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<article-id pub-id-type="doi">10.14417/ap.1549</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Solidão e sintomatologia depressiva na velhice]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Loneliness and depression are related to the psychological well-being in old age. However, this relationship is not clear because of the complexity of these dimensions, namely the solitude. The objective of this study is to examine these two dimensions and discuss the relationship in elderly people. This study included 213 people aged 65 and 96 years old, and the average age was 75 years old (DP=6.74). Data were collected using a sociodemographic questionnaire, the Geriatric Depression Scale (GDS) (Pocinho, Farate, Dias, Lee, & Yesavage, 2009) and through direct questions to assess loneliness (Paúl, Fonseca, Ribeiro, & Teles, 2006). The sample comprised 213 people aged 65-96 years old. The findings indicate that 26.76% (57) of the individuals had depressive symptoms. Differences were statistically significant between men and women and between marital states, education levels and living conditions of the individuals. Regarding the experience of loneliness, the results indicate that 12.7% (27) of the individuals had solitude. We found statistically significant associations between loneliness and gender, marital status and living conditions. The results also revealed a statistically significant association between loneliness and depressive symptoms [&#967;2(2)=35.315; p=0.000] and in this sample 35.1% (20) of the subjects present loneliness and depressive symptoms. This study warns of the importance of perceiving the relationship between loneliness and depression, in the design of evaluations and interventions for old age, to optimize of the social network settings of the person for an improvement in their health and quality of life.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Envelhecimento]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Sintomatologia depressiva]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Solid&atilde;o e sintomatologia depressiva na velhice</b></p>     <p><b>Loneliness and depressive symptomatology in elderly people</b></p>     <p><b>Let&iacute;cia Raquel Fa&iacute;sca<sup>1</sup>, Rosa Marina Afonso<sup>1</sup>, Henrique Pereira<sup>1</sup>,  Maria Assun&ccedil;&atilde;o Vaz Patto<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Universidade da Beira Interior, Covilh&atilde;, Portugal</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A solid&atilde;o e a depress&atilde;o encontram-se relacionadas com o bem-estar psicol&oacute;gico na velhice. Contudo, esta  rela&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; clara dada a complexidade destas dimens&otilde;es, nomeadamente da solid&atilde;o. Este estudo pretende  avaliar estas duas dimens&otilde;es e discutir a sua rela&ccedil;&atilde;o em pessoas idosas, considerando aspetos sociodemogr&aacute;ficos.  Participaram no estudo 213 pessoas com idades entre os 65 e os 96 anos, sendo a m&eacute;dia de idades de 75 anos (<i>DP</i>=6.74). Foram  utilizados como instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o, um question&aacute;rio sociodemogr&aacute;fico, a Escala de Depress&atilde;o  Geri&aacute;trica (GDS) (Pocinho, Farate, Dias, Lee, &amp; Yesavage, 2009) e quest&otilde;es diretas para avaliar a solid&atilde;o (Pa&uacute;l,  Fonseca, Ribeiro, &amp; Teles, 2006). Os resultados indicam que 26.76% (57) dos indiv&iacute;duos apresentaram sintomatologia depressiva.  Verificaram-se diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre os g&eacute;neros, n&iacute;veis de escolaridade, estados civis e  condi&ccedil;&otilde;es de vida dos participantes. Relativamente &agrave; experi&ecirc;ncia de solid&atilde;o, 12.7% (27) dos indiv&iacute;duos  apresentaram solid&atilde;o. Foram, tamb&eacute;m, encontradas associa&ccedil;&otilde;es estatisticamente significativas entre a solid&atilde;o e  o g&eacute;nero, e o estado civil e as condi&ccedil;&otilde;es de vida dos participantes. Os resultados revelaram uma associa&ccedil;&atilde;o  estatisticamente significativa entre a solid&atilde;o e a sintomatologia depressiva [<i>&chi;<sup>2</i></sup>(2)=35.315; <i>p</i>&lt;0.001)],  constatando-se que 35.1% (20) dos participantes apresentam solid&atilde;o e sintomatologia depressiva. Este estudo alerta para a  import&acirc;ncia de se perceber a rela&ccedil;&atilde;o entre a solid&atilde;o e a depress&atilde;o para que, no desenho de  avalia&ccedil;&otilde;es e interven&ccedil;&otilde;es para a velhice, se otimizem as configura&ccedil;&otilde;es da rede social da pessoa idosa  para uma melhoria da sua sa&uacute;de e qualidade de vida.    <p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Envelhecimento, Sintomatologia depressiva, Solid&atilde;o, Sa&uacute;de mental.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Loneliness and depression are related to the psychological well-being in old age. However, this relationship is not clear because of the  complexity of these dimensions, namely the solitude. The objective of this study is to examine these two dimensions and discuss the relationship  in elderly people. This study included 213 people aged 65 and 96 years old, and the average age was 75 years old (<i>DP</i>=6.74). Data were  collected using a sociodemographic questionnaire, the Geriatric Depression Scale (GDS) (Pocinho, Farate, Dias, Lee, &amp; Yesavage, 2009) and  through direct questions to assess loneliness (Pa&uacute;l, Fonseca, Ribeiro, &amp; Teles, 2006). The sample comprised 213 people aged 65-96  years old. The findings indicate that 26.76% (57) of the individuals had depressive symptoms. Differences were statistically significant between  men and women and between marital states, education levels and living conditions of the individuals. Regarding the experience of loneliness, the  results indicate that 12.7% (27) of the individuals had solitude. We found statistically significant associations between loneliness and gender,  marital status and living conditions. The results also revealed a statistically significant association between loneliness and depressive  symptoms [<i>&chi;<sup>2</i></sup>(2)=35.315; <i>p</i>=0.000] and in this sample 35.1% (20) of the subjects present loneliness and depressive  symptoms. This study warns of the importance of perceiving the relationship between loneliness and depression, in the design of evaluations and  interventions for old age, to optimize of the social network settings of the person for an improvement in their health and quality of life.</p>     <p><b>Key words</b>: Aging, Depression in old age, Loneliness in old age, Mental health.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>&Agrave; semelhan&ccedil;a do que se observa na maioria dos pa&iacute;ses desenvolvidos, Portugal assiste a um aumento da  popula&ccedil;&atilde;o idosa sem precedentes que apela &agrave; necessidade do estudo do funcionamento psicol&oacute;gico e ao desenvolvimento  de interven&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas para se otimizar a sa&uacute;de e a dignidade com que se envelhece.</p>     <p>Em 2015, cerca de 20% da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa (2.1 milh&otilde;es de pessoas) tinha 65 ou mais anos, prevendo-se que em 2030, a  percentagem aumente para 26% e, em 2060, passe para 29% (MTSSS &amp; GEP, 2017). Em 1970, a esperan&ccedil;a m&eacute;dia de vida &agrave;  nascen&ccedil;a em Portugal era de 67.1 anos de idade, e, em 2016, passou a ser de 80.8 anos de idade (PORDATA, 2018). Este &iacute;mpar aumento  da longevidade remete obrigatoriamente para uma reflex&atilde;o sobre a sa&uacute;de e qualidade de vida com que se envelhece, sabendo-se que aos  65 anos de idade, em Portugal, a m&eacute;dia de anos expect&aacute;veis com sa&uacute;de &eacute; de 5.4 anos para as mulheres e de 7 anos para  os homens (EUROSAT, 2015), o que nos indica que &eacute; necess&aacute;ria investiga&ccedil;&atilde;o e interven&ccedil;&atilde;o nas patologias  e comorbilidades na velhice.</p>     <p>A depress&atilde;o &eacute; uma das doen&ccedil;as mentais mais comuns na velhice (S&ouml;zeri-Varma, 2012) e um dos problemas mais  s&eacute;rios das sociedades modernas envelhecidas (Chapman &amp; Perry, 2008), devido &agrave; sua elevada incid&ecirc;ncia e amplo impacto. Os  estudos sobre a incid&ecirc;ncia de depress&atilde;o na velhice apresentam grandes discrep&acirc;ncias, sendo estimadas preval&ecirc;ncias para  diferentes pa&iacute;ses entre 9 e 33% (Castro-Costa et al., 2007). Em rela&ccedil;&atilde;o a Portugal, uma recente investiga&ccedil;&atilde;o  estima que a preval&ecirc;ncia de depress&atilde;o na velhice em Portugal &eacute; 11.88% (Sousa et al., 2017).</p>     <p>A sintomatologia depressiva &eacute; uma importante causa de morbilidade cl&iacute;nica, mortalidade, suic&iacute;dio, baixa qualidade de vida  e aumento da utiliza&ccedil;&atilde;o de cuidados de sa&uacute;de na velhice (Chapman &amp; Perry, 2008; Stella, Gobbi, Corazza, &amp; Costa,  2002). Pode, ainda, ser um fator de risco para problemas cognitivos e para complica&ccedil;&otilde;es ao n&iacute;vel da sa&uacute;de  f&iacute;sica, independ&ecirc;ncia funcional, qualidade de vida e mortalidade (Chapman &amp; Perry, 2008; Stella et al., 2002).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Considerando o n&uacute;mero, amplitude e intensidade das perdas na velhice, seria expect&aacute;vel uma incid&ecirc;ncia ainda mais elevada  de sintomatologia depressiva (Singh &amp; Misra, 2009), o que pode ser explicado a partir de um aumento da resili&ecirc;ncia psicol&oacute;gica  com o envelhecimento (Fiske, Wetherell, &amp; Gatz, 2009), que poder&aacute; funcionar como um fator protetor da depress&atilde;o (Gottfries,  2001). Outra justifica&ccedil;&atilde;o apresentada est&aacute; relacionada com a dificuldade de avalia&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o na  velhice, uma vez que a sua apresenta&ccedil;&atilde;o &eacute;, frequentemente, at&iacute;pica, n&atilde;o preenchendo os crit&eacute;rios para  depress&atilde;o major (Dozeman et al., 2010; Singh &amp; Misra, 2009). Uma das especificidades da sintomatologia depressiva na velhice que se  destaca, &eacute; a maior frequ&ecirc;ncia de sintomas som&aacute;ticos e hipocondr&iacute;acos do que em adultos jovens ou de meia-idade (Fiske  et al., 2009; Garcia et al., 2006). Na velhice constata-se, ainda, a exist&ecirc;ncia de menos antecedentes familiares de depress&atilde;o e uma  pior ades&atilde;o e resposta ao tratamento (Garcia et al., 2006).</p>     <p>Assim, o reconhecimento e diagn&oacute;stico da sintomatologia depressiva na velhice &eacute; dificultado, fazendo com que, muitas vezes,  n&atilde;o seja avaliada e/ou tratada (Brown, Kaiser, &amp; Gellis, 2007; Fiske et al., 2009; Lin &amp; Wang, 2011). Al&eacute;m disso, a  cren&ccedil;a amplamente difundida que associa a velhice &agrave; tristeza, conduz, frequentemente, &agrave; desvaloriza&ccedil;&atilde;o dos  sentimentos de tristeza ou anedonia dos idosos, considerando que estes sintomas fazem parte do processo de envelhecimento (Stella et al.,  2002).</p>     <p>Entre os diferentes fatores associados a um maior risco de depress&atilde;o na velhice encontram-se as doen&ccedil;as cr&oacute;nicas ou  defici&ecirc;ncia, baixa capacidade funcional, decl&iacute;nio cognitivo, auto-avalia&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de como sendo pobre, viuvez,  luto recente, falta de apoio social, acontecimentos negativos recentes, g&eacute;nero feminino, idade, escolaridade, estado civil, dificuldades  econ&oacute;micas e a solid&atilde;o (e.g., Fiske et al., 2009; Heikkinen &amp; Kauppinen, 2004).</p>     <p>A solid&atilde;o tem sido destacada como sendo fator de risco para sintomas depressivos (e.g., Cacioppo et al., 2010), sendo constatadas  evidencias da rela&ccedil;&atilde;o preditiva entre a solid&atilde;o e os sintomas depressivos na velhice (Aylaz, Akt&uuml;rk, Erci,  &Ouml;zt&uuml;rk, &amp; Aslan, 2012; Bodner &amp; Bergman, 2016; Cacioppo, Hughes, Waite, Hawkley, &amp; Thisted, 2006). A solid&atilde;o  encontra-se relacionada com o contacto social desadequado, g&eacute;nero e baixo estatuto socioecon&oacute;mico, sendo ainda um preditor de  resultados negativos na sa&uacute;de, decl&iacute;nio cognitivo e aumento do risco de mortalidade (Rico-Uribe et al., 2018; Wilson et al.,  2007).</p>     <p>Na velhice, a morte e perda de contacto com pessoas significativas ao longo do tempo aumentam o risco de solid&atilde;o (Alpass &amp;  Neville, 2003). A solid&atilde;o surge, frequentemente, na aus&ecirc;ncia de satisfa&ccedil;&atilde;o nas rela&ccedil;&otilde;es sociais,  resultante de um desfasamento entre os n&iacute;veis reais e os n&iacute;veis desejados de contacto social (Azam et al., 2013; Hughes, Waite,  Hawkley, &amp; Cacciopo, 2004; O&rsquo;Luanaigh &amp; Lawlor, 2008; Singh &amp; Misra, 2009; Victor, Scambler, Bowling, &amp; Bond, 2005).  Contudo, solid&atilde;o, isolamento social e &ldquo;viver sozinho&rdquo; s&atilde;o conceitos distintos, apesar de se encontrarem  interrelacionados. Uma menor integra&ccedil;&atilde;o social e maior isolamento social devido a redes sociais mais pequenas e devido &agrave;  participa&ccedil;&atilde;o em menos atividades sociais pode aumentar a probabilidade de ter um sentimento mais forte de solid&atilde;o (Chen,  Hicks, &amp; While, 2014). O isolamento social &eacute; um estado objetivo de solid&atilde;o, na medida em que o indiv&iacute;duo mant&eacute;m  poucos contatos com os outros e tem um envolvimento muito baixo na vida em comunidade (Cattan, White, Bond, &amp; Learmouth, 2005). As pessoas  mais velhas podem tornar-se mais solit&aacute;rias ou mais isoladas devido a acontecimentos precipitantes como a reforma, a perda de pessoas  pr&oacute;ximas ou doen&ccedil;a/defici&ecirc;ncia, podendo levar a uma depend&ecirc;ncia ou dificuldade em interagir com os outros (Bekhet &amp;  Zauszniewski, 2012). Uma vez que a experi&ecirc;ncia de solid&atilde;o &eacute; mais frequente na velhice (Aylaz et al., 2012; Jylh&auml;, 2004),  &eacute; fundamental ter aten&ccedil;&atilde;o e, inclusivamente, tomar medidas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; vulnerabilidade deste grupo da  popula&ccedil;&atilde;o (Hawkley et al., 2008; Jim&eacute;rez, Gallego, Villa, &amp; Echeverri, 2013).</p>     <p>Os resultados sobre a incid&ecirc;ncia de solid&atilde;o em idosos n&atilde;o s&atilde;o consensuais. Por um lado, a literatura indica que  apenas uma minoria de pessoas idosas experiencia solid&atilde;o (Grenade &amp; Duncan, 2008). Por&eacute;m, tamb&eacute;m h&aacute;  indica&ccedil;&otilde;es de que uma propor&ccedil;&atilde;o muito maior da popula&ccedil;&atilde;o idosa pode sentir algum grau de solid&atilde;o  mais tarde (Savikko, Routasalo,Tilvis, Strandberg, &amp; Pitkala, 2005; Victor et al., 2005). Para se investigar a preval&ecirc;ncia de  solid&atilde;o, deve considerar-se a sua natureza din&acirc;mica que pode divergir de acordo com a &eacute;poca do ano e/ou dia, com  per&iacute;odos de f&eacute;rias e noite/noites (Victor et al., 2005). Estima-se que 25% da popula&ccedil;&atilde;o mundial experiencia  solid&atilde;o regularmente e que, nas pessoais idosas, varia entre 7.0% e 49% (Chalise, Kai, &amp; Saito, 2010).</p>     <p>Os fatores relacionados com a solid&atilde;o incluem o estado civil, a idade, o n&iacute;vel de escolaridade, o g&eacute;nero (Chen et al.,  2014), o facto de se viver sozinho, os recursos de sa&uacute;de, os recursos sociais e determinados acontecimentos de vida (O&rsquo;Luanaigh  &amp; Lawlor, 2008; Pa&uacute;l, Ayis, &amp; Ebrahim, 2006; Pa&uacute;l &amp; Ribeiro, 2009; Pinquart &amp; Sorensen, 2001; Savikko et al., 2005;  Victor et al., 2005). Na velhice, destaca-se a rela&ccedil;&atilde;o entre problemas de sa&uacute;de e a solid&atilde;o, o que poder&aacute;  est&aacute; relacionado com o impacto da doen&ccedil;a no aumento das defici&ecirc;ncias, falta de autonomia e redu&ccedil;&atilde;o de contactos  sociais (Aylaz et al., 2012). A identifica&ccedil;&atilde;o de fatores de risco e de elementos protetores do isolamento e/ou solid&atilde;o  &eacute; fundamental para que se possa intervir no sentido de melhorar a qualidade de vida com que se envelhece (Grenade &amp; Duncan, 2008).</p>     <p>Diversos estudos t&ecirc;m mostrado uma forte rela&ccedil;&atilde;o entre a solid&atilde;o e a depress&atilde;o na velhice, que indicam que a  sintomatologia depressiva &eacute; superior em idosos que vivem sozinhos (e.g., Aylaz et al., 2012; Cacioppo et al., 2006; Cacioppo, Hawkley,  &amp; Thisted, 2010; Heikkinen &amp; Kauppinen, 2011; Kili&ccedil;, Karadug, Ko&ccedil;ak, &amp; Korhan, 2014). Azam et al. (2013) e que destacam  a solid&atilde;o como um fator com grande impacto nos sintomas depressivos entre os idosos. Outros autores constatam que a incid&ecirc;ncia de  depress&atilde;o &eacute; de cerca de 23% e que se encontra associada &agrave; solid&atilde;o percebida (Stek et al., 2005). Heikkinen e  Kauppinen (2004) identificaram a solid&atilde;o na origem de sintomas depressivos em idosos e Cacioppo et al. (2006) constataram a  exist&ecirc;ncia de uma associa&ccedil;&atilde;o entre n&iacute;veis mais elevados de solid&atilde;o e sintomas depressivos. Este estudo revelou,  ainda, influ&ecirc;ncias rec&iacute;procas entre a solid&atilde;o e a sintomatologia depressiva, que reduzem o bem-estar nos idosos. Este  resultado, segundo Crewdson (2016), &eacute; fundamental para se desativar o ciclo solid&atilde;o-depress&atilde;o, o que reduziria, al&eacute;m  da depress&atilde;o e da solid&atilde;o, outras comorbilidades que lhes est&atilde;o associadas. Contudo, alguns autores (e.g., Theeke, 2009)  defendem que, apesar da exist&ecirc;ncia destas associa&ccedil;&otilde;es, o sentimento de solid&atilde;o e a depress&atilde;o s&atilde;o  constructos e dimens&otilde;es independentes, alegando que podem ter cursos diferentes e que a rela&ccedil;&atilde;o entre estas dimens&otilde;es  n&atilde;o &eacute; clara na literatura. De facto, a solid&atilde;o encontra-se mais circunscrita &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o negativa das  suas rela&ccedil;&otilde;es e ao facto da pessoa se sentir sozinha, enquanto a sintomatologia depressiva &eacute; um estado mais geral que se  reporta a diferentes, amplas e complexas dimens&otilde;es al&eacute;m das rela&ccedil;&otilde;es sociais. A solid&atilde;o contribui para o  desenvolvimento da depress&atilde;o major, contudo, a rela&ccedil;&atilde;o &eacute; complexa e interv&ecirc;m outros fatores e dimens&otilde;es  importantes (van Winkel et al., 2017).</p>     <p>Este estudo pretende avaliar a sintomatologia depressiva e a experi&ecirc;ncia de solid&atilde;o, considerando aspetos  sociodemogr&aacute;ficos, analisar a rela&ccedil;&atilde;o entre solid&atilde;o e sintomatologia depressiva e explorar fatores associados numa  amostra portuguesa de pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, residentes na cidade da Covilh&atilde;.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes</i></p>     <p>Participaram neste estudo 213 pessoas idosas residentes na cidade da Covilh&atilde;, com idades compreendidas entre os 65 e os 96 anos, sendo  a m&eacute;dia de idades de 75 anos (<i>DP</i>=6.74) (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n2/37n2a07t1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Instrumentos</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Escala de Depress&atilde;o Geri&aacute;trica (GDS)</i>. Trata-se de uma escala de avalia&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o  especificamente constru&iacute;da pessoas idosas por Yesavage e colaboradores (1983) e adaptada para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa por  Pocinho et al. (2009). Esta vers&atilde;o da GDS &eacute; constitu&iacute;da por 27 itens, de formato de resposta dicot&oacute;mica, do tipo  SIM/N&Atilde;O. Alguns exemplos de itens s&atilde;o &ldquo;Est&aacute; satisfeito com a sua vida atual&rdquo; e &ldquo;Sente-se muitas vezes  desanimado e abatido&rdquo;. &Eacute; atribu&iacute;da a cota&ccedil;&atilde;o de 0 ou 1 &agrave;s respostas dadas, sendo a cota&ccedil;&atilde;o  de alguns itens invertida. A pontua&ccedil;&atilde;o varia entre 0 e 27 e quanto mais elevada for a pontua&ccedil;&atilde;o, maior &eacute; a  sintomatologia, sendo o ponto de corte estabelecido para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa de 11. Trata-se de um instrumento de  <i>screening</i> com excelentes propriedades psicom&eacute;tricas, de f&aacute;cil administra&ccedil;&atilde;o e bastante &uacute;til na  dete&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o (Pocinho et al., 2009).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Escala de Solid&atilde;o</i>. Para a avalia&ccedil;&atilde;o da solid&atilde;o adotou-se a escala de solid&atilde;o utilizada no estudo de  Pa&uacute;l e Ribeiro (2009) que consiste na aplica&ccedil;&atilde;o de quest&otilde;es de autoavalia&ccedil;&atilde;o da solid&atilde;o:  &ldquo;Costuma sentir-se s&oacute;?&rdquo;, com op&ccedil;&otilde;es de resposta (sempre, muitas vezes, algumas vezes e nunca); e &ldquo;Costuma  sentir-se s&oacute;?&rdquo;, com op&ccedil;&otilde;es de resposta (nunca, manh&atilde;, tarde, noite, fim-de-semana, f&eacute;rias, sempre e  outras ocasi&otilde;es). &Eacute; ainda solicitada &agrave; pessoa a identifica&ccedil;&atilde;o de eventuais altera&ccedil;&otilde;es dos  n&iacute;veis de solid&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, atrav&eacute;s da escolha de uma das op&ccedil;&otilde;es: &ldquo;mais  s&oacute; do que h&aacute; um ano&rdquo;; &ldquo;menos s&oacute; do que h&aacute; um ano&rdquo;, &ldquo;nem mais nem menos s&oacute; do que  h&aacute; um ano&rdquo;. &Agrave; semelhan&ccedil;a do estudo de Pa&uacute;l e Ribeiro (2009) considerou-se que se sentiriam sozinhos os  participantes que responderam &agrave; primeira quest&atilde;o &ldquo;sinto-me sempre sozinho&rdquo; e &ldquo;muitas vezes sinto-me  sozinho&rdquo;. Este m&eacute;todo permite discriminar os participantes com sentimentos mais fortes de solid&atilde;o daqueles que nunca se  sentem sozinhos ou que tiveram este sentimento ocasionalmente (Pa&uacute;l &amp; Ribeiro, 2009).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimento</i></p>     <p>Este estudo insere-se na investiga&ccedil;&atilde;o &ldquo;<i>Bem-Estar em pessoas com mais de 65 anos residentes na cidade da  Covilh&atilde;&rdquo;</i>, realizado na Universidade da Beira Interior (UBI). Trata-se de um estudo transversal, descritivo e correlacional.</p>     <p>A partir da base de dados do SNS de utentes do Centro de Sa&uacute;de da Covilh&atilde; com idade igual ou superior a 65 anos residentes na  Covilh&atilde;, foram aleatoriamente selecionados os participantes. Para o c&aacute;lculo da amostra fez-se uma estratifica&ccedil;&atilde;o por  g&eacute;nero e por dois grupos et&aacute;rios (65-74 e 75 anos ou mais).</p>     <p>Foi solicitado o consentimento informado para a recolha e tratamento de dados a todos os participantes. A aplica&ccedil;&atilde;o dos  protocolos decorreu no domic&iacute;lio, em institui&ccedil;&otilde;es onde as pessoas residiam ou em locais pr&oacute;ximos das  resid&ecirc;ncias dos participantes. Os investigadores que recolheram os dados eram alunos do Mestrado em Psicologia Cl&iacute;nica e da  Sa&uacute;de ou do Mestrado em Geron -tologia e foram supervisionados por professores respons&aacute;veis pelo projeto. Todos os investigadores  tiveram forma&ccedil;&atilde;o e treino pr&eacute;vio para a uniformiza&ccedil;&atilde;o do processo de recolha de dados.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Tratamento dos dados</i></p>     <p>Para o tratamento e an&aacute;lise de dados utilizou-se a vers&atilde;o 19.0 do software SPSS (<i>Statistical Package for Social  Sciences</i>). Ap&oacute;s a constru&ccedil;&atilde;o da base de dados, foram calculadas as estat&iacute;sticas descritivas, a fim de  caracterizar a amostra do estudo, e a consist&ecirc;ncia interna dos instrumentos foi avaliada atrav&eacute;s do alfa de Cronbach. Para testar a  normalidade e homogeneidade da amostra, realizou-se o teste de Kolmogorv-Smirnov (K-S) em rela&ccedil;&atilde;o aos resultados da GDS. Dada a  normalidade da amostra, utilizou-se o teste <i>t</i>-Student e a an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA) para avaliar as quest&otilde;es  relacionadas com a sintomatologia depressiva. As associa&ccedil;&otilde;es entre a solid&atilde;o, a idade, g&eacute;nero, estado civil,  escolaridade, as condi&ccedil;&otilde;es de vida (e.g., viver sozinho ou n&atilde;o) e a depress&atilde;o foram testadas usando o teste  Qui-quadrado para vari&aacute;veis categ&oacute;ricas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>Os resultados obtidos neste estudo indicam que a m&eacute;dia de sintomatologia depressiva foi de 8.04 (<i>DP</i>=6.51). Dos participantes,  73.24% (156) n&atilde;o relatam sintomatologia depressiva e 26.76% (57) apresentam valores que sugerem sintomatologia depressiva. Relativamente  ao g&eacute;nero, os resultados indicam que existem diferen&ccedil;as estatisticamente significativas [<i>t</i>(211.9)=3.551; <i>p</i>&lt;0.000],  sendo que as mulheres apresentam uma m&eacute;dia superior (<i>M</i>=9.31; <i>DP</i>=7.14) &agrave; dos homens (<i>M</i>=6.16; <i>DP</i>=4.93).  Os dados revelam, tamb&eacute;m, diferen&ccedil;as estatisticamente significativas em fun&ccedil;&atilde;o da escolaridade  [<i>t</i>(208.85)=4.491; <i>p</i>&lt;0.000], sendo os idosos analfabetos ou que frequentaram apenas o ensino prim&aacute;rio os que apresentam  pontua&ccedil;&otilde;es m&eacute;dias mais elevadas de sintomatologia depressiva (<i>M</i>=9.68; <i>DP</i>=7.03). Quanto aos diferentes estados  civis, os resultados evidenciam diferen&ccedil;as estatisticamente significativas [<i>F</i>=10.044; <i>p</i>&lt;0.000] (cf. <a href="#t2">Tabela  2</a>) que indicam que os idosos vi&uacute;vos apresentam uma sintomatologia depressiva mais elevada (<i>M</i>=11.05; <i>DP</i>=7.25), seguidos  dos que se encontram noutra situa&ccedil;&atilde;o (e.g., divorciados, solteiros) (<i>M</i>=8.00; <i>DP</i>=7.26). J&aacute; os idosos casados ou  em uni&atilde;o de facto apresentam os resultados m&eacute;dios mais baixos. Relativamente &agrave; coabita&ccedil;&atilde;o, os idosos que moram  com o c&ocirc;njuge s&atilde;o os que apresentam uma m&eacute;dia mais baixa de sintomatologia depressiva e os que residem noutra  situa&ccedil;&atilde;o (e.g., viver com os filhos, institucionalizados) s&atilde;o os que atingem pontua&ccedil;&otilde;es mais elevadas  (<i>M</i>=10.31; <i>DP</i>=6.71), sendo estas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas [<i>F</i>=7.014; <i>p</i>=0.001].</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n2/37n2a07t2.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Quanto &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o da solid&atilde;o, verificou-se que a maior parte das pessoas idosas nunca se sente s&oacute;  (<i>n</i>=137; 64.3%) enquanto 23% (49) dos indiv&iacute;duos revela sentir-se s&oacute; algumas vezes, 5.2% (11) indiv&iacute;duos manifesta  sentimentos de solid&atilde;o sempre e 7.5% (16) referem sentir-se s&oacute; muitas vezes. Uma vez que se considera que &ldquo;sentir-se  sozinho&rdquo; engloba quem refere sentir-se s&oacute; sempre ou muitas vezes (Pa&uacute;l &amp; Ribeiro, 2009), os resultados indicam que 12.7%  (<i>n</i>=27) dos participantes apresentam valores indicativos de solid&atilde;o, sendo que a solid&atilde;o &eacute; mais frequente &agrave;  noite (<i>n</i>=14; 51.9%) e 44.4% (<i>n</i>=12) da amostra referiu sentir-se mais sozinho no presente do que h&aacute; um ano. Comparativamente,  h&aacute; mais mulheres a sentirem solid&atilde;o (17.3%) do que homens (5.8%). Os resultados indicam uma associa&ccedil;&atilde;o significativa  entre o g&eacute;nero e a solid&atilde;o [<i>&chi;<sup>2</i></sup>(1)=6.136; <i>p</i>=0.013]. N&atilde;o foi encontrada uma  associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre a idade e a solid&atilde;o [<i>&chi;<sup>2</i></sup>(1)=1.002; <i>p</i>=0.317] nem  entre solid&atilde;o e n&iacute;vel educacional [<i>&chi;<sup>2</i></sup>(1)=2.147; <i>p</i>=0.143]. Relativamente ao estado civil, os  resultados, indicam a exist&ecirc;ncia de uma associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa com a solid&atilde;o  [<i>&chi;<sup>2</i></sup>(2)=6.017; <i>p</i>=0.049*] sendo que, a solid&atilde;o &eacute; mais frequente nos indiv&iacute;duos vi&uacute;vos  (19.67%) e naqueles que se encontram noutras situa&ccedil;&otilde;es (e.g., divorciados, solteiros) (21.05%), do que nos participantes casados ou  a viver em uni&atilde;o de facto (8.4%). Os resultados tamb&eacute;m evidenciam uma maior experi&ecirc;ncia de solid&atilde;o nos idosos que  vivem sozinhos (25%) e naqueles que vivem noutras situa&ccedil;&otilde;es de resid&ecirc;ncia (e.g., a viver com o filho, institucionalizados)  (12.82%) do que nos indiv&iacute;duos que vivem com o c&ocirc;njuge (7.38%), existindo uma associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente  significativa entre a solid&atilde;o e o modo como as pessoas idosas vivem [<i>&chi;<sup>2</i></sup>(2)=10.230; <i>p</i>=0.006]  (<a href="#t3">Tabela 3</a>).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n2/37n2a07t3.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A an&aacute;lise da rela&ccedil;&atilde;o entre a solid&atilde;o e a sintomatologia depressiva indica a exist&ecirc;ncia de uma  associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa [<i>&chi;</i><sup><i>2</i></sup>(1)=35.315; <i>p</i>&lt;0.000)] que indica que a  experi&ecirc;ncia de solid&atilde;o pode estar relacionada com a sintomatologia depressiva. Os dados indicam que a maior parte dos  indiv&iacute;duos que experienciam sentimentos de solid&atilde;o apresentam sintomatologia depressiva (<i>n</i>=20; 35.1%)  (<a href="#t4">Tabela 4</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t4"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n2/37n2a07t4.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>Os resultados indicam que cerca de 26,85% dos participantes deste estudo apresentam sintomatologia depressiva, o que &eacute; um valor  pr&oacute;ximo do constatado em diferentes estudos (e.g., Castro-Costa et al., 2007; Gottfries, 2001; Torija, Mayor, Salazar, Buis&aacute;n,  &amp; Fern&aacute;ndez, 2007). Por&eacute;m, trata-se de um valor muito superior ao estimado para a popula&ccedil;&atilde;o idosa portuguesa por  Sousa et al. (2017). Este resultado alerta para a necessidade de se avaliar de forma mais aprofundada, prevenir e intervir sobre a sintomatologia  depressiva na velhice na zona espec&iacute;fica a que este estudo se reporta. Por outro lado, estes dados refletem que, ainda assim, a grande  maioria da amostra, apesar das frequentes e importantes perdas associadas ao envelhecimento, n&atilde;o apresenta sintomatologia depressiva, o  que poder&aacute; estar relacionado com os mecanismos de <i>coping</i> e de adapta&ccedil;&atilde;o que as pessoas na velhice conseguem ativar  para contrariar as frequentes situa&ccedil;&otilde;es adversas que podem conduzir &agrave; depress&atilde;o (Chew-Graham et al., 2012; Singh  &amp; Misra, 2009; Yang &amp; George, 2005).</p>     <p>Quanto ao g&eacute;nero, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros estudos (e.g., Cacioppo et al., 2006; Lin &amp; Wang, 2011; Lopes, Fernandes,  Dantas, &amp; Medeiros, 2015), os resultados indicam mais sintomatologia depressiva nas mulheres do que nos homens. Por exemplo, no estudo de  Oliveira e colaboradores (2012) houve uma maior predomin&acirc;ncia de depress&atilde;o entre as mulheres, o que pode estar relacionada com o  facto das mulheres mais velhas manifestarem uma maior tend&ecirc;ncia para internalizar acontecimentos stressantes (Walter-Ginzburg, Shmotkin,  Blumstein, &amp; Shorek, 2005). A maior preval&ecirc;ncia de sintomatologia depressiva nas melhores pode, tamb&eacute;m, estar relacionada com o  processo de tipifica&ccedil;&atilde;o de g&eacute;nero que permite que &agrave;s mulheres seja mais permitido assumir e expressar sintomas  depressivos do que aos homens (Taylor &amp; Irizarry-Robles, 2015; Wilhelm, Roy, Mitchell, Brownhill, &amp; Parker, 2002).</p>     <p>Os resultados deste estudo indicam que os participantes com um n&iacute;vel mais elevado de educa&ccedil;&atilde;o apresentam valores  m&eacute;dios mais baixos de sintomatologia depressiva, o que corrobora, tamb&eacute;m, resultados de outros estudos (e.g., Aylaz et al., 2012;  Hybels, Landerman, &amp; Blazer, 2011) que apresentam a educa&ccedil;&atilde;o e literacia como sendo um fator protetor na velhice. O facto de se  ter mais informa&ccedil;&atilde;o sobre este tipo de sintomatologia depressiva e, ainda, do n&iacute;vel de educa&ccedil;&atilde;o estar  associado a melhores condi&ccedil;&otilde;es econ&oacute;micas, permitir&aacute; o envolvimento em mais atividades socioculturais e ter mais  ocupa&ccedil;&otilde;es, o acesso a mais apoio na sa&uacute;de e, consequentemente, mais sa&uacute;de e bem-estar (Aylaz et al., 2012).</p>     <p>No que concerne ao estado civil, os resultados deste estudo corroboram investiga&ccedil;&otilde;es anteriores (e.g., Aylaz et al., 2012; Stek  et al., 2005; Taylor &amp; Irizarry-Robles, 2015) que indicam que ter um c&ocirc;njuge &eacute; um fator protetor contra a depress&atilde;o  enquanto a viuvez &eacute; um fator de risco (e.g., Goel, Muzammel, kumar, Singh, &amp; Raghav, 2014; Kili&ccedil; et al., 2014; Lin &amp; Wang,  2011; Russell &amp; Taylor, 2009). O facto de se ter um companheiro pode aumentar o sentimento de seguran&ccedil;a por n&atilde;o estar sozinho,  o que poder&aacute; constituir um fator explicativo de uma menor sintomatologia depressiva (&Ccedil;inar &amp; Kartal, 2008) e que remete para a  import&acirc;ncia das rela&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas na velhice.</p>     <p>Quanto &agrave; solid&atilde;o na velhice, 12.7% dos participantes sente solid&atilde;o, o que se encontra em sintonia com outros estudos  (e.g., Lin, Liu, &amp; Zan, 2009; Pinquart &amp; Sorensen, 2001; Victor, Scambler, Bond, &amp; Bowling, 2000) e que alerta para a  import&acirc;ncia da mesma no poss&iacute;vel sofrimento psicol&oacute;gico na velhice. A percentagem observada &eacute;, contudo, mais reduzida  do que a constatada no estudo de Pa&uacute;l e Ribeiro (2009), tamb&eacute;m com popula&ccedil;&atilde;o portuguesa, o que poder&aacute; estar  relacionada com o facto de todos os participantes deste estudo residirem na mesma cidade, uma pequena cidade que pode propiciar a  frequ&ecirc;ncia e qualidade dos contactos com a vizinhan&ccedil;a (e.g., em caf&eacute;s, associa&ccedil;&otilde;es), prevenindo, o isolamento  social e, por conseguinte, a experi&ecirc;ncia de solid&atilde;o, comparativamente a grandes cidades ou locais mais isolados.</p>     <p>Os resultados indicam, tamb&eacute;m, que as pessoas idosas com idade igual ou superior a 75 anos apresentam mais solid&atilde;o do que o  grupo de indiv&iacute;duos mais novos o que corrobora estudos que evidenciam que a experi&ecirc;ncia subjetiva de solid&atilde;o &eacute; mais  sentida entre os idosos mais velhos (Jylh&auml;, 2004; Pa&uacute;l et al., 2006; Savikko et al., 2005; Singh &amp; Misra, 2009). Contudo, neste  estudo, os efeitos da idade sobre a presen&ccedil;a de solid&atilde;o n&atilde;o se revelaram significativos, tal como se constatou no estudo de  Pa&uacute;l e Ribeiro (2009). Ou seja, estes dados n&atilde;o corroboram algumas investiga&ccedil;&otilde;es que associam solid&atilde;o e idade  (e.g., Wu et al., 2010) e que sugerem uma associa&ccedil;&atilde;o em forma de &ldquo;U&rdquo; entre a idade e a solid&atilde;o (Pinquart &amp;  Sorensen, 2001). De facto, a rela&ccedil;&atilde;o entre a solid&atilde;o e a idade ainda n&atilde;o &eacute; clara (O&rsquo;Luanaigh &amp;  Lawlor, 2008; Victor et al., 2005), pois pode n&atilde;o ser a idade em si, mas o aumento de incapacidades e a diminui&ccedil;&atilde;o da  integra&ccedil;&atilde;o social, o principal fator que determina se a solid&atilde;o se associa &agrave; idade (Jylh&auml;, 2004; Singh &amp;  Misra, 2009). Entre os indiv&iacute;duos que se sentem sozinhos, a maioria dos participantes deste estudo (51.9%) experiencia mais frequentemente  solid&atilde;o durante a noite, &agrave; semelhan&ccedil;a do estudo de Pa&uacute;l e Ribeiro (2009), e que poder&aacute; estar relacionado com o  menor contacto e est&iacute;mulo social que poder&aacute; reduzir sentimentos de seguran&ccedil;a, por se estar sozinho.</p>     <p>Relativamente ao g&eacute;nero, neste estudo, as mulheres apresentam maiores n&iacute;veis de solid&atilde;o que os homens, o que corrobora,  tamb&eacute;m, outros estudos (e.g., Aartsen &amp; Jylh&auml;, 2011; Chen et al., 2014; Dahlberg et al., 2015; Jylh&auml;, 2004; Maciel &amp;  Guerra, 2010; Pa&uacute;l et al., 2006) e que se pode estar relacionado com mais casos de viuvez entre as mulheres. Nesta linha, O&rsquo;Luanaigh  e Lawlor (2008) salientam que o efeito do g&eacute;nero na solid&atilde;o &eacute; confundido por outros fatores como a idade avan&ccedil;ada,  maior probabilidade de ficar vi&uacute;vo e depress&atilde;o, que &eacute; mais comum nas mulheres. Por outro lado, e &agrave; semelhan&ccedil;a  do que referimos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; express&atilde;o de sintomas depressivos, a manifesta&ccedil;&atilde;o de sentimentos de  solid&atilde;o poder&aacute; ser mais facilmente assumida e manifestada nas mulheres que nos homens devido ao processo de  socializa&ccedil;&atilde;o e tipifica&ccedil;&atilde;o de g&eacute;nero (Pinquart &amp; Sorensen, 2001). Portanto, tamb&eacute;m aqui, pode  n&atilde;o ser o sexo em si mesmo um preditor de solid&atilde;o na idade avan&ccedil;ada, mas os fatores, nomeadamente os que est&atilde;o  relacionados com o contexto social, que lhe est&atilde;o associados (Dahlberg et al., 2015).</p>     <p>Apesar alguns estudos indicarem que o n&iacute;vel de instru&ccedil;&atilde;o mais elevado poder estar associado a mais recursos para se  enfrentar a solid&atilde;o (Hawkley et al., 2008; Pinquart &amp; Sorensen, 2001; Theeke, 2009) os resultados deste estudo n&atilde;o indicam  diferen&ccedil;as na solid&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de escolaridade dos participantes.</p>     <p>&Agrave; semelhan&ccedil;a de outras investiga&ccedil;&otilde;es (e.g., Aartsen &amp; Jylh&auml;, 2011; Dahlberg, Andersson, Mckee, &amp;  Lennartsson, 2015; Hawkley et al., 2008; Maciel &amp; Guerra, 2010; Pa&uacute;l &amp; Ribeiro, 2009; Theeke, 2009; Victor &amp; Bowling, 2012; Wu  et al., 2010), os resultados deste estudo evidenciam uma forte rela&ccedil;&atilde;o entre o estado civil e a solid&atilde;o, sendo os idosos  vi&uacute;vos e os que se encontram noutras situa&ccedil;&otilde;es (e.g., divorciados/solteiros), os que apresentam mais sentimentos de  solid&atilde;o. Estes resultados corroboram, assim, que a aus&ecirc;ncia de uma figura de confian&ccedil;a que pode ocorrer em  situa&ccedil;&otilde;es de div&oacute;rcio ou falecimento, portanto, &eacute; um fator de risco e que, por outro lado, o casamento &eacute; um  fator protetor contra a solid&atilde;o (O&rsquo;Luanaigh &amp; Lawlor, 2008).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Quanto &agrave; an&aacute;lise da rela&ccedil;&atilde;o entre depress&atilde;o e solid&atilde;o na velhice, este estudo vem apoiar os  resultados de v&aacute;rias investiga&ccedil;&otilde;es que associam estas dimens&otilde;es (e.g., Aylaz et al., 2012; Heikkinen &amp; Kauppinen,  2011; Luo, Hawkley, Waite, &amp; Cacioppo, 2012; O&rsquo;Luanaigh &amp; Lawlor, 2008; Pa&uacute;l et al., 2006; Stek et al., 2005). Por exemplo,  tanto Heikkinen e Kauppinen (2004) como Cacioppo, Hawkley e Thisted (2010), constatam, em estudos longitudinais, que a solid&atilde;o &eacute; um  preditor a longo-prazo de sintomas depressivos. A rela&ccedil;&atilde;o entre solid&atilde;o e sintomatologia depressiva na velhice poder&aacute;  estar relacionada com o surgimento de problemas f&iacute;sicos, psicol&oacute;gicos e sociais, condicionados pelo surgimento de determinados  acontecimentos que podem conduzir a pessoa idosa a afastar-se das suas redes sociais e, consequentemente, sofrer de isolamento e solid&atilde;o  (Singh &amp; Misra, 2009). A perda, isolamento afetivo, abandono, rejei&ccedil;&atilde;o ou desamparo poder&aacute; assim influenciar a  ocorr&ecirc;ncia de sintomas depressivos. Holm, Lyberg, Lassenius, Severinssan e Berggren (2013) revelaram que a experi&ecirc;ncia de  depress&atilde;o vivida pelas pessoas mais velhas era parar de lutar, tornarem-se passivas e experienciarem solid&atilde;o e um sentimento de  vazio nas suas vidas. Um dos aspetos que pode dificultar a clarifica&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o entre solid&atilde;o e  depress&atilde;o poder&aacute; ser a semelhan&ccedil;a entre estas experi&ecirc;ncias/sentimentos de solid&atilde;o e depress&atilde;o que torna  dif&iacute;cil isolar os dois fen&oacute;menos (Taube, Jakobsson, Midl&ouml;v, &amp; Kristensson, 2015).</p>     <p>O principal contributo deste estudo &eacute; alertar para a necessidade de se intervir e prevenir a sintomatologia depressiva e solid&atilde;o  na velhice e para a import&acirc;ncia de se discutir e analisar a rela&ccedil;&atilde;o entre estas dimens&otilde;es. Os resultados revelam mais  sintomatologia depressiva do que de solid&atilde;o e destacam uma associa&ccedil;&atilde;o entre estas dimens&otilde;es. Estes dados sugerem que  a solid&atilde;o pode n&atilde;o ser a g&eacute;nese de toda a sintomatologia depressiva mas que &eacute; uma dimens&atilde;o importante na  mesma. Nesta linha, trabalhar sentimentos de solid&atilde;o atrav&eacute;s de configura&ccedil;&otilde;es da rede social poder&aacute; ser uma  importante via de preven&ccedil;&atilde;o da sintomatologia depressiva na velhice. Contudo, a complexidade do constructo de solid&atilde;o alerta  para a necessidade de analisar a idiossincrasia da experi&ecirc;ncia de solid&atilde;o de cada indiv&iacute;duo para se perceber a sua  rela&ccedil;&atilde;o com a poss&iacute;vel sintomatologia depressiva e, sobretudo, qual a configura&ccedil;&atilde;o que poder&aacute; ser  protetora para a pessoa neste contexto/cidade espec&iacute;fica.</p>     <p>Como limita&ccedil;&otilde;es deste estudo destacam-se algumas quest&otilde;es metodol&oacute;gicas, nomeadamente quest&otilde;es de validade  externa na avalia&ccedil;&atilde;o das dimens&otilde;es consideradas. Seria importante, em futuros e necess&aacute;rios estudos sobre a  tem&aacute;tica, avaliar a sintomatologia depressiva e solid&atilde;o com os outros instrumentos e t&eacute;cnicas de forma a existir uma maior  robustez na avalia&ccedil;&atilde;o, tais como dados cl&iacute;nicos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sintomatologia depressiva. Os resultados  deste estudo alertam para a problem&aacute;tica da solid&atilde;o e sintomatologia depressiva, altamente comprometedoras da sa&uacute;de e  bem-estar dos idosos da cidade espec&iacute;fica em que este estudo se desenvolveu. Nesta linha, constituem o in&iacute;cio de outras  investiga&ccedil;&otilde;es (e seguimento da mesma) que analisem, numa perspetiva longitudinal, a din&acirc;mica e evolu&ccedil;&atilde;o destas  dimens&otilde;es e, sobretudo, que permitam estrat&eacute;gias e recursos individuais e comunit&aacute;rios que sejam protetores da sa&uacute;de  psicol&oacute;gica com que se envelhece.</p>     <p>Em suma, este estudo pretende contribuir para uma melhor compreens&atilde;o da sintomatologia depressiva e da solid&atilde;o dos idosos e para  estimular o desenvolvimento de projetos que promovam o sentimento de apoio social e emocional para promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de  psicol&oacute;gica dos mais velhos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Aartesen, M., &amp; Jylh&auml;, M. (2011). Onset of loneliness in older adults: Results of a 28 year prospective study. <i>European Journal of  Aging, 8</i>, 31-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047143&pid=S0870-8231201900020000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alpass, F. M., &amp; Neville, S. (2003). Loneliness, health and depression in older males. <i>Aging Mental Health, 7</i>, 212-216.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047145&pid=S0870-8231201900020000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Aylaz, R., Akt&uuml;rk, U., Erci, B., &Ouml;zt&uuml;rk, H., &amp; Aslan, H. (2012). Relationship between depression and loneliness in elderly  and examination of influential factors. <i>Archives of Gerontology and Geriatrics, 55</i>, 548-554.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047147&pid=S0870-8231201900020000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Azam, W., Din, N., Ahmad, M., Ghazali, S., Ibrahim, N., Said, Z., . . . Maniam, T. (2013). Loneliness and depression among the elderly in an  agricultural settlement: Mediating effects of social support. <i>Asia-Pacific Psychiatry, 5</i>, 134-139. doi: 10.1111/appy.12061&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047149&pid=S0870-8231201900020000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bekhet, A., &amp; Zauszniewski, J. (2012). Mental health of elders in retirement communities: Is loneliness a key factor?. <i>Archives  Psychiatric Nursing, 26</i>, 214-224. doi: 10.1016/j.apnu.2011.09.007&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047150&pid=S0870-8231201900020000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Brown, E., Kaiser, R., &amp; Gellis, Z. (2007). Screening and assessment of late life depression in home healthcare: Issues and challenges.  <i>Annals of Long Term Care, 15</i>(10), 27-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047151&pid=S0870-8231201900020000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cacioppo, J., Hawkley, L., &amp; Thisted, R. (2010). Perceived social isolation makes me sad: 5-year cross-lagged analyses of loneliness and  depressive symptomatology in the Chicago health, aging, and social relations study. <i>Psychology and Aging, 25</i>, 453-463.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047153&pid=S0870-8231201900020000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cacioppo, J. T., Hughes, M. E., Waite, L. J., Hawkley, L. C., &amp; Thisted, R. A. (2006). Loneliness as a specific risk factor for depressive  symptoms: Cross-sectional and longitudinal analyses. <i>Psychology of Aging, 21</i>, 140-151.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047155&pid=S0870-8231201900020000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Castro-Costa, E., Dewey, M., Stewart, R., Banerjee, S., Huppert, F., Mendon&ccedil;a-Lima, C., . . . Prince, M. (2007). Prevalence of  depressive symptoms and syndromes in later life in ten European countries: The SHARE study. <i>The British Journal of Psychiatry, 191</i>,  393-401.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047157&pid=S0870-8231201900020000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cattan, M., White, M., Bond, J., &amp; Learmouth, A. (2005). Preventing social isolation and loneliness among older people: A systematic  review of health promotion activities. <i>Aging Society, 25</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047159&pid=S0870-8231201900020000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Chalise, H., Kai, I., &amp; Saito, T. (2010). Social support and its correlation with loneliness: A cross-cultural study of Nepalese older  adults. <i>The International Journal of Aging and Human Development, 71</i>, 115-138. doi: 10.1111/j.1753-1411.2009.00034.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047161&pid=S0870-8231201900020000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Chapman, D. P., &amp; Perry, G. S. (2008). Depression as a major component of public health for older adults. <i>Preventing chronic disease,  5</i>, 1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047162&pid=S0870-8231201900020000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Chen, Y., Hicks, A., &amp; While, A. (2014). Loneliness and social support of older people in China: A systematic literature review. <i>Health  and Social Care in the Community, 22</i>, 113-123. doi: 10.1111/hsc.12051&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047164&pid=S0870-8231201900020000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Chew-Graham, C., Kovandzic, M., Gask, L., Burroughs, H., Clarke, P., Sanderson, H., &amp; Dowrick, C. (2012). Why may older people with  depression not present to primary care? Messages from secondary analysis of qualitative data. <i>Health and Social Care in the Community, 20</i>,  56-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047165&pid=S0870-8231201900020000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>&Ccedil;inar, I. &Ouml;., &amp; Kartal, A. (2008). Signs of depression in the elderly relationship between depression and sociodemographic characteristics. <i>TAF Prev Med Bull, 7</i>, 399-404.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047167&pid=S0870-8231201900020000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Crewdson, J. A. (2016). The effect of loneliness in the elderly population: A review. <i>Healthy Aging &amp; Clinical Care in the Elderly,  8</i>, 1-8. doi: 10.4137/HACCE.S35890&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047169&pid=S0870-8231201900020000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Dahlberg, L., Andersson, L., Mckee, K., &amp; Lennartsson, C. (2015). Predictors of loneliness among older women and men in Sweden: A national  longitudinal study. <i>Aging &amp; Mental Health, 19</i>, 409-417. 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High incidence of clinically relevant depressive symptoms in vulnerable persons of 75 years or older living in the community. <i>Aging &amp;  Mental Health, 14</i>, 828-833.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047171&pid=S0870-8231201900020000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>EUROSTAT. (2015). <i>Healthy life years.</i> Retrieved from  <a href="http://ec.europa.eu/eurostat/statisticsexplained/index.php?title=File:Healthy_life_years,_2015_(years)_YB17.png"  target="_blank">http://ec.europa.eu/eurostat/statisticsexplained/index.php?title=File:Healthy_life_years,_2015_(years)_YB17.png</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047173&pid=S0870-8231201900020000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fiske, A., Wetherell, J., &amp; Gatz, M. (2009). Depression in older adults. <i>Annual Review of Clinical Psychology, 5</i>, 363-389.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047174&pid=S0870-8231201900020000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Garcia, A., Passos, A., Campo, A. T., Pinheiro, E., Barroso, F., Coutinho, G., . . . Sholl-Franco, A. (2006). 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Retrieved from  <a href="http://dx.doi.org/10.3126/nje.v4i1.10133" target="_blank">http://dx.doi.org/10.3126/nje.v4i1.10133</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047178&pid=S0870-8231201900020000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gottfries, C. G. (2001). Late life depression. <i>Europe Archives Psychiatry Clinic Neuroscience, 251</i>(2), 57-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047179&pid=S0870-8231201900020000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Grenade, L., &amp; Duncan, B. (2008). Social isolation and loneliness among older people: Issues and future. <i>Australian Health Review,  32</i>, 468-478.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047181&pid=S0870-8231201900020000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hawkley, L., Hughes, M., Waite, L., Masi, C., Thisted, R., &amp; Cacioppo, J. (2008). From social structural factors to perceptions of  relationship quality and loneliness: The Chicago health, aging, and social relations study. <i>Journal of Gerontology, 63B</i>, 375-384.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047183&pid=S0870-8231201900020000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Heikkinen, R., &amp; Kauppinen, M. (2004). Depressive symptoms in late life: A 10-year follow-up. <i>Archives of Gerontology and Geriatrics,  38</i>, 239-250.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047185&pid=S0870-8231201900020000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Heikkinen, R., &amp; Kauppinen, M. (2011). Mental well-being: A 16-year follow-up among older residents in Jyv&auml;skyl&auml;. <i>Archives of  Gerontology and Geriatrics, 52</i>, 33-39. doi: 10.1016/j.archger.2010.01.017&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047187&pid=S0870-8231201900020000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Holm, A., Lyberg, A., Lassenius, E., Severinsson, E., &amp; Berggren, I. (2013). Older persons&rsquo; lived experiences of depression and  self-management. <i>Issues in Mental Health Nursing, 34</i>, 757-764.</p>     <!-- ref --><p>Hughes, M., Waite, L., Hawkley, L., &amp; Cacciopo, J. (2004). A short scale for measuring loneliness in large surveys: Results from two  population-based studies. <i>Res Aging, 26</i>, 655-672.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047189&pid=S0870-8231201900020000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hybels, C., Landerman, L., &amp; Blazer, D. (2011). Age differences in symptom expression in patients with major depression. <i>International  Journal of Geriatric Psychiatry, 27</i>, 601-611.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047191&pid=S0870-8231201900020000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jim&eacute;rez, J., Gallego, M., Villa, E., &amp; Echeverri, A. (2013). El sentimiento de soledad en adultos. <i>Medicina UPB, 32</i>,  9-19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047193&pid=S0870-8231201900020000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jylh&auml;, M. (2004). Old age and loneliness: Cross-sectional and longitudinal analyses in the Tampere longitudinal study on aging.  <i>Canadian Journal on Aging, 23</i>, 157-168.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047195&pid=S0870-8231201900020000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Kili&ccedil;, S., Karadag, G., Ko&ccedil;ak, H., &amp; Korhan, E. (2014). Investigation of the old age perceptions with the loneliness and  depression levels of the elderly living at home. <i>Turkish Journal of Geriatrics, 17</i>, 70-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047197&pid=S0870-8231201900020000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Lin, M., Liu, Y., &amp; Zan, G. (2009). Empirical study on the urban elderly people of &lsquo;empty nest&rsquo; and their loneliness.  <i>Modern Preventive Medicine, 36</i>, 77-80.</p>     <!-- ref --><p>Lin, P.-C., &amp; Wang, H.-H. (2011). Factors associated with depressive symptoms among older adults living alone: An analysis of sex  difference. <i>Aging &amp; Mental Health, 15</i>, 1038-1044.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047200&pid=S0870-8231201900020000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lopes, J. M., Fernandes, S. G., Dantas, F. G., &amp; Medeiros, J. L. (2015). Association between depression and sociodemographic  characteristics, quality of sleep and living habits among the elderly of the north-east of Brasil: A cross-sectional population based study.  <i>Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 18</i>, 521-531.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047202&pid=S0870-8231201900020000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Luo, Y., Hawkley, L., Waite, L., &amp; Cacioppo, J. (2012). Loneliness, health, and mortality in older age: A national longitudinal study.  <i>Social Science &amp; Medicine, 74</i>, 907-914.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047204&pid=S0870-8231201900020000700037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Maciel, A., &amp; Guerra, R. (2010). Preval&ecirc;ncia e fatores associados &agrave; sintomatologia depressiva em idosos residentes no n ordeste do Brasil. <i>Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 55</i>, 26-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047206&pid=S0870-8231201900020000700038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Minist&eacute;rio do Trabalho, Solidariedade e Seguran&ccedil;a Social [MTSSS], &amp; Gabinete de Estrat&eacute;gia e Planeamento [GEP].  (2017). <i>Comiss&atilde;o Econ&oacute;mica das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Europa (UNECE), Terceiro Ciclo de revis&atilde;o e  avalia&ccedil;&atilde;o da estrat&eacute;gia de implementa&ccedil;&atilde;o regional do plano internacional de a&ccedil;&atilde;o de Madrid sobre  o envelhecimento (MIPAA)</i>. Lisboa: Gabinete de Estrat&eacute;gia e Planeamento.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047208&pid=S0870-8231201900020000700039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>O&rsquo;Luanaigh, C., &amp; Lawlor, B. (2008). Loneliness and health of older people. <i>International Journal of Geriatric Psychiatry,  23</i>, 1213-1221.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047210&pid=S0870-8231201900020000700040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Oliveira, M. F., Bezerra, V. P., Silva, A. O., Alves, M. S., Moreira, M. A., &amp; Caldas, C. P. (2012). Sintomatologia de depress&atilde;o  autoreferida por idosos que vivem em comunidade<i>. Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Colectiva, 17</i>, 2191-2198.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047212&pid=S0870-8231201900020000700041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pa&uacute;l, C., Ayis, S., &amp; Ebrahim, S. (2006). Psychological distress, loneliness, and disability in old age<i>. Psychology, Health  &amp; Medicine, 11</i>, 221-232.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047214&pid=S0870-8231201900020000700042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pa&uacute;l, C., &amp; Ribeiro, O. (2009). Predicting loneliness in old age living in the community. <i>Reviews in clinical gerontology,  19</i>, 53-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047216&pid=S0870-8231201900020000700043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pinquart, M., &amp; Sorensen, S. (2001). Influences on loneliness in older adults: A meta-analysis. <i>Basic Applied Social Psychology,  23</i>, 245-266.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047218&pid=S0870-8231201900020000700044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pocinho, M., Farate, C., Dias, C., Lee, T., &amp; Yesavage, J. (2009). Clinical and psychometric validation of the Geriatric Depression Scale  (GDS) for Portuguese Elders. <i>Clinical Gerontologist, 32</i>, 223-236.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047220&pid=S0870-8231201900020000700045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>PORDATA. (2018). <i>Esperan&ccedil;a de vida &agrave; nascen&ccedil;a: Total e por sexo (base: Tri&eacute;nio a partir de 2001)</i>. Recuperado de  <a href="https://www.pordata.pt/Portugal/Esperan%C3%A7a+de+vida+%C3%A0+nascen%C3%A7a+total+e+por+sexo+(base+tri%C3%A9nio+a+partir+de+2001)-418"  target="_blank">https://www.pordata.pt/Portugal/Esperan%C3%A7a+de+vida+%C3%A0+nascen%C3%A7a+total+e+por+sexo+(base+tri%C3%A9nio+a+partir+de+2001)-418</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047222&pid=S0870-8231201900020000700046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rico-Uribe, L. A., Caballero, F. F., Mart&iacute;n-Mar&iacute;a, N., Cabello, M., Avuso-Mateos, J. L., &amp; Miret, M. (2018). Association of  loneliness with all-cause mortality: A meta-analysis. <i>PLoS One, 13</i>, 1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047223&pid=S0870-8231201900020000700047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Russell, D., &amp; Taylor, J. (2009). Living alone and depressive symptoms: The influence of gender, physical disability, and social support  among Hispanic and non-Hispanic older adults. <i>Journals of Gerontology. Series B, Psychological Sciences and Social Sciences, 64B</i>, 95-104.  doi: 10.1093/geronb/gbn002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047225&pid=S0870-8231201900020000700048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Savikko, N., Routasalo, P., Tilvis, R., Strandberg, T., &amp; Pitkala, K. H. (2005). Predictors and subjective causes of loneliness in an aged  population. <i>Archives of Gerontology and Geriatrics, 41</i>, 223-233.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047226&pid=S0870-8231201900020000700049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Singh, A., &amp; Misra, N. (2009). Loneliness, depression and sociability in old age. <i>Industrial Psychiatry Journal, 18</i>, 51-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047228&pid=S0870-8231201900020000700050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>S&ouml;zeri-Varma, G. (2012). Depression in the elderly: Clinical features and risk factors. <i>Aging and Disease, 3</i>, 465-471.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047230&pid=S0870-8231201900020000700051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sousa, R. D., Rodrigues, A. M., Greg&oacute;rio, M. J., Branco, J. C., Gouveia, M. J., Canh&atilde;o, H., &amp; Dias, S. S. (2017). Anxiety  and depression in the Portuguese older adults: Prevalence and associated factors. <i>Frontiers in Medicine, 4,</i> 196.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047232&pid=S0870-8231201900020000700052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Stek, M., Vinkers, D., Gussekloo, J., Beekman, A., van der Mast, R., &amp; Westendorp, R. (2005). Is depression in old age fatal only when  people feel lonely?. <i>Psychiatry: Interpersonal and Biological Processes, 162</i>, 178-180.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047234&pid=S0870-8231201900020000700053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Stella, F., Gobbi, S., Corazza, D., &amp; Costa, J. (2002). Depress&atilde;o no idoso: Diagn&oacute;stico, tratamento e benef&iacute;cios da  atividade f&iacute;sica. <i>Motriz, 8</i>, 91-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047236&pid=S0870-8231201900020000700054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Taube, E., Jakobsson, U., Midl&ouml;v, P., &amp; Kristensson, J. (2015). Being in a bobble: The experience of loneliness among frail older  people. <i>Journal of Advanced Nursing, 72</i>, 631-640.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047238&pid=S0870-8231201900020000700055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Taylor, J., &amp; Irizarry-Robles, Y. (2015). Factores protectores de la depression en una muestra de adultos mayors en Puerto Rico:  Autoeficacia, escolaridad y otras variables socio-demogr&aacute;ficas. <i>Acta Combiana de Psicologia, 18</i>, 125-134.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047240&pid=S0870-8231201900020000700056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Theeke, L. (2009). Predictors of loneliness in U.S. adults over age sixty-five. <i>Archives of Psychiatric Nursing, 23</i>, 387-396.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047242&pid=S0870-8231201900020000700057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Torija, J. R. U., Mayor, J. M. F., Salazar, M. P. G., Buis&aacute;n, L. T., &amp; Fern&aacute;ndez, R. M. T. (2007). S&iacute;ntomas  depresivos en personas mayores: Prevalencia y factores asociados. <i>Gaceta Sanitaria, 21</i>, 37-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047244&pid=S0870-8231201900020000700058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>van Winkel, M., Wichers, M., Collip, D., Jacobs, N., Derom, C., Thiery, E., . . . Peeters, F. (2017). Unraveling the role of loneliness in  depression: The relationship between daily life experience and behavior. <i>Psychiatry-Interpersonal and Biological Processes, 80</i>, 104-117.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047246&pid=S0870-8231201900020000700059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Victor, C., &amp; Bowling, A. (2012). A longitudinal analyses of loneliness among older people in Great Britain. <i>The Journal of Psychology,  146</i>, 313-331.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047248&pid=S0870-8231201900020000700060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Victor, C., Grenade, L., &amp; Boldy, D. (2005). Measuring loneliness in later life: A comparison of diferente measures. <i>Reviews of  Clinical Gerontology, 15</i>, 63-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047250&pid=S0870-8231201900020000700061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Victor, C., Scambler, S., Bond, J., &amp; Bowling, A. (2000). Being alone in later life: Loneliness, social isolation and living alone.  <i>Reviews of Clinical Gerontology, 10</i>, 407-417.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047252&pid=S0870-8231201900020000700062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Victor, C., Scambler, S., Bowling, A., &amp; Bond, J., (2005). The prevalence of, and risk factors for, loneliness in later life: A survey of  older people in Great Britain. <i>Ageing and Society, 25</i>, 357-375.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047254&pid=S0870-8231201900020000700063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Walter-Ginzburg, A., Shmotkin, D., Blumstein, T., &amp; Shorek, A. (2005). A gender-based multidimensional longitudinal analysis of resilience  and mortality in the old-old in Israel: The cross-sectional and longitudinal study CALAS. <i>Society Science Medicine, 60</i>, 1705-1715.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047256&pid=S0870-8231201900020000700064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wilhelm, K., Roy, K., Mitchell, P., Brownhill, S., &amp; Parker, G. (2002). Gender diferences in depression risk and coping factors in a  clinical sample. <i>Acta Psychiatrica Scandinavica, 106</i>, 45-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=047258&pid=S0870-8231201900020000700065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wilson, R. S., Kruger, K. R., Arnold, S. E., Schneider, J. A., Kelly, J. F., Branes, L. L., . . . Bennett, D. A. (2007). 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<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Henrique Pereira, Universidade da Beira Interior, R.  Marqu&ecirc;s de &Aacute;vila e Bolama, 6201-001 Covilh&atilde;, Portugal. E-mail: <a href="mailto:hpereira@ubi.pt">hpereira@ubi.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 06/03/2018 Aceita&ccedil;&atilde;o: 24/08/2018</p>      ]]></body><back>
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