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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estudo de validação em Portugal de uma versão reduzida da Escala de Depressão Geriátrica]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The validity of the short Geriatric Depression Scale (GDS) version (5 items) was assessed in two samples of older adults aged 60 or more years. Concurrent validity, specificity, and sensitivity were obtained in a convenience sample of 66 individuals (mean of 70 years) by comparison to the Beck Depression Inventory (IDB-II). Factorial analysis was conducted in a population-based sample of 1023 participants (mean of 71 years). The 5-item version of the Geriatric Depression Scale presented adequate internal consistency values and good correlation results with the IDB-II. These results suggest its reliability and adequate sensitivity, and specificity values for screening for depressive symptoms in the elderly population. The results obtained by the Confirmatory Factor Analysis (CFA) suggest that the one-factor model does not have the desired characteristics - one of the items (item 4) may have a lower discriminative power and a better fit in the model obtained by the CFA for 4 items was observed.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Estudo de valida&ccedil;&atilde;o em Portugal de uma vers&atilde;o reduzida da Escala de Depress&atilde;o Geri&aacute;trica</b></p>     <p><b>Validation study of a reduced version of the Geriatric Depression Scale in Portugal</b></p>     <p><b>Ana Jo&atilde;o Santos<sup>1</sup>, Baltazar Nunes<sup>2</sup>, Irina Kislaya<sup>3</sup>, Ana Paula Gil<sup>4</sup>,  Oscar Ribeiro<sup>5</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Instituto de Ci&ecirc;ncias Biom&eacute;dicas Abel Salazar, Universidade do Porto, Porto, Portugal / Instituto Nacional de  Sa&uacute;de Doutor Ricardo Jorge, Lisboa, Portugal</p>     <p><sup>2</sup>Instituto Nacional de Sa&uacute;de Doutor Ricardo Jorge, Lisboa, Portugal / Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de  P&uacute;blica, Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica, Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, Portugal</p>     <p><sup>3</sup>Instituto Nacional de Sa&uacute;de Doutor Ricardo Jorge, Lisboa, Portugal</p>     <p><sup>4</sup>Centro Interdisciplinar de Ci&ecirc;ncias Sociais, Faculdade de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa,  Lisboa, Portugal</p>     <p><sup>5</sup>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Tecnologias e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de, Universidade do Porto, Porto, Portugal /  Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o e Psicologia, Universidade de Aveiro, Aveiro, Portugal / Instituto Superior de Servi&ccedil;o Social do  Porto, Porto, Portugal</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>As propriedades psicom&eacute;tricas da vers&atilde;o reduzida (5 itens) da Escala de Depress&atilde;o Geri&aacute;trica (GDS), instrumento de  avalia&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o junto de pessoas idosas, foram examinadas em duas amostras de pessoas com 60 e mais anos. A validade  concorrente, a especificidade e a sensibilidade foram obtidas contra o Invent&aacute;rio de Depress&atilde;o do Beck (IDB-II) numa amostra de 66  indiv&iacute;duos (m&eacute;dia das idades de 70 anos), enquanto a validade da estrutura fatorial foi observada numa amostra de base populacional  de 1023 indiv&iacute;duos (m&eacute;dia das idades de 71 anos). A vers&atilde;o de 5 itens da Escala de Depress&atilde;o Geri&aacute;trica  apresenta valores de consist&ecirc;ncia interna e de correla&ccedil;&atilde;o com o IDB-II que sugere a sua fiabilidade e valores de  sensibilidade e especificidade adequados ao rastreamento de sintomatologia depressiva na popula&ccedil;&atilde;o idosa. Os resultados obtidos  pela An&aacute;lise Fatorial Confirmat&oacute;ria (AFC) sugerem que o modelo unifactorial n&atilde;o apresenta as caracter&iacute;sticas  desejadas, indicando que um dos itens (item 4) poder&aacute; ter um menor poder discriminativo, pelo que se observa um melhor ajustamento no  modelo obtido pela AFC para 4 itens.    <p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Escala de Depress&atilde;o Geri&aacute;trica, Fiabilidade, Validade, Depress&atilde;o, Pessoas idosas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The validity of the short Geriatric Depression Scale (GDS) version (5 items) was assessed in two samples of older adults aged 60 or more  years. Concurrent validity, specificity, and sensitivity were obtained in a convenience sample of 66 individuals (mean of 70 years) by  comparison to the Beck Depression Inventory (IDB-II). Factorial analysis was conducted in a population-based sample of 1023 participants (mean of  71 years). The 5-item version of the Geriatric Depression Scale presented adequate internal consistency values and good correlation results with  the IDB-II. These results suggest its reliability and adequate sensitivity, and specificity values for screening for depressive symptoms in the  elderly population. The results obtained by the Confirmatory Factor Analysis (CFA) suggest that the one-factor model does not have the desired  characteristics &ndash; one of the items (item 4) may have a lower discriminative power and a better fit in the model obtained by the CFA for 4  items was observed.</p>     <p><b>Key words</b>: Geriatric Depression Scale, Reliability, Validity, Depression, Elderly.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A depress&atilde;o &eacute; a desordem psiqui&aacute;trica mais comum na popula&ccedil;&atilde;o idosa com documentado impacto ao n&iacute;vel  da qualidade de vida, constituindo um importante preditor da mortalidade (Baldwin, 2004). A par da import&acirc;ncia do diagn&oacute;stico, para  adequada interven&ccedil;&atilde;o e tratamento com reconhecidos ganhos em sa&uacute;de e qualidade de vida, reconhece-se a dificuldade na  identifica&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o (Baldwin, 2004; Roman &amp; Callen, 2008).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os instrumentos de autorrelato (e.g., escalas) t&ecirc;m vindo a ganhar import&acirc;ncia no rastreio da depress&atilde;o e dos sintomas  depressivos tamb&eacute;m pela sua f&aacute;cil administra&ccedil;&atilde;o, n&uacute;mero limitado de recursos implicados e tempo  necess&aacute;rio (Telles-Correia &amp; Barbosa, 2009). &Agrave;s reconhecidas vantagens, contrap&otilde;e-se as dificuldades de  avalia&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o em pessoas com outras comorbilidades, pelo facto de o limiar dos n&iacute;veis de depress&atilde;o  relevantes para a condi&ccedil;&atilde;o psiqui&aacute;trica poderem ser diferentes em pessoas com outras patologias (Telles-Correia &amp;  Barbosa, 2009).</p>     <p>Em grupos et&aacute;rios mais avan&ccedil;ados, acresce ainda o facto da depress&atilde;o se apresentar, muitas vezes, atrav&eacute;s de  queixas som&aacute;ticas e funcionais que podem reproduzir outras patologias m&eacute;dicas (Pocinho, Farate, Dias, Lee, &amp; Yesavage, 2009).  Al&eacute;m disso, os sinais e sintomas da depress&atilde;o manifestados pela popula&ccedil;&atilde;o idosa podem ser diferentes dos comummente  apresentados na popula&ccedil;&atilde;o adulta, aspetos que contribuem para a sua subnotifica&ccedil;&atilde;o (Baldwin, 2004; Roman &amp;  Callen, 2008).</p>     <p>O rastreio de sintomatologia depressiva na popula&ccedil;&atilde;o idosa com os instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o desenvolvidos para o  efeito poder&aacute; auxiliar a identifica&ccedil;&atilde;o e tratamento.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>A Escala de Depress&atilde;o Geri&aacute;trica</i></p>     <p>A Escala de Depress&atilde;o Geri&aacute;trica (Geriatric Depression Scale &ndash; GDS) &eacute; um instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o da  depress&atilde;o que procura superar as dificuldades de rastreio na popula&ccedil;&atilde;o idosa, com vantagens demonstradas relativamente a  outros instrumentos do mesmo tipo (Baldwin, 2004; Pocinho et al., 2009). Desenvolvida por Yesavage e colaboradores em 1982, a GDS &eacute;,  segundo os autores, o &uacute;nico instrumento que se conhece elaborado para ser utilizado especificamente com esta popula&ccedil;&atilde;o  (Yesavage et al., 1982). Procura eliminar a confus&atilde;o, geralmente presente em outros instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o da  depress&atilde;o, entre indicadores som&aacute;ticos da depress&atilde;o e manifesta&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas &ldquo;normais&rdquo; da  velhice.</p>     <p>A GDS, na sua vers&atilde;o original e alargada, apresenta-se como uma escala de autorrelato, composta por 30 itens no original, com duas  alternativas de resposta (sim ou n&atilde;o), consoante o modo como a pessoa idosa se tem sentido na semana transata.</p>     <p>Esta vers&atilde;o, j&aacute; traduzida em 30 l&iacute;nguas, apresenta excelentes propriedades psicom&eacute;tricas (a partir de 84% para a  sensibilidade e de 95% para a especificidade) (McGivney, Mulvihill, &amp; Taylor, 1994; van Marwijk et al., 1995; Yesavage, 1988). &Eacute;,  segundo Baldwin (2004), o instrumento de rastreio da depress&atilde;o na popula&ccedil;&atilde;o geri&aacute;trica mais utilizado e validado em  diferentes pa&iacute;ses. Em Portugal a vers&atilde;o aferida e validada por Pocinho e colaboradores (2009) apresentou uma sensibilidade de 100%  (IC=1-1) e uma especificidade de 83% (IC=0.5-1).</p>     <p>Dada a sua extens&atilde;o, alguns autores indicam que a aplica&ccedil;&atilde;o da GDS30 pode levar &agrave; fadiga das pessoas idosas e  interferir no decorrer do atendimento m&eacute;dico (Baldwin, 2004; Rinaldi, Mecocci, Benedetti, &amp; Ercolani, 2003). Al&eacute;m disso a  investiga&ccedil;&atilde;o desenvolvida em estudos observacionais obriga &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o instrumentos de rastreio mais curtos.  Para colmatar estas desvantagens, foram desenvolvidas vers&otilde;es mais curtas, nomeadamente de 20, 15, 5, 4 e 1 itens (Hoyl et al., 1999; Kim,  DeCoster, Huang, &amp; Bryant, 2013; Pocklington, Gilbody, Manea, &amp; McMillan, 2016; Rinaldi et al., 2003; van Marwijk et al., 1995).</p>     <p>Hoyl e colaboradores (1999) desenvolveram uma das vers&otilde;es curtas da GDS, constitu&iacute;da por cinco itens, mais tarde aferida e  validada na popula&ccedil;&atilde;o americana (Hoyl et al., 1999; Rinaldi et al., 2003). Os autores, considerando que n&atilde;o se tratando de  um diagn&oacute;stico de depress&atilde;o, sugerem que se trata de um bom indicador da presen&ccedil;a de sintomas depressivos. Para o  desenvolvimento da escala ou autores selecionaram, entre os 15 itens da GDS15, os cinco itens que mostraram maior poder discriminativo (Hoyl et  al., 1999). Para isso, numa amostra com 74 pessoas idosas procederam &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica de depress&atilde;o e  administraram a GDS15. Os cinco itens com uma correla&ccedil;&atilde;o mais elevada com o diagn&oacute;stico cl&iacute;nico de depress&atilde;o  foram selecionados para integrar a vers&atilde;o curta de cinco itens da GDS.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Esta vers&atilde;o reduzida foi posteriormente validada em tr&ecirc;s contextos distintos: pessoas idosas da comunidade (consultas externas);  pessoas idosas hospitalizadas (enfermaria de cuidados agudos) e pessoas idosas em lar residencial (Rinaldi et al., 2003). O estudo incluiu uma  amostra de 181 pessoas sem d&eacute;fice cognitivo (avaliado clinicamente), &agrave;s quais foi administrada a GDS15, a GDS5; e que foram alvo de  uma avalia&ccedil;&atilde;o neuropsicol&oacute;gica geri&aacute;trica incluindo a avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica da depress&atilde;o de  acordo com os crit&eacute;rios da 4&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Manual Diagn&oacute;stico e Estat&iacute;stico de Transtornos Mentais (DSM-IV)  (Rinaldi et al., 2003).</p>     <p>Esta vers&atilde;o mostrou boa sensibilidade (94% dos indiv&iacute;duos diagnosticadas com os crit&eacute;rios do DSM-IV apresentaram um score  indicativo da presen&ccedil;a de sintomas depressivos) e boa especificidade (81% dos indiv&iacute;duos n&atilde;o diagnosticadas com os  crit&eacute;rios do DSM-IV apresentaram um score n&atilde;o indicativo da presen&ccedil;a de sintomas depressivos) (Rinaldi et al., 2003).  Atrav&eacute;s da validade concorrente (comparando resultados da GDS5, GDS15 e diagn&oacute;stico cl&iacute;nico da depress&atilde;o), Rinaldi e  colaboradores estabeleceram o valor de corte em 1/2 como indicativo da presen&ccedil;a de sintomas depressivos. Um estudo inicial de  valida&ccedil;&atilde;o foi tamb&eacute;m conduzido em Espanha e os resultados v&atilde;o ao encontro do que j&aacute; tinha sido encontrado na  amostra americana, apresentando boa sensibilidade (81%, IC=73.1-89.1) e especificidade (73.2%, IC=66.3-80.1) (de la Iglesia et al., 2005).</p>     <p>A relev&acirc;ncia da valida&ccedil;&atilde;o da vers&atilde;o de 5 itens, e do desenvolvimento de vers&otilde;es curtas prende-se com a  utilidade de uma ferramenta para a investiga&ccedil;&atilde;o e para o contexto cl&iacute;nico. Se no &acirc;mbito da investiga&ccedil;&atilde;o  epidemiol&oacute;gica onde o n&uacute;mero de perguntas &eacute; um aspeto central para a participa&ccedil;&atilde;o dos respondentes, no  contexto da pr&aacute;tica cl&iacute;nica, escalas de rastreio validadas, mas de f&aacute;cil aplica&ccedil;&atilde;o, podem auxiliar os  profissionais que trabalham com pessoas idosas a identificar situa&ccedil;&otilde;es que requerem mais aten&ccedil;&atilde;o para o  diagn&oacute;stico cl&iacute;nico. Escalas reduzidas, mas que mantenham validade e capacidade discriminativa, cumprem estes objetivos e  dever&atilde;o ser valorizadas (Hagtvet &amp; Sipos, 2016).</p>     <p>Neste &acirc;mbito, o presente artigo apresenta os resultados de dois estudos conduzidos para avaliar as propriedades psicom&eacute;tricas da  vers&atilde;o de 5 itens da GDS para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa. A partir de uma amostra de conveni&ecirc;ncia analisou-se a  sensibilidade e especificidade contra o Invent&aacute;rio de Depress&atilde;o de Beck (IDB-II). O segundo estudo, conduzido numa amostra de base  populacional, avaliou a fiabilidade e a estrutura fatorial.</p>     <p>A escolha do IDB-II decorreu da necessidade de selecionar uma escala de autorrelato para avalia&ccedil;&atilde;o da sintomatologia depressiva,  dado n&atilde;o haver possibilidade, no &acirc;mbito do estudo, de inclus&atilde;o de uma avalia&ccedil;&atilde;o para diagn&oacute;stico  cl&iacute;nico. Esta escala, desenvolvida por Aaron Beck em 1961, &eacute; um instrumento de medida constru&iacute;do segundo a metodologia  proposta por Likert, com vinte e um itens referentes a sintomas ou grupos sintomatol&oacute;gicos medidos numa escala de quatro pontos (de 0 a 3  consoante o grau de gravidade) (Campos &amp; Gon&ccedil;alves, 2004; Canavarro, Pereira, Sim&otilde;es, Pintassilgo, &amp; Ferreira, 2008;  Oliveira-brochado &amp; Oliveira-brochado, 2008).</p>     <p>Apesar de ser preferencial a utiliza&ccedil;&atilde;o de diagn&oacute;stico cl&iacute;nico enquanto <i>gold standard</i> na  avalia&ccedil;&atilde;o da validade concorrente de doen&ccedil;as e s&iacute;ndromes, a utiliza&ccedil;&atilde;o de um instrumento que avalia o  mesmo constructo &eacute; tamb&eacute;m comum quando se deseja substituir um instrumento por outro mais simples, mais barato ou menos invasivo  (Streiner &amp; Norman, 1995). Adicionalmente, alguns estudos t&ecirc;m vindo a demonstrar a aplicabilidade do IDB-II junto da  popula&ccedil;&atilde;o idosa (Argimon, Paloski, Farina, &amp; Irigaray, 2016). A sua adequabilidade para o objetivo proposto, prende-se  tamb&eacute;m com o facto de ser uma das escalas de autorrelato que melhor reflete os crit&eacute;rios de diagn&oacute;stico do DSM-V, sendo  considerada como o <i>gold standard</i> entre as escalas de autorrelato para avalia&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o (Wang &amp; Gorenstein,  2013). Utilizada anteriormente em estudos de validade da GDS, na sua vers&atilde;o original, os resultados mostraram correla&ccedil;&otilde;es  elevadas entre o IDB e a GDS (Olin, Schneider, Eaton, Zemansky, &amp; Pollock, 1992), bem como valores de sensibilidade e de especificidade  aceit&aacute;veis (Ferraro &amp; Chelminski, 1996; Kiernan, Wilson, Suter, Naquin &amp; Meltzen, 1986; Scogin, 1987). Estes valores tendem a  decrescer em popula&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas, sugerindo que ambas as escalas funcionar&atilde;o melhor junto da popula&ccedil;&atilde;o  em geral (Olin et al., 1992).</p>     <p>Os dois estudos apresentam resultados relativos ao ponto de corte mais favor&aacute;vel da GDS5, de acordo com os valores de sensibilidade e  de especificidade, relativos &agrave; fiabilidade e &agrave; estrutura fatorial da escala.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>Desenvolveram-se dois estudos, que se apresentam em seguida. O Estudo 1 teve como objetivo avaliar a validade concorrente da GDS5 utilizando o  IDB-II como <i>gold standard</i>. Junto de uma amostra de conveni&ecirc;ncia (Amostra A) avaliou-se o ponto de corte mais favor&aacute;vel, a  sensibilidade e a especificidade. O Estudo 2, conduzido numa amostra de base populacional (Amostra B) permitiu examinar a fiabilidade e a  estrutura fatorial da GDS5.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes</i></p>     <p>A popula&ccedil;&atilde;o-alvo dos dois estudos realizados foi constitu&iacute;da por pessoas com idade igual ou superior a 60 anos residentes  em Portugal, em domic&iacute;lios particulares, h&aacute; pelo menos 12 meses. A amostra A (Estudo 1) foi constitu&iacute;da por pessoas com 60 e  mais anos e incluiu 71 participantes (<a href="#t1">Tabela 1</a>), sendo mais de metade mulheres (70% mulheres e 30% homens), com idades  compreendidas entre os 60 e os 82 anos (<i>M</i>=70.16, <i>DP</i>=6.24). Considerando apenas os indiv&iacute;duos sem valores omissos em todos os  itens das 2 escalas avaliadas obteve-se um total de 66 participantes.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n3/37n3a11t1.jpg" width="580" height="125"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A amostra B (Estudo 2) obteve-se a partir do inqu&eacute;rito via telefone a uma amostra representativa da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa  de pessoas a residir na comunidade com 60 ou mais anos. A amostra foi composta por 1123 participantes, dos quais 67% eram mulheres e 32% eram  homens, com idades compreendidas entre os 60 e os 92 anos (<i>M</i>=70.92, <i>DP</i>=7.06). Considerando apenas os participantes sem valores  omisso na GDS5, obteve-se um total de 1030 participantes.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Instrumento</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para o desenvolvimento da vers&atilde;o reduzida da GDS5 para Portugal, os autores utilizaram os itens que integraram a vers&atilde;o original  de 5 itens em l&iacute;ngua inglesa (Hoyl et al., 1999). Os cinco itens correspondentes em portugu&ecirc;s (itens 1, 4, 10, 12 e 17) &agrave;  vers&atilde;o desenvolvida em l&iacute;ngua inglesa foram selecionados a partir da vers&atilde;o portuguesa da GDS30 j&aacute; traduzida e  validada para o contexto nacional (Barreto, Leuschner, Santos, &amp; Sobral, 2008). Aos participantes foi lida a seguinte  introdu&ccedil;&atilde;o: &ldquo;Por favor responda Sim ou N&atilde;o a cada uma das seguintes frases quanto &agrave; forma como se tem sentido  de h&aacute; uma semana para c&aacute;&rdquo;: (1) Satisfeito(a) com a sua vida?; (2) Muitas vezes aborrecido(a)?; (3) A sentir-se muitas vezes  desamparado(a)?; (4) A preferir ficar em casa, em vez de sair e fazer coisas novas?; e (5) A sentir-se in&uacute;til?. O score total corresponde  &agrave; soma de cada um dos itens, sendo 1 ponto atribu&iacute;do para a resposta &ldquo;sim&rdquo; e 0 pontos para a resposta  &ldquo;n&atilde;o&rdquo;, exceto nos itens invertidos.</p>     <p>No caso do IDB-II considerou-se o valor de corte superior a 13 para a presen&ccedil;a de sintomatologia depressiva, uma vez que em estudos  de valida&ccedil;&atilde;o em Portugal, os resultados sugerem valores inferiores ou iguais a 13 para os indiv&iacute;duos sem sintomatologia  depressiva e valores superiores a 13 para indiv&iacute;duos com sintomatologia depressiva (Campos &amp; Gon&ccedil;alves, 2004;  Oliveira-brochado &amp; Oliveira-brochado, 2008).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimento</i></p>     <p>Os dois estudos foram realizados enquanto parte do projeto de investiga&ccedil;&atilde;o Envelhecimento e viol&ecirc;ncia (Gil et al., 2015),  que decorreu entre 2011 e 2014. Os participantes que aceitaram colaborar na fase piloto do projeto foram convidados a preencher um pequeno  question&aacute;rio onde se inclu&iacute;ram a GDS e o IDB-II (Estudo 1). Esta amostra, a partir da qual se desenvolveu o Estudo 1, foi recrutada  atrav&eacute;s de pontos focais de uma universidade s&eacute;nior, de um centro de dia e de uma junta de freguesia da &aacute;rea metropolitana  de Lisboa.</p>     <p>O Estudo 2 obteve-se a partir do inqu&eacute;rito via telefone a uma amostra representativa da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa de pessoas a  residir na comunidade com 60 ou mais anos (Amostra B), tendo-se administrado um question&aacute;rio em que se incluiu tamb&eacute;m a  vers&atilde;o curta de 5 itens da GDS (Gil et al., 2015). A amostra utilizada no estudo foi estratificada pelas 7 regi&otilde;es NUTS II e  regi&otilde;es aut&oacute;nomas, com aloca&ccedil;&atilde;o homog&eacute;nea das unidades de amostragem. A recolha de dados teve em conta a  exist&ecirc;ncia de telefones fixos e de telefones m&oacute;veis nos alojamentos e a utiliza&ccedil;&atilde;o de cada uma das redes (fixa e  m&oacute;vel) pela popula&ccedil;&atilde;o idosa (60% da amostra recrutada atrav&eacute;s de telefones fixos e 40% recrutada atrav&eacute;s de  telefones m&oacute;veis). O question&aacute;rio foi aplicado atrav&eacute;s de entrevistas telef&oacute;nicas assistidas por computador (CATI  &ndash; Computer Assisted Telephone Interview) a 1123 pessoas com 60 e mais anos, que forneceram o consentimento verbal ap&oacute;s terem sido  informadas sobre o estudo. De acordo com as defini&ccedil;&otilde;es normalizadas pela American Association for Public Opinion Research (American  Association For Public Opinion Research, 2011) a taxa de resposta ao inqu&eacute;rito telef&oacute;nico foi de 74.03% e de recusa 25.97%.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Estudo 1</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Validade concorrente</i></p>     <p>O estudo sobre a validade de crit&eacute;rio, conduzido na Amostra A (<i>N</i>=66), foi obtido atrav&eacute;s do IDB-II. O poder  discriminativo foi avaliado a partir da &aacute;rea sob a curva ROC (AUC &ndash; Area Under the Curve). Considerou-se valores aceit&aacute;veis  quando se obteve curvas ROC com valores superiores a .70 (Aguiar, 2007; Hosmer, Lemeshow &amp; Sturdivant, 2013). A sensibilidade e a  especificidade foram calculadas considerando o n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95%, utilizando o IDB-II como crit&eacute;rio (<i>gold  standard</i>). O ponto de corte foi selecionado de acordo com a maximiza&ccedil;&atilde;o dos valores obtidos tanto para a especificidade, como  para a sensibilidade (Hosmer et al., 2013).</p>     <p>Os resultados indicam que, com uma precis&atilde;o de 85%, o valor de corte mais adequado em termos de sensibilidade (70.0%) e especificidade  (85.3%) &eacute; de igual ou superior a 2 (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n3/37n3a11t2.jpg" width="580" height="219"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Estudo 2</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Fiabilidade</i></p>     <p>A fiabilidade da GDS5, atrav&eacute;s da consist&ecirc;ncia interna foi obtida junto da Amostra B (<i>N</i>=1030). O Alfa de Cronbach foi de  .69, valor abaixo do usualmente utilizado para classificar a fiabilidade como adequada (&alpha;=.70). Note-se, ainda, no que respeita aos  diferentes itens que comp&otilde;em a escala, o valor do Alfa de Cronbach para escala &eacute; ligeiramente superior (&alpha;&gt;.71) no  caso de elimina&ccedil;&atilde;o do item 4 (&ldquo;A preferir ficar em casa, em vez de sair e fazer coisas novas?&rdquo;).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Validade</i></p>     <p>A avalia&ccedil;&atilde;o da validade fatorial do instrumento foi realizada com uma An&aacute;lise Fatorial Confirmat&oacute;ria (AFC),  considerando o modelo unifatorial, uma vez que a unidimensionalidade da escala pode ser encontrada consistentemente em estudos da GDS5 para  outros pa&iacute;ses (de la Iglesia et al., 2005; Hoyl et al., 1999; Rinaldi et al., 2003). Optou-se pela an&aacute;lise fatorial das  correla&ccedil;&otilde;es tetrac&oacute;ricas por ser a mais apropriada para avaliar vari&aacute;veis dicot&oacute;micas e pelo grande  n&uacute;mero de participantes na amostra (<i>N</i>=1030) (Savalei, Bonett, &amp; Bentler, 2015).</p>     <p>Na <a href="#t3">Tabela 3</a> s&atilde;o apresentadas as intercorrela&ccedil;&otilde;es entre os itens. As correla&ccedil;&otilde;es variam  entre .37 e .80 sendo o item 4 aquele que apresenta valores de correla&ccedil;&atilde;o menos elevados, o que vai ao encontro da an&aacute;lise  da fiabilidade obtida atrav&eacute;s do Alfa de Cronbach. Os valores de correla&ccedil;&atilde;o dos itens da GDS5 s&atilde;o todos positivos,  uma vez que o &uacute;nico item com uma cota&ccedil;&atilde;o invertida (&ldquo;Satisfeito com a sua vida?&rdquo;) foi corrigido antes da  an&aacute;lise.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n3/37n3a11t3.jpg" width="580" height="150"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Na an&aacute;lise da estrutura fatorial, foram utilizados os 5 itens do instrumento, numa AFC, recorrendo &agrave; vers&atilde;o 15 do  programa estat&iacute;stico Stata. Conforme indicado por alguns autores, foram utilizados tr&ecirc;s &iacute;ndices para verificar o ajustamento  do modelo (Bentler &amp; Bonnet, 1980; Pilati &amp; Laros, 2007). O &iacute;ndice absoluto &ndash; <i>&chi;<sup>2</i></sup> do ajustamento  (<i>&chi;<sup>2</i></sup>/gl); &iacute;ndice relativo &ndash; CFI (<i>Comparative Fit Index</i>) e &iacute;ndice de discrep&acirc;ncia  populacional &ndash; RMSEA (<i>Root Mean Square Error of Aproximation).</i> Os indicadores de ajustamento do modelo permitem perceber um fraco  ajustamento do modelo (<i>&chi;<sup>2</i></sup>/gl=10.824, CFI=.942 e RMSEA=.117). Os coeficientes de pondera&ccedil;&atilde;o fatorial dos itens  para o modelo original (GDS5) mostram o menor peso do item 4, que apresenta uma vari&acirc;ncia &uacute;nica de 84%, sendo que os restantes  apresentam coeficientes elevados (<a href="#t4">Tabela 4</a>). Considerando-se o potencial menor poder discriminativo deste item e de modo a  encontrar um modelo com ajustamento adequado, procedeu-se &agrave; sua elimina&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t4"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n3/37n3a11t4.jpg" width="579" height="225"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>O novo modelo apresentou valores de ajustamento adequados (<i>&chi;<sup>2</i></sup>/gl=4.210, CFI=.991 e RMSEA=.055), sobretudo considerando o  tamanho amostral. Este modelo sugere a utiliza&ccedil;&atilde;o de 4 itens, com valores de vari&acirc;ncia &uacute;nica de cada um dos itens  menores, sendo o item 5 aquele que apresenta um coeficiente de pondera&ccedil;&atilde;o fatorial mais baixo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>Existem, atualmente, uma grande quantidade de escalas de avalia&ccedil;&atilde;o de depress&atilde;o dispon&iacute;veis quer para efeitos de  investiga&ccedil;&atilde;o, quer para efeitos de rastreamento na pr&aacute;tica cl&iacute;nica. A necessidade de um instrumento r&aacute;pido,  sens&iacute;vel, espec&iacute;fico e o mais poss&iacute;vel destitu&iacute;do de interfer&ecirc;ncia cultural s&atilde;o fatores potenciadores do  cont&iacute;nuo estudo no &acirc;mbito das escalas de avalia&ccedil;&atilde;o de depress&atilde;o ou da sintomatologia depressiva (Almeida &amp;  Almeida, 1999). A Escala de Depress&atilde;o Geri&aacute;trica tem sido amplamente utilizada, tanto em contextos cl&iacute;nicos, como de  investiga&ccedil;&atilde;o e est&aacute; dispon&iacute;vel em v&aacute;rios idiomas de pa&iacute;ses europeus, pa&iacute;ses latino-americanos e  pa&iacute;ses asi&aacute;ticos, o que sugere uma consist&ecirc;ncia entre diferentes pa&iacute;ses (Almeida &amp; Almeida, 1999) e a facilidade  da sua utiliza&ccedil;&atilde;o para estudos internacionais comparativos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Este estudo pretendeu examinar as caracter&iacute;sticas psicom&eacute;tricas da vers&atilde;o curta da Escala de Depress&atilde;o  Geri&aacute;trica (GDS5), utilizando duas amostras distintas para avaliar a validade concorrente, a fiabilidade e a validade da estrutura  fatorial.</p>     <p>A sensibilidade (70%) e especificidade (85%) da vers&atilde;o com 5 itens n&atilde;o sendo elevada &eacute; aceit&aacute;vel considerando  n&atilde;o s&oacute; o n&uacute;mero de itens, como o n&uacute;mero de participantes da amostra (A, <i>N</i>=66). Outras vers&otilde;es  obtiveram, contra diagn&oacute;stico cl&iacute;nico (DSM-IV ou CID-10) valores de sensibilidade entre os 81% e os 94% para a GDS5 e de  especificidade entre 73% e 81% (de la Iglesia et al., 2005; Rinaldi et al., 2003). Estes resultados sugerem uma capacidade discriminativa  semelhante entre as vers&otilde;es curtas desta escala em diferentes pa&iacute;ses.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao valor de corte escolhido (2), de acordo com o valor m&aacute;ximo de sensibilidade e especificidade, este &eacute;  igual ao que tem sido proposto por outros estudos (Almeida &amp; Almeida, 1999; de la Iglesia et al., 2005; Hoyl et al., 1999; Pocklington et  al., 2016; Rinaldi et al., 2003).</p>     <p>O resultado de consist&ecirc;ncia interna (&alpha;=.69) n&atilde;o vai ao encontro do desejado, ainda que se aproxime do que &eacute;  usualmente considerado um valor aceit&aacute;vel na literatura em termos de confiabilidade da escala (&alpha;&gt;.70). Por&eacute;m, importa  referir que, dado que o valor da correla&ccedil;&atilde;o poder&aacute; ser influenciado pelo n&uacute;mero de itens, se a escala for  constitu&iacute;da por um n&uacute;mero reduzido os valores acima dos .60 podem ser considerados aceit&aacute;veis (Ribeiro, 2010). Do mesmo  modo, na mensura&ccedil;&atilde;o de constructos complexos, um Alfa de Cronbach de 0.60 pode ser considerado aceit&aacute;vel, ainda que  requerendo uma interpreta&ccedil;&atilde;o cautelosa (DeVellis, 2003).</p>     <p>Outros estudos de valida&ccedil;&atilde;o tendem a apresentar valores mais elevados nas vers&otilde;es com um maior n&uacute;mero de itens  (GDS 30, 15 e 10), tanto em Portugal (Ap&oacute;stolo et al., 2014; Pocinho et al., 2009) como noutros pa&iacute;ses (Kim et al., 2013;  Pocklington et al., 2016). No caso das vers&otilde;es mais curtas, os valores de fiabilidade obtidos s&atilde;o, usualmente, mais baixos (Kim et  al., 2013; Pocklington et al., 2016).</p>     <p>Com o recurso a procedimentos de an&aacute;lise confirmat&oacute;ria, os resultados de validade sugerem um modelo de ajustamento fraco  (<i>&chi;<sup>2</i></sup>/gl=10.824, CFI=.942 e RMSEA=.117), ainda que os valores de correla&ccedil;&otilde;es entre os itens sejam  aceit&aacute;veis. Tamb&eacute;m os coeficientes de pondera&ccedil;&atilde;o fatorial mostram a elevada contribui&ccedil;&atilde;o da grande  maioria dos itens para a dimens&atilde;o, sendo o item 4 (<i>A preferir ficar em casa, em vez de sair e fazer coisas novas</i>) aquele que  apresenta uma satura&ccedil;&atilde;o menos elevada e um valor de vari&acirc;ncia &uacute;nica mais elevado. Assim, um novo modelo eliminando o  item 4 apresentou valores de ajustamento mais aceit&aacute;veis (<i>&chi;<sup>2</i></sup>/gl=4.210, CFI=.991 e RMSEA=.055). Este item apresentou  valores de correla&ccedil;&atilde;o menos elevados e na escala, o valor de consist&ecirc;ncia interna &eacute; mais elevado com a sua  elimina&ccedil;&atilde;o. Apesar de estes resultados irem ao encontro do que j&aacute; foi observado num estudo espanhol, em que das duas  vers&otilde;es avaliadas (de 4 e 5 itens), a GDS de 4 itens sugeriu melhores resultados (de la Iglesia et al., 2005), h&aacute; que considerar  que existem sempre fatores aleat&oacute;rios nos dados que podem promover o comportamento flutuante de alguns itens. Al&eacute;m disso, &eacute;  importante considerar que estes resultados podem decorrer de algumas limita&ccedil;&otilde;es do pr&oacute;prio estudo.</p>     <p>Em primeiro lugar os itens utilizados no desenvolvimento da vers&atilde;o curta foram extra&iacute;dos da vers&atilde;o original e n&atilde;o  validados atrav&eacute;s de um estudo explorat&oacute;rio de uma vers&atilde;o portuguesa mais longa do instrumento. De facto, t&ecirc;m sido  desenvolvidas v&aacute;rias vers&otilde;es diferentes relativamente aos itens inclu&iacute;dos, sendo que nenhuma vers&atilde;o &eacute;  exatamente igual entre si, relativamente aos itens selecionados a partir da GDS15 ou da GDS10 (Pockington et al., 2016). Al&eacute;m disso os  diversos estudos utilizam diferentes tipos de popula&ccedil;&otilde;es (por exemplo, cl&iacute;nicas e n&atilde;o cl&iacute;nicas) o que  dificulta a comparabilidade dos resultados e tem levado alguns autores a afirmarem maior evid&ecirc;ncia da GDS15 face a vers&otilde;es mais  reduzidas e a necessidades de futuros estudos para as vers&otilde;es mais curtas (Pocklington et al., 2016).</p>     <p>Tamb&eacute;m a amostra de conveni&ecirc;ncia obtida al&eacute;m das implica&ccedil;&otilde;es impl&iacute;citas, &eacute; pequena e requer  alguma cautela na leitura dos resultados. Ainda assim, a an&aacute;lise do comportamento da escala junto de uma amostra representativa desta  popula&ccedil;&atilde;o permite analisar a adequabilidade dos resultados encontrados, nomeadamente, no que respeita ao valor de corte  aceit&aacute;vel e que vai ao encontro do que tem sido observado noutros pa&iacute;ses.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Conclus&otilde;es</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A vers&atilde;o de 5 itens da Escala de Depress&atilde;o Geri&aacute;trica apresenta valores de consist&ecirc;ncia interna e de  correla&ccedil;&atilde;o com o IDB-II que sugere a sua fiabilidade e valores de sensibilidade e especificidade adequados ao rastreamento de  sintomatologia depressiva na popula&ccedil;&atilde;o idosa. Os resultados obtidos pela AFC apesar de n&atilde;o sugerirem um modelo bem ajustado,  n&atilde;o p&otilde;e em causa as propriedades da medida. Os resultados indicam ainda que um dos itens (item 4) poder&aacute; ter um menor poder  discriminativo e que se observa um melhor ajustamento no modelo obtido pela AFC para 4 itens. Tendo em conta a exist&ecirc;ncia de vers&otilde;es  mais curtas (de 4 e 1 itens) noutros pa&iacute;ses, ser&atilde;o necess&aacute;rios mais estudos, utilizando diagn&oacute;sticos cl&iacute;nicos  como <i>gold standard</i>, para se determinar se as propriedades psicom&eacute;tricas de vers&atilde;o de 4 itens s&atilde;o melhores que as da  vers&atilde;o de 5 itens.</p>     <p>Em suma, os estudos mostram que em Portugal, a vers&atilde;o curta da GDS (5 itens), apresenta resultados semelhantes aos obtidos noutros  pa&iacute;ses e noutras vers&otilde;es. Por ser de f&aacute;cil administra&ccedil;&atilde;o, simples de entender e requerer tempo m&iacute;nimo,  esta vers&atilde;o poder&aacute; ser uma ferramenta de grande utilidade na pr&aacute;tica cl&iacute;nica, mas sobretudo, para a  investiga&ccedil;&atilde;o na popula&ccedil;&atilde;o idosa portuguesa.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Aguiar, P. (2007). <i>Guia pr&aacute;tico de estat&iacute;stica em investiga&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica: SPSS</i>. Lisboa:  Climepsi.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050216&pid=S0870-8231201900030001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Almeida, O. P., &amp; Almeida, S. A. (1999). Short versions of the Geriatric Depression Scale: A study of their validity for the diagnosis of  a major depressive episode according to ICD-10 and DSM-IV. <i>International Journal of Geriatric Psychiatry, 14</i>, 858-865. Retrieved from  <a href="http://dx.doi.org/10.1002/(SICI)1099-1166(199910)14:10&lt;858::AID-GPS35&gt;3.0.CO;2-8"  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1002/(SICI)1099-1166(199910)14:10&lt;858::AID-GPS35&gt;3.0.CO;2-8</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050218&pid=S0870-8231201900030001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>American Association for Public Opinion Research. (2011). <i>Standard definitions: Final dispositions of case codes and outcome rates for RDD  telephone surveys</i>. Lenexa, KS: American Association for Public Opinion Research.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050219&pid=S0870-8231201900030001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ap&oacute;stolo, J., Loureiro, L., Reis, I., Silva, I., Cardoso, D., &amp; Sfectcu, R. (2014). Contribui&ccedil;&atilde;o para a  adapta&ccedil;&atilde;o da Geriatric Depression Scale-15 para a l&iacute;ngua portuguesa. <i>Revista de Enfermagem Refer&ecirc;ncia,  S&eacute;rie IV</i>(3), 65-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050221&pid=S0870-8231201900030001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Argimon, I. I. de L., Paloski, L. H., Farina, M., &amp; Irigaray, T. Q. (2016). Aplicabilidade do Invent&aacute;rio de Depress&atilde;o de  Beck-II em idosos: Uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica. <i>Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica, 15</i>, 11-17. Recuperado em 13 de  setembro de 2019, de <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-04712016000300003&lng=pt&tlng=pt"  target="_blank">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-04712016000300003&lng=pt&tlng=pt</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050223&pid=S0870-8231201900030001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baldwin, R. (2004). Management of depression in later life. <i>Advances in Psychiatric Treatment, 10</i>, 131-139.  Retrieved from  <a href="http://dx.doi.org/10.1192/apt.10.2.131" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1192/apt.10.2.131</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050224&pid=S0870-8231201900030001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barreto, J., Leuschner, A., Santos, F., &amp; Sobral, M. (2008). Escala de depress&atilde;o geri&aacute;trica: Tradu&ccedil;&atilde;o  portuguesa da Geriatric Depression Scale. In A. Mendon&ccedil;a &amp; M. Guerreiro (Eds.), <i>Escalas e testes na dem&ecirc;ncia</i> (pp. 37-43).  Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050225&pid=S0870-8231201900030001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bentler, P. M., &amp; Bonett, D. G. (1980). Significance tests and goodness-of-fit in the analysis of covariance structures. <i>Psychological  Bulletin, 88</i>, 588-606. Retrieved from <a href="http://dx.doi.org/10.1037/0033-2909.88.3.588"  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/0033-2909.88.3.588</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050227&pid=S0870-8231201900030001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Campos, R. C., &amp; Gon&ccedil;alves, B. (2004). Alguns dados sobre a preval&ecirc;ncia de sintomatologia depressiva na  popula&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria portuguesa. In C. Machado, L. Almeida, M. Gon&ccedil;alves, &amp; V. Ramalho (Eds.),  <i>Actas da X Confer&ecirc;ncia Internacional de Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica: Formas e contextos</i> (pp. 50-53). Braga:  Psiquilibrios Edi&ccedil;&otilde;es.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050228&pid=S0870-8231201900030001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Canavarro, M. C., Pereira, M., Sim&otilde;es, M. R., Pintassilgo, A. L., &amp; Ferreira, A. (2008). Estudos psicom&eacute;tricos da  vers&atilde;o portuguesa (de Portugal) do instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida na infec&ccedil;&atilde;o VIH da  Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (WHOQOL-HIV). <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as, 9</i>, 15-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050230&pid=S0870-8231201900030001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>de la Iglesia, J. M., Vilches, M. C. O., Herrero, R. D., Tabern&eacute;, C. A., Colomer, C. A., &amp; Blanco, M. C. A. (2005). Abreviar lo  breve. Aproximaci&oacute;n a versiones ultracortas del cuestionario de Yesavage para el cribado de la depresi&oacute;n. <i>Atenci&oacute;n  Primaria, 35</i>, 14-21. Retrieved from <a href="http://dx.doi.org/10.1157/13071040" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1157/13071040</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050232&pid=S0870-8231201900030001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>DeVellis, R. F. (2003). <i>Scale development: Theory and applications</i>. Thousand Oaks: Sage Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050233&pid=S0870-8231201900030001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ferraro, F. R., &amp; Chelminski, I. (1996). Preliminary normative data on the Geriatric Depression Scale-Short Form (GDS-SF) in a young adult  sample. <i>Journal of Clinical Psychology, 52</i>, 443-447. Retrieved from  <a href="http://dx.doi.org/10.1002/(SICI)1097-4679(199607)52:4&lt;443::AID-JCLP9&gt;3.0.CO;2-Q"  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1002/(SICI)1097-4679(199607)52:4&lt;443::AID-JCLP9&gt;3.0.CO;2-Q</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050235&pid=S0870-8231201900030001100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gil, A. P. M., Kislaya, I., Santos, A. J., Nunes, B., Nicolau, R., &amp; Fernandes, A. A. (2015). Elder abuse in Portugal: Findings from the  first national prevalence study. <i>Journal of Elder Abuse &amp; Neglect, 27</i>, 174-195. Retrieved from  <a href="http://dx.doi.org/10.1080/08946566.2014.953659" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1080/08946566.2014.953659</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050236&pid=S0870-8231201900030001100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hagtvet, K. A., &amp; Sipos, K. (2016). Creating short forms for construct measures: The role of exchangeable forms. <i>Pedagogika, 66</i>,  689-713. Retrieved from <a href="http://pages.pedf.cuni.cz/pedagogika" target="_blank">http://pages.pedf.cuni.cz/pedagogika</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050237&pid=S0870-8231201900030001100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hosmer, J. D., Lemeshow, S., &amp; Sturdivant, R. (2013). <i>Applied Logistic Regression</i>. Berlin: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050238&pid=S0870-8231201900030001100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hoyl, M. T., Alessi, C. A., Harker, J. O., Josephson, K. R., Pietruszka, F. M., Koelfgen, M., . . . Rubenstein, L. Z. (1999). Development and  testing of a five-item version of the Geriatric Depression Scale. <i>Journal of the American Geriatrics Society, 47</i>, 873-878. Retrieved from  <a href="http://dx.doi.org/10.1111/j.1532-5415.1999.tb03848.x" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1111/j.1532-5415.1999.tb03848.x</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050240&pid=S0870-8231201900030001100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kiernan, B. U., Wilson, D., Suter, N., Naquin, A., &amp; Meltzen, J. (1986). Comparison of the Geriatric Depression Scale and the Beck  Depression Inventory in a nursing home. <i>Clinical Gerontologist, 6</i>, 54-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050241&pid=S0870-8231201900030001100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kim, G., DeCoster, J., Huang, C.-H., &amp; Bryant, A. N. (2013). A meta-analysis of the factor structure of the Geriatric Depression Scale  (GDS): The effects of language. <i>International Psychogeriatrics, 25</i>, 71-81. Retrieved from  <a href="http://dx.doi.org/10.1017/S1041610212001421" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1017/S1041610212001421</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050243&pid=S0870-8231201900030001100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>McGivney, S. A., Mulvihill, M., &amp; Taylor, B. (1994). Validating the GDS depression screen in the nursing home. <i>Journal of the American  Geriatrics Society, 42</i>, 490-492. 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The Geriatric Depression Scale and the Beck  Depression Inventory as screening instruments in an older adult outpatient population. <i>Psychological Assessment, 4</i>, 190-192.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050245&pid=S0870-8231201900030001100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Oliveira-brochado, F., &amp; Oliveira-brochado, A. A. (2008). Estudo da presen&ccedil;a de sintomatologia depressiva na adolesc&ecirc;ncia.  <i>Revista Portuguesa de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 26</i>(2), 27-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050247&pid=S0870-8231201900030001100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pilati, R., &amp; Laros, J. A. (2007). Modelos de equa&ccedil;&otilde;es estruturais em psicologia: Conceitos e aplica&ccedil;&otilde;es.  <i>Psicologia: Teoria e Pesquisa, 23</i>, 205-216.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050249&pid=S0870-8231201900030001100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pocinho, M. T. S. S., Farate, C., Dias, C. A., Lee, T. T., &amp; Yesavage, J. A. (2009). Clinical and psychometric validation of the Geriatric  Depression Scale (GDS) for Portuguese elders. <i>Clinical Gerontologist, 32</i>, 223-236. Retrieved from  <a href="http://dx.doi.org/10.1080/07317110802678680" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1080/07317110802678680</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050251&pid=S0870-8231201900030001100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pocklington, C., Gilbody, S., Manea, L., &amp; McMillan, D. (2016). The diagnostic accuracy of brief versions of the Geriatric Depression  Scale: A systematic review and meta-analysis. <i>International Journal of Geriatric Psychiatry, 31</i>, 837-857. Retrieved from  <a href="http://dx.doi.org/10.1002/gps.4407" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1002/gps.4407</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050252&pid=S0870-8231201900030001100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ribeiro, J. L. P. (2010). <i>Investiga&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o em psicologia e sa&uacute;de</i>. Lisboa: Placebo Editora,  Lda.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050253&pid=S0870-8231201900030001100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rinaldi, P., Mecocci, P., Benedetti, C., &amp; Ercolani, S. (2003). Validation of the five-item Geriatric Depression Scale. <i>Journal of the  American Geriatrics Society, 51</i>, 694-698. Retrieved from <a href="http://dx.doi.org/10.1034/j.1600-0579.2003.00216.x"  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1034/j.1600-0579.2003.00216.x</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050255&pid=S0870-8231201900030001100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Roman, M. W., &amp; Callen, B. L. (2008). Screening instruments for older adult depressive disorders: Updating the evidence-based toolbox.  <i>Issues in Mental Health Nursing, 29</i>, 924-941. Retrieved from <a href="http://dx.doi.org/10.1080/01612840802274578"  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1080/01612840802274578</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050256&pid=S0870-8231201900030001100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Savalei, V., Bonett, D. G., &amp; Bentler, P. M. (2015). CFA with binary variables in small samples: A comparison of two methods. <i>Frontiers  in Psychology, 5</i>, 1-11. Retrieved from <a href="http://dx.doi.org/10.3389/fpsyg.2014.01515"  target="_blank">http://dx.doi.org/10.3389/fpsyg.2014.01515</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050257&pid=S0870-8231201900030001100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Scogin, F. (1987). The concurrent validity of the Geriatric Depression Scale with depressed older adults. <i>Clinical Gerontologist: The  Journal of Aging and Mental Health, 7</i>, 23-31. Retrieved from <a href="http://dx.doi.org/10.1300/J018v07n01_04"  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1300/J018v07n01_04</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050258&pid=S0870-8231201900030001100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Streiner, D. L., &amp; Norman, G. R. (1995). <i>Health measurement scales: A practical guide to their development and use</i>. Oxford: Oxford  University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050259&pid=S0870-8231201900030001100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Telles-Correia, D., &amp; Barbosa, A. (2009). Ansiedade e depress&atilde;o em medicina: Modelos te&oacute;ricos e avalia&ccedil;&atilde;o.  <i>Acta Medica Portuguesa, 22</i>, 89-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050261&pid=S0870-8231201900030001100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>van Marwijk, H. W., Wallace, P., de Bock, G. H., Hermans, J., Kaptein, A. A., &amp; Mulder, J. D. (1995). 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Retrieved from <a href="http://dx.doi.org/10.6061/clinics/2013(09)15"  target="_blank">http://dx.doi.org/10.6061/clinics/2013(09)15</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050265&pid=S0870-8231201900030001100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Yesavage, J. A. (1988). Geriatric Depression Scale. <i>Psychopharmacology Bulletin, 24</i>, 709-711.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=050266&pid=S0870-8231201900030001100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Yesavage, J. A., Brink, T. L., Rose, T. L., Lum, O., Huang, V., Adey, M., &amp; Leirer, V. O. (1982). 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<body><![CDATA[<p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Ana Jo&atilde;o Santos, Departamento de Epidemiologia,  Instituto Nacional de Sa&uacute;de Doutor Ricardo Jorge, Avenida Padre Cruz, 1600-016 Lisboa, Portugal. E-mail:  <a href="mailto:ana.carvalho@insa.min-saude.pt">ana.carvalho@insa.min-saude.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Na p&aacute;gina oficial da GDS, os autores consideram que se trata de um instrumento no dom&iacute;nio p&uacute;blico  (<a href="https://web.stanford.edu/~yesavage/GDS.html" target="_blank">https://web.stanford.edu/~yesavage/GDS.html</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 23/11/2017 Aceita&ccedil;&atilde;o: 04/09/2018</p>      ]]></body><back>
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