cuidados &eacute; diferente  [(<i>t</i>(41)=2,848; <i>p</i>=0.007], sendo significativamente superior (<i>p</i>=0.0035) nas mulheres (<i>M</i>=4.44; <i>DP</i>=2.38)  comparativamente &agrave; apresentada pelos homens (<i>M</i>=2; <i>DP</i>=1.87). Contudo, as mulheres cuidadoras apresentam uma melhor  perce&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida relacionada com a sa&uacute;de (<i>M</i>=4.91; <i>DP</i>=2.49) do que os homens cuidadores  (<i>M</i>=1.5; <i>DP</i>=1.35), sendo esta diferen&ccedil;a tamb&eacute;m estatisticamente significativa [<i>t</i>(43)=4.142; <i>p</i>&lt;.001].  N&atilde;o se observam diferen&ccedil;as estatisticamente significativas no que concerne &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o obtida com a  presta&ccedil;&atilde;o de cuidados [<i>t</i>(36)=-0.713; <i>p</i>=0.48].</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t4"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n2/37n2a03t4.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em termos m&eacute;dios n&atilde;o &eacute; evidente que o n&iacute;vel da sobrecarga do cuidador (CSI) difira em fun&ccedil;&atilde;o da  perce&ccedil;&atilde;o do grau de sufici&ecirc;ncia dos rendimentos mensais do centen&aacute;rio [<i>F</i>(2.40)=3.266; <i>p</i>=0.049].  Ali&aacute;s, as compara&ccedil;&otilde;es m&uacute;ltiplas pelo m&eacute;todo de Bonferroni permitem constatar que n&atilde;o h&aacute;  diferen&ccedil;as significativas (<i>p</i>&gt;0.05). J&aacute; a compara&ccedil;&atilde;o das m&eacute;dias da sobrecarga entre cuidadores de  centen&aacute;rios com diferente grau de depend&ecirc;ncia revela diferen&ccedil;as estatisticamente significativas [<i>F</i>(2.40)=4.733;  <i>p</i>=0.014]. As compara&ccedil;&otilde;es m&uacute;ltiplas levam a concluir que a diferen&ccedil;a &eacute; apenas significativa entre os  cuidadores dos centen&aacute;rios mais dependentes <i>vs.</i> menos dependentes (<i>p</i>=0.011), com os primeiros a apresentar uma maior  sobrecarga. N&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas na qualidade de vida relacionada com a sa&uacute;de ou  na gratifica&ccedil;&atilde;o com a presta&ccedil;&atilde;o de cuidados, de acordo com o grau de depend&ecirc;ncia dos centen&aacute;rios. A  an&aacute;lise das diferen&ccedil;as das m&eacute;dias ao n&iacute;vel da sobrecarga, perce&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de geral e aspetos  positivos resultantes da presta&ccedil;&atilde;o de cuidados a centen&aacute;rios com e sem d&eacute;fice cognitivo, n&atilde;o revelou  igualmente diferen&ccedil;as estatisticamente significativas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>Este estudo indica que o perfil dos cuidadores informais apresenta uma m&eacute;dia de idade (cerca de 70 anos) e uma amplitude (entre os 34 e  os 94 anos) acima da observada noutros estudos com cuidadores de pessoas idosas, os quais tendem a apresentar uma m&eacute;dia de idades situada  entre os 45 e os 60 anos (Figueiredo, 2007; Sousa et al., 2006). Quando comparado o intervalo de idade dos cuidadores deste estudo com o do  estudo de cuidadores de centen&aacute;rios Japoneses (Niskikawa et al., 2003), constata-se, contudo, que a m&eacute;dia de idade &eacute; mais  baixa 9 anos e que o intervalo de idade &eacute; mais amplo (naquele estudo foi entre os 70 e os 90 anos). Esta diferen&ccedil;a entre cuidadores  de centen&aacute;rios dos dois pa&iacute;ses poder&aacute; remeter-nos para quest&otilde;es culturais e familiares. No estudo Japon&ecirc;s os  cuidadores eram todos idosos (com idade igual ou superior a 65 anos), enquanto no estudo Portugu&ecirc;s encontramos cuidadores em idade adulta,  o que poder&aacute; estar relacionado com v&iacute;nculos, configura&ccedil;&otilde;es familiares e situa&ccedil;&atilde;o profissional e  econ&oacute;mica dos cuidadores. Quanto ao sexo dos cuidadores, tal como noutros estudos como por exemplo o desenvolvido por Cano et al. (2011),  predomina o feminino (76%), reiterando um processo de tipifica&ccedil;&atilde;o de sexo que atribui a responsabilidade dos cuidados a dependentes  &agrave; mulher. Apesar das mudan&ccedil;as no papel atribu&iacute;do &agrave; mulher, que atualmente passou a exercer mais fun&ccedil;&otilde;es  relevantes na vida profissional e social, e que est&atilde;o a contribuir para o facto de os homens serem mais participativos relativamente aos  cuidados dos mais velhos (Sequeira, 2010), a responsabilidade dos cuidados de pessoas idosas dependentes continua a ser maioritariamente  atribu&iacute;da a mulheres. Em termos num&eacute;ricos, o crescente aumento de cuidadores homens poder&aacute; estar relacionado, tamb&eacute;m,  com o aumento do desemprego e do n&uacute;mero de div&oacute;rcios, uma vez que a presta&ccedil;&atilde;o de cuidados pode deixar de ser  atribu&iacute;vel a um elemento feminino e pode representar uma diminui&ccedil;&atilde;o de gastos ou, inclusivamente, uma fonte de  rendimentos.</p>     <p>A an&aacute;lise comparativa dos cuidadores informais do sexo feminino e masculino deste estudo revela a presen&ccedil;a de um diferencial  n&atilde;o consistente em homens e mulheres. Por um lado, as mulheres cuidadoras apresentam n&iacute;veis de sobrecarga mais elevados, o que  corrobora estudos como o de Scazufca, Menezes e Almeida (2002) que sustentam que as mulheres, devido ao m&uacute;ltiplos papeis familiares,  profissionais e sociais que assumem apresentam frequentemente, uma &ldquo;dupla&rdquo; e &ldquo;tripla&rdquo; carga. Por outro lado, as mulheres  cuidadoras deste estudo, ao contr&aacute;rio do esperado, apresentam uma melhor perce&ccedil;&atilde;o da sua qualidade de vida relacionada com a  sa&uacute;de, o que contradiz outros resultados, que indicam que a redu&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida &eacute; uma das  consequ&ecirc;ncias principais da presta&ccedil;&atilde;o de cuidados informais (Kenny, Hall, Zapart, &amp; Davis, 2010). Salienta-se, contudo,  que estes dados devem ser analisados com precau&ccedil;&atilde;o, pois as diferen&ccedil;as constatadas podem ser sido influenciadas pela escolha  dos itens dos instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o considerados. Al&eacute;m disso, estes resultados t&ecirc;m de ser interpretados no  contexto de um pa&iacute;s do sul da Europa, onde existe uma forte tradi&ccedil;&atilde;o familiar de cuidar pelos membros idosos dependentes e  um forte sentimento de obriga&ccedil;&atilde;o filial (e.g., Brand&atilde;o et al., 2017; Cachada, 2015), o que pode explicar o facto de alguns  estudos verificarem que os cuidadores, apesar de apresentarem n&iacute;veis de sobrecarga intensa, sentem-se satisfeitos com a vida e percecionam  a sua sa&uacute;de de forma positiva.</p>     <p>Ainda que os estudos dispon&iacute;veis que permitam a compara&ccedil;&atilde;o acerca dos cuidadores informais desta popula&ccedil;&atilde;o  sejam escassos, os resultados aqui apresentados corroboram a ideia de que os cuidadores dos centen&aacute;rios tendem a ser seus descendentes  (e.g., Martin, Hagberg, &amp; Poon, 1997). Quanto ao tempo dispensado para os cuidados informais, a m&eacute;dia indicada (de 15 horas  di&aacute;rias) ultrapassa a m&eacute;dia de cerca de 4 horas por dia referida por outros estudos como o desenvolvido por Carvalho (2009) para a  realidade Portuguesa. Esta diferen&ccedil;a poder&aacute; estar relacionada com a idade mais avan&ccedil;ada dos cuidadores dos  centen&aacute;rios e a lentifica&ccedil;&atilde;o inerente ao processo de envelhecimento que exige mais tempo para a realiza&ccedil;&atilde;o das  tarefas de cuidados. O facto de se registar no grupo de cuidadores de centen&aacute;rios uma percentagem mais elevada de reformados do que nos  outros cuidadores, tamb&eacute;m poder&aacute; contribuir para que despendam mais tempo com os cuidados prestados.</p>     <p>O papel de cuidador, assumindo um car&aacute;ter ininterrupto, sem tempo dedicado a um descanso efetivo como se observa em grande parte dos  participantes deste estudo, tende a associar-se a situa&ccedil;&otilde;es desgastantes e de sobrecarga. N&atilde;o obstante, neste estudo  n&atilde;o se encontrou rela&ccedil;&atilde;o entre a dura&ccedil;&atilde;o dos cuidados e a sobrecarga do cuidador informal, o que foi  igualmente constatado em trabalhos como o desenvolvido por Lee e Sung (1998). Este resultado, por um lado, poder&aacute; sugerir que o cuidador  ter&aacute; desenvolvido estrat&eacute;gias de <i>coping</i> para se adaptar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o, ou poder&aacute;, tamb&eacute;m,  estar potencialmente relacionado com o facto da maioria dos participantes se encontrar reformado e estar isento das exig&ecirc;ncias inerentes  &agrave; concilia&ccedil;&atilde;o do papel de cuidador e de um papel profissional. Poder&aacute;, adicionalmente, associar-se a possibilidade de  serem cuidadores de pessoas consideradas &ldquo;especiais&rdquo; por terem uma longevidade excecional.</p>     <p>Ao contr&aacute;rio do esperado, neste estudo verificou-se que o grau de d&eacute;fice cognitivo n&atilde;o parece ser explicativo de maior  sobrecarga. Este resultado n&atilde;o apoia a investiga&ccedil;&atilde;o que indica que o d&eacute;fice cognitivo &eacute; um dos fatores que  representa mais exig&ecirc;ncias para os cuidadores informais (e.g., Brodaty, Thomson, Thomson, &amp; Fine, 2005). Por&eacute;m, no que se refere  &agrave; funcionalidade, o facto de o centen&aacute;rio n&atilde;o ter mobilidade para se deslocar concorre para uma maior sobrecarga do  cuidador. &Eacute; precisamente nos cuidadores de centen&aacute;rios com falta de capacidade para se deslocarem de modo independente que se  observa uma maior sobrecarga, comparativamente aos cuidadores de centen&aacute;rios mais independentes. A utiliza&ccedil;&atilde;o de ajudas  t&eacute;cnicas e o recurso a servi&ccedil;os especializados de apoio &eacute; diminuta ou inexistente, apesar de ser um elemento potencialmente  redutor do impacto na sobrecarga do cuidador. Trata-se de um valor abaixo do constatado na Europa, de 30.2% (Lamura et al., 2006, 2008), que  j&aacute; era considerado baixo, mostrando que mecanismos, estrat&eacute;gias e equipamentos formais/espec&iacute;ficos potencialmente promotores  da autonomia e qualidade de vida da d&iacute;ade centen&aacute;rio-cuidador, n&atilde;o s&atilde;o, geralmente, ativados. O facto de se constatar  que, por um lado, &eacute; nos cuidadores de centen&aacute;rios com falta de capacidade para se deslocarem de modo independente que se observa  uma maior sobrecarga, e que, por outro lado, a utiliza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os e ajudas t&eacute;cnicas &eacute; diminuta, indicia  que o recurso e otimiza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os e apoio t&eacute;cnico poder&aacute; melhorar a qualidade de vida dos cuidadores e  dos cuidados prestados.</p>     <p>A reduzida utiliza&ccedil;&atilde;o de equipamentos e servi&ccedil;os de apoio ao cuidador pode estar relacionada com os encargos financeiros  que, habitualmente, est&atilde;o associados &agrave; sua utiliza&ccedil;&atilde;o. A dimens&atilde;o econ&oacute;mica influencia a  presta&ccedil;&atilde;o de cuidados (Whitlatch, Schur, Noelker, Ejaz, &amp; Looman, 2001). O facto de a fam&iacute;lia cuidar de um dependente no  domic&iacute;lio implica uma responsabilidade acrescida comparativamente &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es, uma vez que o Estado assume  responsabilidades reduzidas, sendo um parceiro pontual na presta&ccedil;&atilde;o de cuidados informais (Karsch, 2007). Os resultados deste  estudo n&atilde;o deixam, contudo, clara a relev&acirc;ncia da perce&ccedil;&atilde;o do grau de sufici&ecirc;ncia dos rendimentos na sobrecarga  dos cuidadores de centen&aacute;rios, n&atilde;o corroborando assim a influ&ecirc;ncia dos aspetos s&oacute;cio econ&oacute;micos no stress do  cuidador (Doval &amp; Berkman, 2001).</p>     <p>A n&atilde;o utiliza&ccedil;&atilde;o de ajudas e servi&ccedil;os t&eacute;cnicos formais pode, tamb&eacute;m, ser uma op&ccedil;&atilde;o do  cuidador informal que pode desvalorizar ou ter uma perspetiva negativa sobre ajudas t&eacute;cnicas/formais devido ao facto de considerar que  &eacute; sua &ldquo;obriga&ccedil;&atilde;o&rdquo; cuidar sem apoios ainda que coloque em risco o seu bem-estar e sa&uacute;de (Barbosa et al.,  2012; Figueiredo, 2007). Ou seja, a &ldquo;resist&ecirc;ncia&rdquo; &agrave; concilia&ccedil;&atilde;o dos cuidados prestados informalmente com  equipamentos e apoios t&eacute;cnicos pode dever-se &agrave; cren&ccedil;a dos cuidadores, maioritariamente filhos, da reciprocidade, afeto e  obriga&ccedil;&atilde;o de retribui&ccedil;&atilde;o de cuidados aos progenitores (Jani-LeBris, 1994). Esta complexidade de fatores relacionados  com a dificuldade inerente &agrave; &ldquo;aceita&ccedil;&atilde;o&rdquo; e coordena&ccedil;&atilde;o do papel de cuidador com o dos  t&eacute;cnicos remete-nos para a necessidade de uma abordagem psicossocial na coordena&ccedil;&atilde;o do cuidador com as potenciais ajudas que  possam garantir o bem-estar dos cuidadores e a qualidade dos cuidados. Para que os cuidadores idosos consigam, efetivamente, integrar na  presta&ccedil;&atilde;o de cuidados o apoio de especialistas e equipamentos &eacute; necess&aacute;ria uma abordagem centrada no cuidador, numa  base idiossincr&aacute;tica, em que o pr&oacute;prio cuidador reconstrua o seu papel e fun&ccedil;&atilde;o de cuidador. Nesse contexto, a  interven&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicos e utiliza&ccedil;&atilde;o de equipamentos afigurar-se-&atilde;o como estrat&eacute;gias de  regula&ccedil;&atilde;o da perda capazes de proteger a sua sa&uacute;de, bem como a qualidade dos cuidados prestados. A maior e melhor  utiliza&ccedil;&atilde;o de equipamentos e apoios qualificados &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o basilar para uma presta&ccedil;&atilde;o de  cuidados informais com mais qualidade, especialmente quando se trata de cuidadores idosos. A casa &eacute; o contexto preferencial indicado pelos  idosos para envelhecer (Costa-Font, Elvira, &amp; Mascarilla-Mir&oacute;, 2009) e o atraso da institucionaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; um  objetivo central nos cuidados &agrave; depend&ecirc;ncia, sendo premente promover, apoiar e garantir a integridade dos cuidadores informais.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A escassez de investiga&ccedil;&atilde;o sobre cuidadores de muito idosos, neste caso preciso de centen&aacute;rios, tanto a n&iacute;vel  internacional como nacional, limitou a compara&ccedil;&atilde;o e discuss&atilde;o dos resultados deste estudo que assume, por isso, um  car&aacute;cter eminentemente explorat&oacute;rio e um contributo inovador para a compreens&atilde;o da din&acirc;mica da presta&ccedil;&atilde;o  de cuidados a um grupo de popula&ccedil;&atilde;o crescente. Espera-se, nesse sentido, que os resultados obtidos possam indicar pistas para a  identifica&ccedil;&atilde;o de dimens&otilde;es a investigar que possam contribuir para melhorar os cuidados em contextos informais a pessoas  idosas. De salientar que este estudo destaca a necessidade de se delinearem respostas adaptadas aos contextos e especificidades de  presta&ccedil;&atilde;o de cuidados, nomeadamente a relev&acirc;ncia de um trabalho centrado na pessoa que facilite a articula&ccedil;&atilde;o  com o sistema de sa&uacute;de, apoio social e equipamentos, e que capacite o cuidador a selecionar e integrar equipamentos e servi&ccedil;os  ajustados a um familiar em idade muito avan&ccedil;ada. Como limita&ccedil;&atilde;o do estudo destaca-se o facto de n&atilde;o se terem aplicado  as escalas completas na avalia&ccedil;&atilde;o dos cuidadores, ao ter-se optado pela sele&ccedil;&atilde;o de itens devido &agrave;  extens&atilde;o do protocolo global a aplicar no &acirc;mbito deste estudo. Seria importante, em futuras investiga&ccedil;&otilde;es, a  integra&ccedil;&atilde;o de medidas mais consistentes, nomeadamente de avalia&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de dos cuidadores e de  descri&ccedil;&atilde;o das estrat&eacute;gias de <i>coping</i> usadas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Acton, G. J. (2002). Health-promoting self-care in family caregivers. <i>Western Journal of Nursing Research, 24</i>, 73-86. doi:  10.1177/01939450222045716&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046141&pid=S0870-8231201900020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Aires, M., Mocellin, D., Fengler, F. L., Rosset, I., Santos, N. O., Machado, D. O., . . . Paskulin, M. L. G. (2017). Association between filial  responsibility when caring for parents and the caregivers overload. <i>Revista Brasileira de Enfermagem, 70</i>, 767-774.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046142&pid=S0870-8231201900020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Barbosa, A. L., Oliveira, A. L., &amp; Figueiredo, D. (2012). Rede informal de apoio &agrave; pessoa idosa dependente:  Motiva&ccedil;&otilde;es e fatores de stress em cuidadores prim&aacute;rios e secund&aacute;rios. <i>Revista Kair&oacute;s: Gerontologia,  15</i>, 11-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046144&pid=S0870-8231201900020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Barbosa, A., Figueiredo, D., Sousa, L., &amp; Demain, S. (2011). Coping with the caregiving role: Differences between primary and secondary  caregivers of dependent elderly people. <i>Aging and Mental Health, 15</i>, 490-499. doi: 10.1080/13607863.2010.543660&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046146&pid=S0870-8231201900020000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Boerner, K., Jopp, D. S., Park, M. S., &amp; Rott, C. (2016). Whom do centenarians rely on for support? Findings from the second Heidelberg  centenarian study. <i>Journal of Aging &amp; Social Policy, 28</i>, 165-186. doi: 10.1080/08959420.2016.1160708&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046147&pid=S0870-8231201900020000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Brand&atilde;o, D., Ribeiro, O., Oliveira, M., &amp; Pa&uacute;l, C. (2017). Caring for a centenarian parent: An exploratory study on role  strains and psychological distress. <i>Scandinavian Journal of Caring Sciences</i>. doi: 10.1111/scs.12423&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046148&pid=S0870-8231201900020000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Brodaty, H., Thomson, C., Thompson, C., &amp; Fine, M. (2005). Why caregivers of people with dementia and memory loss don&rsquo;t use  services. <i>International Journal of Geriatric Psychiatry, 20</i>, 537-546. doi: 10.1002/gps.1322</p>     <!-- ref --><p>Cachada, C. (2015). <i>Cuidadores informais de idosos: Avalia&ccedil;&atilde;o dos antecedentes e consequentes do cuidar</i>.  Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Gerontologia Social, Instituto Polit&eacute;cnico de Viana do Castelo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046150&pid=S0870-8231201900020000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Caldas, C. P. (2003). Envelhecimento com depend&ecirc;ncia: Responsabilidades e demandas da fam&iacute;lia. <i>Cadernos de Sa&uacute;de  P&uacute;blica, 19</i>, 773-781.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046152&pid=S0870-8231201900020000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cano, V. P., Musitu, Y., &amp; Ruiz, D. M. (2011). <i>Familiares cuidadores de mayores: Una ardua y silenciosa labor. Realidad y perspetivas  de futuro</i>. Madrid: Dykinson.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046154&pid=S0870-8231201900020000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Carretero, S., Garces, J., Rodenas, F., &amp; Sanjose, V. (2009). The informal caregiver&rsquo;s burden of dependent people: Theory and  empirical review. <i>Archives of gerontology and geriatrics, 49</i>, 74-79. doi: 10.1016/j.archger.2008.05.004</p>     <!-- ref --><p>Carvalho, M. I. L. (2009). Os cuidados familiares prestados &agrave;s pessoas idosos em situa&ccedil;&atilde;o de depend&ecirc;ncia:  Caracter&iacute;sticas do apoio informal familiar em Portugal. <i>Revista Kair&oacute;s: Gerontologia, 12</i>, 77-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046157&pid=S0870-8231201900020000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Costa-Font, J., Elvira, D., &amp; Mascarilla-Mir&oacute;, O. (2009). Ageing in place? Exploring elderly people&rsquo;s housing preferences  in Spain. <i>Urban Studies, 46</i>, 295-316.</p>     <!-- ref --><p>DeVellis, R. F. (1991). <i>Scale development: Theory and applications</i>. Newbury Park, CA: Sage Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046160&pid=S0870-8231201900020000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Doval, M. M., &amp; Berkman, B. J. (2001). <i>The encyclopedia of elder care: The comprehensive resource on geriatric and social care</i>.  New York: Springer Publishing Company.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046162&pid=S0870-8231201900020000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Ekwall, A., Sivberg, B., &amp; Hallberg, I. (2007). Older caregivers&rsquo; coping strategies and sense of coherence in relation to quality  of life. <i>Journal of Advanced Division of Nursing, 57</i>, 584-596. doi: 10.1111/j.1365-2648.2006.03994.x</p>     <p>Ferreira, P. (2000). Cria&ccedil;&atilde;o da vers&atilde;o portuguesa do SF-36 &ndash; Parte I &ndash; Adapta&ccedil;&atilde;o cultural e  lingu&iacute;stica. <i>Acta M&eacute;dica Portuguesa, 13</i>, 55-66.</p>     <!-- ref --><p>Figueiredo, D. (2007). <i>Cuidados familiares ao idoso dependente</i>. Lisboa: Climepsi Editores.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046166&pid=S0870-8231201900020000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Freeman, S., Kurosawa, H., Ebihara, S., &amp; Kohzuki, M. (2010). Caregiving burden for the oldest old: A population based study of  centenarian caregivers in Northern Japan. <i>Archives of Gerontology and Geriatrics, 50</i>, 282-291. doi: 10.1016/j.archger.2009.04.008&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046168&pid=S0870-8231201900020000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Gon&ccedil;alves-Pereira, M., Carmo, I., da Silva, J. A., Papoila, A. L., Mateos, R., &amp; Zarit, S. H. (2009). Caregiving experiences and  knowledge about dementia in Portuguese clinical outpatient settings. <i>International Psychogeriatrs, 22</i>, 270-280. doi:  10.1017/S1041610209991050</p>     <!-- ref --><p>Hogstel, M., Curry, L., &amp; Walker, C. (2005). Caring for older adults: The benefits of informal family caregiving. <i>Journal of Theory  Construction &amp; Testing, 9</i>, 55-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046170&pid=S0870-8231201900020000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Instituto Nacional de Estat&iacute;stica (INE). (2012). <i>Censos 2011 &ndash; Resultados definitivos</i>. Lisboa: Instituto Nacional de  Estat&iacute;stica.</p>     <!-- ref --><p>Jani-LeBris, H. (1994). <i>Responsabilidade familiar pelos dependentes idosos nos pa&iacute;ses das comunidades europeias</i>. Lisboa:  Conselho Econ&oacute;mico e Social.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046173&pid=S0870-8231201900020000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Karsch, U. (2007). Idosos dependentes: fam&iacute;lias e cuidadores. <i>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 19</i>, 861-866.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046175&pid=S0870-8231201900020000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kenny, P. M., Hall, J. P., Zapart, S., &amp; Davis, P. R. (2010). Informal care and home-based palliative care: The health-related quality  of life cares. <i>Journal of Pain and Symptom Management, 40</i>, 35-48. doi: 10.1016/j.jpainsymman.2009.11.322&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046177&pid=S0870-8231201900020000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Kim, Y., Boerner, K., Jopp, D., Rott, C., &amp; Cimarolli, V. (2015). Social network and care arrangements: Are today&rsquo;s centenarians  better off than previous cohorts? [Abstract]. <i>The Gerontologist, 55</i>, 91. Retrieved from <a href="https://doi.org/10.1093/geront/gnv498.06"  target="_blank">https://doi.org/10.1093/geront/gnv498.06</a></p>     <p>Kluger, A., &amp; Ferris, S. H. (1991). Scales for the assessment of Alzheimer&rsquo;s disease. <i>Psychiatric Clinics of North America,  14</i>, 309-326.</p>     <p>Lamura, G., Mnich, E., Nolan, M., Wojszel, B., Krevers, B., Mestheneos, L., Dohner, H., &amp; EUROFAMCARE Group. (2008). Family  carers&rsquo; experiences using support services in Europe: Empirical evidence from the EUROFAMCARE study. <i>The Gerontologist, 48</i>,  752-771. Retrieved from <a href="https://doi.org/10.1093/geront/48.6.752" target="_blank">https://doi.org/10.1093/geront/48.6.752</a></p>     <!-- ref --><p>Lamura, G., Wojszel, B., Mnich, F., Krevers, B., McKee, K., &amp; Mestheneos, E. (2006). Experiences and preferences of family carers in the  use of care and support services. In EUROFAMCARE consortium (Eds.), <i>Services for supporting family carers of elderly people in Europe:  Characteristics, coverage and usage. Trans-European survey report</i> (pp. 429-442). Hamburg: Hamburg University Medical Center of  Hamburg-Eppendorf.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046181&pid=S0870-8231201900020000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lee, Y. R., &amp; Sung, K. T. (1998). Cultural influences on caregiving burden: Cases of Koreans and Americans. <i>The International Journal  of Aging and Human Development, 46</i>, 125-141. doi: 10.2190/PM2C-V93R-NE8H-JWGV&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046183&pid=S0870-8231201900020000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Leit&atilde;o, O., &amp; Monteiro, I. (2007). Escala de deteriora&ccedil;&atilde;o global. Tradu&ccedil;&atilde;o e  organiza&ccedil;&atilde;o. In A. Mendon&ccedil;a &amp; M. Guerreiro (Coords.), <i>Escala e testes na dem&ecirc;ncia</i> (pp. 9-13). Lisboa:  Novartis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046184&pid=S0870-8231201900020000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mart&iacute;n, I. (2005). O cuidado informal no &acirc;mbito social. In C. Pa&uacute;l &amp; A. M. Fonseca (Eds.), <i>Envelhecer em  Portugal</i> (pp. 179-202). Lisboa: Climepsi.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046186&pid=S0870-8231201900020000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Martin, P. (2002). Individual and social resources predicting well-being and functioning in the later years: Conceptual models, research and  practice. <i>Ageing International, 27</i>, 3-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046188&pid=S0870-8231201900020000300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Martin, P., Hagberg, B., &amp; Poon, L. (1997). Predictors of loneliness in centenarians: A parallel study. <i>Journal of Cross-Cultural  Gerontology, 12</i>, 203-224.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046190&pid=S0870-8231201900020000300034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Martins, J., Albuquerque, G. L., Nascimento, E. R. P., Barra, D. C. C., Souza, W. G. A., &amp; Pacheco, W. N. S. (2007). Necessidades de  educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de dos cuidadores de pessoas idosas no domic&iacute;lio. <i>Texto &amp; Contexto &ndash; Enfermagem, 16</i>,  254-262.</p>     <!-- ref --><p>Moro, J. C. B. (2012). Adultos mayores en funciones de cuidadores ancianos. <i>Revista Cubana de Salud P&uacute;blica, 38</i>, 168-173.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046193&pid=S0870-8231201900020000300036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nishikawa, K., Harada, Y., Fujimori, J., Ebihara, Y., Arai, Y., Takayama, M., . . . Kitagawa, K. (2003). Possible model for successful care:  Burden of caregivers of centenarians. <i>Journal of the American Geriatrics Society, 51</i>, 577-578.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046195&pid=S0870-8231201900020000300037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Payne, S. (2010). White paper to improving support for family carers in palliative care: Part 2. <i>European Journal of Palliative Care,  17</i>, 286-290.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046197&pid=S0870-8231201900020000300038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Perls, T., Kunkel, L. M., &amp; Pucca, A. A. (2002). The genetics of exceptional human longevity. <i>Journal of Molecular Neuroscience,  50</i>, 233-238. doi: 10.1007/s12031-002-0039-x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046199&pid=S0870-8231201900020000300039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pinquart, M., &amp; Sorensen, S. (2003). Differences between caregivers and noncaregivers in psychological health and physical health: A  meta-analysis. <i>Psychology and Aging, 18</i>, 250-267.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046200&pid=S0870-8231201900020000300040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Poon, L. W., &amp; Cheung, S. L. (2012). Centenarian research in the past two decades. <i>Asian Journal of Gerontology and Geriatrics,  7</i>, 8-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046202&pid=S0870-8231201900020000300041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Quinn, C., Clare, L., &amp; Woods, R. T. (2010). The impact of motivations and meanings on the wellbeing of caregivers of people with  dementia: A systematic review. <i>International Psychogeriatric, 22</i>, 43-55. doi: 10.1017/S1041610209990810&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046204&pid=S0870-8231201900020000300042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Reisberg, B., Ferris, S., de Leon, M., &amp; Crook, T. (1982). Global Deterioration Scale (GDS) for assessment of primary degenerative  dementia. <i>The American Journal of Psychiatry, 139</i>, 1136-1139.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046205&pid=S0870-8231201900020000300043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ribeiro, O., Ara&uacute;jo, L., Teixeira, L., Brand&atilde;o, D., Duarte, N., &amp; Pa&uacute;l, C. (2015). Oporto centenarian study. In N.  Pachana (Eds.), <i>Encyclopedia of geropsychology</i> (p. 1-7). Singapore: Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046207&pid=S0870-8231201900020000300044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Richmond, R. L., Law, J., &amp; Kay-Lambkin, F. (2011). Physical, mental, and cognitive function in a convenience sample of centenarians in  Australia. <i>Journal of the American Geriatrics Society, 59</i>, 1080-1086. doi: 10.1111/j.1532-5415.2011.03404.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046209&pid=S0870-8231201900020000300045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Robison, J., Fortinsky, R., Kleppinger, A., Shugrue, N., &amp; Porter, M. A. (2009). A broader view of family caregiving: effects of  caregiving and caregiver conditions on depressive symptoms, health, work, and social isolation<i>. The Journals of Gerontology. Series B,  Psychological Sciences and Social Sciences, 64</i>, 788-798. doi: 10.1093/geronb/gbp015&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046210&pid=S0870-8231201900020000300046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Scazufca, M., Menezes, P. R., &amp; Almeida, O. P. (2002). Caregiver burden in an elderly population with depression in S&atilde;o Paulo,  Brazil. <i>Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology, 37</i>, 416-422. doi: 10.1007/s00127-002-0571-6&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046211&pid=S0870-8231201900020000300047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sequeira, C. (2010). <i>Cuidar de idosos com depend&ecirc;ncia f&iacute;sica e mental</i>. Lisboa: Lidel.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046212&pid=S0870-8231201900020000300048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Serra, V., Watson, J., Sinclair, D., &amp; Kneale, D. (2011). <i>Living beyond 100: A report on centenarians</i>. London: ILC-UK.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046214&pid=S0870-8231201900020000300049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sousa, L., &amp; Figueiredo, D. (2007). <i>Supporting family carers of older people in Europe: The national background report for  Portugal</i>. Hamburg: LitVerlag.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046216&pid=S0870-8231201900020000300050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Sousa, L., Figueiredo, D., &amp; Cerqueira, M. (2006). <i>Envelhecer em fam&iacute;lia: Os cuidados familiares na velhice</i> (2&ordf; ed.).  Lisboa: &Acirc;mbar.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046218&pid=S0870-8231201900020000300051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Tarlow, B. J., Wisniewski, S. R., Belle, S. H., Rubert, M., Ory, M. G., &amp; Gallagher-Thomson, D. (2004). Positive aspects of caregiving.  Contribution of the REACH project to the development of new measures for Alzheimer&rsquo;s caregiving. <i>Research on Aging, 26</i>, 429-453.  doi: 10.1177/0164027504264493</p>     <!-- ref --><p>Thornton, M., &amp; Travis, S. (2003). Analysis of the reliability of the modified caregiver strain index. <i>The Journals of Gerontology.  Series B, Psychological Sciences and Social Sciences</i>, <i>58</i>, 127-132.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046221&pid=S0870-8231201900020000300053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ware, J. E., Kosinski, M., Turner-Bowker, D. M., &amp; Gandek, B. (2002). <i>How to score version 2 of the SF-12 health survey.</i> Lincoln,  RI: Quality Metric Incorporated.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046223&pid=S0870-8231201900020000300054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Whitlatch, C., Schur, D., Noelker, L., Ejaz, F., &amp; Looman, W. (2001). The stress process of family caregiving in institutional settings.  <i>The Gerontologist, 41</i>, 462-473.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046225&pid=S0870-8231201900020000300055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Yang, P. (2013). Surviving social support: Care challenges facing Taiwanese centenarians. <i>International Journal of Social Welfare,  22</i>, 396-405. doi: 10.1111/ijsw.12004&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046227&pid=S0870-8231201900020000300056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Yin, T., Zhou, Q., &amp; Bashford, C. (2002). Burden on family members. Caring for frail elderly: A meta-analysis of interventions.  <i>Nursing Research, 51</i>, 199-208.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=046228&pid=S0870-8231201900020000300057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Rosa Marina Afonso, Universidade da Beira Interior, Convento  de Sto. Ant&oacute;nio, 6201-001 Covilh&atilde;, Portugal. E-mail:  <a href="mailto:rmafonso@ubi.pt">rmafonso@ubi.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 02/10/2017 Aceita&ccedil;&atilde;o: 31/07/2018</p>      ]]></body><back>
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